– A culpa de chefes ruins é de…

… quem os escolhem!

Segundo o livro dos consultores em Administração Jefrrey Cohn e Jay Moran (“Por que somos tão ruins para escolher bons líderes?”), alguns fatores são decisivos. Abaixo, a lista deles:

(extraído de: http://is.gd/p5wZ61)

POR QUE HÁ TANTOS LÍDERES RUINS?

Rafael Palladino, do Banco Panamericano. Carly Fiorina, da HP. Bob Nardelli, do Home Depot. Gilberto Tomazoni, da Sadia. Bernie Ebbers, da WorldCom. Harry Stonecipher, da Boeing. Dominique Strauss-Kahn, do FMI. A lista de executivos-chefes que se mostraram inadequados, por motivos que vão de fraude e escândalos sexuais a erros de gestão ou omissão, é enorme. Tão grande que impõe a questão: é assim tão difícil escolher um bom líder para a empresa? Pelo ritmo intenso de trocas de comando – o estudo anual da consultoria Booz & Co. conclui que a rotatividade nas 2,5 mil maiores companhias abertas em 2010 foi de 11,2% –, parece que sim. Por quê?

O primeiro motivo é a pressão a que estão submetidos os executivos-chefes. Num mundo mais competitivo, em que os resultados precisam vir mais rapidamente, é natural que a rotatividade aumente. Mas um estudo psicológico de como são feitas as escolhas de líderes apontou problemas recorrentes, capazes de causar grandes prejuízos. O estudo é dos pesquisadores Jeffrey Cohn e Jay Moran, da consultoria Spencer Stuart, autores de Why Are We Bad at Picking Good Leaders? (“Por que somos ruins para escolher bons líderes?”). A seguir, as cinco principais armadilhas em que conselho e acionistas caem:

O GRANDE CARISMA DIANTE DO PÚBLICO ÀS VEZES CAMUFLA
UMA FALHA NA HABILIDADE DE SE COMUNICAR FACE A FACE

1. Síndrome da patota_Cercar-se de iguais é intrínseco ao ser humano. “Muitos executivos do alto escalão favorecem, mesmo que inconscientemente, os profissionais com histórico, experiências e características similares às suas próprias”, dizem os autores. No Banco Panamericano, Rafael Palladino, um ex-personal trainer sem diploma em administração sob cuja gestão o banco quase fechou, era primo em primeiro grau de Íris Abravanel, mulher de Silvio Santos.

2. Síndrome dos holofotes_A loquacidade e o carisma, o talento de magnetizar uma plateia, costumam impressionar os selecionadores. O prestígio do CEO carismático é ainda residual da “Era Jack Welch” na GE. Casos como o de Steve Jobs, que dá verdadeiros shows nas apresentações da Apple, reforçam o mito. Porém, como advertem os autores, o grande carisma diante do público às vezes camufla uma insuficiência na comunicação íntima, face a face. “Falar em público é uma capacitação aprimorável com um coach. Já a comunicação direta com o interlocutor é algo bem mais difícil de desenvolver”, dizem.

3. Síndrome do deslocamento_Poucos CEOs foram tão demonizados na década passada quanto o autocrático Bob Nardelli, em sua desastrada passagem pela rede de varejo Home Depot. Ao tentar gerar eficiência operacional, Nardelli quase destruiu a cultura descentralizada, informal e amigável que era marca registrada da rede. O CEO chutado, obviamente, estava longe de ser um tolo. Na década de 90, fora um dos executivos mais admirados dos Estados Unidos, na General Electric. “Há casos em que as competências do executivo estão deslocadas, e não têm como ser bem utilizadas na empresa”, dizem Cohn e Moran. O caso de Nardelli era mais ou menos como exigir de um caminhão Scania a performance de uma Ferrari.

4. Síndrome do menino-prodígio_É fácil ficar impressionado com profissionais brilhantes, principalmente se forem jovens geniais. Mas esse encantamento às vezes impede de enxergar falhas grandes em outros aspectos, como a ética ou a capacidade de comunicação. O caso mais notório, na última década, foi o de Jeffrey Skilling, ex-CEO da Enron, hoje cumprindo pena de 24 anos numa cadeia americana por causa de uma bilionária fraude de “contabilidade criativa”. Precoce, Skilling era braço direito do então presidente Kenneth Lay, nos anos 90. Ajudou-o a catapultar a capitalização de mercado da Enron, de US$ 2 bilhões para US$ 70 bilhões. Tornou-se sucessor natural de Lay. Foi um desastre.

5. Síndrome do bom-moço_É o contrário da anterior, o encantamento com o executivo-modelo, querido por todos. A justificativa em geral vai para o lado de que a pessoa é uma ótima “formadora de equipes”, ou “cria sinergia”. A dura realidade, dizem os autores, é que “os melhores líderes raramente são bons membros de equipe”. O profissional “bom-moço” tem ascensão rápida na escada corporativa. Mas quase sempre dá um ótimo número 2, não número 1. Tendendo à gestão por consenso, ele costuma agregar profissionais de pensamento homogêneo.

Ter em mente essas armadilhas não vai livrar as empresas de sofrerem deslizes. Mas diminui, dizem Cohn e Moran, a possibilidade de um desastre.

Contabilidade criativa – É a manipulação das demonstrações financeiras de empresas, aproveitando brechas na legislação para turbinar resultados. A expressão tornou-se célebre em 2001 com os escândalos contábeis da Enron e da WorldCom

Imagem extraída da Web.

– Que não se critique o Flamengo pelas receitas!

Goste ou não da diretoria do Flamengo, é inegável que ela sabe fazer negócios.

Olhe só as receitas do Mengão, que números impressionantes:

– Pesadelo na Cozinha (Burguer One): aula de “desadministração”.

As funções clássicas do Administrador de Empresas são: Planejar, Organizar, Liderar e Controlar!

Ao assistir esse episódio de “Pesadelo na Cozinha”, veremos: elas… não existem!

Boa opção aos professores em sala de aula: discutir as funções com esse vídeo.

Aqui: https://www.youtube.com/watch?v=qnoQKSimMzY

 

– Que não se critique o Flamengo pelas receitas!

Goste ou não da diretoria do Flamengo, é inegável que ela sabe fazer negócios.

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– Perplexity surpreende e oferece US$ 34,5 bi para comprar Chrome do Google.

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– Quem será verdadeiramente o dono da SAF do Botafogo?

Barbaridade, que rolo…

Antes, a SAF do Botafogo era tocada por John Textor. Por ser considerado “má gestor”, a Eagle (da qual ele faz parte) quer destitui-lo, pois o fundo ARES, investidor da Eagle, quer o controle.

Quem vai mandar: Textor ou Eagle?

Mas agora surge um novo ator no mercado: o próprio clube, o Botafogo FR, alegando que investidores poderosos sondaram para arrendar o Botafogo SAF.

Afinal, qual será o futuro do Glorioso?

Entenda esse imbrolho, aqui: https://ge.globo.com/futebol/times/botafogo/noticia/2025/08/14/botafogo-diz-que-robustos-investidores-mostram-interesse-em-comprar-a-saf.ghtml

IN ENGLISH –

Wow, what a tangled mess…

Previously, Botafogo’s SAF was run by John Textor. Deemed a “poor manager,” Eagle, who was the American’s “main partner,” wants to remove him.

Who will be in charge: Textor or Eagle?

But now a new player has emerged: the club itself, Botafogo FR, claiming that powerful investors have probed the possibility of leasing the Botafogo SAF.

So, what will the Glorioso’s future be?

Understand this imbroglio here: https://ge.globo.com/futebol/times/botafogo/noticia/2025/08/14/botafogo-diz-que-robustos-investidores-mostram-interesse-em-comprar-a-saf.ghtml

– O ilusório mundo das SAFs brasileiras…

Em um primeiro momento, as SAFs foram endeusadas em nosso país. Milionários investidores com sede de negócios compraram os departamentos de futebol dos clubes. E aí vem a primeira correção: não compraram, mas arrendaram por tempo limitado.

Aí reside o grande questionamento: quando se negociou, alguém perguntou qual seria o retorno sobre o investimento previsto (ROI)? Ou como se concretizariam os projetos desejados?

É muito pueril imaginar que alguém colocaria dinheiro em um time de futebol “apenas para ajudar”, e não vai querer uma contrapartida. Negociadores espertos não perdem dinheiro, eles ganham! E muitos, de maneira anti-ética, não o fazem honestamente. É óbvio: muitos fazem desonestamente.

Segundo Amir Somoggi, da Sports Value, somente em 2024, as SAFs totalizaram R$ 1,3 bi de prejuízo! E a pergunta é: como a conta fechará? Ou não fechará?

Lembrando: as SAFs não são donas, mas arrendatárias. Se eu compro uma SAF e não pago os credores, quem seria o fiador, ou o co-partícipe?

Há contas mirabolantes. O Botafogo SAF, por exemplo, atual campeão da Libertadores da América, com todos os prêmios que recebeu, amargurou R$ 300 milhões de prejuízos. O Atlético Mineiro SAF, que atrasou o pagamento dos salários dos jogadores (que protestaram mostrando “bolsos vazios”) é de propriedade dos 4 homens mais ricos de Minas Gerais. O Bahia SAF teve prejuízo (mas aí o dono é bilionário, o Grupo City, representando o Fundo Soberano dos Emirados Árabes, que parece usar o futebol não para ter lucro, mas para sportwashing) e não se importa em perder dinheiro – e honra todos as contas.

O Cruzeiro SAF lucrou o quê? Nada. E o Red Bull Bragantino? Esse não é SAF, é propriedade privada, e o seu intuito é investir em atletas jovens e fazer publicidade (e teve um balanço positivo, além do aumento do valor de mercado).

Não nos deixemos levar pelo excesso de otimismo ou de pessimismo: o Corinthians, que não é SAF, bateu a casa de R$ 2,4 bilhões em dívidas. O SPFC quase R$ 980 mi. Mas Palmeiras e Flamengo, grupos associativos que reorganizaram suas gestões, ao contrário: estão arrecadando muito dinheiro.

Percebamos: não é o modelo do negócio que importa, mas a competência e a honestidade das pessoas. Por mais que alguém possa dizer que os investidores turbinam os seus times, alguém tem que pagar a conta, que muitas vezes, não é paga. E essa bola de neve estourará quando chegar ao fim o tempo de contrato. Ou, em muitos casos, antes: vide a 777 no Vasco da Gama.

Se SAFs de clubes de apelo enorme, com torcedores-consumidores espalhados por todo o Brasil, não conseguem fechar no azul, fica a pergunta: e nas pequenas SAFs?

Ninguém questiona John Textor como ele lucra com o Botafogo, ou ainda: se o percentual que o clube leva da SAF para quitar dívidas, está sendo honrado (e isso é muito importante: as SAFs devem destinar percentuais aos clubes – mas se ao invés de lucrar e dividir o dinheiro, eu tenho prejuízo… dividirei o quê? Repartirei mais contas a pagar? Traga essa realidade, insisto, aos pequenos clubes. E nesse ponto, abordo: foi prometida uma SAF ao Paulista Futebol Clube em Jundiaí, onde ninguém sabe ao certo os valores, não se tem certeza das garantias, tampouco como se projeta lucro num time que está nas divisões de baixo. E a pergunta mais complicada: o estádio Jayme Cintra será em comodato, ou alguém irresponsavelmente toparia vender ao investidor EXA Capital o único patrimônio do clube? Mais do que isso: como lucraria com o time de futebol? Ou por trás de tudo isso, está apenas o interesse de compra do estádio para uma arena de eventos e a agremiação esportiva seria apenas uma desculpa? E depois dos 10 anos de SAF, jogaria de favor em que lugar?

São perguntas que ninguém faz ao interessado, e que são de interesse público. O torcedor tem direito em saber (e já faz mais de um ano da formalização do interesse, onde a diretoria alegou que havia uma tratativa iniciada há meses…). A propósito, a diretoria do Paulista deveria rever a negociação: afinal, de tanto tempo, o time que estava na 5ª divisão estadual, subiu para a 3ª (portanto, vale mais).

Dos grandes aos pequenos clubes, as SAFs interessadas precisariam ser mais investigadas, interpeladas e controladas pelas autoridades. Quando a bolha estourar, aí será tarde…

Enfim: o problema ou a solução não é a SAF, mas os gestores.

IN ENGLISH –

At first, SAFs were deified in our country. Millionaire investors with a business appetite bought the football departments of clubs. And here comes the first correction: they didn’t buy them, but leased them for a limited time.

Therein lies the big question: when the deal was made, did anyone ask what the projected return on investment (ROI) would be? Or how the desired projects would be realized?

It’s very naive to imagine that someone would put money into a football team “just to help” and not want something in return. Smart negotiators don’t lose money; they make money! And many, in an unethical way, don’t do it honestly. It’s obvious: many do it dishonestly.

According to Amir Somoggi, from Sports Value, in 2024 alone, SAFs totaled R$ 1.3 billion in losses! And the question is: how will the bills be paid? Or will they not be?

Remember: SAFs are not owners, but lessees. If I buy an SAF and don’t pay the creditors, who would be the guarantor, or the co-participant?

There are fantastic figures. Botafogo SAF, for example, the current champions of the Copa Libertadores de América, with all the prize money they received, amassed R$ 300 million in losses. Atlético Mineiro SAF, which delayed the payment of players’ salaries (who protested by showing “empty pockets”) is owned by the 4 richest men in Minas Gerais. Bahia SAF had losses (but its owner is a billionaire, the City Group, representing the Sovereign Wealth Fund of the United Arab Emirates, which seems to use football not to make a profit, but for sportswashing) and doesn’t mind losing money—and honors all its accounts.

What did Cruzeiro SAF earn? Nothing. And Red Bull Bragantino? This isn’t an SAF, it’s private property, and its purpose is to invest in young athletes and do advertising (and it had a positive balance sheet, in addition to an increase in market value).

Let’s not get carried away by excessive optimism or pessimism: Corinthians, which is not an SAF, hit R$ 2.4 billion in debt. SPFC is at almost R$ 980 million. But Palmeiras and Flamengo, associative groups that reorganized their management, on the contrary: are raising a lot of money.

Let’s understand: it’s not the business model that matters, but the competence and honesty of the people. As much as someone might say that investors boost their teams, someone has to pay the bill, which is often not paid. And this snowball will burst when the contract term ends. Or, in many cases, before: see the case of 777 at Vasco da Gama.

If SAFs of enormous appeal, with fan-consumers spread throughout Brazil, cannot get into the black, the question remains: what about the small SAFs?

No one questions how John Textor makes a profit with Botafogo, or even: if the percentage that the club receives from the SAF to pay off debts is being honored (and this is very important: SAFs must allocate percentages to the clubs – but if instead of profiting and dividing the money, I have a loss… what will I divide? Will I share more bills to pay? Bring this reality, I insist, to the small clubs. And at this point, I address: an SAF was promised to Paulista Futebol Clube in Jundiaí, where no one knows for sure the values, there is no certainty about the guarantees, nor how profit is projected for a team that is in the lower divisions. And the most complicated question: will the Jayme Cintra stadium be on a commodatum basis, or would someone irresponsibly agree to sell the club’s only asset to the EXA Capital investor? More than that: how would they profit from the football team? Or behind all this, is there just an interest in buying the stadium for an events arena and the sports club would just be an excuse? And after 10 years of SAF, where would they play as a favor?

These are questions that no one asks the interested party, and which are of public interest. The fan has the right to know (and it has been more than a year since the formalization of the interest, where the board claimed that a negotiation had been initiated months ago…). By the way, the Paulista board should review the negotiation: after all, in so much time, the team that was in the 5th state division has moved up to the 3rd (therefore, it’s worth more).

From the large to the small clubs, the interested SAFs would need to be more investigated, questioned, and controlled by the authorities. When the bubble bursts, it will be too late…

In short: the problem or the solution is not the SAF, but the managers.

– Quem será verdadeiramente o dono da SAF do Botafogo?

Barbaridade, que rolo…

Antes, a SAF do Botafogo era tocada por John Textor. Por ser considerado “má gestor”, a Eagle (da qual ele faz parte) quer destitui-lo, pois o fundo ARES, investidor da Eagle, quer o controle.

Quem vai mandar: Textor ou Eagle?

Mas agora surge um novo ator no mercado: o próprio clube, o Botafogo FR, alegando que investidores poderosos sondaram para arrendar o Botafogo SAF.

Afinal, qual será o futuro do Glorioso?

Entenda esse imbrolho, aqui: https://ge.globo.com/futebol/times/botafogo/noticia/2025/08/14/botafogo-diz-que-robustos-investidores-mostram-interesse-em-comprar-a-saf.ghtml

IN ENGLISH –

Wow, what a tangled mess…

Previously, Botafogo’s SAF was run by John Textor. Deemed a “poor manager,” Eagle, who was the American’s “main partner,” wants to remove him.

Who will be in charge: Textor or Eagle?

But now a new player has emerged: the club itself, Botafogo FR, claiming that powerful investors have probed the possibility of leasing the Botafogo SAF.

So, what will the Glorioso’s future be?

Understand this imbroglio here: https://ge.globo.com/futebol/times/botafogo/noticia/2025/08/14/botafogo-diz-que-robustos-investidores-mostram-interesse-em-comprar-a-saf.ghtml

– A Necessidade dos Chatos nas Empresas.

Um chato incomoda muita gente? Claro que sim.

E dois chatos? Muito mais!

Mas tem um detalhe: muitas vezes, são os chatos que nos abrem os olhos sobre alguns aspectos organizacionais, e é por isso que muitas empresas estão abrindo espaço para questionadores com total liberdade para “chatear”.

Veja, extraído de: Revista EXAME, ed 1042, pg 94,  29/05.

ODE AO CHATO

O chato é um chato. Não é o tipo de companhia que se quer para tomar um vinho, ir ao cinema ou chamar para compartilhar um jantar. O chato tem a insuportável mania de apontar o dedo para as coisas, enxergar os problemas que não queremos ver, fazer comentários desconcertantes. Por isso, é pouco recomendável ter um deles por perto nos momentos nos quais tudo o que você não quer fazer é tomar decisões. Para todos os outros – e isso envolve o dia a dia dos negócios, a hora de escolher entre um caminho e outro caminho, de fazer isso ou aquilo – é bom ter um desses cada vez mais raros e discriminados exemplares da fauna empresarial por perto.

Conselho dado por alguém que entende muito de ganhar dinheiro, Warren Buffett, um dos homens mais ricos do mundo: “Ouça alguém que discorde de você”. No início de maio, Buffett convidou um sujeito chamado Doug Kass para participar de um dos painéis que compuseram a reunião anual de investidores de sua empresa, a Berkshire Hathaway. Como executivo de um fundo de hedge, ele havia apostado contra as ações da Berkshire. Buffett queria entender o porquê. Kass foi o chato escolhido para alertá-lo sobre eventuais erros que ninguém havia enxergado.

Buffett conhece o valor deste tipo de pessoa. O chato é o sujeito que ainda acha que as perguntas simples são o melhor caminho para chegar às melhores respostas. Ele não tem medo. Não se importa de ser tachado de inábil no trato com as pessoas ou de ser politicamente incorreto. Questiona. Coloca o dedo na ferida. Insiste em ser o animal pensante, quando todo mundo sabe que dá menos dor de cabeça deixar tudo como está. Acha ridículo ver o rei passar no por ai enquanto todo ao redor fingem que nada está acontecendo. O chato não se rende ao cinismo que, quase sempre, domina as relações nas grandes empresas. Ele não se conforma com a mediocridade (inclusive a própria), com as desculpas esfarrapadas, com as demonstrações de autopiedade diante de erros. E o pior: quase sempre, as coisas que o chato diz fazem um tremendo sentido. Nada pode ser mais devastador para seus críticos do que o chato, feitas as contas, tem razão.

Pobre do chefe que não reconhece, não escuta e não tolera os chatos que cruzam no caminho dele. Ele – o chefe, que frequentemente prefere ser chamado de líder – acredita que está seguro em um mundo de certezas próprias, de verdades absolutas. Ora, qualquer dono de botequim sabe que o controle total de um negócio é uma miragem. Coisas boas e ruins acontecem o tempo todo nas empresas sem que ele se dê conta. Achar que é possível estar no comando de tudo, o tempo todo, ó vai torna-lo mais vulnerável como chefe – e o mais ridículo aos olhos dos outros. E vai, mais dia menos dia, afastar definitivamente os chatos, os questionadores, aqueles que fazem as perguntas incômodas e necessárias. Sobrarão os ineptos, aqueles que, não tendo opção de pensar, ficam ali mesmo, fingindo que acreditam nas ordens que recebem e que são capazes de produzir algo que valha a pena.

Por isso, só existem chatos em lugares onde há alguma perspectiva de futuro. Essa espécime de profissional só prolifera em ambientes onde liberdade de pensamento e expressão é respeitada (não estou falando de democracia total ou decisão por consenso), onde a dúvida não é um mal em si, onde existe disposição, coragem e humildade para mudar de trajetória quando se parece a melhor opção. Olhe para as companhias de sucesso espalhadas pelo mundo e conte quantos questionadores há nelas –  e como são tratados pelos chefes e pelo grupo. São companhias eternamente insatisfeitas, que se questionam, mas que tem a coragem de ir em frente em suas decisões quando tem convicção. Os muitos chatos que fazem parte delas questionam, ajudam a encontrar respostas e vão em frente – ainda que enxerguem os riscos onipresentes em qualquer tipo de negócio. Em seu discurso aos formandos da Universidade Stanford, Steve Jobs – o ídolo supremo dos chatos empresariais – deu a sua definição do caminho para o sucesso. Seu último conselho: “Continuem famintos. Continuem ingênuos”. Ser chato é ser ingênuo. Ser chato é ser livre.

Chato - Dicio, Dicionário Online de Português

– O ilusório mundo das SAFs brasileiras…

Em um primeiro momento, as SAFs foram endeusadas em nosso país. Milionários investidores com sede de negócios compraram os departamentos de futebol dos clubes. E aí vem a primeira correção: não compraram, mas arrendaram por tempo limitado.

Aí reside o grande questionamento: quando se negociou, alguém perguntou qual seria o retorno sobre o investimento previsto (ROI)? Ou como se concretizariam os projetos desejados?

É muito pueril imaginar que alguém colocaria dinheiro em um time de futebol “apenas para ajudar”, e não vai querer uma contrapartida. Negociadores espertos não perdem dinheiro, eles ganham! E muitos, de maneira anti-ética, não o fazem honestamente. É óbvio: muitos fazem desonestamente.

Segundo Amir Somoggi, da Sports Value, somente em 2024, as SAFs totalizaram R$ 1,3 bi de prejuízo! E a pergunta é: como a conta fechará? Ou não fechará?

Lembrando: as SAFs não são donas, mas arrendatárias. Se eu compro uma SAF e não pago os credores, quem seria o fiador, ou o co-partícipe?

Há contas mirabolantes. O Botafogo SAF, por exemplo, atual campeão da Libertadores da América, com todos os prêmios que recebeu, amargurou R$ 300 milhões de prejuízos. O Atlético Mineiro SAF, que atrasou o pagamento dos salários dos jogadores (que protestaram mostrando “bolsos vazios”) é de propriedade dos 4 homens mais ricos de Minas Gerais. O Bahia SAF teve prejuízo (mas aí o dono é bilionário, o Grupo City, representando o Fundo Soberano dos Emirados Árabes, que parece usar o futebol não para ter lucro, mas para sportwashing) e não se importa em perder dinheiro – e honra todos as contas.

O Cruzeiro SAF lucrou o quê? Nada. E o Red Bull Bragantino? Esse não é SAF, é propriedade privada, e o seu intuito é investir em atletas jovens e fazer publicidade (e teve um balanço positivo, além do aumento do valor de mercado).

Não nos deixemos levar pelo excesso de otimismo ou de pessimismo: o Corinthians, que não é SAF, bateu a casa de R$ 2,4 bilhões em dívidas. O SPFC quase R$ 980 mi. Mas Palmeiras e Flamengo, grupos associativos que reorganizaram suas gestões, ao contrário: estão arrecadando muito dinheiro.

Percebamos: não é o modelo do negócio que importa, mas a competência e a honestidade das pessoas. Por mais que alguém possa dizer que os investidores turbinam os seus times, alguém tem que pagar a conta, que muitas vezes, não é paga. E essa bola de neve estourará quando chegar ao fim o tempo de contrato. Ou, em muitos casos, antes: vide a 777 no Vasco da Gama.

Se SAFs de clubes de apelo enorme, com torcedores-consumidores espalhados por todo o Brasil, não conseguem fechar no azul, fica a pergunta: e nas pequenas SAFs?

Ninguém questiona John Textor como ele lucra com o Botafogo, ou ainda: se o percentual que o clube leva da SAF para quitar dívidas, está sendo honrado (e isso é muito importante: as SAFs devem destinar percentuais aos clubes – mas se ao invés de lucrar e dividir o dinheiro, eu tenho prejuízo… dividirei o quê? Repartirei mais contas a pagar? Traga essa realidade, insisto, aos pequenos clubes. E nesse ponto, abordo: foi prometida uma SAF ao Paulista Futebol Clube em Jundiaí, onde ninguém sabe ao certo os valores, não se tem certeza das garantias, tampouco como se projeta lucro num time que está nas divisões de baixo. E a pergunta mais complicada: o estádio Jayme Cintra será em comodato, ou alguém irresponsavelmente toparia vender ao investidor EXA Capital o único patrimônio do clube? Mais do que isso: como lucraria com o time de futebol? Ou por trás de tudo isso, está apenas o interesse de compra do estádio para uma arena de eventos e a agremiação esportiva seria apenas uma desculpa? E depois dos 10 anos de SAF, jogaria de favor em que lugar?

São perguntas que ninguém faz ao interessado, e que são de interesse público. O torcedor tem direito em saber (e já faz mais de um ano da formalização do interesse, onde a diretoria alegou que havia uma tratativa iniciada há meses…). A propósito, a diretoria do Paulista deveria rever a negociação: afinal, de tanto tempo, o time que estava na 5ª divisão estadual, subiu para a 3ª (portanto, vale mais).

Dos grandes aos pequenos clubes, as SAFs interessadas precisariam ser mais investigadas, interpeladas e controladas pelas autoridades. Quando a bolha estourar, aí será tarde…

Enfim: o problema ou a solução não é a SAF, mas os gestores.

– O altruísmo do engenheiro da Volvo.

Você sabia que o cinto de segurança de 3 pontos foi criação da Volvo? E, mesmo tendo patenteada a invenção, a empresa abriu mão da exclusividade e liberou para todos usassem, pois trazia mais segurança?

Abaixo:

 

– Quais as marcas esportivas que mais investem em publicidade?

Números expressivos do mercado esportivo: alguma surpresa?

Vide a imagem abaixo:

– Quais as marcas esportivas que mais investem em publicidade?

Números expressivos do mercado esportivo: alguma surpresa?

Vide a imagem abaixo:

– A Guerra dos Streamings: o Futebol foi o diferencial para a Prime Vídeo passar a Netflix.

A JustWacht, que monitora a audiência dos streamings, trouxe uma novidade: a Netflix perdeu a liderança para a Prime Video no Brasil, pela primeira vez. E o motivo se deve aos eventos esportivos. Por exemplo, na próxima fase da Copa do Brasil, a Amazon comprou os direitos exclusivos para os dois jogos entre Corinthians x Palmeiras, com narração de Galvão Bueno e comentários dos ex-jogadores Neto e Marcos (ídolos de cada time).

Atualmente, está em:

Amazon Prime Video: 22%

Netflix: 21%

Disney+: 16%

HBO Max: 12%

Globoplay: 10%

Apple TV: 7%

Paramount: 5%

MUBI: 4%

A questão é: TVs abertas e fechadas estarão fazendo o quê para concorrer com mais afinco contra os streamings?

– E o Emir catari esteve no Brasil!

E o dono do PSG, pela primeira vez, esteve no Brasil.

Ao invés de comprar cavalos (conforme a matéria da Exame), compraria um time de futebol?

Certa vez se especulou o Vitória/BA… será?

– A relação comercial entre brasileiros e chineses:

A demanda Brasil e China assusta: 

“Em 2001, tudo aquilo que o Brasil exportava para a China e tudo aquilo que o Brasil importava da China, somados, dava  US$ 1 bilhão por ano. Hoje [2025], essa mesma soma dá US$ 1 bilhão a cada 52 horas”

De Marcos Troyjo, ex-presidente dos BRICS, ao Programa Pânico da JP:

Impressiona ou não?

– Google desembolsa US$ 2,4 bi para turbinar IA com talentos da Windsurf.

Google investe US$ 2,4 bi e contrata equipe da Windsurf 🚀👨‍💻 Corrida por talentos de IA esquenta! #tecnologia #ia #linkezine O post Google …

Continua em: Google desembolsa US$ 2,4 bi para turbinar IA com talentos da Windsurf

– Os números impressionantes do futebol brasileiro, em valores, explicando a liderança dos clubes na América do Sul (comparando com os europeus).

Com a Copa do Mundo de Clubes, descobrimos que não estamos tão longe do que estávamos dos europeus, e que estamos bem a frente dos rivais argentinos. mais do que isso: que somos um ótimo mercado de futebol!

Calma: os números, que são frios, explicam. E o respeitado Amir Somoggi nos explica:

(Extraído de: https://www.linkedin.com/posts/amirsomoggi_sucesso-dos-clubes-brasileiros-na-copa-do-activity-7346870422254039040-CwpG/?utm_source=share&utm_medium=member_ios&rcm=ACoAAAfYyaUB79SiZOXAYT3-JkVtGtrP1U_H7Ts)

CLUBES BRASILEIROS DO MUNDIAL EM NÚMEROS

Sucesso dos clubes brasileiros na Copa do Mundo de Clubes explicado em números. Brasil pode ser um novo mercado depois desse evento.

A Copa do Mundo de Clubes da FIFA chegou às quartas de final, com grandes jogos e uma grande certeza, o futebol brasileiro se valorizou com a competição.

Modelo brasileiro de gestão de futebol
Clubes brasileiros geraram em 2024 US$ 1,8 bi, sendo US$ 1,4 bi em receitas operacionais e gastam US$ 0,9 bi em salários.

Brasil é a 7ª liga em receitas, 6ª em salários, mas é o maior formador de jogadores do planeta. No Brasil é relativamente barato ter times de alta qualidade.

Times de elite do Brasil como Clube de Regatas do Flamengo, S.E. Palmeiras, SAF BOTAFOGO e Fluminense Football Club têm gastos salariais infinitamente menores que os europeus, mas muito alto para o padrão de todo o continente americano.

Alguns fatores que explicam a qualidade dos times brasileiros:
✅ No Brasil é muito mais barato que na Europa montar times competitivos, salários do Palmeiras são 9X menores que do PSG.
✅ Brasil forma jogadores e vende os maiores talentos, mas fica com jogadores de alta qualidade.
⁠✅ Embora clubes no Brasil. paguem salários menores que na Europa, são bem maiores que os demais mercados sul-americanos, atraindo muitos talentos de muitos países.

Continua em: https://www.linkedin.com/pulse/success-brazilian-clubs-fifa-club-world-cup-explained-amir-somoggi-jiknf?utm_source=share&utm_medium=member_ios&utm_campaign=share_via

IN ENGLISH – With the Club World Cup, we discovered that we are not so far behind the Europeans, and that we are well ahead of our Argentine rivals. More than that: we are a great football market!

Don’t worry: the numbers, which are cold, explain it. And the respected Amir Somoggi explains:

(Extracted from: https://www.linkedin.com/posts/amirsomoggi_sucesso-dos-clubes-brasileiros-na-copa-do-activity-7346870422254039040-CwpG/?utm_source=share&utm_medium=member_ios&rcm=ACoAAAfYyaUB79SiZOXAYT3-JkVtGtrP1U_H7Ts)

BRAZILIAN CLUBS IN THE WORLD CUP IN NUMBERS

The success of Brazilian clubs in the Club World Cup explained in numbers. Brazil could be a new market after this event.

The FIFA Club World Cup has reached the quarterfinals, with great games and one great certainty: Brazilian football has gained value with the competition.

Brazilian football management model
Brazilian clubs generated US$ 1.8 billion in 2024, with US$ 1.4 billion in operating revenues and US$ 0.9 billion in salaries.

Brazil is the 7th league in revenues, 6th in salaries, but it is the largest producer of players on the planet. In Brazil, it is relatively cheap to have high-quality teams.

Elite Brazilian teams such as Clube de Regatas do Flamengo, S.E. Palmeiras, SAF BOTAFOGO and Fluminense Football Club have salary expenses infinitely lower than European teams, but very high for the standard of the entire American continent.

Some factors that explain the quality of Brazilian teams:
In Brazil, it is much cheaper to assemble competitive teams than in Europe; Palmeiras’ salaries are 9X lower than PSG’s.

Brazil produces players and sells the best talents, but keeps high-quality players.
⁠ Although clubs in Brazil. Although they pay lower salaries than in Europe, they are much larger than other South American markets, attracting many talents from many countries.

Continued at: https://www.linkedin.com/pulse/success-brazilian-clubs-fifa-club-world-cup-explained-amir-somoggi-jiknf?utm_source=share&utm_medium=member_ios&utm_campaign=share_via

 

– E o rebrand da Jaguar, de fato, deu errado. Em números:

O reposicionamento de marca da automobilística Jaguar, fez as vendas da empresa despencarem 98% na Europa!

A campanha woke da empresa, mudando o público-alvo, refletiu drasticamente: em abril / 2025, se comparado ao ano passado, as vendas foram de 1161 veículos para 49!

Se você não viu a propaganda, clique aqui: https://professorrafaelporcari.com/2024/11/28/e-a-nova-logo-da-jaguar-com-sua-campanha-publicitaria/

O risco de fracasso era alto, e deu no que deu… a Jaguar era voltada para um mercado, e buscou outro, sem ter qualquer identificação. Desagradou a todos.

– Os números impressionantes do futebol brasileiro, em valores, explicando a liderança dos clubes na América do Sul (comparando com os europeus).

Com a Copa do Mundo de Clubes, descobrimos que não estamos tão longe do que estávamos dos europeus, e que estamos bem a frente dos rivais argentinos. mais do que isso: que somos um ótimo mercado de futebol!

Calma: os números, que são frios, explicam. E o respeitado Amir Somoggi nos explica:

(Extraído de: https://www.linkedin.com/posts/amirsomoggi_sucesso-dos-clubes-brasileiros-na-copa-do-activity-7346870422254039040-CwpG/?utm_source=share&utm_medium=member_ios&rcm=ACoAAAfYyaUB79SiZOXAYT3-JkVtGtrP1U_H7Ts)

CLUBES BRASILEIROS DO MUNDIAL EM NÚMEROS

Sucesso dos clubes brasileiros na Copa do Mundo de Clubes explicado em números. Brasil pode ser um novo mercado depois desse evento.

A Copa do Mundo de Clubes da FIFA chegou às quartas de final, com grandes jogos e uma grande certeza, o futebol brasileiro se valorizou com a competição.

Modelo brasileiro de gestão de futebol
Clubes brasileiros geraram em 2024 US$ 1,8 bi, sendo US$ 1,4 bi em receitas operacionais e gastam US$ 0,9 bi em salários.

Brasil é a 7ª liga em receitas, 6ª em salários, mas é o maior formador de jogadores do planeta. No Brasil é relativamente barato ter times de alta qualidade.

Times de elite do Brasil como Clube de Regatas do Flamengo, S.E. Palmeiras, SAF BOTAFOGO e Fluminense Football Club têm gastos salariais infinitamente menores que os europeus, mas muito alto para o padrão de todo o continente americano.

Alguns fatores que explicam a qualidade dos times brasileiros:
✅ No Brasil é muito mais barato que na Europa montar times competitivos, salários do Palmeiras são 9X menores que do PSG.
✅ Brasil forma jogadores e vende os maiores talentos, mas fica com jogadores de alta qualidade.
⁠✅ Embora clubes no Brasil. paguem salários menores que na Europa, são bem maiores que os demais mercados sul-americanos, atraindo muitos talentos de muitos países.

Continua em: https://www.linkedin.com/pulse/success-brazilian-clubs-fifa-club-world-cup-explained-amir-somoggi-jiknf?utm_source=share&utm_medium=member_ios&utm_campaign=share_via

IN ENGLISH – With the Club World Cup, we discovered that we are not so far behind the Europeans, and that we are well ahead of our Argentine rivals. More than that: we are a great football market!

Don’t worry: the numbers, which are cold, explain it. And the respected Amir Somoggi explains:

(Extracted from: https://www.linkedin.com/posts/amirsomoggi_sucesso-dos-clubes-brasileiros-na-copa-do-activity-7346870422254039040-CwpG/?utm_source=share&utm_medium=member_ios&rcm=ACoAAAfYyaUB79SiZOXAYT3-JkVtGtrP1U_H7Ts)

BRAZILIAN CLUBS IN THE WORLD CUP IN NUMBERS

The success of Brazilian clubs in the Club World Cup explained in numbers. Brazil could be a new market after this event.

The FIFA Club World Cup has reached the quarterfinals, with great games and one great certainty: Brazilian football has gained value with the competition.

Brazilian football management model
Brazilian clubs generated US$ 1.8 billion in 2024, with US$ 1.4 billion in operating revenues and US$ 0.9 billion in salaries.

Brazil is the 7th league in revenues, 6th in salaries, but it is the largest producer of players on the planet. In Brazil, it is relatively cheap to have high-quality teams.

Elite Brazilian teams such as Clube de Regatas do Flamengo, S.E. Palmeiras, SAF BOTAFOGO and Fluminense Football Club have salary expenses infinitely lower than European teams, but very high for the standard of the entire American continent.

Some factors that explain the quality of Brazilian teams:
In Brazil, it is much cheaper to assemble competitive teams than in Europe; Palmeiras’ salaries are 9X lower than PSG’s.

Brazil produces players and sells the best talents, but keeps high-quality players.
⁠ Although clubs in Brazil. Although they pay lower salaries than in Europe, they are much larger than other South American markets, attracting many talents from many countries.

Continued at: https://www.linkedin.com/pulse/success-brazilian-clubs-fifa-club-world-cup-explained-amir-somoggi-jiknf?utm_source=share&utm_medium=member_ios&utm_campaign=share_via

 

– A relação comercial entre brasileiros e chineses:

A demanda Brasil e China assusta: 

“Em 2001, tudo aquilo que o Brasil exportava para a China e tudo aquilo que o Brasil importava da China, somados, dava  US$ 1 bilhão por ano. Hoje [2025], essa mesma soma dá US$ 1 bilhão a cada 52 horas”

De Marcos Troyjo, ex-presidente dos BRICS, ao Programa Pânico da JP:

Impressiona ou não?

– Novos e Antigos conceitos corporativos.

Gostei desta comparação das prioridades na gestão das empresas e compartilho:

– Bobbie Goods: que mania é essa?

Eu já escrevi sobre minha filha e sua paixão pelos livros Bobbie Goods (aqui: https://professorrafaelporcari.com/2025/05/10/bobbie-goods-e-legal-mas-os-livrinhos/).

Pois bem: eis que eles viraram uma rentável febre à indústria.

Compartilho: https://istoedinheiro.com.br/bobbie-goods-sabe-livros-colorir

BOBBIE GOODS: O QUE SE SABE SOBRE OS LIVROS DE COLORIR

Na mais recente edição da Bienal do Livro do Rio de Janeiro ele aparece na lista dos mais vendidos, sendo o primeiro lugar da sua editora, os livros da coleção Bobbie Goods. Nesta semana, a Gloda, plataforma especializada em análise de dados dentro do TikTok divulgou que o produto mais vendido no TikTok Shop na última semana foi, ele mesmo, o livro Bobbie Goods.

Esses são apenas dois exemplos do sucesso que os livretos com desenhos para colorir têm feito no Brasil. Uma busca rápida com o nome Bobbie Goods nas redes sociais, principalmente no YouTube e TikTok, vão revelar uma série de páginas e postagens dedicadas ao tema.

Aliás, muito do sucesso da coleção de colorir vem com a ajuda das redes sociais, que ajudaram a divulgar os livros e toda uma gama de atividades relacionadas a eles, como técnicas de pintura, tipos de canetinhas, desafios, novas narrativas. Tem até vídeos ensinando como imprimir o seu próprio desenho Bobbie Goods. Ao mesmo tempo, eles também servem de escape do mundo das telas, sendo uma atividade não só de lazer e passatempo, mas com efeitos terapêuticos.

Os desenhos são bastante simples, até mesmo infantilizados, mas acabaram conquistando fãs de todas as idades, especialmente os adolescentes e jovens adultos. As imagens são de animais humanizados em situações cotidianas e da natureza.

E, ao contrário do sucesso dos livros de colorir para adultos do passado, os Bobbies Goods trazem uma sequência de desenhos que contam uma pequena história, dentro dos temas: “Dias quentes”, “Do dia para a noite”, “Isso e aquilo” e “Dias frios”.

Outro diferencial é que se popularizou entre os fãs o uso de canetinhas para pintar, o que acabou puxando também as vendas de material de pintura.

Cada livro custa em média de R$ 20 a R$ 40 e na internet podem ser encontrados em kits promocionais, alguns com o material para colorir, ou edições especiais. E como todo sucesso, tem também as edições “piratas”, não oficiais da marca Bobbie Goods. Os livros oficiais vêm com 20 ilustrações para colorir em cada livro. As páginas destacáveis para emoldurar ou distribuir.

As marcas também querem aproveitar essa onda. O Burguer King, por exemplo, fez uma parceria com a Faber-Castell para uma promoção envolvendo seus lanches e os livros. A rede de fast food ainda transformou toda a fachada externa de uma de suas unidades com os desenhos Bobbie Goods e decorou algumas lojas com o tema da coleção de colorir.

Os desenhos Bobbie Goods também viraram tema de decoração de festas de aniversário e objetos.  Até o artista brasileiro Romero Britto, criador do Happy Art Movement, ou Movimento de Arte Alegre, e conhecido por suas pinturas supercoloridas, entrou na moda e lançou a sua própria coleção inspirada nos bichinhos Bobbie Goods.

A criação dos desenhos para colorir Bobbie Goods seria da ilustradora e designer americana Abbie Goveia, que já era conhecida por seus traços “fofos” com cachorrinhos e ursinhos. O primeiro livro foi lançado em 2021. O nome ‘Bobbie’ é o apelido de Abbie. E assim foi criada a marca, que conta com milhões de seguidores e curtidas em sua página oficial no TikTok.

Os números coloridos de Bobbie Goods

  • Segundo a Gloda, na semana entre 16 e 22 de junho, foram 16,7 mil unidades comercializadas na TikTok Shop, com um valor bruto de venda (GMV) de R$ 259,2 mil, sendo o produto mais vendido da loja da rede social.
  • A editora HarpperCollins, que publica a série Boobie Goods no Brasil, afirma que vendeu mais de 1 milhão de unidades em 2025 entre meados de janeiro, quando foi lançada no país, e o mês de maio. A editora prepara novos lançamentos nesse nicho.
  • A Tilibra também aproveitou a moda e lançou neste mês a coleção para colorir Cute & Relax, com duas temáticas. A “Life”, focada em ilustrações do cotidiano, e a “Seasons”, inspirada nas quatro estações do ano. A marca diz ainda que está monitorando o impacto da coleção nas vendas de materiais artísticos e que não descarta novos investimentos. A Tilibra destaca o sucesso não só dos livros, como dos lápis-de-cor e das canetas brush (um dos muitos tipos de canetas para colorir).
  • Na Livraria da Vila, com 22 lojas em 10 cidades do Brasil, os livros Boobie Goods representam 5% do faturamento da rede neste ano. A rede conta que começou até mesmo a trabalhar com novos fornecedores para atender a demanda de produtos específicos, como canetinhas brancas.
  • A Faber-Castell, uma das principais marcas de lápis, canetas e canetinhas para colorir, conta que registraram um aumento de 295% que no volume de compras de itens para colorir entre os meses de abril e maio deste ano.

Bobbie Goods

– O direito de se desconectar do trabalho aumentará a produtividade?

Na Bélgica, o Governo permitiu que os funcionários públicos tenham “o direito de não serem incomodados fora do expediente de trabalho por mídias eletrônicas”. Em troca, espera-se o aumento de produtividade.

Veja que interessante e avalie: a iniciativa privada entrará nessa onda?

Extraído de: https://epocanegocios.globo.com/Mundo/noticia/2022/02/os-belgas-que-ganharam-direito-de-se-desconectar-do-trabalho.html

OS BELGAS QUE GANHARAM O DIREITO DE SE DESCONECTAR DO TRABALHO

A partir de fevereiro, funcionários públicos da Bélgica não poderão ser contatados fora do horário de expediente

Embora tenha um dia sonhado em ser chef de cozinha, Delphine acabou se tornando funcionária pública. Mas ela ainda faz questão de dedicar tempo para cozinhar. “É uma das minhas paixões”.

A belga de 36 anos está preparando um jantar para seus amigos Catherine e Roch. O prato é Hachis Parmentier, uma receita à base de carne moída e purê de batata. Enquanto frita cebolas, Delphine me conta que celebrou o fato de vários funcionários públicos da Bélgica estarem ganhando o “direito de se desconectar”.

“Especialmente para os jovens, não é claro quando eles devem ou não estar disponíveis”, disse.

“Porque quando você começa num emprego novo, você quer ser perfeito e você pensa: ‘Se eu não responder àquele email às 22h, talvez meu chefe não goste’. Então, agora, acho que haverá uma mudança cultural”, diz.

Desde o dia 1° de fevereiro, 65 mil funcionários públicos passaram a não poder ser contatados fora do horário de expediente. Há algumas exceções- por acordo ou se for algo tão urgente que não possa esperar. E isso não significa que não haverá funcionários de plantão.

Estresse e burnout

Um segundo princípio estabelecido pelas novas regras é que funcionários não poderão ser prejudicados por não atender o telefone ou responder a e-mails fora do horário de expediente.

A ministra da Administração Pública, Petra De Sutter, acredita que as mudanças vão aumentar a eficiência. Ela diz que a linha entre trabalho e vida pessoal tem se tornado cada vez mais cinzenta com a pandemia, com tantas pessoas trabalhando de casa.

Sem o direito de desconectar, ela diz, “o resultado seria estresse e burnout, e isso é uma doença real nos dias de hoje”. Essa mudança de regra é relativamente fácil de implementar porque só se aplica a funcionários públicos federais.

Um projeto para estender a prática para o setor privado poderá receber maior resistência. “O direito de desconectar não deve ser aplicado ao setor privado”diz Eric Laureys, da Voka, rede belga de empresas. Ele diz que essa mudança poderia “desfazer” o progresso visto durante a pandemia em flexibilizar rotinas de trabalho.

“Seria um grande sinal de desconfiança na abilidade dos empregadores de organizar o trabalho.”

Len Shackleton, pesquisador da Think Tank Instituto de Assuntos Econômicos e professor de economia na Universidade de Buckingham, concorda que o “direito de se desconectar” prejudicaria a flexibilidade.

“Restrições em contatar trabalhadores fora do horário de expediante seriam só uma dose a mais de regulação.” Petra De Sutter insiste que a medida não será um obstáculo à flexibilidade de trabalho, quando isso for do desejo do empregado.

“Por outro lado, temos que proteger direitos básicos dos trabalhadores”, diz ela.

Já Delphine ri quando perguntada se o “direito de se desconectar” não pode alimentar a ideia de que funcionários públicos trabalham pouco ou que estão sempre de olho no horário do fim do expediente.

Ela diz que isso é um clichê antigo e garante que a carga de trabalho aumentou nos últimos anos. “Acho que fazemos mais com menos pessoas, normalmente. Não acho que trabalhamos pouco.”

Outros países já aprovaram mudanças semelhantes, como a França. Na Bélgica, o próximo estágio do debate é verificar se um grupo maior de trabalhadores deveria, também, ganhar o direito de se desconectar.

A ministra da Administração Pública da Bélgica, Petra De Sutter, diz que a mudança vai aumentar a eficiência (Foto: AFP via BBC News)

– Bobbie Goods: que mania é essa?

Eu já escrevi sobre minha filha e sua paixão pelos livros Bobbie Goods (aqui: https://professorrafaelporcari.com/2025/05/10/bobbie-goods-e-legal-mas-os-livrinhos/).

Pois bem: eis que eles viraram uma rentável febre à indústria.

Compartilho: https://istoedinheiro.com.br/bobbie-goods-sabe-livros-colorir

BOBBIE GOODS: O QUE SE SABE SOBRE OS LIVROS DE COLORIR

Na mais recente edição da Bienal do Livro do Rio de Janeiro ele aparece na lista dos mais vendidos, sendo o primeiro lugar da sua editora, os livros da coleção Bobbie Goods. Nesta semana, a Gloda, plataforma especializada em análise de dados dentro do TikTok divulgou que o produto mais vendido no TikTok Shop na última semana foi, ele mesmo, o livro Bobbie Goods.

Esses são apenas dois exemplos do sucesso que os livretos com desenhos para colorir têm feito no Brasil. Uma busca rápida com o nome Bobbie Goods nas redes sociais, principalmente no YouTube e TikTok, vão revelar uma série de páginas e postagens dedicadas ao tema.

Aliás, muito do sucesso da coleção de colorir vem com a ajuda das redes sociais, que ajudaram a divulgar os livros e toda uma gama de atividades relacionadas a eles, como técnicas de pintura, tipos de canetinhas, desafios, novas narrativas. Tem até vídeos ensinando como imprimir o seu próprio desenho Bobbie Goods. Ao mesmo tempo, eles também servem de escape do mundo das telas, sendo uma atividade não só de lazer e passatempo, mas com efeitos terapêuticos.

Os desenhos são bastante simples, até mesmo infantilizados, mas acabaram conquistando fãs de todas as idades, especialmente os adolescentes e jovens adultos. As imagens são de animais humanizados em situações cotidianas e da natureza.

E, ao contrário do sucesso dos livros de colorir para adultos do passado, os Bobbies Goods trazem uma sequência de desenhos que contam uma pequena história, dentro dos temas: “Dias quentes”, “Do dia para a noite”, “Isso e aquilo” e “Dias frios”.

Outro diferencial é que se popularizou entre os fãs o uso de canetinhas para pintar, o que acabou puxando também as vendas de material de pintura.

Cada livro custa em média de R$ 20 a R$ 40 e na internet podem ser encontrados em kits promocionais, alguns com o material para colorir, ou edições especiais. E como todo sucesso, tem também as edições “piratas”, não oficiais da marca Bobbie Goods. Os livros oficiais vêm com 20 ilustrações para colorir em cada livro. As páginas destacáveis para emoldurar ou distribuir.

As marcas também querem aproveitar essa onda. O Burguer King, por exemplo, fez uma parceria com a Faber-Castell para uma promoção envolvendo seus lanches e os livros. A rede de fast food ainda transformou toda a fachada externa de uma de suas unidades com os desenhos Bobbie Goods e decorou algumas lojas com o tema da coleção de colorir.

Os desenhos Bobbie Goods também viraram tema de decoração de festas de aniversário e objetos.  Até o artista brasileiro Romero Britto, criador do Happy Art Movement, ou Movimento de Arte Alegre, e conhecido por suas pinturas supercoloridas, entrou na moda e lançou a sua própria coleção inspirada nos bichinhos Bobbie Goods.

A criação dos desenhos para colorir Bobbie Goods seria da ilustradora e designer americana Abbie Goveia, que já era conhecida por seus traços “fofos” com cachorrinhos e ursinhos. O primeiro livro foi lançado em 2021. O nome ‘Bobbie’ é o apelido de Abbie. E assim foi criada a marca, que conta com milhões de seguidores e curtidas em sua página oficial no TikTok.

Os números coloridos de Bobbie Goods

  • Segundo a Gloda, na semana entre 16 e 22 de junho, foram 16,7 mil unidades comercializadas na TikTok Shop, com um valor bruto de venda (GMV) de R$ 259,2 mil, sendo o produto mais vendido da loja da rede social.
  • A editora HarpperCollins, que publica a série Boobie Goods no Brasil, afirma que vendeu mais de 1 milhão de unidades em 2025 entre meados de janeiro, quando foi lançada no país, e o mês de maio. A editora prepara novos lançamentos nesse nicho.
  • A Tilibra também aproveitou a moda e lançou neste mês a coleção para colorir Cute & Relax, com duas temáticas. A “Life”, focada em ilustrações do cotidiano, e a “Seasons”, inspirada nas quatro estações do ano. A marca diz ainda que está monitorando o impacto da coleção nas vendas de materiais artísticos e que não descarta novos investimentos. A Tilibra destaca o sucesso não só dos livros, como dos lápis-de-cor e das canetas brush (um dos muitos tipos de canetas para colorir).
  • Na Livraria da Vila, com 22 lojas em 10 cidades do Brasil, os livros Boobie Goods representam 5% do faturamento da rede neste ano. A rede conta que começou até mesmo a trabalhar com novos fornecedores para atender a demanda de produtos específicos, como canetinhas brancas.
  • A Faber-Castell, uma das principais marcas de lápis, canetas e canetinhas para colorir, conta que registraram um aumento de 295% que no volume de compras de itens para colorir entre os meses de abril e maio deste ano.

Bobbie Goods

– A Gestão Compartilhada está em alta!

Quando se fala em democratização no gerenciamento organizacional, você encontrará termos como “administração participativa”, “gestão horizontal” e “organizações de hierarquia mínima”. Não importa, falamos da mesma coisa: o compartilhamento de ideias, decisões, soluções e criações.

As grandes empresas globais adotam isso, que são os modelos baseados no que fazem  “Google” ou da “Netflix”, mostrando como chefes e subordinados se relacionam beirando a informalidade e dividem a cumplicidade de ações.

Pois bem: na Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios (Julho/2018), em matéria de Lara Silbiger, o assunto é tratado bem didático.

Por exemplo: “administrar compartilhando” seria ideal para a empresa que…:

  1. Confia nos funcionários. Para abrir mão do controle tradicional, o empreendedor precisa ver os empregados como pessoas responsáveis, criativas e capazes de tomar decisões.
  2. Estão dispostas a apostar na distribuição das atividades de gestão entre equipes habilitadas e definir prioridades a planejar e a tomar decisões.
  3. Investem no engajamento e na formação de pessoas, uma vez que a adesão à gestão descentralizadas pressupõe uma chuva de aprendizagem.
  4. Adotam avaliações de desempenho e reuniões de Feedback para fazer uma leitura mais precisa de quanto cada pessoa colabora para os resultados.
  5. Estão dispostas a discutir se a remuneração dos funcionários reflete, na mesma proporção, o valor que eles agregam aos resultados do negócio.
  6. Têm como alicerce uma gestão baseada em princípios de governança, como ética, responsabilidade, compliance e respeito à sustentabilidade.

Além disso, os modelos de gestão compartilhada poderiam ser com (seus prós e contras): Sociocracia, Holacracia, e Management 3.0 – mas aqui ficará para uma outra postagem.

Claro, para que isso funcione, são necessárias algumas atitudes descentralizadas, como:

  1. Envolva nas discussões todas as pessoas que serão impactos pela decisão ou que serão relevantes para a evolução da iniciativa.
  2. Valorize a diversidade de experiências e de competências das pessoas que formam o grupo.
  3. Descubra o que elas têm em comum e que pode alavancar a participação colaborativa, como metas, aspirações e valores.
  4. Evite crítica precoces e abra mão de defender só os seus pontos de vista. Escute cada proposta com foco nas contribuições que pode trazer para o negócio.
  5. Não tema as possíveis tensões. Elas são parte essencial do processo de geração de novas ideias.
  6. Identifique as semelhanças entre as pessoas. isso aumenta a confiança umas nas outras e ainda minimiza antagonismos.
  7. Crie um ambiente que estimule o convívio coletivo. Os espaços de trabalho devem favorecer a comunicação sem barreiras físicas.

De fato, a distância hierárquica das organizações está cada vez menor e não cabe mais tanto distanciamento entre os níveis de pessoal.

Imagem extraída de: https://mundocarreira.com.br/lideranca-e-gestao-de-pessoas/entenda-o-que-e-gestao-compartilhada-e-como-pode-funcionar/

– É uma obscura parceria informal que o Santos montou?

Lamento ver o torcedor do glorioso Peixe estar “perdido” entre o noticiário do clube. A questão é:

  • A SAF que Neymar compraria, não comprará pois não é atrativo o modelo? Ao menos, Neymar Pai disse que essa forma de investimento não seria viável.
  • As benfeitorias já construídas pelo grupo de Neymar Jr (administrado pelo “Neymar Pai”) foram realmente gratuitas?
  • Neymar está fazendo uma parceria formal, mas não adquirindo uma SAF?
  • Ou Neymar está fazendo um informal acordo?
  • O Estádio na Praia Grande, ventilado pelo Ney Pai, é um empréstimo, uma cessão, ou um acordo de divisão de rendas?

E o que mais me perturba:

  • Por que ninguém pergunta às claras qual é o propósito do negócio, como terá retorno do investimento, por quanto tempo e em condições? Discurso de “ajuda por carinho” não dá.

O que não é claro, para mim, pode ser suspeito. Não gosto disso. E a mesma perturbação ocorre aqui em Jundiaí: há 1 ano, Pedro Mesquita anunciou que compraria a SAF do Paulista, e a diretoria ressaltou que há meses já negociava. NINGUÉM questionou valores, ROI, e tantas outras coisas do negócio em si. As perguntas que eu, particularmente, fiz à secretária pessoal de Pedro Mesquita, não foram respondidas. E há tanto tempo, sem notícia, sem clareza, no escuro, faz com que o torcedor fique com cara de bobo… Desistiu-se da SAF do Galo, ou anunciaram a negociação em uma época antes do previsto? Ou, ainda, há imbrolhos que não se deseja que venha a público?

A clareza e a transparência sempre serão fundamentais para qualquer negócio.

– Feliz Dia dos Namorados (mas aqui a data é comercial…)

Hoje é Dia dos Namorados, data criada pelo publicitário João Dória para alavancar as vendas que andavam paradas no mês de junho. Enquanto que no exterior o Dia dos Namorados é no Dia de São Valentino (Valentino’s day), aqui é na véspera de Santo Antonio (primeiro se comemora o namoro, depois o “casamenteiro”).

Olha só como comercialmente surgiu a data:

DIA DOS NAMORADOS

Nosso Dia dos Namorados (12 de junho) foi criado para ser uma data comercial, contrariando o tradicional Dia dos Namorados mundo afora (14 de fevereiro). Seu idealizador foi João Dória (pai do apresentador João Dória Jr,), que trabalhava na agência de publicidade Standard, e teve como missão bolar um evento comercial para a rede de lojas Cliper, grande varejista da época, que sempre se queixava das poucas vendas do mês de junho. Aproveitando a véspera do dia de Santo Antonio em 13 de junho, (que tem a fama de ser casamenteiro no Brasil, muito embora não exista essa fama no exterior), criou o slogan: “não é só de beijos que os namorados vivem”. Tal bordão se popularizou, e outras empresas passaram a comercializar com base no dia dos namorados.

A propósito de São Valentino, ele foi um bispo que viveu em Roma e morreu como mártir, pois durante o império de Claudius II, o governante impôs uma lei proibindo o casamento, já que acreditava que soldados solteiros eram mais despojados em combate, pois os casados acabavam pensando em seus familiares e não “renderiam” como desejado. E Valentino, ocultamente, ajudava os casais a celebrarem o Matrimônio. Foi preso e morto cruelmente.

Nesta data, na Inglaterra, é costume os casais trocarem doces. Na Itália, ocorrem jantares românticos. Na Dinamarca, os homens empastam rosas e pétalas e dão um buquê de flores conhecido como “flocos de pétalas”. No Japão, são as mulheres que presenteiam seus parceiros com chocolate. Opa, quero comemorar a data no melhor estilo japônes!!!!!

– Gestor Reborn:

Na moda dos “bebês reborns”, surge, por sarcasmo, a analogia do Administrador de Empresas, versão Reborn.

Abaixo, extraído do LinkedIn citado na imagem:

GESTOR REBORN

🔵 Como não se tornar um “Gestor Reborn”

Você já viu um gestor que parece estar ali só de corpo presente? Que não se comunica, não dá feedback e só aparece para cobrar resultados? Pois é, essa figura carrega o apelido (nada lisonjeiro) de Gestor Reborn — como ilustrado na imagem.

Infelizmente, esse tipo de liderança ainda é comum em muitas organizações. Mas a boa notícia é: dá para fazer diferente.

✅ Liderança é proximidade. Levante da cadeira, converse com a equipe, crie conexões reais.

✅ Feedback é desenvolvimento. Não economize em conversas construtivas. Seu time precisa saber o que está indo bem e o que pode melhorar.

✅ Presença importa. Não apareça só para cobrar. Esteja presente no dia a dia, acompanhe, incentive e celebre as conquistas.

✅ Não fuja de conflitos. Resolver tensões com maturidade é papel essencial de qualquer gestor.

✅ Assuma a responsabilidade. A cultura da culpa não leva ninguém longe. Líderes inspiradores assumem erros e aprendem com eles.

🔁 O mundo do trabalho está mudando — e a liderança precisa evoluir junto.

💬 Que tipo de gestor você quer ser lembrado por ter sido?

#Liderança #Gestão #DesenvolvimentoPessoal #CulturaOrganizacional #Feedback #LiderançaHumanizada #LinkedIn

– É uma obscura parceria informal que o Santos montou?

Lamento ver o torcedor do glorioso Peixe estar “perdido” entre o noticiário do clube. A questão é:

  • A SAF que Neymar compraria, não comprará pois não é atrativo o modelo? Ao menos, Neymar Pai disse que essa forma de investimento não seria viável.
  • As benfeitorias já construídas pelo grupo de Neymar Jr (administrado pelo “Neymar Pai”) foram realmente gratuitas?
  • Neymar está fazendo uma parceria formal, mas não adquirindo uma SAF?
  • Ou Neymar está fazendo um informal acordo?
  • O Estádio na Praia Grande, ventilado pelo Ney Pai, é um empréstimo, uma cessão, ou um acordo de divisão de rendas?

E o que mais me perturba:

  • Por que ninguém pergunta às claras qual é o propósito do negócio, como terá retorno do investimento, por quanto tempo e em condições? Discurso de “ajuda por carinho” não dá.

O que não é claro, para mim, pode ser suspeito. Não gosto disso. E a mesma perturbação ocorre aqui em Jundiaí: há 1 ano, Pedro Mesquita anunciou que compraria a SAF do Paulista, e a diretoria ressaltou que há meses já negociava. NINGUÉM questionou valores, ROI, e tantas outras coisas do negócio em si. As perguntas que eu, particularmente, fiz à secretária pessoal de Pedro Mesquita, não foram respondidas. E há tanto tempo, sem notícia, sem clareza, no escuro, faz com que o torcedor fique com cara de bobo… Desistiu-se da SAF do Galo, ou anunciaram a negociação em uma época antes do previsto? Ou, ainda, há imbrolhos que não se deseja que venha a público?

A clareza e a transparência sempre serão fundamentais para qualquer negócio.

– E a Ambev está mudando a estratégia de novo… Brahma e Skol voltando a estar em alta!

A Ambev estava privilegiando cervejas premium e artesanais nos últimos tempos. mas a coisa mudou…

Entenda, extraído do LinkedIn de Ian Sterchele (https://www.linkedin.com/posts/activity-7335662803950665728-v8eK/?utm_medium=ios_app&rcm=ACoAAAfYyaUB79SiZOXAYT3-JkVtGtrP1U_H7Ts&utm_source=social_share_send&utm_campaign=share_via)

AMBEV E A SUA ESTRATÉGIA

A maior empresa de bebidas do mundo está voltando às origens — e matando marcas artesanais para focar em cinco frentes: Corona, Skol, Brahma, Spaten e Budweiser.

O foco agora é no popular.

Marcas como Goose Island, Hoegaarden e Patagonia vão sair de cena no Brasil.

A Colorado vai fechar a fábrica e talvez siga apenas com um ou dois estilos. O Bar do Urso provavelmente será descontinuado.

Mas por que esse movimento?

Os motivos:
→ Como líder de mercado, não faz sentido formar categorias fora do core. O consumidor experimenta, se educa — e acaba migrando para outras marcas.
→ O mercado de artesanais está estagnado — e começa a cair.
→ Os jovens estão consumindo menos álcool.
→ E quem consome, está migrando da cerveja para os drinks.

Além disso, houve uma mudança clara na tese de investimento dos principais acionistas, o grupo 3G. O modelo Ambev ficou obsoleto e, pior: se mostrou irreplicável em outras empresas do portfólio.

O único lugar onde esse modelo ainda faz sentido é na própria Ambev. E é justamente isso que, curiosamente, está sendo feito: voltar às raízes e repetir o que os levou ao topo da cadeia alimentar corporativa.

Essa é a nova aposta.

Uma diretriz que, aparentemente, tem agradado os investidores sob o comando do novo CEO, Carlos Eduardo Lisboa. As ações da empresa já subiram mais de 20% no acumulado do ano.

Particularmente, acho que no curto prazo pode dar certo.
No longo, tenho minhas dúvidas.

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Comerciantes de Catalão reclamam da Ambev - Badiinho

– Desafios de nossos tempos!

Os diferentes tipos de “gestão” em nosso cotidiano nos trazem grandes desafios!

Vejam só a sábia figura:

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Imagem extraída da Internet (autoria desconhecida, quem conhecer, favor indicar para os créditos).

– A História da Pepsi, que assumidamente quis ser a segunda do mercado.

Uau. Que história!

A Pepsi foi rejeitada pela Coca. Caiu, levantou, mudou os rumos e sobrevive.

Uma típica história de empreendedorismo, extraída de: https://duplamente.com.br/pepsi-como-um-refri-de-dispepsia-virou-diplomata-colecionou-tanques-e-desafiou-a-coca-cola/

PEPSI: COMO UM REFRIGERANTE DE DISPEPSIA VIROU DIPLOMATA, COLECIONOU TANQUES E DESAFIOU A COCA-COLA.

Era uma vez um refrigerante que nasceu para curar indigestões, sobreviveu a duas falências, foi rejeitado três vezes pelo maior rival do planeta e, em vez de sumir, decidiu comprar meio mundo. Não, não é um roteiro de Hollywood. É a história da Pepsi — a marca que riu da cara da desgraça, embalada por açúcar, astúcia e uma pitada de ironia.

Tudo começou em 1893, quando Caleb Bradham, um farmacêutico sonhador da Carolina do Norte, resolveu criar uma poção mágica para digestões capengas. Batizou-a de Brad’s Drink, mas, em um golpe de marketing pré-histórico, rebatizou-a como Pepsi-Cola — uma homenagem à “dispepsia”, porque nada diz “refresco” como lembrar o cliente de sua má digestão. A fórmula, claro, não tinha pepsina, mas quem se importava? O gosto era doce, a promessa era grande, e a Coca-Cola, já estabelecida, nem imaginava o que viria.

Bradham expandiu rápido: em 1902, já tinha 40 distribuidores. Até que, em um movimento digno de tragédia grega, apostou todas as fichas no açúcar antes da Primeira Guerra. O preço despencou, e a Pepsi faliu. Primeiro round: Coca-Cola 1 x Pepsi 0.

Mas a Pepsi tinha uma habilidade rara: ressuscitar. Em 1931, após ser recusada três vezes pela Coca-Cola (sim, eles se arrependeriam amargamente), a marca estava de novo no chão. Até que Charles Guth, um ex-executivo da Coca, decidiu vingar-se. Ele adocicou a fórmula, encheu garrafas gigantes e as vendeu pelo preço das minúsculas rivais. Era a Grande Depressão, e as massas famintas por açúcar e economia adotaram a Pepsi como símbolo da resistência popular. Ironia? A Coca-Cola, elitista, virou a “bebida dos ricos”.

Agora com sabor e estratégia, a Pepsi partiu para a guerra cultural. Nos anos 1940, enquanto rivais ignoravam a comunidade afro-americana, ela colocou negros em propagandas como pessoas, não caricaturas. Joan Crawford, estrela de Hollywood e esposa do presidente da empresa, levou a Pepsi para as telas de cinema. A marca não só vendia refrigerante — vendia identidade.

Mas o ápice da audácia veio em 1959, em plena Guerra Fria. Enquanto EUA e URSS trocavam ameaças nucleares, a Pepsi serviu um copo gelado a Nikita Khrushchev. O líder soviético sorveu, aprovou, e de repente, a Pepsi virou o primeiro produto americano no bloco comunista. O pagamento? Vodka. E depois, navios e tanques de guerra. Sim, a Pepsi chegou a ter o 6º maior arsenal militar do planeta — um feito e tanto para uma empresa que vendia “suco de dispepsia”.

Nos anos 1980, a Pepsi desferiu o golpe baixo perfeito: o Desafio Pepsi. Em testes cegos, consumidores preferiram seu sabor. A Coca, em pânico, lançou a New Coke — um fiasco. A Pepsi riu por último, patrocinou Michael Jackson e abraçou a cultura pop como ninguém.

Hoje, a PepsiCo é um império: das batatas da Elma Chips ao Gatorade, controla 23 marcas que faturam US$ 1 bi cada.
Moral da história? Se ainda é a “segunda opção”, assim seja: afinal, como diria Khrushchev, “o segundo lugar às vezes tem um gosto mais doce”.

– A Comissão de R$ 7,7 milhões para contratar Ancelotti não é cara?

Eu sei que a CBF tem muito dinheiro, mas… no mundo dos negócios, há comissões para tudo: para “apresentar” jogador a clube, para iniciar conversa (ou para terminar conversa), e por aí vai.

Não é muito pagar 7,7 mi de reais para de comissão para a contratação de Ancelotti?

Abaixo, extraído de: https://www.espn.com.br/futebol/selecao-brasileira/artigo/_/id/15239120/comissao-contrato-por-que-advogado-brasileiro-nao-sai-do-lado-ancelotti

CONTRATO DE 7,7 MI: POR QUE ADVOGADO BRASILEIRO NÃO SAI DO LADO DE ANCELOTTI?

Por Pedro Ivo Almeida

Desde que o técnico Carlo Ancelotti embarcou da Europa rumo ao Brasil, no último domingo (25), uma pessoa não para de aparecer ao seu lado em fotos e vídeos: o empresário Diego Fernandes.

Vestindo uma camisa retrô da Seleção Brasileira, o agente viu sua imagem circular por todo o mundo, já que ele não saiu do lado do treinador nos últimos dias.

Segundo apurou a ESPN, Fernandes tem trânsito nos bastidores da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) desde 2022, quando iniciou relacionamento com o então presidente Ednaldo Rodrigues.

Em 2025, quando Ednaldo optou por retomar as negociações iniciadas com Ancelotti em 2023, o dirigente precisava de um representante na Europa e selecionou o empresário para intermediar as conversas.

Ao longo dos meses, Fernandes foi decisivo para a CBF fechar a contratação de Carletto, o que rendeu ao agente uma comissão de 1,2 milhão de euros (R$ 7,683 milhões) em contrato.

A ESPN ainda apurou que não é por acaso também que o agente vem aparecendo seguidamente em várias fotos ao lado do novo comandante da seleção.

De acordo com fontes, Diego Fernandes contratou agências de comunicação na Europa e no Brasil para explorar sua imagem a partir da negociação com Carlo Ancelotti.

As empresas trabalharam na divulgação de fotos nos momentos de anúncio, embarque para o Brasil e desembarque no Rio de Janeiro, com tudo combinado no contrato de intermediação.

O empresário, aliás, fez constar nos documentos que a CBF sempre o citaria como intermediário e representante oficial nas conversas, e também que ele teria autorização para explorar o caso e tornar pública cada imagem ao lado de Ancelotti nos momentos chaves da negociação.

Uma curiosidade é que a Confederação, em sua nota oficial do anúncio de Ancelotti como novo treinador da seleção, não colocou o nome de Fernandes. Horas depois, a matéria foi atualizada, desta vez com uma mensagem de agradecimento ao agente.

Outro fato curioso é que o próprio Diego bancou o aluguel do avião que transportou Carletto ao Brasil, ao custo de mais de R$ 1 milhão. Por contrato, a CBF reembolsará o montante.

A ESPN apurou que o excesso de exposição do empresário causou desconforto na atual gestão da CBF, agora presidida por Samir Xaud.

A alta cúpula da Confederação, porém, entende que não há o que fazer, já que tudo está amarrado no contrato redigido ainda quando Ednaldo Rodrigues estava no comando.

Fontes da reportagem ainda salientam que, apesar do sucesso na “operação Ancelotti”, a CBF não tem intenção de seguir trabalhando com Diego Fernandes no futuro.

Perguntado sobre a exposição excessiva no caso, Diego Fernandes disse, durante a apresentação de Ancelotti na última segunda (26), que quer aproveitar sua imagem pública agora para ajudar causas sociais, ambientais e “na filantropia”.

– Gestão de Programas de Responsabilidade Empresarial: Valor Estratégico para Empresas Familiares.

Para empresas familiares, cuja identidade está frequentemente entrelaçada com valores e legados transmitidos por gerações, a gestão eficaz de …

Continua em: Gestão de Programas de Responsabilidade Empresarial: Valor Estratégico para Empresas Familiares