– O Primeiro McDonald’s Vietnamita

Parece brincadeira, mas só agora o McDonald’s abriu sua primeira lanchonete no Vietnã, em Saigon (agora a cidade tem um novo nome que não me recordo).

Já existem KFC, Burguer King e outras redes americanas. Mas McDonald’s, por ser tão americanizada, ainda não. E olha que a Guerra do Vietnã foi a muito tempo (40 anos)!

E a loucura maior é: no primeiro dia, as filas chegavam a 3 horas para ser atendido.

Tudo bem que é novidade, mas como não sou chegado em hambúrgueres… bom proveito aos vietnamitas!

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– Clientes testando os Produtos: o Prazer em Experimentar

Olha que legal: as empresas cada vez mais procuram os consumidores para testarem seus produtos antes de lançá-los ao mercado. E tem sido frutífera tal experiência!

De camisinhas à aviões, veja que matéria interessante:

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI227067-15228,00-O+PRAZER+DE+EXPERIMENTAR.html

O PRAZER DE EXPERIMENTAR – A Nova Onda do Marketing

O estudante Roger Lima, de 28 anos, ganhou a tarefa dos sonhos de muita gente: testar todo tipo de camisinha e gel lubrificante. Ele foi um dos 100 ganhadores do primeiro concurso para ser um testador da marca de preservativos Prudence, no ano passado. Sua única obrigação era receber e usar, todo mês, kits gratuitos com 50 produtos. “Meus amigos me perguntam qual é a melhor camisinha e quando usar, e eu sei indicar a melhor para cada momento”, diz Roger, em tom de autopropaganda.

Por um ano, Roger avaliou os produtos. “Eu me surpreendi com a variedade de camisinhas e de outros produtos, nunca pensei que houvesse tantos.” O teste acabou se tornando um argumento para sair com mulheres. “A ideia me assustou, fiquei com medo de que elas me achassem um tarado ou pervertido.” Diz ele que ocorreu o contrário. “Elas adoravam, achavam sexy. Teve uma que tentou monopolizar, mas não deixei”, afirma, rindo.

Transformar o consumidor em profundo conhecedor do produto para colher a opinião dele logo depois é uma jogada de marketing comum em outros países. Na Inglaterra, uma cervejaria faz testes semestrais com um seleto grupo de beberrões que atestam – de preferência ainda sóbrios – a qualidade do produto. No Japão e nos Estados Unidos existem “clubes” de experimentadores: os interessados se cadastram, pagam uma anuidade e retiram produtos fornecidos por diversas marcas, de ração para cachorro a TVs de LED. A contrapartida? Preencher formulários com opiniões e informações depois de experimentar.

No Brasil, essa tendência é novidade. No fim do ano passado, a Embraer fez uma parceria com estudantes da Universidade de São Paulo, da Universidade Federal de São Carlos e da Federal de Santa Catarina. Os alunos haviam criado um simulador das condições reais de voo (capaz de reproduzir condições de pressão, temperatura, ruído e vibração). A Embraer cadastrou pessoas acostumadas a viajar de avião para avaliar, no simulador, o que pode ser feito pelo conforto do passageiro. Os testes já começaram.

A Embraer cadastrou pessoas para avaliar, no simulador,
o que pode fazer pelo conforto do passageiro

No ano passado, uma loja só com produtos para teste estreou em São Paulo: o Clube Amostra Grátis. O cliente paga uma taxa anual de R$ 50 e tem direito a retirar cinco produtos por mês na loja, na Vila Madalena. Também pode experimentar inúmeros eletrodomésticos. A empresa já tem mais de 10 mil associados e pretende abrir uma filial no Recife, em julho. A Sample Central, nos Jardins, também segue o conceito de “lojas grátis”: cobra uma anuidade de R$ 15 e permite testes com hora marcada na loja.

As duas formas de incluir o consumidor nos testes de produtos fazem parte de uma jogada de marketing que incentiva a propaganda boca a boca. O jargão chama isso de “tryvertising” – mistura das palavras inglesas “try”, de teste, e “advertising”, de propaganda. “A ideia é estabelecer um contato do cliente com o produto pela experiência direta, que aumenta as chances de ele ser fiel à marca”, afirma David Aaker, professor de marketing da Haas Business School, em Berkeley, na Califórnia. “É uma forma infalível de valorizar a marca porque estufa o ego do consumidor, aproxima o cliente da marca e dá mais chances de a empresa acertar em iniciativas futuras.” A experiência convenceu Roger. “Testar fisicamente todos os produtos de uma marca me fez sentir especial”, diz.

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– TelexFree e Fogão com torcida de aluguel?

Hoje teremos rodada da Pré-Libertadores da América. O Maracanã deve estar lotado para Botafogo x Deportivo Quito.

Mas o curioso aconteceu no jogo de ida: Havia 1000 torcedores do Fogão no Equador, bancados pela TelexFree, patrocinadora do time. A empresa que está proibida de atuar no Brasil acusada de pirâmide financeira disfarçada de Multinacional de Telefonia agraciou mil colaboradores do país vizinho com ingressos, camisa e kits promocionais; tudo para que eles torcessem para o time brasileiro.

Já pensou se a moda pega? Time de aluguel eu já tinha ouvido falar. Mas torcida alugada?

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– Consequências da Briga em Joinville refletirão nas Finanças do Vasco da Gama

Você associaria sua marca a algum produto que trouxesse repulsa?

Normalmente, a maior parte das empresas evita esse tipo de ligação publicitária. Mas vejam: o Vasco da Gama estava numa difícil situação no Campeonato Brasileiro e mesmo assim mantinha um contrato de R$ 7 milhões anuais (período de 4 temporadas) com a Nissan, montadora japonesa que acreditava no canal “Futebol” para divulgar seus carros.

Com o provável rebaixamento do clube à segunda divisão, meses atrás, o diretor de Marketing da Nissan, Murilo Moreno, em um congresso no RJ, foi indagado sobre a queda e declarou sobre isso:

Se cair, melhor ainda. Ano que vem a gente aparecerá sozinho na série B. Vai dar mais mídia do que ficar pelo meio da tabela na série A“.

Ora, é uma estratégia arriscada. Eis que o time não só caiu, mas sua torcida protagonizou cenas de guerra com a do Atlético Paranaense. E fora de campo, o presidente Roberto Dinamite admite usar todas as armas jurídicas para se manter na Primeirona, mesmo vexatoriamente rebaixado.

Agora, a Nissan resolveu sair do Vasco da Gama, por entender que atitudes violentas e antiéticas não contribuem para a associação da sua marca.

Parabéns, Nissan. E se todas fizessem o mesmo?

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– Consumidores e Funcionários que Ajudam a Empresa a Criar Produtos

Um ótimo estudo de caso sobre como os clientes e colaboradores podem fazer com que a empresa consiga inovar. Aqui, a criação de produtos na J&J.

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/95046_A+RODA+DA+INOVACAO

A RODA DA INOVAÇÃO

Como a Johnson & Johnson consegue criar produtos a partir da ajuda de seus consumidores e funcionários.

Por Carlos Eduardo VALIM

Uma pequena casa de tijolos à mostra, próxima dos modernos prédios da sede da Johnson & Johnson (J&J) – localizada em New Brunswick, cidade de 55 mil habitantes em Nova Jersey –, abriga um museu que conta os 130 anos de história da gigante de higiene e medicamentos por meio de produtos e fotos antigas. Mais do que um simples centro de memória corporativa, o espaço serve para provar o porquê de essa gigante do capitalismo americano figurar na restrita lista de empresas que mais ajudaram a moldar o cotidiano contemporâneo, assim como Dupont, IBM e 3M. Saíram das pranchetas da J&J produtos como o cotonete, além da escova e do fio dental feitos de náilon. Desde cedo, a empresa soube acolher inovações surgidas dos locais mais inesperados.

No Brasil, esse pensamento sobrevive como parte do dia a dia dos negócios. Todos os anos, a J&J lança por aqui 150 produtos, dos quais 80% são criados ou adaptados pela subsidiária local. Um dos mais inovadores deles surgiu a partir da observação feita por uma médica dermatologista vinculada ao centro de pesquisa e tecnologia (CPT) da empresa, em São José dos Campos, no interior paulista. O CPT havia recriado a fórmula do protetor solar ROC Minesol de fator solar 30 para que pudesse se adaptar à pele das brasileiras, mais oleosa. “Alguns clientes e mesmo funcionários que usavam o produto sentiram que ele não só era mais sequinho como também ajudava a controlar a oleosidade da pele”, afirma Paula Dantas, diretora associada de pesquisa para pele da J&J. O próximo passo de Paula foi rever a fórmula.

O resultado foi o Roc Minesol Oil Control, que criou uma nova categoria dentro do mercado de protetores solares – setor que movimentou R$ 2,25 bilhões em 2011, dos quais a J&J detém participação de 35,5% do mercado. O produto com controle de oleosidade ajudou a área de proteção solar da J&J a crescer 35% em vendas entre 2008 e 2011. No ano passado, ele foi o mais vendido do mercado de dermocosméticos brasileiro. “É parte da cultura da Johnson buscar que o produto de amanhã seja melhor que o de hoje”, diz Samuel Santos, vice-presidente do CPT brasileiro, um dos cinco da J&J, no mundo, formado por 200 cientistas. Para apoiar essa filosofia, a J&J dedica anualmente um orçamento global de US$ 7,5 bilhões para pesquisa e desenvolvimento.

Santos, da J&J: ele comanda o centro de pesquisa brasileiro, um dos cinco mundiais da companhia americana.

– Black Friday para valer?

Ontem houve a promoção anual de descontos no comércio chamada de “Black Friday“. É uma queima de estoques, com preços significativamente reduzidos.

Nos EUA, há filas de consumidores nas portas das lojas. No Brasil, a maior parte das ofertas se dá pela Internet, e com um detalhe: nem sempre são descontos reais!

A grande queixa dos consumidores junto aos órgãos de defesa do consumidor é que as empresas aumentaram os preços dias antes e depois dão descontos para dizer que o preço está mais baixo.

É o velho golpe já conhecido na praça… se impressiona com um número alto como desconto e engana-se o freguês!

Quer um exemplo? Faça uma busca nos sites de calçados e busque “Asics Nimbus 14”. O tênis custa R$ 599,99 (ou melhor, 600,00). Mas como ele já tem um sucessor (o Asics Nimbus 15), o preço foi reduzido para R$ 399,99 como desconto promocional. Nada disso… é para tirá-lo de circulação logo e colocar o modelo novo nas vitrines (que custa R$ 599,99, “coincidentemente”). Mais: a concorrência é zero, já que Netshoes, Centauro, Dafiti, Procorrer, FastRunner e tantos outros sites vendem o tênis ao mesmo preço, inclusive nos centavos!

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– Dificuldade Impulsiona a Criatividade

A dificuldade pode ser um fator tanto desanimador quanto incentivador. Porém, vemos que muitas pessoas, ao sentirem desafiadas pelos percalços, acabam se superando. Um artigo fala sobre isso, extraído do Caderno Inteligência, da Revista Época Negócios, ed Jan/13, pg 100.

Abaixo, compartilho, sobre “dificuldades desejáveis”:

NÃO FACILITE

A dificuldade estimula a criatividade

Nosso cérebro responde melhor às dificuldades do que imaginávamos. Na verdade, elas estimulam nossa criatividade. O pesquisador Robert Bjork, da Universidade da Califórnia, até cunhou a expressão “dificuldades desejáveis” para defender um intervalo maior entre uma aula e outra, obrigando um esforço adicional dos alunos para lembrar a lição anterior. E cientistas da Universidade de Princeton descobriram que alunos assimilavam melhor os conteúdos impressos em fontes tipográficas mais feias e difíceis de ler. Estudos neurológicos mostram que, confrontadas com obstáculos inesperados, as pessoas conseguem aumentar seu “escopo perceptivo”, recuando seus pensamentos para enxergar o quadro mais amplo.

O poeta britânico Ted Hughes defendia que poesia deveria ser escrita à mão: o esforço para usar uma caneta em uma folha de papel obriga a criar expressões mais densas e sintéticas. Os Beatles são um exemplo de que as “dificuldades desejáveis” ajudam a criatividade: em 1966, depois de lançar Rubber Soul, planejavam gravar seu próximo disco nos Estados Unidos, onde os equipamentos eram muito mais sofisticados. Obrigações contratuais os obrigaram a gravar nos estúdios da gravadora, em Londres. Resultado: com a ajuda de um grande produtor e excelentes engenheiros de som, exploraram todas as possibilidades dos quatro canais de gravação disponíveis e produziram os revolucionários álbuns Sgt. Pepper e Revolver.

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– A Sinceridade da Vice Presidente da GM

Você já ouviu falar de Mary Barra?

Ela é considerada uma das mulheres mais influentes do mundo, e exerce a vice-presidência mundial de desenvolvimento de produtos da General Motors. E sobre os veículos que fabrica, ela declarou nesta semana à CNN:

Dei uma instrução clara aos funcionários: não quero mais carros tão horríveis“.

Uau! Para tal conversa se tornar pública existem apenas duas hipóteses: jogada de marketing ou paciência que se esgotou.

Será que os carros da GM estão ruins assim?

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– Vender Sorvete no Brasil é um bom Negócio?

Veja só: a Kibon vai se relançar no Brasil, já que vender sorvete num país tropical como o nosso, por incrível que possa parecer, não tem sido um bom negócio!

Abaixo, extraído de: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,a-dificil-arte-de-vender-sorvete–no-brasil–,1070364,0.htm

A DIFÍCIL ARTE DE VENDER SORVETE NO BRASIL

Em momento de queda nas vendas, Unilever investe R$ 40 milhões e reformula produtos

Por Fernando Scheller

Convencer o brasileiro a tomar mais sorvete não é tarefa fácil. A Unilever, líder no Brasil com a marca Kibon, está investindo R$ 40 milhões na maior aposta que já fez para transformar o produto na sobremesa preferida do brasileiro. Após um período de expansão, o consumo de sorvete vem registrando queda no Brasil: em volume, recuou 0,3% em 2011, 2,6% em 2012 e, no primeiro semestre deste ano, já caiu 7,2%, segundo dados da Nielsen.

A aposta da Unilever para incentivar o brasileiro a consumir sorvete em mais ocasiões é inundá-lo de opções. A linha para consumo em casa da Kibon, que até agora se resumia aos tradicionais potes de 2 litros e à marca Receitas Caseiras, foi desmembrada em quatro.

A empresa passou os últimos dois anos mudando a fórmula dos produtos e repensando a estratégia. Ao aumentar o portfólio para mais de 20 opções, a Unilever deu mais visibilidade à parceria com os chocolates da Mondelez – como Sonho de Valsa, Laka e Diamante Negro – e criou embalagens de sabores combinados além do tradicional Napolitano.

A partir desta semana, a Unilever vai bombardear a mídia com campanha na TV e pretende espalhar consultoras nos supermercados de todo o País para convencer o consumidor a pelo menos experimentar as novidades. “Nossa ideia é criar mais ocasiões de consumo para o sorvete”, diz João Campos, vice-presidente da Kibon.

Para montar o novo “cardápio”, que chegará aos supermercados em setembro, a multinacional fez pesquisas quantitativas e reuniu grupos de consumidores em todo o País para tentar entender uma contradição do mercado brasileiro: o cliente diz gostar de sorvete, mas consome muito pouco o produto.

Obstáculos. Vários fatores, no entanto, explicam as dificuldades de ampliação de mercado. O primeiro – e principal responsável pela queda de 7,2% no volume vendido entre janeiro e junho de 2013 – é o fato de a renda média do brasileiro, apesar de ter crescido nos últimos anos, ainda ser bem inferior à dos consumidores de países desenvolvidos, onde o consumo de sorvete é muito maior.

Isso ajuda a explicar por que americanos e australianos consomem mais de 17 litros de produto por ano, enquanto o brasileiro toma apenas 3. Hoje, um pote de 2 litros de sorvete das principais marcas – Kibon e Nestlé – não custa menos de R$ 15. “Sabemos que estamos pedindo um desembolso alto para o consumidor”, diz a diretora de marketing da Kibon, Cecília Dias. “Por isso, estamos modificando a nossa oferta.”

Ao subdividir sua linha de sorvetes, a Kibon colocou os produtos mais sofisticados em embalagens menores para não acabar assustando o consumidor com os preços. A estratégia é evitar que linhas como a Três Seleções, com três sabores em um único pote, não ultrapassem o valor cobrado pelas opções já disponíveis hoje.

Fator preço. Segurar o preço é uma medida necessária no momento em que o consumidor põe o pé no freio do consumo de “supérfluos” – categoria na qual, apesar dos esforços das fabricantes, o sorvete continua a se encaixar.

O consumidor brasileiro está numa fase em que pensa duas vezes no que compra. Segundo Marden Silva Soares, analista de mercado da Nielsen, parte da renda das famílias é consumida por prestações já assumidas.

Por isso, após a fase de experimentar novas categorias de produtos, o brasileiro entrou na fase de migrar para marcas mais baratas a fim de fazer as “conquistas” se encaixarem no seu orçamento.

“Com menos dinheiro disponível, o brasileiro passa a consumir menos e pior”, diz o analista. “Mesmo que invistam na revitalização das marcas e apresentem novos produtos, as líderes vão ser pressionadas a não aumentar os preços.”

Cultura. Além de fatores econômicos, características culturais também impedem a expansão mais acelerada do setor de sorvetes no Brasil.

O consultor em varejo Adalberto Viviani diz que o sorvete ainda tem de vencer a resistência das famílias em trocar as sobremesas feitas em casa por opções industrializadas.

“O espaço do almoço de domingo ainda não foi conquistado pelo sorvete”, diz o especialista. Além disso, a tentativa de vender o sorvete como alimento a ser consumido entre as refeições esbarra na própria natureza do produto. “As empresas estão tentando copiar o biscoito, que antes era um produto muito associado ao café e hoje é consumido durante o dia todo”, diz Viviani. “O problema é que não dá para levar um sorvete na bolsa para o trabalho.”

Uma outra barreira também está no caminho da expansão do consumo de sorvete: a preocupação com o corpo. Pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde na semana passada mostrou que, pela primeira vez, mais da metade dos brasileiros estão acima do peso, enquanto a parcela de obesos chega a 17%.

Por isso, o consumidor está investindo parte maior da renda em atividades físicas, diz Soares, da Nielsen. “Enquanto o apelo saudável cresce, diminui o espaço para indulgências como o sorvete.”

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– “Change the World” do Itaú

Com todo respeito, mas a canção “Change the World“, cantada por crianças em um coro, tocada a exaustão pelo Banco Itaú, já não passou dos limites?

Caramba… que superexposição e que chatice. Quantas vezes por dia a mesma propaganda na TV, rádio, etc. etc. e etc.?

Os publicitários estão praticando o antimarketing puro. Mudo de canal ou de estação.

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– A Ideia que deu certo: latinha de 350 ml!

Uma ideia que perdurou: a criação da latinha de refrigerante de 350 ml, pelo Departamento de Marketing da Pepsi, em 1930!

Sabe por que surgiu?

Para concorrer com a garrafa da Coca-Cola, já que era mais vantajoso o preço de venda de uma latinha Pepsi de 350ml do que uma garrafa de 290ml Coke. Aliás, a Coca-Cola só lançou sua latinha em 1959!

– Brasil tem o 5o maior preço de Big Mac do Mundo

Existe um parâmetro econômico mundialmente conhecido como “índice BigMac”. É o poder de compra calculado com base no tradicional no1 do McDonalds (o combinado lanche + batata frita + refrigerante). Tal indicador é muito respeitado, e mostra uma curiosidade: através dele, dá para saber que o poder de compra do brasileiro é menor que em 52 países, apesar da valorização da nossa moeda.

Curiosidade: aqui, em média o combo custa US$ 5.28. Nos EUA, US$ 4,56 (e a renda deles é bem maior que a nossa). Na Índia, só R$ 1,50 – e com a mesma receita).

Abaixo:

Extraído de: http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2013/07/12/brasil-tem-quinto-big-mac-mais-caro-do-mundo/

BIG MAC DO BRASIL É O QUINTO MAIS CARO DO MUNDO

Por Gustavo Santos Ferreira

O Brasil tem o quinto Big Mac mais caro do mundo – informou nesta sexta-feira a revista The Economist, responsável por divulgar semestralmente o chamado Índice Big Mac. O lanche vendido aqui só é mais barato do que na Suécia, na Suíça, na Venezuela e na Noruega.

O ranking da revista inglesa ajuda a medir, a partir do preço praticado nas vendas do carro-chefe do McDonald’s em 57 economias, quanto uma moeda está sub ou sobrevalorizada em relação ao dólar.

Por aqui, o sanduíche é vendido por US$ 5,28 (R$ 11,99); nos Estados Unidos, por exemplo, sai por US$ 4,56 (R$ 10,35).

Em dezembro, com o dólar comercial cotado a R$ 2,05, o Big Mac no País era 30% mais caro do que para o consumidor americano. Agora, passados mais de 6 meses e com uma depreciação do real em relação ao dólar superior a 11%, essa diferença caiu para 16%. Na prática, significa que a moeda brasileira, mesmo em franca desvalorização em 2013, prossegue bastante sobrevalorizada quando comparada ao dólar.

(Para que fosse calculado o Índice Big Mac do Brasil no primeiro semestre deste ano, foi considerado o dólar comercial cotado a R$ 2,27.)

Além disso, conclui-se que o dinheiro nas mãos do consumidor do Brasil tem poder de compra menor do que o das moedas que circulam em 52 países em que o Big Mac é mais barato.

Sim, porque a questão não é apenas cambial – vale lembrar. A partir desse índice, pode-se mensurar o alto custo Brasil de um modo geral.

Ora, o Big Mac é comercializado em qualquer lugar do mundo, certo? E é também em qualquer ponto do globo feito com os mesmo ingredientes, seja em São Paulo, Tóquio, Moscou ou Nova Deli – a capital da Índia, por sinal, onde boa parte da população não come carne, tem o lanche mais barato: US$ 1,50.

Nessas condições, ao analisarmos os preços do Big Mac em 57 países, temos boa noção de custos de produção pelo mundo. Ou seja, embora o câmbio importe muito, entram na conta ainda inflação, impostos, gastos com energia, mão de obra e demais tantos fatores peculiares de cada economia – que, no caso da brasileira, estão lá no alto.

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– O Lote Contaminado de Cup Noodles da Nissin-Ajinomoto

Se você gosta do macarrão instantâneo em Copo da Miojo, o Cup Noodles, não coma sem olhar bem a embalagem depois de aberta. Há lote contaminado por larvas…

PROCON DETERMINA RECOLHIMENTO DE MACARRÃO COM INSETOS

Simone Alencar, Keren Klayanne e Vanessa Fiedler fizeram a denúncia pessoalmente na Secretaria Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Seprocon)

Por Gabriela Vieira – Exame.com

O Procon-RJ determinou à indústria Nissin-Ajinomoto Alimentos a retirada do mercado do Rio de Janeiro de um lote do macarrão instantâneo Cup Noodles, em razão de denúncia de três consumidoras, que encontraram insetos e larvas em um dos copos do produto, sabor galinha caipira. Em nota, o Procon-RJ informa o lote do produto: D0892.

Uma amostra do produto também foi encaminhada para a Delegacia do Consumidor, onde será realizada perícia e, possivelmente, instaurado um procedimento criminal.

“Eu que comi primeiro e não vi nada. A minha amiga que deu a segunda garfada foi quem percebeu. Quando puxamos o garfo veio muita larva. O produto estava absolutamente lacrado, não tinha perfurações no copo ou no plástico. Então, deduzi que os insetos tinham vindo da fábrica”, relatou Simone ao Procon.

Em seu perfil no Facebook, Keren postou uma foto do macarrão, onde é possível ver os insetos. Segunda ela, as consumidoras tentaram um contato com a empresa por telefone, mas a fabricante teria se oferecido apenas para trocar o produto. O Procon-RJ realiza nesta quarta-feira, 3, inspeção em pontos de venda para verificar se a determinação foi cumprida.

Em nota, a Nissin-Ajinomoto Alimentos Ltda informou que tomou todas as providências necessárias para investigar a reclamação.

“Ressaltamos que a Nissin-Ajinomoto respeita e segue rigorosamente a legislação da Vigilância Sanitária no que dispõe às Boas Práticas de Fabricação e Comercialização”, diz a nota. A empresa informou ainda que as “unidades fabris atendem a rigorosos padrões de qualidade desde a seleção dos fornecedores até a distribuição dos nossos produtos” e se colocou à disposição para esclarecimentos.

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– A Nova Coca-Cola Compartilhada

Parece que levou algum tempo para alguém descobrir coisa tão lógica: que tal um latinha de refrigerante para se dividir ao meio, fisicamente?

Pois é, a Coca-Cola teve uma ideia legal, que está sendo testada em Cingapura: a lata de 350 ml se divide em duas de 175 ml. Uma coisa tão lógica (e ao mesmo tempo tão boba), mas que nunca foi pensada!

Veja o vídeo (bem animadinho) em: http://www.youtube.com/watch?v=72fRuE8vmo0&feature=player_embedded

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Boa idéia ou não?

– Vale a pena Mentir nos Anúncios?

Muitas vezes, vemos anúncios exagerados de certos produtos. Na preocupação de supervalorizar algo, cai-se no erro da mentira.

Um livro novo, “O Argumentador Honesto” propõe esse debate: vale a pena mentir nos anúncios? Você percebe a mentira em certas propagandas?

Abaixo, extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI262972-16366,00-ANUNCIO+BOM+E+ANUNCIO+HONESTO.html

ANÚNCIO BOM É ASSUNTO HONESTO

Por Márcio Ferrari

A idéia não é assim tão nova, mas é raramente seguida pela publicidade. Tanto que o homem que a propõe é visto como um herege na área. O britânico John Bunyard, famoso e aposentado publicitário, argumenta em seu livro recente, The honest persuader (“O argumentador honesto”), que não adianta exagerar as qualidades de um produto ou impor marcas ao consumidor, porque, se os benefícios não forem comprovados, a propaganda funciona ao revés. Ele baseia suas afirmações em conhecimentos da neurolinguística – e tem recebido críticas favoráveis. Para Bunyard, a melhor estratégia é complementar a campanha publicitária imediatamente com testes de consumo no varejo para confirmar o que foi anunciado. Segundo ele, estudos neurológicos mostram que, quando nossas expectativas são confirmadas, o cérebro libera uma descarga de dopamina, substância química que dá sensação de prazer. Por isso, também não adianta confiar no que os consumidores dizem em pesquisas: o hábito de compras é orientado essencialmente por processos inconscientes. Mais que ouvi-lo, o anunciante precisa estudar o comportamento do consumidor.

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– A Excessiva Patrulha do Politicamente Correto a Neymar

Nos últimos dias, um comercial protagonizado por Neymar está dando o que falar. O jogador é garoto-propaganda da Lupo, e na peça publicitária, garotas vão à busca de cuecas para vê-lo vestindo uma. Porém, quando um rapaz forte pede para ver uma cueca, Neymar “foge de fininho”.

Normal, sem menção alguma a homofobia. Porém, alguns ativistas alegam que é um anúncio preconceito.

Veja o filme e diga: há alguma mensagem homofóbica? Pra mim, nada a criticar.

Em: http://www.youtube.com/watch?v=par3DHnwRhE

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Será que ser heterossexual tornou-se crime? Neymar deveria mudar sua opção para bissexual a fim de agradar a todos?

Deixe sua opnião:

– Os Patrocinadores Desconhecidos do Povão

A Revista Época Negócios trouxe em sua edição 64 (pg 20, na matéria de Rodrigo Capelo) um interessante levantamento da agência Hello Research (HR): o quanto os torcedores brasileiros desconhecem sobre os principais patrocinadores de eventos esportivos.

Por exemplo: 1000 brasileiros de 70 cidades trouxeram os seguintes dados:

– para 10% dos entrevistados, a Petrobrás é patrocinadora da Copa do Mundo de 2014 (mesmo ela não sendo…)

– O banco oficial da Copa do Mundo, parceiro da FIFA, é a Caixa Econômica Federal para 13%; outros 13% disseram ser o Bradesco e 12% o Banco do Brasil. Na verdade, o patrocinador oficial é o Itau (lembrado por 11%).

– a empresa de material esportivo patrocinadora oficial da Copa foi lembrada como sendo a Nike por 18%. Porém, oficialmente, é a Adidas, lembrada por 10%.

– a empresa telefônica oficial, segundo os entrevistados, é a Vivo, com 9%; seguida pela TIM (4%), e Claro (3%). Mas o patrocinador verdadeiro é a OI, com apenas 2% de menção.

– 47% dos entrevistados não conhecem nenhum dos patrocinadores da Copa do Mundo a FIFA, sendo que até a Varig e o BNDES foram citados como patrocinadores.

– uma das poucas lembranças certeiras foi a Coca-Cola, que recebeu 32% das respostas.

É nítido que em alguns casos, há a confusão entre patrocinadores da Seleção Brasileira e da Copa do Mundo. Mas vale a discussão: o quanto as empresas que gastaram fortunas para serem parceiras oficiais devem estar descontentes com tal índice.

E você, conhece os patrocinadores dos principais eventos esportivos que sediaremos, como Copa do Mundo e Olimpíadas?

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– Impressões Ruins de uma Marca…

Neymar é o bola da vez. O garoto está valorizado. Mas é criticado por supostas “cavadas de falta por simulação”.

Como a telefonia móvel do Brasil é péssima, algum gaiato bolou esta brincadeira com o defeito do menino e as empresas de celular:

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Brasileiro é criativo… não concordo muito, mas é engraçado!

– A Logo da Pepsi em Lata da Coca-Cola?

A Coca-Cola lançou novas latinhas para comemorar a Copa das Confederações da FIFA, evento que ela patrocina, numa campanha intitulada “Vamos colorir o Brasil”. As embalagens receberam as cores da bandeira brasileira, divididas pelo tradicional vermelho da marca.

E não é que um espertalhão descobriu que em um dos modelos – o azul sem querer aparece a logomarca do seu concorrente, a Pepsi?

Alguém recortou uma folha de sulfite e sobrepôs na latinha, aparecendo exatamente a marca do rival.

Veja abaixo e diga: é uma Coca-Cola, mas não parece uma Pepsi?

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– O que tem no Cigarro!

Compartilho matéria da SuperInteressante (texto de Fernanda Salla, ed ME Abril 2013, pg 34-35) sobre as 5.315 substâncias que contém no Cigarro. Destas, mais de 4.700 são nocivas!

A mais letal é a Nicotina, responsável pela dependência química. A mais abundante é o Monóxido de Carbono, que se liga às hemácias do sangue de forma permanente. A mais radioativa é o Plutônio, que colabora para o câncer do pulmão. Há também veneno para animais em doses menores, como Cianeto de hidrogênio, que costuma ser usado para combater cupins e baratas. Claro que há os cancerígenos tradicionais, como a Nitrosamina (câncer de língua).

Uma dúvida que as autoridades de saúde têm é: quanto é a dosagem verdadeira de amônia utilizada pela indústria do tabaco, usada para potencializar o efeito da Nicotina?

E aí, tá com vontade de fumar ainda?

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– Dia da Liberdade dos Impostos

Ontem, muitos empresários resolveram protestar contra a altíssima carga de impostos. Em SP, um posto resolveu radicalizar: o preço normal da Gasolina (R$ 2,699) caiu para R$ 1,267.

E aí, paganos ou não muito dinheiro para o Governo? Enfim… recebemos esse dinheiro de volta, em bons serviços públicos.

Abaixo, extraído de: http://migre.me/eIFYu

DIA SEM IMPOSTOS

Em protesto contra altos impostos, movimento vende 5 mil litros de gasolina ao preço de R$ 1,26 em SP. Motoristas enfrentaram até duas horas de fila para abastecer:

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– O Frentista Felipe Massa

Olha que legal: a Shell, patrocinadora da Ferrari, resolveu fazer uma ação de marketing bacana: colocou o piloto Felipe Massa para trabalhar de frentista na Polônia.

Já imaginou parar no posto de combustível e ser atendido pelo Massa?

Em: http://uolesporte.blogosfera.uol.com.br/2013/05/18/felipe-massa-vira-frentista-de-posto-na-polonia/

FELIPE MASSA VIRA FRENTISTA DE POSTO NA POLÔNIA

Não, Felipe Massa não mudou de profissão e nem abandonou a Fórmula 1. O piloto brasileiro da Ferrari participou, neste sábado, de uma campanha publicitária em Varsóvia, na Polônia, para apresentar uma novidade na gasolina de um patrocinador.

Em seu Instagram, Massa publicou a foto do momento em que ‘atacou de frentista’ e encheu o tanque de um carro. “Fazendo um bico na polonia no posto Shell !! Kkkkk”, brincou o piloto.

O brasileiro encheu o tanque de vários carros e ainda se apresentou para um público de aproximadamente 3o mil pessoas na capital do país. Com uma Ferrari F60, ele deu 20 voltas em um circuito desenhado pelas ruas da capital do país.

Na atual temporada da Fórmula 1, Felipe Massa é o atual quinto colocado na classificação geral, com 45 pontos. O líder é Sebastian Vettel, da Red Bull, com 89. O seu companheiro de Ferrari, o espanhol Fernando Alonso, é o terceiro, com 72 pontos conquistados nos 5 primeiros Grande Prêmios.

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– A Empresa que Não Gosta de Gordos e Feios

Vejam só: grife famosa mundialmente – a Abercrombie (que ainda não chegou ao Brasil) faz barulho ao desenvolver produtos para pessoas que não sejam gordas, além de discriminar funcionários: eles devem ser atraentes sexualmente!

Feios e obesos não trabalham por lá! E isso está dando confusão…

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/299394_A+GRIFE+QUE+NAO+GOSTA+DE+GORDOS+E+FEIOS?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

A GRIFE QUE NÃO GOSTA DE GORDOS E FEIOS

Como declarações preconceituosas do presidente da rede americana Abercrombie afetam a imagem e os negócios de uma gigante que faturou mais de R$ 4 bilhões em 2012

Por Fabíola Perez

Em pouco mais de uma década, a grife de roupas Abercrombie & Ficht deixou de ser uma marca de relativo sucesso apenas nos Estados Unidos para se tornar um fenômeno global. Nesse período, seu faturamento cresceu mais de dez vezes, até chegar aos US$ 4,2 bilhões em 2012, e sua reputação de marca bacana, jovial e descolada conquistou adolescentes do mundo inteiro. Parte significativa desse sucesso deve ser creditada a Mike Jeffries, um executivo com fama de maluco que assumiu a presidência da empresa em 1996 e que logo viria a colocar em prática ideias que pareciam esquisitas, mas que se revelaram acertadas. Em vez de vendedores convencionais, a rede contratou modelos para atender os clientes. Jeffries queria mais. As lojas passaram a simular um lugar de baladas, enfeitadas com luzes piscantes que brilhavam no ritmo do som altíssimo. De novo, o executivo não se conteve e foi então que ele teve a sacada que transformou de vez a Abercrombie. Os modelos masculinos, jovens sempre sarados, passaram a atender a clientela sem camisa e as meninas adolescentes tornaram os endereços da rede verdadeiras atrações turísticas. Basta dar uma volta na Quinta Avenida, em Nova York, para observar levas de garotas tirando fotos com a turma de corpo definido. Mas o império construído com a criatividade de Jeffries agora está ameaçado – e por culpa dele mesmo. Motivo: o presidente da grife falou bobagem. E das grandes. “Quero apenas gente magra e bonita”, disse, sobre quem seria seu público ideal. A declaração, como era de se imaginar, provocou uma enxurrada de protestos mundo afora.

Na semana passada, um movimento iniciado na internet sugeriu que roupas da grife fossem queimadas em praça pública (até a quinta-feira 16, a data da destruição não havia sido marcada) e as redes sociais destrataram Jeffries (que, aliás, não parece ser tão bonito assim). No Brasil, a campanha “Abercrombie Popular”, criada pelo designer paulistano Isaias Zatz, 21 anos, pede que as peças da grife sejam doadas a moradores de ruas. “A Abercrombie sempre foi elitista”, diz Zatz. “Então, pensei que as roupas poderiam cair melhor em pessoas de verdade, sem sorrisos forçados.” Nos Estados Unidos, uma iniciativa semelhante também ganhou força. O internauta Greg Karber postou um vídeo na internet convocando americanos para o movimento “Fitch the Homeless”, cuja proposta é vestir os sem-teto com camisetas, casacos e bermudas da Abercrombie. Nos últimos dias, a revolta ganharia força à medida que surgiram novas afirmações estranhas de Jeffries, que se tornaram públicas depois da divulgação de um documento interno da empresa. “Sinceramente, preferimos os garotos mais atraentes”, é uma das frases atribuídas ao executivo, que assumiu recentemente ser homossexual. “Muita gente não cabe em nossas roupas e não é para caber. Se somos exclusivistas? Totalmente.” Não se trata de um discurso da boca para fora. Há alguns dias, a rede anunciou que deixará de fabricar roupas dos tamanhos G e GG.

Até que ponto a sinceridade visceral de um executivo, algo que o mercado não está acostumado a ver, afeta os negócios de uma corporação global como a Abercrombie? Para especialistas, a grife terá dias ruins pela frente.“As frases preconceituosas podem afastar investidores e atrapalhar parcerias no futuro”, diz Berenice Ring, coordenadora do curso de gestão de marcas da Fundação Getulio Vargas. “As declarações restritivas do presidente da Abercrombie estão na contramão do novo comportamento que as companhias querem alcançar no mundo corporativo”, afirma Daniella Bianchi, diretora da Interbrand Brasil. Para ela, a luz amarela acendeu para a marca americana. “Grande parte da população americana usa tamanhos grandes e, ao extinguir essas roupas, Jeffries elimina uma fatia do mercado consumidor.” A empresa, assegura, deve sofrer um impacto nas vendas e não vai demorar para que os acionistas reclamem das declarações de Jeffries. Outros fatores indicam que o modelo de Jeffries dá sinais de esgotamento. A combinação de vendedores musculosos, lojas badaladas e preços altos era uma boa estratégia nos tempos em que os consumidores americanos e europeus, os principais alvos da marca, podiam gastar horrores sem se preocupar com os efeitos da crise. Agora, é diferente: se em 2012 o faturamento cresceu 23,5%, a previsão para 2013 é de 7,14%. É hora, portanto, de Jeffries ficar de bico bem calado.

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– Leite com Formol. De novo problemas no envasamento?

Depois do problema dos sucos Ades, agora várias marcas de leite tiveram contaminação por formol.

Não está ficando difícil confiar nas marcas? Lembram do caso Tyrol, de uns 5 anos atrás?

Dessa vez, os lotes de leite problemáticos são:

  • Italac Integral (Lotes L05KM3, L13KM3, L18KM3, L22KM4 e L23KM1)
  • Italac Semidesnatado (L12KM1),
  • Bom Gosto/Líder UHT Integral (lote TAP1MB),
  • Mumu UHT Integral (lote 3ARC),
  • Latvida UHT Desnatado (com fabricação em 16 de fevereiro de 2013 e validade até 16 de junho de 2013)

Talvez seja melhor bebermos leite direto da teta da vaca… Embora, temos que averiguar se ela comeu capim ou alguma ração problemática.

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– Empresas Americanas tiram Proveito da Causa Gay

Nos EUA, o assunto sobre a legalização do casamento homossexual está em pauta. E muitas organizações aproveitam o assunto e se ligam à causa para ganhar clientes e a imagem de “politicamente correta”. Veja:

Extraído de Época, ed 13 de abril, pg 52-54

A NOVA SUSTENTABILIDADE?

Empresas americanas aderem à causa do casamento gay depois que ela se tornou majoritária nos Estados Unidos

Por Margarida Telles

O casamento gay é a nova sustentabilidade? Ou seja, uma causa tão majoritária que os departamentos de marketing das empresas abraçam entusiasticamente? Há indícios de que tal processo possa estar em curso nos Estados Unidos. Lá, marcas como Absolut, Nike, Microsoft e Apple manifestaram apoio à equiparação dos direitos entre os casais homossexuais e heterossexuais. Quando o movimento ganhou como logomarca o símbolo matemático de igualdade, marcas como Budweiser e Smirnoff publicaram as imagens em suas contas no Facebook e Twitter, gerando uma avalanche de curtidas e compartilhamentos. Claro que não dá ainda para comparar o apoio ao casamento gay, que envolve riscos, com a sustentabilidade, que é praticamente uma unanimidade. A rede de cafeterias Starbucks perdeu clientes dos setores conservadores ao defender os direitos dos homossexuais.

O publicitário Hiran Castelo Branco, vice-presidente de operações da ESPM, afirma ser improvável o mesmo tipo de boicote no Brasil. “Aqui, mesmo que a pessoa não seja adepta de uma determinada situação, ela não costuma ser radicalmente contra”, diz. Mesmo assim, marcas ainda relutam em assumir a causa gay. A Bonafont publicou em sua conta no Facebook o símbolo da igualdade, feito com duas garrafas de água. Procurada, limitou-se a dizer: “A Bonafont é uma marca reconhecida por respeitar e valorizar cada um de seus consumidores”. Já o site Decolar, cuja garota-propaganda é Daniela Mercury, assumiu um posicionamento neutro perante a questão. “A Decolar.com considera que assuntos particulares de nossos contratados só dizem respeito a eles próprios. Gostamos de todos e respeitamos suas decisões”, disse a empresa, num comunicado oficial, depois que a cantora assumiu seu relacionamento gay.

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– Associação de Marcas Bem Própria?

A Seleção Brasileira de Futebol vai ser patrocinada pela Gol Linhas Aéreas. Justo no momento em que o Escrete Canarinho está em péssima fase, a empresa de aviação (que resolveu radicalizar os seus cortes, oferecendo apenas água aos passageiros) acerta o patrocínio.

Combinou: embora o nome lembre “futebol”, a Gol está com a “bola murcha”, tanto quanto a Seleção Brasileira.

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– O Fim da Marca “Ades”?

Quer algo mais complicado para recuperar a imagem de um produto do que o caso “Ades”?

Primeiro, a Unilever tomou a iniciativa e fez um recall de suco-de-maça da sua marca de bebidas a base de soja, devido a contaminação com detergentes. Depois, a Vigilância Sanitária ordenou a retirada dos outros produtos Ades das prateleiras.

Na dúvida, você daria um suco / leite com suspeita de estar com resíduo de produto de limpeza à sua criança?

Problemaço para a empresa… Enquanto isso, os concorrentes vendem mais.

Em tempo: a Unilever admitiu falha humana e operacional na linha de envasamento. Imagine a multa que receberá das autoridades.

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– Clube Inglês dará Bebida para Aumentar a Torcida

Lembram do Middlesbrough, o pequeno clube inglês que contratou Juninho Paulista do São Paulo FC, após a sua passagem pela Seleção Brasileira contra o English Team?

Pois é: para aumentar o número de associados, o clube fará duas promoções: crianças não pagarão mais ingressos, e adultos ganharão gratuitamente um copo de vinho, cerveja ou refrigerante durante os jogos.

Aqui, as equipes pouco fazem para aumentar o público… Ingressos caros e desconforto são comuns nos gramados tupiniquins.

Extraído de: http://t.co/ZtHX7M0r6v

MIDDLESBROUGH DARÁ BEBIDA PARA INCREMENTAR RECEITAS COM ESTÁDIO

Na segunda divisão inglesa, o Middlesbrough sofreu no início da temporada com a reclamação dos seus torcedores a respeito dos preços praticados no Riverside Stadium, casa do clube.

Visando incrementar suas receitas com novos associados e satisfazer as necessidades dos atuais, o Middlesbrough divulgou duas novas ações.

Independente do acesso a elite inglesa, o sócio que for ao estádio nos jogos da próxima temporada ganhará uma bebida à sua escolha. O cardápio engloba cerveja, vinho, refrigerante e outras bebidas locais.

Outra ação apresentada pelo clube é o espaço Generation Red Family Zone, que estará localizada na parte nordeste do seu estádio. Por lá, idosos e crianças de até 11 anos acompanhadas por um responsável não pagarão ingressos.

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– Empresas que Trapaceiam ou se Atrapalham?

Domingo passado, em busca de ovos de chocolate em grande quantidade.

Vamos lá: melhor preço foi do Ovo “Lacta ao leite 196g” no Extra de Jundiaí – R$ 23,90.

Na entrada da loja, uma faixa que esses mesmos ovos estão em promoção, por R$ 19,90.

No corredor, um carrinho cheio dos ovos Lacta ao leite com um cartaz escrito em letras garrafais: “só hoje, por R$ 13,90”.

Na gôndola, outro lembrete: acima de 3 unidades, desconto de 15%!

Promoção sensacional, né? Mas, na hora de passar no caixa… Depois de 40 minutos na fila (aliás, que péssimo atendimento o Extra tem…), o preço não tinha nenhum desconto. Após reclamar, chamar gerente, debater, etc… cada ovo custou R$ 11,81.

Agora esqueça os Ovos de Páscoa e pense: quando você vai ao mercado, confere se todos os itens estão realmente sendo cobrados como o anunciado na prateleira? E se os “descontos que aparecerão no final do cupom” realmente representam o prometido?

Fica a dica. E a dúvida: são erros de quem se atrapalha ou de quem se aproveita do consumidor?

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– Yes, Rum não é Cachaça!

Ufa! Depois de muito tempo brigando com os EUA, uma vitória da pinga brasileira!

A nossa Aguardente era classificada como Rum, sofrendo com isso uma alta carga de impostos. Alguns chamavam a bebida pura pelo nome de Caipirinha. Mas, enfim, os americanos aceitaram a classificação como “Cachaça”.

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/113073_EUA+RECONHECEM+A+CACHACA+COMO+BEBIDA+BRASILEIRA

EUA RECONHECEM A CACHAÇA COMO BEBIDA BRASILEIRA

Por Carla Jimenez

Depois de anos de negociações, a Tax Tariff Bureau, divisão responsável pela regulamentação tarifária de produtos comercializados nos Estados Unidos, chancelou a classificação da aguardente brasileira como “cachaça”, abandonando o rótulo improvisado pelos importadores estrangeiros de “rum brasileiro”.

Segundo Ricardo Gonçalves, diretor superintendente da Cia Muller de Bebidas, que fabrica a caninha 51, o Brasil tentava o reconhecimento nos Estados Unidos, com apoio de entidades, desde o ano 2000. “Agora, só as bebidas destiladas no Brasil terão essa denominação”, diz Gonçalves, que também é presidente do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe).
 
O reconhecimento da bebida brasileira era esperada desde que a presidenta Dilma Rousseff visitou o presidente Barack Obama, em abril do ano passado. Na ocasião, ficou acertado que os americanos certificariam a ‘branquinha’, e o Brasil fariam o mesmo para o bourbon, o uísque americano.
 
Hoje o Brasil exporta, globalmente, apenas US$ 14 milhões em cachaça. Com a nova denominação, há oportunidades de aumentar esse número, avalia Cesar Rosa, presidente das Indústrias Reunidas de Bebidas, que produz a Velho Barreiro. “Este foi um grande passo, mas é apenas o primeiro”, diz Rosa. “O setor ganha mais força para ganhar a denominação oficial da cachaça em todo o mundo, a partir de agora.”

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– A Copa da Coca-Cola, queira ou não, é Empolgante!

Você pode detestar futebol, não beber refrigerantes e criticar o capitalismo. Como eu, não desejar uma Copa do Mundo no Brasil e se indignar com autoridades que dão “pão e circo” para seu povo.

Mas uma coisa é inegável: existe gente competente trabalhando no Mundial. E um dos patrocinadores, a Coca-Cola, prova isso.

Assisti e compartilho o vídeo “A Copa de Todo Mundo”, onde a empresa americana entusiasma as pessoas com a mensagem positivista / otimista da Copa, do Brasil e dos Brasileiros.

Se você não viu, aqui: http://www.youtube.com/watch?v=u-tp3SwitMY

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– O Supermercado do Futuro

Em breve, você estará indo a mercados sem caixas, carrinhos inteligentes e filas-zero.

São os novos supermercados hi-tech, que surgem aos poucos!

Extraído de Istoé Dinheiro, Ed 18/05/11, pg 14

SUPERMERCADO DO FUTURO

Os congelados derretendo, e cliente parado na fila do caixa esperando para pagar suas compras. Em breve, essa cena será coisa do passado.

Por Flávia Gianini

Imagine pegar o carrinho de compras com um monitor trazendo as ofertas do dia na tela, e mais, já calculando todos os produtos que você está comprando. Isso existe e já está sendo usado pelo Walmart nos EUA e a rede alemã Metro.

No Brasil, a tecnologia é quase inédita para o grande público, mas já há testes para sua aplicação, pois com dinheiro em mãos, o brasileiro vai mais frequentemente às compras.

Pesquisa aponta que a frequência das idas do consumidor ao supermercado aumentou de 106 visitas, entre 2008 e 2009, para 123 vezes em 2010.

O setor, que faturou R$ 185 bilhões em 2010, sendo 31% deste valor só no Estado de São Paulo faz projeções otimistas para o futuro, mesmo em meio a uma anunciada desaceleração econômica.
Os varejistas comemoram o aumento do consumo, mas já estão atentos à consequência quase que inevitável do sucesso nas vendas: as indesejáveis filas. Assim buscam soluções que tornem a experiência o mais dinâmica possível.

De olho nisso,  a Associação Paulista de Supermercados (Apas), discute a necessidade de inovação do setor durante a feira que realiza todos os anos e que é a maior mundo.

A tecnologia chamada RFID (Radio Frequency IDentify) é uma etiqueta eletrônica, que substitui o código de barras nos produtos e nas gôndolas das prateleiras, e que emite ondas de rádio. Assim, quando o consumidor coloca um produto no carrinho, junto ao monitor, um sensor capta os sinais por meio do RFID, identificando o produto, sua validade e o preço.

Estas informações aparecem na tela do carrinho permitindo ao cliente, um maior controle na compra, já que ele pode visualizar todos os itens, preço por unidade, valor total, informações nutricionais e até receber dicas de receitas para cada item.
Na hora do pagamento, uma antena no caixa capta os sinais do carrinho e já transmite ao computador do atendente quais os produtos comprados e qual o valor final a ser cobrado. O cliente chega ao caixa, passa o seu cartão de crédito do mercado e a compra está finalizada.

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– AB Inbev barrada pela Justiça Americana

Vejam só: o apetite dos donos da Ambev é insaciável. A Cervejaria, dona da Bhrama, Budweiser e outras dezenas de marcas, quer realmente o mundo. Agora, tentou comprar a cervejaria mexicana Corona,. mas a Justiça dos EUA não permitiu.

Entenda, extraído de: http://istoe.com.br/reportagens/274125_UM+BRASILEIRO+NA+MIRA+DOS+EUA

UM BRASILEIRO NA MIRA DOS EUA

Departamento de Justiça americano bloqueia compra de cervejaria mexicana pela AB Inbev, presidida pelo carioca Carlos Brito, e acusa a líder mundial do setor de praticar concorrência desleal

Por Mariana Queiroz Barboza

Uma ameaça à concorrência dentro de um mercado já altamente concentrado. Foi com esse argumento que, na semana passada, a divisão antitruste do Departamento de Justiça dos Estados Unidos bloqueou a compra do Grupo Modelo, fabricante mexicana da cerveja Corona, pela belga-brasileira Anheuser-Busch InBev, gigante controladora da Ambev. O negócio, da ordem de US$ 20,1 bilhões, levaria a AB Inbev a deter metade do mercado americano – o suficiente para incomodar o governo de Barack Obama, temeroso de que a aquisição facilitasse a coordenação dos preços entre a líder Inbev e a vice-líder MillerCoors. “Nós permanecemos confiantes em nossa posição e pretendemos contestar vigorosamente a ação do Departamento de Justiça na corte federal”, disse a Inbev em comunicado. A empresa, porém, já não espera mais que o negócio seja assinado no primeiro trimestre de 2013.

Para especialistas, é improvável que a Inbev recue. “Não há a menor chance de a AB Inbev desistir desse negócio”, disse à ISTOÉ Hans D’Haese, analista do banco belga Degroof. “Ele é muito importante para simplesmente abandoná-lo.” A AB Inbev já possui 50% da cervejaria mexicana e, agora, pretende adquirir o restante. Para isso, a Modelo venderia sua parte na importadora Crown, responsável pela distribuição dos produtos do grupo nos EUA, num movimento que criaria uma “concorrência de fachada” na avaliação de William Baer, chefe da divisão antitruste. Os analistas apostam que as empresas farão concessões – entre elas, abrir mão de algumas instalações da Modelo no México – para conseguir a aprovação do acordo e, assim, evitar uma desgastante briga judicial. D’Haese calcula que os ganhos de sinergia, previamente estimados em US$ 600 milhões por ano, devem ser reduzidos depois disso. A estimativa dele é de que a negociação leve, pelo menos, mais seis meses. Em caso de rompimento do acordo, a AB Inbev terá que pagar à Modelo uma multa de US$ 650 milhões.

No centro do interesse da AB Inbev, além da consolidação de sua liderança nos EUA, está o mercado mexicano, que se beneficia de uma economia que cresceu 4% no ano passado e um perfil demográfico favorável (classe média ascendente e taxas de urbanização e gastos do consumidor em expansão).“O Grupo Modelo tem sido um dos nossos parceiros mais importantes por mais de 20 anos e estamos satisfeitos de envolver nosso longo e bem-sucedido relacionamento nessa combinação”, disse o brasileiro Carlos Brito, presidente global da AB Inbev, no anúncio do acordo, em 2012. No período citado por Brito, a Modelo importou e distribuiu a Budweiser e a Bud Light, marcas da Inbev, no México. Em solo americano, contudo, a Modelo vinha ganhando espaço ao resistir à escalada de preços coordenada pela própria Inbev. “As duas maiores cervejarias, AB Inbev e MillerCoors, frequentemente acham que é mais lucrativo seguir os preços de cada uma do que competir agressivamente por uma fatia maior do mercado cortando os preços”, diz o Departamento de Justiça em documento oficial. “Entre outras coisas, a ABI inicia o reajuste anual de preços com a expectativa de que os preços da MillerCoors seguirão os seus. E eles seguem.”

Para Bill Knoedelseder, autor do livro “Bitter Brew: The Rise and Fall of Anheuser-Busch and America’s Kings of Beer” (“Bebida Amarga: A Ascensão e a Queda da Anheuser-Busch e dos Reis da Cerveja dos EUA”, numa tradução livre para o português), “a AB Inbev não é conhecida por fazer boas cervejas, mas por ficar cada vez maior e entregar bons retornos aos investidores.” A empresa nasceu há nove anos da fusão da brasileira Ambev com a belga Interbrew e, em 2008, adquiriu a americana Anheuser-Busch por US$ 52 bilhões. As vendas da Budweiser, até há pouco tempo a cerveja mais popular entre os americanos, estão caindo (só no terceiro trimestre do ano passado o recuo foi de 7% em volume). No mesmo período, incluindo todas as suas marcas, as vendas da Inbev caíram 0,3% no mundo, sem contar os negócios gerados por aquisições. “A Inbev faz dinheiro cortando custos, demitindo pessoas e aumentando os preços”, disse Knoedelseder à ISTOÉ. “No fim das contas, a cerveja é o que menos importa.”

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– Gradiente vence o 1o Round contra a Apple

Coisas curiosas no mundo da Administração: a Gradiente houvera anos atrás registrado o nome iPhone para si aqui no Brasil, antes da Apple lançar o seu famoso Smartphone. Dias atrás, divulgado amplamente, a empresa brasileira entrou na Justiça contra a norte-americana pois lançava seu smartphone iPhone e queria fazer valer a propriedade do seu nome.
A novidade é: a partir do dia 05 de fevereiro, a Apple não poderá mais vender no Brasil o iPhone com o nome de iPhone, segundo o INPI!
Extraído de: http://www.administradores.com.br/noticias/tecnologia/apple-perde-direito-sobre-nome-iphone-para-gradiente-diz-site/73146/

APPLE PERDE DIREITO SOBRE NOME IPHONE PARA GRADIENTE, DIZ SITE
Nos EUA, a Apple passou por uma situação semelhante, porque o nome “iphone” pertencia à Cisco.
De acordo com o portal do jornal O Globo, a Apple terá de enfrentar uma dura batalha no Brasil a partir da próxima terça-feira (5). Segundo a publicação, ç (INPI) vai divulgar neste dia, na próxima edição de sua revista oficial, a rejeição a pedidos da empresa norte-americana para uso do nome iPhone em aparelhos celulares ou outros produtos de áreas próximas. O motivo: a Gradiente conseguiu a patente do nome sete anos antes de o popular smartphone ser lançado.
De acordo com site de O Globo, após a publicação das rejeições, a Apple passará a correr o risco de sofrer processos no Brasil, se continuar comercializando o iPhone. Para complicar mais ainda a situação, a Gradiente lançou neste ano uma linha de smartphones com o mesmo nome.
Nos EUA, a Apple passou por uma situação semelhante, já que o nome “iphone” pertencia à Cisco. Depois de um processo, entretanto, as duas companhias entraram em acordo.

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– Liquidações com Apelo Proibido?

Durante as promoções de algumas lojas, é comum as expressões “Queima de Estoque”, “Liquidação Total” ou “Bota Fora”.

E não é que o Shopping de Decorações D&D resolveu reinvindicar a exclusividade do termo “Bota Fora” para si, sendo que já existia até mesmo registro da expressão no INPI por parte dele?

Ontem, vi em São Paulo uma loja grafando: “Põe pra Fora”. Teria sido provocação / ironia?

Extraído de: http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201301210933_TRR_81933786

SHOPPING PROÍBE QUE LOJAS USEM TERMO “BOTA FORA” EM PROMOÇÕES

O Shopping D&D, de São Paulo, está notificando lojas de decoração concorrentes que usam o termo “bota fora”. O shopping registrou a expressão como marca no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) em abril de 2007, de acordo com informações do jornal Valor Econômico publicadas nesta segunda-feira.

O D&D notificou empresas e já entrou com duas ações contra o uso da expressão, de acordo com o jornal. A loja de móveis Sylvia Design chegou a entrar com um pedido de nulidade da marca na Justiça, por considerar que a expressão é popular e de uso comum em liquidações.

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