– Empresas que Trapaceiam ou se Atrapalham?

Domingo passado, em busca de ovos de chocolate em grande quantidade.

Vamos lá: melhor preço foi do Ovo “Lacta ao leite 196g” no Extra de Jundiaí – R$ 23,90.

Na entrada da loja, uma faixa que esses mesmos ovos estão em promoção, por R$ 19,90.

No corredor, um carrinho cheio dos ovos Lacta ao leite com um cartaz escrito em letras garrafais: “só hoje, por R$ 13,90”.

Na gôndola, outro lembrete: acima de 3 unidades, desconto de 15%!

Promoção sensacional, né? Mas, na hora de passar no caixa… Depois de 40 minutos na fila (aliás, que péssimo atendimento o Extra tem…), o preço não tinha nenhum desconto. Após reclamar, chamar gerente, debater, etc… cada ovo custou R$ 11,81.

Agora esqueça os Ovos de Páscoa e pense: quando você vai ao mercado, confere se todos os itens estão realmente sendo cobrados como o anunciado na prateleira? E se os “descontos que aparecerão no final do cupom” realmente representam o prometido?

Fica a dica. E a dúvida: são erros de quem se atrapalha ou de quem se aproveita do consumidor?

imgres.jpg

– Yes, Rum não é Cachaça!

Ufa! Depois de muito tempo brigando com os EUA, uma vitória da pinga brasileira!

A nossa Aguardente era classificada como Rum, sofrendo com isso uma alta carga de impostos. Alguns chamavam a bebida pura pelo nome de Caipirinha. Mas, enfim, os americanos aceitaram a classificação como “Cachaça”.

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/113073_EUA+RECONHECEM+A+CACHACA+COMO+BEBIDA+BRASILEIRA

EUA RECONHECEM A CACHAÇA COMO BEBIDA BRASILEIRA

Por Carla Jimenez

Depois de anos de negociações, a Tax Tariff Bureau, divisão responsável pela regulamentação tarifária de produtos comercializados nos Estados Unidos, chancelou a classificação da aguardente brasileira como “cachaça”, abandonando o rótulo improvisado pelos importadores estrangeiros de “rum brasileiro”.

Segundo Ricardo Gonçalves, diretor superintendente da Cia Muller de Bebidas, que fabrica a caninha 51, o Brasil tentava o reconhecimento nos Estados Unidos, com apoio de entidades, desde o ano 2000. “Agora, só as bebidas destiladas no Brasil terão essa denominação”, diz Gonçalves, que também é presidente do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe).
 
O reconhecimento da bebida brasileira era esperada desde que a presidenta Dilma Rousseff visitou o presidente Barack Obama, em abril do ano passado. Na ocasião, ficou acertado que os americanos certificariam a ‘branquinha’, e o Brasil fariam o mesmo para o bourbon, o uísque americano.
 
Hoje o Brasil exporta, globalmente, apenas US$ 14 milhões em cachaça. Com a nova denominação, há oportunidades de aumentar esse número, avalia Cesar Rosa, presidente das Indústrias Reunidas de Bebidas, que produz a Velho Barreiro. “Este foi um grande passo, mas é apenas o primeiro”, diz Rosa. “O setor ganha mais força para ganhar a denominação oficial da cachaça em todo o mundo, a partir de agora.”

mi_3012724419440866.jpg

– A Copa da Coca-Cola, queira ou não, é Empolgante!

Você pode detestar futebol, não beber refrigerantes e criticar o capitalismo. Como eu, não desejar uma Copa do Mundo no Brasil e se indignar com autoridades que dão “pão e circo” para seu povo.

Mas uma coisa é inegável: existe gente competente trabalhando no Mundial. E um dos patrocinadores, a Coca-Cola, prova isso.

Assisti e compartilho o vídeo “A Copa de Todo Mundo”, onde a empresa americana entusiasma as pessoas com a mensagem positivista / otimista da Copa, do Brasil e dos Brasileiros.

Se você não viu, aqui: http://www.youtube.com/watch?v=u-tp3SwitMY

imgres.jpg

– O Supermercado do Futuro

Em breve, você estará indo a mercados sem caixas, carrinhos inteligentes e filas-zero.

São os novos supermercados hi-tech, que surgem aos poucos!

Extraído de Istoé Dinheiro, Ed 18/05/11, pg 14

SUPERMERCADO DO FUTURO

Os congelados derretendo, e cliente parado na fila do caixa esperando para pagar suas compras. Em breve, essa cena será coisa do passado.

Por Flávia Gianini

Imagine pegar o carrinho de compras com um monitor trazendo as ofertas do dia na tela, e mais, já calculando todos os produtos que você está comprando. Isso existe e já está sendo usado pelo Walmart nos EUA e a rede alemã Metro.

No Brasil, a tecnologia é quase inédita para o grande público, mas já há testes para sua aplicação, pois com dinheiro em mãos, o brasileiro vai mais frequentemente às compras.

Pesquisa aponta que a frequência das idas do consumidor ao supermercado aumentou de 106 visitas, entre 2008 e 2009, para 123 vezes em 2010.

O setor, que faturou R$ 185 bilhões em 2010, sendo 31% deste valor só no Estado de São Paulo faz projeções otimistas para o futuro, mesmo em meio a uma anunciada desaceleração econômica.
Os varejistas comemoram o aumento do consumo, mas já estão atentos à consequência quase que inevitável do sucesso nas vendas: as indesejáveis filas. Assim buscam soluções que tornem a experiência o mais dinâmica possível.

De olho nisso,  a Associação Paulista de Supermercados (Apas), discute a necessidade de inovação do setor durante a feira que realiza todos os anos e que é a maior mundo.

A tecnologia chamada RFID (Radio Frequency IDentify) é uma etiqueta eletrônica, que substitui o código de barras nos produtos e nas gôndolas das prateleiras, e que emite ondas de rádio. Assim, quando o consumidor coloca um produto no carrinho, junto ao monitor, um sensor capta os sinais por meio do RFID, identificando o produto, sua validade e o preço.

Estas informações aparecem na tela do carrinho permitindo ao cliente, um maior controle na compra, já que ele pode visualizar todos os itens, preço por unidade, valor total, informações nutricionais e até receber dicas de receitas para cada item.
Na hora do pagamento, uma antena no caixa capta os sinais do carrinho e já transmite ao computador do atendente quais os produtos comprados e qual o valor final a ser cobrado. O cliente chega ao caixa, passa o seu cartão de crédito do mercado e a compra está finalizada.

imgres.jpg

– AB Inbev barrada pela Justiça Americana

Vejam só: o apetite dos donos da Ambev é insaciável. A Cervejaria, dona da Bhrama, Budweiser e outras dezenas de marcas, quer realmente o mundo. Agora, tentou comprar a cervejaria mexicana Corona,. mas a Justiça dos EUA não permitiu.

Entenda, extraído de: http://istoe.com.br/reportagens/274125_UM+BRASILEIRO+NA+MIRA+DOS+EUA

UM BRASILEIRO NA MIRA DOS EUA

Departamento de Justiça americano bloqueia compra de cervejaria mexicana pela AB Inbev, presidida pelo carioca Carlos Brito, e acusa a líder mundial do setor de praticar concorrência desleal

Por Mariana Queiroz Barboza

Uma ameaça à concorrência dentro de um mercado já altamente concentrado. Foi com esse argumento que, na semana passada, a divisão antitruste do Departamento de Justiça dos Estados Unidos bloqueou a compra do Grupo Modelo, fabricante mexicana da cerveja Corona, pela belga-brasileira Anheuser-Busch InBev, gigante controladora da Ambev. O negócio, da ordem de US$ 20,1 bilhões, levaria a AB Inbev a deter metade do mercado americano – o suficiente para incomodar o governo de Barack Obama, temeroso de que a aquisição facilitasse a coordenação dos preços entre a líder Inbev e a vice-líder MillerCoors. “Nós permanecemos confiantes em nossa posição e pretendemos contestar vigorosamente a ação do Departamento de Justiça na corte federal”, disse a Inbev em comunicado. A empresa, porém, já não espera mais que o negócio seja assinado no primeiro trimestre de 2013.

Para especialistas, é improvável que a Inbev recue. “Não há a menor chance de a AB Inbev desistir desse negócio”, disse à ISTOÉ Hans D’Haese, analista do banco belga Degroof. “Ele é muito importante para simplesmente abandoná-lo.” A AB Inbev já possui 50% da cervejaria mexicana e, agora, pretende adquirir o restante. Para isso, a Modelo venderia sua parte na importadora Crown, responsável pela distribuição dos produtos do grupo nos EUA, num movimento que criaria uma “concorrência de fachada” na avaliação de William Baer, chefe da divisão antitruste. Os analistas apostam que as empresas farão concessões – entre elas, abrir mão de algumas instalações da Modelo no México – para conseguir a aprovação do acordo e, assim, evitar uma desgastante briga judicial. D’Haese calcula que os ganhos de sinergia, previamente estimados em US$ 600 milhões por ano, devem ser reduzidos depois disso. A estimativa dele é de que a negociação leve, pelo menos, mais seis meses. Em caso de rompimento do acordo, a AB Inbev terá que pagar à Modelo uma multa de US$ 650 milhões.

No centro do interesse da AB Inbev, além da consolidação de sua liderança nos EUA, está o mercado mexicano, que se beneficia de uma economia que cresceu 4% no ano passado e um perfil demográfico favorável (classe média ascendente e taxas de urbanização e gastos do consumidor em expansão).“O Grupo Modelo tem sido um dos nossos parceiros mais importantes por mais de 20 anos e estamos satisfeitos de envolver nosso longo e bem-sucedido relacionamento nessa combinação”, disse o brasileiro Carlos Brito, presidente global da AB Inbev, no anúncio do acordo, em 2012. No período citado por Brito, a Modelo importou e distribuiu a Budweiser e a Bud Light, marcas da Inbev, no México. Em solo americano, contudo, a Modelo vinha ganhando espaço ao resistir à escalada de preços coordenada pela própria Inbev. “As duas maiores cervejarias, AB Inbev e MillerCoors, frequentemente acham que é mais lucrativo seguir os preços de cada uma do que competir agressivamente por uma fatia maior do mercado cortando os preços”, diz o Departamento de Justiça em documento oficial. “Entre outras coisas, a ABI inicia o reajuste anual de preços com a expectativa de que os preços da MillerCoors seguirão os seus. E eles seguem.”

Para Bill Knoedelseder, autor do livro “Bitter Brew: The Rise and Fall of Anheuser-Busch and America’s Kings of Beer” (“Bebida Amarga: A Ascensão e a Queda da Anheuser-Busch e dos Reis da Cerveja dos EUA”, numa tradução livre para o português), “a AB Inbev não é conhecida por fazer boas cervejas, mas por ficar cada vez maior e entregar bons retornos aos investidores.” A empresa nasceu há nove anos da fusão da brasileira Ambev com a belga Interbrew e, em 2008, adquiriu a americana Anheuser-Busch por US$ 52 bilhões. As vendas da Budweiser, até há pouco tempo a cerveja mais popular entre os americanos, estão caindo (só no terceiro trimestre do ano passado o recuo foi de 7% em volume). No mesmo período, incluindo todas as suas marcas, as vendas da Inbev caíram 0,3% no mundo, sem contar os negócios gerados por aquisições. “A Inbev faz dinheiro cortando custos, demitindo pessoas e aumentando os preços”, disse Knoedelseder à ISTOÉ. “No fim das contas, a cerveja é o que menos importa.”

mi_4781976984934897.jpg

– Gradiente vence o 1o Round contra a Apple

Coisas curiosas no mundo da Administração: a Gradiente houvera anos atrás registrado o nome iPhone para si aqui no Brasil, antes da Apple lançar o seu famoso Smartphone. Dias atrás, divulgado amplamente, a empresa brasileira entrou na Justiça contra a norte-americana pois lançava seu smartphone iPhone e queria fazer valer a propriedade do seu nome.
A novidade é: a partir do dia 05 de fevereiro, a Apple não poderá mais vender no Brasil o iPhone com o nome de iPhone, segundo o INPI!
Extraído de: http://www.administradores.com.br/noticias/tecnologia/apple-perde-direito-sobre-nome-iphone-para-gradiente-diz-site/73146/

APPLE PERDE DIREITO SOBRE NOME IPHONE PARA GRADIENTE, DIZ SITE
Nos EUA, a Apple passou por uma situação semelhante, porque o nome “iphone” pertencia à Cisco.
De acordo com o portal do jornal O Globo, a Apple terá de enfrentar uma dura batalha no Brasil a partir da próxima terça-feira (5). Segundo a publicação, ç (INPI) vai divulgar neste dia, na próxima edição de sua revista oficial, a rejeição a pedidos da empresa norte-americana para uso do nome iPhone em aparelhos celulares ou outros produtos de áreas próximas. O motivo: a Gradiente conseguiu a patente do nome sete anos antes de o popular smartphone ser lançado.
De acordo com site de O Globo, após a publicação das rejeições, a Apple passará a correr o risco de sofrer processos no Brasil, se continuar comercializando o iPhone. Para complicar mais ainda a situação, a Gradiente lançou neste ano uma linha de smartphones com o mesmo nome.
Nos EUA, a Apple passou por uma situação semelhante, já que o nome “iphone” pertencia à Cisco. Depois de um processo, entretanto, as duas companhias entraram em acordo.

noticia_73146.jpg

– Liquidações com Apelo Proibido?

Durante as promoções de algumas lojas, é comum as expressões “Queima de Estoque”, “Liquidação Total” ou “Bota Fora”.

E não é que o Shopping de Decorações D&D resolveu reinvindicar a exclusividade do termo “Bota Fora” para si, sendo que já existia até mesmo registro da expressão no INPI por parte dele?

Ontem, vi em São Paulo uma loja grafando: “Põe pra Fora”. Teria sido provocação / ironia?

Extraído de: http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201301210933_TRR_81933786

SHOPPING PROÍBE QUE LOJAS USEM TERMO “BOTA FORA” EM PROMOÇÕES

O Shopping D&D, de São Paulo, está notificando lojas de decoração concorrentes que usam o termo “bota fora”. O shopping registrou a expressão como marca no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) em abril de 2007, de acordo com informações do jornal Valor Econômico publicadas nesta segunda-feira.

O D&D notificou empresas e já entrou com duas ações contra o uso da expressão, de acordo com o jornal. A loja de móveis Sylvia Design chegou a entrar com um pedido de nulidade da marca na Justiça, por considerar que a expressão é popular e de uso comum em liquidações.

imgres.jpg

– Eficiente propaganda do Magazine Luiza frente ao Ponto Frio

Ontem, a rede varejista Magazine Luiza fez uma maciça propaganda sobre sua tradicional liquidação. Já virou um evento, e as filas dobram as esquinas com clientes a espera de descontos de até 70% de produtos de mostruário.

Hoje cedo, as 07h da manhã no Centro de Jundiaí, a fila saia da Rua Barão de Jundiaí, dobrava a Padroeira, virava à Rosário e alcançava a Praça Governador Pedro de Toledo (Matriz). Não há dúvida que a publicidade funcionou.

No entanto, o Ponto Frio (na mesma Rua Barão de Jundiaí), estava com placas e faixas anunciando queima anual de produtos, numa liquidação nos mesmos moldes e descontos. Porém… estava com um batalhão de vendedores a porta e nenhum cliente!

Vale o jargão popular: “propaganda é a alma do negócio”.

– Gafes de Grandes Organizações via Twitter

Muitas empresas investem bastante no microblog Twitter. A ferramenta virou uma necessidade para melhorar a interação entre organizações e consumidores. Porém, muitas vezes a ideia de se tornar amigo do seguidor não dá certo e gafes surgem…

Extraído da Revista Superinteressante, ed Dezembro/2012, pg 16.

QUANDO O TUÍTE SAI PELA CULATRA

As empresas vivem tentando inventar novos jeitos de usar o Twitter para divulgar suas marcas e produtos. Mas isso nem sempre dá certo.

Por Manuela Macagnan

ERA UMA VEZ UMA UNHA – McDonald’s

Criou a hastag #McDstories, convidando o público dos EUA a contar as boas lembranças que tem na lanchonete. Mas os consumidores resolveram fazer o contrário – e só contar histórias ruins, da pessoa que diz ter encontrado uma unha no BigMac atee casos de infecção alimentar. O McDonald’s não pode fazer nada, a não ser esperar que as pessoas se cansassem da brincadeira.

SUÉCIA DE PEITO ABERTO – Governo da Suécia

Decidiu colocar cidadãos comuns para comandar seu Twitter. O objetivo era mostrar o país sob diferentes pontos de vista e estimular o turismo. Atee que a blogueira Sonja Abrahmsson, 27, foi a escolhida e barbarizou: postou mensagens homofóbicas e antissemitas e uma foto de si mesma sem blusa. O governo lamentou o ocorrido, mas não apagou os comentários – alegando que o objetivo do projeto é mostrar todos os lados da sociedade sueca.

CAMBADA DE BARBEIROS – Chrysler

Exibiu uma campanha publicitária na TV se orgulhando de sua cidade natal, Detroit. Até ue apareceu a seguinte mensagem no Twitter da empresa:” É irônico Detroit ser conhecida como a cidade do carro, porque aqui todo mundo é barbeiro para c****ho”. A Chrysler disse que sua conta havia sido invadida e apagou o tuíte.

– A Importância de Atender Bem ao Consumidor

Muitos devem ter ouvido falar do vídeo “Não é uma Brastemp”. Afinal, foram quase meio milhão de visitas no YouTube, cujo vídeo mostra a insatisfação de um comprador de geladeira descontente com a qualidade da Brastemp. O nome vem a partir de uma ironia às tradicionais propagandas da marca.

Abaixo, uma interessante matéria sobre como as empresas devem cuidar da sua imagem e a repercussão veloz sobre desrespeitos ao cliente, graças às mídias sociais.

Abaixo, extraído de Época Negócios, Ed Março/2011, pg 139-140 (por Flávia Yuri, Débora Fortes e Viviane Maia)

O MARKETING BOM DE PAPO

O procurador público Oswaldo Luiz Borelli, 58 anos, não é exatamente um fã de tecnologia. Em pouco mais de um ano depois da criação da sua página no Twitter, tinha 16 seguidores e nenhum post. Isso não impediu que ele protagonizasse um dos episódios de maior repercussão na rede social em janeiro deste ano. Borelli fez um vídeo contando sua saga para trocar uma geladeira Brastemp. Depois de três meses de uso, ela estava com um vazamento de gás que as autorizadas não conseguiam consertar. Foram três meses de contato com o atendimento da Brastemp até conseguir um acordo. Ele deveria entregar a geladeira quebrada e pagar uma diferença por um modelo novo. Mas a empresa não entregou o produto na data combinada. “Depois de 90 dias sem geladeira, estourei”, afirma. Com o vídeo Não é uma Brastemp, Borelli angariou 3,2 mil seguidores no Twitter e teve mais de 470 mil visualizações. No dia 21 de janeiro, o vídeo colocou a marca Brastemp entre os quatro assuntos mais comentados no Twitter no mundo. Cinco dias depois de postá-lo no Twitter e no Facebook, o problema foi resolvido.

Há, no episódio vivido pelo procurador, pelo menos seis lições sobre a relação entre consumidores, marcas e empresas nos dias de hoje:

1) As companhias estão a um clique do consumidor;

2) As redes sociais amplificaram a voz do cliente;

3) Mesmo organizações detentoras de supermarcas não estão preparadas para responder na velocidade que a internet exige;

4) As empresas não conseguem mais se esconder atrás da velha e burocrática forma de atendimento ao consumidor;

5) As marcas precisam de monitoramento constante;

6) O novo consumidor, que alcança a empresa pelos novos canais da internet, não é só o jovem antenado. Cada vez mais, essas lições passam pelas redes sociais.

O que fazer para proteger uma marca de campanhas negativas que se espalham em nanossegundos? Assimilar os ensinamentos acima é dar o primeiro passo no que especialistas chamam de marketing do futuro ou novo marketing. Mas, mais do que isso, entender quais serão as estratégias capazes de alcançar o consumidor do futuro passa, necessariamente, por entender de que forma esse novo consumidor pesquisa, escolhe, compra e se relaciona com marcas e empresas.

EU OPINO, TU OPINAS, ELE COMPRA

O consumidor do futuro já existe. Ele quer opinar, escolher, criticar e sentir que é ouvido com interesse. “Os consumidores querem conversar com as marcas, e isso não é banal. Poucas empresas estão prontas para esse diálogo”, diz Pedro Porto, diretor de convergência da agência Fischer+Fala!.

Como se cria esse relacionamento? No futuro, a construção de uma marca será muito parecida com a construção de relações pessoais. “Você não pede abruptamente para que alguém seja seu melhor amigo ou se case com você. É preciso se comunicar sem ferir a privacidade, a inteligência e sem desrespeitar o tempo que ele tem para te ouvir”, diz a americana Charlene Li, fundadora do Altimeter Group e ex-pesquisadora da Forrester Research. “O objetivo é conquistar a confiança do consumidor.”

Para Charlene, a tônica do relacionamento entre marcas e consumidores no futuro será o compartilhamento. “A principal dificuldade das empresas nessa abordagem é que, ao compartilhar, ela perde o controle da mensagem. Não diz apenas o que quer e ponto”, afirma a pesquisadora. “A mensagem é construída e desconstruída na interação com o interlocutor. É um processo que requer muito mais habilidade.”

O vazamento de uma foto do novo Uno duas semanas antes de sua divulgação ilustra a diferença de abordagem de quem está disposto a aprender a conversar. “Em outros tempos, a empresa poderia negar, mas pegamos o caminho da transparência e ficamos acompanhando a discussão sobre o produto na rede”, diz João Batista Ciaco, diretor de publicidade e marketing de relacionamento da Fiat. “As redes sociais funcionam como uma grande festa. Você não pode querer furar a fila do banheiro ou trocar a música quando todos estão dançando na pista”, afirma Ciaco. “É preciso se enturmar e entender as regras de convivência.”

As redes de amigos assumem um papel cada vez mais importante nas escolhas de compra. No futuro, o poder da recomendação boca a boca será potencializado por ferramentas de busca em redes sociais, capazes de trazer instantaneamente a avaliação de amigos sobre produtos e serviços. Será comum o consumidor checar pelo smartphone ou pelo tablet o que seus amigos pensam de um determinado produto. Essa pesquisa instantânea em frente à gôndola será determinante na escolha de marcas e serviços. Em 2010, 86% dos usuários de internet no Brasil participavam de redes sociais e gastavam mais de cinco horas por mês nesses sites, de acordo com estudo da consultoria Nielsen. “Estima-se que em 2020 teremos 5 bilhões de usuários de internet em todo o mundo. Desse total, 70% estará em redes sociais, interagindo ainda mais com amigos, marcas e produtos”, afirma Ethan Zuckerman, pesquisador de mídias sociais do Massachusetts Institute of Technology (MIT).

– A Tupperware volta ao velho método: venda de porta em porta nas reuniões entre mulheres

A marca de potes de plástico Tupperware sempre foi muito conhecida. Mulheres revendiam às amigas em reuniões caseiras, no mais prático conceito de venda direta. Entretanto, ao abandonar tal prática, a empresa quase sumiu do país. Agora, a aposta é a retomada do velho método.

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/38957_RECEITA+CASEIRA

RECEITA CASEIRA

Por Crislaine Coscarelli

A americana Tupperware deixou de investir nas famosas reuniões domésticas para venda de potinhos de plástico. Resultado: perdeu mercado. Ao resgatar a velha fórmula, seu faturamento voltou a crescer

A americana Tupper-ware, fabricante de embalagens plásticas e que obteve faturamento global de US$ 2,1 bilhões em 2009, conseguiu o que toda empresa almeja: fazer com que sua marca se torne sinônimo da categoria.

E isso foi construído graças ao seu estilo de negócio. As vendas são feitas durante reuniões na casa de clientes, envolvendo, às vezes, uma dezena de mulheres. A empresa cresceu muito com essa fórmula em seus 64 anos de vida.

Na década de 1990, contudo, ela tentou ingressar na onda da internet e passou a apostar em sua loja virtual, praticamente, deixando de fora o sistema de reuniões. Resultado. As vendas desabaram cerca de 50%, entre 1998 e 2008.

Inclusive no Brasil. “Nós erramos e pagamos um alto preço por isso”, diz à DINHEIRO Rick Goings, 65 anos, CEO mundial da Tupperware. Dono de um estilo showman típico dos americanos, ele esteve no Brasil na sexta-feira 22, onde comandou a convenção anual da companhia, realizada em um hotel na orla de Trancoso (BA).

O executivo aproveitou a estada para inspecionar a fábrica da empresa, localizada no Rio de Janeiro. A escolha do local se deveu à força que o País possui entre os 100 mercados nos quais a companhia atua. Enquanto as vendas globais cresceram 16% no ano passado, por aqui elas avançaram em 40%.

Para este ano, a aposta é ainda mais agressiva: ampliar a receita em 50%. Tamanho otimismo se deve a algumas peculiaridades do Brasil. É aqui que vive a maior distribuidora global da marca Tupperware, a paulista Andréa Reis.

Radicada em Belém (PA), ela abriu sua própria empresa, a Estratégia, para liderar outras revendedoras e acabou conquistando o título no ano passado. Hoje, a cada 1,8 segundo acontece uma reunião de demonstração dos produtos da companhia em algum canto do planeta.

“Deixei o trabalho no escritório da própria Tupperware para me dedicar à venda direta. Hoje sou empresária e o negócio, assim como minha renda, não para de crescer”, diz. Andréa integra um exército formado por 2,5 milhões de revendedoras espalhadas pelos cinco continentes.

“Sou o homem mais sortudo do mundo por trabalhar em meio a tantas mulheres”, brinca Goings. A Tupperware é, de fato, um caso de sucesso. Cada pote pode custar algo entre R$ 15 e R$ 60.

O modelo genérico sai por módicos R$ 10. Apesar do preço elevado, ela segue como uma referência no setor.  “A qualidade de nosso produto é superior. E o segredo é o sistema de vedação”, explica o executivo.

“A marca conseguiu conquistar a fidelidade do consumidor, graças a atributos como qualidade”, opina o consultor especializado em marcas Eduardo Tomiya, sócio-diretor da BrandAnalytics.

“As reuniões residenciais são essenciais para a Tupperware, pois a demonstração de uso é a única forma de fazer a consumidora perceber que o custo pode valer a pena”, completa Marcelo Pinheiro, consultor da DirectBiz Consultants.

Agora, a nova batalha comandada por Goings é voltar a se impor no mercado criado pela companhia em 1946. No Brasil, o segmento de venda direta, incluindo cosméticos e cuidados para o lar, movimentam aproximadamente R$ 21,8 bilhões. Desse total, os potes de plásticos, de grife ou não, respondem por uma fatia de cerca de 20%.

“Queremos estar presentes na casa de cada brasileiro”, afirma o principal executivo da Tupperware. Para chegar lá, além de fortalecer o foco nas reuniões, por meio de treinamento das revendedoras, ele aposta na ampliação da linha de produtos.

O principal item é o Eco Tupper, uma garrafa plástica com capacidade para armazenar um litro de água. A ideia é que a nova embalagem acompanhe as consumidoras à academia e ao trabalho. E, claro, ela será vendida apenas em reuniões.

– A Nova Logo do Neymar!

Neymar, ou melhor, “Neymar JR camisa 11criou a sua marca a ser explorada em diversos produtos. Vejam só:

njr_01-jpg-2.jpg

Bom de bola e bom de marketing, hein? A marca NJR11 surgiu por orientação de um de seus agentes, o R9?

Está na moda letra e número. Como seria a do Pelé? Será que P10 seria viável, ou não precisaria disso?

– Corinthians & Caixa: hora de pagar os Favores Eleitorais?

O Corinthians acertou um milionário patrocínio com a Caixa Econômica Federal. Há tempos sem parceiro master na camisa, o banco estatal resolveu colocar sua marca no mais popular time de SP. Porém, o jornalista da Revista Veja, Lauro Jardim, disse em Outubro no seu twitter e escreveu na própria publicação:

Depois da eleição, Lula se incumbirá de uma nova tarefa. Comprometeu-se com diretores do Corinthians a procurar grandes empresários e resolver de uma vez por todas o patrocínio das camisas do clube. Este ano, o clube de maior torcida de São Paulo, campeão brasileiro, da Libertadores e candidato ao título mundial, não conseguiu se acertar com ninguém. Pediu 35 milhões de reais por um ano.

Na mesma linha, o jornalista Ricardo Perrone lembrou na sua coluna no UOL desta terça-feira:

Antes da Caixa, cartolas do clube sondaram o Banco do Brasil, de capital misto, mas  ligado ao Governo. E responsável por fazer a ponte entre o BNDES, outro banco governamental, e a Odebrecht para o financiamento das obras do estádio do Corinthians. Construção que conta com incentivos da prefeitura. Caixa e Banco do Brasil estão sob a batuta do Ministério da Fazenda, comandado por Guido Mantega, com quem dirigentes corintianos se reuniram recentemente. O encontro foi para tentar agilizar a liberação do financiamento do BNDES para o Itaquerão. O dinheiro ainda não saiu. Menos mal que foi fechado o contrato com a Caixa. Com tantas digitais governamentais, a oposição corintiana já não diz que a diretoria depende de Ronaldo. Passou a dependência para o governo, onde o ex-presidente Andrés Sanchez tem boas relações. O atual diretor de seleções da CBF fez campanha para Fernando Haddad e tem trânsito com Lula. Além disso, recebeu José Dirceu e o deputado petista Vicente Cândido no lançamento de seu livro.”

É hora da devolução dos favores ou não? O pior de tudo é que parece novamente descaso com o dinheiro público, metido em negociatas…

– Real X Barça: adeus torcida brasileira…

Hoje teremos dois clássicos mundiais: Real Madrid X Barcelona e Milan X Internazionale. Porém, o jogo espanhol é o “jogão” da rodada. Cristiano Ronaldo X Messi, para alguns.

Fico pensando: cada vez mais as crianças estão torcendo para times estrangeiros, ao invés de clubes nacionais. É a globalização. Pudera, é utopia imaginar um clássico brasileiro parar o mundo…

imgres.jpg

– A Bebida de James Bond

Em breve estreará o novo filme do agente 007: Skyfall. Porém, uma surpresa: o herói não pedirá, como de costume, um Martini. Pela primeira vez, rendido pelo patrocínio de US$ 45 milhões, Bond pedirá uma Heineken gelada!

Quem é fã se decepcionou… Só falta mudarem o bordão: “My name is Bond. James Bond” por algo mais comercial!

– “Esto nunca se había visto em este país”

Líderes políticos de semelhança ideológica, e, agora, unidos por um bordão!

Hugo Cháves, para sua reeleição na Venezuela, contratou o marqueteiro de Lula, João Saldanha. E a primeira providência foi usar o bordão lulista que tanto cansou, agora em castelhano: “nunca antes na história deste país”…

Tá meio devagar a criatividade do João.

– Bola e Mascote da Copa 2014

A Adidas, em parceria com a Rede Globo, divulgou o nome escolhido para a Bola da Copa do Mundo 2014: com quase 80% de votos, “Brazuca” venceu “Carnavalesca” e “Bossa Nova”.

Sobre o mascote: a Revista Veja dessa semana divulgou o que será revelado dentro em breve->  o Tatu-bola foi escolhido para o Mundial!

Diga se gostou, olha a foto dele aqui:

– Carros que Não valem o Preço

Há duas edições, a revista Forbes publicou uma matéria sobre o quão caro custam os automóveis brasileiros.

Para eles, não é compreensível que um Jeep Grand Cherokee, que custa R$ 56.000,00 nos EUA, saia para o brasileiro a R$ 181.000,00!

O sarro é o que a matéria diz:

não é compreensível que carros como Toyota Corolla ou Honda Civic sejam veículos que dê status aos seus proprietários.”

Pois é. Pagamos bem caro para carros que são considerados comuns no mercado externo

– A Gina Indelicada bate Recordes!

Coisa de gente criativa: surgiu no Facebook um perfil da Gina, a moça que ilustra a caixa de palitos do mesmo nome. Só que a “moça” dá respostas diferentes, irônicas e atravessadas. Virou um sucesso!  Mais de 1,1 milhão de seguidores em uma semana.

E quem é a Gina de verdade?

Um publicitário de 19 anos! Olha ele aqui: http://is.gd/GINAfacebook

– Os Dois Nomes Mais Fortes do Esporte Nacional

Pesquisa sobre a imagem de atletas brasileiros, realizada pelas consultorias PD Gestão de Imagem e Brunoro Sports Business, diz que 2 nomes de esportistas são donos das marcas mais fortes do Brasil: Ronaldo e César Cielo (em duas categorias: “futebolistas” e “demais esportes”).

A pesquisa envolveu 2200 pessoas (junho 2012), e elas respondiam qual atleta lembravam quando lhe perguntavam sobre tais atributos: credibilidade, visibilidade, consistência, ética, carreira vencedora, carisma, garra, liderança e boa formação (divididos em: 10 nomes de atletas do futebol e 10 fora do futebol).

Veja a relação, englobando os 20 atletas:

  • ESPORTISTAS / ESPORTE (Futebol em Azul, Outros em Verde)
  • 1- César Cielo: 26,2% NATAÇÃO
  • 2- Bernardinho: 21,8% VOLEIBOL
  • 3- Ronaldo: 21,2% FUTEBOL
  • 4- Kaká: 20,0% FUTEBOL
  • 5- Neymar: 19,7% FUTEBOL
  • 6- Guga: 15,3% TENIS
  • 7- Rogério Ceni: 10,2% FUTEBOL
  • 8- Giba: 10,1% VOLEIBOL
  • 9- Ayrton Senna: 8,5% AUTOMOBILISMO
  • 10- Juninho Pernambucano: 7,0% FUTEBOL
  • 11- Raí: 5,5% FUTEBOL
  • 12- Anderson Silva: 4,7% MMA
  • 13- Muricy Ramalho: 4,7% FUTEBOL
  • 14- Fabiana Murer: 4,2% ATLETISMO
  • 15- Zico: 4,2% FUTEBOL
  • 16- Marcos: 4,1% FUTEBOL
  • 17- Maurren Maggi: 3,9% ATLETISMO
  • 18- Lucas Moura: 3,4% FUTEBOL
  • 19- Oscar: 3,3% BASQUETEBOL
  • 20- Minotauro: 2,1% MMA

Segundo a pesquisa, reproduzida pela Revista Época Negócios (Ed Agosto 2012, pg 109-113), nem mesmo o exame antidoping de Cielo em 2011 e o episódio de Ronaldo com os travestis repercutiu na pesquisa, já que o histórico da carreira, vitórias e demais atributos positivos encobrem e fazem esquecer tais percalços.

 

ilustração: Simone Bell

– O Nome da Bola da Copa 2014: Quem foram os Gênios?

Até dia 02 de setembro, está valendo a votação oficial para a escolha do nome da bola da Copa do Mundo 2014. A iniciativa é da FIFA, Adidas e Comitê Organizador Local, que através do site Globoesporte.com promovem a enquete.

Para a votação, 3 opções: Brazuca, Carnavalesca e Bossa Nova.

Parreira certa feita sugeriu “Samba”. Na Internet, pedia-se “Gorduchinha”, em homenagem a Osmar Santos.

Sinceramente? Não gostei de nenhum dos 3 nomes. Aliás, como se chegou a essas 3 opções?

E você: qual nome daria à sucessora da Jabulani?

– Burger King X McDonald’s: a Batata Olímpica da Discórdia

Briga de gigantes no período olímpico: McDonald’s patrocina a Olimpíada, mas Burger King usa Anderson Silva para promoção do evento (mesmo sem patrocínio). Haverá problemas?

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Olimpiada/noticia/2012/07/anderson-silva-revela-promocao-do-burger-king-para-jogos-olimpicos.html

EM AÇÃO ARRISCADA, BURGER KING USA ANDERSON SILVA PARA LUCRAR COM OLIMPÍADA

LUTADOR ANTECIPOU PELO TWITTER UMA PROMOÇÃO QUE SE CONFIGURA COMO MARKETING DE EMBOSCADA, SEGUNDO ADVOGADO, E PODE RENDER PUNIÇÃO À REDE DE FAST FOOD

Embora não seja patrocinador oficial dos Jogos Olímpicos de Londres, o Burger King acaba de lançar uma campanha voltada para a competição. Em seu perfil no Twitter, o lutador Anderson Silva, garoto-propaganda da rede de fast food, antecipou que cada medalha do Brasil irá render batata frita em dobro nos restaurantes da companhia no dia seguinte. A promoção vale apenas para combos.

O perfil do atleta no microblog, com 2,3 milhões de seguidores, vem sendo usado não só pelo Burger King, mas por vários de seus patrocinadores oficiais, como a Nike e a Philips, para gerar comentários sobre ações e campanhas feitas pelas empresas. Na última terça-feira (24/07), por exemplo, Silva perguntou a seus fãs se era “dia de churrasco”, uma alusão ao lanche oferecido pela rede.

Marketing de emboscada?
Como o Burger King não é patrocinador oficial dos Jogos Olímpicos de Londres e, pior, é concorrente direto do McDonald’s, que comprou uma das cotas oferecidas pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), a ação se caracteriza como marketing de emboscada, isto é, quando uma empresa se aproveita de um evento esportivo para divulgar sua marca ou seus produtos sem fechar um patrocínio oficial. Esta é a opinião de Eduardo Carlezzo, advogado desportivo.

“Esta é uma ação coordenada do Burger King, e não só uma frase no Twitter, então ela ganha outra envergadura. Se aplicarmos estritamente os conceitos de marketing de emboscada, essa ação é irregular”, afirma o advogado.

Pelas regras impostas pela organização dos Jogos, não é permitido, por exemplo, usar as palavras “ouro”, “prata” e “bronze”, todas elas citadas na página oficial da marca no Brasil.

A imagem criada pela companhia também fere as regras, pois ela representa uma óbvia alusão entre um produto do Burger King, a batata frita, e a tocha olímpica, símbolo pertencente à Olimpíada.

Agora, resta saber se haverá alguma ação jurídica para proibir ou punir a rede de fast food. De acordo com Carlezzo, há um vácuo jurídico nesse caso, pois não há no Brasil uma legislação específica para punir o marketing de emboscada no caso de Jogos Olímpicos.

“O marketing de emboscada foi colocado na legislação pela primeira vez na Lei Geral da Copa, mas ela é válida apenas para a Copa do Mundo de 2014. Há um Ato Olímpico, que foi assinado quando o Brasil se candidatou para receber os Jogos do Rio, mas ele também vale apenas para a edição de 2016. Normalmente, em uma discussão jurídica, a empresa que se sente lesada se apoia no código civil, basicamente, e em concorrência desleal, porque o concorrente tirou vantagem de um direito que não possui. Mas nesse caso existe um limbo jurídico”, afirma Carlezzo.

O Burger King tem como meta para o Brasil chegar às mil lojas até 2016, quando os Jogos Olímpicos serão realizados no Rio de Janeiro, para se aproximar das 1,4 mil unidades que o McDonald’s, seu principal concorrente, possui no país. Para se ter uma ideia, a companhia cresceu 30% em 2011, saltando de 190 para 230 pontos de venda, mas, para cumprir o objetivo, o ritmo terá de ser acelerado.

– Depreciação de Veículos: Investimento de Risco?

Quando compramos um carro 0km, muitas vezes cremos que estamos fazendo um investimento. Ledo engano. Sua desvalorização começa ao sair da agência.

Alguns perdem mais o valor do que os outros. E essa informação me causa espanto: você sabe os modelos nacionais que mais se depreciam?

Segundo a Agência de Notícias AutoInforme, após um ano de uso, o campeão em depreciação é o…

1- Hyundai Tucson, com perda de 19,4% do seu valor.

Depois dele:

2- Renault Mégane – 18,1

3- Fiat Linea – 17,9

4- Citroën Xsara Picasso – 17,8

5- Renault Fluence – 17,6

6- Mitsubishi Pajero – 16,8

7- Nissan Livina – 16,5

8- VW Polo – 16,5

9- Fiat Palio Weekend – 16,4

10- VW Golf – 16,4%.

A minha surpresa é saber que o Hyundai Tucson é líder de vendas em sua categoria. Qual seria o motivo para a desvalorização?

– Iveco & Corinthians: O Retorno do Patrocínio

A Iveco (divisão de caminhões do grupo FIAT), patrocinou o Corinthians nos jogos decisivos da Libertadores da América. E gostou da experiência!

Segundo Marco Piquini, diretor de comunicação da empresa, (segundo a Revista IstoÉ Dinheiro, Ed 18/07/2012, por Carlos Valim, seção Mídia&Cia) valeu a pena expor a marca. Fora a conquista do título, a marca apareceu por quase 4 horas em jornalísticos da Rede Globo (sem contar as outras emissoras). A página da empresa no Facebook teve seus seguidores multiplicados por 48!

Bom patrocínio é assim: o que dá certo… momento certo com o parceiro certo.

– As Inovações Japonesas da Pepsi

Melancia Salgada, Yogurte, Morango Pink, Extra e Black: novos, excêntricos, mas rentáveis sabores da Pepsi, que resolveu testar seus produtos no Japão!

Extraído de: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/pepsi-lanca-sabores-excentricos-no-japao

PEPSI LANÇA SABORES EXCÊNTRICOS NO JAPÃO

Companhia lançou o “melancia salgada”, “Pepsi branca com iogurte” e “morango pink” para atender o gosto dos consumidores japoneses

– A Pepsi vem lançando refrigerantes exclusivos para atender o gosto dos consumidores japoneses. As últimas novidades são os sabores especiais “melancia salgada”, “Pepsi branca com iogurte” e “morango pink”.
A primeira adaptação feita pela companhia no Japão foi a Pepsi Extra, bebida com um maior teor de cafeína e açúcar, comercializada em latas no formato slim, com 200 ml.

O produto é trabalhado localmente como um energético e é promovido como sendo ideal para afastar o sono.

Outro lançamento, a Pepsi Black, é voltado para o público adulto e conta com 50% menos açúcar que a versão tradicional. Já a Pepsi Dry é outra opção excêntrica, já que não possui sabor doce.

Novos sabores de Pepsi no Japão

– O Marketing do Ataque Cardíaco: Funciona…

Cada vez mais as empresas procuram ser politicamente corretas. Buscam ser respeitadas pelo seu compromisso social ou valores incontestáveis.

Quem rema contra a maré, perde espaço. Ou não?

Na contramão, um restaurante no Texas faz tudo o que não deve: oferece cigarros, lanches gordurosos e tudo o que não deve.

Conclusão?

Muito lucro!

Abaixo extraído da Revista Superinteressante, Ed Novembro 2011, pg 32

A LANCHONETE DA MORTE

Três hambúrgueres, nada de alface e um óleo especial: eis a receita do restaurante mais gordo do mundo

Por Pieter Zalis

Exagerar no fast-food faz mal. Mas uma nova rede americana de lanchonetes defende: vale a pena morrer pela boca. Com uma loja em Dallas, no Texas, e outra em Chandler, no Arizona, a Heart Attack Grill tem uma proposta simples: servir as comidas mais gordurosas do mundo – e não se envergonhar dos riscos à saúde.

No menu, poucas opções e milhares de calorias. Os ByPass Burguer (“Hambúrgueres Ponte de Safena”) variam de acordo com o número de fatias de carne: simples, duplo, triplo e quádruplo. De acompanhamento, vêm as Flatliner Fries (“Batatas de matar”), fritas na banha de porco. A bebida da casa é o milk-shake de nata. Refrigerante, cerveja, balas e cigarros sem filtro completam as ofertas do cardápio.

O marketing do ataque cardíaco é levado a sério. É proibido medir as calorias dos sanduíches – “Seria como pensar em estatísticas de aids enquanto você faz sexo”, explica Jon Basso, o dono da marca. Quem encarar o sanduíche mais trash, o ByPass Burguer quádruplo (estimativa: cerca de 8 mil calorias), ganha de graça uma carona até o carro numa cadeira de rodas conduzida pelos garçons. E qualquer pessoa acima de 160 quilos come de graça – quando e quanto quiser.

As portas da lanchonete viraram ponto de peregrinação de defensores da alimentação saudável. Alguns vão lá distribuir panfletos. Outros, frutas. Até censura foi cogitada pelos críticos. Basso se defende: “Comer em excesso faz parte do mundo. A diferença é que  somos francos”.

– Anderson Silva e Chael Sonnen: é pra Levar a Sério?

Não gosto de esportes com violência, mas é inegável que o MMA está na moda. E a luta desta madrugada?

O brasileiro e o americano se provocaram por tempos, e após a luta, viraram amigos?

Tudo bem que no ringue eles querem ganhar, mas é notório que todos os desafios e declarações foram promocionais. Há quanto tempo não vemos esse mesmo cenário, desde telecath até o boxe profissional?

Ambos se provocam, juram morte, e depois mostram profissionalismo e espírito esportivo. Normal, é marketing. Nada mais do que isso.

– Seedorf no Botafogo. E aí?

Seedorf é boa gente, mantém fundações assistenciais mundo afora, jogou um bolão, se mantém bem fisicamente, é profissional, carismático, casado com brasileira, fala bem a língua portuguesa, mas…

Dizem que o esforço financeiro do Botafogo, clube que o contratou, é impressionante.

Será que vale a pena?

Pergunto: para ambos?

Será que Seedorf conseguirá mostrar futebol competitivo no Brasil, receberá em dia e se adaptará?

Será que o Botafogo terá retorno de marketing, financeiro e técnico-esportivo adequado?

Aguardemos!

– Segredos Industriais: Quando revelá-los?

Guardar segredo é bom?

Na Administração de Empresas, nem sempre esconder projetos é um bom negócio.

Veja, abaixo, casos interessantes onde boas idéias não deram certo por culpa do sigilo.

Extraído da Revista Época Negócios, Caderno Inteligência, Ed Abril 2011, pg 66

ÀS VEZES, O SEGREDO NÃO COMPENSA

Recentemente, um programa semanal de rádio nos Estados Unidos causou alvoroço ao publicar o que seria a fórmula secreta da Coca-Cola. Afirmava que a informação vinha de um fac-símile da página de um caderno pertencente a um amigo de John Pemberton, o farmacêutico que criou a bebida em 1886. A empresa, é claro, negou a autenticidade da fórmula. E a história, depois de fugaz repercussão nos jornais e na internet, parou por aí mesmo. O que restou do episódio é um bom tema para reflexão. Será que basta ter a fórmula secreta ou uma boa ideia para concretizar um grande negócio?

Pode ser que as empresas de tecnologia reforcem essa crença ao manter seus lançamentos sob uma aura de segredo e mistério. Por muitos meses houve grande especulação sobre qual produto revolucionário a Segway estava preparando, até que o mercado deparou com o veículo elétrico de duas rodas que hoje conhecemos. A Apple faz do anúncio de novas categorias de produtos, como o iPad, um evento grandioso, esperado por milhões de consumidores, divulgado no mundo todo. O segredo é, então, fundamental para o sucesso?

Talvez sim, quando se tem a dimensão das empresas citadas acima. Mas a fórmula não vale para qualquer estreante. É o que garante Jason Freedman, empresário “reincidente”. Ele diz que o segredo matou sua primeira empresa, pois o fez perder boas oportunidades. Em uma nota em seu blog, http://www.humbledmba.com, que virou fenômeno de tráfego – mais de 200 mil visitas depois que o jornal The New York Times o destacou –, Freedman faz um mea-culpa e publica uma espécie de decálogo do iniciante.

O primeiro “mandamento” do empresário é direto: a execução de um projeto é muito mais importante do que imaginá-lo; isto é, executar é o que importa. A segunda lição pode ser meio chocante para o ego do novato que opera em “modo oculto”: alguém já teve a sua grande ideia. Se ela for boa, cinco outras pessoas a estão testando. Se for excelente, 15 outros concorrentes já estão no cenário. Uma das razões pelas quais você se imagina tão exclusivo é porque não fez uma boa pesquisa para perceber que já tem gente trabalhando na área. A terceira máxima é uma ducha de água fria nos criativos: descobertas totalmente inusitadas não funcionam. Para Freedman, “se você tem uma ideia 100% original, ou está à frente do mercado ou escolheu um nicho pequeno, que ninguém quer. Em qualquer um dos casos, você tem problemas”.

“Se você acha sua ideia exclusiva, é porque ainda
não fez boa pesquisa”, afirma Freedman


Mas o princípio que melhor sintetiza a experiência de Freedman é “você precisa desesperadamente de um retorno sincero”, que só quem está no mercado pode dar. Ao manter o negócio em segredo, o estreante estaria roubando de si mesmo valiosos ensinamentos. “A maioria das empresas não tem sucesso com o primeiro produto”, afirma Freedman. “As boas empresas aprendem rapidamente e tentam de novo.”

No blog, Freedman permeia seus princípios com seus próprios erros e acertos. Relata que sua primeira empresa, Openvote, especializada em serviços de pesquisa de opinião em campi universitários, teve um bom inicio, há quatro anos. Mas, como o projeto estava cercado de sigilo, o empresário deixou passar oportunidades de ouro. Não percebeu, por exemplo, as vantagens que o Facebook traria para a Openvote. Fechado que estava em seu projeto, também não deu a chance de ninguém alertá-lo sobre os ganhos de uma possível aliança com a empresa de Mark Zuckerberg. Como consequência, Freedman perdeu o momento de fazer o empreendimento deslanchar.

Lição aprendida, ele partiu para um novo negócio. Desta vez, colhendo opiniões de empresários e interlocutores que, até bem pouco tempo atrás, teria julgado como potenciais ladrões de ideias. Em 2009, o empresário lançou o FlightCaster, serviço que cruza informações de tráfego aéreo e previsão meteorológica para estimar atraso de voos. O sucesso desta segunda iniciativa foi medido em janeiro, quando a empresa acabou comprada pela Next Jump, um grupo que gerencia o programa de fidelidade de 90 mil companhias.

Como derradeiro mandamento, Freedman alerta: buscar opiniões é importante, mas não se deve crer em tudo o que se ouve. Ele conta que não foram poucos os comentários sobre a inviabilidade do serviço da FlightCaster. Deve ter sido estratégia dos potenciais ladrões de ideias.

– Febre das Amostras Grátis Chega ao Brasil

No Japão, lojas que dão amostras grátis de seus produtos se tornaram um modismo. E esse mesmo modismo está chegando no Brasil, com algumas redes abrindo suas filiais aqui.

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/67674_PODE+VIR+QUE+E+DE+GRACA?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

PODE VIR QUE É DE GRAÇA

por João Loes

Chegam ao Brasil as lojas de amostras grátis, de onde é possível levar, sem pagar, produtos de até R$ 100

Imagine entrar em uma loja com os últimos lançamentos de marcas consagradas de todos os setores, escolher o equivalente a R$ 500 em compras e sair sem pagar nada – nem ser preso por roubo. Isso será possível no mês que vem, com a inauguração da primeira loja de amostras grátis do País, na cidade de São Paulo. Nela, consumidores associados poderão escolher até cinco produtos para levar para casa, com a condição de que respondam a um questionário virtual de avaliação. E para se associar basta desembolsar uma anuidade simbólica que não passa dos R$ 15. Este modelo de negócios, batizado de tryvertising – uma fusão das palavras try (experimentar) e advertising (propaganda) –, desembarca no Brasil depois de quatro anos de sucesso no Japão, na Espanha e nos Estados Unidos. “Corri para me cadastrar”, conta a socióloga paulistana Cristiane Donini, 40 anos. “Como posso levar sem pagar, acho que vou me sentir mais livre para experimentar produtos que eu não levaria se tivesse que pagar.”

Dar diferentes opções de amostras grátis para o consumidor é a novidade dessas lojas. Embora sejam usadas pela indústria da propaganda, as amostras, de maneira geral, chegam ao comprador em potencial sem muito critério, como um sachê de xampu em uma revista, bebidas em um bar ou produtos em supermercados. O produto pode até acabar nas mãos de quem interessa, mas o risco de que a amostra seja esquecida ou descartada é enorme. No tryvertising um importante filtro entra em ação logo de início: o da escolha do comprador, pois ele quer o produto. “Com isso, a avaliação que recebemos é mais relevante”, explica João Pedro Borges Badue, publicitário e sócio da Sample Central!, uma rede internacional de lojas de amostras grátis que abre sua filial brasileira em junho, também em São Paulo. “Culturalmente, o brasileiro é curioso e aberto ao que é novo”, lembra Badue, que investiu R$ 4 milhões na empreitada com sócios como a agência Bullet e a empresa de pesquisas Ibope. No primeiro ano, eles esperam recuperar o investimento faturando R$ 7 milhões.

A pioneira no Brasil será o Clube Amostra Grátis, que abre as portas em 11 de maio num espaço de 400 m2. “Como não temos vínculos fortes com agências de publicidade, podemos aumentar a variedade de amostras grátis em nossas gôndolas”, diz Luis Gaetta, publicitário e fundador do clube. Ter uma carteira variada de clientes expondo é fundamental, pois parte do faturamento das lojas decorre da venda dos espaços nas gôndolas às empresas que querem exibir seus produtos. Somadas, as expectativas de cadastro de clientes no primeiro ano das duas lojas chega a 60 mil pessoas. Parece que dar opinião finalmente virou um negócio lucrativo para todos.

– Propaganda da VW é para rir ou para chorar?

A VW está veiculando na TV uma promoção que leva o comprador de um automóvel da marca a concorrer a “uma viagem para a Europa, para assistir a Seleção Brasileira de perto!”.

Se fosse em época de Copa do Mundo e esta fosse por lá, tudo bem. Mas não é nada disso! Simplesmente, a Seleção de Futebol do Brasil não joga mais no Brasil! Se alguém quiser ver o time nacional, terá que fazer uma viagem internacional… e nem importa quem seja o adversário, o certo é que o jogo não será aqui!

Durma-se com um barulho destes…

– A Vantagem do Patrocínio ao Retardatário

Ontem, na TV Bandeirantes, houve a transmissão dos treinos classificatórios para a corrida de Fórmula Indy, em SP. E repararam quem teve a logomarca mais exposta? A Ipiranga, com a piloto Bia Figueiredo.

A moça correrá apenas em São Paulo e em Indianápolis. Entretanto, como é uma das retardatárias, foi mais filmada por ser mais ultrapassada. E como entrou antes para treinar, e permaneceu sozinha na pista, teve a exposição da logo da Ipiranga por muito mais tempo do que a dos favoritos.

Bola dentro da Ipiranga!

– O Administrador de Mentira que funciona de Verdade

Ele é simpático; atende bem aos clientes; resolve problemas; promove a empresa e conquista consumidores.

Sabem quem é esse administrador?

Guto Kleien, da Audi. Além disso, ajuda a vender muitos carros.

O mais bacana sobre Guto: ele não existe! É, não existe mesmo. Ele é uma personagem criado pela montadora alemã para se relacionar no Twitter, Orkut, Facebook e outras mídias sociais no mercado brasileiro. Funcionou tão bem que a própria matriz queria promovê-lo…

Veja que história interessante, extraída de Época Negócios, Ed fevereiro /2011, pg 28-29:

AVATAR

Por Silvia Balieiro

Conheça Guto Kleien, o representante da Audi nas redes sociais. Ele não existe, mas é um cara bacana.

Ele é louro, olhos azuis, solteiro, tem 36 anos. É do signo de Libra e está sempre disposto a conversar. Adora carros, viagens, bons restaurantes e gadgets. Um detalhe: ele só existe na internet. Seu nome? Guto Kleien. Trata-se de um personagem criado pela Audi Brasil para interagir com os consumidores e fãs da marca nas principais redes sociais. Dono de perfis no Facebook, no Twitter, no Orkut, no Flickr e no YouTube, soma mais de 3,2 mil seguidores. Também tem um blog e é responsável pela Audisfera, um site que agrega todo o conteúdo relacionado à Audi que aparece na internet.

No perfil de Kleien, nada é por acaso. “Todas as características foram pensadas para que ele não polarize discussões”, diz Paulo Kakinoff, presidente da Audi. Ele é apaixonado por esportes, mas não tem um time do coração. Aceita todas as religiões, mas não defende nenhuma. Até o nome tem uma razão de ser. Guto foi inspirado no fundador da empresa, o alemão Gustav Horch. Kleien, que significa divulgar, em latim, está relacionado ao nome da montadora. Audi é a tradução latina do sobrenome Horch (escutar). Por trás do personagem, não existe uma pessoa, mas várias. “Todos nós juntos somos o Guto Kleien”, afirma Kakinoff. O perfil foi criado em parceria com a agência Urban Summer Digital Creative.

Ao interagir com seus amigos e seguidores, Kleien tem permissão para ser menos institucional e mais passional. “Enquanto a página oficial da Audi dá informações sobre o carro de forma mais objetiva, o Guto tem licença para falar que os veículos da empresa são os melhores do mundo”, diz Alessandro Guidini, da Urban Summer. O personagem é uma ferramenta poderosa da Audi no lançamento de seus carros. Quando o R8 V10 chegou ao Brasil, foi criado o Audi Gift Day, um concurso cultural no qual o autor da frase mais criativa ganharia um fim de semana com o carro. A vencedora foi Simone Mozzilli, que além de aproveitar o carro, criou um Tumblr (plataforma de blogs voltada para conteúdo multimídia) com fotos e relatos das suas aventuras com ele (audiweekend.tumblr.com). “Muitos flashes, até dos radares. Provavelmente já perdi minha carta”, escreveu ela, em um de seus posts. Ao fim do test drive, Simone agradeceu à Audi e, claro, a Kleien. “Mesmo cientes de que estão falando com um personagem fictício, os seguidores conversam, pedem conselhos e fazem perguntas”, diz Guidini.

A própria Audi já fez confusão. Guto Kleien foi convidado pela matriz alemã para um evento realizado para a blogosfera. O engano tornou o personagem uma referência mundial para a empresa no uso das redes sociais.

– Os Sabonetes que Enganam os Consumidores

Protex, Lifebuoy e Dettol: os 3 sabonetes que prometem acabar com bactérias, realmente as eliminam?

Pois é… A Proteste (aquela instituição que sempre testa os produtos ao extremo) fez a prova com 10 marcas. O resultado? Que poucos eliminam bactérias. O Protex, por exemplo, é líder de vendas e não eliminou nenhuma!

Extraído de: http://is.gd/FRoz5t

PROTEX E OUTROS SABONETES NÃO PROTEGEM CONTRA BACTÉRIAS, DIZ PROTESTE

Sabonetes bactericidas prometem acabar com as bactérias e germes presentes no corpo, mas, segundo teste da Proteste, nem todos eles cumprem a promessa. Protex (em barra e líquido) e Lifebuoy líquido não eliminaram nenhuma das quatro bactérias testadas, apesar de se autointitularem bactericidas. O Dove hidratante também não eliminou bactérias.

Foram analisados dez produtos bactericidas, sendo três líquidos e sete na versão em barra, entre eles dois sabonetes hidratantes – Dove e Granado Tradicional – eleitos o melhor do teste e a escolha certa pela Proteste no ano passado.

Os três produtos mais bem avaliados são em barra. E esses produtos devem ser usados com frequência apenas nas mãos.

Oito sabonetes eliminaram a bactéria Escherichia coli, presente no intestino grosso e nas fezes humanas. “A constatação mais surpreendente foi quanto ao Protex. O sabonete, líder nesse segmento, garante acabar com 99,9% das bactérias presentes na pele. Porém, não eliminou, nem sequer reduziu, qualquer micro-organismo usado no teste”, diz a publicação do instituto de proteção ao consumidor.

Dos cinco sabonetes que anunciavam proteger a pele contra o S. aures, somente o Dettol em barra confirmou sua ação. Protex e Lifebuoy, nas versões sólidas, ainda garantem eliminar a S. marcescens, o que só o Lifebuoy conseguiu. Vale ressaltar que Granado Antisséptico, Ypê, Racco e Protex não indicam em seus rótulos para quais bactérias devem agir. No entanto, fora o Protex, esses produtos demonstraram ação bactericida.

Para fazer o teste de eficácia bactericida, utilizamos uma solução padrão, composta de sujeira “criada em laboratório” e quatro bactérias específicas. A solução foi colocada em diferentes placas e, em cada uma delas, foi aplicada uma quantidade de sabonete. Foram bem avaliados aqueles produtos que conseguiram eliminar, em um período de cinco minutos, a 20oC, a maior quantidade de bactérias.

Outro lado

A Colgate, companhia da linha Protex informa que ainda não tem um posicionamento sobre os resultados do teste da Proteste. A Unilever, detentora da marca Lifebuoy, esclarece que o produto fabricado pela empresa atende todas as normas vigentes no Brasil, tanto com relação aos processos de fabricação, quanto aos ingredientes presentes. “A empresa não recebeu da Pro Teste o laudo de análise do produto citado, portanto desconhece os critérios e metodologias utilizadas para se posicionar sobre tais resultados”. Já sobre o Dove, a assessoria da marca afirma que o produto não divulga ter propriedades bactericidas.

 

RESPOSTA DA COLGATE-PALMOLIVE

COMUNICADO DA COLGATE-PALMOLIVE À IMPRENSA

Líder no segmento de sabonetes antibacterianos, a marca Protex® cuida da saúde das famílias, ajudando a eliminar as bactérias da pele além de criar uma barreira protetora de longa duração.

Protex® é clinicamente comprovado para eliminar 99,9% das bactérias. Mundialmente, os benefícios de Protex® são comprovados por diversos estudos científicos que seguem reconhecidos padrões internacionais.  Estes estudos são realizados com pessoas usando o sabonete Protex® e água. A prova da eficácia de Protex® foi analisada e aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

Recentemente, uma revista ao consumidor analisou a eficácia antibacteriana de várias marcas de sabonete, incluindo Protex®. Os detalhes da metodologia, que não envolvem pessoas usando os sabonetes, não foram disponibilizados e por isso não podemos comentar sobre o seu mérito científico.

A marca Protex® tem eficácia comprovada com suporte de vários estudos científicos e respeita muito a confiança das famílias brasileiras adquirida ao longo de mais de 25 anos.

– Ford é acusada de “Assustar o Consumidor”. Motivo? Veja que inusitado:

Assistiram a campanha publicitária da FORD intitulada: “A decisão é sua”?

Nela, Anderson Silva (lutador de MMA) e Débora Secco (atriz da Globo) sugerem a compra de automóveis da empresa. A moça, por sedução de sua beleza; o lutador, pela intimidação da sua força.

E não é que um ‘mané’ resolveu processar a Ford, e pediu a retirada do comercial junto ao Conar, alegando que Anderson Silva era uma ameaça e sentia coagido?

Durma-se com um barulho desse…

(Informações da coluna Radar, de Lauro Jardim, em Veja.com)