– O Botafogo ainda sem técnico? Mas o campeonato está começando…

No próximo sábado, dia 11, o Botafogo FR iniciará sua temporada 2025 contra o Maricá. E ainda… sem treinador!

No ano em que tem Libertadores da América e Supermundial de Clubes, parece que a gestão Textor não se preparou adequadamente. Com premiações atrasadas a serem pagas, um desmanche enorme do elenco e, pior, a falta de um diretor técnico para comandar a equipe, parece estar atrasado em relação aos seus co-irmãos cariocas.

Alguém poderá alegar que no ano passado, também ficou de fora da disputa do título do Estadual, mas conquistou o Nacional e o Continental. Fica a questão: será que em todo ano, começar a posterior um planejamento e a preparação, dará certo?

Talvez a questão da saída de tantos nomes do elenco, e ainda não tendo reposição (sem treinador para validar a chegada de novos atletas), pode ser uma pedra no sapato do Fogão

Ser SAF, insisto, não quer dizer ser eficiente. Abordamos isso no texto em: https://professorrafaelporcari.com/2025/01/08/o-modelo-saf-nao-e-sinonimo-de-excelencia-em-gestao-principalmente-no-brasil/

– O Botafogo ainda sem técnico? Mas o campeonato está começando…

No próximo sábado, dia 11, o Botafogo FR iniciará sua temporada 2025 contra o Maricá. E ainda… sem treinador!

No ano em que tem Libertadores da América e Supermundial de Clubes, parece que a gestão Textor não se preparou adequadamente. Com premiações atrasadas a serem pagas, um desmanche enorme do elenco e, pior, a falta de um diretor técnico para comandar a equipe, parece estar atrasado em relação aos seus co-irmãos cariocas.

Alguém poderá alegar que no ano passado, também ficou de fora da disputa do título do Estadual, mas conquistou o Nacional e o Continental. Fica a questão: será que em todo ano, começar a posterior um planejamento e a preparação, dará certo?

Talvez a questão da saída de tantos nomes do elenco, e ainda não tendo reposição (sem treinador para validar a chegada de novos atletas), pode ser uma pedra no sapato do Fogão

Ser SAF, insisto, não quer dizer ser eficiente. Abordamos isso no texto em: https://professorrafaelporcari.com/2025/01/08/o-modelo-saf-nao-e-sinonimo-de-excelencia-em-gestao-principalmente-no-brasil/

– Coisas que naturalmente surgem numa empresa:

E se foi o mestre Peter Drucker quem disse, não dá para contestar!

Sobre a percepção da importância de um líder:

– Parabéns a Raphael Donadell, o novo presidente do Paulista FC, a ser eleito hoje.

Se tudo ocorrer como o previsto, o atual vice-presidente do Paulista FC, Raphael Donadell, será aclamado presidente. Feito isso, o novo mandatário terá alguns desafios.

Humildemente, duas dicas: transparência (e isso requer participação coletiva) e espírito de congraçamento (ouvir todos os lados).

Neste vídeo, um desejo de boa sorte e sugestões (aqui: https://youtu.be/BmxiiAi5HJI?si=7IhSDmflG7Qaczp8).

– O SPFC está com administração “bipolar”?

O São Paulo criou um fundo para pagar as dívidas e disse que quer economizar, mas depois falou em contratar Oscar (o mesmo que entrou na Justiça e saiu brigado, e que hoje ganha “horrores” na China).

Agora, quer dividir a administração das categorias de base, para captar mais recursos. Justo “a galinha dos ovos de ouro”?

Não é meio contraditório tal discurso?

– O SPFC está com administração “bipolar”?

O São Paulo criou um fundo para pagar as dívidas e disse que quer economizar, mas depois falou em contratar Oscar (o mesmo que entrou na Justiça e saiu brigado, e que hoje ganha “horrores” na China).

Agora, quer dividir a administração das categorias de base, para captar mais recursos. Justo “a galinha dos ovos de ouro”?

Não é meio contraditório tal discurso?

– Qual o futuro do nosso Galo?

Hoje passei em frente ao Estádio Dr Jayme Cintra, e pensei: como o Paulista estará daqui 10 anos?

Me recordei de uma atividade que faço com meus alunos veteranos na faculdade: pense como eram no 1º semestre, como estão no 8º, e projetem: como estarei na minha carreira daqui a 2 anos? E daqui 5 anos? Ou 10 anos?

Quem pensava, quando o Tricolor Jundiaiense caiu em 1986 para a Divisão Intermediária, que seria Campeão da Copa do Brasil (torneio que nem existia na época)?

E quem pensava, em 2006 (com o Galo sendo vice-campeão paulista 2004, Campeão do Brasil em 2005, e jogando a Libertadores no ano seguinte), que em 2024 veria o time sem divisão nacional e na 5ª divisão regional?

Para pensar: qual será o futuro do clube que tanto amamos daqui 10 anos (com SAF? Sem SAF? Brilhando? No Limbo? Com estádio? Sem estádio? Com CT? Sem CT?)…

A única certeza é: não tem futuro escrito, é nós que o determinamos. Que o Paulista FC saiba escrever bem a sua história, com as salvaguardas necessárias.

– A transparência é sempre fundamental: sobre as expulsões dos conselheiros.

Leio que alguns conselheiros do Paulista FC foram expulsos por excesso de faltas em reuniões. E ao ver como se deu o caso, impossível não fazer uma analogia:

Na última semana, participei da gravação do documentário “20 anos da Máfia do Apito”, a ser exibido pela Globoplay em 2025, e fui questionado sobre os motivos do árbitro Edilson Pereira de Carvalho ter toda a liberdade que tinha na FPF e o desfecho de conhecimento público. Aí dissertei:

Faltava transparência e não havia  justiça. Ninguém sabia as notas do Edilson, além de que as regras de punição não valiam para ele, mas sim para os árbitros que não eram da patota da Comissão de Arbitragem à época. Os privilégios de um grupo sobrepuseram o quadro todo da arbitragem paulista e seus interesses. Deu no que deu.”

Aqui em Jundiaí, existe a negociação de uma SAF onde ninguém sabe valores, condições, contrapartidas ou algo que o valha. Não existe uma minuta, um rascunho, um pré-contrato. Falta… transparência. E quem questionou, sofreu o rigor da lei e foi expulso do quadro. Aí, faltou… justiça; afinal, outros conselheiros que não questionaram a transparência do contrato e fazem parte da base de sustentação do atual presidente foram punidos?

Claro, toda lei tem que ser cumprida. Mas imagino o sentimento de dor de Marcelo Ceccato, Pitico e o seu Milton Demarchi, que custearam o Galo em momentos críticos e até mesmo ajudaram torcedores a assistirem jogos no Jayme Cintra. É a chamada “punhalada pelas costas”. E os substitutos deles, curiosamente, são da base de apoio do presidente, pois a oposição foi punida com uma canetada por um protesto pacífico.

O que chama a atenção: o pedido urgente das atas de comparecimento e punição feito por um sujeito que coincidentemente assumirá uma vaga no Conselho, que um dia se iludiu de maneira ingênua (aqui não se fala de má intenção, mas de inexperiência) com proprietário de uma franquia de esmalteria no Assaí, que colocaria 100 milhões no Galo (às vésperas da Eleição).

No mundo ideal, o torcedor poderia ter acesso na Internet de TODAS as atas e assinaturas, verificando se outros nomes também “estouraram em faltas”, independente de situação ou oposição. E o curioso é: de novo, às vésperas de uma eleição, o Paulista FC é motivo de polêmica…

Insisto: transparência e justiça (com equidade) não fazem mal a ninguém.

(Aqui, ressalto: é apenas a minha humilde e respeitosa opinião).

– Turno 3 de 3: Administração.

Turno 3 de 3 – falar sobre RH para a turma de Administração de Empresas na Faculdade

Terminou a labuta. Ufa!

🖍️ #Cidadania

– Turno 2 de 3: Gestão.

Turno 2 de 3 – falar sobre Gestão e Recomeço no CDP de Jundiaí: desafio vencido.

Seguindo a labuta…

🖍️ #Cidadania

– Falamos de Gestão.

Fim do Segundo Turno, falando de Gestão aos reeducandos da Penitenciária P3 de Franco da Rocha.

Vamos ao Terceiro Turno, na Faculdade em Itu?

Pegando a estrada:

✏️ #Educação

– 5 Ways to Prepare Your Business for Disruption

Many find it challenging to find ways to prepare a business for any type of change when building it. Once something does happen that can disrupt a …

Continua em: 5 Ways to Prepare Your Business for Disruption

– A possível falência da 777.

Sempre questionei: não é pelo fato de ser um grupo estrangeiro, ou ainda por montar uma SAF, que a vida de um clube de futebol melhorará de maneira mágica.

Nacional ou Internacional, SAF ou Clube Associativo (ou qualquer outra forma de gestão), o que vale é: competência administrativa e capacidade financeira de gerir seus recursos.

Brasil afora vemos clubes tendo problemas com suas SAFs (especialmente os pequenos clubes do Interior). Agora, a 777 é quem está à beira da falência.

Entenda os detalhes, no artigo do GE Extraído de: https://ge.globo.com/futebol/times/vasco/noticia/2024/10/07/com-problemas-na-justica-a-cap-coloca-a-venda-ativos-da-777-incluindo-todos-os-clubes-aviao-e-ate-iate.ghtml

777 À VENDA

O site norueguês “Josimar Football” voltou a publicar informações sobre a 777 Partners, empresa afastada judicialmente do controle da SAF do Vasco desde maio deste ano. A companhia norte-americana, que enfrenta processos na Justiça e agora é controlada pela A-CAP, está à beira da falência. Por isso, a seguradora colocou todos os clubes de futebol do grupo à venda, mas há dificuldade para encontrar possíveis investidores.

A reportagem aponta que a A-CAP colocou à venda até um luxuoso iate, chamado 777, anteriormente propriedade de Steven Pasko, um dos sócios-fundadores, por US$ 1,8 milhão (R$ 9,8 milhões). Além disso, o jato particular usado pelos executivos para viajar pelo mundo, avaliado em US$ 20 milhões (R$ 109 milhões), também está sendo vendido.

Os ativos da 777 no futebol agora são controlados pela A-CAP, que tem dialogado com o Vasco em busca de um novo investidor para o clube carioca. A empresa solicitou um estudo de viabilidade para a venda de todas as equipes de futebol do grupo.

Na semana passada, a informação já havia sido divulgada pelo CEO do Genoa, Andrés Blazquez. Em reunião com dirigentes da equipe italiana, Blazquez, que assumiu o cargo indicado pela 777, afirmou que a divisão de esportes do grupo estava se encerrando, com todos os clubes do portfólio sendo colocados à venda.

– O grupo está saindo e não sei o que fará – disse Blazques, acrescentando que “três ou quatro” empresas demonstraram interesse no Genoa.

De acordo com a reportagem da “Josimar Football”, a A-CAP tem encontrado dificuldades para vender os clubes, entre eles o Vasco. O maior empecilho é o processo movido pelo fundo inglês Leadenhall, que recentemente entrou na Justiça dos EUA com uma liminar contra a dissipação de ativos da 777. A depender da decisão judicial, a A-CAP pode ser impedida de negociar os clubes da empresa de Wander e Pasko.

O único clube da 777 com negociação avançada é o Red Star FC, da França, que pode ser vendido para Steve Pagliuca, dono da Atalanta e de parte do Boston Celtics, da NBA.

Além de Vasco, Genoa e Red Star, a 777 comprou Standard Liège (Bélgica), Hertha Berlim (Alemanha), Melbourne Victory (Austrália) e Sevilla (é sócia minoritária do clube espanhol).

A reportagem conta ainda como os problemas da 777 mundo afora têm contagiado os clubes. Em maio deste ano, a A-CAP tomou um empréstimo de US$ 40 milhões (R$ 218 milhões) para manter em operação as equipes de futebol. O dinheiro foi concedido por uma empresa do dono do Chelsea, Todd Boehly, a uma taxa de juros de 46%. Boehly, no entanto, não tem interesse na compra dos clubes da 777.

Apesar das dificuldades, a A-CAP tem pressa para se desfazer das equipes de futebol. Segundo a Josimar, a seguradora aceitou receber imediatamente 66 milhões de libras (R$ 473 milhões) pelos empréstimos feitos ao Everton, que superaram 200 milhões de libras (R$ 1,4 bilhão). Para ficar com a quantia de imediato, a A-CAP topou que o valor restante fosse convertido em ações preferenciais na venda do clube inglês aos americanos do grupo Friedkin.

Recentemente, a 777 foi despejada de seus escritórios em Miami e Newport Beach por não pagar aluguel. Há problemas judiciais em diversas frentes. Um tribunal inglês, por exemplo, ordenou a liquidação da filial em Londres e tirou a empresa do controle do London Lions, time de basquete do qual era dona na capital britânica.

Além disso, a 777 Asset Management, da qual Pasko é diretor, nomeou um liquidante voluntário na Inglaterra. Outra empresa subsidiária da 777, a EFOA, entrou com pedido de falência nos EUA, e a companhia aérea econômica do grupo, Bonza, está sendo encerrada na Austrália.

A reportagem revelou outro processo contra a ex-controladora do Vasco, desta vez movido pela “Obra Capital Management” contra a 777 e Steven Pasko, em que acusa a empresa de “transferência fraudulenta” de duas “subsidiárias ricas” para Pasko em novembro de 2023. A tentativa é recuperar esses ativos para ajudar a pagar uma dívida de US$ 20 milhões (R$ 109 milhões). Uma audiência sobre esse caso foi marcada para o dia 19 de novembro.

– A ilusão das SAFs. Do Vasco da Gama ao Paulista FC, fica o alerta:

Em vídeo, falando sobre os modelos de SAF (ou não), a respeito de Competência Administrativa e Competência Financeira, no link em: https://youtu.be/3apk-18PuII?si=PHmov6DqqCFRAMjx

Sempre devemos nos questionar: qual o propósito de um investidor? Lucro, projeção da marca, lavagem de dinheiro, etc?

– Você renovaria com o Gabigol?

Marcos Braz, do Flamengo, disse que diante do que Gabigol tem mostrado, poderia rever a posição do clube e tentar renovar o contrato dele.

Fico pensando: com todos os episódios que o atleta proporcionou nos últimos meses, e com a baixa qualidade do seu futebol, valeria a pena continuar com ele?

– Levando Cidadania.

Ajudar o próximo com Educação é muito bom!

Aqui, na ONG José Pires, em nome do Sebrae, falamos de Gestão.

É com a Cidadania que fazemos um país melhor.

– A possível falência da 777.

Sempre questionei: não é pelo fato de ser um grupo estrangeiro, ou ainda por montar uma SAF, que a vida de um clube de futebol melhorará de maneira mágica.

Nacional ou Internacional, SAF ou Clube Associativo (ou qualquer outra forma de gestão), o que vale é: competência administrativa e capacidade financeira de gerir seus recursos.

Brasil afora vemos clubes tendo problemas com suas SAFs (especialmente os pequenos clubes do Interior). Agora, a 777 é quem está à beira da falência.

Entenda os detalhes, no artigo do GE Extraído de: https://ge.globo.com/futebol/times/vasco/noticia/2024/10/07/com-problemas-na-justica-a-cap-coloca-a-venda-ativos-da-777-incluindo-todos-os-clubes-aviao-e-ate-iate.ghtml

777 À VENDA

O site norueguês “Josimar Football” voltou a publicar informações sobre a 777 Partners, empresa afastada judicialmente do controle da SAF do Vasco desde maio deste ano. A companhia norte-americana, que enfrenta processos na Justiça e agora é controlada pela A-CAP, está à beira da falência. Por isso, a seguradora colocou todos os clubes de futebol do grupo à venda, mas há dificuldade para encontrar possíveis investidores.

A reportagem aponta que a A-CAP colocou à venda até um luxuoso iate, chamado 777, anteriormente propriedade de Steven Pasko, um dos sócios-fundadores, por US$ 1,8 milhão (R$ 9,8 milhões). Além disso, o jato particular usado pelos executivos para viajar pelo mundo, avaliado em US$ 20 milhões (R$ 109 milhões), também está sendo vendido.

Os ativos da 777 no futebol agora são controlados pela A-CAP, que tem dialogado com o Vasco em busca de um novo investidor para o clube carioca. A empresa solicitou um estudo de viabilidade para a venda de todas as equipes de futebol do grupo.

Na semana passada, a informação já havia sido divulgada pelo CEO do Genoa, Andrés Blazquez. Em reunião com dirigentes da equipe italiana, Blazquez, que assumiu o cargo indicado pela 777, afirmou que a divisão de esportes do grupo estava se encerrando, com todos os clubes do portfólio sendo colocados à venda.

– O grupo está saindo e não sei o que fará – disse Blazques, acrescentando que “três ou quatro” empresas demonstraram interesse no Genoa.

De acordo com a reportagem da “Josimar Football”, a A-CAP tem encontrado dificuldades para vender os clubes, entre eles o Vasco. O maior empecilho é o processo movido pelo fundo inglês Leadenhall, que recentemente entrou na Justiça dos EUA com uma liminar contra a dissipação de ativos da 777. A depender da decisão judicial, a A-CAP pode ser impedida de negociar os clubes da empresa de Wander e Pasko.

O único clube da 777 com negociação avançada é o Red Star FC, da França, que pode ser vendido para Steve Pagliuca, dono da Atalanta e de parte do Boston Celtics, da NBA.

Além de Vasco, Genoa e Red Star, a 777 comprou Standard Liège (Bélgica), Hertha Berlim (Alemanha), Melbourne Victory (Austrália) e Sevilla (é sócia minoritária do clube espanhol).

A reportagem conta ainda como os problemas da 777 mundo afora têm contagiado os clubes. Em maio deste ano, a A-CAP tomou um empréstimo de US$ 40 milhões (R$ 218 milhões) para manter em operação as equipes de futebol. O dinheiro foi concedido por uma empresa do dono do Chelsea, Todd Boehly, a uma taxa de juros de 46%. Boehly, no entanto, não tem interesse na compra dos clubes da 777.

Apesar das dificuldades, a A-CAP tem pressa para se desfazer das equipes de futebol. Segundo a Josimar, a seguradora aceitou receber imediatamente 66 milhões de libras (R$ 473 milhões) pelos empréstimos feitos ao Everton, que superaram 200 milhões de libras (R$ 1,4 bilhão). Para ficar com a quantia de imediato, a A-CAP topou que o valor restante fosse convertido em ações preferenciais na venda do clube inglês aos americanos do grupo Friedkin.

Recentemente, a 777 foi despejada de seus escritórios em Miami e Newport Beach por não pagar aluguel. Há problemas judiciais em diversas frentes. Um tribunal inglês, por exemplo, ordenou a liquidação da filial em Londres e tirou a empresa do controle do London Lions, time de basquete do qual era dona na capital britânica.

Além disso, a 777 Asset Management, da qual Pasko é diretor, nomeou um liquidante voluntário na Inglaterra. Outra empresa subsidiária da 777, a EFOA, entrou com pedido de falência nos EUA, e a companhia aérea econômica do grupo, Bonza, está sendo encerrada na Austrália.

A reportagem revelou outro processo contra a ex-controladora do Vasco, desta vez movido pela “Obra Capital Management” contra a 777 e Steven Pasko, em que acusa a empresa de “transferência fraudulenta” de duas “subsidiárias ricas” para Pasko em novembro de 2023. A tentativa é recuperar esses ativos para ajudar a pagar uma dívida de US$ 20 milhões (R$ 109 milhões). Uma audiência sobre esse caso foi marcada para o dia 19 de novembro.

– Você renovaria com o Gabigol?

Marcos Braz, do Flamengo, disse que diante do que Gabigol tem mostrado, poderia rever a posição do clube e tentar renovar o contrato dele.

Fico pensando: com todos os episódios que o atleta proporcionou nos últimos meses, e com a baixa qualidade do seu futebol, valeria a pena continuar com ele?

– Turno 1 de 3: Gestão Ambiental e Responsabilidade Social.

Terminamos a preparação e monitoria da aula de Gestão Ambiental e Responsabilidade Social, via EAD, pela Faculdade de Direito de Itu. Que ótimo conteúdo aos nossos alunos.

Tal disciplina me faz crer que estamos no caminho certo. Me orgulho desses desafios.

– O que disse Tite, e o que disse o Flamengo:

Ontem, após o Flamengo vencer o Athletico Paranaense, Tite disse em coletiva que estava “garantido” no cargo:

“Respaldo da direção é constante, diário, de todos os momentos. Quando fala de fortalecimento de uma equipe toda, ela vem dentro das hierarquias. A hierarquia superior, que é a direção com o Flamengo, a comissão técnica e os atletas. (…) O trabalho só vai ser devidamente julgado quando tiver o seu término. Agora é oportuno ou inoportuno, no meu caso. Eu tenho uma atenção: de representar com dignidade o cargo para o qual fui convidado, disso eu não abro mão”.

Hoje, dez horas depois, o Flamengo “respondeu”:

“O Clube de Regatas do Flamengo informa que o técnico Tite e sua comissão técnica não comandam mais o elenco rubro-negro. A direção agradece aos profissionais e deseja sorte na continuidade de suas carreiras. Filipe Luís assume a equipe interinamente – diz o comunicado do Flamengo.”

A relação cartola e treinadores nunca é cristalina…

– As obras do estádio alternativo do Massa Bruta.

Olhe aí as obras do Estádio Municipal, que o Red Bull Bragantino está reformando para usar como praça alternativa durante as futuras reformas do Nabizão (e que voltará com essas benfeitorias ao município).

Como estão a todo vapor!

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⚽️ 🥅 🏟️ #futebol

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– O caso dos Atletas do Paulista FC e a lojinha: as 3 versões.

O Fato: atletas do Paulista FC estiveram na lojinha do time e levaram peças esportivas embora.

As suposições: 3 hipóteses, sempre com a preocupação de não injustiçar a diretoria ou atletas, sem acusações, mas que podem ter sido,

(a) retirada de camisas com consentimento – mas em excesso,

(b) saque (o que não acredito) e…

(c) artigos levados como parte de pagamento dos atrasados hipotéticos.

Sem sensacionalismo e com preocupação devido a falta de informações (por isso que as suposições são hipotéticas), no link em: https://youtu.be/7xk0Cb1-gh8?si=_S1d2rSo13VB4Ta4

– 2,3 bi, Coringão?

Na sexta-feira, uma excelente iniciativa do Timão: Dia da Transparência do Corinthians.

O que assustou: a dívida! Cerca de R$ 2,3 bilhões

Como faz para pagar? Não sei… mas para gastar… é fácil, fácil.

– 2,3 bi, Coringão?

Na sexta-feira, uma excelente iniciativa do Timão: Dia da Transparência do Corinthians.

O que assustou: a dívida! Cerca de R$ 2,3 bilhões

Como faz para pagar? Não sei… mas para gastar… é fácil, fácil.

– Sebrae Educação.

Hoje estivemos em Jundiaí, numa parceira Sebrae / IBS Américas e Fundo Social de Solidariedade, falando do Curso “Primeiros Passos” de Gestão.

É gratificante ver os resultados positivos da Educação de Qualidade

– Sergio Ramos no Corinthians? Não dê a ideia…

Quem é que sugere tais contratações vultuosas e caras ao Corinthians, mesmo em crise financeira?

Agora, todo jogador estrangeiro será oferecido ao Timão? Descobriu-se um poço de petróleo no Parque São Jorge?

Surge, sabe lá de onde, o nome do zagueiro Sérgio Ramos! E ninguém questiona como pagará? 

Já falamos que, financeiramente, Depay é uma loucura (aqui, em: https://wp.me/p4RTuC-10qi). Agora o espanhol ex-Real Madrid?

Entretanto, ainda assim, há quem inocentemente fale: “é o patrocinador que pagará, não vem secar”.

Como as pessoas se iludem fácil…

Imagem: Instagram do Real Madrid (arquivo).

– Turno 1 de 3 vencido!

Estive nessa manhã na Penitenciária P1 de Franco da Rocha, falando de Gestão aos reeducandos de lá, pelo Projeto Sebrae na Comunidade.

Vale a pena ressocializar.

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📝 É com a Educação que o Brasil melhorará.

– Sergio Ramos no Corinthians? Não dê a ideia…

Quem é que sugere tais contratações vultuosas e caras ao Corinthians, mesmo em crise financeira?

Agora, todo jogador estrangeiro será oferecido ao Timão? Descobriu-se um poço de petróleo no Parque São Jorge?

Surge, sabe lá de onde, o nome do zagueiro Sérgio Ramos! E ninguém questiona como pagará? 

Já falamos que, financeiramente, Depay é uma loucura (aqui, em: https://wp.me/p4RTuC-10qi). Agora o espanhol ex-Real Madrid?

Entretanto, ainda assim, há quem inocentemente fale: “é o patrocinador que pagará, não vem secar”.

Como as pessoas se iludem fácil…

Imagem: Instagram do Real Madrid (arquivo).

– O enigmático caso Memphis Depay e as nuances que não podem ser ocultadas.

Ao ler muita gente aplaudindo a contratação do atacante Memphis Depay pelo Corinthians, penso: seria uma “burra empolgação”? Ou, longe de julgamentos, uma empolgação pueril e inocente?

O Corinthians tem uma dívida aproximada de 1 bilhão de reais, é sabido. Ainda não pagou Raniele ao Cuiabá e o Flamengo teve que reclamar oficialmente o não pagamento de Matheuzinho. Agora, se comprometerá a um contrato de 28 meses ao valor de quase 3 milhões por mês?

Ninguém questiona: “de onde vem o dinheiro”? Ou: “não é importante pagar os calotes?” Ou ainda: “qual será o custo-benefício?”

O torcedor mais apaixonado, obviamente, fica iludido. Mas a imprensa não pode cair no ôba-ôba e deve fazer os questionamentos devidos.

Por outro lado, qual a motivação de Depay, ao ser convidado para jogar num clube na zona de rebaixamento com tamanhas pendengas, aqui na América do Sul? Se eu sou ele, peço garantias bancárias, para não ter dor de cabeça para ficar cobrando lá na frente. Ou ele já tem essas garantias?

Fala-se à boca pequena que a empresa “Esportes da Sorte”, patrocinadora do Timão, bancaria a contratação. Mas seu proprietário, Darwim Henrique da Silva Filho, foi preso dias atrás, na mesma operação que deteve influencers, sob a acusação de lavagem de dinheiro. Além disso, pesa sobre a instituição a acusação de estar associada ao “Jogo do Bicho”, conforme reportagem da Infomoney (em: https://www.infomoney.com.br/consumo/jogo-do-bicho-era-usado-para-lavagem-de-dinheiro-pela-esportes-da-sorte-diz-policia/).

Seria mais um episódio como a Taunsa, a empresa que contratou Paulinho por uma fortuna e que nunca pagou um centavo de salário, sobrando a conta para o Coringão?

Tudo isso é muito estranho (ou amador demais). O certo é: algo não fecha nessa conta.

Dos males, o menor: Depay é acusado de pagar a fiança de Daniel Alves devido a prisão por estupro na Espanha, e a assessoria dele sempre negou veementemente. Que não tenha feito essa imoralidade mesmo…

Eu penso que Depay não ficará até Dezembro de 2026 no Corinthians, por motivos financeiros. E você?

Imagem extraída de: https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/futebol/corinthians/corinthians-aguarda-resposta-de-depay-para-esta-quinta-feira-5-entenda-o-negocio/

– As 6 regras de reuniões, segundo Jeff Bezos:

Boas dicas para que as reuniões não sejam improdutivas e enfadonhas.

Olhe aí como funciona na Amazon de Jeff Bezos:

– O novato Red Bull Bragantino e o veterano Corinthians.

O Corinthians é uma equipe mais que centenária. O Bragantino, quase centenário. A Red Bull, uma gigante multinacional que trabalha o esporte como ferramenta de marketing de maneira competente mundo afora, e que está há pouco tempo na gestão do clube da “Cidade Poesia / Terra da Linguiça”.

Quando o treinador Pedro Caixinha foi questionado na entrevista coletiva de Corinthians 1×2 Red Bull Bragantino (onde o Massa Bruta foi eliminado nas cobranças de pênaltis), a respeito da falta de títulos do time do Interior Paulista, ele não titubeou: sugeriu comparar a idade do novo clube (Red Bull Bragantino, formado a partir do Clube Atlético Bragantino) com a do Corinthians. A resposta foi:

“O projeto começou em 2020? O projeto é uma criança! Quer que o Red Bull Bragantino ganhe tudo em quatro anos? Quantos anos tem o Corinthians? Você quer nos comparar com uma equipe que tem mais de 110 anos?”

Em 4 anos, o Red Bull Bragantino subiu para a série A do Brasileirão e está regularmente disputando competições internacionais. Construiu o maior Centro de Treinamento da América do Sul e está reformando (derrubou e reconstrói do zero) o estádio municipal da cidade, para assim que pronto, fazer o mesmo com o atual estádio Nabi Abi Chedid. 

Que a empresa tem dinheiro, é sabido. Mas deve existir limites e orçamento coerente… gastar sem retorno ou responsabilidade, é rasgar dinheiro. E nenhum clube associativo, time-empresa ou SAF deve fazer isso. A Red Bull não é uma empresa que pratica sportswashing, como alguns clubes-estados que ficam milionários com um estalar de dedos. E sem ganhar torneios, é natural que surjam muitos questionamentos… Espera-se (equivocadamente), um PSG, Manchester City ou similar.

A ideia é: fazer um bom papel no campeonato, promover seus produtos com marketing, conquistar consumidores e admiradores, ganhar dinheiro com transação de jovens atletas e, se possível, ganhar títulos. 

Lembremos: apenas 1 time pode ser campeão. Não é fácil ganhar campeonatos… claro, a expectativa de vencer competições, frustradas por “quase chegar lá na hora decisiva” e fraquejar na hora H (por diversos motivos), traz decepção. A brincadeira de que é uma “faca de pão Pullman”, evidentemente, é entendível. Mas racionalmente, onde estaria o Bragantino hoje, sem a Red Bull?

Vide seu rival histórico, o Paulista FC de Jundiaí: tenta se recolocar no futebol, jogando a 5a divisão paulista, sem calendário nacional, disputando contra Manthiqueira, Barcelona Capela e Colorado Caieiras. Ou o São Caetano, que sem um projeto sólido, está na A4 da FPF. O Red Bull Bragantino, pelo tempo de trabalho e pelos resultados obtidos, ainda está “com muito crédito” na praça. 

Sobre o jogo da 3ª feira: a classificação “bateu na trave”, como diz o dito popular? Não, bateu nas mãos do goleiro Hugo. E aí é covardia, na cobrança de pênaltis: o arqueiro do Bragantino foi o 3º goleiro, o jovem Fabrício (Cleiton e Lucão se lesionaram) e do outro lado, um defensor com experiência de Flamengo, Exterior e Corinthians. Aliás, o RBB jogou com 7 desfalques e sem o seu artilheiro, Helinho.

A coletiva do treinador Pedro Caixinha (sempre muito lúcida e educada), onde ele abordou isso e mais um pouco, em: https://youtu.be/GPZ7oZbq8xY?si=qhUqknS9VIsMOTnh

Agora, virá a natural cobrança e a pressão: melhorar sua classificação no Campeonato Brasileiro, já que disputará apenas uma competição a partir da eliminação. Sem “caça às bruxas”, lógico. 

– O sucesso do Sfera FC.

Nesse momento de clubes-empresa, SAFs e outras modalidades de gestão no futebol, o Sfera FC  (cujo apelido é Raio Amado), que joga na vizinha Salto e treina em Jarinu, tem se destacado bastante.

A ideia é: ser um time que forma jogadores sem perder a preocupaçã0 com a formação da pessoa. E o retorno tem acontecido, financeiramente falando.

Em tempo: o Alexandre Costa Curta, que trabalhou no Paulista FC, faz parte desse sucesso colaborando com seus serviços profissionais por lá.

Olhe que história bacana, extraída de: InvestNews.com

FUTEBOL, NEGÓCIOS E FAMÍLIA: A APOSTA TOTAL DE UM FARIALIMER NO SFERA FC

Futebol, negócios e família: a aposta total de um faria limer no Sfera FC

Gustavo Aranha investe em (e busca investidores para) empresa que ganha com atletas bons de jogo e de cabeça

Foi na última sessão de terapia que ele percebeu como as férias escolares passadas junto ao avô alimentaram as decisões profissionais tomadas décadas depois – e que levaram à grande aposta empresarial da sua vida. Cria do mercado financeiro, Gustavo Aranha é hoje um dos três sócios-fundadores de um time diferente dos tradicionais clubes brasileiros: o Sfera Futebol Clube, “uma empresa que é um clube de futebol”. 

“Meu avô era diretor do São Paulo e eu passava as férias no centro de treinamento, conhecia os jogadores. Vivi muito o São Paulo com ele, é parecido com o que eu vivo aqui no Sfera”, elabora Aranha enquanto relembra ao InvestNews sua relação com Herman Koester, diretor do SPFC nos anos 1990.

As quase duas décadas e meia de Faria Lima deram a Gustavo Aranha os recursos, a experiência e a lista de contatos necessários para botar de pé o projeto de um time de futebol em que o modelo de negócio não é enfileirar títulos, mas formar atletas e vendê-los para outros clubes, especialmente no exterior. E, assim, dar retorno para os investidores.

Cria da Faria Lima, Gustavo Aranha é sócio-investidor e fundador do Sfera FC

Uma explicação rápida: quando se diz que determinado clube “comprou o jogador tal”, na verdade o time comprou os direitos econômicos do atleta, o “passe”. Geralmente, o time que revela um jogador é dono de uma parte dos direitos econômicos e é remunerado a cada transação feita para adquirir o vínculo. 

Este é o modelo de negócios do Sfera: formar jogadores e ganhar uma parte do valor sempre que um atleta ali revelado for vendido para um clube. O Sfera costuma ficar com 20% a 40% do valor da transação. 

Por ora, os “clientes” do Sfera são clubes gringos menores, que não tem bolsos fundos o suficiente para concorrer com os tradicionais por jogadores brasileiros que se destacam nas principais ligas daqui. Na última janela de transferências, um dos atletas Sfera foi para um clube de Portugal, outro para a República Tcheca. 

Essas primeiras transações, portanto, não costumam envolver aqueles valores que rendem manchetes, na casa das dezenas de milhões de euros. Por outro lado, dão ao atleta formado pelo Sfera FC uma vitrine com potencial para valorizar o “passe” do jogador, o que eventualmente pode se reverter numa bolada – sem trocadilho – para o time fundado por Aranha. 

“No modelo tradicional dos clubes brasileiros o que importa é fazer a primeira transação e ganhar o máximo com ela. O nosso modelo é maximizar a segunda, a terceira, a quarta venda. Formamos atletas e cidadãos para que eles tenham carreiras longevas, focamos no longo prazo e vamos dar mais lucro assim”, explica Aranha, misturando o faria limer e o dono de clube de futebol. 

Segundo Aranha, embora clubes tradicionais tenham em média 20% das receitas advindas da venda de jogadores, o investimento nas categorias de base não costuma ir além dos 5%. No Sfera, o foco é total na base. Depois dos quatro grandes de São Paulo e do Red Bull Bragantino, o maior orçamento do Estado para atletas iniciantes é o do Sfera FC. Para este ano, são R$ 12 milhões previstos. 

ATLETAS BONS DE JOGO E DE CABEÇA

Essa aposta na longevidade das carreiras dos atletas marca outra diferença do Sfera em relação à estrutura de formação típica dos clubes brasileiros. Primeiro porque a ideia não é depender financeiramente da revelação de um Endrick por ano. Segundo porque, embora não seja um projeto social, a preocupação aqui é que a formação seja a melhor e mais completa possível, “do pescoço para baixo e do pescoço para cima”, como Gustavo costuma destacar. 

O projeto atrai jogadores jovens, paga a eles uma ajuda de custos, plano de saúde e os aloja na estrutura do Sfera que fica em Jarinu (SP), a cerca de uma hora e meia da capital paulista. São jovens atletas entre 11 e 18 anos, com possibilidade de alojamento a partir dos 14. Recentemente, o Sfera também começou a investir no futebol feminino, mas as garotas ainda não ficam alojadas. 

Partida entre Atlético Mineiro e Sfera, válida pela partida da segunda fase da Copa São Paulo de futebol Júnior 2023. Divulgação/Sfera FC

Lá, os 82 atletas mirins atualmente residentes fazem a preparação física, os treinamentos e as refeições. São avaliados individualmente, acompanhados por psicólogos, conversam com atletas em atividade e com aposentados. Além de estudarem em uma escola da região, passam por reforço escolar, têm aulas de inglês, educação financeira e assistem a palestras com temas que vão do racismo estrutural ao machismo. 

“Se você visitar uma base tradicional, vai ver que os meninos são pouco incentivados a serem seres pensantes”, critica Aranha. A proposta do Sfera, explica, é formar atletas capazes de ler e agir sobre as complexidades do jogo e da vida. “Não tem como isso atrapalhar. Quanto melhor for a cabeça do jogador, melhor ele joga”, arremata. 

Isso tudo custa, claro. Até aqui, o dinheiro tem vindo principalmente dos bolsos de Gustavo e seus dois sócios. O projeto nasceu oficialmente em 2021 e o equilíbrio entre gastos e receita deve acontecer em 2028. 

Até lá, o Sfera aposta em novos sócio-investidores para continuar investindo na formação dos atletas. Os sócios decidiram oferecer 40% do clube, organizado como uma Sociedade Anônima de Futebol (SAF), para novos investidores. Cada percentil custa R$ 1,25 milhão. 

Acostumado a fazer a ponte entre investidores abastados e as gestoras por onde passou – Hedging-Griffo, Bratus e GEO Capital – Gustavo agora roda São Paulo na sua scooter 150 cilindradas para conversar com jornalistas e interessados no projeto do Sfera FC. Ossos do ofício, ele projeta a rentabilidade do investimento, mas não faz promessas. 

“Sou zero bullshiteiro. Eu botei meu dinheiro e tenho certeza que serei muito bem remunerado, mas não sei dizer quando vem o retorno porque não sei como será o processo inteiro”, admite. “É uma conversa muito de dono para dono, não é todo mundo que tem esse perfil”. 

Vender o Sfera aos possíveis novos investidores fica mais fácil quando os sócios potenciais conhecem o projeto, destaca Aranha. Ele explica que o carrego – período entre a alocação e o retorno, no jargão do mercado – do investimento no Sfera FC é “extremamente prazeroso” porque os investidores “percebem a transformação que estamos fazendo”. 

“Meu filho diz que o dia mais feliz da vida dele foi quando a gente ganhou no Galo [Atlético-MG] na Copinha. Ele estava no estádio com uns 15 amigos e foi um transe coletivo”, diz, orgulhoso. 

Família, negócios e futebol continuam uma mistura essencial na vida de Gustavo. Apostando boa parte da herança dos dois filhos – o mais velho, de 17 anos, e a caçula, de 15 – no Sfera, ele diz que a decisão só foi tomada depois de uma conversa séria com eles e com a esposa. O resultado? Apoio total.

“Eu acho que, no fim, é um assunto de família, é uma decisão de família”. Freud explica. 

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– A saúde financeira dos clubes de futebol brasileiros.

Os clubes de futebol brasileiros, sabidamente, são grandes devedores. Estão com problemas de inadimplência com impostos, salários, fornecedores e outros tantos credores.

Um documento divulgado pelas consultorias Galápagos Capital e Outfield, chamado de “Relatório Convocados”, traz os números compilados do último exercício fiscal dos clubes. E eles são assustadores!

Veja que loucura: a soma das dívidas dos 20 clubes da Série A do Brasileirão se aproxima de 12 bilhões de reais! Repare: não está sendo contabilizado o Santos FC, que tem problemas financeiros e está na Série B.

Se considerarmos em ordem de valores devidos (e aí se inclui o Peixe), os maiores devedores são:

  1. Corinthians: R$ 1,894 bilhão
  2. Botafogo: R$ 1,301 bilhão
  3. Atlético-MG: R$ 998 milhões
  4. São Paulo: R$ 856 milhões
  5. Cruzeiro: R$ 811 milhões
  6. Fluminense: R$ 736 milhões
  7. RB Bragantino: R$ 696 milhões
  8. Vasco: R$ 696 milhões
  9. Internacional: R$ 650 milhões
  10. Santos: R$ 548 milhões
  11. Athletico-PR: R$ 492 milhões
  12. Palmeiras: R$ 466 milhões
  13. Grêmio: R$ 441 milhões
  14. Flamengo: R$ 391 milhões
  15. Bahia: R$ 366 milhões

Temos que tomar cuidado para interpretrar os números: você “ter dívida” não significa que você é um caloteiro. Simplesmente, as contas existem e serão pagas no dia do vencimento (em tese). Por exemplo: o Flamengo deve aproximadamente 400 milhões de reais (a vencer), e as receitas ultrapassam R$ 1 bi (portanto, não tem problemas). O Bahia (pertencente ao City Group) e o Bragantino (Red Bull) têm contas a pagar, mas conseguem quitar as suas pendências em dia pois são superavitários.

Os problemas residem nos clubes que são deficitários: São Paulo e Corinthians têm saldos devedores assustadores, e não conseguem há tempos fechar suas contas no azul. E por que isso acontece?

Por causa de vários fatores, que se resumem a: má gestão e gasto ruim do dinheiro.

Já repararam os valores absurdos pagos a determinados atletas, que não entregam em campo aquilo que recebem? Alguns nem titulares são. Outros, contratados a peso de ouro por empréstimos de agentes. E isso traz um outro problema: os juros cobrados pelos empresários “agiotas”. É só dar uma olhada no balanço dos clubes, e se verificará até empréstimos feitos pelos empresários de atletas.

Será que os gestores dos clubes de futebol administram suas empresas da mesma forma que o fazem na gestão das agremiações esportivas? Penso que não… E isso tem uma resposta fácil: os presidentes de clubes gastam horrores pensando em conquistar títulos, imaginando que as premiações valerão o esforço, e se esquecem: somente um time é campeão! Aí as contas ficam eternizadas, as conquistas não aparecem e o déficit aumenta.

Não é diferente aos pequenos clubes, com contas impagáveis. A dívida do Paulista FC se especula entre 50 a 67 milhões de reais (para um time na 5ª divisão estadual, de onde virá a receita?). Os valores são incertos pois sempre se fala em auditoria e o torcedor nunca sabe o valor real. Mas o certo é: dinheiro para se pagar, evidentemente não se tem.

Fico pensando: como administrar tais contas com responsabilidade? Para um time grande, não há como fazer, se não aceitar o que Palmeiras e Flamengo fizeram no período de vacas magras: cortar despesas, contratar barato, abdicar da disputa de títulos e se esforçar em não cair para a segunda divisão. E com uma gestão financeira responsável, hoje estão entre os clubes mais saneados financeiramente do continente.

O trabalho é árduo para os gestores esportivos, mas é necessário para a saúde do futebol brasileiro.

– A saúde financeira dos clubes de futebol brasileiros.

Os clubes de futebol brasileiros, sabidamente, são grandes devedores. Estão com problemas de inadimplência com impostos, salários, fornecedores e outros tantos credores.

Um documento divulgado pelas consultorias Galápagos Capital e Outfield, chamado de “Relatório Convocados”, traz os números compilados do último exercício fiscal dos clubes. E eles são assustadores!

Veja que loucura: a soma das dívidas dos 20 clubes da Série A do Brasileirão se aproxima de 12 bilhões de reais! Repare: não está sendo contabilizado o Santos FC, que tem problemas financeiros e está na Série B.

Se considerarmos em ordem de valores devidos (e aí se inclui o Peixe), os maiores devedores são:

  1. Corinthians: R$ 1,894 bilhão
  2. Botafogo: R$ 1,301 bilhão
  3. Atlético-MG: R$ 998 milhões
  4. São Paulo: R$ 856 milhões
  5. Cruzeiro: R$ 811 milhões
  6. Fluminense: R$ 736 milhões
  7. RB Bragantino: R$ 696 milhões
  8. Vasco: R$ 696 milhões
  9. Internacional: R$ 650 milhões
  10. Santos: R$ 548 milhões
  11. Athletico-PR: R$ 492 milhões
  12. Palmeiras: R$ 466 milhões
  13. Grêmio: R$ 441 milhões
  14. Flamengo: R$ 391 milhões
  15. Bahia: R$ 366 milhões

Temos que tomar cuidado para interpretrar os números: você “ter dívida” não significa que você é um caloteiro. Simplesmente, as contas existem e serão pagas no dia do vencimento (em tese). Por exemplo: o Flamengo deve aproximadamente 400 milhões de reais (a vencer), e as receitas ultrapassam R$ 1 bi (portanto, não tem problemas). O Bahia (pertencente ao City Group) e o Bragantino (Red Bull) têm contas a pagar, mas conseguem quitar as suas pendências em dia pois são superavitários.

Os problemas residem nos clubes que são deficitários: São Paulo e Corinthians têm saldos devedores assustadores, e não conseguem há tempos fechar suas contas no azul. E por que isso acontece?

Por causa de vários fatores, que se resumem a: má gestão e gasto ruim do dinheiro.

Já repararam os valores absurdos pagos a determinados atletas, que não entregam em campo aquilo que recebem? Alguns nem titulares são. Outros, contratados a peso de ouro por empréstimos de agentes. E isso traz um outro problema: os juros cobrados pelos empresários “agiotas”. É só dar uma olhada no balanço dos clubes, e se verificará até empréstimos feitos pelos empresários de atletas.

Será que os gestores dos clubes de futebol administram suas empresas da mesma forma que o fazem na gestão das agremiações esportivas? Penso que não… E isso tem uma resposta fácil: os presidentes de clubes gastam horrores pensando em conquistar títulos, imaginando que as premiações valerão o esforço, e se esquecem: somente um time é campeão! Aí as contas ficam eternizadas, as conquistas não aparecem e o déficit aumenta.

Não é diferente aos pequenos clubes, com contas impagáveis. A dívida do Paulista FC se especula entre 50 a 67 milhões de reais (para um time na 5ª divisão estadual, de onde virá a receita?). Os valores são incertos pois sempre se fala em auditoria e o torcedor nunca sabe o valor real. Mas o certo é: dinheiro para se pagar, evidentemente não se tem.

Fico pensando: como administrar tais contas com responsabilidade? Para um time grande, não há como fazer, se não aceitar o que Palmeiras e Flamengo fizeram no período de vacas magras: cortar despesas, contratar barato, abdicar da disputa de títulos e se esforçar em não cair para a segunda divisão. E com uma gestão financeira responsável, hoje estão entre os clubes mais saneados financeiramente do continente.

O trabalho é árduo para os gestores esportivos, mas é necessário para a saúde do futebol brasileiro.

– O sucesso do Sfera FC.

Nesse momento de clubes-empresa, SAFs e outras modalidades de gestão no futebol, o Sfera FC  (cujo apelido é Raio Amado), que joga na vizinha Salto e treina em Jarinu, tem se destacado bastante.

A ideia é: ser um time que forma jogadores sem perder a preocupaçã0 com a formação da pessoa. E o retorno tem acontecido, financeiramente falando.

Em tempo: o Alexandre Costa Curta, que trabalhou no Paulista FC, faz parte desse sucesso colaborando com seus serviços profissionais por lá.

Olhe que história bacana, extraída de: InvestNews.com

FUTEBOL, NEGÓCIOS E FAMÍLIA: A APOSTA TOTAL DE UM FARIALIMER NO SFERA FC

Futebol, negócios e família: a aposta total de um faria limer no Sfera FC

Gustavo Aranha investe em (e busca investidores para) empresa que ganha com atletas bons de jogo e de cabeça

Foi na última sessão de terapia que ele percebeu como as férias escolares passadas junto ao avô alimentaram as decisões profissionais tomadas décadas depois – e que levaram à grande aposta empresarial da sua vida. Cria do mercado financeiro, Gustavo Aranha é hoje um dos três sócios-fundadores de um time diferente dos tradicionais clubes brasileiros: o Sfera Futebol Clube, “uma empresa que é um clube de futebol”. 

“Meu avô era diretor do São Paulo e eu passava as férias no centro de treinamento, conhecia os jogadores. Vivi muito o São Paulo com ele, é parecido com o que eu vivo aqui no Sfera”, elabora Aranha enquanto relembra ao InvestNews sua relação com Herman Koester, diretor do SPFC nos anos 1990.

As quase duas décadas e meia de Faria Lima deram a Gustavo Aranha os recursos, a experiência e a lista de contatos necessários para botar de pé o projeto de um time de futebol em que o modelo de negócio não é enfileirar títulos, mas formar atletas e vendê-los para outros clubes, especialmente no exterior. E, assim, dar retorno para os investidores.

Cria da Faria Lima, Gustavo Aranha é sócio-investidor e fundador do Sfera FC

Uma explicação rápida: quando se diz que determinado clube “comprou o jogador tal”, na verdade o time comprou os direitos econômicos do atleta, o “passe”. Geralmente, o time que revela um jogador é dono de uma parte dos direitos econômicos e é remunerado a cada transação feita para adquirir o vínculo. 

Este é o modelo de negócios do Sfera: formar jogadores e ganhar uma parte do valor sempre que um atleta ali revelado for vendido para um clube. O Sfera costuma ficar com 20% a 40% do valor da transação. 

Por ora, os “clientes” do Sfera são clubes gringos menores, que não tem bolsos fundos o suficiente para concorrer com os tradicionais por jogadores brasileiros que se destacam nas principais ligas daqui. Na última janela de transferências, um dos atletas Sfera foi para um clube de Portugal, outro para a República Tcheca. 

Essas primeiras transações, portanto, não costumam envolver aqueles valores que rendem manchetes, na casa das dezenas de milhões de euros. Por outro lado, dão ao atleta formado pelo Sfera FC uma vitrine com potencial para valorizar o “passe” do jogador, o que eventualmente pode se reverter numa bolada – sem trocadilho – para o time fundado por Aranha. 

“No modelo tradicional dos clubes brasileiros o que importa é fazer a primeira transação e ganhar o máximo com ela. O nosso modelo é maximizar a segunda, a terceira, a quarta venda. Formamos atletas e cidadãos para que eles tenham carreiras longevas, focamos no longo prazo e vamos dar mais lucro assim”, explica Aranha, misturando o faria limer e o dono de clube de futebol. 

Segundo Aranha, embora clubes tradicionais tenham em média 20% das receitas advindas da venda de jogadores, o investimento nas categorias de base não costuma ir além dos 5%. No Sfera, o foco é total na base. Depois dos quatro grandes de São Paulo e do Red Bull Bragantino, o maior orçamento do Estado para atletas iniciantes é o do Sfera FC. Para este ano, são R$ 12 milhões previstos. 

ATLETAS BONS DE JOGO E DE CABEÇA

Essa aposta na longevidade das carreiras dos atletas marca outra diferença do Sfera em relação à estrutura de formação típica dos clubes brasileiros. Primeiro porque a ideia não é depender financeiramente da revelação de um Endrick por ano. Segundo porque, embora não seja um projeto social, a preocupação aqui é que a formação seja a melhor e mais completa possível, “do pescoço para baixo e do pescoço para cima”, como Gustavo costuma destacar. 

O projeto atrai jogadores jovens, paga a eles uma ajuda de custos, plano de saúde e os aloja na estrutura do Sfera que fica em Jarinu (SP), a cerca de uma hora e meia da capital paulista. São jovens atletas entre 11 e 18 anos, com possibilidade de alojamento a partir dos 14. Recentemente, o Sfera também começou a investir no futebol feminino, mas as garotas ainda não ficam alojadas. 

Partida entre Atlético Mineiro e Sfera, válida pela partida da segunda fase da Copa São Paulo de futebol Júnior 2023. Divulgação/Sfera FC

Lá, os 82 atletas mirins atualmente residentes fazem a preparação física, os treinamentos e as refeições. São avaliados individualmente, acompanhados por psicólogos, conversam com atletas em atividade e com aposentados. Além de estudarem em uma escola da região, passam por reforço escolar, têm aulas de inglês, educação financeira e assistem a palestras com temas que vão do racismo estrutural ao machismo. 

“Se você visitar uma base tradicional, vai ver que os meninos são pouco incentivados a serem seres pensantes”, critica Aranha. A proposta do Sfera, explica, é formar atletas capazes de ler e agir sobre as complexidades do jogo e da vida. “Não tem como isso atrapalhar. Quanto melhor for a cabeça do jogador, melhor ele joga”, arremata. 

Isso tudo custa, claro. Até aqui, o dinheiro tem vindo principalmente dos bolsos de Gustavo e seus dois sócios. O projeto nasceu oficialmente em 2021 e o equilíbrio entre gastos e receita deve acontecer em 2028. 

Até lá, o Sfera aposta em novos sócio-investidores para continuar investindo na formação dos atletas. Os sócios decidiram oferecer 40% do clube, organizado como uma Sociedade Anônima de Futebol (SAF), para novos investidores. Cada percentil custa R$ 1,25 milhão. 

Acostumado a fazer a ponte entre investidores abastados e as gestoras por onde passou – Hedging-Griffo, Bratus e GEO Capital – Gustavo agora roda São Paulo na sua scooter 150 cilindradas para conversar com jornalistas e interessados no projeto do Sfera FC. Ossos do ofício, ele projeta a rentabilidade do investimento, mas não faz promessas. 

“Sou zero bullshiteiro. Eu botei meu dinheiro e tenho certeza que serei muito bem remunerado, mas não sei dizer quando vem o retorno porque não sei como será o processo inteiro”, admite. “É uma conversa muito de dono para dono, não é todo mundo que tem esse perfil”. 

Vender o Sfera aos possíveis novos investidores fica mais fácil quando os sócios potenciais conhecem o projeto, destaca Aranha. Ele explica que o carrego – período entre a alocação e o retorno, no jargão do mercado – do investimento no Sfera FC é “extremamente prazeroso” porque os investidores “percebem a transformação que estamos fazendo”. 

“Meu filho diz que o dia mais feliz da vida dele foi quando a gente ganhou no Galo [Atlético-MG] na Copinha. Ele estava no estádio com uns 15 amigos e foi um transe coletivo”, diz, orgulhoso. 

Família, negócios e futebol continuam uma mistura essencial na vida de Gustavo. Apostando boa parte da herança dos dois filhos – o mais velho, de 17 anos, e a caçula, de 15 – no Sfera, ele diz que a decisão só foi tomada depois de uma conversa séria com eles e com a esposa. O resultado? Apoio total.

“Eu acho que, no fim, é um assunto de família, é uma decisão de família”. Freud explica. 

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