– A Importância de um Blog

 

Como é bom escrever um blog, não? De inicial princípio como diário pessoal, tal ferramenta da internet tornou-se uma página de expressão. Particularmente, eu o uso para dividir comentários e assuntos interessantes, promovendo respeitosos debates; além de compartilhar coisas que ouço, vivo e sinto.

 

Mas sei dos cuidados que se deve ter: alguns blogs viram páginas noticiosas. Talvez não seja esse o objetivo de um blog. Mas há muita coisa boa e muita coisa ruim na blogosfera.

 

E viva os blogs!

– Quem quer Comprar o Sex.Com?

O nome é apelativo. O endereço mais caro da internet (ou melhor, o registro mais famoso) está a venda. É o sex.com.

Quer comprar? Veja os detalhes:

 

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/tecnologia/noticias/dominio-mais-caro-internet-sex-colocado-venda-574977.html

 

DOMÍNIO MAIS CARO DA INTERNET É COLOCADO À VENDA

 

Em 2006, endereço foi avaliado em US$ 14 milhões

São Paulo – Considerado o domínio mais valioso da internet, o sex.com está novamente à venda. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (1º) pela Sedo, que ficou responsável por comercializar o endereço. Atualmente, o sex.com pertence à Escom, que o avaliou em de US$ 14 milhões em 2006.

“É uma oportunidade extremamente rara que um domínio deste calibre se torne disponível para venda novamente”, disse Kathy Nielsen, diretor de vendas da Sedo, em comunicado.

Domínios que definem toda uma categoria agregam valor, pois são melhores ranqueados nos mecanismos dos sites de buscas. O termo “sex” está entre os cinco assuntos mais procurados da web, segundo relatórios da Symantec.

Solicitado pela primeira vez em 1994, por Gary Kremen, fundador da Match.com, o endereço sex.com trocou de dono já no ano seguinte. Em 1995, Stephen Cohen, que havia saído da prisão, conseguiu a posse do endereço por meio de uma carta fraudulenta enviada à Network Solutions – reguladora dos endereços na época. Depois de inúmeras disputas judiciais, Kremen recuperou a posse do endereço em 2004 e o vendeu à Escom.

O lance mínimo para a compra desta vez não foi divulgado.

– Netshoes se Torna Vice-Líder no E-Commerce Brasileiro

 

Vendendo apenas material esportivo, a Netshoes alcançou a vice-liderança do comércio eletrônico no Brasil (em acessos), perdendo apenas para a Americanas.com.

 

Qual o segredo? Abaixo, extraído de:

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110801/not_imp752608,0.php

 

UM AZARÃO NA CORRIDA DO COMÉRCIO ELETRÔNICO

 

A trajetória e os desafios do Netshoes – site que encostou na liderança do e-commerce em número de acessos

 

por Melissa Costa

 

Pouco mais de dez anos atrás, dois primos juntaram as economias e decidiram abrir uma lojinha de sapatos no centro de São Paulo. O empreendimento mobilizou a família, que resolveu ajudar no batismo do negócio. Durante um jantar, a mãe de um dos garotos sugeriu: “agora que só se fala de internet, por que vocês não colocam um nome que tenha a ver com isso?”

Sem querer, ela havia vaticinado o futuro da empresa. Hoje a Netshoes é a maior de seu segmento no comércio eletrônico. Mesmo vendendo apenas produtos esportivos, o site ultrapassou o Submarino em número de acessos e encostou no Americanas.com, líder nesse quesito, segundo os últimos dados da consultoria ComScore. “Queremos ser reconhecidos pelo cliente como a melhor loja online do País. E neste mês devemos alcançar o posto de maior e-commerce em número de usuários”, diz Roni Bueno, diretor de marketing da Netshoes.

Em receita, porém, a Netshoes continua bem menor que o B2W. O grupo que reúne os sites Americanas.com e Submarino faturou mais de R$ 4 bilhões no ano passado – contra cerca de R$ 400 milhões da Netshoes. Mas alguns negócios fechados recentemente ajudam a dimensionar a relevância alcançada pela empresa. A Netshoes vai operar, por exemplo, as lojas virtuais da americana NBA e da marca Puma no Brasil e, até o fim do ano, dará início a seu processo de internacionalização, com um site na Argentina.

Muito do que aconteceu entre o episódio do jantar em família e a posição ocupada pela Netshoes hoje é mantido em sigilo. Um dos fundadores da empresa é o empresário Marcio Kumruian – que não concede entrevistas. O nome do outro sócio não é revelado. No fim do ano passado, a empresa recebeu um aporte – de valor desconhecido – do fundo Tiger Global Management, que já investiu em empresas como Peixe Urbano, Mercado Livre e Catho online. Nem o faturamento da empresa é divulgado (o valor apresentado nessa reportagem foi apurado com fontes do setor).

Apesar do mistério, duas estratégias são reconhecias pelo mercado como as principais responsáveis pela expansão da Netshoes. A primeira é o pioneirismo. “A empresa foi a primeira a explorar o segmento do esporte e investiu muito em marketing”, diz Alexandre Umberti, diretor de marketing e produtos da consultoria e-bit. A Netshoes é uma das maiores anunciantes da internet, com mais de sete mil banners de propaganda em sites. Na TV, a companhia fechou pacotes de publicidade em intervalos dos jogos de futebol.

A segunda arma da empresa é a agilidade nas entregas. A logística é hoje, de longe, o maior obstáculo do e-commerce brasileiro. No Natal do ano passado, ficou evidente o descompasso entre o crescimento no número de pedidos de consumidores e a habilidade das empresas de realizar as entregas.

A Americanas.com, por exemplo, chegou a ser proibida pela justiça de vender diante do volume de atrasos. Assim como as concorrentes, a Netshoes depende de empresas terceirizadas de transporte, mas decidiu manter o controle sobre o processo dentro do centro de distribuição. A varejista leva, em média, duas horas para despachar uma mercadoria desde o momento em que o pedido é feito.

Reclamações. Isso não significa, porém, que a empresa está imune às reclamações de consumidores. Segundo um levantamento do site Reclame Aqui, a empresa recebeu mais de 1.200 queixas no primeiro semestre. Trata-se de um número bastante inferior ao da Americanas.com (que registrou 14.700 reclamações), mas representa um aumento de 250% em relação ao ano passado.

E esse não é o único problema que veio com o crescimento. A concorrente Centauro, maior rede de artigos esportivos do País, pretende acirrar a competição.

Com a intenção de conquistar a liderança também no mundo virtual, a empresa começou uma reestruturação em seu site e vai usar as mais de 200 lojas físicas para dar suporte à operação no caso de trocas, por exemplo. “Nenhum outro varejista do setor possui grande estrutura física, variedade de produtos e sistema operacional para oferecer a mesma facilidade ao consumidor”, diz Sebastião Bomfim Filho, presidente do Grupo SBF, que controla a Centauro.

– O YouTube passa o Orkut no Brasil

 

Um fato importante: o YouTube se tornou o 4º site mais popular no Brasil, superando o Orkut.

 

Pela ordem, o Google é o número 1, seguido por Microsoft, YouTube, Orkut e UOL.

 

Será que esse número indica a decadência do Orkut, provocado por uma ascensão do Facebook (que ainda não é tão popular quanto o concorrente)? Ou nada disso?

 

Deixe seu comentário:

– Comunidades Cibernéticas e Comunidades Reais!

 

Dom Odilo Scherer tuitou.

 

Pois é, o cardeal arcebispo metropolitano da capital paulista está usando a ferramenta microblogueira para evangelizar, e alertou sabiamente:

 

Contatos e comunidades cibernéticas não podem tomar o lugar das relações humanas e comunitárias reais, nem substituí-las.”

 

Concordo. Nada substitui o contato físico, emocional, pessoal… Não há link que possa ser melhor do que um abraço fraterno, um olhar sincero ou um singelo aperto de mão. Sem desprezar os meios interativos de comunicação, tão necessários no dia de hoje.

 

E você, o que pensa disso? Há possibilidade de muitos jovens serem ótimos sócios-virtualmente e péssimos no contato sócio-real? Deixe seu comentário:

– O Usuário mais Popular do Google+ é o dono do Facebook?

 

Gosto de observar gente inteligente em guerra.

 

Marck Zuckerberg, dono do Facebook, anda meio que sozinho na liderança mundial das redes sociais.

 

O Google, para concorrer de verdade com ele (pois o Orkut não decola no restante do mundo), lançou uma rede social concorrente: o Google+ (Google Plus).

 

E não é que o usuário mais seguido na rede Google+ é o Zuckerberg?

 

Inteligente para os dois lados. Marck mostra que é popular, e o Google usa o fato para dizer que até o maior inimigo aderiu aos encantos da sua rede.

 

Genial. Quem usar melhor a propaganda criada, sai ganhando.

 

E você, o que pensa sobre isso? O Google fará frente ao Facebook? Deixe seu comentário:

– Larry Page foi Sincero ou Blefou?

 

“Prefiro morrer queimado do que usar isso”.

 

Sabe de quem é essa frase? De um dos fundadores do Google, Larry Page, quando usou pela primeira vez o Gmail (o email de sucesso do Google…).

 

Está no livro “In the Plex”, não lançado ainda no Brasil, que fala sobre os bastidores do Google.

 

Seria verdade?

– A Nova Arma do Google contra o Facebook

 

É sabido que “estar em rede social” é uma tendência. Várias redes são populares: Facebook, Orkut, LinkedIn, Quepasa, entre tantas. São quase 150 mil em todo mundo.

 

Muitos usam para ampliar sua rede de relacionamentos (o que chamamos de networking), seja para motivos sociais, lúdicos ou profissionais.

 

No mundo, o Facebook domina. No Brasil, a exceção veio com o Orkut, popular aqui e na Índia, mas um ilustre coadjuvante no restante do planeta.

 

Com o crescimento frenético do Facebook no Brasil e com a necessidade de brigar com a rede no resto do mundo, o Google (que é o proprietário do Orkut) lançou em fase experimental o Google+ (Google Plus).

 

Mas atenção: a empresa diz que não vai encerrar o Orkut, mas usará o Google+ como alternativa.

 

Abaixo, extraído de: Folha de São Paulo, 03/07/2011, Mercado B7, por Camila Fusco

 

GOOGLE DESAFIA FACEBOOK COM REDE SOCIAL

 

Com a rede social Google+, lançada na semana passada, o Google quer desafiar o Facebook não só em popularidade mas também provar que tem ferramentas suficientes para tentar retomar a posição de liderança na web.


Muito mais que uma rede social -que tem como principais atrativos a conversa de vídeo entre amigos e a segmentação de contatos em círculos de relacionamento-, o Google+ é um imenso repositório de dados.


Estão em jogo informações valiosas sobre o comportamento de navegação e que podem determinar o futuro das receitas do Google com publicidade.
“O Google não tem necessariamente a aspiração de ser a principal rede social, mas de ter a demografia mais completa”, afirma Dan Olds, diretor da consultoria Gabriel Consulting Group.


Essa nova fronteira da disputa virtual pode ser vista em movimentos recentes de Google e Facebook de entrada em áreas até então pouco exploradas -desde pagamento on-line até locação de vídeo pela internet.


“A estratégia até pode ser ganhar com serviços pagos, mas há dados de comportamento que podem ser rentáveis em vários formatos, como os anúncios”, diz Olds.

 
Segundo o especialista, o Facebook tem hoje 700 milhões de usuários e chegou ao valor de mercado estimado em quase US$ 70 bilhões tendo como principal ativo seu banco de dados.

 
No ano passado, o Facebook conquistou pela primeira vez mais usuários únicos de internet do que o Google, 8,9% ante 7,2%, segundo a consultoria Hitwise.

 
“O Google+ vem para dar poder de fogo para o Google tentar retomar a posição de líder na internet, hoje claramente ocupada pelo Facebook”, afirma o analista.
Embora o Google tenha lançado o Orkut em 2004 com a possibilidade de extrair informações semelhantes da web, a rede nunca decolou de forma expressiva.


Diversificação


Dos US$ 6 bilhões estimados em publicidade nas redes sociais em 2011, o Facebook deve receber 66%.


O Google+ pode não ter a ambição de gerar faturamento expressivo para o Google, mas já poderá disputar alguns dos dólares da rede de Mark Zuckerberg.


Entre as agências de publicidade, no entanto, ainda é cedo para afirmar se o Google+ vai se consolidar.


“O Google+ ainda precisa se firmar como ferramenta para que as empresas o adotem”, diz Max Petrucci, da agência Garage Interactive.


Entre os maiores desafios do Google está popularizar a rede para, depois, pensar em modelos de publicidade.


O Facebook não deve ficar atrás e deve anunciar nesta semana novas funções, entre as quais um serviço de vídeo e voz integrado com o Skype.

 

Por dentro do Google +

 

– O que é


Nova rede social do Google que agrupa os contatos em círculos de relacionamento e permite a publicação de posts, fotos e vídeos. Tem versões para computador e celulares

 

– O que há de novo


Embora reúna elementos de Twitter e do Facebook – como um clone do botão “curtir”, batizado de +1 – o Google+ tem uma função que permite conectar diversos amigos simultaneamente em vídeo por meio de webcam. Também integra diversas funções do Google, como criação de páginas pessoais divididas por interesse, e permite que o usuário acompanhe posts de celebridades ou notícias

 

– O que significa para os negócios


O Google tem o potencial de desenvolver modelos de publicidade para empresas aproveitarem a rede de relacionamento do Google+. No entanto, tem como desafio atrair usuários para criar a “população” da rede e também precisa elaborar formas alternativas de publicidade. Ao contrário do Facebook ou do Twitter, onde as empresas podem pagar para mandar mensagens para os usuários, o Google+ não permite esse contato direto.

– Google lança seu Notebook. Ou melhor: “Nothing Book”?

 

O Google lança seu notebook popular, que promete revolucionar o mercado. Detalhe: se fosse um carro, diríamos que ele é “peladão”.

 

Abaixo, extraído de Época Negócios, Ed Junho /2011, pg 36.

 

(Veja que diferente: você pode alugar um Chromebook (como é chamado) por US$ 20.00, caso não queria comprá-lo.)

 

O NOTHINK BOOK

 

Por Gilherme Felitti

 

O notebook do Google não tem sistema operacional nem gerenciador de arquivos. Mas funciona… desde que você tenha uma boa conexão com a internet

Depois de transformar a busca, os mapas e o e-mail, o Google tenta mudar a maneira como usamos os notebooks. A partir de 15 de junho, a empresa testará um novo conceito: o Chromebook. O laptop, que estreia com modelos da Samsung e da Acer, será útil apenas para quem está permanentemente conectado à internet por Wi-Fi ou 3G. E-mails, textos, mensagens, músicas e vídeos podem ser acessados só pela web, na nuvem de informações. É impossível instalar programas (fora as extensões para browser) ou guardar arquivos grandes. Absolutamente tudo é feito dentro do navegador Chrome – a ponto de a interface básica do laptop ser um browser sempre aberto (o Chrome OS, sistema que equipa o aparelho). Não há nada que lembre o Windows ou qualquer outro sistema operacional. Gerenciador de arquivos? Também não.

Nos testes feitos por Época NEGÓCIOS com um protótipo do Chromebook, o laptop foi rápido para ligar (em média, 8 segundos), mas se tornou lento quando várias abas foram abertas. O teclado é amplo, e a tecla Caps Lock foi abolida. No lugar, o botão leva o usuário à barra de busca. Visualmente, o protótipo lembra os laptops da Apple, do design aos botões acima do teclado que controlam o volume e a luminosidade da tela. A bateria teve ótima autonomia: foram mais de 8 horas longe das tomadas.

É possível comprar um Chromebook nos Estados Unidos (no Brasil, a estreia ainda não foi definida) por preços que começam em US$ 349. Além da experiência, o Google quer inovar na forma como o laptop chega às mãos do consumidor. Escolas e empresas podem alugá-lo por mensalidades a partir de US$ 20. Nesse modelo, o Chromebook compra briga não só com a Microsoft, mas também com a IBM. Não é pouco nem para um gigante como o Google.

– Os Hackers que Atacaram o Governo Brasileiro!

 

Ora essa! Hackers que recentemente invadiram os dados do Playstation agiram em sites governamentais nessa madrugada, incluindo o da Presidência da República e o da Receita Federal!

 

Em: http://is.gd/zEk8JT

 

GRUPO DE HACKERS INVADE SITES DO GOVERNO

 

“O Serpro detectou nesta madrugada, entre 0h30 e 3h, uma tentativa de ataque de robôs eletrônicos aos sites Presidência da República; Portal Brasil e Receita Federal”, diz nota oficial divulgada no Blog do Planalto.

O coletivo hacker LulzSec, responsável pela invasão da rede Playstation Network, da gigante japonesa Sony, tentou invadir na manhã desta quarta-feira (22) sites do governo brasileiro. “TANGO DOWN brasil.gov.br & presidencia.gov.br”, diz uma mensagem na conta de twitter do grupo postada por volta da meia noite. “Tango Down” é a expressão usada por eles para quando conseguem derrubar um site – ou seja, deixá-lo fora do ar.


Uma hora depois, outro tweet: “nossa unidade brasileira está fazendo progressos. Parabéns, irmãos do LulzSecBrazil”.


Segundo a assessora de comunicação do Planalto, Ivonete Motta, houve de fato uma tentativa de invasão dos servidores governamentais, mas a situação foi rapidamente controlada pelo Serpro (Serviço de Processamento de Dados). Segundo ela, não houve invasão per se dos sites, e eles teriam ficado fora do ar por causa de um congestionamento das redes causado pelo próprio Serpro como medida de segurança.


“O Serpro (Serviço de Processamento de Dados) detectou nesta madrugada, entre 0h30 e 3h, uma tentativa de ataque de robôs eletrônicos aos sites Presidência da República; Portal Brasil e Receita Federal. O sistema de segurança do Serpro, onde estes portais estão hospedados, bloqueou todas as ação dos hackers”, diz nota oficial divulgada no Blog do Planalto.


O governo garante que nenhuma informação foi vazada ou acessada, e que todos os dados contidos nesses sites estão absolutamente seguros.


Na última segunda-feira, um adolescente de 19 anos foi preso em Essex, na região metropolitana de Londres acusado de ser um dos membros da cúpula do LulzSec. Ryan Cleary foi detido em sua residência, mas o próprio grupo hacker já afirmou, em sua página oficial, que ele não tem nenhuma ligação com o coletivo e que as pistas que levaram ao nome do jovem foram planejadamente plantadas.


“A Polícia britânica está claramente tão desesperada para nos pegar que eles acabaram prendendo alguém que, na melhor das hipóteses, tem uma associação ínfima com a gente. Que pena”, afirma uma nota do LulzSec.

– Acesso à Internet tornou-se um Direito Humano!

 

Eu não sabia e me surpreendi. A ONU colocou no mesmo nível de importância de Saúde e Educação o Acesso Livre à Internet.

 

Motivos: Sinal dos Novos Tempos, claro. Mas também para que haja liberdade de expressão na Web, já que frequentemente vemos nações derrubarem a Internet para não terem opinião contrária.

 

A censura é algo que ainda assusta e persegue o direito – agora assegurado – de expressão na Internet.

– China Proíbe Internet e Redes Sociais para seus Soldados

 

Twitter e Facebook são bloqueados na China. Vejam só que democracia…

 

Agora, os soldados chineses (a partir de hoje), estão proibidos de escreverem blog ou se comunicarem pela Internet.

 

Cadê os Direitos Humanos? Não existe embargo comercial da ONU (ironia, claro…).

 

E você, o que acha de viver num lugar assim? Deixe seu comentário:

Google versus China – uma briga interessante: Quebra de Senhas do Gmail?

 

Todo mundo paparica a China para fazer negócios e ganhar dinheiro. Mas o que podemos falar da nova briga entre chineses e capitalistas?

 

O Google e o Yahoo já tiveram que suprir expressões como “Democracia” e “Direitos Humanos” em seus buscadores para entrar lá. Agora, o Google diz que o Governo Chinês invade e lê emails do Gmail, através de utilização das senhas dos usuários obtidas ilegalmente.

 

Hum… essa história cheira mal. Os ditadores comunistas – não duvido – fariam isso mesmo?

– Você conhece o Baidu?

 

Que Google que nada. Na China, muito mais importante é o Baidu.

 

Você não sabe o que é Baidu? Com censura e tudo, só dá Baidu e Robin Li!

 

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/22417_A+PEGADA+DO+BAIDU

 

A PEGADA DO BAIDU

 

Para os chineses, Baidu é sinônimo de busca. E ele já era poderoso antes mesmo de o Google deixar a China. Agora, está ainda mais forte. Visitamos sua sede, um monumental edifício de US$ 70 milhões

 

Por Ralphe Manzoni Jr., de Pequim

 

Renren.com, Kaixin001 e 51.com: esses nomes dizem algo para você? E se alguém lhe perguntasse qual o seu número QQ? Na China, as suas referências de internet ficam de cabeça para baixo. Literalmente. Os três primeiros exemplos são as maiores e mais populares comunidades online do país. O QQ é um serviço de mensagem instantânea usado pela maioria dos 400 milhões de usuários de internet do país. Sabe, então, qual o sinônimo de busca?

Não é Google, como no resto do mundo. Quando vão pesquisar na web, os chineses preferem o Baidu.com. Esse é o cenário do maior contingente de pessoas conectadas à web do planeta, um país que criou empresas fortes no mundo virtual graças à censura e ao apoio do governo comunista às marcas locais. “O Google atuou diretamente na China por quatro anos e não perdemos participação de mercado”, declarou Victor Tseng, diretor do Baidu, que recebeu DINHEIRO no imponente edifício de US$ 70 milhões, desenhado pelos mesmos arquitetos chineses que fizeram o Cubo D’Água, o centro aquático da Olimpíada de Pequim, em 2008.

É um espaço que lembra uma empresa norte-americana de internet. Em seu pátio interno, há uma cascata. Amplos espaços abertos são reservados para que os funcionários possam fazer reuniões informais ou apenas conversar. Dezenas de mesas de pingue-pongue, esporte popular na China, podem ser usadas nas horas de lazer. Quatro salas que reproduzem as patas que estão no logotipo do Baidu são utilizadas para relaxamento. Inaugurado em novembro do ano passado, este é mais um símbolo da força do site mais acessado da China e o sétimo do mundo.

Com a saída do Google – que redirecionou seu tráfego para o endereço em Hong Kong por não concordar com a censura do governo comunista chinês –, o Baidu está ainda mais forte. É fácil de constatar isso observando os resultados do primeiro trimestre de 2010, período que marca o início do imbróglio do site americano com o governo comunista.

O lucro cresceu 165% e atingiu US$ 70 milhões. O faturamento aumentou quase 60%, chegando a US$ 189 milhões. De cada US$ 100 investidos em busca na China, US$ 64 foram para os cofres da empresa. Antes, eram US$ 58, segundo a Analysys, uma consultoria baseada em Pequim. Logo após o anúncio do balanço, as ações do Baidu, que são negociadas na Nasdaq, bolsa eletrônica que reúne empresas de tecnologia, subiram mais de 14%. Desde o começo da crise do Google, elas já se valorizaram mais de 70%, passando de US$ 410 para US$ 709,  maior valor desde a abertura de capital em agosto de 2005.

O responsável pelo sucesso do Baidu é Robin Li, 41 anos, formado em ciência da computação pela Universidade de Nova York, em Buffalo. Atualmente, ele é o oitavo homem mais rico da China, com uma fortuna estimada em US$ 3,5 bilhões, segundo ranking da revista Forbes. A revista Time o elegeu uma das 100 personalidades mais influentes do mundo em 2010.

Em seu país, ele é tão famoso quanto Sergei Brin e Larry Page, os fundadores do Google, nos Estados Unidos. Em 1999, Li voltou à China convidado pelo governo chinês para participar da cerimônia do 50º aniversário da revolução chinesa. Viu as oportunidades de seu país e resolveu criar o Baidu com US$ 1,2 milhão que levantou de fundos de capital de risco do Vale do Silício, região onde estão localizadas as principais companhias de tecnologia dos EUA.

Hoje, a empresa tem um valor de mercado de US$ 24 bilhões, 20 mil vezes mais do que o dinheiro usado para começá-la. Outras rodadas de investimento aconteceram. A ironia é que o Google chegou a ter uma participação minoritária no Baidu. Por duas vezes, tentou comprá-lo. Mas Li nunca o vendeu.

Especialista em busca (Li havia trabalhado na Infoseek, uma pioneira do setor nos EUA), ele sabia que tinha um trunfo nas mãos: o conhecimento da cultura chinesa. Mais: o Baidu conhece como poucos a lógica da língua falada na China.  Há, por exemplo, 38 formas diferentes de dizer “eu” em mandarim. “É importante dominar todas as formas”, diz Tseng.

“As consultas em mandarim são uma arte e não uma ciência.” Sim, uma arte que conta com a mão poderosa do Grande Firewall da China, a muralha que evita que assuntos políticos indesejáveis ou pornografia possam ser acessados pelos usuários chineses. Sites como o Twitter, o Facebook e o YouTube são proibidos no país. Termos como “Praça da Paz Celestial” são censurados. Quem faz a pesquisa encontra referências à praça, mas nenhuma informação sobre os protestos estudantis em 1989.

O tema da censura é tabu no Baidu. Em uma rara entrevista ao jornal econômico The Wall Street Journal, Li abordou o assunto. “Todos sabem que a China tem um governo forte e que tem muita influência sobre quase todas as companhias que operam no país.” Não é preciso dizer mais. “Gostava mais do Google, pois os resultados tinham menos censura”, disse Ryan, um dos poucos taxistas que falavam inglês em Pequim, pois morou por sete anos na Inglaterra. “Mas agora ele foi embora.” A maioria dos chineses, no entanto, parece não se importar com isso. Afinal, a pegada do Baidu está cada vez maior.

– Problemas com Terra e Blogger?

 

O Blogger está com problemas. O Terramail idem.

 

Ninguém respeita o consumidor?

– Hackers no Bom Dia!

 

Ei pessoal, àqueles que tentaram acessar o meu blog dentro do portal Bom Dia (e qualquer outro blog BD):

 

Hackers invadiram o site entre sexta e sábado e colocaram temas em defesa da Maconha! Nem o jornal, nem eu e nem nenhum outro blogueiro promoveu isso… estamos entendidos?

 

Cada cara sem ter o que fazer, né? Kkk Tem que rir para não chorar.

– Bit.ly está fora. O que acontece?

 

Um dos encurtadores de endereços da internet mais práticos é o bit.ly. Entretanto, desde ontem ele não funciona.

 

Lembremo-nos de que o site é baseado na Líbia, que vive um intenso conflito político-civil. Aliás, é comum que empresas aluguem endereços na web aproveitando-se de combinações fonéticas ou praticidade. Por exemplo, o encurtador de URLs go.to (que em português viraria “vá para”) é sediado em Togo; por isso o TO. Líbia, LY. Brasil, BR. E assim por diante.

 

Ops: também é comum ditadores promoverem “apagões da Internet” em seus países…

 

Tenho usado um encurtador alternativo com a falha do bit.ly: é o gratuito is.gd

 

Fica a dica.

– A Pegadinha do Google

 

Usuários do Gmail (email do Google) tiveram uma surpresa na última sexta-feira. Alguns clientes desse serviço receberam o convite para experimentar a nova ferramenta de comunicação por gestos! Ao invés de teclados, movimentos corporais poderiam ser feitos para responder emails através de recursos sensoriais. E até um vídeo foi enviado explicando a nova modernidade.

 

Algo sensacional… se fosse verdade!

 

Após inúmeras pessoas “pagarem mico” na frente de seus computadores, havia a revelação de que era “Primeiro de Abril”! Era uma inocente brincadeirinha realizada pelo Google em homenagem ao Dia da Mentira.

 

Eu não tenho Gmail, mas… será que cairia na brincadeira? Talvez. E você que tem Gmail, recebeu o convite? Caiu na gozação? Deixe seu comentário:

– Você Acredita Piamente na Wikipédia?

Nunca usei a Wikipédia. Já a acessei para conhecê-la, mas cheguei a conclusão de que a confiabilidade é baixa. Como acreditar num mecanimo de pesquisa onde qualquer pessoa pode acrescentar o que quiser? E os viéses das considerações, as tendenciosas incorporações de opiniões?

Nas bancas que trabalho em defesas de TCCs, sempre condeno qualquer citação bibliográfica que contenha o uso desta ferramenta; afinal, deve existir bibliografia séria. E a Wikipédia não é!

Sei que terei críticas, mas minha avaliação é essa. Minha, e de muitos acadêmicos! Talvez seja por isso que a Wikipédia está em baixa..

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI95081-15224,00-O+LIMITE+DA+WIKIPEDIA.html

O LIMITE DA WIKIPÉDIA

por Bruno Ferrari

Faça o teste: abra qualquer buscador on-line e digite aleatoriamente uma palavra. “Goiabada”. A definição aparece logo entre os primeiros resultados: “A goiabada é um doce típico da comida caipira (sul do Brasil) e consumido em quase todo o mundo. Como a marmelada…” etc. etc. Satisfatória ou não, a definição virá com uma das mais onipresentes marcas do mundo virtual: Wikipédia. A enciclopédia on-line, criada em 2001, tem um princípio sedutor – baseia-se na colaboração on-line voluntária – e entusiastas que a consideram candidata a repositório de todo o conhecimento humano. Há uma pergunta, porém, a que ela ainda não responde: a Wikipédia poderia estagnar e rumar para a decadência?

O questionamento soa quase ofensivo para quem crê no poder da colaboração. O americano Jimmy Wales, criador da Wikipédia, considera o conceito o principal alicerce do capitalismo no século XXI. Em seu início, a Wikipédia crescia exponencialmente. Cerca de 820 mil pessoas contribuíam com verbetes, correções ou complementos. O ápice foi o ano de 2007, quando a média era de 2.200 verbetes publicados a cada dia. Em agosto de 2009, entretanto, essa média de crescimento havia recuado para 1.300. A enciclopédia on-line, que na versão em inglês ultrapassou a marca dos 3 milhões de verbetes em agosto, já não cresce exponencialmente. O fenômeno foi notado por Ed Chi, cientista do Centro de Pesquisas de Palo Alto, na Califórnia.

Em entrevista à revista americana Time, Chi afirmou ter detectado já em 2007 a desaceleração das contribuições. Duas hipóteses foram levantadas. A otimista: a Wikipédia estaria muito próxima de ter a resposta para todas as perguntas. A pessimista: como muitos outros fenômenos da internet, estaria entrando em decadência. Chi pende para a segunda hipótese. “Nossos dados sugerem que a existência dela (da Wikipédia), em dez ou 15 anos, poderá estar em xeque.”

Um dos principais motivos para o perigo de estagnação e irrelevância é a dificuldade de encontrar colaboradores para criar e melhorar verbetes. O recrutamento esbarra nas diversas camadas de controle criadas ao longo dos anos, por causa da exigência crescente de manter o padrão dos textos. Essa burocratização tem afastado colaboradores novatos. Outro problema é a falta de diversidade entre os escritores de verbetes – em sua maioria homens, universitários, ligados à internet. Segundo a própria Wikipédia, apenas 13% das contribuições vêm de mulheres.

Parece um dilema insolúvel. A Wikipédia precisa fortalecer sua credibilidade, mas qualquer controle diminui a confiança dos colaboradores de que sua voz será ouvida. O que está em jogo é mais que o futuro de um site. São os limites da colaboração como modelo de negócio.

– Twitter como Ferramenta para Críticas aos Árbitros

 

No ano passado, Jorge Henrique (jogador do Corinthians) criticou a arbitragem de um de seus jogos através do microblog Twitter. Na oportunidade, surgiu a polêmica: qual o peso das reclamações através dessa ferramenta eletrônica?

 

Pois bem: com a perceptível popularização desse instrumento de comunicação, cada vez mais personalidades esportivas se manifestam sobre diversos assuntos. Um jogador de futebol que faz uma crítica generalizada (como, por exemplo: “acho que o árbitro foi mal na partida e perdeu o controle do jogo”) não deveria ser motivo de represálias por parte dos organizadores; afinal, é uma espécie de desabafo, diferente de uma acusação de manipulação.

 

Entretanto, na Premier League, Babel, do Liverpool, postou uma mensagem criticando o árbitro e com uma fotomontagem dele com a camisa do Manchester United! Aí não dá… A F.A. (Federação Inglesa) o puniu por 3 partidas.

 

E você, o que acha disso? É exagero punir críticas via Twitter ou depende da crítica?

 

Abaixo, extraído de: http://esportes.terra.com.br/futebol/europeu/2010/noticias/0,,OI4883263-EI16651,00-Atacante+do+Liverpool+e+advertido+por+criticar+arbitro+no+Twitter.html

 

ATACANTE DO LIVERPOOL É PUNIDO APÓS CRITICAR O ÁRBITRO VIA TWITTER

 

O holandês Ryan Babel, atacante do Liverpool, foi penalizado pela Federação de Futebol da Inglaterra (FA) por sua má conduta após criticar no Twitter o árbitro de seu último jogo.

O jogador publicou uma foto manipulada do árbitro, Howard Webb, vestindo a camiseta do Manchester United, rival histórico do Liverpool e equipe que acabava de eliminá-los da Copa da Inglaterra.

Durante a partida, o juiz marcou um pênalti a favor do Manchester, o que levou Babel a escrever no Twitter: “e esse é chamado de um dos melhores árbitros? Deve ser uma piada”.

O jogador pediu desculpas pouco após receber a advertência da FA, mas mesmo assim poderá ser punido. No entanto, por não existir uma situação semelhante por críticas via internet, é difícil prever o que irá ocorrer.

Após o sucedido, Babel deixou uma mensagem aos seus 170 mil seguidores no Twitter: “estou algemado”, disse, em referência ao castigo imposto pela Federação.

– Hypermarcas entra no UOL!

 

Novos negócios no fechamento do ano: a Hypermarcas, de João Alves de Queiroz (dona das marcas Bozzano, NeoQuímica, Assolan, e inúmeras outras empresas) comprou ontem 28,78% do UOL (Universo on Line), tornado-se o segundo maior acionista da empresa.

 

Atualmente, o UOL é comandado pela Folha de São Paulo, que detém 54,87%.

– O Nefasto Desenvolvimento de Correntes e Emails Mentirosos: uma verdade sobre os combustíveis.

 

Tem gente que quer aparecer. Alguns acreditam piamente em tudo que lêem. Os mais esclarecidos, tiram dúvidas e tentam se certificar com as pessoas devidas que não estão sendo ludibriados. A Internet é como papel, aceita tudo. Você pode escrever uma verdade ou uma mentira, e como fica registrado na rede mundial de computadores (WWW), alguns passam a acreditar.

 

Na verdade, acredito que boa parte de informações da rede, infelizmente, é falsa ou mentirosa. Se você não tem essa sensibilidade é que deve-se ao fato de felizmente ter um relacionamento com sites de grande confiança e nível cultural elevado.

 

Digo isso pois é cada vez maior o número de email mentirosos criados apenas para tumultuar a sociedade ou para algum gaiato se vangloriar de ver seu serviço ganhar tamanho. Vide os imbecis emails difamatórios do “Criança Esperança” ou dos “escorpiões encontrados em brinquedos do playground do McDonals…”

 

A moda agora é de uma suposta campanha contra o consumo de gasolina. Eu, mais do que ninguém, reclamo dos altos impostos do produto (afinal, sou proprietário de um posto de combustível e sofro na pele com os encargos). Já recebi esse email de pelo menos 20 pessoas diferentes e outros tantos de amigos que me questionam. Abaixo, a mensagem que tem sido divulgada amplamente (sem autor, claro, eles se escondem, com as cores e erros de português do original) e mais abaixo ainda a resposta.

 

GASOLINA (GNV,  DIESEL e ÁLCOOL) Como  poderemos baixar os preços??? 

NÃO DEIXE  DE LER ..

Você  lembra do Criança Esperança?

A UNICEF e  a Rede Globo abriram as pernas….

Foi a  força da Internet contra uma FÁBRICA DE DINHEIRO
que  DESCOBRIU-SE nunca chegar a quem de direito.

Então  continue a ler. 

Não deixe  de participar, mesmo que  você HOJE não precise abastecer seu carro com gasolina!! Mesmo que você  não tenha carro, saiba que em quase tudo que você consome, compra ou utiliza no seu dia-a-dia, tem o preço dos transportes, fretes e distribuição embutidos no preço de custo e conseqüentemente repassados a  você.
Você  sabia que no Paraguai (que não tem nenhum poço de petróleo) a  gasolina custa R$ 1,45 o litro e sem adição de álcool?  Na Argentina, Chile e Uruguai que juntos (somados os 3) produzem menos de 1/5 da produção brasileira, o  preço da gasolina gira em torno de R$ 1,70 o litro e sem adição de álcool?  E que o Brasil vende nosso álcool para os paises vizinhos à R$0,35 o litro?

QUAL É A MÁGICA ??
Você  sabia, que já desde o ano de 2007 e conforme anunciado aos “quatro ventos” pelo LULA e sua Ministra DILMA… o Brasil já é AUTO-SUFICIENTE em petróleo e possui a TERCEIRA maior reserva  de petróleo do MUNDO.
Realmente,  só tem uma explicação para pagarmos R$ 2,67 (cartel do  DF) o litro, a GANÂNCIA do Governo com seus impostos e a busca desenfreada dos lucros  exorbitantes da nossa querida e estimada estatal brasileira que refina o petróleo por ela mesma explorado nas “terras tupiniquins”.
CHEGA !!!
Se  trabalharmos juntos poderemos fazer alguma coisa.
Ou vamos  esperar a gasolina chegar aos R$ 3,00 ou R$ 4,00 o litro? Mas, se  você quiser que os preços da gasolina baixem, será preciso promover  alguma ação lícita, inteligente,  ousada e emergencial.
Unindo  todos em favor de um BEM COMUM !!! 
Existia  uma campanha que foi iniciada em São Paulo e Belo Horizonte que nunca  fez sentido e não tinha como dar certo. A campanha:  “NÃO COMPRE GASOLINA” em um certo dia da semana previamente combinado, que foi  popular em abril ou maio passado.
Nos USA e  Canadá a mesma campanha havia sido implementada e sugerida pelos próprios governos de alguns estados aos seus consumidores, mas as Companhias de  Petróleo se mataram de rir porque sabiam que os consumidores não continuariam “prejudicando a si mesmos”, ao se recusarem a comprar gasolina.. Além do que, se voce não compra gasolina  hoje… vai comprar MAIS amanhã. Era mais uma inconveniência ao próprio  consumidor, que um problema para os vendedores. 
MAS houve  um economista brasileiro, muito criativo e com muita experiência em “relações  de comércio e leis de mercado”, que pensou nesta idéia relatada abaixo  e propôs um plano que realmente funciona.
Nós  precisamos de uma ação enérgica e agressiva para ensinar às produtoras de petróleo e derivados que são os COMPRADORES que, por serem milhões e maioria, controlam e ditam as regras do mercado, e não os VENDEDORES que são  “meia-dúzia”. 
Com o preço da gasolina subindo mais a cada dia, nós,  os consumidores, precisamos entrar rapidamente em ação!! 
O único modo de chegarmos a ver o preço da gasolina diminuir é atingindo quem produz, na  parte mais sensível do corpo humano: o  BOLSO. Será não comprando a gasolina deles!!!
MAS COMO ??!! 
Considerando que todos nós dependemos de nossos carros, e  não podemos deixar de comprar gasolina, gnv, diesel ou álcool. Mas nós podemos promover um impacto tão  forte a ponto dos  preços dos combustíveis CAIREM, se  todos juntos agirmos para
FORÇAR  UMA GUERRA DE PREÇOS ENTRE ELES MESMOS. 
É assim que o mercado age!!!
Isso  é Lei de Mercado e Concorrência!!! 
Aqui está a idéia: 
Para  os próximo meses (
DEZEMBRO,JANEIRO E FEVEREIRO…)
não compre gasolina da principal fornecedora brasileira de derivados de petróleo, que é a 
PETROBRÁS (Postos BR).
Se ela tiver totalmente paralisada a venda de sua gasolina, estará inclinada e obrigada, por via de única opção que terá, a reduzir os preços de seus próprios produtos, para recuperar o seu mercado.
Se ela fizer isso, as outras companhias (Shell, Esso, Ipiranga, Texaco, etc…) terão que seguir o mesmo rumo, para não sucumbirem economicamente e perderem suas fatias  de mercado. Isso  é absolutamente certo e já vimos várias vezes isso acontecer!
CHAMA-SE  LEI DA OFERTA E DA PROCURA; 
Mas,  para haver um grande impacto, nós precisamos alcançar milhões de consumidores da Petrobrás.
É realmente simples  de se fazer!!
Continue abastecendo  e consumindo normalmente!! Basta escolher qualquer outro posto ao invés de um
BR (Petrobrás). Porque  a BR?
Por tratar-se da maior companhia distribuidora hoje no Brasil e conseqüentemente com maior poder sobre o mercado e os preços praticados. 
Mas  não vá recuar agora… Leia mais e veja como é simples alcançar milhões de  pessoas!! 
Essa mensagem foi enviada a aproximadamente trinta pessoas. Se cada um de nós enviarmos a mesma mensagem para, pelo menos,  dez pessoas a mais (30 x 10 = 300) e se cada um desses 300 enviar para pelo menos mais dez  pessoas, (300 x 10  = 3.000), e assim por diante, até que a mensagem alcance os necessários MILHÕES de consumidores!
É UMA “PROGRESSÃO GEOMÉTRICA” QUE EVOLUI RAPIDAMENTE E QUE VOCE CERTAMENTE JÁ CONHECE !!
Quanto tempo levaria a campanha?
Se cada um de nós repassarmos este e-mail para mais 10 pessoas A estimativa matemática (se você repassá-la ainda hoje) é que dentro de 08 a 15 dias, teremos atingido, todos os presumíveis 30 MILHÕES* de consumidores da Petrobrás (BR).
(fonte da
ANP –  Agencia Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis)
Isto seria um impacto violento e de conseqüências invariavelmente conhecidas…
A  BAIXA DOS PREÇOS
Agindo juntos, poderemos fazer a diferença.
Se isto fizer sentido para você, por favor, repasse esta mensagem, mesmo ficando inerte. 
PARTICIPE DESTA CAMPANHA DE CIDADANIA ATÉ QUE ELES BAIXEM SEUS PREÇOS
 E OS MANTENHAM EM PATAMARES RAZOÁVEIS! ISTO REALMENTE FUNCIONA.
VOCÊ SABE QUE ELES AMAM OS LUCROS SEM SE PREOCUPAREM COM MAIS NADA!
O BRASIL CONTA COM VOCÊ!!! 
 CHEGA DE SER CORDEIRINHOS DESSE BANDO DE POLITICOS CORRUPTOS!!!!!!!!!!! 
 
Não custa tentar !

Agora repassem!!!

 

Um idiota que se acha esperto tentando fazendo acreditar que a UNICEF e a Globo tem um esquema organizado de corrupção através do Criança Esperança. Quanta ingenuidade! A Globo ganha em imagem e marketing institucional, requisitos claros às empresas observados por qualquer aluno de Administração de Empresas sobre “Responsabilidade Social das Organizações”. A Unicef é uma ONG, um braço da ONU que realiza ações nobres (ou tenta) no mundo todo. A prestação de contas é clara e transparente. O resto é bobagem.

 

Sobe os combustíveis, aqui vai a resposta que dei ao meu amigo Evandro, que estranhou tal email por corrente e me escreveu:

 

“Boa noite, Rafael!

 

Já recebi essa mensagem já de vários amigos,

 

vou repassar para você, que conhece sobre o assunto,

 

para ver se ela tem alguma lógica.”

 

(o email é aquela mensagem acima, abaixo a resposta:)

 

“Fala Evandrão! É ‘mais ou menos’ assim. Explico:


Nos países vizinhos, há venda subsidiada pela PDVSA (a empresa de petróleo da Venezuela). Hugo Chavez, em troca de apoio político de países vizinhos, vende petróleo com custo quase zero (o Brasil não entra nessa lista de vizinhos).


A carga de impostos é realmente alta, e os lucros da Petrobras também. Entretanto, há uma lei / norma / política que obriga a Petrobrás a acompanhar o preço do mercado internacional. Assim, como a Europa e os EUA ainda são os maiores consumidores, nosso preço é baseado pelos deles (mesmo sendo uma lei burra – a idéia é que se secassem nossos poços de petróleo, quando importássemos, não tenhamos impacto significativo no preço).


Mas existe um porém: hoje, boicotar a gasolina é irrelevante, pois na maior parte do Brasil o álcool é menos vantajoso do que a gasolina (SP é uma das poucas exceções, o preço está empatando na maioria das regiões do estado).


Em resumo: estamos ferrados mesmo… rsrs


Abração,
Rafael Porcari”

– Vitória do Barrichello contra o Orkut

 

Num processo de quase 5 anos, Rubens Barrichello ganhou na Justiça uma polpuda indenização do Google. A motivação foram comunidades que denegriam seu nome, além do fato de existirem fakes se passando por ele.

 

Há dias, Xuxa ganhou na Justiça um processo contra o Google, pois não queria que o site de busca relacionasse notícias sobre seu filme pornô. Na oportunidade, discordei da decisão, já que é um fato público. No caso de Rubinho é diferente: pessoas se passam por ele, sem controle do Google em seu site de relacionamento Orkut, e acabam agindo como que por falsidade ideológica. Além de que, comunidades que façam apologia à uma imagem de degradação, tem lá seus prejuízos.

 

Nada contra o direito de expressão e manifestação. Mas ataques gratuitos e apoiados pela omissão ao combate são crimes. Dessa vez a Justiça foi bem!

– Cuidado com o site “Compre da China”

 

Você tem medo de comprar na Internet?

 

Após inúmeras tentativas de amigavelmente resolver uma pendenga com o site “Compre da China”, resolvi compartilhar com os amigos tal incômodo que a empresa citada traz aos seus consumidores e como ela desrespeita o cliente.

 

Já viram quantos anúncios de celulares e outros produtos são veiculados pela Internet do “Compre da China”? Sempre tive temor em comprar dessa empresa, e meus medos se justificaram.

 

No dia 27 de Julho, comprei deles um Headphone para correr (Walkman Sony SRF-HM10 Sports). No site havia a especificação de que o produto possuía, dentre outros itens, rádio AM e FM.

 

Meu pedido de número 1339229 foi pago a vista, o produto estava lá na China, demorou 40 e tantos dias (até aí, já esperava tal demora) e quando chegou, em 04 de Setembro, não tinha a função AM!

 

Liguei à empresa, um atendente despreparado me disse que o produto tinha sim o AM. Depois de muito custo, consegui mostrar a ele que o produto era divulgado ERRONEAMENTE NO SITE. Eles descreviam errado o produto! Percebendo que o Compre da China havia errado, o atendente pediu desculpas. Abri um protocolo pedindo o reembolso do produto, pois havia comprado o produto justamente pelo AM (protocolo CDC 000005290092010). E não é que no dia seguinte me mandaram um email com procedimentos para trocar o produto por outro, ao invés da devolução?

 

Não quero troca, quero o meu dinheiro de volta!

 

Em 08 de setembro, no protocolo CDC 00005388092010, após a enésima explicação ao atendente, foi aberto novo pedido de reembolso. Hoje é dia 17 de Outubro, e após várias e várias tentativas de solução, inúmeras explicações e re-explicações, os atendentes dão apenas a automática resposta: seu pedido está em análise aguardando uma solução.

 

SEMPRE PEÇO PARA FALAR COM UM SUPERVISOR. Nunca me passam para nenhum superior e os atendentes fazem questão de me enrolar. No último atendimento, a responsável me disse que “é assim mesmo, não tem prazo”.

 

Empresas picaretas fazem isso mesmo: não respeitam o Código de Defesa do Consumidor e fazem o cliente desistir pelo cansaço.

 

Assim, a única recomendação que faço é a seguinte: NÃO COMPREM DO SITE “COMPRE DA CHINA. É uma fria, a empresa não respeita ninguém e não resolve seus próprios erros. Cuidado com esses golpistas, afinal, só assim dá para classificá-los. Não há outro termo para quem quer fazer o cliente de bobo.

 

E você, o que pensa disso? Compra tranquilamente produtos da Internet ou tem algum receio? Deixe seu comentário:

– O Sucesso de Hugo Chavez no Twitter

“Cuidado com o que se fala, pois dependendo do que for dito, poderá ser usado contra você”.

Esse dito popular vale para o presidente venezuelano Hugo Chavez. Ele abriu uma conta no twitter, e pode ser acessado em http://twitter.com/chavezcandanga. Em seu perfil, se classifica como Presidente de la República Bolivariana de Venezuela. Soldado Bolivariano, Socialista y Antiimperialista.

A imprensa cubana disse que seu Twitter pode mudar a ação da esquerda socialista, revolucionando os meios de conquistas do trabalhador! Bonito o discurso, não? Mas existe imprensa independente em Cuba? Se nem na Venezuela existe independência… os coitados têm que transmitir da Colômbia, senão Chavez fecha a emissora!

Está curioso para saber o que ele postou na sua primeira mensagem? Ele disse: Epa que tal? Aparecí como lo dije: a la medianoche. Pa Brasil me voy. Y muy contento a trabajar por Venezuela. Venceremos!!

Entendeu? Como só são 140 caracteres, ele resumiu que veio ao Brasil e trabalhará para a Venezuela e que venceremos, se referindo ao apoio dado à candidatura de Dilma Russef.

Já que Hugo Chavez se empolgou com o microblog, vou lembrar o que ele disse há dois anos: “O Twitter é um instrumento terrorista (…) o congresso deve criar leis para controlar a Internet.”

Acesse o discurso em: http://www.band.com.br/jornalismo/tecnologia/conteudo.asp?ID=262140

HUGO CHAVEZ CHAMA TWITTER DE INSTRUMENTO TERRORISTA 

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, afirmou nesta segunda-feira que a rede social Twitter nada mais é que um instrumento terrorista. O microblog se tornou um canal de luta a favor da liberdade de expressão pelos venezuelanos.

Para isso, os usuários da rede no país estão utilizando o termo “Free Venezuela” como forma de se expressar em seus tweets. A resposta do presidente, no entanto, não foi das melhores.

Chávez chegou a pedir aos deputados da Assembleia Nacional que preparem uma lei para controlar a internet, com o argumento de que a rede é uma ameaça ao país. A repercussão fez com que o termo e tornasse ainda mais popular.

 

– Facebook no Topo!

Leio agora: o Facebook ultrapassou na semana passada o Google em número de acessos. Uma marca a ser comemoradíssima, já que se tornou o mais visitado do mundo.

Não tenho Facebook, apenas Orkut. Aliás, ficamos reféns dos meios midiáticos, não? Quero ter um só email, uma só rede social, um só blog e uma só conta bancária.

Utopia?

É que se entrarmos em rede por todos os modismos que surgem, ficamos vivendo uma vida virtual intensa e não sobra tempo para a real. Este é o novo mal do século XXI: o stress tecnológico.

– Google, Negócios, Censura & China

Anos atrás, todos aguardavam ansiosos a chegada do Google na China. Como país ditador, algumas restrições foram impostas: a busca de termos como “democracia” ou “direitos humanos” era censurada. E, para fazer negócios, o Google aceitou (esqueça responsabilidade social: negócios, para muitas empresas, são simplesmente negócios).

Agora o Google muda sua base de busca da China para Hong Kong, a fim de evitar censura. Mas é por não concordar com o controle da liberdade de expressão e da ditadura chinesa, ou pelo fato dos hackers oficiais do governo estarem censurando novos termos?

Na China, o Google continuará com serviços que não implicam em busca de termos que possam fazer apologia à liberdade, como o Google Maps, por exemplo.

Extraído de: http://pt.euronews.net/2010/03/23/google-muda-motor-de-busca-da-china-para-hong-kong/

GOOGLE MUDA MOTOR DE BUSCA DA CHINA PARA HONG KONG

A partir de agora as buscas feitas no site da Google China, “google.cn”, passam a ser redireccionadas para o motor de busca de Hong Kong, “google.hk”.

O motor de busca mais popular do mundo provocou a ira dos chineses, aproveitando-se do facto de Hong Kong beneficiar do estatuto de Região Administrativa Especial, não estando sujeito às restrições aplicadas no resto da República Popular.

A medida legal vai permitir aos internautas chineses aceder a páginas até agora “seladas”, como o Facebook, Twitter, YouTube, entre outras.

Um blogger explica como poderia ter sido resolvido este conflito:

“Você pode pedir a qualquer companhia, chinesa ou estrangeira para cumprir a leis nacionais.
Mas as companhias não adivinham o conteúdo dessas leis, que devem ser clarificadas e mais específicas. Se o governo chinês especificar o que é censurado na internet, então penso que é mais fácil para as companhias cumprirem a lei. Por exemplo, porque não podemos falar sobre Hu Jintao na internet, devemos saber que o seu nome juntamente com outros conteúdos é proibido”.

O conflito entre a Google e Pequim intensificou-se em Janeiro, quando a empresa anunciou que deixaria de censurar os resultados das buscas na versão em mandarim.

A decisão foi tomada após vários ciberataques da China a contas do Gmail, pertencentes a vários activistas chineses dos direitos humanos.

– Reféns da Tecnologia

Instabilidade na OI, Speedy fora do ar, Embratel com problemas, fornecedores sem sistema… A coisa foi brava ontem. Somos reféns de qualquer apagão tecnológico! Só hoje às 03:00 da matina tudo voltou ao normal…

– Incentivo ao Comércio via Twitter

Cada vez mais, o miniblog twitter tem-se tornado uma ferramenta de muita utilização pelas empresas. A onda agora é promover através dele sorteios, premiações e gincanas, visando o aumento das vendas.

 

Extraído de: IG

 

PROMOÇÕES, PRÊMIOS E CONCURSOS

 

Em menos de um ano, empresas brasileiras atraíram milhares de seguidores no Twitter. Para “fisgar” os usuários e potenciais consumidores, elas oferecem promoções-relâmpago, descontos generosos, concursos culturais e até mesmo sorteio de prêmios.

 

Em junho, por exemplo, a loja virtual Submarino, lançou uma promoção exclusiva no Twitter que premiou com “um cinema em casa” o seguidor que melhor respondeu a pergunta “O que você faria para conquistar milhares de amigos?”. O inusitado na promoção era que o prêmio “engordava” caso o Submarino atingisse metas de seguidores, indo de um aparelho blu-ray e seis filmes (para 12.999) até um kit mais completo (acima de 15 mil seguidores).

A condicionante fez com que os participantes replicassem muitas vezes a chamada da promoção no Twitter, atraindo curiosos e interessados. Como resultado, o perfil da loja, que na época contava com menos de 13 mil seguidores, passou dos 15 mil e atingiu o prêmio máximo: uma TV de plasma full HD de 50 polegadas, com home theater, um aparelho blu-ray e seis filmes. Hoje, a empresa é a mais popular entre os perfis corporativos brasileiros no Twitter, com aproximadamente 25,6 mil seguidores (número apurado pela reportagem na última sexta-feira).

Nos EUA, a fabricante de computadores Dell já lucrou mais de US$ 3 milhões em vendas realizadas a partir de links postados no Twitter. Para os consumidores brasileiros, a Dell lançou um perfil em fevereiro deste ano e conta com mais de 11,3 mil seguidores. Na ferramenta, a empresa divulga promoções e responde dúvidas de usuários. “O objetivo principal da Dell é ter a possibilidade de se relacionar de forma mais direta com os nossos clientes. Queremos ouvi-los”, afirma Mirvane Goulart, gerente sênior de marketing online da Dell para América Latina.

“Existe sim a divulgação de ofertas, concursos culturais e eventuais ações exclusivas para nossos seguidores, mas sempre observando que o objetivo principal não é a venda e sim relacionamento”, enfatiza Mirvane.

Outra empresa que faz barulho no Twitter e vai além da divulgação de promoções é a locadora online NetMovies. “Oferecemos notícias, curiosidades e entretenimento relacionado ao mundo do cinema. A nossa ouvidoria também utiliza o Twitter para resolver dúvidas rápidas dos usuários, encaminhar casos à área de atendimento da empresa e principalmente medir o nível de satisfação dos usuários com o nosso serviço”, explica Daniel Topel, CEO da NetMovies.

Presente no Twitter há apenas três meses, a locadora online atraiu mais de 7,6 mil seguidores e quer terminar o mês de agosto com mais de 8 mil, segundo estimativa de Topel. “Mensalmente milhares de visitantes chegam ao nosso site por meio do Twitter e uma boa parte faz assinatura, afinal, são pessoas interessadas em cinema”, afirma o CEO, que prefere não revelar valores de venda.

Interatividade

Essas ações encontram forte aceitação entre os “twiteirros”. Uma pesquisa da agência Bullet realizada em abril deste ano com 3.268 usuários brasileiros do Twitter descobriu que 53,6% dos entrevistados achavam interessantes ações publicitárias na ferramenta, desde que tivessem relevância.

Mais da metade (51%) respondeu que nunca participou de ações promocionais na ferramenta, porém tem interesse e ainda 33% disseram já ter participado de algum tipo de ação publicitária no Twitter. Cerca de 70% afirmaram seguir ou já ter seguido perfis de empresas, eventos ou campanhas publicitárias.

Outra empresa que faz barulho no Twitter e vai além da divulgação de promoções é a locadora online NetMovies. “Oferecemos notícias, curiosidades e entretenimento relacionado ao mundo do cinema. A nossa ouvidoria também utiliza o Twitter para resolver dúvidas rápidas dos usuários, encaminhar casos à área de atendimento da empresa e principalmente medir o nível de satisfação dos usuários com o nosso serviço”, explica Daniel Topel, CEO da NetMovies.

Presente no Twitter há apenas três meses, a locadora online atraiu mais de 7,6 mil seguidores e quer terminar o mês de agosto com mais de 8 mil, segundo estimativa de Topel. “Mensalmente milhares de visitantes chegam ao nosso site por meio do Twitter e uma boa parte faz assinatura, afinal, são pessoas interessadas em cinema”, afirma o CEO, que prefere não revelar valores de venda.

Interatividade

Essas ações encontram forte aceitação entre os “twiteirros”. Uma pesquisa da agência Bullet realizada em abril deste ano com 3.268 usuários brasileiros do Twitter descobriu que 53,6% dos entrevistados achavam interessantes ações publicitárias na ferramenta, desde que tivessem relevância.

Mais da metade (51%) respondeu que nunca participou de ações promocionais na ferramenta, porém tem interesse e ainda 33% disseram já ter participado de algum tipo de ação publicitária no Twitter. Cerca de 70% afirmaram seguir ou já ter seguido perfis de empresas, eventos ou campanhas publicitárias.

– O Vaticano nas Redes de Relacionamento. O Papa é Geek?

A Revista Galileu traz uma interessante matéria sobre a inclusão do Vaticano em redes de relacionamento digitais. Uma tendência do uso de tal ferramenta como instrumento de evangelização:

Extraído de: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Galileu/0,,EDG86973-7943-216,00-O+PAPA+E+GEEK.html

O PAPA É GEEK

“Se Cristo vivesse hoje, Ele teria perfil no Facebook”, diz responsável por setor de novas tecnologias do Vaticano, que já tem jornal, rádio, TV e agora aposta com fé na internet

Por Leandro Demori, do Vaticano

O número telefônico de apenas seis dígitos conseguido após alguns contatos feitos pela internet revela a particularidade do local. Apenas dois toques de espera e uma gravação em italiano e sem tradução para nenhuma outra língua anuncia: “Você ligou para a Santa Sé”. A conversa com a telefonista é rápida e, ao final, falsamente emblemática: para marcar uma entrevista com o responsável pela comunicação do Vaticano, você precisa enviar uma mensagem “via fax”. Como muitos fascínios que rondam a Igreja Romana, entretanto, a imagem do paleolítico telefac-símile, criado no ano do Senhor de 1947, não é a mais fiel representação do Vaticano dos nossos dias, muito mais plugado do que se imagina. Lançado no final de maio, o canal www.pope2you.net é capaz de representar mais legitimamente os caminhos da Igreja de Pedro ao longo dos séculos. O canal – que reúne aplicativos para Facebook e iPhone , uma Wikipédia católica e botões de compartilhamento nas mais populares redes de relacionamento da internet – é o mais novo apóstolo na missão evangelizadora de Roma, focado sobretudo no público jovem.

O espanto inicial sobre “o papa Bento XVI no Facebook” pega de surpresa quem não presta atenção aos movimentos do Vaticano no xadrez das comunicações . Para disseminar suas mensagens, a Santa Sé sempre se preocupou em dominar os mais novos (e eficientes) meios disponíveis. “Tem sido assim ao longo dos séculos”, afirma o monsenhor Paul Tighe, secretário do Pontifício Conselho de Comunicação, sentado diante de seu computador em uma sala sem quadros, estátuas ou obras sacras no QG da assessoria de imprensa do Vaticano, na Via della Conciliazione, a poucos metros da janela onde o papa professa seus discursos. Tighe, um padre irlandês de estatura agigantada, é o centralizador e medida exata das ideias que surgem dentro da Igreja sobre como aproveitar melhor as bênçãos das novas tecnologias . “Temos muita gente ligada em internet, dando ideias a todo momento. Precisamos discutir e filtrar.”

GERAR CONTEÚDO PARA QUE OS PRÓPRIOS INTERNAUTAS COMPARTILHEM E ESPALHEM A MENSAGEM DE CRISTO É A GRANDE MISSÃO ONLINE DO VATICANO, QUE SABE APROVEITAR O POTENCIAL DE MARKETING DA WEB 2.0

O canal do papa no YouTube, sucesso imediato desde que foi publicado em janeiro deste ano, surgiu assim, como sugestão informal. Uma evolução natural dentro de um sistema de comunicações que controla um jornal (L´Osservatore Romano) desde 1861, uma rádio (a Vaticana) desde 1931, um canal de televisão (a CTV) desde 1983 e um dos primeiros grandes sites da web (www.vatican.va), levado ao ar ainda em 1995, quando a rede ainda dava seus primeiros passos. Um padre que trabalha em Roma sugeriu, o Conselho de Comunicação gostou e aprovou. De janeiro até hoje, o www.youtube.com/vaticanit recebeu cerca de 1 milhão de pessoas em busca de uma iluminação virtual em forma de vídeos, postados pela equipe de 17 pessoas dirigida por Tighe. “Se Cristo andasse sobre a Terra nos dias de hoje, ele teria um perfil no Facebook”, diz o monsenhor.

O caminho do Pope2You é diferente daquele do canal no YouTube, mas reserva passagens de improviso. O endereço foi criado para quebrar uma tradição de meio século da Igreja, a de divulgar a mensagem anual do papa por meio de comunicados impressos às paróquias de todo o mundo. Como, neste ano, a mensagem do pontífice foi justamente sobre a comunicação e o papel das novas mídias no mundo, a equipe de Tighe resolveu inovar: substituiu as velhas rotativas por um site com vídeos e aplicativos de compartilhamento. Assim, não somente as igrejas teriam a missão de passar a mensagem adiante, mas todo cristão que quisesse empilhar seu tijolinho na obra do Senhor poderia fazê-lo. O site seria provisório – cumprida sua missão, sairia do ar em semanas. Nos quatro primeiros dias, no entanto, o Pope2You rendeu mais de 5 milhões de cliques em seus links internos. Um sucesso. “Não temos mais como desativá-lo”, afirma Tighe.

O que a Igreja vislumbra na internet não é diferente daquilo que setores de marketing de empresas, partidos políticos e entidades de todo o mundo buscam: aproveitar as potencialidades da web 2.0 e preparar-se para a 3.0. Gerar conteúdo para que os próprios internautas compartilhem e espalhem a mensagem de Cristo é a grande missão online do Vaticano. “Aplicativos para Facebook ou iPhone mudam a relação das pessoas com a própria fé”, afirma Heidi Campbell, professora de novas mídias, cultura popular e religiões da Universidade do Texas e autora do livro Exploring Religious Community Online (Explorando comunidades religiosas online, sem tradução para o português). “A internet de compartilhamento exemplifica o que as religiões dizem há séculos sobre o desejo do homem de viver em comunidade e de fazer trocas. É uma nova dimensão”, diz Heidi, que é Ph.D. em comunicação mediada por computadores e teologia prática pela Universidade de Edimburgo, na Escócia.

 @Filhodohomem

O caminho natural da Igreja é se aprofundar na web social, mas com pés conservadores, um passo de cada vez. Depois de cogitar um perfil de Joseph Ratzinger, o papa Bento XVI, no Facebook (abortado por falta de tempo do pontífice), o Vaticano agora espera poder dar mais voz aos fiéis que queiram se comunicar com Roma. O processo, porém, é complicado. Se, por um lado, é impossível liberar a participação dos internautas sem moderador, por outro, é tarefa impensável tentar controlar o conteúdo de milhões de mensagens a partir de um modelo central. “Não temos como fazer isso. Além de ser impossível do ponto de vista de pessoal, ainda vai contra o que pensamos sobre fortalecimento das comunidades locais”, diz Paul Tighe.

O caminho escolhido é o mesmo trilhado pela religião ao longo dos séculos, o da descentralização. Daqui para o futuro, a equipe de Tighe tem por objetivo criar um modelo que permita às próprias paróquias moderarem comentários, sugestões e críticas feitos por fiéis ao redor do mundo. Centralizar tudo em Roma está fora de cogitação. Além de utilizar a rede “oficial” da Igreja, Tighe ainda vislumbra poder contar com iniciativas de leigos que despendem algumas horas de seus dias para trabalhar em nome da vida eterna. O monsenhor se refere a iniciativas como a de Joe Cece, um americano de Little Falls, nos Estado Unidos, criador do site www.ecatholicism.org, uma espécie de agregador de notícias, histórias e celebrações da Igreja. Segundo ele, “é possível encontrar e entender Deus por meio da internet”. Cece trabalha como consultor de tecnologia e, para se aprofundar em seus ensinamentos no site, cursou mestrado em teologia.

Para que a ideia evolua, no entanto, o Vaticano ainda estuda a melhor forma de “oficializar” o trabalho desses leigos, imprimindo neles uma espécie de selo de garantia, além de liberar a interação nos sites oficiais. A tarefa é árdua, mas precisa ser feita. Conforme explica Tighe, é impossível dar 100% de liberdade quando se trata de um assunto como religião. O risco de tudo desandar para o lado sombrio da força – com xingamentos e atitudes menos nobres – é extremamente alto, mas a participação é a alma do processo. No portal Pope2You ainda não há espaços para mensagens ou manifestações, por exemplo. No YouTube, ninguém pode escrever suas impressões ou fazer avaliações sobre os vídeos ali armazenados. “A mensagem final não depende dos sites, mas do entendimento de cada um que acessa esses canais”, afirma Heidi Campbell, insinuando o perigo que essas redes representariam se fossem totalmente abertas.Em dias de YouTube, Facebook, iPhone e Orkut, o crescimento da internet e a inclusão digital tendem a tornar o papa mais pop do que nunca. Como ensinamento, a Igreja já aprendeu ao longo dos séculos que a popularização tem uma linha quase invisível entre seu lado bom e sua parcela incontrolável e perigosa. É preciso abrir à participação, mas com ressalvas. O pop não poupa ninguém.

>>> Pope2You
O canal estreou na rede em maio deste ano com o objetivo de transmitir a mensagem anual do papa. Era para ser provisório e “low profile”, mas teve sucesso instantâneo: cerca de 5 milhões de hits nos quatro primeiros dias. Tem aplicativos para Facebook, iPhone e não deve mais sair do ar.

>>> Site
Um dos primeiros grandes sites da web, o
www.vatican.va foi à rede em 1995 somente com a mensagem de Natal do papa. Cresceu e hoje é um site institucional da Santa Sé. Entre os maiores atrativos, além das mensagens cristãs, está parte do acervo do Museu do Vaticano, além de uma “visita” à Basílica de São Pedro. Entre a morte de João Paulo II e a escolha do atual papa, o site recebeu mais de 50 milhões de visitas por dia. Hoje, mantém média diária de 10 milhões e é um dos mais acessados do mundo.

>>> Canal no YouTube
Inaugurado em janeiro deste ano, transmite comunicados e encontros oficiais do papa. É aberto ao público, mas não permite comentários ou avaliações. Desde sua inauguração, registrou cerca de 1 milhão de espectadores.

>>> Rádio Vaticana

Fundada pelo papa Pio XI em 1931, é gerida pelos jesuítas. Nos anos 50, instalou mais de 30 antenas de cerca de 100 metros de altura capazes de emanar ondas para todo o planeta. As torres são alvo, até hoje, de disputas judiciais entre a Itália e o Vaticano e já foram acusadas de tudo – de causar ruídos estranhos nas redondezas até produzir leucemia na população vizinha. 

>>> L´Osservatore Romano
Publicado pela primeira vez em 1° de julho de 1861, o jornal foi criado para defender o Estado Vaticano, que perdera vastas terras e fora reduzido depois da unificação da Itália. É publicado em sete línguas (inclusive português) e cobre o cotidiano de Bento XVI, além de trazer artigos e publicações de ofícios da Igreja. Não é considerado, no entanto, um jornal “do Vaticano”, sendo gerido por terceiros.

 

>>> L´Osservatore Romano
Publicado pela primeira vez em 1° de julho de 1861, o jornal foi criado para defender o Estado Vaticano, que perdera vastas terras e fora reduzido depois da unificação da Itália. É publicado em sete línguas (inclusive português) e cobre o cotidiano de Bento XVI, além de trazer artigos e publicações de ofícios da Igreja. Não é considerado, no entanto, um jornal “do Vaticano”, sendo gerido por terceiros.

– Estelionatários desfalcam clientes do MercadoLivre.com

O Jornal da Tarde trouxe impressionante matéria sobre como golpistas estão clonando páginas do site de vendas Mercado Livre e lesando os consumidores.

Cuidado com a autenticidade.

Extraído de: http://txt.jt.com.br/editorias/2009/11/24/ger-1.94.4.20091124.1.1.xml

ESTELIONATÁRIOS DESFALCAM CLIENTES DO “MERCADO LIVRE”

por Camilla Haddad – camilla.haddad@grupoestado.com.br

Os golpistas clonam páginas de vendedores bem cotados, anunciam mercadorias,são pagos e desaparecem. Polícia e site investigam casos

 A Polícia Civil de São Paulo investiga a ação de estelionatários suspeitos de utilizar o site MercadoLivre.com, que faz a intermediação de compra e venda de produtos entre terceiros, para aplicar golpes pela internet. As vítimas, na maioria das vezes, estão interessadas em eletrônicos como notebooks, celulares e MP3. Elas acessam páginas que acreditam ser de ‘vendedores’ de confiança e fazem o depósito bancário. Horas depois da confirmação da compra, o vendedor desaparece e o produto não é entregue. O site também apura as denúncias.Segundo policiais, os golpistas clonam a conta de vendedores que receberam classificações positivas e selos de graduação, sistema criado pelo site para orientar os compradores, levando-se em conta as transações já realizadas pelos vendedores. Nas páginas, são oferecidas mercadorias novas e na caixa, geralmente com o preço um pouco abaixo do das lojas. Até o momento, a 4ª Delegacia de Delitos Cometidos por Meios Eletrônicos do Departamento de Investigação sobre o Crime organizado (Deic) concentra as ocorrências, mas não divulga números. Há inquéritos sobre casos nos 15º DP (Itaim Bibi) e 14º DP (Pinheiros). O Jornal da Tarde recebeu reclamações de 12 vítimas.

Como os falsos vendedores apresentam boa qualificação, o internauta tem a sensação de garantia na compra. Quando é feito o depósito, ocorre a surpresa: não é mais possível entrar em contato com o vendedor. Os telefones não atendem e os e-mails cobrando a entrega são ignorados.

Há casos em que os golpistas estão sendo rastreados pelo MercadoLivre.com. Quando isso acontece, clientes recebem mensagens online do site para não confiar em determinados vendedores. Foi o que ocorreu com o consultor de tecnologia da informação Marcelo Cardoso, de 35 anos, uma das vítimas que enviaram reclamação ao JT. Em outubro deste ano, Cardoso comprou um netbook com uma maleta de brinde. O valor anunciado era R$ 799. Se pago à vista, receberia um desconto de 13,5%. Segundo Cardoso, o valor final foi de R$ 691. Ele depositou a quantia, mais R$ 40 pelo frete. O vendedor do produto, que se identificava como Cleodinei, tinha qualificações positivas. Ao concluir a compra, Cardoso recebeu uma mensagem do MercadoLivre.com com a mensagem: “Demos início a um processo de investigação sobre o usuário Cleodinei. Aconselhamos que não dê continuidade à transação”.

“Eu tentei falar sem sucesso com vendedor e depois vieram mais ou menos seis e-mails do MercadoLivre.com, dizendo para não avançar nas negociações pois o vendedor estaria sob suspeita de fraude e investigação. Só que já era tarde”, contou Cardoso.

Situação semelhante passou o engenheiro Rodrigo Araújo, de 40 anos. Em setembro, ele procurou um celular usado no site. O vendedor escolhido por ele era credenciado e autorizado, segundo as classificações do MercadoLivre.com. No mesmo dia, Araújo comprou um aparelho com cartão de crédito no valor de R$ 700. A compra foi dividida em 12 vezes. “Tive fé que ia receber o aparelho em cinco dias úteis, mas recebi, sim, um e-mail do MercadoLivre.com quatro dias depois, me dizendo que o vendedor estava sob investigação e portanto a negociação estaria paralisada até o fim do processo.” Segundo ele, a compra não foi cancelada pelo cartão.

O delegado Antônio Carlos Menezes Barbosa, da Divisão de investigações sobre Infrações contra o Consumidor, afirma que queixas de compras na internet são constantes. “A vítima pode procurar nossa delegacia. Se for do interior ou da Grande SP, deve ir à delegacia mais próxima de casa.” Segundo ele, o suspeito pode ser acusado de estelionato, com pena de um a cinco anos de detenção, e publicidade enganosa (de três meses a um ano de prisão).

 

DICAS DE SEGURANÇA1 Ao utilizar o site MercadoLivre.com, observe a qualificação do vendedor e a seção de perguntas e respostas do produto. Leia os comentários dos outros usuários

2 Desconfie dos produtos novos com preço muito abaixo da média do mercado. A venda na web permite uma redução de custos, mas não de forma exagerada

3 Tire todas as suas dúvidas sobre o produto no campo de perguntas. Pergunte cor, modelo, tamanho, marca, custo do frete, trocas e devoluções

4 Prefira negociações que aceitem o sitema mercadopago. Por ele, o comprador deposita no mercadopago, mas o dinheiro só é enviado ao vendedor quando o comprador receber o produto, conferir e liberar o pagamento. Pelo mercadopago, o comprador pode usar cartão de crédito, parcelar em várias vezes e o vendedor recebe à vista

5 Se for pagar por meio de depósito bancário, verifique se o nome do vendedor coincide com o nome do titular da conta. Nunca deposite em contas de terceiros

6 Desconfie de depósitos em conta-poupança e em cidades distantes de onde o anúncio informa estar o produto

7 Garanta que o vendedor ofereça mais de um meio de contato (telefone, e-mail, celular) para situações posteriores de trocas e devoluções

8 Navegue pelo site. Comprar ou vender é apenas uma das ferramentas que o MercadoLivre.com disponibiliza. Entre nas comunidades, peça informações, deixe suas perguntas. Participe de fóruns, visite a área de tendências, guias de compra, melhores vendedores, portal de segurança, produtos mais ofertados. Sinta-se seguro na escolha do usuário e do produto comprado

 

Em caso de dúvidas, acesse:

Guia do comprador pelo link: http://www.mercadolivre.com.br/ajuda_compra.html
Portal de segurança: inclui questões sobre como comprar e vender de forma segura, como funciona o sistema de qualificações dos vendedores e como proteger o cadastro. O link é: http://www.mercadolivre.com.br/brasil/ml/p_loadhtml?as_menu=CSEG&as_html_code=CSEG01

Proteção ao comprador:

www.mercadolivre.com.br/brasil/ml/p_loadhtml?as_menu=M08S03&as_html_code=PPC_PROGRAMA

– Google é processado pelo Street View!

Algumas cidades importantes no mundo já possuem o serviço do Street View, do Google. Funciona assim: carros circulam pelas ruas, filmando o dia-a-dia e colocando na Web em tempo real. é uma espécie de “Big Brother” com anônimos, sem censura.

E é esse o problema: a invasão de privacidade. Cidadãos e governos reclamam que não querem pessoas, bens ou cotidianos aparecerem filmados na Web. A Suiça, por exemplo, processou o Google por esse serviço. O país exige que as pessoas que sejam filmadas tenham os rostos escondidos e as placas do carro apagadas, para evitar constrangimento.

No Brasil, algumas capitais começaram a ser filmadas em breve. Em São Paulo, a FIAT, por exemplo, fez um acordo para o Google acoplar as câmeras nos 30 veículos que prestarão o serviço, circulando pela capital.

Extraído de: http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=30&id_news=127105

SUIÇA PROCESSA O GOOGLE PELO STREET VIEW

A entidade suíça responsável pela protecção de dados abriu um processo judicial no Tribunal Administrativo Federal contra o Google. Em causa está o desrespeito pela privacidade dos cidadãos no site Street View, apenas dois meses depois de este serviço ter sido lançado no país.

O comissário para a protecção de dados, Hanspeter Thür, defende que o Google não fez tudo o que estava ao seu alcance para tornar as caras dos cidadãos e as matrículas dos carros irreconhecíveis no serviço que disponibiliza a vista panorânica das ruas.

Esta é a primeira vez que o Google enfrenta um processo levantado por uma agência governamental de um país. Os regularores de países como Itália, Alemanha e Japão já tinham mostrado preocupações em relação ao serviço, mas o Google conseguiu negociar medidas que garantiram a privacidade dos cidadãos.

– Beautiful People: a futilidade virtual e discriminatória

Em tempos nos quais a Administração de Empresas procura ser politicamente correta, uma excessão! Chegou ao Brasil o “Beautiful People”, rede de relacionamentos que começa a operar em nosso país já causando polêmica: o seu negócio de namoro online EXCLUI FEIOS. O que é um “feio”? Para quem ama, todos são belos…

Extraído de: http://radiobandeirantes.com.br//colunistas.asp?ID=115

BeautifulPeople: a futilidade virtual chega ao Brasil

por Cesar Monteiro

Você já ouviu falar do BeautifulPeople ? O site que é uma agência de namoro online e exclui a participação de integrantes “feios” chegou ao Brasil nesta segunda-feira. Apesar da futilidade que a ideia possa representar, o site conta até agora com cerca de 180 mil membros em todo o mundo.Com uma versão traduzida para o português, os brasileiros podem se aventurar sem restrições e sem custos no site de relacionamentos de origem dinamarquesa. Nem todos, a bem dizer. Para integrar a rede, os internautas passam por um processo de avaliação baseado em apenas um critério subjetivo: os atributos físicos que aparecem em suas fotos. Homens julgam mulheres e as mulheres avaliam os homens. Se o usuário for bem avaliado pelo sexo oposto nas 48 horas seguintes ao seu cadastro, passa a fazer parte da rede e se está liberado para interagir com outros aprovados.

No tempo de espera, ou o purgatório que separa o belo do feio, o usuário pode acompanhar suas estatísticas e ver quantas pessoas votam a favor de sua entrada na rede e quantas a rejeitam. Também é possível alterar informações e colocar mais fotos para reverter o quadro. Mas se você estiver mais para Shrek do que príncipe, saiba que apenas uma em cada cinco tentativas de participação dos internautas na rede é bem sucedida. A invenção está no ar desde 2002 e de acordo com as estatísticas globais do site, 80 mil membros já tiveram pelo menos um encontro romântico marcado. Seu fundador define, que outros sites são reservas de hipopótamos e javalis africanos. O BeautifulPeople é uma maravilhosa reserva de caça de gatos e tigresas.

Quer tentar? beautifulpeople.com, o egotrip no seu micro, a partir de hoje em português.

– Funções Sociais, Interativas, Jornalísticas e Interativas de um Blog

Os Blogs estão na moda! Sejam eles em formato micro (como o Twitter) ou normal (como este, por exemplo), tal ferramenta tem sido cada vez mais utilizada por diversos segmentos da sociedade. O Brasil é um dos recordistas em blogueiros! Mas… isso é bom?

Depende.

Existem os bons e maus blogs. Os que se prestam a serviços ou os que apenas servem para ludibriar. Os descomprometidos e os compromissados. A qualidade e a utilidade de um blog dependem da sua finalidade.

Vamos a alguns exemplos: um blog de jornalista! Ora, crê-se que o material do blog deste profissional seja voltado a notícias do seu segmento e até mesmo pela opinião jornalística de quem escreve; afinal, jornalismo é alicerçado na verdade. Diferentemente, um blog de uma garota de 15 anos pode se resumir a um diário, uma agenda propriamente dita onde ela conta o seu dia-a-dia, lamentos e conquistas, sonhos e poesias… sem compromisso com fatos verdadeiros. O blog de uma celebridade, por exemplo, pode estar voltado a autopromoção, a divulgação de seu trabalho e até mesmo pelo narcisismo.

A idéia inicial de um blog seria o espaço virtual para alguém escrever o que quiser. Mas tornou-se, para muitos, canal de informação. A interatividade sem responsabilidade pode ser danosa. Uma constatação: nas salas de aula, vários alunos exemplificam atividades e citam exemplos lidos de blogs. Quem garante que está correta a fonte? Internet é como papel: aceita tudo! Qualquer um pode expressar sua opinião, sendo fidedigna ou não a fatos, já que opinião é algo pessoal e fatos podem ser mentidos ou criados.

Este blog, por exemplo, tem como finalidade promover debates entre a comunidade acadêmica na qual me relaciono, discutir pontos do futebol, área em que milito e promover a troca interativa com demais amigos. Claro, alguns posts com a responsabilidade de professor, outros com a livre expressão de um cidadão e outra descomprometida como a de um simples blogueiro. Claro, dentro dos padrões de ética e responsabilidade devidos.

Agora, um dos setores que mais tem interagido com a sociedade é o da Política. Microblogs e blogs invadem a blogosfera. Nela, os políticos mostram sempre suas virtudes, nunca os seus defeitos. E se em ano de véspera eleitoral já vemos alguns abusos, imaginem no ano que vem?

Assim, responder a questão: “O que é um blog?” é muito subjetiva. O Blog do jornalista Juca Kfouri tem uma função e um grau de responsabilidade nacional. O ótimo blog do também jornalista Thiago Baptista de Olim tem uma audiência regional, mas com alcance ilimitado como outro qualquer; nada difere de sua responsabilidade. Já o Blog da Oficina da Mari tem uma outra função, importantíssima para ela mas sem o grau de influência e importância para outros. Este próprio Blog do Professor Rafael Porcari pode ser irrelevante e desprezível para muitos (talvez para a maioria), mas atende a seu objetivo. E aí vai o Blog do Téo, do Imprensa Marrom, do Valter Mariano, cada um com sua interação, dinamismo e propósito.

Mas e o Blog do Presidente Lula, que se prontificou a imitar a interatividade do Blog do Presidente Americano Barack Obama, a que ou a quem se destina?

Pela lógica de alguns em acreditar em todo e qualquer blog como fonte verdadeira de informação, até o Hermano Chaves pode ter o seu blog. Talvez seja o caminho, já que ele fecha emissoras de rádios e TVs na terra dele…

Mas o certo é: ter um blog e se manifestar é muito bom! Claro, dentro dos limites democráticos devidos!

– Compulsão Tecnológica

Compartilho um interessante material da Rádio Bandeirantes, a respeito do uso do Twitter (com Marcelo Tass, o “twiteiro mais seguido”) e de outras redes sociais, como Orkut e Facebook. Nesse conteúdo, em áudio, um tema interessante: a compulsão e dependência (sim, vício!) por tecnologia.

Para ouvir o aúdio, clique em: http://www.radiobandeirantes.com.br/conteudo.asp?PDT=25&ID=155703