É muita bet no mercado… sou do tempo em que a Coca-Cola e as Casas Bahia (1990/2000) dividiam a conta da liderança do mercado publicitário.
Os tempos mudaram… Veja abaixo, no gráfico:
É muita bet no mercado… sou do tempo em que a Coca-Cola e as Casas Bahia (1990/2000) dividiam a conta da liderança do mercado publicitário.
Os tempos mudaram… Veja abaixo, no gráfico:
Quando garotinho, meu pai abriu uma Caderneta de Poupança da Haspa, que era do então Ministro da Fazenda Delfim Neto. Lembram da propaganda e dos cofrinhos? “Poupe que o Delfim garante…”
Pois é: Há 43 anos ela quebrou! Ainda bem que os meus trocadinhos de criança foram para o já falecido Banco Real…
Eu gostava de ir lá só por causa da Turma da Mônica…

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para créditos.
Uma economia grande, através de uma pequena medida: ao tirar azeitona do cardápio, a American Airlines viu uma grande diferença…
A AZEITONA
Uma economia anual de US$ 40 mil na American Airlines não veio de um grande corte, nem de uma reestruturação complexa.
Veio de uma decisão quase invisível.
A pergunta era simples, mas orientada por dados: os passageiros realmente consomem as azeitonas servidas nas saladas a bordo?
A análise mostrou que 72% iam direto para o lixo.
A resposta foi objetiva.
O item saiu do cardápio e o desperdício virou eficiência.
Esse tipo de história revela uma verdade pouco glamourosa sobre finanças corporativas: raramente elas se resolvem em movimentos espetaculares.
Na maior parte do tempo, o impacto está nas escolhas silenciosas, na leitura atenta dos números e na disposição de questionar o que sempre foi feito do mesmo jeito.
Empresas que crescem com consistência não dependem de intuição ou sorte. Dependem de método. De repertório. De capacidade analítica para alocar recursos com critério e foco em valor no longo prazo.
Desenvolver essa lente financeira é o que permite sair da reação e assumir o controle das decisões que sustentam o crescimento. É exatamente esse o objetivo do Pré-MBA em Finanças Corporativas da Faculdade EXAME: um treinamento introdutório, com linguagem executiva e aplicação prática, pensado para transformar números em critério estratégico.
Se sua trajetória pede mais clareza na tomada de decisão e menos improviso, este pode ser um bom próximo passo. Saiba mais: https://lnkd.in/d5Hu3MBV
🖋️ Guilherme Santiago
📷 Hand-out/Boeing
Muita gente comete equívocos ao falar sobre Fair Play Financeiro, imaginando ser “teto de gastos” e dizendo que isso “evitaria permitir que Palmeiras e Flamengo promovessem uma ‘espanholização’ do futebol brasileiro”.
Ledo engano. Fair Play Financeiro é permitir gastar o que se tem. Se não se tem dinheiro, não se permite gastar. Assim, clubes equilibrados financeiramente podem ir muito mais além (como os próprios Palmeiras e Flamengo, mas incluindo Red Bull Bragantino, Bahia e todos os demais que têm contas em dia).
Vide o caso da Ponte Preta de Campinas, cujo elenco promete fazer greve na segunda-feira por falta de pagamentos. A Macaca foi campeã da série C e obteve o acesso à 2ª divisão, devendo salários. Imagine que alguns adversários dela não conseguiram fazer uma boa campanha justamente porque precisavam honrar os seus compromissos e não poderiam contratar jogadores mais caros e melhores tecnicamente. Assim, injustamente, quem foi correto nas finanças não subiu, e quem não se preocupou com isso, sim.
É justo tudo isso?
Usemos o exemplo do Corinthians na Copa do Brasil: se não tivesse Memphis Depay e outros atletas, preocupado em manter salários em dia, o Timão teria chegado à final da Copa do Brasil?
Precisamos, urgentemente, para a moralização do futebol brasileiro, de Fair Play Financeiro.
Muita gente comete equívocos ao falar sobre Fair Play Financeiro, imaginando ser “teto de gastos” e dizendo que isso “evitaria permitir que Palmeiras e Flamengo promovessem uma ‘espanholização’ do futebol brasileiro”.
Ledo engano. Fair Play Financeiro é permitir gastar o que se tem. Se não se tem dinheiro, não se permite gastar. Assim, clubes equilibrados financeiramente podem ir muito mais além (como os próprios Palmeiras e Flamengo, mas incluindo Red Bull Bragantino, Bahia e todos os demais que têm contas em dia).
Vide o caso da Ponte Preta de Campinas, cujo elenco promete fazer greve na segunda-feira por falta de pagamentos. A Macaca foi campeã da série C e obteve o acesso à 2ª divisão, devendo salários. Imagine que alguns adversários dela não conseguiram fazer uma boa campanha justamente porque precisavam honrar os seus compromissos e não poderiam contratar jogadores mais caros e melhores tecnicamente. Assim, injustamente, quem foi correto nas finanças não subiu, e quem não se preocupou com isso, sim.
É justo tudo isso?
Usemos o exemplo do Corinthians na Copa do Brasil: se não tivesse Memphis Depay e outros atletas, preocupado em manter salários em dia, o Timão teria chegado à final da Copa do Brasil?
Precisamos, urgentemente, para a moralização do futebol brasileiro, de Fair Play Financeiro.
Turno 1 de 2: Estivemos nessa manhã na Penitenciária P1 de Franco da Rocha, falando sobre Finanças e Gestão pelo Projeto Sebrae Educação, de reinserção social.
Somente com o trabalho honesto conseguiremos bons resultados.
Gostei desse gráfico: as 4 grandes economias das Américas, são, respectivamente: EUA, Canadá, Brasil e México.
Mas olhe como os norte-americanos lideram disparadamente:
Veja só que quadro: personalidades que ainda ganham dinheiro, depois que partiram dessa vida (os detentores de seus direitos, óbvio):
Como pode uma empresa valer trilhões?
As ligadas à tecnologia, estão “com tudo”:
Gostei desse gráfico: as 4 grandes economias das Américas, são, respectivamente: EUA, Canadá, Brasil e México.
Mas olhe como os norte-americanos lideram disparadamente:
📈 Ford registra lucro de US$ 2,4 bi no 3º trimestre e projeta aumento na produção 🚗 #Linkezine O post 🚗📈 Ford supera expectativas e registra …
Continua em: 🚗📈 Ford supera expectativas e registra lucro de US$ 2,4 bi no 3º trimestre 💰

Que coisa! O Globoesporte.com trouxe: a dívida do Corinthians subiu para incríveis R$ 2,7 bihões!
Como podem deixar isso acontecer com o Timão e ninguém tomar uma providência urgente?
Veja na imagem:
Que coisa! O Globoesporte.com trouxe: a dívida do Corinthians subiu para incríveis R$ 2,7 bihões!
Como podem deixar isso acontecer com o Timão e ninguém tomar uma providência urgente?
Veja na imagem:
O GE.com trouxe uma matéria muito interessante sobre os elencos mais caros do mundo. E os clubes de futebol ingleses são os 6 primeiros colocados.
O valor do elenco do Chelsea ultrapassa R$ 8 bilhões! Veja na tabela abaixo:
Do Brasil: Flamengo, Palmeiras e Botafogo estão entre os TOP 100 (respectivamente nas posições 54, 63 e 73). Verdão e Mengão são os únicos brasileiros a ultrapassarem 1 bilhão de reais.
Sobre a matéria citada, acesso para ela no link em: https://ge.globo.com/futebol/futebol-internacional/noticia/2025/09/17/chelsea-tem-elenco-mais-caro-do-mundo-com-flamengo-palmeiras-e-botafogo-no-top-100-veja-lista.ghtml
OS ELENCOS MAIS CAROS DO MUNDO:
GE.com ran a very interesting story about the most expensive squads in the world. And English football clubs hold the top 6 spots.
Chelsea’s squad value exceeds R$ 8 billion! See the table below:
From Brazil: Flamengo, Palmeiras, and Botafogo are among the TOP 100 (in positions 54, 63, and 73, respectively). Verdão and Mengão are the only Brazilian teams to exceed R$ 1 billion.
O GE.com trouxe uma matéria muito interessante sobre os elencos mais caros do mundo. E os clubes de futebol ingleses são os 6 primeiros colocados.
O valor do elenco do Chelsea ultrapassa R$ 8 bilhões! Veja na tabela abaixo:
Do Brasil: Flamengo, Palmeiras e Botafogo estão entre os TOP 100 (respectivamente nas posições 54, 63 e 73). Verdão e Mengão são os únicos brasileiros a ultrapassarem 1 bilhão de reais.
Sobre a matéria citada, acesso para ela no link em: https://ge.globo.com/futebol/futebol-internacional/noticia/2025/09/17/chelsea-tem-elenco-mais-caro-do-mundo-com-flamengo-palmeiras-e-botafogo-no-top-100-veja-lista.ghtml
OS ELENCOS MAIS CAROS DO MUNDO:
GE.com ran a very interesting story about the most expensive squads in the world. And English football clubs hold the top 6 spots.
Chelsea’s squad value exceeds R$ 8 billion! See the table below:
From Brazil: Flamengo, Palmeiras, and Botafogo are among the TOP 100 (in positions 54, 63, and 73, respectively). Verdão and Mengão are the only Brazilian teams to exceed R$ 1 billion.
Quando um clube está com dívidas, qualquer “trocado” serve como receita. Quando não precisa, pode segurar o seu atleta e pedir quanto quiser.
É o atual caso entre São Paulo e Palmeiras: o Tricolor do Morumbi vendeu 5 promessas da base pelo mesmo valor que o Verdão vendeu um zagueiro!
Olhe só na matéria do GE, em: https://ge.globo.com/futebol/times/sao-paulo/noticia/2025/09/11/sao-paulo-vende-cinco-da-base-pelo-mesmo-valor-que-o-palmeiras-conseguiu-em-um-so-zagueiro.ghtml
Imagem extraída da Internet, quem souber o autor, informar para arte.
Quando um clube está com dívidas, qualquer “trocado” serve como receita. Quando não precisa, pode segurar o seu atleta e pedir quanto quiser.
É o atual caso entre São Paulo e Palmeiras: o Tricolor do Morumbi vendeu 5 promessas da base pelo mesmo valor que o Verdão vendeu um zagueiro!
Olhe só na matéria do GE, em: https://ge.globo.com/futebol/times/sao-paulo/noticia/2025/09/11/sao-paulo-vende-cinco-da-base-pelo-mesmo-valor-que-o-palmeiras-conseguiu-em-um-so-zagueiro.ghtml
Imagem extraída da Internet, quem souber o autor, informar para arte.
Quem é o consumidor que realmente vai gastar as riquezas da Economia Global? Os Boomers, a Geração X ou os Millenials?
Muito bacana o artigo que compartilho abaixo, extraído de: https://www.istoedinheiro.com.br/consumidor-conectado-exigente-e-ansioso/
CONSUMIDOR CONECTADO, EXIGENTE E ANSIOSO
por Cecília Andreucci
Altamente digitalizado, pressionado por uma montanha de informações, consumidor desconfia das organizações e da propaganda
Não há mais como falar de consumo sem falar de tecnologia – aliás poucas coisas hoje escapam desta proposição. Nós, brasileiros, somos os mais ávidos por novas tecnologias, inovação e por consumir toneladas de informação disponibilizadas na rede (mesmo ficando ansiosos com tudo isso). O uso de smartphones disparou e nos colocou como uma das nações mais digitalizadas. Somos prodígios nas redes sociais, mas nos preocupamos muito com a possibilidade de nossos dados serem hackeados. E há razões concretas para essa preocupação. Especialistas concordam que não é uma questão de “se” os sistemas de informação serão atacados, mas “quando” e em “qual” proporção. Ninguém está protegido.
Essas informações foram reforçadas pelo presidente global para consumo e varejo de uma grande consultoria internacional em evento recente. Ele apresentou o resultado de uma ampla pesquisa sobre as profundas mudanças nas motivações, atitudes e expectativas do consumidor nesse século, realizada em oito países, dentre eles o Brasil.
O resultado de cada país retrata, naturalmente, seu momento social, econômico e político, mas seguem muitas tendências globais, dentre elas o protagonismo da internet como fonte de informação, a preocupação crescente com a segurança de dados pessoais, a expectativa por qualidade e conveniência, e experiências mais intuitivas e personalizadas.
Outro aspecto pesquisado foi a confiança nas instituições, que atinge 47%. As menos confiáveis são organizações governamentais e as de propaganda – 37% e 26%, respectivamente. Essa última poderia também ser explicada por uma sociedade cada vez mais letrada na disciplina, que nunca desconfiou tanto da comunicação publicitária. Bancos e empresas de saúde gozam o mais alto nível de confiança, ainda que não seja tão alto assim (aproximadamente 60%). No Brasil, saímos fora da curva, abaixo da média, em instituições governamentais, energia e serviços de utilidade pública. Fácil de entender. E confiamos mais nas empresas de tecnologia que os demais países, talvez porque façamos muito uso delas.
E, resultado dos nossos últimos anos complicados, desenvolvemos uma cultura de barganha, passamos por um down trade, procurando produtos com melhor custo-benefício. Com isso, baixamos nosso padrão de consumo. Também reportamos o mais alto nível de preocupação com a aposentadoria (em termos financeiros). E vemos como principal indulgência na vida, a boa comida, o que é bastante frugal.
Outra perspectiva interessante da apresentação tratou da nova demografia etária do planeta e suas peculiaridades em termos de motivação, atenção, conexão, uso do tempo e gastos. Apesar de os Boomers (pessoas nascidas entre anos 40 e meados dos anos 60) terem acumulado muita riqueza, é a geração seguinte, a X, que deve herdá-la e gastá-la. Estima-se que um trilhão de dólares. Geralmente negligenciada pelas estratégias de marketing, é apelidada de geração-sanduíche ou geração-esquecida. A primeira a cuidar de seus pais e de seus filhos simultaneamente, sofre mais pressões por recursos e tempo. Apesar de terem nascidos antes da internet, são bastante digitalizados. Produtos e serviços devem refletir essa realidade.
Dentro da mesma casa que vive um “X”, há uma grande chance de viver um Millennial (nascido entre 1980 e 1999) e um “Z” (nascido depois de 2000). As nativas digitais cresceram na era da explosão das tecnologias de computação e de comunicação. Para a “Z” tudo ocorre, porém, numa dimensão e velocidade mais acentuadas. Se os Millennials queriam conhecer todas as possibilidades digitais, a geração “Z” chegou para fazer a curadoria, criar, projetar e mixar todas as mídias, conteúdos e experiências. Com baixíssima concentração, demandam que sejam seduzidos em segundos, ou outro estímulo vai atraí-los rapidamente.
Nessa casa hipotética, todos seguem se influenciando mutuamente, diariamente.
Não é fácil para a liderança das organizações capturar as necessidades destes grupos. Especialmente porque, como eu, muitos são da geração X, os imigrantes digitais. Para além das pesquisas e consultorias, que contribuem muito, aqueles que convivem de perto com as três outras gerações que habitam o planeta devem ter maior chance de sucesso.
(*) Cecília Andreucci é conselheira de administração, mercadologista e doutora em comunicação.

Imagem extraída do link acima:
Fintechs revolucionaram o sistema financeiro no Brasil, ampliando acesso e gerando debate sobre regulação. #Fintech #Economia #linkezine O post 💸 …
Continua em: 💸 Como as fintechs estão transformando o dinheiro no Brasil 🚀

Durante a semana, revelou-se que
Não é fácil o futebol brasileiro…
Virou moda: Nicolás Maduro, ditador da Venezuela, aumenta as tarifas de produtos brasileiros entre 15 a 77%. Pode?
Abaixo, por Ricardo Amorim, extraído da Rede Social X:
O governo venezuelano aproveitou a posição já fragilizada do Brasil por conta das tarifas do Trump e pegou os brasileiros de surpresa com o anúncio da aplicação de tarifas de importação que variam entre 15% e 77% sobre produtos vindos do Brasil.
A decisão contraria um acordo firmado em 2014 que previa isenção para mercadorias com certificado de origem. A medida pode impactar diretamente as exportações, principalmente em estados que mantêm forte relação comercial com a Venezuela, como a Roraima. A Venezuela possui uma dívida bilionária em atraso com o Brasil, mas o governo brasileiro vem concedendo condições benéficas de rolagem à Venezuela. Além disso, o presidente brasileiro não se posicionou contr indícios claros de fraude nas últimas eleições presidenciais na Venezuela.
Para o bem do Brasil e dos próprios venezuelanos, já passou muito da hora de Lula mudar sua postura de conivência com o atual governo venezuelano.

#tarifas #venezuela #brasil #acordo #comercio #economia #3os #manchete
It’s become a trend: Nicolás Maduro, Venezuela’s dictator, is increasing tariffs on Brazilian products by 15% to 77%. Is that acceptable?
Below, by Ricardo Amorim, extracted from the social media platform X:
The Venezuelan government took advantage of Brazil’s already weakened position due to Trump’s tariffs and caught Brazilians by surprise with the announcement of import tariffs ranging from 15% to 77% on products coming from Brazil.
This decision contradicts an agreement signed in 2014 that provided for exemption for goods with certificates of origin. The measure could directly impact exports, especially in states that maintain strong commercial ties with Venezuela, such as Roraima. Venezuela has a billion-dollar overdue debt with Brazil, yet the Brazilian government has been granting beneficial rollover conditions to Venezuela.Furthermore, the Brazilian president has not taken a stand against clear indications of fraud in the last Venezuelan presidential elections.
For the good of Brazil and the Venezuelans themselves, it’s long past time for Lula to change his stance of complicity with the current Venezuelan government.
Durante a semana, revelou-se que
Não é fácil o futebol brasileiro…
Infelizmente, apesar dos milênios de evolução humana, as pessoas continuam cometendo os mesmos erros, por todos esses milênios. E estamos vivendo na …
Continua em: A Relação Entre Emoções e Finanças Pessoais

💻 Nvidia atinge US$ 3,92 trilhões e lidera corrida global da IA com chips de ponta. #nvidia #inteligenciaartificial #linkezine 🚀📊 O post Nvidia …
Continuas em: Nvidia atinge US$ 3,9 trilhões e se aproxima do topo histórico do mercado global

Há coisas que assustam: o Corinthians, por exemplo, mesmo devendo bastante, trouxe Memphis Depay e abusou dos valores oferecidos ao atleta. O que era previsto, aconteceu: está devendo para o holandês (R$ 6,1 mi), que por sua vez ameaçou não se reapresentar para os treinos.
Agora, surge a história de que Coronado tem quase 10 milhões a receber! Pode?
A solução? Buscar no mercado financeiro ou se socorrer com dinheiro emprestado pelos empresários de atletas. Ou ainda: adiantar cotas da FPF, adiantar cotas de TV, e, no caso específico desse episódio, adiantar a renovação de patrocínio da Nike.
Se eu adianto o dinheiro lá na frente, não terei para receber naquela oportunidade. E quando chegar o “lá na frente”, adianto o que eu ainda nem acertei direito. Em algum momento desse círculo vicioso, a grana a receber acaba.
O que fazer, Coringão? Não é melhor repensar os gastos?
O que mais assusta: muita gente “batendo palma” para as caríssimas contratações.
Fala galera, vocês estão bem? Borderôs de Crédito: Como Funcionam no Serasa, SPC e Boa Vista Consumidor Os borderôs de crédito são documentos …
Continua no original, em: Borderôs de crédito.

Há coisas que assustam: o Corinthians, por exemplo, mesmo devendo bastante, trouxe Memphis Depay e abusou dos valores oferecidos ao atleta. O que era previsto, aconteceu: está devendo para o holandês (R$ 6,1 mi), que por sua vez ameaçou não se reapresentar para os treinos.
Agora, surge a história de que Coronado tem quase 10 milhões a receber! Pode?
A solução? Buscar no mercado financeiro ou se socorrer com dinheiro emprestado pelos empresários de atletas. Ou ainda: adiantar cotas da FPF, adiantar cotas de TV, e, no caso específico desse episódio, adiantar a renovação de patrocínio da Nike.
Se eu adianto o dinheiro lá na frente, não terei para receber naquela oportunidade. E quando chegar o “lá na frente”, adianto o que eu ainda nem acertei direito. Em algum momento desse círculo vicioso, a grana a receber acaba.
O que fazer, Coringão? Não é melhor repensar os gastos?
O que mais assusta: muita gente “batendo palma” para as caríssimas contratações.
As Casas de Apostas, inegavelmente, financiam o futebol brasileiro.
O que os clubes fariam sem elas hoje?
Vide o quadro:
When it to the world of investment, the surge of cryptocurrencies like Bitcoin and Ethereum has sparked a global debate on whether diving into the …
Continua em: Is Investing in Crypto a Good Idea?

O mercado de revistas no Brasil está em crise, todos sabemos. Vide o que aconteceu com a Editora Abril e a Revista Veja recentemente…
Agora, é a vez da Revista Isto É quebrar! A Editora Três, infelizmente, não aguentou as dificuldades do mercado editorial.
Abaixo, extraído de: https://www.conjur.com.br/2025-fev-03/justica-decreta-falencia-da-editora-tres-dona-da-istoe-por-nao-pagar-credores/
Buscamos uma fonte de renda alternativa, independente de nossos empregos?
É isso que essa matéria discute: sobre novos recursos financeiros, independente da demissão do emprego ou se é desejo de incremento.
Muito bom! Compartilho, extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/carreiras/2017/07/1897575-profissional-deve-desenhar-seu-plano-b-no-auge-diz-administrador.shtml
PROFISSIONAL DEVE DESENHAR SEU PLANO B NO AUGE
Por Carolina Muniz
O que fazer logo depois de ser demitido: descansar ou agir rápido? Vale a pena investir o dinheiro da rescisão em um novo negócio? No recém-lançado “Emprego 2.0 – Como Conquistar, Manter e Crescer na Carreira”, o administrador e palestrante Marcelo Simonato, 39, dá um passo a passo de como conquistar uma nova vaga -desde a formulação do currículo até a chegada à empresa. Em entrevista, ele fala sobre como planejar a carreira em tempos de instabilidade.
RAIO-X
Idade 39 anos
Atuação Diretor financeiro da consultoria Everis, palestrante e mentor
Formação Administração de empresas e comércio exterior pela Universidade Paulista; MBA em finanças empresariais pele FGV; e MBA em gestão empresarial pela Lassale University, na Filadélfia (EUA)
Obra “Emprego 2.0 – Como Conquistar, Manter e Crescer na Carreira” (editora Preparando Recursos, 127 págs., R$ 30)*
Folha – Qual é o maior erro que os profissionais costumam cometer ao serem demitidos?
Marcelo Simonato – Um grande equívoco é aproveitar a demissão para tirar um tempo de descanso como recompensa por tantos anos de trabalho. Quando a pessoa sai da empresa, carrega por um curto espaço de tempo o sobrenome da organização, um cartão de visitas que pode abrir portas. Se tirar férias durante esse período, esse sobrenome pode acabar esfriando. Então, assim que a demissão acontece, o primeiro passo é comunicá-la a colegas, clientes e fornecedores. Não é preciso ter vergonha por estar desempregado. Em boa parte dos casos, é exatamente por uma indicação desses contatos que surgem novas oportunidades de trabalho.
Como deve ser a rotina do profissional que está em busca de de uma recolocação?
Ele deve encarar a procura por emprego como um novo projeto na carreira, que requer planejamento e disciplina como qualquer outro. Não estou dizendo que ele tem de ficar 12 horas em frente ao computador. Aliás, isso não é eficaz e gera ainda mais estresse. O mais interessante é ter uma rotina bem definida de trabalho, de cerca de três horas pela manhã e outras três à tarde. No tempo livre, é importante se exercitar e ficar com a família. Afinal, de nada adianta encontrar vagas, mas não estar bem emocionalmente na hora das entrevistas.
Quanto tempo vale procurar antes de aceitar uma posição abaixo das expectativas?
Primeiro, é preciso entender se a nomenclatura do cargo que o profissional ocupava anteriormente é compatível com a realidade atual do mercado. Em alguns casos, a pessoa descobre que era gerente na empresa em que trabalhava, mas hoje já se exige mais dessa posição. Aí, ela tem duas alternativas: ou procura emprego para um cargo inferior ou busca se qualificar para preencher essas lacunas. Se o indivíduo tem reservas financeiras, pode continuar batalhando. Se não, é preciso deixar o ego de lado.
Quando perguntado sobre pretensão salarial, o candidato está com receio de fazer exigências? Como negociar?
Sim, muitos estão aceitando qualquer coisa. O profissional não pode derrubar o valor do seu salário logo de cara. Precisa valorizar sua experiência dentro do que a empresa está buscando. Ele pode dizer que imagina receber um valor próximo ao que ganhava na ocupação anterior, mas está aberto a uma proposta da empresa. Provavelmente, o entrevistador vai dizer que o mercado não está pagando tudo isso. Aí, começa a negociação. Nesse momento, ele não pode focar apenas no salário, mas deve usar também os benefícios para chegar em um acordo mais vantajoso.
Como planejar a carreira para se sentir mais seguro diante das incertezas?
É comum a pessoa ficar desempregada e querer montar um negócio. Ela nunca foi empresária e tenta fazer isso com o último recurso que lhe resta. O que acontece, normalmente, é que a empresa quebra alguns anos depois. Por isso, o indicado é começar uma atividade paralela quando ainda se está na ativa, mesmo no auge da carreira. Escolha uma ocupação que tenha prazer em fazer nas horas livres sem se preocupar em transformar isso na sua fonte principal de renda. Numa situação de desemprego, você já terá um plano B desenvolvido.

Por Marcelo Justo / Folhapress
Quando garotinho, meu pai abriu uma Caderneta de Poupança da Haspa, que era do então Ministro da Fazenda Delfim Neto. Lembram da propaganda e dos cofrinhos? “Poupe que o Delfim garante…”
Pois é: Há 42 anos ela quebrou! Ainda bem que os meus trocadinhos de criança foram para o já falecido Banco Real…
Eu gostava de ir lá só por causa da Turma da Mônica…

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para créditos.
Veja só que quadro: personalidades que ainda ganham dinheiro, depois que partiram dessa vida (os detentores de seus direitos, óbvio):