– Sorriso Matutino em dias de leveza!

Olhos bem abertos e sorriso no rosto: acordar assim sempre é muito legal!

A vida é cheia de ciclos. Quando crianças, a gente vê os filhos de um jeito. Quando adolescentes, de outro.

Antes, quando bebês, as brincadeiras são muito mais bobinhas. Quando maiores, “a bobeira da idade” toma conta deles e as situações mudam. Mas o que não pode mudar é: a doçura de viver a vida.

Estou em dias de leveza (ou de precisar dela). E que a labuta diária seja leve como esse bom dia da minha filha Marina!

– Paisagismo

Com essa paisagista e suas mãozinhas mágicas, a decoração ficará perfeita!

Ela trabalha com seriedade e profissionalismo. A menininha não brinca em serviço.

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❤️ #filha #daughter #amor #carinho #reforma #casanova #lardocelar #kids

– Acordar cedo e sorrindo: que bom!

Quem acorda cedinho com um pique desse?

Olhe o sorriso de uma menininha que sempre está de bem com a vida.

É isso que vale a pena no dia-a-dia: ver as crianças felizes!

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💖 #carinho

– Primeira Comunhão.

Que alegria! Ontem, nossa filha Marina Porcari recebeu sua Primeira Eucaristia.

Pão dos Anjos, Alimento do Céu, é motivo de orgulho para nós observarmos o Corpo de Cristo como,  a partir de agora, um hábito sacramental para ela.

E, para comemorarmos, um bolo bem personalizado em família!

Veja que delícia:

Obrigado, Senhor, pela nossa família!

– A Pureza das Crianças.

Esses dois… a Estela viu o Miguel, ele pegou uma flor para ela, que retribuiu com um abraço nele!

Nada combinado. Tudo com a pureza das crianças.

Ah, se fôssemos como elas… o mundo seria bem melhor: pacífico, amoroso e sincero 😉.

– #tbt de Bagunça!

Acho que alguém fez bagunça… essa carinha demonstra que veio arte por aí!

Filhos são sempre nossa esperança de momentos melhores!

– Árvore de Natal!

As decorações natalinas começam timidamente a aparecer. Para desespero dos adultos, começamos a pensar nas contas e despesas do final de ano. Para as crianças, motivo de alegria.

Vejam só a carinha do Miguel e da Estela: o que será que planejam com esses sorrisos sapecas?

Pobre Papai Noel… se ele aparecer na frente deles, será atropelado pela bagunça!

– Deliciosas Rãs.

Quem gosta?

Hoje, almoçamos deliciosamente em família, matando a saudade de comer… RÃ!

Fomos no Bar do “Tchê do Peixe”, no Distrito do Jacaré, na cidade de Cabreuva/SP. A porção (que é bem grande) custa R$ 60,00, mas vale a pena. Tinha “gosto de infância”, pois lembrava de quando minha mãe fazia rãs, trazidas pelo meu avô Manelão.

Veja só se não dá água na boca:

E também:

– Independência.

E quando você flagra sua filha fazendo a mamadeira sozinha?

O empoderamento, pelo visto, começou cedo por aqui!

E ainda reclamou que não precisa de ajuda 😦!!! Uau…

🍼 #amor #leite #desenvolvimento #infância #criança #bebê

– Mamadeira divertida.

Uma carinha de quem está se divertindo mamando…

Como é gostoso amar e ser amado!

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#amor #família #carinho #filha #leite #sorriso

– O que temos para comer?

Linguiça? Polenta? E justo nesta hora do almoço? 

Hum… que delícia… 

Preparar a comida para as crianças não é obrigação de pai, é diversão!

Um vídeo carinhoso da minha filha, em: https://youtu.be/wxXe0OikB4Y

– Carrapatinha…

Dizer que uma criança “é um carrapatinho”, significa que ela adora ficar “grudadinha” com alguém.

Minha Maria Estela é assim: acorda cedo, dorme tarde e fica 24h “ligadinha” para brincar. E hoje bem cedo, quando eu perguntei se eu poderia sair de casa… ô resposta natural!

Veja só a imagem auto-explicativa:

💖 #carinho

– #tbt 3: Engatinhando!

Minha Estelinha, a filha mais nova, está com 3 anos e meio. Não para quieta, “conversadeira e sapeca”, andando por todos os lados e adorando uma bagunça.

Nas lembranças de #tbt das 5as feiras, me apareceu essa foto legal, aprendendo a engatinhar!

Parece que foi há tanto tempo, e ao mesmo tempo, parece pouco.

Viva a vida!

– #tbt 1: Alguém quer Pizza?

Como quinta-feira é dia de #tbt, relembrando de uma noite das “Pizzaiolas Vovó e Netinha!”

Que dia legal! Com as duas, o jantar foi muito divertido!

15 - 1

🍕 ‪#‎pizza‬ ‪#‎vovó‬ #‎cozinheira‬ ‪#‎alegria‬ #‎família‬

– Amor.

Modéstia à parte, a filha mais velha está linda!

Como eu te amo, minha querida Marina Porcari.

Devemos viver a vida assim: com leveza e alegria!

❤️#família #sorriso #daughter #pai #carinho

– Dia Especial

Há 4 anos… um momento incrível na vida de qualquer pessoa! Relembrando:

Tem algo mais gostoso do que ouvir pela primeira vez o coraçãozinho do seu nascituro?

Escutamos o do nosso (a) segundo (a) filho (a).  A emoção, claro é indiscritível!

E ao chegar o trabalho, eis que encontro no mural um lembrete ao papai da minha primogênita:

Preciso do que mais para ser feliz?

– Um sorriso matinal!

Toda a graça e a beleza de uma bebê que acordou bem cedo (e a 1000/h)!

Cachinhos descabelados, chinelo fora do tamanho, mas com um sorriso único!

Minha Estelinha sempre acorda de bom humor e com muita energia. Glória a Deus!

💖 #amor #carinho #criança #family

– Felicidade.

Legenda da foto? Claro, abaixo:

“Sim, sou gordinha, alegre e de cabelo arrepiado”.

Essa é a Maria Estela Porcari, uma garotinha muito sapeca, que enche nossa vida de alegria.

A propósito: pai é sempre coruja. E como não ser com esse sorriso?

🥰 #filha #daughter #amor #carinho #família #felicidade #alegria #diversão

– Selfie Kids.

Acordar bem cedinho e ganhar este sorriso não tem preço.

A selfie que a minha filhotinha Estela tirou as 07h da matina, é inspiradora. Veja só a alegria da bebê!

Amenidades de sábado que nos deixam felizes. Uma risada com pureza nos faz muito realizados.

– Faça seus pedidos!

O Poço dos Desejos!

A Estela pediu uma boneca Lol, o Miguel um trator bem grande e o Lorenzo um carro de verdade.

E os pais?

Pediram paciência e moderação. O que mais poderia ser…?

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– #tbt: Simplicidade da vida: Aprendendo a Pedalar!

Tem coisa mais gostosa e divertida do que um pai ensinando a filha a pedalar?

Muito bom:

– Girafas!

O fascínio das nossas crianças com a girafa é impressionante!

Com tantos bichos, foram e “reforam” várias vezes ver a pescoçuda no zoológico. Nem precisa de outros animais no zoo. Só ela já é suficiente…

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#animal #diversão #filhos

– Inocência e Carinho.

As crianças são puras e sinceras, amorosas e contagiantes em entusiasmo!

Prova disso? Meu sobrinho Miguel, mostrando seu inocente desenho do “tio Rafa passeando em família”. Iremos juntos, mas não sabemos onde ou quando. Apenas juntos 💙.

Precisa muita coisa para um pequeno ser feliz? Somente carinho e um pouco de atenção…

– Ditão, versão 7.0

Ditão, 70 anos!

Ter um sogro como eu tenho é ter um segundo pai de verdade. Um amigo, um ombro para suporte, um homem acolhedor.

Vida longa às pessoas inspiradoras como ele! E, feliz aniversário, seu Benedito.

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– Outro acerto, sem dúvida.

Há pouco fiz a postagem como pai babão, falando da filhota mais velha. E quando a filhotinha mais nova acorda e diz que “sonhou a noite inteira que estava brincando de superpai e superfilha”?

Ô vida que vale a pena… Graças a Deus!

Meu mundo cor-de-rosa:

– Um acerto, sem dúvida.

Quando a gente acorda e encontra mimos das crianças (relembrando dias atrás), tem certeza que a vida tem valido a pena.

Coisas simples, e ao mesmo tempo, profundas. Por exemplo, esse singelo bilhetinho da filha mais velha “re-achado”:

– Muito ânimo!

Acordar com esse pique não é para todas as crianças…

Charmosa e simpática, contrastando com o feioso e bronco: eis nossa Estela-Estrelinha com o Papai-Manézão.

A legenda desta foto poderia ser: “A Bela e a Fera”. Perfeita descrição.

❤️ #carinho

– Sorrisos com Sling!

Tem algo mais contagiante do que o sorriso de uma criança?

Filhos, sobrinhos, pequenos, sapecas, espoletas… são bençãos de Deus em nossa vida!

Minha querida irmã @priscilaporcari com a Maria Estela e o Miguel, neste clique tão legal. Eles se divertiram.

Ops: perceberam que ali tem um sling? A Pri é especialista no uso dele, na prática do Baby Fusion e vende materiais também. Contatem ela!

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❤️💙 #fun #family #diversão #amor #children #carinho

– A Naprotecnologia: um método aceito pelo Catolicismo como opção à “fertilização in vitro”

Tenho muitos amigos que, quando casados, descobriram que não podem ter filhos. Uma das soluções mais simples foi o nobre e generoso método da adoção.

A Igreja Católica possui algumas restrições à reprodução artificial, e àqueles que não desejam ferir o preceito religioso, segue uma boa alternativa.

Extraído de:

https://padrepauloricardo.org/blog/fertilizacao-in-vitro-com-os-dias-contados?utm_campaign=informativo_out_2018_iii&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

FERTILIZAÇÃO “IN VITRO” COM OS DIAS CONTADOS!

Levando em conta a porcentagem de nascimentos entre casais que seguem os tratamentos, seu índice de êxito é o dobro em comparação à fecundação assistida; seu custo é onze vezes menor, apesar de ela ser realizada por poucos médicos em todo o mundo; ela foi boicotada pelos lobbies da proveta e tem sido ignorada pelos sistemas de saúde nacionais. A naprotecnologia nasceu nos Estados Unidos e chegou à Europa há alguns anos, mas segue enfrentando o preconceito de quem a considera uma abordagem confessional da medicina, condicionada por dogmas religiosos.

Nada mais longe da realidade. É verdade que as práticas da naprotecnologia conformam-se rigorosamente à bioética católica; todavia, está comprovado que sua abordagem do problema da esterilidade é científica e clinicamente mais rigorosa do que aquela praticada no âmbito da fecundação assistida. Até por isso ela é mais eficaz: as estatísticas o confirmam.

“A diferença entre a naprotecnologia e a fecundação in vitro consiste no fato de que na primeira a questão fundamental é o diagnóstico das causas de infertilidade”, explica Phill Boyle, ginecologista irlandês que ministra os cursos de formação em naprotecnologia para médicos de toda a Europa, em uma clínica da cidade de Galway. “O que se procura é uma explicação médica do por que um casal não consegue procriar, cuidando assim de eliminar o problema e ‘ajustar’ o mecanismo natural, devolvendo-lhe a harmonia.”

“No procedimento in vitro, ao contrário, o diagnóstico das causas não tem importância, os médicos querem simplesmente ‘ignorar o obstáculo’, levando a cabo uma fecundação artificial. Na naprotecnologia, o tratamento resolve o problema do casal, que depois pode ter outros filhos. Com o método in vitro, os cônjuges não se curam e seguem sendo um casal estéril, e para ter mais filhos deverão sempre confiar em um laboratório.”

“A naprotecnologia é a verdadeira fecundação assistida”, ironiza a ginecologista Raffaella Pingitore, a maior especialista de língua italiana no método, e que atua na clínica Moncucco, na cidade suíça de Lugano. “No sentido de que assistimos a concepção do início ao fim, ou seja, desde a fase de distinção dos marcadores de fertilidade na mulher até as intervenções farmacológicas e/ou cirúrgicas necessárias para permitir que o casal chegue de um modo natural à concepção.”

O nome do método deriva do inglês natural procreation technology, “tecnologia de procriação natural”. Mais que uma tecnologia, é um conjunto de técnicas diagnósticas e intervenções médicas que tem como objetivo discernir a causa da infertilidade e sua remoção específica.

Começa-se com as tabelas do modelo Creighton, que descrevem o estado dos biomarcadores da fecundidade durante todo o ciclo menstrual da mulher, e que se baseiam principalmente na observação do estado do muco cervical, feita pela própria mulher. O pilar que sustenta toda a naprotecnologia é a capacidade da mulher de se observar: ela é formada para isso na parte inicial do percurso. As tabelas corretamente preenchidas, com o estado do muco cervical dia após dia e os outros dados, são a base de todos os passos sucessivos. A partir disso já é possível diagnosticar carências hormonais, insuficiências lúteas e outros problemas passíveis de serem tratados com a receita dos hormônios que faltam.

Se a infertilidade persiste, prossegue-se com o exame detalhado do nível dos hormônios no sangue, a ecografia da ovulação e a laparoscopia avançada. Podem ser necessárias, então, intervenções de microcirurgia das trompas ou de laparoscopia avançada para remover as partes prejudicadas pela endometriose. O resultado final é uma porcentagem de nascidos vivos entre 50 e 60% do total dos casais que realizam os tratamentos durante no máximo dois anos (mas a maior parte concebe no primeiro ano), contra uma média de 20 a 30% entre os que recorrem aos ciclos da fecundação in vitro (em geral, seis ciclos).

“Uma das coisas que mais me escandaliza é a ampla negligência que existe no diagnóstico das causas de infertilidade”, explica Raffaella Pingitore. “Hoje, depois de poucos exames práticos, a mulher é encaminhada aos centros de fecundação assistida. Chegamos ao ponto de, há alguns anos, a ‘Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva’ (American Society for Reproductive Medicine) ter declarado a insuficiência lútea como inexistente, porque não podia ser ‘cientificamente’ diagnosticada. Nós temos condições de diagnosticá-la porque envolvemos a mulher e pedimos a ela que observe e descreva diariamente o estado de seu muco cervical. Esse procedimento nos permite diagnosticar a insuficiência lútea. Mas isso para muitos médicos é impensável: eles se limitam a colher uma amostra no 21.º dia do ciclo menstrual para medir o nível de progesterona. Mas só 20% das pacientes têm um ciclo perfeitamente regular, pelo que esse dado é quase sempre inútil para o diagnóstico.”

“Nos Estados Unidos, em Omaha, no estado de Nebraska, iam visitar o doutor Thomas Hilgers, o verdadeiro criador da naprotecnologia, mulheres às quais a endometriose havia sido descartada depois de uma laparoscopia. Mas, realizando-se uma laparoscopia mais avançada, descobria-se que em 90% dos casos a endometriose existia. Comigo aconteceu muitas vezes a mesma coisa. Uma laparoscopia avançada deveria ser uma prática padrão nos testes de esterilidade, mas, por se tratar de uma intervenção cirúrgica, a hostilidade é grande.”

Que o recurso indiscriminado à fecundação assistida esteja associado à negligência diagnóstica, é algo que se deduz também pelo elevado número de pacientes que recorrem com sucesso à naprotecnologia depois de ciclos fracassados de fecundação in vitro. O doutor Boyle afirma que nos últimos seis anos, no grupo de suas pacientes com menos de 37 anos que já haviam tentado dois ciclos de fecundação assistida, o percentual das que conceberam graças ao método de procriação natural é de 40%.

Raffaella Pingitore conta sua experiência pessoal:

“A paciente tinha 36 anos e desejava uma gravidez há oito anos; havia realizado no passado cinco ciclos de fecundação assistida sem êxito. Fiz com que ela registrasse a tabela dos marcadores de fertilidade, e notamos que havia uma fase satisfatória de muco fértil, mas os níveis hormonais estavam um pouco baixos, o que indicava uma ovulação um pouco defeituosa. Havia também sintomas de endometriose; realizei uma laparoscopia, encontrei a endometriose e coagulei os focos da doença no útero, nos ovários e nas trompas. Depois a submeti a uma terapia para que ela ficasse em menopausa durante seis meses: deste modo secavam-se bem todos os focos de endometriose que talvez ainda existissem; depois da terapia continuei com um fármaco, o Antaxone, com a dieta e com apoio da fase lútea com pequenas injeções de gonadotropina. Isso levou ao aumento dos hormônios, e no quarto mês de tratamento havia se alcançado um muco muito bom. No 17.º depois da ovulação realizamos o teste de gravidez, que resultou positivo.”

O cuidado do profissional eticamente motivado pode mais do que as técnicas artificiais. Prova-o a história da doutora Pingitore, e provam-no as estatísticas do doutor Boyle. Na Irlanda, ao longo de quatro anos, o ginecologista curou 1.072 casais que há mais de cinco anos lutavam para ter um filho. A idade média das mulheres era de 36 anos, e quase um terço delas já havia tentado ter um filho com a fecundação in vitro. Após seis meses de tratamento naprotecnológico, a eficácia do método foi de 15,9%. Após um ano, 35,5%. Após um ano e meio, 48,5% das pacientes havia ficado grávida. Se o tratamento durava dois anos, quase 65% das pacientes chegavam à gravidez.

Com uma base de pacientes muito menor, a doutora Pingitore, no biênio 2009-2011, obteve uma média de 47,3%. Nos Estados Unidos (país onde não existem leis limitando o número de embriões fecundados que podem ser transferidos para o útero), os índices de sucesso da fecundação assistida depois de seis ciclos são os seguintes: 30-35% para mulheres com idade inferior aos 35 anos; 25% para mulheres entre os 35 e os 37 anos; 15-20% para mulheres entre os 38 e os 40; 6-10% para mulheres com idade superior aos 40 anos.

Depois temos a questão (de modo algum secundária) dos custos, ainda que na Itália ela seja pouco discutida porque, à parte as pacientes com plano privado de saúde, as despesas da fecundação assistida correm a cargo do sistema público de saúde. Em tempos de austeridade econômica e de efeitos deletérios da dívida pública, no entanto, um olhar à relação de custo-benefício deveria valer também para nós. O fato é que, se comparamos os custos de dois anos de tratamento naprotecnológico com os de seis ciclos de fecundação assistida, a segunda custa onze vezes mais do que a primeira.

Um único ciclo de fecundação in vitro custa na Itália em torno de 3.750 euros, mais 1.000 euros de medicação, pelo que seis ciclos custariam 28.500 euros, aos quais se acrescentam outros 800 para o congelamento e a manutenção dos embriões, e 1.200 para a transferência dos mesmos, em um total de 30.500 (R$ 131.812, hoje). Por outro lado, ainda que se alargasse para dois anos o tratamento com a naprotecnologia, seus custos são modestos: 300 euros para o curso de formação nos métodos naturais, 800 para as consultas médicas e 1.500 para os medicamentos, em um total de apenas 2.600 euros. É provável que os parlamentos e os ministros da saúde europeus não sejam muito sensíveis aos temas bioéticos, mas eles dificilmente poderão fingir-se de surdos a pedidos para que se verifique a relação de custo-benefício entre os dois métodos.

“A naprotecnologia tem tudo para se difundir, ainda que seja só por um discurso ligado aos custos, nos quais vão incluídos também os efeitos colaterais da prática de fecundação assistida: não nos esqueçamos que as crianças que nascem com esta técnica têm mais probabilidade de malformações e problemas de saúde do que aquelas que nascem de forma natural”, recorda Raffaella Pingitore. “Em primeiro lugar, porém, é necessário vencer o lobby da procriação assistida. Trata-se de um lobby bilionário, que enriquece centenas de pessoas e que não deixará tão facilmente que se lhe coloque o bastão entre as rodas.”

– Piquenique caseiro.

Simples e bacana: um momento relaxante com as meninas no gramado de casa.

Nem precisa de mais nada: só a boneca e o ambiente de piquenique… a vida deve ser assim: leve e descomplicada!

– Uma Casa de Família onde as garotas mandam!

Tipicamente uma casa de meninas, retratada neste clique… aqui, as garotas mandam e o pai / marido / genro obedece!

Mas ainda assim isso é muito bom! 

Ser o homem da casa traz responsabilidades, mas ser vencido pelas mulheres é motivo de orgulho.

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#família

– Um domingo muito bom!

De todos os momentos bons do dia que termina, o mais legal foi o começo dele: depois das minhas atividades físicas da madrugada, tomar um banho rápido e recolocar o pijama para atender o apelo da caçulinha (para ficar ao ladinho dela enquanto “esgota” a sua mamadeira).

Fala sério: o que não fazemos de imediato após esse sorriso de covinhas?

Ótimo finalzinho de domingo a todos.

– Amor.

Por onde eu for, elas (as mulheres da minha vida) sempre irão comigo (presencialmente ou no coração). Amo-as por todo o sempre:

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#family

– Brincar sempre juntos é muito bom!

Ser pai e ser tio é “se dividir, mas sem nunca deixar de estar junto”!

E quando as duas crianças querem brincar em gangorras separadas, só para ficarem lado-a-lado?

Use a criatividade…

❤️💙 #diversão #fun #kids

– E o mar?

Ô saudade do mar…

Porquê caipira como eu, vez ou outra, chora que queria ser caiçara (e vice-versa)?

Relembrando um dia na praia (há 5 anos) e… acaba logo, dona Pandemia!