– Maduro não contará a verdade. Pobre Venezuela…

Não adianta ficar esperando Nicolas Maduro entregar as atas da votação, como pedem. Alguém confiará nelas?

Já viram algum ditador entregar provas que lhe impeçam de continuar o poder?

O problema da ditadura venezuelana é que Maduro, desde Chávez, se aproximou dos russos, da Guarda Revolucionária Iraniana, e dos mais latentes grupos anti-americanos e anti-democráticos. Aí fica difícil que ele saia da presidência…

Oposição venezuelana realiza manifestação

Imagem: Reuters.

– Elon Musk e o “vírus mental woke”.

Eu não sei se admiro ou me assusto com o bilionário Elon Musk. Pela Neurolink, Tesla e outros projetos, admiro a sua inteligência. Em outros momentos, assusto com a sua aparente ganância.

Nessa entrevista ao famoso Jordan Peterson, que repercutiu mundialmente, ele falou sobre tudo: de tecnologia, futuro, família e vida. Mas me impressionou bastante quando falou sobre o seu filho Xavier.

Ter um filho transgênero não é o fim do mundo. Precisa-se ver a realidade da pessoa! Entretanto, aqui ficou algo não tão claro: o filho tinha disforia de gênero, ou foi iludido à mudança?

De qualquer forma, é doloroso para pai e filho tal momento, que precisa ter sutileza para ser vivenciado e colaboração mútua. Afinal, são mudanças radicais.

De tudo o que eu li, ouso me identificar em um aspecto: eu também me assusto com a IMPOSIÇÃO de muitos à cultura woke (de uma maneira mais deformada). O fanatismo é assustador.

ELON MUSK

Por Eli Vieira 

A entrevista que o bilionário Elon Musk concedeu ao psicólogo canadense Jordan Peterson na última segunda (22) vai direto ao assunto: trataram de inteligência artificial, a vantagem de ter filhos, Trump e o futuro da humanidade. Musk havia passado a noite quase toda acompanhando o treinamento do Grok, o chat de inteligência artificial de sua rede social X, mas estava de bom humor.

Peterson, que não achou muita graça das piadas do entrevistado no começo, não estava em sua melhor forma, como comentou James Innes-Smith, colunista da revista britânica conservadora The Spectator: “interrompeu a linha de pensamento do convidado com seus apartes muitas vezes longos”. De fato, em trechos foi difícil acompanhar a conclusão de raciocínio de Musk por causa das interrupções. Ainda assim, os dois homens influentes conversaram sobre os temas mais sensíveis dos nossos tempos.

Inteligência artificial

“O propósito declarado do Grok é entender o universo”, afirmou Elon Musk. Mas, confessa o empresário, a versão disponível para os usuários do X “ainda é uma ordem de magnitude mais fraca que o ChatGPT”. A segunda versão do Grok deve ser lançada no próximo mês e alcançar o GPT-4. Em dezembro, diz Musk, será lançado o Grok 3, que “será a inteligência artificial mais poderosa do mundo”.

“O que diabos você está construindo?”, perguntou Peterson. Para Musk, o horizonte é fazer algo mais inteligente que toda a humanidade. “Por que você confia em si mesmo nesse front?”, indagou o psicólogo. “Não confio em mim mesmo completamente”, afirmou o bilionário, prometendo que seu programa de inteligência artificial existe para beneficiar a humanidade e que, ao contrário dos concorrentes, será livre do “vírus mental woke”, ou seja, do identitarismo, um desdobramento do progressismo focado em identidades que tem alterado normas e leis por todo o Ocidente.

Musk ajudou a fundar a que hoje é sua principal concorrente em inteligência artificial, a OpenAI. Ele diz que a ideia para a organização veio de conversas com Larry Page, um dos fundadores do Google. “A opinião de Larry é que no fim nós vamos fazer upload das nossas mentes para computadores, e seremos todos robôs”, previu o empresário, informando também que foi chamado de “especista” pelo amigo.

O termo “especista” vem de defensores dos direitos animais como o filósofo australiano Peter Singer. Significa priorizar seres humanos acima de animais de uma forma supostamente imoral. “Você é um especista”, disse Peterson. “O rótulo está correto”, respondeu Musk.

Interessado na origem da consciência, o empresário fez um breve resumo do que a ciência descreve sobre a história do Universo: de um começo com o Big Bang há 13,8 bilhões de anos atrás, em que existia só o hidrogênio, até as estrelas formarem elementos químicos mais pesados que possibilitaram o surgimento da Terra há 4,54 bilhões de anos e a origem e evolução da vida até os seres humanos. “Se você deixar o hidrogênio no Sol por tempo suficiente, ele começa a falar consigo mesmo” — ele simplifica. Ele acredita que a inteligência artificial poderá ser consciente como o ser humano no futuro.

Essa é uma das coisas que o preocupam a respeito da segurança da IA. Para ele, a ideia de Page de deixar humanos obsoletos mostra falta de cautela no assunto. “Eu disse: ‘em que time você está, Larry? Precisamos assegurar que a humanidade floresça e cresça’. Foi aí que ele me chamou de especista. [Eu disse] ‘acho que sou pró-humanos. O que você é?’ Foi a gota d’água”, disse, e assim Musk decidiu que uma organização sem fins lucrativos como a OpenAI original, “o oposto do Google”, era necessária.

Desde então, após doar 15 milhões de dólares, Elon Musk deixou o projeto. Ele tem atacado o chefe executivo da OpenAI, Sam Altman, por trair o propósito original da organização, que criou uma subsidiária com fins lucrativos e não publica o ChatGPT em código aberto. Ele está considerando apelar para o litígio.

“A OpenAI é a líder em inteligência artificial. E estou preocupado que eles injetaram o vírus mental woke no treinamento. Também vimos isso na Gemini, do Google, a níveis absurdos. Se você pedisse uma imagem dos fundadores dos Estados Unidos, dava um grupo de mulheres negras. Reescreveram a história”, disse Musk. “Foi um momento de cair o queixo”, comentou Peterson.

Pró-natalismo

“Paul Ehrlich é um maníaco genocida, um ser humano terrível, seus livros causaram danos à humanidade”, disse Musk, que tem 11 filhos, a respeito do cientista nonagenário que tem promovido há décadas a ideia de que a humanidade está à beira de um colapso por excesso de população.

O empresário acredita que o abandono da religião tem relação com a queda das taxas de natalidade no Ocidente. Há estudos que corroboram esta opinião. Ele pensa que a queda da taxa de fecundidade vem da prosperidade em si e que acontece “em toda civilização”. “Há uma tendência ao hedonismo”, a busca do prazer pelo prazer, afirmou.

Trump

Elon Musk disse que não é verdade que ele doou pessoalmente 45 milhões de dólares para a campanha de Donald Trump para a presidência, mas que ajudou a iniciar um Comitê de Ação Política pelo candidato. Seu apoio a Trump é por um retorno à meritocracia e à “menor quantidade de intervenção do governo possível” na liberdade. “A mão do Estado fica mais pesada a cada ano”.

Uma das queixas de Musk contra os democratas, além da ascensão do identitarismo, é que o governo Biden processou sua empresa de carros elétricos, Tesla, por não contratar estrangeiros que buscam asilo nos Estados Unidos. “Foi lawfare, foi político”, afirmou. O empresário apoiou Joe Biden para presidente, e Hillary Clinton antes dele.

Sobre o apoio a Trump, Musk disse que “não segue cultos de personalidade”, mas é o candidato com menos vícios, a quem ele passou a admirar mais por sua “coragem instintiva e verdadeira” depois da tentativa de assassinato em 13 de julho.

“Precisamos de uma mudança no governo. Muitos anos atrás, o Partido Democrata costumava ser o partido da meritocracia, da liberdade pessoal e da liberdade de expressão. Agora são o partido da censura sob a desculpa do ‘discurso de ódio’. O Partido Republicano agora é o partido da meritocracia — não é sem defeito, há extremistas, mas é um sistema bipartidário, você tem que escolher um”, afirmou o empresário.

Sentido da vida e religião

Elon Musk disse que passou por uma crise existencial no fim da infância e leu extensamente textos religiosos como a Bíblia e o Corão, e a filosofia de pensadores como Friedrich Nietzsche e Arthur Schopenhauer. Mas foi na leitura da obra de comédia e ficção científica “O Guia do Mochileiro das Galáxias” (Ed. Arqueiro, 2020), de Douglas Adams, que encontrou propósito na passagem a respeito de uma civilização que cria um supercomputador para responder qual é o sentido da vida, e a resposta foi “42”. A piada de Adams é que a pergunta foi mal formulada, por isso a resposta do computador foi incompreensível.

O autor britânico deu então um insight ao Elon de 13 anos de idade, que se sentiu mais feliz ao perceber que “somos ignorantes sobre muitas coisas. Devemos querer ser menos ignorantes. O que pudermos fazer para melhorar nosso entendimento do Universo e ter mais perguntas para fazer a respeito da resposta, que é o Universo, é bom. Chamo de religião da curiosidade”.

“Passamos por momentos tristes e felizes, dizer que a vida é só sofrimento é uma afirmação ridiculamente falsa”, afirmou.

Peterson compartilha que resolveu uma crise existencial com a mesma idade. Ele o fez pelo estudo do mal. “Li história como se eu fosse o perpetrador, não a vítima”. Os dois concordam que crises do tipo são necessárias para “endireitar” uma pessoa.

“Estou no fim das contas grato pela minha vida? Sim”, disse Musk. Certa vez, ele foi espancado até quase morrer. “Por que você não é amargo a respeito disso?”, perguntou Peterson. “Pode-se tomar o caminho da vingança. Sentir que o mundo lhe tratou de forma injusta”, disse o empresário, que cresceu na África do Sul. “A noção do perdão é importante, é essencial. Se você não perdoar, olho por olho deixa todos cegos. Acredito bastante nos princípios do cristianismo, acho que são muito bons”.

Elon Musk se diz um “cristão cultural”. Para ele, princípios cristãos levam a sociedades melhores. Mas repete: sua religião é a “religião da curiosidade”, que “expande a consciência”, o que implica “aumentar a população do mundo, não a diminuir”. Ele conclui: “ter um filho é um voto pelo futuro”.

Confissões de Musk sobre seu filho disfórico

“As crianças são um deleite”, afirmou Musk. “Por quê?”, perguntou Peterson. Os dois debateram e concordaram que a resposta é o amor mútuo que se desenvolve entre pais e filhos. O empresário disse que convenceu muitas pessoas a terem filhos, e nenhuma delas se arrependeu.

Peterson refletiu sobre a passagem bíblica em que Jesus diz que é necessário ser como criança para entrar no reino dos céus. Para o psicólogo, tem a ver com a capacidade das crianças de deslumbramento com coisas com as quais os adultos se acostumam ao ponto de ignorar.

No fim da conversa, Peterson tocou no assunto da transição de gênero em crianças que sofrem de disforia de gênero, uma persistente vontade de mudar de sexo. “Por que você está engajado nesta batalha?”, perguntou o psicólogo.

Elon Musk respondeu que seu envolvimento foi gradativo, e que avisou ao governador da Califórnia, Gavin Newsom, que tiraria suas empresas do estado se Newsom aprovasse uma nova lei que permite que escolas escondam a disforia das crianças de seus pais. O governador ignorou o aviso, e as empresas se mudarão para o Texas.

A transição “é maldade”, para Musk. “Quase toda criança passa por uma crise de identidade. É possível para adultos manipular essas crises para convencê-las que são de outro gênero”. Os bloqueadores de puberdade “são drogas de esterilização”, afirmou.

“Aconteceu com um dos meus meninos mais velhos”, contou Musk. “Me enganaram e assinei documentos para o Xavier, antes que eu entendesse o que estava acontecendo. Disseram que ele cometeria suicídio”.

“Não consigo imaginar um terapeuta fazendo algo pior que isso”, reagiu Peterson.

“Não explicaram para mim que os bloqueadores esterilizavam. Perdi meu filho, basicamente. Eles chamam de deadnaming [usar o ‘nome morto’ da pessoa trans] por uma razão. A razão é que o filho ‘morre’. Meu filho Xavier ‘morreu’, foi ‘morto’ pelo vírus mental woke. Então eu jurei destruir o vírus mental woke depois disso. Estamos fazendo progresso”, disse Musk. “Bem-vindo ao clube”, respondeu Peterson.

Elon Musk | Twitter estaría reconsiderando la oferta del dueño de Tesla |  RMMN | MUNDO | GESTIÓN

– 55 anos da chegada à Lua. Mas e se a missão falhasse?

Há exatamente 55 anos Neil Armstrong pisava na Lua. Que epopéia para a humanidade! Mas…

Sabia que os EUA já tinham elaborado um cerimonial e uma carta de consolo, caso os astronautas tivessem algum problema e ficassem presos na lua?

Abaixo, extraído de: http://super.abril.com.br/blogs/superblog/leia-o-discurso-presidencial-que-seria-usado-se-a-missao-apollo-11-tivesse-fracassado/?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_super

DISCURSO PRESIDENCIAL QUE SERIA USADO SE A MISSÃO APOLLO 11 TIVESSE FRACASSADO

por Carolina Vilaverde

A missão que levou Neil Armstrong e Edwin “Buzz” Aldrin para a Lua podia ter dado muito errado. Em  julho de 1969, os dois astronautas americanos pisaram pela primeira vez na Lua e conseguiram retornar em segurança para a Terra. Mas, o risco de algo dar errado era tão grande que eles levaram uma cápsula de cianureto no macacão para abreviar a morte caso necessário.

Por isso, o redator de discursos do ex-presidente Richard Nixon, William Safire, fez questão de deixar uma fala preparada para caso a missão falhasse e os astronautas ficassem presos na Lua. Abaixo, você lê uma tradução livre do discurso que seria usado se uma tragédia acontecesse na missão espacial:

“EM CASO DE DESASTRE NA LUA:
O destino ordenou que os homens que foram à Lua para explorar em paz vão ficar na Lua para descansar em paz.
Esses bravos homens, Neil Armstrong and Edwin Aldrin, sabem que não há esperança de recuperação. Mas eles também sabem que há esperança para a humanidade em seu sacrifício.
Estes dois homens estão entregando suas vidas para o objetivo mais nobre da humanidade: a busca pela verdade e compreensão.
Eles serão velados por seus familiares e amigos; eles serão velados pela nação; eles serão velados pelas pessoas ao redor do mundo; eles serão velados pela Mãe Terra que ousou enviar dois de seus filhos para o desconhecido.
Em sua exploração, eles mobilizaram pessoas do mundo inteiro a se sentirem como uma só; com seu sacrifício, eles ligam mais fortemente a irmandade dos homens.
Em tempos passados, homens olharam para as estrelas e viram seus heróis nas constelações. Nos tempos modernos, nós fazemos basicamente o mesmo, mas nossos heróis são homens épicos de carne e osso.
Outros os seguirão, e certamente encontrarão o caminho de casa. A busca do homem não será negada. Mas estes homens foram os primeiros, e eles permancerão como primeiros em nossos corações.
Cada ser humano que olhar para a Lua nas noites que virão saberá que existe um canto de outro mundo que é para sempre da humanidade.
ANTES DA DECLARAÇÃO DO PRESIDENTE:
O Presidente deve telefonar para cada uma das futuras viúvas.
DEPOIS DA DECLARAÇÃO DO PRESIDENTE, NO MOMENTO EM QUE A NASA ENCERRA A COMUNICAÇÃO COM OS HOMENS:
Um clérigo deve adotar o mesmo procedimento que em um enterro no mar, recomendando suas almas para a “mais profunda das profundezas”, encerrando com o Pai Nosso.”

Chegada do homem à Lua: 6 fatos sobre a Apollo 11 | Guia do Estudante

Imagem extraída de: https://guiadoestudante.abril.com.br/estudo/chegada-do-homem-a-lua-6-fatos-sobre-a-apollo-11/

– Quem atirou em Donald Trump? Chega de radicalismo… (de qualquer lado).

Já se sabe que o atirador que disparou contra o ex-presidente americano Trump (e atual candidato) foi o jovem Thomas Matthew Crooks, 20 anos, natural de Bethel Park, Pensilvânia.

A pergunta é: a troco de quê?

Fanatismo político, ideológico ou de qualquer outra natureza?

Todo radicalismo (de Esquerda ou de Direita) deve ser desincentivado. O mundo precisa de PAZ, e isso surge somente com diálogo respeitoso.

Em tempo: uma pessoa inocente na plateia morreu por culpa desse assassino.

Em tempo 2: que sorte a bala pegar “somente na orelha” de Trump.

– E a Bolívia?

Fico pensando: o general que quis dar um golpe de Estado no nosso país vizinho, Juan José Zúñiga, deve estar em maus lençóis.

Além de ter ficado sozinho na tentativa (afinal, não é fácil tentar ser ditador num país de outro ditador, Evo Morales, que é realmente quem manda hoje), foi preso. Lógico, sabemos que o presidente é Luís Arce (Evo deve tentar concorrer em 2025, embora esteja barrado na Justiça), mas a punição deverá ser grande, independente de quem é o chefe da nação.

Como ainda é frágil a democracia em boa parte da América do Sul

Bandeira da Bolívia – Wikipédia, a enciclopédia livre | Bandeira da bolívia,  Bolivia, Bandeiras do mundo

– Selfies ao longo da história.

O perfil “@edmundsplanet” no TikTok criou essas fotos, que são bem legais: como seriam as selfies de povos passados e momentos históricos, até chegar aos dias atuais, prevendo a geração futura!

São 44 registros. Amplie-os para melhor visualização (eu achei muito bacana):

– Dia Mundial do Refugiado.

Lembremo-nos hoje dos sem pátria, dos refugiados, dos desabrigados, das vítimas das guerras, dos perseguidos e de toda má sorte.

A maior parte de nós não vive essa realidade, mas quantas pessoas mundo afora sofrem com essas dificuldades….

Conscientizemo-nos da importância em ajudar:

– Putin e Kim: que medo…

Não é assustador ler que o presidente russo Putin e o ditador norte coreano Kim Jong Un se unirão em um pacto de não-agressão e defesa mútua?

Na prática, dificilmente o mundo verá eles se movimentarem, pois seria sinônimo de guerra. Mas… Outin não invadiu a Ucrânia?

Esses senhores não querem a paz mundial

Vladimir Putin e Kim Jong Un em Pyongyang

Imagem: KCNA via REUTERS

– Nem Extrema Esquerda, nem Extrema Direita.

Uma singela opinião, em: https://youtu.be/yISQJ4r1p4Y?si=mGq4hvxfk6G-VwqK

– O lixo norte-coreano na Coreia do Sul!

Leio que a Coreia do Sul enviou balões com propaganda libertária e democrática ao seu vizinho comunista e totalitarista, a Coreia do Norte. A ideia é que a população leia e fique desejosa de liberdade.

Como revide, a Coreia do Norte usou a mesma estratégia: enviou balões, mas com… lixo ao vizinho.

Pode?

Que mundo estamos…

– As tragédias mundo afora… RS, Papua, EUA e Índia!

Nosso planetinha está cada vez menor, com informações on-line e cada vez mais conectado. E, com tudo isso, vemos como pessoas sofrem ao longo do globo terrestre.

Rolando a tela do celular, num portal de notícias, vejo as seguintes notícias:

  • Brasil mobilizado para ajudar familiares das centenas de mortos em decorrência das enchentes no RS
  • Aproximadamente 600 pessoas morreram em deslizamento de terra em Papua Nova-Guiné, soterrando 150 casas.
  • Na Índia, 27 pessoas morreram por causa de um incêndio em um salão de jogos.
  • 13 mortos por conta de um tornado no Centro Oeste dos EUA.

Fico me perguntando: para cada pessoa impactada com a morte de um ente querido, não há prioridade maior do que aquele amado(a) que perdeu. Triste sina de um mundo tão trágico.

Vista do planeta Terra no espaço.

Imagem extraída de: https://www.preparaenem.com/geografia/terra.htm

– Punchlines for Smiles.

Today marks World Laughter Day, an annual celebration observed on the first Sunday of May. This special day honors the remarkable healing power of …

Continua em: Punchlines for Smiles

– Dia da Terra (para crianças):

Hoje se celebra o “Dia do Planeta Terra”.

Cuidemos da nossa casa comum!

Um vídeo bem bacana sobre a data, para crianças, em: https://www.youtube.com/watch?v=HjLznQohYVQ

– Entendendo a Nova Frugalidade.

A Nova Frugalidade chegará ao nosso país, ou já está repercutindo, inconscientemente, em nossas vidas?

Nos EUA, um fenômeno econômico-social aconteceu: as pessoas deixaram de ir a shoppings, teatros ou de gastar em produtos não-essenciais, devido a crise econômica. O abandono de consumidores de certas áreas econômicas foi chamado de Nova Frugalidade, e como todo modismo global, em breve repercutirá no Brasil.

Entenda o que é essa tal de “Nova Frugalidade”, extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0942/marketing/reverso-fortuna-466551.html

O REVERSO DA FORTUNA

por Daniel Hessel

Em apenas oito meses, a crise financeira americana provocou estragos sem paralelo na história recente dos Estados Unidos. Além de fulminar o mercado de crédito, o índice Dow Jones e a cidade de Detroit, os raios mortíferos provenientes da tempestade econômica atingiram também um dos pilares do american way of life: o consumismo desenfreado e livre de culpas que movimenta mais de dois terços da economia do país. Endividada, assustada pelo fantasma do desemprego e acusada de estar entre os culpados por boa parte da crise com sua gastança desmedida, a classe média americana virou as costas para shopping centers, lojas de grifes, restaurantes estrelados e até mesmo shows e peças de teatro. Hoje, em plena ressaca moral de décadas de consumismo, tornou-se popular a doutrina da nova frugalidade (new frugality), marcada por um estilo de vida austero, em que economizar cada dólar é a regra. O último relatório da divisão de análise econômica do Departamento de Comércio dos Estados Unidos, divulgado no dia 14 de abril, mostra o impacto dessa mudança. Entre março de 2008 e março de 2009, as vendas do varejo diminuíram 9,5%, a primeira queda em quase duas décadas. Ao mesmo tempo, os índices de poupança, que eram próximos de zero em agosto, estão em patamares equivalentes aos de dez anos atrás. Para os economistas, os dois índices combinados indicam que os americanos estão receosos do que vem pela frente. Pesquisas de opinião mostram que a tendência é uma redução nos gastos ainda mais aguda. Segundo um levantamento do instituto Lightspeed Research, do grupo britânico WPP, 70% dos americanos pretendem mudar seus hábitos de consumo nos próximos meses e apenas 45% dos entrevistados acreditam em uma rápida retomada econômica.

No campo oposto estão os que defendem que as mudanças vieram para ficar. O principal argumento desse grupo é que nunca antes houve um aperto no crédito como o provocado pela atual crise e que o estrangulamento nas finanças domésticas das famílias foi tamanho que deixará sequelas na maneira como os americanos encaram o consumo. “Nossas pesquisas apontam que os consumidores buscam mais segurança. E, para eles, gastar menos e manter dinheiro no banco é uma forma de alcançar essa segurança perdida”, diz Michael Silverstein, especialista em tendências de consumo do Boston Consulting Group.

Seja temporária, seja definitiva, a nova frugalidade tem assumido diversas facetas – algumas quase caricatas de tão radicais. De maneira geral, a redução de gastos com combustíveis e bens duráveis, como móveis e eletroeletrônicos, foi prioridade no processo de reajuste (veja quadro acima). Em menor escala, os americanos cortaram as despesas com roupas, acessórios, brinquedos, livros, CDs e DVDs. Ao mesmo tempo, as vendas de alimentos, bebidas e produtos de higiene pessoal e beleza aumentaram. Em meio à frieza generalizante das estatísticas há nuances curiosas, como o crescimento abrupto do mercado para produtos do tipo faça-você-mesmo (do it yourself, ou DIY). Tome-se o exemplo das tinturas para cabelo para uso doméstico, cujas vendas cresceram 27% desde o início da crise – um sinal de que as americanas trocaram os salões de cabeleireiro pela pia do banheiro. Da mesma forma, as famílias estão deixando de pagar por serviços como limpeza doméstica e manutenção de jardins e casas – o que tem sustentado a boa performance dos fabricantes de produtos de limpeza e de varejistas especializados em bricolagem, como a rede Home Depot. O outro lado da moeda é que o setor de serviços domésticos, que sustenta cerca de 18 milhões de americanos, se prepara para tempos ainda mais difíceis.

Num cenário de aperto financeiro, há empresas que são naturalmente favorecidas. É o caso do Wal-Mart, do McDonald’s e da loja online Amazon, reconhecidos por estratégias agressivas de descontos e preços competitivos. Da mesma forma, grandes fabricantes de produtos de consumo para higiene e beleza, como Procter&Gamble e Johnson&Johnson, têm se beneficiado da tendência de o consumidor se permitir pequenas indulgências – um dos raros luxos admitidos pela nova frugalidade. Outras têm se demonstrado irremediavelmente comprometidas com o antigo modelo de consumo supérfluo e precisam de reparos urgentes na estratégia de marketing. Enquadram-se nessa categoria a rede de cafés Starbucks, as grifes internacionais de artigos de luxo e as lojas de departamentos. No caso das marcas de luxo, os especialistas em tendências já deram até um nome ao tipo de reação que elas passaram a despertar no americano médio. Trata-se do populismo vingativo (vengeful populism), em que as marcas são identificadas com o estilo de vida arrogante e perdulário de banqueiros de investimento e altos executivos, acusados de levar o país à ruína. “Essas marcas precisarão resolver esse conflito sob o risco de estar definitivamente associadas a um estilo de vida que as pessoas passaram a desprezar”, diz Thomas O’Guinn, professor de marketing da Universidade de Wisconsin-Madison.

Para sobreviver em meio à crise, os marqueteiros das empresas têm buscado inspiração nos remotos anos 30, período da Grande Depressão americana. A rede de lojas de departamentos Sears ressuscitou um modelo de vendas dirigido a clientes endividados e sem crédito na praça. Trata-se do layaway, sistema em que o cliente escolhe um produto, faz um pequeno depósito e a loja reserva a mercadoria por determinado período (em média 90 dias). A ideia é que o cliente vá pagando o produto em parcelas, conforme for recebendo o dinheiro. Vencido o prazo, ele quita o saldo remanescente. “As redes que não mantiverem uma forte política de descontos e promoções ou não apostarem em soluções criativas como o layaway não conseguirão atrair os consumidores”, diz Kathy Grannis, porta-voz da Federação Nacional do Varejo nos Estados Unidos. Quem não se adaptar à nova frugalidade, seja ela duradoura ou efêmera, corre o risco de ter o mesmo fim dos dinossauros.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Deveria ser sempre assim.

Que imagem!

Não poderia ser esse o normal, e não a exceção?

Que as diferenças religiosas, ideológicas e culturais não façam o mundo se dividir

🇮🇱 🇵🇸 #Paz #Israel #Palestina

– Quem são os bilionários brasileiros? E as pessoas mais ricas do mundo?

Li que a Forbes divulgou a lista das pessoas mais ricas do Brasil em 2024. Temos em nosso país 69 bilionários, e a relação é:

  1. Eduardo Saverin – US$ 28 bilhões (60º lugar geral)
  2. Vicky Safra – US$ 20,6 bilhões (94º)
  3. Jorge Paulo Lemann – US$ 16,4 bilhões (113º)
  4. Marcel Herrmann Telles – US$ 10,9 bilhões (195º)
  5. Carlos Alberto Sicupira – US$ 8,9 bilhões (278º)
  6. Fernando Roberto Moreira Salles – US$ 7,6 bilhões (344º)
  7. Pedro Moreira Salles – US$ 7,1 bilhões (385º)
  8. André Esteves – US$ 6,6 bilhões (417º)
  9. Alexandre Behring – US$ 6,3 bilhões (453º)
  10. Miguel Krigsner – US$ 5,7 bilhões (522º)
  11. João Moreira Salles – US$ 5,3 bilhões (572º)
  12. Walther Moreira Salles Junior – US$ 5,3 bilhões (572º)
  13. Jorge Moll Filho – US$ 4,5 bilhões (697º)
  14. Alceu Elias Feldmann – US$ 3,7 bilhões (871º)
  15. Maurizio Billi – US$ 3,6 bilhões (896º)
  16. Jose João Abdalla Filho – US$ 3,5 bilhões (920º)
  17. Joesley Batista – US$ 3,3 bilhões (991º)
  18. Wesley Batista – US$ 3,3 bilhões (991º)
  19. Lirio Parisotto – US$ 2,8 bilhões (1187º)
  20. Alexandre Grendene Bartelle – US$ 2,6 bilhões (1286º)
  21. Luciano Hang – US$ 2,3 bilhões (1438º)
  22. Ilson Mateus – US$ 2,3 bilhões (1438º)
  23. Candido Pinheiro Koren de Lima – US$ 2,3 bilhões (1438º)
  24. Guilherme Benchimol – US$ 2,2 bilhões (1496º)
  25. Julio Bozano – US$ 2,2 bilhões (1496º)
  26. Luiz Frias – US$ 2,2 bilhões (1496º)
  27. Alfredo Egydio Arruda Villela Filho – US$ 2,1 bilhões (1545º)
  28. João Roberto Marinho – US$ 2,1 bilhões (1545º)
  29. José Roberto Marinho – US$ 2,1 bilhões (1545º)
  30. Roberto Irineu Marinho – US$ 2 bilhões (1623º)
  31. Edir Macedo – US$ 2 bilhões (1623º)
  32. Ana Lucia de Mattos Barretto Villela – US$ 1,9 bilhão (1694º)
  33. Jayme Garfinkel – US$ 1,9 bilhão (1694º)
  34. Rubens Menin Teixeira de Souza – US$ 1,9 bilhão (1694º)
  35. Rubens Ometto Silveira Mello – US$ 1,9 bilhão (1694º)
  36. Sasson Dayan – US$ 1,7 bilhão (1851º)
  37. Carlos Sanchez – US$ 1,7 bilhão (1851º)
  38. David Feffer – US$ 1,6 bilhão (1945º)
  39. Jose Roberto Ermirio de Moraes – US$ 1,5 bilhão (2046º)
  40. Jose Ermirio de Moraes Neto – US$ 1,5 bilhão (2046º)
  41. Daniel Feffer – US$ 1,5 bilhão (2046º)
  42. Jorge Feffer – US$ 1,5 bilhão (2046º)
  43. Ruben Feffer – US$ 1,5 bilhão (2046º)
  44. Neide Helena de Moraes – US$ 1,5 bilhão (2046º)
  45. Artur Grynbaum – US$ 1,4 bilhão (2152º)
  46. Cristina Junqueira – US$ 1,4 bilhão (2152º)
  47. Antonio Luiz Seabra – US$ 1,4 bilhão (2152º)
  48. Ivan Müller Botelho – US$ 1,3 bilhão (2287º)
  49. Jose Isaac Peres – US$ 1,3 bilhão (2287º)
  50. Eduardo Voigt Schwartz – US$ 1,3 bilhão (2287º)
  51. Mariana Voigt Schwartz Gomes – US$ 1,3 bilhão (2287º)
  52. João Alves de Queiroz Filho – US$ 1,2 bilhão (2410º)
  53. Maria Consuelo Dias Branco – US$ 1,2 bilhão (2410º)
  54. Maria Frias – US$ 1,2 bilhão (2410º)
  55. Lucia Maggi – US$ 1,2 bilhão (2410º)
  56. Anne Werninghaus – US$ 1,2 bilhão (2410º)
  57. Clóvis Ermírio de Moraes – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  58. Pedro Grendene Bartelle – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  59. Liu Ming Chung – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  60. Itamar Locks – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  61. Blairo Maggi – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  62. Carlos Pires Oliveira Dias – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  63. Vera Rechulski Santo Domingo – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  64. Carlos Eduardo M. Scripilliti – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  65. Regina Helena S. Velloso – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  66. Livia Voigt – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  67. Dora Voigt de Assis – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  68. Dulce Pugliese de Godoy Bueno – US$ 1 bilhão (2692º)
  69. Hugo Ribeiro – US$ 1 bilhão (2692º).

E quem são os mais ricos do mundo? No texto abaixo:

Extraído de: https://g1.globo.com/economia/noticia/2024/04/03/veja-quem-sao-os-brasileiros-na-lista-de-bilionarios-da-forbes-em-2024.ghtml

OS BILIONÁRIOS DA FORBES 2024

O cofundador do Facebook Eduardo Saverin é o brasileiro mais rico, segundo o ranking anual de bilionários da revista Forbes, publicado nesta terça-feira (2). Com patrimônio de US$ 28 bilhões, ele é conhecido por ser sócio de Mark Zuckerberg, que conheceu enquanto estava na faculdade. (saiba mais sobre ele abaixo)

A fortuna de Saverin teve um bom impulso neste ano após a Meta Platforms, controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp, apresentar resultados robustos no quarto trimestre de 2023 e anunciar o primeiro plano de distribuição de dividendos da empresa. Com o resultado, ele ficou muito à frente dos demais.

Quem o acompanha na segunda posição é Vicky Safra, herdeira do banco Safra e também a mulher mais rica do país. De acordo com a Forbes, ela acumula US$ 20,6 bilhões, dada sua participação na empresa após a morte de seu marido, Joseph Safra, em 2020.

Ao todo, são 69 brasileiros que compõem a lista anual de bilionários da Forbes em 2024. Entre as principais novidades está a presença de Livia Voigt, herdeira da empresa de máquinas e equipamentos WEG, que se tornou a bilionária mais jovem do mundo.

O francês Bernard Arnault, presidente do grupo de luxo LVMH, lidera o ranking anual de bilionários da Forbes 2024.

Arnault ocupa a liderança, com US$ 233 bilhões em patrimônio, uma alta de US$ 22 bilhões em relação ao ano passado. Para calcular o patrimônio líquido dos bilionários, a Forbes usa o preço das ações e taxas de câmbio do dia 8 de março de 2024.

Arnault havia chegado ao topo pela primeira vez em 2023, ultrapassando Elon Musk, fundador da Tesla, e Jeff Bezos, fundador da Amazon. Hoje, Musk é o segundo colocado, com US$ 195 bilhões de patrimônio. Bezos preenche o pódio logo atrás, com US$ 194 bilhões. (veja o top 10 abaixo)

A primeira mulher na lista é a empresária francesa Françoise Bettencourt Meyers, herdeira da L’Oréal. No fechamento do ano, ela está em 15º lugar, com US$ 99,5 bilhões.

Segundo a Forbes, existem agora mais bilionários do que nunca: são 2.781 ao todo, e 141 a mais que no ano passado. Trata-se de um novo recorde, superando em 26 o maior número da série histórica em 2021.

Veja o top 10 entre os mais ricos do mundo:

  1. Bernard Arnault, CEO da LVMH, controladora da grife Louis Vuitton, com US$ 233 bilhões
  2. Elon Musk, CEO da Tesla, com US$ 195 bilhões
  3. Jeff Bezos, fundador da Amazon, com US$ 194 bilhões
  4. Mark Zuckerberg, cofundador da Meta, com US$ 177 bilhões
  5. Larry Ellison, cofundador da Oracle, com US$ 141 bilhões
  6. Warren Buffett, megainvestidor, com US$ 133 bilhões
  7. Bill Gates, fundador da Microsoft, com US$ 128 bilhões
  8. Steve Ballmer, ex-CEO da Microsoft, com US$ 121 bilhões
  9. Mukesh Ambani, fundador da Reliance Industries, com US$ 116 bilhões
  10. Larry Page, cofundador do Google, com US$ 114 bilhões

Bernard Arnault, CEO do grupo LVMH, em foto de janeiro de 2020 — Foto: Thibault Camus/AP/Arquivo

Bernard Arnault, CEO do grupo LVMH, em foto de janeiro de 2020 — Foto: Thibault Camus/AP/Arquivo

– Você sofre de FOMO? Tratando sobre “O Dilema das Redes” e “O Dilema da Vida”.

Você tem “medo de ficar de fora” dos últimos acontecimentos das Redes Sociais? Quer estar on-line, por dentro as últimas atualizações?

Você pode estar sofrendo de FOMO.

Sabe o que é isso?

Aliás, você CONFIA nas suas interações e nos dados que compartilha?

Extraído de: https://virtualidades.blog/2021/04/02/um-mal-do-nosso-tempo/

UM MAL DO NOSSO TEMPO

por Solon Saldanha

Essa constatação nem mais é sequer passível de discussão: o mundo virtual que nos aproxima, que encolhe o planeta e expande horizontes em termos de possibilidades, também nos adoece. Um desses riscos para nossa saúde, em especial a mental, tem agora até mesmo um nome específico: FOMO. Isso nada mais é do que uma sigla, que vem da expressão em inglês “Fear of Missing Out”. Traduzindo, algo assim como “Medo de Ficar de Fora”. Segundo estudos recentes, as pessoas estão enfrentando uma nova necessidade psicológica, de constantemente saber o que as outras estão fazendo, ao mesmo tempo em que precisam relatar sobre aquilo no que elas próprias se ocupam. Essa necessidade, que não é real e sim criada, traz como resultado imediato sentimentos de ansiedade, com um forte impacto nas atividades que cada um de nós deve desempenhar no dia-a-dia. Ou seja, se torna algo que implica em queda da produtividade e da qualidade do que precisa ser feito.

Mesmo considerando como verdadeira essa situação acima descrita, no meu entender o problema transcende a observação. Nesse quadro, as mídias sociais têm relevância, não os supostos “amigos” que temos através delas. Elas passam a ter valor em si. Twitter, Facebook, Youtube e Instagram são janelas pelas quais em tese se pretende olhar o mundo dos outros e revelar o nosso, mas que terminam sendo elas mesmas a nova realidade. O que é visto ou mostrado se torna pretexto para essas janelas serem abertas. Elas passam a ser a própria vida, com o meio tendo mais relevância do que a mensagem e também assumindo a posição de fim.

Sintomas característicos de quem está acometido da enfermidade FOMO, ou seja, de quase todos nós: dedicar tempo crescente às redes sociais; fazer constante atualização do feed de notícias; usar o smartphone nas horas mais impróprias, como durante o trabalho, as refeições e até mesmo dirigindo; esperar a todo instante novas notificações no celular; negar aumento da irritabilidade, mesmo quando alertado por familiares, amigos e colegas; não viver momentos em eventos, passeios, festas e em família, preferindo fazer fotos da ocasião para postagem. Esse último item em especial aponta para a hipótese que levanto: a vida é a rede social em si, sendo nela que depositamos as emoções e os sentimentos. Se os outros tiverem acesso a isso, melhor; se não tiverem tanto assim, não fará muita diferença. Você oferece o gozo em compartilhamento, se outros participarem, tudo bem. Não participando azar o deles, pois você já atingiu o clímax que desejava e precisava.

Interessante é que está comprovado que existem determinados riscos na vida online. Porta de acesso para hackers; segurança não absoluta em termos de transações financeiras e compras; uso de dados pessoais por terceiros, no cometimento de crimes; falsas expectativas quando se estabelece algum relacionamento afetivo através delas; e muito mais. No entanto, se isso tudo pode gerar angústia, parece que viver offline também se revela como fator de potencial geração de ansiedade, mau humor, estresse e depressão. Se para evitar-se as primeiras citadas basta ter atenção e buscar proteção tecnológica, com antivírus e senhas seguras, por exemplo, essas outras têm combates mais complicados. Isso porque exigem reconhecer a situação e perseverança no necessário esforço para alterar rotinas. As redes podem dar uma falsa percepção de pertencimento e de proximidade, quando de fato a pessoa está se isolando, se não todo o tempo com certeza naquele gasto com esse mergulho dado no mundo virtual. Numa realidade que não é real.

FOMO se combate vivendo de verdade os momentos, ao invés de publicá-los. Para ninguém será mais importante aquela oportunidade e aquelas emoções. Conte depois, mais tarde, se quiser. Para tanto, trate de priorizar sempre as pessoas que estão por perto. Marque e respeite um tempo limite para o uso de dispositivos eletrônicos, sejam celulares, smartphones, computadores ou tablets. Ocupe seu tempo livre de forma mais criativa, lendo livros e revistas, ouvindo música, produzindo textos, em atividades ao ar livre – onde permitido e com os devidos cuidados –, criando hortas caseiras ou ao menos plantando folhagens, praticando atividades físicas ou mesmo apenas passeando com seu animal de estimação. E se você enfrentar alguma dificuldade para fazer, seja apenas um ou todos os itens sugeridos, não estranhe. Sintomas de dependência podem assolar qualquer um de nós. Mas não esqueça que existia vida anterior à existência de tudo isso: se não acredita, pergunte para alguém com mais idade, gente da época do telefone fixo. E também convêm lembrar que você ainda tem vontade própria, tem condições de enfrentar e vencer condicionamentos. Não abra mão da tecnologia. Mas compreenda que ela está aqui para servir você, não o contrário.

O bônus de hoje é um trailer. O objetivo é indicar para os leitores do blog que vejam o documentário O Dilema das Redes, que está disponível na Netflix. Ele dá uma visão preocupante sobre o funcionamento de um sistema complexo de desinformação, polarização política, discurso de ódio e teorias da conspiração. E oferece também algumas sugestões de como escapar isso tudo que acontece nas redes sociais.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– A Eutanásia não deveria ser uma solução… E a saída deveria ser a resolução dos problemas!

Os problemas mundanos e a mente humana são assustadores. Essa holandesa optou por eutanásia devido aos males da mente…

A Depressão, sem dúvida, é a grande doença da humanidade!

– Rua em homenagem a Sócrates é inaugurada na Vila Olímpica de Paris.

Evento na cidade de Saint-Ouen, região metropolitana da capital francesa, reuniu representantes do Comitê Olímpico do Brasil e autoridades. Um dos …

Continua em: Rua em homenagem a Sócrates é inaugurada na Vila Olímpica de Paris

– Por que o eclipse solar total de 2024 será tão importante?

Um sol particularmente ativo proporcionará oportunidades espetaculares de observação e ciência Os eclipses solares são, via de regra, eventos …

Continua em: Por que o eclipse solar total de 2024 será tão importante?

– “A inteligência é como o ferro: por falta de uso, enferruja.”

Sabia que se não usamos a capacidade máxima dos neurônios, em determinado momento, eles costumam se acomodar / atrofiar? Isso é científico. 

Por isso, gostei desse ditado:

“A inteligência é como o ferro: por falta de uso, enferruja.”

(Eugene Ionescu)

Alguém duvida?

The inside of Homer Simpson's head! | Desenhos De animes | Imagens ...

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– O acidente do navio em Baltimore.

Que assustador! Parece coisa de cinema… um navio cargueiro colidiu em uma pilastra e derrubou uma ponte em Baltimore-EUA.

Fico pensando: com todo o espaço existente, o capitão do navio deve ter sofrido algum mal para não passar entre o largo vão e bater no concreto. Normal, não estava.

Já imaginou as pessoas que estavam na ponte? Morreram sem saber o que aconteceu

– O câncer da Princesa Kate Middleton

A Princesa do Reino Unido, Kate Middleton, está com câncer. Que Deus a ajude.

Mas lembremo-nos: quantas pessoas sem qualquer tipo de recurso financeiro ou acesso a um bom sistema de saúde também tem câncer, e não contam com apoio e compaixão…

Que Kates, Josés, Marias, Antonios, Anas e todo tipo de gente consigam bons tratamentos.

– Você conhece a Legião Estrangeira?

Amanhã trabalharemos com nossos alunos um Estudo de Caso sobre Socialização Corporativa, e como pano de fundo, utilizaremos a Legião Estrangeira.

A seguir, informações sobre ela. Abaixo, o estudo de caso:

LEGION, em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Legi%C3%A3o_Estrangeira_Francesa

Livro Legião Estrangeira Francesa Infant. E Caval. Desd 1945 | MercadoLivre

(imagem retirada da Internet, capa do livro).

LEGIO PATRIA NOSTRA

Era uma noite fria e chuvosa de outubro de 1993 em Sarajevo. Refugiados bósnios estavam fugindo para salvar suas vidas das forças sérvias, quando um menino de 14 anos foi atingido. Sem hesitar, Bruno Chaumont saltou para fora da proteção da área arborizada em que estava e rastejou por 40 metros de campo aberto e lamacento sob o fogo de artilharia pesada para chegar até a criança. Chaumont estancou as feridas do menino, colocou-o nas costas e então rastejou de volta à proteção das árvores. Chaumont não era parente do menino nem pertencia às forças de defesa bósnia – nem mesmo era membro das forças de paz das Nações Unidas. Esse ato de heroísmo só poderia ser creditado a um membro da legião estrangeira francesa.

Muitas organizações empresariais se queixam de sua incapacidade de integrar pessoas de nacionalidades diferentes numa cultura organizacional comum, bem como de sua incapacidade de conseguir que seus membros atuem com eficácia em países estrangeiros.

Algumas dessas empresas poderiam aprender uma lição com a legião estrangeira francesa, cujo lema — Legio patria nostra — significa “A legião é nossa pátria”. Essa organização tem uma história de 150 anos de excelência competitiva num setor no qual o sucesso é medido em vida e morte e não em dólares e centavos. Grande parte do sucesso dessa organização pode ser atribuída a suas práticas de socialização claramente voltadas a instilar nos novos membros uma resposta de conservação.

A tarefa de socialização enfrentada pela legião estrangeira é colossal. Os recrutas provêm de mais de 100 países diferentes e precisam ser reunidos em um todo coeso, com seus membros dispostos a arriscar suas vidas em favor de estranhos. Longe de ser a “nata da safra”, a maioria dos candidatos à legião estrangeira é de criminosos foragidos, ex-detentos, membros desonrosamente desligados de exércitos regulares, ex-mercenários e outros homens que, por uma razão ou outra, fogem de seu passado. A legião estrangeira provavelmente é o único empregador no mundo que não exige nenhuma prova formal de identidade antes da contratação. Na verdade, o primeiro passo do programa de socialização é atribuir novos nomes e nacionalidades a todos os recrutas. Além de suas identidades anteriores, a maioria dos recrutas deve dizer adeus também à sua língua nativa, porque o multilingüismo não é bem-vindo. Há apenas um idioma oficial nessa organização: o francês.

Os novos recrutas são então despachados para treinarem em locais exóticos — as selvas da Guiana Francesa ou os desertos do Chade — e distantes de seus lares, familiares e amigos. Esse treinamento inclui o máximo de habilidades de combate, mas os padrões de proficiência são muito mais elevados do que os dos exércitos da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). Muitos não conseguem suportar as agruras deste treinamento e desistem, deixando apenas um pequeno núcleo de membros mais dedica-dos. Além de receber esse treinamento técnico, porém, os legionários são também imersos na cultura e tradição histórica da legião estrangeira. Os recrutas são levados a conhecer o museu da legião estrangeira, onde ouvem histórias como a de Jean Danou, que perdeu a mão e depois a vida no México, em 1863, quando ele e duas dúzias de legionários conseguiram defender uma posição contra dois mil inimigos. Os recrutas atuais passam a conhecer a mão mumificada de Danou, que simboliza a tradição de coragem e disciplina que ainda deve ser defendida por todos os recrutas.

Embora poucos empreendimentos possam desejar imitar todas as táticas de socialização praticadas pela legião estrangeira, existem nela lições a serem aprendidas por organi-zações, cujas metas de socialização implicam infiltrar as mudança nos recrutas. Transformar recrutas em membros adequados à organização exige a substituição das velhas identidades e padrões de comportamento por novas. A organização não alcança esse objetivo facilitando as coisas ao máximo para o novo membro. Ao contrário, ela instila mudança desvinculando os novos membros de seu passado e desafiando-os para um novo futuro.

Coleman, F. “Colonial Grunts no Longer”, U.S. News and World Reports, 1º de novembro de 1993, pp. 74-76.

Porch, D. The French Foreign Legion: A Complete History of a Legendary Fighting Force (Nova lorque: Harper Collins, 1991).

– Monarquia britânica: Onde está Kate?

Eu resolvi entrar no hype: “Onde está Kate?”. Não para ganhar cliques, como muitos, mas para trazer uma análise realista sobre o “sumiço” da Princesa…

Continua em: Monarquia britânica: Onde está Kate?

– RIP, Akira Toriyama.

– Parabéns para todos nós: Dia do Imigrante Italiano!

Quer foto mais verdadeira do que essa aqui, abaixo, para celebrar a data?

– Geração Fragilizada?

Antes de mais nada, eu defendo psicólogos e psiquiatras, mas essa observação é real: muitas vezes, a gente vê jovens que complicam tudo e não conseguem tomar decisões (das mais simples) sozinhos.

O que está acontecendo com a Educação?

– Marione.

Immagine tratta da repertorio by Improta detto “Marione”. Tratto da:Onda Lucana® by Marione@marionecomix Si ringrazia l’autore per la cortese …

Continua em: Marione

– Terceira Guerra Mundial?

Por José Horta Manzano – Artigo publicado no Correio Braziliense de 25 janeiro 2024: Sir Winston Churchill foi o líder que conduziu a Grã-Bretanha à vitória…

Continua em: Terceira Guerra Mundial?

– Oceans Green.

Oceans Green, depending on what part of the ocean you are at, the colors can range from blue, green and turquoise. Have a great weekend. Video of …

Continua em: Oceans Green

– Hunger.

In the pursuit of love and life’s grand schemes, Hearts crave dreams like elusive streams… * Longing for love, power, achievement’s grace, A hunger …

Continua em: Hunger

– O radicalismo nos comentários sobre o conflito Israel – Hamas assusta. Não é, Genoíno?

Fiquei assustado com as declarações de José Genoíno, sobre boicote a judeus. 

Segundo o Estadão,

“O ex-deputado federal José Genoino (PT-SP) disse em uma transmissão ao vivo neste sábado, 20, achar interessante “a ideia de boicote” a “determinadas empresas de judeus” e a “empresas vinculadas ao estado de Israel”. O parlamentar comentava sobre deixar de fazer compras na Magazine Luiza por causa do apoio da empresária Luiza Trajano a um abaixo-assinado que pedia que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva desistisse de apoiar uma ação da África do Sul contra Israel por genocídio.”

Lamentável. Apoiar um exagero dos israelitas (sabendo que foram atacados primeiro pelos terroristas), é até entendível. Mas não condenar o Hamas, e, ao contrário, dar força contra Israel e sugerir boicote, lembra o nazismo.

É aí onde o mundo se perde: no radicalismo de direita, de esquerda, de fundamentalismo nas ideologias… uma pena!

Precisamos, nesse momento, de sensatez e paz.

Fumaça cobre parte da Faixa de Gaza após ataque aéreo de Israel — Foto: EPA-EFE/REX/SHUTTERSTOCK

Foto: EPA-EFE/REX/SHUTTERSTOCK

 

– Triste mundo que achou o Racismo normal…

… ou que ainda acha?

Essa imagem é real e chocante:

– Concordo sobre o Globo a respeito de Lula e Israel.

Sobre o endosso de Lula à questão Israel vs Hamas (e a bola fora da África do Sul), abaixo: