– Scolari e a Incoerência do Patriotismo

Scolari reclamou de Diego Costa ter preferido defender a Seleção Espanhola, recusando a Brasileira. José Maria Marin quer ir à FIFA protestar!

Bobagem, o jogador sergipano trabalha e mora na Espanha, era um ilustre desconhecido por aqui até se destacar, e ganhou fama no Atlético de Madrid.

O curioso é: Scolari, que reclama de Diego servir à Espanha e exalta seleções nacionais com atletas natos, foi defensor de jogadores estrangeiros em outros times. Deco e Pepe estrearam na Seleção Portuguesa por suas mãos!

Veja que discurso bem diferente Felipão tinha há exatos 10 anos (Do Globo Esporte, 20/03/2003 – http://globoesporte.globo.com/ESP/Noticia/Arquivo/0,,AA506621-4274,00.html)

SCOLARI CONVOCA DECO

O treinador da seleção de Portugal, Luiz Felipe Scolari, ignorou as críticas dos astros Figo e Rui Costa e convocou o brasileiro naturalizado português Anderson Luís de Souza, o Deco, para os amistosos do dia 29 de março contra o Brasil e 2 de abril contra a Macedônia. As partidas servem de preparação para a Eurocopa 2004 (…) “- Tenho o direito de escolher A, B ou C, pois cada técnico tem as suas idéias”. (…) Na semana passada, o treinador reafirmou a autoridade e desafiou os insatisfeitos: – Quem não quiser vir, seja homem suficiente para dizer não. Se eu escolher e houver alguém que entenda de forma diferente, tem a possibilidade de não comparecer. Tem a possibilidade de dizer que não quer jogar” – disse o técnico.

E em resposta, Deco declarou sua satisfação (em http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/sport/desporto/deco-diz-se-feliz-ao-jogar-por-portugal):

DECO SE DIZ FELIZ EM JOGAR POR PORTUGAL

Deco afirmou ontem em entrevista ao jornal espanhol ‘Marca’ que está feliz por ter optado pela selecção portuguesa em detrimento da brasileira. “Claro que poderia ter jogado pelo Brasil, mas estava em dívida com Portugal. Fui para lá muito novo e sempre me trataram bem. Tenho orgulho em jogar por Portugal”, afirmou, negando que esta opção tenha estado relacionada com o facto de ter poucas hipóteses de actuar pelo Brasil. Tenho qualidade e sei que mais cedo ou mais tarde chegaria à selecção brasileira. Hoje a jogar no Barcelona, seria convocado”. Recordando o primeiro ano em Portugal, “muito difícil”, Deco explicou que não ficou desiludido por não ter ganho a Bola de Ouro. “O Shevchenko tem mérito. Fiz coisas boas e ele também”.

E você, o que acha disso?

Aliás: o tempo muda muita coisa, como se vê na opinião de Scolari. O próprio Luís Felipe no ano passado, era criticado pelo próximo rebaixamento do Palmeiras (tanto que saiu da equipe). Depois de 8 meses venceu a Copa das Confederações e hoje concorre pela FIFA entre os 10 melhores treinadores do mundo.

O tempo é o senhor da razão, ou não?

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– As Invencionices de Platini

Michel Platini foi brilhante como jogador. E, como presidente da UEFA (e possível candidato à sucessão de Blatter na FIFA), tem mostrado algumas propostas polêmicas. Nas últimas duas semanas, duas idéias:

1- Eurocopa de 2020 com Brasil, Argentina, México e Japão: o propósito é transformar a competição europeia numa verdadeira mini-Copa do Mundo. E, nesta edição, não haveria país-sede e os jogos aconteceriam nas principais cidades do continente (e fora, dele, como Jerusalém ou Tel Aviv, já que Israel manifestou o desejo de sediar alguma partida e, apesar de asiático, é filiado a UEFA).

2 – Copa do Mundo com 40 nações: o dirigente manifestou que acha justo o aumento de vagas, a fim de democratizar mais a participação de países de todo o mundo, assegurando uma vaga direta à Oceania e o fim de repescagens.

Minha impressão particular é que Platini tenta peitar a FIFA com uma competição concorrente, ao mesmo tempo em que tenta angariar votos na próxima eleição da entidade (além da questão econômica), conquistando nações beneficiadas com novas vagas.

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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– Carne que não serve lá, serve pra cá?

E o embargo da carne brasileira da Rússia?

Nossos clientes russos resolveram não comprar mais a nossa carne, alegando irregularidades de acordo com a vigilância sanitária de lá. Até os frigoríficos locais suspensos pelas autoridades russas não se enquadrarem nas normas de saúde, não haverá transação comercial.

É claro que não se refere apenas a questões da qualidade, mas deve existir muita coisa por trás: questões políticas, comerciais e demais interesses. Vide o Japão, que é mais exigente que a Rússia e compra a nossa carne.

Fica a dúvida: a carne recusada por eles serve a nós? Está tudo em ordem?

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– Caloi agora é Canadense!

Sou do tempo em que se lia gibis da turma da Mônica e se recortava o recadinho: “Não se esqueça da minha Caloi“, para cobrar a bicicleta tão sonhada do Dia das Crianças.

Naquela época, bicicleta era: Caloi ou Monark; e a evolução: Mobilete ou Monareta.

Hoje, marcas sem fim existem por aí. E a última grande marca brasileira (e a mais antiga, ela foi fundada em 1.898) – a Caloi – foi vendida à canadense Dorel.

Sinais da Globalização, do cenário econômico ruim do país ou nada disso, apenas uma oportunidade de negócio?

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– Vitinho já se foi?

Puxa, quer dizer que o jovem Vitinho, que ganhou destaque no Botafogo-RJ nesse segundo semestre, já foi vendido ao Leste Europeu (CSKA-Moscou)? E por US$ 10 milhões?

Caramba… duas constatações:

1- Não se consegue segurar ninguém por uma boa proposta financeira.

2- O futebol da antiga União Soviética está milionário. Da onde está saindo tanto dinheiro da Rússia e da Ucrânia? Lucro com o futebol, duvido. A mim, parece ser lavagem de grana suja.

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– Sobre o quê os Estrangeiros são Aconselhados ao Viajar ao Brasil?

Muitas vezes ouvimos histórias sobre aconselhamentos a turistas estrangeiros que poderiam nos ofender.

Infelizmente, boa parte delas é verdade.

Veja, nessa matéria da Revista Época, o que o Reino Unido, EUA e Alemanha orientam aos seus conterrâneos quando eles embarcam para o Brasil. Chega a ser assustador… (embora, real)

Extraído de: http://is.gd/3lgrDy

VAI AO BRASIL? CUIDADO!

por Humberto Maia Junior

Em alertas a seus turistas, países ricos, como Alemanha e Estados Unidos, descrevem o Brasil como um lugar perigoso e desorganizado

Enquanto governos europeus pedem socorro financeiro, o Brasil empresta dinheiro ao Fundo Monetário Internacional. O risco de calote do país é considerado menor que o dos Estados Unidos, e as agências de investimento dizem que o mercado brasileiro é seguro para investidores estrangeiros. Mas, e quando, em vez de dinheiro, o assunto é o envio de turistas? Aí a situação muda. Os governos de Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido mantêm páginas na internet para orientar seus cidadãos que pensam em viajar para o exterior. Se não chegam a analisar em detalhe cada país, as listas de dicas fazem alertas aos turistas para que avaliem a segurança e os serviços locais com olhos de Primeiro Mundo. Para aqueles que planejam vir ao Brasil, a mensagem é clara: pense duas vezes antes de viajar.

O site do Ministério de Relações Exteriores da Alemanha tenta ser prático e pede que o turista reserve dinheiro para o assaltante brasileiro. “É aconselhável ter consigo cerca de € 50, em caso de rendição.” O departamento de assuntos consulares dos Estados Unidos diz que as praias brasileiras “podem ser uma ameaça à segurança dos cidadãos americanos”. A atenção, segundo os órgãos, deve começar antes mesmo do desembarque. O governo alemão diz que as malas podem se perder: “De um destino brasileiro a outro, é necessário retirar a bagagem do avião e recolocá-la – por mais que, ainda na Alemanha, seja dito que as malas acompanharão a escala feita pelo voo”. A comunicação também preocupa: “Em geral, a língua alemã não é compreendida. Também a língua inglesa, à exceção de grandes hotéis e pontos turísticos, é pouco dominada. O espanhol é compreendido parcialmente no Sul do país. É útil ter conhecimento, mesmo que rudimentar, da língua portuguesa”.

As informações contidas nesses sites repercutem. Em maio e junho, a página americana sobre o Brasil teve quase 55 mil acessos. Caio de Carvalho, presidente da SPTuris, lembra que, quando fazia parte do conselho executivo da Organização Mundial do Turismo (UNWTO, da sigla em inglês), no final da década de 1990, esses sites eram conhecidos como “livros negros do viajante” pelo rigor com que retratavam os destinos. “De certa forma, são considerados exagerados”, diz. O governo britânico discorda da percepção de exagero. Afirma que atualiza as informações do Brasil pelo menos uma vez ao mês, com relatos dos consulados e acompanhamento dos jornais locais, o que resulta em uma descrição atualizada. Hoje os britânicos são aconselhados a não aceitar notas manchadas de tinta rosa. O serviço americano lembra a derrubada de um helicóptero da polícia no Rio de Janeiro, em 2009, e a invasão de um hotel cinco estrelas na Praia de São Conrado em 2010. Diz que bueiros podem explodir e que, em junho, dois americanos foram gravemente queimados num acidente em Copacabana. Segundo o governo britânico, as informações contidas em seu site são usadas pela indústria do turismo e podem até alterar valores de seguros de viagem. “Sabemos que nossas advertências podem ter o efeito de desestimular viagens, negócios e relações políticas, mas não deixamos isso influenciar os conselhos que damos”, afirma o site do escritório britânico.

Há preconceito contra países menos desenvolvidos? Difícil dizer, já que tais sites parecem rigorosos com nações ricas ou pobres. O americano, por exemplo, recomenda que turistas evitem usar o trem metropolitano de Paris para o Aeroporto Charles de Gaulle, nos arredores da capital francesa, por risco de assalto. Os EUA fizeram uma relação de 33 lugares menos recomendáveis no mundo, que inclui México e Colômbia. O Brasil não figura na lista.

A edição 2011 do Relatório de Competitividade de Viagens e Turismo, elaborado pelo Fórum Econômico Mundial, classificou o Brasil como o 52º lugar mais atraente num total de 139. O país ficou em primeiro lugar no quesito recursos naturais, mas apenas em 75º em segurança. A situação já foi pior. Em 2008, o país era o 128º nesse quesito. “Não podemos negar a imagem de intranquilidade, mas podemos mostrar o que estamos fazendo para melhorar”, afirma Antonio Pedro Figueira de Mello, secretário de Turismo do Rio de Janeiro. Para um país que deseja usar a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016 como vitrines para atrair o mundo, melhorar não basta. O Brasil ainda precisa ser e parecer mais seguro para que o turista estrangeiro possa vir, passear e gastar sem medo.

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– Há 20 anos nascia o Celular (no Brasil…)

Veja que interessante: a Telesp Celular começava a operacionalizar o telefone celular, 20 anos atrás.

Eu me lembro bem: era caríssimo. Assinatura de 40 dólares, fora o custo das tarifas (realizadas e recebidas)!

Olha o Estadão da época, do dia anterior ao início das atividades:

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– Lápis e caneta contra Ditadores!

Malala Yousafzai é a menina paquistanesa que lutou contra o Talebã pois queria… estudar! Ela se destacou pelo engajamento da educação das mulheres árabes frente ao fanatismo religioso. E disse:

Os extremistas tem medo do lápis e da caneta”.

Pra mim, não só os extremistas. Os governantes também!

Olha só que bacana sua história, extraída de: http://is.gd/mp0V4m

MALALA: EDUCAÇÃO EM PRIMEIRO LUGAR

Malala Yousafzai mora em Mingora, Paquistão. Em 2012, na época com 14 anos, a garota levou um tiro na cabeça dentro de um ônibus durante um atentado do Talibã. O caso e a menina ganharam a atenção do mundo.

Depois de várias intervenções cirúrgicas e de um longo período de recuperação, no último dia 12, Malala falou em público pela primeira vez, diante de uma audiência mundial, no plenário da ONU, em Nova York. O discurso é uma preciosidade sobre a importância da Educação.

Era o dia do seu 16º aniversário. O dia 12 de Julho passou a ser chamado de Dia da Malala. Segundo os institutos de ajuda humanitária, o Paquistão ainda é um dos países com o número mais baixo de alfabetização e matrícula de meninas.

Agora, Malala está divulgando uma petição global pedindo ação urgente para garantir às crianças o direito de frequentar a escola em segurança. A petição foi lançada com o apoio do enviado especial das Nações Unidas para Educação, Gordon Brown. Qualquer pessoa pode assinar o documento, disponível na internet.

Ontem, um dos comandantes do Talibã, Adnan Rashid, divulgou uma carta aberta onde demonstra arrependimento pelo ataque que quase tirou a vida de Malala. No entanto, ele não pede descupas nem parece ter mudado um milímetro em suas convicções. Aconselhou a menina, que hoje vive na Inglaterra, a voltar para o Paquistão, matricular-se numa escola de cultura islâmica e se dedicar a divulgar o islamismo.

Pelo jeito, Rashid e o Talibã não souberam ouvir o precioso discurso de Malala. Vale a pena.

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– Brasil tem o 5o maior preço de Big Mac do Mundo

Existe um parâmetro econômico mundialmente conhecido como “índice BigMac”. É o poder de compra calculado com base no tradicional no1 do McDonalds (o combinado lanche + batata frita + refrigerante). Tal indicador é muito respeitado, e mostra uma curiosidade: através dele, dá para saber que o poder de compra do brasileiro é menor que em 52 países, apesar da valorização da nossa moeda.

Curiosidade: aqui, em média o combo custa US$ 5.28. Nos EUA, US$ 4,56 (e a renda deles é bem maior que a nossa). Na Índia, só R$ 1,50 – e com a mesma receita).

Abaixo:

Extraído de: http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2013/07/12/brasil-tem-quinto-big-mac-mais-caro-do-mundo/

BIG MAC DO BRASIL É O QUINTO MAIS CARO DO MUNDO

Por Gustavo Santos Ferreira

O Brasil tem o quinto Big Mac mais caro do mundo – informou nesta sexta-feira a revista The Economist, responsável por divulgar semestralmente o chamado Índice Big Mac. O lanche vendido aqui só é mais barato do que na Suécia, na Suíça, na Venezuela e na Noruega.

O ranking da revista inglesa ajuda a medir, a partir do preço praticado nas vendas do carro-chefe do McDonald’s em 57 economias, quanto uma moeda está sub ou sobrevalorizada em relação ao dólar.

Por aqui, o sanduíche é vendido por US$ 5,28 (R$ 11,99); nos Estados Unidos, por exemplo, sai por US$ 4,56 (R$ 10,35).

Em dezembro, com o dólar comercial cotado a R$ 2,05, o Big Mac no País era 30% mais caro do que para o consumidor americano. Agora, passados mais de 6 meses e com uma depreciação do real em relação ao dólar superior a 11%, essa diferença caiu para 16%. Na prática, significa que a moeda brasileira, mesmo em franca desvalorização em 2013, prossegue bastante sobrevalorizada quando comparada ao dólar.

(Para que fosse calculado o Índice Big Mac do Brasil no primeiro semestre deste ano, foi considerado o dólar comercial cotado a R$ 2,27.)

Além disso, conclui-se que o dinheiro nas mãos do consumidor do Brasil tem poder de compra menor do que o das moedas que circulam em 52 países em que o Big Mac é mais barato.

Sim, porque a questão não é apenas cambial – vale lembrar. A partir desse índice, pode-se mensurar o alto custo Brasil de um modo geral.

Ora, o Big Mac é comercializado em qualquer lugar do mundo, certo? E é também em qualquer ponto do globo feito com os mesmo ingredientes, seja em São Paulo, Tóquio, Moscou ou Nova Deli – a capital da Índia, por sinal, onde boa parte da população não come carne, tem o lanche mais barato: US$ 1,50.

Nessas condições, ao analisarmos os preços do Big Mac em 57 países, temos boa noção de custos de produção pelo mundo. Ou seja, embora o câmbio importe muito, entram na conta ainda inflação, impostos, gastos com energia, mão de obra e demais tantos fatores peculiares de cada economia – que, no caso da brasileira, estão lá no alto.

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– A Troca de Treinadores na Europa

Aqui no Brasil, se o time vai mal, troca-se o treinador. É cultural!

Mas veja que interessante: seja por resultados, doença ou aposentadoria, na Europa nunca tivemos tantas trocas numa mesma temporada com equipes de peso.

A temporada 2013/2014 verá novos técnicos no: Manchester City, Manchester United, Chelsea, PSG, Bayern, Real Madrid e Barcelona!

Só time bom e com muito dinheiro.

E na praça, continuam a disposição aqui no Brasil: Muricy Ramalho, Celso Roth, Vanderlei Luxemburgo, Emerson Leão, entre outros.

Não dá para renovarmos nossos treinadores também? Aliás: nenhum brasileiro de peso consegue emplacar na Europa. Quais seriam os motivos?

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– A Invasão Neymar

Fenômeno em campo, fenômeno dos cartórios bolivianos!

Daqui a 17 anos, a maioria dos homens daqui se chamará Neymar

Palavras do diretor do Serviço de Registros Cívico de La Paz, na Bolívia. Dois em cada dez meninos nascidos na Bolívia levam o nome em homenagem ao brasileiro.

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– Facepopular: o Facebook Popular da Argentina

Ousado: assim é o Facepopular, que quer ser a maior rede social da América Latina e desbancar o Facebook. Sediado na Argentina, ele quer crescer. Mas há algumas curiosidades engraçadas. Veja:

Extraído de: http://tecnologia.terra.com.br/america-latina-tera-rede-social-que-critica-e-imita-facebook,b142fb8609ecf310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html

AMÉRICA LATINA TERÁ REDE SOCIAL QUE CRITICA E IMITA FACEBOOK

Uma nova rede social está sendo criada na Argentina com objetivo de fazer frente ao Facebook e se tornar a principal ferramenta de intereção social na América Latina.

O Facepopular, em que “face” não significa rosto, mas “Frente Alternativa Contra o Establishment”, tem uma postura crítica em relação ao “establishment” Facebook, que lhe serviu de inspiração.

A rede social, que espera ser um competidor direto do Facebook, conta com servidores localizados na Argentina e seu lançamento, esta semana, coincide com os planos de criação da mega rede de fibra ótica que a União das Nações Sul-Americanas (Unasul), da qual o Brasil faz parte, está desenvolvendo para toda a região.

O Facepopular é o produto-estrela da Red Popular, grupo de mídia que reúne rádio, TV e sites na internet, cujo objetivo é servir de plataforma de integração tecnológica para os países da Unasul e da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos, Celac, da qual o Brasil também é membro.

E seus criadores são otimistas: esperam que o Facepopular se torne a rede social mais predominante na América Latina no prazo de um ano.

EMOPERONES EM VEZ DE EMOTICONS

Em termos conceituais, o Facepopular tem muitas aplicações, opções e botões semelhantes ao Facebook. Mas há também diferenças. Em vez de emoticons (caracteres tipográficos que expressam emoções), há “EmoPerones” e seus usuários podem enviar uma “Evita”, um “Perón” ou até um “Bolívar”, em alusão aos ícones da política latino-americana.

Os hambúrgueres, por sua vez, serão substituídos por choripanes, sanduíches argentinos feitos com chouriço. Outra diferença em relação ao site é que o Facepopular não tem limite de amigos.

Também contará com um botão de “Não Curtir” e com uma seção denominada “O indesejável da semana”. O Facepopular quer desbancar o Facebook, mas clonando suas ideias para adaptá-las a uma versão latino-americana.

Em sua declaração de princípios, seus idealizadores dizem que o objetivo do Facepopular é “gerar um canal de comunicação e interação comunitária sem as arbitrariedades e modelos de imposição de outras redes sociais desenhadas e operadas fora da América Latina por corporações multinacionais”.

“É uma rede latino-americana, para hispanófonos, pensada e concebida segundo nossos próprios parâmetros e padrões”, diz em sua página na web.

CONDENAÇÕES

O tom embarca na onda de condenações que se espalhou pela região após a revelação do escândalo de espionagem dos Estados Unidos, que teriam espionado milhões de mensagens de e-mail em vários países, inclusive no Brasil.

“Esperamos superar a marca dos 100 mil usuários no final de semana”, disse Pablo Lenz, um dos fundadores da rede social, em entrevista à televisão local. “Vamos incorporar um quarto servidor porque não vamos dar conta”, acrescentou Lenz.

No entanto, no dia de seu lançamento, o Facepopular contava com 400 usuários, segundo informações publicadas nos meios de comunicação locais. E ao encerramento desta matéria, não era possível se increver na rede social.

Diante das várias semelhanças com o Facebook, que vão desde a tipografia até as mais variadas funções, a BBC Mundo contactou a rede social para saber sua opinião a respeito do lançamento do Facepopular e se haviam comentários sobre direitos autorais.

“Estamos analisando. Não temos comentários a fazer neste momento”, respondeu à BBC Mundo Alberto Arébalos, chefe de comunicações para América Latina do Facebook por e-mail.

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– Mandela morreu e depois não morreu…

Na preocupação em ser rápido para dar as notícias, um ou outro meio de comunicação pode cometer gafes. Me recordo da morte de Mário Covas. Dias antes, li a noite no UOL: “Morre Mário Covas“. Mas ele não tinha morrido! A matéria contando sua morte estava pronta, e foi errada ao ar. Depois de 10 dias ele faleceu…

Na última quinta-feira, a “Voz do Brasil” divulgou que Nelson Mandela havia morrido. Só que até hoje ele está internado… O problema, agora, é outro: a boataria das redes sociais. Quer um exemplo? A morte de Roberto Bolaños, criador e intérprete do Cháves. Vira-e-mexe aparece na Internet que ele morreu, sem ter ainda batido as botas!

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– O Big Brother do Povo Americano

O presidente Barack Obama confirmou: a agência de inteligência dos EUA realmente faz escutas telefônicas e leitura de e-mails da população americana, precavendo-se contra atentados terroristas.

Primeiro, a arapongagem começou com as empresas de telefonia. Em 2007, o Yahoo e o Hotmail permitiram que as autoridades tivessem acesso às caixas de e-mails dos seus clientes. Em 2009, o Google resolveu colaborar com o Governo e liberou seus dados também. Em 2011 o Facebook abriu as portas dos seus provedores e no ano passado, a Apple.

Ou seja: a espionagem atinge toda a população. Eles vasculham a vida de quem eles quiserem.

Por lá, fica o debate: ação inteligente e necessária para se evitar ações de grupos radicais, ou invasão de privacidade?

Aliás, o próprio Obama disse que ataques cibernéticos em diversas partes do mundo são promovidos ou evitados graças a essa ação. Mas e aqui no Brasil, será que tem alguém nos ouvindo e lendo nossas mensagens, sem que saibamos?

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– Um mundo que precisa mais de Paz!

Independente da crença que você, leitor, tenha, é certo que precisamos de um mundo mais solidário, pacífico, humano.

Seja católico, evangélico, judeu, muçulmano, ateu, agnóstico… não importa. A diversidade de credos / não-credos vê o mundo se esfacelar em guerras, sejam externas ou internas.

Os atentados em Boston, as ameaças norte-coreanas, ou ainda a violência urbana no Brasil mostram que se perdeu o valor e o respeito à vida.

Como resolver?

Sei lá. Só sei que, se amássemos mais uns aos outros, nada disso aconteceria. Mesmo num mundo tão heterogêneo de culturas/ comportamentos, a paz é possível!

Curioso: no Evangelho de hoje, Cristo nos lembra: “amaivo-os uns aos outros como eu vos amei“.

É isso que falta ao mundo: paz!

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– Fatos Comuns que se Tornam Graves Crimes no Oriente Médio

Olha que matéria curiosa: a Revista Superinteressante trouxe 8 fatos corriqueiros para nós do Ocidente, mas que são crimes / pecados gravíssimos em alguns países árabes. Compartilho:

8 coisas do seu dia-a-dia que são proibidas em países islâmicos radicais

Carolina Vilaverde 28 de setembro de 2012Em setembro de 2011, a história de Kainat Soomro comoveu o mundo. A paquistanesa de 17 anos foi sequestrada, estuprada por 4 homens e, por pouco, não teve que morrer para lavar a própria honra. É que, segundo a tradição islâmica, mulheres que fazem sexo antes do casamento trazem vergonha para a família e devem ser punidas com a morte. Mas a família de Soomro enfrentou a tradição. O resultado: eles foram perseguidos, receberam ameaças de morte e tiveram a casa atacada.

Casos como esse reforçam a polêmica em torno do islamismo no ocidente. Claro, nem todas as nações islâmicas são tão radicais. Mas casos extremos e fundamentalismo existem em qualquer lugar e religião. Aqui, mostramos coisas que são comuns no seu dia-a-dia, mas que seriam condenáveis em países muçulmanos conservadores:

1. Acessar a internet livremente

Muçulmanas no computador

Você que passa horas navegando na web e adora falar mal do governo pelo Facebook, jogue as mãos para o céu e agradeça por morar no Brasil. Durante o regime de Hosni Mubarak, o Egito não censurou diretamente a internet, mas manteve seus principais blogueiros e críticos do governo sob constante vigia. Mubarak caiu, mas a prática continua. Pessoas têm sido perseguidas, ameaçadas e até presas por criticar os rumos do país na web, segundo um relatório do Reporters Without Boarders de março de 2012.

Outro país com restrições é o Irã. No começo do ano, quando a Revolução Islâmica completou 33 anos, o acesso a contas de e-mail e redes sociais foi cortado. Havia boatos de que protestos contra o governo estavam sendo organizados na época. No dia 25 de setembro, vários jornais internacionais divulgaram que o país parece já ter as bases técnicas para criar uma rede online nacional. Os iranianos teriam, então, sua própria rede de internet, separada da web que o resto do mundo usa. E isso, obviamente, só aumentaria o controle sobre as informações que podem ser acessadas no país.

2. Beber cerveja

Várias passagens do Alcorão afirmam que todos os produtos intoxicantes são proibidos. Por isso, países como Líbia, Irã, Paquistão e Arábia Saudita tornaram as bebidas alcoólicas ilegais. Na Arábia Saudita, você só conseguirá consumir álcool se for um diplomata estrangeiro. Ou se arranjar uma garrafa com um contrabandista. Há décadas, os líbios só conseguem beber cerveja ou vinho assim: comprando no mercado negro. E no Irã, onde o mais comum é produzir a própria cerveja em casa, a punição para quem é pego bebendo não é nada leve: são 80 chicotadas.

3. Namorar

Muçulmanos não podem ter nenhum tipo de intimidade com pessoas do sexo oposto de fora da família antes do casamento. Nada de tirar um tempo para conhecer melhor o pretendente, nada de criar intimidade antes do casório. A escolha do marido ou esposa segue o padrão do Islã: é a família quem decide, depois de muito planejamento e ponderação, sem estar sob o efeito da agitação dos hormônios dos jovens.

Apesar de “mortes por honra” serem ilegais na Arábia Saudita, quase não há condenação a esse tipo de assassinato. No Paquistão, as coisas melhoram um pouco: sexo fora do casamento não é mais punido com a morte, mas com uma prisão de até 5 anos. No Irã, uma pessoa solteira que fizer sexo pode levar 100 chicotadas.

4. Dirigir carros (se for mulher)

Em setembro de 2011, as mulheres da Arábia Saudita conquistaram um direito básico: o de poder votar e concorrer às eleições locais pela primeira vez. Não que a gente possa se gabar. Mulheres brasileiras só puderam votar em 1932. Agora, as sauditas tentam quebrar outra barreira para sua independência: poder dirigir um automóvel.

No ano passado, Manal al-Sharif, de 32 anos, foi presa apenas por ter divulgado um vídeo em que dirigia. Outra mulher, identificada apenas como Shema, foi condenada a 10 chicotadas por ter desrespeitado a ordem de não dirigir. Essa restrição é feita pelos religiosos muçulmanos. E o mais chocante é que não existe uma lei escrita que proíba a ação no país. Mesmo assim, as punições contra quem descumpre a regra são feitas de forma oficial, como a prisão de Manal.

5. Viajar desacompanhada (se for mulher)

Nos Emirados Árabes, um país mais liberal, as mulheres podem dirigir. A proibição fica por conta das passageiras. Uma moça só pode pegar um táxi sozinha em Dubai se outra estiver ao volante. Na Arábia Saudita, as mulheres sofrem diversas restrições: não podem escolher as próprias roupas, não têm direito sobre o próprio corpo e não podem viajar sem a permissão do marido ou pai. Esta última regra é tão rígida que está afetando até estrangeiras que chegam ao país. Quase mil peregrinas muçulmanas vindas da Nigéria foram detidas esta semana pelas autoridades sauditas por estarem sem acompanhantes. As mulheres, que tinham como destino a cidade de Meca, estão sendo ameaçadas de deportação.

6. Raspar a barba

Se você é do tipo que reclama sempre que tem que fazer a barba, pense duas vezes na próxima vez. Em alguns países islâmicos, a prática é reprovada e pode gerar até perseguições religiosas. Segundo algumas interpretações do Alcorão, o ato de raspar a barba é pecado. No Egito, religiosos muçulmanos que seguem essa linha estão em uma campanha informal para convencer os barbeiros a deixar de oferecer o serviço. O barbeiro Bahaa Shaaba contou ao siteEgypt Independent que seu estabelecimento foi invadido por homens que lhe acusaram de pecador e disseram que ele pagaria por isso no dia do julgamento.

Depilar o rosto ou arrancar os pelos que estão sobrando também não é de bom tom. Mas, se depender de alguns barbeiros, a prática deve continuar. “Para ser honesto, ficamos com medo de ir para o inferno e paramos de barbear as pessoas durante uma semana. Então, percebemos que íamos falir, e voltamos a fazer o serviço”, disse Shaaban.

7. Ler o livro que você quiser


“A imprensa é livre para expressar sua opinião, desde que ela não seja contra a fundação do Islã ou dos direitos das pessoas, e a lei vai explicar os detalhes”. Esse é o artigo 24 da Constituição da República Islâmica do Irã. Na prática, esses detalhes proíbem, entre outras coisas, qualquer obra que crie uma atmosfera de perda dos valores nacionais ou de valorização da cultura ocidental.

Você já sabe o que aconteceu depois: diversos livros foram banidos do Irã. Entre eles, alguns best-sellers, como “O Código da Vinci”, de Dan Brown, e algumas publicações políticas importantes como “O Contrato Social”, de Jean-Jacques Rousseau. Além disso, escritores conceituados, como Gabriel García Márquez e seu livro “Memória de Minhas Putas Tristes”, estão banidos. Ah, “O Zahir”, do brasileiro Paulo Coelho também está na lista dos proibidos.

8. Ser gay, lésbica ou bissexual

Mesmo com todo o preconceito que ainda existe com os homossexuais no mundo ocidental, ainda estamos na frente de muitos países islâmicos neste tema. O Islã deixa sua posição sobre o assunto bem clara: a homossexualidade é proibida.  As explicações variam. Alguns afirmam que isso distorce a ordem natural na qual Deus criou os seres humanos. Outros dizem que isso leva à destruição da família e da instituição do casamento. As duas justificativas se parecem bastante com o argumento dos religiosos cristãos contra os gays. Mas pode ser pior.

No Líbano, onde a homossexualidade é ilegal, 36 homens foram presos e torturados porque estavam em um cinema pornô-gay no começo de agosto.  No Afeganistão, a orientação sexual também dá cadeia. Sudão e Arábia Saudita têm pena de morte para a os gays. Mahmoud Ahmadinejad, presidente do Irã, onde também há a pena de morte nesses casos, declarou em entrevista a CNN nesta semana que a homossexualidade é “um comportamento muito desagradável” proibido por “todos os profetas de todas as religiões e todas as fés”.

– Como o Brasil é lembrado no Exterior

Quais seriam os atributos mais lembrados, positivamente ou negativamente, do nosso país no Exterior?

Pesquisa da Fundação Dom Cabral trouxe as qualidades e os defeitos atribuídos à imagem do Brasil pelos estrangeiros. Veja:

– DESTAQUES POSITIVOS:

Alegria do povo, hospitalidade, simpatia, clima, natureza, paisagem, geografia, praia do sol, comida, bebidas, frutas, mulheres.

– DESTAQUES NEGATIVOS:

Violência, Criminalidade, Assalto, Pobreza, Desigualdade, Insegurança, Favela, Trânsito.

Eu concordo com todos eles. E você?

– Caridade na Verdade

O Papa Emérito Bento XVI, tempos atrás, resolveu falar sobre fé, economia e globalização. Foi muito bem! Na sua carta aos católicos, intitulada “Caridade na Verdade” disse algumas coisas interessantes. Por exemplo:

A economia necessita de ética para funcionar corretamente. Não qualquer ética, mas a que tenha o ser humano como figura central. (…) A globalização não é, a priori, nem boa nem má. Será o que fizermos dela (…). O lucro é útil se serve como meio para um fim, mas quando o lucro se torna meta exclusiva (…) surge o risco de destruição e pobreza.”

Sábias palavras. Alguma mentira aqui?

– Irã Imoral com excesso de Moralidade

E os absurdos de um país de ditadores?

Quer exemplo?

Na festa da transmissão do Oscar, Michelle Obama (a primeira dama dos EUA) apareceu com os ombros à mostra. Mas na TV do Irã, ela estava com uma roupa bem mais comportada!!!

Ô gente antidemocrática… Veja:

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– Estudo da ONU mostra: Baixa Natalidade pode acabar com Países!

Um estudo sobre as populações das Nações Unidas em 2011, divulgado na “The Economist”, mostrou que o envelhecimento da população pode ser fatal para a sobrevivência de algumas nações. Os países estão envelhecendo e não nascem indivíduos na mesma proporção do que morrem.

Exemplos?

Na Bósnia, há em média 0,5 filho por casal. Nesse ritmo, “zeraria” a população local no ano 2.560. Em Portugal, a taxa é de 0,6 e na Romênia 0,7. São países onde se vê muitos velhinhos e poucas crianças…

No Brasil? Calma, segundo o mesmo estudo, com nossa taxa de quase 1 filho por casal, deixaremos de procriar em terras tupiniquins para lá do ano 5.000…

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– Yes, Rum não é Cachaça!

Ufa! Depois de muito tempo brigando com os EUA, uma vitória da pinga brasileira!

A nossa Aguardente era classificada como Rum, sofrendo com isso uma alta carga de impostos. Alguns chamavam a bebida pura pelo nome de Caipirinha. Mas, enfim, os americanos aceitaram a classificação como “Cachaça”.

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/113073_EUA+RECONHECEM+A+CACHACA+COMO+BEBIDA+BRASILEIRA

EUA RECONHECEM A CACHAÇA COMO BEBIDA BRASILEIRA

Por Carla Jimenez

Depois de anos de negociações, a Tax Tariff Bureau, divisão responsável pela regulamentação tarifária de produtos comercializados nos Estados Unidos, chancelou a classificação da aguardente brasileira como “cachaça”, abandonando o rótulo improvisado pelos importadores estrangeiros de “rum brasileiro”.

Segundo Ricardo Gonçalves, diretor superintendente da Cia Muller de Bebidas, que fabrica a caninha 51, o Brasil tentava o reconhecimento nos Estados Unidos, com apoio de entidades, desde o ano 2000. “Agora, só as bebidas destiladas no Brasil terão essa denominação”, diz Gonçalves, que também é presidente do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe).
 
O reconhecimento da bebida brasileira era esperada desde que a presidenta Dilma Rousseff visitou o presidente Barack Obama, em abril do ano passado. Na ocasião, ficou acertado que os americanos certificariam a ‘branquinha’, e o Brasil fariam o mesmo para o bourbon, o uísque americano.
 
Hoje o Brasil exporta, globalmente, apenas US$ 14 milhões em cachaça. Com a nova denominação, há oportunidades de aumentar esse número, avalia Cesar Rosa, presidente das Indústrias Reunidas de Bebidas, que produz a Velho Barreiro. “Este foi um grande passo, mas é apenas o primeiro”, diz Rosa. “O setor ganha mais força para ganhar a denominação oficial da cachaça em todo o mundo, a partir de agora.”

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– Nomeando e dando sentido às Marcas: o desafio das empresas na China

Que tal tomar um ‘sabor divertido’, correr com um ‘passos rápidos’ e escovar os dentes com ‘limpeza superior’?

Tá sentindo falta do nome das marcas?

Na China, a moda agora é encontrar nomes cuja fonética e significado sejam agradáveis aos consumidores. A dependência do uso de ideogramas é o motivador, somado à necessidade de encontrar um resultado adequado para o comércio. Além, claro, do fato de que lá as marcas tem que ser nomeadas.

Por exemplo: em alguns países orientais, os nomes das pessoas se referem as qualidades desejadas. Ninguém se chama “Daniela” ou “Patrícia”, mas “Flor Reluzente” ou “Água Pura”.

Assim, as empresas vivem a febre da sonorização ideal. Lá, a Coca-Cola desenvolveu um ideograma para nomear sua marca cujo som é: Kekoukele, que na tradução seria ‘sabor divertido’. A Rebook: Rui bu (passos rápidos). Colgate: Gao lu jie (limpeza superior). Citibank: Hua qi Yinhang (bamco da bandeira de listras e estrelas). Pentium: Bem teng (galopando).

A Microsoft teve que tomar certos cuidados. O buscador Bing, por exemplo, significava ‘defeito e vírus’. Virou Bi Ying, com o significado ‘responde sem falhas’.

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– Fusão da US Airways com a American Airlines cria a maior aérea do Mundo.

Depois da falência da PanAm, a maior de todas, há muito tempo os EUA ficaram longe do posto de “país com a maior empresa aérea do mundo”.

Agora, uma gigantesca empresa nasce: AA + US Air!

Extraído do Wall Street Journal: http://online.wsj.com/article/SB10001424127887323478004578304584086018110.html

FUSÃO É VITÓRIA PESSOAL PARA LÍDER DA US AIRWAYS

Por SUSAN CAREY e MIKE SPECTOR

A fusão da controladora da American Airlines, a AMR Corp., com a US Airways Group Inc. dá o toque final à remodelação do setor aéreo dos Estados Unidos. Para o homem que articulou o negócio, Doug Parker, diretor-presidente da US Airways, a fusão representa um triunfo pessoal, depois de anos tentando sem sucesso unir sua empresa aérea de médio porte a uma maior.

Os conselhos de administração das duas empresas se reuniram separadamente na tarde de quarta-feira e aprovaram a transação de troca de ações, que dá aos credores da AMR 72% da companhia combinada e aos acionistas da US Airways o restante, segundo pessoas a par do assunto. A fusão, se aprovada pelo juiz encarregado do processo de recuperação judicial da American e pelos reguladores de proteção da concorrência dos EUA, criará uma companhia com valor de mercado próximo de US$ 11 bilhões e a maior do mundo em tráfego, preencherá lacunas na rede atual de rotas da American e tirará a US Airways de perigo.

A fusão foi formalmente anunciada ontem de manhã.

Parker lutou persistentemente por mais de um ano contra a resistência do diretor-presidente da AMR, Tom Horton, seu velho amigo e rival, e acabou convencendo os diversos credores da AMR de que uma fusão criaria uma aérea mais forte e traria mais valor aos acionistas do que o plano da American de sair da recuperação judicial como uma empresa independente. Parker vai comandar a nova companhia como diretor-presidente, relegando Horton à função de presidente não-executivo do conselho de administração. Ambos têm 51 anos de idade e começaram suas carreiras no setor aéreo no departamento financeiro da American, em meados da década de 80.

Horton, um executivo elegante e corredor de longa distância que passou toda sua vida profissional na American, somente tornou-se diretor-presidente da AMR no dia em que a empresa pediu concordata, no fim de 2011. Ele trabalhou duro para reestruturar a companhia, reduzir despesas e reativar a melhoria de produtos. Ele liderou a campanha de renovação da marca que a empresa lançou no fim de janeiro. Mas, sob os termos do acordo, não será ele quem vai tornar a American viável de novo. Esta honra caberá a Parker.

Parker já havia orquestrado uma fusão antes, a da America West Airlines com a US Airways, em 2005, quando esta última saía de sua segunda concordata. O negócio foi um presságio para uma onda de consolidações que levou três outras grandes aéreas a encontrar parceiras.

O casamento entre a American e a US Airways representaria um desafio muito maior. A American é quase duas vezes maior que a US Airways em tráfego, mas seria administrada pela diretoria da empresa menor.

E fusões podem ser complicadas, como Parker sabe muito bem. A US Airways sofreu um colapso nos seus serviços em 2006, quando mudou seu sistema de reservas, e seus dois grupos de pilotos estão às turras há anos.

Convencido de que a consolidação é o caminho para um setor mais estável, o diretor-presidente continuou procurando uma nova parceira, uma busca que trouxe sua dose de humilhações, mas também lições preciosas.

Parker fez uma fracassada oferta hostil pela Delta Airlines Inc. em 2006, quando esta companhia estava em processo de recuperação judicial. E a US Airways foi duas vezes esnobada pela United, a qual acabou decidindo se juntar à Continental em 2010 para formar a United Continental Holdings Inc. Quando aquela fusão foi anunciada, Jeff Smisek, o diretor-presidente da Continental, disse que queria que a United escolhesse a sua aérea, “a bonita”, ao invés da US Airways, “a feiosa”.

Quando a AMR pediu concordata, Parker e sua equipe reconheceram que era a última chance de fazer um grande negócio ou correr o risco de ser marginalizada. Em janeiro de 2012, a US Airways manifestou publicamente o seu desejo, contratou um banco de investimento e consultores jurídicos e começou a promover a ideia para Wall Street e quem mais estivesse disposto a ouvir.

Foi um tiro no escuro. No começo, a AMR não mostrou nenhum interesse, preferindo cortar custos na recuperação judicial e então ressurgir como uma aérea independente. Mas Parker angariou apoio. Os credores da AMR exigiram que Horton considerasse uma fusão como alternativa ao plano de reestruturação da companhia, de modo que os credores pudessem escolher o negócio que trouxesse mais valor.

A mensagem da US Airways também agradou os sindicatos da American. Frustrados com anos de concessões e discussões trabalhistas emperradas, eles se entusiasmaram com a possibilidade de uma nova administração e cortes menos drásticos nos salários. Em abril, os três sindicatos alardearam seu apoio à fusão, uma vitória para Parker sobre Horton e sua equipe.

Sob a pressão contínua dos credores da AMR, a American abriu as portas para o negócio em maio, ao assinar um acordo para explorar possíveis cenários de consolidação. Em julho, Horton disse a credores que, diante da melhora nos resultados financeiros da American, fazia sentido avaliar opções de fusão.

Horton mudou de opinião em meados do ano passado depois de analisar o plano da US Airways, disse Thomas Roberts, um sócio da área de fusões e aquisições da firma Weil, Gotshal & Manges LLP, que está cuidando da concordata da AMR. “Ele é realmente bom para enxergar o que os números estão dizendo” e reconheceu que uma fusão criaria mais valor do que um plano independente, disse Roberts.

As duas áreas começaram a negociar seriamente e a trocar informações privadas em setembro. Em novembro, a US Airways fez sua segunda oferta: os credores da American ficavam com 70% da empresa combinada e os acionistas da US Airways com os outros 30%, com Parker no comando como diretor-presidente e presidente do conselho. “Durante toda a minha carreira eu me preparei para este momento”, disse Parker na época a um comitê de credores.

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– Custo da Gasolina dos EUA e do Brasil

Essa vem da Revista Veja desta semana (Ed 13/02/2013, pg 51). Na Matéria intitulada “Um Mau Exemplo“, por Marcelo Sakate, há a conta da composição dos Preços da Gasolina nos Estados Unidos e aqui no Brasil.

Veja que absurdo: na terra do Tio Sam, em reais, o preço pós-refino é de 1,52 (no BR – 1,37). Porém, lá se paga de impostos 0,26 (no BR – 1,00!). Somando-se os Custos de Distribuição e Revenda, nos EUA o valor é de 0,22 (no BR – 0,43).

Assim, o custo da Gasolina em média no nosso país é de R$ 2,80, sendo que nos EUA é de R$ 2,00. Mas lembre-se: eles tem uma renda per capita 3 vezes maior que a nossa…

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– AB Inbev barrada pela Justiça Americana

Vejam só: o apetite dos donos da Ambev é insaciável. A Cervejaria, dona da Bhrama, Budweiser e outras dezenas de marcas, quer realmente o mundo. Agora, tentou comprar a cervejaria mexicana Corona,. mas a Justiça dos EUA não permitiu.

Entenda, extraído de: http://istoe.com.br/reportagens/274125_UM+BRASILEIRO+NA+MIRA+DOS+EUA

UM BRASILEIRO NA MIRA DOS EUA

Departamento de Justiça americano bloqueia compra de cervejaria mexicana pela AB Inbev, presidida pelo carioca Carlos Brito, e acusa a líder mundial do setor de praticar concorrência desleal

Por Mariana Queiroz Barboza

Uma ameaça à concorrência dentro de um mercado já altamente concentrado. Foi com esse argumento que, na semana passada, a divisão antitruste do Departamento de Justiça dos Estados Unidos bloqueou a compra do Grupo Modelo, fabricante mexicana da cerveja Corona, pela belga-brasileira Anheuser-Busch InBev, gigante controladora da Ambev. O negócio, da ordem de US$ 20,1 bilhões, levaria a AB Inbev a deter metade do mercado americano – o suficiente para incomodar o governo de Barack Obama, temeroso de que a aquisição facilitasse a coordenação dos preços entre a líder Inbev e a vice-líder MillerCoors. “Nós permanecemos confiantes em nossa posição e pretendemos contestar vigorosamente a ação do Departamento de Justiça na corte federal”, disse a Inbev em comunicado. A empresa, porém, já não espera mais que o negócio seja assinado no primeiro trimestre de 2013.

Para especialistas, é improvável que a Inbev recue. “Não há a menor chance de a AB Inbev desistir desse negócio”, disse à ISTOÉ Hans D’Haese, analista do banco belga Degroof. “Ele é muito importante para simplesmente abandoná-lo.” A AB Inbev já possui 50% da cervejaria mexicana e, agora, pretende adquirir o restante. Para isso, a Modelo venderia sua parte na importadora Crown, responsável pela distribuição dos produtos do grupo nos EUA, num movimento que criaria uma “concorrência de fachada” na avaliação de William Baer, chefe da divisão antitruste. Os analistas apostam que as empresas farão concessões – entre elas, abrir mão de algumas instalações da Modelo no México – para conseguir a aprovação do acordo e, assim, evitar uma desgastante briga judicial. D’Haese calcula que os ganhos de sinergia, previamente estimados em US$ 600 milhões por ano, devem ser reduzidos depois disso. A estimativa dele é de que a negociação leve, pelo menos, mais seis meses. Em caso de rompimento do acordo, a AB Inbev terá que pagar à Modelo uma multa de US$ 650 milhões.

No centro do interesse da AB Inbev, além da consolidação de sua liderança nos EUA, está o mercado mexicano, que se beneficia de uma economia que cresceu 4% no ano passado e um perfil demográfico favorável (classe média ascendente e taxas de urbanização e gastos do consumidor em expansão).“O Grupo Modelo tem sido um dos nossos parceiros mais importantes por mais de 20 anos e estamos satisfeitos de envolver nosso longo e bem-sucedido relacionamento nessa combinação”, disse o brasileiro Carlos Brito, presidente global da AB Inbev, no anúncio do acordo, em 2012. No período citado por Brito, a Modelo importou e distribuiu a Budweiser e a Bud Light, marcas da Inbev, no México. Em solo americano, contudo, a Modelo vinha ganhando espaço ao resistir à escalada de preços coordenada pela própria Inbev. “As duas maiores cervejarias, AB Inbev e MillerCoors, frequentemente acham que é mais lucrativo seguir os preços de cada uma do que competir agressivamente por uma fatia maior do mercado cortando os preços”, diz o Departamento de Justiça em documento oficial. “Entre outras coisas, a ABI inicia o reajuste anual de preços com a expectativa de que os preços da MillerCoors seguirão os seus. E eles seguem.”

Para Bill Knoedelseder, autor do livro “Bitter Brew: The Rise and Fall of Anheuser-Busch and America’s Kings of Beer” (“Bebida Amarga: A Ascensão e a Queda da Anheuser-Busch e dos Reis da Cerveja dos EUA”, numa tradução livre para o português), “a AB Inbev não é conhecida por fazer boas cervejas, mas por ficar cada vez maior e entregar bons retornos aos investidores.” A empresa nasceu há nove anos da fusão da brasileira Ambev com a belga Interbrew e, em 2008, adquiriu a americana Anheuser-Busch por US$ 52 bilhões. As vendas da Budweiser, até há pouco tempo a cerveja mais popular entre os americanos, estão caindo (só no terceiro trimestre do ano passado o recuo foi de 7% em volume). No mesmo período, incluindo todas as suas marcas, as vendas da Inbev caíram 0,3% no mundo, sem contar os negócios gerados por aquisições. “A Inbev faz dinheiro cortando custos, demitindo pessoas e aumentando os preços”, disse Knoedelseder à ISTOÉ. “No fim das contas, a cerveja é o que menos importa.”

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– Carnaval Desvirutado e Globalizado

Parece que o Carnaval mudou muito, pois a festa brasileira está cada vez mais Globalizada.

A Rainha da Bateria em SP é a japonesa Sabrina Sato. Em Salvador, cantarolou num trio elétrico o coreano Psy. No Rio de Janeiro, a musa da Mangueira é uma transexual argentina (será que sumiram as multas cariocas da gema?)

Nada contra, não é problema meu. Mas o Carnaval já foi mais romântico e menos capitalista, pois claramente, tem muito convite por dinheiro, patrocínio e em busca de audiência / polêmica.

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– Até o Pescado Chinês está invadindo o Mundo!

Ora, ora… se não bastassem os produtos eletrônicos chineses que invadem o nosso país, agora o grande vilão é o Peixe!

Pois é: as importações de pescado chinês (e em específico, um similar da merluza), estão quebrando a indústria da pesca brasileira, argentina e americana!

A coisa tá feia mesmo… O mundo será dominado pelos chineses, como dito num post anterior de hoje?

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– VW do Brasil e o histórico dos ensinamentos à VW da China

Essa vale a pena compartilhar com administradores, líderes e empreendedores! As declarações de Wolgang Sauer à Revista Época (Coluna: “Como eu Fiz”, pg 103, ed 28/01/2013).

Wolfgang foi presidente da Volkswagen nos anos 80, e queria negociar com a China, cujo potencial era inegável, já que suas relações comerciais eram quase todas com a União Soviética.

Dos detalhes que conta, me impressiona como convenceu os chineses a montar uma fábrica da VW, as dificuldades com a cultura e, principalmente, como administrar 1000 funcionários que eram agricultores analfabetos e com pouca higiene na nova fábrica em Pequim.

Abaixo:

ENSINEI A CHINA A FAZER CARROS

por Marcelo Moura

Texto em: http://www.lideres.org.br/portal/noticia.php?id=6024

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– O Risco de Comprar iPhone nos EUA e ele se tornar um mico aumenta!

Aqui no Brasil, as autoridades entendem que as operadoras de celulares devem desbloquear os aparelhos. Nos EUA, o contrário!

Se você pensa em trazer um iPhone de lá, prepare-se para algumas mudanças:

Extraído de: http://blogdoiphone.com/2013/01/a-partir-de-hoje-torna-se-ilegal-desbloquear-iphones-nos-estados-unidos/#more-42185

TORNA-SE ILEGAL DESBLOQUEAR IPHONES NOS ESTADOS UNIDOS

Legislações são diferentes em cada país. Enquanto no Brasil as operadoras são obrigadas por lei a desbloquear os celulares caso o cliente peça, nos Estados Unidos esta prática torna-se proibida a partir de hoje. Quem tentar desbloquear sem autorização seu iPhone (ou qualquer outro celular) para usar em outra operadora, estará cometendo crime. A decisão foi aprovada em outubro pelo congresso americano.

O que isso muda para nós?

Bem, só influenciará para quem gosta de comprar aparelho bloqueado. A Apple continuará disponibilizando nos EUA versões unlocked de seus aparelhos, como já fazia antes.

Para quem insistir em comprar um aparelho bloqueado, o que pode complicar seja o fato de que talvez métodos de desbloqueio fiquem mais escassos. Sites que até ontem desbloqueavam iPhones por IMEI podem deixar de funcionar se sua base de operações for os Estados Unidos. É provável que os hackers do jailbreak deixem de criar ferramentas de desbloqueio de operadora (como o ultrasn0w), pois eles sempre se preocuparam em ficar dentro das leis.

Ao contrário do desbloqueio, o jailbreak do iPhone ainda não é ilegal no país do Obama, o que nos garante que equipes como os Evad3rs possam continuar a buscar soluções de liberar nossos iPhones desbloqueados. Mas a lei que proíbe o desbloqueio lá também não permite fazer jailbreak em iPads.

Portanto, o que antes era apenas uma dica nossa, agora é regra: nunca compre um iPhone bloqueado com outra operadora.

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– O Propósito de Guerra da Coréia do Norte

Triste. A Coréia do Norte insiste em testes nucleares. Paupérrima nação, agora resolveu provocar somente… os EUA!

Está procurando confusão, né?

Extraído de: http://is.gd/NGiSfa

COREIA DO NORTE PREPARA TESTE NUCLEAR TENDO OS EUA COMO ALVO

A Coreia do Norte está se preparando para novos lançamentos e testes nucleares tendo como alvo seu “inimigo”, os Estados Unidos, segundo a Comissão de Defesa Nacional, em declaração reportada pela agência estatal KCNA. As informações são da agência Reuters.

O anúncio desta quinta-feira do principal órgão militar do país acontece dois dias depois de novas sanções impostas pelo Conselho de Segurança da ONU por seu recente lançamento de um foguete de longo alcance. Em comunicado, o regime comunista liderado pelo jovem Kim Jong-un advertiu que responderá às sanções com o reforço das “capacidades militares de autodefesa, incluindo a dissuasão nuclear”.

“Nós não vamos disfarçar o fato de que os vários satélites foguetes de longo alcance e testes de alto nível nuclear que vamos realizar são direcionados aos Estados Unidos”, afirmou nesta quinta a Comissão de Defesa Nacional, segundo a KCNA.

A Coreia do Norte estaria tecnicamente preparada para um terceiro teste nuclear, segundo o governo sul-coreanos e observadores internacionais, e a decisão de prosseguir com os testes seria uma decisão do líder Kim Jong-un.

Pyongyang realizou em 2006 e 2009 dois testes nucleares que incluíram, respectivamente, o lançamento de mísseis balísticos e uma tentativa fracassada de enviar ao espaço um foguete de longo alcance.

A maior preocupação é que Pyongyang, cujo maior aliado, a China, aprovou a mais recente resolução da ONU, possa realizar um terceiro teste usando urânio enriquecido pela primeira vez, abrindo caminho para uma bomba nuclear.

Seus testes anteriores, considerados de sucesso limitado, usaram plutônio, do qual a Coreia do Norte tem pouco estoque. O comunicado do órgão militar não deu, no entanto, prazo para o teste que está sendo preparado.

Acredita-se que os atuais foguetes norte-coreanos não sejam capazes de atingir o território dos Estados Unidos, e o país ainda não teria tecnologia suficiente para montar uma ogiva nuclear de longo alcance.

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– A Fragata da Dona Cris

Cristina Kirchner vem se notabilizando por ser uma presidente extremamente antidemocrática e de discursos demagogos. Brigada com a imprensa e amiga da censura, tem feito muita confusão no seu mandato.

Agora, vemos que ela convoca a população para festejar a volta de uma fragata da Marinha, que estava retida na África.

Quem vê o cartaz abaixo, pensa que é algum resgate heróico com marinheiros aprisionados. Que nada! Era uma embarcação que ficou presa por falta de pagamento!

Populista a dona Cristina ou não?

– Carro Velho no Brasil e na França

Na França, o Governo tende a proibir a circulação de veículos com mais de 17 anos de uso.

Motivos: são mais poluentes, quebram mais e atrapalham mais o trânsito.

Aqui no Brasil, carro velho ganha benefício de isenção de IPVA!

Vai entender…

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– Gravidez de Kate Middleton e os gastos da população inglesa com a Monarquia

Os tablóides sensacionalistas da Inglaterra estão fazendo a festa com a gravidez da princesa Kate.

Respeito a cultura do Reino Unido mas… o dinheiro gasto para sustentar a Realeza não poderia ir para causas mais nobres? Hospitais a pobres, escolas públicas e programas de solidariedade mundo afora são mais importantes, para mim, do que a vaidade de reis e rainhas que ostentam suas riquezas e só tem papel figurativo na Inglaterra, já que quem manda é o Primeiro Ministro.

– Argentina e a Falta de Liberdade de Expressão

Nosso país Hermano está passando por um momento delicado por culpa da presidente Cristina Kirchner. Se já não bastasse a crise econômica, agora se intensifica a perseguição à Imprensa, limitando o poder das redes de comunicação privadas e privilegiando as estatais, à melhor maneira chavista, cubista ou de qualquer nação ditatorial árabe.

Nesse ponto, a presidente Dilma Roussef merece os parabéns, por respeitar as instituições democráticas e, principalmente, por sepultar o processo paulatino de limitação aos órgãos de imprensa iniciado pelo ex-presidente Lula.

– Guardiola & Marin? Xi…

Fico imaginando… será que Guardiola, caso assumisse a Seleção Brasileira, aceitaria passivamente a ingerência declarada de José Maria Marin?

Claro que não.

Li há algum tempo que Guardiola queria férias de 2 anos pós-Barcelona. Será que os convites de salários milionários, em Euro, que recebeu na Europa com contrato a longo prazo, teriam menos força do que dirigir a Seleção Brasileira?

O próprio Guardiola, certa feita, declarou que não toparia projetos a curto prazo. Na única entrevista sobre sua relação com o Brasil (final do ano), disse que poderia aceitar dirigir a Canarinho para ser cobrado em 2018.

Já pensaram nas suas dificuldades locais? Conhecer o jeito, a cultura, as negociatas daqui?

Gostaria sim de Guardiola como treinador da Seleção, mas acho que ele não está ciente das reais dificuldades, caso aceite.

Particularmente, acho que Tite será o novo treinador. Só assim poderia entender o fato da CBF esperar até Janeiro para escolher o nome.