Eu gosto de camarão, mas ao ver essa embalagem de 250 gramas a R$ 74,00 (portanto, quase R$ 300,00 o quilo), perdi a vontade…
Exagero, né?

🍤 #shrimp
Eu gosto de camarão, mas ao ver essa embalagem de 250 gramas a R$ 74,00 (portanto, quase R$ 300,00 o quilo), perdi a vontade…
Exagero, né?

🍤 #shrimp
Você beberia Doritos? Agora, há a chance:
Extraído de: https://www.estadao.com.br/economia/negocios/doritos-nachos-de-queijo-empirical-bebida-alcoolica-nprei/
DORITOS LANÇA NOS EUA BEBIDA ALCOÓLICA SABOR NACHOS DE QUEIJO
Bebida oferece o mesmo sabor do Doritos sabor nachos de queijo, só que em forma líquida; garrafa de 750 ml custa US$ 65
As parcerias do Doritos Nacho de Queijo foram para inúmeros lugares, desde Call of Duty até concertos virtuais com a série Stranger Things, da Netflix. E agora, pela primeira vez, Doritos será misturado em uma bebida alcoólica. Nesta terça-feira, 12, a marca anuncia o lançamento do Empirical x Doritos Nacho Cheese.
A parceria com os Doritos, o salgadinho mais popular entre a Geração Z, é a oferta mais comercial da Empirical Spirits, uma destilaria com sede em Copenhague. O lançamento limitado da bebida, disponível no site doritos.x.empirical.co para compradores nos Estados Unidos, e em locais a serem anunciados em Nova York e Califórnia, será vendido por US$ 65 (cerca de R$ 322,95) por uma garrafa de 750 mililitros. As empresas não divulgaram o número de garrafas que estão lançando.
“Estamos fazendo parcerias mais disruptivas”, diz Courtney Larson, diretora sênior de marketing da Doritos. “Quando um dos líderes de sabor mais inovadores do mundo entra em contato com você, você presta atenção.”
A Empirical foi fundada por Lars Williams e Mark Emil Hermansen, ambos veteranos da cozinha do aclamado Noma em Copenhague. Williams supervisionou os experimentos de cientista maluco no Nordic Food Lab do restaurante. Seus lançamentos não convencionais até agora incluíram, por exemplo, Symphony 6, uma destilação cítrica e rosa clara de malte de pilsner, folha de limão, figos e café. Uma linha de coquetéis enlatados em 2020 usou ingredientes como chá de bétula tostado e infusão de abeto-de-Douglas. A parceria com os Doritos é uma “oportunidade para nós alcançarmos um novo grupo de pessoas e mostrar o que a Empirical pode fazer”, diz Williams.
Embora a PepsiCo, empresa-mãe do Doritos, não esteja pagando pela parceria, eles estão fornecendo os chips: Williams estima que eles usem um saco padrão em cada garrafa do produto com 42% de teor alcoólico.
Então, como é o gosto? O líquido da Empirical tem um gosto incrivelmente parecido com um saco de Doritos sabor nachos de queijo. Desde o primeiro cheiro, há um golpe instantâneo de milho, seguido do pó de queijo. Quando você dá um gole, qualquer ceticismo inicial pode se dissolver, dependendo da sua tolerância aos sabores de milho tostado, assim como o pó de queijo e cebola que definem grande parte desse sabor dos Doritos, mas em forma líquida.
Se você não quiser a experiência completa, há algumas receitas de coquetéis incluídas para ajudar a maximizar o sabor de milho e pó de queijo, incluindo uma Margarita e uma versão de Bloody Mary. Elas foram formuladas por Iain Griffiths, que trabalhou nos renomados bares Mr Lyan em Londres.
O sabor Doritos Nacho Cheese está presente no laboratório da Empirical há um tempo, segundo Williams. A versão original foi feita por volta do início da marca em 2017. Foi um “acidente” que aconteceu durante experimentos preliminares com ingredientes como alcaçuz, salsa e a mistura de especiarias norte-africana ras el hanout. “Um dos caras da produção saiu para almoçar e voltou com um saco de Doritos”, diz Williams. “Eu pensei ‘por que não?’ e joguei dentro”. O impacto da infusão foi surpreendentemente bem-sucedido. “Quando provei, era tão parecido com Doritos que comecei a rir”, diz Williams. Mas ele descartou como um sabor inicial da Empirical.
Não muito depois do lançamento da Empirical, no entanto, alguns executivos da PepsiCo comeram no Noma e, segundo Williams, passaram pelo laboratório. “Fui claro com a equipe, não dê a eles a bebida de Doritos, há 99% de chance de sermos processados”, diz Williams. Em vez disso, foram aplaudidos. Williams diz que recentemente encontrou uma garrafa e decidiu que talvez fosse hora de uma bebida com sabor Doritos nacho de queijo se tornar realidade.
A Doritos não tem planos atuais de estender a colaboração depois que a edição limitada for esgotada, mas há uma “possibilidade muito forte de que renovaremos”, diz Larson. A plataforma Doritos After Dark incentiva seus fãs a cozinhar mais com os chips, seja jogando-os em biscoitos ou esmagando-os para formar uma borda salgada em um copo de coquetel.
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Foto: PepsiCo Design & Innovation
Há 17 anos, um invento mudava o mundo. Era apresentado o Iphone!
Na oportunidade, Steve Jobs, CEO da Apple, disse:
“Hoje a Apple está reinventando o telefone.” (09/01/2007)
Para mim, reinventou mesmo. Os aparelhinhos inspiraram os concorrentes e transformaram até mesmo o comportamento das pessoas. Desde então, o conceito de aparelho telefônico mudou bem!

Imagem extraída de: https://www.siliconrepublic.com/business/france-to-auction-4g-networks-this-summer
Vejo no mercado a “oferta” do panetone Lindt: R$ 99,99!
Quem vai comprar a R$ 100,00 nessa época do ano? Ao invés de reduzir o preço, pois passou a época, o comerciante insiste nesse valor absurdo.
Conclusão: está sobrando na prateleira…

Olhe que legal: um case de sucesso (Leite Moça), mostrando como as curvas das embalagens nos atraem.
Extraído do LinkedIn de: Instituto Brasileiro de Neuromarketing e Neuroeconomia.
O PODER DAS CURVAS NAS EMBALAGENS
Os escritórios de #design de embalagem trabalham para que um produto seja escolhido no ponto de venda gerando desejos no #consumidor, mesmo que ele nem ao menos consiga verbalizar o que realmente quer.
A ativação do #córtex órbito-frontal (ligado à apreciação da beleza) indica a ativação do sistema de recompensa, o sistema neural que nos motiva a agir, atingir metas ou nos esforçar para obter algo, ou seja, se esta área está ativada significa que estamos dispostos a pagar um preço elevado para adquirir determinado produto e nesse caso, um produto ou #embalagem, desenvolvidos de forma estrategicamente pensada para atingir o cérebro, terá maior chance de sucesso.
Em 2004, a lata de leite condensado Moça entrava para a história das embalagens no Brasil com um formato icônico e que seria conhecida por todos.
A reformulação da embalagem foi um sucesso absoluto, aumentando as #vendas da empresa e levando a #marca até o limite da sua capacidade de produção. Além disso, a embalagem ganhou o prêmio de inovação pelo Centro Nestlé de Embalagem/Suíça.
O formato acinturado da lata no ponto de #venda é um fator de fácil identificação e forte personalidade. O formato estimula o contato e é de confortável manuseamento, motivando o consumidor a pegá-la.
O próprio nome Leite Moça é resultado de observações sobre o comportamento dos consumidores.
Quando chegou ao país, o produto levava o nome em inglês, “Milkmaid”. Os brasileiros, no entanto, apelidaram de “leite da moça”, referindo-se à ilustração da camponesa na embalagem. Na década de 1930, quando já fabricava o leite condensado no Brasil, a #Nestlé decidiu adotar o nome criado espontaneamente e o produto passou a se chamar Leite Moça.
Em 2014 as latas com suas curvinhas foram substituídas por latas retas e mais finas, estilo “slim” mais magrinhas e com o sistema “abre fácil”.
Além das latas de leite Moça, qual uma outra embalagem que você lembra ter uma experiência de toque digna de estar na sua memória até hoje?
Dias atrás, falamos: existe uma febre das empresas em lançarem produtos “sabor algodão doce“.
Citei, inclusive, o Batom, da Garoto (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-SiR).
Pois bem: agora temos… Gelatina de Algodão Doce!
O mundo vai virar Algodão Doce, não é possível…

Ter um copo térmico é, hoje, uma tendência entre diversas pessoas. E quando vemos que esta é uma solução inteligente para manter suas bebidas na …
Continua em: Copo térmico: o segredo para bebidas na temperatura certa

Cada vez mais escuto pessoas se lamentando que “a empresa me acha velho”, ou comentam que foram demitidos e substituídos por jovens “a custo mais barato”.
Um desafio hoje é: como inserir esses profissionais às organizações nos tempos atuais?
Compartilho, extraído da Revista Exame, em: https://exame.abril.com.br/negocios/veteranos-a-nova-fronteira-da-diversidade/
VETERANOS: A NOVA FRONTEIRA DA DIVERSIDADE
Como criar políticas para atrair e reter os melhores veteranos, tal qual as empresas têm feito nos últimos anos para conquistar os jovens profissionais superconectados?
Por Valeria Gladsztein
Com ou sem reforma da previdência, uma coisa é possível prever: vamos trabalhar mais anos. Graças ao aumento da longevidade, melhor qualidade de vida, e um setor de serviços mais pulsante na geração de empregos, um profissional com mais de 60 anos reúne não apenas uma experiência valiosa, mas também energia de sobra para exercer em plenitude suas atividades profissionais.
Esse novo momento impõe novos desafios para as empresas. Como seguir desenvolvendo e atualizando esses talentos por mais tempo? Como criar políticas para atrair e reter os melhores veteranos, tal qual as empresas têm feito nos últimos anos para conquistar os jovens profissionais superconectados – a chamada geração Y?
Não é difícil, atualmente, encontrar pufes, paredes coloridas, mesa de bilhar, e jovens gestores, em escritórios com poucos ou nenhum profissional mais velho. Quem perde com isso? Todos. Os mais jovens que não aprendem com os veteranos. Os veteranos rejeitados pelo mercado. E claro, as empresas que não entenderam ainda que diversidade é um conceito chave para o seu crescimento. Para ter melhores resultados é preciso ter visões abrangentes, competências múltiplas e contribuições de talentos de todas as idades, gêneros e nacionalidades.
As empresas têm de encarar rapidamente um fato: o mundo está envelhecendo. De acordo com projeções da Organização Mundial de Saúde (OMS), até o ano de 2025, o número de pessoas a partir dos 60 anos deverá aumentar em 15 vezes, enquanto a população total, em apenas cinco. Nesse cenário, terão sucesso as empresas que souberem aproveitar ao máximo o potencial e conhecimento que os veteranos trazem às empresas.
Abrir as portas para profissionais mais velhos e mantê-los no quadro de funcionários traz dois desafios para as empresas. O primeiro é desenvolver novas habilidades como a digitalização, nos “não nativos digitais”. O segundo é cultural: transformar conflitos geracionais em encontros.
Aqui na Henkel buscamos endereçar as duas questões com o programa “Mentoria Reversa”, no qual são formadas duplas em que um profissional mais jovem ensina digitalização para outro mais experiente. O projeto implementado em 17 países, incluindo o Brasil, mata dois coelhos numa cajadada só. Primeiro é desenvolvimento de competências e digitalização. Em segundo lugar, criamos pontes onde haviam muros culturais. Hierarquias são flexibilizadas e todos aprendem que sempre há o que aprender, não importa se você é o estagiário ou o CEO da companhia.
Uma empresa familiar com 140 anos sabe muito bem que conhecimento e valores são passados de geração para geração. Agora, estamos aprendendo que o saber é transversal e o importante é aprender sempre e com todos.
*Este artigo é de autoria de Valeria Gladsztein, Diretora de Recursos Humanos da Henkel para América do Sul, e não representa necessariamente a opinião da revista

Imagem extraída de: http://sindilurb.com.br/rh-que-aprende-jul-2018-multiplas-geracoes-no-ambiente-de-trabalho/
Stephen Kanitz, grande consultor em Administração de Empresas, publicou em um de seus numerosos e importantes artigos um pensamento interessante:
“A maioria dos administradores não consegue provar a sua utilidade nem explicar o que exatamente faz”.
De tal afirmação, surgiu o texto abaixo extraído de http://t.co/6zXcXpJN
E aí, você concorda com ele?
O ESTILO GERENCIAL DO ADMINISTRADOR
Toda profissão tem um estilo gerencial próprio. Ela depende das necessidades da profissão e de seus valores.
Muitos engenheiros, por exemplo, são perfeccionistas. Perfeccionismo é uma necessidade, ou um valor que muitos engenheiros possuem. O trabalho tem que ser bem feito, custe o que custar.
Por outro lado, advogados são detalhistas. São capazes de gastar horas em uma cláusula de contrato que provavelmente nunca será necessária. O trabalho é demorado, mas quando pronto o contrato cobrirá todos os detalhes e todas as incertezas do futuro. É isto que define um contrato bem feito.
Ambas as profissões administram suas vidas sob estilos gerenciais diferentes, definidos pelos seus valores e necessidades.
Por isto, todas as profissões entram em conflito com a profissão do administrador. Elas acham, incorretamente que o estilo gerencial do administrador é conflitante ou então desnecessário.
Por isto, tantas profissões, empresários e governadores não valorizam o administrador, porque não acham que nosso estilo administrativo seja superior, muito pelo contrário, “vocês não entendem nada de engenharia e advocacia”.
Pergunte a um engenheiro, advogado ou psicólogo qual é o estilo gerencial do administrador, e eles provavelmente também usariam um único adjetivo.
Provavelmente nos definiriam de “imediatistas”, preocupados com lucros de curto prazo, como Paul Krugman e seus colegas não param de escrever no New York Times.
Administradores, segundo a visão popular, querem tudo para “ontem”, vivem dizendo que “o ótimo é o inimigo do bom”, que precisamos mais de “acabativa” e não de iniciativa.
A maioria dos administradores, infelizmente, não consegue provar a sua utilidade nem sabe explicar exatamente o que faz. Por isto, eles não ganham o que merecem, por isto não são valorizados.
Muitos acham que administrar é liderar, executar, coordenar. Isto está até escrito em inúmeros livros de Administração adotados pelas nossas Faculdades de Administração. Uma tristeza!
Vou apresentar uma das funções básicas do administrador, e que define em linhas gerais o seu estilo, e que surpreendentemente muitos administradores sequer ouviram falar nas grandes escolas de Administração como FGV, Insper, Ibmec e USP.
Basicamente, a função do administrador é não permitir que problemas se acumulem.
Uma organização complexa, que é a empresa moderna, requer a cooperação de milhares de pessoas, dentro e fora da empresa. E, esta cooperação gera inúmeros problemas que se não forem solucionados a tempo afetarão todos os parceiros envolvidos na empresa.
Não permitir que problemas se acumulem talvez seja a tarefa mais importante para o bom andamento de toda família, empresa e nação.
Quando o mundo era gerido por açougueiros, padeiros e fábricas de alfinetes, como observou na época Adam Smith, de fato não havia muitos problemas “acumulados”, e nem havia necessidade para se contratar administradores. Tudo funcionava pela Mão Invisível do mercado, não pela “Mão Visível” do administrador, como apontaria 200 anos depois seu livro com este mesmo título Alfred Chandler.
Hoje, o mundo é bem mais complexo e rápido, razão pela demanda crescente de profissionais em administração.
Toda empresa e nação precisa de um corpo de profissionais treinado e dedicado a resolver os problemas de forma rápida.
Não somos imediatistas como muitos acreditam, nós simplesmente estamos evitando que problemas se acumulem um atrás do outro, e nestes casos rapidez de raciocínio e ação são essenciais.
Por isto, nós nos preocupamos tanto com acompanhamento, qualidade total, processos, auditoria, recursos humanos, etc.
Infelizmente, não é assim que a maioria dos intelectuais brasileiros que ocuparam tantos cargos de destaques neste país pensam.
Toda a filosofia de ensino, pelo menos a partir do iluminismo e cientificismo, é voltada para resolver problemas corretamente, até a segunda casa decimal. Rapidez, só no vestibular.
Todos os dados precisam ser precisos e rechecados. Todas as variáveis precisam ser “controladas”. O ser humano precisa estar “absolutamente certo”, o refrão do programa “O Céu é o Limite”.
Quando se acusa o PSDB de ficar sempre em cima do muro, na realidade se comete uma injustiça. Eles não evitam decidir ou tomar partido, na realidade seus intelectuais são simplesmente mais demorados na tomada de decisão, como todo intelectual.
Só que resolver problemas corretamente hoje em dia não é suficiente. Eles precisam ser resolvidos rapidamente, algo que nossos formadores de opinião, jornalistas e acadêmicos simplesmente não compreendem.
Temos que tomar decisões com os dados que temos, não com os dados que gostaríamos de ter.
O Brasil é um país atrasado porque estamos eternamente acumulando problemas.
É tão óbvia esta constatação que espanta que nossa opinião pública, nossos intelectuais e professores de história nunca perceberam esta simples verdade da história brasileira.
Quando se diz que precisamos fazer a Reforma Política, a Reforma Tributária, a Reforma Judiciária, o que queremos dizer é que deixamos tantos problemas se acumularem nestas áreas que somente uma ampla reforma resolverá o problema.
Se tivéssemos resolvido os problemas na medida que surgiram, o Brasil teria evoluído, teria caminhado para um sistema ótimo, em vez de termos que criar revoluções e enormes reformas de tempos em tempos, que no fundo nos atrasam ainda mais.
Temos problemas no judiciário, na previdência, na logística, na infraestruturua, na educação, na economia, simplesmente porque não temos um estilo gerencial que se preocupa com a rápida solução de problemas. Eproblemas que se acumulam crescem exponencialmente, não linearmente, como todo administrador sabe por experiência.
Quatro entre cinco empresas quebram no Brasil, porque são geridas por profissões que não percebem que problemas não podem se acumular. Aí, qualquer crise ou evento fora do comum, as abate.
Nenhuma empresa quebra por uma única razão, nenhum avião cai por causa de um único problema. Estas quatro empresas quebram a um custo de capital monstruoso para o país, por falta de um estilo gerencial apropriado.
O Brasil não poupa o suficiente para crescer; e pior, torramos 80% desta poupança em empresas que irão quebrar em quatro anos.
Eu não diria, e nunca disse, que o estilo gerencial do administrador é superior ao do engenheiro, do advogado ou do economista.
Infelizmente, estas profissões se sentem ameaçadas pelos administradores, à toa.
Não queremos comandar, gerir, tomar o lugar de ninguém.
Quero deixar claro para todo empresário, sociólogo, economista e político que possa se sentir ameaçado, que o estilo do administrador não é superior.
Ele é simplesmente necessário.
Não podemos permitir que nossos problemas se acumulem simplesmente porque cada profissão acha que seu estilo gerencial é superior.
Nós administradores aceitamos que engenheiros sejam perfeccionistas, que advogados sejam detalhistas, que economistas queiram dados precisos, mas tudo isto tem de ser adequado para não atrapalhar os outros dentro da empresa ou do governo.
Não podemos ficar esperando enquanto os outros seguem seus estilos individuais.
Engenheiros, advogados e economistas precisam entender que seus estilos gerenciais são superiores e apropriados, quando se trabalha sozinho, mas quando se trabalha em grupo é necessário conciliar.
Trabalhando em grupo, um simples atraso numa reunião atrapalha os outros, imaginem um problema que não foi solucionado por anos a fio.
Quando vejo acusarem administradores e empresários de “imediatistas”, que pensamos somente no curto prazo, percebo que estas pessoas nada entendem das funções do administrador, de crescimento, de justiça social, de democracia e de um mundo feliz cheio de realizações, porque tudo é feito na velocidade necessária.
Se você está cansado de um país estagnado, que cresce aquém de suas possibilidades, que acumula pobreza, corrupção, injustiça e inúmeros problemas, converse mais com um administrador. Ele o ajudará a decidir e implantar suas ideias muito mais rapidamente do que você vem fazendo até hoje.

Imagem extraída de: https://blog.kanitz.com.br/estilo-gerencial-administrador/
O chocolate é gostoso, mas o preço é fora da realidade, não?
Mesmo se eu tivesse dinheiro sobrando, não compraria.
Veja só:

Ok, há gente que vive em função de promoções. Mas depois da Black Friday, e alguns estendendo para Black Week, teremos na 2a feira a “Cyber Monday“, versão exclusiva de ofertas para a compra pela Internet!
Quero ver pagar a conta depois… Consumidores compulsivos que se segurem!

Kelloggs é sinônimo de Sucrilhos. Entretanto, seu surgimento se deu por vias tortas…
Olhe só que história empreendedora enviesada,
Extraída de: https://super.abril.com.br/historia/o-fanatico-do-sucrilhos/
O FANÁTICO DO SUCRILHOS
A curiosa história de John Harvey Kellogg, o puritano radical que queria abolir a masturbação — mas acabou revolucionando o café da manhã
“Ele se tornou um escravo do hábito. Sua dieta ruim, a constipação frequente e problemas nos órgãos genitais produziam uma ereção quase constante, que só podia ser aliviada pela masturbação (…) Depois de três ou quatro anos, com rezas e a adoção de uma dieta mais saudável, conseguiu controlar o vício.” Esse é um trecho do livro Plain Facts about Sexual Life (“fatos sobre a vida sexual”), publicado em 1877 pelo médico americano John Harvey Kellogg. Vegetariano convicto, Kellogg acreditava que uma dieta equilibrada poderia prevenir boa parte das doenças e, de quebra, afastar as pessoas do pecado. Não conseguiu: o prazer solitário continua sendo praticado por aí. Mas suas tentativas de criar o alimento perfeito acabaram dando origem a um império que está presente em 180 países, fatura US$ 15 bilhões por ano – e só decolou para valer depois que William, o irmão do médico, fez algo que ele simplesmente abominava.
Mesmo para os padrões da época, os Kellogg eram uma família enorme: John tinha 16 irmãos. Ele nasceu em 1852, na cidadezinha de Tyrone (Michigan). Aos 4 anos, mudou-se para Battle Creek, a 160 km dali. Nessa cidade, havia uma igreja adventista fundada pela escritora Ellen White. Ela se apresentava como uma emissária de Deus, encarregada de reunir os fiéis e ajudá-los a se preparar para a volta de Jesus Cristo à Terra – e para o apocalipse.
Os Kellogg e os White ficaram muito próximos. Ellen apadrinhou John e pagou seu curso de medicina na Universidade de Nova York. Aos 24 anos, ele voltou com o diploma embaixo do braço e assumiu a chefia do Sanatório Battle Creek, uma espécie de spa administrado pela Igreja Adventista. Ali, sua carreira decolou. John se tornou uma espécie de guru de saúde para ricos e famosos da época, como o ex-presidente americano William Howard Taft, o inventor Thomas Edison, o empresário Henry Ford, a aviadora Amelia Earhart e a atriz Sarah Bernhardt. John fazia a mesma recomendação a todos: o segredo para uma vida longa estava na beleza interior. Mais especificamente, na flora intestinal.
Ele recomendava uma dieta rica em grãos integrais, e também indicava laxantes. Para Kellogg, diversas doenças (câncer, anemia, acne, diabetes, úlcera, epilepsia, esquizofrenia) poderiam ser curadas por meio de lavagens intestinais – depois que elas eram feitas, às vezes o médico injetava iogurte no cólon dos pobres pacientes, para repor sua flora intestinal. John também pregava abstinência de carne, álcool, tabaco e alguns temperos, como mostarda e pimenta. Determinado a espalhar suas ideias, ele começou a escrever livros e cartilhas com recomendações de saúde – que, agora, já não se restringiam à alimentação.
Kellogg acreditava piamente que o sexo fazia mal à saúde. Desencorajava a prática, argumentando que se perdia “energia vital” no ato. Acredita-se que, seguindo suas crenças à risca, o médico nunca teve relações sexuais com a esposa, Ella Eaton (1853-1920). Foram quatro décadas de casamento, sem sexo nenhum (Ella e John tiveram mais de 40 filhos, todos adotivos). Pior que o sexo, só a masturbação, que John considerava um “crime hediondo”. Ele acreditava que essa prática podia ser prevenida por meio da dieta. Mas, para casos incontroláveis, o médico recomendava choques elétricos e circuncisão sem anestesia para os homens, e injeção de ácido carbólico (fenol) direto no clitóris das mulheres.
Kellogg inventou e patenteou mais de 30 produtos, como instrumentos cirúrgicos para operações ginecológicas e gastrointestinais, equipamentos para eletroterapia, hidroterapia e fototerapia e até uma cama de exercícios. Algumas de suas engenhocas estavam na primeira classe do Titanic (que zarpou e naufragou em 1911), outras foram instaladas em castelos reais na Europa. Mas as maiores invenções de John Kellog acabariam sendo outras duas: a granola e o cereal matinal.
Pode parecer difícil de acreditar, mas o café da manhã americano já foi ainda mais pesado que o atual. Além de ovo, pão e panqueca, incluía bife e até frango assado. Kellogg decidiu combater a azia e a má-digestão, que eram verdadeiras epidemias, e começou a pesquisar alimentos saudáveis. Em 1870, fez uma mistura de grãos de aveia, milho e trigo assados, que nomeou de “granula”. Mas James Jackson, um médico adventista de Nova York, tinha batizado um farelo integral com a mesma palavra. Pressionado por um processo judicial, Kellogg teve de mudar o termo – que passou a ser granola.
Num belo dia de abril de 1894, William Keith Kellogg (1860-1951), irmão mais novo de John, estava fazendo uma fornada de granola, mas acabou deixando a bandeja no forno por muito tempo. Quando ele foi passar a massa num rolo, o trigo se quebrou em floquinhos bem crocantes. Os irmãos resolveram tentar a mesma coisa com milho. Ficou ótimo, e os dois decidiram chamar a coisa de corn flakes. Patentearam a ideia e, em 1897, criaram uma empresa para fabricar o novo produto: a Sanitas Food Company.
Mas Will e John não se bicavam. John não tinha pretensões financeiras, pois preferia dedicar sua vida à Igreja Adventista, e só queria vender os cereais para pacientes da clínica e assinantes da revista Good Health, que ele mesmo editava. Will, por outro lado, se gabava de seu espírito empreendedor e queria ampliar os negócios. Depois de alguns anos de impasse, em 1906, Will se apossou da ideia e fundou um novo empreendimento, a Battle Creek Toasted Corn Flake Company, precursora da atual Kellogg Company. E fez algo que o irmão não aceitava: adicionou açúcar aos flocos de milho.
Foi um megassucesso, e logo surgiram diversas imitações. Só em Battle Creek, apareceram mais de cem concorrentes. John, que era o dono da patente do corn flakes, não se importava muito com isso – tanto que, em suas palestras, ensinava a plateia a fazer o próprio cereal em casa. Ao mesmo tempo, Will tocava o negócio, cada vez mais lucrativo. A empresa se tornou líder do novo mercado de cereais matinais, que cresceu em escala inimaginável e virou fenômeno global.
Isso aconteceu por três motivos. A busca por uma alimentação com menos gordura animal (considerada mais vilã que os carboidratos ao longo de boa parte do século 20), o ritmo de vida mais agitado, com menos tempo para o desjejum, e a propaganda. Sabe aquele ditado de que “o café da manhã é a refeição mais importante do dia”? Não é resultado de nenhuma pesquisa científica. É apenas um slogan, inventado por uma agência de publicidade para a General Foods, então a maior concorrente da Kellogg’s, em 1944.
Também foi uma agência, a Leo Burnett, que criou o mascote Tony Tiger para as embalagens de sucrilhos, em 1953. “Sucrilhos”, por sinal, é um termo usado apenas no Brasil – segundo a Kellogg’s, trata-se de uma junção das palavras “açúcar”, “crocância” e “milho”. O termo foi criado pelo departamento de marketing da empresa em 1961 (nos demais países da América Latina, o produto se chama Zucaritas. Nos EUA, Frosted Flakes).
Também foram os executivos de marketing da empresa que tiveram a ideia de oferecer sucrilhos para os astronautas americanos Neil Armstrong, Michael Collins e Buzz Aldrin levarem na primeira viagem à Lua, a bordo da Apollo 11, em 1969. Se a publicidade era a alma do negócio de Will (que, depois de ficar rico e famoso, passou a assinar seu nome como “W.K. Kellogg”), outras tensões ocupavam a cabeça de John.
Além de brigar com o irmão, John também se desentendeu com a madrinha, Ellen, quando um incêndio destruiu o Sanatório Battle Creek, em 1902. Ela não queria reconstruir o spa, pois achava que o fogo era um sinal de Deus contra o estabelecimento, que tinha se tornado famoso demais e perdido a essência.
John não quis nem saber, e resolveu reerguer tudo. Em 1903 lançou um livro, The Living Temple (“o templo vivo”, em inglês), para levantar dinheiro e reconstruir o spa. Conseguiu.
Mas o texto, cheio de ideias religiosas, recebeu muitas críticas. John fazia afirmações panteístas (doutrina filosófica segundo a qual Deus e a natureza são a mesma coisa), e acabou excomungado da Igreja Adventista em 1907.
O médico continuou dirigindo o sanatório e tocou a vida, mas logo se envolveu em outra controvérsia: a segregação racial. Ele fundou a Race Betterment Foundation, uma instituição racista que defendia o “melhoramento genético” para preservar as populações brancas, consideradas superiores, livrando-as de condições como insanidade, retardamento mental e epilepsia. Foi um dos maiores centros do movimento eugenista nos EUA.
John, que ironicamente tinha filhos adotivos negros, passou a defender a separação genética entre americanos puros e imigrantes. “Talvez por ele ter passado seus últimos anos promovendo a eugenia, formou-se um mito, nas décadas de 1950 e 1960, de que Kellogg era um charlatão megalomaníaco”, afirma Brian Wilson, professor da Western Michigan University e autor de Dr. John Harvey Kellogg and the Religion of Biologic Living (“Dr. Kellogg e a religião da vida biológica”, sem versão em português).
Ao mesmo tempo em que apoiava a eugenia, John cuidava da própria saúde, seguindo à risca os preceitos alimentares que defendia. Por pouco não alcançou sua meta, que era viver 100 anos. Aos 91 anos, John escreveu uma carta de desculpas a Will, reconhecendo que o irmão mais novo estava certo ao transformar o cereal matinal em negócio. A secretária de John leu as sete páginas da carta e se recusou a enviá-la, por acreditar que o chefe estava se humilhando. Ele morreu alguns meses depois, em 1943. Em 1948, Will finalmente recebeu a carta – e, pouco tempo depois, também morreu. Os dois nunca fizeram as pazes.
A empresa que criaram virou uma multinacional gigante, que eles jamais poderiam imaginar. Mas, depois de crescer sem parar durante décadas, o consumo de cereais matinais começou a despencar. Entre 2000 e 2015, as vendas caíram quase 30% nos EUA (e, em 2016, o faturamento da Kellogg’s de lá caiu mais 4,5%). Para analistas do setor, o motivo é que as novas gerações de consumidores preferem um café da manhã com menos açúcar. Ou seja, mais saudável – exatamente o que, no começo da história toda, John Kellogg sonhava em inventar.
Imagem: Reprodução Web, extraída de https://cosmos.bluesoft.com.br/produtos/7896004002767-cereal-matinal-original-kelloggs-sucrilhos-caixa-1kg-2-unidades
Calma lá, a Starbucks está bem no mundo, mas no Brasil…
Extraído de: https://bit.ly/46ILYbU
COMO ASSIM, A STARBUCKS FALIU?
por Murilo Moreno
“Como assim a #Starbucks faliu?” Foi com essa pergunta que fiquei sabendo do pedido de #RecuperaçãoJudicial da SouthRock, master franqueada da marca no Brasil. Não confunda as empresas. A de café vai bem, obrigado. Com quase 36 mil lojas no mundo, continua sendo sinônimo do produto pra muita gente. A responsável pela operação brasileira em compensação…
Starbucks chegou no Brasil em 2006, pelas mãos da empresária Maria Luisa Rodenbeck. Que passou nove anos convencendo os executivos da empresa e não teve tempo de ver o crescimento da filial brasileira. Morreu em 2007, num acidente de automóvel. A matriz comprou as operações locais e, em 2015, vendeu para a recém-criada SouthRock, um foguete que apareceu e que virou dona de várias redes, incluindo #Subway e #Eataly.
Mas crescer custa. E crescer rapidamente custa muito mais. Você precisa investir primeiro, antes do dinheiro retornar. Pela pressa da SouthRock, os investimentos deveriam ser enormes. Como dinheiro não leva desaforo pra casa, as dívidas foram se acumulando e bateram em 1,8 bilhão de reais. Não é nada comparadas às inconsistências contábeis das #Americanas, mas foi o suficiente para causar o que estamos vendo.
Como a dona da #marca não estava recebendo seus royalties, rompeu o contrato e mandou a SouthRock parar de usar seu nome. Para evitar que isso acontecesse, a brasileira pediu a recuperação judicial. Só que fez às pressas e o juiz disse não. Faltaram documentos pra provar que o pedido é necessário.
Agora, o estrago está feito. Virou pública a dor de barriga. Conceitualmente, a estratégia da SouthRock era brilhante: pegar grandes marcas e pulverizar no mercado o mais rápido possível para alavancar os resultados. Só que a pandemia veio, os juros subiram, as pessoas mudaram seus hábitos…
Não importa o que houve. Criar planos e não se adaptar às mudanças tem sempre um risco: A vida nunca é do jeito que planejamos, não é mesmo?
#murilomoreno #consultor #marketing #varejo #estrategia #LinkedInTopVoice
Imagem extraída do link acima
Leio no Ecoa (em matéria reproduzida pelo UOL, conforme citação na figura abaixo) que na Holanda um supermercado criou caixas para ficarem conversando com idosos. Sensacional!
Um dos males que maltratam os “nossos velhinhos” é a solidão. A necessidade de conversar é perceptível, e tal simpática iniciativa merece todos os aplausos.
E quem / quando se fará algo igual aqui no Brasil?
A pirataria é um grande problema no Brasil. E o que dizer dos prejuízos de uma das grandes vítimas, a JBL?
JBL PERDE R$ 500 MI POR ANO COM PIRATARIA DE CAIXAS DE SOM E FONES NO BRASIL
Até agosto de 2023, mais de 45 mil anúncios de produtos falsificados foram derrubados. Se comercializados, poderiam movimentar em torno R$ 400 milhões de reais
Por Marcos Bonfim
“Olha a JBL”, gritam os vendedores pelas praias pelo país. Quase sempre, são produtos falsificados, feitos em países asiáticos e que entram ilegalmente ao Brasil por portos ou pelas fronteiras com países vizinhos. O sucesso global da marca nos últimos anos fez com a marca da Harman, adquirida pela Samsung em 2016, se tornasse um dos alvos da indústria da pirataria.
E o Brasil, com uma das maiores costas litorâneas do mundo, boas condições climáticas, musicalidade na veia e baixo poder aquisitivo, está entre um dos principais destinos desses produtos, segundo dados da empresa.
Na estimativa da Harman, o mercado de falsificados transaciona em torno de R$ 500 milhões por ano em itens da marca por aqui, especialmente caixas de som portátil e fones de ouvido. Um prejuízo que poderia ser bem maior.
No ano passado, por exemplo, a Harman fez denúncias a marketplace e e-commerces que levaram à derrubada de mais de 50 mil anúncios. Em 2023, até agosto, outras 45 mil postagens foram retiradas do ar. O crescimento da pirataria acompanha a evolução do próprio mercado. Dados da consultoria GFK mostram a divisão das caixas de som com expansão de 42% em faturamento nos últimos 12 meses.
Nos cálculos da empresa, se comercializados online, esses produtos movimentariam cerca de R$ 400 milhões. A tarefa é hercúlea e ganhou um novo ritmo na pandemia de Covid-19. Com o número maior de potenciais consumidores online, aumentaram também as ofertas.
“A impressão que dá é que, realmente, a pirataria está muito forte, mas nós estamos sempre tentando mitigar e diminuir”, afirma Rodrigo Kniest, presidente da Harman do Brasil e vice-presidente sênior da região da América do Sul da Harman.
Ele conta que a empresa montou um time, hoje com cinco pessoas, e contratou plataformas digitais que fazem varredura de anúncios na internet. Os profissionais analisam os relatórios e, ao sinal de produtos falsificados, acionam varejistas e e-commerces para a derrubada (continua no link acima).

Imagem: (Harman/Divulgação)
Não pude resistir a essa ilustração e postei: já paguei muito caro em churrascaria que não valeu a pena, e também já paguei muito barato em outras em que fui bem servido.
Ao verificar essa imagem (abaixo), fico pensando: cozinhar é uma arte mesmo! Não adianta “grife de carne”, se você não acertar o ponto dela.
Qual é o seu?

Conhecem essa síndrome empresarial? Pois é: ela é creditada àquelas que querem ser únicas no mercado. São fortes! E são muito conhecidas de nós!
Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI254244-16642,00-SO+PODE+HAVER+UM.html
SÓ PODE HAVER UM
Varejo, alimentação, aviação… O Brasil bate recorde sobre recorde de fusões. São empresas com síndrome de Highlander, querendo decepar os concorrentes – e incorporar sua força
Por Antonio Félix
“Só pode haver um!”, grita o guerreiro Victor Kruger (Clancy Brown) ao atacar Connor Macleod (Christopher Lambert), no filme Highlander, o guerreiro imortal, de 1986. Os dois fazem parte de uma raça de imortais, que por alguma misteriosa razão sentem uma irrefreável vontade de buscar, atacar e aniquilar uns aos outros. A única maneira é decapitando o adversário. E o jogo (e o filme) só acaba quando restar apenas um.
Empresas também não morrem de causas naturais. No Brasil de hoje, perecem, na maioria das vezes, quando um rival se aproxima e, após uma árdua batalha, desfere um golpe que lhes afasta a cabeça do corpo. Como no filme, o vencedor da batalha fica mais forte, mais apto para a próxima luta. A única diferença é que o Highlander corporativo sai por aí com uma cabeça comandando dois, três, às vezes vários corpos. Ah, sim, e a cabeça decepada costuma sobreviver, bem mais rica que antes, sem ter mais de atender às necessidades daquele corpo estranho. (Em alguns casos, porém, um corpo duplo fica também com duas cabeças por algum tempo.)
O mercado do varejo teve recentemente várias batalhas dessas. O guerreiro Ricardo Eletro decepou a Insinuante, formando um corpo chamado Máquina de Vendas. A guerreira Magazine Luiza apossou-se em junho das Lojas do Baú – e ficou mais forte que o Ricardo, preparando-se para a batalha com a dupla Casas Bahia-Ponto Frio (sob o comando de outra cabeça, o Pão de Açúcar). Mas eis que Ricardo decepou a Shopping Eletro, em julho, e voltou a passar a guerreira Luiza.
No mercado da aviação, TAM e Gol fazem as vezes de Kruger e Macleod. A TAM batalha (amigavelmente) com a Trip, e a Gol decapitou no mês passado a Webjet. Na alimentação, a Perdigão digere a Sadia, a JBS colou na Bertin. São os exemplos mais novos de um fenômeno que atinge inúmeras empresas, de incontáveis setores. Todo mundo pensa que é Highlander.
Para entender o motivo de tantos combates, é preciso retroceder até outra guerra. Em meados dos anos 40, nos primeiros momentos pós-Segunda Guerra Mundial, a televisão voltava a funcionar, depois de anos de interrupção por causa do conflito. Era o estopim para um período de expansão das comunicações, que desembocou no advento da internet, nos anos 80, e em seu constante desenvolvimento, até os dias de hoje. Esse é um tempo caracterizado pelo fluxo de informações quase sem barreiras.
“Nesses anos, houve uma queda dramática dos custos de informação”, diz Claudio Felisoni de Angelo, economista, presidente do Provar, núcleo especializado em varejo fundado por professores da USP, e do Ibevar, instituto de executivos do mesmo ramo. Com tanta informação circulando livremente, os produtos e serviços ficaram muito mais fáceis de ser copiados. Por isso, são hoje tão parecidos. Isso significa que não se pode cobrar muito caro por nada. Aumente o preço um pouquinho, e logo surge alguém disposto a vender pelo seu preço antigo. Mantenha o seu preço velho, e logo surgirá alguém vendendo por menos.
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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor indicar o autor para postagem.
Pérolas da Internet: a Malzbier em 1925!
Uma cerveja que faz bem para a saúde, tratada como… Tônico?

Imagem extraída da Web.
Barbie está em alta! O sucesso do filme trás várias discussões, entre elas, sobre a origem da boneca.
Mas você sabe qual a origem dela? Das tirinhas eróticas à transformação infantil, abaixo (extraído de https://www.uol.com.br/splash/noticias/2023/07/22/como-ruth-handler-usou-uma-boneca-para-maiores-para-criar-a-barbie.amp.htm)
CONHEÇA RUTH HANDLER E A HISTÓRIA DA CRIAÇÃO DA BARBIE

A espera acabou: desde a última quinta-feira (20), os fãs da boneca mais famosa do planeta podem se reunir para assistir a “Barbie” nos cinemas, live-action inspirado no universo cor-de-rosa da Mattel.
Como o teaser do longa revela, antes da invenção da Barbie, as meninas tinham bonecas que, no máximo, ajudavam-nas a incrementar brincadeiras sobre a maternidade e os cuidados com um bebê.
Foi a partir dessa observação e carência de mercado, que Ruth Handler, a “mãe da Barbie”, criou um dos brinquedos mais lucrativos da História e uma das maiores empresas voltadas para o público infantil. Mas, como tudo isso aconteceu?
Quando Ruth e Elliot Handler, seu marido, se mudaram para Los Angeles, ainda na década de 1930, a dupla iniciou uma parceria que ia além do matrimônio. Antes de dar à luz seus dois filhos, Barbara e Kenneth, Ruth vendia móveis de plástico desenhados por Elliot. “Descobri que adorava o desafio de vender”, disse ela no livro “Dream Doll”, sua autobiografia.
Os plásticos dos móveis viraram brinquedos e deram origem à Mattel, que nasceu em 1945 em uma pequena garagem. O nome do marido de Ruth e o de Harold “Matt” Matson, amigo do casal, que também foi um dos fundadores da fabricante, formaram o nome da marca: “Matt” + “El”.
Desde então, a Mattel produziu brinquedos tradicionais para meninos e meninas. Um dia, ao observar sua filha brincar com bonecas de papel que trocavam de roupa, Ruth se questionou: por que ela não pode ter um modelo tridimensional para vestir e usar sua imaginação com diferentes looks?
Assim, durante uma viagem de família para a Suíça, Ruth conheceu Lilli, uma personagem voltada para o público adulto — e a inspiração controversa para a Barbie. Ela era a protagonista de tirinhas eróticas publicadas no jornal alemão Bild Zeitung, além de ser uma boneca vendida por lá.
Com 30 centímetros de altura e dona de curvas que exaltavam sua feminilidade estereotipada, Lilli era comprada por homens como presentes para mulheres — uma forma apimentada de demonstrar a elas suas segundas intenções.
De volta aos Estados Unidos, Ruth trouxe consigo alguns modelos da boneca Lilli, e os entregou a Jack Ryan, um engenheiro e designer renomado. Ryan trabalhou por mais de 20 anos na Mattel e chegou a ocupar o cargo de vice-presidente da companhia, além de ser o responsável por desenvolver o primeiro exemplar da Barbie.
Baseando-se na boneca europeia, ele construiu um novo modelo articulado, que retratava uma mulher de cintura fina e seios fartos. Quando mostrou o protótipo a Ruth, ela pediu para que ele se livrasse dos mamilos — eram chamativos demais.
Assim que a ideia finalmente saiu do papel, os executivos da Mattel não apostaram no novo brinquedo. Porém, determinada a fazer sua Barbie chegar às prateleiras, Ruth a apresentou na Toy Fair, a maior feira mundial dedicada ao mercado de brinquedos.
O público do evento, formado majoritariamente por homens, também não confiou no sucesso da Barbie: eles se sentiam desconfortáveis ao ver um objeto no formato de um corpo feminino, sexualizado à exaustão, sendo comercializado como um brinquedo.
Contudo, Ruth entendia que as meninas, seu público-alvo, não teriam a mesma impressão maliciosa. Ela acreditava que a boneca inspiraria as crianças e seria um objeto capaz de fazê-las imaginar infinitas possibilidades sobre o que elas poderiam se tornar quando crescer.
Quase desistindo de seu sonho, Ruth decidiu consultar as próprias crianças sobre o assunto — já que os executivos e as donas de casa, que apelidaram a Barbie pejorativamente de “boneca do papai”, não estavam convencidos. Os grupos focais formados por meninas compuseram a pesquisa, e provaram não só que as crianças adoravam brincar com a boneca, como convenceram as mães de que ela era um item, de fato, inspirador:
“Uma mulher que não gostava da Barbie mudou de ideia quando ouviu sua filha, arteira e bruta, dizer: ‘Mamãe, a Barbie se veste tão bem!'”, contou M. G. Lord, autora do livro “Forever Barbie: The Unauthorized Biography of a Real Doll.”
Afinal, que mãe conservadora não gostaria de ver sua filha admirar e reproduzir os padrões estéticos femininos de sua época?
Para as mulheres norte-americanas dos anos 1950, casar-se era sinônimo de sobrevivência. E foi vestida de noiva que a Barbie estrelou seu primeiro comercial para a TV, ratificando a ideia de que ela era seria um exemplo plástico do caminho que as meninas “de família” estavam destinadas a seguir.
Lançada em 1959, seu sucesso foi tamanho que a Mattel não deu conta da demanda. A partir daí, os mais variados modelos surgiram, e a boneca, cujo nome homenageia Barbara, filha de Ruth, tornou-se o maior símbolo de brinquedos para meninas que já existiu.
Em 1961, Barbie ganhou um companheiro à altura: Ken, referência ao apelido do filho de Ruth e Elliot. As bonecas eram vendidas com catálogos de roupas, algumas posteriormente assinadas por estilistas famosos, e a criação de carros, barcos, casas e todos os tipos de acessórios possíveis ajudavam a tornar seu consumo constante.
Por anos, as estratégias de marketing lideradas por Ruth contribuíram para a consolidação do império da Mattel. Porém, na década de 1970, os planos da empresária começaram a mudar: depois de passar por uma mastectomia dupla, por causa de um câncer de mama, Ruth se interessou pelo mercado de próteses mamárias — ela não aprovava a qualidade das disponíveis na época de sua cirurgia.
Enquanto trabalhava para fundar a Ruthton Corporation, que em 1975 passou a comercializar próteses de tecnologia, seu trabalho na Mattel foi diretamente impactado. Em fevereiro de 1978, uma reportagem do New York Times afirmou que Ruth, ex-presidente da Mattel, e três ex-funcionários da empresa haviam sido indiciados por conspiração, fraude fiscal e apresentação de declarações financeiras falsas às autoridades.
Na época, a Mattel declarou que “nem a empresa, nem nenhum de seus diretores ou executivos atuais eram apontados como réus nas acusações”— antes dos escândalos virem à tona, Ruth se demitiu do cargo que ocupava na companhia. A empresária não contestou as acusações e disse que a doença havia contribuído para o fato, deixando-a “desfocada” dos negócios. O processo não interferiu na administração da Ruthton, empresa que ela vendeu anos mais tarde para uma divisão da Kimberly-Clark.
Em 1997, Jim Barad assumiu o cargo de CEO da Mattel, uma das primeiras mulheres a ocupar tal posição em uma grande empresa. Durante a sua passagem pela companhia, ela presenciou a ascensão das mulheres a grandes cargos corporativos, além de entender a importância dessas profissionais para o sucesso da Barbie.
Como forma de reconhecer a mulher que lutou para que a boneca se tornasse o fenômeno que atravessou gerações, ela convidou Ruth Handler de volta à Mattel, mais de vinte anos após o seu afastamento formal: “As pessoas ficaram muito empolgadas de ver a fundadora do que era a razão do nosso trabalho”, disse Jim, em entrevista à Netflix.
Ruth faleceu pouco tempo depois, em 2002, aos 85 anos, mas seu legado jamais será esquecido. Foi graças a ela que, hoje, meninos e meninas podem brincar com a Barbie, dar asas à imaginação e sonhar em ser tudo aquilo que eles desejarem.

Em “Barbie”, o universo dos brinquedos ganha vida por meio da interpretação de Margot Robbie e Ryan Gosling, que dão vida, respectivamente, à Barbie e ao Ken. No longa, a dupla parte rumo ao Mundo Real, logo depois que a boneca passa a apresentar alguns “defeitos” na Barbielândia.
O filme é dirigido por Greta Gerwig, cineasta que esteve à frente de sucessos como “Lady Bird: A Hora de Voar” (2017) e “Adoráveis Mulheres” (2019). A produção é o primeiro live-action inspirado na famosa boneca, que já foi tema de muitos longas-metragens em animação.
Com roteiro de Noah Baumbach, “Barbie” segue em cartaz, exclusivamente nos cinemas.
Eu estou tentando abolir os refrigerantes do meu dia-a-dia. Mas fiquei curioso: o que seria o sabor +XP dessa Coca-Cola tão diferente?
Como não sou compulsivo, não comprei. Mas quem a bebeu, gostou?

Não se deve fazer isso! Reduzir o tamanho das embalagens e não reduzir proporcionalmente o preço, é uma das formas mais sacanas que se pode utilizar para ludibriar o consumidor.
Neste quadro da Revista Isto É (link em: https://istoe.com.br/as-embalagens-encolheram/), dá para se ter uma noção prefeita dessa atitude:
Coisas que eu nunca entenderei: no mercado, junto aos energéticos, eis que vejo esse “Energético Fake Infantil”: sem cafeína e sem taurina, com vitaminas.
O apelo é grande: Sonic!
Mas… eu não me sentiria confortável se minhas filhas consumissem.
Excesso de melindre ou não?

O quanto as ações das Lojas Americanas despencaram depois da descoberta de maquiagens fiscais e outras fraudes… Quantos prejuízos causaram e quantos engodos deram.
Claro, a situação é ruim e recentemente a própria empresa reconheceu o golpe. Mas, de inocente, não tem nada.
Compartilho: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/andre-roncaglia/2023/06/a-fraude-nada-inocente-nas-lojas-americanas.shtml
A FRAUDE NADA INOCENTE NAS LOJAS AMERICANAS
Como qualquer instituição humana, governança empresarial está sujeita a erros e manipulação oportunista
Por André Roncaglia
As pedras do cais já sabiam que o caso Americanas foi a maior fraude corporativa já registrada no Brasil. O esqueleto financeiro exumado chega perto de R$ 50 bilhões.
Em seu livro “Double Entry” (Partidas dobradas: como os mercadores de Veneza criaram as finanças modernas), Jane Gleeson-White conta como o método veneziano de gestão comercial —codificado em 1494 pelo frade florentino Luca Pacioli— liberou as forças produtivas do capitalismo, mas também alavancou as fraudes e manipulações. É difícil, portanto, dissociar o avanço do capitalismo da corrupção corporativa.
Adam Smith já desconfiava das sociedades anônimas por separarem propriedade e gestão. No celebrado livro “A Riqueza das Nações”, Smith destacava a “negligência e exuberância” que prevaleciam na gestão destas empresas.
Segundo ele, tais custos de agência cresceriam em linha com a expansão do poder de mercado das grandes corporações. A desconfiança de Smith tinha fundamento.
A governança corporativa se desenvolveu no século 20 para mitigar tais custos, por meio de maior transparência e a definição de incentivos que alinhassem os interesses de gestores e acionistas e, mais tarde, destes com a sociedade.
Como qualquer instituição humana, a governança empresarial está sujeita a erros de desenho e à manipulação oportunista. Apesar dos avanços, o resultado geral está longe de satisfatório.
Estudo recente de Dyck, Morse e Zingales (2023) sugere que, apesar de ser disseminada a prática de fraudes corporativas, apenas um terço delas é descoberto; e mais: cerca de 40% das empresas com capital em bolsa cometem violações contábeis sistematicamente, destruindo 1,6% de seu valor de mercado a cada ano —US$ 830 bilhões (R$ 4 trilhões) em 2021.
O estudo se baseia nos EUA, em que há mais transparência e controle. No Brasil, suspeito que o problema seja ainda maior.
Receba no seu email o que de mais importante acontece na economia; aberta para não assinantes.
O órgão responsável por supervisionar o mercado de capitais no Brasil, a CVM(Comissão de Valores Mobiliários) teve seu orçamento reduzido, em 2022, ao menor patamar em 13 anos, e não faz concurso de reposição de quadros desde 2010.
O órgão custa aos cofres públicos cerca de R$ 250 milhões anualmente para monitorar cerca de R$ 25 trilhões em valores de mercado: beira o apagão da fiscalização sobre as condutas corporativas. Onde passa boi…
A corrupção privada raramente galvaniza a fúria do público e da imprensa como a que se dá na esfera do Estado.
Como provocou J.K. Galbraith, em “A economia das fraudes inocentes”, corporações não existem no vácuo: suas ações afetam a esfera pública e, portanto, precisam de regulação estatal. Afinal, o mecanismo privado de auditoria é falho e facilmente distorcido por conflitos de interesse.
Dentre os vários escândalos, relembro como a Enron sepultou a empresa de auditoria Arthur Andersen, que fez vista grossa para o histórico de fraudes financeiras e contábeis.
No caso das Lojas Americanas, há fortes indícios de omissão motivada por parte do conselho de administração, das auditorias PwC e KPMG e dos bancos envolvidos. O esquema furtou milhões de seus acionistas minoritários, funcionários, fornecedores e credores.
Sabendo da insolvência da empresa, a antiga diretoria e os acionistas controladores foram agraciados com a isenção de IR (imposto de renda) sobre dividendos distribuídos muito acima da média do mercado, bem como pela venda antecipada de sua participação acionária com os preços em alta.
O efeito vai além: a desarticulação da vasta cadeia de fornecedores produziu desemprego, difundiu a desconfiança que congelou o mercado de crédito privado e reduziu a arrecadação tributária.
Não há meritocracia quando vícios privados se tornam custos socializados de forma reincidente, como é prática reconhecida do trio Lemann-Telles-Sicupira da 3G Capital. Parafraseando o Fabiano, personagem de “Vidas Secas”: o nome disso é safadeza.

Crédito da Foto: SOPA Images/LightRocket via Gett, extraído de CNN Brasil.com.br
Dias atrás falamos sobre a tradicionalíssima Tupperware, que estava em crise (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-LTl). Outra empresa tão mítica quanto ela, a Pyrex, passa pelos meus problemas.
Quem nunca levou algum “restinho de comida” num potinho da Tupperware ou num Pyrex pequeno?
Extraído de: https://dol.com.br/noticias/mundo-noticias/814147/fabricante-de-utensilios-de-cozinha-pyrex-pede-falencia?d=1
FABRICANTE DE UTENSÍLIOS DE COZINHA PYREX PEDE FALÊNCIA
A empresa alega ter dívidas demais para suportar o aumento das taxas de juros
de falência nos Estados Unidos na última segunda-feira (12), alegando ter muitas dívidas para suportar o aumento das taxas de juros e as condições de crédito mais rígidas do governo.
A empresa norte-americana sucumbiu aos ventos financeiros contrários agravados pela diminuição de gastos dos consumidores que tiveram de lidar com a inflação no país.
Controlada pela empresa de private equity Cornell Capital LLC, a Instant Brands e 14 afiliadas entraram com um pedido de proteção contra credores ao tribunal federal de falências no sul do Texas. A companhia tem até 1 bilhão de dólares para quitar as contas e fechar as atividades no país.
As vendas líquidas da Instant Brands caíram 21,9% no primeiro trimestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2022, o sétimo trimestre consecutivo de queda nas vendas ano a ano, de acordo com a S&P Global ao rebaixar de classificação a Instant Brands na semana passada.
Apesar disso, a Instant Brands disse que planeja continuar a operar enquanto se reestrutura e, para isso, alinhou 132,5 milhões de dólares para financiamento.
“O aperto dos termos de crédito e as taxas de juros mais altas afetaram nossos níveis de liquidez e tornaram nossa estrutura de capital insustentável”, disse o presidente-executivo Ben Gadbois em comunicado.

A Instant Brands, fabricante dos utensílios de cozinha Pyrex, entrou com pedido de falência nos Estados Unidos | Divulgação
Nos tempos do politicamente correto, muitos cuidados se deve tomar para não ofender minorias sociais. E creia: isso tem sido um tema relevante à indústria editorial.
Extraído de: http://temas.folha.uol.com.br/liberdade-de-opiniao-x-discurso-de-odio/liberdade-de-expressao/mercado-editorial-adota-funcao-do-leitor-sensivel-para-evitar-boicotes.shtml
MERCADO EDITORIAL ADOTA FUNÇÃO DO ‘LEITOR SENSÍVEL’ PARA EVITAR BOICOTES
Por Amanda Ribeiro Marques
A sensibilidade dos tempos de causas identitárias gerou uma profissão no mercado editorial: o “leitor sensível”.
Surgido nos países de língua inglesa e atuando ainda de forma incipiente no Brasil, o “sensitivity reader” é, normalmente, um integrante de grupos sociais contratado para apontar, ainda no manuscrito, conteúdos que possam provocar pressões e boicotes.
A maioria se qualifica por características como cor da pele, nacionalidade, orientação sexual, vícios, histórico de abuso sexual e problemas psiquiátricos. Parte tem formação literária, mas importa pouco. O principal é a experiência pessoal, que permite identificar conteúdos suscetíveis a afrontar minorias.
Dois exemplos de desagrado militante foram registrados nos Estados Unidos em 2015 e 2016, quando as autoras Emily Jenkins (“A Fine Dessert”) e Ramin Ganeshram (“A Birthday Cake to George Washington”) foram criticadas por ilustrarem seus livros infantis com escravos sorridentes.
Jenkins, americana loira de olhos claros, foi acusada de retratar a escravidão como “desagradável, mas não horrenda”. Desculpou-se e doou os lucros a uma organização de incentivo à diversidade literária.
No caso de Ganeshram, americana cujos pais são de Trinidad e Tobago e do Irã, a obra saiu de circulação e recebeu diversas resenhas negativas.
Críticas a obras e autores não são novidade nem o que mais preocupa a PEN America, organização que promove a liberdade de expressão.
Mais grave, diz Sarah Edkins, diretora de comunicação da entidade, é a alta dos “book challenges”, pedidos de retirada de livros considerados impróprios de bibliotecas e escolas. Segundo relatório da PEN America em 2016, obras com personagens negros, LGBT ou portadores de deficiência são as maiores vítimas.
As solicitações são feitas tanto por grupos sociais que se sentem representados de maneira insensível quanto por grupos conservadores, que se opõem à apresentação dessas temáticas a crianças.
Como os pedidos são feitos a nível local, não há estimativas precisas sobre o total de requerimentos. A decisão do banimento cabe a cada uma das bibliotecas.
É esse cerco que o “leitor sensível” visa evitar. Como não existe curso ou linha de orientação, cada um tem seu método de trabalho. Parte produz um relatório sobre a obra como um todo. Outros comentam trecho a trecho, apontando por que tal termo é ofensivo ou tal passagem desrespeita determinada identidade.
“Com esse trabalho, transformo em força aquilo que me colocaria em desvantagem em uma sociedade que só valoriza homens brancos, heterossexuais e cisgênero, e recebo compensação financeira por algo que antes só servia para me discriminar”, diz o canadense Sharmake Bouraleh, 22.
Gay, negro, muçulmano e diagnosticado com transtornos de ansiedade, Bouraleh tem formação em escrita criativa. Ele diz ter sido atraído para a função por ter suas identidades marginalizadas e mal caracterizadas na literatura.
A americana Ashley Mitchell, revisora que decidiu atuar como “leitora sensível”, partilha desse objetivo. Ela afirma querer alertar escritores brancos sobre equívocos em personagens negros.
“Era visível para leitores politicamente corretos que essas representações não eram precisas e que isso poderia ser facilmente resolvido com o feedback de grupos marginalizados representados nas obras”.
MERCADO NACIONAL
No Brasil, a função dá seus primeiros passos. A Seguinte, segmento jovem do grupo Companhia das Letras, tomou a dianteira e contratou a advogada travesti Terra Johari, 25, para colaborar no processo de tradução de “Fera”, da americana Brie Spangler (ed. Seguinte, 384 págs., R$ 27,90). Uma das personagens é trans.
Johari avaliou a tradução de termos e diálogos e ajudou a elaborar um glossário de conceitos relacionados à transgeneridade. Pela produção de um parecer de nove páginas embasado em teorias de gênero e experiências pessoais, recebeu R$ 500. No mercado anglófono, esse serviço rende cerca de US$ 250 (R$ 825).
Para Nathalia Dimambro, editora da Seguinte, a experiência deve ser repetida. “Quando um autor escreve sobre uma minoria da qual não faz parte, pode sem querer reforçar estereótipos ou usar termos que sejam mal interpretados.”
Há quem enxergue o processo como tentativa de censura ou de impedir o escritor de apresentar sua visão de mundo, ainda que esta seja tachada de politicamente incorreta.
Stacy Whitman, editora da americana Lee and Low Books, discorda. Para ela, o processo de edição não pode ser confundido com censura.
Sarah Edkins, da PEN America, defende tanto o direito à liberdade de expressão quanto o de os editores rejeitarem o que não quiserem publicar. “Autores e editores sempre fizeram considerações individuais sobre a recepção das mensagens e a potencial repercussão social das obras.”

Hoje é Dia dos Namorados, data criada pelo publicitário João Dória para alavancar as vendas que andavam paradas no mês de junho. Enquanto que no exterior o Dia dos Namorados é no Dia de São Valentino (Valentino’s day), aqui é na véspera de Santo Antonio (primeiro se comemora o namoro, depois o “casamenteiro”).
Olha só como comercialmente surgiu a data:
DIA DOS NAMORADOS
Nosso Dia dos Namorados (12 de junho) foi criado para ser uma data comercial, contrariando o tradicional Dia dos Namorados mundo afora (14 de fevereiro). Seu idealizador foi João Dória (pai do apresentador João Dória Jr,), que trabalhava na agência de publicidade Standard, e teve como missão bolar um evento comercial para a rede de lojas Cliper, grande varejista da época, que sempre se queixava das poucas vendas do mês de junho. Aproveitando a véspera do dia de Santo Antonio em 13 de junho, (que tem a fama de ser casamenteiro no Brasil, muito embora não exista essa fama no exterior), criou o slogan: “não é só de beijos que os namorados vivem”. Tal bordão se popularizou, e outras empresas passaram a comercializar com base no dia dos namorados.
A propósito de São Valentino, ele foi um bispo que viveu em Roma e morreu como mártir, pois durante o império de Claudius II, o governante impôs uma lei proibindo o casamento, já que acreditava que soldados solteiros eram mais despojados em combate, pois os casados acabavam pensando em seus familiares e não “renderiam” como desejado. E Valentino, ocultamente, ajudava os casais a celebrarem o Matrimônio. Foi preso e morto cruelmente.
Nesta data, na Inglaterra, é costume os casais trocarem doces. Na Itália, ocorrem jantares românticos. Na Dinamarca, os homens empastam rosas e pétalas e dão um buquê de flores conhecido como “flocos de pétalas”. No Japão, são as mulheres que presenteiam seus parceiros com chocolate. Opa, quero comemorar a data no melhor estilo japônes!!!!!

Imagem extraída de: https://www.annaramalho.com.br/o-coracao-a-razao-e-a-pessoa/

Os números de vendas de maio ajudaram a marca Jeep® a manter a liderança entre os SUVs no país considerando os cinco primeiros meses do ano! Com …
Continua em: Jeep® Compass segue como o SUV mais vendido do ano e Commander mantém a liderança na sua categoria
Puxa, vi que o local onde foi a tradicional agência “0032” do Unibanco na Rua Rangel Pestana, em Jundiaí, está para alugar. Foi lá que tive minha primeira conta-corrente! Era um ótimo banco, mas ficou péssimo depois que o Itau assumiu o controle e dividiu o local em dois bancos: Itau e Personalitte.
Mas repare como era aquela rua nos anos 80/90: você tinha o Unibanco (virou Itau e fechou), tinha o BFB que virou Sudameris, encostado com o Banco Real (que virou Abn Amro Bank e depois Santander), vizinho do Banco Geral do Comércio (que virou Santander também) separado pela Rua Padroeira do Noroeste (que virou… Santander). Todos esses, em frente ao Banespa (comprado pelo Santander). Do outro lado da rua, tínhamos o Econômico, que quebrou e virou BBVA (e depois Bradesco), do lado da principal agência Bradesco, bem encostada com o Bamerindus, que virou HSBC e acabou se tornando… Bradesco!
Na Rua do Rosário, próximo da Catedral, o mesmo fenômeno: o Banco Bandeirante virou Unibanco e depois Itau, o BCN virou Bradesco e o Bamerindus… o dali, sumiu!
E para dizer que não lembramos: na Rua Barão de Jundiaí, o Comind, Auxiliar, Meridional, Nacional, Poupança Haspa e Finasa!
Quantos bancos, dos inúmeros que tínhamos, sobreviverão?

Imagem extraída da Internet.
Com esse tempo chuvoso, o preço das frutas disparou. Não se tem qualidade, variedade e nem oferta.
A única coisa barata que achei foi a atemoia (ou fruta-do-conde): R$ 3,00 a unidade.
Aliás, tudo está tão caro nos mercados…

Eu confesso: aprecio energéticos, e o Red Bull é um dos meus preferidos.
Dos novos sabores, gosto de Melancia, Água de Côco e Pitaia. Mais ou menos, vai bem o de Açaí. Não curti o de Pêssego com Morango nem o Tropical. Mas esse de Cereja com Frutas Silvestres (apesar do açúcar) é muito bom!
Já provou esse?
