– A turma da Adidas versus a turma da Nike na Copa das Confederações

Estamos há duas semanas do início da Copa das Confederações. E, simultaneamente aos preparativos, as duas gigantes do material esportivo lançaram mundialmente seus produtos “top de linha”.

A Adidas convocou Messi e mostrou a Nitrocharge, sua super-chuteira. A Nike chamou Neymar e apresentou a Hypervenon.

A vantagem da Nike é que a Argentina está fora da Confederations Cup; mas a desvantagem é que a Adidas é a patrocinadora oficial da FIFA, com a bola Cafusa sendo a vedete.

Quem vai faturar mais no campo dos negócios?

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– Ambientes de Trabalho Descontraídos

Vejam só: escritório com mesa de sinuca, guitarra e cerveja!

Regalias?

Não, liberdade para pensar e agir! Um modismo positivo.

Veja, extraído de: http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/180/noticias/o-preco-da-descontracao

O PREÇO DA DESCONTRAÇÃO

Oferecer benefícios descolados virou moda nas empresas brasileiras, mas isso atrai um tipo específico de profissional. Resta saber se esse é o seu perfil

Mesa de sinuca, guitarra, baixo, bateria, teclado e uma geladeira recheada de cerveja. Poderia ser um bar, mas é um escritório. Poderia estar no Vale do Silício, nos Estados Unidos, mas fica em Salvador, na Bahia.

Na sede do JusBrasil, site de informação na área de direito do trabalho, ninguém anda de terno. Além do kit roqueiro, a empresa oferece jogos eletrônicos e happy hour às sextas-feiras.

“Desde o começo, queríamos que fosse uma empresa com pouca hierarquia, onde os estagiários tivessem acesso aos chefes sem problemas”, diz Rodrigo Barreto, de 30 anos, sócio e diretor financeiro e operacional. “A autonomia é tudo para nós”, afirma Rafael Costa, de 30 anos, CEO da companhia.

A oferta de ambientes descontraídos tornou-se tendência nas empresas de tecnologia no Brasil e costuma despertar o interesse de jovens profissionais. Só em 2012, o arquiteto Edo Rocha, dono de um dos principais escritórios de arquitetura corporativa do Brasil, desenvolveu 26 projetos de escritórios descolados.

Empresas que colocam esse tipo de benefício à disposição do funcionário visam passar a mensagem de que se preocupam com o bem-estar de todos. Mas, conforme esses ambientes se popularizam, cresce a percepção de que nem todo profissional sente-se confortável neles.

A coach Taynã Malaspina, mestre em psicologia social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, investigou em sua dissertação de mestrado quatro grupos distintos de profissionais, sendo um deles de jovens que trabalham em agências de comunicação e empresas de tecnologia. Para esses trabalhadores, o principal valor é a liberdade para pensar e agir.

“Companhias de tecnologia vendem uma possibilidade de autonomia, como personalizar seu horário e tocar seu projeto com independência”, diz Taynã. Mas, se à primeira vista a decoração cria uma atmosfera de liberdade, num segundo momento a sensação provocada é de frustração.

Segundo Taynã, os profissionais se ressentem de não aproveitar os benefícios divertidos. Como resultado, muitos acabam se desapontando e deixando o emprego após um tempo. “A proposta se torna incoerente, e eles preferem sair”, afirma Taynã. “Eles querem trabalhar num lugar onde haja identificação de valores.”

Para uma ex-gerente do Buscapé, site de comparação de preços, produtos e serviços, se não for feito um trabalho com os gestores para que eles estimulem o clima de liberdade, não adianta oferecer opções de descontração.

A sede do Buscapé, em São Paulo, tem pebolim, pingue-pongue, cesta de basquete, redes para descanso e até um boneco de boxe para socar nas horas de estresse. A executiva diz que não regulava sua equipe, mas se lembra de ouvir outros gerentes criticando quando um funcionário deles descansava na rede. “Muitos achavam improdutivo usar a área de descompressão”, afirma a gestora.

Uma das consequências mais comuns dessa política de manter muitos atrativos na empresa é que as pessoas ultrapassam o horário regular do expediente. De acordo com Christian Barbosa, especialista em gestão de tempo e produtividade e fundador da Triad PS, de São Paulo, se por um lado os benefícios trazem felicidade ao escritório, por outro são uma maneira velada de a empresa manter os funcionários por perto.

“O intuito é que isso se traduza em produtividade, o que nem sempre acontece”, diz Christian. “Queremos tirar qualquer impressão do trabalho como um lugar ruim ou hostil. Os profissionais se sentem bem e nem querem sair daqui”, diz Rafael Costa, do JusBrasil.

Ambiente informal, jogos e alimentação saudável amenizam o peso das tarefas e a pressão por resultados e fazem o profissional passar mais tempo no escritório, restringindo as relações pessoais aos colegas da empresa. Quem opta por essa rotina acaba se esquecendo de que a vida não é só trabalho.

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– A Logo da Pepsi em Lata da Coca-Cola?

A Coca-Cola lançou novas latinhas para comemorar a Copa das Confederações da FIFA, evento que ela patrocina, numa campanha intitulada “Vamos colorir o Brasil”. As embalagens receberam as cores da bandeira brasileira, divididas pelo tradicional vermelho da marca.

E não é que um espertalhão descobriu que em um dos modelos – o azul sem querer aparece a logomarca do seu concorrente, a Pepsi?

Alguém recortou uma folha de sulfite e sobrepôs na latinha, aparecendo exatamente a marca do rival.

Veja abaixo e diga: é uma Coca-Cola, mas não parece uma Pepsi?

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– Empreendedor à Flor da Pele: da Kaiser aos Petiscos de Insetos

Há certas pessoas que têm o espírito empreendedor aflorado. O que dizer: o inovador Luiz Possas criou a cerveja Kaiser, a água-de-coco Kero Coco e agora pretende criar Petiscos de Inseto!

Será que ele vencerá a barreira cultural?

Inovador ele é…

Extraído de: Revista Época, Ed 676, pg 78-80

QUER BEM OU MALPASSADO?

Por Daniella Cornachione

O empresário mineiro Luiz Otávio Pôssas Gonçalves, de 69 anos, já criou uma marca de cerveja, outra de água de coco e uma terceira de cachaça. A cerveja é a Kaiser, a água de coco é a Kero Coco e a cachaça é a Vale Verde. Em cada mercado de que participam, essas bebidas ocupam posição de destaque. Por maior que seja o talento de Pôssas para os negócios, é difícil imaginar, porém, que ele vá obter a mesma popularidade com seu recente empreendimento, a Nutrinsecta. Trata-se de uma produtora de insetos. Em março, a empresa deu um passo inédito no Brasil – pediu ao governo de Minas Gerais, ao Ministério da Agricultura e ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) certificação de que seus insetos podem ser consumidos por seres humanos. Gilberto Schickler, zootecnista e um dos sócios da empresa, espera que a decisão saia até junho. Ele explica que a produção de insetos para ração continuará como negócio principal da empresa. A autorização do governo para consumo humano serviria como atestado de qualidade para os produtos da empresa – mas pode ser usada para prospectar o novo mercado. “Eu não seria capaz de comer uma barata, mas já experimentei larvas de besouro fritas e achei gostoso”, afirma Pôssas. Quanto a levar baratas à mesa, ele concede que há uma “barreira cultural”.

Pode parecer estranho atribuir apenas a uma “barreira cultural” a opção por não comer baratas. Mas a verdade é que, no mundo dos insetos produzidos para alimentação, já caíram as barreiras nutricionais ou sanitárias. Os bichos em criação não têm contato com sujeira e comem legumes, frutas e farelo de trigo. Mortos, podem ser processados a ponto de virar uma discreta farinha de proteína para ser usada como suplemento alimentar.

Pôssas chegou aos insetos por causa de seu interesse por aves. Em 2000, ele começou a financiar o trabalho de pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais em busca de novas formas de alimentar sua criação. Nesse processo, conheceu a proteína originada dos insetos. “Adicionar insetos na alimentação dos animais aumenta o bem-estar da criação. É uma das melhores fontes de proteína”, afirma a veterinária Flávia Saad, professora da Universidade de Lavras e uma das participantes dos estudos. Com 26 receitas em mãos, Pôssas fundou em 2006 a fabricante de rações MegaZoo. Para abastecer a linha de produção, resolveu criar os insetos ali mesmo, em Betim, Minas Gerais, em sua antiga fazenda. Três anos depois, abriu a Nutrinsecta, que fornece mensalmente 1.400 quilos de moscas, besouros, baratas e grilos, vivos ou processados, para sua empresa-irmã MegaZoo. Há clientes também entre zoológicos e criadores de animais. Os sócios esperam quintuplicar a produção a partir de junho, com a inauguração de uma segunda fábrica. Eles dizem que o aumento de escala permitirá a redução dos preços. Hoje, 1 quilo de inseto custa, em média, R$ 100, embora a empresa tenha apenas sete funcionários. Para ganhar mercado, esses preços precisam cair. Vender insetos como comida para gente seria, nesse contexto, um atestado de limpeza e qualidade, mais do que uma fonte de receitas importante.

Com o mesmo consumo de vegetais, os grilos produzem quatro vezes mais proteína que vacas

Embora o Brasil não enfrente nenhuma crise de produção de alimentos, a demanda do planeta por proteína animal cresce de modo preocupante. No ano passado, a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) começou a incentivar, oficialmente, a inclusão de insetos na dieta, hábito chamado de entomofagia. Segundo a FAO, até 2050 o consumo global de carne deverá dobrar, mas esse alimento se tornará mais caro e raro, a ponto de ganhar status de item de luxo. A criação de animais de corte tradicionais já ocupa dois terços das terras disponíveis para produzir alimentos, mas bois, porcos e carneiros não são os sistemas mais eficientes para converter vegetais em proteína. Para produzir 1 quilo de proteína animal, os grilos consomem 1,7 quilo de alimento, bem menos que o frango (2,2 quilos), o porco (3,6 quilos), o carneiro (6,3 quilos) e a vaca (7,7 quilos). Por outro lado, grelhar um filé de grilo deve ser extremamente trabalhoso… Os insetos superam as criações tradicionais também pela concentração de proteínas. “Os insetos têm vantagens sobre animais convencionais, incluindo um alto nível de proteína, vitaminas e minerais. Além de um sabor único”, afirma Arnold van Huis, entomologista da Universidade Wageningen, na Holanda, e um dos principais defensores do consumo de insetos por gente. Junto com outros cientistas, Van Huis publicou em dezembro um artigo demonstrando que, por quilo de proteína produzido, porcos liberam na digestão entre oito e 12 vezes mais amônia do que grilos e 50 vezes mais amônia do que gafanhotos. A amônia é um dos gases responsáveis pelo efeito estufa.

De acordo com a bióloga mexicana Julieta Ramos Elorduy, autoridade mundial no assunto, 3 mil grupos humanos em mais de 120 países comem insetos. A tendência é que o hábito se torne mais difundido. Mas isso não significa que a entomofagia seja para todos. Assim como seus primos crustáceos, insetos podem provocar fortes alergias. Aos que têm alergia a camarão, recomenda-se evitar as novas iguarias.

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– Dia da Liberdade dos Impostos

Ontem, muitos empresários resolveram protestar contra a altíssima carga de impostos. Em SP, um posto resolveu radicalizar: o preço normal da Gasolina (R$ 2,699) caiu para R$ 1,267.

E aí, paganos ou não muito dinheiro para o Governo? Enfim… recebemos esse dinheiro de volta, em bons serviços públicos.

Abaixo, extraído de: http://migre.me/eIFYu

DIA SEM IMPOSTOS

Em protesto contra altos impostos, movimento vende 5 mil litros de gasolina ao preço de R$ 1,26 em SP. Motoristas enfrentaram até duas horas de fila para abastecer:

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– O Frentista Felipe Massa

Olha que legal: a Shell, patrocinadora da Ferrari, resolveu fazer uma ação de marketing bacana: colocou o piloto Felipe Massa para trabalhar de frentista na Polônia.

Já imaginou parar no posto de combustível e ser atendido pelo Massa?

Em: http://uolesporte.blogosfera.uol.com.br/2013/05/18/felipe-massa-vira-frentista-de-posto-na-polonia/

FELIPE MASSA VIRA FRENTISTA DE POSTO NA POLÔNIA

Não, Felipe Massa não mudou de profissão e nem abandonou a Fórmula 1. O piloto brasileiro da Ferrari participou, neste sábado, de uma campanha publicitária em Varsóvia, na Polônia, para apresentar uma novidade na gasolina de um patrocinador.

Em seu Instagram, Massa publicou a foto do momento em que ‘atacou de frentista’ e encheu o tanque de um carro. “Fazendo um bico na polonia no posto Shell !! Kkkkk”, brincou o piloto.

O brasileiro encheu o tanque de vários carros e ainda se apresentou para um público de aproximadamente 3o mil pessoas na capital do país. Com uma Ferrari F60, ele deu 20 voltas em um circuito desenhado pelas ruas da capital do país.

Na atual temporada da Fórmula 1, Felipe Massa é o atual quinto colocado na classificação geral, com 45 pontos. O líder é Sebastian Vettel, da Red Bull, com 89. O seu companheiro de Ferrari, o espanhol Fernando Alonso, é o terceiro, com 72 pontos conquistados nos 5 primeiros Grande Prêmios.

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– A Empresa que Não Gosta de Gordos e Feios

Vejam só: grife famosa mundialmente – a Abercrombie (que ainda não chegou ao Brasil) faz barulho ao desenvolver produtos para pessoas que não sejam gordas, além de discriminar funcionários: eles devem ser atraentes sexualmente!

Feios e obesos não trabalham por lá! E isso está dando confusão…

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/299394_A+GRIFE+QUE+NAO+GOSTA+DE+GORDOS+E+FEIOS?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

A GRIFE QUE NÃO GOSTA DE GORDOS E FEIOS

Como declarações preconceituosas do presidente da rede americana Abercrombie afetam a imagem e os negócios de uma gigante que faturou mais de R$ 4 bilhões em 2012

Por Fabíola Perez

Em pouco mais de uma década, a grife de roupas Abercrombie & Ficht deixou de ser uma marca de relativo sucesso apenas nos Estados Unidos para se tornar um fenômeno global. Nesse período, seu faturamento cresceu mais de dez vezes, até chegar aos US$ 4,2 bilhões em 2012, e sua reputação de marca bacana, jovial e descolada conquistou adolescentes do mundo inteiro. Parte significativa desse sucesso deve ser creditada a Mike Jeffries, um executivo com fama de maluco que assumiu a presidência da empresa em 1996 e que logo viria a colocar em prática ideias que pareciam esquisitas, mas que se revelaram acertadas. Em vez de vendedores convencionais, a rede contratou modelos para atender os clientes. Jeffries queria mais. As lojas passaram a simular um lugar de baladas, enfeitadas com luzes piscantes que brilhavam no ritmo do som altíssimo. De novo, o executivo não se conteve e foi então que ele teve a sacada que transformou de vez a Abercrombie. Os modelos masculinos, jovens sempre sarados, passaram a atender a clientela sem camisa e as meninas adolescentes tornaram os endereços da rede verdadeiras atrações turísticas. Basta dar uma volta na Quinta Avenida, em Nova York, para observar levas de garotas tirando fotos com a turma de corpo definido. Mas o império construído com a criatividade de Jeffries agora está ameaçado – e por culpa dele mesmo. Motivo: o presidente da grife falou bobagem. E das grandes. “Quero apenas gente magra e bonita”, disse, sobre quem seria seu público ideal. A declaração, como era de se imaginar, provocou uma enxurrada de protestos mundo afora.

Na semana passada, um movimento iniciado na internet sugeriu que roupas da grife fossem queimadas em praça pública (até a quinta-feira 16, a data da destruição não havia sido marcada) e as redes sociais destrataram Jeffries (que, aliás, não parece ser tão bonito assim). No Brasil, a campanha “Abercrombie Popular”, criada pelo designer paulistano Isaias Zatz, 21 anos, pede que as peças da grife sejam doadas a moradores de ruas. “A Abercrombie sempre foi elitista”, diz Zatz. “Então, pensei que as roupas poderiam cair melhor em pessoas de verdade, sem sorrisos forçados.” Nos Estados Unidos, uma iniciativa semelhante também ganhou força. O internauta Greg Karber postou um vídeo na internet convocando americanos para o movimento “Fitch the Homeless”, cuja proposta é vestir os sem-teto com camisetas, casacos e bermudas da Abercrombie. Nos últimos dias, a revolta ganharia força à medida que surgiram novas afirmações estranhas de Jeffries, que se tornaram públicas depois da divulgação de um documento interno da empresa. “Sinceramente, preferimos os garotos mais atraentes”, é uma das frases atribuídas ao executivo, que assumiu recentemente ser homossexual. “Muita gente não cabe em nossas roupas e não é para caber. Se somos exclusivistas? Totalmente.” Não se trata de um discurso da boca para fora. Há alguns dias, a rede anunciou que deixará de fabricar roupas dos tamanhos G e GG.

Até que ponto a sinceridade visceral de um executivo, algo que o mercado não está acostumado a ver, afeta os negócios de uma corporação global como a Abercrombie? Para especialistas, a grife terá dias ruins pela frente.“As frases preconceituosas podem afastar investidores e atrapalhar parcerias no futuro”, diz Berenice Ring, coordenadora do curso de gestão de marcas da Fundação Getulio Vargas. “As declarações restritivas do presidente da Abercrombie estão na contramão do novo comportamento que as companhias querem alcançar no mundo corporativo”, afirma Daniella Bianchi, diretora da Interbrand Brasil. Para ela, a luz amarela acendeu para a marca americana. “Grande parte da população americana usa tamanhos grandes e, ao extinguir essas roupas, Jeffries elimina uma fatia do mercado consumidor.” A empresa, assegura, deve sofrer um impacto nas vendas e não vai demorar para que os acionistas reclamem das declarações de Jeffries. Outros fatores indicam que o modelo de Jeffries dá sinais de esgotamento. A combinação de vendedores musculosos, lojas badaladas e preços altos era uma boa estratégia nos tempos em que os consumidores americanos e europeus, os principais alvos da marca, podiam gastar horrores sem se preocupar com os efeitos da crise. Agora, é diferente: se em 2012 o faturamento cresceu 23,5%, a previsão para 2013 é de 7,14%. É hora, portanto, de Jeffries ficar de bico bem calado.

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– 5 Ações Empresariais Exclusivas da Netshoes para o Sucesso

Olha que bacana: a Netshoes, empresa de venda de material esportivo on-line, pretende abrir ações na Nasdaq! E a Revista Exame trouxe uma matéria bacana sobre suas ações, publicadas na ed 1039 (pg 40-43), sobre virtudes da empresa. Abaixo:

UM JEITO DIFERENTE DE JOGAR

Enquanto a maioria das empresas de comércio eletrônico no Brasil deixa clientes insatisfeitos, a Netshoes é elogiada. Qual o segredo?

1- ATENDIMENTO: A Netshoes não terceiriza o call center, como é comum. Há consultores em diversos esportes para fazer recomendações.

2- LOGÍSTICA: Uma inovação foi a instalação de um posto dos Correios dentro do Centro de Distribuição. Assim, reduziu-se o gasto dos transportes.

3- ENTREGA EXPRESSA: O frete-grátis virou padrão, mas a Netshoes, caso o cliente queira, cobra pela entrega expressa, permitindo até mesmo entregas no mesmo dia.

4- TECNOLOGIA: A empresa mostra uma página diferente a cada cliente, de acordo com suas preferências.

5- EXCLUSIVIDADE: A Netshoes tem contratos exclusivos com Nike e Adidas. Dos 38.000 itens, cerca de 400 não podem ser encontrados em nenhum outro lugar do país.

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– A Insegurança dos Carros Fabricados no Brasil é Verdadeira?

Xiiii… A agência Associated Press trouxe uma revelação: os carros brasileiros são mortais, e não atendem as mínimas normas internacionais de segurança.

Verdade ou exagero? Abaixo:

(Extraído de: http://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2013/05/13/imprensa-internacional-descobre-que-carro-brasileiro-e-inseguro.htm)

MUNDO “DESCOBRE” QUE CARRO BRASILEIRO É INSEGURO; CUSTO NÃO É DESCULPA, DIZ NCAP

Por Eugênio Augusto Brito

Neste domingo (12), enquanto boa parte dos brasileiros celebrava o Dia das Mães e/ou acompanhava, na TV ou nos estádios, a decisão dos campeonatos estaduais de futebol, a imprensa internacional descobriu, reproduzindo texto da agência AP (Associated Press), que o carro feito e vendido no Brasil é inseguro.

Na reportagem, assinada por Bradley Brooks e intitulada “Carros fabricados no Brasil são mortais”, dados sobre vendas crescentes de carros de passeio no país (puxadas pela “nova classe média”, segundo o autor), números sobre acidentes de trânsito (com mortos e feridos) do Ministério da Saúde e da própria AP e resultados das três edições do Latin NCAP (a versão local do programa independente de segurança automotiva) são comparados para se chegar a um resultado já apontado por UOL Carros: carros feitos no Brasil não atendem minimamente a requisitos internacionais de segurança, ainda que suas versões fabricadas e vendidas no exterior (nos casos aplicáveis) se saiam bem.

Esta conclusão da reportagem da AP não traz novidade em si, ainda que apenas agora o mercado desenvolvido pareça ter acordado à realidade  dos mercados emergentes. Ela é, de fato, similar àquela apontada anteriormente, em novembro de 2012, pelo Latin NCAP. De acordo com os organizadores do programa de segurança para Brasil e América Latina, “os carros mais populares estão 20 anos atrasados em comparação aos dos países industrializados, e abaixo dos padrões globais” (releia aqui a reportagem).

Na ocasião, UOL Carros ressaltou a medíocre condição de segurança de modelos fabricados no Brasil com o exemplo do Renault Sandero: produzido no Paraná, o hatch obteve apenas uma estrela no teste de impacto, enquanto o modelo original, o Sandero feito pela romena Dacia, obteve em 2008 (ano de seu lançamento) três estrelas em segurança geral e quatro para crianças, no Euro NCAP.

Em carros mais instáveis e menos seguros, cresce o perigo para motoristas e ocupantes, lembra também o texto da AP: “Carros com estrutura mais fraca e coluna de direção frágil propiciam o choque do volante contra o peito e abdômen do motorista em colisões frontais, a forma mais comum e mortal de trauma, causando sérios danos aos órgãos vitais”. Além disso, a reportagem aponta que peças e pedaços de painéis mal construídos “flutuam” no interior da cabine após a colisão e podem se converter em projéteis perigosos, ferindo gravemente os ocupantes.

CLIMA DE GUERRA-
De acordo com os dados da reportagem, que aponta o Ministério da Saúde como fonte, 9.059 ocupantes de carros (motoristas e/ou passageiros) morreram em acidentes de trânsito no Brasil em 2010. Nos Estados Unidos, no mesmo período e nas mesmas condições, o total de mortes chegou a 12.435 — o texto faz ressalva de que a frota circulante norte-americana era cinco vezes maior que a brasileira no período.

“Na verdade, os dois países seguem em direções opostas no que diz respeito às taxas de morte — os Estados Unidos registraram 40% menos mortes em acidentes de carro em 2010, na comparação com a década anterior. No Brasil , o número de mortos subiu 72%, de acordo com os últimos dados disponíveis [do Ministério da Saúde]”, relata Brooks em sua reportagem.

Distribuído por uma agência jornalística internacional de renome, o texto de Brooks foi reproduzido por veículos americanos (como os jornais The New York Times, Detroit News (leia o texto em inglês aqui), Boston Herald e Seattle Times, e a rede de TV NBC), europeus (como o jornal Guardian, da Inglaterra) e até da Oceania. Brooks, que é responsável pela sucursal da agência AP no Brasil, afirma que a mistura de carros inseguros com condições perigosas de condução resulta em uma taxa de mortalidade em acidentes automotivos brasileiros quatro vezes maior que a média americana.

DE QUEM É A CULPA
Ainda de acordo com o relato de Brooks, que cita ter ouvido engenheiros e médicos, entre outros especialistas, os culpados pelo que chamou de “tragédia nacional” são os carros produzidos em território brasileiro com “soldas mais fracas, itens de segurança escassos e materiais de qualidade inferior, quando comparados com modelos similares fabricados para os consumidores americanos e europeus”.

Em fevereiro, UOL Carros publicou artigo do jornalista Pedro Kutney, editor do portal Automotive Business, que já comparava as quase 40 mil mortes anuais — cálculo que inclui também pedestres, motociclistas e outras vítimas externas aos veículos acidentados — a índices de uma “guerra não declarada”, cujas baixas poderiam ser evitadas com o uso maior de aparatos de segurança já a partir dos carros mais baratos (os mais vendidos).

“A começar por cintos de segurança mais eficientes — triviais, mas que se tornaram obrigatórios em todos os veículos vendidos no Brasil apenas em 1984. Mesmo assim, a maioria da frota atual do país sequer tem pré-tensionador, numa grave redução da proteção passiva para economizar nos custos de produção”, afirmava Kutney três meses atrás, no texto intitulado “No Brasil, itens de segurança no carro ainda são artigo de luxo” (que pode ser relido aqui).

Claro, carros não se produzem autonomamente. Assim, a responsabilidade por modelos de pior qualidade e segurança, ainda que caros, é das fabricantes, que no Brasil são estrangeiras em sua totalidade. Segundo a reportagem da AP, a justificativa é o corte de custos, ainda que as margens de lucros sejam maiores por aqui. “As fabricantes obtêm até 10% de lucro sobre os carros fabricados no Brasil, em comparação aos 3% [obtidos] nos EUA e à média global de 5%, segundo a IHS Automotive, uma empresa de consultoria do setor automotivo”, aponta Brooks.

Mesmo assim, e apesar das obrigações estabelecidas por lei, a questão do custo é sempre colocada como entrave para o deslanche de normas de segurança no Brasil. De acordo com o artigo de Kutney, publicado em fevereiro, apenas 23% dos carros novos vendidos no país em 2010 estavam equipados com ABS (freios antiblocantes), sendo que apenas 4% eram de modelos chamados “populares”, mais baratos. Em um mercado “sensível a preços”, segundo Kutney, o valor cobrado pelo kit de freios com ABS e airbags frontais — atualmente em torno de US$ 1 mil (R$ 2 mil), podendo baixar para US$ 500 (R$ 1 mil) nos próximos anos — ainda é um impedimento crucial.

NCAP: CUSTO NÃO É DESCULPA
Vale lembrar que estes valores estão muito acima dos preços pagos pelas montadoras de carros aos fornecedores (as fabricantes de autopeças). UOL Carros conversou há duas semanas com o uruguaio Alejandro Furas, diretor técnico dos programas globais do padrão NCAP (Euro NCAP e Latin NCAP, entre outros), que foi categórico: “Custo não é, nem deveria ser jamais, a justificativa, uma vez que o valor do módulo de airbag completo [para motorista e passageiro] e instalado é de US$ 70 [menos de R$ 150] para o fabricante”.

Além do Sandero, são citados Fiat Uno (“estrutura instável e apenas uma estrela”), Chevrolet Celta (“quinto colocado em vendas durante todo o ano passado, recebeu uma estrela após ter a porta deslocada e o teto vincado durante a teste de colisão”), Ford Ka (“o hatchback Ka vendido na Europa recebeu quatro estrelas, quando testado em 2008; sua versão latino-americana obteve apenas uma”) e Volkswagen Gol (“Gol e Polo têm estruturas estáveis… mas a Volkswagen não respondeu à pergunta sobre quantos de seus consumidores pedem airbags em seus carros”).

Na entrevista concedida à nossa reportagem, porém, Furas afirmou que a culpa nunca deve ser repassada ao comprador, na verdade vítima sob qualquer ponto de vista. “O consumidor brasileiro não está acostumado a comprar carro usando a segurança como critério, mas não se pode culpá-lo, uma vez que do modelo básico e pelado ao topo da gama, já equipado com itens de segurança, a diferença de valores pagos pode variar entre 25% e 30%”, diz o diretor do NCAP a UOL Carros.

Esta culpa deve recair sempre sobre a montadora, ainda que possa ser dividida com o governo e com órgãos de trânsito, que no Brasil se omitem da obrigação de fiscalizar as condições de segurança dos veículos produzidos — a ponto de sequer manterem um laboratório público de testes em território nacional, situação indicada pelo texto do AP e confirmada a UOL Carros por Furas. “Mesmo na Europa, onde os preços são mais justos, o consumidor não cobra segurança, obrigação que é do governo e das autoridades do sistema viário. No Brasil, como o Governo não cuida disso, as montadoras são negligentes e o consumidor fica sem ação”, conclui.

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– A Guerra dos Cartões: Itaú pagará R$ 3 bilhões pela Credicard?

Nesta semana, muita agitação no mercado de Cartões de Crédito. Divulgou-se na 5a feira que o Itaú pagaria 3 bilhões de reais pela operadora Credicard, e pagos à vista! Na 6a, o banco negou.

Me recordo que quando os cartões de crédito surgiram, a briga era bipolarizada: Visanet (formada pelo Bradesco, Real e Banco do Brasil) contra Credicard (formada pelo Itaú, Unibanco e Citibank). Um banco não usava a bandeira da empresa comercializada pelo outro!

Hoje, o cenário mudou. Temos Elo, American Express e diversas outras. Mas uma coisa seja dita: as operadoras são verdadeiras minas de ouro. Veja só: quando você compra no Débito, o comerciante recebe no dia seguinte, menos 2% (em média) cobrado por elas. Se você compra a Crédito, piorou: o comerciante recebe daqui 30 dias, com taxas descontadas entre 3 a 5%!!!

Nessas negociações, nem sempre o cliente e o vendedor ganham… apenas o intermediário.

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– Leite com Formol. De novo problemas no envasamento?

Depois do problema dos sucos Ades, agora várias marcas de leite tiveram contaminação por formol.

Não está ficando difícil confiar nas marcas? Lembram do caso Tyrol, de uns 5 anos atrás?

Dessa vez, os lotes de leite problemáticos são:

  • Italac Integral (Lotes L05KM3, L13KM3, L18KM3, L22KM4 e L23KM1)
  • Italac Semidesnatado (L12KM1),
  • Bom Gosto/Líder UHT Integral (lote TAP1MB),
  • Mumu UHT Integral (lote 3ARC),
  • Latvida UHT Desnatado (com fabricação em 16 de fevereiro de 2013 e validade até 16 de junho de 2013)

Talvez seja melhor bebermos leite direto da teta da vaca… Embora, temos que averiguar se ela comeu capim ou alguma ração problemática.

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– A Adição do Álcool na Gasolina começou ontem!

Ontem, a produção de Gasolina ganhou uma nova formulação: antes, a fórmula tinha 20% de Álcool Anidro; agora, terá 25%.

A medida visa incentivar a produção da indústria sucroalcooleira, diminuir a importação de Gasolina do país e baratear o produto. Mas, cá entre nós: quem disse que o preço caiu?

Como haverá maior consumo de álcool, logicamente a escassez fará o preço aumentar. Na prática, maior adição de um produto no outro não surtirá efeito ao consumidor final.

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– Fórmula Indy: e se fosse na Globo?

A Fórmula Indy acontecerá nesse final de semana no “Circuito de Rua do Sambódromo – Anhembi“. Iniciativa bacana, legal, a um custo de 1/10 da Fórmula 1.

O problema é: não sendo da Globo, o evento tem visibilidade muito menor. Por mais que a detentora dos direitos de transmissão, a Band, se esforce em divulgá-lo, nitidamente não é a mesma coisa.

Isso prova que a Globo é realmente forte. Aliás, algum noticiário do evento (que se chama Itaipava Indy 300 Nestlé) nas mídias dela?

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– A Vantagem ou Não da Relação Gasolina x Etanol

Faça as contas: a tabela mostra a relação de preço entre Gasolina e Etanol. Veja o preço da gasolina na coluna da esquerda e até QUANTO o etanol deixa ou não de ser vantajoso (na coluna da direita). Por exemplo: se a Gasolina está R$ 2,75, o Etanol passa a ser desvantajoso a R$ 1,92:

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– Melhores Cidades com oferta de RH para as Empresas!

Saiu na Revista Exame (ed 1039, pg 76): a seguradora britânica Aon realizou uma pesquisa global sobre as melhores cidades em oferta qualificada de mão de obra para as corporações. Os critérios eram: educação, demografia, leis trabalhistas, bem-estar social, comportamento do Governo com empresas e funcionários.

A campeã foi Nova York (1). A melhor latino-americana foi Santiago (52). São Paulo foi a melhor classificada do brasileira (65).

Das 138 pesquisadas, surgiu esse ranking:

  • 1- Nova York (EUA)
  • 2- Singapura (CIN)
  • 3- Toronto (CAN)
  • 4- Londres (ING)
  • 5- Montreal (CAN)
  • 6- Los Angeles (EUA)
  • 7- Copenhague (DIN)
  • 8- Hong Kong (CHI)
  • 9- Zurique (SUI)
  • 10- Boston (EUA)
  • 11- Chicago (EUA)
  • 12- Vancouver (CAN)
  • 13- San Diego (EUA)
  • 14- São Francisco (EUA)
  • 15- Estocolmo (SUE)
  • 52- Santiago (CHI)
  • 65- São Paulo (BRA)
  • 67- Rio de Janeiro (BRA)
  • 138- Damasco (SIR).

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– Anhanguera + Kroton = Fim das Pequenas Universidades?

O que falar sobre a fusão da Anhanguera com a Kroton? As duas gigantes do Ensino Superior formam agora um megaconglomerado de escolas.

Fica a dúvida: o que acontecerá com as pequenas faculdades? Serão obrigadas a crescer e resistir ao assédio, ou o caminho será a futura incorporação por grupos maiores como esse?

Extraído de: http://is.gd/kb7j2a

FUSÃO DE KROTON E ANHANGUERA CRIA GIGANTE DA EDUCAÇÃO

A mineira Kroton Educacional, que tem como marca principal a Pitágoras (colégios e faculdades), informou  na última segunda-feira (22) a assinatura de acordo de associação com a Anhanguera Educacional, na maior operação desse tipo já ocorrida no setor de educação do país. Se aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a operação resultará na criação de uma empresa de educação de tamanho sem precedentes no Brasil.

A fusão das empresas é mais um desdobramento do movimento de consolidação do setor educacional brasileiro, em andamento desde os anos 90 e do qual Kroton e Anhanguera são os principais protagonistas. O negócio também é bastante lógico na ótica de complementariedade e estabelecimento de sinergias. Apesar de atuarem nos mesmos nichos educacionais e com perfis de clientes semelhantes, atuam em áreas geográficas diferentes. Com um somatório de mais de 800 escolas no país, apenas quatro cidades abrigam ao mesmo tempo unidades da Kroton e da Anhanguera.

O acordo foi facilitado pelo perfil diretivo das empresas. Além da forte pulverização de ações (as duas estão no novo mercado da Bovespa, onde todas as ações são ordinárias – com direito a voto), ambos os grupos de controle são compostos por membros fundadores, mais direção de empresas incorporadas e fundos de private equity (investidores que prepararam a abertura do capital das empresas).


Prazos

O Cade tem prazo máximo de 330 dias para se pronunciar sobre a fusão, ou seja, até abril do próximo ano. Mas, segundo analistas, a aprovação deverá ser pouco problemática. “Não há sobreposição geográfica nem concentração de concorrência. Nas quatro cidades onde as duas possuem unidades, o Cade poderá pedir uma contrapartida, mas esse é um problema menor”, disse Bruno Giardino, analista de educação do Santander.

O mercado reagiu positivamente ao anúncio da fusão. As ações ON da Anhanguera subiram na última segunda-feira (22) 7,34%, e as ações ON da Kroton, 8,07%.

A fusão entre as companhias se dará mediante a incorporação de ações da Anhanguera pela Kroton. Conforme o fato relevante publicado na última segunda-feira (22), a troca considerou a média do preço das ações das companhias ponderada pelo volume financeiro dos últimos 30 pregões anteriores à assinatura do acordo.

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– Pacote da Dilma para baixar os Combustíveis. Funcionará?

A presidente Dilma Rousseff anunciou um pacote de redução de encargos para baratear os combustíveis no Brasil. A redução poderá ser de até R$ 0,12 no Etanol. Também confirmou que haverá mudança na composição da Gasolina, com aumento do Álcool Anidro de 20 para 25% em sua fórmula.

No papel, a renúncia fiscal será de R$ 1 bilhão em prol da indústria sucroalcooleira! Teoricamente, o preço do Etanol e da Gasolina cairão, mas…

A própria Dilma disse que não há garantias de que o consumidor final sinta o desconto. Pior: o Ministro Guido Mantega disse que a intenção real da medida é para incentivar o aumento da produção, com o benefício da maior lucratividade às usinas.

Enfim: vai cair o preço ou não?

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– Eu Investiria em Empresas que Exploram… Nióbio!

Nióbio é um dos elementos mais usados na indústria da nanotecnologia. Vale muito dinheiro, e é abundante no Brasil e escasso no resto do mundo.

A família Moreira Sales, dona do Itau Unibanco, através da empresa CBMM, é a maior produtora de nióbio do mundo!

Guardem esse nome: CBMM. As ações dessa empresa dificilmente se desvalorizarão.

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– Filantropia da Mercedes-Benz, sem promoção.

E um garoto americano, apaixonado por Fórmula 1, que não tinha mão e ganhou uma prótese da Mercedes?

Até aí, tudo normal.

Mas o fato que o jovem Matthew James (o deficiente) pediu à empresa que o ajudasse a ganhar a mão biônica, e em troca estamparia a logo e os créditos necessários na nova mão.

Sensibilizado, Ross Brawn, chefe da equipe, doou uma mão sem qualquer exigência em troca.

Parabéns. Embora, duvido que qualquer empresa faria publicidade numa prótese…

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– China falsifica…. Ovos de Galinha! Mas são perigosos para a saúde.

Você tem dúvida sobre a qualidade e procedência de alguns produtos chineses? Já viu similares pirateados de eletrônicos ou falsificações grosseiras?

Pasme: agora, os chineses estão fazendo cópias de… Ovos!

Cuidado, pois eles fazem mal à saúde.

Extraído de: http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/vasto-mundo/so-faltava-essa-fabricantes-piratas-inventam-ovo-artificial-e-mortifero-na-china/

OVO MADE IN CHINA

Elas já falsificaram quase tudo, de eletrônicos a remédios. Mas agora fábricas chinesas piratas apresentam sua nova invenção: o ovo que não é ovo.

Você está andando na rua, passa por um vendedor e vê a oferta: ovos pela metade do preço. Compra uma dúzia, leva para casa e põe na geladeira.

A surpresa acontece quando vai prepará-los. Não são ovos de verdade. São ovos falsificados: uma mistura de gelatina, resina, parafina, gesso, corantes e outras substâncias, que engana o olhar, mas não o paladar – ao colocar o ovo na panela, surge um odor de produto químico sugerindo que aquilo não é comestível.

Se mesmo assim alguém comer o ovo, corre risco de saúde – pois ele contém um ingrediente perigoso, óxido de alumínio. “Ele pode causar retardamento mental”, afirma a nutricionista Viviam Ragasso. A Universidade do Sul da China também estudou os ovos falsos e constatou que seu consumo pode gerar danos neurológicos.

A venda de ovos químicos é um golpe típico do sul da China – tão lucrativa que existem até DVDs piratas ensinando a fazer o produto. Só na primeira metade do ano passado, foram registrados 15 mil casos de violação das leis de segurança alimentar no país, que vive uma epidemia de comida falsa ou adulterada. Tudo porque, na China, o trabalho humano é incrivelmente barato – mais barato até que o das galinhas.

A trapaça alimentar vai além dos ovos químicos. Nos últimos anos, uma fórmula de leite em pó adulterada com melamina (uma espécie de plástico) matou pelo menos seis bebês na China e deixou centenas hospitalizados.

Também houve um caso em que melancias começaram a explodir. Motivo: para produzir – e ganhar – mais, agricultores chineses estavam usando florclorfenurão, um produto químico que acelera o crescimento do vegetal.

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– Empresas Americanas tiram Proveito da Causa Gay

Nos EUA, o assunto sobre a legalização do casamento homossexual está em pauta. E muitas organizações aproveitam o assunto e se ligam à causa para ganhar clientes e a imagem de “politicamente correta”. Veja:

Extraído de Época, ed 13 de abril, pg 52-54

A NOVA SUSTENTABILIDADE?

Empresas americanas aderem à causa do casamento gay depois que ela se tornou majoritária nos Estados Unidos

Por Margarida Telles

O casamento gay é a nova sustentabilidade? Ou seja, uma causa tão majoritária que os departamentos de marketing das empresas abraçam entusiasticamente? Há indícios de que tal processo possa estar em curso nos Estados Unidos. Lá, marcas como Absolut, Nike, Microsoft e Apple manifestaram apoio à equiparação dos direitos entre os casais homossexuais e heterossexuais. Quando o movimento ganhou como logomarca o símbolo matemático de igualdade, marcas como Budweiser e Smirnoff publicaram as imagens em suas contas no Facebook e Twitter, gerando uma avalanche de curtidas e compartilhamentos. Claro que não dá ainda para comparar o apoio ao casamento gay, que envolve riscos, com a sustentabilidade, que é praticamente uma unanimidade. A rede de cafeterias Starbucks perdeu clientes dos setores conservadores ao defender os direitos dos homossexuais.

O publicitário Hiran Castelo Branco, vice-presidente de operações da ESPM, afirma ser improvável o mesmo tipo de boicote no Brasil. “Aqui, mesmo que a pessoa não seja adepta de uma determinada situação, ela não costuma ser radicalmente contra”, diz. Mesmo assim, marcas ainda relutam em assumir a causa gay. A Bonafont publicou em sua conta no Facebook o símbolo da igualdade, feito com duas garrafas de água. Procurada, limitou-se a dizer: “A Bonafont é uma marca reconhecida por respeitar e valorizar cada um de seus consumidores”. Já o site Decolar, cuja garota-propaganda é Daniela Mercury, assumiu um posicionamento neutro perante a questão. “A Decolar.com considera que assuntos particulares de nossos contratados só dizem respeito a eles próprios. Gostamos de todos e respeitamos suas decisões”, disse a empresa, num comunicado oficial, depois que a cantora assumiu seu relacionamento gay.

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– Samoa Air Cobrará a Mais por Passageiros Obesos

A Samoa Air, empresa aérea da Oceania, resolveu inovar: o passageiro pagará pelo excesso de gordura!

O peso da bagagem será somado ao do cliente, e haverá um limite de quilos. Na prática, os gordinhos pagarão mais, pois o que se quer é economizar combustível na viagem; e se isso não for possível, fazer com que o excesso de peso dos passageiros obesos seja compensado.

Um quilo extra num Boeing 777 custa US$ 0,50 / hora vôo a mais para a cia aérea, devido ao consumo de combustível! Pode parecer pouco, mas imagine um avião com 100 passageiros pesando 70kg e outro pesando 100kg… Some isso num ano inteiro de viagens!

A conta pesa…

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– Globo e dono da Claro querem dominar a América Latina

Calma, é algo normal no mundo das empresas. É que a Rede Globo quer se associar ao bilionário das comunicações Carlos Slim e comprar emissoras de televisão no continente. Uma parceria de gigantes…

Extraído de: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/globo-quer-comprar-emissoras-junto-com-slim-diz-blog

GLOBO QUER COMPRAR EMISSORAS JUNTO COM CARLOS SLIM, DIZ BLOG

Empresa de mídia e maior bilionário do mundo teriam começado a negociar a aquisição de outras empresas na América Latina

A maior empresa de mídia do país e o homem mais rico do mundo estudam comprar juntos outras emissoras na América Latina. Segundo informações do blog Radar, de Veja, a Globo teria iniciado conversas com Carlos Slim, dono da América Móvil, para a aquisição de outras empresas em vários países da região.

Se for para frente, essa não será a primeira vez que as duas partes dividem participações em um mesmo negócio. Como se sabe, a Globo detém uma fatia minoritária na Net, empresa controlada pela América Móvil. A companhia de Slim também tem Embratel e Claro na sua carteira de ativos no Brasil. Avaliada em mais de 36 bilhões de dólares, a gigante de telecomunicações é uma das principais fontes de receita do empresário mexicano.

A notícia vem à tona pouco tempo depois das Organizações Globo divulgarem seus resultados financeiros de 2012. No ano passado, o grupo lucrou 2,9 bilhões de reais, um aumento de 35,9% sobre o consolidado de 2011. A receita líquida da empresa, por sua vez, subiu 32,4%, chegando a 12,2 bilhões de reais.

Em se tratando de negócios no setor, Slim também anunciou, na última semana, a compra dos direitos de transmissão dos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, em 2016. A empresa terá exclusividade sobre a exibição para a América Latina, com exceção do Brasil – por aqui, os direitos serão divididos entre Globo, Record e Band.

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– Campeonato Amador ou Semiprofissional de Jundiaí?

Leio na boa matéria do jornalista Gabriel Nunes no Bom Dia Jundiaí deste sábado (Caderno Esportes), que o secretário municipal Cristiano Lopes está preocupado com os “estrangeiros” que jogam o Campeonato de Futebol Amador em Jundiaí!

A pendenga é a seguinte: há muitos atletas que não residem na cidade e disputam o torneio, tirando o espaço dos jogadores natos da Terra da Uva. Se o Amadorzão não é formatado priorizando os jundiaienses, por que a Prefeitura Municipal deveria bancá-lo e não a Liga Jundiaiense de Futebol, que é uma entidade de direito privado e filiada à Federação Paulista de Futebol?

O grande problema do futebol amador em Jundiaí, na realidade, tem sido o alto número de atletas que recebem dinheiro para disputar os jogos.

Na teoria, o futebol de várzea deveria ser um combinado de jogadores não-profissionais que jogam disputando por lazer um campeonato formado por times de bairros ou clubes locais. Na prática, a situação é bem diferente…

Hoje, muitos jogadores são contratos por boas somas para jogarem o torneio. Há altos investimentos, que muitas vezes fazem um clube amador gastar mais do que clubes profissionais da série B do Paulistão. Quiçá essas contas fossem abertas, e saberíamos o quanto os “medalhões” de Jundiaí (ou melhor – que jogam em Jundiaí mas que são de fora da cidade) recebem.

Aí temos o grande problema: se age como estrutura semiprofissional, mas sendo oficialmente amador. Assim, fica difícil provar que clube X ou clube Y paga para atletas jogarem, já que se isso fosse possível, o clube deveria ser excluído. E vemos um segundo problema decorrente deste: o círculo vicioso que faz com que, até nas pequenas equipes, jogadores peçam dinheiro para assinarem contrato, fazendo com que não exista atleta que aceite jogar de graça, pelo puro espírito desportivo ou por colaborar com a comunidade que vive.

Tem o meu apoio a iniciativa do Secretário de Esportes. Tornar o Amador realmente Amador nivelaria a disputa. Ademais: se existe o dinheiro grosso (que é para o pagamento de jogadores), porquê não existiria o dinheiro miúdo (que se refere ao pagamento das taxas de árbitros, por exemplo)?

Dessa forma, fica a questão existencial da Liga Jundiaiense de Futebol, juntamente com os seus clubes: assumem a condição de Entidade Privada, bancando o Campeonato Municipal, ou aceitam as regras da Prefeitura, fazendo com que o Amador seja um torneio de esportistas locais não remunerados.

Não há problema no formato ser semiprofissional ou não, mas sim na questão moral: se os clubes (que formam a Liga) têm dinheiro para investimentos em elenco de atletas de fora, o sagrado imposto pago pelos contribuintes de Jundiaí não poderia ser revertido para tal fim, mas para as necessidades maiores da cidade.

A matéria citada pode ser acessada em:

http://www.redebomdia.com.br/noticia/detalhe/47374/Jundiai+quer+menos+%91gringos%92%2C+clubes+resistem

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– As Empresas nas Mídias Sociais: Simpatia ou Amolação?

Como uma empresa pode se tornar transparente para o consumidor? Através do diálogo aberto com os seus clientes, as empresas conseguem ganhar a simpatia e a atenção daqueles que, afinal de contas, os sustentam!

John Elkington, um dos gurus da Administração de Empresas, escreveu dias atrás em sua coluna mensal na Revista Época Negócios (Maio/2010) sobre a importância dessas ações. Para ele, uma das formas das organizações entrarem em contato com as pessoas é através de redes sociais, como Twitter e Facebook.

Nós temos observados um sem número de empresas que assim procedem. Mas o que lhe parece o fato das mesmas usarem essas mesmas mídias para enviar propaganda de produtos? O contato vira Spam, aborrece e insatisfaz o cliente.

Uma das formas mais eficazes, incontestavelmente, ainda é o boca-a-boca. Independe do tamanho da empresa! A repercussão de um bom produto ou serviço acaba sendo um dos maiores índices de influência na decisão de compra. E esse tipo de mídia social, não virtual mas pessoal, pode ser visto em qualquer canto. Vá ao Centro de Jundiaí e use dos serviços de alguma loja local. Se for bem atendido, você fala aos seus amigos. Se for mal atendido, a cidade inteira saberá!

E você, o que pensa sobre os contatos das empresas: isso traz simpatia ou amolação?

Abaixo o artigo citado, extraído de ELKINGTON, John. A Voz das Empresas. Revista Época Negócios, pg 66., maio/2010:

A VOZ DAS EMPRESAS

O que se requer delas é que dialoguem nas mídias sociais de maneira franca e honesta, em vez de se buscar publicidade.

“Abrir-se é bom; fechar-se é ruim.” Ninguém esperava ouvir isso de um ex-executivo do alto escalão da Shell, mas quando Björn Edlund tomou a palavra durante o congresso “Só Meios”, sobre mídia social, sua franqueza foi brutal. Ele disse que “as grandes empresas têm a obsessão do controle, e não do diálogo”, mas acrescentou que o pensamento corporativo está começando a mudar.

Decorrida uma década de aventuras no mundo hipersaturado e prestes a entrar em colapso da Nova Economia, voltamos ao clima tenso em meados de 2009, com a realização de pesquisas sobre as implicações da nova onda de redes sociais para a transparência e a prestação de contas das empresas, bem como suas possíveis aplicações, tendo sempre a equação da confiança em mente.

Embora a presença das empresas na mídia social ainda esteja no início, são grandes as oportunidades de maior transparência, envolvimento e colaboração. O que se requer delas é que participem desse diálogo, talvez difícil, de maneira honesta e franca, em vez de usar esse canal para fazer publicidade. Na verdade, o conceito mais difícil de entender para muitas empresas é o de que é preciso assimilar uma certa perda de controle, e que deixar o diálogo fluir sem interrupções, filtros e de uma maneira que encontre seu próprio equilíbrio resultará no feedback indispensável tanto de partidários quanto de críticos.

Tome-se como exemplo a Timberland e sua plataforma Vozes do Desafio, que se abriu à discussão e às dificuldades próprias das questões fundamentais de sustentabilidade, que vão desde normas aplicáveis à mão de obra da cadeia de suprimentos até a política de mudança climática.

Mesmo as empresas mais sofisticadas passam, às vezes, por momentos difíceis quando têm de lidar com a mídia social. Quem acompanha a página da Nestlé no Facebook viu, em março, o que pode acontecer quando a empresa tenta controlar a conversa. Em resposta à exigência do moderador de que os participantes parassem de modificar os logos da empresa, um deles tentou, com muito empenho, educar a Nestlé em relação aos benefícios da mídia social. “Participar da mídia social significa abraçar o seu mercado, participar dele e cultivar o diálogo, em vez de passar sermões.” Infelizmente, o moderador não compartilhava desse ponto de vista e deu a seguinte resposta: “Obrigado pela lição de boas maneiras. Considere-se abraçado. Contudo, esta página é nossa, somos nós que criamos as regras, sempre foi assim”. Seguiu-se uma avalanche de comentários que foi acompanhada de um pedido de desculpas da empresa.

Nos dois casos, as empresas fizeram contato – a página do Facebook da Nestlé tem, por incrível que pareça, mais de 90 mil fãs ativos. O impacto de ambas também foi grande, em razão da natureza viral dos blogs e tweets. Ao final, porém, foram o tom e o estilo que deixaram a Nestlé do lado errado da equação e a Timberland, do lado certo.

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– A Redução de Custo das Aéreas

E a Gol Linhas Aéreas? Depois de comprar e em seguida fechar a WebJet, resolveu radicalizar: em seus vôos, o serviço de bordo só oferecerá água potável aos seus passageiros.

Quando surgiu, a empresa se classificava como as de baixo custo, embora não tivesse esse diferencial nas tarifas. Agora, a empresa retoma esse rumo, mesmo com tarifas altas.

Me lembro dos bons tempos da Varig (que hoje é da Gol): o menu deles era ótimo (e reconhecido internacionalmente).

Tratar bem o passageiro é salutar para as finanças…

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– McDonald’s Punido pelo Relacionamento com os Próprios Funcionários

O McDonald’s levou uma punição milionária e coletiva da Justiça Brasileira. O problema constitui em: horário flexível com desconto (se o serviço é pouco, o funcionário pode ir embora para casa e tem os minutos / hora descontados), lanches dentro dos próprios restaurantes (almoçar todo dia hambúrguer no próprio McDonald’s não dá, né?) e convocação para horários de pico sem a remuneração e prévia escala adequados.

Extraído de: http://oglobo.globo.com/economia/mcdonalds-pagara-75-milhoes-por-dano-moral-coletivo-7912712#ixzz2OJ8TlkFe

MCDONALD’S PAGARÁ R$ 7,5 MILHÕES POR DANO MORAL COLETIVO

A maior franquia da rede de fast-food McDonald’s no Brasil, a empresa Arcos Dourados, terá de pagar uma indenização de R$ 7,5 milhões por dano moral coletivo, segundo informações do G1. A decisão da juíza Virgínia Lúcia de Sá Bahia, da 11ª Vara do Trabalho do Recife, foi proferida na noite desta quinta-feira e é válida em todo o país. A magistrada atendeu a um pedido do Ministério Público do Trabalho de Pernambuco, que ingressou com ação civil pública contra a empresa por obrigar funcionários a fazer a jornada flexível e a consumir no horário das refeições apenas os lanches do restaurante. A franquia, que tem 600 lojas e emprega cerca de 42 mil pessoas, não pode mais recorrer da sentença.

O procurador do Ministério Público do Trabalho, Leonardo Mendonça, autor da ação contra a empresa, disse que a Arcos Dourados se comprometeu a extinguir a jornada variável dos funcionários até o fim deste ano. A prática faz com que o empregado esteja muito mais tempo à disposição da empresa do que as oito horas de trabalho diárias previstas nos contratos de trabalho.

— Se a rede descumprir qualquer um dos itens formalizados no acordo terá que pagar multa de R$ 2 mil por cada funcionário — explicou Mendonça, acrescentando, de acordo com o G1, que a franquia terá de investir, a partir de janeiro, em campanhas para informar os empregados sobre seus direitos.

Em 90 dias, o Ministério Público do Trabalho de Pernambuco vai indicar de que forma a empresa deve destinar os R$ 7,5 milhões ajuizados no acordo.

— Provavelmente, o montante será destinado a instituições de caridade — adiantou Mendonça ao G1.

Segundo o Ministério Público do Trabalho, empregados que se sentiram penalizados pelas obrigações decretadas pela empresa poderão ingressar com ações na Justiça para exigir indenização.

— Até o fim do ano, a rede também deve adotar a jornada fixa para os funcionários — disse o procurador.

No último dia 19, a Justiça já havia decretado, em caráter liminar, que a Arcos Dourado regularizasse a jornada de trabalho de todos os seus funcionários no país. A decisão também determinava que a empresa deixasse de proibir os empregados de levar sua própria alimentação para consumir no refeitório.

Em nota, a Arcos Dourados informou que “tem plena convicção da legalidade das práticas laborais adotadas” pela empresa, que obedece à legislação do país e tem colaborado com o Ministério Público do Trabalho. A companhia destacou que “cumpre o pagamento de todas as horas em que o funcionário está à disposição no restaurante”, dispondo de ponto eletrônico biométrico, e que ofere refeições “de qualidade e nutricionalmente equilibradas”.

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– O Fim da Marca “Ades”?

Quer algo mais complicado para recuperar a imagem de um produto do que o caso “Ades”?

Primeiro, a Unilever tomou a iniciativa e fez um recall de suco-de-maça da sua marca de bebidas a base de soja, devido a contaminação com detergentes. Depois, a Vigilância Sanitária ordenou a retirada dos outros produtos Ades das prateleiras.

Na dúvida, você daria um suco / leite com suspeita de estar com resíduo de produto de limpeza à sua criança?

Problemaço para a empresa… Enquanto isso, os concorrentes vendem mais.

Em tempo: a Unilever admitiu falha humana e operacional na linha de envasamento. Imagine a multa que receberá das autoridades.

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– Clube Inglês dará Bebida para Aumentar a Torcida

Lembram do Middlesbrough, o pequeno clube inglês que contratou Juninho Paulista do São Paulo FC, após a sua passagem pela Seleção Brasileira contra o English Team?

Pois é: para aumentar o número de associados, o clube fará duas promoções: crianças não pagarão mais ingressos, e adultos ganharão gratuitamente um copo de vinho, cerveja ou refrigerante durante os jogos.

Aqui, as equipes pouco fazem para aumentar o público… Ingressos caros e desconforto são comuns nos gramados tupiniquins.

Extraído de: http://t.co/ZtHX7M0r6v

MIDDLESBROUGH DARÁ BEBIDA PARA INCREMENTAR RECEITAS COM ESTÁDIO

Na segunda divisão inglesa, o Middlesbrough sofreu no início da temporada com a reclamação dos seus torcedores a respeito dos preços praticados no Riverside Stadium, casa do clube.

Visando incrementar suas receitas com novos associados e satisfazer as necessidades dos atuais, o Middlesbrough divulgou duas novas ações.

Independente do acesso a elite inglesa, o sócio que for ao estádio nos jogos da próxima temporada ganhará uma bebida à sua escolha. O cardápio engloba cerveja, vinho, refrigerante e outras bebidas locais.

Outra ação apresentada pelo clube é o espaço Generation Red Family Zone, que estará localizada na parte nordeste do seu estádio. Por lá, idosos e crianças de até 11 anos acompanhadas por um responsável não pagarão ingressos.

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– 3 anos brigando com o site “Compre da China”

Até hoje continuo correndo atrás do picaretíssimo site Compre da China.

Já ouviu falar dele? Caia fora. Veja algumas pendengas e a quantidade de clientes lesados. É assustador o que fazem!

Está em: CUIDADO COM O SITE COMPRE DA CHINA

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– Empresas que Trapaceiam ou se Atrapalham?

Domingo passado, em busca de ovos de chocolate em grande quantidade.

Vamos lá: melhor preço foi do Ovo “Lacta ao leite 196g” no Extra de Jundiaí – R$ 23,90.

Na entrada da loja, uma faixa que esses mesmos ovos estão em promoção, por R$ 19,90.

No corredor, um carrinho cheio dos ovos Lacta ao leite com um cartaz escrito em letras garrafais: “só hoje, por R$ 13,90”.

Na gôndola, outro lembrete: acima de 3 unidades, desconto de 15%!

Promoção sensacional, né? Mas, na hora de passar no caixa… Depois de 40 minutos na fila (aliás, que péssimo atendimento o Extra tem…), o preço não tinha nenhum desconto. Após reclamar, chamar gerente, debater, etc… cada ovo custou R$ 11,81.

Agora esqueça os Ovos de Páscoa e pense: quando você vai ao mercado, confere se todos os itens estão realmente sendo cobrados como o anunciado na prateleira? E se os “descontos que aparecerão no final do cupom” realmente representam o prometido?

Fica a dica. E a dúvida: são erros de quem se atrapalha ou de quem se aproveita do consumidor?

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– Unilever anuncia Contaminação do Suco Ades em Lote com Problemas

Isso traz sérios problemas para as grandes marcas: a Ades, marca de sucos naturais, anunciou que 96 embalagens do seu suco de maçã foram envasadas erroneamente. Ao invés do suco, entrou na linha de envasamento Solução de Limpeza!

Fica o alerta!

Extraído de:

http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/03/apos-recall-anvisa-solicita-inspecao-em-fabrica-de-ades-em-mg.html

APÓS RECALL, ANVISA SOLICITA INSPEÇÃO EM FÁBRICA DE ADES EM MG

Lote do produto foi envasado com ‘solução de limpeza’, segundo fabricante.
Unilever diz que problema foi detectado em 96 unidades de Ades de maçã.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que solicitou à Vigilância Sanitária de Minas Gerais que realize inspeção sanitária na fábrica da Unilever, na cidade de Pouso Alegre, onde foi fabricado o lote de suco Ades envasado com solução de limpeza.

A medida da Anvisa acontece após a Unilever ter anunciado na quinta-feira (14) um recall em um lote do suco de maçã Ades de 1,5 litro por risco de queimadura. Segundo a fabricante, a contaminação com solução de limpeza foi detectada no lote com as iniciais AGB 25, fabricado em 25 de fevereiro, com “cerca de 96 unidades do produto AdeS Maçã 1,5 l”.

“Nestas unidades, foi identificada uma alteração no seu conteúdo decorrente de uma falha no processo de higienização, que resultou no envase de embalagens com solução de limpeza da máquina. O consumo do produto nessas condições pode causar queimadura’, afirmou a Unilever, em comunicado. “A falha identificada já foi solucionada, os produtos existentes na empresa foram retidos e os ainda presentes nos pontos de venda já estão sendo recolhidos”.

Procurada pelo G1, a Unilever informou que a empresa está colaborando e oferecendo todas as informações solicitadas pela Anvisa e que a fábrica de Pouso Alegre está aberta para receber a inspeção da Vigilância Sanitária.

Recomendação ao consumidor
Os produtos do lote com problema foram distribuídos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná.

Segundo a empresa, a falha identificada “já foi solucionada, os produtos existentes na empresa foram retidos e os ainda presentes nos pontos de venda já estão sendo recolhidos”.

O consumidor que tiver adquirido o produto não deve consumi-lo. “Em casos de queimaduras ou outro sintomas, procure imediatamente atendimento médico”, orienta a Anvisa.

Para realizar a troca ou reembolso do produto, o consumidor deve entrar em contato com o fabricante, a Unilever. A solicitação pode ser feita gratuitamente pelo SAC no 0800 707 0044, das 8h às 20h, ou pelo e-mail sac@ades.com.br.

Em casos de dúvidas, a  Anvisa também dispõe de uma Central de Atendimento: 0800 642 9782.

14 CONSUMIDORES RELATARAM PROBLEMAS

Segundo a Unilever, até a manhã desta sexta-feira (15), 14 consumidores tinham entrado em contado com a empresa para relatar problemas com o produto.

“Dos catorze atendimentos já realizados pelo SAC, doze já receberam atenção médica adequada e estão sendo acompanhados e dois não aceitaram”, informou a Unilever.

Segundo a empresa, os clientes atendidos relataram queimaduras na mucosa, enjoo e náusea. Ainda segundo a Unilever, todos já receberam atendimento médico, sem necessidade de internação.

O Procon-SP informou que também está acompanhando o caso. “A empresa deverá apresentar os esclarecimentos que se fizerem necessários, conforme determina o Código de Defesa do Consumidor, inclusive com informações claras e precisas sobre os riscos para o consumidor”, afirmou o órgão.

O Procon lembra ainda que os consumidores que já passaram por algum acidente causado pelo defeito apontado poderão solicitar “por meio do Judiciário, reparação por danos morais e patrimoniais, eventualmente sofridos”.

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– Postos de Combustíveis sob Suspeita

Cerca de 7% dos postos de combustíveis em SP não entregam a quantidade correta vendida de gasolina, segundo a Folha de São Paulo desta segunda-feira. Ou seja, 1 litro de combustível pode não ter 1000 ml.

Quantos golpes, infelizmente, vemos nesse setor. Vejam só: adulteração de produto, carga roubada, medidas/galonagem irregulares…

Isso pode explicar os “milagres” que alguns postos fazem: o de vender combustível com preços abaixo da margem de lucro necessária.

Na dúvida, não abasteça. Seu veículo agradecerá!

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– Tablets Apple / Samsung / Nokia de R$ 1.600 VERSUS Xing-ling de R$ 200

Leio uma edição da Revista Superinteressante (Jan/2012, pg 73-75, por Bruno Garattoni), onde o jornalista quis saber o segredo do preço tão barato de certos produtos chineses. Seria em decorrência da mão de obra barata? Impostos subsidiados? Produtos de baixa qualidade?

O que ele fez: comprou um produto chinês, testou e o desmontou. Veja que surpresa…

Por exemplo: um iPad2. Nos EUA, ele custa US$ 500.00 no varejo (nem faço idéia de quanto custa aqui no Brasil). A Apple gasta US$ 307.90 em peças + impostos e US$ 10.00 em mão de obra.

Um similar chinês custa R$ 200,00 (duzentos reais, é isso mesmo – já se encontra a esse preço em SP!). E o que tem de especial para ficar tão barato?

Qualidade. Ou melhor, falta de qualidade. Na matéria, o jornalista percebeu que a tela de touchscreen era dura e ruim. Diferente de um iPhone ou iPad, a tela se passava como touchscreen. Na verdade, ela era resistiva, ou seja, tinha que apertar mesmo!

Para navegar na Internet, o aparelho veio com a versão mais antiga do Android (que os chineses montam em seus aparelhos por não ter custo, é livre). A resolução da tela não era a ofertada, e vídeos do YouTube eram praticamente impossíveis de se assistir. Google Maps? Um desafio acessá-lo…

Havia o Android Market para você baixar aplicativos. Esqueça. O Android Market sempre faz um reconhecimento de compatibilidade para iniciar o funcionamento, e, para variar, não reconheceu o tablet chinês, embora estivesse instalado lá (em produtos da 25 de Março e do Paraguai, frequentemente há esse problema).

No dia seguinte, para a ‘felicidade’ do jornalista, de tanto testá-lo, o aparelho travou por inteiro… Irritado, chegou a desmontar o tablet, e descobriu que a bateria instalada tinha a duração de uma bateria 5 vezes menor que a de um iPad. A cada 50 minutos era necessário recarregar o aparelho.

E aí: você arriscaria um tablet chinês ou escolheria um produto de marca conhecida? Veja que a diferença de preço é enorme, mas a qualidade idem.

A propósito: você confia em produto chinês em geral? Quer comentar? Deixe sua mensagem:

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– Aumento de 5% no Combustível na Surdina

Ô turma que gosta de surpreender o povo. E não é que o Governo Federal autorizou outro aumento de Óleo Diesel?

Os reflexos na Economia serão grandes: afinal, os caminhões que transportam o Brasil são movidos por esse produto. Assim, aumenta-se inevitavelmente o frete e consequentemente a comida, roupa, bens em geral…

Abaixo, extraído de Veja.com:

PETROBRAS ANUNCIA REAJUSTE DO PREÇO DO DIESEL EM 5% NAS REFINARIAS

Segundo aumento de preço anunciado pela estatal em 2013 deve entrar em vigor já na quarta-feira

A Petrobras reajustará o preço do óleo diesel nas refinarias em 5% a partir de quarta-feira, buscando alinhamento aos valores praticados no mercado internacional e reduzir os prejuízos verificados em sua divisão de Abastecimento. O aumento anunciado nesta terça-feira é o segundo para o combustível do ano, após a estatal ter elevado em 30 de janeiro os preços da gasolina e do diesel, em 6,6% e em 5,4%, respectivamente. “Esse reajuste foi definido levando em consideração a política de preços da companhia, que busca alinhar o preço dos derivados aos valores praticados no mercado internacional em uma perspectiva de médio e longo prazo”, afirmou a petrolífera em comunicado.

O novo reajuste deve colaborar para reduzir a defasagem entre os valores praticados pela Petrobras no mercado interno e a cotação internacional, que tem provocado perdas para a estatal por conta de um aumento na importação de derivados a preços mais altos do que os de venda no mercado interno. Em 2012, por exemplo, a área de Abastecimento da estatal fechou o ano com prejuízo de 22,93 bilhões de reais, devido à política de preços dos combustíveis no país.

Sem conseguir acompanhar a crescente demanda do mercado brasileiro, a Petrobras foi obrigada a aumentar a importação de derivados, a preços mais altos, para atender ao consumo – a importação de petróleo e combustíveis pelo país aumentou 30% em fevereiro, para 3 bilhões de dólares. O prejuízo com a venda de combustíveis foi um dos fatores que pesaram no balanço da Petrobras em 2012. Seu lucro recuou 36%, para 21,18 bilhões de reais, configurando o menor lucro anual da empresa desde 2004.

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