E não há razão nesta mensagem?
Sempre o bom senso deve vencer. Abaixo:
Imagem: autoria desconhecida.
Seja mais racional!
Uma boa dica, na imagem:
Li uma entrevista muito bacana do psicoterapeuta, filósofo e educador australiano Richard Robbins na Revista Época. Ele fala bastante coisa sobre Equilíbrio Emocional, como, por exemplo, da relação dos jovens e seus problemas cotidianos.
Para o professor, os jovens, quando incomodados por dificuldades no cotidiano, precisam de estabilidade emocional para produzirem. E defende que se crie nas universidades uma disciplina voltada para o “Ensino de Emoções” a fim de maiores ganhos econômicos e produtividade na sociedade.
É dele a frase:
“Jovens são esponjas que assimilam rapidamente atitudes que se mostram eficazes para eles.”
Interessante. Mas… será que isso vale somente aos jovens?
Certamente, aos jovens de espírito também!

Imagem extraída de: https://blog.psiqueasy.com.br/2018/10/18/como-aproveitar-as-oportunidade-de-aprendizado/
A resposta a esse questionamento pode estar nesse ótimo arquivo de Arnaldo Niskier, membro da Academia Brasileira de Letras.
Compartilho abaixo, extraído da Folha de São Paulo, 19/09/2016, pg A3.
O BOM PROFESSOR
Pesquisas recentes demonstram que a habilidade de ensinar não é inata. Assim como treinadores ajudam atletas a melhorar em suas modalidades, professores também podem ter suas vocações aprimoradas.
Sabe-se que o segredo para notas excelentes e estudantes bem-sucedidos não são os colégios elegantes, turmas pequenas ou equipamentos mirabolantes. São os professores. É a principal conclusão da reportagem publicada na revista “The Economist”, de 11 de junho de 2016.
No mundo todo, poucos professores são suficientemente bem preparados. Em países pobres, muitos recebem pouco treinamento. Em países ricos, o problema é mais sutil. Os professores se qualificam, seguindo um curso longo que, normalmente, envolve discussões rasas sobre diversas teorias.
Alguns desses cursos, inclusive mestrados em educação, não têm nenhum efeito sobre quão bem os alunos dos seus graduados acabam sendo ensinados. As escolas negligenciam os seus alunos mais importantes: os próprios professores.
É preciso aprender como transmitir conhecimento e preparar jovens mentes para recebê-lo. Bons professores definem objetivos claros, aplicam padrões altos de comportamento e administram o tempo em sala de aula com sabedoria.
Usam técnicas comprovadas de ensino para garantir que todas as cabeças estejam funcionando todo o tempo -como, por exemplo, fazer perguntas na sala de aula, escolhendo o aluno que irá responder, em vez de perguntar e esperar uma resposta, o que sempre leva a ter os mesmos alunos ansiosos levantando as mãos.
A aplicação dessas técnicas é mais fácil em teoria do que na prática. Com o ensino, o caminho para a maestria não é uma teoria confusa, mas sim uma intensa prática orientada, baseada no conhecimento do assunto e métodos pedagógicos.
Os estagiários deveriam ficar mais tempo em sala de aula. Os países onde os alunos têm o melhor desempenho fazem professores inexperientes passar por um aprendizado exigente.
Na América, as escolas com alto desempenho ensinam os estagiários em sala. Acertar nos incentivos também ajuda. Em Xangai, os professores ensinam somente de 10 a 12 horas por semana, menos que metade da média americana de 27 horas.
Estudos recentes da Universidade Harvard destacam o poder do bom ensino. Mas uma pergunta persegue os criadores de políticas: “Bons professores nascem bons ou se tornam bons?”. Preconceitos na cultura popular sugerem a última opção. Professores ruins são vistos como pessoas preguiçosas que odeiam crianças.
Edna Krabappel, de desenho “Os Simpsons”, trata as aulas como obstáculos para chegar aos intervalos. Enquanto isso, professores bons e inspiradores são vistos como pessoas dotadas de dons sobrenaturais.
Em 2011, um levantamento sobre atitudes em relação à educação verificou que essas visões indicam a crença das pessoas: 70% dos americanos acreditavam que a habilidade de ensinar resultava mais de talento inato que de treinamento.
As instituições que preparam professores precisam ser mais rigorosas. Mudanças nos sistemas escolares são irrelevantes se não mudarem como e o que as crianças aprendem. Para isso, importa o que os professores fazem e acham. A resposta, afinal, está na sala de aula.

Alguém disse (não sei quem foi) mas é uma verdade:
“As pessoas treinam para acertar na ‘AÇÃO’, mas acabamos por conhecê-las de verdade quando elas têm que praticar uma ‘REAÇÃO’“.
Eis uma constatação: quando estamos conscientes e treinados para o dia-a-dia, agimos com parcimônia e racionalmente. Mas e quando somos reativos a um problema imediato?

Imagem extraída de: https://www.meusubconscienteapp.com/post/a-lei-da-ação-e-reação
Se você tem preocupação em manter o cérebro sadio, não quer ter contratempos como esquecimentos e neurônios atrofiados, vale a pena seguir algumas dicas para não afetar sua mente e perder a capacidade cognitiva.
Compartilho, extraído de: https://pitacoseachados.com/2020/10/05/8-comportamentos-comuns-capazes-de-afetar-sua-memoria/
8 COMPORTAMENTOS COMUNS CAPAZES DE AFETAR SUA MEMÓRIA
À medida que envelhecemos, cada ocasião em que esquecemos o nome de uma pessoa ou onde deixamos nossas chaves causa mais e mais ansiedade, e com razão, já que o risco de sofrer de demência e Alzheimer aumenta com a idade. Dito isso, os problemas de memória nem sempre são motivo de preocupação e podem ser apenas um sintoma normal do envelhecimento.
Afinal, o tamanho do nosso cérebro começa a diminuir por volta dos 30 anos e, com essas mudanças neurológicas, o cérebro sacrifica sua capacidade de memorizar coisas novas e reter memórias mais antigas.
Na verdade, mesmo se você notar uma mudança mais repentina em sua memória, não se precipite em tirar conclusões precipitadas e supor que é demência. Isso ocorre porque a perda de memória, a dificuldade de concentração e a névoa do cérebro podem ser sinais de uma condição de saúde não relacionada, medicamentos ou mesmo algumas escolhas de estilo de vida aparentemente inofensivas.
Todas as 8 coisas que mencionamos abaixo podem se manifestar por meio da perda de memória, mas estão longe de ser demência e Alzheimer.
1. Estresse
Se você já esteve estressado, provavelmente sabe como a preocupação e a ansiedade constantes que vêm com isso o impedem de se concentrar em qualquer coisa importante, o que pode levar a ainda mais estresse. Mas não é apenas em um nível psicológico que o estresse pode afetar nossa memória.
Estudos demonstraram que o estresse é prejudicial à nossa memória em nível celular também, porque o hormônio do estresse cortisol pode interromper as conexões entre as células nervosas do cérebro, tornando a evocação e a formação de novas memórias mais desafiadoras.
Por sua vez, o estresse crônico pode ter efeitos de longo prazo na química do cérebro, portanto, certifique-se de encontrar uma estratégia de enfrentamento certa para você e aprenda a combater o estresse.
2. Certos Medicamentos
Tanto os medicamentos prescritos quanto os de venda livre são realmente capazes de mexer com sua memória, mesmo com medicamentos comuns como anti-histamínicos e analgésicos OTC tendo o potencial de causar “neblina cerebral”, um estado de sensação de menos vigília ou consciência do que o normal, muitas vezes acompanhado de problemas de memória e concentração.
Os medicamentos com maior probabilidade de apresentarem confusão cerebral como um dos efeitos colaterais são os antipsicóticos, antidepressivos e auxiliares de sono e ansiedade, que influenciam diretamente a química cerebral. Lembre-se de que isso não torna esses medicamentos ruins, e se seu médico insistir que você não pode substituí-los por outros alternativos, você deve continuar com o tratamento pelo tempo que for necessário.
3. Dieta
Acontece que tanto o que você come quanto quando você come faz uma grande diferença para sua memória. Lanches tardios, por exemplo, mostraram interromper os ritmos circadianos, que são os ciclos naturais de sono e vigília pelos quais nossos corpos passam todos os dias. “Uma das coisas consistentes que vemos em pessoas que têm distúrbios em seus ritmos circadianos são os déficits de memória”, disse Christopher Colwell, professor de psiquiatria da UCLA School of Medicine, em uma entrevista ao Insider.
Além das refeições tardias, no entanto, comer demais comidas não saudáveis, frituras e doces também pode atrapalhar a função da memória. Em vez disso, opte por alimentos para o cérebro, como nozes e peixes gordurosos.
4. Problemas com a Tireóide
Não apenas hábitos, mas também certas condições de saúde não diretamente relacionadas ao cérebro podem se manifestar por meio da perda de memória e dificuldade de concentração, e os problemas de tireóide são uma preocupação comum. A glândula tireóide está situada no pescoço e controla o metabolismo, o desenvolvimento e o crescimento das células.
Quando a glândula tireóide não produz hormônios suficientes, desenvolve-se uma condição chamada hipotireoidismo, um sintoma comum do qual é a névoa do cérebro e perda de memória. Por outro lado, uma tireoide hiperativa, conhecida como hipertireoidismo, pode causar problemas de concentração.
5. Depressão
Não apenas as condições de saúde física, mas também a podem ter um efeito negativo na memória. Depressão, uma condição mental cada vez mais comum que afeta mais de 264 milhões de pessoas em todo o mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), está firmemente ligada a uma diminuição do funcionamento executivo, que inclui faculdades mentais como memória, concentração e até mesmo a capacidade de executar várias tarefas.
Como acontece com as condições de saúde física, a procura de tratamento também reduz a perda de e outros problemas mentais associados à depressão.
6. Sedentarismo como estilo de vida
Como mencionamos na introdução, o encolhimento do cérebro é um dos sintomas do envelhecimento que espera por todos, mas isso não significa que não possamos fazer nada a respeito. Na verdade, o segredo para um cérebro mais saudável são os exercícios, que, no fim das contas, são benéficos para o nosso corpo e mente! O exercício aeróbico, em particular, demonstrou aumentar o tamanho do hipocampo, um dos centros de memória mais importantes do cérebro.
Estudos envolvendo idosos descobriram que o exercício aeróbico desacelerou a perda de memória relacionada à idade em 1-2 anos. O melhor de tudo é que apenas 20 a 30 atividades moderadas, como jardinagem ou caminhadas, 5 vezes por semana parecem ser suficientes para produzir esses benefícios!
7. Tabagismo
Estamos todos bem cientes dos efeitos do fumo em nossos pulmões e até mesmo em nossa saúde cardiovascular, mas a influência negativa do hábito prejudicial em nossa saúde cerebral é geralmente esquecida. A triste verdade é, porém, que fumar torna o córtex – a camada mais externa do cérebro – mais fino em certas áreas, o que se manifesta em problemas de memória, além de outros sintomas negativos, de acordo com um estudo da Universidade McGill.
Outro estudo também descobriu que fumar pode levar à perda de até 1/3 das memórias do dia a dia. Felizmente, o primeiro estudo também aponta que abandonar o hábito prejudicial pode levar à recuperação parcial das áreas corticais afetadas pelo fumo.
8. Não Dormir o Suficiente
Você está dormindo a quantidade recomendada apropriada para sua idade todas as noites? Do contrário, você não deve se surpreender ao ver algumas mudanças na memória também, pois a perda de memória é, na verdade, um sintoma comum da .
De acordo com pesquisas, a consolidação da memória, um processo em que nossas memórias são definidas em nosso cérebro por meio do fortalecimento das conexões neurais, acontece enquanto estamos dormindo. O sono de má qualidade ou a privação do sono, por sua vez, podem interromper esse processo e levar a problemas de memória.
Fonte:
Pitaco: Dicas para melhorar a memória de curto prazo:
– Agendas, lembretes e anotações podem ser de grande utilidade;
– É possível treinar a memória de curto prazo com atividades padronizadas, que têm como objetivo estimular a atenção;
– Atividades como jogar videogame, ler, tocar instrumentos musicais, meditar e manter um ativo e ocupado contribuem para estimular a cognição.

Imagem extraída de: Pixabay, por: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2018/07/anatomia-do-cerebro-e-diferente-em-cada-pessoa-indica-estudo.html
If you are concerned about keeping your brain healthy and want to avoid setbacks like forgetfulness and atrophied neurons, it’s worth following some tips to prevent affecting your mind and losing cognitive ability.
I am sharing an excerpt from: https://pitacoseachados.com/2020/10/05/8-comportamentos-comuns-capazes-de-afetar-sua-memoria/
by Pitacos e Achados
As we age, every time we forget a person’s name or where we left our keys, it causes more and more anxiety, and with good reason, as the risk of suffering from dementia and Alzheimer’s increases with age. That said, memory problems aren’t always a cause for concern and may just be a normal symptom of aging.
After all, the size of our brain begins to shrink around age 30, and with these neurological changes, the brain sacrifices its ability to memorize new things and retain older memories.
In fact, even if you notice a more sudden change in your memory, don’t rush to jump to hasty conclusions and assume it’s dementia. This is because memory loss, difficulty concentrating, and brain fog can be signs of an unrelated health condition, medication, or even some seemingly harmless lifestyle choices.
All eight things we mention below can manifest through memory loss but are far from being dementia and Alzheimer’s.
1. Stress
If you have ever been stressed, you probably know how the constant worry and anxiety that come with it prevent you from focusing on anything important, which can lead to even more stress. But it’s not just on a psychological level that stress can affect our memory.
Studies have shown that stress is also harmful to our memory on a cellular level because the stress hormone cortisol can disrupt the connections between nerve cells in the brain, making recalling and forming new memories more challenging.
In turn, chronic stress can have long-term effects on brain chemistry, so be sure to find a coping strategy that is right for you and learn to combat stress.
2. Certain Medications
Both prescription and over-the-counter medications are truly capable of messing with your memory, even common medications like antihistamines and OTC pain relievers have the potential to cause “brain fog,” a state of feeling less alert or aware than usual, often accompanied by memory and concentration problems.
The medications most likely to present brain fog as a side effect are antipsychotics, antidepressants, and sleep and anxiety aids, which directly influence brain chemistry. Remember that this does not make these medications bad, and if your doctor insists that you cannot replace them with alternative ones, you should continue with the treatment for as long as necessary.
3. Diet
It turns out that both what you eat and when you eat make a big difference to your memory. Late-night snacks, for example, have been shown to disrupt circadian rhythms, which are the natural sleep-wake cycles our bodies go through every day. “One of the consistent things we see in people who have disruptions in their circadian rhythms is memory deficits,” said Christopher Colwell, a professor of psychiatry at the UCLA School of Medicine, in an interview with Insider.1
Besides late-night meals, however, overeating unhealthy foods, fried foods, and sweets can also hinder memory function. Instead, opt for brain foods like nuts and fatty fish.
4. Thyroid Problems
Not just habits, but also certain health conditions not directly related to the brain can manifest through memory loss and difficulty concentrating, and thyroid problems are a common concern. The thyroid gland is located in the neck and controls metabolism, development, and cell growth.
When the thyroid gland does not produce enough hormones, a condition called hypothyroidism develops, a common symptom of which is brain fog and memory loss. On the other hand, an overactive thyroid, known as hyperthyroidism, can cause concentration problems.
5. Depression
Not only physical health conditions, but also mental health conditions can have a negative effect on memory. Depression, an increasingly common mental condition that affects more than 264 million people worldwide, according to the World Health Organization (WHO), is strongly linked to a decrease in executive functioning, which includes mental faculties such as memory, concentration, and even the ability to multitask.
As with physical health conditions, seeking treatment also reduces memory loss and other mental problems associated with depression.
6. Sedentary Lifestyle
As we mentioned in the introduction, brain shrinkage is one of the symptoms of aging that awaits everyone, but that doesn’t mean we can’t do anything about it. In fact, the secret to a healthier brain is exercise, which, in the end, is beneficial for our body and mind! Aerobic exercise, in particular, has been shown to increase the size of the hippocampus, one of the brain’s most important memory centers.
Studies involving the elderly have found that aerobic exercise slowed age-related memory loss by 1-2 years. Best of all, just 20 to 30 minutes of moderate activity, such as gardening or walking, 5 times a week seems to be enough to produce these benefits!
7. Smoking
We are all well aware of the effects of smoking on our lungs and even our cardiovascular health, but the negative influence of the harmful habit on our brain health is often overlooked. The sad truth is, however, that smoking makes the cortex – the outermost layer of the brain – thinner in certain areas, which manifests as memory problems, in addition to other negative symptoms, according to a study by McGill University.
Another study also found that smoking can lead to the loss of up to 1/3 of day-to-day memories. Fortunately, the first study also points out that quitting the harmful habit can lead to a partial recovery of the cortical areas affected by smoking.
8. Not Getting Enough Sleep
Are you getting the recommended amount of sleep appropriate for your age every night? If not, you should not be surprised to see some changes in memory as well, as memory loss is actually a common symptom of sleep deprivation.
According to research, memory consolidation, a process in which our memories are set in our brain by strengthening neural connections, happens while we are sleeping. Poor quality sleep or sleep deprivation, in turn, can disrupt this process and lead to memory problems.
Source:
Tip: Tips for improving short-term memory:
O que dizer desta perfeita imagem? Precisamos sempre estarmos abertos ao aprendizado, críticas e elogios. Veja e conclua: somos, em muitos momentos, “parcialmente abertos ou fechados”?
Abaixo:

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber, informar para o crédito.
Recebi esse quadro com as características de pessoas que trabalham com inteligência produtiva, e gostei muito!
Compartilho abaixo:

Treinar o cérebro e tomar cuidado com ele, são atitudes importantes!
Um recado, em:
Nessa publicação do Instagram de “Poesias Pichadas”, uma reflexão bem bacana: de que adianta o aspecto físico, se o cérebro não ajuda?
Pessoas de bom conteúdo atraem tanto ou mais do que as de corpo bonito. Está na moda, aliás, chamar isso de sapiossexualismo.
A propósito: tal termo seria apropriado ou desnecessário?
That’s an interesting point you’ve raised. The Instagram post touches on a great theme: the value of intelligence and character over just physical appearance.
The term sapiosexuality describes being attracted to someone’s intelligence, mind, and wisdom more than their physical looks. It’s often used to highlight that intellectual and emotional connection can be a primary source of attraction.
When it comes to whether the term is appropriate or unnecessary, there are different perspectives. Some people find it useful because it gives a name to a type of attraction that might not have been widely discussed before. It helps people feel seen and understood in their preferences.
Others argue that the term is unnecessary. They believe that being attracted to someone’s intelligence is a fundamental and natural part of human connection, and that giving it a specific label might make it seem unusual or separate from general attraction, when it really isn’t.
Ultimately, whether you find the term useful probably depends on your own perspective. It’s a recent word that’s part of a broader conversation about how we define attraction and relationships.
Vi e gostei, pois me identifiquei com a imagem: meu cérebro precisando de conserto. Ou de descanso?
Qual seria o problema REAL?
1) Ele próprio, o cérebro?
2) As ferramentas que uso para “consertá-lo”?
3) O mecânico que está consertando ele?
De maneira bem clara: se estamos com problemas em nossa mente, é culpa dela, das coisas que fazemos para melhorar ela ou única exclusivamente somos nós mesmos o problema?
Difícil responder, hein?
Imagem extraída de: https://open.spotify.com/show/4BTJGD1l4URmb50k7ZIucN
I’m looking forward for your thoughts about this!
Continua em: Knowledge Quote By Steven Magee: “Faith is life…”

A Educação verdadeira, com “E” maiúsculo, não é ficar dando respostas prontas. É ensinar a desenvolver o espírito crítico!
Compartilho:
As pessoas que “sabem das coisas”, sabem mesmo? Ou o conhecimento delas é baixo, raso, insuficiente?
Leia esse artigo espetacular sobre o “conhecimento raso no mundo corporativo. Muito interessante!
Extraído de: https://medium.com/@jrsantiagojr/o-maior-mal-do-mundo-corporativo-o-conhecimento-raso-1f556224f4be
O MAIOR MAL DO MUNDO CORPORATIVO: O CONHECIMENTO RASO
Por José Renato Sátiro Santiago
Vivemos a chamada “Era do Conhecimento” aquela sobre a qual Peter Drucker, ainda nos idos de 1960, afirmou que o diferencial competitivo iria estar presente nas pessoas que trabalhassem com as informações, as desenvolvessem, e de acordo com o contexto presente, as transformassem em conhecimentos a serem aplicados em suas atividades profissionais. O raciocínio que suporta este entendimento é claro. Apenas o conhecimento aplicado pode gerar aquilo que é essencial para qualquer organização e/ou profissional, a competência.
A grande evolução tecnológica tem impactado de forma consistente este cenário. Hoje em dia as mudanças ocorrem em grande velocidade, bem como seus impactos. Aquilo que ontem era de um jeito, hoje é desse e amanhã será de outro. Isto tem provocado a falta de previsibilidade dos eventos. Diante tudo isso, planejar tem sido algo ainda mais difícil e, ao mesmo tempo, longe de ser descartado. Cada vez é mais complexo afirmar que existe apenas uma resposta correta, mas sim diversas possíveis respostas para as situações, o que tem provocado também o surgimento de múltiplas interpretações para um mesmo fato. Diante disso, o conhecimento passou a ter um prazo de validade cada vez menor, um grande paradoxo para a “Era do Conhecimento”.
A necessidade de possuir conhecimentos específicos cada vez mais complexos vai na contramão de uma frequente constatação de muitos pseudo especialistas presentes no mercado corporativo, que diz respeito a “precisarmos ser generalistas”. Tempos atrás, o genial Ariano Suassuna afirmou que “… a massificação procura baixar a qualidade artística para a altura do gosto médio. Em arte, o gosto médio é mais prejudicial do que o mau gosto… Nunca vi um gênio com gosto médio.” Fazendo uma breve analogia, o ‘primo’ do gosto médio na arte é o conhecimento generalista no mundo corporativo. O conhecimento generalista, muitas vezes, é raso. Ele tem muito pouca valia no processo de geração de novos requisitos de riqueza, a inovação, que acontece, necessariamente, a partir do conhecimento profundo. Ainda que seja cabível considerar que a visão de alguém novo, ou de fora do processo, possa ser um importante gatilho, a inovação só acontece a partir da disposição daqueles que possuem muito conhecimento. Em tempos de redução da validade deste, saber quem sabe é a grande sacada para nos manter competitivos.
Há ainda aqueles que tendem a afirmar outros mantras que chegam a ser ainda mais constrangedores. Talvez por isso, ou certamente, por conta disso, vivemos uma epidemia de tantas práticas de autoajuda, disfarçadas, na maioria das vezes, com o título de coaching. Pessoas pobremente construídas de conhecimentos explicítos, em sua maioria formadas em barulhentos e caros cursos de finais de semana, e com parcos conhecimentos tácitos, frutos de inexpressivas ou quase nulas experiências pessoais e/ou profissionais, se acotovelam em buscar algo a ser conquistado, verdadeiramente, apenas por aqueles que construíram de forma efetiva seus pilares de aprendizado. Muitas das empresas e profissionais que constroem suas carreiras explorando este filão, levantam a bandeira em prol do conhecimento raso, o mal maior de nossa sociedade. Cabe prevenção. Esta injeção tem como princípio ativo o conhecimento. Com as bençãos de Drucker e Suassuna e sem qualquer contraindicação.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
Hoje é Dia do Químico. Com as novas tecnologias e cada vez mais novas descobertas, a profissão se revoluciona diariamente e a ritmo frenético.
Pois bem: para celebrar a data, um especial da Revista Superinteressante sobre os Químicos na Idade Média!
Bacana, extraído de: http://is.gd/3grQ0S
COMO ERA O LABORATÓRIO DE UM ALQUIMISTA MEDIEVAL?
por Luiz Fujita
Era escuro e bagunçado, ou seja, nada parecido com um laboratório de química atual. No meio dessa zona, os alquimistas eram pessoas comuns que manipulavam ingredientes minerais e vegetais a fim de produzir ouro a partir de outros metais. Essa busca pelo nobre metal tinha uma motivação mais espiritual do que materialista, já que, para eles, transformar metais comuns em ouro seria um jeito de libertar a essência divina que existe em todas as coisas. O nobre ideal, porém, não convenceu a Igreja Católica, que, no século 14, proibiu a alquimia – nessa época, os alquimistas eram perseguidos como servos do demônio – e a prática só voltou a ser socialmente aceita no século 15.
Ouro que é bom, nada… Banho-maria, porcelana e uma série de compostos químicos surgiram nos porões dos alquimistas!
VOVÔ DA MARVADA
O destilador, criado pelos alquimistas por volta do ano 800, é usado até hoje em laboratórios químicos. O instrumento separa líquidos misturados e funciona assim: a mistura é fervida e o líquido que evapora mais cedo sobe até o topo do destilador, onde vira gotas que escorrem para outro recipiente
BRINCANDO COM FOGO
O fogo era usado na maioria dos experimentos, para queimar materiais e para ferver líquidos. Por isso, era comum instalar o laboratório na cozinha. Para tocar as experiências em outros cômodos da casa, usava-se um fogareiro, parecido com uma churrasqueira portátil, e um soprador, que mantinha o fogo aceso
QUÍMICA DO AVESSO
Os alquimistas foram mais eficientes para destruir do que para criar ouro. É que eles descobriram uma substância chamada água-régia, que corrói o precioso metal amarelo
Vitriol (cristal de sulfato) + Nitrato de potássio (cinzas de madeira + xixi) + Água-forte (ácido nítrico) + Cloreto de amônia (sal de vulcão) + Água-régia (ácidos nítrico e clorídrico)
BALANÇA, MAS NÃO CAI
Outros recipientes usados na química atual têm origem na alquimia, como os cadinhos – potes de metal ou porcelana, de alta resistência, usados para fundir metais. Os alquimistas também mediam as quantidades de ingredientes com balanças para poder repetir os experimentos que dessem certo
MAGOS DO PORÃO
O ambiente de trabalho dos ancestrais dos químicos era sujo e escuro. Para manter segredo sobre suas atividades e descobertas, o alquimista realizava experimentos sozinho, enfurnado em um sótão ou em um porão, à luz de velas. O cheiro era forte por causa da mistureba de materiais
PROJETOS PARALELOS
Transformar metais comuns em ouro era fichinha para aqueles que também tentavam descobrir um elixir que curasse tudo e desse a vida eterna. Outro desafio era misturar ingredientes para fazer surgir uma criatura surreal: o homúnculo – havia até receita de como criar o pequeno ser!
RECEITA DE SUCESSO
Rodeados por livros e pergaminhos, os alquimistas registravam os experimentos e descobertas a fim de compartilhar com os colegas. Para evitar que roubassem fórmulas e instruções, os caras faziam anotações cifradas – com gravuras no lugar das palavras, por exemplo:
• A alquimista Maria, a Judia, esquentava recipientes com água fervente, dando origem ao termo “banho-maria”
• Explosões eram comuns e, às vezes, tão violentas que matavam o alquimista
• A porcelana foi trazida para o Ocidente pelo alquimista alemão Johann Böttger, no século 18
• Uma das receitas de homúnculo leva sêmen humano magnetizado, enterrado em cocô de cavalo!
O sonho dourado de alquimistas europeus e árabes nunca virou realidade. Chineses buscaram, em vão, a receita da vida eterna.
EUROPEUS
Não fabricaram ouro, mas revelaram alguns tesouros. O inglês Roger Bacon criou uma lente que concentrava raios do Sol e acendia velas. O suíço Paracelso foi um dos primeiros médicos a tratar a epilepsia como doença
ÁRABES
Fizeram grandes descobertas químicas. Abu Musa Jabir Hayyan, por exemplo, descobriu o ácido nítrico. Até algumas palavras usadas na química, como álcool, foram introduzidas pelos alquimistas árabes
ASIÁTICOS
Os chineses perseguiam a imortalidade por meio de boa alimentação, prática de exercícios físicos e poções. Algumas receitas, porém, levavam direto para a cova, contendo arsênico e mercúrio na fórmula.

Preparando aulas, e com um dos meus assuntos preferidos: Inteligência Emocional!
Você sabe o que é isso?
Leia atentamente essa definição da imagem:
Sabe aquela história de que “muitas cabeças pensam melhor do que uma”, ou “há gente que produz mais individualmente trabalhando do que em grupo”?
Pois é: Pesquisa realizada no importantíssimo MIT conclui: “A soma da inteligência de várias pessoas inteligentes é menor do que a inteligência somada de pessoas inteligentes em grupo”.
Trocando em miúdos: Pessoas inteligentes em grupo tem QI somado maior do que se trabalhassem em separado.
Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI230003-16366,00-QUANDO+A+SOMA+PODE+DAR+MAIS+QUE.html
QUANDO A SOMA 1 + 1 PODE DAR MAIS QUE 2
Por Robson Viturino com Lelivaldo Marques Filho
Sabe aquele gerente circunspecto que sempre dá um jeito de concluir seus projetos sozinho, se possível num cubículo bem longe dos colegas? Pois então, a não ser que ele tenha o gênio criativo de um Picasso ou o QI de um Einstein, é melhor atraí-lo para mais perto do seu time. Uma pesquisa conduzida por professores das universidades americanas MIT, Carnegie Mellon e Union College concluiu que a inteligência coletiva pode ser maior do que a soma simples das partes – o que afeta diretamente as empresas. Eles verificaram que os grupos, como os indivíduos, têm níveis característicos de inteligência que podem ser medidos e usados para prever a performance de um time. “Nossa hipótese foi confirmada”, diz Thomas W. Malone, professor do MIT que é coautor do estudo e é conhecido por livros de administração como O Futuro dos Empregos. “Há uma inteligência coletiva que aparece no desempenho da equipe em várias situações.”
A pesquisa também mostrou que a atuação das equipes em que havia uma pessoa dominando os trabalhos era menos inteligente do que a produção dos grupos que atuavam de forma mais democrática. Pelos cálculos dos pesquisadores, houve uma variação de até 40% no resultado das tarefas por causa da inteligência coletiva. Os testes envolveram 699 pessoas, organizadas em grupos de dois a cinco indivíduos. Eles solucionaram quebra-cabeças visuais, fizeram brainstorming e negociações.
O sucesso da inteligência coletiva, segundo os pesquisadores, depende da qualidade da interação entre os membros de um time. Por exemplo: nos grupos formados por integrantes com um nível elevado de “sensibilidade social”, geralmente foram obtidos bons resultados no trabalho conjunto. “A sensibilidade social tem a ver com a percepção que os membros do grupo têm das emoções do outro”, diz Christopher Chabris, coautor do estudo.
Outro fato revelador diz respeito à atuação das mulheres nas atividades coletivas. Segundo a pesquisa, a sensibilidade social mostrou-se maior nas turmas formadas principalmente por figuras femininas. Em consequência disso, essas equipes apresentaram melhor desempenho em relação aos times em que os homens preponderavam – o que pode ser mais um indício de que, de fato, este será o século delas. “Não desenhamos o estudo com foco no efeito de gênero. Foi uma surpresa para nós”, diz Malone.
E para quem ainda acredita que o fator determinante para o bom desempenho pode ser aquele indivíduo brilhante, mas isolado do grupo, os pesquisadores dão uma última má notícia: os dados de inteligência média ou máxima dos membros não permitiram prever o resultado da equipe.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Pra noite:

Ser gentil, compartilhar conhecimento e ajudar o seu próximo formam o “combo” de cidadania que a sociedade precisa, não?
Pratiquemos o que a mensagem sugere:
A Internet pode ser um canal maravilhoso de aprendizagem! Basta entrar em bons conteúdos de Educação, Informação e Desenvolvimento. Também há interessantes locais de Entretenimento. Porém, há muita futilidade, igualmente…
Hoje, muitas pessoas se perdem em meio aos horários e são “abduzidos” pelas telas. E o nome dado ao fenômeno de consumir bobagens e não conseguir sair do aparelho eletrônico é: Formação de “Brain rot” (ou: construindo um “cérebro podre”). Isso ocorre principalmente pelo uso do celular, quando as pessoas ficam rolando as telas (scroll infinito) e não conseguem parar, como um vício.
Cuidado com pessoas queridas que possam estar sofrendo disso, ou… nós mesmos!
Extraído da Revista Exame, em: https://www.linkedin.com/posts/exame-com_exame-activity-7323345524042952705–Q15/?
A ERA DO BRAIN ROT
Por Gláucia Montanha
“Brain rot”: a palavra que escancara um problema crescente nas redes sociais
A expressão “brain rot” (ou “podridão cerebral”, em português) foi eleita a palavra do ano de 2024 pelo Dicionário Oxford. Mesmo em 2025, o termo continua altamente relevante — especialmente à luz dos dos dados mais recentes do Relatório Global de Visão Geral Digital 2025, publicado por We Are Social em parceria com a Meltwater, que mostram:
– O usuário médio passa 6h40 por dia na internet
– 2h30 diárias são dedicadas às redes sociais
– Vídeos curtos dominam o consumo de conteúdo digital
”Brain rot” é um termo que descreve a deterioração cognitiva causada pelo consumo excessivo de conteúdos superficiais e pouco estimulantes. Esse fenômeno está associado ao uso compulsivo das redes sociais, especialmente ao hábito do infinite scrolling (rolagem infinita) em feeds digitais.
Quantas vezes nos vemos imersos em navegações sem propósito pelas plataformas sociais, consumindo passivamente vídeos curtos, memes e outros conteúdos de baixa complexidade? Esse padrão de comportamento tem afetado nossa capacidade de concentração, enfraquecido o pensamento crítico e, em casos mais extremos, comprometido a saúde mental como um todo.
Veja que interessante: o Conselho Brasileiro de Superdotação dá algumas dicas para observar se uma criança é superdotada de inteligência ou não.
Você sabia que o Brasil perde talentos por não identificar tais crianças?
QUEM É ELE?
A identificação do superdotado requer diferentes avaliações. Ele pode se destacar em uma ou várias áreas:
1) Acadêmica – Tira boas notas em algumas matérias na escola (não necessariamente em todas), tem facilidade com as abstrações, compreensão rápida, facilidade em memorizar.
2) Criativa – É curioso, imaginativo, gosta de brincar com ideia, tem resposta bem-humoradas e diferentes do usual.
3) Liderança – É cooperativo, gosta de liderar os que estão a seu redor, é sociável e prefere não estar só.
4) Artística – É habilidoso em expressar sentimentos, pensamentos e humores através da arte, dança, teatro e música.
5) Psicomotora – É talentoso em esportes e atividades que requeiram o uso do corpo ou parte dele. Tem boa coordenação psicomotora.
6) Motivação – Torna-se totalmente envolvido pela atividade do seu interesse, resiste à interrupção, facilmente se chateia com atividades de rotina, se esforça para atingir a perfeição e necessita de pequena motivação externa para completar um trabalho percebido como estimulante.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito (https://catracalivre.com.br/educacao/se-uma-crianca-e-inteligente-nao-elogie-sua-inteligencia/)
Seja inteligente:
Qualquer vício ou hobby excessivo, tende a tirar a razão, transformando a pessoa num fanático. E aí perde-se a noção do correto, agrupa-se com outros fanáticos como ele e criam mundos à parte, cheio de teorias conspiratórias e inimigos em comum. Beira-se, muitas vezes, a esquizofrenia.
É por isso que fica o alerta: se você só posta um único assunto na sua rede social, se seu mundo gira somente em torno daquilo – de louvação a alguém ou ataque a outrem – especialmente na política, no futebol e na religião, cuidado! Você se tornou um fanático e nem percebeu (mas as pessoas racionais já sacaram)!
Fica a dica! Abaixo outra:

O médico e consultor em administração indiano, Deepak Chopra, esteve num evento em Campinas há 8 anos (Fórum da Saúde e Bem-Estar). E deixou uma reflexão importante:
“Ser muito rico ou muito pobre é algo que prejudica a qualidade de vida, porque em ambos os casos a pessoa pensa em dinheiro o tempo todo”
Alguma dúvida dessas sábias palavras?

Gostei muito da entrevista do Dr Richard Nisbett, psicólogo e Diretor do Departamento de Cognição da Universidade de Michigan, que em entrevista à Revista É (ed 2522, por André Sollitto), declarou sobre as ideias equivocadas sobre “de onde vem nossa inteligência” que:
“A principal crença errada diz que nossa inteligência é determinada principalmente por nossos genes. Sua inteligência é determinada por aquilo que você aprende. Os genes de qualquer pessoa normal são suficientes para torná-la razoavelmente inteligente de todas as maneiras exigidas por sua cultura. Diferenças individuais em inteligência são, de fato, determinados pelos genes. Mas genes interagem com o ambiente em que aquela pessoa vive para produzir um nível específico de inteligência. Estamos descobrindo que pessoas com genes muito bons para a inteligência falharão em aproveitar ao máximo esse potencial se forem criadas em ambientes caóticos ou indiferentes.”
Taí. Sempre achei que a inteligência das minhas filhas foi herdada da minha esposa; agora (ainda bem), tenho certeza de que elas não me puxaram mas sim totalmente a mãe e as demais pessoas com quem elas convivem.
