– Quem é mais ídolo no Corinthians: Neto ou Memphis? Sobre a briga entre ambos:

O Craque Neto é figura carimbada do folclore do futebol brasileiro. Ídolo do Corinthians (eu tive a oportunidade de apitar o Neto, já encerrando a sua carreira, pelo Araçatuba e pelo Paulista de Jundiaí). Hoje, conhecido apresentador de programa esportivo na TV Bandeirantes.

Eis que, por não gostar das críticas dele, o jogador Memphis Depay lançou uma música com a letra:

“Neto pagando de doido, vai ver é paixão pelo game. Ou cada vez que mancha meu nome, suas contas estão sendo pagas”.

E, como já era esperado, Neto não gostou de ser citado e respondeu:

“Eu estava nos EUA e vi que o Memphis fez uma música falando que eu sou doido e que todas as vezes que eu falo dele, pago as minhas contas. Você larga a mão de ser babaca, seu otário. Você é um idiota… Eu não preciso de você pra pagar as minhas contas. Quem precisa pagar as suas contas é o Corinthians. Eu, por exemplo, ajudo você, seu otário, a pagar seu salário de R$ 6 milhões. Eu sou Fiel torcedor, sócio há 20 anos e pago o Corinthians. Tudo que o Corinthians usa da minha imagem eu não cobro nada. Você, que é um jogador extraordinário, eu não preciso de dinheiro falando de você. Você perdeu a noção do que é. Tá pensando que é quem? Quer comparar você comigo no Corinthians, meu irmão? Vai ter que comer muito arroz com feijão. Você ganhou um Campeonato Paulista… Foi medonho na Libertadores e na Sul-Americana. Que nome que você tem? Nem o nome Depay você queria usar por causa do seu pai. eu não preciso de você. Não preciso do Corinthians pra ganhar dinheiro. Quando você coloca que eu mancho seu nome, você é um tremendo imbecil”.

Taí uma boa briga: quem jogou mais bola, o Neto ou o Memphis? Lógico, o holandês ainda está na ativa. Mas se comparar pau-a-pau o que conquistaram… dá Neto.

– Sobre os árbitros brasileiros no Mundial de Clubes:

Wilton Sampaio apitou o jogo da Internazionale!

Ramon Abatti Abel apitou o jogo do Manchester City, e, hoje, o Real Madrid.

Ambos foram muito bem.

A pergunta é:

  • Eles não rendem como deveriam aqui no Brasil, por medo de veto / pressão por escalas / receio de reclamações, ou,
  • Não existe treinador aos berros no gramado, jogador se comporta melhor e/ou a pressão é diminuta? Ou ainda,
  • Em jogos desse porte, não há tantos lances polêmicos.

Que sabem apitar, já se viu. E que o comportamento deles aqui no Brasileirão é outro, idem.

– 20 anos que o Paulista FC conquistou a Copa do Brasil

Data Inesquecível para Jundiaí: rememore a reportagem da Rede Globo sobre a conquista do Paulista frente o Fluminense pela Copa do Brasil 2005 (12 jogos ao total, contra 6 adversários da A1).

(OPS: o que Eurico Miranda disse nesse dia lá em São Januário? No registro do Jornal de Jundiaí em: https://www.jj.com.br/jundiai/paulista-e-a-maior-conquista-de-sua-historia-centenaria).

O vídeo em: https://www.youtube.com/watch?v=clNpqeMiy40

– Os principais patrocinadores dos clubes no CWCup da FIFA:

Os patrocinadores dos times na Copa do Mundo de Clubes: adivinha de onde a maioria é?

Evidentemente, as Bets predominam…

– O sucesso dos sul-americanos (em especial dos brasileiros) até a Rodada 2 da Copa do Mundo de Clubes 2025.

Eu estou achando muito legal essa Copa do Mundo de Clubes. Que sacada genial da FIFA (motivada por muita grana).

Não esperava grande desempenho das equipes fora do eixo europeu. E me surpreendi positivamente com os brasileiros. E o que deu para perceber, foi:

  • Subestimávamos demais os clubes brasileiros de ponta;
  • Supervalorizåvamos na mesma proporção os europeus.

Porém, aqui precisamos tomar cuidado para não nos enganarmos: na Europa, temos os supertimes como PSG, Manchester City e Real Madrid (além de outros que não estão no torneio, como Liverpool e Barcelona). Eles são empresas de entretenimento, com elencos transnacionais. Se jogarem 10 vezes contra os melhores times sulamericanos, em igualdade de condições, vencerão a maior parte dos jogos.

Fora esses times, temos equipes europeias (como os portugueses) que são comuns. Nada de espetacular!

A verdade é que o abismo que vimos surgir entre europeus e sulamericanos no começo dos anos 2000, diminuiu hoje. É fato! Deve-se ao dinheiro, intercâmbio e novos treinadores. Mas a diferença, sejamos honestos, ainda é pertinente.

Em um torneio de tiro curto, se bem treinado e motivado, um improvável pode vencer. Vide a Eurocopa em que a Grécia ganhou em Portugal. Mas independente disso, é prazeroso ver a autoestima do futebol brasileiro ressurgir.

Em seus grupos, até a rodada 2, todos os brasileiros são líderes. E e contarmos os argentinos, idem ao River Plate.

A questão é: até 13 de julho, haverá chance de um brasileiro chegar à final, ou aí já é excesso de otimismo?

– O maior brasileiro do Al Hilal: Rivelino.

Neymar não é o maior ídolo brasileiro do Al Hilal. Quem mais jogou por lá e encantou a torcida foi Rivelino!

Abaixo, extraúdo de FutebRetrô (https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1567532181188796&set=a.805627374045951&type=3&mibextid=wwXIfr&rdid=Km8HxplM5mt268aN&share_url=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fshare%2F15nz2UEp4s%2F%3Fmibextid%3DwwXIfr):

RIVELINO NO AL HILAL

Rivellino chegou ao clube em 1979, já no final de sua carreira, num futebol que na época ainda engatinhava no profissionalismo. Rivo, como foi apelidado, pediu como primeiro presente aos príncipes donos do clube uma Mercedes, algo que, como contou em entrevista a Folha de São Paulo, fez com que os donos do clube dessem risada, já que por lá “a Mercedes era como um Fusca”.

Dentro de campo, apesar da adaptação difícil ao seco clima árabe, a lenda Brasileira rapidamente caiu nas graças da torcida. Fazendo uma ótima dupla com o tunisiano Liman, ajudou a equipe a conquistar dois campeonatos sauditas em sequência, em 1979, 1980. Ainda conquistou uma Copa da Arábia Saudita, ao longo dos três anos em que ficou no clube.

Acabou por deixar o clube em 1981, tendo desavenças com o príncipe Kaled.

No total, segundo a maior parte das fontes, foram 23 gols em 57 jogos. Ao fim de sua estadia no país se tornou um dos maiores ídolos da história do Al-Hilal, posto que ocupa até hoje. O clube, por sua vez, acabou se tornando ao longo dos anos o maior campeão saudita e o maior time do país.

– Parabéns, Filipe Luís!

Eu gosto de lucidez! E o treinador do Flamengo a tem.

Veja que entrevista sem demagogia:

– 55 anos do Título da Seleção Brasileira de 1970.

É de arrepiar! Hoje, 55 anos do melhor futebol já jogado no mundo.

Assisti no YouTube o filme oficial de Brasil 4×1 Itália em 70. Áureos tempos…

Sensacional, assista em: https://www.youtube.com/watch?v=IKXiyGynU7k

– Futebol e Responsabilidade social: Um campo de transformação e inclusão

Por: André Tixa Orsine Como o futebol transcende o campo e se transforma em uma poderosa ferramenta de responsabilidade social, promovendo educação, …

Futebol e Responsabilidade social: Um campo de transformação e inclusão

– 20 anos que o Paulista FC conquistou a Copa do Brasil

Dia 22 de junho de 2005: data inesquecível para Jundiaí! Rememore a reportagem da Rede Globo sobre a conquista do Paulista frente o Fluminense pela Copa do Brasil 2005 (12 jogos ao total, contra 6 adversários da A1).

(OPS: o que Eurico Miranda disse nesse dia lá em São Januário? No registro do Jornal de Jundiaí em: https://www.jj.com.br/jundiai/paulista-e-a-maior-conquista-de-sua-historia-centenaria).

O vídeo em: https://www.youtube.com/watch?v=clNpqeMiy40

– Análise da Arbitragem para Paulista 4×2 São Bento:

Razoável arbitragem de Gustavo Holanda de Souza. Errou ao marcar pênalti ao São Bento (vide nas anotações abaixo como foi iludido com a “cavada” do atacante), mas foi bem na maioria dos cartões. Fisicamente esteve impecável.

Falta ao árbitro se impor mais, pois a partida foi extremamente faltosa. Um defeito que ele tinha era confundir autoridade com autoritarismo. Agora, errou na dose.

Enfim, pelo largo placar, não teve influência no resultado.

A lamentar: o treinador Coelho jantou o quarto-árbitro, e ninguém fez nada. Unfair-play total. Triste cultura do futebol…

Anotações abaixo:

6m e 7m: Cartões Amarelos bem aplicados no começo do jogo.

30m: Cartão Amarelo bem aplicado a Coutinho.

O erro do árbitro: aos 39m, Fabrício entra na área, dois jogadores se aproximam para marcá-lo e, quando Zé Mendes coloca a mão nas costas, ele cai. Aquela mão não tem força de derrubá-lo, foi uma cavada que o juizão entrou. E na marcação, ele insistiu com o gestual que foi um puxão que derrubou. Não foi, errou, e saiu o pênalti.

Lucas Silva e Lauder, aos 4m do segundo tempo, se desentenderam e ficaram se ameaçando. Ali, o árbitro usou a advertência verbal. Foi pouco, deveriam ter recebido Cartão Amarelo.

Muitas paralisações devido a atendimento de jogadores lesionados e excesso de faltas. Tempo de bola rolando aquém do desejado.

– Que baile do Flamengo! Todos os brasileiros farão bonito na 1ª fase da Copa do Mundo de Clubes?

Parabéns, Mengão, jogou muito bem contra o Chelsea.

Fica a pergunta: será que os times brasileiros terminarão a primeira fase invictos na Copa do Mundo de Clubes?

– Botafogo, Fluminense e Flaco: a Copa dos Subestimados. Mas não nos iludamos!

Cautela e canja de galinha não fazem mal a ninguém“, diria o poeta. Dito isso, sem pessimismo, mas longe de ufanismo, uma observação sobre os últimos resultados internacionais:

Talvez seja algo que não se discutia, antes do pontapé inicial do Mundial de Clubes: os melhores times brasileiros, com a bola rolando e com elencos montados, eram Flamengo e Palmeiras (e que estão jogando muito bem o torneio).

Mas quando começou…

Na Rodada 1, o “futebol jogado prá valer” foi mostrado pelo Fluminense. Um esquema bem armado por Renato Gaúcho com uma ótima dedicação e motivação dos atletas. O Borussia Dortmund agradeceu o empate.

Na Rodada 2, o atual campeão da Libertadores da América (que não está jogando no Brasileirão 2025 o que mostrou em 2024, e sem alguns atletas da campanha vitoriosa) venceu o atual campeão da UEFA Champions League (que literalmente “amassou” a Internazionale dias atrás, e o Atlético de Madrid no início da competição). Aqui: não vale falar de retranca, condicionamento físico ou qualquer outra coisa. Foi jogo de verdade, onde o Botafogo fez história contra o PSG.

Ainda no feriado, vimos Flaco Lopez, tão criticado, resolvendo a vida do Palmeiras. Enquanto isso, Vitor Roque (tão caro e badalado) atuando mal e se jogando para cavar faltas e/ou pênaltis.

A verdade é: muitos times e atletas são subestimados (e não deveriam ser). Mas tomemos cuidado: a ilusão tem a mesma proporção da imprudência! Flaco não virou Cristiano Ronaldo, nem o Fogão e o Tricolor viraram Real Madrid e Manchester City do dia para a noite – e o futebol sul-americano continua em desvantagem para o europeu (mas, lucidamente, sem o abismo trágico que alguns pregavam, e nem com a soberba como outros já berram).

O Mundial vai até 13 de julho. A ponderação sugere dois grandões europeus na final. Porém, falamos de um esporte único, o futebol…

– A barreira dupla de Domenec Torrent é válida?

Na partida entre Monterrey-MEX vs Internazionale-ITA, vimos uma daquelas invenções que nos levam a questionar: vale a pena ou não?

Domenec Torrent, ex-treinador do Flamengo e atualmente no Monterrey, montou uma barreira dupla, aberta ao goleiro. Repare na foto abaixo que os cantos do gol ficam protegidos e sobra um clarão de frente ao arqueiro. 

O que o batedor deve fazer? Dará um chutão à meta ou tentará encobrir a barreira? 

Repare que nessa oportunidade, os italianos tentaram esconder a visão do goleiro, como fator surpresa, mas não resultou em nada significativo.

Penso: me parece mais uma daquelas situações cujo custo-benefício é questionável. Por exemplo, outra: colocar um jogador deitado atrás da barreira.

Tudo isso pode, à Luz das Regras do jogo. Mas há um lembrete: quem “pede barreira”, não é a defesa, mas o ataque!

Lembre-se: o batedor tem o direito de exigir a distância de 9,15m. Se ele abrir mão dela e quiser bater rápido (exceto se o árbitro mandar esperar por algum motivo sério), ele pode. O goleiro, sabendo que o adversário espera a distância, pode agrupar seus companheiros enquanto eles se posicionam para a distância regulamentada. Mas não cometa o erro de crer que a barreira “é um direito que a defesa tem”.

Screenshot

– 55 anos do Título da Seleção Brasileira de 1970.

É de arrepiar! Amanhã, 21/06, aniversário de 55 anos do melhor futebol já jogado no mundo.

Assisti no YouTube o filme oficial de Brasil 4×1 Itália em 70. Áureos tempos…

Sensacional, assista em: https://www.youtube.com/watch?v=IKXiyGynU7k

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x São Bento (Rodada 02 da Copa Paulista 2025).

E para o confronto do Galo contra o Bentão, a FPF escalou:

Árbitro: Gustavo Holanda Souza
Árbitro Assistente 1: Gustavo Rodrigues de Oliveira
Árbitro Assistente 2: Fábio Rogerio Baesteiro
Quarto Árbitro: Vinícius Diniz de Camargo
Analista de Video: Carlos Augusto Nogueira Junior

Formado em 2018 e hoje com 26 anos, Gustavo apitou uma partida do Galo até agora: em 2023, contra o Rio Branco de Americana, num jogo sem muita emoção.

Em 2020 foi por duas vezes quarto-árbitro no Jayme Cintra (na primeira, “dormiu no ponto”: https://wp.me/p55Mu0-2rR; na segunda, “quis aparecer mais do que o árbitro”: https://wp.me/p55Mu0-2vo).

O curioso é que mesmo apitando categorias amadoras e segunda divisão, foi para a final da Copa SP em 2022 ainda bem verde, mas firmou-se na A2 com uma ótima sequência de escalas. Nessa última temporada, manteve-se na A2 e na A3. 

Seu estilo é de querer ser rigoroso com os atletas, e às vezes confunde autoridade com autoritarismo. Apenas razoável tecnicamente.

Curiosidade 1: nessa sexta-feira, estará em Jayme Cintra como árbitro, e no sábado estará como quarto-árbitro em Primavera x Guarani, pela mesma Copa Paulista. Tá faltando árbitro… ou é muita escala para um mesmo juiz.

Curiosidade 2: a FPF escala como bandeira 1 o mesmo assistente de segunda-feira: Gustavo Rodrigues de Souza. Em uma mesma semana, duas escalas seguidas em jogo do Galo.

Acompanhe Paulista de Jundiaí x São Bento pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 20h00 (20/06), mas desde às 19h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

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– A FIFA decreta: nenhum time ainda tem Mundial (oficialmente)! Nem o Santos de Pelé!

Era previsível: a FIFA, em seu material de promoção da Copa do Mundo de Clubes 2025, apresentou os clubes participantes e seus títulos conquistados. E como ela quer valorizar esse torneio atual, chamado por muitos de “Super Mundial”, solicitou recentemente que os detentores dos direitos de transmissão não o chamassem de “Mundial de Clubes”, mas de  “Copa do Mundo de Clubes”.

Ora, se ela faz isso, e criou uma competição de 4 em 4 anos aos moldes da Copa do Mundo de Seleções, era provável que ela chamaria o vencedor de “Campeão do Mundo”. E como só quem ganha a Copa do Mundo de Seleções é Campeão do Mundo, idem à versão clubes.

E os demais Mundiais realizados?

Taí a narrativa modificada: A FIFA não reconhece mais os campeões de outros torneios não realizados por ela como “Campeões do Mundo”. Quando a montadora de carro japonesa (que organizava o Intercontinental) começou a patrocinar esse novo modelo de Mundial a partir de 2005, a FIFA começou a chamar a antiga Copa Toyota de “torneio continental equivalente a um Mundial” à época.

Agora, tudo mudou de novo. Ninguém tem mais Mundial! O primeiro time oficialmente campeão do mundo será conhecido nesse ano. E todos os demais torneios realizados anteriormente ganharam um novo nome: competições interconfederações!

Assim, o Palmeiras de 1951 e o Fluminense de 1952 (segundo a própria FIFA) são campeões interconfederações. O Santos de Pelé, quando disputou a Copa Europa – América do Sul (1962 e 1963), idem. O São Paulo FC, que venceu a Copa Toyota UEFA – Conmebol (1992 e 1993), também. E o próprio SPFC, o Corinthians e o Internacional, que venceram o chamado “Mundial de Clubes da FIFA”, não são mais mundiais, mas interconfederações.

O critério é simples: torneios que envolvam clubes de confederações diferentes e de repercussão mundial, são interconfederacionais. Campeão Mundial, até agora, não existe, pois não houve um torneio com esse propósito nos moldes criados como Copa.

Obviamente, os torneios realizados anteriormente, eram intercontinentais e representavam o Campeão Mundial (os melhores da UEFA e os melhores da Conmebol). Depois, quando a FIFA resolveu organizar, incluíram outros continentes. E, agora, para “fazer vingar” a Copa do Mundo de Clubes, se reclassificou tudo.

Em 1951 e 1952, a FIFA não organizou os torneios e fazia vista grossa a eles. Nas décadas de 60, 70 e 80, a organização não foi dela, mas das confederações. Nos anos 90, quando a Toyota resolveu patrocinar esse torneio, ganhou ainda mais atenção. E nos anos 2000, a FIFA, como se fosse um cartório, “bateu o carimbo” de que o que valia era só o que ela fazia.

Alguém é maluco em dizer que Santos x Benfica não foi uma final do mundo? Que o Flamengo de Zico não foi Campeão Mundial? E tantos outros clubes?

Nessa nova contagem, o Real Madrid é o maior vencedor interconfederacional: 9 títulos, pelos diversos organizadores.

Assim, vale perguntar: quem será o primeiro e verdadeiro Campeão do Mundo reconhecido pela FIFA?

Independente de toda essa confusão, vale ressaltar: o torneio é muito legal… confrontos de escolas diferentes, partidas impensáveis dias atrás (eu achei absurdamente fantástico Fluminense x Borússia Dortmund, onde os cariocas surpreenderam e dominaram os alemães). Também foi muito bacana o clima criado: de festa, de Copa, de paixão, de festa!

Com tudo isso, vencer a Libertadores ou a Liga dos Campeões da Europa torna-se algo ainda mais valorizado. E a globalização dos clubes, só aumenta. E uma verdade seja dita: os clubes brasileiros, não tão conhecidos no estrangeiro por muita gente, ganham notoriedade.

Vida longa a essa Copa!

– Bons tempos do futebol brasileiro…

Que foto! Está na capa do grupo “Esporte em Discussão” no Facebook: Botafogo e Santos nos áureos tempos. 

Pelé e Garrincha, além de uma constelação de craques, lado a lado…

Quando duas equipes nacionais fornecerão tantos jogadores para a Seleção Brasileira como essas, não?

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito.

– Alvorada caipira.

A paisagem tão bonita e colorida da alvorada caipira. Como não se inspirar com a beleza da natureza?

Em tons de degradê, ainda mais cativante a pintura do céu.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#natureza #beleza #amanhecer #Jundiaí #fotografia #inspiração #silhueta #morning #sky #sol #nuvens #brilho #luz

– A barreira dupla de Domenec Torrent é válida?

Na partida entre Monterrey-MEX vs Internazionale-ITA, vimos uma daquelas invenções que nos levam a questionar: vale a pena ou não?

Domenec Torrent, ex-treinador do Flamengo e atualmente no Monterrey, montou uma barreira dupla, aberta ao goleiro. Repare na foto abaixo que os cantos do gol ficam protegidos e sobra um clarão de frente ao arqueiro. 

O que o batedor deve fazer? Dará um chutão à meta ou tentará encobrir a barreira? 

Repare que nessa oportunidade, os italianos tentaram esconder a visão do goleiro, como fator surpresa, mas não resultou em nada significativo.

Penso: me parece mais uma daquelas situações cujo custo-benefício é questionável. Por exemplo, outra: colocar um jogador deitado atrás da barreira.

Tudo isso pode, à Luz das Regras do jogo. Mas há um lembrete: quem “pede barreira”, não é a defesa, mas o ataque!

Lembre-se: o batedor tem o direito de exigir a distância de 9,15m. Se ele abrir mão dela e quiser bater rápido (exceto se o árbitro mandar esperar por algum motivo sério), ele pode. O goleiro, sabendo que o adversário espera a distância, pode agrupar seus companheiros enquanto eles se posicionam para a distância regulamentada. Mas não cometa o erro de crer que a barreira “é um direito que a defesa tem”.

Screenshot

– Botafogo, Fluminense e Flaco: a Copa dos Subestimados. Mas não nos iludamos!

Cautela e canja de galinha não fazem mal a ninguém“, diria o poeta. Dito isso, sem pessimismo, mas longe de ufanismo, uma observação sobre os últimos resultados internacionais:

Talvez seja algo que não se discutia, antes do pontapé inicial do Mundial de Clubes: os melhores times brasileiros, com a bola rolando e com elencos montados, eram Flamengo e Palmeiras (e que estão jogando muito bem o torneio).

Mas quando começou…

Na Rodada 1, o “futebol jogado prá valer” foi mostrado pelo Fluminense. Um esquema bem armado por Renato Gaúcho com uma ótima dedicação e motivação dos atletas. O Borussia Dortmund agradeceu o empate.

Na Rodada 2, o atual campeão da Libertadores da América (que não está jogando no Brasileirão 2025 o que mostrou em 2024, e sem alguns atletas da campanha vitoriosa) venceu o atual campeão da UEFA Champions League (que literalmente “amassou” a Internazionale dias atrás, e o Atlético de Madrid no início da competição). Aqui: não vale falar de retranca, condicionamento físico ou qualquer outra coisa. Foi jogo de verdade, onde o Botafogo fez história contra o PSG.

Ainda no feriado, vimos Flaco Lopez, tão criticado, resolvendo a vida do Palmeiras. Enquanto isso, Vitor Roque (tão caro e badalado) atuando mal e se jogando para cavar faltas e/ou pênaltis.

A verdade é: muitos times e atletas são subestimados (e não deveriam ser). Mas tomemos cuidado: a ilusão tem a mesma proporção da imprudência! Flaco não virou Cristiano Ronaldo, nem o Fogão e o Tricolor viraram Real Madrid e Manchester City do dia para a noite – e o futebol sul-americano continua em desvantagem para o europeu (mas, lucidamente, sem o abismo trágico que alguns pregavam, e nem com a soberba como outros já berram).

O Mundial vai até 13 de julho. A ponderação sugere dois grandões europeus na final. Porém, falamos de um esporte único, o futebol…

– Minha coluna semanal no Jornal de Jundiaí:

Nessa semana, em nossa coluna no JJ Regional, falamos sobre Neymar!

Poderia ter chegado ainda mais longe do que foi, né?

Compartilho, na página 2 (opinião):

– Botafogo, Fluminense e Flaco: a Copa dos Subestimados. Mas não nos iludamos!

Cautela e canja de galinha não fazem mal a ninguém“, diria o poeta. Dito isso, sem pessimismo, mas longe de ufanismo, uma observação sobre os últimos resultados internacionais:

Talvez seja algo que não se discutia, antes do pontapé inicial do Mundial de Clubes: os melhores times brasileiros, com a bola rolando e com elencos montados, eram Flamengo e Palmeiras (e que estão jogando muito bem o torneio).

Mas quando começou…

Na Rodada 1, o “futebol jogado prá valer” foi mostrado pelo Fluminense. Um esquema bem armado por Renato Gaúcho com uma ótima dedicação e motivação dos atletas. O Borussia Dortmund agradeceu o empate.

Na Rodada 2, o atual campeão da Libertadores da América (que não está jogando no Brasileirão 2025 o que mostrou em 2024, e sem alguns atletas da campanha vitoriosa) venceu o atual campeão da UEFA Champions League (que literalmente “amassou” a Internazionale dias atrás, e o Atlético de Madrid no início da competição). Aqui: não vale falar de retranca, condicionamento físico ou qualquer outra coisa. Foi jogo de verdade, onde o Botafogo fez história contra o PSG.

Ainda no feriado, vimos Flaco Lopez, tão criticado, resolvendo a vida do Palmeiras. Enquanto isso, Vitor Roque (tão caro e badalado) atuando mal e se jogando para cavar faltas e/ou pênaltis.

A verdade é: muitos times e atletas são subestimados (e não deveriam ser). Mas tomemos cuidado: a ilusão tem a mesma proporção da imprudência! Flaco não virou Cristiano Ronaldo, nem o Fogão e o Tricolor viraram Real Madrid e Manchester City do dia para a noite – e o futebol sul-americano continua em desvantagem para o europeu (mas, lucidamente, sem o abismo trágico que alguns pregavam, e nem com a soberba como outros já berram).

O Mundial vai até 13 de julho. A ponderação sugere dois grandões europeus na final. Porém, falamos de um esporte único, o futebol…

– Quando ocorrerá a primeira vitória ou derrota de sul-americano ou europeu?

Até agora (tarde de 3ª feira), nenhum time da América do Sul foi derrotado no Mundial de Clubes 2025. E também nenhum europeu!

Nos confrontos dos times da Conmebol e da Uefa contra equipes de outros continentes, 100% de vitórias. E a pergunta é: algum time da Europa será derrotado?

Pelo que se pode ver, talvez sim. Algumas equipes andam sentindo o calor (Atlético de Madrid), outras estão em fase ruim (os portugueses) e teve até quem não tenha encantado (o Chelsea).

É óbvio que, por lucidez, não dá para imaginar derrotas de Manchester City, PSG ou Real Madrid para outras equipes. Mas como o assunto é “futebol”, quem sabe em uma jornada ruim deles, um time bem armado possa surpreender?

– A FIFA decreta: nenhum time ainda tem Mundial (oficialmente)! Nem o Santos de Pelé!

Era previsível: a FIFA, em seu material de promoção da Copa do Mundo de Clubes 2025, apresentou os clubes participantes e seus títulos conquistados. E como ela quer valorizar esse torneio atual, chamado por muitos de “Super Mundial”, solicitou recentemente que os detentores dos direitos de transmissão não o chamassem de “Mundial de Clubes”, mas de  “Copa do Mundo de Clubes”.

Ora, se ela faz isso, e criou uma competição de 4 em 4 anos aos moldes da Copa do Mundo de Seleções, era provável que ela chamaria o vencedor de “Campeão do Mundo”. E como só quem ganha a Copa do Mundo de Seleções é Campeão do Mundo, idem à versão clubes.

E os demais Mundiais realizados?

Taí a narrativa modificada: A FIFA não reconhece mais os campeões de outros torneios não realizados por ela como “Campeões do Mundo”. Quando a montadora de carro japonesa (que organizava o Intercontinental) começou a patrocinar esse novo modelo de Mundial a partir de 2005, a FIFA começou a chamar a antiga Copa Toyota de “torneio continental equivalente a um Mundial” à época.

Agora, tudo mudou de novo. Ninguém tem mais Mundial! O primeiro time oficialmente campeão do mundo será conhecido nesse ano. E todos os demais torneios realizados anteriormente ganharam um novo nome: competições interconfederações!

Assim, o Palmeiras de 1951 e o Fluminense de 1952 (segundo a própria FIFA) são campeões interconfederações. O Santos de Pelé, quando disputou a Copa Europa – América do Sul (1962 e 1963), idem. O São Paulo FC, que venceu a Copa Toyota UEFA – Conmebol (1992 e 1993), também. E o próprio SPFC, o Corinthians e o Internacional, que venceram o chamado “Mundial de Clubes da FIFA”, não são mais mundiais, mas interconfederações.

O critério é simples: torneios que envolvam clubes de confederações diferentes e de repercussão mundial, são interconfederacionais. Campeão Mundial, até agora, não existe, pois não houve um torneio com esse propósito nos moldes criados como Copa.

Obviamente, os torneios realizados anteriormente, eram intercontinentais e representavam o Campeão Mundial (os melhores da UEFA e os melhores da Conmebol). Depois, quando a FIFA resolveu organizar, incluíram outros continentes. E, agora, para “fazer vingar” a Copa do Mundo de Clubes, se reclassificou tudo.

Em 1951 e 1952, a FIFA não organizou os torneios e fazia vista grossa a eles. Nas décadas de 60, 70 e 80, a organização não foi dela, mas das confederações. Nos anos 90, quando a Toyota resolveu patrocinar esse torneio, ganhou ainda mais atenção. E nos anos 2000, a FIFA, como se fosse um cartório, “bateu o carimbo” de que o que valia era só o que ela fazia.

Alguém é maluco em dizer que Santos x Benfica não foi uma final do mundo? Que o Flamengo de Zico não foi Campeão Mundial? E tantos outros clubes?

Nessa nova contagem, o Real Madrid é o maior vencedor interconfederacional: 9 títulos, pelos diversos organizadores.

Assim, vale perguntar: quem será o primeiro e verdadeiro Campeão do Mundo reconhecido pela FIFA?

Independente de toda essa confusão, vale ressaltar: o torneio é muito legal… confrontos de escolas diferentes, partidas impensáveis dias atrás (eu achei absurdamente fantástico Fluminense x Borússia Dortmund, onde os cariocas surpreenderam e dominaram os alemães). Também foi muito bacana o clima criado: de festa, de Copa, de paixão, de festa!

Com tudo isso, vencer a Libertadores ou a Liga dos Campeões da Europa torna-se algo ainda mais valorizado. E a globalização dos clubes, só aumenta. E uma verdade seja dita: os clubes brasileiros, não tão conhecidos no estrangeiro por muita gente, ganham notoriedade.

Vida longa a essa Copa!

– E nenhuma lambança da arbitragem no Mundial de Clubes!

Não é um fato a ser observado?

Até agora, nenhum erro crasso ou polêmica envolvendo a arbitragem na Copa do Mundo de Clubes 2025!

Que continue assim, com placares legitimados.

– E se o Flamengo tivesse a mesma intensidade no Brasileirão?

Pela Copa do Mundo de Clubes, o Flamengo venceu com tranquilidade o Esperance da Tunísia. E mandou na partida.

Independente da dificuldade em fazer gols (2×0 foi pouco) e a fragilidade do adversário, me chamou a atenção o volume de jogo! Sufocou os tunisianos em alguns momentos.

Cá entre nós: se pode ter essa intensidade, por que não a demonstra pelo Campeonato Brasileiro?

Aliás, vale dizer isso também para o Palmeiras, que jogou muito bem (e igualmente com intensidade) contra o Porto.

– Análise da Arbitragem de Guarani 2×1 Paulista.

Noite triste para o Galo. O Bugre fez um primeiro tempo impecável (um trio infernal: Pablo, Samuel e o driblador João Victor) contra Marola e Maykon Ramos, que se perderam na marcação. Fausto Dias fez 4 substituições e corrigiu o time no segundo tempo.

Boa arbitragem de Rodrigo Fernandes Júnior. Correu bastante, se posicionou ainda melhor e disciplinarmente foi bem. Não teve problemas técnicos.

Os cartões amarelos a ambas equipes foram bem aplicados (especialmente a Miguel Elias, que foi advertido verbalmente aos 13m e amarelado aos 43m).

O lance mais difícil para a arbitragem foi o primeiro gol: Samuel partiu para o gol ao receber a bola em impedimento ou não? Na transmissão, achamos estar em lance ajustado (ou seja: duvidoso), e como não tem VAR, segue o ataque em tais situações. Após rever pela TV, observa-se que Maycon Ramos estava em mesma linha, “desacelera” pedindo impedimento e Samuel acelera. Portanto: gol legal.

Enfim: uma partida em que o Galo perdeu no primeiro tempo, pois melhorou bastante no segundo – e com uma boa arbitragem.

– Guia do Mundial de Clubes 2025 – todas as informações sobre os clubes participantes.

Na noite deste sábado, 14, às 21h, com a partida entre Inter Miami e Al-Ahly, no Hard Rock Stadium, em Miami, foi dada a largada inicial do tão …

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– Parada de Resfriamento e Parada de Hidratação no futebol: entenda!

Para quem acompanha a Copa do Mundo de Clubes, reparou que em PSG x Atlético de Madrid (jogo iniciado às 12h em Los Angeles), a partida foi paralisada devido ao forte calor.

Não é comum vermos, fora do Brasil, tal situação. Mas saiba: existem dois tipos de parada pelo excesso de calor nas Regras do Jogo (texto extraído das Regras oficiais):

1- Paradas para arrefecimento:
No interesse do bem-estar e segurança dos jogadores, os Regulamento das Competições podem permitir, sob certas condições climatéricas (alta umidade e temperatura), paradas para resfriamento (normalmente entre noventa segundos e três minutos) a fim de permitir baixar a temperatura corporal; isto é diferente das paradas para hidratação.

2- Paradas para hidratação:
Os Regulamento das Competições podem permitir paradas para hidratação (não mais de um minuto) para permitir aos jogadores se hidratarem; isto é diferente das paradas para arrefecimento.

Ao ler o texto, já deu para perceber: temos um vício em dizer que no Brasil fazemos Parada para Hidratação. São, na verdade, Paradas de Resfriamento. Um detalhe da regra…

– Zubeldía fora do SPFC. O que é “cumprir um contrato”?

Até que “demorou muito”: Zubeldía, o treinador argentino do São Paulo FC, que muitas vezes foi suspenso por cartões e não dirigiu seu time por diversas partidas, não é mais técnico do Tricolor.

Aqui, se faz uma colocação: ele não resistiu à pressão e pediu demissão, segundo o noticiário. Portanto…

Se eu tenho um contrato de 2 anos (por exemplo), com multa a ser paga caso uma das partes descumpra:

1- Se eu trabalhei 24 meses, cumpri o contrato.

2- Se o empregador demite antes desse prazo e paga a multa ao funcionário, o contrato foi válido (pagar a multa estipulada também é cumprir o contrato).

3- Se o empregado pede a conta… deveria acertar com o patrão. Carille, por exemplo, saiu do Japão para o Santos e os japoneses foram à FIFA cobrá-lo.

Se o São Paulo não cobrar a multa, terá feio um distrato abrindo mão. Correto? E… deve fazer isso?

No fundo, parece que nem técnico e nem time tinham mais clima no Morumbi

– Quando ocorrerá a primeira vitória ou derrota de sul-americano ou europeu?

Até agora (tarde de 3ª feira), nenhum time da América do Sul foi derrotado no Mundial de Clubes 2025. E também nenhum europeu!

Nos confrontos dos times da Conmebol e da Uefa contra equipes de outros continentes, 100% de vitórias. E a pergunta é: algum time da Europa será derrotado?

Pelo que se pode ver, talvez sim. Algumas equipes andam sentindo o calor (Atlético de Madrid), outras estão em fase ruim (os portugueses) e teve até quem não tenha encantado (o Chelsea).

É óbvio que, por lucidez, não dá para imaginar derrotas de Manchester City, PSG ou Real Madrid para outras equipes. Mas como o assunto é “futebol”, quem sabe em uma jornada ruim deles, um time bem armado possa surpreender?

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Guarani x Paulista (Rodada 1 da Copa Paulista).

E para o confronto do Galo contra o Bugre, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Rodrigo Fernandes Junior
Árbitro Assistente 1: Gustavo Rodrigues de Oliveira
Árbitro Assistente 2: Jefferson Yago Franco Pinto
Quarto Árbitro: Talita Ximenes de Freitas
Analista de Video: Márcio Verri Brandão

Rodrigo é de Santa Bárbara do Oeste e apitou série A2 e A3 nessa temporada. Professor de Educação Física, está há 6 temporadas na FPF e participou do programa “Jovens Talentos” de profissionalização da arbitragem. A Copa Paulista para ele será um carimbo para a A1 em 2026.

Desses árbitros “semi-profissionais”, espera-se maior tempo de bola rolando, menos faltas marcadas e intolerância com reclamações. Vejamos se ele cumprirá isso.

Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe Guarani de Campinas x Paulista de Jundiaí pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará às 19hoo (16/04), mas desde às 18h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– No Jubileu do Esporte, Papa Leão XIV fala sobre ser “instrumento de paz”.

Estamos em ano jubilar, e o Papa Leão, hoje, celebrou o esporte e a fé

Extraído de: https://www.terra.com.br/noticias/mundo/papa-afirma-que-esporte-e-um-meio-de-construir-a-paz,58c6f038ef8a5781d61b7fe1c9b125463ftodldm.html#google_vignette

PAPA AFIRMA QUE ESPORTE É UM MEIO DE CONSTRUIR A PAZ

Leão XIV celebrou missa por ocasião do Jubileu do Esporte

O papa Leão XIV celebrou neste domingo (15) no Vaticano uma missa por ocasião do Jubileu do Esporte e destacou que a atividade esportiva carrega um reflexo da beleza de Deus, além de pavimentar uma estrada em direção da paz.

O pontífice americano destacou que as modalidades ajudam as pessoas a encontrar Deus por exigirem um “movimento do eu em direção ao outro”.

“A combinação Trindade e esporte não é exatamente de uso comum, mas a comparação não é descabida. Toda boa atividade humana, de fato, traz em si um reflexo da beleza de Deus, e o esporte certamente está entre elas“, disse Robert Francis Prevost, que é entusiasta de tênis.

Durante a celebração, que contou com a participação de várias autoridades esportivas, o líder da Igreja Católica fez uma análise sobre a expressão “dai!”, usada na língua italiana para encorajar os atletas durante as competições.

“Talvez não pensemos nisso, mas é um belo imperativo: é o imperativo do verbo ‘ousar’. E isso pode nos fazer refletir, já que não se trata apenas de dar uma performance física, talvez extraordinária, mas de se doar e de ‘jogar o jogo’. Trata-se de se doar pelos outros”, analisou Leão XIV.

O Papa recordou que, através da derrota, o esporte tem o poder de colocar o ser humano “em confronto com algumas das verdades mais profundas: a fragilidade, os limites e a imperfeição“.

“Isso é importante, porque é a partir da experiência dessa fragilidade que nos abrimos à esperança. O atleta que nunca erra e nunca perde não existe. Campeões não são máquinas infalíveis, mas homens e mulheres que, mesmo quando caem, encontram a coragem de se levantar“, destacou.

Em meio aos conflitos espalhados pelo mundo, principalmente no Oriente Médio e no leste europeu, Prevost mencionou que o esporte é um caminho para a construção da paz.

“Gostaria também de enfatizar que o esporte é um meio de construir a paz, porque é uma escola de respeito e lealdade, que fomenta a cultura do encontro e da fraternidade. Irmãos e irmãs, encorajo-os a praticar este estilo de forma consciente, opondo-se a toda forma de violência e opressão. O mundo de hoje precisa muito disso. De fato, existem muitos conflitos armados”, finalizou.

Leão XIV celebrou missa por ocasião do Jubileu do Esporte

– O país com maior número de atletas na Copa do Mundo de Clubes é…

… o Brasil!

Não é um número impressionante?

Nesse tempo de “aldeia global”, a Copa de Mundo de Clubes da FIFA, com tantos clubes europeus em sua composição, nos mostra que a maior parte dos jogadores são brasileiros!

Obviamente, os melhores não estão nas equipes do nosso país, devido a questões econômicas.

Resumo: a Copa do Mundo de Clubes conta com 998 jogadores, sendo que o Brasil tem o maior número de atletas: 142 (47 disputando por equipes estrangeiras).
O Al-Alin dos Emirados Árabes Unidos, é o mais globalizado: possui 33 jogadores de 23 nações diferentes.