Bola cantada:
Ramon Díaz estava pra cair, estava, estava… até que caiu.
Quem será o novo treinador do Timão?

Bola cantada:
Ramon Díaz estava pra cair, estava, estava… até que caiu.
Quem será o novo treinador do Timão?

Imagine um “jogador argentino raiz”, com toda a sua catimba, simulando em campo para enganar o árbitro: assim é Zubeldía com a imprensa.
Imitando Abel Ferreira (que imita Scolari dos áureos tempos ou Luxemburgo no seu auge), o técnico do SPFC arranjou uma confusão ontem após a pertinente pergunta do jornalista Gabriel Sá, a fim de tirar o foco das críticas ao seu time e/ou ao seu trabalho.
Minha solidariedade ao competente Gabriel, e o questionamento: o que um técnico como Zubeldía agrega para o São Paulo ou para o desenvolvimento do futebol brasileiro?
Que pecado o Paulista não ter sido Campeão Estadual há exatos 21 anos!
Naquele ano atípico (que o Corinthians quase caiu para a A2), a final foi entre Paulista (de Zetti como treinador) contra o São Caetano (do Muricy Ramalho). Quem não se lembra da confusão que fez o jogo ir para Araras, na semifinal contra o Palmeiras?
Aquele time, sem dúvida, foi o embrião da equipe que venceu a Copa do Brasil. O Galo deu azar porque o São Caetano era muito bom!
Um lembrete da campanha daquele ano, do site da FPF, em: http://2016.futebolpaulista.com.br/imprimir/2016-04/97338
A foto da Gazeta Express, no jogo 1: (SP – FINAL DO CAMPEONATO PAULISTA – ESPORTES -Torcida Paulista durante jogo do Paulista x São Caetano – Estádio Pacaembu – São Paulo-SP- Brasil -Foto: Djalma Vassão/ Gazeta Press – 11/04/2004).

E uma matéria do jogo, aqui: https://www.youtube.com/watch?v=uIsZk6N6tPY
E para o confronto do Massa Bruta contra a Raposa, a CBF escalou:
O carioca Alex Gomes Stefano apitou Red Bull Bragantino x Fortaleza e Juventude x Red Bull Bragantino. No ano passado, teve muitas oportunidades na série A.
Dos novatos, é o que está agarrando as oportunidades. Ele tem deixado o jogo correr demais (às vezes, exageradamente), aplica bem os cartões e tem a confiança da Comissão de Arbitragem. É cotado para ser o próximo FIFA do RJ.
Torcerei para um bom jogo e uma ótima arbitragem.
Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Cruzeiro pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 17/08, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
E para o confronto do Massa Bruta contra o Leão do Norte, a CBF escalou:
Árbitro: Paulo César Zanovelli da Silva – MG
Árbitro Assistente 1: Bruno Raphael Pires – GO
Árbitro Assistente 2: Celso Luiz da Silva – MG
Quarto Árbitro: Márcio dos Santos Oliveira – AL
Assessor: Antonio Pereira da Silva – GO
VAR: Wagner Reway – ES
AVAR: Cleriston Clay Barreto Rios – SE
AVAR2: Anderson da Silveira Farias – RS
Observador de VAR: José Antonio Chaves Franco Filho – RS
Quality manager: Mikael Silva de Araújo – RJ
Zanovelli é velho conhecido da torcida do Red Bull Bragantino. Apitou no Morumbi a derrota do Massa Bruta para o São Paulo e depois foi muito mal no RS no jogo contra o Grêmio (ali, com prejuízo real para o Red Bull Bragatino).
Recentemente, foi suspenso pelo erro de direito em Fluminense x São Paulo (o jogo só não foi anulado pois o STJD alegou que o SPFC não cumpriu o prazo), e ele perdeu o escudo FIFA. Relembre aqui: https://wp.me/p55Mu0-3xg
Por já ter se envolvido em vários jogos ruins (Bahia x Flamengo, por exemplo), não creio em um bom trabalho… torcerei para que seja uma boa atuação, mas sabemos das limitações.
Acompanhe conosco o jogo entre Sport x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Pietro Loredo, reportagens e comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari, comando de Sérgio Loredo. Quarta-feira, 16/04, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
Sempre tive Bruno Henrique como um bom jogador, profissional correto e pessoa de boa índole. Mas a história do cartão forçado…
Agora, conforme notícia abaixo, ele foi indiciado. E, com pesar, ao rever o lance, duas observações:
1 – Ele teve um comportamento diferente do habitual. Não reclama, não é indisciplinado e não “peita juiz”. Dessa vez fez isso.
2 – No finalzinho do jogo, desnecessariamente, um atleta experiente como ele “ter piti”, é bem estranho.
Aguardemos!
Eu não tinha visto o ranking da FIFA atualizado.
É justa a posição da Seleção Brasileira?

Nenhum VAR brasileiro (nem AVAR) estará no Mundial de Clubes da FIFA (igualmente como ocorreu no Mundial de Seleções de 2022). Porém, Wilton Pereira Sampaio e Ramon Abatti Abell serão os árbitros do nosso país.
Abatti Abel era “pedra cantada”: é jovem e foi para as Olimpíadas, indo até a final. Wilton, não. Raphael Claus era a lógica.
Se dependesse da Conmebol, seria Claus. Idem da CBF. Mas a FIFA leva em conta o rendimento em seus torneios, e Wilton foi muito além de Claus na Copa de 2022 (recordemos que o goiano surpreendeu positivamente, mas o paulista não foi tão bem).
Raphael Claus atuou tranquilamente nos jogos do Paulistão. Não acompanhei Wilton nos Estaduais, mas me decepcionou em Fluminense x Red Bull Bragantino (vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3D3). Correu pouco e contemporizou cartões.
A novidade será: os árbitros vestirão um uniforme que terá uma câmera acoplada, para que o espectador tenha a mesma visão dos juízes durante a transmissão.
Relação de árbitros:
Relação de VARs:
Khamis Al-Marri (Catar), Mahmoud Ashour (Egito), Ivan Bebek (Croácia), Jerome Brisard (França), Bastian Dankert (Alemanha), Carlos Del Cerro Grande (Espanha), Marco Di Bello (Itália), Rob Dieperink (Holanda), Hamza El Fariq (Marrocos), Shaun Evans (Austrália), Nicolás Gallo (Colômbia), Leodan Gonzalez (Uruguai), Tatiana Guzman (Nicarágua), Alejandro Hernández (Espanha), Tomasz Kwiatkowski (Polônia), Juan Lara (Chile), Hernan Carlos Mastrangelo (Argentina), Fu Ming (China), Erick Miranda (México), Obaid Khadim Mohammed (Emirados Árabes Unidos), Guillermo Pacheco (México), Juan Soto (Venezuela), Bram Van Driessche (Bélgica) e Armando Villarreal (Estados Unidos).
Sobre o lamentável episódio do afastamento dos jornalistas da ESPN, de dias atrás, uma situação local que relato (com desfecho melhor).
Em: https://youtu.be/PfuubgBNlO8?si=ZZMVNqQ-knquPeW2
Elogios assim nos incentivam a continuar! Obrigado.
Em: https://youtu.be/YUt2scmFKbk?si=AsUT58lWUQkg_fHh
De novo um lance de possível pênalti de movimento antinatural das mãos / braços na bola no Brasileirão. Agora, em Grêmio x Flamengo. Aqui no Brasil, “bateu, marcou”. E quando não se marca, se estranha a não-marcação.
Tudo o que você precisa saber sobre “como surgiu a confusão de mão na bola / bola na mão em nosso país”, você pode clicar nesse link, onde explico o surgimento dessa mudança: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/08/09/o-que-mudou-ou-nao-na-regra-da-mao-na-bola/
A regra diz:
“Tocar na bola com sua mão ou seu braço quando estes ampliarem o corpo do jogador de maneira antinatural: considera-se que um jogador amplia seu corpo de forma antinatural quando a posição de sua mão ou seu braço não for consequência do movimento do corpo nessa ação específica ou não puder ser justificada por esse movimento. Ao colocar a mão ou o braço nessa posição, o jogador assume o risco de que a bola acerte essa parte de seu corpo e de que isso constitua uma infração.”
Existe uma orientação (não é regra, é dica para se avaliar a marcação de uma infração por movimento antinatural) de que: se a bola desviar numa parte do corpo, e na sequência no braço, não se deve marcar infração pela rapidez do lance. É uma situação acidental, não de movimento antinatural.
Porém, além da regra (e da orientação), existe o espírito da regra, que é o que dá a subjetividade das interpretações. Para isso, reflita: Gerson poderia evitar o contato com o braço com um possível toque na barriga? E se não existisse o toque na barriga?
Há um grande detalhe nesse lance: repare que Gerson está correndo com os braços para trás, demonstrando que ele quer evitar o contato com a bola. Mas quando a bola está indo em sua direção, ele abre os braços de maneira antinatural na corrida, ampliando o seu espaço (ele deveria ter feito exatamente o contrário). O flamenguista deixa de demonstrar que não quer tirar a vantagem, e abre os braços desnecessariamente (não é um movimento natural, mas antinatural). Se bate na barriga (ou não bate), torna-se irrelevante por essa situação: ele abriu os braços quando não deveria. É bem diferente de uma situação (e a orientação da regra se refere a isso) de uma jogada onde a bola bate no joelho, desvia e atinge o braço. Ali (eu não estou convencido do desvio e marcaria pênalti), tocar ou não na barriga não modificou em nada a questão do “abrir o braço no momento errado, de maneira antinatural”.
O futebol, tanto lá na Pátria-Mãe como cá, é um sem-fim de debates…
Olhe a chamada da matéria e o comentário:

Nenhum VAR brasileiro (nem AVAR) estará no Mundial de Clubes da FIFA (igualmente como ocorreu no Mundial de Seleções de 2022). Porém, Wilton Pereira Sampaio e Ramon Abatti Abell serão os árbitros do nosso país.
Abatti Abel era “pedra cantada”: é jovem e foi para as Olimpíadas, indo até a final. Wilton, não. Raphael Claus era a lógica.
Se dependesse da Conmebol, seria Claus. Idem da CBF. Mas a FIFA leva em conta o rendimento em seus torneios, e Wilton foi muito além de Claus na Copa de 2022 (recordemos que o goiano surpreendeu positivamente, mas o paulista não foi tão bem).
Raphael Claus atuou tranquilamente nos jogos do Paulistão. Não acompanhei Wilton nos Estaduais, mas me decepcionou em Fluminense x Red Bull Bragantino (vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3D3). Correu pouco e contemporizou cartões.
A novidade será: os árbitros vestirão um uniforme que terá uma câmera acoplada, para que o espectador tenha a mesma visão dos juízes durante a transmissão.
Relação de árbitros:
Relação de VARs:
Khamis Al-Marri (Catar), Mahmoud Ashour (Egito), Ivan Bebek (Croácia), Jerome Brisard (França), Bastian Dankert (Alemanha), Carlos Del Cerro Grande (Espanha), Marco Di Bello (Itália), Rob Dieperink (Holanda), Hamza El Fariq (Marrocos), Shaun Evans (Austrália), Nicolás Gallo (Colômbia), Leodan Gonzalez (Uruguai), Tatiana Guzman (Nicarágua), Alejandro Hernández (Espanha), Tomasz Kwiatkowski (Polônia), Juan Lara (Chile), Hernan Carlos Mastrangelo (Argentina), Fu Ming (China), Erick Miranda (México), Obaid Khadim Mohammed (Emirados Árabes Unidos), Guillermo Pacheco (México), Juan Soto (Venezuela), Bram Van Driessche (Bélgica) e Armando Villarreal (Estados Unidos).
E para o confronto do Massa Bruta contra o Leão do Norte, a CBF escalou:
Árbitro: Paulo César Zanovelli da Silva – MG
Árbitro Assistente 1: Bruno Raphael Pires – GO
Árbitro Assistente 2: Celso Luiz da Silva – MG
Quarto Árbitro: Márcio dos Santos Oliveira – AL
Assessor: Antonio Pereira da Silva – GO
VAR: Wagner Reway – ES
AVAR: Cleriston Clay Barreto Rios – SE
AVAR2: Anderson da Silveira Farias – RS
Observador de VAR: José Antonio Chaves Franco Filho – RS
Quality manager: Mikael Silva de Araújo – RJ
Zanovelli é velho conhecido da torcida do Red Bull Bragantino. Apitou no Morumbi a derrota do Massa Bruta para o São Paulo e depois foi muito mal no RS no jogo contra o Grêmio (ali, com prejuízo real para o Red Bull Bragatino).
Recentemente, foi suspenso pelo erro de direito em Fluminense x São Paulo (o jogo só não foi anulado pois o STJD alegou que o SPFC não cumpriu o prazo), e ele perdeu o escudo FIFA. Relembre aqui: https://wp.me/p55Mu0-3xg
Por já ter se envolvido em vários jogos ruins (Bahia x Flamengo, por exemplo), não creio em um bom trabalho… torcerei para que seja uma boa atuação, mas sabemos das limitações.
Acompanhe conosco o jogo entre Sport x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Narração de Pietro Loredo, reportagens e comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari, comando de Sérgio Loredo. Quarta-feira, 16/04, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
Para quem gosta de futebol como entretenimento, e deseja ver um esporte bem jogado, fica decepcionado com a Libertadores (e também a Sulamericana),
Considere:
Onde estão:
Confesso: em termos de organização, até o nosso Campeonato Paulista (com todos os defeitos e poréns que há), se torna mais agradável (ou menos repulsivo).
Faça algo decente, Conmebol. Não estamos mais nos anos 60 para aceitarmos qualquer coisa.
É “muita casa de aposta” em meio ao futebol, não?
E os clubes já não sabem viver sem elas!
Na imagem:

De novo um lance de possível pênalti de movimento antinatural das mãos / braços na bola no Brasileirão. Agora, em Grêmio x Flamengo. Aqui no Brasil, “bateu, marcou”. E quando não se marca, se estranha a não-marcação.
Tudo o que você precisa saber sobre “como surgiu a confusão de mão na bola / bola na mão em nosso país”, você pode clicar nesse link, onde explico o surgimento dessa mudança: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/08/09/o-que-mudou-ou-nao-na-regra-da-mao-na-bola/
A regra diz:
“Tocar na bola com sua mão ou seu braço quando estes ampliarem o corpo do jogador de maneira antinatural: considera-se que um jogador amplia seu corpo de forma antinatural quando a posição de sua mão ou seu braço não for consequência do movimento do corpo nessa ação específica ou não puder ser justificada por esse movimento. Ao colocar a mão ou o braço nessa posição, o jogador assume o risco de que a bola acerte essa parte de seu corpo e de que isso constitua uma infração.”
Existe uma orientação (não é regra, é dica para se avaliar a marcação de uma infração por movimento antinatural) de que: se a bola desviar numa parte do corpo, e na sequência no braço, não se deve marcar infração pela rapidez do lance. É uma situação acidental, não de movimento antinatural.
Porém, além da regra (e da orientação), existe o espírito da regra, que é o que dá a subjetividade das interpretações. Para isso, reflita: Gerson poderia evitar o contato com o braço com um possível toque na barriga? E se não existisse o toque na barriga?
Há um grande detalhe nesse lance: repare que Gerson está correndo com os braços para trás, demonstrando que ele quer evitar o contato com a bola. Mas quando a bola está indo em sua direção, ele abre os braços de maneira antinatural na corrida, ampliando o seu espaço (ele deveria ter feito exatamente o contrário). O flamenguista deixa de demonstrar que não quer tirar a vantagem, e abre os braços desnecessariamente (não é um movimento natural, mas antinatural). Se bate na barriga (ou não bate), torna-se irrelevante por essa situação: ele abriu os braços quando não deveria. É bem diferente de uma situação (e a orientação da regra se refere a isso) de uma jogada onde a bola bate no joelho, desvia e atinge o braço. Ali (eu não estou convencido do desvio e marcaria pênalti), tocar ou não na barriga não modificou em nada a questão do “abrir o braço no momento errado, de maneira antinatural”.
E para o confronto do Massa Bruta contra o Fogão,
Árbitro: Anderson Daronco – RS
Árbitro Assistente 1: Maira Mastella Moreira -RS
Árbitro Assistente 2: Daniela Coutinho Pinho -BA
Quarto Árbitro: Roger Goulart -RS
Assessor: Adriano de Carvalho – TO
VAR: Daniel Nobre Bins – RS
AVAR: André da Silva Bitencourt -RS
AVAR2: Douglas Schwengber da Silva – RS
Observador de VAR: Rodrigo Pereira Joia – RJ
Quality manager: Maria Victória Vargas – RJ
Daronco foi muito criticado na última rodada, em Corinthians x Vasco, por não deixar a bola rolar, paralisando demasiadamente a partida (que tem sido uma queixa de outros anos, o estilo “anti-Vuaden” de apitar).
Experiente ele é, mas o condicionamento físico tem pesado. A novidade é que ele terá uma dupla de bandeiras femininas, o que não tem sido comum nos últimos tempos (exceto com árbitra central na escala).
Desejo um bom jogo e uma ótima árbitragem.
Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Botafogo pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Pietro Loredo, reportagens e comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 12/04, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
E para o confronto do Galo contra o NAC,
Juliano tem 35 anos e é Personal Trainer. Apesar da idade, começou tarde a carreira como árbitro (somente em 2018). Mas tem subido uma divisão por ano e em 2025 apitou até a série A2.
Tem ótimo porte físico, está afiado com as regras do jogo e tende a ter oportunidades na A1 em 2026.
Será seu primeiro trabalho em jogos do Paulista FC, e o árbitro conta com a confiança da FPF.
Acompanhe Nacional x Paulista de Jundiaí pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Luiz Henrique Gurian e Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 15h00 (12/04), mas desde às 14h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.
Para quem gosta de futebol como entretenimento, e deseja ver um esporte bem jogado, fica decepcionado com a Libertadores (e também a Sulamericana),
Considere:
Onde estão:
Confesso: em termos de organização, até o nosso Campeonato Paulista (com todos os defeitos e poréns que há), se torna mais agradável (ou menos repulsivo).
Faça algo decente, Conmebol. Não estamos mais nos anos 60 para aceitarmos qualquer coisa.
Que o técnico do SPFC é xarope, ninguém duvida. Afinal, ele toma cartões desnecessários todo jogo, e não se arrepende deles.
Criticado por não sabe usar os garotos tricolores, estando vencendo por 2×0 pela Libertadores, tirou o melhor jogador da partida (o atacante Ferreirinha), e em seu lugar colocou um defensor. Aí o Allianza Lima empatou…
Que ele tem “dias contados” no Tricolor, é nítido. Mas a culpa é só dele? E quem o contratou?
Ao Jornal “O Tempo”, Pedro Lourenço (conhecido como “Pedrinho BH”), dono da SAF do Cruzeiro, mostrou-se incrédulo com o péssimo negócio que fez. E disse:
“A realidade mostra para todos: nós erramos muito nas contratações. Erramos bastante. Não vou citar nome, porque é deselegante, mas erramos. Conversei com o Alexandre Mattos, e agora temos que errar menos. De preferência, não errar. Fizemos contratações que não deveríamos. O nosso departamento errou muito nisso aí, e o Alexandre é o chefe, então a cobrança sempre cai nele. A torcida tem um pouco de razão, mas eu tenho cobrado dele (…). O futebol, como negócio, é péssimo. Não sei se em 5 anos será um bom negócio, mas, hoje, é um péssimo negócio. Eu não estou acostumado com os salários que ganham os jogadores.”
Fico pensando: qual SAF cumprirá seus acordos contratuais em sua totalidade, nessa febre que se tornou? E quem realmente está ganhando dinheiro com elas?
Bom ou mau negócio independe de ser SAF. Depende da competência de quem é o gestor.
Aliás, se um clube de tamanha torcida não consegue ser rentável, e os pequenos, cuja torcida (e poder de barganha, venda e influência) é menor?
Qual zebra foi maior: o Flamengo perder em casa para o Central Córdoba (Libertadores da América) ou o Cruzeiro realizar o mesmo feito diante do Mushuc Runa (Copa Sul-americana)?
Que vexame desses elencos milionários! Mas por que isso acontece?
Seria “salto alto” dos ricos clubes, menosprezo à modéstia do adversário, desconhecimento das qualidades do oponente ou… simplesmente é futebol?
E para o confronto do Massa Bruta contra o Fogão,
Árbitro: Anderson Daronco – RS
Árbitro Assistente 1: Maira Mastella Moreira -RS
Árbitro Assistente 2: Daniela Coutinho Pinho -BA
Quarto Árbitro: Roger Goulart -RS
Assessor: Adriano de Carvalho – TO
VAR: Daniel Nobre Bins – RS
AVAR: André da Silva Bitencourt -RS
AVAR2: Douglas Schwengber da Silva – RS
Observador de VAR: Rodrigo Pereira Joia – RJ
Quality manager: Maria Victória Vargas – RJ
Daronco foi muito criticado na última rodada, em Corinthians x Vasco, por não deixar a bola rolar, paralisando demasiadamente a partida (que tem sido uma queixa de outros anos, o estilo “anti-Vuaden” de apitar).
Experiente ele é, mas o condicionamento físico tem pesado. A novidade é que ele terá uma dupla de bandeiras femininas, o que não tem sido comum nos últimos tempos (exceto com árbitra central na escala).
Desejo um bom jogo e uma ótima árbitragem.
Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Botafogo pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Pietro Loredo, reportagens e comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 12/04, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
E para o confronto do Galo contra o NAC,
Juliano tem 35 anos e é Personal Trainer. Apesar da idade, começou tarde a carreira como árbitro (somente em 2018). Mas tem subido uma divisão por ano e em 2025 apitou até a série A2.
Tem ótimo porte físico, está afiado com as regras do jogo e tende a ter oportunidades na A1 em 2026.
Será seu primeiro trabalho em jogos do Paulista FC, e o árbitro conta com a confiança da FPF.
Acompanhe Nacional x Paulista de Jundiaí pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Luiz Henrique Gurian e Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 15h00 (12/04), mas desde às 14h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.
Dá para acreditar que a CBF começou o Brasileirão, trocando às vésperas do campeonato o comando da arbitragem?
Imagine o seguinte cenário: o Campeonato Brasileiro acabou em dezembro, um time de futebol faz a pré-temporada e, em Abril, entra em campo. Mas em Março, o presidente demite o treinador!
Agora, compare com a arbitragem: Seneme terminou no comando, fez o seu planejamento, os árbitros foram liberados para os estaduais e, nas folgas das escalas regionais, treinariam para o Brasileirão. Mas ele foi demitido e a Nova Comissão não preparou o seu quadro!
Assim, indo para a Rodada 3, resolve-se fazer uma Intertemporada dos árbitros. Na atual estrutura, temos Rodrigo Martins Cintra como presidente e Luiz Flávio de Oliveira como auxiliar. Eles fariam o que Seneme fazia, mas com uma diferença: em determinados períodos, devem consultar um Comitê Internacional (CCEI) formado por Nicola Rizzoli, Sandro Meira Ricci e Nestor Pitana (que a distância orientarão os cartolas).
Treino no futebol (e inclua-se: orientação, posicionamento, diretrizes, prática) deve ser presencial, real, no campo, suado, com equipes.
Meu sonho de consumo: em 2001, quando participei da minha primeira Pré-Temporada, os árbitros treinavam apitando amistosos promovidos pela FPF, com equipes da A2 e A3, onde se parava o jogo e se orientava o que fazer. Não era técnico parando o jogo-treino e corrigindo sua agremiação, era instrutor de arbitragem corrigindo o árbitro.
Pergunto: hoje, na sala de aula, há o treino teórico. Na prática, só o físico (corre-se, corre-se, corre-se…). E quem são os caras que orientarão? Os mesmos que, até dois ou três anos atrás, erravam e eram criticados.
Por fim: treinamos com Sub 11, Sub 13 e Sub 15… eles cometem falta? Simulam? Fazem pressão? Não… é “arbitragem Nutella”.
Falamos sobre essa situação no vídeo em: https://professorrafaelporcari.com/2025/04/07/sobre-o-pessimo-trabalho-da-arbitragem-nesse-inicio-de-brasileirao/
Falamos sobre o salário dos árbitros em: https://professorrafaelporcari.com/2025/04/08/quanto-ganha-um-arbitro-do-campeonato-brasileiro/
Visite também o blog “Pergunte Ao Árbitro”, em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/
Minha coluna no JJ de hoje: as dúvidas sobre a SAF do Paulista.
Confira na página 2 (Opinião), ou no link do Jornal de Jundiaí em:
https://sampi.net.br/jundiai/categoria/id/16153/rafael-porcari

Ao Jornal “O Tempo”, Pedro Lourenço (conhecido como “Pedrinho BH”), dono da SAF do Cruzeiro, mostrou-se incrédulo com o péssimo negócio que fez. E disse:
“A realidade mostra para todos: nós erramos muito nas contratações. Erramos bastante. Não vou citar nome, porque é deselegante, mas erramos. Conversei com o Alexandre Mattos, e agora temos que errar menos. De preferência, não errar. Fizemos contratações que não deveríamos. O nosso departamento errou muito nisso aí, e o Alexandre é o chefe, então a cobrança sempre cai nele. A torcida tem um pouco de razão, mas eu tenho cobrado dele (…). O futebol, como negócio, é péssimo. Não sei se em 5 anos será um bom negócio, mas, hoje, é um péssimo negócio. Eu não estou acostumado com os salários que ganham os jogadores.”
Fico pensando: qual SAF cumprirá seus acordos contratuais em sua totalidade, nessa febre que se tornou? E quem realmente está ganhando dinheiro com elas?
Bom ou mau negócio independe de ser SAF. Depende da competência de quem é o gestor.
Aliás, se um clube de tamanha torcida não consegue ser rentável, e os pequenos, cuja torcida (e poder de barganha, venda e influência) é menor?
Qual zebra foi maior: o Flamengo perder em casa para o Central Córdoba (Libertadores da América) ou o Cruzeiro realizar o mesmo feito diante do Mushuc Runa (Copa Sul-americana)?
Que vexame desses elencos milionários! Mas por que isso acontece?
Seria “salto alto” dos ricos clubes, menosprezo à modéstia do adversário, desconhecimento das qualidades do oponente ou… simplesmente é futebol?
Por quê a mudança de Seneme para Cintra na chefia dos árbitros não deu certo ainda?
Em: https://youtu.be/p0k3-Cu6TgQ?si=5v6yEowBMLz9iajz
Para quem possa perguntar, aqui os valores recebidos pelos árbitros na Série A do Brasileirão 2025:
(Lembre-se: há o acréscimo de até duas diárias dependendo do local do jogo e transporte aéreo em partidas interestaduais).
Árbitro (Fifa): R$ 7.280,00
Árbitro (CBF): R$ 5.250,00
Assistente (Fifa): R$ 4.370,00
Assistente (CBF): R$ 3.150,00
VAR (Fifa): R$ 4.370,00
VAR (CBF): R$ 3.150,00
AVAR: R$ 2.620,00 (Fifa)
AVAR: R$ 1.890,00 (CBF)
Observador de VAR: R$ 1.970,00 (Fifa)
Observador de VAR: R$ 1.320,00 (CBF)
4º Árbitro (Reserva Árb): R$ 1.830,00 (Fifa)
4º Árbitro (Reserva Árb): R$ 1.320,00 (CBF)
5º Árbitro (Reserva Band): R$ 1.830,00 (Fifa)
5º Árbitro (Reserva Band): R$ 1.320,00 (CBF)
Gerente de Qualidade: R$ 870,00
Importante: na soma dos valores, lembre-se que há dois árbitros assistentes por partida e, dependendo do grau de importância, 3 AVARs.
Dá para acreditar que a CBF começou o Brasileirão, trocando às vésperas do campeonato o comando da arbitragem?
Imagine o seguinte cenário: o Campeonato Brasileiro acabou em dezembro, um time de futebol faz a pré-temporada e, em Abril, entra em campo. Mas em Março, o presidente demite o treinador!
Agora, compare com a arbitragem: Seneme terminou no comando, fez o seu planejamento, os árbitros foram liberados para os estaduais e, nas folgas das escalas regionais, treinariam para o Brasileirão. Mas ele foi demitido e a Nova Comissão não preparou o seu quadro!
Assim, indo para a Rodada 3, resolve-se fazer uma Intertemporada dos árbitros. Na atual estrutura, temos Rodrigo Martins Cintra como presidente e Luiz Flávio de Oliveira como auxiliar. Eles fariam o que Seneme fazia, mas com uma diferença: em determinados períodos, devem consultar um Comitê Internacional (CCEI) formado por Nicola Rizzoli, Sandro Meira Ricci e Nestor Pitana (que a distância orientarão os cartolas).
Treino no futebol (e inclua-se: orientação, posicionamento, diretrizes, prática) deve ser presencial, real, no campo, suado, com equipes.
Meu sonho de consumo: em 2001, quando participei da minha primeira Pré-Temporada, os árbitros treinavam apitando amistosos promovidos pela FPF, com equipes da A2 e A3, onde se parava o jogo e se orientava o que fazer. Não era técnico parando o jogo-treino e corrigindo sua agremiação, era instrutor de arbitragem corrigindo o árbitro.
Pergunto: hoje, na sala de aula, há o treino teórico. Na prática, só o físico (corre-se, corre-se, corre-se…). E quem são os caras que orientarão? Os mesmos que, até dois ou três anos atrás, erravam e eram criticados.
Por fim: treinamos com Sub 11, Sub 13 e Sub 15… eles cometem falta? Simulam? Fazem pressão? Não… é “arbitragem Nutella”.
Falamos sobre essa situação no vídeo em: https://professorrafaelporcari.com/2025/04/07/sobre-o-pessimo-trabalho-da-arbitragem-nesse-inicio-de-brasileirao/
Falamos sobre o salário dos árbitros em: https://professorrafaelporcari.com/2025/04/08/quanto-ganha-um-arbitro-do-campeonato-brasileiro/
Visite também o blog “Pergunte Ao Árbitro”, em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/
Novos casos de Racismo contra o futebol brasileiro, na Libertadores nessa semana. E, de novo, a Conmebol não toma duras providências.
Aqui no Brasil, quando a coisa se avolumou, o Grêmio foi eliminado da Copa do Brasil no “caso Aranha”. Diminuiu-se a incidência de racismo, e os casos isolados resultaram em prisões dos preconceituosos. Nesse quesito, o Brasil evoluiu.
Eu sei que muitos entendem que “imitar macaco”, para muitos no Exterior, é uma simples provocação de torcedores de futebol. Mas desde há algum tempo, com os volumosos casos, a Sociedade passou a entender melhor o quão cafajestes são tais atos. Mas as entidades esportivas insistem em fazer vistas grossas e/ou apenas promover campanhas modestas de conscientização.
Para a Conmebol, a punição é meramente financeira! Não se joga sem torcida (o último caso foi o do Corinthians após a morte de Kevin Spada), nem se perde pontos. E fico pensando: as frequentes multas de US$ 50 mil a 100 mil, vão para quem?
Vão para o projeto SUMA, uma ONG que cuida de crianças e do desenvolvimento do futebol. E ela pertence à… própria Conmebol!
Fica a impressão: quanto mais racismo, mais dinheiro para a Conmebol. Por quê encerrar esse ciclo?
Eu me enojo por tal situação… é a famosa “demagogia barata”.
Sobre a Conmebol SUMA, conheça aqui: https://www.conmebol.com/suma/
O futebol permite algumas oportunidades impressionantes que são deixadas de lado, em se falando de ética. Por exemplo: assumir favorecimento e desmerecimento de arbitragem.
O Palmeiras teve lances no ano passado de erros contra e a favor. Nos que se sentiu prejudicado, reclamou aos quatro ventos. E até quando não tinha erros contrários, chiava. Mas nos erros a favor… fez de conta que não existiam.
Abel Ferreira, Castanheira e outros membros da Comissão Técnica do Verdão costumam monopolizar as entrevistas com essa temática. Mas nos lances contra o Fortaleza em 2024, São Paulo no Paulistão e Sport (ontem), se furtam.
No mundo utópico e ideal, um deles bateria no peito e diria: “Basta! Não podemos mais aceitar erros de arbitragem tão cabeludos. Fomos favorecidos e isso macula nossa vitória”.
A verdade é: todo mundo reclama da arbitragem, mas se apoia nela como subterfúgio das más atuações. Se não existir erro de arbitragem, aí tem que falar de escalação equivocada, sistema tático que não funcionou ou treinos que não frutificam.
É o mundo do futebol.