– As fake news dos últimos lances do futebol.

Lamentável…

Infelizmente, se espalham pela Web áudios falsos de VAR, e até mesmo perfis fakes de árbitros com estádios de times ao fundo.

Pior: agora há manipulação de vídeo! Jogador tira o braço, e na IA, ele é recriado colocando o braço.

Barbaridade! Onde vamos chegar?

– E se a Copa do Mundo fosse hoje, com dois países-sedes em tensão?

A Copa do Mundo 2026 está se aproximando. Embora exista o termo “Mundial dos EUA” (por acolher a maioria dos jogos), será um torneio da América do Norte.

Pelas questões internas (ICE) e externas (Irã), há muita preocupação com os EUA. Também existem problemas no México, onde os narcotraficantes estão levando a população ao pânico. Assim, sobrou em paz, somente o Canadá.

Se não fosse um evento predominantemente nos Estados Unidos, será que a FIFA não rediscutiria data e local?

E se até lá tivermos mais um grande movimento militar?

Vale aguardar…

– Obrigado pelo gentil elogio, Piperno e Marília.

Puxa, obrigado pelo carinho pela citação no Derby Todo Dia, Fábio Piperno e Marília Ruiz!

Em: https://youtu.be/XxVOxvgs44o?si=_MO1VGKJWQMJ8ZGn

– Palmeiras x São Paulo: pênalti ou não de Gustavo Gómez? Como discernir movimento antinatural ou não?

Muita polêmica no Choque-Rei. Mas não foi pênalti. E para você saber se foi infração de mão deliberada na bola, questione (lembrando: NUNCA avalie tais lances como imprudência, pois não existe na Regra a avaliação de mão imprudente, somente intencional ou mão antinatural):

  1. É a mão que vai intencionalmente em direção da bola ou a bola que vai acidentalmente na mão (e o conceito de mão é: mão / braço / antebraço)?;
  2. – Havia tempo hábil para tirar o braço e evitar o contato?;
  3. – A velocidade em que a bola chega é razoavelmente rápida?;
  4. – A distância da bola;
  5. – O movimento antinatural do atleta (ou seja: o atleta poderia evitar o contato, mas o movimenta antinaturalmente no esforço físico para que ela bata disfarçada e propositalmente, tirando proveito disso).

Assim, esqueça qualquer dito popular de que: “ía em direção ao gol”, ou pior ainda: “mudou a trajetória da bola”. Tudo isso não existe, é como “lenda urbana de que tomar leite com manga faz mal e pode matar”. O que vale, acima de tudo, é: HOUVE INTENÇÃO DE COLOCAR A MÃO NA BOLA OU NÃO? ESTAVA ANTINATURALMENTE DISPUTANDO A BOLA?

Assim, não foi pênalti.

– As alterações das Regras do jogo para a Temporada 2026/2027, explicadas:

A International Board (IFAB), na reunião do último sábado (28), discutiu uma série de modificações nas Regras do Futebol. Em específico, o encontro se preocupou em formas de agilizar o jogo, buscando maior tempo de bola rolando.

Em outras reuniões, muita coisa já houvera sido discutida: paralisação de cronômetro, 2 tempos de 50 minutos e acréscimos majorados (essa última, tornou-se uma orientação a partir da Copa de 2022: não mais o básico “1′ de acréscimo no primeiro tempo e 3′ de acréscimos no segundo tempo”, mas sim a quantidade ideal de tempo de acordo com as paralisações e tempos perdidos).

Vamos lá, aqui estão as modificações, extraídas do comunicado IFAB em seu site oficial (originalmente em inglês e traduzidas por mim de uma maneira menos técnica e mais didática):

– REGRA 3: Os Jogadores.
Ninguém pode conversar com o árbitro contestando suas decisões. Porém, há duas temporadas, optou-se pela experiência de que somente o capitão da equipe pode conversar com o árbitro, de maneira respeitosa (e todos os demais que o abordassem, deveriam tomar Cartão Amarelo). Isso tornou-se o ano passado optativo: você escolhe o modelo “ninguém fala nada”, ou “somente o capitão fala, e os outros recebem amarelo”.
Agora, o texto da regra diz que os organizadores de um torneio preferencialmente devem sugerir que suas competições permitam que o capitão possa falar com o árbitro (e os demais recebam amarelo), para “melhorar o comportamento em campo, aumentar a cooperação e fortalecer o relacionamento entre os jogadores e o árbitro”.
Ou seja: antes, era opção; agora, uma recomendação preferencial.
Uma novidade passa a ser: os jogadores, no processo de substituição, deverão sair de campo em até 10 segundos (por qualquer ponto do campo) após serem informados pelo árbitro. Se não o fizer, o substituto terá que esperar 1 minuto para entrar em campo.

– REGRA 5: O Árbitro.
Os árbitros deverão publicamente fazer a contagem regressiva para o goleiro repor a bola em jogo, quando a defende, a partir do 5º segundo dos 8 segundos que a regra exige.
Ou seja: ele não precisa contar publicamente os 8 segundos, somente a partir do 5º segundo, levantando a mão e indicando.

– REGRA 8: Início e Reinício de Jogo.
No Bola ao chão, existem momentos em que a bola possa claramente ir para um adversário da equipe que tocou nela por último (mas não vai). Nesses casos, segundo a IFAB, é mais justo que o bola ao chão seja concedido à equipe que teria ficado com a posse, desde que isso seja evidente para o árbitro. Fora da área penal, a bola será agora colocada em jogo na posição em que se encontrava quando a partida foi interrompida.
Ou seja: o reinício com bola ao chão não será mais necessariamente à equipe que estava com a posse de bola em seu pé, mas essencialmente à equipe que dominaria a bola, caso ela não esteja com o domínio efetivo.

– REGRA 9: Bola em Jogo e Bola fora de Jogo.
Existem situações em que um treinador, substituto ou jogador que esteja temporariamente fora do campo de jogo (entre outros) toca na bola enquanto ela se dirige para fora de campo, com a intenção de ajudar a agilizar o reinício da partida. Nesses casos, será marcado um tiro livre indireto, mas não haverá sanção disciplinar, a menos que tal sanção seja aplicada por abandonar a área técnica de forma persistente.
Ou seja: se alguém invadir o campo precipitadamente para devolver uma bola que vai sair (mas não saiu ainda), será marcado tiro livre indireto (dois lances), sem o cartão amarelo. O motivo é: se você tenta agilizar o jogo, não tem má fé. Portanto, o que antes era cartão amarelo, passa a não ser mais.

– REGRA 11: Impedimento.
Aqui, se torna mais um esclarecimento do que uma mudança na regra: quando um goleiro lança uma bola ao ataque, e se quem receber a bola estará em posição duvidosa de impedimento, o VAR deverá considerar o último ponto de contato durante o lançamento com a mão. Já quando for chute, será considerado o primeiro contato com o pé.
Ou seja: a regra diferencia o chute do arremesso manual:
No Chute (Regra Geral): O momento considerado para o impedimento é o início do toque (o primeiro contato da chuteira com a bola). Isso evita dúvidas sobre a deformação da bola ou o tempo que o pé fica em contato com ela.
No Arremesso do Goleiro: Como o braço faz um movimento de alavanca e a mão “acompanha” a bola por mais tempo, o “primeiro contato” ocorre quando a bola ainda está junto ao corpo do goleiro. O último contato (o momento em que a bola efetivamente sai da mão) é muito mais fácil de ser identificado pelas câmeras do VAR e reflete melhor o momento real do lançamento.

– REGRA 12: Faltas e incorreções.
Aqui, apenas um reforço na redação sobre o goleiro ter que repor a bola em 8 segundos: o texto da regra acrescentou que obrigatoriamente o árbitro deve fazer a contagem de 5 segundos finais (dos 8 de tolerância, já citado na regra 5), para que o goleiro não seja surpreendido pelo final do tempo.
Também há a recomendação em que, nos lances em que um atleta comete uma falta numa situação clara e iminente de gol, e há vantagem resultante em gol, nenhum cartão deverá ser aplicado.
Por fim, uma novidade: o VAR poderá intervir em lances em que um jogador seja expulso não somente pelo cartão vermelho, mas também pelo segundo amarelo.

– REGRA 15: Arremesso Lateral.
A partir do momento que um atleta ter condições de cobrar o arremesso lateral, ele deve fazê-lo em até 5 segundos. Caso contrário, a bola estará em posse do adversário (a clássica “reversão”). Antes, você não tinha limite determinado de tempo e, ao invés de reversão, aplicava-se Cartão Amarelo por retardamento.

– REGRA 16: Tiro de Meta.
O tiro de meta deverá ser cobrado em até 5 segundos, após a bola ser posicionada e estar pronta para o chute. Caso não ocorra, deverá ser marcado um tiro de canto para a equipe adversária.

– REGRA 17: tiro de canto:
Todo escanteio (e inclua-se tiro de meta) que for marcado equivocadamente pelo árbitro e o VAR perceber, deverá ser informado. O VAR só poderá intervir de maneira rápida, sem paralisar a partida e nem pedir para que o árbitro vá ao monitor.

– JOGADORES LESIONADOS:
Aqui, talvez o ponto mais polêmico! Um atleta que precisar sair de campo e ser atendido pelo médico, só poderá voltar ao campo de jogo após 1 minuto depois de ultrapassar a linha (exceto, óbvio, o goleiro).
Isso tem um lado positivo: acabará com simulações de contusões.
Isso tem um lado negativo: se eu sofro uma lesão real e preciso sair, o time infrator ficará com um jogador a mais por 1 minuto.
Na Copa Árabe 2025, testou-se essa situação, com a ressalva: se o atleta infrator receber qualquer cartão (amarelo ou vermelho), o lesionado não tem esse tempo mínimo de aguardo. Porém, no documento da IFAB, não consta essa observação. Aguardemos mais esclarecimentos.

Aqui, um grande problema: as alterações das regras do Futebol valem para a temporada 2026/2027 (que são no meio do ano, quando se inicia a temporada europeia). A Copa do Mundo, que é a maior vitrine, já começará com essas regras. E até o ano passado, a CBF tinha autorização especial para adiantar as regras (pois o Brasileirão começava em Abril). Em 2026, o Campeonato Brasileiro já começou em Janeiro! Assim, você não pode mudar as regras do esporte no meio da competição, e devemos ir até dezembro com as regras velhas.
Imagine quantos arremessos laterais seriam revertidos, quantos tiros de meta teriam virado escanteio e quantas simulações a menos teríamos até a 4ª rodada jogada. Sem contar o tempo de bola rolando. Assim, um placar com essas regras poderia ter sido diferente.

  • Qual a solução?

Imagino que a CBF tentará reunir os clubes e convencê-los a unanimamente aceitar que as regras novas sejam aplicadas a partir das próximas rodadas (e usar isso como argumento à FIFA para liberar).

– Daiane Muniz apitou em sequência dois jogos eliminatórios do SPFC, com 3 reclamações de pênaltis. Foram ou não?

Ontem, ao Canal “De Pai pra Filho”, de Nilson César e Fausto Favara, falamos: Daiane Muniz é uma boa árbitra, mas o Choque-Rei da semifinal era “muito jogo para ela”, devido a inexperiência.

Caso não tenha assistido, está aqui: https://wp.me/p4RTuC-1ecK

O problema é: Daiane não é árbitra experiente o suficiente (por favor, estamos falando de profissionais, ela faz parte do quadro profissional que está em vigor, e não tem qualquer relação com discussão de gênero).  Na CBF, ela é VAR-FIFA, mas não apita jogos da Série A. No Paulistão, virou árbitra de campo (sem tanta rodagem). 

Por exemplo: em 2023, só trabalhou em jogos da A1 do Paulistão como VAR. Em 2024, apitou somente um jogo da série A2. Em 2025, aí explodiu na carreira e fez vários da A1 (mas continuou como VAR na CBF, onde chegou à FIFA). Em 2026, apitou até agora 4 partidas (inclusive, o último jogo do São Paulo no Paulistão foi apitado por ela, o que é incomum repetir escala de árbitros em mesmo time na sequência, vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-1dXZ). 

1- Lá em Bragança Paulista, o São Paulo poderia reclamar do pênalti em Lucas Moura (estava no ataque, foi atingido com o ombro nas costas, não foi tranco legal, e ela não marcou).

2- Em Barueri, o lance reclamado por Gustavo Gómez foi corretamente não marcado. Não existe na regra “desviar a direção da bola” ou outros mitos. Existe intenção e movimento antinatural, e para você discernir isso, compartilho essa postagem bem didática sobre o lance, em: https://wp.me/p4RTuC-1edO (não vale analisar o lance em câmera lenta, tem que ser na dinâmica do jogo, para não causar distorção da interpretação).

3- Sobre o pênalti posteriormente marcado: não foi. Ali, lance normal de disputa de bola com contato físico. Imagino que, naquela altura, pressionada e insegura que ficou, marcou.

– A grandeza de um clube está nos seus valores.

– Quem levará o Paulistão 2026?

Palmeiras x Novorizontino e depois Novorizontino x Palmeiras: em 2 jogos, decidindo no Interior, trará qual campeão?

Na primeira fase, o Tigre ganhou de 4×0 do Porco. Como será agora? Aguardemos!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Bandeirante de Birigui (Rodada 11 do Paulistão da Série A3).

E para o confronto do Galo contra o Bandeirante,

Árbitro: Salim Fende Chavez
Árbitro Assistente 1: Matheus Guilherme Biselli da Cruz
Árbitro Assistente 2: Eduardo Augusto Borges
Quarto Árbitro: João Batista do Nascimento Avelino
Analista de Vídeo: Adriano Stange

Para mim, uma grande surpresa. Salim Fende Chavez é um árbitro que já esteve por anos da Série A1, mas nas duas últimas comissões de arbitragem da FPF foi deixado de lado. Já fez arbitragens muito ruins no Jayme Cintra, e ainda assim era escalado. 

Gosta de dar cartões e tecnicamente comete algumas falhas. É experiente, mas está apitando há algum tempo A2 e A3.

Acompanhe Paulista de Jundiaí x Bandeirante de Birigui pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 20h00 (04/03), mas desde às 19h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– Relembrando um uniforme clássico da arbitragem.

Recordar é viver!

Todo começo de ano, a FPF exigia que os árbitros do quadro enviassem uma foto 10×15 de corpo inteiro, em um gramado, com o uniforme amarelo!

Faz tempo… esse da Penalty era um “clássico”.

– Lingard: Remo ou Corinthians?

Jesse Lingard, ex-Manchester United e Seleção da Inglaterra em 2018, rodou por diversos times pequenos nas últimas temporadas. Seu último clube foi na Coreia do Sul, onde encerrou o contrato.

Para a minha surpresa, há dias o noticiário estava falando sobre o interesse do Remo para que o inglês jogasse o Brasileirão.

Devido a isso, pensei: “Será que ele ainda é um atleta caro”? Ou: “Como anda a qualidade do seu futebol?” Ou ainda: “Valeria a pena ao time paraense”?

De repente… apareceu o Corinthians como interessado em Lingard! Justamente dias depois de Dorival Jr dizer que não gosta do excesso de estrangeiros nos times brasileiros.

O futebol brasileiro é uma verdadeira “caixinha de surpresas”… (frase inédita!).

– Palmeiras x São Paulo: pênalti ou não de Gustavo Gómez? Como discernir movimento antinatural ou não?

Muita polêmica no Choque-Rei. Mas não foi pênalti. E para você saber se foi infração de mão deliberada na bola, questione (lembrando: NUNCA avalie tais lances como imprudência, pois não existe na Regra a avaliação de mão imprudente, somente intencional ou mão antinatural):

  1. É a mão que vai intencionalmente em direção da bola ou a bola que vai acidentalmente na mão (e o conceito de mão é: mão / braço / antebraço)?;
  2. – Havia tempo hábil para tirar o braço e evitar o contato?;
  3. – A velocidade em que a bola chega é razoavelmente rápida?;
  4. – A distância da bola;
  5. – O movimento antinatural do atleta (ou seja: o atleta poderia evitar o contato, mas o movimenta antinaturalmente no esforço físico para que ela bata disfarçada e propositalmente, tirando proveito disso).

Assim, esqueça qualquer dito popular de que: “ía em direção ao gol”, ou pior ainda: “mudou a trajetória da bola”. Tudo isso não existe, é como “lenda urbana de que tomar leite com manga faz mal e pode matar”. O que vale, acima de tudo, é: HOUVE INTENÇÃO DE COLOCAR A MÃO NA BOLA OU NÃO? ESTAVA ANTINATURALMENTE DISPUTANDO A BOLA?

Assim, não foi pênalti.

– O que esperar da arbitragem de Daiane Muniz no Palmeiras x São Paulo?

É dia de decisão! É dia de saber quem será o último finalista do Paulistão 2026.

Sobre a arbitragem para o Choque-Rei, falamos nessa postagem (boletim ao Canal de Pai pra Filho, do Nilson César e Fausto Favara), em: https://youtu.be/357YtlwKBZU?si=N40ygeHGoRXib8kH

– Quem vai para a final do Paulistão contra o Novorizontino? Palmeiras ou São Paulo?

Quem vai para a final do Paulistão contra o Novorizontino?

O certo é: todas as torcidas dos times grandes que não estarão na final, serão torcedoras do simpático time do Interior.

Aguardemos! O Clássico Palmeiras x São Paulo será hoje às 20h30.

IN ENGLISH –

Who will be in the Paulista Championship final against Novorizontino?

The truth is: all the fans of the big teams that aren’t in the final will be fans of the likeable team from the interior.

Let’s wait and see! The Palmeiras vs. São Paulo derby will be today at 8:30 PM.

– As alterações das Regras do jogo para a Temporada 2026/2027, explicadas:

A International Board (IFAB), na reunião do último sábado (28), discutiu uma série de modificações nas Regras do Futebol. Em específico, o encontro se preocupou em formas de agilizar o jogo, buscando maior tempo de bola rolando.

Em outras reuniões, muita coisa já houvera sido discutida: paralisação de cronômetro, 2 tempos de 50 minutos e acréscimos majorados (essa última, tornou-se uma orientação a partir da Copa de 2022: não mais o básico “1′ de acréscimo no primeiro tempo e 3′ de acréscimos no segundo tempo”, mas sim a quantidade ideal de tempo de acordo com as paralisações e tempos perdidos).

Vamos lá, aqui estão as modificações, extraídas do comunicado IFAB em seu site oficial (originalmente em inglês e traduzidas por mim de uma maneira menos técnica e mais didática):

– REGRA 3: Os Jogadores.
Ninguém pode conversar com o árbitro contestando suas decisões. Porém, há duas temporadas, optou-se pela experiência de que somente o capitão da equipe pode conversar com o árbitro, de maneira respeitosa (e todos os demais que o abordassem, deveriam tomar Cartão Amarelo). Isso tornou-se o ano passado optativo: você escolhe o modelo “ninguém fala nada”, ou “somente o capitão fala, e os outros recebem amarelo”.
Agora, o texto da regra diz que os organizadores de um torneio preferencialmente devem sugerir que suas competições permitam que o capitão possa falar com o árbitro (e os demais recebam amarelo), para “melhorar o comportamento em campo, aumentar a cooperação e fortalecer o relacionamento entre os jogadores e o árbitro”.
Ou seja: antes, era opção; agora, uma recomendação preferencial.
Uma novidade passa a ser: os jogadores, no processo de substituição, deverão sair de campo em até 10 segundos (por qualquer ponto do campo) após serem informados pelo árbitro. Se não o fizer, o substituto terá que esperar 1 minuto para entrar em campo.

– REGRA 5: O Árbitro.
Os árbitros deverão publicamente fazer a contagem regressiva para o goleiro repor a bola em jogo, quando a defende, a partir do 5º segundo dos 8 segundos que a regra exige.
Ou seja: ele não precisa contar publicamente os 8 segundos, somente a partir do 5º segundo, levantando a mão e indicando.

– REGRA 8: Início e Reinício de Jogo.
No Bola ao chão, existem momentos em que a bola possa claramente ir para um adversário da equipe que tocou nela por último (mas não vai). Nesses casos, segundo a IFAB, é mais justo que o bola ao chão seja concedido à equipe que teria ficado com a posse, desde que isso seja evidente para o árbitro. Fora da área penal, a bola será agora colocada em jogo na posição em que se encontrava quando a partida foi interrompida.
Ou seja: o reinício com bola ao chão não será mais necessariamente à equipe que estava com a posse de bola em seu pé, mas essencialmente à equipe que dominaria a bola, caso ela não esteja com o domínio efetivo.

– REGRA 9: Bola em Jogo e Bola fora de Jogo.
Existem situações em que um treinador, substituto ou jogador que esteja temporariamente fora do campo de jogo (entre outros) toca na bola enquanto ela se dirige para fora de campo, com a intenção de ajudar a agilizar o reinício da partida. Nesses casos, será marcado um tiro livre indireto, mas não haverá sanção disciplinar, a menos que tal sanção seja aplicada por abandonar a área técnica de forma persistente.
Ou seja: se alguém invadir o campo precipitadamente para devolver uma bola que vai sair (mas não saiu ainda), será marcado tiro livre indireto (dois lances), sem o cartão amarelo. O motivo é: se você tenta agilizar o jogo, não tem má fé. Portanto, o que antes era cartão amarelo, passa a não ser mais.

– REGRA 11: Impedimento.
Aqui, se torna mais um esclarecimento do que uma mudança na regra: quando um goleiro lança uma bola ao ataque, e se quem receber a bola estará em posição duvidosa de impedimento, o VAR deverá considerar o último ponto de contato durante o lançamento com a mão. Já quando for chute, será considerado o primeiro contato com o pé.
Ou seja: a regra diferencia o chute do arremesso manual:
No Chute (Regra Geral): O momento considerado para o impedimento é o início do toque (o primeiro contato da chuteira com a bola). Isso evita dúvidas sobre a deformação da bola ou o tempo que o pé fica em contato com ela.
No Arremesso do Goleiro: Como o braço faz um movimento de alavanca e a mão “acompanha” a bola por mais tempo, o “primeiro contato” ocorre quando a bola ainda está junto ao corpo do goleiro. O último contato (o momento em que a bola efetivamente sai da mão) é muito mais fácil de ser identificado pelas câmeras do VAR e reflete melhor o momento real do lançamento.

– REGRA 12: Faltas e incorreções.
Aqui, apenas um reforço na redação sobre o goleiro ter que repor a bola em 8 segundos: o texto da regra acrescentou que obrigatoriamente o árbitro deve fazer a contagem de 5 segundos finais (dos 8 de tolerância, já citado na regra 5), para que o goleiro não seja surpreendido pelo final do tempo.
Também há a recomendação em que, nos lances em que um atleta comete uma falta numa situação clara e iminente de gol, e há vantagem resultante em gol, nenhum cartão deverá ser aplicado.
Por fim, uma novidade: o VAR poderá intervir em lances em que um jogador seja expulso não somente pelo cartão vermelho, mas também pelo segundo amarelo.

– REGRA 15: Arremesso Lateral.
A partir do momento que um atleta ter condições de cobrar o arremesso lateral, ele deve fazê-lo em até 5 segundos. Caso contrário, a bola estará em posse do adversário (a clássica “reversão”). Antes, você não tinha limite determinado de tempo e, ao invés de reversão, aplicava-se Cartão Amarelo por retardamento.

– REGRA 16: Tiro de Meta.
O tiro de meta deverá ser cobrado em até 5 segundos, após a bola ser posicionada e estar pronta para o chute. Caso não ocorra, deverá ser marcado um tiro de canto para a equipe adversária.

– REGRA 17: tiro de canto:
Todo escanteio (e inclua-se tiro de meta) que for marcado equivocadamente pelo árbitro e o VAR perceber, deverá ser informado. O VAR só poderá intervir de maneira rápida, sem paralisar a partida e nem pedir para que o árbitro vá ao monitor.

– JOGADORES LESIONADOS:
Aqui, talvez o ponto mais polêmico! Um atleta que precisar sair de campo e ser atendido pelo médico, só poderá voltar ao campo de jogo após 1 minuto depois de ultrapassar a linha (exceto, óbvio, o goleiro).
Isso tem um lado positivo: acabará com simulações de contusões.
Isso tem um lado negativo: se eu sofro uma lesão real e preciso sair, o time infrator ficará com um jogador a mais por 1 minuto.
Na Copa Árabe 2025, testou-se essa situação, com a ressalva: se o atleta infrator receber qualquer cartão (amarelo ou vermelho), o lesionado não tem esse tempo mínimo de aguardo. Porém, no documento da IFAB, não consta essa observação. Aguardemos mais esclarecimentos.

Aqui, um grande problema: as alterações das regras do Futebol valem para a temporada 2026/2027 (que são no meio do ano, quando se inicia a temporada europeia). A Copa do Mundo, que é a maior vitrine, já começará com essas regras. E até o ano passado, a CBF tinha autorização especial para adiantar as regras (pois o Brasileirão começava em Abril). Em 2026, o Campeonato Brasileiro já começou em Janeiro! Assim, você não pode mudar as regras do esporte no meio da competição, e devemos ir até dezembro com as regras velhas.
Imagine quantos arremessos laterais seriam revertidos, quantos tiros de meta teriam virado escanteio e quantas simulações a menos teríamos até a 4ª rodada jogada. Sem contar o tempo de bola rolando. Assim, um placar com essas regras poderia ter sido diferente.

  • Qual a solução?

Imagino que a CBF tentará reunir os clubes e convencê-los a unanimamente aceitar que as regras novas sejam aplicadas a partir das próximas rodadas (e usar isso como argumento à FIFA para liberar).

– E se ninguém soubesse nada do seu clube?

O marketing esportivo bem sucedido precisa de divulgação da agremiação, seja de que esporte for. Sem ela, nada acontece.

Times grandes querem espaço nos programas esportivos. Os torcedores anseiam ouvir (as coisas boas e ruins) do seu clube de coração.

A impressão que eu tenho é de que, se alguma equipe não quer que se fale dela, talvez não queira que o torcedor veja o que seus cartolas fazem.

Se um dia isso acontecesse, daria para chamar quem teve a ideia de “desinteligente”, afinal, tentar censurar a imprensa é “deixar a bola pingando” para se mostrar (ou não mostrar) como se age com a transparência e democracia na gestão.

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber, informar para crédito no post.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista FC x AA Francana (Rodada 10 do Paulistão A3 2026).

E para o confronto do Galo contra a Feiticeira, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Vinícius Nunes Lima dos Santos
Árbitro Assistente 1: Raffael Arderi
Árbitro Assistente 2: Leandro Fernandes Rodrigues
Quarto Árbitro: Rodrigo Santos
Analista de Vídeo: Marco Antonio Gonzaga da Silva

Vinícius tem 26 anos e é formado há apenas 2 anos. Trabalhou em 2024 em partidas do Sub 11 ao Sub 15, e surpreendentemente fez sua estreia em 2025 na partida São Caetano x Paulista, na A4.

Em 2026, seu segundo ano, está trabalhando na A3. E fica a pergunta: por quê não ter mais rodagem em partidas amadoras, Sub 20, 5ª divisão e, com um pouco de experiência, subir de divisão?

A resposta é: Vinícius está fazendo parte do Projeto de Árbitros Profissionais da FPF, é natural de Piracicaba e se formou anteriormente árbitro amador em um projeto social da Central Única de Favelas. Assim, tendo experiência em várzea, resolveu-se adiantar a sua carreira. Confesso: se todos os jovens árbitros tivessem a mesma oportunidade, não seria crítico por tal medida. Mas não é assim que funciona…

Dentro do processo de renovação forçada que a FPF promove, corre-se o risco de queimar etapas… aliás, vimos isso na gestão passada.

Acompanhe Paulista de Jundiaí x Associação Atlética Francna pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 15h00 (01/03), mas desde às 14h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– O sorteio da Champions League:

O sorteio da UEFA Champions League mostra vários bons jogos e outros “nem tão bons”.

A observação é: de novo, Real Madrid x Manchester City?

Óbvio que será legal, mas parece que todo ano, a “bolinha tem que cair” para esse confronto…

– Estamos na contramão? Sobre o pênalti em Coritiba x São Paulo.

Eu me impressiono como a arbitragem brasileira está indo na contramão da FIFA. Árbitros que não apitam “picando o jogo”em partidas internacionais, aqui amarram as partidas e inventam infrações inexistentes. Claro, é mais fácil apitar qualquer coisa e justificar, do que nada marcar e aguentar reclamações nos programas de TV (infelizmente).

Em Coritiba, o goleiro do Curitiba estava defendendo a bola e seu antebraço bateu na cabeça de Tapia, do São Paulo. Wilton Pereira Sampaio não marcou e o VAR Caio Max o convenceu do contrário…

A FIFA tem cada vez mais recomendado que não se pare o jogo ou se marque infrações confundindo imprudência com casualidade, lembrando que o contato físico faz parte do jogo de futebol e ressaltando a atenção para as “cavadas” (jogador que abdica de jogar quando percebe um contato).

Aqui no Brasil, fazemos o contrário: li gente alegando que o contato do goleiro era imprudente e por isso era pênalti. Ora, ele acertou a bola e o contato natural dos corpos ocorreu posteriormente!

Estamos acabando com o futebol jogado em nosso país…

– Sobre Flamengo x Lanus: pênalti ou não em Arrascaeta?

Eu não marcaria o pênalti ao flamenguista, e explico no link em: https://youtu.be/hDrN9UqNq4w?si=PlF3pnbBVhec80jj

– Lingard: Remo ou Corinthians?

Jesse Lingard, ex-Manchester United e Seleção da Inglaterra em 2018, rodou por diversos times pequenos nas últimas temporadas. Seu último clube foi na Coreia do Sul, onde encerrou o contrato.

Para a minha surpresa, há dias o noticiário estava falando sobre o interesse do Remo para que o inglês jogasse o Brasileirão.

Devido a isso, pensei: “Será que ele ainda é um atleta caro”? Ou: “Como anda a qualidade do seu futebol?” Ou ainda: “Valeria a pena ao time paraense”?

De repente… apareceu o Corinthians como interessado em Lingard! Justamente dias depois de Dorival Jr dizer que não gosta do excesso de estrangeiros nos times brasileiros.

O futebol brasileiro é uma verdadeira “caixinha de surpresas”… (frase inédita!).

– A simulação de Neymar na discussão com Thiago Mendes.

Que simulação ridícula, Neymar!

Craque tem que dar exemplo…

Em: https://youtu.be/BYN350cEvIQ?si=51P6DRN_jyK-2Tf5

– A postagem do irmão de Otamendi contra Vini Jr.

Que barbaridade a postagem do irmão de Otamendi!

Após o jogador argentino levar um baile de Vini Jr, o mau-caráter do rapaz publicou uma foto do brasileiro como macaco.

Mais racista, impossível… Vinícius como gorila, na imagem ridícula:

– E se a moda pega?

Xi… que os torcedores brasileiros, quando estiverem insatisfeitos com suas equipes, não imitem os italianos do Torino!

Lá em Turim, jogaram ESTERCO como protesto à qualidade do futebol mostrado pelo time

E se virar moda? Vai feder, sem dúvida.

– As 3 situações polêmicas em Palmeiras 2×1 Fluminense:

1 – O pênalti em Vitor Roque: em que pese o atacante ter um histórico de cavar infrações em lances como esse, o joelho do goleiro Fábio toca o pé do palmeirense, o desequilibrando. Acertou o árbitro.

2 – O Palmeiras iniciou e reiniciou o jogo com o tiro de saída! Aí, o árbitro Felipe Fernandes Lima (que agora é profissional) não prestou atenção de que o direito de reiniciar o segundo tempo era do Fluminense. É um erro de Direito (descumprir a regra), não erro de Fato (de interpretar um lance). Será que os cariocas reclamarão?

3 – A expulsão de Abel: um treinador vitorioso, bem remunerado e que defende foco e controle emocional, não pode receber um Cartão Vermelho (corretamente) por, como consta em súmula, reclamar de um simples lateral e chamar a bandeira de cega! Que pisada na bola…

– #tbt de outros tempos da arbitragem!

Um #tbt na Granja Comary, em evento com árbitros em diversos estados.

Eu estava magrinho…

– Estamos na contramão? Sobre o pênalti em Coritiba x São Paulo.

Eu me impressiono como a arbitragem brasileira está indo na contramão da FIFA. Árbitros que não apitam “picando o jogo”em partidas internacionais, aqui amarram as partidas e inventam infrações inexistentes. Claro, é mais fácil apitar qualquer coisa e justificar, do que nada marcar e aguentar reclamações nos programas de TV (infelizmente).

Em Coritiba, o goleiro do Curitiba estava defendendo a bola e seu antebraço bateu na cabeça de Tapia, do São Paulo. Wilton Pereira Sampaio não marcou e o VAR Caio Max o convenceu do contrário…

A FIFA tem cada vez mais recomendado que não se pare o jogo ou se marque infrações confundindo imprudência com casualidade, lembrando que o contato físico faz parte do jogo de futebol e ressaltando a atenção para as “cavadas” (jogador que abdica de jogar quando percebe um contato).

Aqui no Brasil, fazemos o contrário: li gente alegando que o contato do goleiro era imprudente e por isso era pênalti. Ora, ele acertou a bola e o contato natural dos corpos ocorreu posteriormente!

Estamos acabando com o futebol jogado em nosso país…

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista FC x AA Francana (Rodada 10 do Paulistão A3 2026).

E para o confronto do Galo contra a Feiticeira, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Vinícius Nunes Lima dos Santos
Árbitro Assistente 1: Raffael Arderi
Árbitro Assistente 2: Leandro Fernandes Rodrigues
Quarto Árbitro: Rodrigo Santos
Analista de Vídeo: Marco Antonio Gonzaga da Silva

Vinícius tem 26 anos e é formado há apenas 2 anos. Trabalhou em 2024 em partidas do Sub 11 ao Sub 15, e surpreendentemente fez sua estreia em 2025 na partida São Caetano x Paulista, na A4.

Em 2026, seu segundo ano, está trabalhando na A3. E fica a pergunta: por quê não ter mais rodagem em partidas amadoras, Sub 20, 5ª divisão e, com um pouco de experiência, subir de divisão?

A resposta é: Vinícius está fazendo parte do Projeto de Árbitros Profissionais da FPF, é natural de Piracicaba e se formou anteriormente árbitro amador em um projeto social da Central Única de Favelas. Assim, tendo experiência em várzea, resolveu-se adiantar a sua carreira. Confesso: se todos os jovens árbitros tivessem a mesma oportunidade, não seria crítico por tal medida. Mas não é assim que funciona…

Dentro do processo de renovação forçada que a FPF promove, corre-se o risco de queimar etapas… aliás, vimos isso na gestão passada.

Acompanhe Paulista de Jundiaí x Associação Atlética Francna pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 15h00 (01/03), mas desde às 14h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– Prestigie a minha coluna no JJ:

Falamos sobre as contradições do futebol brasileiro no Jornal de Jundiaí de hoje.

Abaixo:

– Análise da Arbitragem de Rio Preto 2×0 Paulista FC.

Para 155 pagantes, um jogo cansativo, longo, maçante e de nível técnico ruim. Não parecia uma partida de serie A3.

O Paulista jogou bem entre os minutos 10 e 20 do primeiro tempo. Camilo, em muitos momentos, ficou sem função. Time sem atitude. Christopher entrou apenas no meio do segundo tempo.

Aos 83m, Papa, que acabara de entrar, na primeira bola abriu o placar ao Jacaré.

Aos 90m, Gabriel Fonseca, que acabara de entrar, na primeira bola que tentou disputar cometeu um pênalti infantil e o Rio Preto ampliou.

Sobre a arbitragem: Rinaldo Diego de Oliveira não teve trabalho. Apitou o be-a-bá sem polêmicas na partida. Cumpriu seu dever.

Cuidado, Galo, para não perder a classificação.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Athlético Paranaense (Rodada 4 do Brasileirão Série A 2026).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Furacão, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães -RJ
Árbitro Assistente 1: Guilherme Dias Camilo – MG
Árbitro Assistente 2: Anne Kesy Gomes de Sa – AM
Quarto Árbitro: Rejane Caetano Da Silva – CE
Assessor: Fabrício Vilarinho da Silva – GO
VAR: Pablo Ramon Goncalves Pinheiro – RN
AVAR: Diogo Carvalho Silva -RJ
AVAR2: Grazianni Maciel Rocha – RJ
Observador de VAR: Cláudio José de Oliveira Soares – BR
Quality manager: Jesmar Benedito Miranda de Paula – GO

Uma péssima escala! Há tempos Wagner Magalhães não apita jogos importantes. E nas poucas partidas em que é escalado na série A, justamente são em partidas do Red Bull Bragantino.

Veteraníssimo, tem corrido pouco em campo e errado tecnicamente. Vide os últimos erros em partidas do Palmeiras, do Fortaleza e do Santos na Série A, em outros anos. E nos jogos do Massa Bruta também. Relembre essa péssima atuação contra o Cruzeiro: https://wp.me/p55Mu0-3l1.

O motivo de estar sendo escalado? É porque foi selecionado para o grupo de elite que foi profissionalizado pela CBF. Assim como desaposentaram Bráulio da Silva Machad0 (que havia revertido a carreira para VAR), se está nesse grupo, tem que apitar…

Desejo um bom jogo e uma boa arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs CAP pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quarta Feira, 25/02, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Feliz Aniversário ao grande Pepe!

Já imaginaram se Pepe, o “Canhão da Vila”, jogasse hoje?

Quanto valeria o seu passe?

Ele é o maior artilheiro do Santos FC, pois, segundo o próprio Pepe, não vale contar Pelé.

– E se a moda pega?

Xi… que os torcedores brasileiros, quando estiverem insatisfeitos com suas equipes, não imitem os italianos do Torino!

Lá em Turim, jogaram ESTERCO como protesto à qualidade do futebol mostrado pelo time

E se virar moda? Vai feder, sem dúvida.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Rio Preto x Paulista (Rodada 9 do Paulistão A3 2026).

E para o confronto do Galo contra o Verdão da Vila, na “Cidade dos Ypês”, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Rinaldo Diego de Oliveira
Árbitro Assistente 1: Pablo Lemos Fillet
Árbitro Assistente 2: Eduarda Gomide Rubio
Quarto Árbitro: Pietro Dimitrof Stefanelli
Analista de Vídeo: Carlos Donizeti Pianosqui

Rinaldo é contador, tem 35 anos e há 7 temporadas apita pela FPF. Mas somente no ano passado apitou seus primeiros jogos profissionais. Curiosamente, já pulou para a A2 nesse ano.

Pela ascensão meteórica, deve ter virtudes. Acompanharemos.

Acompanhe Rio Preto x Paulista de Jundiaí pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 15h00 (25/02), mas desde às 14h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– Alagou o Jayme Cintra…

Rapaz… o que choveu em Jundiaí!

Essa foto foi enviada ao grupo Democracia Tricolor, do Estádio Jayme Cintra.

Reparem como está impraticável o futebol com o gramado todo alagado. A força da natureza assusta!