Muitas vezes, estamos sujeitos a sofrer com as tempestades inesperadas da vida. Nesses momentos, vale a pena procurar Deus e pedir sua ajuda. A certeza da segurança d’Ele nos acalma!
Uma canção que fala bem sobre isso é “Confia em Mim”, da banda Viva Reluz.
Minha flha mais velha é uma “Otaku” – uma adolescente apaixonada por animes e mangás japoneses. E brincando com ela sobre séries e filmes da cultura japonesa, achamos a trilha de Karatê Kid.
Que legal! Minha geração dançou nos bailinhos com a banda “Double You”, e eis que ela volta pela enésima vez ao Brasil, para um show comemorativo de 30 anos.
Eu não sabia: os integrantes falam português perfeitamente! Olhe só a entrevista deles no The Noite:https://youtu.be/cpIf89YovM0
No dia 23 de abril de 1897 nascia Pixinguinha, o pai de um dos ritmos mais prazerosos de se ouvir: o Chorinho! Por isso, hoje se celebra o Dia do Chorinho!
“Carinhoso“ é o carro-chefe das suas obras-primas. Mas sabia que a letra da canção só veio anos mais tarde, com o compositor João de Barro?
La vita dell’essere umano è scandita fin da subito (dall’esperienza intrauterina), dalla presenza del ritmo. Le esperienze prenatali includono infatti la regolare presenza del battito cardiaco e del respiro materno; esperienze a cui seguirà dopo la nascita l’uso di tutta una serie di “suoni” che chi si prende cura del bambino, userà per comunicare con quest’ultimo/a. Tra i primi suoni utilizzati per comunicare o attirare l’attenzione del bambino, abbiamo l’uso delle filastrocche o ninnenanne.
Le filastrocche o comunque tutte quelle canzoncine usate, sono di solito caratterizzate da elementi comuni ovvero: estrema regolarità, semplicità e ripetitività. Si tratta in sostanza di canzoncine molto semplici (sia dal punto di vista ritmico che melodico), che riescono a creare come una sorta di sospensione, di attesa, un “prima o poi qualcosa accadrà”, che riesce a tenere i bambini calmi e sereni, analogamente a quanto accadeva quando nell’esperienza intrauterina erano cullati e coccolati dal suono della voce materna.
Numerose ricerche hanno affrontato il tema poc’anzi esposto. In generale si potrebbe dire che tutti nasciamo con una “certa” predisposizione ai suoni (proprio in vista delle esperienze intrauterine vissute), tuttavia i ricercatori hanno deciso di indagare ulteriormente la questione. Si è quindi deciso di valutare se, in qualche modo, essere sottoposto a giochi o attività musicali abbastanza precocemente possa rendere successivamente più bravi a distinguere/riconoscere i suoni oppure a percepirne la loro regolarità/irregolarità. La domanda a cui provare a rispondere diventa pertanto se l’allenamento possa essere un valido aiuto nello sviluppare la capacità di elaborazione dei suoni, oppure se solo chi in partenza ha una sensibilità più spiccata è poi successivamente più propenso a dedicarsi alla musica.
Christina Zhao e Patricia Kuhl, dell’Università di Washington, hanno distinto le due possibilità dividendo circa 40 bambini di nove mesi in 2 gruppi e facendoli poi giocare per un mese con i genitori: un gruppo ha ascoltato musiche complesse (ad esempio un Valzer) aiutando i genitori a batterne il ritmo mentre l’altro gruppo si è dedicato a giochi come quello delle macchinine; gioco simile a quello dell’altro gruppo (in termini di intensità e interazione di movimenti), ma senza musica.
Lo step successivo è stato far ascoltare altre musiche dai ritmi simili ma con anomalie e interruzioni del ritmo. I successivi esami dell’attività cerebrale (magnetoencefalografia) hanno mostrato che chi aveva ascoltato musica attivava di più le aree uditive e la corteccia prefrontale in risposta alle anomalie; si dimostrava pertanto una maggior capacità di attenzione e analisi dei suoni. Il dato interessante fu tuttavia un altro, ovvero che questi bambini erano anche maggiormente capaci di attivare una “risposta” in seguito all’ascolto di una lingua straniera.
“L’ascolto musicale precoce sembra migliorare la capacità dei bambini di decodificare suoni complessi individuandovi regolarità, un aspetto importante nella comprensione del linguaggio, e quindi potrebbe favorire anche l’apprendimento linguistico”, Zhao et Kuhl, “Proceedings of the National Academy of Sciences”.
L’importanza dell’educazione all’ascolto musicale fu compresa anche da Maria Montessori che nel suo testo “Il metodo della pedagogia scientifica”, comprese come “la musica aiuta e potenzia capacità di concentrazione, ed aggiunge un nuovo elemento alla conquista dell’ordine interiore e dell’equilibrio psichico del bambino” evidenziando inoltre come questa capacità fosse di sostegno allo sviluppo del linguaggio e all’ampliamento del vocabolario.
Da musicista e psicologa ho sempre sostenuto l’importanza della musica. Credo sia fondamentale potenziare l’educazione all’ascolto; la capacità di concentrazione e sintonizzazione sul proprio e altrui Sè, che ascoltare un qualsiasi pezzo musicale richiede, è un potente mezzo nonchè una potente risorsa che l’essere umano ha. Investiamo tanto tempo nella velocità del nostro tempo moderno, dimenticando di fermarci ogni tanto, anche solo per una piccola pausa. E’ la musica che ce lo insegna.. ogni tanto prendiamo un piccolo respiro, un piccolo silenzio tra le mille note che riempiono la nostra giornata e impariamo ad ascoltare.. più intensamente. Di più.
Música boa não envelhece: hoje, 59 anos do primeiro disco dos Beatles! Eu nem era nascido, mas quando jovem eu tinha LP’s… depois CD’s…e agora, áudios em mídia digital no iPod. Ops: iPod? Em pen-drive e na nuvem.
Muda a forma, mas não muda a qualidade das melodias. Mas respeito de quem gosta de sofrências e outras coisas que não são da minha preferência…
Minha preferida é: All You Needs is Love. E a sua?
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Caramba, parece que foi ontem! Hoje já faz 6 anos que o guitarrista Chuck Barry morreu (ele estava com 90 anos à época).Um dos revolucionários do rock, de musicalidade incrível e influente até hoje.
Eu nem sabia que existia uma cantora chamada “MC Pipokinha” (por pura ignorância minha). Porém vejo que atacou os professores, ao ouvir uma fã dizendo que sua professora não a curtia, desdenhando da mesma:
“Professor ‘tem que ter nada para fazer’ para ficar ouvindo desaforo dos filhos dos outros. Meu baile tá R$ 70 mil, 30 minutinhos em cima do palco, eu ganho R$ 70 mil. Ela não ganha nem R$ 5 mil sendo professora, às vezes”.
Inezita Barroso, ícone da música caipira e precursora das mulheres no meio artístico, faleceu neste domingo (curiosamente, no Dia Internacional das Mulheres).
Mesmo sendo paulistana, representou muito bem a cultura caipira. Ela tinha 90 anos e foi internada após um acidente doméstico.
Isso chama muito a atenção: quantos idosos são vítimas de bobos acidentes dentro de casa e acabam sofrendo complicações maiores!
Enfim: que descanse em paz, sabendo que sucessos da moda de viola como “Lampião de Gás” e “Marvada Pinga” se eternizarão na história da música brasileira.
Estava ouvindo o ex-Titãs Nando Reis no Programa Morning Show da Rádio Jovem Pan, meses atrás. E questionado sobre as frequentes declarações de compositores que fazem canções sob efeito de drogas (que elas inspirariam), ele declarou:
“Eu não posso dizer que usava para compor, já fiz boas a más canções com elas. Mas para você sair é difícil, foi uma luta para eu parar. Você não precisa da droga. Eu usava para fugir do mundo, mas para isso existe outras coisas como ginástica por exemplo. E as drogas fazem muito mal!“.
Se eu já o admirava, admiro muito mais!
Xô, drogas!
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Faz 59 anos tal fato: os Beatles desembarcavam nos EUA pela primeira vez, e… Mesmo já relativamente famosos, foram chamados de “ridículos” e “caipiras”.
A CBS chegou a dizer, vejam só: “Não-heróis, fazendo não-música, com não-cortes de cabelo”.
Aliás, além das críticas dizerem que eles eram apenas “publicidade europeia”, os americanos adoravam falar sobre os cabelos do pessoal de Liverpool. Veja abaixo a matéria feita sobre os 50 anos da data, em:
O primeiro desembarque dos Beatles nos EUA, que completa 50 anos nesta sexta-feira (7), foi criticado e ridicularizado em jornais norte-americanos, mesmo com a crescente “beatlemania” dos fãs no país. O quarteto britânico era um “desastre” com “cabelos de tigela de pudim” para a revista “Newsweek”. “Ridículos”, atacou o jornal “Daily News”.
A chegada da banda a Nova York, em 7 de fevereiro de 1964, foi episódio fundamental na história da música pop. É um marco da “invasão britânica” às paradas americanas. Mas, para o “New York Daily News”, seria apenas “leve entretenimento” passageiro, enquanto não vinham problemas mais pesados, como a Guerra Fria.
No aeroporto, John, Paul, George e Ringo rebateram perguntas maliciosas em entrevista coletiva. “Que acham de Beethoven?”, quis saber um repórter. “Ótimo. Especialmente seus poemas”, troçou Ringo. “Já decidiram quando vão se aposentar?“, atacou outro. “Semana que vem”, disse Lennon. A banda seguiu por mais seis anos e nunca mais foi tratada com tanto desdém.
No começo da semana, se vivo fosse, Elvis Presley, completaria 88 anos. E agora morreu sua filha Lisa, com 54 anos, de ataque cardíaco!
Fico imagino a vida de Priscilla Presley: o marido morreu em meio a fama, a filha teve um ataque cardíaco e há pouco tempo o neto, Benjamim, se suicidou.
Que tristeza…
Em tempo: Lisa Marie Presley, filha do Rei do Rock, foi casada com Michael Jackson, o Rei do Pop, nos anos 90.
A cantora Lisa Marie Presley, de 54 anos de idade, que morreu nesta quinta-feira (12), teve uma vida marcada por polêmicas e dramas pessoais. Única filha do rei do rock, Elvis Presley (1935-1977), com a atriz Priscilla Presley, 77, ela seguiu a a carreira do pai na música, mas sua vida pessoal se tornou mais noticiada que sua vida profissional.
Seu primeiro casamento foi com o músico Danny Keough, com quem ficou de 1988 a 1994. Da relação nasceram dois filhos: a atriz Riley Keough e Benjamin Keough, que se matou em 2020, com apenas 27 anos de idade.
Lisa também lutou por muitos anos contra a dependência em drogas, álcool e remédios. “Eu estava viciada em analgésicos e opioides, bebia muito, mas álcool não era o que eu gostava mais. Eu estava abusando terrivelmente de cocaína”, disse ela em uma entrevista, em 2018.
Um mês após se divorciar de Danny Keough, surpreendeu o mundo ao se casar com o rei do pop, Michael Jackson (1958-2009). Os dois chegaram a estrelar um clipe juntos, em que aparecem em clima de romance e seminus (relembre clicando abaixo), mas o casamento durou menos de dois anos.
Em 2002, Lisa Marie Presley se casou com outro astro, mas desta vez dos cinemas: Nicolas Cage. A relação foi ainda mais relâmpago e durou poucos meses até o divórcio.
O terceiro casamento veio em 2006, com o guitarrista Michael Lockwood, com quem teve dois filhos: as gêmeas Harper e Finley. Lisa e Michael, porém, se divorciaram em 2016.
Claro, sou daqueles que acreditam que “Elvis não morreu“!
Brincadeiras a parte, se vivo fosse, hoje o Rei do Rock completaria 88 anos. Que pena queum gênio da música se deixou levar para o mundo das drogas…
E isso porque elas eram proibidas e difíceis de serem encontradas. Imagine nos dias atuais, onde elas são achadas em qualquer esquina apesar da ilicitude?
Como Elvis Presley estaria se não fossem elas, não?