As Casas de Apostas, inegavelmente, financiam o futebol brasileiro.
O que os clubes fariam sem elas hoje?
Vide o quadro:
As Casas de Apostas, inegavelmente, financiam o futebol brasileiro.
O que os clubes fariam sem elas hoje?
Vide o quadro:
When it to the world of investment, the surge of cryptocurrencies like Bitcoin and Ethereum has sparked a global debate on whether diving into the …
Continua em: Is Investing in Crypto a Good Idea?

O mercado de revistas no Brasil está em crise, todos sabemos. Vide o que aconteceu com a Editora Abril e a Revista Veja recentemente…
Agora, é a vez da Revista Isto É quebrar! A Editora Três, infelizmente, não aguentou as dificuldades do mercado editorial.
Abaixo, extraído de: https://www.conjur.com.br/2025-fev-03/justica-decreta-falencia-da-editora-tres-dona-da-istoe-por-nao-pagar-credores/
Buscamos uma fonte de renda alternativa, independente de nossos empregos?
É isso que essa matéria discute: sobre novos recursos financeiros, independente da demissão do emprego ou se é desejo de incremento.
Muito bom! Compartilho, extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/carreiras/2017/07/1897575-profissional-deve-desenhar-seu-plano-b-no-auge-diz-administrador.shtml
PROFISSIONAL DEVE DESENHAR SEU PLANO B NO AUGE
Por Carolina Muniz
O que fazer logo depois de ser demitido: descansar ou agir rápido? Vale a pena investir o dinheiro da rescisão em um novo negócio? No recém-lançado “Emprego 2.0 – Como Conquistar, Manter e Crescer na Carreira”, o administrador e palestrante Marcelo Simonato, 39, dá um passo a passo de como conquistar uma nova vaga -desde a formulação do currículo até a chegada à empresa. Em entrevista, ele fala sobre como planejar a carreira em tempos de instabilidade.
RAIO-X
Idade 39 anos
Atuação Diretor financeiro da consultoria Everis, palestrante e mentor
Formação Administração de empresas e comércio exterior pela Universidade Paulista; MBA em finanças empresariais pele FGV; e MBA em gestão empresarial pela Lassale University, na Filadélfia (EUA)
Obra “Emprego 2.0 – Como Conquistar, Manter e Crescer na Carreira” (editora Preparando Recursos, 127 págs., R$ 30)*
Folha – Qual é o maior erro que os profissionais costumam cometer ao serem demitidos?
Marcelo Simonato – Um grande equívoco é aproveitar a demissão para tirar um tempo de descanso como recompensa por tantos anos de trabalho. Quando a pessoa sai da empresa, carrega por um curto espaço de tempo o sobrenome da organização, um cartão de visitas que pode abrir portas. Se tirar férias durante esse período, esse sobrenome pode acabar esfriando. Então, assim que a demissão acontece, o primeiro passo é comunicá-la a colegas, clientes e fornecedores. Não é preciso ter vergonha por estar desempregado. Em boa parte dos casos, é exatamente por uma indicação desses contatos que surgem novas oportunidades de trabalho.
Como deve ser a rotina do profissional que está em busca de de uma recolocação?
Ele deve encarar a procura por emprego como um novo projeto na carreira, que requer planejamento e disciplina como qualquer outro. Não estou dizendo que ele tem de ficar 12 horas em frente ao computador. Aliás, isso não é eficaz e gera ainda mais estresse. O mais interessante é ter uma rotina bem definida de trabalho, de cerca de três horas pela manhã e outras três à tarde. No tempo livre, é importante se exercitar e ficar com a família. Afinal, de nada adianta encontrar vagas, mas não estar bem emocionalmente na hora das entrevistas.
Quanto tempo vale procurar antes de aceitar uma posição abaixo das expectativas?
Primeiro, é preciso entender se a nomenclatura do cargo que o profissional ocupava anteriormente é compatível com a realidade atual do mercado. Em alguns casos, a pessoa descobre que era gerente na empresa em que trabalhava, mas hoje já se exige mais dessa posição. Aí, ela tem duas alternativas: ou procura emprego para um cargo inferior ou busca se qualificar para preencher essas lacunas. Se o indivíduo tem reservas financeiras, pode continuar batalhando. Se não, é preciso deixar o ego de lado.
Quando perguntado sobre pretensão salarial, o candidato está com receio de fazer exigências? Como negociar?
Sim, muitos estão aceitando qualquer coisa. O profissional não pode derrubar o valor do seu salário logo de cara. Precisa valorizar sua experiência dentro do que a empresa está buscando. Ele pode dizer que imagina receber um valor próximo ao que ganhava na ocupação anterior, mas está aberto a uma proposta da empresa. Provavelmente, o entrevistador vai dizer que o mercado não está pagando tudo isso. Aí, começa a negociação. Nesse momento, ele não pode focar apenas no salário, mas deve usar também os benefícios para chegar em um acordo mais vantajoso.
Como planejar a carreira para se sentir mais seguro diante das incertezas?
É comum a pessoa ficar desempregada e querer montar um negócio. Ela nunca foi empresária e tenta fazer isso com o último recurso que lhe resta. O que acontece, normalmente, é que a empresa quebra alguns anos depois. Por isso, o indicado é começar uma atividade paralela quando ainda se está na ativa, mesmo no auge da carreira. Escolha uma ocupação que tenha prazer em fazer nas horas livres sem se preocupar em transformar isso na sua fonte principal de renda. Numa situação de desemprego, você já terá um plano B desenvolvido.

Por Marcelo Justo / Folhapress
Quando garotinho, meu pai abriu uma Caderneta de Poupança da Haspa, que era do então Ministro da Fazenda Delfim Neto. Lembram da propaganda e dos cofrinhos? “Poupe que o Delfim garante…”
Pois é: Há 42 anos ela quebrou! Ainda bem que os meus trocadinhos de criança foram para o já falecido Banco Real…
Eu gostava de ir lá só por causa da Turma da Mônica…

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para créditos.
Veja só que quadro: personalidades que ainda ganham dinheiro, depois que partiram dessa vida (os detentores de seus direitos, óbvio):
Sofrer um transfer ban da FIFA é algo muito sério, e parece que os times brasileiros não entenderam isso.
Não é “estar com o nome sujo na praça”, como se fosse uma negativação pelo Serasa ou SPC (que já é péssimo). É pior, pois você fica impedido de registrar jogadores!
Certa vez, surgiu a ideia de Score para Cadastro Positivo de pagadores. Já pensou tal medida no futebol brasileiro? A lista ficaria vazia, já que não se vê preocupação nem em pagar-se o que é obrigação… vide o Corinthians, que sofreu a punição, por não pagar Balbuena.
O que será que Depay pensa, ao ver tais notícias? Certamente, seus contrato deve ter ótimas garantias…
Começou a valer nesta segunda-feira (28) o PIX Agendado Recorrente, uma nova modalidade do sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central do …
Continua em: PIX Agendado Recorrente: O Que É e Como Funciona a Nova Modalidade de Pagamentos Automáticos

E o presidente do Vitória, Fábio Mota, foi preciso quanto ao fair Play financeiro no futebol brasileiro, citando o Corinthians:
“[Clubes com] investimento muito maior, que continuam contratando sem pagar ninguém. Não têm fair play no Brasil. O Corinthians contratou jogador para pagar R$ 3 milhões por mês, brigando com a gente cabeça a cabeça. Enquanto isso, não consegue pagar o salário do mês e deve mais de R$ 2,5 bilhões. Isso é o futebol brasileiro, essa loucura tem que acabar. (…) Tem que ser responsabilizado. Tudo no Brasil tem lei, o futebol não é assim. Ou muda isso ou o futebol brasileiro vai ficar cada vez descredenciado para o mundo. Uma das razões para ter poucos investidores no futebol brasileiro é isso”.
De fato, não é mais possível que as gestões sejam tão amadoras: contrata-se, faz-se dívidas sem dinheiro, e não há responsabilização alguma!
O que você acha do Fair Play financeiro? Eu penso ser uma urgente necessidade.
E o presidente do Vitória, Fábio Mota, foi preciso quanto ao fair Play financeiro no futebol brasileiro, citando o Corinthians:
“[Clubes com] investimento muito maior, que continuam contratando sem pagar ninguém. Não têm fair play no Brasil. O Corinthians contratou jogador para pagar R$ 3 milhões por mês, brigando com a gente cabeça a cabeça. Enquanto isso, não consegue pagar o salário do mês e deve mais de R$ 2,5 bilhões. Isso é o futebol brasileiro, essa loucura tem que acabar. (…) Tem que ser responsabilizado. Tudo no Brasil tem lei, o futebol não é assim. Ou muda isso ou o futebol brasileiro vai ficar cada vez descredenciado para o mundo. Uma das razões para ter poucos investidores no futebol brasileiro é isso”.
De fato, não é mais possível que as gestões sejam tão amadoras: contrata-se, faz-se dívidas sem dinheiro, e não há responsabilização alguma!
O que você acha do Fair Play financeiro? Eu penso ser uma urgente necessidade.
Estivemos hoje no Fundo Social de Hortolândia, falando de Finanças a uma turma muito dedicada!
É com a Educação que melhoraremos o Brasil!
Sempre questionei: não é pelo fato de ser um grupo estrangeiro, ou ainda por montar uma SAF, que a vida de um clube de futebol melhorará de maneira mágica.
Nacional ou Internacional, SAF ou Clube Associativo (ou qualquer outra forma de gestão), o que vale é: competência administrativa e capacidade financeira de gerir seus recursos.
Brasil afora vemos clubes tendo problemas com suas SAFs (especialmente os pequenos clubes do Interior). Agora, a 777 é quem está à beira da falência.
Entenda os detalhes, no artigo do GE Extraído de: https://ge.globo.com/futebol/times/vasco/noticia/2024/10/07/com-problemas-na-justica-a-cap-coloca-a-venda-ativos-da-777-incluindo-todos-os-clubes-aviao-e-ate-iate.ghtml
777 À VENDA
O site norueguês “Josimar Football” voltou a publicar informações sobre a 777 Partners, empresa afastada judicialmente do controle da SAF do Vasco desde maio deste ano. A companhia norte-americana, que enfrenta processos na Justiça e agora é controlada pela A-CAP, está à beira da falência. Por isso, a seguradora colocou todos os clubes de futebol do grupo à venda, mas há dificuldade para encontrar possíveis investidores.
A reportagem aponta que a A-CAP colocou à venda até um luxuoso iate, chamado 777, anteriormente propriedade de Steven Pasko, um dos sócios-fundadores, por US$ 1,8 milhão (R$ 9,8 milhões). Além disso, o jato particular usado pelos executivos para viajar pelo mundo, avaliado em US$ 20 milhões (R$ 109 milhões), também está sendo vendido.
Os ativos da 777 no futebol agora são controlados pela A-CAP, que tem dialogado com o Vasco em busca de um novo investidor para o clube carioca. A empresa solicitou um estudo de viabilidade para a venda de todas as equipes de futebol do grupo.
Na semana passada, a informação já havia sido divulgada pelo CEO do Genoa, Andrés Blazquez. Em reunião com dirigentes da equipe italiana, Blazquez, que assumiu o cargo indicado pela 777, afirmou que a divisão de esportes do grupo estava se encerrando, com todos os clubes do portfólio sendo colocados à venda.
– O grupo está saindo e não sei o que fará – disse Blazques, acrescentando que “três ou quatro” empresas demonstraram interesse no Genoa.
De acordo com a reportagem da “Josimar Football”, a A-CAP tem encontrado dificuldades para vender os clubes, entre eles o Vasco. O maior empecilho é o processo movido pelo fundo inglês Leadenhall, que recentemente entrou na Justiça dos EUA com uma liminar contra a dissipação de ativos da 777. A depender da decisão judicial, a A-CAP pode ser impedida de negociar os clubes da empresa de Wander e Pasko.
O único clube da 777 com negociação avançada é o Red Star FC, da França, que pode ser vendido para Steve Pagliuca, dono da Atalanta e de parte do Boston Celtics, da NBA.
Além de Vasco, Genoa e Red Star, a 777 comprou Standard Liège (Bélgica), Hertha Berlim (Alemanha), Melbourne Victory (Austrália) e Sevilla (é sócia minoritária do clube espanhol).
A reportagem conta ainda como os problemas da 777 mundo afora têm contagiado os clubes. Em maio deste ano, a A-CAP tomou um empréstimo de US$ 40 milhões (R$ 218 milhões) para manter em operação as equipes de futebol. O dinheiro foi concedido por uma empresa do dono do Chelsea, Todd Boehly, a uma taxa de juros de 46%. Boehly, no entanto, não tem interesse na compra dos clubes da 777.
Apesar das dificuldades, a A-CAP tem pressa para se desfazer das equipes de futebol. Segundo a Josimar, a seguradora aceitou receber imediatamente 66 milhões de libras (R$ 473 milhões) pelos empréstimos feitos ao Everton, que superaram 200 milhões de libras (R$ 1,4 bilhão). Para ficar com a quantia de imediato, a A-CAP topou que o valor restante fosse convertido em ações preferenciais na venda do clube inglês aos americanos do grupo Friedkin.
Recentemente, a 777 foi despejada de seus escritórios em Miami e Newport Beach por não pagar aluguel. Há problemas judiciais em diversas frentes. Um tribunal inglês, por exemplo, ordenou a liquidação da filial em Londres e tirou a empresa do controle do London Lions, time de basquete do qual era dona na capital britânica.
Além disso, a 777 Asset Management, da qual Pasko é diretor, nomeou um liquidante voluntário na Inglaterra. Outra empresa subsidiária da 777, a EFOA, entrou com pedido de falência nos EUA, e a companhia aérea econômica do grupo, Bonza, está sendo encerrada na Austrália.
A reportagem revelou outro processo contra a ex-controladora do Vasco, desta vez movido pela “Obra Capital Management” contra a 777 e Steven Pasko, em que acusa a empresa de “transferência fraudulenta” de duas “subsidiárias ricas” para Pasko em novembro de 2023. A tentativa é recuperar esses ativos para ajudar a pagar uma dívida de US$ 20 milhões (R$ 109 milhões). Uma audiência sobre esse caso foi marcada para o dia 19 de novembro.
Sempre questionei: não é pelo fato de ser um grupo estrangeiro, ou ainda por montar uma SAF, que a vida de um clube de futebol melhorará de maneira mágica.
Nacional ou Internacional, SAF ou Clube Associativo (ou qualquer outra forma de gestão), o que vale é: competência administrativa e capacidade financeira de gerir seus recursos.
Brasil afora vemos clubes tendo problemas com suas SAFs (especialmente os pequenos clubes do Interior). Agora, a 777 é quem está à beira da falência.
Entenda os detalhes, no artigo do GE Extraído de: https://ge.globo.com/futebol/times/vasco/noticia/2024/10/07/com-problemas-na-justica-a-cap-coloca-a-venda-ativos-da-777-incluindo-todos-os-clubes-aviao-e-ate-iate.ghtml
777 À VENDA
O site norueguês “Josimar Football” voltou a publicar informações sobre a 777 Partners, empresa afastada judicialmente do controle da SAF do Vasco desde maio deste ano. A companhia norte-americana, que enfrenta processos na Justiça e agora é controlada pela A-CAP, está à beira da falência. Por isso, a seguradora colocou todos os clubes de futebol do grupo à venda, mas há dificuldade para encontrar possíveis investidores.
A reportagem aponta que a A-CAP colocou à venda até um luxuoso iate, chamado 777, anteriormente propriedade de Steven Pasko, um dos sócios-fundadores, por US$ 1,8 milhão (R$ 9,8 milhões). Além disso, o jato particular usado pelos executivos para viajar pelo mundo, avaliado em US$ 20 milhões (R$ 109 milhões), também está sendo vendido.
Os ativos da 777 no futebol agora são controlados pela A-CAP, que tem dialogado com o Vasco em busca de um novo investidor para o clube carioca. A empresa solicitou um estudo de viabilidade para a venda de todas as equipes de futebol do grupo.
Na semana passada, a informação já havia sido divulgada pelo CEO do Genoa, Andrés Blazquez. Em reunião com dirigentes da equipe italiana, Blazquez, que assumiu o cargo indicado pela 777, afirmou que a divisão de esportes do grupo estava se encerrando, com todos os clubes do portfólio sendo colocados à venda.
– O grupo está saindo e não sei o que fará – disse Blazques, acrescentando que “três ou quatro” empresas demonstraram interesse no Genoa.
De acordo com a reportagem da “Josimar Football”, a A-CAP tem encontrado dificuldades para vender os clubes, entre eles o Vasco. O maior empecilho é o processo movido pelo fundo inglês Leadenhall, que recentemente entrou na Justiça dos EUA com uma liminar contra a dissipação de ativos da 777. A depender da decisão judicial, a A-CAP pode ser impedida de negociar os clubes da empresa de Wander e Pasko.
O único clube da 777 com negociação avançada é o Red Star FC, da França, que pode ser vendido para Steve Pagliuca, dono da Atalanta e de parte do Boston Celtics, da NBA.
Além de Vasco, Genoa e Red Star, a 777 comprou Standard Liège (Bélgica), Hertha Berlim (Alemanha), Melbourne Victory (Austrália) e Sevilla (é sócia minoritária do clube espanhol).
A reportagem conta ainda como os problemas da 777 mundo afora têm contagiado os clubes. Em maio deste ano, a A-CAP tomou um empréstimo de US$ 40 milhões (R$ 218 milhões) para manter em operação as equipes de futebol. O dinheiro foi concedido por uma empresa do dono do Chelsea, Todd Boehly, a uma taxa de juros de 46%. Boehly, no entanto, não tem interesse na compra dos clubes da 777.
Apesar das dificuldades, a A-CAP tem pressa para se desfazer das equipes de futebol. Segundo a Josimar, a seguradora aceitou receber imediatamente 66 milhões de libras (R$ 473 milhões) pelos empréstimos feitos ao Everton, que superaram 200 milhões de libras (R$ 1,4 bilhão). Para ficar com a quantia de imediato, a A-CAP topou que o valor restante fosse convertido em ações preferenciais na venda do clube inglês aos americanos do grupo Friedkin.
Recentemente, a 777 foi despejada de seus escritórios em Miami e Newport Beach por não pagar aluguel. Há problemas judiciais em diversas frentes. Um tribunal inglês, por exemplo, ordenou a liquidação da filial em Londres e tirou a empresa do controle do London Lions, time de basquete do qual era dona na capital britânica.
Além disso, a 777 Asset Management, da qual Pasko é diretor, nomeou um liquidante voluntário na Inglaterra. Outra empresa subsidiária da 777, a EFOA, entrou com pedido de falência nos EUA, e a companhia aérea econômica do grupo, Bonza, está sendo encerrada na Austrália.
A reportagem revelou outro processo contra a ex-controladora do Vasco, desta vez movido pela “Obra Capital Management” contra a 777 e Steven Pasko, em que acusa a empresa de “transferência fraudulenta” de duas “subsidiárias ricas” para Pasko em novembro de 2023. A tentativa é recuperar esses ativos para ajudar a pagar uma dívida de US$ 20 milhões (R$ 109 milhões). Uma audiência sobre esse caso foi marcada para o dia 19 de novembro.
Nos últimos anos, os unicórnios — startups avaliadas em mais de US$ 1 bilhão — deixaram de ser figuras mitológicas e passaram a fazer parte do …
Continua em: De Onde Vêm os Unicórnios? A Jornada de Fundadores nos EUA e Países Emergentes

Ao ler muita gente aplaudindo a contratação do atacante Memphis Depay pelo Corinthians, penso: seria uma “burra empolgação”? Ou, longe de julgamentos, uma empolgação pueril e inocente?
O Corinthians tem uma dívida aproximada de 1 bilhão de reais, é sabido. Ainda não pagou Raniele ao Cuiabá e o Flamengo teve que reclamar oficialmente o não pagamento de Matheuzinho. Agora, se comprometerá a um contrato de 28 meses ao valor de quase 3 milhões por mês?
Ninguém questiona: “de onde vem o dinheiro”? Ou: “não é importante pagar os calotes?” Ou ainda: “qual será o custo-benefício?”
O torcedor mais apaixonado, obviamente, fica iludido. Mas a imprensa não pode cair no ôba-ôba e deve fazer os questionamentos devidos.
Por outro lado, qual a motivação de Depay, ao ser convidado para jogar num clube na zona de rebaixamento com tamanhas pendengas, aqui na América do Sul? Se eu sou ele, peço garantias bancárias, para não ter dor de cabeça para ficar cobrando lá na frente. Ou ele já tem essas garantias?
Fala-se à boca pequena que a empresa “Esportes da Sorte”, patrocinadora do Timão, bancaria a contratação. Mas seu proprietário, Darwim Henrique da Silva Filho, foi preso dias atrás, na mesma operação que deteve influencers, sob a acusação de lavagem de dinheiro. Além disso, pesa sobre a instituição a acusação de estar associada ao “Jogo do Bicho”, conforme reportagem da Infomoney (em: https://www.infomoney.com.br/consumo/jogo-do-bicho-era-usado-para-lavagem-de-dinheiro-pela-esportes-da-sorte-diz-policia/).
Seria mais um episódio como a Taunsa, a empresa que contratou Paulinho por uma fortuna e que nunca pagou um centavo de salário, sobrando a conta para o Coringão?
Tudo isso é muito estranho (ou amador demais). O certo é: algo não fecha nessa conta.
Dos males, o menor: Depay é acusado de pagar a fiança de Daniel Alves devido a prisão por estupro na Espanha, e a assessoria dele sempre negou veementemente. Que não tenha feito essa imoralidade mesmo…
Eu penso que Depay não ficará até Dezembro de 2026 no Corinthians, por motivos financeiros. E você?
Imagem extraída de: https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/futebol/corinthians/corinthians-aguarda-resposta-de-depay-para-esta-quinta-feira-5-entenda-o-negocio/
O melhor remédio contra preços altos, é não comprar o produto (se puder).
Na prateleira, ele vai ficar ali, parado, “cansado“, até o preço reduzir! Ou melhor: ser mais razoável.
Ao ver esses chocolates num posto à beira da estrada, custando esses valores absurdos, pensei: próximo ao vencimento, reduzirão à metade. Afinal, há quanto tempo estão lá.
Muito caro, totalmente fora da realidade:

Estivemos hoje em Cabreúva, no Distrito do Jacaré , falando de Fluxo de Caixa e Finanças na “Casa da Juventude”!
É muito bom ver gente sedenta de aprendizado.

✒️ #Educação
Eu não consegui a lista de 2024, mas vejam que alta nos valores em 30 anos dos atletas mais bem pagos do mundo (da Revista Forbes).
Passando do Boxe para o Futebol, as cifras mudaram demais!
Abaixo:

Eu gosto da ideia de SAF, Gestão Empresarial e Clube-empresa. Mas precisamos tomar cuidados. Sempre!
Conheço da mídia o Pedro Mesquita, ex-XP e que quer comprar a SAF do Tricolor Jundiaiense. É um cara sério. Mas ao ler a entrevista dele no Estadão de hoje, me preocupo com um discurso demagogo. Disse ele:
“É possível colocar o clube na elite do Estadual e, ao menos, na Série B do Campeonato Brasileiro. (…) Essa seria uma meta viável. Futebol é muito subjetivo. Se eu for perfeito, em cinco anos estamos na primeira divisão”.
Não dá para estar na Série B do Brasileirão em 5 anos… isso é impossível, pois precisa estar na A1 do Paulistão e daí entrar para a Série D do Campeonato Nacional (a não ser que volte a jogar a Copa Paulista, vença e opte por disputar a Série D, ao invés da Copa do Brasil – que paga muito mais). Precisaria de 8 anos, imaginando que todo ano o Paulista tivesse um acesso no Estadual e depois de chegar na A1, idem nos torneios da CBF.
Aí eu penso: tal fala é “empolgação demasiada”, ou “discurso para fazer logo o negócio”?
Nessa entrevista, abaixo, gostei da fala do presidente do Paulista, Rodrigo Alves. Foi humilde ao dizer que o “clube precisa de uma injeção financeira e administrativa”. Teria sido um mea culpa da sua gestão?
Abaixo, do “O Estado de São Paulo de hoje”: https://www.estadao.com.br/esportes/futebol/empresario-amigo-de-ronaldo-compra-clube-campeao-da-copa-do-brasil-e-quer-coloca-lo-na-elite/#:~:text=Foi%20Mesquita%20que%20sugeriu%20a,futebol
Empresário amigo de Ronaldo compra clube e prevê: ‘São Paulo, Inter e Grêmio serão SAFs no futuro’.
por Ricardo Magatti:
Intermediário na venda da SAF do Cruzeiro, Pedro Mesquita abre gestora de investimentos e aguarda diligências para concluir aquisição do Paulista de Jundiaí
Campeão da Copa do Brasil de 2005, o Paulista de Jundiaí está na iminência de ter um dono. A EXA Capital, fundo de investimentos criado pelo empresário Pedro Mesquita, ex-chefe do banco de investimentos da XP, deve concluir nos próximos meses a compra de 90% da SAF do tradicional time do interior de São Paulo. No mês passado, foi assinado um memorando de entendimento para aquisição da SAF do clube.
Está em um curso um processo de diligência para efetivar a aquisição da porcentagem do Paulista. Passaram mais de 30 dias desde que essa averiguação, procedimento normal nesses casos, começou. O prazo é de 120 dias. Terminado esse período, caso a proposta seja positiva para o fundo de investimentos, o Conselho de Administração do clube votará pela aprovação ou não da venda de 90% das ações do Paulista.
O clube negociou com outros investidores no passado, mas os acordos nunca foram efetivados. Em maio de 2023, a venda foi encaminhada à empresa Two Me, que, porém, não pagou o valor que havia sido acordado. Desta vez, há a confiança dos dirigentes que a EXA assuma a SAF do Paulista em breve.
“A gente já contratou advogados especialistas para diagnosticar a situação. Se essa situação for que a gente acredita, pelas análises iniciais, a gente vai seguir com a compra e com o projeto”, diz Mesquita em entrevista ao Estadão na sede de sua empresa na zona sul de São Paulo. Sua equipe está devassando os passivos e problemas do Paulista. “Primeiro você negocia, depois você identifica os passivos para seguir ou não com o negócio”, afirma.
Quando chefiava seu departamento na XP, o executivo intermediou a venda da SAF do Cruzeiro a Ronaldo, de quem é amigo, e participou também do mesmo processo no Botafogo, cuja SAF foi negociada com o magnata americano John Textor. Depois de atuar por trás dos bastidores nessa área, Mesquita saiu da X e resolveu fundar sua própria gestora para investir em algum clube.
Mesquita faz elogios às gestões de Athletico-PR e Fortaleza. O seu pensamento é que, com exceção de Palmeiras e Flamengo, que têm gestões exemplares, e Corinthians, em razão do seu potencial de receita, todos os outros principais clubes do País se tornarão SAF no futuro.
Se você não tiver um midas, como foi Paulo Nobre (ex-presidente do Palmeiras) acho que é questão de tempo São Paulo, Inter, Grêmio e Fluminense virarem SAF. Não consigo enxergar esses clubes competindo em alto nível nos próximos cinco anos sem injeção de capital. Ou eles encontram algum midas ou se tornam SAF. Não tem um modelo que sustente uma dívida alto em longo prazo.
O executivo escolheu investir no Paulista em virtude de suas glórias, potencial e localização. “Jundiaí tem uma localização privilegiada e o Paulista tem uma história incrível, mas está em uma condição ruim. Foi um misto de onde está a melhor oportunidade e o desafio de fazer um processo de transformação”.
O Paulista vive há anos uma profunda crise financeira, chegou a ficar perto de perder seu estádio, o Jayme Cintra, graças a dívidas, e, durante a pandemia, precisou rifar medalha do título da Copa do Brasil para pagar as contas. Hoje, está sem divisão nacional nacional desde 2009 e disputa a quinta e última divisão do Campeonato Paulista. Na avaliação de Mesquita, em cinco anos, é possível colocar o clube na elite do Estadual e, ao menos, na Série B do Campeonato Brasileiro. “A gente tem que sonhar alto, mas sem deixar de ser realistas. Essa seria uma meta viável. Futebol é muito subjetivo. Se eu for perfeito, em cinco anos estamos na primeira divisão”.
As agruras são muitas, mas a tradição traz visibilidade e, com investimento, o cenário pode mudar, acredita o presidente do Paulista, Rodrigo Peternelli Alves. “O que despertou interesse nos investidores é a oportunidade de negócio em um clube com estrutura e projeção de sucesso, que hoje se encontra em baixa, mas com uma injeção financeira e administrativa tem tudo para voltar para a elite estadual e nacional”, avalia o dirigente.
“Do nosso lado, muita coisa foi feita nos últimos anos de gestão para organizar o clube tanto na parte jurídica como contábil, administrativa e demais áreas do clube. Somando isso com a história e tradição de uma instituição de 115 anos com títulos nacionais, mais a força da torcida e o potencial financeiro de uma cidade como Jundiaí, nosso papel é buscar uma grande parceria para ambos: investidor e clube”, acrescenta Alves.
Fundado em 1909 por funcionários da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, o Paulista sempre foi um tradicional participante de Campeonatos Estaduais das duas principais de divisões. Ao longo de seus 115 anos, o clube já atendeu por outros nomes. Seja como Lousano Paulista ou Etti Jundiaí, notabilizou-se nas últimas décadas por conseguir surpreender times grandes, assim como por revelar jogadores que inclusive chegaram à integrar a seleção brasileira.
O Paulista viveu seu auge em 2005, quando deixou pelo caminho Botafogo, Cruzeiro e Fluminense para erguer o troféu de que mais se orgulha: o da Copa do Brasil. Em 2006, disputou a Libertadores e chegou a derrotar o poderoso River Plate.
“O torcedor quer ver o Paulista novamente com força no cenário estadual e nacional, voltar onde já estivemos um dia, fazendo a cidade e o estádio pulsar com as nossas cores. E nós entendemos que, hoje, a forma mais saudável e de longo prazo para isso acontecer é com a transformação do clube em SAF”, afiram o presidente, mencionando a migração do modelo associativo para o empresarial, aprovada em 2022 pelos sócios.
A equação para um clube saudável financeiramente, opina Mesquita, passa por pagar dívidas, estabelecer metas e orçamentos, investir nas categorias de base e vislumbrar o aumento de receita. “A maioria dos clubes não investe o quanto deveria na base. Só ver o caso do Palmeiras, hoje a melhor base do Brasil graças a um grande investimento no passado”, pontua.
Para o CEO da Exa, clubes que migraram do modelo associativo sem fins lucrativos para o empresarial não têm de existir como uma empresa que gera lucro e dividendo para o seu acionista. “É uma geração de valor em cima de uma marca, de componentes que não são o lucro”, argumenta. “Com maior receita, você sempre busca maior investimento para que o clube figure entre os principais do País”.
Só geraria lucro para uma eventual venda no futuro, ele aponta. Sua ideia é “ficar no 0 a 0″ enquanto estiver no controle da SAF e que o clube cresça em cima da valorização da marca. “É isso que acontece lá fora”, diz o executivo, citando uma série de equipes, do futebol ao basquete, com casos como o do Boston Celtics. Avaliado em R$ 22 bilhões, o atual campeã da NBA foi colocado à venda pela família dona da franquia.
Foi Mesquita que sugeriu a Ronaldo que comprasse o Cruzeiro no fim de 2021 e foi ele também que aconselhou o ex-jogador a vender todas as suas ações para o empresário Pedro Lourenço, dono da rede de supermercados BH. “O futebol brasileiro está muito competitivo. Tem o Flamengo, o Palmeiras. Pra você chegar lá e competir com eles é preciso mais aporte financeiro e o Ronaldo não podia, a situação financeira dele não permitia fazer investimentos maiores do que ele já havia feito”, conta.
A cultura de dados tem se destacado como um dos elementos cruciais para o sucesso das organizações na era da informação. À medida que a quantidade de…
Continua em: Como uma consultoria pode ajudar sua empresa a obter mais dos seus dados?

Hoje: 30 anos que o Plano Real – O plano econômico de Itamar Franco (criado pelo então Ministro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso) – salvou o país da hiper-inflação.
Lembram que loucura era ter 20 a 30% de inflação todo mês? E quando entrou a URV, “dolarizando a economia”?
Eu me recordo perfeitamente… até de quem foi contra!
Queiramos ou não, o país virou “outro mundo” depois dele…
Cada vez que eu ensino, eu aprendo mais!
Aqui, Associação Comercial e Industrial de Itatiba, onde falamos de Administração Financeira.
Eu amo fazer isso.

Pergunta básica a qualquer gestor de futebol: se eu perco o meu principal patrocinador, como consigo me virar financeiramente para pagar as contas?
A “Vai de Bet”, baseando-se em prejuízos à imagem e Compliance, deixou o Corinthians. E até agora o clube lamentou a saída do parceiro, mas não disse: como vai saldar os seus compromissos?
Aguardando respostas…
Pergunta básica a qualquer gestor de futebol: se eu perco o meu principal patrocinador, como consigo me virar financeiramente para pagar as contas?
A “Vai de Bet”, baseando-se em prejuízos à imagem e Compliance, deixou o Corinthians. E até agora o clube lamentou a saída do parceiro, mas não disse: como vai saldar os seus compromissos?
Aguardando respostas…
Quem pode, pode. Mas tem muito clube não podendo…
As receitas dos clubes em 2023 (extraído de Sports Value, por Amir Somoggi, em milhões de dólares), abaixo, mostram: há ótima arrecadação, mas a gestão desse dinheiro (por exemplo: gastar mal) faz com que os times estejam sempre na pindaíba…
Vide quanto “grandão” arrecadando menos que emergente…
Como pode um kit de 6 bonecos de borracha da Marvel (bem pequenos) custarem R$ 250,00?
Não dá… perdeu-se o valor do dinheiro! Ou eu que ganho pouco.

Do auge dos anos 2000, à recuperação judicial em 2024: poucos acreditavam na situação atual das Casas Bahia, devendo 4,1 bilhões de reais.
Os herdeiros do fundador Samuel Klein parecem ter feito um estrago na empresa, não?
Sobre isso, aqui: https://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2024/04/29/casas-bahia-anuncia-plano-de-recuperacao-extrajudicial-com-divida-estimada-em-r-41-bilhoes.ghtml

Li que a Forbes divulgou a lista das pessoas mais ricas do Brasil em 2024. Temos em nosso país 69 bilionários, e a relação é:
E quem são os mais ricos do mundo? No texto abaixo:
OS BILIONÁRIOS DA FORBES 2024
O cofundador do Facebook Eduardo Saverin é o brasileiro mais rico, segundo o ranking anual de bilionários da revista Forbes, publicado nesta terça-feira (2). Com patrimônio de US$ 28 bilhões, ele é conhecido por ser sócio de Mark Zuckerberg, que conheceu enquanto estava na faculdade. (saiba mais sobre ele abaixo)
A fortuna de Saverin teve um bom impulso neste ano após a Meta Platforms, controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp, apresentar resultados robustos no quarto trimestre de 2023 e anunciar o primeiro plano de distribuição de dividendos da empresa. Com o resultado, ele ficou muito à frente dos demais.
Quem o acompanha na segunda posição é Vicky Safra, herdeira do banco Safra e também a mulher mais rica do país. De acordo com a Forbes, ela acumula US$ 20,6 bilhões, dada sua participação na empresa após a morte de seu marido, Joseph Safra, em 2020.
Ao todo, são 69 brasileiros que compõem a lista anual de bilionários da Forbes em 2024. Entre as principais novidades está a presença de Livia Voigt, herdeira da empresa de máquinas e equipamentos WEG, que se tornou a bilionária mais jovem do mundo.
O francês Bernard Arnault, presidente do grupo de luxo LVMH, lidera o ranking anual de bilionários da Forbes 2024.
Arnault ocupa a liderança, com US$ 233 bilhões em patrimônio, uma alta de US$ 22 bilhões em relação ao ano passado. Para calcular o patrimônio líquido dos bilionários, a Forbes usa o preço das ações e taxas de câmbio do dia 8 de março de 2024.
Arnault havia chegado ao topo pela primeira vez em 2023, ultrapassando Elon Musk, fundador da Tesla, e Jeff Bezos, fundador da Amazon. Hoje, Musk é o segundo colocado, com US$ 195 bilhões de patrimônio. Bezos preenche o pódio logo atrás, com US$ 194 bilhões. (veja o top 10 abaixo)
A primeira mulher na lista é a empresária francesa Françoise Bettencourt Meyers, herdeira da L’Oréal. No fechamento do ano, ela está em 15º lugar, com US$ 99,5 bilhões.
Segundo a Forbes, existem agora mais bilionários do que nunca: são 2.781 ao todo, e 141 a mais que no ano passado. Trata-se de um novo recorde, superando em 26 o maior número da série histórica em 2021.
Veja o top 10 entre os mais ricos do mundo:
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Bernard Arnault, CEO do grupo LVMH, em foto de janeiro de 2020 — Foto: Thibault Camus/AP/Arquivo
O ex-presidente do Corinthians, Duílio Monteiro Alves, pediu para entrar ao vivo na CNN durante o Programa “Domingol” de Benjamin Back. Ele se sentiu ofendido por ter sido chamado de “cara de pau”.
Só que… acabou sendo cara-de-pau no ar. Afinal, em alguns momentos se isentava das dívidas altas do Corinthians, como no momento das 14h44 do vídeo abaixo, quando ousadamente ele disse literalmente que na sua gestão: “eu só dei lucro”.
Depois, disse ainda que diminuiu a dívida do Timão pois pagou juros. Só que contraditoriamente, quando questionado sobre 1,6 bilhão de reais, disse que não é surpresa, pois na gestão dele já “havia divulgado esse número transparentemente no balanço”.
Tergiversou várias vezes, dizendo que não podia contratar ou fazer ações no final de ano por responsabilidade, mas não respondeu sobre contratar Mano há 4 meses do final da sua gestão.
Enfim, tire suas conclusões no link em: https://youtu.be/ti29v_Thq-E?si=Or-k39Ro26wnA6FB
Nossa coluna no Jornal de Jundiaí nesta 4ª feira. Abaixo:
Prestigie!

Buscamos uma fonte de renda alternativa, independente de nossos empregos?
É isso que essa matéria discute: sobre novos recursos financeiros, independente da demissão do emprego ou se é desejo de incremento.
Muito bom! Compartilho, extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/carreiras/2017/07/1897575-profissional-deve-desenhar-seu-plano-b-no-auge-diz-administrador.shtml
PROFISSIONAL DEVE DESENHAR SEU PLANO B NO AUGE
Por Carolina Muniz
O que fazer logo depois de ser demitido: descansar ou agir rápido? Vale a pena investir o dinheiro da rescisão em um novo negócio? No recém-lançado “Emprego 2.0 – Como Conquistar, Manter e Crescer na Carreira”, o administrador e palestrante Marcelo Simonato, 39, dá um passo a passo de como conquistar uma nova vaga -desde a formulação do currículo até a chegada à empresa. Em entrevista, ele fala sobre como planejar a carreira em tempos de instabilidade.
RAIO-X
Idade 39 anos
Atuação Diretor financeiro da consultoria Everis, palestrante e mentor
Formação Administração de empresas e comércio exterior pela Universidade Paulista; MBA em finanças empresariais pele FGV; e MBA em gestão empresarial pela Lassale University, na Filadélfia (EUA)
Obra “Emprego 2.0 – Como Conquistar, Manter e Crescer na Carreira” (editora Preparando Recursos, 127 págs., R$ 30)*
Folha – Qual é o maior erro que os profissionais costumam cometer ao serem demitidos?
Marcelo Simonato – Um grande equívoco é aproveitar a demissão para tirar um tempo de descanso como recompensa por tantos anos de trabalho. Quando a pessoa sai da empresa, carrega por um curto espaço de tempo o sobrenome da organização, um cartão de visitas que pode abrir portas. Se tirar férias durante esse período, esse sobrenome pode acabar esfriando. Então, assim que a demissão acontece, o primeiro passo é comunicá-la a colegas, clientes e fornecedores. Não é preciso ter vergonha por estar desempregado. Em boa parte dos casos, é exatamente por uma indicação desses contatos que surgem novas oportunidades de trabalho.
Como deve ser a rotina do profissional que está em busca de de uma recolocação?
Ele deve encarar a procura por emprego como um novo projeto na carreira, que requer planejamento e disciplina como qualquer outro. Não estou dizendo que ele tem de ficar 12 horas em frente ao computador. Aliás, isso não é eficaz e gera ainda mais estresse. O mais interessante é ter uma rotina bem definida de trabalho, de cerca de três horas pela manhã e outras três à tarde. No tempo livre, é importante se exercitar e ficar com a família. Afinal, de nada adianta encontrar vagas, mas não estar bem emocionalmente na hora das entrevistas.
Quanto tempo vale procurar antes de aceitar uma posição abaixo das expectativas?
Primeiro, é preciso entender se a nomenclatura do cargo que o profissional ocupava anteriormente é compatível com a realidade atual do mercado. Em alguns casos, a pessoa descobre que era gerente na empresa em que trabalhava, mas hoje já se exige mais dessa posição. Aí, ela tem duas alternativas: ou procura emprego para um cargo inferior ou busca se qualificar para preencher essas lacunas. Se o indivíduo tem reservas financeiras, pode continuar batalhando. Se não, é preciso deixar o ego de lado.
Quando perguntado sobre pretensão salarial, o candidato está com receio de fazer exigências? Como negociar?
Sim, muitos estão aceitando qualquer coisa. O profissional não pode derrubar o valor do seu salário logo de cara. Precisa valorizar sua experiência dentro do que a empresa está buscando. Ele pode dizer que imagina receber um valor próximo ao que ganhava na ocupação anterior, mas está aberto a uma proposta da empresa. Provavelmente, o entrevistador vai dizer que o mercado não está pagando tudo isso. Aí, começa a negociação. Nesse momento, ele não pode focar apenas no salário, mas deve usar também os benefícios para chegar em um acordo mais vantajoso.
Como planejar a carreira para se sentir mais seguro diante das incertezas?
É comum a pessoa ficar desempregada e querer montar um negócio. Ela nunca foi empresária e tenta fazer isso com o último recurso que lhe resta. O que acontece, normalmente, é que a empresa quebra alguns anos depois. Por isso, o indicado é começar uma atividade paralela quando ainda se está na ativa, mesmo no auge da carreira. Escolha uma ocupação que tenha prazer em fazer nas horas livres sem se preocupar em transformar isso na sua fonte principal de renda. Numa situação de desemprego, você já terá um plano B desenvolvido.

Por Marcelo Justo / Folhapress
O presidente do Corinthians Augusto Melo, na apresentação da Casa de Apostas que se tornou o patrocinador master do Timão, até que fez um discurso “tecnicamente correto”: falou de ponderação, de pagar as contas, de não ter dívidas e de outras coisas louváveis.
Porém…
Apesar da fala, exageros como “iludir sobre Gabigol” e outras sandices continuam por aí. E isso traz problemas! Por exemplo, o Santos Laguna não quer liberar Félix Torres pela fama de mau pagador. Pudera, Rojas, que há pouco tempo chegou, já reclama de atraso de 5 milhões de reais!
Um time, quando ganha “fama ruim”, se complica. Ninguém quer vender para ele, com medo de não receber. Ao contrário, fazer negócio com o Flamengo, hoje, é sinal de dinheiro em caixa, por ser um bom pagador.
A questão é: o Corinthians está como aquela mulher afamada, que sai da “Casa de Tolerância” e diz que quer mudar de vida. Por mais correta que ela seja, levará tempo para que os vizinhos creiam que ela é uma nova pessoa…
Do SPC ao Cadastro Positivo, quanto tempo o Coringão levará?
Existe uma onda de influenciadores financeiros no Brasil, que assusta!
Consultores de investimentos, influencers ou educadores econômicos: não importa o nome, eles se proliferam na Internet e querem ditar como agimos.
Claro que existem os bons, experientes e que ajudam. Não fazem isso de graça, óbvio. Mas há os enganadores, aqueles que dizem que te deixarão rico em poucos dias e dão fórmulas milagrosas. Todo dia surge um novo guru financeiro…
Parece tão fácil o que dizem, né? Ah, se assim fosse.

Foto extraída de: https://medium.com/desacomodando-life/temos-que-falar-de-dinheiro-f86e39af5a19, no artigo de Alessandra Oliveira.