– Existe Regra para anunciar Promoção?

Durante as promoções de algumas lojas, é comum as expressões “Queima de Estoque”“Liquidação Total” ou “Bota Fora”.

E não é que o Shopping de Decorações D&D resolveu reinvindicar a exclusividade do termo “Bota Fora” para si, sendo que já existia até mesmo registro da expressão no INPI por parte dele?

Ontem, vi em São Paulo uma loja grafando: “Põe pra Fora”. Teria sido provocação / ironia?

Extraído de: http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201301210933_TRR_81933786

SHOPPING PROÍBE QUE LOJAS USEM TERMO “BOTA FORA” EM PROMOÇÕES

O Shopping D&D, de São Paulo, está notificando lojas de decoração concorrentes que usam o termo “bota fora”. O shopping registrou a expressão como marca no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) em abril de 2007, de acordo com informações do jornal Valor Econômico publicadas nesta segunda-feira.

O D&D notificou empresas e já entrou com duas ações contra o uso da expressão, de acordo com o jornal. A loja de móveis Sylvia Design chegou a entrar com um pedido de nulidade da marca na Justiça, por considerar que a expressão é popular e de uso comum em liquidações.

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– Haspa… Saudades dela?

Quando garotinho, meu pai abriu uma Caderneta de Poupança da Haspa, que era do então Ministro da Fazenda Delfim Neto. Lembram da propaganda e dos cofrinhos? Poupe que o Delfim garante…”

Pois é: Há 31 anos ela quebrou! Ainda bem que os meus trocadinhos de criança foram para o já falecido Banco Real…

Eu gostava de ir lá só por causa da Turma da Mônica 935368_613572492005124_81097364_n.jpg

– MEC descredencia. E os alunos?

Leio que o MEC descredenciou a UniverCidade e a Gama Filho. Motivo: qualidade de ensino, poucas aulas devido a greve de professores e salários atrasados.

Tem muita faculdade assim… uma pena!

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2014/01/1397198-universidade-gama-filho-e-descredenciada-pelo-ministerio-da-educacao.shtml

UNIVERSIDADE GAMA FILHO É DESCREDENCIADA PELO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

Por Flávia Foreque

A Universidade Gama Filho e a UniverCidade (Centro Universitário da Cidade), ambas mantidas pela Galileo Administração de Recursos Educacionais, foram descredenciadas nesta segunda-feira (13) pelo Ministério da Educação.

A decisão, tomada por um colegiado da Secretaria de Regulação da pasta, deve ser publicada em portaria no Diário Oficial da União de amanhã.

O atraso no pagamento de professores e servidores afetou o cronograma de aulas. Segundo os estudantes, no ano passado houve apenas seis meses de aula, diante das sucessivas greves de docentes e funcionários.

O MEC afirma ainda que a mantenedora não apresentou um plano para contornar as dificuldades: foi assinado um termo de compromisso com a pasta, mas as medidas não foram adotadas. “Eles não cumpriram alguns acordos fundamentais”, disse mais cedo o ministro Aloizio Mercadante.

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– Quem tem Padrinho não morre pagão no Futebol

A temporada de contratações está em baixa. Quem é a grande novidade do seu time para 2014?

O Palmeiras não trouxe nenhum craque.

Leandro Damião, desacreditado no Sul, chega ao Santos.

No São Paulo, só veio Luís Ricardo.

E no Corinthians?

A verdade é: os times estão sem dinheiro, não há bons nomes disponíveis na praça e estamos em entressafra de atletas. Antes, os “camisas 10” dos grandes times do Brasil poderiam vestir tranquilamente a Amarelinha da Seleção e dar conta do recado. Hoje, se improvisa o 10 por falta de especialista.

E isso refletirá no Escrete Canarinho neste ano de Copa do Mundo?

Talvez não, pois o time é cada vez mais estrangeiro e pouco identificado com os brasileiros daqui. Mas traz outra preocupação: o aumento de torcedores de clubes estrangeiros! Pudera, os nossos craques estão indo todos pra fora… e olha que se falou muito da suposta “força econômica” para repatriar craques.

O certo é que com bom empresário, qualquer jogador chega ao time grande, infelizmente. Muitos talentos nem explodem no cenário regional por falta de oportunidade, tiradas por esses mercadores de atletas.

Aqui vale o ditado: “Quem tem padrinho, não morre pagão“. Vide William José, que surgiu no Grêmio Prudente (ex-Barueri), foi para o São Paulo, Grêmio, Santos e agora no Real Madrid (tudo bem que é o time B, mas ainda assim é o Real).

E você, o que pensa sobre isso: estamos com poucos jogadores realmente talentosos a disposição no futebol tupiniquim?

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– A Nova Gasolina sem Enxofre

Duas notícias referentes à Gasolina no Brasil: a primeira é que ela conterá menos enxofre, fazendo com que a qualidade do ar melhore devido a redução de poluição. A outra que, claro, o preço aumentará!

Extraído de: http://m.jovempan.uol.com.br/noticias/ciencia-tecnologia/meio-ambiente/melhoria-na-qualidade-do-ar-com-gasolina-menos-poluente-so-sera-percebida-em-pelo-menos-um-ano.html

MELHORIA NA QUALIDADE DO AR COM GASOLINA MENOS POLUENTE SÓ SERÁ PERCEBIDA EM PELO MENOS UM ANO

A gasolina menos poluente chega aos postos de combustíveis em até 15 dias, mas melhoria na qualidade do ar será percebida em pelo menos um ano. O produto terá qualidade semelhante ao encontrado nos Estados Unidos, Canadá e Europa com, no máximo, 50 miligramas por quilo de enxofre total.

Até o ano passado, o teor de enxofre na gasolina nacional era de duzentos miligramas por quilo. A expectativa da Agência Nacional do Petróleo é que as emissões do material na atmosfera caiam até 94%.

Devido ao processo de refino adotado, a nova gasolina poderá ter coloração mais clara e cheiro diferente. O pesquisador do Laboratório de Poluição da Faculdade de Medicina da USP, Paulo Saldiva, disse que efeitos da mudança serão sentidos em até um ano.

O engenheiro mecânico Fernando Furlan ressaltou que a mudança no teor de enxofre da gasolina não vai influenciar no desempenho dos automóveis. No entanto, ele explicou ao repórter JOVEM PAN Anderson Costa que a ausência do material irá impedir a formação de uma espécie de carvão em peças do veículo.

A redução do enxofre já ocorreu também no diesel utilizado em caminhões, ônibus e outros veículos pesados. O combustível vai continuar sendo identificado como “gasolina comum” e “gasolina premium” nos postos de todo território nacional.

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– Até quando a Vivo desrespeitará os clientes?

Um apagão da VIVO nos aparelhos celulares nesta segunda-feira perturba os consumidores. Quem é de Jundiaí, sabe o que está acontecendo. Ontem, foi a Internet que falhou.

Vai reclamar? O atendimento é péssimo! E a concorrência não é muito diferente. O problema é que a Vivo é muiiiiiito ruim. Mas nas propagandas é tudo uma maravilha!

Golpe, típico 171. Tô cansado de empresas como essa.

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– O que muda no Brasil com 5 estrangeiros por time?

Antes eram só 2; há dez anos, mudou para 3. Agora, serão 5! Esse é o número de atletas estrangeiros permitidos pela CBF para jogarem nas competições oficiais em 2014.

Na Europa, onde nos grandes centros não há limitações, algumas equipes já vivenciaram experiências inusitadas: o londrino Arsenal foi o primeiro clube da Inglaterra a jogar na Premier League sem nenhum inglês em campo. Igualmente o milanês Internazionale foi o pioneiro na Itália em jogar sem nenhum italiano.

E isso significa o quê?

Duas coisas:

1- Nos países ricos economicamente, tal fenômeno leva a um aumento de qualidade nas suas esquadras. Manter Neymar, Messi, Cristiano Ronaldo e tantas outras estrelas é para poucos. Para isso, buscam-se parceiros ideais para os ajudar, independente de quanto custam ou de onde eles vem. Os campeonatos tornam-se sensacionais.

2- No Brasil, vivenciaremos uma invasão de paraguaios, argentinos, uruguaios e outros latino-americanos de qualidade duvidosa, já que os craques desses países não serão importados pelo Flamengo, Corinthians ou Cruzeiro: irão para o Real Madrid, Milan e Manchester City, devido a oferta econômica. E o campeonato não mudará de nível.

Como consequências negativas, teremos jogadores brasileiros perdendo emprego e atletas jovens, das categorias de base, sem oportunidade para subir ao profissional, já que o pé-de-obra peruano, boliviano ou venezuelano é bem barato.

Eu não gostei do aumento de estrangeiros nas equipes. E você?

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fonte: Revista Placar

– Negócios Bilíngues do Grupo Multi

Carlos Wizard, o empreendedor das escolas de línguas Skill, Yázigi e Wizardi (e proprietário da Microlins e SOS Computadores) tem mil motivos para sorrir. Ou melhor, quase 2 bilhões de motivos: é por esse valor (R$ 1,95 bi) que ele vendeu seu grupo de escolas ao conglomerado Pearson!

Wizard costumamente dava palestras sobre como começou sua pequena escola, numa garagem em Lins, interior paulista, e tornou-se um empresário de sucesso.

Merece todos os aplausos e o a riqueza que agora gozará!

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– Empresas que sofrem golpes pelo Twitter

Compartilho um interessante texto sobre como a montadora Nissan sofreu e perdeu consumidores por uma infelicidade com o Twitter. Após promoção, não contou com os golpes dados por integrantes desta Rede Social.

Abaixo, extraído de Revista Época, pg 78, Ed 20/12/2010, no. 657

DERRAPOU NO TWITTER

A Nissan inovou com promoção na rede social. Mas se enrolou com um internauta acusado de fraude.

Por Bruno Ferrari

O povo brasileiro tem uma antiga paixão por carro. Outra paixão, mais recente, são as redes sociais: dos 40 milhões de usuários ativos de internet no Brasil, mais de 80% frequentam algum desses sites. Com todo esse potencial, uma ação de marketing que unisse essas duas paixões não teria como dar errado. Foi o que a montadora japonesa Nissan imaginou quando lançou a promoção “Quero meu carrão”. O objetivo era que usuários da rede social Twitter divulgassem uma mensagem em seus perfis e que essa mensagem fosse repassada pelo maior número de contatos. Quem atingisse a marca de 44.500 “retuites” (ou RTs) levaria um carro Tiida novinho, no valor de R$ 44.500. Mas a bela sacada de marketing deu errado.

Um grupo de usuários do Twitter se mobilizou para ganhar o carro. Queriam doar o prêmio à Família Santa Clara, uma instituição de caridade. Pessoas influentes do Twitter no Brasil endossaram a campanha. Em poucos dias, porém, um perfil identificado como @tca_oficial ultrapassou os 44.500 RTs, levando o carro.

Desconfiados do perfil, que era anônimo e tinha mais de 100 mil seguidores (marca que só celebridades conseguem), o grupo que perdeu o carro mobilizou-se para encontrar indícios de trapaça do usuário @tca_oficial. Não precisou de muito. O próprio Twitter excluiu a conta vencedora dois dias depois por uso de técnicas para inflar artificialmente o número de seguidores (conhecidas como “scripts”).

Houve protesto em blogs, no Twitter e em diversos sites de notícia. Criou-se até o perfil @nissanfail (“Nissan falhou”) no Twitter. A montadora então prorrogou a promoção, oferecendo um segundo carro e tomando medidas de precaução. “Houve uma comoção no Twitter”, diz Carlos Murilo Moreno, diretor de marketing da Nissan. Moreno diz que o regulamento não previa penalizar o uso de script, e a Nissan poderia ser acionada na Justiça pelo ganhador da promoção. O publicitário Fernando Gouveia, que concorria ao prêmio no Twitter e escreveu um post em seu blog sobre o caso, rebate: “O item 4.8 do regulamento diz que serão excluídos os participantes que burlarem o sistema de segurança do Twitter”.

Para evitar que o segundo carro caísse na mão de outro hacker, a Nissan criou uma comissão para analisar tecnicamente o ranking da promoção, que se encerra no dia 20. Decidiu-se então que as mensagens com RTs dados indevidamente seriam excluídas. A advogada Flavia Penido, usuária do Twitter e com casos envolvendo Direito Digital na carreira, diz que a Nissan age com cautela. “O Direito não é uma ciência exata. É preciso que quem esteja julgando saiba exatamente como funciona o script”, afirma Flavia, que participa da comissão da montadora.

A Nissan tem o mérito de inovar num mercado promissor. “O custo do aprendizado é nosso”, afirma Moreno. “Mas a melhor solução nesse caso é ser transparente.” Um grupo de participantes que se sentiu prejudicado se uniu via internet e está pensando em mover uma ação coletiva contra a empresa. A ação da montadora japonesa mostrou o potencial de marketing das redes sociais. Mas mostrou também que, agora, ao lado da equipe de criação, é bom as empresas incluírem um advogado especializado em internet.

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– Empreendedorismo Brasileiro com Incentivo Estrangeiro

O que dizer sobre isso? É mais fácil abrir uma empresa brasileira no exterior do que no nosso próprio país!

A história é a seguinte: países ricos incentivam o PME com orientação e incentivos fiscais a abrirem as portas em seu território. Simples.

Abaixo, extraído de: Revista Época, Ed 24/01/2011, pg 67-69, por Daniella Cornachione e Marcos Coronato

É MAIS FÁCIL ABRIR EMPRESA LÁ FORA

Castigados pela crise, os países ricos facilitam a obtenção de visto e dão apoio a microempresários brasileiros com dinheiro e boas ideias

“Vamos colocar um tapete vermelho para você”, disse o primeiro-ministro britânico, David Cameron, num discurso em novembro, dirigindo-se a cada microempresário estrangeiro disposto a abrir negócio no Reino Unido. Ele anunciava um novo tipo de visto que facilitará a imigração de quem tenha uma boa ideia e menos que as 200 mil libras (R$ 535 mil) atualmente exigidas para investidores estrangeiros. Outros países ricos seguem a mesma estratégia e facilitam a entrada de empreendedores. “A Europa está envelhecendo e precisa de sangue novo”, diz o francês Yann Duzert, coordenador do MBA Global Premium da Fundação Getulio Vargas no Rio de Janeiro. “A crise deixou os europeus mais cautelosos, com menos vontade de investir. E os brasileiros estão otimistas.”

Ainda não se conhece o resultado dessa estratégia, pois ela é recente. Mas apenas esse esforço já é algo notável. Além do Reino Unido, França e Alemanha dão bons exemplos. Os três países têm agências de investimento com representações mundo afora. Antes, elas se dedicavam principalmente a atrair grandes investidores. Agora, ajudam também microempresários. A Agência Francesa para Investimentos Internacionais (AFII) tem escritórios em 23 países. O brasileiro foi aberto em junho de 2010. “O país está crescendo e mais propenso a se internacionalizar. É normal que os países desenvolvidos estejam atentos a isso”, diz François Removille, diretor-geral da AFII no Brasil. O Reino Unido também está presente por aqui com sua agência, a UKTI. “As pequenas companhias levam tecnologia e inovação para o país anfitrião. Conforme crescem, geram empregos, pagam impostos e espalham conhecimento”, afirma Digby Jones, um lorde que foi presidente da confederação das indústrias britânicas e hoje viaja o mundo promovendo o Reino Unido. A agência alemã GTaI, criada em 2009, é responsável por orientar estrangeiros que querem investir no país.

Imigrar para a Europa como empreendedor ficou mais fácil nos últimos anos. Na França, depois de uma reforma de lei em 2009, o estrangeiro que cria uma empresa passa a concorrer com mais facilidade ao visto de três anos numa categoria chamada “competências e talentos”. O imigrante que já mora lá recebe isenção de impostos e apoio para montar o negócio. Quem cria uma empresa pode trazer empregados de seu país de origem e, desde dezembro, estender a eles benefícios fiscais e facilidades nas tratativas de visto. Na Alemanha, o empreendedor precisa esperar apenas três anos para pedir o visto permanente, enquanto outras categorias de imigrantes devem esperar ao menos cinco. O Reino Unido vem levantando barreiras contra outros tipos de imigrantes, mas não contra microempresários. Estuda até reduzir o investimento mínimo exigido deles.

Diante da movimentação do outro lado do Atlântico, os Estados Unidos e o Canadá reagiram. A Europa está longe de ser reconhecida como o melhor continente para gente com espírito empreendedor – fama que os americanos construíram ao longo de séculos. Mas dados recentes mostram que os Estados Unidos estão perdendo a dianteira como maternidade de novos negócios no mundo. Em 2005, 12% dos americanos haviam fundado companhias, em comparação com 9% do resto do mundo. Em 2009, a fatia de americanos empreendedores caiu para 8%, enquanto a do resto do mundo subiu para 11%, na pesquisa Monitor Global de Empreendedorismo. Estados Unidos e Canadá já dão sinais de qual será sua resposta. Ambos estudam criar uma nova categoria de visto para estrangeiros, o Startup. Ele diminuiria as exigências burocráticas e reduziria o investimento mínimo inicial requerido para 150 mil dólares canadenses no Canadá e US$ 250 mil nos Estados Unidos (atualmente, os valores estão em 300 mil dólares canadenses e US$ 500 mil, respectivamente).

Para os países envolvidos nessa corrida, a vantagem é evidente. Alemanha e Canadá exibem sinais econômicos um pouco mais promissores, mas Estados Unidos, Reino Unido, França e vários outros países europeus ainda sofrem para tentar superar a crise global. Eles derrapam na falta de empregos e de investimento. Contra esses males, o remédio mais eficaz é incentivar a semeadura de novos negócios, pequenos, inovadores e necessitados de mão de obra.

Para os empreendedores, além de ter mais oportunidades de prosperar, abrir um escritório num desses países é mais fácil do que no Brasil, que maltrata os negócios com excesso de burocracia e impostos. “É tranquilo fazer negócio em Londres. Em termos operacionais, é muito mais fácil abrir uma empresa na Inglaterra do que no Brasil”, afirma Alexandre Bruscato, dono de uma empresa fabricante de artefatos de acrílico. Ele e a mulher e sócia, Patrícia, não pensam em sair de Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul, por enquanto. Mas abriram em Londres uma filial de sua marca de decoração, a Allê. Ficaram impressionados com o atendimento especial que receberam. Essa diferença de tratamento é bem retratada em diversas pesquisas. O Reino Unido ficou na 17ª posição do ranking mais recente do Banco Mundial sobre facilidade para abrir uma empresa em 183 países. O Brasil ficou em 128º, muito atrás do Chile (62º) e do México (67º). Para criar um negócio aqui é preciso lidar com 15 procedimentos, que duram por volta de 120 dias. No Reino Unido, são seis procedimentos em seis dias. A França (21º) exige cinco, que duram uma semana. Os países que lideram esse ranking são Nova Zelândia, Austrália e Canadá.

As agências de investimento ajudam os estrangeiros de várias formas, começando com a burocracia para abrir uma empresa e pagar impostos. “Alguns lugares no Reino Unido oferecem gratuitamente serviços legais ou consultoria para encontrar clientes”, diz o lorde Jones. O casal de empresários brasileiros Alexandre e Patrícia recebeu apoio do consulado britânico no Brasil e da agência Think London, responsável por atrair negócios para a capital inglesa. “Eles nos indicaram contadores, advogados, deram o caminho. O apoio foi muito importante”, afirma Patrícia. Hoje, o casal tem em Londres um escritório virtual, com endereço e número de contato, mas sem funcionários trabalhando no local. A equipe, terceirizada, é composta de sete pessoas. São representantes comerciais, assessores de comunicação e funcionários que transportam os produtos enviados do Brasil. “Estamos pensando em ter um showroom próprio neste ano, com alguém trabalhando lá”, diz. Se o Brasil não gosta de seus empreendedores, deve tomar cuidado. Há quem goste.

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– Natal Comercial versus Natal Verdadeiro

Feliz Dia da Ceia da Árvore?

Caramba, há coisas que assustam pelo apetite feroz ao consumismo. E um deles é o comercial que visa “impor” um dia oficial para se montar a árvore de Natal. Esta data, segundo a Sadia, é 01 de Dezembro, o “Dia da Ceia da Árvore“, onde as crianças e seus pais devem comer Peru para comemorar o sucesso da montagem.

Já viu o comercial? Está em: http://www.youtube.com/watch?v=dcdRDtz7jXo#t=18

Puxa, já não basta ter o apelo de comprar presentes (sacrificando até quem não pode) ao invés do sentido espiritual da coisa, agora se gasta para “os festejos de montar a árvore”? Claro que a Sadia quer vender mais peru e tenta criar uma data impactante. No ano que vem, teremos de novo tal mensagem. E isso cansa! O escritor Walcyr Carrasco, dias atrás, disse algo interessante:

Dezembro é o mês da síndrome natalina, aquela obrigação de exalar felicidade. Dá para se libertar dela?

Você que gosta do Natal, me desculpe, mas concordo com o Walcyr. Celebrar e ser feliz deve ser todo dia; reunir os amigos e a família, sempre. E, muitas vezes, escolhemos uma data para nos juntarmos com pessoas que muitas vezes nem mais convivem conosco ou que não temos afinidade. E surgem os sorrisos amarelos e a necessidade de se gastar com presentes.

Ora, temos que presentear o ano inteiro? Aniversário, Dia das Crianças, Natal, Páscoa, dia disso e daquilo…

Sem ser hipócrita: clima natalino é diferente de clima comercial. DETESTO ESSA ÉPOCA COMERCIAL DO ANO, com as ruas lotadas e pessoas histéricas comprando e se estressando.

Natal, pra mim, é tempo de relembrar o nascimento de Cristo, seus motivos de vir ao mundo (para nos salvar) e a necessidade de buscarmos a conversão pessoal (que deve ser diária, não só no final de ano). Papai Noel é só um personagem bem pequeno, e que os mais estudiosos sabem, foi criado pela Coca-Cola para campanhas de marketing no final do ano nos EUA há muito tempo atrás, bem como o tal do “Dia da Ceia da Árvore”.

O tempo do Natal deve ser festa religiosa, não desespero comercial. Nossos bolsos que o digam em janeiro…

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– Consequências da Briga em Joinville refletirão nas Finanças do Vasco da Gama

Você associaria sua marca a algum produto que trouxesse repulsa?

Normalmente, a maior parte das empresas evita esse tipo de ligação publicitária. Mas vejam: o Vasco da Gama estava numa difícil situação no Campeonato Brasileiro e mesmo assim mantinha um contrato de R$ 7 milhões anuais (período de 4 temporadas) com a Nissan, montadora japonesa que acreditava no canal “Futebol” para divulgar seus carros.

Com o provável rebaixamento do clube à segunda divisão, meses atrás, o diretor de Marketing da Nissan, Murilo Moreno, em um congresso no RJ, foi indagado sobre a queda e declarou sobre isso:

Se cair, melhor ainda. Ano que vem a gente aparecerá sozinho na série B. Vai dar mais mídia do que ficar pelo meio da tabela na série A“.

Ora, é uma estratégia arriscada. Eis que o time não só caiu, mas sua torcida protagonizou cenas de guerra com a do Atlético Paranaense. E fora de campo, o presidente Roberto Dinamite admite usar todas as armas jurídicas para se manter na Primeirona, mesmo vexatoriamente rebaixado.

Agora, a Nissan resolveu sair do Vasco da Gama, por entender que atitudes violentas e antiéticas não contribuem para a associação da sua marca.

Parabéns, Nissan. E se todas fizessem o mesmo?

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– Feriado Municipal no próximo dia 14 ou não?

Todo ano é a mesma coisa. Nas proximidades do dia da elevação da antiga Jundiahy à categoria vila / município (14 de dezembro), discute-se se será feriado municipal ou não.

Muitos alegam que, estando às vésperas do Natal, o comércio não pode fechar pois os jundiaienses vão a São Paulo e Campinas fazerem compras.

Bobagem. Esse período já foi. Com o advento da Internet, é mais fácil o mercado local perder os clientes para o mundo virtual do que para as cidades vizinhas.

E você, o que pensa: deve ser feriado ou não?

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– A Proibição dos Andadores Infantis

Alguns especialistas defendem que o andador infantil é algo perigoso e desnecessário para a criança. Outros dizem que o risco é pequeno. O certo é que a Justiça determinou a proibição de venda de andadores por todo o país.

Abaixo, extraído de: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/12/justica-proibe-venda-de-andadores-infantis-em-todo-o-pais.html

JUSTIÇA PROÍBE A VENDA DE ANDADORES INFANTIS EM TODO O BRASIL

Decisão de juíza do RS atende ação da Sociedade Brasileira de Pediatria. 
Associação de fabricantes diz que vai recorrer da decisão.

Uma liminar da Justiça de Passo Fundo (RS) determinou a proibição da comercialização de andadores infantis em todo o país. Na decisão, a juíza Lizandra Cericato Villarroel destaca que nenhuma das marcas comercializadas estão dentro das normas do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e que “a natureza do produto se destina a bebês e crianças na fase de aprendizagem do ato de caminhar, portanto, em situação biológica de vulnerabilidade potencializada”.

A decisão é em primeira instância e ainda cabe recurso. Os fabricantes dizem que vão recorrer.

Segundo a decisão, a empresa que não cumprir a determinação será multada em R$ 5 mil por dia.

A proibição do RS atende a uma solicitação de ação civil pública da Associação Carazinhense de Defesa do Consumidor, por solicitação do pediatra Rui Locatelli Wolf, da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). No início do ano, uma campanha iniciada pela SBP foi lançada para coibir no país o uso do andador de bebês, com o objetivo de aumentar a proteção de crianças contra acidentes que, segundo os pediatras, podem ser ocasionados pelo uso do equipamento.

O andador infantil é um aparelho usado para ajusar bebês no aprendizado de andar. Compõe-se de estruturas rígidas, de formato variado – normalmente circulares –, dentro das quais fica o bebê, preso à estrutura por meio de tiras ou similares. A parte superior é construída de maneira a proporcionar apoio à criança, ao passo que a parte inferior é aberta ou mais larga, permitindo o movimento das pernas e dos pés. Um conjunto de rodas presas à estrutura possibilita o deslocamento do aparelho em diferentes direções.

O produto, que segundo os fabricantes proporciona “liberdade” a bebês com idade entre 6 e 15 meses, que ainda não andam sozinhos, é considerado “perigoso” por especialistas. Eles alertam para o risco de acidentes e traumatismos decorrentes da queda de crianças em escadas, ou mesmo queimaduras, já que dentro deles os bebês podem encostar em superfícies quentes.

Segundo o pediatra Danilo Blank, membro do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da SBP, o andador também pode retardar a atividade muscular da criança, “que fica pendurada, sem mexer a perna ou as articulações”. “É um instrumento que não tem benefício e oferece risco grave de traumatismo”, explicou o médico.

Fabricantes vão recorrer
O presidente da Associação Brasileira de Produtos Infantis (Abrapur), Synesio Batista da Costa, critica a decisão judicial e afirma que os fabricantes vão entrar com recurso. Ele considera a determinação “emocional” e ressalta que o andador infantil é usado no mundo todo.

“Nem os europeus, que são muito certificadores, proibiram o uso”, afirmou. O Canadá é o único país onde os andadores são proibidos.

Costa destacou que no Brasil são vendidos, em média, 2 milhões de andadores por ano, e que é de responsabilidade dos pais usar o equipamento corretamente. “Acidentes com crianças acontecem sempre por falta de cuidado das mães. Andador não é para descer escada, é para andar em espaço doméstico sob supervisão de um adulto.”

Em julho, o Inmetro avaliou dez marcas de andadores disponíveis no mercado. Todas foram reprovadas pelo órgão. Em agosto, o Inmetro anunciou que vai fazer uma certificação compulsória dos equipamentos. Segundo o órgão, de todos os relatos feitos sobre a categoria de “produtos infantis”, 9,3% são relacionados a andadores.

“Ainda não existe uma norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) relacionada aos andadores infantis”, destacou Costa. Ele afirmou, ainda, que a decisão da juíza não considera os equipamentos importados. “Trabalhamos para crianças, temos de fazer produtos cada vez mais seguros.”

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– Consumidores e Funcionários que Ajudam a Empresa a Criar Produtos

Um ótimo estudo de caso sobre como os clientes e colaboradores podem fazer com que a empresa consiga inovar. Aqui, a criação de produtos na J&J.

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/95046_A+RODA+DA+INOVACAO

A RODA DA INOVAÇÃO

Como a Johnson & Johnson consegue criar produtos a partir da ajuda de seus consumidores e funcionários.

Por Carlos Eduardo VALIM

Uma pequena casa de tijolos à mostra, próxima dos modernos prédios da sede da Johnson & Johnson (J&J) – localizada em New Brunswick, cidade de 55 mil habitantes em Nova Jersey –, abriga um museu que conta os 130 anos de história da gigante de higiene e medicamentos por meio de produtos e fotos antigas. Mais do que um simples centro de memória corporativa, o espaço serve para provar o porquê de essa gigante do capitalismo americano figurar na restrita lista de empresas que mais ajudaram a moldar o cotidiano contemporâneo, assim como Dupont, IBM e 3M. Saíram das pranchetas da J&J produtos como o cotonete, além da escova e do fio dental feitos de náilon. Desde cedo, a empresa soube acolher inovações surgidas dos locais mais inesperados.

No Brasil, esse pensamento sobrevive como parte do dia a dia dos negócios. Todos os anos, a J&J lança por aqui 150 produtos, dos quais 80% são criados ou adaptados pela subsidiária local. Um dos mais inovadores deles surgiu a partir da observação feita por uma médica dermatologista vinculada ao centro de pesquisa e tecnologia (CPT) da empresa, em São José dos Campos, no interior paulista. O CPT havia recriado a fórmula do protetor solar ROC Minesol de fator solar 30 para que pudesse se adaptar à pele das brasileiras, mais oleosa. “Alguns clientes e mesmo funcionários que usavam o produto sentiram que ele não só era mais sequinho como também ajudava a controlar a oleosidade da pele”, afirma Paula Dantas, diretora associada de pesquisa para pele da J&J. O próximo passo de Paula foi rever a fórmula.

O resultado foi o Roc Minesol Oil Control, que criou uma nova categoria dentro do mercado de protetores solares – setor que movimentou R$ 2,25 bilhões em 2011, dos quais a J&J detém participação de 35,5% do mercado. O produto com controle de oleosidade ajudou a área de proteção solar da J&J a crescer 35% em vendas entre 2008 e 2011. No ano passado, ele foi o mais vendido do mercado de dermocosméticos brasileiro. “É parte da cultura da Johnson buscar que o produto de amanhã seja melhor que o de hoje”, diz Samuel Santos, vice-presidente do CPT brasileiro, um dos cinco da J&J, no mundo, formado por 200 cientistas. Para apoiar essa filosofia, a J&J dedica anualmente um orçamento global de US$ 7,5 bilhões para pesquisa e desenvolvimento.

Santos, da J&J: ele comanda o centro de pesquisa brasileiro, um dos cinco mundiais da companhia americana.

– Enfim a Brazuca chegou aos Gramados. Gostou?

A Adidas, patrocinadora e fornecedora oficial de material esportivo da FIFA e da Copa do Mundo, apresentou a Brazuca, a bola oficial do Mundial 2014. Com mais pompa que a Cafusa (a bola da Copa das Confederações) e aparentemente tão promovida como a Jabulani (da copa anterior), a bola promete polemizar.

Como em outras copas, veremos jogadores que possuem patrocínio pessoal da Adidas a elogiarem, e outros que tem patrocínios diferentes (em especial da Nike) criticarem. É o mundo dos negócios no esporte.

Porém, algo que me desagrada: o texto oficial da FIFA diz que “a bola leva o nome de brazuca, que significa brasileiro”. Ora, brazuca é com s (brasuca) e não com z. Claro que aqui a forma escrita é para ter apelo comercial no exterior. Mas “brasuca” era como os portugueses chamavam ironicamente alguns brasileiros, identicamente como nós chamamos nossos irmãos lusitanos de “portuga”.

E você, gostou da bola?

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– E o Combustível Aumentou Mesmo!

Prometido por muito tempo, enfim a presidente Dilma Rousseff autorizou o aumento dos combustíveis.

E por quê só agora?

Devido a interferência do Governo na política da Petrobrás. Para evitar inflação e impopularidade, o aumento foi sendo adiado. A BR não conseguia fazer frente aos preços altos do mercado internacional e perdia dinheiro. E o déficit só crescia…

Assim, o consumidor irá pagar a conta com o acúmulo desses adiamentos. Cerca de 4% na Gasolina e 8% no Diesel. Lembrando que o Etanol já estava subindo durante a semana.

Desse jeito, desagradou-se a todos: preços altos de uma única vez e acionistas perdendo dinheiro.

Fica a comprovação: e a autossuficiência proclamada pelo ex-presidente Lula, com fotos, discursos e comemorações? Deixamos de dar conta da produção?

O grande problema é: hoje, o Brasil importa muita gasolina e não dá conta de produzir Diesel, em especial ao S10.

Abaixo, extraído do G1

Em: http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/11/alta-de-combustivel-deve-puxar-de-alimentos-dizem-economistas.html

ALTA DE COMBUSTÍVEL DEVE PUXAR A DE ALIMENTOS, DIZEM ECONOMISTAS

Por Simone Cunha

O aumento dos combustíveis, anunciado nesta sexta-feira (29) pela Petrobras, deve levar a uma alta de preços em outros segmentos como transportes, alimentação e até mesmo nos serviços, de acordo com economistas ouvidos pelo G1. Para eles, a alta determinada para os distribuidores de combustível deverá ser repassada, ainda que parcialmente, ao consumidor.

A Petrobras anunciou nesta sexta-feira (29) que os preços da gasolina e do diesel serão reajustados a partir deste sábado (30) nas refinarias. O reajuste será de 4% para a gasolina e de 8% para o diesel.

A tendência é que o aumento seja repassado às bombas, chegue ao preço do frete e, com isso, ajude a elevar os preços de produtos que dependem de transporte – como os agrícolas, diz o professor da Escola de Economia da FGV-SP, Samy Dana.

Assim, o combustível tem impacto imediato em outros produtos e serviços, diz ele. “Tem o que a gente chama de aumento em cascata. O produto sai do produtor para o distribuidor com frete mais caro; vai de lá para o supermercado mais caro; e vira uma bola de neve. É transferência de custo quase imediata, já que os produtos dependem disso (transporte)”, afirma (…).

ECONOMIA INFORMAL

Nos setores de comércio e serviço informais e de menor porte, como cabeleireiro, mecânico e eletricista o repasse pode ser integral, por um “movimento de contaminação”, segundo o economista Miguel Daoud. “Grande parte do setor de serviços, padarias, bares, não calculam a proporção do combustível no seu negócio. Quando aumenta a gasolina, você joga faísca exatamente nos setores que são os mais usados”, diz ele, que acredita que isso pode fazer com que o impacto na inflação seja maior.

O aumento deve migrar para outros itens, segundo Daoud. “Tenho certeza, na prática é isso que acontece. Repasse para mercado de consumo não tem como negociar”, diz.

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– Black Friday para valer?

Ontem houve a promoção anual de descontos no comércio chamada de “Black Friday“. É uma queima de estoques, com preços significativamente reduzidos.

Nos EUA, há filas de consumidores nas portas das lojas. No Brasil, a maior parte das ofertas se dá pela Internet, e com um detalhe: nem sempre são descontos reais!

A grande queixa dos consumidores junto aos órgãos de defesa do consumidor é que as empresas aumentaram os preços dias antes e depois dão descontos para dizer que o preço está mais baixo.

É o velho golpe já conhecido na praça… se impressiona com um número alto como desconto e engana-se o freguês!

Quer um exemplo? Faça uma busca nos sites de calçados e busque “Asics Nimbus 14”. O tênis custa R$ 599,99 (ou melhor, 600,00). Mas como ele já tem um sucessor (o Asics Nimbus 15), o preço foi reduzido para R$ 399,99 como desconto promocional. Nada disso… é para tirá-lo de circulação logo e colocar o modelo novo nas vitrines (que custa R$ 599,99, “coincidentemente”). Mais: a concorrência é zero, já que Netshoes, Centauro, Dafiti, Procorrer, FastRunner e tantos outros sites vendem o tênis ao mesmo preço, inclusive nos centavos!

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– Empresas que controlam o tempo do banheiro!

Sua empresa controla o tempo que você gasta indo ao banheiro?

Talvez não. Mas a Tim, sim. O serviço de telefonia é falho, mas a austeridade com os funcionários não.

A empresa foi multada por impor regras e tempo para os seus funcionários irem ao banheiro. Veja, extraído de:

http://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2013/11/tim-e-condenada-pagar-r-5-milhoes-por-controlar-ida-ao-banheiro.html

TIM É CONDENADA A PAGAR R$ 5 MILHÕES POR CONTROLAR IDA AO BANHEIRO

Decisão é da 8ª Vara do Trabalho de Curitiba; empresa pode recorrer.
Segundo o TRT, ex-funcionária também era avaliada em frente a colegas.

A TIM foi condenada pela Justiça do Trabalho a pagar uma indenização de R$ 5 milhões a uma ex-funcionária que tinha horários de banheiro controlados em Curitiba, de acordo com o Tribunal Regional do Trabalho do Paraná (TRT-PR). A sentença é do juiz Felipe Augusto de Magalhães Calvet, da 8ª Vara do Trabalho de Curitiba, e a empresa pode recorrer. A condenação foi divulgada pelo TRT-PR nesta segunda-feira (25).

Além de a mulher ter os horários de banheiro controlados, ela era avaliada na frente dos colegas e sofria ameaça de mudança para um horário pior caso faltasse ao serviço, segundo o TRT-PR.

O Tribunal Regional do Trabalho do Paraná explicou que o valor da indenização foi aumentado significativamente em relação a sentenças envolvendo situações semelhantes porque, diante de “valores ínfimos”, a empresa manifestou “qualquer interesse em ajustar o ambiente de trabalho, sendo mais barato pagar eventuais ações trabalhistas do pequeno número de empregados que reclamarem judicialmente”. O juiz citou sete decisões judiciais contra a Tim no Paraná pela mesma prática de controle do horário de banheiros, que tiveram indenizações variando entre mil e dez mil reais.

Uma testemunha no processo confirmou que a ida ao banheiro era considerada como “pausa descanso” e que, fora dessas pausas, era necessário mandar um e-mail para o supervisor solicitando autorização para ir ao banheiro, o que nem sempre era possível  dependendo da fila de espera de atendimento de clientes.

A TIM informou que já foi notificada e que está tomando as providências de recurso.

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– O iPhone mais caro do mundo é encontrado no…

Responda rápido: um iPhone é caro?

Sim, claro.

Responda de novo: em que país é mais caro?

Acertou de novo: no Brasil!

A tabela e as explicações sobre isso são bem claras. Abaixo, extraído do “Blog do iPhone”:

OS 16 PAÍSES ONDE O IPHONE É MAIS CARO

Não precisamos ser óbvios em repetir uma notícia que damos desde 2008 e que se repete todos os anos: no Brasil, temos o iPhone mais caro do mundo. E isto é algo no qual não nos orgulhamos.

Mas como curiosidade, vamos listar os 16 países onde ele é mais caro, para entender melhor a situação.

O levantamento foi feito pela empresa MobileUnlocked, mas não incluía o Brasil. Nós incluímos.

País Preço (em dólar) Equivalente em Reais
1. Brasil US$ 1.223 R$ 2.799
2. Jordânia US$ 1.091 R$ 2.496
3. Turquia US$ 1.063 R$ 2.432
4. Romênia US$ 1.012 R$ 2.316
5. Hungria US$ 1.004 R$ 2.297
6. Grécia US$ 999 R$ 2.286
7. Malta US$ 985 R$ 2.255
8. Itália US$ 985 R$ 2.254
9. Dinamarca US$ 978 R$ 2.238
10. Lituânia US$ 958 R$ 2.192
11. França US$ 958 R$ 2.191
12. Suécia US$ 953 R$ 2.181
13. Polônia US$ 953 R$ 2.180
14. Noruega US$ 946 R$ 2.165
15. Finlândia US$ 944 R$ 2.160
16. Portugal US$ 944 R$ 2.160

Como se vê, o iPhone não é um aparelho barato em nenhum lugar do mundo. A diferença é que na maioria destes países listados, o salário mínimo é muito maior que o nosso e a população tem mais acesso aos produtos sem precisar fazer grandes esforços financeiros.

Na tabela, é interessante notar que o Brasil é o líder isolado, com um preço de quase US$200 a mais do segundo colocado. É muita coisa. E isso que estamos falando de países que também cobram taxas “exóticas”, como a França que põe um imposto de “cópia privada” sobre eletrônicos com capacidade interna de armazenamento, pois os usuários podem usar o iPhone para copiar músicas digitais e, por isso, este valor é repassado às gravadoras musicais.

O mais estranho é constatar que em todos os países o iPhone 5c de 32GB tem exatamente o mesmo preço do iPhone 5s de 16GB. No Brasil, a diferença entre os dois modelos é de R$400, quantia que já daria para comprar um Apple TV. Por que isso?

No início da semana, fizemos aqui um gráfico comparando a evolução de preços do iPhone no Brasil. Não tem sentido dizer que os preços aumentaram sem analisar o mesmo aumento do dólar no período. E neste ponto, a variação na moeda americana não é tão gritante quanto aquela em real.

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– Cair para a Segundona é bom pra quem?

Provocou polêmica a declaração do diretor de Marketing da Nissan, Murilo Moreno, em um congresso no RJ. O representante da montadora que patrocina o Vasco da Gama declarou sobre um possível rebaixamento do clube para a 2a divisão:

Se cair, melhor ainda. Ano que vem a gente aparecerá sozinho na série B. Vai dar mais mídia do que ficar pelo meio da tabela na série A“.

Hum… acho que muita gente vai chiar… Discordo totalmente!

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– Rogério Ceni e a marca de Pelé

O goleiro Rogério Ceni iguala hoje a marca de Pelé em número de jogos disputados por uma mesma equipe. Ademir da Guia, Junior, Wladimir, Roberto Dinamite e outros jogadores que fizeram história com fidelidade e identificação às suas agremiações têm algo em comum: não se deixaram levar por empresários e conseguiram uma carreira sólida.

Hoje, qualquer garoto vende a alma para os eu empresário. E muitos deles sugam o máximo do coitado do jovem atleta, que pela baixa intelectualidade nada pode fazer.

Há empresários e empresários. Há aqueles que realmente lutam pelo atleta e outros espertalhões que se tornam donos deles e só querem negociá-lo e renegociá-lo.

Parabéns ao Rogério, um dos últimos românticos do futebol.

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– O Imbróglio da Champanhe Infantil

Já é a 3a vez, e nos 3 anos, a mesma polêmica: o Spunch, aquela garrafa de suco da Cereser em embalagem de Champanhe, com motes infantis, é questionada na Justiça.

A questão é: parece embalagem de Champanhe, mas é suco gaseificado destinado ao público infantil. Isso incentiva subliminarmente o consumo de álcool nas crianças?

Fica a sua opinião. Eu não gosto da idéia (e o suco é bem ruinzinho…).

Extraído de: http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios-geral,cereser-trava-disputa-judicial-para-manter-o-spunch,169668,0.htm

CERESER TRAVA DISPUTA JUDICIAL PARA MANTER O SPUNCH

Por Nayara Fraga e Alexa Salomão

A Cereser começou a colocar nas prateleiras dos supermercados, pelo terceiro ano consecutivo, uma bebida para crianças que vem em garrafas idênticas às de champanhe, revestida com personagens do imaginário infantil. O produto, batizado de Spunch, faz espuma como o champanhe, mas não tem álcool. Apesar de ser descrito pela empresa como um inocente suco gaseificado “para a garotada brindar momentos especiais”, está na mira da Defensoria Pública do Estado de São Paulo desde 2011.

No dia 27 de dezembro daquele ano, o órgão recomendou à Cereser a retirada do produto do mercado, por entender que ele apresenta para as crianças o mundo das bebidas alcoólicas. Na ocasião, a empresa respondeu que o Spunch já estava sendo retirado, pois se tratava de uma bebida com venda sazonal para as festas de fim de ano.

Mas, no Natal de 2012, ele retornou às prateleiras. A Defensoria, então, ajuizou uma ação civil pública para interromper a comercialização do produto em fevereiro de 2013. Julio Grostein, defensor responsável pela ação, diz que, no entendimento do órgão, a bebida, ainda que não contenha álcool, está embalada como espumante, posicionada no supermercado no setor de bebidas alcoólicas e, por ter personagens de historinhas em quadrinho e de desenhos animados estampados no rótulo, é um convite ao consumo futuro do álcool. “Essa ação está, em grande parte, baseada em laudo psicológico que demonstra que essa bebida apressa o incentivo ao consumo do álcool.”

Nos últimos dois anos, personagens como Mickey, Minnie e os Carros, do filme da Disney, apareceram no rótulo. Era uma parceria de licenciamento da Cereser com a Walt Disney Company Brasil. Agora, nas versões encontradas pela reportagem no supermercado, estão Penélope Charmosa, Super Homem e Batman.

Além da ação civil pública, a Defensoria entrou com uma liminar pedindo que o produto fosse recolhido das prateleiras enquanto o processo está em curso. A juíza Patrícia Prado negou o pedido. Entre outros argumentos, ela alega ser “sabido que o consumo de alimentos e bebidas por crianças e adolescentes deve ser sempre acompanhado, orientado pelos responsáveis, de modo que caberá a eles orientar as crianças sobre o consumo de produto em questão”. Ela também afirma, em decisão publicada em abril de 2013, que “o próprio nome do produto – que faz alusão ao termo Disney, sabidamente voltado ao público infantil – torna questionável a possibilidade de confusão com bebidas destinadas apenas a adultos”.

Em segunda instância, o Tribunal de Justiça também entendeu que o produto não precisa ser retirado dos supermercados por enquanto. “Somente seria cabível a imediata retirada do produto se comprovado o desvio de comportamento das crianças em decorrência do acesso a produtos similares aos destinados ao público adulto”. Além disso, um despacho de julho de 2012 afirma que o parecer psicológico que a Defensoria trouxe é insuficiente para formar o convencimento “de que tal produto poderia induzir ao consumo de bebidas proibidas para menores”.

O caso não está encerrado. Agora começa a fase em que o defensor deverá apresentar novos laudos com consequências nocivas da bebida e reforçar o argumento de que ela também embute publicidade abusiva. A Cereser, por sua vez, poderá reforçar os argumentos de que a bebida está de acordo com o Código de Defesa do Consumidor. Para a empresa, “o produto é lícito e de forma alguma ameaça a saúde e a integridade das crianças.

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– Fast Fashion em Ebulição no Brasil

Já ouviu falar no conceito de “Fast-Fashion”? É o tipo de roupa vendida em lojas como C&A, Riachuelo e Renner.

Tal filão é muito desejado por gigantes estrangeiras que estão chegando ao Brasil. Veja:

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/332682_OS+GIGANTES+DA+MODA+RAPIDA

OS GIGANTES DA MODA RÁPIDA

Por Natália Mestre

As maiores grifes globais do setor chamado de fast-fashion chegam ao Brasil e obrigam a concorrência nacional a lançar novas estratégias. Em jogo, um mercado cada vez mais valioso

Na terça-feira 5, a grife americana GAP vai abrir no MorumbiShopping, em São Paulo, sua segunda loja no Brasil. Até o fim do ano, a também americana Forever 21 inaugura dois endereços no País: um na capital paulista e outro no Rio de Janeiro. Recentemente, a sueca H&M anunciou que estreará cinco butiques em território brasileiro, todas com previsão de abertura em 2014. Planos parecidos tem a espanhola Desigual, que vai desembarcar no Brasil, no ano que vem, com três lojas, mas sua meta prevê outras 50 até 2017. Além do interesse no mercado nacional, essas gigantes têm em comum uma característica que as tornaram referência no universo varejista: elas se enquadram na categoria fast -fashion, expressão usada para as lojas que produzem moda rápida e contínua – ou seja, os clientes sempre são surpreendidos por novidades expostas nas prateleiras. “Existe espaço no mercado fast-fashion brasileiro porque ainda não temos uma marca que entregue a tríade perfeita para o segmento, que é oferecer moda rápida com preço acessível e boa qualidade”, diz Letícia Abraham, diretora de pesquisa e planejamento da consultoria Mindset/WGSN. “Faz muito sentido as empresas de fora quererem entrar nesse filão, porque existe uma enorme oportunidade de mercado.”

A chegada de grandes grupos estrangeiros também pode ser atribuída ao crescimento da economia brasileira nos últimos anos, que fez emergir uma nova classe média sedenta por consumo. Mas, ao contrário do que acontece em outros setores, quando o aumento da concorrência faz os preços despencarem, no pulsante fast- fashion brasileiro o efeito poderá ser diferente. Os custos com importação e logística fazem os preços das grifes internacionais serem em média 30% mais caros no Brasil do que no Exterior. Resultado: como os estrangeiros recém-chegados cobram mais, as varejistas já estabelecidas no Brasil aproveitam para elevar seus preços. A holandesa C&A, durante muito tempo identificada como uma marca popular, passa por um processo de glamourização. Recentemente, contratou estilistas renomados como o italiano Roberto Cavalli para assinar novas coleções. Hoje, há peças na C&A brasileira que custam R$ 800 – muito acima do padrão que pode ser chamado de popular. “Com a ascensão da classe média, o consumidor brasileiro mudou os seus hábitos, passou a ter mais noção de moda e de design e se tornou mais exigente”, afirma Olívia Margarido, analista de varejo da consultoria Lafis.

Marca 100% nacional, a Riachuelo também se movimenta para enfrentar a nova concorrência. O presidente da empresa Flávio Rocha diz que sua meta é abrir, nos próximos quatro anos, um número de lojas maior do que em 70 anos de história no Brasil. Só em 2013 foram inauguradas 44 novas lojas no País. No dia 27 de novembro, será aberta uma butique na badalada rua Oscar Freire, uma das áreas mais nobres de São Paulo. “Estamos preparando o lançamento de uma coleção assinada por dez estilistas e celebridades fashion”, diz Rocha. “Vivemos um processo de expansão agressivo para brigar por esse mercado que cresce de forma impressionante.” Para explicar o que é o conceito fast-fashion, o executivo garante que, em apenas dez dias, é capaz de colocar nas prateleiras de todas as lojas uma peça que acabou de fazer sucesso nas passarelas. “Essa velocidade é essencial porque as pessoas buscam cada vez mais novidades.” Se grifes como C&A e Riachuelo buscam glamour, algumas recém-chegadas apostam na popularização. A H&M tem como estratégia iniciar as suas operações pela avenida Paulista, em São Paulo, em vez de investir em um shopping de luxo, como fizeram as suas concorrentes globais. A marca deseja se posicionar como popular e deve vir com preços inferiores aos da GAP, Zara e Topshop. A guerra, pelo visto, será intensa.

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– Dificuldade Impulsiona a Criatividade

A dificuldade pode ser um fator tanto desanimador quanto incentivador. Porém, vemos que muitas pessoas, ao sentirem desafiadas pelos percalços, acabam se superando. Um artigo fala sobre isso, extraído do Caderno Inteligência, da Revista Época Negócios, ed Jan/13, pg 100.

Abaixo, compartilho, sobre “dificuldades desejáveis”:

NÃO FACILITE

A dificuldade estimula a criatividade

Nosso cérebro responde melhor às dificuldades do que imaginávamos. Na verdade, elas estimulam nossa criatividade. O pesquisador Robert Bjork, da Universidade da Califórnia, até cunhou a expressão “dificuldades desejáveis” para defender um intervalo maior entre uma aula e outra, obrigando um esforço adicional dos alunos para lembrar a lição anterior. E cientistas da Universidade de Princeton descobriram que alunos assimilavam melhor os conteúdos impressos em fontes tipográficas mais feias e difíceis de ler. Estudos neurológicos mostram que, confrontadas com obstáculos inesperados, as pessoas conseguem aumentar seu “escopo perceptivo”, recuando seus pensamentos para enxergar o quadro mais amplo.

O poeta britânico Ted Hughes defendia que poesia deveria ser escrita à mão: o esforço para usar uma caneta em uma folha de papel obriga a criar expressões mais densas e sintéticas. Os Beatles são um exemplo de que as “dificuldades desejáveis” ajudam a criatividade: em 1966, depois de lançar Rubber Soul, planejavam gravar seu próximo disco nos Estados Unidos, onde os equipamentos eram muito mais sofisticados. Obrigações contratuais os obrigaram a gravar nos estúdios da gravadora, em Londres. Resultado: com a ajuda de um grande produtor e excelentes engenheiros de som, exploraram todas as possibilidades dos quatro canais de gravação disponíveis e produziram os revolucionários álbuns Sgt. Pepper e Revolver.

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– Samsung e a Ética

Na última semana, a Samsung foi denunciada (e reconheceu) sobre a atitude antiética de pagar a internautas para postarem comentários positivos de seus produtos, além de criticarem os da concorrência.

Ora, muitos sabem que algumas empresas cometem golpes baixos. O difícil é provar que eles ocorram… por isso, não acreditem no que muitos fóruns de Internet dizem. Aliás, alguns dos comentários podem até ser de pessoas que nem têm os produtos discutidos…

Em tempo: é a segunda vez que a empresa é multada por “atitude anticompetitiva”.

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– Os Erros do Supersticioso Sr X

Eike Batista quebrou e seu império ruiu devido a vários erros e vaidades. Supersticioso, para seu negócio dar certo tinha que abrir a empresa com nome que possuísse a letra X.

A petroleira do grupo só descobriu 17,5% do que houvera dito; até o fornecedor de cafezinho está sem receber (R$ 10.000,00 aproximadamente).

Sobre isso, o humorista José Simão, no Twitter, foi espirituoso: a nova empresa de Eike se chamará “Calotex” e a Xuxa, prevenida, já mudou o nome para “Chucha”…

Faz sentindo!

– O que Mudou na sua Vida com o Cadastro Positivo?

Desde 1o de Janeiro está valendo o Cadastro Positivo, que nada mais é do que a Lista dos Bons Pagadores. Se preferir, é o inverso da Lista Negra de maus pagadores.

A idéia é de que aqueles que nunca atrasam suas contas ganhem benefícios pela pontualidade, como créditos mais baratos e menor burocracia em negociações.

Eu confesso que não senti nenhuma alteração na minha vida financeira ou nas relações com os bancos. E você?

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– Os Remédios mais vendidos no País são…

Caramba! Brasileiro se preocupa muito com a impotência sexual…

Leio que os genéricos do Viagra lideraram o comércio de medicamentos no país, superando juntos o Dorflex, remédio líder de vendas nas farmácias.

Não é um exagero tal importância?

Como diria o poeta: “cada um com seus problemas…”

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– A Adulteração de Combustíveis no Brasil

Quer cenário mais criminoso do que este? No norte fluminense, 31% dos postos de combustíveis vendem produtos adulterados! A média – alta – no Rio de Janeiro é de 6,5% de postos que adulteram, contra a média-Brasil de 2,5%.

Extraído de: http://is.gd/BDzvc8

RIO DE JANEIRO TEM GASOLINA MAIS ADULTERADA DO PAÍS, DIZ ANP

O índice médio de não conformidade (adulteração) da gasolina comercializada nos postos do Estado do Rio de Janeiro é 6,5%, o maior do País. Em algumas cidades, ele é ainda maior, como é o caso do município de Campos dos Goytacazes e imediações, no norte fluminense, onde o índice de não conformidade chegou, no início do ano, a 31%. O ideal é que o índice de adulteração fique em torno de 2,5%.

“Este resultado em Campos (dos Goytacazes), principalmente na gasolina do tipo C, é absolutamente intolerável. Então fizemos um esforço grande de fiscalização, com o auxílio da polícia, e chegamos à conclusão de que o combustível era adulterado com a adição de óleo diesel e que essa adulteração era feita no transporte. O produto saia correto da distribuidora e já chegava ruim no posto de gasolina”, disse a diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard.

Segundo Magda, a partir de trabalho desenvolvido com a polícia, foi identificada uma máfia de adulteração de combustível na fase do transporte. “Hoje nós conseguimos reduzir de forma significativa o índice de não conformidade na região de Campos e imediações”.

A diretora-geral da ANP informou que a agência também identificou um índice de não conformidade além do tolerável na zona oeste do Rio de Janeiro, onde encontrou índice de adulteração de 8% a 10%. Ela informou que, no Brasil, o índice de adulteração encontra-se em torno de 2% a 2,5%, seguindo os padrões internacionais.

“No Brasil como um todo nós estamos bem, o que não significa que no Rio de Janeiro a situação esteja sob controle, uma vez que existem bairros, como a Barra da Tijuca e Jacarepaguá (todos na zona oeste) com 10%. No Estado o índice de não conformidade também é bem acima da média, em torno de 6,5% – bem superior à média nacional.

Magda informou que a ANP está investigando a comercialização de derivados na zona oeste para detectar a causa do elevado índice de não conformidade, mas que ainda não tem uma conclusão a respeito. Ela disse que a ANP tem em execução o Programa de Monitoramento de Combustíveis, que chega a coletar em torno de 20 mil amostras por mês de combustíveis em todo o território nacional.

Este ano, a ANP efetuou cerca de 160 autuações em todo o País por adulteração na gasolina comercializada nos postos, contra cerca de 200 efetuadas ao longo do ano passado. As declarações da diretora-geral da ANP foram dadas na sede do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), na zona norte do Rio, onde ela participou da assinatura de um acordo com o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) para aprimorar a fiscalização em postos de combustíveis.

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– A Tendência dos Produtos Personalizados

M&Ms, geladeiras, carros, coca-cola de sabores alternativos, fogões ou diversos bens: personalize o que você quiser!

Na contramão das ideias sobre produção em massa, muitas empresas buscam vantagem competitiva fabricando seus itens ao gosto do cliente. Parece ser um modismo que veio para ficar.

Extraído de: http://is.gd/Mbp8kh

UM ITEM DE CADA VEZ

A fábrica da Whirlpool na cidade catarinense de Joinville produz 15000 refrigeradores por dia. Enquanto boa parte dos 7000 funcionários se dedica a fabricar as tradicionais geladeiras brancas, um  grupo de dez pessoas deixa de lado a produção em massa para cuidar de itens sob medida.

São geladeiras em cores como azul-turquesa e que podem ter mais de 25000 configurações de portas, prateleiras e puxadores. Além dos refrigeradores, a Whirlpool permite a personalização de fogões e de máquinas de lavar louça. Somados, os eletrodomésticos feitos sob encomenda representam uma parcela ínfima das vendas da companhia — que não divulga essa informação.

Mas são considerados fundamentais para o futuro dos negócios. “Em alguns anos, os produtos customizados vão deixar de ser exceção. Estamos nos preparando para essa nova realidade”, diz Mário Fioretti, diretor de inovação da Whirlpool.

Um número cada vez maior de empresas oferece a seus clientes a possibili­dade de criar itens exclusivos. É uma mudança histórica. Desde que a Ford lançou seu primeiro automóvel, no início do século 20, as empresas privilegiam a produção em série. Quanto maior for a escala e menor a variedade, melhor.

A lógica de produção continua a mesma desde então: é a fábrica que define o que as pessoas vão comprar. A Dell foi uma das primeiras a inverter o jogo ao permitir, nos anos 90, que seus clientes configurassem os computadores. Mas apenas agora o avanço da tecnologia possibilita a produção de itens exclusivos a custos razoáveis em diversos mercados.

Com máquinas inteligentes e sistemas de produção digitais, a mesma fábrica consegue fazer milhares de produtos diferentes. A mudança cultural também joga a favor da customização. As novas gerações cresceram acostumadas a poder fazer escolhas. Os smartphones são o maior exemplo: seus aplicativos permitem que cada pessoa crie o próprio celular.

É improvável que existam dois aparelhos iguais em todo o mundo. “Os novos consumidoresquerem ter a mesma liberdade de escolha em todas as suas compras. E as empresas precisam se adaptar”, diz Miguel Duarte, sócio da consultoria de inovação Strategos.

A customização tem uma vantagem óbvia: os consumidores aceitam pagar mais por produtos sob medida. A Coca-Cola instalou 1700 máquinas de refrigerante em restaurantes e cinemas dos Estados Unidos que oferecem 100 combinações de sabores. Com elas, os refrigerantes custam 30% mais do que nas máquinas tradicionais.

Recentemente, a empresa fechou uma parceria com a rede de fast-food Burger King para instalar as máquinas em 850 lanchonetes. A Mars, que fabrica os chocolatinhos M&M, tem há cinco anos uma unidade de negócios dedicada à customização, chamada de Mars Direct. Ela permite que os consumidores imprimam qualquer desenho nos doces — que custam o dobro dos tradicionais.

Mas abandonar a produção em série é um desafio e tanto. Principalmente porque as fábricas precisam estar perto dos consumidores — um movimento que já está em curso. Uma pesquisa do professor David Simchi-Levi, da universidade americana MIT, revela que 14% das companhias americanas com produção em outros países estão levando sua produção de volta aos Estados Unidos.

Dois terços delas dizem que o principal motivo é a necessidade de responder mais rápido às demandas dos clientes. Mesmo quem já está perto precisa se adaptar para fazer pequenos volumes.

A fabricante de móveis gaúcha Todeschini, com vendas de 1bilhão de reais em 2011, comprou nos últimos anos máquinas específicas para itens customizados — elas têm mais opções de regulagens e podem ser reiniciadas com facilidade. Com elas, o tempo de produção dos móveis customizados caiu de 12 para três dias em três anos.

No mesmo período, o número de combinações possíveis passou de 10000 para mais de 1 bilhão, levando-se em conta todas as linhas de quartos e cozinhas nos mais diferentes tamanhos. A fabricante de cosméticos O Boticário, por sua vez, criou uma nova empresa para separar os itens customizados dos tradicionais.

Lançada em abril, a Skingen faz cremes para tratar o envelhecimento da pele. A fábrica e o laboratório ficam a 15 quilômetros da sede do grupo, em Curitiba. A empresa tem 16 pesquisadores que recebem amostras de pele e fabricam cremes individuais. O preço compensa o investimento: 500 reais o pote.

A próxima etapa da customização será o uso das impressoras 3D. São máquinas que podem fabricar qualquer coisa depositando finas camadas de matéria-prima. Como fazem um item de cada vez, elas acabam com a necessidade de escala. A tecnologia ainda é incipiente, mas, no futuro, cada pessoa poderá ter a própria impressora 3D — e, talvez, imprimir o próprio telefone.

Mas tanto individualismo levanta outro debate: a customização tem limite? Há alguns anos, a Procter & Gamble encerrou uma frustrada experiência de produtos customizados que ofe­recia 10 000 variedades de brilho para os lábios. Certamente, os consumi­dores não tinham tempo nem interesse para escolher entre tantas opções.

Os concorrentes da Chrysler afirmam que a montadora está indo pelo mesmo caminho. Em junho, a empresa lançou seu novo modelo, o Dodge Dart, que tem 100 000 combinações de cores e acessórios. Só para as rodas, são sete modelos. As críticas podem ser inveja da concorrência. Mas convém tomar cuidado. Oferecer mais opções pode ser o caminho mais curto para chegar a menos clientes.

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– E se a Sua Empresa Mandar você Trabalhar em Pé?

Organizações como Google e Facebook estão incentivando seus funcionários a trabalharem em pé, a fim de queimar calorias.

E se a moda pegasse na sua empresa? O que você acharia?

Extraído de: http://is.gd/pr4Wyd

SAIA DA CADEIRA

A nova moda do Vale do Silício nos EUA é trabalhar em pé. Saiba as vantagens:

por Luciele Velluto

No começo de 2011, a fundadora e editora do site americano sobre o estilo de vida hacker LifeHacker, Gina Trapani, estava com alguns quilos acima do peso. Para queimar calorias, Gina, que ficava até 50 horas por semana sentada em frente do computador, tomou uma decisão aparentemente radical: resolveu trabalhar em pé. Elevou a altura de sua mesa e começou a escrever os seus textos longe da cadeira. “Os primeiros dias foram brutais, tão dolorosos que eu duvidei de toda a ideia”, disse ela, que contou sua experiência aos leitores do LifeHacker. “No quinto dia, eu me distraí no trabalho por duas horas até perceber que estava fazendo tudo em pé. Agora, essa é minha nova posição normal.”

Assim como Gina, funcionários do Google e do Facebook, no Vale do Silício, região da Califórnia, onde ficam as empresas de tecnologia, estão se sentindo mais confortáveis trabalhando em pé, em uma moda que tem tudo para chegar ao Brasil em breve. Suas motivações são muitas, mas a principal delas são pesquisas médicas que apontam os benefícios de ficar no escritório longe da cadeira. Um estudo da Sociedade Americana de Câncer, de 2010, por exemplo, descobriu que mulheres que ficam sentadas mais de seis horas por dia têm 37% mais chances de morrer prematuramente do que aquelas que passam três horas sentadas.

A American College Cardiology também concluiu que os sedentários da mesa de trabalho tradicional têm uma taxa de mortalidade mais alta que os que não ficam com o traseiro na cadeira. Permanecer por muito tempo parado sentado em frente do computador aumenta os risco de problemas cardíacos, diabetes e pressão alta, entre outros problemas que também são associados ao sedentarismo. “Dar opções de trabalho faz parte da cultura das empresas do Vale do Silício”, afirma Luis Samra, gerente-geral da Evernote para a América Latina, empresa americana que oferece aplicativos e bloco de notas online, que também adotou para 30 dos seus 180 funcionários a nova mesa de trabalho elevada.

Segundo Samra, o pedido foi feito pelos próprios profissionais. Outra novidade que está sendo adotada por empresas é a mesa com esteira ergométrica. Nessa estação de trabalho, o usuário pode trabalhar em seu notebook enquanto caminha. A Evernote foi uma das companhias que colocaram à disposição de seus funcionários esse equipamento. “Elas estão em uso constante o dia todo”, diz Samra. Mas mesmo com todas essas opções para queimar calorias, as cadeiras não foram totalmente abolidas no Vale do Silício. As mesas altas da Evernote são elétricas e podem ser reguladas conforme a altura desejada. No Google e Facebook, cadeiras também altas ficam disponíveis para quem quiser se sentar.

No Brasil, as filiais locais do Google e do Facebook não adotaram a ideia. “Isso deve demorar a chegar por aqui, pois ainda estamos discutindo o trabalho em casa”, afirma Zuca Palladino, gerente da divisão de marketing e vendas da empresa de recrutamento inglesa Michael Page. O professor de fisioterapia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Cássio Siqueira recomenda a quem quiser adotar a ideia usá-la com moderação. Ele explica que ficar muito tempo em pé também provoca dor nas costas, mantém a mesma musculatura contraída por muito tempo gerando fadiga e ainda dificulta a circulação sanguínea nas pernas e nos pés. “A melhor opção seria variar em pé e sentado”, diz Siqueira.

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– E a Estátua do Eike Batista?

O bilionário Eike Batista queria investir em usinas termoelétricas, remando contra a maré da energia limpa. Disse à Folha de São Paulo exatamente há 1 ano:

Alguém vai ter que construir uma estátua pra mim, pois vou evitar o apagão de energia

Ousado, não? Não seria o Governo, por obrigação, quem deveria investir melhor em energia elétrica e de forma ecologicamente correta?

Bom… o que Eike está passando mostrou que tudo estava errado mesmo… De bilionário a caloteiro em pouco tempo.

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– O Imediatismo dos Jovens no Início de Carreira

Está na moda o termo “Empresa Y”. Resumidamente, é aquela que possui em seus quadros executivos jovens nascidos entre 1980 e 1994. E o que elas querem e o que esses jovens querem?

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI113188-16642,00-A+EMPRESA+Y.html

A EMPRESA Y

As companhias já aprenderam a lidar com o imediatismo dos jovens em início de carreira? A julgar pela experiência das empresas Boehringer, Usiminas, IBM, Andrade Gutierrez, Leroy Merlin e Kimberly-Clark, a resposta é sim. A geração Y comemora e agradece

Por Karla Spotorno

Atlanta, outubro de 2009. Fernanda Barrocal, 28 anos, e Renata Herz, 27, gerentes da Kimberly-Clark no Brasil, tentavam esconder o nervosismo. Estavam ali, num centro de convenções, para apresentar os resultados de uma iniciativa baseada no livro A Estratégia do Oceano Azul e realizar toda uma argumentação em inglês. Publicado pelo especialista em gestão W. Chan Kim em 2005, Oceano Azul tornou-se um best-seller e inspirou empresas mundo afora. Fernanda e Renata conheciam muito bem o projeto da filial brasileira, mas a apreensão era justificada. Além de 30 executivos da multinacional americana, estava na plateia o próprio Chan Kim. Mas elas se saíram tão bem que começaram a ser requisitadas para dar mais informações sobre a iniciativa, inclusive por gestores da empresa em outros países.

Fernanda e Renata são típicas representantes da geração Y, formada por jovens entre 18 e 30 anos que entraram no mercado de trabalho nesta década. Eles cresceram conectados à internet, são menos pacientes, não se apegam a valores corporativos e querem crescer de forma rápida na carreira. Surpreendem os gestores tradicionais ao se dirigir ao chefe da mesma forma como falam com os amigos, o que mostra uma dificuldade para lidar com o ambiente formal de muitas empresas. São ainda multitarefas. Podem muito bem executar um trabalho enquanto ouvem música e navegam nas redes sociais. Querem liberdade para sugerir mudanças e esperam alguma recompensa imediata pelos bons resultados.

Por serem assim tão diferentes das gerações anteriores, esses jovens são frequentemente retratados de forma estereotipada. Um dos mitos propagados é o de que são desleais e acreditam que só vale a pena permanecer na empresa se ela for útil e proporcionar um rápido crescimento da carreira. Uma pesquisa da consultoria de recursos humanos Hay Group mostra exatamente o contrário. O levantamento ouviu 5.568 jovens que atuam em grandes empresas e apontou que 65% pretendem ficar mais de cinco anos onde trabalham.

Além disso, 78% afirmam que há respeito à diversidade, especialmente quando se trata de diferenças entre gerações. “A culpa pela alta rotatividade é da própria empresa”, diz Ricardo Guerra, 24 anos, trainee na área de vendas para grandes clientes da Kimberly-Clark. Segundo ele, se as companhias não aprenderem a oferecer o que os jovens procuram, continuarão perdendo os talentos. Guerra rejeitou um convite para trocar de emprego porque vê perspectivas de crescer na Kimberly. Isso acontece também com suas colegas Renata e Fernanda, responsáveis pela apresentação da iniciativa baseada no Oceano Azul.

Renata se formou em publicidade, estudou inglês e espanhol. Quando entrou na Kimberly-Clark, em 2004, não imaginava que ficaria tanto tempo. “Apesar de estar há quase seis anos na empresa, não me sinto estagnada. Posso propor melhorias, dar minha opinião”, afirma. Formada em engenharia naval, Fernanda também não tem pressa. Ela trabalha há quase quatro anos na Kimberly e há dois, quando passou por um programa de job rotation, teve a oportunidade de conhecer a companhia de forma mais ampla. “Claro que não existe lugar perfeito. Mas, quando saio com meus amigos da faculdade, percebo como a vida pode ser dura em empresas que têm outras formas de trabalho”, afirma.

Assim como a Kimberly-Clark, muitas companhias já podem ganhar o selo informal de Empresa Y, por estarem aprendendo, na prática, como lidar com essa geração irrequieta. Ao dar a duas jovens promissoras a missão de representar a filial brasileira na reunião anual da diretoria da América Latina, em Atlanta, nos Estados Unidos, a Kimberly-Clark sinaliza que delegar projetos importantes para sua população Y foi a solução encontrada pela direção para atrair e reter esses talentos. Fabricante de produtos de higiene e limpeza, como as fraldas da Turma da Mônica, os absorventes Intimus Gel e a linha Scott, a companhia enfrentava uma estagnação no início da década. Para voltar a crescer, o único caminho era inovar e lançar produtos criativos. E nada melhor para isso do que dar espaço aos jovens, que formam hoje 43% de sua força de trabalho.

“Cerca de 10% do nosso faturamento deve vir de inovação. E se depender somente das minhas ideias, vamos viver pobres”, afirma João Damato, 59 anos, presidente da empresa. A estratégia parece ter dado certo. Depois de abrir espaço para o diálogo e a criatividade e oferecer mais oportunidades aos novatos, a empresa cresceu 250% em receita nos últimos sete anos.

A siderúrgica Usiminas e a indústria farmacêutica Boehringer Ingelheim também perceberam que precisavam ir além do trivial para segurar seus jovens funcionários. Resolveram, então, mudar os programas de estágio, no ano passado. “Digamos que agora o sistema está menos Pinochet e mais Piaget”, afirma Helena Pessin, 52 anos, superintendente de desenvolvimento humano da Usiminas, dando a entender que o diálogo vai superar os desmandos hierárquicos.

Na Boehringer, a metodologia também foi renovada. Acabaram as palestras formais em auditório. Os estagiários da empresa participam agora de fóruns no formato do programa Altas Horas, da TV Globo, um clássico dessa geração. O entrevistado fica no centro de um círculo, apresenta suas ideias e responde a perguntas. Segundo o professor Anderson de Souza Sant’anna, 38 anos, da Fundação Dom Cabral, faz mesmo todo o sentido evitar o modelo de sala de aula, que prepara os estudantes para trabalhar em um sistema fabril, em que o empregado ouve o chefe, cumpre suas ordens e exerce sua atividade individualmente, sem questionar. “Ninguém é treinado para discutir, ouvir críticas e colaborar”, afirma Sant’anna. “A escola ainda não forma as pessoas para trabalhar em equipe.”

Mas mudar a cultura organizacional exige tempo, energia e disposição dos gestores. Em alguns casos, a resistência de funcionários mais antigos pode ser grande, como ocorreu na Boehringer Ingelheim. A empresa de origem alemã começou a implementar, em 2004, uma política de abertura para o diálogo e de menos formalidade entre gestores e subordinados. Quatro diretores não aceitaram a quebra das barreiras hierárquicas e deixaram a companhia. “O desligamento foi um caso extremo. Mas eles não se adequaram à nova cultura da empresa porque realmente não acreditavam nela”, afirma Adriana Tieppo, 44 anos, diretora de RH. O episódio mostra que uma companhia que pretende ser inovadora precisa reservar tempo para muita conversa entre as pessoas de sua equipe, coincidentemente uma reivindicação da geração Y.

Na siderúrgica Usiminas, para evitar problemas de relacionamento, a área de recursos humanos criou workshops para ensinar os gestores a dialogarem com os jovens. No quadro de funcionários da companhia, cerca de 20% pertencem à geração Y. Em 2014, esse número deverá estar em 45%. Apesar de privatizada em 1991, a companhia preserva algumas características de empresa estatal, como a lentidão para promoções e mobilidade entre as áreas. Uma das ações para transformar a cultura foi o treinamento dos gestores para que incorporem os novos valores corporativos instituídos em março de 2009 pela nova diretoria, que assumiu em 2008. “Queremos conferir mais voz, mais poder e também mais responsabilidade para as pessoas”, diz Marco Antônio Castello Branco, 49 anos, presidente da Usiminas.

A iniciativa parece ter convencido os jovens da empresa. A economista Mariana Paes, 26 anos, foi transferida da área financeira para a de gestão da inovação depois que sua chefe imediata percebeu sua preferência por funções que envolvem a colaboração. “Minha antiga gestora é superantenada. Ela começou a me envolver em projetos mais inovadores porque sabia que isso me motivaria”, diz Mariana, que não recebeu um aumento de salário mas mesmo assim gostou da mudança, por representar um reconhecimento e uma nova oportunidade para crescer.

Casos como o de Mariana Paes, da Usiminas, mostram a importância que os jovens dão ao desenvolvimento pessoal. Na pesquisa do Hay Group, 93% disseram que desenvolvimento é crucial para permanecer no emprego. Os jovens querem aprender novas funções e conhecer outras áreas para entender de forma mais ampla os negócios e perceber que estão evoluindo com a companhia. Outro fator que motiva a geração Y é o equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Depois de ver que os pais dedicaram mais tempo ao trabalho do que à família, sem grandes recompensas, eles entendem que precisam ter outra postura em relação ao trabalho. Para a maioria, pouco importa o sobrenome corporativo. O que vale é encontrar um sentido para suas tarefas. As empresas podem ajudar nessa busca ao lhes oferecer uma abertura maior para o diálogo, mais responsabilidade, feedbacks constantes, desenvolvimento pessoal e ascensão de forma mais rápida. Não são, no entanto, coisas fáceis de fazer, especialmente em razão do conflito entre as gerações, agora acentuado dentro das corporações.

Pela primeira vez na história do trabalho, coabitam quatro gerações nos escritórios. Além dos jovens da geração Y, estão no mercado os chamados tradicionais, pessoas que nasceram até 1945; os baby boomers, nascidos entre 1946 e 1963; e a geração X, que forma o menor grupo em razão da taxa de natalidade mundial abaixo da média entre 1964 e 1979. Hoje, a diferença de idade entre o funcionário mais novo e o mais velho nas empresas ultrapassa meio século.

“A tendência é ainda de aumento nessa diferença, na próxima década, em razão do envelhecimento da população. Na Europa, as pessoas entre 65 e 90 anos somarão 21% dentro de dez anos. Em 2000, esse percentual era 11%”, afirmou a Época NEGÓCIOS Guido Stein, 46 anos, professor da Universidade de Navarra e especialista em gestão de pessoas e liderança.

Combinar em suas equipes a vitalidade dos jovens em início de carreira e a experiência dos funcionários mais velhos só traz benefícios, e as empresas sabem bem disso. Mas, segundo a psicóloga Elaine Saad, 46 anos, gerente-geral para a América Latina da consultoria Right Management, a responsabilidade maior está nas mãos dos gestores. “O líder tem a obrigação de respeitar as diferenças e aprender como se comunicar com cada indivíduo”, afirma Elaine. Para Rolando Pelliccia, 47 anos, diretor do Hay Group, a retenção dos talentos está mais associada às competências do gestor e ao clima de trabalho do que às ações da empresa. Na pesquisa da consultoria, o valor da relação com o gestor ficou nítido. Entre os jovens participantes, 75% dizem que são ouvidos pelos superiores. Eles afirmam ainda que o gestor tem algo a ensinar e que aceita sugestões e críticas.

Depois de fazer um esforço para entender o jovem da geração Y, os executivos da IBM no Brasil decidiram criar um comitê chamado “crossgenerational”, ligado à área de diversidade. A ideia é que o comitê proponha ações para melhor atender os jovens, que totalizam 35% dos 19 mil colaboradores da empresa. Além disso, a IBM decidiu inovar no seu programa de mentoring, que agora é reverso. No lugar de o funcionário mais antigo ser mentor do mais novo, o novato é que dá conselhos para o mais velho. Qualquer um pode participar do programa e indicar quem gostaria de ter como mentor. “O jovem chega com uma expertise em colaboração e em redes sociais muito valiosa para a empresa”, afirma Osvaldo Nascimento, 47 anos, diretor de RH da IBM Brasil. “A capacidade para trabalhar com diferentes grupos de pessoas e em vários lugares também é importante para a companhia.”

As discussões sobre a geração Y dentro das empresas têm mostrado que o desejo de crescer rapidamente na carreira não é bom nem para os jovens nem para as corporações. Afinal, em qualquer profissão experiência é insubstituível. Muitas companhias deram cargo e salário sem transferir responsabilidades, para atender à pressa típica dessa geração e segurar possíveis talentos, mas o resultado foi a frustração do jovem e um problema no organograma.

O engenheiro civil André Gerab, 24 anos, concorda que em muitas áreas o que vale mesmo é a experiência. “Quando saí da faculdade, eu era superarrogante. Achava que sabia tudo. Comecei a trabalhar e percebi que tenho muito ainda a aprender”, afirma. Ex-aluno da Universidade de São Paulo, Gerab trabalha na construtora Andrade Gutierrez e não tem muita pressa de crescer. Entende que para construir uma carreira sólida precisa passar por diferentes áreas dentro da empresa e aprender outras funções.

A opinião é compartilhada por Camila da Rocha Correa, 25 anos, relações-públicas da Andrade Gutierrez. Há menos de um ano na empresa, Camila diz que não quer ser promovida sem ter a maturidade e o conhecimento necessários para o cargo. “O que eu realmente desejo é ser reconhecida por fazer algo muito bem”, afirma.

Para ajudar profissionais como Camila e Gerab a crescerem de forma consistente, a Andrade Gutierrez criou um programa de desenvolvimento de competências chamado Geração AG. Já passaram pelo programa 230 jovens, como o engenheiro civil Rafael Perez, 28 anos, três de formado e há seis na Andrade Gutierrez. A meta de Perez é ser engenheiro chefe de obra. Para isso, já passou por várias funções. Atualmente é ele que coordena a produção, uma das quatro grandes áreas de uma obra. “Preciso aprender todas as funções”, diz Perez, que hoje trabalha na construção de uma estação de tratamento de esgoto na Baixada Santista.

Como a Andrade Gutierrez, a rede de varejo de material de construção e itens para casa Leroy Merlin também decidiu acelerar a carreira de profissionais da geração Y e investe em um programa de contratação e formação de jovens gerentes desde o ano passado. No processo de seleção dos candidatos, em São Paulo, o diretor regional Patrick Leffondre, 45 anos, decidiu levar em conta principalmente os valores pessoais e não a competência técnica, algo prioritário antes. “Quem vem trabalhar aqui precisa ter prazer em conhecer profundamente a empresa e as funções que irá exercer, e também gostar de desenvolver equipe e ter iniciativa”, diz Leffondre. Apesar de tentar atender às demandas dos jovens, a Leroy Merlin quer encontrar candidatos que realmente se identifiquem com o sistema de gestão descentralizado da multinacional francesa e que gostem do trabalho em loja. “Estamos preparando as pessoas e a empresa para acompanharem o crescimento da rede”, afirma Cynthia Cerotti, 39 anos, gerente da área de RH no Brasil. Em 2010, a varejista repetirá o investimento de R$ 130 milhões do ano passado, quando inaugurou três lojas, cada uma com 250 funcionários.

Apesar dos avanços, para atrair e reter os jovens talentosos e, consequentemente, ganhar em inovação e crescimento, as empresas ainda precisam dar vários passos. Para a economista americana Sylvia Ann-Hewlett, diretora do Center for Work-Life Policy, em Nova York, muitas das demandas dos jovens são realmente positivas para as companhias. “Um novo sistema de recompensas, por exemplo, é uma das questões que as companhias deveriam pensar em adotar”, afirmou Sylvia a Época NEGÓCIOS. Autora de diversos artigos e livros sobre diversidade, Sylvia diz que o que é bom para a geração Y também agradará ao baby boomer. “As duas gerações estão olhando para o emprego de maneira semelhante e devem conduzir grandes mudanças na forma de trabalhar”, diz. Entre essas mudanças, Sylvia destaca a necessidade de intervalos na carreira, como os sabáticos, em que o profissional volta após um período fora, e a flexibilidade de horário. Para Sylvia, essas são algumas demandas que as duas gerações deverão implementar juntas nos próximos anos. Até por questões de sobrevivência, nenhuma empresa vai querer ficar fora.

– Já é Natal em Jundiaí?

O comércio parece que endoideceu ou está ávido pelos clientes como nunca. Passeando no Maxi Shopping Jundiaí, assustei com ele todo decorado para o… NATAL!

Gente, estamos há mais de dois meses de 25 de dezembro…

Se deve a concorrência, ou é antecipação depromoção natalina”?