Demorou, mas aconteceu o esperado: Facebook passou o Orkut no Brasil.
E o Google+, o contra-golpe tão divulgado? Nem cócegas fez?
Os números da briga em www.veja.com.br/extras
Demorou, mas aconteceu o esperado: Facebook passou o Orkut no Brasil.
E o Google+, o contra-golpe tão divulgado? Nem cócegas fez?
Os números da briga em www.veja.com.br/extras
O governador bahiano Jacques Wagner (PT-BA) é um fanfarrão. Sobre a proposta da volta da maldita CPMF (imposto que sempre onerou a população e nunca foi usado para ajudar a saúde), disse:
“Não é um imposto, é uma taxa de solidariedade!”
Tá de brincadeira, né?
Vendemos mais computadores do que o Japão? Somente os EUA e a China estão à frente no mercado mundial. Dá-lhe Brasil.
Mas fica a pergunta: estamos alfabetizados adequadamente ou apenas “iniciados no mundo digital”? Deixe seu comentário:
Estudantes e Profissionais sofrem com a bendita Telefônica. Comerciantes, como eu, mais ainda. Neste planeta globalizado e conectado, cada vez mais o uso da Internet se faz necessário no mundo dos negócios.
E não é que ontem, em parte da cidade de Jundiaí, houve um apagão do Speedy?
Como é que se pode confiar nas transações pendentes no final do dia, se em pleno horário dé pico, não há Internet?
E o que fazer se na telefonia fixa reina absoluta e exclusivamente o Speedy da Telefônica?
O que dizer de Steve Jobs? Fundou a Apple, e foi demitido pela própria empresa.
Voltou à organização. E mesmo com transplante de fígado, câncer de pâncreas e diversas licenças médicas, colocou a empresa como a número 1 do mundo (em qualquer setor de atividade). Seu valor na bolsa corresponde à soma dos 32 maiores bancos europeus!
Graças à suas idéias inovadoras, como o iPhone e iPad, a Apple se salvou de maus momentos e se tornou a referência.
Tim Cooks, seu sucessor, está preparado, segundo a mídia especializada.
Steve Jobs é o novo Henry Ford dos dias atuais? Deixe seu comentário:
Extraído de: http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5311627-EI15608,00-Steve+Jobs+renuncia+como+CEO+da+Apple.html
STEVE JOBS DEIXA A APPLE
O cofundador da Apple Steve Jobs renunciou nesta quarta-feira como CEO da companhia. O executivo vai presidir o conselho de administração da empresa. O diretor de operações da Apple, Tim Cook, assume como CEO da empresa, por indicação do próprio Steve Jobs. Em carta dirigida aos diretores da Apple, Jobs afirma que fez os melhores amigos da sua vida na empresa. “Sempre disse que, se chegasse o dia que eu não poderia mais cumprir minhas funções e expectativas como CEO da Apple, seria o primeiro a informar. Infelizmente, esse dia chegou”, diz a nota.
“A extraordinária visão e liderança de Steve salvou a Apple e guiou-a para a sua posição como empresa mundial de tecnologia mais inovadora e valiosa”, afirma em nota Art Levinson, presidente da Genentech, em nome do Conselho de Administração da Apple. “O Conselho tem total confiança de que Tim é a pessoa certa para ser nosso próximo CEO”, afirmou. “Os 13 anos de serviços de Tim para a Apple têm sido marcados por um excelente desempenho, e ele tem demonstrado notável talento e bom senso em tudo que faz”, diz.
Histórico de licenças médicas
Jobs estava em licença para cuidados de saúde desde 17 de janeiro deste ano. O executivo se afastou da empresa sem revelar o motivo da saída e sem dar prazo para retornar. A saúde de Jobs virou notícia em 2004, quando ele anunciou que passara por uma cirurgia para remover um tipo raro de câncer pancreático, diagnosticado em 2003, e que a operação fora bem-sucedida. Depois, em 2009, Jobs fez um transplante de fígado e ficou afastado da companhia que fundou ao lado do engenheiro Steve Wozniak por vários meses.
Durante as três licenças de Jobs, foi Tim Cook quem ficou a frente da companhia. Cook entrou para o time da Apple em 1998, depois de passar pela Compaq e pela IBM, logo após o próprio Jobs ter retornado à empresa. Eficiente, tão logo chegou tratou de fechar unidades próprias, vender estoques e tomar outras medidas para que a empresa reduzisse os custos e continuasse a ser viável; em seguida fez acordos com fabricantes asiáticos para produção de alguns componentes. Foi ganhando a confiança de Jobs até chegar a ser o segundo em comando na Apple.
Dias atrás conversamos sobre a compra da Motorola por parte do Google, pelo valor de US$ 12,5 bilhões.
Um número importante: a participação da Motorola nas vendas de celulares despencou. Em 2006, 1/5 dos celulares vendidos no mundo era da gigante americana. Hoje, não chega a 2,5%.
Nesses casos, realmente é melhor vender… E é claro que o Google a comprou para desenvolver ainda mais o Android e ter seu celular mundial.
Num dos maiores negócios dos últimos tempos, o Google anunciou nesta segunda-feira que comprará toda a divisão de Celulares da Motorola por US$ 12,5 bilhões!
Uau! Negócio de gente grande.
É evidente que o tão aguardado Celular Google surgirá daí. O sistema Android para concorrer com o Safari da Apple é outra prova.
Sabem quanto de ágio nas vendas de ações comumente comercializadas pela Bolsa? Mais de 60%.
Ah se eu tivesse ações da Motorola… rsrs
Como é bom escrever um blog, não? De inicial princípio como diário pessoal, tal ferramenta da internet tornou-se uma página de expressão. Particularmente, eu o uso para dividir comentários e assuntos interessantes, promovendo respeitosos debates; além de compartilhar coisas que ouço, vivo e sinto.
Mas sei dos cuidados que se deve ter: alguns blogs viram páginas noticiosas. Talvez não seja esse o objetivo de um blog. Mas há muita coisa boa e muita coisa ruim na blogosfera.
E viva os blogs!
O nome é apelativo. O endereço mais caro da internet (ou melhor, o registro mais famoso) está a venda. É o sex.com.
Quer comprar? Veja os detalhes:
Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/tecnologia/noticias/dominio-mais-caro-internet-sex-colocado-venda-574977.html
DOMÍNIO MAIS CARO DA INTERNET É COLOCADO À VENDA
Em 2006, endereço foi avaliado em US$ 14 milhões
São Paulo – Considerado o domínio mais valioso da internet, o sex.com está novamente à venda. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (1º) pela Sedo, que ficou responsável por comercializar o endereço. Atualmente, o sex.com pertence à Escom, que o avaliou em de US$ 14 milhões em 2006.
“É uma oportunidade extremamente rara que um domínio deste calibre se torne disponível para venda novamente”, disse Kathy Nielsen, diretor de vendas da Sedo, em comunicado.
Domínios que definem toda uma categoria agregam valor, pois são melhores ranqueados nos mecanismos dos sites de buscas. O termo “sex” está entre os cinco assuntos mais procurados da web, segundo relatórios da Symantec.
Solicitado pela primeira vez em 1994, por Gary Kremen, fundador da Match.com, o endereço sex.com trocou de dono já no ano seguinte. Em 1995, Stephen Cohen, que havia saído da prisão, conseguiu a posse do endereço por meio de uma carta fraudulenta enviada à Network Solutions – reguladora dos endereços na época. Depois de inúmeras disputas judiciais, Kremen recuperou a posse do endereço em 2004 e o vendeu à Escom.
O lance mínimo para a compra desta vez não foi divulgado.
Vendendo apenas material esportivo, a Netshoes alcançou a vice-liderança do comércio eletrônico no Brasil (em acessos), perdendo apenas para a Americanas.com.
Qual o segredo? Abaixo, extraído de:
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110801/not_imp752608,0.php
UM AZARÃO NA CORRIDA DO COMÉRCIO ELETRÔNICO
A trajetória e os desafios do Netshoes – site que encostou na liderança do e-commerce em número de acessos
por Melissa Costa
Pouco mais de dez anos atrás, dois primos juntaram as economias e decidiram abrir uma lojinha de sapatos no centro de São Paulo. O empreendimento mobilizou a família, que resolveu ajudar no batismo do negócio. Durante um jantar, a mãe de um dos garotos sugeriu: “agora que só se fala de internet, por que vocês não colocam um nome que tenha a ver com isso?”
Sem querer, ela havia vaticinado o futuro da empresa. Hoje a Netshoes é a maior de seu segmento no comércio eletrônico. Mesmo vendendo apenas produtos esportivos, o site ultrapassou o Submarino em número de acessos e encostou no Americanas.com, líder nesse quesito, segundo os últimos dados da consultoria ComScore. “Queremos ser reconhecidos pelo cliente como a melhor loja online do País. E neste mês devemos alcançar o posto de maior e-commerce em número de usuários”, diz Roni Bueno, diretor de marketing da Netshoes.
Em receita, porém, a Netshoes continua bem menor que o B2W. O grupo que reúne os sites Americanas.com e Submarino faturou mais de R$ 4 bilhões no ano passado – contra cerca de R$ 400 milhões da Netshoes. Mas alguns negócios fechados recentemente ajudam a dimensionar a relevância alcançada pela empresa. A Netshoes vai operar, por exemplo, as lojas virtuais da americana NBA e da marca Puma no Brasil e, até o fim do ano, dará início a seu processo de internacionalização, com um site na Argentina.
Muito do que aconteceu entre o episódio do jantar em família e a posição ocupada pela Netshoes hoje é mantido em sigilo. Um dos fundadores da empresa é o empresário Marcio Kumruian – que não concede entrevistas. O nome do outro sócio não é revelado. No fim do ano passado, a empresa recebeu um aporte – de valor desconhecido – do fundo Tiger Global Management, que já investiu em empresas como Peixe Urbano, Mercado Livre e Catho online. Nem o faturamento da empresa é divulgado (o valor apresentado nessa reportagem foi apurado com fontes do setor).
Apesar do mistério, duas estratégias são reconhecias pelo mercado como as principais responsáveis pela expansão da Netshoes. A primeira é o pioneirismo. “A empresa foi a primeira a explorar o segmento do esporte e investiu muito em marketing”, diz Alexandre Umberti, diretor de marketing e produtos da consultoria e-bit. A Netshoes é uma das maiores anunciantes da internet, com mais de sete mil banners de propaganda em sites. Na TV, a companhia fechou pacotes de publicidade em intervalos dos jogos de futebol.
A segunda arma da empresa é a agilidade nas entregas. A logística é hoje, de longe, o maior obstáculo do e-commerce brasileiro. No Natal do ano passado, ficou evidente o descompasso entre o crescimento no número de pedidos de consumidores e a habilidade das empresas de realizar as entregas.
A Americanas.com, por exemplo, chegou a ser proibida pela justiça de vender diante do volume de atrasos. Assim como as concorrentes, a Netshoes depende de empresas terceirizadas de transporte, mas decidiu manter o controle sobre o processo dentro do centro de distribuição. A varejista leva, em média, duas horas para despachar uma mercadoria desde o momento em que o pedido é feito.
Reclamações. Isso não significa, porém, que a empresa está imune às reclamações de consumidores. Segundo um levantamento do site Reclame Aqui, a empresa recebeu mais de 1.200 queixas no primeiro semestre. Trata-se de um número bastante inferior ao da Americanas.com (que registrou 14.700 reclamações), mas representa um aumento de 250% em relação ao ano passado.
E esse não é o único problema que veio com o crescimento. A concorrente Centauro, maior rede de artigos esportivos do País, pretende acirrar a competição.
Com a intenção de conquistar a liderança também no mundo virtual, a empresa começou uma reestruturação em seu site e vai usar as mais de 200 lojas físicas para dar suporte à operação no caso de trocas, por exemplo. “Nenhum outro varejista do setor possui grande estrutura física, variedade de produtos e sistema operacional para oferecer a mesma facilidade ao consumidor”, diz Sebastião Bomfim Filho, presidente do Grupo SBF, que controla a Centauro.
Um fato importante: o YouTube se tornou o 4º site mais popular no Brasil, superando o Orkut.
Pela ordem, o Google é o número 1, seguido por Microsoft, YouTube, Orkut e UOL.
Será que esse número indica a decadência do Orkut, provocado por uma ascensão do Facebook (que ainda não é tão popular quanto o concorrente)? Ou nada disso?
Deixe seu comentário:
Dom Odilo Scherer tuitou.
Pois é, o cardeal arcebispo metropolitano da capital paulista está usando a ferramenta microblogueira para evangelizar, e alertou sabiamente:
“Contatos e comunidades cibernéticas não podem tomar o lugar das relações humanas e comunitárias reais, nem substituí-las.”
Concordo. Nada substitui o contato físico, emocional, pessoal… Não há link que possa ser melhor do que um abraço fraterno, um olhar sincero ou um singelo aperto de mão. Sem desprezar os meios interativos de comunicação, tão necessários no dia de hoje.
E você, o que pensa disso? Há possibilidade de muitos jovens serem ótimos sócios-virtualmente e péssimos no contato sócio-real? Deixe seu comentário:
Gosto de observar gente inteligente em guerra.
Marck Zuckerberg, dono do Facebook, anda meio que sozinho na liderança mundial das redes sociais.
O Google, para concorrer de verdade com ele (pois o Orkut não decola no restante do mundo), lançou uma rede social concorrente: o Google+ (Google Plus).
E não é que o usuário mais seguido na rede Google+ é o Zuckerberg?
Inteligente para os dois lados. Marck mostra que é popular, e o Google usa o fato para dizer que até o maior inimigo aderiu aos encantos da sua rede.
Genial. Quem usar melhor a propaganda criada, sai ganhando.
E você, o que pensa sobre isso? O Google fará frente ao Facebook? Deixe seu comentário:
“Prefiro morrer queimado do que usar isso”.
Sabe de quem é essa frase? De um dos fundadores do Google, Larry Page, quando usou pela primeira vez o Gmail (o email de sucesso do Google…).
Está no livro “In the Plex”, não lançado ainda no Brasil, que fala sobre os bastidores do Google.
Seria verdade?
É sabido que “estar em rede social” é uma tendência. Várias redes são populares: Facebook, Orkut, LinkedIn, Quepasa, entre tantas. São quase 150 mil em todo mundo.
Muitos usam para ampliar sua rede de relacionamentos (o que chamamos de networking), seja para motivos sociais, lúdicos ou profissionais.
No mundo, o Facebook domina. No Brasil, a exceção veio com o Orkut, popular aqui e na Índia, mas um ilustre coadjuvante no restante do planeta.
Com o crescimento frenético do Facebook no Brasil e com a necessidade de brigar com a rede no resto do mundo, o Google (que é o proprietário do Orkut) lançou em fase experimental o Google+ (Google Plus).
Mas atenção: a empresa diz que não vai encerrar o Orkut, mas usará o Google+ como alternativa.
Abaixo, extraído de: Folha de São Paulo, 03/07/2011, Mercado B7, por Camila Fusco
GOOGLE DESAFIA FACEBOOK COM REDE SOCIAL
Com a rede social Google+, lançada na semana passada, o Google quer desafiar o Facebook não só em popularidade mas também provar que tem ferramentas suficientes para tentar retomar a posição de liderança na web.
Muito mais que uma rede social -que tem como principais atrativos a conversa de vídeo entre amigos e a segmentação de contatos em círculos de relacionamento-, o Google+ é um imenso repositório de dados.
Estão em jogo informações valiosas sobre o comportamento de navegação e que podem determinar o futuro das receitas do Google com publicidade.
“O Google não tem necessariamente a aspiração de ser a principal rede social, mas de ter a demografia mais completa”, afirma Dan Olds, diretor da consultoria Gabriel Consulting Group.
Essa nova fronteira da disputa virtual pode ser vista em movimentos recentes de Google e Facebook de entrada em áreas até então pouco exploradas -desde pagamento on-line até locação de vídeo pela internet.
“A estratégia até pode ser ganhar com serviços pagos, mas há dados de comportamento que podem ser rentáveis em vários formatos, como os anúncios”, diz Olds.
Segundo o especialista, o Facebook tem hoje 700 milhões de usuários e chegou ao valor de mercado estimado em quase US$ 70 bilhões tendo como principal ativo seu banco de dados.
No ano passado, o Facebook conquistou pela primeira vez mais usuários únicos de internet do que o Google, 8,9% ante 7,2%, segundo a consultoria Hitwise.
“O Google+ vem para dar poder de fogo para o Google tentar retomar a posição de líder na internet, hoje claramente ocupada pelo Facebook”, afirma o analista.
Embora o Google tenha lançado o Orkut em 2004 com a possibilidade de extrair informações semelhantes da web, a rede nunca decolou de forma expressiva.
Diversificação
Dos US$ 6 bilhões estimados em publicidade nas redes sociais em 2011, o Facebook deve receber 66%.
O Google+ pode não ter a ambição de gerar faturamento expressivo para o Google, mas já poderá disputar alguns dos dólares da rede de Mark Zuckerberg.
Entre as agências de publicidade, no entanto, ainda é cedo para afirmar se o Google+ vai se consolidar.
“O Google+ ainda precisa se firmar como ferramenta para que as empresas o adotem”, diz Max Petrucci, da agência Garage Interactive.
Entre os maiores desafios do Google está popularizar a rede para, depois, pensar em modelos de publicidade.
O Facebook não deve ficar atrás e deve anunciar nesta semana novas funções, entre as quais um serviço de vídeo e voz integrado com o Skype.
Por dentro do Google +
– O que é
Nova rede social do Google que agrupa os contatos em círculos de relacionamento e permite a publicação de posts, fotos e vídeos. Tem versões para computador e celulares
– O que há de novo
Embora reúna elementos de Twitter e do Facebook – como um clone do botão “curtir”, batizado de +1 – o Google+ tem uma função que permite conectar diversos amigos simultaneamente em vídeo por meio de webcam. Também integra diversas funções do Google, como criação de páginas pessoais divididas por interesse, e permite que o usuário acompanhe posts de celebridades ou notícias
– O que significa para os negócios
O Google tem o potencial de desenvolver modelos de publicidade para empresas aproveitarem a rede de relacionamento do Google+. No entanto, tem como desafio atrair usuários para criar a “população” da rede e também precisa elaborar formas alternativas de publicidade. Ao contrário do Facebook ou do Twitter, onde as empresas podem pagar para mandar mensagens para os usuários, o Google+ não permite esse contato direto.
O Google lança seu notebook popular, que promete revolucionar o mercado. Detalhe: se fosse um carro, diríamos que ele é “peladão”.
Abaixo, extraído de Época Negócios, Ed Junho /2011, pg 36.
(Veja que diferente: você pode alugar um Chromebook (como é chamado) por US$ 20.00, caso não queria comprá-lo.)
O NOTHINK BOOK
Por Gilherme Felitti
O notebook do Google não tem sistema operacional nem gerenciador de arquivos. Mas funciona… desde que você tenha uma boa conexão com a internet
Depois de transformar a busca, os mapas e o e-mail, o Google tenta mudar a maneira como usamos os notebooks. A partir de 15 de junho, a empresa testará um novo conceito: o Chromebook. O laptop, que estreia com modelos da Samsung e da Acer, será útil apenas para quem está permanentemente conectado à internet por Wi-Fi ou 3G. E-mails, textos, mensagens, músicas e vídeos podem ser acessados só pela web, na nuvem de informações. É impossível instalar programas (fora as extensões para browser) ou guardar arquivos grandes. Absolutamente tudo é feito dentro do navegador Chrome – a ponto de a interface básica do laptop ser um browser sempre aberto (o Chrome OS, sistema que equipa o aparelho). Não há nada que lembre o Windows ou qualquer outro sistema operacional. Gerenciador de arquivos? Também não.
Nos testes feitos por Época NEGÓCIOS com um protótipo do Chromebook, o laptop foi rápido para ligar (em média, 8 segundos), mas se tornou lento quando várias abas foram abertas. O teclado é amplo, e a tecla Caps Lock foi abolida. No lugar, o botão leva o usuário à barra de busca. Visualmente, o protótipo lembra os laptops da Apple, do design aos botões acima do teclado que controlam o volume e a luminosidade da tela. A bateria teve ótima autonomia: foram mais de 8 horas longe das tomadas.
É possível comprar um Chromebook nos Estados Unidos (no Brasil, a estreia ainda não foi definida) por preços que começam em US$ 349. Além da experiência, o Google quer inovar na forma como o laptop chega às mãos do consumidor. Escolas e empresas podem alugá-lo por mensalidades a partir de US$ 20. Nesse modelo, o Chromebook compra briga não só com a Microsoft, mas também com a IBM. Não é pouco nem para um gigante como o Google.
Ora essa! Hackers que recentemente invadiram os dados do Playstation agiram em sites governamentais nessa madrugada, incluindo o da Presidência da República e o da Receita Federal!
GRUPO DE HACKERS INVADE SITES DO GOVERNO
“O Serpro detectou nesta madrugada, entre 0h30 e 3h, uma tentativa de ataque de robôs eletrônicos aos sites Presidência da República; Portal Brasil e Receita Federal”, diz nota oficial divulgada no Blog do Planalto.
O coletivo hacker LulzSec, responsável pela invasão da rede Playstation Network, da gigante japonesa Sony, tentou invadir na manhã desta quarta-feira (22) sites do governo brasileiro. “TANGO DOWN brasil.gov.br & presidencia.gov.br”, diz uma mensagem na conta de twitter do grupo postada por volta da meia noite. “Tango Down” é a expressão usada por eles para quando conseguem derrubar um site – ou seja, deixá-lo fora do ar.
Uma hora depois, outro tweet: “nossa unidade brasileira está fazendo progressos. Parabéns, irmãos do LulzSecBrazil”.
Segundo a assessora de comunicação do Planalto, Ivonete Motta, houve de fato uma tentativa de invasão dos servidores governamentais, mas a situação foi rapidamente controlada pelo Serpro (Serviço de Processamento de Dados). Segundo ela, não houve invasão per se dos sites, e eles teriam ficado fora do ar por causa de um congestionamento das redes causado pelo próprio Serpro como medida de segurança.
“O Serpro (Serviço de Processamento de Dados) detectou nesta madrugada, entre 0h30 e 3h, uma tentativa de ataque de robôs eletrônicos aos sites Presidência da República; Portal Brasil e Receita Federal. O sistema de segurança do Serpro, onde estes portais estão hospedados, bloqueou todas as ação dos hackers”, diz nota oficial divulgada no Blog do Planalto.
O governo garante que nenhuma informação foi vazada ou acessada, e que todos os dados contidos nesses sites estão absolutamente seguros.
Na última segunda-feira, um adolescente de 19 anos foi preso em Essex, na região metropolitana de Londres acusado de ser um dos membros da cúpula do LulzSec. Ryan Cleary foi detido em sua residência, mas o próprio grupo hacker já afirmou, em sua página oficial, que ele não tem nenhuma ligação com o coletivo e que as pistas que levaram ao nome do jovem foram planejadamente plantadas.
“A Polícia britânica está claramente tão desesperada para nos pegar que eles acabaram prendendo alguém que, na melhor das hipóteses, tem uma associação ínfima com a gente. Que pena”, afirma uma nota do LulzSec.
Eu não sabia e me surpreendi. A ONU colocou no mesmo nível de importância de Saúde e Educação o Acesso Livre à Internet.
Motivos: Sinal dos Novos Tempos, claro. Mas também para que haja liberdade de expressão na Web, já que frequentemente vemos nações derrubarem a Internet para não terem opinião contrária.
A censura é algo que ainda assusta e persegue o direito – agora assegurado – de expressão na Internet.
Twitter e Facebook são bloqueados na China. Vejam só que democracia…
Agora, os soldados chineses (a partir de hoje), estão proibidos de escreverem blog ou se comunicarem pela Internet.
Cadê os Direitos Humanos? Não existe embargo comercial da ONU (ironia, claro…).
E você, o que acha de viver num lugar assim? Deixe seu comentário:
Todo mundo paparica a China para fazer negócios e ganhar dinheiro. Mas o que podemos falar da nova briga entre chineses e capitalistas?
O Google e o Yahoo já tiveram que suprir expressões como “Democracia” e “Direitos Humanos” em seus buscadores para entrar lá. Agora, o Google diz que o Governo Chinês invade e lê emails do Gmail, através de utilização das senhas dos usuários obtidas ilegalmente.
Hum… essa história cheira mal. Os ditadores comunistas – não duvido – fariam isso mesmo?
Que Google que nada. Na China, muito mais importante é o Baidu.
Você não sabe o que é Baidu? Com censura e tudo, só dá Baidu e Robin Li!
Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/22417_A+PEGADA+DO+BAIDU
A PEGADA DO BAIDU
Para os chineses, Baidu é sinônimo de busca. E ele já era poderoso antes mesmo de o Google deixar a China. Agora, está ainda mais forte. Visitamos sua sede, um monumental edifício de US$ 70 milhões
Por Ralphe Manzoni Jr., de Pequim
Renren.com, Kaixin001 e 51.com: esses nomes dizem algo para você? E se alguém lhe perguntasse qual o seu número QQ? Na China, as suas referências de internet ficam de cabeça para baixo. Literalmente. Os três primeiros exemplos são as maiores e mais populares comunidades online do país. O QQ é um serviço de mensagem instantânea usado pela maioria dos 400 milhões de usuários de internet do país. Sabe, então, qual o sinônimo de busca?
Não é Google, como no resto do mundo. Quando vão pesquisar na web, os chineses preferem o Baidu.com. Esse é o cenário do maior contingente de pessoas conectadas à web do planeta, um país que criou empresas fortes no mundo virtual graças à censura e ao apoio do governo comunista às marcas locais. “O Google atuou diretamente na China por quatro anos e não perdemos participação de mercado”, declarou Victor Tseng, diretor do Baidu, que recebeu DINHEIRO no imponente edifício de US$ 70 milhões, desenhado pelos mesmos arquitetos chineses que fizeram o Cubo D’Água, o centro aquático da Olimpíada de Pequim, em 2008.
É um espaço que lembra uma empresa norte-americana de internet. Em seu pátio interno, há uma cascata. Amplos espaços abertos são reservados para que os funcionários possam fazer reuniões informais ou apenas conversar. Dezenas de mesas de pingue-pongue, esporte popular na China, podem ser usadas nas horas de lazer. Quatro salas que reproduzem as patas que estão no logotipo do Baidu são utilizadas para relaxamento. Inaugurado em novembro do ano passado, este é mais um símbolo da força do site mais acessado da China e o sétimo do mundo.
Com a saída do Google – que redirecionou seu tráfego para o endereço em Hong Kong por não concordar com a censura do governo comunista chinês –, o Baidu está ainda mais forte. É fácil de constatar isso observando os resultados do primeiro trimestre de 2010, período que marca o início do imbróglio do site americano com o governo comunista.
O lucro cresceu 165% e atingiu US$ 70 milhões. O faturamento aumentou quase 60%, chegando a US$ 189 milhões. De cada US$ 100 investidos em busca na China, US$ 64 foram para os cofres da empresa. Antes, eram US$ 58, segundo a Analysys, uma consultoria baseada em Pequim. Logo após o anúncio do balanço, as ações do Baidu, que são negociadas na Nasdaq, bolsa eletrônica que reúne empresas de tecnologia, subiram mais de 14%. Desde o começo da crise do Google, elas já se valorizaram mais de 70%, passando de US$ 410 para US$ 709, maior valor desde a abertura de capital em agosto de 2005.
O responsável pelo sucesso do Baidu é Robin Li, 41 anos, formado em ciência da computação pela Universidade de Nova York, em Buffalo. Atualmente, ele é o oitavo homem mais rico da China, com uma fortuna estimada em US$ 3,5 bilhões, segundo ranking da revista Forbes. A revista Time o elegeu uma das 100 personalidades mais influentes do mundo em 2010.
Em seu país, ele é tão famoso quanto Sergei Brin e Larry Page, os fundadores do Google, nos Estados Unidos. Em 1999, Li voltou à China convidado pelo governo chinês para participar da cerimônia do 50º aniversário da revolução chinesa. Viu as oportunidades de seu país e resolveu criar o Baidu com US$ 1,2 milhão que levantou de fundos de capital de risco do Vale do Silício, região onde estão localizadas as principais companhias de tecnologia dos EUA.
Hoje, a empresa tem um valor de mercado de US$ 24 bilhões, 20 mil vezes mais do que o dinheiro usado para começá-la. Outras rodadas de investimento aconteceram. A ironia é que o Google chegou a ter uma participação minoritária no Baidu. Por duas vezes, tentou comprá-lo. Mas Li nunca o vendeu.
Especialista em busca (Li havia trabalhado na Infoseek, uma pioneira do setor nos EUA), ele sabia que tinha um trunfo nas mãos: o conhecimento da cultura chinesa. Mais: o Baidu conhece como poucos a lógica da língua falada na China. Há, por exemplo, 38 formas diferentes de dizer “eu” em mandarim. “É importante dominar todas as formas”, diz Tseng.
“As consultas em mandarim são uma arte e não uma ciência.” Sim, uma arte que conta com a mão poderosa do Grande Firewall da China, a muralha que evita que assuntos políticos indesejáveis ou pornografia possam ser acessados pelos usuários chineses. Sites como o Twitter, o Facebook e o YouTube são proibidos no país. Termos como “Praça da Paz Celestial” são censurados. Quem faz a pesquisa encontra referências à praça, mas nenhuma informação sobre os protestos estudantis em 1989.
O tema da censura é tabu no Baidu. Em uma rara entrevista ao jornal econômico The Wall Street Journal, Li abordou o assunto. “Todos sabem que a China tem um governo forte e que tem muita influência sobre quase todas as companhias que operam no país.” Não é preciso dizer mais. “Gostava mais do Google, pois os resultados tinham menos censura”, disse Ryan, um dos poucos taxistas que falavam inglês em Pequim, pois morou por sete anos na Inglaterra. “Mas agora ele foi embora.” A maioria dos chineses, no entanto, parece não se importar com isso. Afinal, a pegada do Baidu está cada vez maior.
O Blogger está com problemas. O Terramail idem.
Ninguém respeita o consumidor?
Ei pessoal, àqueles que tentaram acessar o meu blog dentro do portal Bom Dia (e qualquer outro blog BD):
Hackers invadiram o site entre sexta e sábado e colocaram temas em defesa da Maconha! Nem o jornal, nem eu e nem nenhum outro blogueiro promoveu isso… estamos entendidos?
Cada cara sem ter o que fazer, né? Kkk Tem que rir para não chorar.
Um dos encurtadores de endereços da internet mais práticos é o bit.ly. Entretanto, desde ontem ele não funciona.
Lembremo-nos de que o site é baseado na Líbia, que vive um intenso conflito político-civil. Aliás, é comum que empresas aluguem endereços na web aproveitando-se de combinações fonéticas ou praticidade. Por exemplo, o encurtador de URLs go.to (que em português viraria “vá para”) é sediado em Togo; por isso o TO. Líbia, LY. Brasil, BR. E assim por diante.
Ops: também é comum ditadores promoverem “apagões da Internet” em seus países…
Tenho usado um encurtador alternativo com a falha do bit.ly: é o gratuito is.gd
Fica a dica.
Usuários do Gmail (email do Google) tiveram uma surpresa na última sexta-feira. Alguns clientes desse serviço receberam o convite para experimentar a nova ferramenta de comunicação por gestos! Ao invés de teclados, movimentos corporais poderiam ser feitos para responder emails através de recursos sensoriais. E até um vídeo foi enviado explicando a nova modernidade.
Algo sensacional… se fosse verdade!
Após inúmeras pessoas “pagarem mico” na frente de seus computadores, havia a revelação de que era “Primeiro de Abril”! Era uma inocente brincadeirinha realizada pelo Google em homenagem ao Dia da Mentira.
Eu não tenho Gmail, mas… será que cairia na brincadeira? Talvez. E você que tem Gmail, recebeu o convite? Caiu na gozação? Deixe seu comentário:
Nunca usei a Wikipédia. Já a acessei para conhecê-la, mas cheguei a conclusão de que a confiabilidade é baixa. Como acreditar num mecanimo de pesquisa onde qualquer pessoa pode acrescentar o que quiser? E os viéses das considerações, as tendenciosas incorporações de opiniões?
Nas bancas que trabalho em defesas de TCCs, sempre condeno qualquer citação bibliográfica que contenha o uso desta ferramenta; afinal, deve existir bibliografia séria. E a Wikipédia não é!
Sei que terei críticas, mas minha avaliação é essa. Minha, e de muitos acadêmicos! Talvez seja por isso que a Wikipédia está em baixa..
Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI95081-15224,00-O+LIMITE+DA+WIKIPEDIA.html
O LIMITE DA WIKIPÉDIA
por Bruno Ferrari
Faça o teste: abra qualquer buscador on-line e digite aleatoriamente uma palavra. “Goiabada”. A definição aparece logo entre os primeiros resultados: “A goiabada é um doce típico da comida caipira (sul do Brasil) e consumido em quase todo o mundo. Como a marmelada…” etc. etc. Satisfatória ou não, a definição virá com uma das mais onipresentes marcas do mundo virtual: Wikipédia. A enciclopédia on-line, criada em 2001, tem um princípio sedutor – baseia-se na colaboração on-line voluntária – e entusiastas que a consideram candidata a repositório de todo o conhecimento humano. Há uma pergunta, porém, a que ela ainda não responde: a Wikipédia poderia estagnar e rumar para a decadência?
O questionamento soa quase ofensivo para quem crê no poder da colaboração. O americano Jimmy Wales, criador da Wikipédia, considera o conceito o principal alicerce do capitalismo no século XXI. Em seu início, a Wikipédia crescia exponencialmente. Cerca de 820 mil pessoas contribuíam com verbetes, correções ou complementos. O ápice foi o ano de 2007, quando a média era de 2.200 verbetes publicados a cada dia. Em agosto de 2009, entretanto, essa média de crescimento havia recuado para 1.300. A enciclopédia on-line, que na versão em inglês ultrapassou a marca dos 3 milhões de verbetes em agosto, já não cresce exponencialmente. O fenômeno foi notado por Ed Chi, cientista do Centro de Pesquisas de Palo Alto, na Califórnia.
Em entrevista à revista americana Time, Chi afirmou ter detectado já em 2007 a desaceleração das contribuições. Duas hipóteses foram levantadas. A otimista: a Wikipédia estaria muito próxima de ter a resposta para todas as perguntas. A pessimista: como muitos outros fenômenos da internet, estaria entrando em decadência. Chi pende para a segunda hipótese. “Nossos dados sugerem que a existência dela (da Wikipédia), em dez ou 15 anos, poderá estar em xeque.”
Um dos principais motivos para o perigo de estagnação e irrelevância é a dificuldade de encontrar colaboradores para criar e melhorar verbetes. O recrutamento esbarra nas diversas camadas de controle criadas ao longo dos anos, por causa da exigência crescente de manter o padrão dos textos. Essa burocratização tem afastado colaboradores novatos. Outro problema é a falta de diversidade entre os escritores de verbetes – em sua maioria homens, universitários, ligados à internet. Segundo a própria Wikipédia, apenas 13% das contribuições vêm de mulheres.
Parece um dilema insolúvel. A Wikipédia precisa fortalecer sua credibilidade, mas qualquer controle diminui a confiança dos colaboradores de que sua voz será ouvida. O que está em jogo é mais que o futuro de um site. São os limites da colaboração como modelo de negócio.
No ano passado, Jorge Henrique (jogador do Corinthians) criticou a arbitragem de um de seus jogos através do microblog Twitter. Na oportunidade, surgiu a polêmica: qual o peso das reclamações através dessa ferramenta eletrônica?
Pois bem: com a perceptível popularização desse instrumento de comunicação, cada vez mais personalidades esportivas se manifestam sobre diversos assuntos. Um jogador de futebol que faz uma crítica generalizada (como, por exemplo: “acho que o árbitro foi mal na partida e perdeu o controle do jogo”) não deveria ser motivo de represálias por parte dos organizadores; afinal, é uma espécie de desabafo, diferente de uma acusação de manipulação.
Entretanto, na Premier League, Babel, do Liverpool, postou uma mensagem criticando o árbitro e com uma fotomontagem dele com a camisa do Manchester United! Aí não dá… A F.A. (Federação Inglesa) o puniu por 3 partidas.
E você, o que acha disso? É exagero punir críticas via Twitter ou depende da crítica?
Abaixo, extraído de: http://esportes.terra.com.br/futebol/europeu/2010/noticias/0,,OI4883263-EI16651,00-Atacante+do+Liverpool+e+advertido+por+criticar+arbitro+no+Twitter.html
ATACANTE DO LIVERPOOL É PUNIDO APÓS CRITICAR O ÁRBITRO VIA TWITTER
O holandês Ryan Babel, atacante do Liverpool, foi penalizado pela Federação de Futebol da Inglaterra (FA) por sua má conduta após criticar no Twitter o árbitro de seu último jogo.
O jogador publicou uma foto manipulada do árbitro, Howard Webb, vestindo a camiseta do Manchester United, rival histórico do Liverpool e equipe que acabava de eliminá-los da Copa da Inglaterra.
Durante a partida, o juiz marcou um pênalti a favor do Manchester, o que levou Babel a escrever no Twitter: “e esse é chamado de um dos melhores árbitros? Deve ser uma piada”.
O jogador pediu desculpas pouco após receber a advertência da FA, mas mesmo assim poderá ser punido. No entanto, por não existir uma situação semelhante por críticas via internet, é difícil prever o que irá ocorrer.
Após o sucedido, Babel deixou uma mensagem aos seus 170 mil seguidores no Twitter: “estou algemado”, disse, em referência ao castigo imposto pela Federação.
Novos negócios no fechamento do ano: a Hypermarcas, de João Alves de Queiroz (dona das marcas Bozzano, NeoQuímica, Assolan, e inúmeras outras empresas) comprou ontem 28,78% do UOL (Universo on Line), tornado-se o segundo maior acionista da empresa.
Atualmente, o UOL é comandado pela Folha de São Paulo, que detém 54,87%.
Tem gente que quer aparecer. Alguns acreditam piamente em tudo que lêem. Os mais esclarecidos, tiram dúvidas e tentam se certificar com as pessoas devidas que não estão sendo ludibriados. A Internet é como papel, aceita tudo. Você pode escrever uma verdade ou uma mentira, e como fica registrado na rede mundial de computadores (WWW), alguns passam a acreditar.
Na verdade, acredito que boa parte de informações da rede, infelizmente, é falsa ou mentirosa. Se você não tem essa sensibilidade é que deve-se ao fato de felizmente ter um relacionamento com sites de grande confiança e nível cultural elevado.
Digo isso pois é cada vez maior o número de email mentirosos criados apenas para tumultuar a sociedade ou para algum gaiato se vangloriar de ver seu serviço ganhar tamanho. Vide os imbecis emails difamatórios do “Criança Esperança” ou dos “escorpiões encontrados em brinquedos do playground do McDonals…”
A moda agora é de uma suposta campanha contra o consumo de gasolina. Eu, mais do que ninguém, reclamo dos altos impostos do produto (afinal, sou proprietário de um posto de combustível e sofro na pele com os encargos). Já recebi esse email de pelo menos 20 pessoas diferentes e outros tantos de amigos que me questionam. Abaixo, a mensagem que tem sido divulgada amplamente (sem autor, claro, eles se escondem, com as cores e erros de português do original) e mais abaixo ainda a resposta.
GASOLINA (GNV, DIESEL e ÁLCOOL) Como poderemos baixar os preços???
NÃO DEIXE DE LER ..
Você lembra do Criança Esperança?
A UNICEF e a Rede Globo ‘abriram as pernas’….
Foi a força da Internet contra uma FÁBRICA DE DINHEIRO
que DESCOBRIU-SE nunca chegar a quem de direito.
Então continue a ler.
Não deixe de participar, mesmo que você HOJE não precise abastecer seu carro com gasolina!! Mesmo que você não tenha carro, saiba que em quase tudo que você consome, compra ou utiliza no seu dia-a-dia, tem o preço dos transportes, fretes e distribuição embutidos no preço de custo e conseqüentemente repassados a você.
Você sabia que no Paraguai (que não tem nenhum poço de petróleo) a gasolina custa R$ 1,45 o litro e sem adição de álcool? Na Argentina, Chile e Uruguai que juntos (somados os 3) produzem menos de 1/5 da produção brasileira, o preço da gasolina gira em torno de R$ 1,70 o litro e sem adição de álcool? E que o Brasil vende nosso álcool para os paises vizinhos à R$0,35 o litro?
QUAL É A MÁGICA ??
Você sabia, que já desde o ano de 2007 e conforme anunciado aos “quatro ventos” pelo LULA e sua Ministra DILMA… o Brasil já é AUTO-SUFICIENTE em petróleo e possui a TERCEIRA maior reserva de petróleo do MUNDO.
Realmente, só tem uma explicação para pagarmos R$ 2,67 (cartel do DF) o litro, a GANÂNCIA do Governo com seus impostos e a busca desenfreada dos lucros exorbitantes da nossa querida e estimada estatal brasileira que refina o petróleo por ela mesma explorado nas “terras tupiniquins”.
CHEGA !!!
Se trabalharmos juntos poderemos fazer alguma coisa.
Ou vamos esperar a gasolina chegar aos R$ 3,00 ou R$ 4,00 o litro? Mas, se você quiser que os preços da gasolina baixem, será preciso promover alguma ação lícita, inteligente, ousada e emergencial.
Unindo todos em favor de um BEM COMUM !!!
Existia uma campanha que foi iniciada em São Paulo e Belo Horizonte que nunca fez sentido e não tinha como dar certo. A campanha: “NÃO COMPRE GASOLINA” em um certo dia da semana previamente combinado, que foi popular em abril ou maio passado.
Nos USA e Canadá a mesma campanha havia sido implementada e sugerida pelos próprios governos de alguns estados aos seus consumidores, mas as Companhias de Petróleo se mataram de rir porque sabiam que os consumidores não continuariam “prejudicando a si mesmos”, ao se recusarem a comprar gasolina.. Além do que, se voce não compra gasolina hoje… vai comprar MAIS amanhã. Era mais uma inconveniência ao próprio consumidor, que um problema para os vendedores.
MAS houve um economista brasileiro, muito criativo e com muita experiência em “relações de comércio e leis de mercado”, que pensou nesta idéia relatada abaixo e propôs um plano que realmente funciona.
Nós precisamos de uma ação enérgica e agressiva para ensinar às produtoras de petróleo e derivados que são os COMPRADORES que, por serem milhões e maioria, controlam e ditam as regras do mercado, e não os VENDEDORES que são “meia-dúzia”.
Com o preço da gasolina subindo mais a cada dia, nós, os consumidores, precisamos entrar rapidamente em ação!!
O único modo de chegarmos a ver o preço da gasolina diminuir é atingindo quem produz, na parte mais sensível do corpo humano: o BOLSO. Será não comprando a gasolina deles!!!
MAS COMO ??!!
Considerando que todos nós dependemos de nossos carros, e não podemos deixar de comprar gasolina, gnv, diesel ou álcool. Mas nós podemos promover um impacto tão forte a ponto dos preços dos combustíveis CAIREM, se todos juntos agirmos para
FORÇAR UMA GUERRA DE PREÇOS ENTRE ELES MESMOS.
É assim que o mercado age!!!
Isso é Lei de Mercado e Concorrência!!!
Aqui está a idéia:
Para os próximo meses (DEZEMBRO,JANEIRO E FEVEREIRO…)
não compre gasolina da principal fornecedora brasileira de derivados de petróleo, que é a PETROBRÁS (Postos BR).
Se ela tiver totalmente paralisada a venda de sua gasolina, estará inclinada e obrigada, por via de única opção que terá, a reduzir os preços de seus próprios produtos, para recuperar o seu mercado.
Se ela fizer isso, as outras companhias (Shell, Esso, Ipiranga, Texaco, etc…) terão que seguir o mesmo rumo, para não sucumbirem economicamente e perderem suas fatias de mercado. Isso é absolutamente certo e já vimos várias vezes isso acontecer!
CHAMA-SE LEI DA OFERTA E DA PROCURA;
Mas, para haver um grande impacto, nós precisamos alcançar milhões de consumidores da Petrobrás.
É realmente simples de se fazer!!
Continue abastecendo e consumindo normalmente!! Basta escolher qualquer outro posto ao invés de um BR (Petrobrás). Porque a BR?
Por tratar-se da maior companhia distribuidora hoje no Brasil e conseqüentemente com maior poder sobre o mercado e os preços praticados.
Mas não vá recuar agora… Leia mais e veja como é simples alcançar milhões de pessoas!!
Essa mensagem foi enviada a aproximadamente trinta pessoas. Se cada um de nós enviarmos a mesma mensagem para, pelo menos, dez pessoas a mais (30 x 10 = 300) e se cada um desses 300 enviar para pelo menos mais dez pessoas, (300 x 10 = 3.000), e assim por diante, até que a mensagem alcance os necessários MILHÕES de consumidores!
É UMA “PROGRESSÃO GEOMÉTRICA” QUE EVOLUI RAPIDAMENTE E QUE VOCE CERTAMENTE JÁ CONHECE !!
Quanto tempo levaria a campanha?
Se cada um de nós repassarmos este e-mail para mais 10 pessoas A estimativa matemática (se você repassá-la ainda hoje) é que dentro de 08 a 15 dias, teremos atingido, todos os presumíveis 30 MILHÕES* de consumidores da Petrobrás (BR).
(fonte da
ANP – Agencia Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis)
Isto seria um impacto violento e de conseqüências invariavelmente conhecidas…
A BAIXA DOS PREÇOS
Agindo juntos, poderemos fazer a diferença.
Se isto fizer sentido para você, por favor, repasse esta mensagem, mesmo ficando inerte.
PARTICIPE DESTA CAMPANHA DE CIDADANIA ATÉ QUE ELES BAIXEM SEUS PREÇOS E OS MANTENHAM EM PATAMARES RAZOÁVEIS! ISTO REALMENTE FUNCIONA.
VOCÊ SABE QUE ELES AMAM OS LUCROS SEM SE PREOCUPAREM COM MAIS NADA!
O BRASIL CONTA COM VOCÊ!!!
CHEGA DE SER CORDEIRINHOS DESSE BANDO DE POLITICOS CORRUPTOS!!!!!!!!!!!
Não custa tentar !
Agora repassem!!!
Um idiota que se acha esperto tentando fazendo acreditar que a UNICEF e a Globo tem um esquema organizado de corrupção através do Criança Esperança. Quanta ingenuidade! A Globo ganha em imagem e marketing institucional, requisitos claros às empresas observados por qualquer aluno de Administração de Empresas sobre “Responsabilidade Social das Organizações”. A Unicef é uma ONG, um braço da ONU que realiza ações nobres (ou tenta) no mundo todo. A prestação de contas é clara e transparente. O resto é bobagem.
Sobe os combustíveis, aqui vai a resposta que dei ao meu amigo Evandro, que estranhou tal email por corrente e me escreveu:
“Boa noite, Rafael!
Já recebi essa mensagem já de vários amigos,
vou repassar para você, que conhece sobre o assunto,
para ver se ela tem alguma lógica.”
(o email é aquela mensagem acima, abaixo a resposta:)
“Fala Evandrão! É ‘mais ou menos’ assim. Explico:
Nos países vizinhos, há venda subsidiada pela PDVSA (a empresa de petróleo da Venezuela). Hugo Chavez, em troca de apoio político de países vizinhos, vende petróleo com custo quase zero (o Brasil não entra nessa lista de vizinhos).
A carga de impostos é realmente alta, e os lucros da Petrobras também. Entretanto, há uma lei / norma / política que obriga a Petrobrás a acompanhar o preço do mercado internacional. Assim, como a Europa e os EUA ainda são os maiores consumidores, nosso preço é baseado pelos deles (mesmo sendo uma lei burra – a idéia é que se secassem nossos poços de petróleo, quando importássemos, não tenhamos impacto significativo no preço).
Mas existe um porém: hoje, boicotar a gasolina é irrelevante, pois na maior parte do Brasil o álcool é menos vantajoso do que a gasolina (SP é uma das poucas exceções, o preço está empatando na maioria das regiões do estado).
Em resumo: estamos ferrados mesmo… rsrs
Abração, Rafael Porcari”
Num processo de quase 5 anos, Rubens Barrichello ganhou na Justiça uma polpuda indenização do Google. A motivação foram comunidades que denegriam seu nome, além do fato de existirem fakes se passando por ele.
Há dias, Xuxa ganhou na Justiça um processo contra o Google, pois não queria que o site de busca relacionasse notícias sobre seu filme pornô. Na oportunidade, discordei da decisão, já que é um fato público. No caso de Rubinho é diferente: pessoas se passam por ele, sem controle do Google em seu site de relacionamento Orkut, e acabam agindo como que por falsidade ideológica. Além de que, comunidades que façam apologia à uma imagem de degradação, tem lá seus prejuízos.
Nada contra o direito de expressão e manifestação. Mas ataques gratuitos e apoiados pela omissão ao combate são crimes. Dessa vez a Justiça foi bem!
Você tem medo de comprar na Internet?
Após inúmeras tentativas de amigavelmente resolver uma pendenga com o site “Compre da China”, resolvi compartilhar com os amigos tal incômodo que a empresa citada traz aos seus consumidores e como ela desrespeita o cliente.
Já viram quantos anúncios de celulares e outros produtos são veiculados pela Internet do “Compre da China”? Sempre tive temor em comprar dessa empresa, e meus medos se justificaram.
No dia 27 de Julho, comprei deles um Headphone para correr (Walkman Sony SRF-HM10 Sports). No site havia a especificação de que o produto possuía, dentre outros itens, rádio AM e FM.
Meu pedido de número 1339229 foi pago a vista, o produto estava lá na China, demorou 40 e tantos dias (até aí, já esperava tal demora) e quando chegou, em 04 de Setembro, não tinha a função AM!
Liguei à empresa, um atendente despreparado me disse que o produto tinha sim o AM. Depois de muito custo, consegui mostrar a ele que o produto era divulgado ERRONEAMENTE NO SITE. Eles descreviam errado o produto! Percebendo que o Compre da China havia errado, o atendente pediu desculpas. Abri um protocolo pedindo o reembolso do produto, pois havia comprado o produto justamente pelo AM (protocolo CDC 000005290092010). E não é que no dia seguinte me mandaram um email com procedimentos para trocar o produto por outro, ao invés da devolução?
Não quero troca, quero o meu dinheiro de volta!
Em 08 de setembro, no protocolo CDC 00005388092010, após a enésima explicação ao atendente, foi aberto novo pedido de reembolso. Hoje é dia 17 de Outubro, e após várias e várias tentativas de solução, inúmeras explicações e re-explicações, os atendentes dão apenas a automática resposta: seu pedido está em análise aguardando uma solução.
SEMPRE PEÇO PARA FALAR COM UM SUPERVISOR. Nunca me passam para nenhum superior e os atendentes fazem questão de me enrolar. No último atendimento, a responsável me disse que “é assim mesmo, não tem prazo”.
Empresas picaretas fazem isso mesmo: não respeitam o Código de Defesa do Consumidor e fazem o cliente desistir pelo cansaço.
Assim, a única recomendação que faço é a seguinte: NÃO COMPREM DO SITE “COMPRE DA CHINA”. É uma fria, a empresa não respeita ninguém e não resolve seus próprios erros. Cuidado com esses golpistas, afinal, só assim dá para classificá-los. Não há outro termo para quem quer fazer o cliente de bobo.
E você, o que pensa disso? Compra tranquilamente produtos da Internet ou tem algum receio? Deixe seu comentário:
“Cuidado com o que se fala, pois dependendo do que for dito, poderá ser usado contra você”.
Esse dito popular vale para o presidente venezuelano Hugo Chavez. Ele abriu uma conta no twitter, e pode ser acessado em http://twitter.com/chavezcandanga. Em seu perfil, se classifica como Presidente de la República Bolivariana de Venezuela. Soldado Bolivariano, Socialista y Antiimperialista.
A imprensa cubana disse que seu Twitter pode mudar a ação da esquerda socialista, revolucionando os meios de conquistas do trabalhador! Bonito o discurso, não? Mas existe imprensa independente em Cuba? Se nem na Venezuela existe independência… os coitados têm que transmitir da Colômbia, senão Chavez fecha a emissora!
Está curioso para saber o que ele postou na sua primeira mensagem? Ele disse: Epa que tal? Aparecí como lo dije: a la medianoche. Pa Brasil me voy. Y muy contento a trabajar por Venezuela. Venceremos!!
Entendeu? Como só são 140 caracteres, ele resumiu que veio ao Brasil e trabalhará para a Venezuela e que venceremos, se referindo ao apoio dado à candidatura de Dilma Russef.
Já que Hugo Chavez se empolgou com o microblog, vou lembrar o que ele disse há dois anos: “O Twitter é um instrumento terrorista (…) o congresso deve criar leis para controlar a Internet.”
Acesse o discurso em: http://www.band.com.br/jornalismo/tecnologia/conteudo.asp?ID=262140
Para isso, os usuários da rede no país estão utilizando o termo “Free Venezuela” como forma de se expressar em seus tweets. A resposta do presidente, no entanto, não foi das melhores.
Chávez chegou a pedir aos deputados da Assembleia Nacional que preparem uma lei para controlar a internet, com o argumento de que a rede é uma ameaça ao país. A repercussão fez com que o termo e tornasse ainda mais popular.
Leio agora: o Facebook ultrapassou na semana passada o Google em número de acessos. Uma marca a ser comemoradíssima, já que se tornou o mais visitado do mundo.
Não tenho Facebook, apenas Orkut. Aliás, ficamos reféns dos meios midiáticos, não? Quero ter um só email, uma só rede social, um só blog e uma só conta bancária.
Utopia?
É que se entrarmos em rede por todos os modismos que surgem, ficamos vivendo uma vida virtual intensa e não sobra tempo para a real. Este é o novo mal do século XXI: o stress tecnológico.
Anos atrás, todos aguardavam ansiosos a chegada do Google na China. Como país ditador, algumas restrições foram impostas: a busca de termos como “democracia” ou “direitos humanos” era censurada. E, para fazer negócios, o Google aceitou (esqueça responsabilidade social: negócios, para muitas empresas, são simplesmente negócios).
Agora o Google muda sua base de busca da China para Hong Kong, a fim de evitar censura. Mas é por não concordar com o controle da liberdade de expressão e da ditadura chinesa, ou pelo fato dos hackers oficiais do governo estarem censurando novos termos?
Na China, o Google continuará com serviços que não implicam em busca de termos que possam fazer apologia à liberdade, como o Google Maps, por exemplo.
Extraído de: http://pt.euronews.net/2010/03/23/google-muda-motor-de-busca-da-china-para-hong-kong/
GOOGLE MUDA MOTOR DE BUSCA DA CHINA PARA HONG KONG
A partir de agora as buscas feitas no site da Google China, “google.cn”, passam a ser redireccionadas para o motor de busca de Hong Kong, “google.hk”.
O motor de busca mais popular do mundo provocou a ira dos chineses, aproveitando-se do facto de Hong Kong beneficiar do estatuto de Região Administrativa Especial, não estando sujeito às restrições aplicadas no resto da República Popular.
A medida legal vai permitir aos internautas chineses aceder a páginas até agora “seladas”, como o Facebook, Twitter, YouTube, entre outras.
Um blogger explica como poderia ter sido resolvido este conflito:
“Você pode pedir a qualquer companhia, chinesa ou estrangeira para cumprir a leis nacionais.
Mas as companhias não adivinham o conteúdo dessas leis, que devem ser clarificadas e mais específicas. Se o governo chinês especificar o que é censurado na internet, então penso que é mais fácil para as companhias cumprirem a lei. Por exemplo, porque não podemos falar sobre Hu Jintao na internet, devemos saber que o seu nome juntamente com outros conteúdos é proibido”.
O conflito entre a Google e Pequim intensificou-se em Janeiro, quando a empresa anunciou que deixaria de censurar os resultados das buscas na versão em mandarim.
A decisão foi tomada após vários ciberataques da China a contas do Gmail, pertencentes a vários activistas chineses dos direitos humanos.
Instabilidade na OI, Speedy fora do ar, Embratel com problemas, fornecedores sem sistema… A coisa foi brava ontem. Somos reféns de qualquer apagão tecnológico! Só hoje às 03:00 da matina tudo voltou ao normal…