– Gestor Reborn:

Na moda dos “bebês reborns”, surge, por sarcasmo, a analogia do Administrador de Empresas, versão Reborn.

Abaixo, extraído do LinkedIn citado na imagem:

GESTOR REBORN

🔵 Como não se tornar um “Gestor Reborn”

Você já viu um gestor que parece estar ali só de corpo presente? Que não se comunica, não dá feedback e só aparece para cobrar resultados? Pois é, essa figura carrega o apelido (nada lisonjeiro) de Gestor Reborn — como ilustrado na imagem.

Infelizmente, esse tipo de liderança ainda é comum em muitas organizações. Mas a boa notícia é: dá para fazer diferente.

✅ Liderança é proximidade. Levante da cadeira, converse com a equipe, crie conexões reais.

✅ Feedback é desenvolvimento. Não economize em conversas construtivas. Seu time precisa saber o que está indo bem e o que pode melhorar.

✅ Presença importa. Não apareça só para cobrar. Esteja presente no dia a dia, acompanhe, incentive e celebre as conquistas.

✅ Não fuja de conflitos. Resolver tensões com maturidade é papel essencial de qualquer gestor.

✅ Assuma a responsabilidade. A cultura da culpa não leva ninguém longe. Líderes inspiradores assumem erros e aprendem com eles.

🔁 O mundo do trabalho está mudando — e a liderança precisa evoluir junto.

💬 Que tipo de gestor você quer ser lembrado por ter sido?

#Liderança #Gestão #DesenvolvimentoPessoal #CulturaOrganizacional #Feedback #LiderançaHumanizada #LinkedIn

– É uma obscura parceria informal que o Santos montou?

Lamento ver o torcedor do glorioso Peixe estar “perdido” entre o noticiário do clube. A questão é:

  • A SAF que Neymar compraria, não comprará pois não é atrativo o modelo? Ao menos, Neymar Pai disse que essa forma de investimento não seria viável.
  • As benfeitorias já construídas pelo grupo de Neymar Jr (administrado pelo “Neymar Pai”) foram realmente gratuitas?
  • Neymar está fazendo uma parceria formal, mas não adquirindo uma SAF?
  • Ou Neymar está fazendo um informal acordo?
  • O Estádio na Praia Grande, ventilado pelo Ney Pai, é um empréstimo, uma cessão, ou um acordo de divisão de rendas?

E o que mais me perturba:

  • Por que ninguém pergunta às claras qual é o propósito do negócio, como terá retorno do investimento, por quanto tempo e em condições? Discurso de “ajuda por carinho” não dá.

O que não é claro, para mim, pode ser suspeito. Não gosto disso. E a mesma perturbação ocorre aqui em Jundiaí: há 1 ano, Pedro Mesquita anunciou que compraria a SAF do Paulista, e a diretoria ressaltou que há meses já negociava. NINGUÉM questionou valores, ROI, e tantas outras coisas do negócio em si. As perguntas que eu, particularmente, fiz à secretária pessoal de Pedro Mesquita, não foram respondidas. E há tanto tempo, sem notícia, sem clareza, no escuro, faz com que o torcedor fique com cara de bobo… Desistiu-se da SAF do Galo, ou anunciaram a negociação em uma época antes do previsto? Ou, ainda, há imbrolhos que não se deseja que venha a público?

A clareza e a transparência sempre serão fundamentais para qualquer negócio.

– E a Ambev está mudando a estratégia de novo… Brahma e Skol voltando a estar em alta!

A Ambev estava privilegiando cervejas premium e artesanais nos últimos tempos. mas a coisa mudou…

Entenda, extraído do LinkedIn de Ian Sterchele (https://www.linkedin.com/posts/activity-7335662803950665728-v8eK/?utm_medium=ios_app&rcm=ACoAAAfYyaUB79SiZOXAYT3-JkVtGtrP1U_H7Ts&utm_source=social_share_send&utm_campaign=share_via)

AMBEV E A SUA ESTRATÉGIA

A maior empresa de bebidas do mundo está voltando às origens — e matando marcas artesanais para focar em cinco frentes: Corona, Skol, Brahma, Spaten e Budweiser.

O foco agora é no popular.

Marcas como Goose Island, Hoegaarden e Patagonia vão sair de cena no Brasil.

A Colorado vai fechar a fábrica e talvez siga apenas com um ou dois estilos. O Bar do Urso provavelmente será descontinuado.

Mas por que esse movimento?

Os motivos:
→ Como líder de mercado, não faz sentido formar categorias fora do core. O consumidor experimenta, se educa — e acaba migrando para outras marcas.
→ O mercado de artesanais está estagnado — e começa a cair.
→ Os jovens estão consumindo menos álcool.
→ E quem consome, está migrando da cerveja para os drinks.

Além disso, houve uma mudança clara na tese de investimento dos principais acionistas, o grupo 3G. O modelo Ambev ficou obsoleto e, pior: se mostrou irreplicável em outras empresas do portfólio.

O único lugar onde esse modelo ainda faz sentido é na própria Ambev. E é justamente isso que, curiosamente, está sendo feito: voltar às raízes e repetir o que os levou ao topo da cadeia alimentar corporativa.

Essa é a nova aposta.

Uma diretriz que, aparentemente, tem agradado os investidores sob o comando do novo CEO, Carlos Eduardo Lisboa. As ações da empresa já subiram mais de 20% no acumulado do ano.

Particularmente, acho que no curto prazo pode dar certo.
No longo, tenho minhas dúvidas.

hashtagambev hashtagVarejoBR hashtagVarejodeBebidas hashtagCerveja hashtagSkol hashtagCorona hashtagEstrategiaEm

Comerciantes de Catalão reclamam da Ambev - Badiinho

– Desafios de nossos tempos!

Os diferentes tipos de “gestão” em nosso cotidiano nos trazem grandes desafios!

Vejam só a sábia figura:

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Imagem extraída da Internet (autoria desconhecida, quem conhecer, favor indicar para os créditos).

– A História da Pepsi, que assumidamente quis ser a segunda do mercado.

Uau. Que história!

A Pepsi foi rejeitada pela Coca. Caiu, levantou, mudou os rumos e sobrevive.

Uma típica história de empreendedorismo, extraída de: https://duplamente.com.br/pepsi-como-um-refri-de-dispepsia-virou-diplomata-colecionou-tanques-e-desafiou-a-coca-cola/

PEPSI: COMO UM REFRIGERANTE DE DISPEPSIA VIROU DIPLOMATA, COLECIONOU TANQUES E DESAFIOU A COCA-COLA.

Era uma vez um refrigerante que nasceu para curar indigestões, sobreviveu a duas falências, foi rejeitado três vezes pelo maior rival do planeta e, em vez de sumir, decidiu comprar meio mundo. Não, não é um roteiro de Hollywood. É a história da Pepsi — a marca que riu da cara da desgraça, embalada por açúcar, astúcia e uma pitada de ironia.

Tudo começou em 1893, quando Caleb Bradham, um farmacêutico sonhador da Carolina do Norte, resolveu criar uma poção mágica para digestões capengas. Batizou-a de Brad’s Drink, mas, em um golpe de marketing pré-histórico, rebatizou-a como Pepsi-Cola — uma homenagem à “dispepsia”, porque nada diz “refresco” como lembrar o cliente de sua má digestão. A fórmula, claro, não tinha pepsina, mas quem se importava? O gosto era doce, a promessa era grande, e a Coca-Cola, já estabelecida, nem imaginava o que viria.

Bradham expandiu rápido: em 1902, já tinha 40 distribuidores. Até que, em um movimento digno de tragédia grega, apostou todas as fichas no açúcar antes da Primeira Guerra. O preço despencou, e a Pepsi faliu. Primeiro round: Coca-Cola 1 x Pepsi 0.

Mas a Pepsi tinha uma habilidade rara: ressuscitar. Em 1931, após ser recusada três vezes pela Coca-Cola (sim, eles se arrependeriam amargamente), a marca estava de novo no chão. Até que Charles Guth, um ex-executivo da Coca, decidiu vingar-se. Ele adocicou a fórmula, encheu garrafas gigantes e as vendeu pelo preço das minúsculas rivais. Era a Grande Depressão, e as massas famintas por açúcar e economia adotaram a Pepsi como símbolo da resistência popular. Ironia? A Coca-Cola, elitista, virou a “bebida dos ricos”.

Agora com sabor e estratégia, a Pepsi partiu para a guerra cultural. Nos anos 1940, enquanto rivais ignoravam a comunidade afro-americana, ela colocou negros em propagandas como pessoas, não caricaturas. Joan Crawford, estrela de Hollywood e esposa do presidente da empresa, levou a Pepsi para as telas de cinema. A marca não só vendia refrigerante — vendia identidade.

Mas o ápice da audácia veio em 1959, em plena Guerra Fria. Enquanto EUA e URSS trocavam ameaças nucleares, a Pepsi serviu um copo gelado a Nikita Khrushchev. O líder soviético sorveu, aprovou, e de repente, a Pepsi virou o primeiro produto americano no bloco comunista. O pagamento? Vodka. E depois, navios e tanques de guerra. Sim, a Pepsi chegou a ter o 6º maior arsenal militar do planeta — um feito e tanto para uma empresa que vendia “suco de dispepsia”.

Nos anos 1980, a Pepsi desferiu o golpe baixo perfeito: o Desafio Pepsi. Em testes cegos, consumidores preferiram seu sabor. A Coca, em pânico, lançou a New Coke — um fiasco. A Pepsi riu por último, patrocinou Michael Jackson e abraçou a cultura pop como ninguém.

Hoje, a PepsiCo é um império: das batatas da Elma Chips ao Gatorade, controla 23 marcas que faturam US$ 1 bi cada.
Moral da história? Se ainda é a “segunda opção”, assim seja: afinal, como diria Khrushchev, “o segundo lugar às vezes tem um gosto mais doce”.

– A Comissão de R$ 7,7 milhões para contratar Ancelotti não é cara?

Eu sei que a CBF tem muito dinheiro, mas… no mundo dos negócios, há comissões para tudo: para “apresentar” jogador a clube, para iniciar conversa (ou para terminar conversa), e por aí vai.

Não é muito pagar 7,7 mi de reais para de comissão para a contratação de Ancelotti?

Abaixo, extraído de: https://www.espn.com.br/futebol/selecao-brasileira/artigo/_/id/15239120/comissao-contrato-por-que-advogado-brasileiro-nao-sai-do-lado-ancelotti

CONTRATO DE 7,7 MI: POR QUE ADVOGADO BRASILEIRO NÃO SAI DO LADO DE ANCELOTTI?

Por Pedro Ivo Almeida

Desde que o técnico Carlo Ancelotti embarcou da Europa rumo ao Brasil, no último domingo (25), uma pessoa não para de aparecer ao seu lado em fotos e vídeos: o empresário Diego Fernandes.

Vestindo uma camisa retrô da Seleção Brasileira, o agente viu sua imagem circular por todo o mundo, já que ele não saiu do lado do treinador nos últimos dias.

Segundo apurou a ESPN, Fernandes tem trânsito nos bastidores da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) desde 2022, quando iniciou relacionamento com o então presidente Ednaldo Rodrigues.

Em 2025, quando Ednaldo optou por retomar as negociações iniciadas com Ancelotti em 2023, o dirigente precisava de um representante na Europa e selecionou o empresário para intermediar as conversas.

Ao longo dos meses, Fernandes foi decisivo para a CBF fechar a contratação de Carletto, o que rendeu ao agente uma comissão de 1,2 milhão de euros (R$ 7,683 milhões) em contrato.

A ESPN ainda apurou que não é por acaso também que o agente vem aparecendo seguidamente em várias fotos ao lado do novo comandante da seleção.

De acordo com fontes, Diego Fernandes contratou agências de comunicação na Europa e no Brasil para explorar sua imagem a partir da negociação com Carlo Ancelotti.

As empresas trabalharam na divulgação de fotos nos momentos de anúncio, embarque para o Brasil e desembarque no Rio de Janeiro, com tudo combinado no contrato de intermediação.

O empresário, aliás, fez constar nos documentos que a CBF sempre o citaria como intermediário e representante oficial nas conversas, e também que ele teria autorização para explorar o caso e tornar pública cada imagem ao lado de Ancelotti nos momentos chaves da negociação.

Uma curiosidade é que a Confederação, em sua nota oficial do anúncio de Ancelotti como novo treinador da seleção, não colocou o nome de Fernandes. Horas depois, a matéria foi atualizada, desta vez com uma mensagem de agradecimento ao agente.

Outro fato curioso é que o próprio Diego bancou o aluguel do avião que transportou Carletto ao Brasil, ao custo de mais de R$ 1 milhão. Por contrato, a CBF reembolsará o montante.

A ESPN apurou que o excesso de exposição do empresário causou desconforto na atual gestão da CBF, agora presidida por Samir Xaud.

A alta cúpula da Confederação, porém, entende que não há o que fazer, já que tudo está amarrado no contrato redigido ainda quando Ednaldo Rodrigues estava no comando.

Fontes da reportagem ainda salientam que, apesar do sucesso na “operação Ancelotti”, a CBF não tem intenção de seguir trabalhando com Diego Fernandes no futuro.

Perguntado sobre a exposição excessiva no caso, Diego Fernandes disse, durante a apresentação de Ancelotti na última segunda (26), que quer aproveitar sua imagem pública agora para ajudar causas sociais, ambientais e “na filantropia”.

– Gestão de Programas de Responsabilidade Empresarial: Valor Estratégico para Empresas Familiares.

Para empresas familiares, cuja identidade está frequentemente entrelaçada com valores e legados transmitidos por gerações, a gestão eficaz de …

Continua em: Gestão de Programas de Responsabilidade Empresarial: Valor Estratégico para Empresas Familiares

– A Comissão de R$ 7,7 milhões para contratar Ancelotti não é cara?

Eu sei que a CBF tem muito dinheiro, mas… no mundo dos negócios, há comissões para tudo: para “apresentar” jogador a clube, para iniciar conversa (ou para terminar conversa), e por aí vai.

Não é muito pagar 7,7 mi de reais para de comissão para a contratação de Ancelotti?

Abaixo, extraído de: https://www.espn.com.br/futebol/selecao-brasileira/artigo/_/id/15239120/comissao-contrato-por-que-advogado-brasileiro-nao-sai-do-lado-ancelotti

CONTRATO DE 7,7 MI: POR QUE ADVOGADO BRASILEIRO NÃO SAI DO LADO DE ANCELOTTI?

Por Pedro Ivo Almeida

Desde que o técnico Carlo Ancelotti embarcou da Europa rumo ao Brasil, no último domingo (25), uma pessoa não para de aparecer ao seu lado em fotos e vídeos: o empresário Diego Fernandes.

Vestindo uma camisa retrô da Seleção Brasileira, o agente viu sua imagem circular por todo o mundo, já que ele não saiu do lado do treinador nos últimos dias.

Segundo apurou a ESPN, Fernandes tem trânsito nos bastidores da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) desde 2022, quando iniciou relacionamento com o então presidente Ednaldo Rodrigues.

Em 2025, quando Ednaldo optou por retomar as negociações iniciadas com Ancelotti em 2023, o dirigente precisava de um representante na Europa e selecionou o empresário para intermediar as conversas.

Ao longo dos meses, Fernandes foi decisivo para a CBF fechar a contratação de Carletto, o que rendeu ao agente uma comissão de 1,2 milhão de euros (R$ 7,683 milhões) em contrato.

A ESPN ainda apurou que não é por acaso também que o agente vem aparecendo seguidamente em várias fotos ao lado do novo comandante da seleção.

De acordo com fontes, Diego Fernandes contratou agências de comunicação na Europa e no Brasil para explorar sua imagem a partir da negociação com Carlo Ancelotti.

As empresas trabalharam na divulgação de fotos nos momentos de anúncio, embarque para o Brasil e desembarque no Rio de Janeiro, com tudo combinado no contrato de intermediação.

O empresário, aliás, fez constar nos documentos que a CBF sempre o citaria como intermediário e representante oficial nas conversas, e também que ele teria autorização para explorar o caso e tornar pública cada imagem ao lado de Ancelotti nos momentos chaves da negociação.

Uma curiosidade é que a Confederação, em sua nota oficial do anúncio de Ancelotti como novo treinador da seleção, não colocou o nome de Fernandes. Horas depois, a matéria foi atualizada, desta vez com uma mensagem de agradecimento ao agente.

Outro fato curioso é que o próprio Diego bancou o aluguel do avião que transportou Carletto ao Brasil, ao custo de mais de R$ 1 milhão. Por contrato, a CBF reembolsará o montante.

A ESPN apurou que o excesso de exposição do empresário causou desconforto na atual gestão da CBF, agora presidida por Samir Xaud.

A alta cúpula da Confederação, porém, entende que não há o que fazer, já que tudo está amarrado no contrato redigido ainda quando Ednaldo Rodrigues estava no comando.

Fontes da reportagem ainda salientam que, apesar do sucesso na “operação Ancelotti”, a CBF não tem intenção de seguir trabalhando com Diego Fernandes no futuro.

Perguntado sobre a exposição excessiva no caso, Diego Fernandes disse, durante a apresentação de Ancelotti na última segunda (26), que quer aproveitar sua imagem pública agora para ajudar causas sociais, ambientais e “na filantropia”.

– Alavancagem de Vendas, no Sebrae de Campinas.

Estive nessa manhã na sede do Sebrae em Campinas, falando sobre Vendas aos alunos de lá.

É muito bom ver os olhos abertos e o entusiasmo de quem quer empreender! Vale a pena.

#ensino

– Entenda o que é Inteligência Emocional:

Preparando aulas, e com um dos meus assuntos preferidos: Inteligência Emocional!

Você sabe o que é isso?

Leia atentamente essa definição da imagem:

– A importância de diversidade e de ESG nas Pequenas Empresas, sem a prática “Washing”

Cada vez mais as práticas inclusivas e as políticas de ESG estão presentes (e são necessárias) às organizações. Mas um cuidado: não fique só no discurso, pois se não colocar o que se prega na prática, vira empresa “washing”.

Muito bacana, extraído de: https://exame.com/negocios/esg-e-diversidade-nas-pmes-por-que-importa-e-como-implementar-politicas-de-inclusao/

ESG E DIVERSIDADE NAS PMES: POR QUE IMPORTA E COMO IMPLEMENTAR POLÍTICAS DE INCLUSÃO

Especialista Ana Gabriela Primon explica a relação entre os temas de diversidade e inclusão e ESG e avalia a importância de PMEs adotarem estratégias trabalhistas nesta frente

(Com Granadeiro Guimarães Advogados)

Os três aspectos do conceito de ESG, sigla que significa Environmental, Social and Governance (em português, ambiental, social e governança), formam os pilares de uma estratégia que tem guiado as lideranças de diferentes empresas no mundo todo.

Em síntese, o investimento ESG consiste num modelo de investimento sustentável, que busca inserir nas empresas princípios e valores, dimensões que vão além das tradicionais métricas econômico-financeiras.

Como o próprio nome indica, a sustentabilidade do conceito ESG não se limita à questão ambiental, mas inclui fatores sociais e de governança, o que abarca, por exemplo, as práticas trabalhistas de uma organização.

Muitas organizações compreendem a importância de uma política interna guiada pelo conceito ESG e a relevância de ações de Diversidade e Inclusão, mas têm dificuldade de estabelecer a relação entre os temas e aplicar essa interação na prática.

Este assunto será objeto de um dos painéis do 2º Fórum Trabalhista Empresarial, evento organizado pelo escritório Granadeiro Guimarães Advogados, que acontecerá no próximo dia 26 de maio, das 8h45 às 12h30, com transmissão ao vivo pelo canal do escritório no Youtube.

Em resumo, o papel da Diversidade e Inclusão na construção de políticas ESG nas empresas está diretamente relacionado aos pilares social e de governança, sendo, portanto, um indicador de que a organização segue (ou não) as diretrizes ESG.

Uma boa estratégia organizacional é aquela que inclui Políticas de D&I e ESG alinhadas, e que desenvolva ações concretas na formação de equipes diversas, a preocupação com a construção de um ambiente inclusivo e seguro para diferentes grupos, a diversidade em cargos de liderança, a equidade salarial, entre outras

Pessoas são os principais agentes de transformação de espaços e culturas corporativas. Assim, é essencial se conectar com todos os colaboradores, considerando as diferentes vivências e dando voz a grupos minorizados e sub-representados, garantindo um ambiente antidiscriminatório, com normas internas rígidas e transparentes, além de uma rede de apoio e acolhimento seguros.

Além disso, quando se fala de ter um negócio sustentável, a gestão dos riscos trabalhistas precisa ser considerada. É crescente o número de reclamações trabalhistas com pedidos relacionados a violações como racismo, violências de gênero, homofobia, etarismo, situações que seriam evitadas com práticas efetivas de Diversidade e Inclusão na organização.

Portanto, promover ações de D&I também impacta no passivo trabalhista da empresa e mitiga condutas desfavoráveis à imagem desta, já que condenações na Justiça do Trabalho relacionadas a esses temas comumente são expostas na mídia.

Para muitas empresas, em especial para os pequenos e médios empresários, a construção e implementação de políticas ESG parece ser algo custoso e, portanto, distante da realidade de seu negócio.

No entanto, para se manterem competitivas no mercado, todas as empresas, inclusive PMEs, deverão ter práticas alinhadas ao conceito ESG, também no aspecto trabalhista.

Isto porque a demonstração desse alinhamento já tem sido indicada como um critério de contratação por empresas de diferentes portes. Ou seja, não ter uma política ESG fará com que uma empresa seja preterida por um potencial cliente ou parceiro comercial.

É o caso de companhias que estabelecem como critério de contratação de um parceiro que ele informe quais ações de diversidade e inclusão tem implementadas para o seu quadro de empregados, ou que comprove que sua cota legal de Pessoas com Deficiência está preenchida.

Por isso, a construção de uma política ESG, que contemple ações de Diversidade e Inclusão, deve ser entendida como essencial à própria manutenção do negócio e, portanto, encarada como um verdadeiro investimento.

Inclusive, pesquisas de institutos renomados como a Harvard Business Review, McKinsey & Company e Catalyst mostram uma relação muito positiva entre ESG (incluindo diversidade e inclusão), apontando para melhores resultados do negócio.

Com a busca cada vez maior em se enquadrar no conceito ESG e envolvido com pautas de D&I, observa-se que muitas empresas fazem uma defesa da diversidade nas mídias sociais, sem que necessariamente promovam mudanças internas reais. Tome-se como exemplo empresas que defendem publicamente uma pauta LGBTQIA+, mas não contam com nenhuma pessoa na equipe que seja representante da comunidade.

Essa conduta é conhecida no mercado como Diversity Washing ou ESG Washing, e pode ser mais prejudicial do que positiva à imagem empresarial.

Desse modo, é fundamental que aquilo que é transmitido ao público externo traduza um real engajamento da empresa com a bandeira levantada, sobretudo em tempos de “cultura do cancelamento”.

Uma ação mais tímida e adequada à realidade e ao porte da empresa, mas efetiva e verdadeiramente inclusiva pode ser mais interessante e segura do que uma grande defesa de uma pauta de diversidade sem que ações concretas sejam replicadas internamente.

Apesar de algumas dificuldades e de baixa adesão das lideranças, a temática ESG vem crescendo entre as empresas brasileiras (Kalawin / Getty Images) (Kalawin/Getty Images)

Imagem: Kalawin / Getty Imagens

– CADE volta a investigar o Google por uso de conteúdo jornalístico sem acordo.

📰 Cade reabre inquérito contra Google por uso de conteúdo de notícias sem acordo. Nova etapa pode mudar regras no Brasil! ⚖️💻 #Google #Cade #link O…

Continua em: Cade volta a investigar o Google por uso de conteúdo jornalístico sem acordo

– Rumos da Carreira Profissional: Generalista ou Especialista?

Especialista ou generalista? O que fazer na Carreira? Como Fazer? Onde Fazer?

Tais dúvidas foram muito bem abordadas nesse ótimo texto de Adriano Silva, do “Blog do Executivo Ingênuo”, voltado aos estudantes de Administração de Empresas, jovens executivos e pós-graduandos.

Pela irreverência e ótima qualidade, dentro de um assunto corriqueiro à nossa formação profissional, compartilho com os amigos:

QUANTAS ALMAS VOCÊ TEM?

Tem gente que é especialista. Que define desde o comecinho da carreira o que deseja fazer da vida e decide, sobretudo, o que não quer fazer. Essas pessoas enveredam por um caminho profissional bem definido e não se afastam dele por nada. Costumam pensar o seu talento como uma coisa única e, portanto, recusam tudo que não for precisamente aquilo que escolheram fazer. Dizem para os outros e para si mesmas que só sabem fazer aquilo, que não sabem fazer outra coisa, e avançam por aquela carreira, vida afora, sem olhar para trás.

E tem gente que é generalista. Que gosta de fazer uma coisa mas não descarta fazer outras. Essas pessoas investem num caminho profissional mas mantêm sempre um olho nas alternativas, nas realidades paralelas. Costumam pensar seu talento como uma coisa multifacetada e, portanto, não raro, decidem ir lá ver que outra vida poderiam ter se tomassem outros rumos, se tentassem a mão em outras áreas. Alguns podem até ver profissionais desse naipe como inconstantes, como gente que antes de avançar demais em um determinado caminho, troca de caminho e começa tudo de novo. Mas eles preferem se ver como talentos irrequietos, profissionalmente curiosos, ávidos por conhecer mais e viver coisas novas. E, assim, tratam de viver várias vidas numa só.

Eu acho que, no fundo, tenho alma de especialista. Sinto uma certa inveja de quem se embreta num só fazer sem medo algum de abrir mão do descortínio, de não contar com tantas rotas de fuga e saídas de incêndio caso aquela carreira deixe de oferecer boas oportunidades e simplesmente vá para o vinagre. No entanto, minha carreira tem sido bastante generalista. Devo ter também, em algum lugar (não precisa dizer onde), um bichinho que me faz sempre romper o horizonte, quebrar as paredes e colocar as minhas eventuais competências sempre em vários cestos ao invés de jogá-las integralmente num cesto só. Ainda não sei se isso mais me ajuda (tenho de fato construído algumas obras relevantes ao longo da carreira) ou mais me prejudica (será que eu poderia ser muito melhor em alguma coisa específica se eu tivesse me entregado a ela de corpo e alma há duas décadas?)

Enquanto não sei responder a isso, vou vivendo. Escapando do tédio do especialista – às vezes com nostalgia de uma carreira com um escopo menor. E vivendo as turbulências dos vários recomeços do generalista – às vezes com vontade de ter um pouquinho mais de mesmice e calmaria em minha rotina.

E você?

Resultado de imagem para generalista ou especialista

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Turno 2 de 2: Na Faculdade.

Estive nessa noite na Faditu, falando um pouco sobre Administração Estratégica.

É muito bom ver nossos alunos com olhos brilhando. É esse o caminho, o conhecimento!

🖊️ #Ensino

– Turno 1 de 2: No Fundo Social de Solidariedade.

Estive nessa manhã, em nome do Sebrae, no Fundo Social de Solidariedade de Jundiaí, falando um pouco sobre Empreendedorismo e MEI.

É muito bom ver nossos alunos com desejo de fazer a diferença. É esse o caminho!

🖊️ #Educação

– Pequenos versus Grandes na Administração de Empresas

Há 6 anos… repost pela relevância do assunto:

Discutimos em aula recente a respeito do poder de aquisição de grandes redes varejistas. Vide a compra mais recente do Grupo Pão de Açúcar, o Ponto Frio. Enquanto nosso debate entrou na questão do poderio financeiro, outro grupo lembrava insistentemente de algo importante: a conveniência em ser pequeno.

Pois bem: a Revista Isto É Dinheiro abordou nosso tema da sala de aula. Abaixo, extraído de: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/611/o-mundo-e-mini-por-que-cada-vez-mais-as-142038-1.htm

O MUNDO É MINI

Por que cada vez mais as empresas apostam nas lojas de conveniência e nos pequenos pontos de venda para sua expansão – por JOSÉ SERGIO OSSE

HÁ MAIS DE 30 ANOS, UM economista inglês, E. F. Schumacher, lançou o livro “Small is Beautiful”. Na obra, um clássico da literatura econômica, o estudioso defendia que as grandes organizações, devido ao seu gigantismo, se tornavam “inadministráveis”. Pois o varejo parece ter descoberto as lições de Schumacher. Por muito tempo, o “quente” foram as mega-stores e pontos de venda cada vez maiores.

De supermercados a livrarias, o objetivo desse formato era oferecer em um único lugar tudo o que um consumidor precisava. Nos últimos tempos, porém, inverteu-se a direção: a onda agora são as minilojas. Empresas de todos os portes e atividades, da Livraria Cultura às redes de supermercados, como Pão de Açúcar e Carrefour, aderiram à moda. O trânsito caótico, a questão da segurança e a comodidade estimulam a proliferação das pequenas lojas – além do acirramento da concorrência exercida pelos pequenos armazéns.

“Nosso objetivo é estar junto ao consumidor em qualquer momento de seu consumo”, diz Laurent Bendavid, diretor do Carrefour Bairro, a bandeira de supermercados de vizinhança do grupo francês.

Para essas empresas, não se trata apenas de modismo. “A tendência de lojas menores não tem volta”, diz Sylvia Leão, diretora-executiva do Extra, a rede de hipermercados do Grupo Pão de Açúcar. É ela que mantém as bandeiras Extra Perto e Extra Fácil, sendo que essa última oferece cerca de 3,5 mil produtos diferentes, contra 10 mil a 17 mil das lojas convencionais. Para o grupo, trata-se de uma investida estratégica.

No final de 2008, apenas quatro lojas ostentavam a placa Extra Fácil. Atualmente, são 65. Até o final do ano, esse número baterá em 100.Segundo a Abras, entidade que reúne os supermercados, ao fim de 2008, das 5.470 lojas das 500 maiores redes do País, 3.459 eram nesse formato.

Do ponto de vista econômico, faz todo o sentido apostar nesse tipo de ponto de venda. Segundo Bendavid, os preços praticados nas lojas menores “cobram” a comodidade e a praticidade proporcionadas aos consumidores. “Não é um aumento de 2% a 3% que vai fazer uma pessoa preferir pegar seu carro para economizar 7% comprando em um hipermercado”, revela o executivo do Carrefour, indicando qual a diferença dos preços cobrados nos dois formatos. A francesa tem apenas oito unidades de conveniência, mas todas em postos de combustíveis.

Segundo Bendavid, esse número crescerá rapidamente. O modelo de lojas menores não interfere, de acordo com as próprias redes, no resultado das operações tradicionais. “Até agora não tivemos problemas com sobreposição”, diz Sylvia. Mais do que isso, no caso do Pão de Açúcar e do Carrefour, essas lojas menores se beneficiam do poder de compra e negociação dos grupos dos quais fazem parte.

Com acesso a mercadorias a preços mais baixos e um adicional no valor cobrado do consumidor, a margem de lucro nessas unidades tende a ser melhor. Por outro lado, há pouco espaço para estoque e elas precisam ser abastecidas mais vezes do que suas irmãs maiores. “Temos muitos ‘planos B’, inclusive usar uma loja maior para abastecer outra, se necessário”, diz Sylvia.

Outra grande rede que pretende, em breve, enveredar pelo caminho das lojas pequenas no Brasil é a livraria francesa Fnac. Segundo seu presidente, Pierre Courty, a falta de bons espaços pode forçar um “regime” nas lojas da Fnac.

Em cinco anos, ele considera possível reduzir pela metade o tamanho das unidades da empresa, que têm entre 4 mil e 5 mil metros quadrados, para lojas de até 2,5 mil metros quadrados. Um de seus principais rivais, a Livraria Cultura, também segue esse caminho. Sua meta é reforçar a presença da marca junto a públicos específicos.

A empresa tem apostado em pequenas lojas temporárias em eventos como a Casa Cor e o São Paulo Fashion Week. “Cada loja tem uma oferta direcionada para o perfil de visitantes desses eventos, o que se traduz num ganho enorme para a marca”, diz Sérgio Herz, diretor comercial da livraria. O McDonald’s aproveitou essa onda para conquistar um público que só ia às suas lanchonetes para levar os filhos: os consumidores com mais de 30 anos.

Para eles, a rede de fastfood criou o McCafé, com um visual mais sóbrio. Isso atraiu e fidelizou clientes mais endinheirados. Hoje, são 57 McCafés no Brasil. Os produtos de cafeteria já respondem por mais de 10% do total das vendas. Para a maior rede de fastfood do mundo, o título do livro de Schumacher faz cada vez mais sentido.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para os créditos.

– FFOA!

Baseada na tradicional análise de Força / Fraqueza e Oportunidades / Ameaças, a Inteligência Competitiva ajuda a antecipar tendências do mercado.

Compartilho, extraído de Folha de São Paulo, ed 20/08/2017, Caderno Sobretudo, Pg 5

PROFISSIONAIS USAM TÁTICAS EMPRESARIAIS PARA SE ANTECIPAR AO MERCADO

Por Anna Rangel

Gerir a própria carreira como se fosse uma empresa -e passar a monitorar o mercado e os concorrentes- pode ser uma boa estratégia para um profissional se destacar no mercado de trabalho.

A tática é baseada na “inteligência competitiva”, metodologia adotada pelas organizações na qual são coletadas informações públicas, como demonstrações financeiras e tendências de mercado, que ajudam na tomada de decisões, como por exemplo a de lançar um produto.

Para o profissional, o primeiro passo é simples: ele pode fazer uma lista das suas prioridades. “Basta colocar as oportunidades e os possíveis problemas, como uma nova tecnologia ou a automação de parte das suas funções, e os seus pontos fortes e suas fraquezas”, ensina Alfredo Passos, especialista em inteligência empresarial.

Assim, fica mais fácil a pessoa se comparar com seus pares e observar se e quando vale investir em algum outro idioma, em um curso livre ou em um mestrado profissional.

Essa análise é chamada de Matriz Fofa (veja abaixo), acrônimo para “forças, oportunidades, fraquezas e ameaças”, e é uma das mais usadas nas empresas.

A especialista em marketing Carolline Volpato, 21, criou um plano de guerra parecido com a Fofa ao largar a faculdade e começar a investir, mesmo sem qualificação formal, em sua nova área.

“Por pressão da família, fui estudar química. Mas, ao ver uma palestra sobre marketing, decidi que era hora de correr atrás da minha vocação. Procurei o palestrante, pedi para acompanhá-lo por uma semana e logo depois ele me deu uma oportunidade.

  Bruno Santos/ Folhapress  
SAO PAULO, SP, BRASIL, 17-08-2017: O Carreiras dessa semana vai mostrar como aplicar conceitos de inteligencia competitiva (observacao de concorrencia, mapeamento de mercado etc). Na foto a coordenadora de marketing da Easy Carros Carolline Volpato (21), que largou uma faculdade de quimica para correr atras do sonho de virar especialista em marketing. Ela monitora concorrencia, vai atras de conversar com outros profissionais que admira e procura cursos para se tornar competitiva. (Foto: Bruno Santos/ Folhapress) *** FSP-SUP-ESPECIAIS *** EXCLUSIVO FOLHA***
A especialista em marketing Carolline Volpato, 21, na Easy Carros, onde trabalha, na zona oeste de SP

Para aprender mais rápido as habilidades necessárias na nova função, Volpato faz planilhas nas quais lista contatos-chave do setor, cursos e eventos setoriais, com prazo para completar as atividades.

“Às vezes, procuro ‘coordenador de marketing’ no LinkedIn e confiro a trajetória de quem já está onde quero chegar. Abordo alguns para pedir conselhos”, diz.

Essa busca nas redes ajuda Volpato a descobrir como melhorar sua formação.

Para Dimitriu Bezerra, especialista em RH da Votorantim, o profissional não pode esperar que a empresa lhe ofereça subsídios para melhorar a qualificação.

“As organizações incentivam essa busca, mas cada um deve saber como melhorar. Essa iniciativa é levada em conta na hora de promover alguém, diz Bezerra.

Falta essa disposição para quem já tem alguma experiência, mas ainda não chegou a cargo de gestão, segundo Raphael Falcão, diretor da consultoria de RH Hays.

“Essas pessoas entraram no mercado em um período de pleno emprego, por isso não veem como a competição aumentou nos últimos anos.”

A advogada Daniella Corsi veio da área tributária. Antes de virar coordenadora, estudou direito previdenciário, cível, criminal e ambiental. Objetivo: ser diretora jurídica.

“De seis em seis meses planejo o que preciso fazer para me manter competitiva, e acompanho novidades do direito, como a ética empresarial, que está em alta”, diz.

  Gabriel Cabral/Folhapress  
São Paulo, SP, Brasil, 16-08-2017: Daniella Corsi, coordenadora jurídica da Votorantim. (foto Gabriel Cabral/Folhapress)
Daniella Corsi, coordenadora jurídica da Votorantim, na sede da empresa em SP

Mas vale ter cuidado ao abraçar novas tendências para não seguir a multidão sem critério, aponta Edmarson Mota, professor de desenvolvimento humano da FGV (Fundação Getulio Vargas).

Isso porque há áreas da moda que acabam saturadas com a alta oferta de profissionais. Um exemplo é a análise de grandes lotes de dados (big data), que anos atrás era a promessa do mercado.

“Não adianta só seguir os outros, mas tentar identificar o que vem por aí antes da maioria”, afirma Mota.

Para criar uma vantagem sobre a concorrência, avaliar a própria evolução pode ser mais vantajoso do que competir com os outros.

“A pessoa deve se comparar consigo mesma um ano atrás. Se não houve melhora, não significa que está estável, mas que piorou”, diz Eugênio Mussak, consultor de RH e professor da FIA (Fundação Instituto de Administração).

Editoria de Arte/Folhapress
Crie sua estratégia

– E se as empresas comprassem ambientes naturais para preservação?

Olhe só que iniciativa ecologicamente perfeita: para preservar a beleza de um entardecer, a Cervejaria Corona comprou um terreno para que o sol da tarde seja refletido na areia da praia.

Compartilho, extraído de: https://www.linkedin.com/posts/maiteschneider_a-corona-comprou-um-terreno-a-beira-mar-activity-7321048939497947136-V2kq/

CORONA NA PRAIA DA PIEDADE

por Maitê Schneider

A Corona comprou um terreno à beira-mar na Praia de Piedade, em Pernambuco, mas ao contrário do que muitos pensam, não é para construir nada. A ideia é justamente o oposto: impedir novas construções que bloqueiem a luz do sol e preservar a vista natural da praia.

A ação faz parte da comemoração do aniversário de 100 anos da marca, e com isso a Corona está lançando a primeira Reserva Solar da história. Além disso, a campanha global ganhou o nome de “Protect Paradise”, reforçando o compromisso da marca com a preservação ambiental.

– Rivais no campo, opostos no caixa: Palmeiras lucra, enquanto Corinthians, São Paulo e Santos afundam em déficits.

💰 Rivalidade também nas finanças! Corinthians, São Paulo e Santos somam um prejuízo de R$ 575 milhões em 2024. Enquanto isso, o Palmeiras lucra R$ …

Continua em: Rivais no campo, opostos no caixa: Palmeiras lucra, enquanto Corinthians, São Paulo e Santos afundam em déficits

– Refletindo sobre Negócios:

O que é Negócio? Leia e reflita:

“Não me ofereça coisas.

Não me ofereça sapatos. Ofereça-me a comodidade para meus pés e o prazer de caminhar.
Não me ofereça casa. Ofereça-me conforto e um lugar que prime pela limpeza e felicidade.
Não me ofereça livros. Ofereça-me horas de prazer e o benefício do conhecimento.
Não me ofereça discos. Ofereça-me lazer e a sonoridade da música.
Não me ofereça ferramentas. Ofereça-me o benefício e o prazer de fazer coisas bonitas.
Não me ofereça móveis. Ofereça-me conforto e tranqüilidade de um ambiente aconchegante.
Não me ofereça coisas. Ofereça-me idéias, emoções, ambiência, sentimentos e benefícios.

Por favor, não me ofereça coisas.”

Autor desconhecido

– E se Botafogo/PB 0x1 Flamengo fosse jogado em João Pessoa?

O Botafogo da Paraíba agora é uma SAF. Trouxe Galo para gerente de futebol e contratou Antonio Carlos Zago como técnico.

É sabido que, contra o Flamengo, um jogo de apelo popular, seu estádio acanhado estaria lotado. Sendo assim, vendeu seu mando e foi jogar em São Luís/MA, com capacidade maior. E a renda foi recorde para uma partida no Nordeste: aproximadamente 4,6 milhões de reais para um pouco mais de 35 mil pagantes.

Eu sou contra venda de mando de campo. Nesse texto, abaixo (de 2018 mas atual) explico meu ponto de vista. Na Premiere League, isso também é proibido e cito os motivos (embora, sou consciente, os clubes pequenos precisam pagar as suas contas e um jogo contra o Flamengo é uma possibilidade de faturar alto).

Claro, uma coisa é a questão moral (vender mando), e a outra é a técnica: o Flamengo venceria em São Luís, João Pessoa, Brasília, Montevideo, Nova Iorque, São Petersburgo, Tóquio ou Cabul o simpático Botafogo-PB, e em qualquer lugar que fosse, a maioria da torcida seria flamenguista (incrível a força popular do Rubro Negro).

AS VENDAS DE MANDO DE CAMPO DEVERIAM SER PERMITIDAS OU NÃO?

A situação financeira dos times de futebol é periclitante, todos nós sabemos. E se você olhar para as contas das equipes pequenas, pior ainda! Sobrevivem, muitas vezes, da renda do jogo contra um adversário grande.

E se o seu estádio for pequeno?

Vende-se “o local” da partida para uma praça maior, ou para um empresário por um valor mínimo que agrade a direção do clube. Já vi o Paulista de Jundiaí “mandando” seu jogo contra o Palmeiras em São José do Rio Preto, por exemplo.

Agora, especula-se que na Copa do Brasil, no confronto entre Madureira x São Paulo, o Tricolor Suburbano mande seu jogo contra o Tricolor do Morumbi em Londrina-PR, ao invés do seu estádio (Aniceto Moscoso, mais conhecido como Rua Conselheiro Galvão – uma versão carioca do Juventus no estádio Conde Rodolfo Crespi, a Rua Javari) .

Sabe quantos torcedores o simpático time carioca terá nas arquibancadas mandando o seu jogo no Paraná?

A resposta é dispensável por motivos óbvios. Aí, não é inversão de mando (que se configuraria se o jogo fosse na cidade de São Paulo), mas claramente uma alteração do local de mando para faturar uma receita considerável. O estádio estará lotado de são-paulinos, que encherão os bolsos dos cartolas do Madureira.

E isso deveria ser proibido?

Difícil responder. Eu não gosto dessa ideia, mas entendo que o clube que está em dificuldade financeira aceite se “auto prejudicar esportivamente” (por não jogar onde está acostumado, que é a sua casa, conhecendo cada “buraco do gramado” e se sentindo mais a vontade) para ter um dinheiro a mais.

Evidentemente, surgirão as questões como: se não pode mandar o jogo no seu estádio, não deveria disputar; ou outras provocações sobre o tema.

Me recordo que em 2013, a Portuguesa recebeu uma proposta para jogar no Ninho do Pássaro, o suntuoso estádio de Pequim, contra o São Paulo pelo Campeonato Brasileiro, e não foi permitido. Globo e CBF não deixaram por ter que mexer na tabela do Brasileirão (relembre aqui: https://wp.me/p4RTuC-5Jv).

Talvez, em torneios de pontos corridos (diferente da Copa do Brasil), deveria-se proibir definitivamente a venda de mandos. Se não tem condição de jogar em sua casa, não pode disputar o campeonato! Na Inglaterra, isso é proibido pois uma premissa é que todos joguem contra todos em igualdade de condições no confronto.

Mas e nos “mata-mata”?

Aí é uma “única cartada” para o clube pequeno arrecadar mais, só que o prejuízo técnico para a competição é diferente, já que não são confrontos de todos contra todos (embora, insisto: não gosto da ideia)

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– E a camisa vermelha da Seleção Brasileira?

É sabido que a Nike quer fazer algo diferente com o uniforme número 2 da Seleção Brasileira. Porém, imagino que esse vazamento da “Camisa Vermelha” seja para sentir a repercussão, a fim de adotar ou abortar a ideia.

Eu achei feia. E você?

– Um dos benefícios do Marketing é…

… viver uma experiência com seu produto!

Um bom trabalho de marketing trás benefícios para quem compra e para quem vende. Se isso não acontecer, pode virar apenas propaganda.

Um lembrete: 

– E a camisa vermelha da Seleção Brasileira?

É sabido que a Nike quer fazer algo diferente com o uniforme número 2 da Seleção Brasileira. Porém, imagino que esse vazamento da “Camisa Vermelha” seja para sentir a repercussão, a fim de adotar ou abortar a ideia.

Eu achei feia. E você?

– Anitta troca o Nubank pelo Mercado Pago.

E quem tem dinheiro, desdenha do concorrente (que pode ser tão afortunado quanto ele, embora, possa não ter a mesma audácia).

Tempos atrás, a cantora Anitta virou garota-propaganda do Nubank, e até virou parte integrante do Conselho da Empresa!

Agora, ela foi ao… Mercado Pago, seu concorrente.

A polêmica tem sido grande. Abaixo:

– A Ciência de Vendas.

Gostei desse quadro educativo e bem resumido sobre “Vendas”, da Escola Conquer.

Nele, se entende de maneira bem clara o processo de um vendedor. Na imagem:

– Atitudes para alcançar o sucesso? Aqui vão 5 delas:

Muito legal esse artigo: atitudes conscientes e simples para se alcançar o sucesso nos negócios.

Abaixo, extraído de Revista Dinheiro (clique aqui para link)

CINCO ATITUDES PARA QUEM QUER ALCANÇAR O SUCESSO

Por Carlos Wizard

Atitudes positivas e estrategicamente pensadas são fatores imprescindíveis para os empreendedores que trabalham em busca de resultados. O dia a dia nos negócios exige que o gestor esteja sempre atento às formas de se manter competitivo em um mundo cada vez mais dinâmico. Expandir os negócios é uma constante na agenda de quem pretende manter a liderança em seu setor.

Além de estratégias comerciais, alcançar o sucesso exige sabedoria para escolher o seu time e para mantê-lo motivado, utilizando todo o seu potencial criativo e de realização. Tornar um sonho individual em um sonho coletivo e manter uma equipe coesa é importante para quem quer alavancar os negócios. Afinal, ninguém já fez algo grandioso sozinho.

Nesse sentido a delegação é um elemento fundamental para todo gestor que busca se destacar em sua área de atuação. Após delegar o papel do líder é acompanhar e apoiar sua equipe e o desempenho individual dos profissionais que são parte de sua equipe. Talvez o papel principal do líder seja estabelecer metas realistas, porém, desafiadoras de modo a motivar os membros da equipe a superar seus resultados atuais.

Compartilho alguns dos conceitos que utilizo no meu dia a dia e que se forem seguidos, podem gerar grandes resultados em sua organização. Confira:

1)– A busca por resultados altos: Um dos princípios que adotei em relação ao meu time é ter ao meu lado profissionais de alta performance. Uma das formas de manter os colabores sempre motivados a entregarem os melhores resultados é promover uma espécie de competição entre eles, acompanhando os indicadores de vendas e bonificando, reconhecendo e valorizando aqueles que superam as metas.

Uma forma de incentivar até mesmo aqueles que não entregaram os resultados desejados, é oferecer a oportunidade de participar de treinamentos que ajudarão cada um aprimorar suas qualificações. Entretanto, se mesmo assim após um período de tempo combinado entre as partes, ainda não houver resultados positivos, não dá para ser complacente e aceitar o baixo desempenho.

2)– A busca por novos clientes: não acredite que um número fixo de clientes é o suficiente para manter o seu negócio e alcançar a liderança. É preciso ter consciência que quem se acomoda é rapidamente ultrapassado pela concorrência, perde participação no mercado e reduz suas chances de uma retomada. Por isso tenha um foco constante na busca de novos clientes. Em outras palavras, isso significa vendas, vendas, vendas.

3)– Definição de indicadores financeiros: defina quais são os indicadores financeiros que vão direcionar seu negócio. São eles que vão mostrar se você está no caminho correto e seguindo passos seguros para cumprir as suas metas. Com indicadores bem definidos você não precisará confiar somente no discurso de seus colaboradores ou no humor do mercado. Os números falam por si e demonstram com fidelidade o crescimento de seu negócio.

4)– Sociedade: Ter ou não ter? eis a questão: Em algum momento você pensou em ter um sócio? Pois essa é uma questão para se pensar com muito cuidado. Minha experiência diz que só se deve buscar um sócio em duas situações específicas: se você não tem os recursos financeiros para levar sozinho o seu projeto avante ou se não tem o conhecimento necessário para fazer o negócio crescer. Se você optar por ter um sócio, lembre-se de definir uma porta de entrada e outra de saída, e determinar muito bem qual a participação e responsabilidades de cada um. Tomar as devidas precauções, sempre imaginando que em algum momento pode haver ruptura, pode evitar muita dor de cabeça futura.

5)– Contratação de profissionais com potencial de crescimento: colocar a pessoa certa no lugar certo não é uma tarefa fácil. Por isso, quando for contratar um profissional, opte por pessoas com potencial, capacitando-as por meio de um modelo de educação corporativa consistente e que as prepare para enfrentar os desafios futuro. Busque profissionais capazes de trazer inovações, reduções de custo, aumento de eficiência e rentabilidade ao negócio. As organizações precisam de pessoas que tragam soluções para seu negócio e que façam a diferença nos resultados da empresa.

Imagem: citação no link acima.

– 12 lições de Liderança do Papa Francisco úteis ao Mundo da Administração de Empresas!

A liderança é um dom! Ela pode ser treinada, estudada, mas a pessoa ser vocacionada a ser líder se torna preponderante para o sucesso em qualquer empresa.

Dito isso, compartilho esse fantástico texto de um judeu que mostrou doze pontos comparativos da liderança do Papa Francisco frente ao Catolicismo, levando seus atos ao Mundo Corporativo.

Uma publicação bem bacana que extrapola a diferença entre religiões e vai até a gestão administrativa.

Abaixo, extraído de: https://pt.aleteia.org/2017/03/13/12-licoes-de-lideranca-do-papa-francisco/

12 LIÇÕES DE LIDERANÇAS DO PAPA FRANCISCO

por Jaime Septién

Com a comemoração de mais um aniversário de pontificado do Papa Francisco, o mundo editorial colocou em circulação alguns textos que falam do Santo Padre, de suas fontes de inspiração, dos problemas que tem enfrentado na renovação da Cúria Romana, dos problemas das finanças no Vaticano, etc. Mas poucos têm sido tão especiais como fez, em 2014, Jeffrey A. Kermes, um especialista em questões de liderança.

Kermes é filho do Holocausto, ainda que tenha nascido em Chicago. Seus pais se conheceram nos Estados Unidos, mas ambos – de ascendência judia – fugiam de Hitler. A área de trabalho de Kermes é o estudo da forma como os líderes das grandes corporações industriais, comerciais e de serviços, assim como líderes políticos e militares exercem suas influências.

Nada mais distante de um Papa da Igreja Católica. Mas Francisco mudou tudo. Inclusive a visão de liderança de um pesquisador judeu, acostumado a remexer no interior das empresas e dar conselhos a seus donos sobre como dirigi-las melhor.

Kermes teve que estudar o Catolicismo, aproximou-se da Igreja e – diante do reconhecimento da humildade de Bergoglio – mudou sua ideia de liderança. “Minha visão sobre Francisco difere, por exemplo, da de um membro praticante da Igreja Católica ou da de um teólogo; eu o vejo através de uma lente laica, e é através desta lente que posso discernir os princípios de liderança que emergem do discurso ou das ações deste Papa”, disse o autor.

A partir disso, Kermes escreveu um livro interessantíssimo: “Liderar com humildade. 12 lições de liderança do Papa Francisco”.

Eis aqui a lista das lições que podem muito bem servir a um pai ou a uma mãe de família, a empresários, professores, padres…

  1. Liderar com humildade. O segredo está na ideia de que não se tem uma posição predominante sobre os outros, não se deve usar esta posição para esmagá-lo, mas sim para acompanhar os demais em suas tarefas vitais. O diálogo é a porta de entrada para mostrar o que o outro significa para mim.
  2. Cheire como o seu rebanho. Já se tornou conhecida a frase do Papa sobre os pastores “com cheiro de ovelha”. Isso não se aplica somente aos padres, mas principalmente aos líderes. Além de uma atitude cosmética ou de “relações púbicas”, o cheirar como o rebanho é sinônimo de amor ao próprio rebanho.
  3. Quem sou eu para julgar? Talvez esta seja a frase do Papa Francisco mais conhecida no mundo: “Se alguém é gay, busca a Deus e é de boa vontade, quem sou eu para julgar?” Este pensamento é uma das formas mais sutis e efetivas de liderança, pois o líder não julga; avalia.
  4. Não mude, reinvente. Muitos são contra a ideia de que o Papa Francisco “está mudando tudo” dentro da Igreja. Na verdade, ele não mudou nada; apenas reinventou a maneira de viver o Catolicismo. Desde o conclave – que finalmente o elegeria Papa – até hoje, seu método é o mesmo: a misericórdia.
  5. Inclusão como prioridade absoluta. Uma das formas de liderança menos estudada é justamente a de Francisco: incluir todos, os de dentro e os de fora da Igreja, os “justos e pecadores”. Como? Pedindo a todos que rezem por ele.
  6. Evitar o isolamento. O primeiro gesto do Papa foi transitar dentro e fora dos departamentos papais, fora de uma ilha. Ele precisava do contato com as pessoas, caso contrário ficaria doente. Nenhuma liderança pode ser exercida dentro de uma ilha.
  7. Preferir o pragmatismo à ideologia. Em várias ocasiões, Francisco deu a chave para abrir a porta da condução dos seres humanos: a realidade está acima da ideia. Quando atuamos de maneira contrária, inclusive na missão católica, colocamos os cavalos atrás da carroça.
  8. Foco na tomada de decisões. Aqui é onde Krames se rende a Francisco. Ele diz aos líderes que usem o método do Papa para tomar decisões em suas empresas, casas, trabalhos e escolas. Mas qual é este enfoque? Consultar os outros, discernir, tomar o tempo, rejeitar “o fígado”.
  9. Dirija sua organização como se ela fosse um hospital de campanha. O Papa disse: a Igreja é um hospital de campanha. Primeiro, cura as feridas sem perguntar. Depois, acompanha. Finalmente, confia na liberdade de cada um. As feridas são curadas com o amor. E o amor faz perguntas.
  10. Viva na fronteira. A fronteira não é um lugar físico, não é uma linha ou muro. É a maneira de ser testemunha. Krames disse que é a combinação de uma atitude mental positiva e aberta juntamente com a coragem e a audácia de sair da zona de conforto. A fronteira é tudo aquilo “que não gira ao seu redor”.
  11. Enfrentar a adversidade cara a cara. O Papa Francisco sabe que, se ele cometer um erro, o pior que ele pode fazer é ocultá-lo. O líder pode errar. O homem é pecador. O líder deve reconhecer seu erro (para o bem do seu grupo), como o pecador a sua falta (para o bem de sua alma).
  12. Prestar atenção aos não-clientes. Uma das grandes conquistas de Bergoglio tem sido, justamente, a de atender inclusive os que são contra o Catolicismo. Sua aproximação com protestantes, luteranos, anglicanos, muçulmanos e judeus é um exemplo fascinante para todos. Porque se amamos somente a quem nos ama…

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– REPOST: Treinador no Brasil não vive de salário, mas de multa!

Há 1 ano, mas atual:

Aqui no Brasil, ser um treinador de futebol significa “estar com o cargo interinamente”. Onde mais em nosso planeta se demitiria na Rodada 1 de um torneio? Ou na 2 ou 3?

Mal começou o Brasileirão, e em 5 rodadas já caíram Mano, Quintero, Caixinha e Ramon Díaz. Todos eles receberão multas milionárias

E aí questiono: se é sabido que haverá demissão precoce, com exceções a Abel e Vojvoda atualmente, por que na negociação colocar multas absurdas? Se não se aceita um valor menor, contrate outro. Ou… tem clube que turbina a multa e “a là rachadinha”, divide os valores com alguém?

Será questão de dias para Carille, Zubeldía, Renato Paiva e mais alguns terem o mesmo desfecho. É óbvio que quando o treinador está pressionado, ele cai. Veja Ramon Díaz, que mal comemorou o título paulista e caiu.

Taí o fator “ilusão”. Ganhar o Estadual não garante ninguém. Eles existem para que, os clubes que não têm chances no Campeonato Nacional, possam festejar alguma coisa. Ou não é verdade que muito time “dito grande”, só festeja o campeonato da sua federação?

É impensável (e desinteligente) trazer um treinador com contrato longo em nosso país. Ele vai cair antes do vencimento do acordo. É só fazer um levantamento: quais treinadores do último Campeonato Brasileiro cumpriram integralmente seus contratos de trabalho? E falo pelos dois lados: do patrão que manda embora e do colaborador que pede a conta.

Ouso dizer (sem pesquisa alguma, por falta de tempo): boa parte dos técnicos do último Brasileirão, e talvez deste, ganharão mais dinheiro com as multas rescisórias do que com os salários trabalhados…

Aguardemos Santos e Corinthians (que até o final dessa redação, não tinham acertado com novos treinadores): qual será a multa dos seus contratados?

– Entendendo a Nova Frugalidade.

A Nova Frugalidade chegará ao nosso país, ou já está repercutindo, inconscientemente, em nossas vidas?

Nos EUA, um fenômeno econômico-social aconteceu: as pessoas deixaram de ir a shoppings, teatros ou de gastar em produtos não-essenciais, devido a crise econômica. O abandono de consumidores de certas áreas econômicas foi chamado de Nova Frugalidade, e como todo modismo global, em breve repercutirá no Brasil.

Entenda o que é essa tal de “Nova Frugalidade”, extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0942/marketing/reverso-fortuna-466551.html

O REVERSO DA FORTUNA

por Daniel Hessel

Em apenas oito meses, a crise financeira americana provocou estragos sem paralelo na história recente dos Estados Unidos. Além de fulminar o mercado de crédito, o índice Dow Jones e a cidade de Detroit, os raios mortíferos provenientes da tempestade econômica atingiram também um dos pilares do american way of life: o consumismo desenfreado e livre de culpas que movimenta mais de dois terços da economia do país. Endividada, assustada pelo fantasma do desemprego e acusada de estar entre os culpados por boa parte da crise com sua gastança desmedida, a classe média americana virou as costas para shopping centers, lojas de grifes, restaurantes estrelados e até mesmo shows e peças de teatro. Hoje, em plena ressaca moral de décadas de consumismo, tornou-se popular a doutrina da nova frugalidade (new frugality), marcada por um estilo de vida austero, em que economizar cada dólar é a regra. O último relatório da divisão de análise econômica do Departamento de Comércio dos Estados Unidos, divulgado no dia 14 de abril, mostra o impacto dessa mudança. Entre março de 2008 e março de 2009, as vendas do varejo diminuíram 9,5%, a primeira queda em quase duas décadas. Ao mesmo tempo, os índices de poupança, que eram próximos de zero em agosto, estão em patamares equivalentes aos de dez anos atrás. Para os economistas, os dois índices combinados indicam que os americanos estão receosos do que vem pela frente. Pesquisas de opinião mostram que a tendência é uma redução nos gastos ainda mais aguda. Segundo um levantamento do instituto Lightspeed Research, do grupo britânico WPP, 70% dos americanos pretendem mudar seus hábitos de consumo nos próximos meses e apenas 45% dos entrevistados acreditam em uma rápida retomada econômica.

No campo oposto estão os que defendem que as mudanças vieram para ficar. O principal argumento desse grupo é que nunca antes houve um aperto no crédito como o provocado pela atual crise e que o estrangulamento nas finanças domésticas das famílias foi tamanho que deixará sequelas na maneira como os americanos encaram o consumo. “Nossas pesquisas apontam que os consumidores buscam mais segurança. E, para eles, gastar menos e manter dinheiro no banco é uma forma de alcançar essa segurança perdida”, diz Michael Silverstein, especialista em tendências de consumo do Boston Consulting Group.

Seja temporária, seja definitiva, a nova frugalidade tem assumido diversas facetas – algumas quase caricatas de tão radicais. De maneira geral, a redução de gastos com combustíveis e bens duráveis, como móveis e eletroeletrônicos, foi prioridade no processo de reajuste (veja quadro acima). Em menor escala, os americanos cortaram as despesas com roupas, acessórios, brinquedos, livros, CDs e DVDs. Ao mesmo tempo, as vendas de alimentos, bebidas e produtos de higiene pessoal e beleza aumentaram. Em meio à frieza generalizante das estatísticas há nuances curiosas, como o crescimento abrupto do mercado para produtos do tipo faça-você-mesmo (do it yourself, ou DIY). Tome-se o exemplo das tinturas para cabelo para uso doméstico, cujas vendas cresceram 27% desde o início da crise – um sinal de que as americanas trocaram os salões de cabeleireiro pela pia do banheiro. Da mesma forma, as famílias estão deixando de pagar por serviços como limpeza doméstica e manutenção de jardins e casas – o que tem sustentado a boa performance dos fabricantes de produtos de limpeza e de varejistas especializados em bricolagem, como a rede Home Depot. O outro lado da moeda é que o setor de serviços domésticos, que sustenta cerca de 18 milhões de americanos, se prepara para tempos ainda mais difíceis.

Num cenário de aperto financeiro, há empresas que são naturalmente favorecidas. É o caso do Wal-Mart, do McDonald’s e da loja online Amazon, reconhecidos por estratégias agressivas de descontos e preços competitivos. Da mesma forma, grandes fabricantes de produtos de consumo para higiene e beleza, como Procter&Gamble e Johnson&Johnson, têm se beneficiado da tendência de o consumidor se permitir pequenas indulgências – um dos raros luxos admitidos pela nova frugalidade. Outras têm se demonstrado irremediavelmente comprometidas com o antigo modelo de consumo supérfluo e precisam de reparos urgentes na estratégia de marketing. Enquadram-se nessa categoria a rede de cafés Starbucks, as grifes internacionais de artigos de luxo e as lojas de departamentos. No caso das marcas de luxo, os especialistas em tendências já deram até um nome ao tipo de reação que elas passaram a despertar no americano médio. Trata-se do populismo vingativo (vengeful populism), em que as marcas são identificadas com o estilo de vida arrogante e perdulário de banqueiros de investimento e altos executivos, acusados de levar o país à ruína. “Essas marcas precisarão resolver esse conflito sob o risco de estar definitivamente associadas a um estilo de vida que as pessoas passaram a desprezar”, diz Thomas O’Guinn, professor de marketing da Universidade de Wisconsin-Madison.

Para sobreviver em meio à crise, os marqueteiros das empresas têm buscado inspiração nos remotos anos 30, período da Grande Depressão americana. A rede de lojas de departamentos Sears ressuscitou um modelo de vendas dirigido a clientes endividados e sem crédito na praça. Trata-se do layaway, sistema em que o cliente escolhe um produto, faz um pequeno depósito e a loja reserva a mercadoria por determinado período (em média 90 dias). A ideia é que o cliente vá pagando o produto em parcelas, conforme for recebendo o dinheiro. Vencido o prazo, ele quita o saldo remanescente. “As redes que não mantiverem uma forte política de descontos e promoções ou não apostarem em soluções criativas como o layaway não conseguirão atrair os consumidores”, diz Kathy Grannis, porta-voz da Federação Nacional do Varejo nos Estados Unidos. Quem não se adaptar à nova frugalidade, seja ela duradoura ou efêmera, corre o risco de ter o mesmo fim dos dinossauros.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– A Autossabotagem na Administração de Empresas.

Quer pressão maior do que essa?

Robson Viturino e Álvaro Oppermann, da Revista Época Negócios, Ed fevereiro/32, pg 60, escreveram sobre como a própria pressão e erros de conduta podem “autossabotar” um administrador.

Abaixo:

O FANTASMA QUER TE PEGAR

A autossabotagem é hoje o principal inimigo da área de risco. Saiba como tirar esse esqueleto do armário antes dos outros.

A história de Tony Hayward ainda assombra os executivos. O caso do ex-CEO da BP, derrubado pelo desastre no Golfo do México, Estados Unidos, é emblemático de como carreiras brilhantes podem ser abruptamente interrompidas ou sofrer sérios arranhões em consequência de eventos que não estavam no script. Segundo Joseph W. Koletar, ex-diretor de Fraudes e Investigações da consultoria Ernst & Young, histórias como a de Hayward estão muito longe de ser uma exceção. Elas se repetem de tempos em tempos e mostram que, a despeito dos avanços tecnológicos e do aperfeiçoamento das práticas de gestão, as companhias seguem despreparadas para gerenciar riscos. “As empresas infelizmente sofrem com muitas falhas nos sistemas de avaliação”, diz Koletar. No recente Rethinking Risk – How Companies Sabotage Themselves and What They Must Do Differently (“Repensando o risco – como as empresas se sabotam e o que se deve fazer diferente sobre isso”), Koletar também afirma que os dirigentes geralmente contam com informações incompletas ou equivocadas para monitorar as ameaças. “Eles supõem que os dados que lhes são apresentados são precisos. Mas muitas vezes não são”, diz. De acordo com o seu livro, os CEOs precisam lidar com três problemas para gerenciar riscos nas corporações. Saiba quais são eles.

PÉ NO ACELERADOR_ O CEO vive o dilema descrito pelo ex-piloto de Fórmula 1 Mario Andretti: “Se você está em segurança e sob controle, não está correndo suficientemente rápido”. O mercado exige velocidade frenética dos executivos e aplaude aqueles que “pisam fundo”. No entanto, os mecanismos de proteção das empresas, de acordo com Koletar, não são seguros como os carros de F1 do século 21 – mas antiquados como os carros do tempo de Andretti, dos anos 70 e 80. Um exemplo disso está nas vistas grossas com que muitos executivos encaram os processos de auditoria que antecipam as fusões e aquisições. “O temor é de que uma auditoria mais detalhada acabe com o negócio”, diz Koletar. O maior receio não é a descoberta de esqueletos no armário, mas que uma negociação demorada jogue para baixo o preço das ações, tirando o impacto do negócio e atrasando o cronograma de execução das fusões. Como resolver a questão? Nesse caso, as principais defesas de uma companhia estão na sua cultura e no seu nível de governança. Ou seja, os conselheiros, diretores e acionistas devem aprender a ser mais rigorosos.

LABIRINTO_ As empresas estão travando uma guerra contra a complexidade estrutural, simplificando organogramas, eliminando cargos redundantes e horizontalizando a gestão. No entanto, alerta Koletar, ainda há muito a ser feito para que os riscos sejam de fato mitigados. É preciso melhorar a coordenação e o tráfego de informação entre o CEO, o jurídico, o financeiro, o operacional e o setor de TI. Sem isso, a empresa pode se ver desamparada diante de uma crise. “Na maior parte das empresas, não existe sequer um plano de gestão claramente desenhado e articulado”, afirma o especialista.

MEDO E PARANÓIA_ Essa é a pior postura. Sucede que é mais frequente do que se admite. “O risco deve motivar o CEO a desenvolver um sistema coerente e prático para lidar com crises e problemas”, diz Koletar. Sua recomendação: esqueça políticas duras, do tipo “tolerância zero”. Nas empresas, um estado policialesco costuma fomentar culturas pouco abertas, em que somente os espertalhões prosperam. Uma boa gestão nasce da cultura transparente: “Beba no conhecimento dos seus funcionários, pois eles são a mais rica fonte de informação com relação ao risco”.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Boeing na mira: China endurece jogo e Casa Branca rebate — “A bola está com eles”.

✈️ China trava entregas da Boeing e esquenta guerra comercial com os EUA! 📉 Ações da Boeing caem, enquanto Embraer sobe 3,25% no Brasil. 🇺🇸 Casa …

Continua em: Boeing na mira: China endurece jogo e Casa Branca rebate — “A bola está com eles”

– Vale a pena assistir a Libertadores da América?

Para quem gosta de futebol como entretenimento, e deseja ver um esporte bem jogado, fica decepcionado com a Libertadores (e também a Sulamericana),

Considere:

  • Racismo em diversos jogos.
  • Portões fechados por conta de sinalizadores.
  • Truculência das autoridades policias de alguns países em relação a algumas torcidas.
  • Catimba, paralisações, jogo mal jogado e simulações.
  • Invasão de campo e morte de pessoas nas periferias.
  • Baixo nível técnico.
  • Treinadores reclamando a todo instante, bem como seus auxiliares.
  • Má arbitragem.
  • Sem data e local definindo para a final do torneio.

Onde estão:

  • Os craques em campo?
  • As jogadas de efeito?
  • O esporte como lazer e o espírito esportivo para quem assiste?

Confesso: em termos de organização, até o nosso Campeonato Paulista (com todos os defeitos e poréns que há), se torna mais agradável (ou menos repulsivo).

Faça algo decente, Conmebol. Não estamos mais nos anos 60 para aceitarmos qualquer coisa.

– Vale a pena assistir a Libertadores da América?

Para quem gosta de futebol como entretenimento, e deseja ver um esporte bem jogado, fica decepcionado com a Libertadores (e também a Sulamericana),

Considere:

  • Racismo em diversos jogos.
  • Portões fechados por conta de sinalizadores.
  • Truculência das autoridades policias de alguns países em relação a algumas torcidas.
  • Catimba, paralisações, jogo mal jogado e simulações.
  • Invasão de campo e morte de pessoas nas periferias.
  • Baixo nível técnico.
  • Treinadores reclamando a todo instante, bem como seus auxiliares.
  • Má arbitragem.
  • Sem data e local definindo para a final do torneio.

Onde estão:

  • Os craques em campo?
  • As jogadas de efeito?
  • O esporte como lazer e o espírito esportivo para quem assiste?

Confesso: em termos de organização, até o nosso Campeonato Paulista (com todos os defeitos e poréns que há), se torna mais agradável (ou menos repulsivo).

Faça algo decente, Conmebol. Não estamos mais nos anos 60 para aceitarmos qualquer coisa.

– O insucesso financeiro da SAF do Cruzeiro.

Ao Jornal “O Tempo”, Pedro Lourenço (conhecido como “Pedrinho BH”), dono da SAF do Cruzeiro, mostrou-se incrédulo com o péssimo negócio que fez. E disse:

“A realidade mostra para todos: nós erramos muito nas contratações. Erramos bastante. Não vou citar nome, porque é deselegante, mas erramos. Conversei com o Alexandre Mattos, e agora temos que errar menos. De preferência, não errar. Fizemos contratações que não deveríamos. O nosso departamento errou muito nisso aí, e o Alexandre é o chefe, então a cobrança sempre cai nele. A torcida tem um pouco de razão, mas eu tenho cobrado dele (…). O futebol, como negócio, é péssimo. Não sei se em 5 anos será um bom negócio, mas, hoje, é um péssimo negócio. Eu não estou acostumado com os salários que ganham os jogadores.”

Fico pensando: qual SAF cumprirá seus acordos contratuais em sua totalidade, nessa febre que se tornou? E quem realmente está ganhando dinheiro com elas?

Bom ou mau negócio independe de ser SAF. Depende da competência de quem é o gestor.

Aliás, se um clube de tamanha torcida não consegue ser rentável, e os pequenos, cuja torcida (e poder de barganha, venda e influência) é menor?