Não é dia de #tbt, mas como bem lembrou a Vivi, nessa foto (que apareceu na linha do tempo) sentíamos a alegria do companheirismo, do amor desprovido de interesse e de um romance jovem que nascia…
Te amo, minha querida namorada!
Não é dia de #tbt, mas como bem lembrou a Vivi, nessa foto (que apareceu na linha do tempo) sentíamos a alegria do companheirismo, do amor desprovido de interesse e de um romance jovem que nascia…
Te amo, minha querida namorada!
De ontem, minha filhotinha e eu!
Posso com esse sorriso tão gostoso?
Tem coisa mais gostosa do que andar de Pedalinho?
Quem se divertiu mais: eu ou a Tetéia?
Aqui: Mundo das Águas, no Mundo das Crianças, em Jundiaí.

#Relembrando…
Ah, como eu amo estar com você, filhota. O que já brincamos hoje…
São duas horas juntos, mas de intensa cumplicidade!
💖 #PaiDeMenina #filha #pai #carinho #criança #família
Há dois anos…
E tem como não ser feliz com essa menininha maluca?
Minha Teteinha doidinha…
💖 #PaiDeMenina #criança #felicidade #filha #kids #daughter
Filhotinha linda!
Amo ser pai…
❤️ #Paternidade
Não é errado tentar ser feliz.
Uma mensagem, na imagem:

Chefes que pensam no bem estar da equipe e na alegria de cada um de seus funcionários? Isso é possível?
Para o autor de “Felicidade dá Lucro“, sim!
RESPEITAR UMA PESSOA NO TRABALHO NÃO É SÓ FALAR BAIXO COM ELA.
Marcio Fernandes, CEO da Elektro, ficou conhecido por sua filosofia de gestão ancorada na felicidade. Para ele, as empresas têm de criar uma relação de afetividade com os trabalhadores — e isso não tem a ver com ser permissivo
Imagine o seguinte cenário. Uma empresa concorrente faz uma proposta para contratá-lo. Animado, você ensaia deixar o cargo atual e partir para a nova casa. Já está tudo certo para você sair. Só que o seu empregador faz uma contraproposta. E… Fica difícil negar. Se você não passou por tal situação, certamente tem um colega que sim. Mas para Marcio Fernandes, CEO da distribuidora de energia Elektro, a estratégia dessas empresas não faz o menor sentido. “É impossível fazer uma gestão de engajamento em um ambiente onde você compra a permanência das pessoas”, afirma. Marcio ficou conhecido por levantar, com firmeza, a bandeira da felicidade dentro das corporações. Ele é autor do livro “Felicidade dá Lucro” (Companhia das Letras), lançado no ano passado, e suas ideias vão contra os modelos mais tradicionais de gestão.
O executivo, que assumiu a presidência da Elektro aos 36 anos, defende que, com abertura para diálogo e “convergência de propósitos”, é possível ir muito mais longe. Trata-se de uma forte relação de confiança e respeito com os trabalhadores. “A gente precisa entender que respeitar uma pessoa não é só falar baixo com ela ou falar de maneira adequada — isso é não cometer assédio moral.” E se engana quem pensa que a filosofia tem a ver com ser mais permissivo. Nada disso. A “régua é alta” para os funcionários. Ou melhor, “colaboradores”. No meio da entrevista, Marcio Fernandes pede para fazer um adendo: “Não falo de funcionário, falo de colaborador. Máquinas funcionam, pessoas podem optar por colaborar. É bem sensível, mas faz diferença”.
No começo de novembro, ele falará sobre como fazer da felicidade uma vantagem competitiva na HSM Expo 2016, em São Paulo. Nesta entrevista, o executivo aborda a relação que gestores devem construir com sua equipe, o lado positivo de trabalhar sobre pressão e como não deixar que a crise espalhe pessimismo dentro da empresa.
Até que ponto um gestor deve se preocupar com a felicidade de sua equipe no que diz respeito a questões que vão além do trabalho?
Ele tem de se preocupar 100%. Mas não é o “dono” do que acontece na vida das pessoas. Ele tem de ter limites de respeito — não pode invadir a individualidade de maneira alguma —, mas tem de se interessar. É importante saber se a pessoa está bem em casa, se está endividada, se está doente ou se há alguém doente na família. É o interesse genuíno. Isso porque é muito difícil chegar para alguém e dizer: “Minha visão dos seus valores está ali naquela parede, somente siga”. O cara vai odiar, nem sabe se concorda. O que fazemos é, antes de dizer o que queremos dele, perguntar o que ele quer. Se conseguimos ter esse nível de discernimento e sensibilidade, teremos uma equipe de altíssima performance porque saberemos respeitar os momentos de cada pessoa.
Se a pessoa está com algum problema, qual é o próximo passo? Como o gestor poderia interferir?
Aqui [na Elektro], oferecemos ajuda. Tem ações institucionais, como o sistema “Mais Apoio”. As pessoas podem acioná-lo a qualquer hora do dia, com total confidencialidade e anonimato, para falar de qualquer problema. Se está endividada, ela tem auxílio de um consultor financeiro para reestruturar as contas e renegociar dívidas. Ou, se preferir, pode ir direto para o gestor. Uma colaboradora está com a filha na UTI desde que nasceu. A licença maternidade já acabou, ela voltou para o trabalho, mas a menina continua no hospital porque nasceu muito prematura. Então, conversamos e construímos uma escala de trabalho que viabilize que a mãe priorize a filha. Isso gera um processo de engajamento e credibilidade que transcende a relação de trabalho. É uma relação de confiança.
O ideal, então, é que os gestores conversem frequentemente?
Dimensionamos as equipes para que o líder tenha condições reais de, durante o período de um mês, falar com todas as pessoas individualmente, com qualidade, pelo menos três vezes. Isso vai gerando um alinhamento, uma combinação melhor das expectativas. Saímos do efetivo — regras, metas — e ampliamos para o que é afetivo também.
E assim o trabalhador sente-se mais motivado?
É uma construção. A primeira coisa é abrir diversos canais para que as pessoas possam ser ouvidas. Investimos muito na preparação da nossa liderança para que ela soubesse abrir espaço para o diálogo. Historicamente, no mundo normal, o chefe é o cara que manda. Colocamos aqui uma quebra de paradigmas. Nem chamamos nossos líderes de chefes, mas de facilitadores. E também medimos o líder, em indicadores de performance, pelo desenvolvimento de pessoas. A gente não faz avaliação de desempenho, mas um diário de competências, ressaltando o que está indo bem e apontando o que precisa de melhorias — e contribui para esse processo. À medida que tudo isso se desenrola, as pessoas vão se sentindo mais à vontade para opinar, para participar, para mudar de área.
Ouço o sr. falando muito sobre respeito. Imagino que vá muito além de simplesmente não levantar a voz com o subordinado.
A gente precisa entender que respeitar uma pessoa não é só falar baixo com ela ou falar de maneira adequada. Isso é não cometer assédio moral. Respeito vai muito além. Respeitamos as pessoas, por exemplo, quando não fazemos julgamento em relação às escolhas que ela faz — sejam opções pessoais ou de carreira. Não fazemos um trabalho para que a pessoa fique onde a gente quer que ela fique. A gente trabalha para que elas fiquem onde elas sonharam ficar. Ela não precisa mentir para fazer uma média com o chefe. Aqui ninguém faz média. Todo mundo sabe que os facilitadores são medidos pelo desenvolvimento de pessoas. Se a pessoa for sincera com ele e sincera consigo mesma, ela vai buscar o que sonha. E nós vamos respeitar. O normal é o vertical: o cara entra em uma posição de advogado júnior, vai para advogado pleno, depois advogado sênior, depois gerente do jurídico. Aqui a gente deixa aberto para ele dizer, em uma conversa franca, o que quer. Ele pode dizer que o sonho dele é trabalhar no RH. Aí, fazemos uma análise do que ele tem e do que ainda falta para ele conseguir a vaga que busca, ele vai investir nele mesmo e vamos ter um programa de educadores. Quando fazemos isso, conseguimos uma grande convergência de propósitos. Todo mundo ganha.
Se você conseguir se conectar com um propósito, seja lá o que fizer, vai ter mais momentos de felicidade do que a média”
No momento econômico turbulento pelo qual passa o país — quando todos são mais cobrados —, como não deixar que o pessimismo se espalhe dentro da empresa?
Essa é uma dúvida recorrente. A crise, muitas vezes, degenera a vontade das pessoas de lutar. Parece que a guerra está perdida — elas acabam aceitando muito passivamente. Chegam a usar esse momento difícil como justificativa para insucessos individuais. Também muitas empresas falam da crise como a grande culpada de tudo. O que temos feito para nos blindar e impedir que as pessoas se influenciem é, basicamente, duas coisas. Primeira: criar movimento. Significa fazer com que a vida da pessoa passe a ter ritmo, que não seja só guiada. Tem que ser uma vida de protagonismo, de autonomia. A segunda parte: dar abertura total a propostas. Ao mesmo tempo em que vivemos uma crise, estamos batendo recordes de eficiência gerados pelo protagonismo dessas pessoas. A gente tem, sim, dificuldades. Afinal, a crise nos afeta, já que o consumo de energia diminui. Mas por outro lado, a gente chega a quase 30% de eficiência em custos, sem fazer nada absurdo. Pelo contrário, a gente fala de eficiência e não de corte. As pessoas é que estão sendo as protagonistas disso. A gente promove uma verdadeira revolução no currículo das pessoas que querem fazer coisas diferentes. A abertura para propostas faz com que as pessoas queiram participar. E as pessoas que participam têm mais reconhecimento. Elas entram em um ambiente de movimento contínuo. Todo esse movimento faz com que não se sintam vulneráveis à crise.
Então mais pressão não precisa significar menos chances de ser feliz?
Costumo dizer que a pressão é só mais um ingrediente. Eu, por exemplo, gosto de ambientes com um pouco mais de pressão. A gente precisa de algum gatilho. Em momentos de pressão, as pessoas tendem a se movimentar com mais ênfase. E o que seria um motivo para pessoa ficar triste e frustrada, torna-se o contrário. Porque ela teve uma disciplina maior para buscar aquilo que sonhou e, óbvio, terá mais êxito.
Muitas pessoas criticam a ideia de que você tem de buscar felicidade o tempo todo. Você discorda delas?
Não. Acho que é impossível buscar o tempo inteiro a felicidade. Realmente existem momentos que não são considerados felizes. É só que, na minha opinião, precisa ter sempre uma conexão muito clara com propósitos. Se você conseguir se conectar com um propósito, seja lá o que você fizer, vai ter mais momentos de felicidade do que a média de pessoas.
Sua filosofia tem a ver com acabar com a ideia de que existe uma vida no trabalho e outra fora. Quando essas duas se convergem?
Elas estão sempre misturadas. O problema é quando tentamos separar. Na minha visão, quando você fala “na minha vida pessoal, eu não sou assim” ou “no meu trabalho tenho que assumir uma postura diferente da minha vida pessoal”. Isso gera um peso. É uma máscara difícil de carregar e manter. Sou um grande adepto da ideia de que temos uma única vida. E ela não é divida em duas partes. Eu sou o que eu sou no trabalho. E eu sou o que eu sou na vida pessoal. As duas coisas são a mesma. O que é importante deixar bem claro é que há quatro momentos que a gente precisa garantir. O tempo para trabalhar, o para família, o para dormir e o para você mesmo. Não significa sejam excludentes.
Quais são os piores exemplos que já observou em empresas?
Tem inúmeros exemplos. A perda de produtividade está na falta de coerência, por exemplo: “faça o que eu falo, não faça o que eu faço”. Isso é muito frequente, infelizmente, nessas empresas com gestão tradicional, fadada à morte. Essa coisa da retenção também. É impossível fazer uma gestão de engajamento em um ambiente onde você compra a permanência da pessoa. É péssimo. A gente nunca passa da média. Quem quiser ficar aqui tem de ser por uma opção de vida. E ainda há empresas que fazem debate sobre políticas de retenção. Acho isso tão imbecil.
O que tem de ser feito no lugar?
Para mim, um processo de encantamento, para que a pessoa decida trabalhar com você.
Como um gestor pode ajudar o colaborador a encontrar seu propósito?
Você não cria um propósito no trabalho para a pessoa. Você pega o propósito que a pessoa tem para a vida dela e converge para os seus propósitos de trabalho.
Atender bem o cliente, respeitar o fornecedor… Cara, isso não é propósito para a pessoa, é propósito para a empresa”
Como assim?
Digamos que a empresa tem o propósito de ser a maior do Brasil, com a maior rentabilidade, com o melhor serviço ao cliente. Esse é o propósito de uma empresa. Aí você pega a pessoa e vê qual é o propósito de vida dela. E você tem de conversar com pessoa por pessoa para saber. Você vai mapear isso, registrar e fazer com que os propósitos de empresa e das pessoas seja convergente. Eu já tive uma discussão com o diretor de uma empresa do setor financeiro. Ele disse que criava propósito para as pessoas: atender bem o cliente, respeitar o fornecedor… Cara, isso não é propósito para a pessoa, é propósito para a empresa. A pessoa pode olhar e questionar: “essa empresa só quer isso de mim?”. Isso é o que ela vai fazer porque você está pagando. O que é preciso saber é o que a pessoa quer para a vida dela. Ela vai ver que existe interesse genuíno. Não dá para você ficar mandando, obrigando, fiscalizando as pessoas o tempo inteiro. O controle custa caro demais, então a gente precisa criar convergência de propósito.
Depois de virar referência em felicidade, a procura por cargos na Elektro aumentou?
Nossa, muito. Tivemos um aumento muito legal. A gente fazia programa de seleção de estagiários e, para completar o número de vagas, dava um trabalhão. Afinal, o setor de energia elétrica não é muito sexy. Então a gente sofria. Agora, vou dar o exemplo do último programa que a gente fez. Foi no meio do ano, período não muito comum para procurar estagiários. Tivemos também 20 vagas — só que 60 mil inscrições. Foi de cair da cadeira. No final, acabamos ampliando o programa e chamando 40.
Ser um líder de que todos gostam pode afetar a maneira como o gestor faz suas decisões?
A gente não é uma ONG. Todas as lideranças aqui são, sim, admiradas. Mas o que as faz ser assim não é serem paternalistas ou simplesmente passivas. É fazer tudo com ética, justiça, coerência. Ser admirado como gestor é resultado de uma gestão transparente, aberta, participativa. Não é que você pode fazer coisas erradas. “Ah, não vão me mandar embora.” Pelo contrário, temos uma régua muito mais alta agora que nos tornamos exemplo.

Imagem extraída do link acima citado – Marcio Fernandes, CEO da Elektro (Foto: Divulgação)
Hoje seria aniversário do meu querido Vô Toni…
Ô saudade da sua alegria contagiante.

Que lembrança maravilhosa que os algoritmos do Facebook nos trazem!
Um dia feliz, em família:

O tempo voa.
Minha mãe era alguém acima da média…
Um amor fiel, verdadeiro, abençoado e leve: é assim que um casal deve viver.
Sou um homem feliz, ao lado de uma mulher divertida, linda e virtuosa.
Te amo cada dia mais, Vivi!
Tem como não curtir as crianças?
Viva cada dia que puder com os seus filhos!
💖 #crianças
Quem quer côco?
Olhe aí que maravilha! Tinha bastante água e foi produzido aqui em casa. E deu para todo mundo…
Cuidar da natureza tem seu retorno…
Ah, que dia bom:
Crianças e Vovôs, a combinação perfeita… abaixo:

Ontem, no Rosário da Madrugada, Frei Gilson e Michel Teló nos presentearam com essa canção:
Ouça, vale a pena! Em: https://youtu.be/7AUNWYQgq20?si=x9I7RVH1x18CKHZK
Precisamos sempre ter alguém ao nosso lado. E eu agradeço a Deus por ter você, Vivi!
Tenha sempre um grande amor!
In the darkness, quotes shine the best! Keep one or two around you at all times!
Continua em: Happiness Quote By Clare Morrall: “Maybe this is…”

Como eu gosto dessa moça tão linda que Deus me colocou na minha vida…
Te amo, @vivianeartico !

#Há dois anos…
Hoje o dia foi “pesado”, mas terminou leve!
Consegui passear com a Teteia… e isso me bastou!

👨👧👧 #PaiDeMeninas #Amor #Criança #Kids
Há dois anos…
E no pedalinho da “caravela pirata”, encontrei essa perigosa e terrível piratinha!
Não sei se fico com medo ou se dou um beijinho!

🏴☠️💖👨👧👧 #PaiDeMeninas #pirata #pedalinho
Ser pai é…
Pagar mico só para ver o sorriso da filha!
Quem nunca?
💖 #Paternidade
Um cinema com minha filhota é muito bom!
Valeu a pena o dia juntos. Sem esquecer da pipoca…
Hora de voltar para Jundiaí…
Deixar minhas crianças em Bragança Paulista e saber que só as verei daqui uma semana, me arrebenta o coração.
É a vida. Respiremos fundo…

#Paternidade
Manhã de brincadeira com a Tetéia. Que delícia!
Amo muito tudo isso.

💖 #família
Do ano passado:
Minha querida namorada Viviane é…
– Bonita, divertida, inteligente, meiga, honesta e temente a Deus.
Não é pra casar?
Obrigado Papai do Céu, por tão virtuosa pessoa em minha vida.
❤️ #vida #amor #love #casal #romantismo
Há 2 anos… montando robôs!
E passamos a manhã com as amigas da Tetéia, montando robôs!
O nosso foi o Menino Maluquinho.

Parabéns à Prefeitura de Bragança Paulista, pelo ensino público de qualidade.

🤖💖👨👧👧 #PaiDeMeninas #Amor #Carinho #ensino
Somos dependentes de certos hormônios para termos bom humor e ótima qualidade de vida. Mas você sabe quais são eles e como os obter?
Abaixo, extraído de: https://www.bbc.com/portuguese/amp/geral-39299792
OS HORMÔNIOS DA FELICIDADE: COMO DESENCADEAR EFEITOS DA ENDORFINA, OXITOCINA, DOPAMINA E SEROTONINA
Ao longo dos séculos, artistas e pensadores se dedicaram a definir e representar a felicidade. Nas últimas décadas, porém, grupos menos românticos se juntaram a essa difícil tarefa: endocrinologistas e neurocientistas.
O objetivo é estudar a felicidade como um processo biológico para encontrar o que desencadeia esse sentimento sob o ponto de vista físico. Ou seja, eles não se importam se as pessoas são mais felizes por amor ou dinheiro, mas o que acontece no corpo quando a alegria efetivamente dispara, e como “forçar” esse sentimento.
Neste sentido, há quatro substâncias químicas naturais em nossos corpos geralmente definidas como o “quarteto da felicidade”: endorfina, serotonina, dopamina e oxitocina.
A pesquisadora Loretta Breuning, autora do livro Habits of a happy brain (“Hábitos de um cérebro feliz”, em tradução livre), explica que “quando o seu cérebro emite uma dessas químicas, você se sente bem”.
“Seria bom que surgissem o tempo todo, mas não funcionam assim”, diz a professora da Universidade Estadual da Califórnia (EUA). “Cada substância da felicidade tem um trabalho especial para fazer e se apaga assim que o trabalho é feito.”
Conheça a seguir maneiras simples para ativar essas quatro substâncias químicas da felicidade, sem drogas ou substâncias nocivas.
1. Endorfinas
As endorfinas são consideradas a morfina do corpo, uma espécie de analgésico natural. Descoberta há 40 anos, as endorfinas são uma “breve euforia que mascara a dor física”, classifica Breuning.
Por isso, comer alimentos picantes é uma das maneiras de liberar esses opiáceos naturais, o que induz uma sensação de felicidade. Mas essa não é a única maneira de obter uma “injeção” de endorfina.
De acordo com estudo publicado no ano passado por pesquisadores da Universidade de Oxford (Inglaterra), assistir a filmes tristes também eleva os níveis da substância.
“Aqueles que tiveram maior resposta emocional também registraram maior aumento na resistência a dores e sentimento de unidade em grupo”, disse à BBC Robin Dunbar, professor de Psicologia Evolutiva e autor do estudo.
Dançar, cantar e trabalhar em equipe também são atividades que melhoram, por meio de um aumento nas endorfinas, a união social e tolerância à dor, afirma Dunbar.
2. Serotonina
Como a serotonina flui quando você se sente importante, o sentimento de solidão e até mesmo a depressão são respostas químicas à sua ausência.
“Nas últimas quatro décadas, a questão de como manipular o sistema serotoninérgico com drogas tem sido uma importante área de pesquisa em biologia psiquiátrica e esses estudos têm levado a avanços no tratamento da depressão”, escreveu em 2007 Simon Young, editor-chefe na revista Psiquiatria e Neurociência .
Um sintoma da depressão é esquecer situações felizes. Por isso, acrescenta Korb, olhar fotos antigas ou conversar com um amigo pode ajudar a refrescar a memória.
O neurocientista descreve três outras maneiras: tomar sol, receber massagens e praticar exercícios aeróbicos, como corrida e ciclismo.
3. Dopamina
A dopamina costuma ser descrita como responsável por sentimentos como amor e luxúria, mas também já foi tachada de ser viciante. Daí sua descrição como “mediadora do prazer”.
“Baixos níveis de dopamina fazem que pessoas e outros animais sejam menos propensos a trabalhar para um propósito”, afirmou John Salamone, professor de Psicologia na Universidade de Connecticut (EUA), em estudo sobre efeitos da dopamina no cérebro publicado em 2012 na revista Neuron. Por isso, acrescentou o pesquisador, a dopamina “tem mais a ver com motivação e relação custo-benefício do que com o próprio prazer.”
O certo é que essa substância química é acionada quando se dá o primeiro passo rumo a um objetivo e também quando a meta é cumprida. Além disso, pode ser gerada por um fato da vida cotidiana (por exemplo, encontrar uma vaga livre para estacionar o carro) ou algo mais excepcional (como receber uma promoção no trabalho).
A melhor maneira de elevar a dopamina, portanto, é definir metas de curto prazo ou dividir objetivos de longo prazo em metas mais rápidas. E celebrar quando atingi-las.
4. Oxitocina
Por ser relacionada com o desenvolvimento de comportamentos e vícios maternos, a oxitocina é muitas vezes apelidada de “hormônio dos vínculos emocionais” e “hormônio do abraço”.
Segundo estudo publicado em 2011 pelo ginecologista e obstetra indiano Navneet Magon, “a ligação social é essencial para a sobrevivência da espécie (humanos e alguns animais), uma vez que favorece a reprodução, proteção contra predadores e mudanças ambientais, além de promover o desenvolvimento do cérebro.”
“A exclusão do grupo produz transtornos físicos e mentais no indivíduo, e, eventualmente, leva à morte”, acrescenta. Por isso, o obstetra considera que a oxitocina tem uma “posição de liderança” nesse “quarteto da felicidade”: “É um composto cerebral importante na construção da confiança, que é necessária para desenvolver relacionamentos emocionais.”
Abraçar é uma forma simples de se conseguir um aumento da oxitocina. Dar ou receber um presente é um outro exemplo.
Breuning, da Universidade da Califórnia, também aconselha construir relações de confiança, dando “pequenos passos” e “negociando expectativas” para que ambas as partes possam concretizar o vínculo emocional.
Copyright © 2019 BBC
Uma rápida tabela incluindo outros hormônios, abaixo:

We are dependent on certain hormones to have a good mood and a great quality of life. But do you know what they are and how to get them?
Below, extracted from: https://www.bbc.com/portuguese/amp/geral-39299792
For centuries, artists and thinkers have dedicated themselves to defining and representing happiness. In recent decades, however, less romantic groups have joined this difficult task: endocrinologists and neuroscientists.
The goal is to study happiness as a biological process to find what triggers this feeling from a physical point of view. In other words, they don’t care if people are happier because of love or money, but what happens in the body when joy is effectively triggered, and how to “force” that feeling.
In this sense, there are four natural chemical substances in our bodies generally defined as the “happiness quartet”: endorphin, serotonin, dopamine, and oxytocin.
Researcher Loretta Breuning, author of the book Habits of a Happy Brain, explains that “when your brain releases one of these chemicals, you feel good.”
“It would be nice if they appeared all the time, but they don’t work that way,” says the professor from California State University (USA). “Each happiness substance has a special job to do and fades as soon as the job is done.”
Learn about simple ways to activate these four happiness chemicals below, without drugs or harmful substances.
Endorphins are considered the body’s morphine, a kind of natural painkiller. Discovered 40 years ago, endorphins are a “brief euphoria that masks physical pain,” as Breuning classifies them.
For this reason, eating spicy foods is one of the ways to release these natural opiates, which induces a feeling of happiness. But this is not the only way to get an endorphin “shot.”
According to a study published last year by researchers at Oxford University (England), watching sad movies also elevates levels of the substance.
“Those who had the greatest emotional response also recorded a greater increase in pain resistance and a feeling of group unity,” Robin Dunbar, professor of Evolutionary Psychology and author of the study, told the BBC.
Dancing, singing, and working as a team are also activities that, through an increase in endorphins, improve social unity and pain tolerance, says Dunbar.
Because serotonin flows when you feel important, feelings of loneliness and even depression are chemical responses to its absence.
“For the past four decades, the question of how to manipulate the serotonergic system with drugs has been an important area of research in psychiatric biology, and these studies have led to advances in the treatment of depression,” wrote Simon Young, editor-in-chief of the journal Psychiatry and Neuroscience, in 2007.
A symptom of depression is forgetting happy situations. For this reason, Korb adds, looking at old photos or talking with a friend can help refresh your memory.
The neuroscientist describes three other ways: getting sunlight, receiving massages, and doing aerobic exercise, such as running and cycling.
Dopamine is often described as being responsible for feelings like love and lust, but it has also been labeled as addictive. Hence its description as a “mediator of pleasure.”
“Low levels of dopamine make people and other animals less likely to work for a purpose,” said John Salamone, a professor of Psychology at the University of Connecticut (USA), in a study on the effects of dopamine on the brain published in the journal Neuron in 2012. For this reason, the researcher added, dopamine “has more to do with motivation and cost-benefit analysis than with pleasure itself.”
What is certain is that this chemical substance is triggered when you take the first step toward a goal and also when the goal is accomplished. In addition, it can be generated by an event in daily life (for example, finding a free parking space) or something more exceptional (like getting a promotion at work).
The best way to raise dopamine, therefore, is to set short-term goals or divide long-term goals into faster ones. And celebrate when you achieve them.
Because it is related to the development of maternal behaviors and bonds, oxytocin is often nicknamed the “emotional bonding hormone” and the “hug hormone.”
According to a study published in 2011 by Indian gynecologist and obstetrician Navneet Magon, “social bonding is essential for the survival of the species (humans and some animals), as it promotes reproduction, protection from predators and environmental changes, in addition to promoting brain development.”
“Exclusion from the group produces physical and mental disorders in the individual, and eventually leads to death,” he adds. For this reason, the obstetrician considers that oxytocin has a “leadership position” in this “happiness quartet”: “It is an important brain compound in building trust, which is necessary to develop emotional relationships.”
Hugging is a simple way to get an increase in oxytocin. Giving or receiving a gift is another example.
Breuning, from the University of California, also advises building trusting relationships, taking “small steps” and “negotiating expectations” so that both parties can concretize the emotional bond.
Ser pai é muito bom!
Estar presente, melhor ainda!
💝 #PaiDeMenina
Acabou o domingo, e meu dia com essa menininha sapeca foi ótimo!
Que seja sempre assim, com um lindo sorriso no rosto!
Quando se tem alguém para dividir a vida, tudo se torna mais significativo.
Um homem e uma mulher devem viver em harmonia, cumplicidade e alicerçando-se em Deus!
Te amo, Vivi!

❤️ #vida
Com a Tetéia, o dia é mais divertido!
Amo muito tudo isso!

💖 #PaiDeMenina