– Hotel Sky Cruiser: utopia ou realidade no futuro?

Eu não gosto de alturas, tô fora de correr riscos à toa (sem falar na labirintite). Mas você se hospedaria em um hotel-avião?

Olhe o projeto futurístico do Hotel Sky Cruiser, um cruzeiro voador movido a energia nuclear: https://youtu.be/RMZDjHMA9q4

– Mbappé, Neymar, PSG…

Cá entre nós: para mim, não passa de boataria que “com aval de Mbappé, Neymar está fora dos planos do PSG”.

Neymar fez tudo errado por lá: mostrou-se anti-profissional, tumultuou e não ganhou a Champions League. Mas dizer que o Mbappé é o “fator preponderante”, esqueça.

Quem não deve desejar o Neymar é o novo gerente de futebol ou até mesmo o Sheik. Aliás, tá fácil ele ir para o NewCasttle, não?

Neste jogo de milhões, todo cuidado é pouco.

Ops: se até 1º de julho ele continuar no Paris-Saint Germain, seu contrato será renovado automaticamente. Portanto, mais assunto teremos até lá!

Mbappé e Neymar em jogo do PSG contra o Saint-Etienne pelo Francês - Steenkeste/Getty Images

Mbappé e Neymar em jogo do PSG contra o Saint-Etienne pelo Francês Imagem: Steenkeste/Getty Images, extraída de: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2022/06/28/jornal-com-aval-de-mbappe-psg-comunica-que-nao-conta-mais-com-neymar.htm

– A Coca-Cola Alcóolica! E com Jack Daniel’s.

E pela primeira vez, a The Coca-Cola Company venderá bebida com álcool. Inédito!

Abaixo, extraído de: https://exame.com/casual/coca-cola-lanca-versao-alcoolica-com-jack-daniels/

COCA-COLA LANÇA VERSÃO ALCOÓLICA COM JACK DANIEL’S

Disponível também em versão sem açúcar, o produto contará com a referência global de 5% de teor alcóolico

Por Julia Storch

As bebidas americanas Jack Daniel’s e Coca-Cola se encontram dentro de uma lata como uma opção de coquetel pronto para beber. Inspirado no drinque conhecido como Jack & Coke no Brasil, o produto será feito a partir de um mix entre Coca-Cola e a bebida Jack Daniel’s Tennessee Whiskey.
A novidade será comercializada mundialmente, a começar pelas gôndolas do México no final deste ano.

“Essa parceria reúne dois ícones clássicos americanos para trazer aos consumidores a experiência de sabor que eles amam, de forma consistente, conveniente e on the go”, disse Lawson Whiting, CEO e Presidente da Brown-Forman Corporation.

“A Brown-Forman é líder na categoria de bebidas prontas desde que lançamos nosso primeiro Jack Daniel’s RTD, há mais de 30 anos. A Coca-Cola complementa perfeitamente a Jack Daniel’s e nossas ofertas de RTD existentes, o que nos permite acelerar a nossa expansão e continuar o crescimento de nosso negócio em todo o mundo”, finaliza Whiting.

Todas as embalagens do produto se relacionam à parceria das duas marcas. Disponível também em versão sem açúcar, o produto contará com a referência global de 5% de teor alcóolico, com possíveis variações de acordo com o mercado comercializado.

“Os consumidores são nossa prioridade em tudo o que fazemos e, como uma empresa completa de bebidas, à medida que continuamos a desenvolver nosso portfólio, isso inclui novos produtos com nossa icônica marca Coca-Cola”, comenta James Quincey, presidente e CEO da The Coca-Cola Company.
“Estamos animados com essa nova relação com a Brown-Forman e ansiosos pelo lançamento do Jack Daniel’s & Coca-Cola”, completa Quincey.

Coca-Cola faz parceria com Jack Daniel's. (Divulgação/Coca-Cola)

Imagem: Divulgação Coca-cola.

– O Rei da Soja Olacyr de Moraes se foi há 7 anos! E o que nos deixou?

Há 7 anos, falecia Olacyr de Moraes. Relembrando:

Sempre que eu ouvia o nome de Olacyr de Moraes, lembrava-me de poder, trabalho e riqueza. Nos anos 80, virou o maior produtor mundial de soja do mundo. Filho de humildes trabalhadores, se tornou bilionário, investindo em tecnologia no campo e plantando no Centro-Oeste (coisa que ninguém fazia nos anos 70). No começo do século XXI, perdeu dinheiro e para não deixar de pagar as contas, se desfez de parte do patrimônio: Banco Itamaraty, Construtora Constran, e tantas outras empresas (das 40 grandes que possuía). Atualmente, investia em mineração.

O detalhe é: Olacyr sempre gostou de namorar belíssimas garotas, sendo elas bem mais novas – que nunca as chamava de namoradas, mas de “amigas”.

Trabalhou muito, ganhou dinheiro, viveu amores e o câncer o levou. Tal doença não vê carteira…

Abaixo, frases interessantíssimas desse magnífico empreendedor e espirituoso personagem:

bomba.jpg
bomba.jpg
bomba.jpg
bomba.jpg
bomba.jpg
bomba.jpg

Imagens extraídas da Internet, autoria desconhecida.

– Um Cebolinha caro demais!

Nem o Maurício de Sousa, da Turma da Mônica, deve achar razoável: o Cebolinha (ex-Grêmio), depois de não dar certo no Benfica, está sendo repatriado pro Flamengo por 16 milhões de EUROS, além de R$ 900 mil por mês LIVRE DE IMPOSTOS (informações do jornalista Thiago Asmar, no Programa Bate-Pronto da Rádio Jovem Pan).

Mesmo pagando 23 milhões de multa em rescisões de treinadores demitidos, o pessoal da Gávea parece não se importar em gastar tanto dinheiro, não?

Everton Cebolinha no Flamengo pode “prejudicar” o Grêmio; entenda

Extraído de: https://www.torcedores.com/noticias/2022/06/everton-cebolinha-no-flamengo-pode-prejudicar-o-gremio-entenda

– Os clubes estão ficando menores que os atletas?

Vi e achei que rende uma boa discussão: alguns clubes de futebol estão perdendo torcedores para admiradores de atletas?

Tudo pelos negócios através do marketing: assim como os clubes têm escudo, jogadores de ponta tem logomarcas!

Veja e reflita: será que os atletas não estão (ou um dia estarão) suplantando os times de futebol (por mais paradoxo que isso possa parecer) através de seus fãs?

Olha alguns exemplos de logos reconhecidas:

– PME que contratam funcionários transexuais.

Empresas que aceitam a diversidade sexual e contratam LGTBs. Uma novidade ou tendência?

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/08/1911077-pequenas-empresas-se-abrem-para-receber-funcionarios-transexuais.shtml

PEQUENAS EMPRESAS SE ABREM PARA RECEBER FUNCIONÁRIOS TRANSEXUAIS

por Everton Lopes Batista e Júlia Barbon

O site Transempregos, que divulga vagas de trabalho para transexuais e travestis, contava com 160 currículos cadastrados em 2013, ano em que foi inaugurado. Atualmente, são mais de mil.

A plataforma foi um dos canais usados pela hamburgueria Castro, inaugurada no fim de 2016 na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, para acrescentar diversidade ao negócio. Uma chamada publicada no site convidava pessoas de todos os gêneros e orientações sexuais para participar de uma seleção.

A transexual Roberta Proença Gouvea, 41, se candidatou e conseguiu a vaga de recepcionista do local, que tem 16 funcionários no total –dois deles são trans.

“A proposta da Castro me deu muita esperança para conseguir o emprego. Eu fui tratada como uma candidata de verdade”, afirma ela.

Segundo Luiz Felipe Granata, um dos sócios da Castro, a proposta é ser um ambiente “não excludente” para funcionários e clientes.

“A maior diferença de trabalhar em um lugar como esse é poder ser quem você realmente é e se sentir seguro”, afirma o transexual Bruno Mikó, 23, que trabalha como auxiliar de cozinha ali.

Com um investimento inicial de R$ 400 mil, o faturamento deve chegar a R$ 2,4 milhões neste ano. Os donos já planejam abrir uma franquia no próximo ano.

O estabelecimento faz parte de um grupo cada vez maior de empresas que têm procurado transgêneros –pessoas que se identificam com um gênero diferente do indicado pelos órgãos genitais de nascimento– para fazer parte de seu quadro de funcionários.

FALTAM DADOS

As dificuldades para conseguir trabalho ocorrem tanto por preconceito quanto por invisibilidade –não há dados sobre a empregabilidade de transgêneros no país.

Segundo a empresária e travesti Márcia Rocha, que administra a Transempregos de forma voluntária, cerca de 40% dos candidatos cadastrados na plataforma têm nível superior. “Mas mesmo para pessoas mais bem qualificadas, o mercado ainda é bastante hostil”, afirma ela.

Gouvea, por exemplo, tinha ensino médio, dois idiomas –além do português, ela fala inglês e espanhol– e um intercâmbio no currículo. “Era mais fácil quando eu escondia das pessoas que eu era trans”, afirma.

Aos 18 anos, Paloma Castro, também trans, desistiu de procurar emprego e passou a se prostituir. Hoje, aos 26 anos, é garçonete no Casa Café Teatro, na Bela Vista, região central de São Paulo.

O salário de R$ 1.191 permitiu que ela saísse das ruas enquanto termina um curso técnico em gestão de qualidade.

Histórias como a dela, no entanto, ainda são exceção. “Ainda é pouco, porque é muito recente. Temos muito trabalho a fazer”, diz Márcia Rocha. “Mas sinto que a coisa realmente está acontecendo, não estou dando conta de tantas reuniões e capacitações.”

AÇÕES

A IBM foi uma das criadoras, em 2013, do Fórum de Empresas LGBT. A organização informal reúne 39 grandes companhias que se comprometem com ações como usar o nome social do funcionário trans (em crachás e e-mails, por exemplo) e não restringir o uso de banheiros.

“Pessoas diversas trazem maior produtividade à empresa. Se eu fechasse essa porta, perderia bons recursos”, diz Adriana Ferreira, líder de diversidade e inclusão da IBM Brasil.

Na outra ponta, para que essas pessoas cheguem melhor preparadas até as empresas, foi criado, em 2015, o projeto Transcidadania, da Prefeitura de São Paulo.

A iniciativa paga uma bolsa mensal de R$ 983,55 por até dois anos, enquanto os beneficiários, transexuais e travestis, voltam para a escola, fazem cursos profissionalizantes e são acompanhados por advogados e psicólogos.

Hoje, o programa tem 175 participantes.

No entanto, a baixíssima escolaridade e o envolvimento com drogas impedem, em alguns casos, que a pessoa esteja pronta para o trabalho no final dos dois anos, afirma Ivan Batista, coordenador de políticas para LGBT na Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania do município.

Para isso, diz o coordenador, está sendo criado um comitê envolvendo os departamentos de educação e saúde da cidade, para que esses fatores sejam tratados antes do ingresso no programa.

A Coordenação de Políticas LGBT, também da prefeitura, oferece ainda capacitação para empresas que queiram receber trabalhadores trans e conhecer a a lei estadual 10.948, criada em 2001 para proteger a comunidade LGBT nas relações de trabalho.

bomba.jpg

Imagem extraída do link acima.

– O problema das SAFs no Brasil: a transparência do vendedor ao comprador.

Eu me assusto quando vejo as pessoas dizendo que um clube “precisa fazer uma SAF” para se dar bem.

Precisa? SAF é sinônimo de solução?

Às vezes sim, às vezes não.

Se temos um clube tradicional do Interior que reluta a um comprador estrangeiro (vide a resistência de alguns com a empresa Red Bull, por exemplo), quem garante que será feliz se virar uma SAF e ser vendida para algum agente de atletas endinheirado (como André Cury, Giuliano Bertolucci, Eduardo Uram, entre outros)?

Cada SAF tem a sua particularidade. Por enquanto, John Textor, dono do Botafogo SAF, está apaixonado pelo seu empreendimento, chegando a dizer que “poderia vender tudo que tem, menos a Estrela Solitária que ficaria para por seus filhos”. O Vasco da Gama é namorado pelos americanos investidores da 777. O Bahia está a passos largos de ser vendido para o City Group. E o Cruzeiro, vendido ao grupo Tara Sports, comandado por Ronaldo Nazário (90% por R$ 400 mi).

A pergunta é: os torcedores não serão iludidos? E quando um grupo pequeno comprar a SAF de um time pequeno e quebrá-la? E quando negociar uma mudança de sede? E se tentar mudar cores e escudos? Tudo isso é negociável no contrato, lógico, mas a verdade é: SAF não “é a solução”, mas sim “poderá ser uma solução” – se bem acertada. Vejam as pendengas que fizeram Ronaldo ameaçar refutar a negociação!

Os clubes grande têm mais apelo. Assim, Flamengo, Corinthians ou Atlético Mineiro seriam mais atraentes pelo enorme mercado de torcedores-consumidores que têm e ao potencial de geração de receitas (em que pese as dívidas que possuem, pois já estariam falidos se fossem uma empresa, vide o quadro do UOL, por Igor Siqueira, publicado no link abaixo: Atlético e Cruzeiro devem mais de 1 bilhão de reais, o Corinthians quase isso!). Mas e qual seria o atrativo para o clube pequeno?

Mogi Mirim, União São João, América de São José do Rio Preto, Paulista de Jundiaí: clubes tradicionalíssimos que amargam a 4a divisão e/ou licenciados, com muitas dívidas, teriam quais vantagens para comprá-los? Dá-los para algum empresário a troco das contas a pagar?

Não sei. Não é uma afirmação. Mas como qualquer negócio, você tem que avaliar o custo-benefício: não seria caro demais para um retorno desproporcional? 

Quanto custaria a SAF do Corinthians, já que o clube deve quase 1 bilhão de reais? Claro, mesmo com a 2ª maior torcida do Brasil, precisaria-se estudar a viabilidade. Ou do Paulista de Jundiaí, que tem uma torcida local? 

Mbappé ganhou do PSG o valor de luvas em 300 milhões de euros (mais de R$ 1,5 bilhão) para renovar. Ronaldo comprou o Cruzeiro por uma valor equivalente a ¼ do prêmio recebido pelo atacante francês… O americano Todd Boehly, dono dos Dodgers, comprou o Chelsea por 25 bilhões de reais (o equivalente a 62,5 times do Cruzeiro).

Lembrando, ainda, um fator importante: quem compra um time de futebol, quer o quê? Lucro, divulgação da marca de um produto, venda de atletas, títulos ou… lavagem de dinheiro, como suspeita-se que muitos fazem na Inglaterra? A torcida comungará do propósito do dono?

Enfim, repetindo: SAF não “é a solução”, mas sim “poderá ser uma solução”.

Link e da citação e da imagem em: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2022/05/13/quem-sao-os-clubes-mais-endividados-do-brasil-e-qual-o-risco-disso.htm?utm_source=twitter&utm_medium=social-media&utm_content=geral&utm_campaign=esporte

– Liderança Organizacional, sobre ótica cristã.

Para quem é da área de RH e gosta do tema “Liderança”, veja que interessante: a Imposição ou a Conquista da Liderança, de um ponto de vista cristão. Artigo alternativo aos gestores de recursos humanos, escrito por um missionário católico e administrador de empresas, mas que serve para qualquer líder, independente da crença.

Extraído de:  http://www.cancaonova.com.br/portal/canais/formacao/internas.php?e=11243

AUTORIDADE: CONQUISTA OU IMPOSIÇÃO

por Sandro Arquejada

Algumas pessoas exercem sobre outras certa influência, seja por admiração, por fascínio ou por projetar nos corações um algo a mais para suas vidas. Sentimentos assim nascem a partir do testemunho que a maioria vê nesses homens e mulheres que se destacam. O ser humano tem a necessidade de ser guiado e busca, como referência nos semelhantes, algo que sacie a sua sede de ser melhor.

Essas pessoas, geralmente, são carismáticas, inteligentes e têm um espírito de liderança. Esse talento acontece naturalmente, desde crianças; em brincadeiras, empresas, escolas, instituições, trabalhos voluntários e também em ambiente religioso.

Jesus era um líder nato. Todo o Seu ser atraia multidões. “Quando Ele terminou estas palavras, as multidões ficaram admiradas com o Seu ensinamento. De fato, Ele as ensinava como quem tem autoridade, não como os escribas” (Mt 7, 28-29). Nosso Senhor conquistava as pessoas. Ele não impunha uma doutrina como faziam os escribas e os fariseus. Seu ensinamento vinha do testemunho de amor que Ele não só discursava, mas que demonstrava em toda sua vida.

O amor incondicional era o Seu principal atrativo; e continua sendo ainda hoje. Ao estar à frente de pessoas, antes de tudo, Ele observava o que cada um tinha de melhor, sem deixar de corrigir o que era preciso. As pessoas se deixavam conduzir porque encontravam alguém que acreditava nelas.

O líder oferece de si e ensina o que sabe, sem medo de ser superado, porque quer que as obras dos seus discípulos sejam até maiores que as suas. A autoridade vem da conquista de corações! Líder é aquele que abraça uma causa junto com os seus, não se abstendo das responsabilidades e trabalhos que isso pode causar. Não coloca sobre seus subordinados, discípulos ou aqueles que lhe são confiados, o peso da sua vaidade e idéias próprias.

O filho obedece verdadeiramente o pai, quando ele [filho] se sente amado, pois, acredita que o pai lhe quer bem, ainda que custe sacrifício. Assim também acontece na relação de professores e alunos, patrões e empregados. O amor impulsiona atitudes dignas de confiança recíproca.

Na verdade, quem ocupa uma posição de autoridade é servo de quem ele comanda. Assim ensinou o Mestre Jesus: “Quem quiser ser o maior entre vós seja aquele que vos serve.” (Mt 20,26). Ou ainda: “Pois o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos” (Mc 10,45).

Ao contrário desse ensinamento, os escribas e fariseus praticavam uma autoridade que os colocavam em lugar privilegiado para serem chamados de mestres e vistos por todos. “Amarram fardos pesados e insuportáveis e os põem nos ombros dos outros, mas eles mesmos não querem movê-los, nem sequer com um dedo” (Mt 23,4).

Hoje, existe muita informação sobre liderança, palestras para empresas, cursos universitários, tudo para formar novas cabeças que comandarão pessoas e almas, tanto no campo da política como no da ciência, da informação, da religião, entre outros.

Mas o verdadeiro líder não precisa ocupar um cargo ou posto, mesmo sendo o último de uma hierarquia, ele age como Jesus, acreditando no potencial das pessoas e tirando de dentro delas o melhor que cada um pode ser. Ou seja, o que forma o outro são os sentidos mais nobres dentro de nós: a misericórdia, o acreditar nas pessoas e, principalmente, o amor, o amor do coração de Jesus. Que esse amor esteja firme dentro dos nossos corações!

Autoridade conquista ou imposição

Foto ilustrativa: Jirsak by Getty Images

– Dia do Amor?

E essa estratégia de alguns comércios de instituir o “Dia do Amor”, fazendo alusão ao Dia dos Namorados?

Se o Dia dos Namorados brasileiro já foi uma data inventada (pelo marqueteiro João Dória, pai do ex-Governador Dória, para alavancar o comércio daquele mês), o Dia do Amor quer amplificar essa ideia de presentear.

Tudo é mercado…

Comércio e artesão investem no amor e no comércio online para o dia dos  namorados - Bem Paraná

Imagem extraída de: https://www.bemparana.com.br/noticia/comercio-e-artesao-investem-no-amor-e-no-comercio-online-para-o-dia-dos-namorados

– A Coca-Cola versão Putin.

Com a saída de empresas importantes da Rússia, produtos alternativos surgem.

O mAis recente: um “clone russo da Coca-Cola, Fanta e Sprite”! Vejam só,

em: https://olhardigital.com.br/2022/05/27/pro/clones-da-coca-cola-sao-lancados-na-russia-apos-saida-da-empresa-do-pais/amp/

CLONES DA COCA-COLA SÃO LANÇADOS NA RÚSSIA APÓS SAÍDA DA EMPRESA

Após a saída da Coca-Cola da Rússia como consequência à invasão da Ucrânia, um fabricante de bebidas local, a Ochakovo, lançou uma linha de refrigerantes clones que simulam as três principais marcas da fabricante estadunidense: Coca-Cola, Fanta e Sprite.

Os refrigerantes genéricos receberam os nomes de CoolCola, que é o clone da Coca-Cola, Fancy, que imita a Fanta laranja, e Street, que imita a Sprite. As cópias foram lançadas na última segunda-feira (23) e já estão presentes nas prateleiras dos principais supermercados russos.

Desde que a Coca-Cola anunciou a suspensão de seus negócios na Rússia, em março deste ano, os refrigerantes produzidos pela empresa se tornaram “artigos de luxo” no país. Hoje, ainda é possível encontrar os produtos Coca-Cola na Rússia, mas os preços subiram, em média, 200% desde então.

Em suas contas nas redes sociais, a Ochakovo descreveu a CoolCola, o clone da Coca-Cola, como um refrigerante com o “sabor icônico de cola”. Os demais clones não tiveram seus sabores detalhados, mas os esquemas de cores das embalagens imitam os de Fanta e Sprite.

A Ochakovo não é a única empresa a produzir clones de refrigerantes dos Estados Unidos, já que eu abril deste ano, a empresa Slavda lançou a Grink Cola, com a intenção de conquistar os clientes com saudade do sabor da Coca-Cola no Extremo Oriente da Rússia.

Crédito: Denis Voronin/Agência de Notícias de Moscou

– Os Carros mais vendidos por estado no Brasil.

Não imaginava essa liderança de determinadas montadoras. O site “Brasil em Mapas” trouxe esse quadro (dos números fechados do ano passado) sobre os carros mais vendidos em cada estado.

Veja só:

– O Uso Desmedido da Tecnologia nos Ambientes Corporativos.

Compartilho um interessante material sobre o uso desmedido de aparelhos eletrônicos no ambiente de trabalho, ocasionando desconfortos e gafes que poderiam ser evitados através do uso mais coerente e racional.

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/616/nao-diga-aloquando-o-uso-dos-aparelhos-eletronicos-e-desmedido-144923-1.htm

NÃO DIGA ALÔ

Carlos Alberto Julio, presidente da construtora Tecnisa, empresa com faturamento de R$ 514 milhões, já havia subido no palco do auditório da Associação Comercial Industrial de Joinville, Santa Catarina, para dar uma palestra a 300 pessoas, quando foi interrompido por uma forte batida de rock-n’-roll que vinha da plateia. Ele parou de falar e percebeu que a música era do celular de uma moça, que tentava desesperadamente desligar o aparelho. “Ela não sabia o que fazer, simplesmente não conseguia desligar o telefone. Resolvi ajudá-la e comecei a dançar em cima do palco ao ritmo do toque do celular”, brinca. Situações como esta se tornaram cada vez mais comuns graças ao aumento do uso de tecnologias Ranking móveis como notebooks, netbooks e smartphones.

De acordo com a Anatel, o número de usuários de telefonia móvel no Brasil subiu de 52,4 milhões, em maio de 2004, para mais de 157,5 milhões no mesmo mês de 2009. Com o crescimento do mercado, veio um problema: a falta de etiqueta no dia a dia. Um estudo realizado nos Estados Unidos pela empresa de pesquisas Harris Interactive a pedido da Intel revelou que 90% dos adultos norte-americanos sentem-se incomodados com o uso desenfreado de dispositivos móveis em locais públicos como cafés, restaurantes, cinemas e shows. O que dizer, então, de gafes cometidas no mundo corporativo?

O presidente da construtora Tecnisa, Carlos Alberto Julio, é frequentemente interrompido pelos toques de celulares, mas consegue levar com bom humor

David Szpiro, diretor comercial da tradicional fabricante de relógios suíços Breitling, presenciou uma cena constrangedora. “Eu estava na matriz da empresa na Suíça, em uma reunião com o presidente da marca, Theodore Schneider, e a equipe de publicidade, quando um celular começou a gritar ‘Mamãe, me atende'”, diz ele. “Na mesma hora, o presidente bateu na mesa e mandou que todos saíssem da sala e só voltassem quando tivessem deixado seus telefones do lado de fora”, conta Szpiro.

A consultora de etiqueta Claudia Matarazzo diz que algumas atitudes são inaceitáveis. “Uma das piores coisas que podem acontecer em um encontro profissional é o celular começar a tocar a música do picapau ou qualquer coisa semelhante”, brinca. Apesar de achar esse tipo de comportamento extremamente grosseiro, Szpiro também depende dos smartphones e diz que a única solução é mantê-los longe em determinadas ocasiões. “Quando o aparelho está perto, você se sente compelido a atender, é quase uma obrigação, você se torna escravo dele”, completa.

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos pelo site de empregos Yahoo HotJobs fez a seguinte pergunta: “Você checa seus e-mails frequentemente durante reuniões de trabalho?”. Trinta e quatro por cento dos entrevistados responderam que sim e outros 18% admitiram já ter sido repreendidos pelo mau comportamento em relação ao uso dos itens tecnológicos. “Quando isso ocorre, os interlocutores sentem-se excluídos e dignos de pouca atenção” afirma Lígia Marques, consultora de Etiqueta e Marketing Pessoal. Em outras palavras: sentem-se desrespeitados.

Márcia Palmeira, diretora comercial da Right Management, empresa de consultoria e treinamento profissional, passou por isso quando atendeu um executivo que precisava melhorar a comunicação com sua equipe. “Durante a sessão de uma hora, ele atendeu o celular três vezes. Em um momento, eu peguei o meu BlackBerry e fingi que estava mandando um e-mail. Aí ele ficou muito incomodado, pois foi deixado de lado.”

O uso de aparelhos tecnológicos é indicado para facilitar a vida das pessoas e não complicá-la. Mas acontece o oposto com quem não tem limites. “O uso desordenado dessas tecnologias gera um nível de ansiedade muito grande”, diz Claudia Matarazzo. O sucesso do Twitter, diz Claudia referindo-se à rede social que funciona pela internet e pelo celular, é prova desse fenômeno.

“As pessoas que estão no Twitter dizem o que estão fazendo a cada momento. São coisas que, em outros tempos, diríamos apenas para as pessoas que nos cercam, como a família, por exemplo”. Aliás, é a família que, em muitas ocasiões, mais sofre com esse comportamento. “Um dia desses levei uma bronca do meu filho, que perguntou se eu não podia desligar o celular”, lembra Raquel Nascimento, gerente de marketing da montadora francesa Citroën. “Não resisti ao pedido e acabei desligando o aparelho.”

Viciados em tecnologia buscam ajuda em clínica de detox no Rio de Janeiro -  Federação de Amor-Exigente - FEAE

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para créditos na postagem.

– Cherry Coke ou Byte?

Ontem falamos sobre a Coca-Cola Byte, do Metaverso às prateleiras. Texto aqui: https://professorrafaelporcari.com/2022/05/19/tomei-a-coca-cola-byte-e/

Pois bem: meu compadre Sandro lembrou: ela tem o sabor parecido com a Cherry Coke. Lembram dela? O gosto era bem ruim mesmo… Mas tinha o Edmundo, atacante, como garoto-propaganda! E estava no auge da carreira do “Animal” (apelido que Osmar Santos o imortalizou).

Assista o comercial da época em: https://youtu.be/oet90QsfT7o

– Musk vai comprar ou não o Twitter?

Já falamos à exaustão sobre a compra do Twitter. Agora, Elon Musk está travando a negociação devido à confusão dos números relativos das contas falsas!

Quantos “fakes” e “robôs” habitam lá? O twitter respondeu, há uma semana, que são 5%, mas Musk alega 10%.

Xi… quem tem razão? Mas que existe muita “gente de mentirinha”, ô se existe!

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. 

– Tomei a Coca-Cola Byte! E…

Que horror!

Tomei a Coca-Cola Byte, e achei um sabor muito ruim!

A Byte é uma bebida lançada no Metaverso via Fortnite, e do mundo virtual virou um produto real!

Falamos sobre isso aqui: https://professorrafaelporcari.com/2022/04/16/byte-a-bebida-da-coca-cola-no-metaverso/

– Reclamar ou Encarar?

Jeff Bezos, o fundador da Amazon, disse dias atrás que:

“Reclamar não é uma boa estratégia. Temos que lidar com o mundo como ele é, e não como gostaríamos que ele fosse”.

E não está coberto de razão? Queremos que a mudança aconteça, reclamamos por ela e ficamos esperando, ou encaramos o mundo de maneira realista e nós protagonizamos as ações para sermos os artífices da mudança?

Jeff Bezos: a trajetória do fundador da Amazon | InfoMoney

Imagem extraída de: https://www.infomoney.com.br/perfil/jeff-bezos/

– Ah, as faturas fakes da Claro…

Cansa. De novo, um golpe com faturas da Claro, com todos os meus dados, chegando justo no dia que costuma chegar a minha fatura “real”.

Mesmo reclamando, parece que a Claro não toma nenhuma providência! E os valores, os boletos e o “meio de tentativa de estelionato” são rotineiros. Dá a entender que a operadora não se preocupa em pegar os estelionatários que usam seu nome.

Já falei sobre isso aqui: https://professorrafaelporcari.com/2022/03/10/de-novo-golpe-em-nome-da-claro-2/

Também aqui: https://professorrafaelporcari.com/2021/12/14/o-golpe-da-fatura-da-claro-pela-enesima-vez/

Esperando a empresa se manifestar

Imagem

– Presa a química que vendeu segredos industriais da Coca-cola.

As pessoas imaginam que o comércio de informações confidenciais de grandes empresas é algo raro. Não é bem assim…

Veja esse caso envolvendo a Coca-cola e uma ex-funcionária:

Extraído de: https://exame.com/pop/ex-funcionaria-da-coca-cola-e-condenada-por-vender-segredos-industriais/

EX-FUNCIONÁRIA DA COCA-COLA É CONDENADA POR VENDER SEGREDOS INDUSTRIAIS

Sentença estabelece 14 anos de prisão e multa de US$ 200 mil, cerca de R$ 1 milhão.

Ex-funcionária da Coca-Cola, a química Xiaorong You, de 59 anos, moradora do estado americano de Michigan, foi condenada nesta segunda-feira a 14 anos de prisão por vender segredos industriais para uma empresa chinesa. A sentença de um juiz federal de Greeneville, no Tennesse, também determinou uma multa de US$ 200 mil, cerca de R$ 1 milhão.

Xiarong You, também conhecida como Shannon You, já havia sido considerada culpada pelos crimes de roubo de segredo comercial, conspiração para cometer espionagem econômica, posse de segredos comerciais roubados, espionagem econômica e fraude eletrônica, em abril de 2021. A sentença com a pena a ser cumprida pela mulher, no entanto, só foi determinada hoje.

De acordo com o Departamento de Justiça dos EUA, Xiarong You obteve formulas relativas ao desenvolvimento de latas de bebida sem Bisfenol A, uma substância cancerígena, enquanto trabalhava para a Coca-Cola, em Atlanta, no estado da Georgia. As fórmulas seriam utilizadas na implementação de uma fábrica na cidade chinesa de Weihai.

Segundo os documentos apresentados no julgamento, a mulher mantinha contatos com uma empresa chinesa, a Weihai Jinhong Group, para quem passava as informações. Milhões de dólares em subsídios do governo chinês foram fornecidos para a empreitada.

A substância Bisfenol A era utilizada dentro de latas de bebida para conservar o gosto. No entanto, pesquisas indicaram potenciais danos à saúde ligados ao produto químico, o que fez com que empresas buscassem alternativas. Por ocupar um cargo alto dentro da Coca-Cola, Xiarong You tinha acesso às fórmulas que permitiram o desenvolvimento de substitutos a substância. Os segredos repassados pela mulher pertenciam a empresas como Akzo-Nobel, BASF, Dow Chemical, PPG, Toyochem e Sherwin Williams.

(Estadão Conteudo)

(Imagem: Reuters/Alexander Demianchuk)

– Precisa ser em Inglês?

Não sou Policarpo Quaresma para nacionalismo extremo da Língua Portuguesa, mas concordo com essa observação abaixo:

– A nova arena do Red Bull Bragantino.

Meses atrás, o Red Bull Bragantino apresentou o projeto do seu moderno CT de Treinamento, na divisa entre Bragança Paulista e Atibaia.

Relembre aqui: https://professorrafaelporcari.com/2021/10/05/130662/

Agora, chega a informação através do jornalista Sérgio Loredo de que, em evento na FIFA, o CEO da empresa de futebol no Brasil, Thiago Scuro, apresentou a Red Bull Arena: uma praça esportiva moderna e prática, a ser entregue após total remodelação do espaço atual em 2025.

Veja no print abaixo:

– Whooper Costela Fake.

Dias atrás, tratamos o caso do McPicanha “sem picanha” (admitido pelo McDonalds depois de perturbado pelo Procon) de “McFake”.

Agora, é a vez da Rede Burger King admitir que o BK Whooper Costela não tem carne de costela, mas “aroma de costela”…

Fazem o cliente de bobo, não?

Em: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2022/05/02/burger-king-e-acusado-de-vender-whooper-de-costela-sem-costela.htm

– As cervejas brasileiras e o Maio Amarelo.

Há 1 ano…

As cervejas brasileiras da AMBEV estão grafadas com o nome errado nas propagandas?

Sim. E é proposital. Afinal, estamos entrando no mês do “Maio Amarelo”, visando a segurança no trânsito. A ideia é mostrar que quando você bebe em excesso, acaba enxergando as coisas como elas não são e não deve dirigir.

Assim, como muita gente achou que no último domingo a Rede Globo fez uma arte errada na animação da Brahma (veiculada como Bhamra), verá outra grafias diferentes como na figura abaixo: 

Divulgação

Imagem: Divulgação da Ambev na Internet.

– O que é isso, Galo?

Que coisa… o Paulista de Jundiaí perdeu por 3×0 do Rio Branco de Americana pela 4a divisão estadual.

O experiente treinador Roberval Davino nada pode fazer com atletas de baixo rendimento. E, cá entre nós, fazer futebol sem dinheiro, não dá.

E pensar que a empresa Red Bull quase levou o Galo da Japi… sorte do Bragantino e azar dos jundiaienses…

O que faz uma visão turva dos negócios, não?

– McPicanha sem Picanha? Seria o… McFake?

Quer dizer que o McDonalds vende um sanduíche de picanha, sem carne de picanha?

E ao PROCON, admitiu isso e lamentou que o consumidor “tenha se confundido” com os anúncios do lanche?

Pô…

Matéria em: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2022/04/28/procon-sp-vai-notificar-mcdonalds-por-mcpicanha-sem-picanha.htm

Crédito da imagem no link acima. 

– Dará certo uma semana de 4 dias de trabalho?

Como teste, funcionou. Mas…

O que você pensa sobre 4 dias de trabalho na semana?

Algumas experiências brasileiros, em: https://www.linkedin.com/news/story/empresas-brasileiras-testam-semana-de-quatro-dias-5789914/

EMPRESAS BRASILEIRAS TESTAM SEMANA DE 4 DIAS.

A semana de quatro dias segue ganhando adeptos no Brasil. Uma reportagem do Estadão revelou que startups como Winnin, AAA Inovação e Crawly testaram esse modelo (mantendo 8 horas diárias de trabalho e sem redução do salário) e observaram um aumento não só no bem-estar dos seus funcionários, mas também em seu foco, criatividade e produtividade. Para que isso desse certo, no entanto, as empresas contam que tomaram medidas como otimizar a comunicação, eliminar reuniões improdutivas e promover treinamentos para tornar as equipes mais ágeis.

Imagem extraída do link acima.

– Um dos benefícios do Marketing é…

… viver uma experiência com seu produto!

Um bom trabalho de marketing trás benefícios para quem compra e para quem vende. Se isso não acontecer, pode virar apenas propaganda.

Um lembrete: 

– Eike Batista ironizando Bill Gates e Buffett? Que moral…

Há 11 anos… veja que curioso (extraído do próprio blog):

Empreendedores e Apaixonados Administradores devem estar se deliciando por essa entrevista de Eike Batista (abaixo), o brasileiro mais rico do mundo e um dos bilionários de destaque do planeta.

Aqui ele fala de tudo: mulheres, negócios, filantropia, golpes…

Excepcional, extraído da Revista Época Negócios, Ed Abril 2011, pg 82-84

BILL GATES E BUFFETT? COITADOS

Eike Batista explica por que não aderiu à filantropia, compara-se a Steve Jobs e acusa Roger Agnelli, da Vale, de crime de lesa-pátria

De terno azul-escuro sobre camiseta da mesma cor, ao lado de Thor, seu filho mais velho, Eike Batista recebeu Época NEGÓCIOS para uma longa e relaxada conversa, regada a café e pipocas. Na cabeceira de uma longa mesa de reuniões, auxiliado por um projetor com duas dezenas de imagens e números de seus negócios, falou sobre tudo. De suas razões para mostrar a cara como bilionário (enquanto seus pares se escondem) ao que pensa de rivais como Carlos Slim e desafetos, como Roger Agnelli. Confira os principais trechos da entrevista.

>>>  O que distingue a nova elite empresarial das gerações anteriores?_A profunda vontade de mudar o mundo para melhor e de fazer o certo usando a engenharia. Um exemplo é a garotada do Vale do Silício, que usa engenharia aplicada à informática. Olha o que o Steve Jobs, o pessoal do Google e o garotão do Facebook [Mark Zuckerberg] fizeram! Eles são parte dessa nova economia que quer melhorar o mundo.

>>>  Quando o senhor olha para a arena global, quem identifica como pares, em oposição à velha guarda dos negócios?_Steve Jobs [da Apple] e Larry Page [do Google].

>>> E Carlos Slim, controlador da Telmex e homem mais rico do mundo?_Esse é concorrente (risos). Numa boa. É uma concorrência saudável. Mas, desculpa, ele é um dinossauro. Os projetos das minhas empresas foram concebidos do zero. É muito diferente. Aqui não tem nada baseado em licença ou monopólio. A licença telefônica dele no México, eu não sei, mas um dia vão tirar, né? Assim [com um monopólio], é fácil.

>>>  O senhor não faz lobby pelos seus negócios?_Não. Zero. Às vezes, a gente vai a Brasília. Em energia, por exemplo, quero saber quais são os planos e a visão do governo. Agora, o que é macro não cabe a mim. Não vou legislar, não. Bota as regras para mim, que sejam claras, que vou jogar o jogo. Nunca vi lobby funcionar. Todo mundo critica a gente por causa do BNDES. Somos um grupo de oitenta e tantos bilhões de reais, e só temos R$ 4 bilhões do BNDES. No pool total de nossos financiamentos, o BNDES representa uns 10%. É mais um, para baixar um pouco o custo. E eles só investem no que é do interesse do Brasil.

>>>  E do Jorge Paulo Lemann, sócio da AB InBev, o que acha?_Espetacular. O que o Brasil deve ao Jorge Paulo Lemann é a capacidade de gestão única, com meritocracia. Tiro o meu chapéu para a turma dele. Tanto que somos sócios. Entrei com eles na compra do Burger King. Tenho 10% do negócio.

“OS ESTADOS UNIDOS PERDERAM O BURGER KING POR PREGUIÇA.
OS CARAS FICARAM FROUXOS”

>>>  Que outras características são comuns aos empresários dessa nova elite global?_Buscamos o estado da arte e não temos compromisso com o mais ou menos. Como diz a turma do Google e do Facebook, “The winner takes it all” [O vencedor leva tudo]. Há uma migração para o melhor que é dramática e acontece em uma velocidade assustadora.

>>>  Essa preocupação em premiar os bons resultados é vista como uma das marcas da nova elite._Sim, mas percebo que muitos empresários ainda não sabem dividir. Você cria muito mais riqueza quando todos participam do processo. É preciso abrir mão de parte dos lucros para a equipe, o meio ambiente e as áreas sociais afetadas pelo negócio.

>>>  Quem mais no Brasil tem a ver com seu estilo?_Outro dia estive rapidamente com o [Marcos] Molina, da Marfrig, que é empreendedor pra caramba. Tem o Júnior [João Alves de Queiroz Filho], da Hypermarcas. Eu não o conheço pessoalmente, mas sei que ele usa conceitos brilhantes nas suas marcas. O Grupo Gerdau também é bacana, porque investe em treinamento e tem uma cultura corporativa altamente voltada à tecnologia.

>>>  O senhor costuma ir ao Fórum Econômico de Davos?_Eles sempre me convidam, mas não vou por falta de tempo. E tem muita coisa lá que é blá-blá-blá. Davos passou a ser lugar de quem quer se mostrar. Vou a Aspen. Lá tem menos blá-blá-blá e é mais produtivo.

>>>  O senhor não é um entusiasta da filantropia, é?_Caramba, não fala isso. Todos os meus recursos estão investidos aqui, construindo portos, operações gigantes que empregam 20 mil pessoas.

>>>  Isso não é filantropia._Ainda estou na fase de investimento nos meus projetos. Para fazer o que faço no social, estou cortando na carne. Gasto antes de o projeto gerar caixa. Isso é mais que filantropia. O Bill Gates e o Warren Buffett, coitados, já fizeram tudo o que tinham de fazer como empreendedores. Minha filantropia funciona dando vara de pescar e ensinando. Meu dinheiro está todo orientado para isso.

>>>  As décadas de instabilidade que vivemos tornaram nossos empreendedores mais ousados?_Isso se aplica em relação aos americanos e europeus, que ficaram preguiçosos. Por que o Burger King, uma empresa que era para valer US$ 30 bilhões, foi comprado por US$ 4 bilhões [na verdade, US$ 3,2 bilhões]? Por preguiça. Os caras ficaram frouxos. Mas isso não é válido para países emergentes como a China e a Coreia do Sul. Tira o cavalinho da chuva, porque ali é diferente.

>>>  Quem são os mais fortes?_Os chineses e os coreanos. Há menos de um ano, numa reunião que tive com o board da Hyundai, havia 12 Ph.Ds. à mesa. Todos eram formados no MIT [Massachusetts Institute of Technology], inclusive o dono. Eles até brincam dizendo que MIT é a sigla para Made in Taiwan. Os asiáticos têm ido aos Estados Unidos, que é a meca de conhecimento, e estão absorvendo aquilo. É fantástico.

>>>  O senhor tem se aproximado da China. Como é a relação?_Na área de mineração, o que consegui com os chineses? Para cada três toneladas de minério bruto a caminho da China, eles terão de processar uma tonelada de aço conosco. Essa era a força que o Roger [Agnelli, presidente da Vale] tinha nas mãos. Como é que ele joga isso na lata do lixo? Isso é [um crime de] lesa-pátria. O Brasil deveria estar produzindo mais que o dobro do aço que produz hoje. Como é que pode?

“O ROGER AGNELLI VENDEU AS MINAS DE BAUXITA DA VALE.
ISSO É LESA-PÁTRIA. VISÃO NENHUMA”

>>>  A Vale está jogando errado?_Sim. Já jogou dez anos na lata do lixo. As pessoas esquecem, mas o ex-presidente Lula, no seu primeiro mandato, teve uma conversa com o presidente chinês, Hu Jintao. Ficou combinado que o primeiro grande investimento da China no Brasil seria a construção de uma siderúrgica no Maranhão em parceria com a Vale. A conversa era exatamente essa. Por que a gente tem de exportar matéria-prima em grão? Não somos mais país colonizado.

>>>  O senhor teria feito algo diferente na Vale?_Ah, lógico. Tem muito ativo que não teria vendido. O Roger vendeu ativos extraordinários. Sabe a última burrice [dele] de que ninguém se deu conta? Ele vendeu as minas de bauxita para a Norsk Hydro. Isso é lesa-pátria. Visão nenhuma.

>>>  Quando olha para o futuro, o senhor consegue ver qual seria seu calcanhar de Aquiles?_Quase morri na minha primeira mina de ouro, mas isso me ensinou. Uma mina com um grama de ouro por tonelada, embora pareça pouco, é muito rica. Muito rica, nesse caso, é sinônimo de “à prova de idiota”. Ela aguentou todas as minhas burradas. Pagou conta da logística, das doenças e dos problemas mecânicos. Quase morri e quase quebrei. A partir daí, nunca botei a mão em ativos que não fossem excepcionalmente ricos. Para me atrair, tem de ter um certo porte, tem de estar entre os 25% de mais baixo custo do mundo. Antes que eu feche, 75% vão fechar. E tem de estar numa região com uma jurisdição bacana e impostos adequados.

>>>  Qual modelo de país o Brasil deveria olhar com atenção?_Coreia. Coreia. Coreia. Eles têm engenharia no padrão dos alemães e velocidade de decisão do Vale do Silício. Tiro o meu chapéu todo dia. E ainda são simpáticos.

>>>  Por que o senhor se expõe tanto, contrariando a cultura brasileira de que empresário tem de posar de modesto?_ Primeiro, porque passei 20 anos conhecido como filho do Eliezer Batista [presidente da Vale por duas décadas]. Sou filho mesmo, com muito orgulho. Depois, passei dez anos sendo o marido da Luma de Oliveira. Com todo respeito à mamãe [diz, em tom de deboche, a Thor]. Chega uma hora em que você tem de bater o carimbo dizendo que foi você que fez. Por essas razões, decidi avançar com transparência total. O Brasil só é popular por causa de jogador de futebol e cantor sertanejo. Por que não pode ter o melhor empreendedor do mundo? Não tenho vergonha de mostrar. Complexo de vira-lata? Aqui não.

Eike Batista era o 7º do ranking de bilionários da Forbes em 2012; veja o  que mudou em 10 anos | Empresas | Valor Econômico

Imagem extraída de: https://valor.globo.com/empresas/noticia/2022/04/14/eike-batista-era-o-7o-do-ranking-de-bilionarios-da-forbes-em-2012-veja-o-que-mudou-em-10-anos.ghtml — Foto: Jorge William / Agência O Globo

– Trade Dress em Alta no Mundo Corporativo.

Cada vez mais as empresas sérias sofrem com os picaretas de plantão. Algumas empresas praticam uma espécie de pirataria de imagem, logo e conceitos. Tal prática é combatida por uma proteção jurídica conhecida como TRADE DRESS (uma espécie de registro de aparência). 

Compartilho um case sobre o assunto, extraído de: https://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI160465-16363,00-O+QUE+E+TRADE+DRESS.html

O QUE É TRADE DRESS?

Por Rafael Barifouse

Ari Svartsnaider, fundador da marca de calçados Mr. Cat, ficou furioso ao entrar num shopping de Goiânia e dar de cara com a Mr. Foot, um concorrente que havia copiado suas ideias. “Tudo era muito parecido. O saco de embalar o sapato. A letra do logo. A arquitetura da loja. Fiquei louco”, diz Svartsnaider. “Meu advogado disse que seria difícil ganhar a causa, porque não era uma cópia. Mas fui em frente.” Em 2003, após seis anos, a ação foi favorável à Mr. Cat. O caso tornou-se referência no Brasil de um conceito jurídico recente, o conjunto-imagem, mais conhecido pelo termo em inglês trade dress.

Trata-se de uma forma de proteger a propriedade intelectual que abrange não a imitação exata de uma marca, mas a cópia sutil que confunde o consumidor. O conceito surgiu nos Estados Unidos, que têm uma lei que trata do tema, o Ato Lanham. No Brasil, onde ainda não há legislação, o mais comum é processar o imitador por concorrência desleal, como fez a Mr. Cat.

Segundo o escritório de advocacia Barbosa, Müssnich & Aragão (BM&A), foram registradas 50 ações de trade dress no país em 2009. L’Oréal e Spoleto são exemplos de empresas que já acionaram outras por cópia. “Imitar uma marca virou algo infantil. Já a cópia de elementos do conjunto é mais difícil de provar”, afirma o advogado Pedro Barroso, do BM&A. “São empresas lícitas que buscam pegar carona na fama de outras.” E a forma de combater isso é o trade dress.

– Globo lucra 1,3 bilhão de reais no primeiro trimestre.

Não é faturamento, é lucro: mais de 1 bilhão de reais entraram no caixa da TV Globo, após várias reengenharias financeiras, mudanças no seu casting e programação (por exemplo: trocar produtos, como os campeonatos estaduais, que estavam dando baixa audiência, por outros programas de custo mais barato e com audiência maior, alavancando as receitas).

Abaixo, extraído de: https://teletime.com.br/18/04/2022/globo-lucra-no-primeiro-trimestre-e-projeta-crescimento-das-receitas-com-conteudo-e-publicidade-para-2022/

GLOBO LUCRA NO PRIMEIRO TREMESTRE E PROJETA CRESCIMENTO DAS RECEITAS COM CONTEÚDO E PUBLICIDADE EM 2022

Nos três primeiros meses do ano, a Globo teve possivelmente o seu melhor primeiro trimestre em termos de resultado financeiro em muitos anos, depois de ter registrado no ano passado o primeiro prejuízo líquido de sua história em 2021. Segundo apurou este noticiário, a previsão do grupo é de um lucro líquido de nada menos do que R$ 1,3 bilhão apenas entre os meses de janeiro e março de 2022, e um EBITDA de R$ 590 milhões. Em relação ao mesmo período do ano passado, houve aumento de 12% em relação nas receitas líquidas, sendo uma alta de 17% em publicidade e 3% em conteúdo. Também a base do Globoplay seguiu crescendo, 20% em relação ao primeiro trimestre de 2021. Também como comparação, o EBITDA do primeiro trimestre de 2021 havia sido negativo em R$ 470 milhões. São números preliminares que serão detalhados em maio, após a conclusão dos processos de auditoria.

Esses números preliminares ainda não podem ser comemorados como um resultado que perdurará ao longo do ano, porque existem incertezas econômicas decorrentes da guerra na Europa, reflexos econômicos do processo eleitoral no Brasil e os impactos comerciais ainda desconhecidos de uma Copa do Mundo tão próxima ao Natal, o que nunca havia acontecido. Mas são resultados promissores.

Segundo o CFO da companhia, Manuel Belmar, os números preliminares do primeiro trimestre são animadores porque refletem já uma situação de comparação com um período em que a atividade econômica estava se recuperando, no primeiro trimestre do ano passado. “Ainda não estamos fazendo comparações muito equiparáveis, mas os efeitos da pandemia já não aparecem tanto”, diz ele sobre os números. Ele ressalta, contudo, que parte do lucro pode ser atribuído ao fechamento da venda da Som Livre, valorização do real e redução significativa (20%) de custos, sobretudo pelo fato de ser o primeiro trimestre sem os investimentos nos campeonatos estaduais de futebol.

2022 ainda melhor

“Temos incertezas ainda pela frente e certamente não podemos projetar esse resultado para o ano, mas foi um começo muito melhor do que o de 2021, que já havia sido de retomada”, diz ele. Segundo o executivo, se não houver efeitos negativos significativos dos pontos de incerteza, é provável que a Globo feche esse ano com lucro e operacionalmente positiva, ao contrário do que aconteceu em 2021. No ano passado a Globo registrou prejuízo líquido de R$ 173 milhões, apesar de um crescimento de 13% nas receitas.

Outros fatores que animam a Globo para 2022 é que aparentemente a retração do mercado de TV por assinatura em 2022 está menos acentuada do que no começo de 2021, e o crescimento dos serviços digitais já compensa a perda de receitas no modelo tradicional. A Globo também tem boas expectativas de uma melhora do desempenho de vendas de publicidade com a ampliação da comercialização na nova plataforma DAI (Dinamic Ad Insertion).

A Globo comemorou no ano passado, apesar do prejuízo, ter retomado os índices de receita pré-pandemia em valores absolutos, mas Manuel Belmar reconhece que ainda há um caminho a ser percorrido antes que a Globo retome os números recorde de receita de 2014, melhor ano do mercado de TV paga e último ano antes do período recessivo iniciado em 2015 e ainda não superado. Naquele ano, como comparação, o grupo Globo teve seu resultado histórico de R$ 16,2 bilhões em receita líquida (somando TV aberta, TV paga e Internet), contra R$ 14,15 bilhões em 2021.

De lá para cá, além da queda no mercado de publicidade decorrente das crises econômicas e períodos de recessão, o mercado de TV por assinatura perdeu quase 7 milhões de assinantes. “O ano de 2014 era um outro momento do mercado de TV e da economia. Ainda acreditamos no valor da TV por assinatura e vemos que os números no Brasil mostram uma certa discrepância (quanto ao tamanho da retração da TV paga) em relação a outros países, então existe espaço (de crescimento), mas acreditamos que a retomada virá já numa combinação das plataformas tradicionais e digitais”, diz ele.

Para Belmar, a que a estratégia digital da Globo começa a dar resultados agora. “Já vemos a curva de receita em conteúdo e publicidade em crescimento, o que significa que paramos de diminuir de tamanho e estamos crescendo no que a gente acredita ser o futuro da companhia”, diz. A estratégia segue em curso, com investimentos em tecnologia e conteúdo, e para isso a Globo conta com R$ 15 bilhões em caixa, maior disponibilidade em todos os tempos. “Mas também vamos manter a disciplina de custos, o que foi essencial para os resultados até aqui”.

Manuel Belmar, diretor financeiro da Globo (Imagem extraída do link acima).

– A desvalorização dos papéis do Nubank.

Depois do otimismo… as ações do Nubank começaram a se desvalorizar!

O que está acontecendo?

Em: https://veja.abril.com.br/economia/no-topo-do-mundo-anitta-amarga-derrotas-do-nubank/amp/

NO TOPO DO MUNDO, ANITTA AMARGA DERROTAS NO NUBANK

Anitta é integrante do conselho de administração do banco digital e uma das apostas para ‘envolver’ investidores; no entanto, ações caíram 21% desde o IPO

Por Luana Meneghetti

Anitta despontou nos últimos dias liderando as paradas mundiais. A cantora foi a primeira brasileira a alcançar o primeiro lugar no Spotify e, agora, a figurar no topo do Billboard Global, ranking semanal das músicas mais tocadas no mundo. Com a carreira artística indo de vento em popa, o seu lado empresarial como conselheira ainda não tem surtido o estouro esperado nas ações do Nubank. Com a canção que envolveu o mundo, Anitta precisará envolver também os investidores a continuar apostando no Nubank — tarefa essa que não será fácil tendo em vista as dificuldades das ações do banco nos últimos meses.

Os papéis do Nubank já acumulam uma desvalorização de 21,88% em quase quatro meses desde a abertura de capital, em dezembro do ano passado. Nesse período, fecharam no vermelho em 37 dias. Na última sexta-feira, 25, quando Anitta chegou ao Top 1 do Spotify, as ações do Nubank estavam despencando. Naquele dia histórico e inédito para a música brasileira, os papéis do banco digital encerraram o pregão com queda de 2,45%. Há dois dias, os papéis voltaram a reagir e encerraram em alta, mas voltaram a ser negociados em queda nesta manhã.

A popularidade da cantora foi uma grande aposta do Nubank para alavancar os negócios. A cantora teve papel essencial na estratégia de dupla listagem da empresa, com ações negociadas na Nyse e na bolsa brasileira, a B3, por meio de BDRs (papéis que representam no Brasil as ações negociadas nos Estados Unidos). No ano, os BDRs também já acumulam perdas de 28,99%.

O banco, fundado em 2013 pelo colombiano David Vélez, pela brasileira Cristina Junqueira e pelo americano Edward Wible, foi avaliado em 41,5 bilhões de dólares na estreia da abertura de capital, o que fez dele o banco mais valioso da América Latina, posto que já perdeu, avaliado agora em 37,1 bilhões de dólares. O Nubank conta hoje com 48 milhões de clientes no Brasil, México e Colômbia, e se tornou o maior banco digital do mundo ao desburocratizar e facilitar o acesso das pessoas ao sistema financeiro. Apesar de ter sido inovador nas soluções tecnológicas e nas ofertas aos clientes, como dar isenção de taxas, hoje o modelo de negócios é replicado pelos rivais, trazendo uma forte concorrência.

Crédito da Imagem no link acima.

– Byte: a bebida da Coca-Cola no Metaverso!

Esse tal de Metaverso… eu tenho “medo”! Já falamos dele algumas vezes, e a novidade é: a Coca-Cola lançou uma bebida nesse ambiente.

Veja que curioso, extraído de:

Extraído de: https://forbes.com.br/forbes-tech/2022/04/como-a-coca-cola-criou-a-primeira-bebida-do-metaverso-no-fortnite/

COMO A COCA-COLA CRIOU A PRIMEIRA BEBIDA DO METAVERSO?

por Luís Gustavo Pacete

Por meio da plataforma Creations, a marca lançou o refrigerante Byte dentro do Fortnite, um dos maiores jogos da atualidade.

A Coca-Cola protagonizou um feito inédito em sua história na semana passada ao lançar uma bebida no metaverso. A Byte é um refrigerante de edição limitada que foi criado dentro do jogo Fortnite. O projeto nasceu da Creations, plataforma lançada pela empresa em fevereiro para testar novos projetos, sobretudo digitais. A primeira estreia desde o surgimento do Creations foi o lançamento, em fevereiro, do sabor Starlight. O novo produto terá edição limitada disponível no México, Brasil, Argentina, Paraguai, Colômbia, Chile, Estados Unidos e China.

Uma amostra da Byte já havia aparecido em uma ilha criada no Fortnite. “Assim como os pixels ativam a conexão digital, a Byte permite às pessoas se unirem para compartilhar momentos e essa é a premissa de Coca-Cola, independentemente se dentro de um game ou não”, disse Oana Vlad, diretora sênior de estratégia global da The Coca-Cola Company, ao anunciar o produto.

A marca também lançou uma coleção inédita de produtos licenciados da Coca-Cola Jeans e Coca-Cola Shoes. “Este novo sabor da Coca-Cola Creations é um aceno aos gamers. Estamos muito orgulhosos por ter ajudado a criar algo especial que une as nossas comunidades em torno do seu lançamento”, disse Lachlan Power, jogador profissional e fundador da organização PWR, dedicada aos universos gamer e de comportamento. “Foi muito empolgante para a PWR poder colaborar para a criação de uma experiência que promove o trabalho em equipe.”

Fomento ao ecossistema gamer

Além da ilha criada no Fortnite, a Coca-Cola também lançou um jogo de realidade aumentada (AR) que pode ser acessado digitalizando uma lata do produto. Para a América Latina, a marca fez parceria com a Women in Gamex, uma comunidade que busca fomentar, promover, tornar visível e aumentar a consciência sobre o papel da mulher na indústria de videogames na América Latina. “A comunidade Women in Gamex é um ponto de encontro para mulheres criadoras e entusiastas de videogames, onde elas podem levantar sua voz, compartilhar suas experiências, construir redes de confiança e apoio. Para uma melhor representação e visibilidade das mulheres, precisamos da inclusão e participação ativa das mulheres na indústria dos videogames”, disse Diana Rodríguez Aparicio, membro e fundadora da organização.

Além da bebida no game, a Coca-Cola também lançou uma linha de produtos licenciados

– Especialista em Currículo de Trabalho para LinkedIn?

De fato, se vê de tudo. Já repararam como existem especialistas que “transformam” seu conteúdo em um passe de mágica?

Vi essa gravura na Internet e concordo: se não tiver uma boa história profissional, não adianta maquiar sua experiência de vida.

Abaixo:

e298d124-df8a-42b9-aa3d-4f85af2e9de5-original

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar.

– O movimento pró-Home Oficce.

Há muita gente que não quer o fim do Home Office (e ele não vai acabar mesmo). Várias instituições implantaram o sistema durante a pandemia, e permanecerão com ele por uma série de benefícios. Outras, ao contrário, exigem o retorno presencial como algo fundamental.

Há aqueles que sofreram com o Home Office, pois não conseguiam se concentrar no trabalho. Outros que amaram!

E você, na sua atividade: foi uma boa ou não?

Aqui, navegando na Web, alguém que amou. Abaixo: 

– A Autossabotagem na Administração de Empresas

Quer pressão maior do que essa?

Robson Viturino e Álvaro Oppermann, da Revista Época Negócios, Ed fevereiro/32, pg 60, escreveram sobre como a própria pressão e erros de conduta podem “autossabotar” um administrador.

Abaixo:

O FANTASMA QUER TE PEGAR

A autossabotagem é hoje o principal inimigo da área de risco. Saiba como tirar esse esqueleto do armário antes dos outros.

A história de Tony Hayward ainda assombra os executivos. O caso do ex-CEO da BP, derrubado pelo desastre no Golfo do México, Estados Unidos, é emblemático de como carreiras brilhantes podem ser abruptamente interrompidas ou sofrer sérios arranhões em consequência de eventos que não estavam no script. Segundo Joseph W. Koletar, ex-diretor de Fraudes e Investigações da consultoria Ernst & Young, histórias como a de Hayward estão muito longe de ser uma exceção. Elas se repetem de tempos em tempos e mostram que, a despeito dos avanços tecnológicos e do aperfeiçoamento das práticas de gestão, as companhias seguem despreparadas para gerenciar riscos. “As empresas infelizmente sofrem com muitas falhas nos sistemas de avaliação”, diz Koletar. No recente Rethinking Risk – How Companies Sabotage Themselves and What They Must Do Differently (“Repensando o risco – como as empresas se sabotam e o que se deve fazer diferente sobre isso”), Koletar também afirma que os dirigentes geralmente contam com informações incompletas ou equivocadas para monitorar as ameaças. “Eles supõem que os dados que lhes são apresentados são precisos. Mas muitas vezes não são”, diz. De acordo com o seu livro, os CEOs precisam lidar com três problemas para gerenciar riscos nas corporações. Saiba quais são eles.

PÉ NO ACELERADOR_ O CEO vive o dilema descrito pelo ex-piloto de Fórmula 1 Mario Andretti: “Se você está em segurança e sob controle, não está correndo suficientemente rápido”. O mercado exige velocidade frenética dos executivos e aplaude aqueles que “pisam fundo”. No entanto, os mecanismos de proteção das empresas, de acordo com Koletar, não são seguros como os carros de F1 do século 21 – mas antiquados como os carros do tempo de Andretti, dos anos 70 e 80. Um exemplo disso está nas vistas grossas com que muitos executivos encaram os processos de auditoria que antecipam as fusões e aquisições. “O temor é de que uma auditoria mais detalhada acabe com o negócio”, diz Koletar. O maior receio não é a descoberta de esqueletos no armário, mas que uma negociação demorada jogue para baixo o preço das ações, tirando o impacto do negócio e atrasando o cronograma de execução das fusões. Como resolver a questão? Nesse caso, as principais defesas de uma companhia estão na sua cultura e no seu nível de governança. Ou seja, os conselheiros, diretores e acionistas devem aprender a ser mais rigorosos.

LABIRINTO_ As empresas estão travando uma guerra contra a complexidade estrutural, simplificando organogramas, eliminando cargos redundantes e horizontalizando a gestão. No entanto, alerta Koletar, ainda há muito a ser feito para que os riscos sejam de fato mitigados. É preciso melhorar a coordenação e o tráfego de informação entre o CEO, o jurídico, o financeiro, o operacional e o setor de TI. Sem isso, a empresa pode se ver desamparada diante de uma crise. “Na maior parte das empresas, não existe sequer um plano de gestão claramente desenhado e articulado”, afirma o especialista.

MEDO E PARANÓIA_ Essa é a pior postura. Sucede que é mais frequente do que se admite. “O risco deve motivar o CEO a desenvolver um sistema coerente e prático para lidar com crises e problemas”, diz Koletar. Sua recomendação: esqueça políticas duras, do tipo “tolerância zero”. Nas empresas, um estado policialesco costuma fomentar culturas pouco abertas, em que somente os espertalhões prosperam. Uma boa gestão nasce da cultura transparente: “Beba no conhecimento dos seus funcionários, pois eles são a mais rica fonte de informação com relação ao risco”.

Imagem extraída da Internet / Reprodução.