– Qual o conceito de Pobreza?

O que é “ser pobre”?

Pobre em dinheiro, pobre de espírito, pobre de amigos… Filosofando, descobriremos muitos conceitos. Mas o ‘Censo dos EUA’, em pesquisa divulgada na Revista Época (19/09/2011, pg 20), em conjunto com números do Ipea, trouxe um número interessante.

Financeiramente, um pobre é aquele que recebe mensalmente:

Nos EUA – até R$ 1.600,00

Na Alemanha – até R$ 1.880,00

Na Grécia – R$ 1.270,00

No Brasil – R$ 134,00

Se os critérios internacionais fossem utilizados aqui, pobreza se confundiria com miserabilidade, não acham?

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– Iphone 5 na Colômbia. Mas e aqui?

A Apple ganha muito dinheiro, isso é sabido. Mas por que uma economia pujante como a nossa ainda não recebeu o iPhone5, e nossos vizinhos já?

Extraído de: http://blogdoiphone.com/2012/11/iphone-5-chega-a-colombia-na-proxima-sexta-dia-9-de-novembro/

IPHONE 5 CHEGA À COLÔMBIA NA PRÓXIMA SEXTA, DIA 9 DE NOVEMBRO

Depois de Peru e Uruguai, mais um país sul-americano irá começar a vender o iPhone 5: a Colômbia. O lançamento oficial será nesta sexta, dia 9 de novembro.  No Brasil, ainda não há nenhuma pista evidente de quando o novo aparelho irá chegar. Mas é muito provável que o lançamento aconteça já nas próximas semanas.

– O Contragolpe da Tigre em terras da Amanco

Os mexicanos da Mexichem, donos da Amanco, tentaram roubar a liderança da brasileira Tigre, da família catarinense Hansen. Há décadas, a Tigre é líder em tubos e conexões de PVC.

A solução para frear o crescimento da Amanco foi a entrada da Tigre no mercado latino americano, devolvendo a tentativa de tomar a liderança nesse mercado. Veja que briga interessante:

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/101069_O+BOTE+DA+TIGRE

O BOTE DA TIGRE

A marca catarinense de tubos e conexões estava ameaçada no Brasil pela Amanco. Para se defender, resolveu atacar o quintal da rival, multiplicando fábricas no Exterior.

Por Rodrigo CAETANO

A fabricante de tubos e conexões Tigre, controlada pela família catarinense Hansen, sempre teve uma posição confortável no mercado brasileiro. Líder do setor com cerca de 45% de participação e R$ 2,7 bilhões de faturamento, a companhia por muito tempo não encontrou um adversário de seu porte por aqui. Há cinco anos, no entanto, isso começou a mudar. Foi quando o grupo mexicano Mexichem comprou a Amanco, controlada pela Nueva, do empresário suíço Stephan Schmideheiny, por US$ 500 milhões, fortalecendo sua liderança na América Latina. Nos dois anos seguintes, os mexicanos mostraram a que vieram e investiram em mais três aquisições no Brasil, passando a deter uma fatia de 30%.

Pela primeira vez, alguém ameaçava a jogar pelo ralo a hegemonia da Tigre. A saída encontrada pela brasileira para não levar um bote de seu rival foi contra-atacar. E a estratégia escolhida pelos executivos da Tigre foi semelhante à dos mexicanos: adquirir empresas em mercados no Exterior, para rapidamente ficar entre os três principais fabricantes de tubos e conexões do país em que ela passava a atuar. Hoje, a Tigre já possui mais fábricas lá fora do que no Brasil. São 13 unidades industriais no Exterior, em países como Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Estados Unidos, Paraguai, Peru e Uruguai. No Brasil, são apenas nove. Com a movimentação, a Tigre levou a briga pelo mercado brasileiro para a América Latina, região na qual a Amanco ainda mantém a liderança.

Essa disputa deve ganhar novos capítulos em breve. “Estamos comprando”, afirma Evaldo Dreher, presidente da Tigre. “Crescer no Exterior é mais barato do que no Brasil.” O alvo da companhia baseada em Joinville, no norte de Santa Catarina, são empresas familiares. Nos últimos dois anos, os investimentos da Tigre em aquisições e na abertura de fábricas superaram os R$ 200 milhões por ano. Em 2012, a previsão é investir cerca de R$ 150 milhões nessa estratégia, que será fundamental para que a Tigre fature R$ 5 bilhões daqui a dois anos, quase três vezes mais do que em 2010. Atualmente, as operações internacionais já representam 25% da receita. Esse resultado representa uma grande virada para a companhia.

No começo dos anos 2000, quando uma disputa de herdeiros ameaçava comprometer o futuro da fabricante, ela chegou a ser assediada por grupos estrangeiros. Entre eles a francesa Saint-Gobain, a belga Etex e a própria Amanco, na época ainda sob o controle do grupo suíço Nueva. Em maio deste ano, surgiram rumores de uma possível união com a Duratex, dona da Deca, de metais e louças sanitárias. A companhia é controlada pela Itaúsa. Segundo o CEO Dreher, não há nenhuma negociação em curso. Em sua estratégia de internacionalização, a Tigre, no entanto, não terá vida fácil. A Mexichem, por sua vez, promete intensificar a compra de empresas não só no Brasil, mas também em outros países da América Latina. Recursos para isso não faltarão.

Em outubro, por meio da emissão de novas ações na bolsa de valores mexicana, a empresa captou US$ 1,2 bilhão, dinheiro que será utilizado para aquisições. “Ainda há muito espaço para consolidação no mercado latino-americano”, afirma Maurício Harger, principal executivo da Mexichem no País. Só no Brasil, existem cerca de 50 pequenos fabricantes que são potenciais alvos da companhia. Essas empresas competem por 30% do mercado que não está nas mãos dos dois principais fabricantes. São competidores locais, com forte atuação na classe média emergente. Segundo a Abiplast, associação que representa as empresas da área, o mercado de material plástico para construção movimenta R$ 7 bilhões por ano no País e vem registrando crescimento de 20% nos dois últimos anos.

– A 3a Guerra Mundial quase Aconteceu em…

Na Revista Veja dessa semana, ed 10/10/2012, pg 118-120, uma interessantíssima matéria sobre a crise dos mísseis de Cuba, quando EUA e URSS por pouco não travaram uma Guerra Nuclear. A expectativa é que se o conflito acontecesse, as consequências seriam apocalípticas!

Sabem por que a Guerra não aconteceu? A resposta está na matéria abaixo:

HÁ 50 ANOS, CRISE DOS MÍSSEIS EM CUBA QUASE DETONOU UMA GUERRA NUCLEAR

por Duda Teixeira, Nathalia Watkins e Tamara Fisch

a maneira como seu governo resolveu a crise serve de lição a todos os presidentes dos EUA desde então

O PESO DA DECISÃO – John Kennedy no Salão Oval da Casa Branca, em 1962: a maneira como seu governo resolveu a crise serve de lição a todos os presidentes dos EUA desde então  (NBC/Getty Images)

As 7 horas da noite de 22 de outubro de 1962, a história aproximou-se do precipício. Em um pronunciamento na televisão, o presidente americano John Fitzgerald Kennedy anunciou que os soviéticos haviam instalado mísseis nucleares em Cuba. O flagrante fora obtido por um avião espião U-2 no dia 14 daquele mês. Era uma ameaça inaceitável, cujo agravamento Kennedy tentou conter com um bloqueio naval a Cuba. Na matemática da Guerra Fria, acreditava-se que a reação a um ataque só teria efeito se fosse imediata. Por isso, o governo americano elevou o nível do alerta nuclear para DEFCON 2, o que, entre outras medidas, fez decolar de suas bases na Europa os aviões B-52 carregados com bombas nucleares e com a proa para Moscou. O mundo nunca esteve tão perto da hecatombe nuclear. Kennedy disse aos membros do seu gabinete de crise que o risco de isso ocorrer chegara a um em três. O impasse durou treze dias, ao fim dos quais as duas superpotências inimigas conseguiram contornar os chamados às armas por meio da diplomacia. Para desilusão dos líderes cubanos, ansiosos por iniciar uma guerra nuclear, Kennedy e o líder soviético Nikita Kruschev chegaram a um acordo. Os russos retiraram as armas da ilha e os americanos se comprometeram a não invadir Cuba e a desmantelar seus mísseis (obsoletos) na Turquia. O episódio teve como saldo a renovação da fórmula de contenção mútua. Três décadas mais tarde, a União Soviética se desintegrou, vítima dos próprios fracassos internos e não de um ataque nuclear externo.

Bettmann/Corbis/Latinstock e Mavi archive

a instalação do arsenal atômico foi iniciativa dos soviéticos, que tentaram disfarçar a empreitada

O PERIGO TOMOU CORPO – Nikita Kruschev com o cubano Fidel Castro, em 1960 (à esq); foto feita por avião americano mostra o navio Kasimov levando peças de bombardeiros IL-28 a Cuba, em setembro de 1962; e alguns dos 43 000 soldados soviéticos que desembarcaram marchando na ilha com roupas civis: a instalação do arsenal atômico foi iniciativa dos soviéticos, que tentaram disfarçar a empreitada

Os mísseis foram instalados em Cuba para coibir uma invasão americana
MITO – Embora essa tenha sido a desculpa usada, as razões foram outras. Os historiadores descobriram recentemente que a ideia de instalar as armas nucleares na ilha foi dos soviéticos, não dos cubanos. A União Soviética buscava um equilíbrio militar em relação aos Estados Unidos. Os mísseis intercontinentais americanos, capazes de atingir a União Soviética, tinham o triplo do poder destrutivo dos similares dos rivais. O arsenal de médio alcance instalado a 230 quilômetros da Flórida poderia reduzir essa desvantagem. Fidel Castro só aceitou a proposta depois de muita insistência. “Não para aprimorar nossa defesa, mas primordialmente para fortalecer o socialismo no plano internacional”, disse Castro.

Os soviéticos fingiam que os mísseis eram árvores
VERDADE –
O plano era anunciar a existência do arsenal no fim de 1962. Para esconderem o projeto, alguns militares soviéticos desembarcaram em Havana vestindo camisas coloridas. Queriam ser confundidos com turistas. Do porto, porém, saíam marchando em filas, tornando o disfarce inócuo. As armas começaram a ser camufladas, com folhas, só depois que os americanos já sabiam de sua existência. Os soviéticos achavam que podiam fazer com que os mísseis de 22 metros de comprimento fossem confundidos com palmeiras. Não deu certo.

Ao decidir não atacar a ilha, Kennedy evitou um conflito nuclear
VERDADE –
Ao ver as fotos aéreas das instalações de mísseis em Cuba, John Kennedy ouviu de seus conselheiros que tinha duas alternativas. A primeira, apoiada pela maioria dos membros do Comitê Executivo do Conselho Nacional de Defesa (ExComm), era invadir a ilha e destruir o arsenal soviético. O secretário de Defesa, Robert McNamara, se opunha ao ataque. A segunda opção era conformar-se com a existência de um arsenal atômico inimigo no quintal de casa. Kennedy criou uma terceira via. Ele abriu espaço para negociar com os russos, mas com um prazo bem definido. Paralelamente, por sugestão do procurador-geral Robert Kennedy, seu irmão, ordenou um bloqueio naval. Todos os barcos que se aproximassem da ilha seriam vistoriados. Com a medida, catorze navios com armas retornaram à União Soviética. Kennedy definiu que, se as bombas já em solo cubano não fossem retiradas até 28 de outubro, um ataque ocorreria nas 48 horas seguintes. Os soviéticos respeitaram o ultimato. Em troca receberam o compromisso público de Kennedy de não interferir em Cuba e a promessa, mantida em segredo, de retirar os mísseis americanos instalados na Turquia. Se Kennedy tivesse acatado a primeira recomendação de seus conselheiros, os oficiais soviéticos em Cuba teriam revidado com mísseis táticos nucleares, pois não precisavam de autorização de Moscou para dispará-los no caso de uma invasão.

Walter Sanders/Getty Images, Corbis/Latinstock e AP

a aprovação do presidente subiu de 63% para 74% após o fim da ameaça em Cuba

AMEAÇA NO AR – Abrigo nuclear para uma família de cinco pessoas, à esquerda; Kennedy em frente aos lançadores de mísseis Honest John, em Fort Stewart, na Geórgia; e protesto de mulheres pela paz, em Nova York: a aprovação do presidente subiu de 63% para 74% após o fim da ameaça em Cuba

O mundo esteve à beira da destruição
VERDADE –
Em 1963, John Kennedy contou em um discurso o que aconteceria se houvesse um conflito nuclear. “Poderia matar 300 milhões de americanos, europeus e russos, assim como inúmeros outros. Os sobreviventes, como disse o presidente Kruschev, invejariam os mortos. Pois eles herdariam um mundo devastado por explosões, veneno e fogo, cujos horrores hoje nem sequer somos capazes de imaginar.” Segundo a teoria do “inverno nuclear”, criada nos anos 1980, as explosões levantariam nuvens de poeira e material radioativo. O material bloquearia a luz do sol e poderia causar a extinção da vida no planeta.

Já no fim do impasse, Fidel propôs disparar os mísseis contra os EUA
VERDADE –
Em 26 de outubro, Kruschev enviou uma carta a Kennedy cogitando retirar os mísseis. No mesmo dia, Fidel enviou uma mensagem ao soviético em que sugeria duas saídas para a crise, nenhuma delas pacífica. “A primeira e mais provável é um ataque aéreo contra certos objetivos, com a missão limitada de destruí-los. A segunda, menos provável mas possível, é uma invasão completa (dos Estados Unidos).”

Che Guevara queria se salvar, abandonando os cubanos à própria sorte
VERDADE –
Para o argentino, os cubanos estavam dispostos a morrer pelo socialismo. “É o exemplo tremendo de um povo disposto ao autossacrifício nuclear, para que suas cinzas sirvam de alicerce para uma nova sociedade”, disse Che. Ele e os demais membros do governo, no entanto, planejavam se abrigar em bunkers instalados na embaixada soviética, na casa de Fidel Castro e em uma caverna perto de Havana.

Ralph Crane/Getty Images e AFP

MEDO E SACRIFÍCIO - Americanos assistem ao discurso em que o presidente John Kennedy anuncia a existência de mÃsseis nucleares em Cuba, em 1962 (à esq.), e a primeira-dama Jackie com o filho John Jr. Ela não queria ser levada para um lugar seguro com os filhos sem o marido

MEDO E SACRIFÍCIO – Americanos assistem ao discurso em que o presidente John Kennedy anuncia a existência de mísseis nucleares em Cuba, em 1962 (à esq.), e a primeira-dama Jackie com o filho John Jr. Ela não queria ser levada para um lugar seguro com os filhos sem o marido

Jacqueline Kennedy ofereceu-se para morrer ao lado do marido
VERDADE –
Quando descobriu que os soviéticos instalavam mísseis em Cuba, a primeira-dama americana implorou ao presidente que não a mandasse para um lugar seguro. “Eu quero morrer com você, e as crianças também”, disse ela.

O governo brasileiro ajudou a negociar uma saída para o impasse
MITO –
Kennedy de fato solicitou ao presidente João Goulart que conversasse com Fidel. Em 25 de outubro, porém, dias após ter votado a favor do bloqueio naval contra Cuba na Organização dos Estados Americanos (OEA), o governo brasileiro deu um passo atrás. Jango pediu garantias aos americanos de que não invadiriam a ilha e se declarou publicamente contra as sanções. Leonel Brizola, cunhado de Jango, eleito deputado pelo estado da Guanabara, disse que as fotos feitas pelos aviões U-2 eram falsas e fez discursos raivosos contra os Estados Unidos. No fim, Kennedy e Kruschev se entenderam sem precisar da ajuda brasileira.

Depois da crise, a Casa Branca e o Kremlin instalaram o “telefone vermelho”, uma linha direta entre os presidentes das duas potências, para facilitar a solução de impasses futuros
EM TERMOS –
A lentidão nas comunicações ficou evidente ao longo de outubro de 1962. Para falar com Kruschev, o presidente americano enviava mensagens ao embaixador soviético em Washington por meio de seu irmão Bob Kennedy. As mensagens eram codificadas e enviadas a Moscou por telegrama. Quando precisavam agilizar o processo, os líderes dos dois países faziam discursos nas rádios com recados para os rivais. Depois do impasse em Cuba, americanos e soviéticos começaram a usar o teletipo, um precursor dos aparelhos de fax. A linha telefônica direta e exclusiva foi utilizada somente a partir dos anos 70. Foi por meio dela que o presidente russo Vladimir Putin se tornou o primeiro chefe de estado a expressar condolências a George W. Bush pelos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001.

Sabe-se mais sobre os bastidores da crise nos EUA do que na União Soviética
VERDADE –
Por um ano e quatro meses, as reuniões no Salão Oval e no gabinete da Casa Branca, além de conversas telefônicas, foram gravadas a pedido de John Kennedy. Os equipamentos ficavam no porão da Casa Branca e o presidente os ligava ou desligava por meio de botões escondidos nas duas salas. Ao todo, 248 horas de conversas foram gravadas desde julho de 1962. O conteúdo dos arquivos passou a ser revelado a partir de 1993. No mês passado, um livro do historiador Ted Widmer revelou as últimas 45 horas de gravações. Do lado dos russos, há relatos esparsos de oficiais que participaram de encontros na União Soviética com os cubanos, algumas cartas, telegramas e memorandos de reuniões.

Especialistas consultados: Christian Ostermann (Centro Wilson), Robert Jervis (Universidade Colúmbia), Timothy J. McKeown (Universidade da Carolina do Norte), Graham Allison (Universidade Harvard), Konstantin Khudoley (Universidade de São Petersburgo), Boris Martynov (Universidade de Relações Internacionais de Moscou), Boris Shiriaev (Universidade Estadual de São Petersburgo), Bruno Borges (PUC-Rio), o historiador Chris Pocock e Sarah Lichtman (Faculdade Parsons).

– Real X Barça: adeus torcida brasileira…

Hoje teremos dois clássicos mundiais: Real Madrid X Barcelona e Milan X Internazionale. Porém, o jogo espanhol é o “jogão” da rodada. Cristiano Ronaldo X Messi, para alguns.

Fico pensando: cada vez mais as crianças estão torcendo para times estrangeiros, ao invés de clubes nacionais. É a globalização. Pudera, é utopia imaginar um clássico brasileiro parar o mundo…

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– Mapas no Metrô para corrigir erros do iOS 6 da Apple

A popularização dos iPhones é algo impressionante em algumas partes do mundo. Por exemplo: a Apple atualizou o sistema operacional dos iPhones, e substituiu o programa de Mapas, antes do Google, para um próprio. Porém, nos primeiros dias, muitos erros acontecem nos mapas do novo aplicativo. Assim, o Metrô de Londres disponibilizou mapas da cidade para os usuários de trens, já que o uso do GPS dos iPhones é extremamente comum por lá!

Não dá para imaginar isso aqui no Brasil…

– Corrida de Rua “Caminhadas de Abraão”: Judeus + Cristão + Islâmicos

William Ury é antropólogo e professor em Harvard. Especialista em “Negociações de Paz”, ele criou uma ONG chamada “Caminhada de Abraão”, e que hoje promove uma corrida de rua em São Paulo.

A entidade promove a integração das 3 grandes religiões mundiais: Cristianismo, Judaísmo e Islamismo, através de provas de pedestrianismo, usando o nome de Abraão, personagem que está presente com grande importância na Bíblia cristã, na Torá judaica e no Alcorão muçulmano.

Para ele, a prova de hoje no Brasil (em São Paulo) é uma das mais simbólicas, pois, talvez, seja um dos poucos lugares do mundo onde as 3 religiões convivem pacificamente.

De fato, isso é uma grande verdade! Felizmente…

– A Infelicidade do Filme Desrespeitoso ao Islã

Um filme que ridiculariza o profeta Maomé, insinua ingenuidade dos seus seguidores e que sugere pedofilia e homossexualismo. Quer roteiro mais inapropriado para um muçulmano assistir?

Pois é… “Inocência dos Muçulmanos” é o nome da película desrespeitosa filmada por uma americano, que além de ser de mau gosto, evocou a ira dos radicais.

Se alguém fanático já se torna insuportável quando está errado, imagine se ele tiver razão? Terroristas devem estar rindo a toa!

Uma pena que, independente da crença, se desrespeite uma religião. A insensibilidade do cineasta ficou evidente. Porém, nada justifica atos extremistas.

Fico pensando: imaginem a dor de cabeça que Obama deve estar tendo, pois, afinal, embaixadas dos EUA se tornaram o alvo de protesto.

Extraído de: http://is.gd/qt6aV7

EMBAIXADA DOS EUA SÃO ALVO EM PAÍSES ÁRABES POR CULPA DE FILME

Um filme de produção norte-americana no qual, segundo islâmicos, o profeta Maomé é ridicularizado continua gerando uma série de protestos pelo mundo árabe, nesta quinta-feira (13).

Centenas de manifestantes invadiram na manhã desta quinta-feira (13) a Embaixada dos Estados Unidos em Sana, no Iêmen, durante mais um episódio de protesto contra o vídeo, que já causou ataques violentos contra legações americanas na Líbia e no Egito.

De acordo com a agência AFP, a polícia atirou para o alto para tentar dispersar os manifestantes, mas eles conseguiram entrar na área no local e atearam fogo em vários carros.

Segundo a agência Efe, os manifestantes derrubaram a porta principal do complexo da legação diplomática, onde também fica a residência do embaixador. Não há informações sobre vítimas.

Ainda nesta manhã, outros confrontos foram registrados também no Iraque. Centenas de simpatizantes do clérigo radical xiita Moqtada al-Sadr protestaram na cidade de Najaf, 150 km ao sul de Bagdá, contra o filme, com frases hostis aos Estados Unidos e a Israel. Najaf, uma das principais localidades sagradas dos xiitas, abriga o mausoléu de Ali, figura central desta corrente religiosa.

No Irã, quase 500 pessoas protestaram nesta quinta em Teerã perto da embaixada da Suíça, que representa os interesses dos Estados Unidos no país.

Mais de 200 policiais e bombeiros impediram a aproximação dos manifestantes da embaixada. Os funcionários da representação foram retirados do local por precaução. Os manifestantes gritavam frases como “Morte aos Estados Unidos” e “Morte a Israel”.

O filme amador “Inocência dos Muçulmanos”, de orçamento reduzido, trama confusa e cenários artificiais, que pretende ser uma descrição da vida do profeta Maomé e evoca temas como homossexualismo e pedofilia, provocou a revolta dos muçulmanos no Oriente Médio e norte da África.

VITIMAS NO EGITO

Durante a madrugada, a embaixada americana no Egito, localizada no centro da capital, Cairo, também foi alvo de ataques, numa revolta generalizada dos islâmicos. Ao menos 16 pessoas ficaram feridas em choques entre manifestantes e policiais nas imediações do prédio, segundo o Ministério de Saúde do país.

Entre os feridos há um oficial da polícia e quatro agentes, e nove pessoas foram detidas após os incidentes, de acordo com a agência de notícias Mena.

O chefe do Departamento de Primeiros Socorros do Ministério, Ahmad al Ansari, afirmou que ao menos 11 pessoas foram atendidas em ambulâncias no local, enquanto outras duas foram internadas em um hospital.

Segundo a agência de notícias Mena, soldados da Segurança Central mantêm na manhã desta quinta-feira (13) todas as ruas de acesso à legação diplomática fechadas, depois dos confrontos desta madrugada entre as forças da ordem e manifestantes acampados na região.

Imagens da televisão egípcia mostraram a situação nos arredores do complexo, onde dezenas de jovens seguem lançando pedras contra a barreira policial, que responde com gás lacrimogêneo.

Os choques se originaram quando a polícia tentou desmantelar um acampamento junto à sede diplomática em protesto pelo vídeo realizado nos EUA por um cidadão israelense-americano – segundo informaram meios de comunicação desse país -, no qual a figura do profeta Maomé seria banalizada.

O acampamento foi erguido depois dos protestos de terça-feira (11) frente à embaixada, nos quais vários manifestantes conseguiram escalar o muro do complexo, arrancar a bandeira dos EUA e substituí-la por outra que dizia “Não há Deus maior que Alá e Maomé é o seu profeta”.

Durante os distúrbios, os agentes usaram gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes, que responderam com pedras e garrafas.

O controvertido vídeo foi supostamente o estopim do protesto frente ao consulado americano em Benghazi, no leste da Líbia, que acabou na noite de terça-feira (11) em um ataque contra o edifício no qual morreu o embaixador Christopher Stevens e três funcionários da legação.

– Narcoestados?

Vi pouca repercussão sobre a entrevista à “Páginas Amarelas” da Revista Veja dessa semana, de Douglas Farah, consultor de segurança dos EUA, sobre os países vizinhos do Brasil e os traficantes. Para ele, Equador, Bolívia e Venezuela são estados aliados com terroristas da FARC, sendo que a Colômbia tenta os reprimir sozinha. A eles, se dá o nome de Narcoestados.

A matéria é um convite à reflexão: até onde estamos preocupados em cuidar das nossas fronteiras e realmente combater o tráfico de drogas? Somos o 2º maior mercado consumidor de Cocaína do Mundo!

Muito triste e preocupante. E ninguém faz nada…

– Xenófabo Zenit contrata Hulk por Grana Alta?

São Petersburgo, a antiga cidade soviética outrora chamada de Leningrado, deve estar com dinheiro sobrando. Não é que o time de lá, o Zenit, contratou o atacante Hulk, do Porto e da Seleção Brasileira?

O atleta, idolatrado em Portugal mas muito questionado no Brasil, custará ao clube russo 60 milhões de euros! Será a 6ª maior transação do futebol mundial de todos os tempos (pelos valores, deve ter sido o Hulk da Marvel, de “Os Vingadores”).

Mas será que vale tanto?

Não podemos esquecer que o Zenit é da Gazpron, empresa de gás da Rússia que tem muitas ligações com o Governo e com Putin.

O detalhe mais curioso: o Zenit evita jogadores estrangeiros no elenco; não contrata negros e é conhecido por seus dirigentes xenófabos e torcedores racistas (já punidos pela UEFA).

Que tal contratação é estranha, não há dúvida!

– GM Camaro nos EUA mais barato do que Fiat Palio no Brasil

Coisas que só são explicadas pela alta carga de impostos do nosso país: um carro popular aqui custa muito mais caro do que um de luxo nos EUA. Veja:

(Extraído de: http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2012/08/31/chevrolet-camaro-custa-nos-eua-menos-que-palio-weekend-no-brasil.jhtm)

GM CAMARO CUSTA MAIS BARATO DO QUE FIAT PALIO

SÃO PAULO – O preço de um Chevrolet Camaro nos Estados Unidos é menor que o do Palio Weekend Adventure no Brasil. Em concessionárias americanas, o musculoso carro da GM pode ser encontrado por a partir de US$ 23.280 na versão mais simples. Já o carro da Fiat sai por R$ 51.500, segundo a tabela da consultoria Molicar, o que equivale a US$ 25.121,95 pelo câmbio atual.

Com o valor cobrado pela versão do Palio no Brasil, seria possível, portanto, comprar um Camaro nos Estados Unidos e ainda garantir um troco de US$ 1.841,95.

Carros incomparáveis

A diferença de preços entre os países fica ainda mais evidente quando os detalhes do Camaro são comparados com o station wagon da Fiat.

Por US$ 23.280, é possível comprar o Camaro 1LS com motor 3.6L V6 movido à gasolina e câmbio manual de seis marchas. Além de enorme, o motor é muito potente. O modelo acelera de zero a 100km/h em apenas 6 segundos.

O carro ainda vem com CD player, bluetooth, tecnologia de controle de estabilidade, monitorização da pressão dos pneus, airbags frontais e de cortina, direção hidráulica e ar-condicionado com controle de temperatura.

O Camaro começou a ser produzido em 1966 para concorrer com outros famosos “muscle car” americanos: o Ford Mustang e o Dodge Challenger. O modelo foi o grande astro do filme “Transformers” 1, 2 e 3 no papel de Bumblebee e também está presente em vários jogos de videogame, como “Test Drive” e “Need for Speed”.

No Brasil, o Camaro é vendido desde 2010, mas apenas na versão 6.2 V8 16V de 406 cavalos. De acordo com a tabela Fipe, o automóvel custa R$ 200.200.

No caso do Palio Weekend, desembolsando US$ 25.121,95, o consumidor brasileiro leva para casa um carro com motor 1.8 16V flex com câmbio manual de cinco marchas. O modelo acelera de zero a 100km/h em 10,7 segundos.

Neste caso, os itens de série são dois apoios de cabeça no banco traseiro, ar-condicionado, direção hidráulica, faróis de neblina e preparação para som e rodas em liga leve.

Recentemente, um artigo publicado pela revista americana Forbes reacendeu as discussões sobre o alto custo de venda dos veículos no Brasil. Na reportagem, o brasileiro era tratado com ingênuo, já que paga um valor muito alto por um carro que aqui é visto como modelo de luxo, mas que nos Estados Unidos não possui tanto glamour.

Com a intenção de provar essa diferença, um levantamento feito há pouco tempo comparou os preços de alguns modelos que são vendidos no Brasil e nos Estados Unidos.

De acordo com a pesquisa, uma Mercedes ML pode custar 253,33% a mais no Brasil que nos Estados Unidos. Segundo o levantamento, no Brasil o veículo é vendido por R$ 265 mil, enquanto nos Estados Unidos o mesmo modelo pode ser comprado por R$ 75 mil.

Entre as explicações para os altos preços dos automóveis no Brasil, estão os elevados impostos, o alto custo da mão de obra, a baixa competitividade das montadoras locais, o custo elevado de matérias-primas como o aço e a energia e a margem mais elevada das montadoras.

– Berlusconi e o Cruzeiro

No Brasil, está em alta passear em navios luxuosos. E nos diversos cruzeiros temos também a oferta de festas temáticas ou personalidades a bordo. Um dos cruzeiros de maior sucesso tem sido do cantor Roberto Carlos.

E não é que na Itália, por 980.00 euros, você pode passear por 5 dias na companhia do ex-primeiro ministro Sílvio Berlusconi?

O famoso político, conhecido pelas excentricidades e pelo império financeiro, sofreu uma série de críticas pela promoção de festas com orgias sexuais que ficaram conhecidas como “eventos bunga-bunga”.

O mais irônico: a publicidade italiana diz que ocorrerão palestras e momentos lúdicos com Berlusconi.

Que raio de “momento lúdico” é esse, cára-palida?

– Quem quer ir para Pyongyang?

Muito interessante a matéria da Folha de São Paulo sobre as embaixadas brasileiras recentemente abertas em países não tão desejados em se viver.

Na Coréia do Norte, Sudão, Guiné-Bissau, entre outras, não tem brasileiro a fim de trabalhar na embaixada local. Sobram vagas e faltam funcionários!

Há uma matéria curiosa sobre um diplomata que diz que Guiné é muito pobre, e viver na sua capital é triste por ser “uma grande favela que cobre todo o município”…

Em Paris, Roma, Londres, o panorama é outro. Por quê será?

– A Seca que Virou Oportunidade!

Uma grave seca assola os produtores agrícolas dos EUA. Com isso, a produção de alimentos caiu abruptamente por lá devido a ela.

Uma curiosidade: cerca de 40% do milho produzido é destinado à produção do etanol. Com essa crise, o Governo quer que os agricultores destinem tudo o que produzir como alimento, já que o preço disparou.

Duas grandes oportunidades aos brasileiros: vender comida e vender etanol.

Estamos preparados para ganhar dinheiro com tais insumos?

– Coca-Cola foi expulsa e McDonald’s faliu na Bolívia? Fato ou Inverdade?

Nesta quarta e quinta-feira, ganhou grande repercussão a informação de que o governo de Evo Morales expulsou a Coca-Cola da Bolívia. Junto disso, a rede venezuelana Telesur disse que o McDonald’s faliu no país vizinho!

Sabe o que mais impressionou? É que até a Revista Veja caiu nessas correntes falsas de Internet. E noticiou esses fatos.

Conclusão: há pouco, a Veja pediu desculpa aos seus leitores e explicou que tudo isso ocorreu por culpa de um Ministro da Bolívia.

Extraído de: http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/bolivia-expulsa-coca-cola-e-mcdonald-s-quebra-no-pais

ERRAMOS: A BOLÍVIA NÃO VAI EXPULSAR A COCA-COLA

Nesta quarta-feira, uma notícia ganhou destaque na imprensa brasileira e internacional: ela falava da iminente expulsão da Coca-Cola e da falência da rede de lanchonetes McDonald’s na Bolívia. O que dava respaldo à história eram frases do ministro de Relações Exteriores da Bolívia, David Choquehuanca, o que por si só já deveria ter ligado um sinal de alerta. O chanceler boliviano é célebre pelos discursos amalucados, como aquele em que disse que “as pedras têm sexo”. É sempre sábio analisar o contexto de suas declarações e descontar seus exageros poéticos, esotéricos, ideológicos. No episódio desta quarta-feira, na fala de Choquehuanca se misturavam a fábrica de refrigerantes, o fim do capitalismo e os mistérios do calendário maia. Mas esses não eram os únicos motivos para que a notícia fosse vista com uma altíssima dose de ceticismo. O McDonald’s deixou a Bolívia há 10 anos, e a menção à sua “falência”, como se fosse fato de agora, devia causar suspeita. A notícia, no entanto, se propagou à velocidade da internet, que muitas vezes leva a imprensa a atropelar uma das cláusulas mais sagradas de seu contrato com o leitor: nunca publicar aquilo que não foi exaustivamente checado. O site de VEJA também descuidou desse dever num artigo com o título “Bolívia expulsa a Coca-Cola, e McDonald’s quebra no país”. Daí a existência desta reportagem. Ela vem para reconhecer o erro, pedir desculpas ao leitor – e passar a limpo uma história que afinal de contas, é mesmo curiosa e merece ser contada.

As reportagens originais sobre Choquehuanca, a Coca-Cola e o McDonald’s foram publicadas na Venezuela, pelo site do canal de televisão Telesur e pela Agência Venezuelana de Notícias (AVN), ambos veículos controlados pelo governo esquerdista do coronel Hugo Chávez. As reportagens escamoteavam a data e a circunstância do discurso em que Choquehuanca, de fato, mencionou o refrigerante. Além disso, o chanceler nunca citou o McDonald’s. As elucubrações sobre a rede de lanchonetes vêm de outra fonte, o documentário ¿Por qué quebró McDonald’s en Bolivia?, lançado no ano passado pelo cineasta Fernando Martinez.

No último dia 13 de julho, Choquehuanca fez um discurso na Ilha de Sol, na cidade de Copacabana, uma região turística ao redor do lago Titicaca, para anunciar que a Bolívia será sede de um encontro entre indígenas e movimentos sociais para celebrar o fim do ciclo que marca o calendário maia. Além de esquerdista, Choquehuanca é um dos grandes porta-vozes do nacionalismo índigena entronizado na Constituição Boliviana de 2007, que estabelece que a Bolívia é um estado plurinacional constituído por “36 nações originais de camponeses indígenas”. À ocasião, o chanceler afirmou que o dia 21 de dezembro de 2012, último do calendário maia, marcaria o fim de uma era e citou como exemplo simbólico o fim da Coca-Cola no país. “O dia 21 de dezembro de 2012 tem que ser o fim da Coca-Cola. É o começo do mocochinchi [bebida tradicional da Bolívia]”, afirmou o ministro. Segundo ele, no final deste ano teriam fim “o egoísmo, o individualismo e a divisão do país”.

O discurso foi tirado de contexto pelos jornalistas de Hugo Chávez, que fizeram dele, nesta quarta-feira, um sinal de que a Bolívia se preparava oficialmente para expulsar a Coca-Cola de seu território no fim de 2012.

Reação – Diante da encrenca criada pelos vizinhos bolivarianos, o governo de Evo Morales precisou se pronunciar. Por meio da Agência Boliviana de Informação (ABI), lamentou que as falas do chanceler tenham sido retiradas de contexto. E deixou claro: em momento algum o governo de Evo Morales expulsou a Coca-Cola do país. Pelo contrário, a empresa americana continua trabalhando normalmente na Bolívia e é encontrada em qualquer esquina a preço baixo. “Choquehuanca, um estudioso da cosmologia andina e do calendário maia, falou ao povo boliviano sobre a chegada de um novo tempo, que contrastaria com este antigo, baseado no individualismo. Disse que um tempo comunitário, pacífico e fraterno estaria por vir. Nesse contexto, o chanceler fez uma metáfora, mal interpretada, de que, a partir de 21 de dezembro, os bolivianos substituiriam a Coca-Cola pelo mocochinchi – tradicional bebida boliviana, feita com pêssego e canela”, informou a agência ao site de VEJA.

McDonald’s – Quanto ao McDonald’s, ele não atua na Bolívia há 10 anos por razões comerciais. De acordo com nota da própria rede de fast food divulgada à época, o lucro de seus restaurantes no país era insignificante diante dos investimentos para manter as lojas. O documentário ¿Por qué quebró McDonald’s en Bolivia?, contudo, interpreta o fechamento como um triunfo ideológico do povo boliviano, que teria bravamente resistido às investidas do imperialismo gastronômico. Essa tese foi reproduzida na notícia divulgada hoje – sem que o nome do filme fosse mencionado, nem a data, já distante, do adeus do McDonald’s ao país andino.

– Mercosul, se país, seria a 5ª Economia do Mundo

A entrada da Venezuela no Mercosul (a contragosto do Paraguai) tem um simbolismo: fará o bloco econômico se tornar a 5ª economia do mundo, atrás dos EUA, China, Japão e Alemanha (caso fosse um país).

Claro que se o Brasil não fizesse parte do bloco, a posição despencaria. Porém, não dá para enxergar no Mercosul uma composição sólida como a da Comunidade Européia, pelos disparates econômicos e, principalmente, pela vaidade de seus líderes políticos.

Ou alguém acha fácil ser parceiro comercial de Hugo Chávez? Sentir-se irmanado com ele é complicado…

– E o Black Out Indiano?

Houve um apagão no começo de semana na Índia. Cerca de 620 milhões de indianos ficaram sem energia elétrica. Ou seja: 10% do planeta!

Que mundo tão diferente: se sofremos aqui com explosão demográfica, imaginem eles, nas grandes cidades como Bombaim e Calcutá?

A solução encontrada pelo Governo de lá foi risível: punir quem gasta muito. Ora, não é mais correto melhorar a infraestrutura do que limitar o consumo?

– China: a Maior Vendedora de Bíblia do Brasil

Assustou com o título deste post? Pois é, o Estadão de hoje traz uma matéria impressionante. A maior parte das Bíblias comercializadas no Brasil são impressas em gráficas na China, a custo muito mais barato.

Tenho o pé atrás com a China. Não gosto de ditaduras. Hoje, projeções indicam que ela será a maior nação do mundo em 2022. Tenho medo de ser dominado por chineses, com pseudo-democracia e práticas abomináveis comercialmente.

Você sabia que só hoje, após pagar 60 milhões de dólares a um gaiato, que a Apple pode chamar seu tablet de iPad na China? A marca já estava registrada…

PAÍS IMPORTA ATÉ BÍBLIA DA CHINA

Por Marcelo Rehder

Índia e Chile também fornecem o livro a preço inferior; gráfica já demitiu e ameaça mais 40

Depois do livro didático, as gráficas brasileiras enfrentam agora forte concorrência das importações de bíblias. A Palavra de Deus está sendo impressa em português em gráficas na China, na Índia e no Chile, entre outros países, a custos considerados imbatíveis pela indústria.

Para driblar o chamado “custo Brasil” e ainda obter alguma vantagem com o câmbio, editoras de publicações católicas e evangélicas aceleraram as encomendas no exterior. A vantagem comparativa em relação ao impresso nacional chega a superar 50%.

“É um negócio estranho”, queixa-se Jair Franco, vice-presidente da Gráfica Imprensa da Fé, uma das grandes do setor, que trabalha com livros religiosos e didáticos. “Para fazer a Bíblia aqui, temos de comprar o papel de fora, a capa especial de fora e a cola de fora, e tudo isso vem com imposto. Aí, o editor vai lá e faz a Bíblia completa e vende aqui dentro sem pagar imposto nenhum. Como é que pode?”, questiona o executivo. De acordo com a Constituição Federal, as importações de livros, jornais, revistas e outras publicações são imunes e não pagam imposto.

O avanço das importações de bíblias e livros didáticos não aparece nas estatísticas oficiais porque não existe posições aduaneiras específicas para as publicações. Mas os efeitos são sentidos.

Só a Imprensa da Fé chegou a imprimir 3 milhões de bíblias por ano, há cerca de dois anos. Hoje, não passa de 1 milhão. A consequência foi que a gráfica demitiu 40 trabalhadores nos últimos seis meses e atualmente emprega 280 pessoas. Mas os cortes não devem parar por aí: “Vamos ter de dispensar mais 40”, admite Franco.

A situação da Imprensa da Fé não é diferente da vivida pelas demais empresas do mercado gráfico editorial. Tanto que as principais empresas do setor, com a Associação Brasileira da Indústria Gráfica, encabeçam um movimento em defesa da indústria nacional. Amanhã, eles vão se encontrar em Brasília com a senadora Ana Amélia (PT/RS), autora de Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que estende a imunidade de livros, jornais e periódicos para outros insumos.

A PEC 28/2012 está na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania desde 14 de junho, aguardando designação de relator. Nossa bandeira é desonerar o produto brasileiro”, diz Fabio Arruda Mortara, presidente da Abigraf.

– Femen BR?

Notoriamente, o grupo de feministas FEMEN, que começou com protestos no Leste Europeu e se espalhou pelo continente, causa furor. Normalmente, são belas moças que fazem ativismo de maneira nu.

Devido a Eurocopa na Ucrânia, as ativistas estão agindo mais. Até uma brasileira que se integrou ao grupo foi presa por lá, protestando contra o turismo sexual, estando toda pelada.

Em particular, não critico o movimento. As causas são justas (não vi nenhum protesto contra bobagens, dos diversos que elas promoveram) e as ações não são violentas nem trazem prejuízos.

Sobre a Nudez?

Ora, se vê coisa pior nas novelas brasileiras… que falso moralismo seria esse?

Essas moças fazem muito mais do que pseudos-intelectuais. Parabéns a elas.

 

– Zebra Holandesa?

Ora, ora… A seleção atual Vice-Campeã Mundial, Holanda, foi eliminada da Eurocopa 2012 com 3 derrotas!

O futebol está de cabeça para baixo mesmo… Vide os rabeirinhas paulistas na Série A do Brasileirão, decidindo Libertadores e Copa do Brasil.

A grande lógica do futebol é que, às vezes, ele é extremamente ilógico.

– Walmart inclui Brasil na Lista de Países Altamente Corruptos

Notícias que entristecem: Walmart colocou em alerta seus executivos do Brasil, México, Índia e África do Sul. Motivo: o alto índice de corrupção para se trabalhar nesses países…

Extraído de: http://is.gd/Ogv9hr

WALMART INCLUI BRASIL NA LISTA DE PAÍSES COM MAIOR ÍNDICE DE CORRUPÇÃO

Congressistas americanos afirmaram que as investigações envolvendo o grupo de varejo Walmart no México levaram a empresa a rever suas políticas anticorrupção no Brasil, China, Índia e África do Sul.

Advogados da empresa apontam essas regiões como as de maior risco de corrupção em uma análise global feita pela companhia, segundo informaram os parlamentares.

O jornal “New York Times” mostrou em reportagem publicada no final de abril que a alta diretoria da rede encobriu denúncias de suborno em operações no México. A unidade mexicana do Walmart teria pago milhões de dólares em propinas para acelerar licenças de construção e ganhar outros favores.

A companhia reconheceu que está investigando alegações de suborno envolvendo operações no México e que iniciou há três meses a revisão de suas políticas anticorrupção em escala mundial, mas não forneceu detalhes sobre o plano.

Os parlamentares Elijah Cummings e Henry Waxman, ambos do partido democrata, pediram à companhia para fornecer documentos sobre essa revisão e sobre as recomendações que a rede tem feito em outras áreas.

Os dois congressistas também escreveram a Michael Duke, presidente-executivo do Walmart, para pedir que autorize testemunhas a cooperar com uma investigação do Congresso sobre as denúncias de suborno.

“Estamos cooperando com as investigações federais e auxiliando os membros do Congresso e suas equipes” disse por comunicado oficial o porta-voz do Wal-Mart, David Tovar.

– Vaidade Espanhola na Zona do Euro?

Que a Espanha está numa crise absurdamente grave, é sabido. E vem mandando sinais de que precisa que ajuda financeira tanto quanto a Grécia.

Obama já deu o recado: “vamos precisar salvar a Espanha”. Autoridades locais falam de 100 bilhões de euro. Porém, o próprio Governo nega a necessidade.

Se oferecer, a Espanha aceita a grana?

Acho que sim.

– Vida Comercial 24 horas de um Mundo Globalizado

Hoje é feriado, e estou na labuta no Posto de Combustível. Aliás, faço parte da parcela da população que não sabe o que é regrar um dia de descanso: pode ser na segunda, na quarta, ou até no domingo. Na verdade, pode ser quando der certo, ou até não ser, já que invariavelmente temos que virar dias sem parar.

Repararam que o dia comum de descanso inexiste?

Você pode, nesta 5ª feira de festa religiosa, ir ao mercado, comprar em lojas no Centro / Shopping, alugar um carro, gastar na farmácia, passear num parque de diversões… fazer quase tudo!

As indústrias não param. O comércio idem. E pela Internet, muitas outras facilidades. Escritórios de empresas multinacionais trabalham devido a negócios com outros países não cristãos. Alguns varam a noite pelo horário comercial asiático, inverso ao nosso.

É hora de respirar fundo e aceitarmos: estamos no final da era dos tempos de viver a semana comercial e descansar no sábado e domingo. Todo dia é dia de trabalho.

Como hoje encerro o expediente mais cedo (embora de pé desde a madrugada), sobrará um tempinho para curtir a família. Que tal um cineminha para se divertir e assistir Madagascar 3?

Já que vivemos full-time no trabalho, qualquer folga deve-se curtir intensamente.

Quem quer pipoca?

– Brasil Exportador X Brasil Importador

Tarso Araujo, da Revista Galileu (maio/2012, pg 32-33), trouxe uma matéria bacana sobre as exportações e importações brasileiras. Você sabia que:

O maior comprador do Brasil, hoje, é a China, representando 17,3% das exportações. Na sequência, os EUA compram 10,1% e a Argentina 8,9%. O total das exportações corresponde a US$ 256 bilhões.

Nossos principais produtos vendidos: Minério de Ferro, Petróleo, Material de Transporte, Soja, Produtos Metalúrgicos, Açúcar/álcool, Produtos Químicos, Carnes e Café (entre outros).

O maior vendedor ao Brasil, hoje, são os EUA, representando 15% das importações. Na sequência, a China vende 14,5% e a Argentina 7,5%. O total das importações corresponde a US$ 226 bilhões.

Nossos principais produtos comprados: Combustíveis (isso mesmo, também importamos alguns combustíveis, apesar de exportarmos Petróleo), Máquinas Industriais, Automóveis, Fertilizantes, Plásticos, Farmacêuticos e Instrumentos de Ótica (entre outros).

Portanto, temos 30 bilhões de superávit.

Bom?

Não… apenas razoável. Sem impostos, faríamos muito mais!

– Melhores Universidades do Mundo em Língua Portuguesa!

Há coisas boas pouco divulgadas no mundo da Educação Por exemplo: alguém já acessou o site “Veduca”?

Eu desconhecia, e fiquei surpreso positivamente. O endereço é de um portal de video-aulas, gravadas nas melhores universidades mundiais, como MIT, UCLA, Yale, Harvard, e traduzidas para o português!

De tantas coisas ruins que vemos na Internet e que são disseminadas, ainda há coisas boas que valem a pena compartilhar. Quem quiser, o endereço é: www.veduca.com.br

– Uma Péssima Declaração de quem já sofreu com o Preconceito…

Os judeus foram perseguidos e executados pela política puritana de raças de Adolf Hitler. E desse povo deve vir o exemplo à tolerância. Mas parece que alguém cometeu um grande equívoco, nesses tempos de globalização e imigração, dizendo:

A Solução é dura, mas simples: pôr todos eles na prisão, sem exceção”.

Frase de Eli Yiashai, Ministro do Interior de Israel, sobre os imigrantes africanos no país.

Não era para uma autoridade judaica ser a primeira a suportar o fato de imigrantes em seu país? Os alemães agiram por esse pensamento preconceituoso contra o próprio povo do ministro…

Lamentável.

– Dubai 2020?

Veja que bacana: Dubai vem fazendo propagandas nas principais mídias mundiais! Claro que há muito dinheiro do petróleo, e os sheiks não costumam poupar esforços quando querem algo. E o obejtivo agora é: ser sede de uma “exposição do mundo”, a Dubai 2020!

Veja se a riqueza está por lá ou não: vision.ae/business/numbers

As imagens e números das coisas mostradas impressionam! Parece que lá sobra dinheiro… Mas será que acabará tal ostentação quando o petróleo acabar?

– Globalização das “Transnacionais” da Alimentação do Brasil

Vejam só: as redes Fogo-de-Chão, Giraffas e Spoleto, junto a outras pioneiras, estão cada vez mais querendo ganhar o mundo e traçam suas estratégias de mercado. Após consistente crescimento tupiniquim, querrem EUA e Europa!

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1084172-redes-brasileiras-exportam-churrasco-e-macarrao.shtml

REDES BRASILEIRAS EXPORTAM CHURRASCO E MACARRÃO

Por Marianna Aragão

Nos próximos três anos, a rede de churrascarias Fogo de Chão pretende abrir de 10 a 12 unidades nos Estados Unidos, em cidades como Boston e Nova York.

No Brasil, os planos são mais modestos: a previsão é inaugurar apenas três lojas nesse período.

A opção pelo mercado americano reflete uma estratégia particular do grupo, que busca cidades com mais de 2,5 milhões de pessoas para instalar suas churrascarias.

Mas não só. A exemplo da Fogo de Chão, grupos como Giraffas e Trigo, dono do Spoleto, estão acelerando seus planos de internacionalização, numa demonstração de apetite das redes por consumidores de outros países.

A queda nos preços do aluguel dos imóveis comerciais após a crise e a expectativa de vender para uma população com maior poder aquisitivo explicam a estratégia.

Fundada em 1979 por dois irmãos gaúchos -e vendida integralmente em 2011 para o fundo de investimentos GP–, a Fogo de Chão já tem 18 unidades nos Estados Unidos, ante sete no Brasil.

“Identificamos 52 cidades com potencial para receber um de nossos restaurantes; somente três no Brasil”, diz o paranaense Jandir Dalberto, um ex-passador de carne que hoje é presidente da rede.

Com 360 lojas no Brasil, a Giraffas abriu sua primeira loja internacional em Miami, na região nobre de Bal Harbour, em julho de 2011. Até o fim de 2013, serão 11 lojas.

O perfil das lojas teve de ser modificado para atender o consumidor americano.

Além de mais espaçosas, as lojas têm um modelo misto de atendimento, com pedidos no caixa, mas também garçons que servem à mesa. O cardápio também sofreu alterações -há ingredientes mais nobres em saladas e em massas, segundo a empresa.

O investimento em uma loja da rede nos Estados Unidos também é maior: de US$ 650 mil (R$ 1,24 milhão), ante US$ 355 mil (R$ 675 mil) em uma franquia no Brasil.

Segundo o presidente da subsidiária americana, João Barbosa, com um tíquete médio de US$ 12 a US$ 16 (de R$ 23 a R$ 30), a companhia não compete com redes como McDonald’s e Burger King.

A fim de abrir as primeiras 11 unidades, a companhia levantou R$ 35,5 milhões com investidores brasileiros, alguns deles donos de lojas da rede no Brasil.

Para especialistas, a expansão internacional deve vir acompanhada de planejamento e estudo dos hábitos locais. “A escolha dos parceiros, sejam fornecedores, seja o próprio franqueado, é outro ponto crítico”, diz Adir Ribeiro, da consultoria Praxis.

A rede Habib’s, uma das maiores do país, teve de desistir de seus planos no México, após problemas com franqueados. Em 2006, a empresa fechou sua última loja no país -chegou a ter oito unidades mexicanas.

– Beijo na Testa não Pode em Novela

Calma, é no Oriente Médio.

Você sabia que o maior sucesso das TVs da Arábia Saudita, Omã e Kuwait é “Entre o Amor e o Passado”, uma novela escrita pelo brasileiro Daniel Ortiz, por encomenda da Rede de TV Árabe MBC, que a transmite para 22 países, além dos citados?

Uma curiosidade: lá, pelos costumes locais, certas coisas devem ser bem analisadas antes de ir ao ar. Por exemplo: foi cortada a cena em que um irmão consola a irmã com um beijo na testa. Motivo: os árabes não admitem tal intimidade fraternal…

Imaginem se as novelas brasileiras fossem transmitidas na íntegra por lá? Em especial, recordam-se de “Tieta do Agreste”?

– Eleições na França: Quem não vota pode reclamar?

O atual presidente Nicolas Sarkozy e o socialista Hollande irão para o segundo turno nas eleições presidenciais francesas. Le Pen, a candidata ultraconservadora de direita, ficou em terceiro.

Mas um número me chama a atenção: lá, o voto não é obrigatório, e tivemos 70% de abstenção nas eleições!

Ué, será que os eleitores franceses não são mais tão politizados como outrora? O número é altíssimo!

– Se a Índia pode, por que a Coréia do Norte não pode?

A Índia lançou com sucesso um míssil de longo alcance. Mas a Coréia do Norte não pode.

No conceito, ambos não testam armamentos? Por que um pode e outro não?

Claro que é uma provocação. É evidente que sei que um país tem vocação pacífica e outro à guerra. Mas, filosófica e utopicamente falando, ambos não deveriam ser impedidos de proliferar novas armas?

Claro que quem controla são os EUA. Aí, vale a lei da amizade…

– YPF estatizada por Cristina Kirchner. E aí?

Ditadores do século XXI: a Argentina estatiza a petrolífera YPF.

Os espanhóis da Repsol, donos da empresa, devem estar contente…

Com tal atitude, você investiria nos nossos hermanos?

Dona Cristina está dando um tiro no pé

– Pinga de Milho X Pinga de Cana; Obama e Dilma

Nossa presidente está em Washington para uma série de compromissos com Barak Obama. Um deles é curioso: a normatização e uso exclusivo da… pinga!

Brasil e EUA celebrarão um “acordo de denominação de produtos com origem controlada” para a cachaça e o bourbon.

Assim como a cachaça é conhecida como a aguardente de cana e a grappa é a aguardente de uva, o Bourbon é a aguardente de milho. E se baseando nos produtores de Champagne, na França, que conseguiram que somente a bebida daquela região fosse chamada de legítimo “champagne” (e os demais tiveram que se chamar espumante), o acordo prevê que a Aguardente de Cana Brasileira seja a legítima Cachaça, sendo que todas as demais aguardentes de cana produzidas em qualquer lugar do mundo não poderão usar o nome Cachaça. Isso vale para o Bourbon: se feita no Brasil, será pinga de milho; se feita nos EUA, vira Bourbon!

Acordo importante, não? Ao menos para os produtores, sim!

– Sinais dos Novos Tempos… Globalização do Futebol

Chelsea e Benfica jogaram pelas Quartas-de-Final da Liga dos Campeões da Europa, nesta semana. Deu Chelsea (que, na minha opinião, ficará no caminho, pois a tão sonhada final entre Madrid X Barcelona deverá acontecer).

Mas o fato curioso: o lisboeta Benfica não jogou com nenhum atleta português! No ano passado, o londrino Arsenal disputou uma partida sem nenhum atleta inglês, e no retrasado, o milanês Internazionale jogou sem italianos.

Ok, vivemos período de intensa globalização. Mas não é curioso que o dito time mais forte do mundo, o espanhol Barcelona, conte com jogadores revelados na catalã La Masia?

Quem está certo: o que contrata os melhores de fora ou quem cria cultura interna e os prestigia?

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– BRICS: Modelo ou Momento?

Um foto emblemática ontem, em Nova Délhi: os líderes dos países em desenvolvimento e que são a bola da vez na economia mundial, cuja sigla se formou como BRICS (as iniciais de Brazil, Russia, India, China e South Africa), de mãos dadas.

Dilma Rousseff (Brasil), Dmitri Medvedev (Rússia), Manmohan Singh (Índia), Hu Jintao (China) e Jacob Zuma (África do Sul).

Mas aí vem a grande questão: todo o planeta fala dos BRICS e quer investir neles. De repente, essas nações viraram o modelo econômico de sucesso.

Alto lá!

São países onde o grande potencial dos consumidores passou a ser explorado, mas ainda não são estados desenvolvidos, onde suas populações ainda carecem de muita atenção e bolsões de pobreza insistem em permanecer. Não são modelos econômicos, mas lugares onde o momento econômico é favorável.

Falta muito para o Brasil ser considerado nação desenvolvida. No Leblon (RJ), nos Jardins (SP) ou em muitos belos condomínios jundiaienses, parecemos Primeiro Mundo. Mas e em outras localidades espalhadas Brasil afora?