– Liturgia Diária de 20/01/2024.

S. FABIANO, Papa, e SEBASTIÃO, Mártires Festa de 3ª Classe – Missa própria S. Fabiano governou a Igreja de 236 a 250. S. Sebastião, oficial do …

Continua em: Liturgia Diária – 20/01/2024

– Bom dia, sábado (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que perderam a alegria de viver e deixaram de sonhar. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– O Papa Francisco e o Prazer Sexual como Presente Divino!

O Papa Francisco falou sobre “prazer sexual ser presente de Deus”, mas que há um perigo: sem relacionamento ou compromisso (ou ainda com pornografia), causa vício e dependência!

Extraído de: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/prazer-sexual-e-presente-de-deus-diz-papa-francisco/

PRAZER SEXUAL É PRESENTE DE DEUS

Francisco também fez crítica à pornografia durante fala em audiência geral no Vaticano

O Papa Francisco disse nesta quarta-feira (17) que a pornografia sabota o prazer sexual durante uma catequese dedicada ao “vício da luxúria”.

O pontífice de 87 anos descreveu o prazer sexual como um “presente de Deus”, mas advertiu contra a “satisfação sem relacionamento que pode gerar formas de dependência.”

“Temos que defender o amor, o amor do coração, da mente, do corpo, o amor puro na entrega de si ao outro. E esta é a beleza da relação sexual”, disse o Papa Francisco durante a audiência geral.

“Entre todos os prazeres humanos, a sexualidade tem uma voz poderosa. Envolve todos os sentidos; habita tanto no corpo quanto na psique, e isso é muito bonito; mas se não for disciplinado com paciência, se não estiver inscrito em um relacionamento e em uma história onde dois indivíduos o transformam em uma dança amorosa, transforma-se numa cadeia que priva os seres humanos da liberdade”, continuou Francisco.

Papa Francisco durante oração do Angelus no Vaticano14/01/2024 Vatican Media/­Divulgação via REUTERS

Imagem: Reuters

– O que você pode oferecer hoje?

Pense: nesse novo dia que nasce, o que cada um de nós oferecerá para a Graça de Deus?

Por Maria, para que a Senhora Aparecida, a Padroeira do Nosso Brasil e nossa Mãe, leve ao seu Filho Jesus o oferecimento das nossas boas obras, também o desejo de fazer do mundo um lugar melhor para se viver, além das nossas orações, rezemos:

Nossa Senhora da Conceição Aparecida, consagro o que sou, o que faço e o que desejo por sua intercessão a Jesus Cristo, nosso único Salvador e Senhor, que com o Pai e o Espírito Santo vivem e reinam para sempre. Amém.

Faça sempre uma boa prece diária.

– Bom dia, 6ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que são vítimas de injustiças e crimes. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Preparando-se para o Dia de Oração pelo Cuidado da Criação.

O Papa Francisco divulgou, dias atrás, um documento em preparação ao Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação – um movimento que engloba diversas crenças em prol da criação.

Nesse documento, voltado especificamente para os cristãos, vemos a conscientização de cuidarmos da criação.

MENSAGEM DE SUA SANTIDADE, PAPA FRANCISCO, PARA A CELEBRAÇÃO DO DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELO CUIDADO DA CRIAÇÃO.

1 de setembro de 2024 – Espera e age com a criação

Queridos irmãos e irmãs!

“Espera e age com a criação”: é este o tema do Dia de Oração pelo Cuidado da Criação, que se realizará no próximo 1 de setembro. Refere-se à Carta de São Paulo aos Romanos 8, 19-25. O Apóstolo, ao esclarecer o significado de viver segundo o Espírito, concentra-se na esperança firme da salvação pela fé, que é vida nova em Cristo.

1. Comecemos, pois, por uma pergunta simples, mas que poderia não ter uma resposta óbvia: quando realmente acreditamos, como é que temos fé? Não é tanto porque “acreditamos” em algo transcendente e incompreensível para a nossa razão, ou seja, o mistério inacessível de um Deus distante e longínquo, invisível e inominável. Antes, é porque o Espírito Santo habita em nós, como diria São Paulo. Sim, somos cristãos porque o próprio Amor de Deus foi «derramado nos nossos corações» ( Rm 5, 5). Por isso, o Espírito é agora, verdadeiramente, a «garantia da nossa herança» ( Ef 1, 14), como uma “pro-vocação” a vivermos sempre inclinados para os bens eternos, segundo a plenitude da humanidade bela e boa de Jesus. O Espírito torna os fiéis criativos, proativos na caridade. Coloca-os num grande caminho de liberdade espiritual, não isento da luta entre a lógica do mundo e a do Espírito, que têm frutos opostos entre si ( Gl 5, 16-17). Como sabemos, o primeiro fruto do Espírito, síntese de todos os outros, é o amor. Assim, guiados pelo Espírito Santo, os que acreditam são filhos de Deus e podem dirigir-se a Ele tal como Jesus, chamando-lhe «Abbá, ó Pai» ( Rm 8, 15), na liberdade de quem já não recai no medo da morte, porque Jesus ressuscitou dos mortos. Eis a grande esperança: o amor de Deus venceu, vence sempre e vencerá de novo. Apesar da morte física, o destino de glória já está garantido para o homem novo que vive no Espírito. Esta esperança não desilude, como também nos recorda a Bula de proclamaçãodo próximo Jubileu [1].

2. A existência do cristão é vida de fé, laboriosa na caridade e transbordante de esperança, enquanto aguarda o regresso do Senhor na sua glória. E a “demora” da parusia, da sua segunda vinda, não causa qualquer problema. A questão é outra: «quando o Filho do Homem voltar, encontrará a fé sobre a terra?» (Lc 18, 8). Sim, a fé é um dom, fruto da presença do Espírito em nós, mas é também uma tarefa, a realizar em liberdade, na obediência ao mandamento do amor de Jesus. Eis, aqui, a feliz esperança que deve ser testemunhada! Onde? Quando? Como? No interior dos dramas da carne humana que sofre. E se alguém sonha, então que sonhe com os olhos abertos, animados por visões de amor, fraternidade, amizade e justiça para todos. A salvação cristã entra no âmago da dor do mundo, que não atinge apenas o ser humano, mas todo o universo, a própria natureza, o oikos do homem, o seu ambiente vital; ela abarca a criação como “paraíso terrestre”, a mãe terra, que deveria ser lugar de alegria e promessa de felicidade para todos. O otimismo cristão baseia-se numa esperança viva: sabe que tudo tende para a glória de Deus, para a consumação final na sua paz, para a ressurreição corporal na justiça, “de glória em glória”. Contudo, no tempo que passa, partilhamos dores e sofrimentos: toda a criação geme (cf. Rm 8, 19-22), os cristãos gemem (cf. vv. 23-25) e o próprio Espírito geme (cf. vv. 26-27). Gemer manifesta inquietação e sofrimento, juntamente com anelo e desejo. O gemido exprime confiança em Deus e abandono à sua companhia amorosa e exigente, tendo em vista a realização do seu desígnio, que é alegria, amor e paz no Espírito Santo.

3. Toda a criação está implicada neste processo de um novo nascimento e, gemendo, espera a libertação: trata-se de um crescimento escondido que amadurece, como “um grão de mostarda que se transforma numa grande árvore” ou “o fermento na massa” (cf. Mt 13, 31-33). Os inícios são minúsculos, mas os resultados esperados podem ser de uma beleza infinita. Enquanto expectativa de um nascimento (a revelação dos filhos de Deus), a esperança é a possibilidade de permanecer firme no meio das adversidades, de não desanimar nos momentos de tribulação ou diante da barbárie humana. A esperança cristã não desilude, mas também não ilude: se o gemido da criação, dos cristãos e do Espírito é antecipação e expectativa da salvação já em ato, São Paulo descreve os numerosos sofrimentos em que estamos imersos como «tribulação, angústia, perseguição, fome, nudez, perigo, espada» (cf. Rm 8, 35). Assim, a esperança é uma leitura alternativa da história e dos acontecimentos humanos: não ilusória, mas realista, do realismo da fé que vê o invisível. Esta esperança é uma espera paciente, como a não visão de Abraão. Gosto de recordar aquele grande crente visionário que foi Joaquim de Fiore, o abade calabrês “dotado de espírito profético” [2], segundo Dante Alighieri: numa época de lutas sangrentas, conflitos entre o Papado e o Império, Cruzadas, heresias e mundanização da Igreja, ele soube apontar o ideal de um novo espírito de convivência entre os homens, marcado pela fraternidade universal e pela paz cristã, fruto do Evangelho vivido. Foi este espírito de amizade social e de fraternidade universal que propus na Fratelli tutti. E esta harmonia entre os homens deve estender-se também à criação, a partir de um “antropocentrismo situado” (cf. Laudate Deum, 67), na responsabilidade por uma ecologia humana e integral, caminho de salvação da nossa casa comum e dos que nela vivemos.

4. Por que há tanto mal no mundo? Porquê tanta injustiça, tantas guerras fratricidas que provocam a morte de crianças, destroem cidades, poluem o ambiente em que vive o homem, a mãe terra, violada e devastada? Referindo-se implicitamente ao pecado de Adão, São Paulo diz: «Bem sabemos como toda a criação geme e sofre as dores de parto até ao presente» (Rm 8, 22). A luta moral dos cristãos está ligada ao “gemido” da criação, porque ela «foi sujeita à destruição» (v. 20). Todo o cosmos e cada criatura gemem e anseiam “impacientemente”, para que a condição atual possa ser superada e a original restabelecida: efetivamente, a libertação do homem implica também a das outras criaturas que, solidárias com a condição humana, foram colocadas sob o jugo da escravidão. Tal como a humanidade, a criação – sem culpa sua – é escrava e vê-se incapaz de fazer aquilo para que foi concebida, isto é, ter um significado e um propósito duradouros; está sujeita à dissolução e à morte, agravadas pelos abusos humanos sobre a natureza. Mas, em sentido contrário, a salvação do homem em Cristo é esperança segura inclusive para a criação: com efeito, «também ela será libertada da escravidão da corrupção, para alcançar a liberdade na glória dos filhos de Deus» (Rm 8, 21). Portanto, na redenção de Cristo, é possível contemplar na esperança o vínculo de solidariedade entre o ser humano e todas as outras criaturas.

5. Na esperançosa e perseverante espera do regresso glorioso de Jesus, o Espírito Santo mantém vigilante a comunidade dos fiéis e instrui-a continuamente, chamando-a à conversão dos estilos de vida, a resistir à degradação humana do meio ambiente e a manifestar aquela crítica social que é, em primeiro lugar, testemunho da possibilidade de mudança. Esta conversão consiste em passar da arrogância de quem quer dominar os outros e a natureza – reduzida a um mero objeto manipulável – à humildade de quem cuida dos outros e da criação. «Um ser humano que pretenda tomar o lugar de Deus torna-se o pior perigo para si mesmo» (Laudate Deum, 73), porque o pecado de Adão destruiu as relações fundamentais da vida do homem: a relação com Deus, consigo mesmo, com os outros seres humanos, e a relação com o cosmos. Todas estas relações devem ser, sinergicamente, restauradas, salvas, “corrigidas”. Não pode faltar nenhuma. Se faltar uma, falha tudo.

6. Esperar e agir com a criação significa, antes de mais, unir forças e, caminhando juntamente com todos os homens e mulheres de boa vontade, ajudar a «repensar a questão do poder humano, do seu significado e dos seus limites. Com efeito, o nosso poder aumentou freneticamente em poucas décadas. Realizamos progressos tecnológicos impressionantes e surpreendentes, sem nos darmos conta, ao mesmo tempo, que nos tornámos altamente perigosos, capazes de pôr em perigo a vida de muitos seres e a nossa própria sobrevivência» (Laudate Deum, 28). Um poder descontrolado gera monstros e volta-se contra nós mesmos. Por isso, hoje, é urgente colocar limites éticos ao desenvolvimento da inteligência artificial, que com a sua capacidade de cálculo e de simulação poderia ser utilizada para dominar o homem e a natureza, em vez de estar ao serviço da paz e do desenvolvimento integral (cf. Mensagem para o Dia Mundial da Paz 2024).

7. «O Espírito Santo acompanha-nos na vida»: assim o compreenderam as crianças reunidas na Praça de São Pedro para a sua primeira Jornada Mundial, que coincidiu com o Domingo da Santíssima Trindade. Deus não é uma ideia abstrata de infinito, mas é Pai amoroso, Filho amigo e redentor de todo o homem, e Espírito Santo que guia os nossos passos no caminho da caridade. A obediência ao Espírito de amor muda radicalmente a atitude do homem: passa de “predador” a “cultivador” do jardim. A terra está confiada ao homem, mas continua a ser de Deus (cf. Lv 25, 23). Este é o antropocentrismo teológico da tradição judaico-cristã. Por isso, pretender possuir e dominar a natureza, manipulando-a a seu bel-prazer, é uma forma de idolatria. É o homem prometeico, embriagado com o seu próprio poder tecnocrático, que com arrogância coloca a terra numa condição de “des-graça”, isto é, privada da graça de Deus. Ora, se a graça de Deus é Jesus, morto e ressuscitado, então é verdade o que Bento XVI disse: «Não é a ciência que redime o homem. O homem é redimido pelo amor» (Carta Encíclica Spe Salvi, 26), o amor de Deus em Cristo, do qual nada nem ninguém nos pode separar (cf. Rm 8, 38-39). Continuamente atraída pelo seu futuro, a criação não é estática nem está fechada em si mesma. Hoje, graças também às descobertas da física contemporânea, a ligação entre matéria e espírito é cada vez mais fascinante para o nosso conhecimento.

8. Por conseguinte, a salvaguarda da criação não é apenas uma questão ética, mas é eminentemente teológica: na realidade, diz respeito ao entrelaçamento entre o mistério do homem e o mistério de Deus. Este entrelaçamento pode dizer-se que é “generativo”, na medida em que remete para o ato de amor com que Deus cria o ser humano em Cristo. Este ato criador de Deus confere e funda o livre agir do homem e toda a sua dimensão ética: livre precisamente por ter sido criado na imagem de Deus que é Jesus Cristo; e, por isso, “representante” da criação no próprio Cristo. Há uma motivação transcendente (teológico-ética) que compromete o cristão a promover a justiça e a paz no mundo, também através do destino universal dos bens: é a revelação dos filhos de Deus que a criação espera, gemendo como se estivesse com as dores do parto. Nesta história, não está em jogo apenas a vida terrena do homem, está sobretudo em jogo o seu destino na eternidade, o eschaton da nossa bem-aventurança, o Paraíso da nossa paz, em Cristo Senhor do cosmos, o Crucificado-Ressuscitado por amor.

9. Esperar e agir com a criação significa, então, viver uma fé encarnada, que sabe entrar na carne sofredora e esperançosa das pessoas, partilhando a expectativa da ressurreição corporal a que os fiéis estão predestinados em Cristo Senhor. Em Jesus, o Filho eterno na carne humana, somos verdadeiramente filhos do Pai. Pela fé e pelo batismo, começa para o cristão a vida segundo o Espírito (cf. Rm 8, 2), uma vida santa, uma existência como filhos do Pai, à semelhança de Jesus (cf. Rm 8, 14-17), visto que, pela força do Espírito Santo, Cristo vive em nós (cf. Gl 2, 20). Uma vida que se torna um cântico de amor para Deus, para a humanidade, com e para a criação, e que encontra a sua plenitude na santidade [3].

Roma, São João de Latrão, 27 de junho de 2024.

FRANCISCO

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[1] Spes non confundit, Bula de proclamação do Jubileu Ordinário do ano 2025 (9/V/2024).

[2] Divina Comédia, Paraíso, XII, 141.

[3] O padre rosminiano Clemente Rebora exprimiu-o poeticamente: «Enquanto a criação sobe em Cristo ao Pai, / no destino arcano / tudo são dores de parto: / quanto morrer para que a vida nasça! / Mas de uma só Mãe, que é divina, / felizmente se vem à luz: / vida que o amor produz em lágrimas, / e, se anela, aqui em baixo é poesia; / mas só a santidade realiza o canto» (Curriculum vitae, “Poesia e santità”: Poesie, prose e traduzioni, Milano 2015, p. 297).

Imagem extraída da Web, representando a união de todas as crenças para o Planeta Terra, nosso bem comum.

– Dia de Santa Priscila (ou Santa Prisca).

Hoje é dia de Santa Prisca, conhecida também como SANTA PRISCILA, mártir cristã!

Por defender Jesus, foi levada ao Coliseu. Mas diante do público, o leão que a devoraria (para a diversão do povo romano), refugou e se curvou aos seus pés. Por tal fato, foi presa e decapitada. Seguidora de São Paulo, foi a grande mulher que evangelizou na Europa.

Extraído de: http://reporterdecristo.com/author/ser-de-deus/

SANTA PRISCA

Também se chama Santa Priscila. Desde muito antigamente se tributa culto em Roma a esta jovem romana. No século IX, mediante escavações arqueológicas, foi descoberto que estava enterrada en Aventine com o nome de Priscila, mulher de Aquila, um judeu cristão.

Segundo a tradição, Prisca foi batizada aos treze anos de idade por São Pedro e se tornou a primeira mulher do Ocidente a testemunhar com o martírio, sua fé em Cristo. Ela morreu decapitada durante a perseguição do imperador Cláudio, na metade do século I, em Roma.

As Atas, escritas no Século X, quando falam dela, dizem que era uma adolescente que foi levada ao anfiteatro para divertir as pessoas e chegando lá soltaram um leão em cima dela, mas invés de destrossá-la em pedaços, o felino se curvou aos seus pés. Depois disso foi encarcerada e no dia da sua morte uma águia velava seu corpo, até que foi enterrada na hoje conhecida como Catacumbas de Priscila. Esta última está aberta ao público e é uma das mais antigas e interessantes catacumbas de Roma. Na atualidade, há uma igreja dedicada a seu nome desde o século IV.

No que diz respeito a arte, os pintores a imortalizaram com o leão domado ou domesticado a seus pés, que também significa a queda do paganismo, e com uma águia e uma espada perto dela. Seus resto ainda se veneram em Roma.

***
Prisca, é um nome que nos soa um pouco estranho, significa: “a primeira”. Mas evoca uma grande Santa, que se impôs à admiração de todos nos primeiros tempos do Cristianismo. Ela foi considerada a mais antiga santa romana e se tornou uma das mulheres mais veneradas na Igreja.

Imagem extraída de: https://www.santodelgiorno.it/santa-prisca/

– Dia de Adorar o Santíssimo Sacramento.

Quinta-feira é dia reservado pela Igreja Católica à Adoração ao Santíssimo Sacramento. Sendo assim, rezemos:

ORAÇÃO AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO por Santo Afonso de Ligório.

Senhor meu Jesus Cristo, que pelo amor que tendes aos homens, estais de noite e de dia neste Sacramento, todo cheio de piedade e de amor, esperando, chamando e recebendo todos os que vêm visitar-Vos; eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do altar.

Eu vos adoro do abismo do meu nada e vos dou graças por todos os benefícios que me tem feito; especialmente por vós mesmo dardes a mim neste sacramento; por me terdes concedido como advogada vossa Mãe Santíssima, e por me terdes chamado a visitar-vos nesta igreja.

Eu vos saúdo, pois hoje, o vosso amantíssimo Coração, e a minha intenção é fazê-lo por três motivos: primeiro, em ação de graças por esta grande dádiva; segundo, para compensar-vos de todas as injúrias que tendes recebido, neste Sacramento, de todos os vossos inimigos; terceiro, com intenção de adorar-Vos, nesta visita, em todos os lugares da terra onde vossa presença sacramental está menos reverenciada e em maior abandono.

Meu Jesus, eu vos amo de todo o meu coração; pesa-me de ter, no passado, tantas vezes ofendido a vossa divina bondade.

Proponho, com o auxílio de vossa graça, nunca mais ofender-vos para o futuro.

E, no presente, miserável qual sou, eu me consagro todo a Vós e renuncio toda a própria vontade.

Recomendo-vos as almas do purgatório, especialmente as mais devotas do Santíssimo Sacramento e da Bem-aventurada Virgem Maria.
Recomendo-vos também todos os pobres pecadores.

Finalmente, desejo unir, meu querido Salvador, todos os meus afetos com os de vosso amorosíssimo Coração; e, assim unidos, os ofereço a vosso Eterno Pai e lhe peço em vosso nome que por vosso amor os queira aceitar e atender. Amém.

Sacrário da Igreja São Benedito, em Salto-SP. Foto: Arquivo Pessoal.

– Liturgia Diária de 18/01/2024.

MISSA DA FÉRIA 4ª Classe – Missa do domingo, com comemoração de S. Prisca (ou Priscila), Virgem e Mártir Jesus Cristo é o Rei da criação, e por isso,…

Continua em: Liturgia Diária – 18/01/2024

– Bom dia, 5ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que estão desesperançosos, desanimados ou desiludidos. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Se for por inspiração divina, continue!

Todos os nossos projetos, sendo eles por inspiração de Deus, valem a pena!

O que não podemos é ouvir o mundo e as coisas materialistas, pois se algo é divino, nem sempre pode ser compreendido…

Uma mensagem abaixo:

– Bom dia, 4ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que estão solitários, sem alguém para que possam se relacionar afetiva ou espiritualmente. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

(Imagem extraída da Web, autoria desconhecida).

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Oração da Noite:

Para um bom dia vivido, agradeçamos:

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Deus amado e querido; Trindade Santa que sois Pai, Filho e Espírito Santo: obrigado por mais um dia vivido, de ter me permitido gozar todas as coisas temporais e atemporais. Agradeço, principalmente, por ter me acolhido e amado hoje, pois sou um servo fraco e pecador. 

Pai Todo Poderoso, louvado seja pelo dom da vida, pela nossa casa, pela nossa família e pela nossa saúde. Obrigado por, mesmo eu sendo indigno, me ter dado pessoas maravilhosas para conviver. Perdoe pelos meus erros e minhas falhas, especialmente pelas vezes que me esqueci que a Providência Divina é infinita. Se o Senhor ama até os passarinhos e outras criaturas da natureza, como abandonaria nós, seus filhos? Ama-nos tanto, que deu seu Filho Amado, Jesus Cristo, como Redentor do Mundo!

Cristo, Cordeiro de Deus, Deus Filho, Único, Fiel e Verdadeiro, louvado e bendito seja porque mesmo antes de eu nascer, aceitou a cruz pela remissão dos meus pecados. Tu és meu Senhor, meu Guia, meu Mestre e Salvador. Quero ser sempre seu discípulo, a fim de me tornar Sal da Terra e Luz do mundo. Não me deixe cair em tentação nos meus pensamentos desta noite, faz-me instrumento do seu amor. Perdoe-me pelas inúmeras vezes que me fiz surdo ao seu chamado e me fechei com um coração de pedra. O Senhor é a Água Viva que lava as minhas manchas, me cura e me salva. Está com o Pai e com Ele nos dá tantas bençãos e Graças enviando-nos o Paráclito Divino!

Ó Espírito Santo, força dos humildes! Iluminou-me na jornada que se encerrou, dando-me seus Dons para o serviço do Reino dos Céus já aqui nesta terra. Perdoa-me quando não usei meus talentos para o bem comum, ou quando me escondi do chamado da Evangelização. Capacita-me para que amanhã eu seja melhor do que hoje, para que minhas decisões, mesmo que incompreensíveis pela minha insignificância, sejam sábias pelo Auxílio Divino. Sabe o que é melhor para cada um de seus servos. Que eu seja dócil à sua ação em todos os lugares e momentos, e obrigado por já ter me permitido isso  nesse dia que terminou. Louvado, glorificado e adorado seja, ó Defensor dos Pobres, pois através do Senhor poderemos colher seus Frutos Celestiais. 

Enfim, Santíssima Trindade que é um só Deus em essência, trino em pessoas e infinito em misericórdia, abençoa minha família e amigos (cite-os nominalmente, se possível), ajude-me no meu trabalho, nos meus estudos e em todos os afazeres. Me faz desapegado do dinheiro e da vaidade, e socorre-me nas minhas contas e compromissos. Livra-me da violência urbana, física, mental e espiritual, dando-me a saúde da alma. Olhe pelos que sofrem hoje e usa-me como auxílio a estes necessitados. Pelos sem casa, sem terra, sem família e pelos abandonados, doentes e famintos, vele por eles por mais esta noite que se inicia. Obrigado por me ouvir e me abençoar desde cedo por tudo que vivi hoje. Que eu possa testemunhar pelos que não crêem ou perderam a esperança.

Pai Nosso que estais nos Céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade assim na Terra como no Céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje, perdoai as nossa ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação mas livrai-nos do mal. Amém.

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio agora e sempre, por todos os séculos e séculos. Amém. 

Ó Maria, querida Mãe, Nossa Senhora e Co-redentora, cubra-me com seu manto de amor. A Senhora que é a Serva do Pai, a Mãe do Filho e a Esposa do Espírito Santo, me guardou no seu colo carinhoso e sempre intercedeu por minha família. Confio no seu contínuo socorro, pois é a Rainha da Paz. Ajude diariamente na minha conversão,  como já fez hoje, para que eu seja transformado por Jesus “de água para vinho” como pediu pelos noivos em Caná da Galiléia. Rogue por nós, ó Mãe amada, pois lhe venerando conseguirei com mais afinco a aprender servir o Cristo e adorá-lo!

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco; bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém.

Santo Anjo da Guarda, obrigado porque acompanhou-me por mais um dia, ó amigo inigualável que nunca me abandonou (mesmo quando eu lhe esqueço). Obrigado por estar ao meu lado no combate espiritual. Hoje, como toda noite, peço-lhe que me livre das trevas do pecado e guie-me no caminho da Luz Divina. Ajude-me para que eu tenha uma santa noite e um bom descanso.

Santo Anjo do Senhor, meu zeloso guardador, se a ti me confiou a piedade divina, sempre me rege, me guarda, me governa e me ilumina. Amém.

Boa noite.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Foto: domínio público na Internet

– Hora de rezar, de pedir perdão e de agradecer.

Vir à Missa é momento de buscar a paz. De tentar se livrar das tormentas que nos assolam. E eu, em particular, peço a Deus:

Que eu perdoe quem me ofende, e que eu seja perdoado por ofender. 

Que a concórdia, a mansidão e o bom senso prevaleçam. 

Que eu tenha comportamentos cristãos adequados em todos os lugares e situações. 

Que a cruz que eu carrego seja sinal de misericórdia e perdão.

Que os meus instintos sejam guiados pelo Espírito Santo, não por sentimentos do Inimigo de Deus.

Que a paz de Cristo – que é a verdadeira paz – se faça presente hoje e sempre.

Que a intercessão da Mãe Maria leve aos Céus tais clamores,

Amém.

Reze, pois Deus nos ouve.

(Comunidade Nossa Senhora de Fátima, Bairro Medeiros – Jundiaí / SP).

– Por fora você mostra o seu interior!

Nós demonstramos com nossas atitudes o que somos. E diante disso, precisamos ter ações corretas.

Mas e se estivermos acomodados no mundo?

Uma reflexão

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Uma oração contra a ansiedade.

Quando nossa alegria dissipar e a tristeza querer tomar conta, reze!

Um modelo de prece, abaixo:

Imagem extraída do Instagram de feases_catolicasoficial

– Bom dia, 3ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que estão doentes, enfermos do corpo, da alma ou da mente. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

(Imagem da Imaculada Conceição – Catedral Nossa Senhora do Desterro, Jundiaí/ SP . Autoria Pessoal).

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Oração da Manhã.

 

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Deus amado e querido; Trindade Santa que é Pai, Filho e Espírito Santo: obrigado por mais um dia a viver. Me permita gozar todas as coisas temporais e atemporais. Agradeço, principalmente, por me acolher e amar, pois sou um servo fraco e pecador. 

Pai Todo Poderoso, louvado seja pelo dom da vida, pela nossa casa, pela nossa família e pela nossa saúde. Obrigado por, mesmo eu sendo indigno, me ter dado pessoas maravilhosas para conviver. Perdoe pelos meus erros e minhas falhas, especialmente pelas vezes que me esqueço que a Providência Divina é infinita. Se o Senhor ama até os passarinhos e outras criaturas da natureza, como abandonaria nós, seus filhos? Ama-nos tanto, que deu seu Filho Amado, Jesus Cristo, como Redentor do Mundo!

Cristo, Cordeiro de Deus, Deus Filho, Único, Fiel e Verdadeiro, louvado e bendito seja porque mesmo antes de eu nascer, aceitou a cruz pela remissão dos meus pecados. Tu és meu Senhor, meu Guia, meu Mestre e Salvador. Quero ser seu discípulo sempre, para ser Sal da Terra e Luz do mundo. Não me deixe cair em tentação nos meus pensamentos neste novo dia que nasce, faz-me instrumento do seu amor. Perdoe-me pelas inúmeras vezes que me fiz surdo ao seu chamado e me fechei com um coração de pedra. O Senhor é a Água Viva que lava as minhas manchas, que me cura e me salva. Está com o Pai e com Ele nos dá tantas bençãos e Graças enviando-nos o Paráclito Divino!

Ó Espírito Santo, força dos humildes! Ilumina-me na jornada que se inicia, dando-me seus Dons para o serviço do Reino dos Céus já aqui nesta terra. Perdoa-me quando não usei meus talentos para o bem comum, ou quando me escondi do chamado da Evangelização. Capacita-me para que hoje eu seja melhor do que ontem, a fim de que minhas decisões, mesmo que incompreensíveis pela minha insignificância, sejam sábias pelo Auxílio Divino. Sabe o que é melhor para cada um de seus servos. Que eu seja dócil à sua ação em todos os lugares e momentos. Louvado, glorificado e adorado seja, ó Defensor dos Pobres, pois através do Senhor poderemos colher seus Frutos Celestiais. 

Enfim, Santíssima Trindade que é um só Deus em essência, trino em pessoas e infinito em misericórdia, abençoa minha família e amigos (cite-os nominalmente, se possível), socorre-me no meu trabalho, nos meus estudos e em todos os afazeres. Me faz desapegado do dinheiro e da vaidade, e ajude-me nas minhas contas e compromissos. Livra-me da violência urbana, física, mental e espiritual, dando-me a saúde da alma. Olhe pelos que sofrem hoje e usa-me como auxílio a estes necessitados. Pelos sem casa, sem terra, sem família e pelos abandonados, doentes e famintos, vele por eles por mais este dia que se inicia. Obrigado por me ouvir e me abençoar desde o nascer até o por do sol. Que eu possa testemunhar pelos que não crêem ou perderam a esperança.

Pai Nosso que estais nos Céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade assim na Terra como no Céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje, perdoai as nossa ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação mas livrai-nos do mal. Amém.

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio agora e sempre, por todos os séculos e séculos. Amém. 

Ó Maria, querida Mãe, Nossa Senhora e Co-redentora, cubra-me com seu manto de amor. A Senhora que é a Serva do Pai, a Mãe do Filho e a Esposa do Espírito Santo, me guarde no seu colo carinhoso e sempre interceda por minha família. Confio no seu contínuo socorro, pois é a Rainha da Paz. Ajude diariamente na minha conversão, como já fez ontem e fará hoje, para que eu seja transformado por Jesus “de água para vinho” como pediu pelos noivos em Caná da Galiléia. Rogue por nós, ó Mãe amada, pois lhe venerando conseguirei com mais afinco a aprender servir o Cristo e adorá-lo!

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco; bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém.

Santo Anjo da Guarda, obrigado porque acompanhou-me por mais uma noite, ó amigo inigualável que nunca me abandonou (mesmo quando eu lhe esqueço). Obrigado por estar ao meu lado no combate espiritual. Hoje, como todo dia, peço-lhe que me livre das trevas do pecado e guie-me no caminho da Luz Divina. Ajude-me para que eu tenha um santo dia e uma boa jornada.

Santo Anjo do Senhor, meu zeloso guardador, se a ti me confiou a piedade divina, sempre me rege, me guarda, me governa e me ilumina. Amém.

Bom dia.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Bom Dia Abençoado de Deus – Mensagens de Bom Dia

– Pare e Reze.

Onde estiver e sempre que puder, pare em uma igreja e faça uma oração! Fuja da dispersão espiritual.

Reservar cinco minutos para dar um pausa na correria humana, a fim de elevar sua espiritualidade, é fundamental!

(Aqui: Capela da Padroeira Nossa Senhora Aparecida, na Catedral Nossa Senhora do Desterro, Jundiaí /SP).

🙏🏻 #Fé #Catolicismo #Religião #Cristo

– Padre Júlio Lancellotti como Irmã Dulce!

Há muita similaridade com o que vem ocorrendo com o Padre Júlio (que faz um difícil trabalho com a Pastoral do Povo de Rua) com Santa Dulce dos Pobres.

Veja que texto interessante:

Extraído de: https://economia.uol.com.br/colunas/graciliano-rocha/2024/01/11/padre-julio.htm?utm_source=twitter&utm_medium=social-media&utm_campaign=noticias&utm_content=geral

MUITO ANTES DO PADRE JÚLIO, IRMÃ DULCE TAMBÉM FOI PERSEGUIDA POR VEREADOR

A tentativa de tornar o padre Júlio Lancelotti, vigário da Pastoral do Povo de Rua, alvo de uma CPI em ano eleitoral é o mais recente episódio de uma longa lista de investidas de políticos de baixo clero contra religiosos, movidas pelo interesse político imediato. Nem santo escapa.

Em 1984, Irmã Dulce (1914-1992) foi alvo de “acusação” de se apropriar de recursos públicos destinados ao custeio do hospital que ela construíra e liderava na capital baiana. A acusação vai entre aspas por causa da sua precariedade.

A denúncia, genérica, afirmava que ela recebia recursos do Inamps (Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social) e não os repassava para atividade-fim, o cuidado de pacientes internados. O autor da denúncia era um vereador que subiu à tribuna da Câmara de Vereadores da cidade. Era mentira da grossa.

Irmã Dulce teve pouco trabalho para isolar o aproveitador: mostrou os livros de contabilidade do Hospital Santo Antônio e de sua entidade mantenedora, as Obras Sociais Irmã Dulce, a jornalistas e vereadores. A lorota morreu de inanição.

Sucessivos presidentes da República e governadores da Bahia desde 1950 destinaram verbas para obras de construção e ampliação do hospital, mas Irmã Dulce sempre rejeitou ofertas de entes públicos para bancar o custeio do hospital.

O medo era que, ao receber dinheiro público para as operações, o Estado introduzisse também critérios que excluíssem as pessoas mais pobres de Salvador – a razão de existência daquela obra social.

Hoje pouca gente se lembra, mas antes da criação do SUS (Sistema Único de Saúde) só tinham direito a atendimento gratuito em hospitais públicos ou conveniados com o governo pessoas com carteira assinada. Os demais dependiam de hospitais tocados por entidades filantrópicas, como as Santas Casas ou por religiosos.

Irmã Dulce resistiu o quanto pôde à entrada de dinheiro do governo no hospital e só foi convencida a aceitar recursos do SUS, já no final da vida, quando o diretor do hospital Santo Antônio, Taciano de Campos, que também era seu médico pessoal, convenceu-a que o local já estava atendendo 80% dos pacientes do SUS e só não estava sendo remunerado por isso. Desconfiada e a contragosto, a freira aceitou a adesão.

A tentativa de levar o padre Júlio Lancelotti à CPI repete o método de criar uma desconfiança primeiro e tentar obter ganho eleitoral depois. No caso de Irmã Dulce, o difamador não foi reeleito.

Há similaridades e diferenças importantes entre os trabalhos pastorais de Irmã Dulce na Salvador do século 20 e do padre Júlio Lancelotti na São Paulo dos dias de hoje. A multiplicação da pobreza tornou os dois figuras públicas importantes, cortejadas e ao mesmo tempo temidas por políticos.

Entre 1920 e 1991, período que compreende a maior parte da vida da freira, a população de Salvador multiplicou-se por sete, sem que a cidade tenha se industrializado ou gerado empregos no ritmo das cidades do Sul e do Sudeste.

O resultado foi a eclosão de invasões, que é como muitos baianos ainda hoje chamam as favelas.\

Os barracos precários foram fincados na terra invadida tanto pelo sertanejo deportado a Salvador por sucessivas secas no interior entre os anos 1940 e 1970. Eles se juntaram ao grande contingente de descendentes de ex-escravizados abandonados à própria sorte após a Abolição (1888).

Dessas, a maior chaga urbana foi sem dúvida Alagados, batizada assim porque os pobres invadiram o leito do mar com palafitas, sujeitando-se às mais insalubres condições sanitárias da capital baiana à medida que o sobe-desce da maré era um vetor de doenças.

Foi a esse povo rejeitado que Irmã Dulce se dirigiu entre os anos 1950 e 1980, quase que diariamente para levar mantimentos, remédios, tratar doentes, dar vacinas, batizar crianças e prover, com o pouco que tinha em mãos, tudo aquilo que o Estado lhes negava.

Neste período da vida da freira, esses mantimentos e remédios vinham tanto de doações de pessoas comuns quanto de entidades católicas internacionais.

A explosão da pobreza nas ruas de São Paulo após a pandemia, agravando uma situação de caos social que persiste há décadas na cidade mais rica do país, também aumentou a projeção de Júlio Lancelotti.

Assim como a freira baiana, o padre Júlio é um hábil mobilizador de doações de anônimos e famosos para a causa dos pobres a quem assiste.

No campo terreno, o grande milagre de Irmã Dulce foi atrair o interesse de poderosos da política e do empresariado – como Norberto Odebrecht (1920-2014), José Sarney e Antonio Carlos Magalhães (1927-2007) – para a causa dos mais pobres. Foi graças à adesão deles à freira, e não o contrário, que Irmã Dulce ergueu a sua obra social.

Mas há diferenças importantes em como Irmã Dulce e padre Júlio entendem a pobreza com que lidam diariamente.

Nascida em 1914, poucas semanas antes da eclosão da Primeira Guerra Mundial e morta em 1992, meses após o colapso da União Soviética, Irmã Dulce foi fruto da mentalidade predominante no catolicismo na maior parte do século 20.

A freira rejeitava a luta de classes e pregava uma conciliação. Irmã Dulce morreu acreditando que a existência de ricos e pobres era um desígnio divino e a equação da desigualdade seria resolvida após a morte.

A visão da igreja progressista nos dias atuais, a que se filia o padre Júlio, está muito distante da doutrina social do catolicismo da formação de Irmã Dulce. A começar porque o comunismo perdeu status de principal inimigo do catolicismo a partir do concílio Vaticano Segundo (1962-1965). Com o fim da Guerra Fria, o chamado “socialismo real” da União Soviética e seus satélites foi rebaixado à condição de entulho.

O vento que sopra na Santa Sé hoje reabilitou religiosos críticos de ditaduras de direita, que haviam sido escanteados ao longo do pontificado de João Paulo 2º (1978-2005).

O processo de canonização do bispo Óscar Romero (1917-1980), morto por pistoleiros a serviço da ditadura de El Salvador, ficou parado por décadas em função das intrigas que o ligavam à Teologia da Libertação – corrente a que o jesuíta nunca pertenceu.

O papa Francisco declarou-o santo em 2019, mesmo ano em que a baiana Irmã Dulce também foi canonizada. Isso mostra que a política de canonizações do Vaticano nem sempre pode ser enquadrada em conceitos enganosos de direita e esquerda.

Na tentativa de enroscar o padre na confusão política promovida pela Câmara de Vereadores, o arcebispo de São Paulo, dom Odilo Scherer, agiu rápido para debelar o oportunismo político.

Dom Odilo jamais foi acusado de ser comunista. Nem de insensato. Tem tamanho prestígio na Igreja que seu nome foi cotado para suceder tanto João Paulo 2º, em 2005, quanto Bento 16, em 2013.

Quando os agressores do padre Júlio Lancelotti em redes sociais também acusaram dom Odilo de querer abafar a “investigação” sobre o padre, o arcebispo repôs a bola no chão com o seu estilo lacônico:

“Não estou querendo ‘abafar’ coisa nenhuma. Querem fazer a CPI das ONGs? Pois façam!”, escreveu em rede social. E em seguida repisou o óbvio: por que investigar um padre que não recebe recursos públicos?

Em abril de 2021, quando foi perguntado sobre o trabalho social do padre Júlio em uma entrevista ao Roda Viva (TV Cultura), o arcebispo tratou de jogar água fria nos que gostariam de ver o sacerdote canonizado antes da hora. Segundo ele, o trabalho não é do padre Júlio, mas da arquidiocese.

Em janeiro de 2023, num contexto inteiramente diferente, usou a mesmíssima frase para proteger o padre dos ataques políticos: “O padre faz seu trabalho em nome da arquidiocese de São Paulo”.

PS: O colunista é autor da biografia “Irmã Dulce, a Santa dos Pobres” (ed. Planeta).

Padre Julio Lancellotti

Foto: Instagram, do link acima. 

– As vontades de Deus.

Muitas vezes, não conseguimos entender as decisões de Deus. Mas tenhamos a certeza de que elas são perfeitas.

Um lembrete:

– Bom dia, 2ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que se sentem abandonados, ó Senhora bondosa. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– O Crescimento e a Maturidade da Fé, e a preocupação do “Mundanismo Espiritual”.

Quanto mais você se refugia no materialismo mundano e se deixa levar por refúgios e prazeres da vaidade, menos espaço você reserva para a ação divina em seu coração. E o processo é tão imperceptível que você aos poucos começa a questionar a própria existência da Providência Divina.

Disso, resultam as mágoas que se acumulam, a busca por algo que você não sabe o que é, a impiedade e o conforto (que é falso) nas coisas temporais, carnais ou transitórias que o mundo oferece.

Escrevi tudo isso ao ler um trecho da Exortação Apostólica sobre o Anúncio do Evangelho no Mundo Atual, de Novembro de 2013, onde o Papa Francisco trata disso (essa forma de Mundanismo) com o nome de “Mundanismo Espiritual“, onde se crê estar com Deus – mas com as vaidades mundanas influenciando e trazendo desvios.

EVANGELII GAUDIUM

Não ao mundanismo espiritual

93. O mundanismo espiritual, que se esconde por detrás de aparências de religiosidade e até mesmo de amor à Igreja, é buscar, em vez da glória do Senhor, a glória humana e o bem-estar pessoal. É aquilo que o Senhor censurava aos fariseus: «Como vos é possível acreditar, se andais à procura da glória uns dos outros, e não procurais a glória que vem do Deus único?» (Jo 5, 44). É uma maneira subtil de procurar «os próprios interesses, não os interesses de Jesus Cristo» (Fl 2, 21). Reveste-se de muitas formas, de acordo com o tipo de pessoas e situações em que penetra. Por cultivar o cuidado da aparência, nem sempre suscita pecados de domínio público, pelo que externamente tudo parece correcto. Mas, se invadisse a Igreja, «seria infinitamente mais desastroso do que qualquer outro mundanismo meramente moral».[71]

94. Este mundanismo pode alimentar-se sobretudo de duas maneiras profundamente relacionadas. Uma delas é o fascínio do gnosticismo, uma fé fechada no subjectivismo, onde apenas interessa uma determinada experiência ou uma série de raciocínios e conhecimentos que supostamente confortam e iluminam, mas, em última instância, a pessoa fica enclausurada na imanência da sua própria razão ou dos seus sentimentos. A outra maneira é o neopelagianismo auto-referencial e prometeuco de quem, no fundo, só confia nas suas próprias forças e se sente superior aos outros por cumprir determinadas normas ou por ser irredutivelmente fiel a um certo estilo católico próprio do passado. É uma suposta segurança doutrinal ou disciplinar que dá lugar a um elitismo narcisista e autoritário, onde, em vez de evangelizar, se analisam e classificam os demais e, em vez de facilitar o acesso à graça, consomem-se as energias a controlar. Em ambos os casos, nem Jesus Cristo nem os outros interessam verdadeiramente. São manifestações dum imanentismo antropocêntrico. Não é possível imaginar que, destas formas desvirtuadas do cristianismo, possa brotar um autêntico dinamismo evangelizador.

95. Este obscuro mundanismo manifesta-se em muitas atitudes, aparentemente opostas mas com a mesma pretensão de «dominar o espaço da Igreja». Nalguns, há um cuidado exibicionista da liturgia, da doutrina e do prestígio da Igreja, mas não se preocupam que o Evangelho adquira uma real inserção no povo fiel de Deus e nas necessidades concretas da história. Assim, a vida da Igreja transforma-se numa peça de museu ou numa possessão de poucos. Noutros, o próprio mundanismo espiritual esconde-se por detrás do fascínio de poder mostrar conquistas sociais e políticas, ou numa vanglória ligada à gestão de assuntos práticos, ou numa atracção pelas dinâmicas de auto-estima e de realização autoreferencial. Também se pode traduzir em várias formas de se apresentar a si mesmo envolvido numa densa vida social cheia de viagens, reuniões, jantares, recepções. Ou então desdobra-se num funcionalismo empresarial, carregado de estatísticas, planificações e avaliações, onde o principal beneficiário não é o povo de Deus mas a Igreja como organização. Em qualquer um dos casos, não traz o selo de Cristo encarnado, crucificado e ressuscitado, encerra-se em grupos de elite, não sai realmente à procura dos que andam perdidos nem das imensas multidões sedentas de Cristo. Já não há ardor evangélico, mas o gozo espúrio duma autocomplacência egocêntrica.

96. Neste contexto, alimenta-se a vanglória de quantos se contentam com ter algum poder e preferem ser generais de exércitos derrotados antes que simples soldados dum batalhão que continua a lutar. Quantas vezes sonhamos planos apostólicos expansionistas, meticulosos e bem traçados, típicos de generais derrotados! Assim negamos a nossa história de Igreja, que é gloriosa por ser história de sacrifícios, de esperança, de luta diária, de vida gasta no serviço, de constância no trabalho fadigoso, porque todo o trabalho é «suor do nosso rosto». Em vez disso, entretemo-nos vaidosos a falar sobre «o que se deveria fazer» – o pecado do «deveriaqueísmo» – como mestres espirituais e peritos de pastoral que dão instruções ficando de fora. Cultivamos a nossa imaginação sem limites e perdemos o contacto com a dolorosa realidade do nosso povo fiel.

97. Quem caiu neste mundanismo olha de cima e de longe, rejeita a profecia dos irmãos, desqualifica quem o questiona, faz ressaltar constantemente os erros alheios e vive obcecado pela aparência. Circunscreveu os pontos de referência do coração ao horizonte fechado da sua imanência e dos seus interesses e, consequentemente, não aprende com os seus pecados nem está verdadeiramente aberto ao perdão. É uma tremenda corrupção, com aparências de bem. Devemos evitá-lo, pondo a Igreja em movimento de saída de si mesma, de missão centrada em Jesus Cristo, de entrega aos pobres. Deus nos livre de uma Igreja mundana sob vestes espirituais ou pastorais! Este mundanismo asfixiante cura-se saboreando o ar puro do Espírito Santo, que nos liberta de estarmos centrados em nós mesmos, escondidos numa aparência religiosa vazia de Deus. Não deixemos que nos roubem o Evangelho!

Não à guerra entre nós

98. Dentro do povo de Deus e nas diferentes comunidades, quantas guerras! No bairro, no local de trabalho, quantas guerras por invejas e ciúmes, mesmo entre cristãos! O mundanismo espiritual leva alguns cristãos a estar em guerra com outros cristãos que se interpõem na sua busca pelo poder, prestígio, prazer ou segurança económica. Além disso, alguns deixam de viver uma adesão cordial à Igreja por alimentar um espírito de contenda. Mais do que pertencer à Igreja inteira, com a sua rica diversidade, pertencem a este ou àquele grupo que se sente diferente ou especial.

99. O mundo está dilacerado pelas guerras e a violência, ou ferido por um generalizado individualismo que divide os seres humanos e põe-nos uns contra os outros visando o próprio bem-estar. Em vários países, ressurgem conflitos e antigas divisões que se pensavam em parte superados. Aos cristãos de todas as comunidades do mundo, quero pedir-lhes de modo especial um testemunho de comunhão fraterna, que se torne fascinante e resplandecente. Que todos possam admirar como vos preocupais uns pelos outros, como mutuamente vos encorajais, animais e ajudais: «Por isto é que todos conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros» (Jo 13, 35). Foi o que Jesus, com uma intensa oração, pediu ao Pai: «Que todos sejam um só (…) em nós [para que] o mundo creia» (Jo 17, 21). Cuidado com a tentação da inveja! Estamos no mesmo barco e vamos para o mesmo porto! Peçamos a graça de nos alegrarmos com os frutos alheios, que são de todos.

100. Para quantos estão feridos por antigas divisões, resulta difícil aceitar que os exortemos ao perdão e à reconciliação, porque pensam que ignoramos a sua dor ou pretendemos fazer-lhes perder a memória e os ideais. Mas, se virem o testemunho de comunidades autenticamente fraternas e reconciliadas, isso é sempre uma luz que atrai. Por isso me dói muito comprovar como nalgumas comunidades cristãs, e mesmo entre pessoas consagradas, se dá espaço a várias formas de ódio, divisão, calúnia, difamação, vingança, ciúme, a desejos de impor as próprias ideias a todo o custo, e até perseguições que parecem uma implacável caça às bruxas. Quem queremos evangelizar com estes comportamentos?

101. Peçamos ao Senhor que nos faça compreender a lei do amor. Que bom é termos esta lei! Como nos faz bem, apesar de tudo amar-nos uns aos outros! Sim, apesar de tudo! A cada um de nós é dirigida a exortação de Paulo: «Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem» (Rm 12, 21). E ainda: «Não nos cansemos de fazer o bem» (Gal 6, 9). Todos nós provamos simpatias e antipatias, e talvez neste momento estejamos chateados com alguém. Pelo menos digamos ao Senhor: «Senhor, estou chateado com este, com aquela. Peço-Vos por ele e por ela». Rezar pela pessoa com quem estamos irritados é um belo passo rumo ao amor, e é um acto de evangelização. Façamo-lo hoje mesmo. Não deixemos que nos roubem o ideal do amor fraterno!

Imagem extraída de Canção Nova . com

– Liturgia Diária de 14/01/2024: II Domingo depois da Epifania.

Domingo de 2ª Classe – Missa Própria Jesus Cristo é o Rei da criação, e por isso, toda a terra O deve adorar e louvar como a seu Redentor (Introito, …

Continua em: Liturgia Diária – 14/01/2024 – II Domingo depois da Epifania

– Bom dia, domingo (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que perderam a fé e não crêem em mais nada. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Qual a maior vitória que podemos obter?

Gostei muito desse pensamento de Santo Inácio de Loyola sobre “batalhas”.

De tantas lutas que enfrentamos na vida, nenhuma será maior do que a nossa… conosco mesmo!

Abaixo:

– Sábado é dia dedicado à devoção de Nossa Senhora.

A Igreja Católica devota o sábado às preces marianas. E você sabe por quê?

Abaixo, extraído de: https://arqbrasilia.com.br/a-devocao-a-nossa-senhora-no-sabado/

A DEVOÇÃO A NOSSA SENHORA NO SÁBADO

por Aloísio Parreiras

A Igreja tem por costume dedicar o dia de sábado à devoção a Nossa Senhora. A razão dessa devoção é simples e está relacionada ao evento da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, pois no Sábado, depois da Sexta-Feira Santa, a Virgem Maria foi a única pessoa que permaneceu firme, em sua fé, esperando a ressurreição de Jesus Cristo. Aquele Sábado Santo foi o dia em que Nossa Senhora permaneceu sozinha em oração, sem ter a presença física de Jesus ao seu lado e, por isso, esse dia foi considerado o Sábado da solidão, do deserto, da morte e do luto. Foi o dia em que Maria Santíssima chorou e sofreu pela ausência de seu Filho.

No Sábado que precedeu a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, somente Nossa Senhora, em toda a Terra, personificou a Igreja Católica, pois, como nos contam os Evangelhos, depois da morte de Cristo, os Apóstolos, os Discípulos e as Santas Mulheres titubearam na fé, esqueceram as promessas de Cristo referentes à Sua ressurreição e se trancaram em suas casas com medo de serem perseguidos.

Naquele Sábado Santo, ou melhor, desde a Sexta-Feira Santa, Nossa Senhora não vacilou, em nenhum momento, na firmeza da fé. Ela continuou firme na certeza de que, por ser Deus, Cristo iria ressuscitar no Domingo, anunciando uma nova alvorada. Mesmo tendo conhecimento de que os Apóstolos estavam vivenciando a hora trágica da dúvida, a Virgem Maria continuou meditando, no silêncio e no abandono, esperando o raiar dos primeiros raios da ressurreição do Senhor.

Com o desenvolvimento da História da Igreja, muitos fiéis passaram a celebrar o dia de sábado com muitos atos de piedade cristã, em honra da Santa Mãe de Deus. São João Damasceno, no século VIII, em seus escritos, faz referência à celebração do sábado dedicado a Maria na Igreja do Oriente. Posteriormente, encontramos nos livros litúrgicos dos séculos IX e X missas em honra de Maria no sábado. Nos séculos XII e XIII, os grandes teólogos, tais como São Bernardo, São Tomás de Aquino e São Boaventura, explicavam a dedicação dos sábados a Nossa Senhora, evidenciando o tempo do descanso do Cristo no túmulo. Naquele Sábado, todas as pessoas haviam abandonado Cristo; apenas a Virgem Maria continuou a acreditar e, por isso, este é o seu dia. No século XVI, mais precisamente em 1570, o Missal Romano de São Pio V apresentou uma Liturgia da Missa de Nossa Senhora nos Sábados.

Em pleno século XX, nas aparições de Nossa Senhora, em Fátima, nos dias 13 de junho e 13 de julho de 1917, Nossa Senhora solicitou à vidente Lúcia que divulgasse o costume de dedicar os sábados em sua honra e devoção. Pediu também que, em especial, nos sábados, rezássemos o terço em reparação dos pecados: “Jesus quer estabelecer no mundo a devoção do meu Imaculado Coração. Se fizerem o que eu vos disser, muitas almas serão salvas e haverá paz. Voltarei para pedir a consagração da Rússia ao meu Coração Imaculado e a devoção reparadora dos primeiros sábados”.

Atendendo aos pedidos e clamores de Nossa Senhora de Fátima, muitos fiéis católicos passaram a incluir e valorizar as devoções marianas no dia de sábado, entre outras, as mil Ave-Marias, o Rosário em família, a oração do Ofício da Imaculada, os cinco sábados em devoção à Virgem, a participação na Eucaristia e a realização de obras de misericórdia em favor do próximo.

O Ofício da Imaculada, que rezamos aos sábados, é a Liturgia opcional de devoção a Maria que é rezada pelos sacerdotes, monges e freiras. Na recitação do Ofício da Imaculada, todos nós somos chamados a participar. Nesta prece, recitam-se os salmos, leituras, hinos e orações para honrar a Santa Maria, Mãe de Deus.

Por meio do exercício da oração do Rosário, que nos sábados possui um aroma mais mariano, nós aprendemos com a Virgem Mãe a colocarmos o Cristo no centro de nossas vidas e de todas as coisas. Quando dobramos os nossos joelhos e rezamos o Rosário, nós revivemos os momentos significativos da História da Salvação, percorrendo as várias etapas da vida e da missão de Jesus, ou seja, participamos, de alguma forma, da conversão dos pecados e na construção da paz no mundo.

Hoje, mais do que nunca, o mundo precisa de orações. Hoje, mais do que nunca, devemos recorrer a Nossa Senhora, pois Ela é a cheia de graças, a onipotência suplicante, que nos ensina a caminhar, mesmo em meio às tempestades, com a firmeza da fé. Juntos da Virgem Mãe, nós aprendemos que quem pede uma graça a Deus, deve antes de tudo acreditar que será atendido. Deve ter fé que, no tempo oportuno, Deus ouvirá.

Contemplando a pessoa da Virgem Maria na solidão do Sábado Santo, nós aprendemos que quem tem fé aguarda, não vacila, não se amedronta, ama e espera. Naquele Sábado Santo, Ela confirmou a solidez de sua fé, mesmo diante das trevas da morte e, por isso, contemplou a noite por excelência da fé e da esperança. Enquanto tudo estava mergulhado na escuridão, a Virgem Mãe vigiava. Vigiando, ao chegar os primeiros raios do esperado Domingo da Ressurreição, a Virgem Maria, certamente, se encontrou com o Cristo vivo e Ressuscitado e participou efusivamente da alegria da Ressurreição.

Mãe amada, Nossa Senhora do Sábado, fazei que também nós vigiemos no silêncio das noites escuras, crendo e esperando na Palavra e nas promessas de Cristo. Agindo assim, nós encontraremos, no tempo anunciado, na plenitude da luz e da vida, o nosso Redentor, primícias dos ressuscitados, que reina com o Pai e o Espírito Santo pelos séculos dos séculos. Amém!

Imagem extraída de: https://arquidiocesedeteresina.org.br/2017/05/30/maria-e-a-mae-da-alegria/

– Bom dia, sábado (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que perderam a alegria de viver e deixaram de sonhar. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Não alimente as proporções de um erro.

Quando a questão for “alimentar o pecado” ou “amanhã eu paro de fazer”, lembre-se: o erro sempre aumenta de proporção e tamanho.

Uma imagem emblemática:, fazendo analogia de “como o que não é certo” nos engole.

– Lembre-se dEle!

Onde quer que esteja, se ver uma cruz, lembre-se: Aquele que ali um dia foi pregado, ressuscitou. A Esperança vive!

Tenha fé.

🙏🏻 #Vida

– A gula é a loucura do ventre!

Na catequese sobre vícios, o Papa Francisco condenou a gula, E olhe só o que ele disse, abaixo:

(Extraído de: https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2024-01/audiencia-geral-catequese-papa-francisco-10-janeiro-2024.html).

PAPA: A GULA É A LOUCURA DO VENTRE

Ao dar continuidade no percurso de catequeses sobre vícios e virtudes, o Papa Francisco, nesta quarta-feira, 10 de janeiro, concentrou sua reflexão no vício da gula.

O Santo Padre introduziu a meditação fazendo referência aos textos dos evangelhos: “observemos Jesus e o seu primeiro milagre nas bodas de Caná, Ele revela a sua simpatia pelas alegrias humanas, se preocupa para que a festa termine bem e dá aos noivos uma grande quantidade de um vinho muito bom, diferente de João Batista”, sublinhou o Papa, “lembrado pela sua ascese, enquanto ele comia o que encontrava no deserto, Jesus é o Messias que vemos muitas vezes à mesa”.

“O comportamento de Jesus causa escândalo”, completou Francisco, “porque Ele não só é benevolente para com os pecadores, mas até mesmo come com eles; e este gesto demonstrava o seu desejo de comunhão e proximidade com todos”.

“Jesus quer que sejamos alegres na sua companhia; mas quer também que participemos de seus sofrimentos, que são também os sofrimentos dos pequenos e dos pobres. Jesus é universal.”

É preciso cultivar uma boa relação com a alimentação

Ao recordar que o Cristianismo não contempla a distinção entre alimentos puros e impuros, o Papa falou sobre a atenção que devemos ter com a alimentação, que não deve estar voltada apenas para a comida em si, mas para a nossa relação com ela:

“Quando uma pessoa tem um relacionamento desordenado com a comida, come apressadamente, como com vontade de se saciar, mas nunca se sacia: é escrava da comida.”

As doenças relacionadas à gula

Esta relação serena que Jesus estabeleceu em relação à alimentação deve ser redescoberta e valorizada, notou Francisco, especialmente nas sociedades do chamado bem-estar, onde se manifestam muitos desequilíbrios e patologias:

“Comemos demasiado, ou demasiado pouco. Muitas vezes comemos sozinhos. Os distúrbios alimentares estão a espalhar-se: anorexia, bulimia, obesidade… E a medicina e a psicologia tentam resolver a má relação com a comida, que é a raiz de muitas doenças”.

O Santo Padre recordou que essas são doenças, muitas vezes dolorosas, que estão principalmente ligadas aos tormentos da psique e da alma, e sublinhou:

“Como Jesus ensinava, não são os alimentos em si que fazem mal, mas a relação que temos com eles.”

Um pecado social 

Francisco recordou que a relação que temos com a alimentação é a manifestação de algo interior e revela “a empatia de quem sabe repartir a comida com o necessitado, ou o egoísmo de quem guarda tudo para si”, e completou: “Diz-me como comes e eu te direi que alma tens”.

Ao abordar o vício da gula do ponto de vista social, o Pontífice observou que este pecado “está matando o planeta” e compromete “o futuro de todos”.

“Nós nos apoderamos de tudo, para nos tornarmos donos de tudo, enquanto tudo foi entregue para nossa custódia, não para a exploração.”

Francisco recordou que os Padre da Igreja chamavam a gula de  “gastrimargia”, um termo que pode ser traduzido como “loucura do ventre”, e exortou a todos sobre um mal que atinge a sociedade atual: 

“Eis então o grande pecado, a fúria do ventre: renunciamos ao nome de homens, para assumir outro, o de ‘consumidores’. Nem mesmo percebemos que alguém começou a nos chamar assim.”

Vigilância e sobriedade  

No fim de sua reflexão o Papa enfatizou que fomos feitos para ser homens e mulheres “eucarísticos”, capazes de agradecer, discretos no uso da terra, porém nos transformamos em predadores, “atualmente estamos nos dando conta de que essa forma de gula tem causado muitos danos ao mundo”.

Peçamos ao Senhor que nos ajude no caminho da sobriedade para que todas as formas de gula não tomem conta de nossas vidas, concluiu Francisco.

Imagem extraída de: http://colorindonuvens.com/blog/2014/08/23/arte-os-sete-pecados-capitais-como-voce-nunca-viu/

– Liturgia Diária de 12/01/2024.

MISSA DA FÉRIA 4ª Classe – Missa do I Domingo depois da Epifania Celebra-se hoje a Epifania, a manifestação da Divindade do Menino, aos doutores: o …

Continua em: Liturgia Diária – 12/01/2024

– Bom dia, 6ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que são vítimas de injustiças e crimes. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– “Retirem os celulares durante as refeições e conversem uns com os outros”, diz o Papa!

Repost de 3 anos, mas atual:

E quando as famílias se reúnem para comer e os celulares dominam a mesa?

E quando os celulares são prioridades nas rodas de conversa?

E quando as orações se dispersam por conta dos telefones?

E quando até o Papa precisa pedir moderação?

Sobre o uso dos celulares ao invés da conversa diária, no sermão do Papa Francisco,

em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/12/29/recolham-os-celulares-durante-as-refeicoes-e-conversem-uns-com-os-outros-pede-o-papa.ghtml?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_campaign=g1

Papa Francisco durante sermão, no dia 29 de dezembro de 2019 — Foto: Gregorio Borgia/AP

Papa Francisco durante sermão, no dia 29 de dezembro de 2019 — Foto: Gregorio Borgia/AP. Extraído de G1 (citação cima).

– 5a feira de Adoração ao Santíssimo Sacramento.

Hoje é quinta-feira, dia de adorar Jesus Eucarístico, como pede a Igreja Católica. 

Que tal uma prece ao Senhor, que está presente na Hóstia Sagrada?

ORAÇÃO AO CRISTO SACRAMENTADO

Meu Jesus Cristo, Filho de Deus vivo, eis-­me aqui em companhia da Santíssima Virgem, dos Anjos, dos Santos do Céu e dos justos da Terra, para visitar-­Vos e adorar-Vos nesta Hóstia Consagrada. Creio firmemente que estais tão presente, poderoso e glorioso como estais no Céu; e pelos Vossos méritos, espero alcançar a glória eterna, seguindo em tudo Vossas divinas inspirações; e em agradecimento de Vosso divino amor, quero amar-­Vos com todo o meu coração e minha alma, potências e sentidos.

Suplico-­Vos, Salvador de minha alma, pelo Sangue precioso que derramastes em Vossa circuncisão e em Vossa Santíssima Paixão, que exerciteis comigo este ofício de Salvador, dando-­me, pela intercessão de Vossa Santíssima Mãe, os dons da oração juntamente com a perseverança, para que, quando deixar esta vida, me guieis à glória eterna que gozais no Céu.

Exposição do Santíssimo Sacramento na Igreja Nossa Senhora do Rosário, em Jundiaí – SP. Arquivo pessoal.