– A chance da FIFA corrigir a injustiça da UEFA com Vini Jr.

Sabemos que o Real Madrid é um clube que não simpatiza com a UEFA e vice-versa, desde a tentativa da criação da Superliga Européia.

Sabemos também que o Real Madrid é uma equipe que está em litígio com a FIFA, pois não quer jogar o Supermundial de Clubes 2025.

Como Vini Jr, por questões políticas, não ganhou o Bola de Ouro da France Football que tem apoio da UEFA (sobre isso, clique aqui: https://wp.me/p4RTuC-11XE), a FIFA tem a chance de corrigir o erro com o The Best, premiar o jogador do Real Madrid, agradar o mundo do futebol, e ainda, afagar Florentino Perez, a fim de que o clube merengue não crie empecilhos para jogar o Supermundial.

Tem lógica para que isso aconteça ou não? É o jogo político da cartolagem.

– Vini Jr perdeu a Bola de Ouro para Rodri, que perdeu uma enorme chance de se consagrar…

O espanhol Rodri ganhou a Bola de Ouro da France Football, e em seu discurso falou que a conquista premiou os meio-campistas, que tiveram a chance de serem representados por ele.

Talvez seria utopia, mas e se o atleta discursa-se: “Agradeço a quem votou em mim, mas o verdadeiro Bola de Ouro é Vinícius Jr, pelo que mostrou em campo e por tudo o que está representando na luta contra o Racismo”.

Já pensaram? Se consagraria e seria ovacionado por muito tempo.

Vini Jr, diplomaticamente, escreveu dizendo em outras palavras que repetirá tudo 10 vezes, ou seja, continuará a sua luta, mesmo que outros a achem insuportável por não “estarem preparados”.

Cá entre nós: que infelicidade levar o grande liberiano George Weah, um negro, como se estivessem fazendo média aos pretos pela não escolha de Vinícius. Um nítido simbolismo que não agradou a ninguém.

– Botafogo é Impedido de Levar Torcida para Partida Contra o Peñarol em Montevidéu.

Em decisão anunciada pelo Ministério do Interior do Uruguai, a torcida do Botafogo foi proibida de comparecer ao jogo contra o Peñarol, que ocorrerá …

Continua em: Botafogo é Impedido de Levar Torcida para Partida Contra o Peñarol em Montevidéu

– CBF afasta árbitros que erraram pelo Brasileirão!

A informação vem de Rodrigo Mattos, do UOL: a CBF afastou Bráulio da Silva Machado, Flavio Rodrigues de Souza e Ramon Abatte Abel, pelos erros da rodada, e seus respectivos VARs.

Sobre esses lances, falamos aqui: https://professorrafaelporcari.com/2024/10/27/o-penalti-em-gerson-do-flamengo-explica-a-arbitragem-brasileira/

São todos da FIFA! Assim, faltará árbitro experiente para a próxima rodada… e, por outro lado, caminho aberto para Anderson Daronco e Rafael Claus apitarem os jogos finais da Copa do Brasil (se não errarem na próxima rodada do Brasileirão e a CBF os afastarem).

Sendo assim, fica a dica: não escale quem for apitar os jogos entre Atlético Mineiro x Flamengo pelo Brasileirão. A chance de errarem até lá, é grande.

– O que está acontecendo com a arbitragem brasileira?

FUTEBOL, BRASILEIRÃO E ARBITRAGEM –
Por quê os árbitros estão errando tanto?
Falamos aqui os motivos da safra tão fraca, e os erros da rodada, em:
https://youtu.be/v8eMGwpGklo?si=52asFMhKQh_KgxdG
.

– A lamentável emboscada na Fernão Dias.

Meses atrás, uma das torcidas organizadas do Cruzeiro atacou violentamente uma das torcidas do Palmeiras. A atacada (Máfia Azul) revidou com uma emboscada nesse final de semana, vitimando e ferindo pessoas da Mancha Verde.

Já imaginaram o quão bandido, idiota e desumano, é o safado que mata uma pessoa por causa de… futebol?

Pior: quem planeja isso, pois alguém poderia dizer que havia um desentendimento e de cabeça quente houve a briga. Mas tudo foi pensado!

Chega de Máfia, Mancha, Terror, Sangue isso, Sangue daquilo. Quem leva terrorismo à sociedade, é bandido e ponto final. Que não se passe à mão ou faça vistas grossas dizendo que é briga de futebol. Eles fizeram isso numa via pública, atearam fogo e mataram uma pessoa carbonizada. Como classificar isso?

Lamentavelmente, isso ocorre por impunidade! Que se identifique os criminosos e se tome as medidas cabíveis.

(Imagem extraída de: https://www.hojeemdia.com.br/esportes/cruzeiro/mafia-azul-x-mancha-verde-rivalidade-entre-organizadas-teve-inicio-no-final-dos-anos-1980-1.1037036, Montagem / Foto: Reprodução Instagram Máfia Azul / Instagram Mancha Verde)

– A camisa assinada:

Olhe aí uma camisa do Paulista FC, de um time campeão!

Tem iraniano e japonês assinando ela… (do tempo dos intercâmbios). E tem até o Reinaldo, lateral esquerdo ex-SPFC e Grêmio, deixando seu autógrafo:

– O pênalti em Gerson do Flamengo explica a arbitragem brasileira.

A – Mandaca (JUV) e Gerson (FLA) se esbarram. O flamenguista cai e o árbitro Bráulio da Silva Machado marca pênalti equivocadamente. Na cabine, há VAR, AVAR 1, AVAR 2, Assessor do VAR e Quality Management. Ainda assim conseguiu-se errar… O Twitter do Juventude publicou que “se isso é pênalti, eu sou uma Brastemp que lava e seca”.

B – Aos 45 minutos do segundo tempo, o árbitro Flávio Rodrigues de Souza marcou um pênalti inexistente para o Vitória, que foi decisivo para o triunfo do time baiano diante do Fluminense. Mano Menezes chamou o lance de “pênalti Mandrake“.

C – Ramon Abatti Abel se superou: marcou dois pênaltis inexistentes ao Palmeiras e deixou de expulsar Lucero num jogo marcado por muitos erros (vide aqui a análise dessa partida: https://wp.me/p4RTuC-11Tn).

De positivo na rodada, apenas Rodrigo José Pereira (FIFA/PE) que expulsou Rafa Silva aos 4 segundos de jogo (você não leu errado, o cruzeirense agrediu um jogador do Athletico no apito inicial). Mas repare: 

Bráulio é FIFA. Flávio é FIFA, Abatti é FIFA. Nesta rodada, tivemos 9 árbitros da FIFA escalados em 10 jogos (Marcelo de Lima Henrique, veterano e ex-FIFA, apitou Atlético Mineiro x Internacional). Indisponível apenas Paulo Zanovelli, que havia sido suspenso por 15 dias por conta do erro de direito em Fluminense x São Paulo e, após o Tricolor do Morumbi reclamar que o STJD não havia anulado o seu jogo, conseguiu como compensação mais 15 dias de gancho ao juiz (pedido feito pelo próprio time e atendido de pronto).

Se os novatos não dão conta, e os FIFAs (que são a elite da arbitragem brasileira) não resolvem, não é melhor importar árbitros? Veja que nos últimos jogos da Libertadores e da Sul-americana, os estrangeiros não tem dado problemas.

Mas um agravante: os clubes não ajudam a já fraca arbitragem. E daí veio a motivação do título desse post com a chamada do pênalti de Gerson: há 3 dias, Bruno Spindel disse: A arbitragem tem medo de errar contra os outros clubes, e não tem contra o Flamengo. O mesmo Bruno recorrigiu sua fala após o erro a favor do Mengão ontem?

Árbitro, na verdade, tem medo de errar contra time grande, contra camisa pesada e, principalmente, contra clube que tem força política. E erra-se muito no futebol brasileiro, e quem grita quando o erro é contrário, cala-se com o erro a favor.

Outro exemplo notório? Abel Ferreira, sobre os dois pênaltis inexistentes a seu favor, respondeu de maneira tranquila e serena: “Eu marcaria e você não marcaria, é interpretação”. Se fosse ao contrário… Abel, João Martins e Vitor Castanheira estariam falando do sistema, de perseguição, de melhorar o futebol, disso e daquilo, com sangue nos olhos e esbravejando aos quatro cantos. Mas como os erros foram a favor do Verdão… muda-se o tom! Que chance Abel perdeu de ser aplaudido e declarar: “já fomos prejudicados, e hoje fomos ajudados; a arbitragem é ruim sempre e precisamos melhorar”.

Além dessa pressão dos cartolas e medo de ficar fora de escalas, outros fatores explicam essa fraca arbitragem:

  • Os árbitros de hoje não têm personalidade. Ao invés de baterem no peito e assumirem suas decisões, jogam a responsabilidade à cabine do VAR, pois sabem que alguém da CA-CBF está lá, além de outros 3 elementos decidindo em um ar condicionado. Por mais que se tenham telões, a visão do árbitro em campo e o calor da partida não são reproduzidos nesses meios eletrônicos. Mas o árbitro prefere transferir a decisão…
  • A má formação dos juízes: antes se começava a apitar na cadeia (era para ganhar experiência na marra) e na várzea; hoje se inicia em Sub 11. Antes, chegar ao Morumbi, Mineirão ou Maracanã era o momento final, o auge da carreira. Hoje, pula-de da série D com a Série A com uma facilidade enorme, por falta de árbitros, e vai-se aprendendo a dirigir um jogo em estádios míticos. É como querer trocar o pneu do carro com ele rodando…
  • Privilegia-se o corpanzil, a condição atlética e a aparência do que a qualidade técnica. Quantos árbitros da altura e físico de um Emídio Marques Mesquita, Roberto Nunes Morgado ou Paulo César de Oliveira temos? Há de ser “sarado” para estar na telinha… além disso, quantos negros no apito estão na elite no país de Pelé, Garrincha, Didi, Ronaldinho Gaúcho e tantos outros grandes pretos da bola?
  • Os VARs querem ser protagonistas e participarem efusivamente do jogo. É o equivocado “reapitar a partida”, tão combatido pela FIFA, que os árbitros de vídeo insistem em praticar. Lembrando que das nações importantes no futebol, quase todas estiveram no Mundial, mas a FIFA recusou nossos VARs na última Copa do Mundo.
  • Alguém pode dizer que existem mais câmeras e isso é covardia contra o árbitro. Ao contrário, hoje ele pode usar as câmeras a seu favor! E ainda assim, o faz errado… prova da dificuldade técnica.

Enfim: nesse péssimo final de semana na arbitragem, onde a elite entrou em campo e não resolveu, insisto: nos jogos importantes, que se traga árbitros bons de fora, a fim de evitar queixas e outros problemas.

– Raphinha e Vini Jr: por quê tão diferentes na Seleção?

Raphinha e Vinícius Jr foram protagonistas na Liga dos Campeões da Europa, respectivamente por Barcelona e Real Madrid, na última semana.

A pergunta é: por que eles não conseguem render da mesma forma na Seleção Brasileira? É desentrosamento? É o técnico? É a falta de companheiros?

Alguma explicação deve ter…

– CBF afasta árbitros que erraram pelo Brasileirão!

A informação vem de Rodrigo Mattos, do UOL: a CBF afastou Bráulio da Silva Machado, Flavio Rodrigues de Souza e Ramon Abatte Abel, pelos erros da rodada, e seus respectivos VARs.

Sobre esses lances, falamos aqui: https://professorrafaelporcari.com/2024/10/27/o-penalti-em-gerson-do-flamengo-explica-a-arbitragem-brasileira/

São todos da FIFA! Assim, faltará árbitro experiente para a próxima rodada… e, por outro lado, caminho aberto para Anderson Daronco e Rafael Claus apitarem os jogos finais da Copa do Brasil (se não errarem na próxima rodada do Brasileirão e a CBF os afastarem).

Sendo assim, fica a dica: não escale quem for apitar os jogos entre Atlético Mineiro x Flamengo pelo Brasileirão. A chance de errarem até lá, é grande.

– Os 4 lances polêmicos de Palmeiras 2×2 Fortaleza.

Como disse um amigo meu: a tarde de sábado “não foi boa para os ‘Abéis’ no futebol”. O treinador palmeirense Abel Ferreira foi criticado, bem como o árbitro Ramon Abatti Abel.

Vamos aos lances polêmicos:

1) Aos 24m: Raphael Veiga lança Flaco Lopes, que tem Titi na sua marcação. O atacante cai, mas não há falta do defensor. Repare que Titi está com o braço nas costas de Flaco, mas não o desequilibra. Flaco sente o contato e se joga, e isso tem sido lembrado pela FIFA desde 2020: nem todo puxão ou empurrão é falta, deve existir desequilíbrio real na força exercida. E o árbitro marcou pênalti… errou!

2) Aos 51m: Caio Paulista chuta para o gol, e a bola bate em Pikachu. O defensor está com o braço colado, se vira, a bola bate em sua mão de maneira natural. E aqui, tenho muita preocupação com a justificativa: “o jogador ampliou seu espaço corporal”. Ora, você só pode levar isso em consideração se for por movimento antinatural! Por movimento natural e/ou ocasional, isso não pode ser considerado. De novo, o árbitro errou… E fico pensando: o VAR chamou e sugestionou ao erro, ou o árbitro mudou de opinião por conta própria? Em ambas situações, isso é equívoco.

Repararam quanto tempo se perdeu em análises de pênalti? Não pode demorar tanto…

3) Aos 74m: Lucero dá uma cotovelada certeira no rosto de Richard Ríos. É o lance clássico para Cartão Vermelho, mas Ramon Abatti Abel/SC prefere o Cartão Amarelo. Esse é o erro crasso (cotovelada deliberada) em que o VAR Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro/RN deve pedir a revisão do cartão ao árbitro.

4) O segundo gol do Fortaleza: há a reclamação de que a jogada que iniciou a posse de bola (e resultou posteriormente num gol) foi de uma falta cobrada com a bola rolando. Não me parece! A impressão que eu tenho é que o jogador a toca quando a bola para de se mexer.

Escudos de Palmeiras e Fortaleza

Palmeiras x Fortaleza (Imagem: Rodrigo Mozelli/Olhar Digital)

– 161 anos de Futebol e 11 curiosidades.

Em 26 de outubro de 1863, findava em Londres uma vitoriosa campanha encabeçada por universitários e pelo jornalista John Cartwright: a da padronização das diversas práticas de ‘football’.

Como o esporte era jogado sob a orientação dos diversos colégios e associações esportivas, não haviam regras únicas para o futebol. Há mais de um século e meio, na Freemason’s Tavern, dessa união de esforços nasceu a “The Football Association” (a FA é a ‘CBF inglesa’), que visava, como mote maior, divulgar um único conjunto de medidas para que o jogo de futebol fosse disputado uniformemente em toda a Grã-Bretanha.

Nascia assim o livro The Simplest Play, que nada mais eram as Regras do Jogo de Futebol, com 14 capítulos.

Vamos a algumas curiosidades? Selecionei 11 itens, já que em 1870 o futebol passou a ser jogado com esse número de atletas, definido pela regra 3 até hoje.

1) As traves (Regra 1) eram compostas apenas por postes; o travessão (ou seja, a parte de cima da meta) só surgiu 2 anos mais tarde, tamanha era a confusão para se determinar se os chutes muito altos tinham sido gol ou não;

2) Infrações (Regra 12) eram resumidas como: são proibidas rasteiras, caneladas e cotoveladas, bem como golpear ou segurar a bola com a mão; simples assim!

3) Não existia a figura do árbitro (Regra 5), que só surgiu em 1868, e ficava sentado numa cadeira, na sombra, servindo para tirar as dúvidas dos capitães das equipes (que eram as pessoas que decidiam se havia alguma falta ou não em comum acordo). Somente em 1878 é que surgiu o apito, mas ainda não servia para marcar faltas, mas para avisar sobre o começo e término dos jogos. Em 1881, enfim o árbitro entrou em campo e começou a decidir sobre infrações sem a consulta de capitães, fazendo parte da regra.

4) O tempo de jogo (Regra 7) é definido em 90 minutos (1893), com intervalo e acréscimos. Antes, se desse o tempo, encerrava a partida imediatamente, quer a bola estivesse no ataque ou não.

5) O pênalti (Regra 14) surge em 1891. Até então, nas faltas próximas ao gol, os jogadores se aglomeravam em cima da linha de meta e formavam um muro sobre ela.

6) Diversas infrações poderiam deixar de serem marcadas, caso a equipe que sofresse a falta achasse que não importava a marcação. Ou seja, nascia em 1903 a “lei da vantagem” (não era o árbitro quem determinava se seguia ou não o lance).

7) O goleiro podia segurar a bola com a mão por toda a sua metade do campo. Em 1907, radicalizou-se e o arqueiro só podia colocar as mãos dentro da grande área. Mas somente em 1921 alguém teve a idéia de que eles deveriam usar roupas diferentes dos jogadores de linha, para não confundir as pessoas.

8) Preocupada com a saúde dos atletas, decidiu-se em 1924 que, se o árbitro considerasse que um jogador estivesse contundido, deveria parar o jogo para que ele fosse atendido. Antes, o lesionado deveria se arranjar sozinho para deixar o campo e o jogo não deveria ser interrompido.

9) Uma revolução aconteceu em 1925: o impedimento (Regra 11) passou a exigir que ao menos 2 atletas (antes, eram 3) estivessem dando condição para que o jogo prosseguisse.

10) Em 1938, numa ‘reengenharia’ esportiva, definiu-se as 17 regras do futebol que persistem até hoje, com algumas alterações ao longo do século.

11) Somente em 1970 permitiu-se substituições de atletas universalmente (Regra 3). Antes (desde 1966), eram permitidas somente em partidas que envolvessem clubes. Também temos a adoção dos cartões amarelos e vermelhos (Regra 12).

É claro que ao longo do século XX outras tantas modificações surgiram, como o tempo de 6 segundos da posse do goleiro com a bola nas mãos, mesma linha deixar de ser impedimento, 3ª substituição, área técnica, entre outras. E no século XXI, o VAR.

E você, teria alguma sugestão para mudanças de Regra do Futebol, no dia do seu aniversário de 161 anos?

Deixe seu comentário:

– E o Flamengo fará vista grossa para o caso Varela?

Varela foi flagrado na arruaça feita pelos torcedores do Peñarol. E punição por parte do Flamengoneca de pitibiriba!

Relembre o caso: https://wp.me/p4RTuC-11P1

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Botafogo.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Fogão, a CBF escalou:

Árbitro: Anderson Daronco-RS
Árbitro Assistente 1:Luanderson Lima dos Santos-BA
Árbitro Assistente 2: Victor Hugo Imazu dos Santos-PR
Quarto Árbitro: André Luiz Skettino Policarpo Bento-MG
Assessor: Ana Karina Marques Valentin-PE
VAR: Wagner Reway-ES
AVAR: Helton Nunes-SC
AVAR2: Charly Wendy Straub Deretti-SC
Observador de VAR: Renato Cardoso da Conceição-MG
Quality manager: Mikael Silva de Araújo-CBF

Repararam quanta gente de toda parte do Brasil? Difícil entrosar uma equipe de arbitragem tão diversa…

Sobre Daronco: ele aparenta estar pesado nas suas últimas atuações, e os jogos não fluem pois, especialmente no 2º tempo, os reinícios de partida são mais demorados. Apesar disso, melhorou num quesito que pecava demais: em qualquer mão na bola (movimento natural ou não-intencional) marcava pênalti, e agora ele respeita o toque ocasional.

Mesmo com as polêmicas do último domingo na Neo Química Arena, Anderson Daronco está prestigiado. Afinal, todo jogo importante Seneme está escalando os FIFAs (até porque não temos tantos árbitros à disposição).

Para essa escala, especificamente, John Textor ficará feliz: afinal, não tem queixa de jogos do árbitro gaúcho. Curiosamente, pelo Brasileirão em 2024, em jogos do Fogão, ele apitou Corinthians x Botafogo, Botafogo x Palmeiras e Botafogo x Corinthians todos com vitória do time carioca. Também em 2023 deu sorte ao time: apitou as vitórias do Botafogo contra o Corinthians e Red Bull Bragantino em casa, além da vitória contra o América fora. O resultado menos ruim foi no segundo turno, no empate em 2×2 contra o próprio Massa Bruta, fora de casa.

Uma observação: quanto mais jogos um árbitro trabalha, menos tempo para preparação física devido as escalas exigirem viagens e deslocamentos longos (será o 42º jogo dele em 2024, nas diversas competições). A corrida de um jogo não é treino, é serviço! E dar tempo ao descanso para a recuperação, é fundamental para o aprimoramento.

Enfim: em nenhuma partida a IA de Textor levantou algo contra Daronco. Desejo boa sorte ao árbitro e um ótimo jogo.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Botafogo pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 26/10, 19h00. Mas desde às 18h estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Raphinha e Vini Jr: por quê tão diferentes na Seleção?

Raphinha e Vinícius Jr foram protagonistas na Liga dos Campeões da Europa, respectivamente por Barcelona e Real Madrid, na última semana.

A pergunta é: por que eles não conseguem render da mesma forma na Seleção Brasileira? É desentrosamento? É o técnico? É a falta de companheiros?

Alguma explicação deve ter…

– Parabéns, Botafogo!

Com jogadores jovens, sem estrelismo e desejosos de títulos; contando com um bom treinador e turbinado pelo dinheiro americano, o Botafogo jogou muita bola e goleou por 5 a 0 o Peñarol. Parabéns!

Os uruguaios até tentaram fazer uma graça, colocando o patch de 5 Libertadores conquistadas, mas o momento, cá entre nós, era inoportuno…

Eu aposto numa final entre Atlético Mineiro x Botafogo lá na Argentina, e título do Fogão.

Peñarol Botafogo provocação — Foto: Reprodução/Twitter

– Que pisada na bola, Varela!

Guillermo Varela, jogador do Flamengo, levou uma bronca da Polícia em meio a ação para conter as arruaças contidas pelos torcedores do Peñarol-URU. Ele, que é uruguaio, foi se encontrar com os amigos dele que vieram assistir o jogo contra o Botafogo-RJ.

(Sobre o vandalismo praticado e a matéria, clique aqui: https://www.lance.com.br/fora-de-campo/torcida-do-flamengo-pede-saida-de-varela-apos-ser-visto-com-vandalos-do-penarol.html).

Fico pensando: tendo o Mengão sido eliminado pelo próprio Peñarol, se juntar a torcedores do adversário não é muito inteligente, não?

Não tem assessor, amigo, conselheiro ou alguém para orientá-lo, para dizer que um profissional deve tomar certos cuidados?

É que hoje, jogadores são “patrimônios” do clube. Caso contrário, deveria ser demitido por justa causa ou ao menos multado (na minha modesta opinião).

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– A boa recordação:

Uma boa recordação: o Futebol Esporte Show da afiliada SBT (Vtv), com Marcel Capretz e Andressa Pavani!

Muito bom 👏🏻👏🏻👏🏻.

– Pitaco da Noite 2: E o Galo Mineiro?

O Atlético Mineiro amassou o River Plate, pela Libertadores, ontem.

Com uma final em seu próprio estádio, se for eliminado mesmo dessa forma, é uma enorme pipocada dos hermanos…

O irônico: o apelido do CAM é Galo; o do River, pejorativo, é Galinha…

– Se vivo fosse, seria aniversário do Rei Pelé.

A primeira vez que matei aula na vida, foi para assistir ao jogo dos 50 anos de Pelé no San Ciro, em Milão! Lá ocorreu um amistoso contra a “Seleção do Resto do Mundo” (o time tinha na ponta-esquerda Rinaldo! Aff…).

Tudo o que vi de Pelé em campo foi através de VT. Imagine o que devo não ter visto… Se jogasse agora, com a qualidade da bola, do material esportivo, dos gramados e com a existência dos cartões amarelos e vermelhos (a maior parte da carreira dele aconteceu antes do advento dos cartões), teria passado de 2000 gols!

Parabéns ao Pelé e ao Edison no seu(s) aniversário(s) (como ele mesmo desassociou sabiamente a figura dos dois), lá no alto do Céu, onde deve estar. Igual outro Pelé, dificilmente teremos. Maradonas e Messis – também raros – surgirão; mas Pelé…

Aliás, o Rei Pelé pelas frases dos súditos:

“Filho, Deus lhe deu o dom de jogar futebol. Então, você tem a obrigação de treinar mais do que os outros.”
Dondinho aconselhando o pequeno Pelé

“A perfeição não existe, mas quem chegou mais perto dela foi o Pelé.”
Zito

“Pelé é um dos poucos craques que contrariaram minha tese. Em vez de 15 minutos de fama, terá 15 séculos.”
Andy Warhol, artista americano criador da Pop Art

“Na cabeça de muito jogador não passa nada no momento de fazer uma jogada. Na cabeça de Pelé passa um longa metragem.”
Nilton Santos

“Pelé é a figura suprema do futebol. Como Garbo e Picasso, basta-lhe um só nome.”
Daily Express, jornal de Londres

“Pelé entrava em campo com corpo, genialidade, alma e coração. Ele desequilibrou o mundo.”
Gylmar

“Pelé nunca será superado, porque é impossível haver algo melhor que a perfeição. Ele teve tudo: físico, habilidade, controle de bola, velocidade, poder, espírito, inteligência, instinto, sagacidade…”
Sunday Mirror, de Londres

“Pelé não é um rei por hereditariedade. Seu reinado não é de força nem de leis. Não foi eleito nem designado, mas reconhecido como Monarca dessa democracia ideal e universal que constitui o futebol.”
France Football

“Qual a diferença entre mim e Pelé? É simples. Eu fui craque e ele, gênio.”
Leônidas da Silva

“No momento que a bola chega aos pés de Pelé, o futebol se transforma em poesia.”
Pier Paolo Pasolini, cineasta italiano

“Posso ser um novo Di Stéfano, mas não posso ser um novo Pelé. Ele é o único que ultrapassa os limites da lógica.”
Johan Cruyff

“Após o quinto gol, eu queria era aplaudi-lo.”
Sigge Parling, zagueiro sueco encarregado de marcar Pelé na final da Copa de 58

“Eu pensei: ‘Ele é feito de carne e osso, como eu.’ Eu me enganei.”
Tarciso Burnigch, zagueiro italiano que marcou Pelé na final da Copa de 70.

“Muito prazer, sou o presidente dos Estados Unidos. Você não precisa se apresentar, porque Pelé todo mundo sabe quem é.”
Ronald Reagan, presidente dos Estados Unidos, ao receber Pelé na Casa Branca

“O maior jogador de futebol do mundo foi Di Stefano. Eu me recuso a classificar Pelé como jogador. Ele está acima de tudo.”
Ferenc Puskas

“Subimos juntos, fora do tempo, para cabecear uma bola. Eu era mais alto e tinha mais impulsão. Quando desci ao chão, olhei pra cima, perplexo. Pelé ainda estava lá, no alto, cabeceando a bola. Parecia que podia ficar no ar o tempo que quisesse.”
Fachetti, zagueiro italiano na Copa do México, em 1970

“Jogava com grande objetividade. Seu futebol não admitia excessos, enfeites nem faltas. Ele quase não fazia embaixadas, não driblava para os lados, mas sempre em direção ao gol. Quando tentavam derrubá-lo, não caía, devido à sua estupenda massa muscular e equilíbrio.”
Tostão

“Dir-se-ia um rei, não sei se Lear, se imperador Jones, se etíope. Racionalmente perfeito, do seu peito parecem pender mantos invisíveis. Em suma: Ponham-no em qualquer rancho e sua majestade dinástica há de ofuscar toda a corte em derredor.”
Nélson Rodrigues, dramaturgo e cronista esportivo

“Senti medo, um terrível medo quando vi aqueles olhos. Pareciam olhos de um animal selvagem, olhos que soltavam fogo.”
Overath, jogador alemão nas Copas de 1966 a 74

“Maradona só será um novo Pelé quando ele ganhar três Copas do Mundo e marcar mais de mil gols.”
Cesar Luis Menotti, técnico campeão mundial pela Argentina em 1978

“O difícil, o extraordinário não é fazer mil gols, como Pelé. É fazer um gol como Pelé.”
Carlos Drummond de Andrade, poeta brasileiro

“Em alguns países as pessoas queriam tocá-lo, em outros queriam beijá-lo. Em outros até beijaram o chão que ele pisava. Eu achava tudo isso maravilhoso, simplesmente maravilhoso.”
Clodoaldo

“Cheguei com a esperança de parar um grande jogador, mas fui embora convencido de que havia sido atropelado por alguém que não nasceu no mesmo planeta que nós.”
Costa Pereira, goleiro do Benfica, sobre a derrota por 5 a 2 para o Santos na final do Mundial de 1962

“Quando vi o Pelé jogar, fiquei com a sensação de que eu deveria pendurar as chuteiras.”
Just Fontaine

“Você pode estar certo, mas não sabe nada de futebol e eu vi o Pelé jogar.”
Vicente Feola, técnico da Seleção Brasileira, ao psicólogo que afirmou que Pelé era jovem demais para jogar na Copa de 1958

“O Pelé estava muito determinado a levantar a taça Jules Rimet pela terceira vez. Era como se ele soubesse que esse era o seu destino. Ele parecia uma criança esperando pelo Natal.”
Mário Américo, massagista da Seleção Brasileira, sobre o Mundial de 1970

“O grande segredo dele era o improviso, aquelas coisas que ele fazia do nada. Ele tinha uma percepção extraordinária do futebol.”
Carlos Alberto Torres

“Às vezes fico com a sensação de que o futebol foi inventado para esse jogador fantástico.”
Sir Bobby Charlton

“Pelé jogou futebol por 22 anos e, durante aquele tempo, fez mais para promover a amizade e a fraternidade mundial do que qualquer outro embaixador.”
J.B. Pinheiro, embaixador do Brasil na Organização das Nações Unidas

“Força e beleza. Rapidez e precisão. A elasticidade e a firmeza no gesto que poderia ser de bailarino.”
Oldemário Touguinhó, jornalista esportivo

”Pelé é um jogador especial, com ele começou uma nova era no futebol.”
José Luis Garci, cineasta espanhol

“Pelé é um mito. Todo jogador que ama o futebol tem que se informar sobre ele.”
Zvonimir Boban, ex-jogador croata

“Pelé chegou.”
Jornal chileno anunciando a chegada da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 1962

“Passam os anos, aparecem jogadores excelentes, mas todos sempre se lembram de Pelé.”
Fernando Torres

“Comparar o Pelé com qualquer jogador é impossível. Pelé é Pelé. Ele está em um nível completamente diferente.”
Rivellino

“Pelé foi um jogador excepcional, estupendo. Nós, brasileiros, devemos dar graças a Deus por ele ter nascido aqui.”
Zico

“Quando o Pelé chegou ao Santos, falaram que seria o melhor jogador do Brasil. Erraram, foi do mundo.”
Pepe

“Pelé é onipresente. É a referência do Brasil. Em qualquer parte do mundo em que eu esteja, ao constatarem que sou brasileiro, dizem: Pelé!”
Antônio Carlos de Almeida Braga, banqueiro brasileiro

“Como se soletra Pelé? D-E-U-S.”
The Sunday Times, jornal inglês

Foto: Foto: Pelé/Mídia Social/ND, extraída de: https://ndmais.com.br/futebol-brasileiro/cronica-pele-80-anos-parabens-e-obrigado-rei-do-futebol/

– Duas Regras que mudaram, esquecidas, de maneira bem didática: Cruz Azul 3×2 Toluca (lembrando de Aragão no Palmeiras x Santos):

Veja esse lance didático, da 7ª Rodada do Campeonato Mexicano de 2021, onde o árbitro foi protagonista e duas regras que mudaram recentemente, foram aplicadas (é muito inusitado).

O ataque do Cruz Azul dispara em contra-ataque e vence a defesa do Toluca. Ao chutar para o gol, a bola bate na trave e sobra para o uruguaio Jhonatan Rodriguez, que vê a meta aberta e chuta para fazer seu tento. Eis que o árbitro Óscar Macias cruza a frente do atacante (um erro de posicionamento primário do juizão, nunca você deve ficar na frente da bola, mas à esquerda dela, lateralmente). A bola bate em seu calcanhar e sai… salvando o gol!

Mas o que o árbitro deve fazer nesse caso (além de pedir desculpas)?

Antes, o árbitro era neutro. Ou seja: se a bola batesse nele, o jogo continuaria (como se batesse numa trave). Temos como grande exemplo o gol que bateu eme José de Assis Aragão num Palmeiras x Santos (relembre aqui na brilhante narração de Osmar Santos, uma pérola: https://www.youtube.com/watch?v=Fk50gmXse0o).

Hoje, a regra mudou: o árbitro é um corpo estranho! Se a bola bater nele:

o jogo será paralisado pelo árbitro se a jogada virou uma situação de ataque por esse contato (e que anteriormente não era),
– idem se a bola entrar para o gol (portanto, não valeria o gol de Aragão hoje),
– idem se a posse de bola for para o adversário.

Só não será paralisada a partida se a bola bater no árbitro e acabar continuando em posse da equipe, sem ter mudado para uma situação de ataque.

E aí vem a outra mudança, mais silenciosa, que pouca gente não percebeu: extinguiu-se disputa de bola num “bola ao chão”!

Veja que curioso: quando a bola batia num corpo estranho, a partida era paralisada imediatamente, você chamava atletas das duas equipes e soltava a bola ao chão. Isso mudou:

– se uma bola bater num corpo estranho e esse toque não tiver algum prejuízo, segue o jogo sem paralisação;
– se o toque for relevante, paralisa-se a partida, reinicia-se com bola ao chão para quem tocou por último na bola (o que é mais justo). O adversário tem que ficar a 4 metros de distância (bem como os companheiros de quem vai reiniciar o jogo com o bola ao chão).
se a bola bater no árbitro na grande área (e é uma exceção da regra), o bola ao chão é sumariamente ao goleiro.

Também não é mais permitido que quem cobre o bola ao chão, faça um gol. O motivo é: muitas vezes, dois atletas estavam esperando a bola cair ao chão e alguém, por Fair Play, dizia que devolveria a bola ao goleiro. Na prática, ele enganava o adversário, dominava essa bola, partia para o ataque e fazia um gol (e o “pau comia”). Hoje, isso não ocorre mais, já que só se pode fazer um gol após dois jogadores tocarem na bola depois do reinício de bola ao chão.

Pergunto: não seria legal se a FIFA explicasse melhor esses detalhes “escondidos” da regra?

Veja o lance, em: https://www.youtube.com/watch?v=AnDePZDqJ9w

Se quiser salvar o vídeo, abaixo:

– Minha coluna no JJ:

Como de costume, compartilho s minha coluna semanal no Jornal de Jundiaí Regional!

Agradeço pelo prestígio dos amigos!

🗞️ #JJ

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Botafogo.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Fogão, a CBF escalou:

Árbitro: Anderson Daronco-RS
Árbitro Assistente 1:Luanderson Lima dos Santos-BA
Árbitro Assistente 2: Victor Hugo Imazu dos Santos-PR
Quarto Árbitro: André Luiz Skettino Policarpo Bento-MG
Assessor: Ana Karina Marques Valentin-PE
VAR: Wagner Reway-ES
AVAR: Helton Nunes-SC
AVAR2: Charly Wendy Straub Deretti-SC
Observador de VAR: Renato Cardoso da Conceição-MG
Quality manager: Mikael Silva de Araújo-CBF

Repararam quanta gente de toda parte do Brasil? Difícil entrosar uma equipe de arbitragem tão diversa…

Sobre Daronco: ele aparenta estar pesado nas suas últimas atuações, e os jogos não fluem pois, especialmente no 2º tempo, os reinícios de partida são mais demorados. Apesar disso, melhorou num quesito que pecava demais: em qualquer mão na bola (movimento natural ou não-intencional) marcava pênalti, e agora ele respeita o toque ocasional.

Mesmo com as polêmicas do último domingo na Neo Química Arena, Anderson Daronco está prestigiado. Afinal, todo jogo importante Seneme está escalando os FIFAs (até porque não temos tantos árbitros à disposição).

Para essa escala, especificamente, John Textor ficará feliz: afinal, não tem queixa de jogos do árbitro gaúcho. Curiosamente, pelo Brasileirão em 2024, em jogos do Fogão, ele apitou Corinthians x Botafogo, Botafogo x Palmeiras e Botafogo x Corinthians todos com vitória do time carioca. Também em 2023 deu sorte ao time: apitou as vitórias do Botafogo contra o Corinthians e Red Bull Bragantino em casa, além da vitória contra o América fora. O resultado menos ruim foi no segundo turno, no empate em 2×2 contra o próprio Massa Bruta, fora de casa.

Uma observação: quanto mais jogos um árbitro trabalha, menos tempo para preparação física devido as escalas exigirem viagens e deslocamentos longos (será o 42º jogo dele em 2024, nas diversas competições). A corrida de um jogo não é treino, é serviço! E dar tempo ao descanso para a recuperação, é fundamental para o aprimoramento.

Enfim: em nenhuma partida a IA de Textor levantou algo contra Daronco. Desejo boa sorte ao árbitro e um ótimo jogo.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Botafogo pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Facebook: https://www.facebook.com/futeboltotalbraganca, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 26/10, 19h00. Mas desde às 18h estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Que pisada na bola, Varela!

Guillermo Varela, jogador do Flamengo, levou uma bronca da Polícia em meio a ação para conter as arruaças contidas pelos torcedores do Peñarol-URU. Ele, que é uruguaio, foi se encontrar com os amigos dele que vieram assistir o jogo contra o Botafogo-RJ.

(Sobre o vandalismo praticado e a matéria, clique aqui: https://www.lance.com.br/fora-de-campo/torcida-do-flamengo-pede-saida-de-varela-apos-ser-visto-com-vandalos-do-penarol.html).

Fico pensando: tendo o Mengão sido eliminado pelo próprio Peñarol, se juntar a torcedores do adversário não é muito inteligente, não?

Não tem assessor, amigo, conselheiro ou alguém para orientá-lo, para dizer que um profissional deve tomar certos cuidados?

É que hoje, jogadores são “patrimônios” do clube. Caso contrário, deveria ser demitido por justa causa ou ao menos multado (na minha modesta opinião).

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Que show de Vinícius Jr!

Extraído de Jovem Pan Esportes:

APENAS 24 ANOS! ⚽️⚽️⚽️ Vini Jr. deu show e marcou três gols na vitória do Real Madrid contra o Borussia Dortmund. Foi o terceiro hat-trick do brasileiro na carreira. Ele chegou a 24 gols em 59 partidas de Champions e 92 com a camisa do clube Merengue.

– E morreu o Tonhão!

Puxa, pouco se falou: morreu Tonhão, do Palmeiras!

Milton Neves definiu bem: um legítimo zagueiro-raiz.

– Protestar contra a CBF não pode?

No último domingo, o Corinthians jogou contra o Flamengo e nas arquibancada havia uma faixa chamando ironicamente a CBF de corrupta (vide a foto abaixo).

A pergunta é: mesmo estando em sua própria casa, vale o Corinthians retirar o manifesto por ordem da PM (que exigiu isso) ou há um exagero das autoridades?

Deixe o seu comentário:

– Verstappen com a nova camisa do Red Bull Bragantino.

Que chique!
Depois da camisa branca, vermelha e preta-carijó, o Red Bull Bragantino lança a Camisa 4 (azul), homenageando 20 anos da escuderia de F1, com… o piloto Max Verstappen usando o fardamento do time de Bragança Paulista.

Ficou bonita!

– Duas Regras que mudaram, esquecidas, de maneira bem didática: Cruz Azul 3×2 Toluca (lembrando de Aragão no Palmeiras x Santos):

Veja esse lance didático, da 7ª Rodada do Campeonato Mexicano de 2021, onde o árbitro foi protagonista e duas regras que mudaram recentemente, foram aplicadas (é muito inusitado).

O ataque do Cruz Azul dispara em contra-ataque e vence a defesa do Toluca. Ao chutar para o gol, a bola bate na trave e sobra para o uruguaio Jhonatan Rodriguez, que vê a meta aberta e chuta para fazer seu tento. Eis que o árbitro Óscar Macias cruza a frente do atacante (um erro de posicionamento primário do juizão, nunca você deve ficar na frente da bola, mas à esquerda dela, lateralmente). A bola bate em seu calcanhar e sai… salvando o gol!

Mas o que o árbitro deve fazer nesse caso (além de pedir desculpas)?

Antes, o árbitro era neutro. Ou seja: se a bola batesse nele, o jogo continuaria (como se batesse numa trave). Temos como grande exemplo o gol que bateu eme José de Assis Aragão num Palmeiras x Santos (relembre aqui na brilhante narração de Osmar Santos, uma pérola: https://www.youtube.com/watch?v=Fk50gmXse0o).

Hoje, a regra mudou: o árbitro é um corpo estranho! Se a bola bater nele:

o jogo será paralisado pelo árbitro se a jogada virou uma situação de ataque por esse contato (e que anteriormente não era),
– idem se a bola entrar para o gol (portanto, não valeria o gol de Aragão hoje),
– idem se a posse de bola for para o adversário.

Só não será paralisada a partida se a bola bater no árbitro e acabar continuando em posse da equipe, sem ter mudado para uma situação de ataque.

E aí vem a outra mudança, mais silenciosa, que pouca gente não percebeu: extinguiu-se disputa de bola num “bola ao chão”!

Veja que curioso: quando a bola batia num corpo estranho, a partida era paralisada imediatamente, você chamava atletas das duas equipes e soltava a bola ao chão. Isso mudou:

– se uma bola bater num corpo estranho e esse toque não tiver algum prejuízo, segue o jogo sem paralisação;
– se o toque for relevante, paralisa-se a partida, reinicia-se com bola ao chão para quem tocou por último na bola (o que é mais justo). O adversário tem que ficar a 4 metros de distância (bem como os companheiros de quem vai reiniciar o jogo com o bola ao chão).
se a bola bater no árbitro na grande área (e é uma exceção da regra), o bola ao chão é sumariamente ao goleiro.

Também não é mais permitido que quem cobre o bola ao chão, faça um gol. O motivo é: muitas vezes, dois atletas estavam esperando a bola cair ao chão e alguém, por Fair Play, dizia que devolveria a bola ao goleiro. Na prática, ele enganava o adversário, dominava essa bola, partia para o ataque e fazia um gol (e o “pau comia”). Hoje, isso não ocorre mais, já que só se pode fazer um gol após dois jogadores tocarem na bola depois do reinício de bola ao chão.

Pergunto: não seria legal se a FIFA explicasse melhor esses detalhes “escondidos” da regra?

Veja o lance, em: https://www.youtube.com/watch?v=AnDePZDqJ9w

Se quiser salvar o vídeo, abaixo:

– É preciso falar: o VAR quebra a dinâmica do futebol!

No último sábado, Ramon Abatti Abel representou perfeitamente o espírito da arbitragem brasileira atual, desde a introdução do VAR: o de transferir a responsabilidade de lances para  cabine.

Em Vasco x Atlético Mineiro, Otávio colocou a mão na bola intencionalmente. Não foi movimento nem natural, nem antinatural. Foi deliberado!

O árbitro deve marcar pênalti, e não há o que contestar. O VAR, como sugere o protocolo, fez a revisão. Mas ficamos vários minutos esperando o árbitro de vídeo decidir alguma coisa, e ainda assim Abatti foi ao monitor. Perdeu-se um tempão enorme, desnecessariamente. Lance claro, sem dúvida alguma, e o próprio árbitro foi ver a decisão dele para um possível momento de se “reapitar” o jogo.

É justamente isso que a FIFA não quer: se surgir uma dúvida (e esse lance não era duvidoso), mantenha-se a decisão de campo. Se o lance for claro (como foi), agilize-se a partida. Porém, nenhum juiz quer bater no peito e assumir o lance. Deixe para a equipe de VAR, com seus AVARs e demais membros no ar-condicionado…

Tanta demora causa apreensão, traz nervosismo e tensão maior à partida, além de que quebra o ritmo de jogo das equipes e acaba com toda a dinâmica. 

Fico pensando: nos Jogos Olímpicos, tivemos um outro Ramon Abatti Abel apitando. O que houve com ele, que lá em Paris não sucumbia ao VAR?

Arte: Olhar Digital

– Protestar contra a CBF não pode?

No último domingo, o Corinthians jogou contra o Flamengo e nas arquibancada havia uma faixa chamando ironicamente a CBF de corrupta (vide a foto abaixo).

A pergunta é: mesmo estando em sua própria casa, vale o Corinthians retirar o manifesto por ordem da PM (que exigiu isso) ou há um exagero das autoridades?

Deixe o seu comentário:

– Árbitro pode receber camisa de time de futebol?

Sobre a polêmica de Anderson Daronco ter recebido ou não uma camisa do Flamengo, saiba como os clubes agem e o que a CBF pede, em: https://youtu.be/pGSrw5zSw7g?si=qw_7PDPetsQgUHf6

– 28m, Corinthians 0(0)x(1)0 Flamengo: Cartão Vermelho correto e Cartão Amarelo irregular.

Dois lances polêmicos no primeiro tempo:

O que a Regra diz, de maneira bem didática, quanto a expulsão de Bruno Henrique:

  • Você não pode disputar uma bola com o pé alto, levando perigo ao seu adversário com a sola. Se o fizer:
  1. Se não atingir o seu adversário, é tiro livre indireto (falta em dois lances, sem cartão).
  2. Se atingir “de raspão”, “ao lado”, “sem precisão”, “de leve”, é tiro livre direto e cartão amarelo.
  3. Se atingir “em cheio” (voluntariamente ou não, pois reforce-se, mesmo sem querer é proibido erguer o pé daquela forma) é para cartão vermelho.

Recordo-me de um lance muito parecido: Adriano Imperador,  num amistoso da Seleção Brasileira contra a Coreia do Sul, em atitude semelhante (também expulso).

IMPORTANTE: o lance de Gustavo Henrique, aos 21m, agarrando Arrascaeta.

O atacante está indo em direção ao gol. Não corta para o lado, nada que possa dizer que ele não irá ficar apenas com o goleiro para finalizar. Não há adversário que possa chegar a tempo para tentar interceptá-lo. Sendo assim: situação clara e manifesta de gol, lance para Cartão Vermelho (Daronco erra e dá Amarelo).

A pergunta é: com quase 70 minutos a serem jogados, como seria o jogo se o Corinthians ficasse com 10 atletas?

– E o Ganso no Fluminense?

Me faltou tempo para escrever logo após o FlaFlu: que “bolão” o Paulo Henrique Ganso está jogando!

Não exija dele intensidade, ele não será o jogador pró-ativo que o futebol moderno pede. Mas ele tem categoria com a bola nos pés e a trata carinhosamente, lançando-a redondinha aos seus colegas

É um Camisa 10 das antigas, não há dúvida. O problema é que hoje eles (esses jogadores mais técnicos) precisam ser adaptados a esse futebol tão físico.

– É preciso falar: o VAR quebra a dinâmica do futebol!

No último sábado, Ramon Abatti Abel representou perfeitamente o espírito da arbitragem brasileira atual, desde a introdução do VAR: o de transferir a responsabilidade de lances para  cabine.

Em Vasco x Atlético Mineiro, Otávio colocou a mão na bola intencionalmente. Não foi movimento nem natural, nem antinatural. Foi deliberado!

O árbitro deve marcar pênalti, e não há o que contestar. O VAR, como sugere o protocolo, fez a revisão. Mas ficamos vários minutos esperando o árbitro de vídeo decidir alguma coisa, e ainda assim Abatti foi ao monitor. Perdeu-se um tempão enorme, desnecessariamente. Lance claro, sem dúvida alguma, e o próprio árbitro foi ver a decisão dele para um possível momento de se “reapitar” o jogo.

É justamente isso que a FIFA não quer: se surgir uma dúvida (e esse lance não era duvidoso), mantenha-se a decisão de campo. Se o lance for claro (como foi), agilize-se a partida. Porém, nenhum juiz quer bater no peito e assumir o lance. Deixe para a equipe de VAR, com seus AVARs e demais membros no ar-condicionado…

Tanta demora causa apreensão, traz nervosismo e tensão maior à partida, além de que quebra o ritmo de jogo das equipes e acaba com toda a dinâmica. 

Fico pensando: nos Jogos Olímpicos, tivemos um outro Ramon Abatti Abel apitando. O que houve com ele, que lá em Paris não sucumbia ao VAR?

Arte: Olhar Digital