– Governo Brasileiro preocupado com Desabastecimento de Combustíveis em Novembro e Dezembro

Notícia preocupante: a FSP de domingo traz importante matéria alertando para a possível falta de Gasolina e Diesel no país, chamando a atenção dos produtores de etanol para tentar suprir a demanda:

Extraído da Folha de São Paulo, 04/11/2012, pg B1

GOVERNO TEME FALTA DE GASOLINA NO PAÍS AINDA NESTE ANO

Algumas regiões do país estão sob ameaça de ficar sem combustível no fim deste ano.

Para evitar o desabastecimento, ou atenuá-lo, o governo federal já começou a traçar um plano de emergência, que envolve a ampliação da capacidade de transporte e de armazenamento.
As reuniões tiveram início em outubro, com técnicos do Ministério de Minas e Energia, Agência Nacional do Petróleo, Petrobras e representantes das distribuidoras e dos produtores de etanol.

“Há uma grande preocupação com o curto prazo. O governo já sabe que será preciso um forte ajuste entre Petrobras e distribuidoras para que não ocorram problemas no fim do ano”, diz Antônio de Pádua Rodrigues, presidente da Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar), que participa das reuniões.

Segundo avaliação do grupo, as regiões mais ameaçadas são o Norte, o Nordeste e o Centro-Oeste, além de Minas e Rio Grande do Sul.

A perspectiva de colapso se deve a três fatores: 1) o consumo recorde de gasolina, que, em 2012, pela primeira vez passará de 30 bilhões de litros; 2) a falta de capacidade interna de produção; e 3) problemas de infraestrutura de armazenagem e distribuição.

No fim do ano esse problema se agrava porque, historicamente, o consumo nos meses de novembro e dezembro é cerca de 10% superior à média registrada nos bimestres anteriores.

Para acompanhar a alta da demanda interna, a Petrobras vem importando cada vez mais gasolina. Até setembro, foram 2,4 bilhões de litros, quase o triplo do registrado no mesmo período de 2011, segundo cálculos do Centro Brasileiro de Infraestrutura.

A importação torna a distribuição mais complexa. O transporte da gasolina por navios, já sujeito a intempéries, sofre com a falta de infraestrutura dos portos, hoje sem espaço para atracação e armazenamentos.

PELO MAR

Pará, Amapá, Maranhão, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte são os Estados mais vulneráveis. Quase todo o combustível que abastece os consumidores desses locais chega pelo mar.

Em outubro, o Amapá ficou sem gasolina. O Sindicato dos Caminhoneiros Autônomos do Pará relata que houve, também, problemas de abastecimento em Belém, além de cidades do Amazonas e do Piauí.

“A coisa está bem torta aqui”, diz Eurico Santos, presidente da entidade.

Para o sindicato, o número de caminhões-tanque não deu conta do aumento rápido do consumo. Além disso, os terminais que recebem combustível reduziram investimentos em ampliação porque estão com contratos provisórios, o que dificulta o acesso ao crédito.

PRODUÇÃO

A Petrobras se empenha para produzir mais gasolina e amenizar o problema. Na apresentação dos resultados do terceiro trimestre, afirmou que suas refinarias já atingiram 98% da capacidade.

Em algumas regiões, no entanto, já há um esgotamento da capacidade de produção.

É o caso da Regap, refinaria em Betim (MG). Para abastecer os postos de parte de Minas Gerais e do Centro-Oeste, ela passou a redistribuir combustível de outras unidades. Atrasos e a falta de caminhões podem levar a interrupções da distribuição.

O mesmo acontece no Rio Grande do Sul, outro Estado que teve crise de abastecimento no mês passado. A refinaria Refap, em Canoas, está com problemas de produção para atender à gasolina demandada. Com isso, passou a buscar combustível no Paraná e parte precisou ser importada, entrando no país via porto do Rio Grande.

O Sindicom (Sindicato dos Distribuidores de Combustíveis), que tem assento nas reuniões com o governo federal, informou que o plano de contingência deverá ampliar o número de caminhões e a capacidade dos tanques de armazenagem.

Os encontros entre governo e o setor serão permanentes até o fim do ano. “Estamos nos empenhando para evitar os problemas”, disse Alísio Vaz, presidente do Sindicom.

Procurada pela Folha, a Petrobras afirmou que não iria comentar a questão. O Ministério de Minas e Energia foi procurado no fim da tarde de quinta-feira e, até o fechamento desta edição, não havia dado resposta.

– Como Demitir um Amigo?

Pense na seguinte situação constrangedora: Você é o chefe e tem que demitir um amigo!

O que fazer?

Uma matéria bacana sobre sugestões do assunto, no link:

http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/como-demitir-um-amigo

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– O Contragolpe da Tigre em terras da Amanco

Os mexicanos da Mexichem, donos da Amanco, tentaram roubar a liderança da brasileira Tigre, da família catarinense Hansen. Há décadas, a Tigre é líder em tubos e conexões de PVC.

A solução para frear o crescimento da Amanco foi a entrada da Tigre no mercado latino americano, devolvendo a tentativa de tomar a liderança nesse mercado. Veja que briga interessante:

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/101069_O+BOTE+DA+TIGRE

O BOTE DA TIGRE

A marca catarinense de tubos e conexões estava ameaçada no Brasil pela Amanco. Para se defender, resolveu atacar o quintal da rival, multiplicando fábricas no Exterior.

Por Rodrigo CAETANO

A fabricante de tubos e conexões Tigre, controlada pela família catarinense Hansen, sempre teve uma posição confortável no mercado brasileiro. Líder do setor com cerca de 45% de participação e R$ 2,7 bilhões de faturamento, a companhia por muito tempo não encontrou um adversário de seu porte por aqui. Há cinco anos, no entanto, isso começou a mudar. Foi quando o grupo mexicano Mexichem comprou a Amanco, controlada pela Nueva, do empresário suíço Stephan Schmideheiny, por US$ 500 milhões, fortalecendo sua liderança na América Latina. Nos dois anos seguintes, os mexicanos mostraram a que vieram e investiram em mais três aquisições no Brasil, passando a deter uma fatia de 30%.

Pela primeira vez, alguém ameaçava a jogar pelo ralo a hegemonia da Tigre. A saída encontrada pela brasileira para não levar um bote de seu rival foi contra-atacar. E a estratégia escolhida pelos executivos da Tigre foi semelhante à dos mexicanos: adquirir empresas em mercados no Exterior, para rapidamente ficar entre os três principais fabricantes de tubos e conexões do país em que ela passava a atuar. Hoje, a Tigre já possui mais fábricas lá fora do que no Brasil. São 13 unidades industriais no Exterior, em países como Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Estados Unidos, Paraguai, Peru e Uruguai. No Brasil, são apenas nove. Com a movimentação, a Tigre levou a briga pelo mercado brasileiro para a América Latina, região na qual a Amanco ainda mantém a liderança.

Essa disputa deve ganhar novos capítulos em breve. “Estamos comprando”, afirma Evaldo Dreher, presidente da Tigre. “Crescer no Exterior é mais barato do que no Brasil.” O alvo da companhia baseada em Joinville, no norte de Santa Catarina, são empresas familiares. Nos últimos dois anos, os investimentos da Tigre em aquisições e na abertura de fábricas superaram os R$ 200 milhões por ano. Em 2012, a previsão é investir cerca de R$ 150 milhões nessa estratégia, que será fundamental para que a Tigre fature R$ 5 bilhões daqui a dois anos, quase três vezes mais do que em 2010. Atualmente, as operações internacionais já representam 25% da receita. Esse resultado representa uma grande virada para a companhia.

No começo dos anos 2000, quando uma disputa de herdeiros ameaçava comprometer o futuro da fabricante, ela chegou a ser assediada por grupos estrangeiros. Entre eles a francesa Saint-Gobain, a belga Etex e a própria Amanco, na época ainda sob o controle do grupo suíço Nueva. Em maio deste ano, surgiram rumores de uma possível união com a Duratex, dona da Deca, de metais e louças sanitárias. A companhia é controlada pela Itaúsa. Segundo o CEO Dreher, não há nenhuma negociação em curso. Em sua estratégia de internacionalização, a Tigre, no entanto, não terá vida fácil. A Mexichem, por sua vez, promete intensificar a compra de empresas não só no Brasil, mas também em outros países da América Latina. Recursos para isso não faltarão.

Em outubro, por meio da emissão de novas ações na bolsa de valores mexicana, a empresa captou US$ 1,2 bilhão, dinheiro que será utilizado para aquisições. “Ainda há muito espaço para consolidação no mercado latino-americano”, afirma Maurício Harger, principal executivo da Mexichem no País. Só no Brasil, existem cerca de 50 pequenos fabricantes que são potenciais alvos da companhia. Essas empresas competem por 30% do mercado que não está nas mãos dos dois principais fabricantes. São competidores locais, com forte atuação na classe média emergente. Segundo a Abiplast, associação que representa as empresas da área, o mercado de material plástico para construção movimenta R$ 7 bilhões por ano no País e vem registrando crescimento de 20% nos dois últimos anos.

– Índice de Adulteração de Combustíveis no RJ é o maior do Brasil

Quer cenário mais criminoso do que este? No norte fluminense, 31% dos postos de combustíveis vendem produtos adulterados! A média – alta – no Rio de Janeiro é de 6,5% de postos que adulteram, contra a média-Brasil de 2,5%.

Extraído de: http://is.gd/BDzvc8

RIO DE JANEIRO TEM GASOLINA MAIS ADULTERADA DO PAÍS, DIZ ANP

O índice médio de não conformidade (adulteração) da gasolina comercializada nos postos do Estado do Rio de Janeiro é 6,5%, o maior do País. Em algumas cidades, ele é ainda maior, como é o caso do município de Campos dos Goytacazes e imediações, no norte fluminense, onde o índice de não conformidade chegou, no início do ano, a 31%. O ideal é que o índice de adulteração fique em torno de 2,5%.

“Este resultado em Campos (dos Goytacazes), principalmente na gasolina do tipo C, é absolutamente intolerável. Então fizemos um esforço grande de fiscalização, com o auxílio da polícia, e chegamos à conclusão de que o combustível era adulterado com a adição de óleo diesel e que essa adulteração era feita no transporte. O produto saia correto da distribuidora e já chegava ruim no posto de gasolina”, disse a diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard.

Segundo Magda, a partir de trabalho desenvolvido com a polícia, foi identificada uma máfia de adulteração de combustível na fase do transporte. “Hoje nós conseguimos reduzir de forma significativa o índice de não conformidade na região de Campos e imediações”.

A diretora-geral da ANP informou que a agência também identificou um índice de não conformidade além do tolerável na zona oeste do Rio de Janeiro, onde encontrou índice de adulteração de 8% a 10%. Ela informou que, no Brasil, o índice de adulteração encontra-se em torno de 2% a 2,5%, seguindo os padrões internacionais.

“No Brasil como um todo nós estamos bem, o que não significa que no Rio de Janeiro a situação esteja sob controle, uma vez que existem bairros, como a Barra da Tijuca e Jacarepaguá (todos na zona oeste) com 10%. No Estado o índice de não conformidade também é bem acima da média, em torno de 6,5% – bem superior à média nacional.

Magda informou que a ANP está investigando a comercialização de derivados na zona oeste para detectar a causa do elevado índice de não conformidade, mas que ainda não tem uma conclusão a respeito. Ela disse que a ANP tem em execução o Programa de Monitoramento de Combustíveis, que chega a coletar em torno de 20 mil amostras por mês de combustíveis em todo o território nacional.

Este ano, a ANP efetuou cerca de 160 autuações em todo o País por adulteração na gasolina comercializada nos postos, contra cerca de 200 efetuadas ao longo do ano passado. As declarações da diretora-geral da ANP foram dadas na sede do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), na zona norte do Rio, onde ela participou da assinatura de um acordo com o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) para aprimorar a fiscalização em postos de combustíveis.

– Acabou o JT?

Quer dizer que o Jornal da Tarde, após 46 anos, deixou de ser publicado?

Que pena… gostava demais do JT.

– As dificuldades do Blackberry em se manter desejado!

Um dia, o Blackberry era o aparelho mais desejado dos executivos. Um computador de mão, que até fazia chamadas telefônicas. Na verdade, o acesso aos e-mails era um dos seus diferenciais. Só que veio um problema: a evolução e popularização dos smartphones!

Veja as dificuldades da canadense RIM, fabricante do aparelho:

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/101179_O+BLACKBERRY+PERDEU+O+CHARME

O BLACKBERRY PERDEU O CHARME

Símbolo de status no passado, o smartphone da fabricante RIM deixa de seduzir os consumidores e fica para trás na disputa com os rivais.

Por Bruno GALO

Assim que o presidente americano Barack Obama foi eleito, a notícia de que ele não abriria mão do seu BlackBerry durante seu mandato correu o planeta. “Ele é o primeiro presidente BlackBerry”, declarou, na ocasião, o cantor Bono Vox, vocalista da banda irlandesa U2, após uma reunião com Obama. O ano era 2008 e o telefone inteligente da fabricante canadense Research in Motion (RIM) estava no auge, visto como um símbolo de modernidade pelos profissionais da política e dos negócios à época, o hoje onipresente smartphone da Apple, o iPhone, era um récem-nascido, lançado alguns meses antes. Já o primeiro aparelho com o sistema operacional do Google, o Android, seria lançado apenas em outubro daquele ano.

O futuro, portanto, parecia promissor e as oportunidades de crescimento infinitas para o BlackBerry. A palavra adequada é essa mesmo: parecia. Desde então o mercado de smartphones mudou radicalmente, e o BlackBerry passou a viver momentos difíceis. As ações da empresa, que atingiriam seu pico em junho de 2008, cotadas a US$ 144, caíram para US$ 6,3 em setembro deste ano. Em valor de mercado, a empresa chegou a ser avaliada em US$ 75 bilhões, muito acima dos atuais US$ 4 bilhões. A participação de mercado também minguou: se nos dias de glória ela superava os 50% nos EUA, hoje está em 5%. Tão ou mais delicada que os números ruins, no entanto, é a percepção que os consumidores passaram a ter do equipamento.

Uma reportagem publicada no The New York Times na semana passada dá uma boa dimensão desse fenômeno. O jornal nova-iorquino traz depoimentos de clientes nada elogiosos à reputação do aparelho. “Tenho vergonha dele”, disse Rachel Crosby, representante de vendas em Los Angeles. Rachel contou ainda que esconde o celular com medo de que seus clientes formem uma opinião negativa sobre ela. As principais reclamações dos donos do smartphone da RIM são a falta de aplicativos disponíveis em plataformas rivais, como iPhone e Android, a qualidade inferior das fotos tiradas e do seu navegador de internet.

Por conta disso, frequentemente os usuários se veem obrigados a pedir a amigos para buscar algum endereço ou fazer a reserva de um restaurante, entre outras atividades. “Sinto-me completamente inútil”, afirmou Victoria Gossage, que trabalha em um fundo de investimento americano. No campo financeiro, por sua vez, as notícias também são decepcionantes para a RIM. Em junho deste ano, a companhia anunciou seu primeiro prejuízo operacional em oito anos e informou que vai demitir cinco mil funcionários, quase um terço de sua força de trabalho. Para reverter esse quadro, a empresa aposta no BlackBerry 10, seu novo aparelho que deve ser lançado em março do ano que vem.

“Temos trabalhado duro e dormido pouco”, declarou no fim de setembro o CEO da RIM, Thorsten Heins, que assumiu o cargo em janeiro de 2012. “Temos o objetivo de ser o terceiro maior ecossistema móvel do mundo”, afirmou. Quando questionado do porquê de não ter como meta ser o líder do setor, ele respondeu: “Precisamos escalar a montanha um degrau por vez.” A boa notícia para a companhia é que, em meio a todo esse cenário, alguns usuários ilustres continuam fiéis ao aparelho. É o caso justamente de Barack Obama. Em campanha pela sua reeleição, o presidente foi flagrado recentemente pela imprensa americana se atrapalhando na hora de fazer uma ligação com um iPhone. “Olha, é que eu ainda tenho um BlackBerry”, disse o presidente americano.

– Quanto cabe de Combustível no Tanque do seu Carro?

Já aconteceu de você estar com o combustível do seu veículo acabando, e na sequência abastecer e perceber que a quantidade de litros no visor da bomba é maior do que a capacidade do tanque do seu veículo?

Se o posto for suspeito, pode ser golpe da galonagem (quando 1 litro tem menos de 1000 ml). Mas se o estabelecimento for idôneo, não se desespere: a capacidade informada no manual do veículo corresponde a cerca de 90% do volume máximo do tanque, e é atingida no momento do desarme da bomba.

Extraído de: Revista Combustível e Conveniência, ed Outubro 2012, pg 34-35, por Gabriela Serto

DIFERENÇA DE CAPACIDADE

O que fazer quando o consumidor reclama que a bomba marcou mais litros do que a capacidade do tanque indicada no manual do veículo? Saiba como orientar seu frentista e evitar suspeitas infundadas sobre seu estabelecimento.

O motorista para no posto e pede para o frentista encher o tanque. Finalizando o abastecimento, o cliente reclama que a bomba marca uma quantidade de litros superior à indicada como capacidade máxima no manual do veículo. Diferentemente do que se poderia imaginar, isso é possível de acontecer e, infelizmente, é uma prática que já está sendo observada pelos órgãos de defesa do consumidor, embora não tenha nada a ver com o fantasma da bomba baixa (quando a bomba marca uma quantidade de litros superior à de fato vendida).

Na verdade, essa situação tem sido registrada devido ao hábito de alguns frentistas, às vezes por má orientação, de forçar o abastecimento após ocorrido o desarme. Mas o que acontece de fato no tanque?

A capacidade do tanque de combustível informada pela montadora no manual do veículo corresponde a cerca de 90% da sua capacidade máxima. Esse volume, chamado de capacidade nominal é atingido no momento em que ocorre o “desarme” do bico da mangueira da bomba de combustíveis. Se o frentista for além nesse momento, haverá divergência entre o marcado na bomba e o informado no manual.

 

– Quando Empresa e Cliente se entendem bem!

Há certas histórias que nós, mestres, adoramos contar em sala de aula aos nossos alunos, quando falamos de relacionamento entre empresas e consumidores. E uma delas foi proporcionada pelo Bradesco.

Um cliente, que houvera perdido seu cartão, resolveu solicitar ajuda ao banco Bradesco através do Facebook. Mas fez algo inusitado: pediu um novo cartão em forma de poema. Abaixo:

Banco Bradesco querido
Quisto por mim e os meus
Tens sua morada paulista
Bem na Cidade de Deus

Vejam que bela homenagem
O próprio Deus concebeu
Para a sua cidade
O vosso Banco escolheu

Eu até que me poria
Em alta colina à bradar
Peito banhado em verdade
Bradesco em primeiro lugar

Mas venho por outro motivo
O que findou meu sorrir
Para por fim ao martírio
Um favor vou lhes pedir

Plena falta de cuidado
Digna de um jabuti
Fazendo compras no mercado
O meu cartão eu perdi

Antes que eu passe fome
Faço a solicitação
Ao meu Banco preferido
PRECISO DE OUTRO CARTÃO!

O banco, de maneira inteligente e tão curiosa quanto o pedido do internauta, respondeu o apelo do seu cliente da mesma forma: por poema e pelo próprio Facebook!

Mauro querido cliente
Pra você ter outro cartão
à sua agência deve ir pessoalmente

Mas não será por motivos fúteis
Você irá cadastrar uma nova senha
E seu cartão chegará em até 7 dias úteis

Agradecemos a sua compreensão
E sempre que precisar
Pode contar com a nossa colaboração

Simpático, diferente e moderno. Muitos já clicaram no Curtir do Bradesco por causa de tão simples e curiosa resposta.

– País do Futebol, com estádios vazios?

Será que realmente somos o país do futebol?

Veja só: no ranking das maiores torcidas mundiais (levando-se em consideração média de ingressos por jogo), o Borussia Dortmund tem público maior de 80.000 pagantes por jogo. Real Madrid e Barcelona só não têm mais porque não cabe em seus estádios. Dos 100 com maiores médias de lotação, o brasileiro com maior média é o Santa Cruz (PE) com 36.000 aproximadamente. Dos times da série A, o Coringão é o 65o, com pouco mais de 29.000.

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– Excesso de Energético pode matar Crianças e Adolescentes

Se você costuma tomar energéticos, fica o alerta: sabidamente, eles aumentam os batimentos cardíacos, o que pode ser perigoso em muitos casos.

Mas e nas crianças e idosos?

Piorou! Nos EUA, o energético Monster está a frente do Red Bull nas vendas, e 5 mortes são investigadas por adolescentes que consumiram tal produto. Imagine a repercussnao negativa para o fabricante…

Abaixo:

ESTADOS UNIDOS INVESTIGAM LIGAÇÃO DE ENERGÉTICO COM CINCO MORTES

Extraído de: Band News – http://is.gd/j1InCv

Uma bebida energética está sendo apontada como a causa da morte de cinco pessoas, nos Estados Unidos. Entre elas, uma menina de 14 anos. A família de Anais Fournier entrou com uma ação contra a fabricante da Monster Energy Drink, em um tribunal da Califórnia.

A adolescente morreu vítima de um ataque cardíaco, após consumir duas latas do energético, em um intervalo de 24 horas. Os médicos afirmam que o envenenamento por cafeína provocou uma arritimia, piorando um problema pré-existente, em uma válvula cardíaca. A garota de 14 anos morreu a dois dias do Natal, após passar seis dias em coma induzido.

A agência americana que regula remédios e alimentos investiga outras quatro mortes, relacionadas ao consumo do energético. A Monster é líder em vendas, nos Estados Unidos, com 39% do mercado. Na lata, existe um alerta que a bebiba não é recomendada para crianças, nem pessoas sensíveis à cafeína.

– O Imediatismo dos Jovens em Início de Carreira

Está na moda o termo “Empresa Y”. Resumidamente, é aquela que possui em seus quadros executivos jovens nascidos entre 1980 e 1994. E o que elas querem e o que esses jovens querem?

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI113188-16642,00-A+EMPRESA+Y.html

A EMPRESA Y

As companhias já aprenderam a lidar com o imediatismo dos jovens em início de carreira? A julgar pela experiência das empresas Boehringer, Usiminas, IBM, Andrade Gutierrez, Leroy Merlin e Kimberly-Clark, a resposta é sim. A geração Y comemora e agradece

Por Karla Spotorno

Atlanta, outubro de 2009. Fernanda Barrocal, 28 anos, e Renata Herz, 27, gerentes da Kimberly-Clark no Brasil, tentavam esconder o nervosismo. Estavam ali, num centro de convenções, para apresentar os resultados de uma iniciativa baseada no livro A Estratégia do Oceano Azul e realizar toda uma argumentação em inglês. Publicado pelo especialista em gestão W. Chan Kim em 2005, Oceano Azul tornou-se um best-seller e inspirou empresas mundo afora. Fernanda e Renata conheciam muito bem o projeto da filial brasileira, mas a apreensão era justificada. Além de 30 executivos da multinacional americana, estava na plateia o próprio Chan Kim. Mas elas se saíram tão bem que começaram a ser requisitadas para dar mais informações sobre a iniciativa, inclusive por gestores da empresa em outros países.

Fernanda e Renata são típicas representantes da geração Y, formada por jovens entre 18 e 30 anos que entraram no mercado de trabalho nesta década. Eles cresceram conectados à internet, são menos pacientes, não se apegam a valores corporativos e querem crescer de forma rápida na carreira. Surpreendem os gestores tradicionais ao se dirigir ao chefe da mesma forma como falam com os amigos, o que mostra uma dificuldade para lidar com o ambiente formal de muitas empresas. São ainda multitarefas. Podem muito bem executar um trabalho enquanto ouvem música e navegam nas redes sociais. Querem liberdade para sugerir mudanças e esperam alguma recompensa imediata pelos bons resultados.

Por serem assim tão diferentes das gerações anteriores, esses jovens são frequentemente retratados de forma estereotipada. Um dos mitos propagados é o de que são desleais e acreditam que só vale a pena permanecer na empresa se ela for útil e proporcionar um rápido crescimento da carreira. Uma pesquisa da consultoria de recursos humanos Hay Group mostra exatamente o contrário. O levantamento ouviu 5.568 jovens que atuam em grandes empresas e apontou que 65% pretendem ficar mais de cinco anos onde trabalham.

Além disso, 78% afirmam que há respeito à diversidade, especialmente quando se trata de diferenças entre gerações. “A culpa pela alta rotatividade é da própria empresa”, diz Ricardo Guerra, 24 anos, trainee na área de vendas para grandes clientes da Kimberly-Clark. Segundo ele, se as companhias não aprenderem a oferecer o que os jovens procuram, continuarão perdendo os talentos. Guerra rejeitou um convite para trocar de emprego porque vê perspectivas de crescer na Kimberly. Isso acontece também com suas colegas Renata e Fernanda, responsáveis pela apresentação da iniciativa baseada no Oceano Azul.

Renata se formou em publicidade, estudou inglês e espanhol. Quando entrou na Kimberly-Clark, em 2004, não imaginava que ficaria tanto tempo. “Apesar de estar há quase seis anos na empresa, não me sinto estagnada. Posso propor melhorias, dar minha opinião”, afirma. Formada em engenharia naval, Fernanda também não tem pressa. Ela trabalha há quase quatro anos na Kimberly e há dois, quando passou por um programa de job rotation, teve a oportunidade de conhecer a companhia de forma mais ampla. “Claro que não existe lugar perfeito. Mas, quando saio com meus amigos da faculdade, percebo como a vida pode ser dura em empresas que têm outras formas de trabalho”, afirma.

Assim como a Kimberly-Clark, muitas companhias já podem ganhar o selo informal de Empresa Y, por estarem aprendendo, na prática, como lidar com essa geração irrequieta. Ao dar a duas jovens promissoras a missão de representar a filial brasileira na reunião anual da diretoria da América Latina, em Atlanta, nos Estados Unidos, a Kimberly-Clark sinaliza que delegar projetos importantes para sua população Y foi a solução encontrada pela direção para atrair e reter esses talentos. Fabricante de produtos de higiene e limpeza, como as fraldas da Turma da Mônica, os absorventes Intimus Gel e a linha Scott, a companhia enfrentava uma estagnação no início da década. Para voltar a crescer, o único caminho era inovar e lançar produtos criativos. E nada melhor para isso do que dar espaço aos jovens, que formam hoje 43% de sua força de trabalho.

“Cerca de 10% do nosso faturamento deve vir de inovação. E se depender somente das minhas ideias, vamos viver pobres”, afirma João Damato, 59 anos, presidente da empresa. A estratégia parece ter dado certo. Depois de abrir espaço para o diálogo e a criatividade e oferecer mais oportunidades aos novatos, a empresa cresceu 250% em receita nos últimos sete anos.

A siderúrgica Usiminas e a indústria farmacêutica Boehringer Ingelheim também perceberam que precisavam ir além do trivial para segurar seus jovens funcionários. Resolveram, então, mudar os programas de estágio, no ano passado. “Digamos que agora o sistema está menos Pinochet e mais Piaget”, afirma Helena Pessin, 52 anos, superintendente de desenvolvimento humano da Usiminas, dando a entender que o diálogo vai superar os desmandos hierárquicos.

Na Boehringer, a metodologia também foi renovada. Acabaram as palestras formais em auditório. Os estagiários da empresa participam agora de fóruns no formato do programa Altas Horas, da TV Globo, um clássico dessa geração. O entrevistado fica no centro de um círculo, apresenta suas ideias e responde a perguntas. Segundo o professor Anderson de Souza Sant’anna, 38 anos, da Fundação Dom Cabral, faz mesmo todo o sentido evitar o modelo de sala de aula, que prepara os estudantes para trabalhar em um sistema fabril, em que o empregado ouve o chefe, cumpre suas ordens e exerce sua atividade individualmente, sem questionar. “Ninguém é treinado para discutir, ouvir críticas e colaborar”, afirma Sant’anna. “A escola ainda não forma as pessoas para trabalhar em equipe.”

Mas mudar a cultura organizacional exige tempo, energia e disposição dos gestores. Em alguns casos, a resistência de funcionários mais antigos pode ser grande, como ocorreu na Boehringer Ingelheim. A empresa de origem alemã começou a implementar, em 2004, uma política de abertura para o diálogo e de menos formalidade entre gestores e subordinados. Quatro diretores não aceitaram a quebra das barreiras hierárquicas e deixaram a companhia. “O desligamento foi um caso extremo. Mas eles não se adequaram à nova cultura da empresa porque realmente não acreditavam nela”, afirma Adriana Tieppo, 44 anos, diretora de RH. O episódio mostra que uma companhia que pretende ser inovadora precisa reservar tempo para muita conversa entre as pessoas de sua equipe, coincidentemente uma reivindicação da geração Y.

Na siderúrgica Usiminas, para evitar problemas de relacionamento, a área de recursos humanos criou workshops para ensinar os gestores a dialogarem com os jovens. No quadro de funcionários da companhia, cerca de 20% pertencem à geração Y. Em 2014, esse número deverá estar em 45%. Apesar de privatizada em 1991, a companhia preserva algumas características de empresa estatal, como a lentidão para promoções e mobilidade entre as áreas. Uma das ações para transformar a cultura foi o treinamento dos gestores para que incorporem os novos valores corporativos instituídos em março de 2009 pela nova diretoria, que assumiu em 2008. “Queremos conferir mais voz, mais poder e também mais responsabilidade para as pessoas”, diz Marco Antônio Castello Branco, 49 anos, presidente da Usiminas.

A iniciativa parece ter convencido os jovens da empresa. A economista Mariana Paes, 26 anos, foi transferida da área financeira para a de gestão da inovação depois que sua chefe imediata percebeu sua preferência por funções que envolvem a colaboração. “Minha antiga gestora é superantenada. Ela começou a me envolver em projetos mais inovadores porque sabia que isso me motivaria”, diz Mariana, que não recebeu um aumento de salário mas mesmo assim gostou da mudança, por representar um reconhecimento e uma nova oportunidade para crescer.

Casos como o de Mariana Paes, da Usiminas, mostram a importância que os jovens dão ao desenvolvimento pessoal. Na pesquisa do Hay Group, 93% disseram que desenvolvimento é crucial para permanecer no emprego. Os jovens querem aprender novas funções e conhecer outras áreas para entender de forma mais ampla os negócios e perceber que estão evoluindo com a companhia. Outro fator que motiva a geração Y é o equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Depois de ver que os pais dedicaram mais tempo ao trabalho do que à família, sem grandes recompensas, eles entendem que precisam ter outra postura em relação ao trabalho. Para a maioria, pouco importa o sobrenome corporativo. O que vale é encontrar um sentido para suas tarefas. As empresas podem ajudar nessa busca ao lhes oferecer uma abertura maior para o diálogo, mais responsabilidade, feedbacks constantes, desenvolvimento pessoal e ascensão de forma mais rápida. Não são, no entanto, coisas fáceis de fazer, especialmente em razão do conflito entre as gerações, agora acentuado dentro das corporações.

Pela primeira vez na história do trabalho, coabitam quatro gerações nos escritórios. Além dos jovens da geração Y, estão no mercado os chamados tradicionais, pessoas que nasceram até 1945; os baby boomers, nascidos entre 1946 e 1963; e a geração X, que forma o menor grupo em razão da taxa de natalidade mundial abaixo da média entre 1964 e 1979. Hoje, a diferença de idade entre o funcionário mais novo e o mais velho nas empresas ultrapassa meio século.

“A tendência é ainda de aumento nessa diferença, na próxima década, em razão do envelhecimento da população. Na Europa, as pessoas entre 65 e 90 anos somarão 21% dentro de dez anos. Em 2000, esse percentual era 11%”, afirmou a Época NEGÓCIOS Guido Stein, 46 anos, professor da Universidade de Navarra e especialista em gestão de pessoas e liderança.

Combinar em suas equipes a vitalidade dos jovens em início de carreira e a experiência dos funcionários mais velhos só traz benefícios, e as empresas sabem bem disso. Mas, segundo a psicóloga Elaine Saad, 46 anos, gerente-geral para a América Latina da consultoria Right Management, a responsabilidade maior está nas mãos dos gestores. “O líder tem a obrigação de respeitar as diferenças e aprender como se comunicar com cada indivíduo”, afirma Elaine. Para Rolando Pelliccia, 47 anos, diretor do Hay Group, a retenção dos talentos está mais associada às competências do gestor e ao clima de trabalho do que às ações da empresa. Na pesquisa da consultoria, o valor da relação com o gestor ficou nítido. Entre os jovens participantes, 75% dizem que são ouvidos pelos superiores. Eles afirmam ainda que o gestor tem algo a ensinar e que aceita sugestões e críticas.

Depois de fazer um esforço para entender o jovem da geração Y, os executivos da IBM no Brasil decidiram criar um comitê chamado “crossgenerational”, ligado à área de diversidade. A ideia é que o comitê proponha ações para melhor atender os jovens, que totalizam 35% dos 19 mil colaboradores da empresa. Além disso, a IBM decidiu inovar no seu programa de mentoring, que agora é reverso. No lugar de o funcionário mais antigo ser mentor do mais novo, o novato é que dá conselhos para o mais velho. Qualquer um pode participar do programa e indicar quem gostaria de ter como mentor. “O jovem chega com uma expertise em colaboração e em redes sociais muito valiosa para a empresa”, afirma Osvaldo Nascimento, 47 anos, diretor de RH da IBM Brasil. “A capacidade para trabalhar com diferentes grupos de pessoas e em vários lugares também é importante para a companhia.”

As discussões sobre a geração Y dentro das empresas têm mostrado que o desejo de crescer rapidamente na carreira não é bom nem para os jovens nem para as corporações. Afinal, em qualquer profissão experiência é insubstituível. Muitas companhias deram cargo e salário sem transferir responsabilidades, para atender à pressa típica dessa geração e segurar possíveis talentos, mas o resultado foi a frustração do jovem e um problema no organograma.

O engenheiro civil André Gerab, 24 anos, concorda que em muitas áreas o que vale mesmo é a experiência. “Quando saí da faculdade, eu era superarrogante. Achava que sabia tudo. Comecei a trabalhar e percebi que tenho muito ainda a aprender”, afirma. Ex-aluno da Universidade de São Paulo, Gerab trabalha na construtora Andrade Gutierrez e não tem muita pressa de crescer. Entende que para construir uma carreira sólida precisa passar por diferentes áreas dentro da empresa e aprender outras funções.

A opinião é compartilhada por Camila da Rocha Correa, 25 anos, relações-públicas da Andrade Gutierrez. Há menos de um ano na empresa, Camila diz que não quer ser promovida sem ter a maturidade e o conhecimento necessários para o cargo. “O que eu realmente desejo é ser reconhecida por fazer algo muito bem”, afirma.

Para ajudar profissionais como Camila e Gerab a crescerem de forma consistente, a Andrade Gutierrez criou um programa de desenvolvimento de competências chamado Geração AG. Já passaram pelo programa 230 jovens, como o engenheiro civil Rafael Perez, 28 anos, três de formado e há seis na Andrade Gutierrez. A meta de Perez é ser engenheiro chefe de obra. Para isso, já passou por várias funções. Atualmente é ele que coordena a produção, uma das quatro grandes áreas de uma obra. “Preciso aprender todas as funções”, diz Perez, que hoje trabalha na construção de uma estação de tratamento de esgoto na Baixada Santista.

Como a Andrade Gutierrez, a rede de varejo de material de construção e itens para casa Leroy Merlin também decidiu acelerar a carreira de profissionais da geração Y e investe em um programa de contratação e formação de jovens gerentes desde o ano passado. No processo de seleção dos candidatos, em São Paulo, o diretor regional Patrick Leffondre, 45 anos, decidiu levar em conta principalmente os valores pessoais e não a competência técnica, algo prioritário antes. “Quem vem trabalhar aqui precisa ter prazer em conhecer profundamente a empresa e as funções que irá exercer, e também gostar de desenvolver equipe e ter iniciativa”, diz Leffondre. Apesar de tentar atender às demandas dos jovens, a Leroy Merlin quer encontrar candidatos que realmente se identifiquem com o sistema de gestão descentralizado da multinacional francesa e que gostem do trabalho em loja. “Estamos preparando as pessoas e a empresa para acompanharem o crescimento da rede”, afirma Cynthia Cerotti, 39 anos, gerente da área de RH no Brasil. Em 2010, a varejista repetirá o investimento de R$ 130 milhões do ano passado, quando inaugurou três lojas, cada uma com 250 funcionários.

Apesar dos avanços, para atrair e reter os jovens talentosos e, consequentemente, ganhar em inovação e crescimento, as empresas ainda precisam dar vários passos. Para a economista americana Sylvia Ann-Hewlett, diretora do Center for Work-Life Policy, em Nova York, muitas das demandas dos jovens são realmente positivas para as companhias. “Um novo sistema de recompensas, por exemplo, é uma das questões que as companhias deveriam pensar em adotar”, afirmou Sylvia a Época NEGÓCIOS. Autora de diversos artigos e livros sobre diversidade, Sylvia diz que o que é bom para a geração Y também agradará ao baby boomer. “As duas gerações estão olhando para o emprego de maneira semelhante e devem conduzir grandes mudanças na forma de trabalhar”, diz. Entre essas mudanças, Sylvia destaca a necessidade de intervalos na carreira, como os sabáticos, em que o profissional volta após um período fora, e a flexibilidade de horário. Para Sylvia, essas são algumas demandas que as duas gerações deverão implementar juntas nos próximos anos. Até por questões de sobrevivência, nenhuma empresa vai querer ficar fora.

– Lucro dos bancos: tá bom ou quer mais?

Ontem, o Bradesco divulgou seu lucro no último trimestre: 2,86 milhões de reais!

Depois disso, perdi a fala. Ou melhor, a escrita…

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– Segundo Turno Encerrado, Combustível Aumentado!

A Petrobras quer de todas as formas aumentar os preços dos combustíveis. Historicamente, passado o período eleitoral, o preço sobe. Claro, se segura o aumento para não ter prejuízo político e depois… Pimba!

Porém, há tempos que se discute esse reajuste. E agora, a Petrobras quer nada mais do que 10% de aumento!

Extraído de: http://is.gd/3LSM0d

GOVERNO E PETROBRAS DISCORDAM SOBRE DATA PARA REAJUSTE

A estatal quer que o aumento venha após o segundo turno das eleições, mas Planalto discorda.

O governo federal tem duas possíveis datas para reajustar os preços da gasolina e do diesel. O aumento pode vir no final do mês, depois do segundo turno das eleições, ou em janeiro do ano que vem. O impasse quanto as datas ocorre devido ao embate entre governo – que não quer pressionar a inflação de 2012 – a Petrobras – que prometeu cortar investimentos bilionários caso não haja reajuste até o final do ano. Segundo a empresa, o equilíbrio financeiro chegou ao limite, não sendo possível arcar com prejuízos de comprar combustível no exterior e revender no Brasil a preços mais baixos.

O problema, segundo o governo, é que o aumento da gasolina ainda neste ano pode estourar o teto da inflação prevista para 2012, que é de 6,5%. Se o aumento de 10% projetado pelo mercado for aplicado, o impacto na inflação seria de pelo menos 0,3%. Por outro lado, os resultados da Petrobras tem ficado aquém do esperado, o que diminui o interesse de acionista pela empresa e compromete a capacidade da estatal de fazer investimentos.

– A Amil foi Vendida. E o que muda?

A UnitedHealt, empresa de saúde americana, comprou nessa semana a Amil por quase 10 bilhões de reais.

Ouvi uma autoridade da ANS dizendo que a empresa deverá dar todas as garantias de boa continuidade do plano, que o segurado da saúde deve exigir consultas marcadas em tempo rápido, que o preço deve ser justo…

Ué, alguém tem um plano de saúde tão bom? Ele não existe!

Seria bom que isso detalhado acima acontecesse de verdade…

– Governo quer que os Postos de Combustíveis divulguem Vantagens aos Consumidores

Um grupo de técnicos quer que a ANP obrigue os postos de combustíveis a divulgar na entrada dos estabelecimentos qual combustível é mais vantajoso: etanol ou gasolina. A idéia é: se naquele dia o etanol tiver o preço por quilômetro mais competitivo que a gasolina, deve ser informado aos clientes em placas ou faixas com letras grandes.

A intenção pode ser boa, mas na prática impraticável. Motivo? Nem todo carro consome a mesma quantidade dos dois produtos proporcionalmente em reais. Um exemplo: meu carro gasta R$ 0,174 por quilômetro rodado se eu abastecer o etanol e rodar apenas na estrada. Se o fizer com gasolina, gastará R$ 0,162 (portanto, vantagem para a Gasolina). Mas o carro da minha mulher gasta R$ 0,164 no etanol e R$ 0,168 na gasolina (aqui, vantagem para o Etanol).

Portanto, depende muito do carro… alguns defendem a famosa conta de que, se o etanol estiver com o preço cerca de 70% abaixo da gasolina, ele é a melhor opção. Não é bem assim! Depende muito do carro, do motorista, do percurso…

Assim, como fazer com o tal aviso defendido pelo Governo?

– 1/3 da População Gasta sem Planejar

Um número preocupante: 38% da população do Brasil gasta sem pensar! Seja por impulso, por falta de planejamento ou por qualquer outro motivo, os gastos descontrolados só fazem aumentar a dívida dos consumidores.

Extraído de: Folha de São Paulo, 08/10/12, pg B3, por Agnaldo Brito

MAIS DE 1/3 DA POPULAÇÃO GASTA SEM PENSAR

Endividamento do brasileiro chega a 44% da renda anual, com espaço para contratar novos empréstimos.

Pesquisa da BoaVista, administradora do banco de dados dos serviços centrais de proteção ao crédito no país, revela que 38% dos brasileiros não usam qualquer tipo de planejamento financeiro para organizar seus ganhos e seus gastos.

Essa negligência com o próprio dinheiro é mais grave no Centro-Oeste do país, onde 43% da população não usa nenhum tipo de instrumento para elaborar e executar orçamentos. O Sul do país é mais disciplinado nessa tarefa: apenas 30% declararam não usar qualquer planejamento financeiro.

Lidar com dinheiro vira matéria de escola Jovens e casais sem filhos investem mais em imóveis

Nas regiões Sudeste e Nordeste, o contingente de entrevistados que admitiram não planejar ganhos e gastos alcançou 39%. No Norte, 35% afirmaram não fazer qualquer tipo de plano para administrar a renda e a despesa.

O levantamento mostra como ainda há no Brasil um descompasso entre o avanço na oferta de crédito (hoje um componente que representa metade do PIB) e o cuidado no uso desse instrumento financeiro pelas famílias.

“O que se vê é que o aumento da oferta de crédito não veio acompanhada de orientação sobre como usar esse instrumento de maneira correta. O resultado foi o aumento da inadimplência”, disse Fernando Cosenza, diretor de inovação e sustentabilidade da BoaVista.

Para Cosenza, a inadimplência é o principal desafio do país na ampliação da oferta de crédito, que promete continuar mediante a gradual queda dos juros.

Segundo Banco Central, o endividamento do brasileiro alcança apenas 44% da renda anual, portanto ainda há no país amplo espaço para a expansão. Há países em que o endividamento supera os 100% da renda anual.

O problema é que, no Brasil, os juros ainda são excessivamente altos. E, mais grave: negligenciados. De novo, efeito da má qualidade ou ausência de edução financeira.

“A pesquisa confirmou que o brasileiro não observa a taxa de juros, mas o tamanho da parcela mensal sobre seu orçamento”, afirmou.

A inadimplência é o principal componente no cálculo do risco de crédito que define a taxa de juros sobre as operações.

A pesquisa da BoaVista ouviu 1.300 pessoas por telefone escolhidas de forma aleatória. A pesquisa tem margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

– Iniciativas Ecologicamente Corretas

A Revista Veja trouxe há algum tempo um suplemento chamado “Sustentabilidade”, onde idéias e negócios verdes são apresentados.

Destaco uma matéria intitulada “Onda Verde” (pg 50, 22/12/2010), sobre exemplos de empresas que se deram bem com a iniciativa ecológica. Compartilho:

ONDA VERDE

Por trás dos investimentos em negócios sustentáveis existe a certeza de que os produtos com menor impacto ambiental promovem mais riqueza – para as empresas e para o planeta. Alguns exemplos:

CERVEJA – AmBev:

De 2004 a 2009, a fabricante de bebidas reduziu de 4,37 litros para 3,9 litros o volume de água necessário para a fabricação de 1 litro de cerveja. Além disso, vende praticamente tudo o que sobra do processo de fabricação.

O bagaço de malte é transformado em ração para o gado, a levedura seca é utilizada na produção de temperos e o vidro é reciclado para dar origem a novas garrafas. No ano passado, a venda desses subprodutos representou uma receita extra de 78,8 milhões de reais.

TALÃO DE CHEQUES VERDE – Real / Santander

Com uma composição de 75% de papel virgem e 25% de papel reciclado, o talão de cheques verde foi lançado em 2004 pelo Banco Real antes de ele ser absorvido pelo espanhol Santander.

Embora tenha um custo de fabricação igual ao do modelo tradicional, a versão de papel reciclado economiza 2,5 milhões de folhas de papel tamanho A4 por mês, o equivalente a 214 árvores.

O Santander vende as sobras dos cheques compensados, que, depois de guardados por 30 dias e microfilmados, numa espécie de registro digital do documento, são enviados à picotagem para a fabricação de papel-toalha e outros produtos.

Essa venda rende ao banco 2500 reais por m~es, quantia doada a uma instituição de caridade.

LÂMPADA LED – G.E.

No início do ano que vem, o gigante americano lançará no Brasil uma lâmpada de 9 watts com tecnologia LED. A lâmpada produz a mesma luminosidade das incandescentes de 40 watts, mas com uma economia de 77% de energia elétrica.

Sua vida útil é de 25.000 horas, ou dezessete anos, considerando quatro horas de uso diário.

A nova lâmpada foi anunciada como o lançamento mais recente da linha Ecomagination, com mais de noventa produtos verdes, criada em 2005.

Desde então, a GE faturou 70 bilhões de dólares somente com as vendas nesse segmento.

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– Geração Z (ou Geração @) vem aí!

Nós constantemente falamos sobre a Geração Y, que, afinal de contas, são os jovens executivos que estão tentando revolucionar a Administração de Empresas.

Mas e a Geração Z (chamada por muitos como Geração @)?

Compartilho um interessante material da Revista Exame, sobre quem são esses adolescentes / jovens que poderão revolucionar ainda mais o mundo dos negócios, e, por que não, a sociedade!

Destaque para as crenças e valores dessa moçada que vem por aí.

Extraído de: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/geracao-quem-sao-e-como-se-comportam

GERAÇÃO Z: QUEM SÃO E COMO SE COMPORTAM

Os teens de hoje que têm entre 13 e 18 anos em breve tomarão o poder do mercado de consumo, assim como os seus “antepassados”, a Geração Y. Eles nasceram e vivem na era digital, estão interconectados, super informados, têm um sentimento crítico elevado, são egocêntricos, precisam ser reconhecidos e procuram seus próprios momentos de fama. Para eles, as marcas continuam sendo relevantes em suas vidas para construir sua identidade, aponta a pesquisa “Geração @ e as Mudanças dos Consumidores Teens”.

O estudo realizado pela Enfoque Pesquisa de Marketing no Brasil e apresentado ontem, dia 22, na sede da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa mostra um adolescente cuja vida passa 24 horas por dia nas telas. Principalmente a do computador, para acessar a internet, em que 77% preferem passar o seu tempo, contra 66% da Televisão e 54% do celular. Mas eles não consumem uma mídia de cada vez.

Enquanto estão na internet, os teens multitarefa ouvem música, falam ao telefone e assistem à TV, nesta ordem. O ambiente digital é um território conquistado por eles e onde têm suas próprias linguagens. A disputa pela atenção deste público é cada vez mais feroz. Tudo que se passa na vida deles hoje tem uma tela. Eles não consomem mídia, mas sim conteúdo que os permite interagir e compartilhar, principalmente nas redes sociais.

Geração Display

As redes sociais são parte fundamental na vida dos adolescentes brasileiros para se socializarem, conhecer pessoas, ter reconhecimento e auto-estima. Em seus perfis, eles se mostram como querem ser vistos, geram e compartilham conteúdo constantemente. “Os teens de hoje são autores e protagonistas de seus momentos”, afirma Zilda Knoploch, CEO da Enfoque Pesquisa de Marketing (foto). “É uma geração display. São obcecados por se verem e serem vistos. Até o processo de paquera mudou. Primeiro ele se mostra e depois conhece”, explica.

Agora, as marcas precisam conhecer e interagir com esses jovens que Zilda chamou de Geração @, também denominada por Geração Z. Eles são adolescentes nascidos após 1995. A forma de fazer Marketing tem que ser diferente. “Temos que entrar na vida destas pessoas, acompanhar a vida delas e se relacionar. Não é mais um discurso da marca para o teen, mas uma conversa entre os dois”, diz a CEO da Enfoque.

É uma interação sem fim que tem como base o conteúdo. As marcas que não tiverem conteúdo e um propósito estarão fora do jogo. Elas precisam preencher um espaço que está vago na mente dos novos adolescentes que se mostram sem perspectivas, uma vez que 52% das mais de 1.500 pessoas entrevistas em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Recife, das classes A, B e C, se mostram abertos a morar em outro país. Elas não têm confiança nas empresas, nos políticos, nem no Estado, mas 70% dos garotos e garotas confiam na Igreja, seguida da Seleção Brasileira de Futebol, do Exército, da Rede Globo e dos Bancos.

Atitudes diferentes, mas nem tanto

Em meio a uma fase de transição, os novos teens se mostram materialistas e extremistas em relação às suas emoções. Assim como a Geração Y, querem tudo para ontem e alguns deles já sentem falta de tempo para fazer tudo que gostam. É um fenômeno decorrente da maior gama de atividades diárias além da escola, principalmente nas classes AB. Seus ídolos não estão no esporte, mas sim na família, sendo a mãe a principal.

Sobre o futuro, a maioria não tem ideia do que acontecerá a eles, apenas querem desfrutar o hoje. A diferença é que, na classe A, alguns desejam estudar e trabalhar no exterior. O vasto acesso a informação lhes permite sentir que o mundo cabe em suas mãos. Num ambiente de excessos, a opinião de seus amigos é confiável e mais influente que a das marcas.

A música está presente em todas as situações que este jovem passa, formando a trilha sonora da vida dele mais do que no passado. O que não muda, segundo a pesquisa, é que as marcas continuam representando os códigos de moda para esta geração, seja como pertencimento, para obter status ou até mesmo se diferenciar.

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– Dia do Empreendedor

Hoje é dia do Empreendedor!

A nós, Administradores de Empresas, uma data especial, pois ela se torna a lembrança de que empreender é arriscar, mudar, alterar, investir, produzir valor! Nem sempre resultando em sucesso, pois a experiência do fracasso é da essência do Empreendedorismo.

Àqueles que desejarem, compartilho ótimo case sobre “Empreendedores que Inspiram”!

Em: http://is.gd/EMPREENDEDORES

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– Canetas Bic e Folclore

Sou do tempo em que não existiam grandes fabricantes de caneta no Brasil. A Bic reinava absoluta, tendo como concorrentes que não incomodavam: Compactor e Faber Castell. Ah, e a Pilot, mas essa era de outro segmento.

Hoje, a Bic continua forte, mas não tanto quanto nos anos 80. Há um sem-número de marcas, principalmente as chinesas. Porém, lendo a Revista Época Negócios, ed Setembro, pg 34, vejo um “hino de louvor à marca”. Há 30 anos, seria atual. Agora, parece uma propaganda, com certo exagero. Mas vale a curiosidade! Abaixo:

TODO MUNDO TEM UMA BIC

A Bic produz 730 milhões de canetas por ano do Brasil. Mas você nunca comprou nenhuma, né? Elas aparecem na sua gaveta

por Raquel Salgado

O francês Marcel Bich não inventou a caneta esferográfica. Mas a tornou-a famosa. Ele comprou a patente de um húngaro e lançou a Bic Cristal em 1951. O produto chegou ao Brasil em 1956 e logo tornou-se um fenômeno de vendas. Virou também campeão das lendas urbanas. Uma delas diz que a tinta nunca acaba: ”se você perde uma, aparece uma dúzia na sua gaveta”. Há quem diga até que a Bic é uma sonda espacial. Uma caneta lendária, como se vê.

CURIOSIDADE: a tinta é feita de corantes reativos do ferro (para a cor azul) e do carbono (para o ferro) misturados a solventes e resinas, aquecidos numa grande caldeira até a temperatura de 70oC. A quantidade de tinta é suficiente para fazer um traçado de 2 km.

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– Assédio Moral dos Bancos aos seus Funcionários:

Amigos, 66% dos bancários, segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Financeiro, sofrem de assédio moral!

A pesquisa é do ano passado, que só a vejo agora. Mas penso ser assustador tal índice.

Compartilho abaixo e deixo a pergunta: você tem essa sensação de que os bancários são moralmente assediados nessa proporção?

Extraído de: http://classificados.folha.com.br/empregos/951999-assedio-moral-atinge-66-dos-bancarios-no-brasil.shtml

66% DOS BANCÁRIOS SÃO ASSEDIADOS MORALMENTE NO BRASIL

Cinco caixas de antidepressivos por mês e uma tentativa de suicídio. Essa é a realidade do supervisor Wagner Araújo, 33, há dois anos, depois de sofrer ataque nervoso no banco em que trabalha. Desde 2009, ele está afastado pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

Além da pressão por metas, Araújo conta que era chamado de Gardenal (remédio psiquiátrico) por colegas. “Os chefes gritavam comigo, e eu perdia o controle emocional.”
Na capital paulista e em Osasco, 42% dos bancários dizem ter sido vítimas de assédio moral, indica pesquisa do sindicato da categoria com 818 profissionais, obtida com exclusividade pela Folha.

Em nível nacional, o problema atinge 66% dos bancários, segundo consulta a 27.644 trabalhadores feita em 2011 pela Contraf (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro).

“As principais queixas são cobrança abusiva, humilhação e falta de reconhecimento”, lista Juvandia Moreira, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo. A entidade fechou parceria com bancos no início do ano para criar canal de denúncias de assédio moral.

Segundo Magnus Apostólico, diretor da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), as queixas recebidas serão utilizadas para “melhorar as relações de trabalho”.

No TRT-SP (Tribunal Regional do Trabalho), o total de ações por assédio caiu 3,6% no primeiro semestre de 2011, em relação ao mesmo período de 2010. Uma razão é a capacitação de gestores. Até junho, 22.739 processos tramitavam em primeira instância.

HUMILHAÇÃO

Receber medalhas na festa de confraternização da empresa é, na maioria das vezes, motivo de orgulho. Para Vivian Nascimento, 27, o prêmio significou o contrário.

Nova em uma multinacional do setor de informática, a analista de suporte foi classificada pelos colegas como uma das piores funcionárias do departamento. Tudo com o aval dos chefes diretos.

Na festa de fim de ano de 2008 -na qual não foi porque estava de plantão-, recorda ela, foi organizada cerimônia com entrega de faixas e medalhas aos primeiros colocados em cada categoria.

“Fui nomeada uma das funcionárias mais desesperadas, perdidas e sem noção da equipe”, conta ela. Nascimento foi demitida dois anos depois da “premiação”, em um corte de funcionários, e entrou com processo contra a empresa por assédio moral.

Com a chegada da geração Y (nascidos entre 1978 e 2000) nas empresas e a maior competitividade entre companhias, casos como o de Nascimento são cada vez mais comuns, apontam especialistas.

“Os jovens são intolerantes em relação a problemas no trabalho”, argumenta Roberto Heloani, professor de psicologia do trabalho da Fundação Getulio Vargas. “Além disso, são cada vez mais cobrados por resultados.”

A luta contra o tempo, afirma o professor, é um dos fatores responsáveis pelo assédio moral do chefe com seus funcionários. “Como muitos [desses gestores] são jovens, o assédio vem de formas diferentes, como brincadeiras ofensivas e boicote de trabalho [o empregado é excluído de projetos, por exemplo].”

Ser humilhado pelo chefe, no entanto, não é situação exclusiva no escopo do assédio moral no trabalho, destaca o advogado trabalhista Alexandre Lindoso. “Hoje os próprios colegas são responsáveis pela humilhação.”

O motivo, explica, é o aquecimento do mercado, que aumenta a empregabilidade, mas incentiva o “espírito competitivo dos profissionais”. Casos de assédio moral horizontal -quando o agressor não é chefe da vítima- já são reconhecidos pela Justiça. “Se o problema ocorreu embaixo do guarda-chuva da empresa, ela é a responsável”, esclarece Lindoso.

Terezinha Rodrigues, 53, foi alvo dos dois tipos de assédio moral: foi humilhada por superiores e colegas. Contratada para atuar como auxiliar de codificação em um órgão público -como comissionada-, foi obrigada a trabalhar com malote e como auxiliar de portaria.

“Os funcionários falavam que iam me dar um par de patins para eu trabalhar mais rápido”, diz. Em 2010, após 30 anos na empresa, foi demitida e entrou com processo na Justiça.

– A Bebida de James Bond

Em breve estreará o novo filme do agente 007: Skyfall. Porém, uma surpresa: o herói não pedirá, como de costume, um Martini. Pela primeira vez, rendido pelo patrocínio de US$ 45 milhões, Bond pedirá uma Heineken gelada!

Quem é fã se decepcionou… Só falta mudarem o bordão: “My name is Bond. James Bond” por algo mais comercial!

– A Briga pela Herança da H Stern

A rede de joalherias H Stern, fundada por Hans Stern, vive uma pendenga: 2 filhos fora do casamento do falecido Hans querem o direito de partilhar a herança. E fica a pergunta, bem formulada pelo O GLOBO: o que é mais importante: a paternidade biológica ou socioafetiva? A resposta pode vir acompanhada da possibilidade de ”paternidade financeira”…

Extraído de: http://is.gd/lo3HJw

A HERANÇA PRECIOSA DE H STERN

O que é mais importante: a paternidade biológica ou a paternidade socioafetiva? A resposta para essa delicada questão dará o desfecho à ação de reconhecimento de paternidade que corre na 2ª Vara de Família e envolve uma batalha por uma herança bilionária. De um lado, dois irmãos, de 52 e 54 anos, que descobriram recentemente, por exame de DNA, serem filhos biológicos do miliardário Hans Stern, fundador da rede de joalherias H. Stern que morreu em 2008. Agora eles querem o direito à fortuna, literalmente preciosa. Do outro lado do ringue, os quatro filhos legítimos de Hans, que sustentam a tese da paternidade socioafetiva: o verdadeiro pai é o que cria e dá afeto, e não o biológico. O caso foi revelado pela revista “Carta Capital”.

A expectativa é que a sentença sobre a ação de reconhecimento da paternidade, movida pelo dentista Milton Rezende Duarte e seu irmão Nélson (incapacitado por uma deficiência mental), saia ainda este ano.

A briga pela divisão do império brasileiro formado por 180 lojas espalhadas pelo mundo também é movida por fofocas de bastidores. Ainda vivo, Hans teria reconhecido outra filha fora do casamento, Maria Lídia. O fato é que ela foi incluída no testamento do bilionário, junto com os quatro outros herdeiros, embora não seja denominada de “filha” no texto. As informações dão conta de que Maria Lídia vive na Suíça atualmente e faz parte do inventário de cifras volumosas.

Por correr em segredo de Justiça, os escritórios de advocacia Zveiter (que cuida dos interesses dos dois irmãos) e Andrade & Fichtner (contratado pelos herdeiros Stern) não se pronunciam sobre a ação. No entanto, sabe-se que os advogados de Milton e Nélson esperam apenas o juiz da 2ª Vara de Família reconhecer a paternidade para ingressarem com pelo menos mais três outras ações: a anulação do testamento atual (do qual Milton e Nélson não fazem parte), medidas judiciais para preservar os direitos dos dois novos herdeiros da rede de joalherias e medidas para garantir a participação dos dois na sociedade da empresa.

Os irmãos Stern não fazem declarações sobre o caso familiar porque, de acordo com seus advogados, a paternidade sequer foi reconhecida ainda pelo juiz. A tese que os herdeiros defendem é que, mesmo que isso aconteça, Milton e Nélson não teriam direito à herança, já que por toda a vida tiveram outro homem como pai, que ao morrer, há 15 anos, deixou, inclusive, herança para os dois. Na batalha judicial, a tese dos Stern é que a paternidade socioafetiva se sobrepõe à paternidade biológica.

— Todos têm o direito de saber quem é seu pai, mas daí a ter direito a herança vai uma grande diferença. Isso não cria um direito hereditário. Até a idade madura, eles achavam ter outra pessoa como pai, que os registrou e os criou. Como ninguém pode ter dois pais, eles vão anular esse registro e renegar um pai de uma vida inteira? — argumenta uma pessoa próxima à família Stern, que prefere não se identificar.

Imbróglio começou logo após morte de Hans

O enredo novelesco para essa disputa bilionária envolvendo uma das cinco maiores joalheiras do mundo começou logo após a morte de Hans. Adeiza Rezende, a mãe de Milton e Nélson, revelou aos dois que Nélson era fruto de um romance que tivera, por seis anos, mesmo já casada, com o empresário Hans Stern, um alemão que abriu sua primeira joalheria nos anos 40 no Brasil.

Na época do caso amoroso, entre as décadas de 30 e 40, Hans ainda era solteiro. O marido de Adeiza, Milton, morreu sem saber sobre o romance ou a possibilidade de não ser o pai de Milton (por ser o primogênito recebeu o nome do pai) e Nélson.

Ao saber do segredo que a mãe guardou por décadas, Milton decidiu entrar com uma ação de reconhecimento de paternidade do irmão, ainda em 2008. Dois anos depois, por desconfiar de que ele próprio poderia ser também filho do bilionário, o dentista pediu um segundo reconhecimento de paternidade.

Ricardo, Ronaldo, Roberto e Rafael, os quatro herdeiros de Hans Stern, se recusaram a se submeter ao teste de DNA.

Os advogados do dentista, então, conseguiram na Justiça, no último dia 26 de junho, o direito a exumar o corpo do empresário para comprovar a paternidade. Os quatro herdeiros, então, voltaram atrás e concordaram em se submeter aos exames. Assim, a exumação do corpo foi suspensa.

Resultado do DNA anexado ao inventário

O resultado positivo do teste de paternidade saiu poucos dias depois da realização do exame. Os advogados dos dois irmãos já comunicaram o resultado à vara onde corre o inventário do empresário.

Procurado na terça-feira pelo GLOBO, Milton não foi encontrado. De acordo com sua secretária, o dentista está num congresso durante toda esta semana. Ele mantém um consultório no Méier e é o responsável legal pelo irmão, Nélson. A mãe dos dois vive atualmente nos Estados Unidos.A rede de joalherias H Stern, fundada por Hans Stern, vive uma pendenga: 2 filhos fora do casamento do falecido Hans querem o direito de partilhar a herança. E fica a pergunta, bem formulada pelo O GLOBO: o que é mais importante: a paternidade biológica ou socioafetiva? A resposta pode vir acompanhada da possibilidade de ”paternidade financeira”…

– O iOS 6 e seus Problemas

Inegavelmente, os produtos da Apple são muito bons. Muitas vezes, são chatos: vide o teclado do MacBook: até hoje não engulo o tal do “Option + n” para digitar o til, ou o “Command + X” para recortar, já que o “Control X” não funciona.

Tudo ok, no restante, a marca é de excelência pura. Porém, com o iOS 6, o iPhone está com muitos problemas: o aplicativo do Google Plus, por exemplo, devido a retirada dos mapas, não consegue localizar o seu local e simplesmente fecha. Outros aplicativos não estão adaptados e fecham sozinho (ou nem abrem)!

Ô dona Apple… capricha aí! Vamos estar prontos para as mudanças. Estou com saudades do iOS 5.

– Bradesco deixa de Ganhar “Muitíssimo” para ganhar “Muito”

Depois da presidente Dilma Rousseff reclamar da alta taxa de juros dos cartões de crédito, o Bradesco resolveu reduzi-la pela metade!

Quer dizer que baixou de “altíssimo” para “muito alto”. Ou alguém em sã consciência acredita viável usar o rotativo do cartão?

No Brasil, pasmem, a taxa anual atinge inaceitáveis 900%! Ou seja: uma compra em janeiro vai custar quase 10 vezes mais em dezembro!

Cortar pela metade ainda é muito pouco.

– Comprometimento X Envolvimento na Administração de Empresas

Você sabe diferenciar a exigência do Comprometimento e a do Envolvimento na sua atividade profissional?

Compartilho interessante matéria sobre o assunto:

Extraído de: http://www.jrsantiago.com.br/area_de_conhecimento/_Editorial/Comprometimento_x_Envolvimento__afinal_o_que_o_mercado_quer

COMPROMETIMENTO X ENVOLVIMENTO: AFINAL, O QUE O MERCADO QUER?

por José Renato Sátiro Santiago

Certamente duas condições que sempre surgem em nosso dia a dia profissional e, porque não dizer, pessoal.

Um interessante método que costuma facilitar o entendimento é o uso de metáforas.

Sendo assim, neste caso, o uso da estória da galinha e do porco pode ser bem útil.

Lá vai…

O café da manhã costuma ser considerada a principal alimentação diária para uma pessoa.

Infelizmente nem todos damos a ele a devida importância.

Mas isso é uma outra questão…

Convencionalmente a galinha e o porco fazem parte desta alimentação.

A galinha através do ovo ou, até mesmo, do omelete.

Já o porco ao fornecer o bacon ou a linguiça.

A galinha está envolvida no café da manhã.

Ela exerce um importante papel e continua viva para fornecer seus “serviços”.

Quanto ao porco, não há como negar seu comprometimento.

E depois… bem, ele não conseguirá voltar a prestar seus “serviços’, estará morto.

Em nossa vida profissional, dependendo do papel desenvolvido por cada pessoa, há diferentes condições.

O dono da empresa costuma estar envolvido em seu negócio ou projeto.

Se ele investir todos os seus recursos em um determinado negócio, ele estará comprometido.

Quando ele está comprometido com um negócio, seus riscos, como empresário, se elevam consideravelmente.

Justamente por isso que uma forma utilizada para reduzir os riscos é a diversificação de seus recursos.

Ao distribuir seus recursos, ele passará de comprometido para envolvido.

Isto estará longe de significar que ele se preocupará mais ou menos.

É uma questão de inteligência.

Cada um de nós, como profissionais, também podemos adotar a mesma estratégia.

Ao investir todos os nossos recursos, quer sejam materiais, intelectuais ou de qualquer outro tipo, em apenas um determinado projeto ou atividade, ficamos 100% dependentes dele.

Tal tipo de entendimento costuma ser comum junto as pessoas que são responsáveis ou “donas” de um projeto ou atividade, justamente porque costuma-se confundir envolvimento e comprometimento com atenção e dedicação.

Tanto atenção como dedicação podem ser encontrados em seu nível mais alto nos profissionais envolvidos com suas atividades.

Quando se exige o comprometimento, está se querendo algo muito maior do que aquilo que uma pessoa deve dispor.

Mesmo porque, em longo prazo, isto poderá voltar justamente contra aquele que o exigiu.

Sendo assim, que estejamos sempre envolvidos junto as nossas atividades e responsabilidades.

– As Mais Lucrativas Faculdades

Compartilho interessante matéria sobre universidades que conseguiram potencializar suas receitas graças a classe C. Leia e conclua: negócio lucrativo ou não?

Extraído de: http://is.gd/ewETZm

UM NEGÓCIO NOTA 10

Impulsionadas pela classe C, empresas do setor de educação batem recordes de lucros e veem o preço de suas ações disparar na bolsa de valores

por Mariana Queiroz Barboza

O primeiro semestre foi especialmente nervoso para os investidores da Bolsa de Valores de São Paulo. Pressionada pela piora do cenário externo e fortemente influenciada pela crise na zona do euro e pela desaceleração da economia brasileira, a BM&FBovespa amarga um dos quatro piores desempenhos do mundo. De janeiro a junho, o principal índice da bolsa, Ibovespa, apresentou queda de 4,2%, enquanto a rentabilidade das empresas listadas despencou. Os resultados negativos da bolsa paulista tornam ainda mais impressionante a performance das companhias do setor de educação, que viram suas ações disparar, em alguns casos, quase 100%. Se há muito tempo o País discute a necessidade de melhorar a qualidade de seu ensino, no campo financeiro os gigantes que controlam esse mercado jamais ganharam tanto dinheiro. “Não fomos afetados pelo baixo crescimento da economia”, diz Ricardo Scavazza, presidente da Anhanguera Educacional, conglomerado paulista avaliado hoje em R$ 4,7 bilhões – é mais do que uma companhia aérea como a Gol e praticamente o mesmo do que uma TAM (sem a LAN). “A tendência é que o setor continue crescendo acima de dois dígitos nos próximos cinco anos, porque há uma defasagem histórica no acesso ao ensino superior no Brasil”, completa Scavazza. Segundo o empresário, 2012 será o melhor ano em uma década para instituições como a sua.

Os bilhões gerados nas salas de aula resultaram em números espantosos. Na mineira Kroton, dona das Faculdades Pitágoras, o lucro avançou 408,8% no acumulado até 30 de junho. Depois que adquiriu a Unirondon por R$ 22 milhões em abril e o grupo Uniasselvi por R$ 510 milhões em maio, a rede expandiu sua base de alunos, principalmente no ensino à distância, grande aposta para a manutenção dos resultados no futuro, segundo o presidente Ricardo Galindo. Os números positivos se repetem em outras empresas. No primeiro semestre, a Anhanguera fez seu lucro líquido crescer 59% em relação ao mesmo período do ano passado. A carioca Estácio também aumentou seus ganhos acima de 50%. “O sucesso de agora é consequência de um plano de investimentos de quatro anos”, diz Rogério Melzi, presidente da Estácio.

A estratégia de atender os consumidores da ascendente classe C é comum à Anhanguera, Estácio e Kroton desde o início do processo de profissionalização, em 2000. “A nova classe média passou a usar seu poder aquisitivo maior não só para comprar eletrodomésticos, carro e casa própria, mas para realizar o sonho de ter os filhos com diploma”, diz Carlos Monteiro, presidente da CM Consultoria, especializada em educação. Com o surgimento de grandes instituições, o ensino superior foi submetido a uma certa uniformização e assim o preço das mensalidades passou a ser o principal fator de competição. De olho na demanda doméstica, as três companhias registraram ganhos muito acima dos setores de varejo e transportes, por exemplo, apesar da alta no nível de endividamento das famílias. “A educação é vista mais como investimento do que como consumo”, afirma Bruno Giardino, analista de educação do Santander.

Nesse cenário, a consolidação do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), programa do governo federal que oferece crédito para o pagamento de mensalidades do ensino superior, caiu como uma luva. “Essa é uma dívida boa porque está atrelada à expectativa de aumento no patamar de renda do indivíduo”, afirma Giardino. Desde 2010, os juros pagos no programa caíram de 9% para 3,4% ao ano. Segundo o presidente da Anhanguera, o fundo é o elemento que faltava para ampliar o acesso das classes ascendentes ao ensino superior. “O número de alunos nossos que hoje utiliza o Fies triplicou em relação ao início de 2012”, diz Scavazza, do grupo Anhanguera. A perspectiva da Anhanguera é que essa proporção, hoje em 30%, ultrapasse em breve os 50%. Na Estácio, são 30 mil estudantes que recorrem ao Fies, o equivalente a 15% da base de alunos. Segundo especialistas, essas universidades têm o mérito de abrir as portas para pessoas que, até pouco tempo atrás, não tinham acesso à vida universitária. Para um país como o Brasil, não é pouca coisa.

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– Um Pedaço das Nossas Infâncias: Os Estúdios Hanna-Barbera

Lembram-se de Jambo & Ruivão, Leão da Montanha ou Pepe Legal? Talvez não. Mas certamente você se lembra de Scooby Doo, Tom & Jerry e Flinstones. Por ironia do destino, esses personagens dos estúdios Hanna-Barbera surgiram após Walt Disney prometer e não contratar os animadores-fundadores da empresa, que resolveram desenhar por conta própria e tiveram liberdade de criar novas personagens. Hoje, o estúdio pertence a Warner Bross (WB).

Veja que história bacana, retirada da Wikipedia:

HANNA-BARBERA

Hanna-Barbera foi uma empresa de desenho animado criada pela dupla de cartunistas estadunidenses William Hanna e Joseph Barbera.[1] É uma das maiores produtoras de desenhos animados do mundo, estando situada em Los Angeles, no estado da Califórnia

HISTÓRIA

Eles se conheceram em 1937 e começaram a trabalhar juntos no estúdio de animação da Metro-Goldwyn-Mayer em 1939. Na década de 1940, enviaram seus desenhos para Walt Disney, que prometeu viajar até Nova Iorque na semana seguinte para contratá-los. Nunca apareceu.

O primeiro projeto de animação criado e desenvolvido pelos dois foi o desenho Puss Gets the Boot (1940), que iniciou a premiada e popularíssima série Tom e Jerry. Em 1944 foi fundado o estúdio Hanna-Barbera.

Com a popularização da televisão, Hanna e Barbera passaram a desenvolver novos trabalhos e personagens para a essa mídia a partir de 1957. Seu primeiro sucesso foi a série Jambo & Ruivão, seguido dos famosos Dom Pixote, Plic, Ploc & Chuvisco, Zé Colméia, Pepe Legal, Bibo Pai e Bob Filho, Olho Vivo e Faro Fino e Loopy De Loop (Loopy Le Beau), este último feito para exibição no cinema. Depois viriam as séries de horário nobre: Os Flintstones, Manda Chuva, Os Jetsons, Jonny Quest, dentre outros. No final da década de 1960 surgiria outro mega-sucesso: Scooby-Doo.

Em comparação com o trabalho cinematográfico anterior, a animação televisiva era bem precária, repetindo-se cenários de fundo e reaproveitando-se gestos e expressões dos personagens a exaustão. Mas o sucesso era garantido com as divertidíssimas gags que recheavam os episódios e alegravam tanto adultos como crianças.

Os desenhos Hanna-Barbera dominavam a programação infantil da televisão, até que em 1993 o monopólio Hanna-Barbera acabou.

Os estúdios da Hanna-Barbera foram, na década de 1990 comprados pela Turner Enterprises, conglomerado de comunicação do empresário Ted Turner — que inclui os canais de tevê por assinatura CNN, TNT e Cartoon Network — e o nome “HB” hoje é usado apenas nas produções anteriores à compra. As produções posteriores passaram a receber o rótulo “Cartoon Network Studios”. As únicas exceções foram O Laboratório de Dexter, Johnny Bravo, A Vaca e o Frango, Eu Sou o Máximo e As Meninas Superpoderosas, que utilizaram a logomarca “HB” até 1998, antes de adotar o seu rótulo definitivo.

Anos mais tarde, as empresas Turner foram adquiridas por outro conglomerado de comunicação, o “Time-Warner”, e a ex-Hanna-Barbera foi junto na transação. Muitos criticam tal aquisição como danosa à concorrência nos meios de entretenimento e jornalismo, já que ambas as empresas possuíam seus próprios departamentos de reportagens, filmes, séries de televisão e desenhos animados. Nesse último ponto, ainda não está claro o impacto que isto terá na qualidade das produções, já que a Hanna-Barbera e a Warner Bros. eram rivais ferrenhas na disputa pelos espectadores de desenhos.

Quando William Hanna morreu, em 22 de março de 2001, o estúdio Hanna-Barbera foi adquirido pela Warner Bros. Animation, e transformado no Cartoon Network Studios.

Em 18 de dezembro 2006 faleceu, com 95 anos, Joseph Barbera, por causas naturais.

Desenhos clássicos:

Os maiores sucessos infantis das décadas de 1950, 1960, 1970, 1980 e 1990 estão desde o fim da década de 1990 até o meio da década de 2000 perdendo espaço. Em 1993 os desenhos apareceram no canal Cartoon Network, mas tiveram baixa audiência. A partir daí os clássicos foram perdendo espaço até sumirem em 2008.

Em 1999 a Turner deu para HB sua segunda chance com o canal só dela, o Boomerang. No caso da América Latina, em menos de 10 anos o canal retirou de uma só vez todos os desenhos clássicos e agora exibe uma nova programação.

Recentemente, os desenhos de Hanna-Barbera voltaram à programação televisiva através de outro canal recém-criado pela Turner, denominado Tooncast. Os clássicos Tom e Jerry e Scooby-Doo estão atualmente na programação do canal Cartoon Network.

Guinness Book:

O desenho Scooby-Doo entrou no livro do Guinness Book como o desenho com mais episódios no ano de 2004, com 360 episódios.

– A Vingança da Samsung contra a Apple

Depois da Apple vencer na Justiça Americana a Samsung, fazendo a concorrente pagar multas bilionárias por quebra de patente, agora é a própria Samsung que recorre ao mesmo artifício: processará a Apple por utilizar patentes registradas pela empresa coreana na fabricação do novo iPhone 5.

Guerra sem fim… E o pior é que todos parecem ter razão. Quanto dinheiro deve estar envolvido, não?

– Geração Y: quem são e o que querem nas Organizações

Já abordamos algumas vezes no blog a importância das características da Geração Y na Administração de Empresas; falamos sobre suas peculiaridades, o que pensam e o que diferem da geração de administradores anterior.

Abaixo, compartilho um interessante material, didático e ilustrativo, com vários exemplos das ações dessa geração, bem como exemplos de empresas que priorizam esses novos e engajados profissionais.

Enviado pela Universitária Maiara Oliveira, extraído da Revista Época Negócios (clique aqui para link da citação)

A EMPRESA Y

As companhias já aprenderam a lidar com o imediatismo dos jovens em início de carreira? A julgar pela experiência das empresas Boehringer, Usiminas, IBM, Andrade Gutierrez, Leroy Merlin e Kimberly-Clark, a resposta é sim. A geração Y comemora e agradece

por Karla Spotorno

Atlanta, outubro de 2009. Fernanda Barrocal, 28 anos, e Renata Herz, 27, gerentes da Kimberly-Clark no Brasil, tentavam esconder o nervosismo. Estavam ali, num centro de convenções, para apresentar os resultados de uma iniciativa baseada no livro A Estratégia do Oceano Azul e realizar toda uma argumentação em inglês. Publicado pelo especialista em gestão W. Chan Kim em 2005, Oceano Azul tornou-se um best-seller e inspirou empresas mundo afora. Fernanda e Renata conheciam muito bem o projeto da filial brasileira, mas a apreensão era justificada. Além de 30 executivos da multinacional americana, estava na plateia o próprio Chan Kim. Mas elas se saíram tão bem que começaram a ser requisitadas para dar mais informações sobre a iniciativa, inclusive por gestores da empresa em outros países.

Fernanda e Renata são típicas representantes da geração Y, formada por jovens entre 18 e 30 anos que entraram no mercado de trabalho nesta década. Eles cresceram conectados à internet, são menos pacientes, não se apegam a valores corporativos e querem crescer de forma rápida na carreira. Surpreendem os gestores tradicionais ao se dirigir ao chefe da mesma forma como falam com os amigos, o que mostra uma dificuldade para lidar com o ambiente formal de muitas empresas. São ainda multitarefas. Podem muito bem executar um trabalho enquanto ouvem música e navegam nas redes sociais. Querem liberdade para sugerir mudanças e esperam alguma recompensa imediata pelos bons resultados.

Por serem assim tão diferentes das gerações anteriores, esses jovens são frequentemente retratados de forma estereotipada. Um dos mitos propagados é o de que são desleais e acreditam que só vale a pena permanecer na empresa se ela for útil e proporcionar um rápido crescimento da carreira. Uma pesquisa da consultoria de recursos humanos Hay Group mostra exatamente o contrário. O levantamento ouviu 5.568 jovens que atuam em grandes empresas e apontou que 65% pretendem ficar mais de cinco anos onde trabalham.

Além disso, 78% afirmam que há respeito à diversidade, especialmente quando se trata de diferenças entre gerações. “A culpa pela alta rotatividade é da própria empresa”, diz Ricardo Guerra, 24 anos, trainee na área de vendas para grandes clientes da Kimberly-Clark. Segundo ele, se as companhias não aprenderem a oferecer o que os jovens procuram, continuarão perdendo os talentos. Guerra rejeitou um convite para trocar de emprego porque vê perspectivas de crescer na Kimberly. Isso acontece também com suas colegas Renata e Fernanda, responsáveis pela apresentação da iniciativa baseada no Oceano Azul.

Renata se formou em publicidade, estudou inglês e espanhol. Quando entrou na Kimberly-Clark, em 2004, não imaginava que ficaria tanto tempo. “Apesar de estar há quase seis anos na empresa, não me sinto estagnada. Posso propor melhorias, dar minha opinião”, afirma. Formada em engenharia naval, Fernanda também não tem pressa. Ela trabalha há quase quatro anos na Kimberly e há dois, quando passou por um programa de job rotation, teve a oportunidade de conhecer a companhia de forma mais ampla. “Claro que não existe lugar perfeito. Mas, quando saio com meus amigos da faculdade, percebo como a vida pode ser dura em empresas que têm outras formas de trabalho”, afirma.

EMPRESA AMIGA

Assim como a Kimberly-Clark, muitas companhias já podem ganhar o selo informal de Empresa Y, por estarem aprendendo, na prática, como lidar com essa geração irrequieta. Ao dar a duas jovens promissoras a missão de representar a filial brasileira na reunião anual da diretoria da América Latina, em Atlanta, nos Estados Unidos, a Kimberly-Clark sinaliza que delegar projetos importantes para sua população Y foi a solução encontrada pela direção para atrair e reter esses talentos. Fabricante de produtos de higiene e limpeza, como as fraldas da Turma da Mônica, os absorventes Intimus Gel e a linha Scott, a companhia enfrentava uma estagnação no início da década. Para voltar a crescer, o único caminho era inovar e lançar produtos criativos. E nada melhor para isso do que dar espaço aos jovens, que formam hoje 43% de sua força de trabalho.

“Cerca de 10% do nosso faturamento deve vir de inovação. E se depender somente das minhas ideias, vamos viver pobres”, afirma João Damato, 59 anos, presidente da empresa. A estratégia parece ter dado certo. Depois de abrir espaço para o diálogo e a criatividade e oferecer mais oportunidades aos novatos, a empresa cresceu 250% em receita nos últimos sete anos.

A siderúrgica Usiminas e a indústria farmacêutica Boehringer Ingelheim também perceberam que precisavam ir além do trivial para segurar seus jovens funcionários. Resolveram, então, mudar os programas de estágio, no ano passado. “Digamos que agora o sistema está menos Pinochet e mais Piaget”, afirma Helena Pessin, 52 anos, superintendente de desenvolvimento humano da Usiminas, dando a entender que o diálogo vai superar os desmandos hierárquicos.

Na Boehringer, a metodologia também foi renovada. Acabaram as palestras formais em auditório. Os estagiários da empresa participam agora de fóruns no formato do programa Altas Horas, da TV Globo, um clássico dessa geração. O entrevistado fica no centro de um círculo, apresenta suas ideias e responde a perguntas. Segundo o professor Anderson de Souza Sant’anna, 38 anos, da Fundação Dom Cabral, faz mesmo todo o sentido evitar o modelo de sala de aula, que prepara os estudantes para trabalhar em um sistema fabril, em que o empregado ouve o chefe, cumpre suas ordens e exerce sua atividade individualmente, sem questionar. “Ninguém é treinado para discutir, ouvir críticas e colaborar”, afirma Sant’anna. “A escola ainda não forma as pessoas para trabalhar em equipe.”

FIM ÀS BARREIRAS

Mas mudar a cultura organizacional exige tempo, energia e disposição dos gestores. Em alguns casos, a resistência de funcionários mais antigos pode ser grande, como ocorreu na Boehringer Ingelheim. A empresa de origem alemã começou a implementar, em 2004, uma política de abertura para o diálogo e de menos formalidade entre gestores e subordinados. Quatro diretores não aceitaram a quebra das barreiras hierárquicas e deixaram a companhia. “O desligamento foi um caso extremo. Mas eles não se adequaram à nova cultura da empresa porque realmente não acreditavam nela”, afirma Adriana Tieppo, 44 anos, diretora de RH. O episódio mostra que uma companhia que pretende ser inovadora precisa reservar tempo para muita conversa entre as pessoas de sua equipe, coincidentemente uma reivindicação da geração Y.

Na siderúrgica Usiminas, para evitar problemas de relacionamento, a área de recursos humanos criou workshops para ensinar os gestores a dialogarem com os jovens. No quadro de funcionários da companhia, cerca de 20% pertencem à geração Y. Em 2014, esse número deverá estar em 45%. Apesar de privatizada em 1991, a companhia preserva algumas características de empresa estatal, como a lentidão para promoções e mobilidade entre as áreas. Uma das ações para transformar a cultura foi o treinamento dos gestores para que incorporem os novos valores corporativos instituídos em março de 2009 pela nova diretoria, que assumiu em 2008. “Queremos conferir mais voz, mais poder e também mais responsabilidade para as pessoas”, diz Marco Antônio Castello Branco, 49 anos, presidente da Usiminas.

A iniciativa parece ter convencido os jovens da empresa. A economista Mariana Paes, 26 anos, foi transferida da área financeira para a de gestão da inovação depois que sua chefe imediata percebeu sua preferência por funções que envolvem a colaboração. “Minha antiga gestora é superantenada. Ela começou a me envolver em projetos mais inovadores porque sabia que isso me motivaria”, diz Mariana, que não recebeu um aumento de salário mas mesmo assim gostou da mudança, por representar um reconhecimento e uma nova oportunidade para crescer.

Casos como o de Mariana Paes, da Usiminas, mostram a importância que os jovens dão ao desenvolvimento pessoal. Na pesquisa do Hay Group, 93% disseram que desenvolvimento é crucial para permanecer no emprego. Os jovens querem aprender novas funções e conhecer outras áreas para entender de forma mais ampla os negócios e perceber que estão evoluindo com a companhia. Outro fator que motiva a geração Y é o equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Depois de ver que os pais dedicaram mais tempo ao trabalho do que à família, sem grandes recompensas, eles entendem que precisam ter outra postura em relação ao trabalho. Para a maioria, pouco importa o sobrenome corporativo. O que vale é encontrar um sentido para suas tarefas. As empresas podem ajudar nessa busca ao lhes oferecer uma abertura maior para o diálogo, mais responsabilidade, feedbacks constantes, desenvolvimento pessoal e ascensão de forma mais rápida. Não são, no entanto, coisas fáceis de fazer, especialmente em razão do conflito entre as gerações, agora acentuado dentro das corporações.

Pela primeira vez na história do trabalho, coabitam quatro gerações nos escritórios. Além dos jovens da geração Y, estão no mercado os chamados tradicionais, pessoas que nasceram até 1945; os baby boomers, nascidos entre 1946 e 1963; e a geração X, que forma o menor grupo em razão da taxa de natalidade mundial abaixo da média entre 1964 e 1979. Hoje, a diferença de idade entre o funcionário mais novo e o mais velho nas empresas ultrapassa meio século.

“A tendência é ainda de aumento nessa diferença, na próxima década, em razão do envelhecimento da população. Na Europa, as pessoas entre 65 e 90 anos somarão 21% dentro de dez anos. Em 2000, esse percentual era 11%”, afirmou a Época NEGÓCIOS Guido Stein, 46 anos, professor da Universidade de Navarra e especialista em gestão de pessoas e liderança.

CHEFE LEGAL

Combinar em suas equipes a vitalidade dos jovens em início de carreira e a experiência dos funcionários mais velhos só traz benefícios, e as empresas sabem bem disso. Mas, segundo a psicóloga Elaine Saad, 46 anos, gerente-geral para a América Latina da consultoria Right Management, a responsabilidade maior está nas mãos dos gestores. “O líder tem a obrigação de respeitar as diferenças e aprender como se comunicar com cada indivíduo”, afirma Elaine. Para Rolando Pelliccia, 47 anos, diretor do Hay Group, a retenção dos talentos está mais associada às competências do gestor e ao clima de trabalho do que às ações da empresa. Na pesquisa da consultoria, o valor da relação com o gestor ficou nítido. Entre os jovens participantes, 75% dizem que são ouvidos pelos superiores. Eles afirmam ainda que o gestor tem algo a ensinar e que aceita sugestões e críticas.

Depois de fazer um esforço para entender o jovem da geração Y, os executivos da IBM no Brasil decidiram criar um comitê chamado “crossgenerational”, ligado à área de diversidade. A ideia é que o comitê proponha ações para melhor atender os jovens, que totalizam 35% dos 19 mil colaboradores da empresa. Além disso, a IBM decidiu inovar no seu programa de mentoring, que agora é reverso. No lugar de o funcionário mais antigo ser mentor do mais novo, o novato é que dá conselhos para o mais velho. Qualquer um pode participar do programa e indicar quem gostaria de ter como mentor. “O jovem chega com uma expertise em colaboração e em redes sociais muito valiosa para a empresa”, afirma Osvaldo Nascimento, 47 anos, diretor de RH da IBM Brasil. “A capacidade para trabalhar com diferentes grupos de pessoas e em vários lugares também é importante para a companhia.”

As discussões sobre a geração Y dentro das empresas têm mostrado que o desejo de crescer rapidamente na carreira não é bom nem para os jovens nem para as corporações. Afinal, em qualquer profissão experiência é insubstituível. Muitas companhias deram cargo e salário sem transferir responsabilidades, para atender à pressa típica dessa geração e segurar possíveis talentos, mas o resultado foi a frustração do jovem e um problema no organograma.

O engenheiro civil André Gerab, 24 anos, concorda que em muitas áreas o que vale mesmo é a experiência. “Quando saí da faculdade, eu era superarrogante. Achava que sabia tudo. Comecei a trabalhar e percebi que tenho muito ainda a aprender”, afirma. Ex-aluno da Universidade de São Paulo, Gerab trabalha na construtora Andrade Gutierrez e não tem muita pressa de crescer. Entende que para construir uma carreira sólida precisa passar por diferentes áreas dentro da empresa e aprender outras funções.

A opinião é compartilhada por Camila da Rocha Correa, 25 anos, relações-públicas da Andrade Gutierrez. Há menos de um ano na empresa, Camila diz que não quer ser promovida sem ter a maturidade e o conhecimento necessários para o cargo. “O que eu realmente desejo é ser reconhecida por fazer algo muito bem”, afirma.

Para ajudar profissionais como Camila e Gerab a crescerem de forma consistente, a Andrade Gutierrez criou um programa de desenvolvimento de competências chamado Geração AG. Já passaram pelo programa 230 jovens, como o engenheiro civil Rafael Perez, 28 anos, três de formado e há seis na Andrade Gutierrez. A meta de Perez é ser engenheiro chefe de obra. Para isso, já passou por várias funções. Atualmente é ele que coordena a produção, uma das quatro grandes áreas de uma obra. “Preciso aprender todas as funções”, diz Perez, que hoje trabalha na construção de uma estação de tratamento de esgoto na Baixada Santista.

VALORES PESSOAIS

Como a Andrade Gutierrez, a rede de varejo de material de construção e itens para casa Leroy Merlin também decidiu acelerar a carreira de profissionais da geração Y e investe em um programa de contratação e formação de jovens gerentes desde o ano passado. No processo de seleção dos candidatos, em São Paulo, o diretor regional Patrick Leffondre, 45 anos, decidiu levar em conta principalmente os valores pessoais e não a competência técnica, algo prioritário antes. “Quem vem trabalhar aqui precisa ter prazer em conhecer profundamente a empresa e as funções que irá exercer, e também gostar de desenvolver equipe e ter iniciativa”, diz Leffondre. Apesar de tentar atender às demandas dos jovens, a Leroy Merlin quer encontrar candidatos que realmente se identifiquem com o sistema de gestão descentralizado da multinacional francesa e que gostem do trabalho em loja. “Estamos preparando as pessoas e a empresa para acompanharem o crescimento da rede”, afirma Cynthia Cerotti, 39 anos, gerente da área de RH no Brasil. Em 2010, a varejista repetirá o investimento de R$ 130 milhões do ano passado, quando inaugurou três lojas, cada uma com 250 funcionários.

Apesar dos avanços, para atrair e reter os jovens talentosos e, consequentemente, ganhar em inovação e crescimento, as empresas ainda precisam dar vários passos. Para a economista americana Sylvia Ann-Hewlett, diretora do Center for Work-Life Policy, em Nova York, muitas das demandas dos jovens são realmente positivas para as companhias. “Um novo sistema de recompensas, por exemplo, é uma das questões que as companhias deveriam pensar em adotar”, afirmou Sylvia a Época NEGÓCIOS. Autora de diversos artigos e livros sobre diversidade, Sylvia diz que o que é bom para a geração Y também agradará ao baby boomer. “As duas gerações estão olhando para o emprego de maneira semelhante e devem conduzir grandes mudanças na forma de trabalhar”, diz. Entre essas mudanças, Sylvia destaca a necessidade de intervalos na carreira, como os sabáticos, em que o profissional volta após um período fora, e a flexibilidade de horário. Para Sylvia, essas são algumas demandas que as duas gerações deverão implementar juntas nos próximos anos. Até por questões de sobrevivência, nenhuma empresa vai querer ficar fora.

– Facedízimo?

Segundo a Revista de Economia “Isto É Dinheiro” (Ed 778, pg 65), a Igreja Universal do Reino de Deus, de Edir Macedo, lançou um aplicativo para o Facebook exclusivo para receber dízimo dos fiéis. Através da Rede Social, o fiel pode fazer suas doações tranquilamente do seu equipamento eletrônico, de maneira segura e on-line.

Moderno, não? Tal ideia tem sido batizada de Facedízimo.

Inegavelmente, Edir Macedo é um homem de vanguarda.

– Adultizar precocemente as crianças ou não?

Uma polêmica para os pais; uma novidade para as crianças e uma oportunidade financeira para os fabricantes: a venda de Cosméticos para crianças!

A Anvisa (Agência Nacional da Vigilância Sanitária) estuda liberar a venda de maquiagens e desodorantes para crianças a partir de 3 anos, provocando preocupação e discussão sobre a precoce “adultização” dos pequenos por culpa da pressão dos grandes fabricantes.

Eu não gosto dessa antecipação do culto a vaidade. E você?

Extraído de Folha de São Paulo, 07/09/07, pg C7 (por Johanna Nublat).

ANVISA DEVE LIBERAR VENDA DE SOMBRA E DESODORANTE INFANTIL

Vigilância Sanitária lança hoje uma consulta pública com novas regras para cosméticos feitos para crianças. Dermatologista diz que criança não precisa desses produtos; agência diz que há demanda social.

Uma consulta pública lançada hoje pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) pretende liberar a entrada no mercado de desodorantes e sombras infantis.

De acordo com a proposta, desodorantes para axilas e pés podem ser ofertados para crianças a partir de oito anos, desde que não sejam antitranspirantes ou em aerossol -forma cuja toxicidade para crianças não está definida, segundo a agência.

Substâncias antissépticas estão liberadas, desde que sejam de “uso consagrado”. Já os componentes alcoólicos, normalmente presentes nos desodorantes, devem ter índices mínimos.

A sombra, diz a proposta, pode ser aplicada por adultos em crianças de três e quatro anos e pelas próprias crianças a partir dos cinco anos de idade.

Produtos como blush, batom e brilho labial já têm regras específicas e são liberadas para o público infantil. O mesmo vale para xampus, sabonetes, esmaltes, protetores solares, entre outros.

Dirceu Barbano, diretor-presidente da Anvisa, afirma que demandas da sociedade e do mercado levaram à revisão da norma anterior sobre cosméticos infantis, de 2001.

“Brevemente você vai encontrar, em farmácias e supermercados, desodorantes para crianças. Hoje não existe, não havia um marco normativo que permitisse às indústrias lançarem um desodorante para uso infantil.”

BOM-SENSO
Sérgio Graff, médico da Unifesp especializado em toxicologia e que participou da elaboração dessa consulta, afirma que a proposta avança ao regular melhor o setor.

“A falta de alguns produtos destinados a crianças fazia com que as mães usassem produtos de adulto nos filhos”, diz. O problema, diz Graff, é que cosméticos para crianças precisam passar por testes de maior sensibilidade e não podem ter determinados componentes.

O médico argumenta que é justificável a entrada no mercado de desodorantes infantis, porque algumas crianças -principalmente meninas que menstruam mais cedo- podem precisar do produto por volta dos dez anos.

A coordenadora de dermatologia pediátrica da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Silmara Cestari, diz que esses casos são raros e que o odor pode ser minimizado com sabonetes antissépticos.

“Por que a criança passa maquiagem? Porque vê o adulto passar. Com o desodorante é igual, a criança transpira mais, tem um cheirinho azedinho, a mãe acha que precisa passar desodorante.”

Alberto Keidi Kurebayashi, presidente da ABC (Associação Brasileira de Cosmetologia), diz que a norma pode proteger as crianças ao evitar propagandas equivocadas. Mas defende o bom-senso.
“Será que é preciso usar sombra na criança? Não pode ter exagero, a criança tem de ser bonita como ela é.”

A proposta fica disponível para sugestões no site da Anvisa por 60 dias.

MÃES DIVERGEM SOBRE MAQUIAGEM INFANTIL

Clara, 6, e Laís, 8, quando se juntam com as amiguinhas, costumam se pintar com os produtos da mãe, Veridiana Corbaro, 35.

A médica conta que as meninas pegaram seu estojo de maquiagem pela primeira vez sem perguntar a ela primeiro, mas que, agora, elas pedem para usar.

“Eu deixo. Se a criança é tratada como criança, usa numa brincadeira, não vejo problema. O problema é se vestir como adulto, com roupas justas”, diz Veridiana.

Mesmo usando produtos para adultos, as meninas nunca tiveram problemas, mas a mãe diz que preferiria comprar sombras para crianças, se houvesse. Desodorante, não. “Não precisa.”
Já a empresária Daniela Themudo Lessa, 37, se diz “supercontra” e não gosta quando a filha Carolina, 7, é maquiada nas festinhas dos colegas de escola.

Daniela diz que a filha costuma pedir para pintar as unhas com esmalte escuro, por exemplo, argumentando que as amiguinhas pintam.

“Tento conter essa pressão. Se vestir de princesa, pôr coroa, tudo bem, mas usar maquiagem, unha vermelha, deixar a criança adulta, não gosto. Isso é pular etapas.”

Para Daniela, criar linhas de sombras para crianças é um excesso. “Não é necessário. Uma criança de seis anos de sombra azul, para quê? Acho até feio criança maquiada. Mesmo sendo antialérgico, próprio, acho péssimo.”

Ela também não compraria um desodorante para a filha, mas não veria problema em deixá-la usar se ganhasse. “Criança é muito da empolgação. Usa por três dias, depois deixa guardado.”
A psicóloga e colunista da Folha Rosely Sayão diz que o uso da maquiagem como brincadeira é normal, mas acha que não é preciso haver uma linha específica de produtos para isso.

“Só se for para adultizar, ajudar a destruir a infância.” Para Rosely, há uma dificuldade hoje em suportar que é preciso segurar a criança na infância. “A gente não pode só dizer: ‘Eles gostam’. Eles não têm ideia de que isso vai ser prejudicial depois.”

– Dia do Administrador de Empresas

Parabéns a todos nós, Administradores de Empresas, pelo nosso dia.

Abaixo, mensagem do presidente do Conselho Federal de Administração sobre a data e a importância do profissional.

Extraído do site do CFA

DIA DO ADMINISTRADOR DE EMPRESAS

A Administração é a profissão que mais cresce no Brasil e no mundo. E temos muito o que comemorar. Nestes 44 anos, o Sistema CFA/CRAs – Conselhos Federal e Regionais de Administração tem desenvolvido ações para promover a difusão da Ciência da Administração e a valorização da profissão em busca da defesa da sociedade. 

A implementação de projetos direcionados para a fiscalização e para a formação profissional permitiu a consolidação da atuação dos Administradores no mercado de trabalho. Hoje, cada vez mais profissionais qualificados e registrados nos CRAs estão à frente de cargos estratégicos em órgãos públicos e empresas privadas. São profissionais capazes de observar, questionar, interpretar, liderar e tomar decisões com foco em cada fase do projeto. Empreendedorismo, dedicação, comunicação, ousadia e percepção somam-se às qualidades dos Administradores, profissionais imprescindíveis para o sucesso das organizações.

Parabéns, Administradores, pelos 44 anos em busca de uma melhor gestão da sociedade.

Adm. Roberto Carvalho Cardoso

Presidente do CFA

– A Qualidade dos Planos de Saúde

Os planos de saúde estão a desejar de longa data. Se você quiser marcar uma consulta particular, o médico te atende no mesmo dia, em muitos casos. Mas se for pelo convênio… esqueça!

Cardiologista? Nem pensar! A consulta leva meses para ser marcada.

Aqui, dois problemas: a ganância do médico em ganhar muito, e o mau pagamento dos planos aos profissionais.

Quer exemplos? Uma operação de retirada de módulo da mama tem como valor pago aos médicos R$ 70,00. Quanto ele cobraria se fosse particular?

A questão da saúde de fato é mal tratada pelas autoridades desse país… Os planos cobram muito, e nos devolvem pouco. E ninguém nada faz?

Hoje, os médicos de planos de saúde prometeram parar. Vai dar certo?

– Elvis não morreu e ainda vende!

Ela foi Mulher do Rei do Rock e ex-Sogra do Rei do Pop: Priscilla Presley, viúva de Elvis Presley e mãe da primeira esposa de Michael Jackson.

Priscilla está no Brasil promovendo um evento sobre Elvis no Shopping Eldorado, e se diz assustada pela idolatria ao seu marido.

O certo é que gerações passam e Elvis continua vendendo e capitalizando. Já pensaram se tivesse cuidado da saúde, o sucesso que ainda estaria fazendo?