– Eco-empreendedor de Sucesso

No último final de ano, a Revista Veja publicou um suplemento especial sobre SUSTENTABILIDADE. E me chamou a atenção à história de sucesso de um “empreendedor-verde” de sucesso, o vietnamita foragido de guerra e radicado numa favela brasileira, Thái Quang Nghiã.

Sabem quem é ele? Fundador da fabricante de sandálias Goóc!

Olha que história bacana (pg 40, 22/12/2010)

DE NÁUFRAGO A MILIONÁRIO DA RECICLAGEM

Quando o vietnamita Thái Quang Nghiã chegou ao Brasil, em fevereiro de 1979, não entendia nem falava uma única palavra em português. Meses antes, ele fora resgatado em alto-mar no Sudeste Asiático por um navio da Petrobras. Thái decidiu fugir de sua terra natal para escapar da perseguição do governo comunista. “Falei mal do regime e fui parar no campo de concentração”, diz. Com o exílio concedido pelo Brasil, o vietnamita abrigou-se em uma favela no Rio de Janeiro. Ele partiu logo depois para São Paulo, onde viveu de pequenos bicos em várias empresas. Sua vida mudou quando recebeu algumas máquinas de costura como garantia de um empréstimo que não fora pago por uma colega de trabalho. Thái passou a fabricar bolsas. O negócio cresceu de tal forma que ele teve a ideia de produzir calçados a partir de pneus, semelhantes aos que eram usados pelos combatentes na Guerra do Vietnã. Thái fundou a Goóc, que produz 300 milhões de pares de sandália por ano usando 800000 quilos de pneus velhos, principalmente de caminhões. Em 2009, o faturamento da companhia foi de 30 milhões de reais.

– União da Sadia e Perdigão terá que se Desfazer da Doriana

A Seara (grupo Marfrig) será a dona de diversas marcas antes pertencentes à Sadia e Perdigão. Com a fusão das empresas criando a BR Foods, Sadia e Perdigão foram obrigadas pelo CADE a se desfazerem de marcas importantes, a fim de evitar a concorrência nociva. Assim, as marcas Doriana, Rezende, Wilson, Texas, Tekitos, Patitas, Fiesta, entre outras tantas, saíram do grupo. O novo proprietário é o principal concorrente: a Seara.

Portanto: nesse Natal, você não vai mais comer “Fiesta da Sadia”, mas “Fiesta da Seara”.

Abaixo, extraído de: http://www.radiorural.com.br/noticias.php?nId=leitura&idnot=13231

MARFRIG FICARÁ COM PARTE DA BR FOODS

A Brasil Foods fechou acordo com a Marfrig, dona da marca Seara, para ceder à empresa os ativos de que teria que se desfazer por determinação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para concluir a fusão entre Sadia e Perdigão. 

Segundo fato relevante divulgado nesta quinta-feira pela empresa, haverá permuta entre marcas e instalações das duas companhias.

Para aprovar a fusão entre Sadia e Perdigão, o Cade obrigou a Brasil Foods a vender, a um só grupo, 10 fábricas, 4 abatedouros, 12 granjas, 4 fábricas da ração, 2 incubatórios de aves e 8 centros de distribuição.

Além disso, também passarão para a Marfrig as marcas Rezende, Wilson, Texas, Tekitos, Patitas, Fiesta, Escolha Saudável, Light Ellegance, Freski, Confiança, Doriana e Delicata.

Em troca do que será cedido pela BRFoods, a Marfrig cederá parte dos ativos da marca Paty na Argentina, líder no mercado de hambúrguer no país, as marcas das linhas de processados Paty, Barny e Estancia Sur, granjas de suínos e propriedade rural no Mato Grosso, operações comerciais da Paty no Uruguai e no Chile, além de pagar R$ 200 milhões adicionais.

O acordo está sujeito à aprovação do Cade. A Folha apurou que as duas empresas vão se reunir com o conselho nesta tarde para discutir o acordo.

No comunicado, a companhia afirma que “as administrações da BRF e da Marfrig entendem que os ativos permutados têm valores equivalentes.” 

“A BRF, a Sadia e a Marfrig discutirão, de boa fé, a forma e o conjunto de atos a serem praticados, a fim de definir a melhor estrutura para a implementação da transação prevista no documento”, diz o texto. (Folhaonline.com.br)

– O Morto em Frente ao Hospital Particular: falta de solidariedade ou capitalismo ao extremo?

Ontem, um caso grave em Jundiaí: um senhor sofreu ataque cardíaco em frente ao Hospital Pitangueiras. Imediatamente, pessoas que estavam na calçada tentaram socorrê-lo, já que estava na porta do hospital. Nenhum médico quis atendê-lo. Coincidentemente, um bombeiro que passava no local tentou ajudá-lo, solicitando novamente por um médico. Nada. A alegação é que a obrigação era do SAMU (serviço público), já que ali é um hospital particular.

Populares chamaram a polícia, e o resultado final: o infartado acabou morrendo e dois médicos foram presos. Mas já estão soltos… pagaram fiança de R$ 1.000,00 cada.

E aí? Um Hospital Particular teria a obrigação de atender um transeunte que sofra um infarto na sua porta, ou, o que vale, é o talão de cheques disponível para pagar a conta?

Sinceramente, faltou humanidade nesse caso…

Extraído do Bom Dia Jundiaí: http://www.redebomdia.com.br/noticia/detalhe/6786/Idoso+morre+e+medicos+sao+detidos+em+Jundiai

IDOSO MORRE E MÉDICOS SÃO DETIDOS

Por Marcelo Utida

Polícia Civil caracteriza omissão de socorro a uma vítima que teve mal súbito a 50 metros do hospital

O aposentado Edgar José da Rocha, 72 anos, morreu nesta quinta-feira (8) por parada cardiorrespiratória a cerca de  50 metros do Hospital Pitangueiras, no Vianelo. O delegado do 6º Distrito Policial, Carlos Alberto Abrantes, caracterizou o caso como omissão de socorro por parte da equipe médica e indiciou dois médicos  por homicídio culposo (sem intenção de matar).

Eles foram para a delegacia no carro da polícia e só acabaram liberados após o pagamento de fiança de R$ 1 mil cada. O hospital nega ter havido omissão de socorro. A polícia não revelou o nome dos médicos.

O aposentado, que morava na Vila Progresso, começou a passar mal por volta das 8h, quando caminhava em frente a um estacionamento ao lado do hospital, na avenida Pitangueiras. Com o mal súbito, ele teve uma queda e bateu a cabeça no chão, onde se formou uma poça de sangue.

A atendente Moniele Aparecida Polini Lidiani, 25, foi uma das primeiras a ver o  homem caído. Segunda ela, “neste momento, o aposentado ainda apresentava sinais de vida”. O primeiro pedido de socorro, segundo  contou,  foi feito a um segurança do hospital. “Ele negou qualquer ajuda”, disse. O fato teria gerado   indignação nas pessoas que estavam ali.

O  Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e a Polícia Militar foram acionados, no mesmo instante em que passava pela avenida o soldado Cassaniga, do 19º Grupamento de Bombeiros, que fez os primeiros-socorros.  Ele também tentou ajuda do hospital, mas sucesso. Depois, disse: “Se a vítima fosse atendida logo que começou a passar mal, poderia ter uma chance a mais”. 

O  Samu chegou cerca de dez minutos depois. Os  socorristas obrigaram o hospital a abrir as portas, mas  o aposentado deu entrada já morto.  

Família /Um filho da vítima, Edgar Luis Rocha, 30, informou que o pai tinha boa saúde e gostava de caminhar de manhã. O aposentado deixou mulher e dois filhos. Ele assegurou  que vai abrir um processo contra o hospital.

CRM irá abrir sindicância

O CRM (Conselho Regional de Medicina) informou que abrirá uma sindicância para apurar a possível omissão de socorro por parte dos médicos  ao aposentado Edgar José Rocha. A investigação vai correr
sob sigilo.

30 Minutos foi o tempo de espera até a  entrada no hospital

OAB se manifesta em nota

A Comissão de Direito Médico da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) enviou uma nota informando que juridicamente o profissional médico tem a obrigação de zelar pela saúde de todo o ser humano. “No entanto, deve ser pesado a possibilidade de fazê-lo, levando em conta o Código de Ética Médica”.

Lembre-se:
Código de Ética Médica_ É vedado ao médico deixar de atender paciente que procure seus cuidados profissionais em caso de urgência, quando não haja outro médico ou serviço médico em condições de fazê-lo.

Hospital contesta indiciamento de médicos

Os dois médicos  indiciados pela Polícia Civil por homicídio culposo foram liberados nesta quinta após pagarem as fianças. Eles ficaram  cerca de quatro horas no 6º DP.

O advogado Glauco Ramos informou que o hospital irá recorrer. “O delegado tomou uma decisão precipitada, pois ainda não ouviu as testemunhas do hospital”, disse.

O caso ainda envolveu um técnico em enfermagem, o superior de enfermagem e um funcionário da segurança, terceirizada pela empresa WCA Brasil, que também foram levados pela polícia. Mas, para o delegado, estas pessoas não foram responsáveis pelo delito e responderão posteriormente.

Por meio de sua assessoria, o Hospital Pitangueiras também se pronunciou contrário à decisão, que  disse ter sido arbitrária por parte do delegado Carlos Alberto Abrantes. “Não é obrigação do hospital atender pacientes na rua, mas sim indicar o Samu que é responsável pelo procedimento legal. Isto não é omissão de socorro”, informa a assessoria.

O hospital confirmou que os dois médicos indiciados ontem vão permanecer em suas funções.

Trechos da decisão policial

“À vista das provas testemunhais e da falta do laudo de exame necroscópio, em termos jurídicos, entendo que se trata aqui de homicídio culposo tipificado no Código Penal perpetrado pelos médicos que tomaram conhecimento pessoal pelo técnico de enfermagem do mal súbito da vítima ocorrido nas cercanias do hospital, dotado de plena capacidade para realizar o atendimento de urgência e emergência. Há entendimento doutrinário e jurisprudencial nesse sentido, sobretudo pois o médico tem o dever legal e ético de atuar para evitar o resultado letal. (…) Crime instantâneo, consumado está no momento da omissão. Crime afiançável na fase inquisitória de persecução criminal a mesma foi arbitrada o valor de R$ 1 mil a cada autuado.”

– Brahma veio de Bramah?

Certa vez, houve um debate sobre a origem do nome Brahma, da cervejaria que virou Ambev e popularizou a marca brasileira mundo afora. Seria uma homenagem ao deus hindu Brama? Teria alguma outra origem? Na época, a própria empresa deixou no ar, claro, a fim de criar a polêmica e divulgar a marca ainda mais.

Leio agora na Superinteressante de Dezembro/2011, pg 28, por Fábio Morton (Conexões), que a marca é uma homenagem ao inventor da máquina de chope, o inglês Joseph Bramah.

Em 1888, o suíço Villiger vendia cerveja artesanal em barril com torneira, do mesmo tipo da máquina de chope criada por Bramah. Assim, houve a associação do seu nome à marca.

Cá entre nós: você se lembraria disso na hora de degustar um choppinho gelado?

– O Cofre da Coca-Cola com o seu Maior Segredo será Exposto

Todos já ouviram falar da fórmula secreta da Coca-Cola. Pois bem: comemorando os 125 anos da empresa, a fórmula escrita (diz-se que hoje ela é transmitida oralmente, para não vazar) está sendo mostrada ao público. Depois de 86 anos trancafiado num banco, o cofre com a fórmula saiu para ver o sol!

Extraído de Exame (citação em: http://is.gd/BFxkQV)

FÓRMULA SECRETA DA COCA-COLA VOLTA PARA CASA APÓS 86 ANOS

Cofre com a “receita” do refrigerante mais famoso do mundo é transferido para a sede da Coca-Cola

A fórmula secreta da Coca-Cola é algo compartilhado por poucos dentro da companhia, e uma das maiores curiosidades do mundo dos negócios. Agora, os consumidores poderão chegar um pouco mais perto dela. Para ser exato: do cofre que a guarda.

Como parte das comemorações pelos 125 anos da empresa, a Coca-Cola transferiu, nesta quinta-feira, o cofre contendo seu maior segredo do SunTrust Bank, no centro de Atlanta, para a sede da companhia, na mesma cidade. É a primeira vez que o cofre vê a luz do dia em 86 anos.

Agora, a caixa blindada ficará à mostra na sede da Coca-Cola, em uma exposição permanente batizada de “O cofre secreto da fórmula”, também inaugurada hoje. “Com isso, vamos celebrar a rica história do começo da marca”, afirmou Muhtar Kent, presidente do conselho de administração da Coca-Cola e seu executivo-chefe.

A “receita” da Coca-Cola foi inventada em 1886 por John S. Pemberton. Desde então, ela é conhecida apenas por um grupo restrito de pessoas, e nunca transmitida por escrito. A fórmula no cofre que será exposto foi escrita em 1919, quando Ernest Woodruff e um grupo de investidores comprou a companhia.

Para financiar a aquisição, Woodruff ofereceu, como garantia, a fórmula escrita da Coca-Cola. O documento foi guardado em um cofre no Guaranty Bank, em Nova York, até que o empréstimo fosse quitado, em 1925. Depois, Woodruff resgatou a fórmula e a guardou no antigo Trust Company Bank – de onde só saiu hoje.

Muhtar Kent, da Coca-Cola

– Cuidados de um Posto de Combustíveis: evento CEREST / VISAT

Estive nesta manhã num evento promovido pelo Centro Regional em Saúde do Trabalhador (CEREST – Jundiaí, uma subdivisão do SUS para os municípios de Jundiaí, Várzea Paulista, Itatiba, Campo Limpo Paulista, Cabreúva, Louveira, Itupeva, Jarinú e Morungaba), em parceria com a Vigilância Sanitária do Trabalhador, sobre “Boas Práticas de Revenda de Combustíveis a Varejo”

Muito se falou no encontro sobre cuidados com a saúde do trabalhador, além de práticas ideais dos consumidores e proprietários dos Postos de Combustíveis. A grande preocupação se fez quanto a contaminação do Benzeno por parte dos frentistas e clientes, já que a gasolina contém 1% de sua formulação com tal elemento químico (1,5% para gasolina premium) e o mesmo é cancerígeno.

Segundo a pesquisadora Maria de Fátima Barrozo da Costa, da FIOCRUZ, as emissões de Benzeno correspondem, no Brasil, em 1% originadas pelo cigarro, contra 83% de motores a gasolina!

A grande preocupação se deve ao seguinte dado: a exposição a 1 ppm de benzeno durante 40 anos (uma porção por milhão), 13 pessoas a cada 1.000 desenvolveriam leucemia.

Outras preocupações debatidas: os clientes que praticam a poluição sonora, onde o excesso de ruído prejudica a saúde do frentista. Ou ainda, o uso de celular próximo aos locais que contém combustíveis.

Falou-se também sobre o “Projeto Posto de Revenda de Combustível e Revenda a Varejo (PRCV)”, sobre práticas e metas para a redução de emissores poluentes químicos.

Ainda, tivemos a palestra com o Dr Raimundo Simão de Melo, procurador regional do trabalho, sobre Responsabilidade Civil e Criminal na promoção e prevenção à saúde dos trabalhadores.

Por fim, houve a apresentação do “Projeto de Saúde do Trabalhador de PRCV de Jundiaí”, por parte do engenheiro Celso Augusto de Souza.

Ótima iniciativa. Espera-se, evidentemente, que todos cumpram as recomendações de prevenção à saúde discutidas nessa manhã.

Abaixo, dicas de Cuidados para Consumidores, Frentistas, e Donos de Postos de Combustível.

CUIDADOS DOS CONSUMIDORES

– Não fume, nem use celular na área do posto;

– cuidado ao acessar a área do posto, diminua a velocidade de seu veículo;

– não permaneça na área do posto sem necessidade, pois a área oferece risco de explosão e contaminação;

– evite participar de aglomerações na área do posto.

CUIDADOS DOS FRENTISTAS

– Evite sujar suas mãos de gasolina, óleo diesel e outros derivados de petróleo;

– mude de roupa imediatamente se sujá-la com qualquer tipo de combustível ou inflamável e outros derivados de petróleo.

– não cheire gasolina, álcool ou outro produto do petróleo;

– não aproxime o rosto do tanque do veículo ao abastecê-lo para evitar respirar os vapores do combustível;

– não use flanela, estopas ou paninho para se limpar;

– se tiver que lavar a roupa de trabalho em casa, não as misture com as demais roupas, lave-as separadamente;

– jamais retire combustível de um tanque ou outro recipiente aspirando o líquido com a boca. Use bomba de sucção adequada.

CUIDADOS DOS PROPRIETÁRIOS

– Crie barreiras para reduzir a velocidade dos veículos ao adentrar na área do posto, para evitar atropelamentos;

– faça manutenção nos tanques, mangueiras e bicos, corrigindo possíveis vazamentos;

– evite aglomeração de pessoas na área de abastecimento de veículos, principalmente se possuir loja de conveniência;

– não permita que terceiros liguem o som alto em seu estabelecimento, pois isto prejudica o seu funcionário.

– Sílvio Santos: o Garoto Devassa

Depois da surpreendente Sandy, da socialyte e extravagante Paris Hilton, a Cerveja Devassa quer para o Carnaval Sílvio Santos como garoto propaganda da sua marca!

Nunca vi Sílvio Santos fazendo publicidade de produtos que não fossem da sua empresa. Duvido que aceite, mas que a idéia é genial, não há dúvida.

Assim como a Devassa fez uma auê grande com a comportadíssima Sandy e a depravada Paris, Sílvio seria algo novo e impactante.

E aí, o que você pensa da idéia? Deixe seu comentário.

– Jundiaí em Domingo Infernal!

Tente circular no centro da cidade de Jundiaí nestes dias de compras natalinas. Ontem, domingo, boa parte do comércio estava aberto. E transitar por lá é uma verdadeira aventura! Virou terra sem lei.

Dias atrás, durante a Missa das 11h15m na Catedral, os agentes de trânsito da Prefeitura multavam os carros estacionados vizinhos a um ponto de táxi, próximo à Igreja. Porém, o local não atrapalha o trânsito e nem os taxistas no horário do almoço, e, verdade seja dita, poucos sabem que ali é proibido estacionar.

Ontem, os agentes estavam no Centro?

Neca. Vagas de deficientes e de idosos eram ocupadas por consumidores vorazes. Uma pena! Desrespeito total. Aliás, deveria se alinhar a questão do comércio nesse período: ou abre todo mundo, ou não abre ninguém. Ou se programa estrutura para movimento alto, ou não se promove o incentivo às compras dominicais.

Aqui, abaixo, o estacionamento NÃO É A 45o, mas parece que ninguém se importa… e olha a placa reservada para deficiente! Veja:

 

– A Kodak tem Prejuízos há 4 anos! E a Culpa é de quem?

Um ícone americano, a Kodac, tão tradicional em câmeras e filmes fotográficos, está em grande crise. E o que fazer?

Extraído da Exame (http://is.gd/MYcA9H)

A KODAK ESTÁ MUITO MAL NA FOTO

Os números apresentados na mais recente conferência para os investidores da Kodak, no início de novembro, não chegaram a surpreender. No terceiro trimestre, a companhia registrou prejuízo de 222 milhões de dólares e queda no faturamento nos primeiros nove meses do ano de 17% em relação ao mesmo período de 2010.

A agonia enfrentada por uma das empresas mais tradicionais dos Estados Unidos já se arrasta há mais de uma década. Desde o fim dos anos 90, a Kodak vem encolhendo e sangrando.

No ano passado, as perdas chegaram a 687 milhões de dólares e, de acordo com as previsões de mercado, neste ano a empresa, que não ganha dinheiro desde 2007, deve fechar com mais prejuízos de cerca de 420 milhões de dólares. 

Em seu pronunciamento na última divulgação de resultados, o presidente mundial da Kodak, o espanhol Antonio Pérez, abriu o jogo — embora isso fosse desnecessário: a situação é dramática.

A companhia precisa levantar recursos urgentemente para continuar a operar em 2012 e isso vai depender do sucesso da venda de cerca de 1 100 patentes depositadas nos Estados Unidos e relacionadas à tecnologia de imagens digitais. Incapaz de explorar as inovações que desenvolveu, a Kodak decidiu abrir mão delas.

As patentes, que poderiam interessar a empresas como Apple, Microsoft, além de fabricantes de equipamentos fotográficos e software, são avaliadas pelo mercado em pouco mais de 2 bilhões de dólares — quantia suficiente para manter a Kodak viva mais alguns anos.

Em outubro, a Imax, empresa especializada na exibição de filmes 3D, anunciou ter assinado um acordo para usar tecnologias para cinema digital desenvolvidas pela Kodak — o valor não foi divulgado. A expectativa é que a Imax consiga, já em 2013, aumentar a qualidade e a nitidez da imagem nas supertelas, com pretos mais intensos, cores mais vibrantes e contrastes mais definidos. 

Intensificar esse tipo de acordo é a única opção com que a Kodak conta no momento para refazer seu caixa. “Sou obrigado a informá-los sobre a situação, que pode parecer alarmante, mas quero ressaltar que estamos muito confiantes e otimistas sobre o sucesso da construção da nova Kodak”, disse Pérez durante a conferência.

– Os Dois Lados de um Recall…

Uma velha mas atual discussão: Recall de Veículos.

Cada vez mais, temos empresas convocando seus proprietários a fim de corrigir problemas nos seus carros.

Existem duas correntes/hipóteses:

1- A indústria automobilística estaria produzindo com mais erros, fruto da necessidade se vender mais a custos menores?

Talvez. Mas leve em conta a quantidade de novas marcas e de carros fabricados.

2 – A indústria está cada vez mais preocupada em manter a boa qualidade, que ao mínino defeito, se prontifica a fazer os reparos?

Talvez também. Provavelmente, antes, inúmeros defeitos eram deixados de lado. Com a tecnologia de hoje, provavelmente em outros tempos inúmero chamados para recalls aconteceriam, já que erros não eram perceptíveis.

E você, o que pensa sobre os recalls de veículos? Deixe seu comentário:

– Chrome, do Google, desbanca o Internet Explorer, da Microsoft

E o Google conseguiu uma expressiva marca: com o navegador Chrome, desbancou o Internet Explorer (da Microsoft) no Brasil e deixou o FireFox (da Mozilla) para trás. A briga está em: 39,81% para o Chrome, 34,43% para o Internet Explorer e 23,83% para o FireFox. Outros: o Safari (Apple) está em 1,9% e o Opera com 0,5%.

Porém, hoje, o Internet Explorer ainda lidera no mundo com cerca de 40%, contra 25% do Chrome.

Há 5 anos, uma notícia como essa é inimaginável…

Extraído de OESP, pg E4, Ed 02/12/2011

NAVEGADOR CHROME, DO GOOGLE, ASSUME A LIDERANÇA NO BRASIL

Por Filipe Serrano

O browser do Google, o Chrome, tornou-se o programa mais usado para navegar na internet no Brasil no mês passado, desbancando o longo reinado do Internet Explorer, da Microsoft, de acordo com os dados da empresa de análise de dados StatCounter. A companhia também divulgou ontem que, mundialmente, o Chrome se tornou o segundo browser mais usado, ultrapassando o Firefox pela primeira vez.

Em novembro, o Chrome foi usado em 39,81% dos acessos registrados pela StatCounter no Brasil, enquanto o Internet Explorer foi escolhido por 34,43% dos internautas brasileiros – a estatística leva em consideração todas as versões disponíveis do navegador.

O Firefox, da fundação Mozilla, teve uma pequena recuperação na queda de uso que vinha sofrendo no Brasil desde fevereiro de 2010, quando conseguiu somar 34,7% do mercado nacional. Em novembro, o programa foi usado em 23,83% dos acessos, de acordo com a StatCounter, o que representa um aumento de quase 1 ponto porcentual em relação ao mês anterior.

A comparação dos resultados de novembro com os dados do mesmo mês do ano passado mostra que o Internet Explorer teve uma queda de 23,3% em 12 meses, enquanto o Chrome teve um aumento de 48,7%. O Firefox, que antes disputava a vice-liderança com o navegador do Google, teve uma queda menor, porém contínua, embora mostre uma leve recuperação no último mês. O Safari, da Apple, teve participação de 1,9% em novembro, enquanto o Opera somou fatia de 0,5%.

Desde que foi lançado, em setembro de 2008, o Chrome teve um rápido crescimento no Brasil. No mesmo período, o uso do Internet Explorer entre os internautas brasileiros caiu para menos da metade. O programa tinha 71,28% da preferência dos usuários em outubro de 2008; hoje, sua fatia foi reduzida para 34,43% do mercado.

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A chegada do Chrome à primeira posição no Brasil coincide com uma recente campanha de televisão que o Google fez para promover o seu navegador, veiculada na TV aberta desde setembro. Nesse período, o Chrome ganhou quase 10 pontos porcentuais de participação no País.

Não é a primeira vez que o Chrome se torna o navegador mais popular de um país. Além do Brasil, ele é o mais usado em outras 28 nações, entre as 228 analisados pelo StatCounter.

Na América do Sul, o navegador da empresa de buscas lidera na Argentina, Paraguai, Uruguai, Colômbia e Chile. O Chrome também é o mais popular em países asiáticos como Índia e Paquistão. O primeiro país em que o programa conquistou a primeira posição no mercado foi a Albânia, em setembro de 2010.

Mundo
Entre as regiões analisadas pelo StatCounter (África, América do Norte, América do Sul, Antártica, Ásia, Europa, Oceania), a América do Sul é a única em que o Chrome é o navegador mais usado.

Na soma de todas as regiões, o Chrome é o segundo navegador mais popular, atrás do Internet Explorer, mas já um pouco acima do Firefox. O navegador da Microsoft segue líder, com seus 40,6%, mas com uma queda acentuada em relação aos 48,1% de um ano atrás. O Chrome praticamente dobrou sua fatia, passando de 13,3%, em 2010, para os atuais 25,7%.

O Firefox perdeu menos terreno que o Internet Explorer, mas mesmo assim saiu de 31,1% para 25,2%, na mesma base de comparação. Os “lanternas” do mercado de buscas são o Safari, com 5,9% de participação, e o Opera, com 1,8%. / COLABOROU MURILO RONCOLATO

– Universidade do Hambúrguer é cada vez mais Sucesso!

As universidades corporativas fazem sucesso em muitos lugares. A iniciativa da Rede McDonald’s com a Universidade do Hambúrguer tem sido interessante e, em destaque, se destacam os campi de Brasil e China.

Você sabia que é 3 vezes mais difícil entrar para a Universidade do McDonald’s brasileira do que no curso de Medicina da USP?

Extraído da Revista Superinteressante, Maio /2011, pg 26.

A UNIVERSIDADE DO HAMBÚRGUER

McDonald’s abre sua própria escola na China – e detona corrida às vagas

USP? PUC? Unicamp? Que tal um diploma… (continua em: http://is.gd/uIRCnd)

– A Concordata da American Airlines

A gigante da aviação American Airlines pediu concordata ontem. Assim, todas as grandes americanas (United, Continental, Delta) terão o histórico da grave dificuldade em pagar suas contas. Sem contar as históricas tradicionais que faliram: PanAm e TWA.

Não sobrou uma empresa aérea em boa situação nos EUA! Enquanto isso, Gol, Azul e TAM sorriem no Brasil, principalmente nos vôos domésticos.

As ações da empresa despencaram em 80%. A dívida? Cerca de US$ 30 bilhões…

– Custo de Produtos Oficiais F1

Sou totalmente contra a Pirataria. Mas certas coisas me fazem entender o porquê de muitos não darem tanta importância.

Hoje é dia de Grand Prix Brasil de Fórmula 1. Preço de uma camiseta de passeio da equipe Lotus Renault (a equipe do Bruno Senna)?

Cerca de R$ 300,00.

Muita coisa…

– Globalização do Futebol: Arsenal joga com atletas de 14 países diferentes.

Há 3 anos, o Arsenal, grande time inglês, entrou em campo com 11 atletas estrangeiros, escalados pelo seu treinador francês, Arséne Wenger, e quebrou um recorde: foi a primeira equipe da história da Premier League a atuar sem nenhum jogador nascido na Inglaterra.

Na Itália, por volta de 2 anos, a Internazionale de Milão pela primeira vez jogou sem nenhum atleta italiano entre os titulares.

Hoje, o próprio Arsenal quebrou um recorde mais impressionante: contou com os 11 titulares e 3 jogadores substitutos que entraram em campo contra o Fulham, nascidos em 14 países diferentes!

Foram eles:

Wojciech Szczesny – Polônia
Per Mertesacker – Alemanha
Thomas Vermaelen – Bélgica
Johan Djourou – Suíça
André Santos – Brasil
Mikel Arteta – Espanha
Alexander Song – Camarões
Theo Walcott – Inglaterra
Aaron Ramsey – País de Gales
Andrey Arshavin – Rússia
Robin Van Persie – Holanda
Abou Diaby – França
Marouane Chamakh – Marrocos
Gervinho – Costa do Marfim

A globalização chegou para ficar. Mas não é estranho que um time de futebol possua em campo 14 nacionalidades diferentes (e 1 só do seu próprio país)?

E você, o que acha disso? Deixe seu comentário:

– Os Brasileiros Fiéis ao iPhone

O aparelho famoso da Apple realmente é benquisto no país. Cerca de 84% dos proprietários de iPhone não pretendem trocar de aparelho, a não ser que seja por um outro do mesmo modelo da empresa, numa versão atualizada, segundo o Estadão de hoje (http://is.gd/yZ28ha).

A empresa revolucionou os aparelhos de celular e a vida de muitos, verdadeiramente.

Não acredita? É porque talvez você não tenha um iPhone…

Vira um vício! É um computador de mão – ou até melhor.

E você que tem iPhone? Concorda com a pesquisa ou não? Deixe seu comentário:

– Supermercado Brasileiro Copiará Estratégia Comercial do “Black Friday” dos EUA

O Grupo Pão de Açúcar usará o Extra Hipermercados para realizar uma ação comercial das mais bem sucedidas nos EUA: a sexta-feira preta!

A estratégia é a seguinte: na última sexta-feira de Novembro, promove-se uma mega-liquidação para conseguir os consumidores que querem se antecipar às compras de final de ano, antes de se endividarem no Natal. Tal promoção costuma ser tradicional na terra do tio Sam e um marco no comércio americano.

A idéia vai pegar? Segundo especialistas, o Extra fará isso pois tinha informações de que a rede americana Walmart poderia promover tal ação.

Extraído de Ig Empresas (Clique aqui para a citação)

EXTRA LANÇA ‘BLACK FRIDAY’

Rede de hipermercados Extra antecipa-se ao rival Walmart e é a primeira a realizar megaliquidação em lojas físicas no Brasil

Por Cláudia Facchini

A ‘Black Friday’, sexta-feira preta em inglês, tradicional megaliquidação realizada pelos varejistas nos Estados Unidos sempre na última sexta-feira de novembro, ganhou força no Brasil este ano. O hipermercado Extra, do grupo Pão de Açúcar, antecipou-se ao seu concorrente americano, o Walmart, e será a primeira grande rede de lojas físicas do País a aderir ao evento de marketing.

Com promessas de descontos de até 70%, a ‘Black Friday’ costuma levar uma multidão às lojas nos Estados Unidos, onde já houve até mesmo casos de morte por aglomeração.

Todas as lojas do Extra vão abrir na sexta-feira, dia 25 de novembro, às 4 horas da manhã e fecharão à meia noite. “A Black Friday deve se consolidar no Brasil nos próximos anos e queremos que os consumidores associem a marca Extra à liquidação”, afirmou Geraldo Monteiro, diretor de operações de São Paulo do Grupo Pão de Açúcar, que prevê um aumento de 70% nas vendas em relação a igual sexta-feira de 2010, quando a rede não realizou a promoção.

O objetivo da ‘Black Friday’ é antecipar as vendas de Natal e capturar o consumidor antes que ele gaste – e se endivide – com os concorrentes.

O Extra fará um forte investimento em mídia a partir de quarta-feira à noite, com comerciais de um minuto no horário nobre da televisão. Além disso, a rede dará condições agressivas de crédito, como o primeiro pagamento em fevereiro e a ampliação do limite nos cartões Extra, que pode chegar até a 100%.

– A Moda do Envelopamento de Veículos: a Plotagem dos Carros

Repararam quantos carros estão sendo ‘envelopados’ ou adesivados?

Confesso não ter uma opinião formada sobre o assunto e talvez esteja indo contra a Maré: eu não enveloparia meu carro.

Olha uma explicação sobre a técnica, prós, e contras:

Extraído de: http://carros.ig.com.br/servicos/pintura+metalica+da+lugar+ao+adesivo+fosco/3918.html

PINTURA METÁLICA DÁ LUGAR AO ADESIVO FOSCO

Acessível, envelopamento de veículos cresce no Brasil. Saiba como é feita a aplicação e quais são seus prós e contras

Por Jair Oliveira

Antes raros, os carros “envelopados”, que exibem uma espécie de pintura fosca, já estão virando uma visão comum nas ruas brasileiras. Relativamente barata, a técnica consiste em aplicar um adesivo na carroceria do veículo ou em parte dela.

Surgido nos Estados Unidos, o envelopamento – ou plotagem, como preferem os profissionais do meio – tinha o intuito de proteger a pintura original da lataria, mas acabou caindo nas graças dos amantes de personalização por oferecer um visual mais arrojado e descolado além de permitir mudanças de visual com mais facilidade do que a pintura tradicional. Em pouco tempo, a técnica se expandiu para outros mercados como o europeu e há aproximadamente dois anos chegou ao Brasil.

iG Carros foi conferir como funciona o serviço e quais suas vantagens. Segundo Paulo Surya, dono da empresa Preto Fosco, uma das mais conhecidas do setor, “houve uma crescente demanda por parte dos consumidores, que procuram o serviço mais por questão de design”. No começo eram envelopadas poucas unidades e o veículo mais comum era a picape L200, da Mitsubishi. Hoje são “encapados” em média 90 carros por mês nas quatro lojas da rede, sendo que os carros da marca Hyundai, sobretudo o hatch i30 e o novo Veloster, são os que mais aderem à moda.

Há pouco tempo começaram a surgir clientes que optaram por outras cores como o branco e também adesivos que imitam texturas como a fibra de carbono. Nesse caso, muitos donos preferem adesivar apenas o capô e o teto do veículo, por exemplo.

“No exterior, a tendência é envelopar o carro contrastando dois tons de adesivos, por exemplo, preto na parte superior e branco na inferior”, diz Marcelo Sousa, da empresa Plásticos Alko, primeira fornecedora brasileira de películas para plotagem. “Algumas montadoras no Brasil, inclusive, já nos procuraram pensando em disponibilizar esse acabamento em versões especiais de seus carros”, completa.

Demonstração in loco

O processo de aplicação é simples. Antes de tudo o carro tem que ser lavado com água e sabão neutro, depois a área que receberá o aplique precisa ser medida e o próximo passo é parecido com um encapamento de um caderno: coloca-se a película polimérica por cima do carro e um profissional usa uma espátula apropriada para aplicá-la aos poucos.

Após “esticar” o adesivo, usa-se um secador para fixá-lo na lataria. Uma aplicação completa pode levar de dois e quatro dias para ficar pronta e o valor pode variar entre R$ 800 a R$ 5 mil, dependendo do tipo de veículo.

Além disso, pudemos comprovar que a película realmente consegue evitar danos à pintura. Durante a demonstração da Preto Fosco, uma parte da estrutura do estande da empresa na feira X-Treme caiu sobre o capô do Pajero que estava sendo adesivado. A peça arranhou o adesivo, mas a lataria do veículo ficou intacta.

m dos temores comuns de quem pensa em aderir ao envelopamento é o risco de estragar a pintura após retirar o adesivo – que tem vida útil de dois anos. “Se a pintura for original de fábrica não há com que se preocupar”, garante Surya.

Já no caso do envelopamento parcial do carro, a história é outra. “Como a parte descoberta ficará exposta ao sol é normal que a pintura fique com um tom diferente”, explica Sousa.

Outra coisa importante é referente à qualidade dos adesivos. Segundo o diretor comercial da Alko, há no mercado algumas marcas de má qualidade que causam problemas na hora de remover a película ou que podem danificar a pintura. “Preferimos a marca Mactac, importada da Bélgica”, diz Vinícius Martins, funcionário da loja Status Envelopamento. A Preto Fosco também usa a Mactac e também o material produzido pela gigante 3M.

Nunca é demais lembrar que a aplicação de película deve obedecer a cor original do carro, caso contrário você poderá ser multado em R$ 127,69 além de perder cinco pontos na carteira de habilitação. Para quem pretende usar outra cor será necessário dar entrada no Detran de sua cidade para alterar o documento, desde que a aplicação cubra mais de 50% da carroceria.

– Combustíveis Alternativos

O Diesel de cana-de-açúcar, por incrível que pareça, já é uma realidade. Também o de girassol, soja ou mamona. Mas as novidades não param aí: em breve teremos diesel de café, gordura de crocodilo, frango, pinhão e… maconha!

Extraído da Revista Galileu, Ed 2441, pg 32.

COMPLETA DE CROCODILO, CHEFIA

Gordura do réptil vira alternativa barata de biodiesel

Por Ingrid Tavares

Em algumas cidades brasileiras, os ônibus movidos a diesel de cana já são uma realidade. Nos Estados Unidos, é possível que vejamos, daqui a algum tempo, o ônibus movido a diesel de crocodilo. É que a Universidade de Louisiana, estado onde é comum criar o bicho em cativeiro para comer, pesquisadores descobriram que 7 mil toneladas de gordura da carne do predador não são aproveitadas a cada ano. Foi assim que o grupo chefiado pelo engenheiro químico Rakesh Bajpai deu um fim mais nobre às sobras do jantar do que a lata de lixo: o tanque do carro.
Com solventes e um micro-ondas potente, o grupo extraiu 60% de lipídios de amostras congeladas para, então, transformar o resíduo em óleo essencial de ácido graxo, a base do biodiesel. O estudo afirma que a descoberta gordurosa evita o desperdício de alimentos, polêmica associada à soja brasileira, e nutre a demanda dos Estados Unidos em energia alternativa, além de ser uma opção mais barata para os combustíveis renováveis atuais. “A gordura do crocodilo pode render cerca de 1,25 milhão de galões de biocombustível, ao custo de US$ 3 cada”, diz Bajpai.

– Marcas São Extremamente Comerciais e sem Humanidade?

No Brasil, os clientes estão cada vez mais exigentes e reclamam da falta de humanização na lembrança das marcas.

Pesquisa revela que 45% dos entrevistados esperam que as marcas sejam amigas. Já 62% acreditam que falta honestidade por parte delas e 53% dos brasileiros não vêem nas marcas valores humanos que consideram importantes.

Caixa Econômica Federal, Havaianas e Apple em destaque pelos consumidores brasileiros!

Extraído de Portal Exame (citação em: http://is.gd/fsfYpt)

MARCAS PRECISAM SER MAIS HUMANAS, MAS NÃO SABEM COMO

Por Silvia de Sá com Reportagem de Bruno Mello

Pesquisa indica que 53% dos brasileiros não vêem nas marcas valores humanos que consideram importantes. O que está faltando?

 Rio de Janeiro – Sair do racional e entrar na direção emocional para ter envolvimento. É isso o que os consumidores esperam das marcas.

Pode parecer que ideias como essa não são mais tendência e sim um lugar comum na estratégia de marketing das empresas. Conceitos que falam de transparência no relacionamento entre marcas e consumitores já estão tão batidos no discurso do mercado, que podem parecer notícia velha.

Mas a verdade é que poucas companhias brasileiras entenderam a importância de observar o consumidor com novos olhos, diante de todas as mudanças que vêm sendo desenhadas nos últimos anos.

Por isso, se algo ainda não foi bem absorvido e executado por grande parte das empresas, podemos, sim, chamar de tendência. É o que diz Paulo Roberto Al Assal, diretor-geral da Voltage, empresa especializada em human insights.

Em entrevista, Assal cita o que ainda precisa ser bem executado no Brasil em termos de branding e marketing e traz o foco para as transformações no comportamento das pessoas.

Muito mais do que entender o consumidor, a Voltage busca compreender os indivíduos enquanto seres humanos. A partir deste conhecimento, a empresa contribui para projetos de novos produtos e conceitos, embalagens, comunicação e planejamento. Entre os clientes da agência estão macas como Unilever, Nivea, Leroy Merlin, Carrefour e Philips.

As transformações na era da informação

O acesso a muitas informações fez do consumidor mais exigente e deu a ele um poder que não é apenas um discurso, mas algo real.

As empresas precisam entender a importância do investimento em branding para humanizar as marcas e torná-las autênticas.

Casos recentes como o da Brastemp mostram que as companhias reconhecem as mudanças no mercado e no comportamento do consumidor, mas ainda não sabem agir de acordo com elas.

“Falamos de internet, mas não sabemos lidar com ela. Acho que houve um barulho excessivo no caso da Brastemp, que é uma marca de ótima reputação. Antes de se desesperar, a empresa deve ver se isso realmente chegou à massa e aos influenciadores e se manchou a reputação. Hoje as pessoas realmente acham que a Brastemp é uma marca ruim por causa da reclamação de um cliente, sendo que ela tem uma reputação de anos e anos? Obviamente, se fosse outra marca com uma imagem negativa, eu não estaria falando a mesma coisa”, ressalta Assal.

As transformações na dinâmica do mercado acabam forçando as marcas a irem além do que estavam acostumadas a fazer.

De acordo com a pesquisa Brand ID, conduzida pela Voltage, em parceria com a Bridge Research, e inspirada no estudo britânico Brand Personality, do The Future Laboratory, 45% dos entrevistados esperam que as marcas sejam amigas. Já 62% acreditam que falta honestidade por parte delas e 53% dos brasileiros não vêem nas marcas valores humanos que consideram importantes.

Transparência e presença

Essa percepção é resultado do desinteresse da maioria das empresas em manter um relacionamento próximo e sincero com os consumidores.

No mercado internacional, há dois cases que mostram o que pode ser feito neste sentido. Um é o da Domino’s Pizza, que assumiu publicamente, por meio de uma campanha, que reconhecia a falta de qualidade de seu produto. Apesar de arriscada, a iniciativa era uma tentativa da empresa de mostrar-se transparente.

Também nos Estados Unidos, a marca de cereal Trix aproveitou um post de uma internauta para se aproximar e gerar boca a boca virtual.

Depois de ler o tweet da garota que dizia que “morreria porque não tinha Trix em casa”, a empresa mandou um caminhão carregado de caixas do produto para a casa da consumidora.

No Brasil, a Coca-Cola fez uma ação semelhante, quando enviou bebidas para Marcus Lemos, que reclamava do calor no trabalho e deseja a bebida.

“O caso de Trix, por exemplo, é um exagero, mas mostra que a marca está monitorando e percebendo essa relação que é pautada por outros fatores que não apenas a parte comercial. As pessoas querem marcas engajadas, que tenham um propósito, e 90% das marcas brasileiras não têm isso na essência. Mesmo no mundo são poucas as que têm um propósito definido, como a Unilever, que é vitalidade, ou a Apple, que é usabilidade”, acredita o executivo.

Neutralidade sobre as marcas

Para atender as necessidades e os desejos deste novo consumidor, as empresas precisam ir além e fazer algo pela vida das pessoas. Por isso a necessidade de humanizar as marcas, o que só é possível quando o olhar é desviado do consumidor para o indivíduo.

Muito antes de pensar em produtos, todos estão preocupados com assuntos como qualidade de vida, saúde e família.

A pesquisa Brand ID indicou que 52% dos brasileiros disseram “sou neutro em relação às marcas. Elas não ajudam nem prejudicam minhas decisões no dia a dia”.

Pode parecer simples, mas uma afirmação como essa é capaz de destruir uma estratégia de marketing que coloque no centro do planejamento um produto ou serviço, antes de focar nos anseios e desejos destes consumidores.

“O que é mais importante, a saúde do seu filho, a sua casa própria ou uma marca? As pessoas têm outras prioridades. A Caixa Econômica Federal é uma marca tão bem vista pelo brasileiro porque o maior sonho dele é a casa própria. E é ela quem fala ‘vem comigo que eu vou te dar a casa própria’. As pessoas esperam das marcas as mesmas coisas que esperam de um amigo. Não ache que a sua marca está regendo as pessoas”, diz Assal.

Geração Y e o consumo

Este cenário torna-se ainda mais complexo com o aumento do potencial de consumo da geração Y.

Ansioso por natureza, este grupo é insaciável. Por isso, mais do que pensar em um produto, as companhias devem prestar atenção nestes consumidores.

Se eles são capazes de trocar de emprego com frequência, imagina o impacto que isso tem na escolha de produtos e serviços?

“A geração Y espera autenticidade das marcas, o que não é fácil. Ou se é autêntico ou não é. Também desejam cumplicidade, mas são muito móveis. Esperam que a marca esteja com eles ao longo do dia, que os acompanhe. Este é um desafio para as empresas nunca antes visto. Mas também é uma grande oportunidade”, declara o diretor-geral da Voltage.

Ao perguntar sobre a marca mais amada, o levantamento Brand ID teve apenas uma citação: Apple.

“A maioria, no entanto, disse que não ama marca nenhuma. Que ama o pai, a mãe, e que quem ama marca é o consumista desenfreado. Já Havaianas e Osklen foram as únicas marcas destacadas pela autenticidade e pelo life style. Se apenas duas foram mencionadas e somente uma é amada, estamos com um problema”, ressalta, mostrando que as empresas que souberem preencher este vazio conquistarão algo tão – ou mais – importante quanto o market share ou o share of mind: o share of heart. Ou seja, o espaço que você conquistou no coração do consumidor.

– Sustentar ou Cortar?

Sabe aquela situação em que alguns clientes (já manjados) estão dando calote?

O coitado do comerciante, que tem quem manter as contas em dia, fica com o dilema: “Se sustentar a venda, fica ainda mais sem capital de giro; se cortar o cliente, corre o risco de não receber, pois, afinal, ele buscará crédito em outra praça para suprir a necessidade”.

E aí vem as desculpas habituais: “O meu cliente não pagou, aconteceu um problema no banco, esqueci…”

Às vezes, é como aluno que falta com regularidade para gandaiar: mata a mesma tia 3 vezes no semestre, diz que teve problemas no trabalho… rsrsrs

Professores que lêem o blog sabem do que estou falando… Enquanto isso, o bom aluno abre o jogo: meu problema foi X ou Y.

Ossos do ofício… no comércio e na docência!

– Chineses Compram Terra, Compram Terra… e Compram Terras!

Os jornais de ontem noticiaram que a presidente Dilma quer endurecer a compra de terras por parte de estrangeiros.

Cá entre nós: é uma inteligentíssima estratégia deles, e, em particular, dos chineses.

Dois golpes sensacionais:

1- Eles compram terras no interior do Brasil, plantam, e depois vendem os produtos agrícolas à eles mesmos lá China. Ou seja, exportam a preço de custo, diminuindo os impostos, barateando o produto (pra eles, claro) e quebra as exportações de gente brasileira.

2- Para aproveitar acordos do Mercosul, a China monta escritórios de distribuição na Argentina, Uruguai ou Paraguai, exporta lá do Oriente para nossos vizinhos, e, tecnicamente, a filial desses países re-exporta sem impostos (aproveitando dos benefícios fiscais) a nós. Se exportasse direto da China a nós, pagaria imposto. Então, ludibriam fazendo de conta que são produtos do Mercado do Cone Sul.

Danados, hein?

– Novo Fast Food McDonald’s terá até Academia!

O que achar disso: McDonald’s terá até academia de ginástica infantil nas suas novas lojas-conceitos. O exemplo virá de Sorocaba/SP.

Extraído de: Revista IstoÉ Dinheiro, pg 97-98, por Crislaine Coscarelli, 24/11/2010

MCDONALD’S REDESENHA O FAST FOOD

A rede inicia um ambicioso plano para reinventar todas as suas lojas ao redor do mundo. A meta: transformar as lanchonetes em confortáveis restaurantes

O sonho de quase todo empreendedor é fazer com que sua empresa cresça a ponto de se tornar um gigante. Quanto maior uma companhia é, mais força ela terá para se impor perante os concorrentes. 

Mas o que, num primeiro momento, parece uma vantagem pode ser o calcanhar de aquiles. É que o gigantismo traz consigo um problema que pode comprometer o futuro de uma empresa: a lentidão para se locomover. 

A rede americana de fast- food McDonald’s, com 31 mil unidades espalhadas em 117 países e um faturamento de US$ 22 bilhões, sabe disso. Nos últimos anos, a rede tem se mexido para não perder terreno para os concorrentes – mesmo que esse movimento seja fruto de pressões da sociedade.

Há mais de uma década, quando organizações de saúde passaram a questionar os hábitos alimentares da população mundial, a cadeia adaptou seu cardápio. Foi uma das primeiras redes de fast-food a oferecer opções mais saudáveis, como saladas, frutas e iogurtes. 

Agora, diante do aumento da concorrência, a companhia se prepara para se mover novamente. A bola da vez é a arquitetura de suas lojas. A rede pôs em prática um ambicioso plano para remodelar seus pontos ao redor do mundo, convertendo suas lanchonetes em restaurantes confortáveis. 

“Ter a melhor comida não é mais o suficiente”, diz Marcelo Rabach, presidente da Arcos Dourados, que opera o McDonald’s na América Latina. “Queremos oferecer ao cliente a oportunidade de viver novas experiências, criando uma atmosfera para que ele passe mais tempo nos restaurantes.”

A renovação das lojas é a segunda parte de uma estratégia global da companhia chamada de Plano para vencer. Ele abrange toda a rede e está baseado em três pilares: a renovação do cardápio (que já ocorreu), dos restaurantes e da forma de o consumidor fazer o seu pedido – este último, um passo ainda a ser dado.

Somente em 2011, a companhia deve investir cerca de US$ 2,4 bilhões para remodelar pelo menos 400 restaurantes nos EUA e outros 1.600 em outros países, além de construir mil novos ao redor do globo. 

Boa parte dos custos dessa reformulação dos ambientes é paga pelos franqueados, mas, como incentivo, a empresa vai pagar 40% dos estimados US$ 400 mil necessários para as renovações das lojas maiores e mais bem localizadas. O visual das lojas está deixando de ser homogêneo. 

“Não haverá mais aquele visual uniforme vermelho e amarelo como antes. Agora o McDonald’s será lembrado pelo seu visual colorido. Isso manterá a marca viva e nova”, conta Sebastian Magnasco, vice-presidente de desenvolvimento da Arcos Dourados para a América Latina. 

Mas, afinal, qual será a nova cara do McDonald’s? As antigas “casinhas” padronizadas darão lugar a prédios modernos que acompanham o estilo arquitetônico da região onde estão instalados. 

Em vez de apenas três ambientes, o salão principal, o espaço para as crianças brincarem e o McCafé, alguns restaurantes contam com até sete espaços distintos, um para cada tipo de público: crianças, pré-adolescentes, grupos de amigos, famílias, casais de namorados, executivos e até aqueles que preferem comer sozinhos. 

As antigas cadeiras de plástico presas ao chão dão espaço para cadeiras soltas e confortáveis com estofados. As mesas-padrão de quatro lugares ganharam a companhia de grandes mesas redondas para famílias e grupos, além de balcões compridos para os solitários.

Até mesmo o playground do Ronald McDonald’s mudou e se transformou no Espaço Ronald Gym. Nele, as crianças encontram brinquedos mais interativos e que exigem mais esforço físico, como parede de escalada, pequenas bicicletas ergométricas, cama elástica e uma miniquadra de basquete.

A empresa percebeu que aquelas crianças que frequentavam o McDonald’s no passado cresceram e a rede de alimentação quer explorar isso, sem perder o foco nos pequeninos. “No fim das contas, o público que vai ao McDonald’s hoje é o mesmo de antigamente, só que em idade e momento de vida diferentes”, afirma Maurício Queiroz, consultor especializado em design de consumo. “Oferecer um ambiente para cada um não é uma tarefa fácil”, diz. 

O renascimento de design do McDonald’s teve início em Paris, mais especificamente na unidade em frente ao Museu do Louvre. Há uma década, em meio a protestos dos franceses contra a globalização, Pierre Woreczek, diretor de estratégia para o McDonald’s Europa, percebeu que a companhia precisava se modernizar se quisesse ter um futuro no continente. Woreczek bateu à porta de um dos principais designers da França, Philippe Avanzi, para entender o que precisava ser corrigido.  

Juntos, eles descobriram que as diferenças culturais pesavam na decisão dos consumidores. Diferentemente dos americanos, os franceses — assim como a maioria dos latinos — não “beliscam” na hora do almoço.  

Eles fazem uma refeição completa, fato que afetava diretamente a rede, já que ela não oferecia locais confortáveis que incentivassem o hábito. Trocar o mobiliário por cadeiras mais confortáveis e modernas foi o primeiro passo e parece ter dado resultado. 

Em 2006, as vendas no país dispararam de US$ 7,1 bilhões para US$ 9,3 bilhões logo após as mudanças, sem nenhuma modificação no cardápio.  O bom exemplo europeu fez a rede de fast-food — famosa pelo fato de oferecer o mesmo sanduíche, independentemente de onde esteja, seja no Japão, no Brasil ou na Rússia — abandonar a padronização nas ambientações.  

Diante disso, a rede contratou a consultoria americana Ideo, especializada em inovação e design, para traçar um plano de reformulação geral. “É uma mudança estratégica porque sai do marketing de massa para focar no segmentado, sem mexer no cardápio”, diz Daniela Khauaja, coordenadora de pós-graduação em marketing da ESPM.  

A professora afirma que a ambientação variada é, na verdade, uma tendência mundial e tem atraído muitos consumidores, já que as pessoas estão mesmo em busca de experiências mais agradáveis.  

Um dos primeiros restaurantes a adotar as várias ambientações no Brasil está localizado em Sorocaba, interior de São Paulo. Lá o consumidor irá encontrar mesas comunitárias para grupos, assim como algumas apenas para casais, em um canto mais reservado do restaurante, à meia-luz.  

No segundo andar, há poltronas confortáveis estrategicamente localizadas próximo à parede de vidro. O espaço é reservado para aqueles que querem apreciar, sozinhos, a refeição e a ampla vista que o lugar oferece. As crianças encontram brinquedos mais interativos e divertidos no espaço Ronald Gym. 

Já o McCafé atrai executivos, pois encontram ali um lugar mais reservado e acesso gratuito à internet. Do lado de fora do restaurante foi instalado um quiosque de sorvetes, com mesas e cadeiras de madeira, ponto de encontro dos adolescentes da cidade no retorno da escola. 

 “Temos recebido comitivas de vários países que nos visitam para ver como é possível abrigar tantos ambientes em um mesmo restaurante”, diz Claudio Costa, franqueado da rede e dono da unidade. 

Prevendo o avanço da concorrência no Brasil, a oitava maior operação da rede no mundo, a companhia deu ordens para acelerar a estratégia por aqui. Cerca de 300 novos restaurantes devem ser abertos no País, nos próximos anos, já com esse design renovado.  

A preocupação tem um motivo. A expansão da rede desacelerou nos últimos anos quando comparada com a dos rivais. Enquanto o McDonald’s cresceu 5% no País, em 2009, ao registrar R$ 3,5 bilhões de faturamento, o novato Burger King – que desembarcou por aqui só em 2004 – cresceu 20% e fechou o ano com receitas de cerca de R$ 400 milhões.  

Desde sua aquisição pelo fundo brasileiro 3G Capital, do bilionário Jorge Paulo Lemann, o Burger King se tornou uma ameaça mais forte ao McDonald’s. Recentemente, a rede anunciou a abertura de 500 lojas na América Latina, sendo a maioria no Brasil.  

O McDonald’s, definitivamente, não vai assistir ao avanço de seu concorrente parado. Por isso, vai apostar em cidades do interior de grandes Estados e, em especial, na região Norte como um todo. 

A companhia já tem restaurantes no Pará, Amazonas, Tocantins e Rondônia e agora mira Roraima, Macapá e Acre. “A região se tornou atrativa porque a renda da população tem crescido muito rapidamente, principalmente entre as classes C e D”, afirma Rabach.

– Até que enfim! Teremos a iTunes Brasil!

Donos de iPhone, a espera acaba! Depois de muita demora, a Apple abrirá a iTunes por aqui. Na verdade, serão 2 escritórios em SP: um só para o Brasil, e outro para a AL.

Na prática, isso significa que músicas e CD’s brasileiros finalmente serão disponibilizados em arquivos digitais para os iPhones.

Demorou, hein? Aqui: http://is.gd/O1T5wO

– De volta para o Futuro: Nike, McFly e a ação de Responsabilidade Social

A Nike resolveu vender 1500 pares de tênis iguais ao modelo que ela própria fez para o filme “De Volta para o Futuro 2”. E sabem quanto arrecadou? Quase 10 milhões de dólares.

O bacana é que toda a receita foi doada à Fundação de Michael J. Fox (o ator principal da triologia) que hoje sofre de Mal de Parkinson. O dinheiro servirá para financiar novas pesquisas da doença e assistencialismo aos pobres que sofrem desse mal.

Olha o tênis, com 11 imagens, em: http://is.gd/dd6QGT

– Benetton apela para Beijos Gays entre Personalidades Mundiais, incluindo o Papa e Obama!

Beijo gay do presidente dos EUA Obama com o líder chinês e com Hugo Chávez; beijo gay entre lider judeu e líder muçulmano; e beijo gay entre o Papa Bento 16 e o imã de Al-Azhar….

Há tempos, a grife italiana Benetton  procura escandalizar com propagandas polêmicas. E, aproveitando-se do Dia Internacional da Tolerância (religiosa, sexual, racial, entre outras formas), lançou uma campanha publicitária com fotomontagens polêmicas. Em especial, a do líder cristão beijando na boca o líder islâmico foi retirada do ar pela empresa, após grande alvoroço.

A empresa declarou estar “desolada, pois as pessoas não entenderam o sentido daquilo…”

E você, o que pensa sobre isso? Abaixo, algumas fotos:

 

Eu, particularmente, acho extremamente apelativo tal expediente…

Outras fotos no “Jornal de Negócios”, em: http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=519875

– Trade Dress em alta na Administração de Empresas?

Cada vez mais as empresas sérias sofrem com os picaretas de plantão. Algumas empresas praticam uma espécie de pirataria de imagem, logo e conceitos. Tal prática é combatida por uma proteção jurídica conhecida como TRADE DRESS (uma espécie de registro de aparência). 

Compartilho um case sobre o assunto, extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI160465-16363,00-O+QUE+E+TRADE+DRESS.html

O QUE É TRADE DRESS?

Por Rafael Barifouse

Ari Svartsnaider, fundador da marca de calçados Mr. Cat, ficou furioso ao entrar num shopping de Goiânia e dar de cara com a Mr. Foot, um concorrente que havia copiado suas ideias. “Tudo era muito parecido. O saco de embalar o sapato. A letra do logo. A arquitetura da loja. Fiquei louco”, diz Svartsnaider. “Meu advogado disse que seria difícil ganhar a causa, porque não era uma cópia. Mas fui em frente.” Em 2003, após seis anos, a ação foi favorável à Mr. Cat. O caso tornou-se referência no Brasil de um conceito jurídico recente, o conjunto-imagem, mais conhecido pelo termo em inglês trade dress.

Trata-se de uma forma de proteger a propriedade intelectual que abrange não a imitação exata de uma marca, mas a cópia sutil que confunde o consumidor. O conceito surgiu nos Estados Unidos, que têm uma lei que trata do tema, o Ato Lanham. No Brasil, onde ainda não há legislação, o mais comum é processar o imitador por concorrência desleal, como fez a Mr. Cat.

Segundo o escritório de advocacia Barbosa, Müssnich & Aragão (BM&A), foram registradas 50 ações de trade dress no país em 2009. L’Oréal e Spoleto são exemplos de empresas que já acionaram outras por cópia. “Imitar uma marca virou algo infantil. Já a cópia de elementos do conjunto é mais difícil de provar”, afirma o advogado Pedro Barroso, do BM&A. “São empresas lícitas que buscam pegar carona na fama de outras.” E a forma de combater isso é o trade dress.

– As Empresas mais Éticas do Mundo são de…

A ONG Transparência Internacional manda avisar: em pesquisa que envolveu 28 nações sobre HONESTIDADE EMPRESARIAL, medalhas de Ouro, Prata e Bronze para: Holanda, Suíça e Bélgica. Lá, as empresas se preocupam acima da média em serem éticas e honestas.

O Brasil? Ficou no meio da tabela: posição número 14, e o péssimo exemplo para ser evitado ficou com a Rússia (última posição).

– Segredos da Administração Familiar

Pesquisa da Consultoria Egon Zehnder, publicada na Época Negócios, pg 22, mostra: Executivos contratados em Empresas cuja Administração é familiar dizem que:

– O que mais gostam: Tomadas rápidas de decisões.

– O que menos gostam: Falta de procedimentos e estrutura profissional.

– Os maiores conflitos observados: Competência dos familiares envolvidos no negócio.

– Quem dá a última palavra? Um conselho formado por familiares.

É essa a impressão que você tem de empresas familiares? Deixe seu comentário:

– Lojas Americanas, Submarino e Shoptime ficarão fora do ar!

A B2W, maior vendedora pela Internet do Brasil, é a dona do site número 1 em vendas: Lojas Americanas.

É dona também do site número 2 em vendas: Submarino.

Claro, proprietária do número 3: Shoptime.

Por inúmeros atrasos na entrega de produtos vendidos, o Procon determinou que por 72 horas a empresa não poderá vender nada, como punição ao péssimo serviço.

Claro, isso não é exclusividade da B2W; mas as empresas que praticam o e-commerce, se nesses dias já estão com esse panorama, farão o que no período natalino, onde as vendas disparam?

Extraído do Blog do Estadão, em: http://blogs.estadao.com.br/jt-seu-bolso/procon-pune-americanas-submarino-e-shoptime/

PROCON PUNE AMERICANAS, SUBMARINO E SHOPTIME

A colunista do jornal O Estado de S. Paulo Sônia Racy informa que o Procon-SP determinou que os sites de comércio online de Americanas, Submarino e Shoptime será obigadas a ficar fora do ar por 72 horas.

Segundo apuração da colunista, as empresas ainda terão de pagar juntas quase R$ 2 milhões de multa por não entregar produtos vendidos aos consumidores.

A coluna ‘Direto da Fonte’ informa que a colunista determinação consta da edição de hoje do Diário Oficial. Cabe recurso.

– O Cartel do Cimento, agora Escancarado

Quem trabalha no ramo de Material de Construção, sabe bem disso: boa parte das marcas brasileiras de cimento estão nas mãos de duas ou três empresas, onde não existe concorrência saudável mas combinação de preços e estratégias para a maximização do lucro, feito às vistas do governo, que nada faz.

Agora, Lorenna Rodrigies, da Folha de São Paulo (citação abaixo), traz a informação: o Ministério da Justiça quer a condenação da Votorantim e da Camargo Corrêa por formação de cartel na venda de cimento no Brasil.

Alguém acredita que a punição acontecerá e o panorama mudará?

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1004584-governo-pede-condenacao-de-votorantim-e-camargo-correa-por-cartel.shtml

GOVERNO PEDE CONDENAÇÃO DE VOTORANTIM E CAMARGO CORRÊA POR CARTEL

A SDE (Secretaria de Direito Econômico), do Ministério da Justiça, publicou hoje parecer pedindo a condenação de seis empresas e três associações por formação de cartel no setor de cimentos. As empresas acusadas são Votorantim, Camargo Corrêa, Cimpor, Holcim, Itabira e Companhia de Cimento Itambé.

A expectativa é que, se condenadas, as empresas tenham que pagar multa bilionária que pode chegar a 30% do faturamento. O parecer segue para o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), que julgará o caso, ainda sem data prevista.

Juntas, essas empresas têm mais de 90% do mercado de cimento e concreto no país. Segundo a secretaria, o cartel pode ter causado prejuízos de mais de R$ 1 bilhão por ano à economia brasileira, já que o preço dos insumos foi aumentado em pelo menos 10%.

Foi pedida a condenação também da Abesc (Associação Brasileira das Empresas de Serviço de Concretagem), ABCP (Associação Brasileira de Cimento Portland) e do SNIC (Sindicato Nacional da Indústria do Cimento), além de seis diretores das empresas.

A investigação começou em 2006, após denúncia de um ex-funcionário da Votorantim. No ano seguinte, a SDE fez uma operação de busca nas empresas e associações e apreendeu documentos e 820 mil arquivos eletrônicos que mostram como funcionava o esquema.

Segundo a secretaria, as empresas combinavam os preços, dividiam os mercados em que cada uma atuaria e combinava até a compra de concorrentes para evitar que novas empresas entrassem no mercado.

– Austrália Radicaliza na Venda de Cigarros

Contra o fumo, o governo australiano radicalizou: a embalagem dos cigarros será padronizada, com imagens fortes como já vemos no Brasil, mas sem logomarca.

Todas as caixas terão em pequenas letras o nome da marca, como “Marlboro” ou “Hollywood”. Não será permitido cores fora do padrão nem outras formas de apelo comercial.

Surtirá efeito? O que você acha disso?

Abaixo, extraído de: OPERAMUNDI (citação no link)

http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/17744/australia+e+o+primeiro+pais+do+mundo+a+proibir+marca+no+maco+de+cigarro.shtml

AUSTRÁLIA É O PRIMEIRO PÁIS DO MUNDO A PROIBIR MARCA DE CIGARRO

As empresas reagiram, dizendo que a decisão pode ser copiada em outros países e prejudicar as vendas

A Câmara Alta do Parlamento da Austrália aprovou nesta quinta-feira (10/11) uma lei que  proíbe a exibição de qualquer logo nas embalagens de cigarro. O nome da marca será escrito com uma fonte predeterminada, igual para todas. A decisão agora segue para a Câmara Baixa australiana para sanção, que criou o projeto de lei

A medida, que passará a valer em dezembro de 2012, preservará nas embalagens as imagens denunciando os males provocados pelo fumo (veja imagem abaixo). 

As empresas reagiram, dizendo que a decisão pode ser copiada em outros países e prejudicar as vendas. Em junho desse ano, a Philip Morris entrou com uma ação judicial contra o governo da Austrália para tentar barrar a medida. Para a Philip Morris, a medida – pioneira no mundo e elogiada pela Organização Mundial da Saúde – reduz o valor das marcas, dando margem a uma bilionária indenização para a indústria.

“Estamos insatisfeitos com a aprovação da lei – apesar de não haver evidência aparente que este movimento fará qualquer diferença para a saúde pública”, afirmou em comunicado a gigante do ramo British American Tobacco.

“A British American Tobacco Austrália sempre evitou os tribunais, mas caso seja pressionada, irá tomar todas as medidas legais cabíveis para defender sua propriedade intelectual, marcas valiosas e direito de competir como um negócio legítimo venda um produto legal. “

As autoridades australianas dizem que o fumo mata 15 mil australianos por ano e provoca custos sociais e de saúde de cerca de US$ 32 bilhões. “A indústria do tabaco está furiosa desde a primeira vez em que anunciamos esta iniciativa. Eles querem continuar vendendo seus produtos nocivos, e nós pretendemos diminuir este mercado”, respondeu a ministra da Saúde australiana, Nicola Roxon.

“Mas não vamos ser intimidados a não tomar essa decisão, apenas porque as empresas de tabaco dizem que podem combatê-la nos tribunais. Estamos prontos para tomar medidas legais”, concluiu Roxon. 

De acordo com a agência Reuters, o mercado do tabaco na Austrália gerou uma receita total de cerca de US$ 10 bilhões em 2009, acima dos US$ 8,3 bilhões em 2008, embora o fumo, em geral, esteja em declínio. Cerca de 22 bilhões de cigarros são vendidos no país a cada ano.

– A Polêmica da Jornada Móvel de Trabalho do McDonald’s: trabalho escravo?

O que você pensa sobre isso?

Funcionários são chamados a trabalhar em horários a mais da sua carga horária,  de movimento nas lojas, sem o pagamento de hora-extra; os horários são modificados na chama “Jornada Móvel de Trabalho” (termo criado pela empresa para explicar o regime de trabalho dos seus funcionários), onde a conta das 44 horas semanais não fecha e holerits podem vir alterados?

Pasmem: esse é o cenário mostrado pela Comissão de Defesa da Pessoa Humana, ontem, na Assembléia Legislativa de São Paulo, contra o McDonald’s, configurando trabalho escravo!

E veja que curioso: o McDonald’s está em quase todas as listas de “Melhores Empresas para se Trabalhar”.

A Comissão de Defesa extrapola nas acusações ou o McDonald’s mascara o trabalho de seus empregados?

Abaixo, extraído do site da AL: http://www.al.sp.gov.br/portal/site/Internet/menuitem.4b8fb127603fa4af58783210850041ca/?vgnextoid=f6b3657e439f7110VgnVCM100000590014acRCRD&id=15ad3c600b983310VgnVCM100000600014ac____

DIREITOS HUMANOS OUVE REPRESENTANTE DO MCDONALD’S SOBRE TRABALHO DEGRADANTE

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, da Cidadania, da Participação e das Questões Sociais, presidida pelo deputado Adriano Diogo (PT) ouviu, nesta quarta-feira, 9/11, Pedro Parisi, diretor de Relações Governamentais da Arcos Dourados Comércio de Alimentos Ltda., empresa responsável pela franquia McDonald”s no Brasil. 
Com o auditório lotado, a reunião contou com a presença de representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Hotéis, Apart-Hotéis, Restaurantes, Bares, Lanchonetes e Similares do Estado de São Paulo (Sinthoresp), que apresentou vídeo com denúncia (apresentada ao Ministério Público em 1995) a respeito de supostas estratégias utilizadas pelo McDonalds para pagar menos de um salário mínimo aos seus funcionários. 

De acordo com o Sinthoresp, o funcionário permanece à disposição da empresa, sendo chamado para o trabalho somente quando há movimento na loja, e recebe apenas pelas horas trabalhadas. Holerites com ganhos entre R$ 70 e 200 foram mostrados para corroborar a informação. Advogados do sindicato afirmaram que o McDonalds se utiliza da “jornada móvel e variável de trabalho, que, na prática, deixa o funcionário sem ter conhecimento do quanto trabalhará e, consequentemente, do montante que receberá. Tal jornada seria uma forma de esconder a estratégia da empresa de exploração dos trabalhadores. 

O deputado Carlos Bezerra Júnior (PSDB) informou que 42 deputados já assinaram pedido de CPI para investigar o trabalho escravo no Estado de São Paulo, e pediu sua instauração imediata diante das graves denúncias apresentadas, apesar da fila de pedidos de CPIs que precedem à do trabalho escravo. 

OUTRO LADO – Pedro Parisi afirmou que o McDonalds tem uma política de inclusão do jovem, uma vez que metade de seus funcionários está no primeiro emprego e tem menos de 18 anos. Assegurou que a empresa investe maciçamente em capacitação de seus funcionários e que o objetivo da jornada móvel de trabalho é dar flexibilidade ao jovem que estuda. Exemplo disso seria o fato de que os estudantes são dispensados em semana de prova, quando solicitam. 

Disse também que os funcionários são consultados sobre a tabela de jornada de trabalho e, juntamente com o gerente da loja, definem o funcionamento dela. Alegou que desde junho do ano passado foram instalados pontos eletrônicos com sistema biométrico em todos os restaurantes da rede, garantindo absoluto controle das horas trabalhadas, por parte da empresa e dos funcionários. 

Depoimentos – Ex-funcionários do McDonalds, presentes na plateia, deram seus depoimentos, negando as afirmações de Pedro Parisi. Disseram que sofriam humilhações, trabalhavam em condições insalubres, não tinham treinamento adequado e os salários eram indignos. 
“O McDonalds promove uma jornada criminosa”, opinou a advogada do Sinthoresp, Ethel Pantuso. Segundo ela, a empresa impõe ao trabalhador um contrato que o obriga a ficar à disposição 44 horas semanais, podendo trabalhar apenas 10, sendo informado do turno que trabalhará (manhã, tarde ou noite) com 30 dias de antecedência, o que impossibilitaria seus estudos. A denúncia apresentada pelo sindicato foi julgada procedente no Paraná, que considerou ilegal a jornada móvel de trabalho, mas foi negada em São Paulo. 
Após as indagações dos deputados e da plateia aos representantes do McDonalds, sobre as denúncias em questão, o diretor de recursos humanos da Arcos Dourados, João Germano, deu depoimento pessoal sobre sua trajetória no McDonalds, contando que começou fritando batatinhas” e chegou a um cargo de diretoria. Assegurou que desconhece a prática de exploração indigna do trabalho na empresa e se comprometeu a apurá-las. Pedro Parisi se disse “assustado” com as denúncias, alegando que também pretende apurá-las como puder. 
Ao encerrar a reunião, Adriano Diogo declarou que as respostas “evasivas” dos convidados se configuram como uma enrolação, e que isso não seria admitido em CPI, que tem os poderes de investigação equivalentes aos do Judiciário. Concluiu pedindo sua imediata instalação, para que as denúncias sejam apuradas de forma mais profunda e efetiva. 
Participaram da reunião os deputados Leci Brandão (PCdoB), Marcos Martins (PT), Rafael silva (PDT), Dilmo dos Santos (PV), Heroilma Soares Tavares (PTB) e José Cândido (PT).

– Regras de Convivência

“Aprendi ao longo da minha vida profissional e pessoal que as regras de convivência têm que ser preservadas“

Luís Álvaro Oliveira Ribeiro, presidente do Santos FC, sobre o fato de ligar para os possíveis compradores de Neymar e educadamente suspender as negociações, avisando-os imediatamente da renovação milionária do jogador.

Serve para o caso do triângulo Santos – Real Madrid – Barcelona, e serve para a vida de qualquer um!

– Volkswagen desbanca Toyota

Após investimentos de longo prazo, a Volks alcança o topo das vendas mundiais, segundo as estimativas de 2011. A líder Toyota cai para a 4ª posição.

Fatores? Competência da marca alemã e dificuldades de outros fabricantes.

Extraído da Revista Veja, pg 82-83, Ed 02/11/2011

A VOLKS ACELERA

Por Érica Oyama

A fabricante alemã assume a liderança mundial nas vendas de veículos, graças a um plano de longo prazo bem traçado – e também aos problemas da concorrência

O seleto clube das montadoras campeãs mundiais em vendas está prestes a ganhar um novo sócio – apenas o quarto desde que Henry Ford lançou o modelo T, há 103 anos. Ao fim de 2011, ninguém terá vendido mais carros do que a alemã Volkswagen (7,8 milhões de unidades), à frente da japonesa Toyota, que liderava desde 2007, e da americana General Motors (GM). A ascensão premia o grupo que melhor resistiu à crise econômica, principalmente por sua estratégia certeira de investir no mercado chinês há mais de 25 anos. A fabricante controla ao todo nove marcas, de carros de luxo (Audi e Bentley) a ultraesportivos (Lamborghini) e caminhões (Scania). Uma lista que deve incluir em breve a legendária Porsche. A liderança antecipa em sete anos um plano ambicioso, revelado em 2008, para tornar a Volks uma referência em qualidade e satisfação do consumidor até 2018.

A conquista foi antecipada com a crise de 2008 e 2009. Enquanto a GM e Toyota sofreram com a recessão na economia americana, a Volks colheu frutos de seus investimentos nos emergentes (neste ano, pela primeira vez, a venda de carros nesses mercados vai superar o total comercializado nos países desenvolvidos, segundo a consultoria PwC). Na China, que se tornou o maior mercado automotivo do mundo, as vendas da alemão dobraram, entre 2008 e 2010, para 2 milhões de veículos. Ao mesmo tempo, a empresa voltou a investir nos Estados Unidos, abrindo uma fábrica no país depois de duas décadas fora. A escolha do estado do Tennessee não se deu por acaso. Sem ter de negociar com sindicatos fortes, ela pode operar com um custo de mão de obra que equivale a 65% do que é gasto por Ford, GM e Toyota em suas fábricas no país. O episódio ajuda a entender por que a montadora obteve o maior lucro do setor  no ano passado. “Na Volks, modelos diferentes podem ser montados em plataformas comuns, como Audi A3 e o Golf. Isso proporciona economia de escala.”, diz Fábio Takaki, da consultoria Booz & Company.

Enquanto isso, as principais concorrentes lutam para se reestruturar. A Toyota, que busca recuperar parte da credibilidade perdida com a série de falhas mecânicas reveladas nos últimos anos, teve de reduzir a produção após o terremoto e o tsunami que atingiram o Japão em março. Já a GM ainda se ajusta para se tornar mais competitiva depois de sair da concordata – ela só evitou a quebra em 2009 graças ao socorro do governo. Em setembro, a montadora acertou com o principal sindicato americano um novo contrato trabalhista, que lhe permitirá aumentar em apenas 1% ao ano suas despesas com salários e benefícios até 2013. As duas são seguidas cada vez mais de perto pela franco-nipônica Renault-Nissan e também pela sul-coreana Hyundai, cujas as vendas mundiais aumentaram 38% em cinco anos.

No Brasil, a Volks disputa a liderança do mercado com a italiana Fiat. Para atender ao aumento da demanda, o grupo alemão estuda a construção de mais uma fábrica no país – existem cinco atualmente. Especula-se que a nova unidade produzirá o seu futuro modelo Up!, aposta mundial da montadora no segmento de compactos. Uma espécie de sucessor do Fusca, carro popular que projetou a marca alemã mundialmente.