O sorriso da minha Tetéinha fica gravado todos os dias na minha memória…
A distância será será cruel para um pai!
O sorriso da minha Tetéinha fica gravado todos os dias na minha memória…
A distância será será cruel para um pai!
Na mesma vibe ❤️.

Nossos artistas 👏🏻👏🏻👏🏻:

Tem coisa mais valiosa do que brincar assim?
Ah, a pureza das crianças…
Em: https://youtu.be/N65F0rSzlZg?si=Ws_pGgXAveAP23uE
Quando filhos, queremos voar. Ser independentes, muitas vezes, não dando a devida atenção à sabedoria dos nossos pais (até achamos que a idade os atrapalha)! Ledo engano… pessoas atualizadas e com experiência de vida são tesouros que nós temos!
Quando pais, resistimos neste processo irreversível de crescimento das nossas crianças. Elas querem também voar, e precisamos dar toda a ajuda para o voo solo (e isso não quer dizer abandoná-los, mas orientá-los e ficar à espreita observando o protagonismo que terão).
Essas fases só são entendidas quando as se vivem! Queremos ser adultos responsáveis por tudo, independentes e poderosos! Mas não somos… vivemos em comunidade, família e dependência (ainda bem) das pessoas que amamos – sendo dependentes ou àqueles que elas dependem.
A autonomia é algo que você deseja na fase adulta, decidindo das coisas mais fúteis às mais importantes do seu lar – junto da sua esposa / marido e filhos. E neste controle, precisa aceitar que da sua família, outras surgirão. Assim como você deixa seu pai e sua mãe e se une a uma só carne com alguém, um dia seus filhos também passarão por isso.
Não se deve encarar como abandono do ninho, mas uma nova fase. Simples assim, pois família sempre será família, onde estiver. Nestes casos, a distância passa a ser apenas um detalhe.
Enfim: curtamos a vida, sem neuroses do amanhã.

Imagem extraída da Internet (autoria desconhecida, quem conhecer, favor indicar para os créditos).
Do ano passado…
Um dos momentos mais gostosos de qualquer pai: ensinar a pedalar a bicicleta sem rodinhas!
A Tetéia está preparada para as quedas… e lá vamos nós!

🚲❤️ 👨👩👧👧 #PaiDeMeninas #carinho #amor #father #daughter #família #children #bike
Minha Mini-Mônica, da Turma da Mônica!
Não a chame de “baixinha, golducha e dentuça”, como o Cebolinha faz, que você leva coelhada!!!
Mas se for bonzinho, leva beijinhos também…
Há 2 anos…
Eu e a Maria Estela vamos cuidar do jardim nesse sábado. Gostaram do modelito “jardineira” dela? Ela mesmo escolheu o “chapéu cata-ovo”!
Minha companheirinha…

❤️ #PaiDeMeninas #Amor #Família #Carinho
Criativo, mas que nos leva a refletir: um restaurante na Austrália dá desconto para quem não usar o celular durante as refeições (vide na imagem onde eles são guardados).
Precisamos usá-los quando comemos em família?
Mais do que isso: temos necessidade de sairmos de casa, ao invés de alimentação mais saudável no lar?
IMAGEM VIRAL DE FAMÍLIA EM RESTAURANTE É MISTURA DE CRIATIVIDADE E TRAGÉDIA
Um restaurante australiano criou uma solução para manter as crianças e adolescentes longe de seus telefones; mas o fato revela um problema maior.
Uma imagem viralizou nas redes sociais nos últimos dias. A foto retrata a triste realidade para muitas famílias hoje.
Parece inocente à primeira vista. É um casal com suas filhas adolescentes. O pai parece vitorioso, enquanto faz um sinal positivo. As filhas, no entanto, parecem bastante tristes enquanto olham ansiosamente para seus telefones que são armazenados em uma gaiola improvisada na mesa. O motivo? O restaurante oferece um desconto de 10% para clientes que não usam seus celulares durante a refeição.
Na verdade, a cena representa uma mistura de sentimentos.
Embora o restaurante esteja generosamente oferecendo aos seus clientes a oportunidade de se conectarem uns com os outros, é triste que isso tenha que acontecer dessa maneira.
Em minha infância, a ideia de sair para uma refeição em família era um luxo e uma imensa alegria. Mamãe e papai não precisariam ir pra cozinha, e então se concentrariam inteiramente nas crianças. Em troca, as crianças estariam conversando umas com as outras e com seus pais. Era um momento de conversa e diversão.
Mas comer fora tornou-se algo comum para muitas crianças de famílias com mais recursos hoje. E elas não sentem o mesmo nível de apreciação ou emoção.
Na verdade, muitas vezes, as crianças e adolescentes também estão tão ocupados postando fotos de suas refeições, ou eles mesmos comendo essas refeições, que o passeio se torna mais uma oportunidade de atrair seguidores do que desfrutar da comida, muito menos de tempo com sua família.
Mas não desanime. Se isso está acontecendo em sua própria família — especialmente com adolescentes — aqui estão algumas dicas úteis.
Muitos adolescentes não querem ser vistos com mamãe e papai, mas a ideia de um hambúrguer tentador de um restaurante favorito pode levá-los a mudar de ideia. No entanto, você não quer ter que chantagear seu filho para ter uma boa refeição em família. Então, uma ideia: reduzir o número de passeios para que uma ida ao restaurante se torne um privilégio.
Mesmo que você tenha que cozinhar mais, você poderia usar o dinheiro economizado por não ir a um restaurante para comprar uma refeição saudável pronta que pode ser aquecida em pouco tempo. Isso ajuda se você sentir o cansaço depois de uma longa semana de trabalho, e incentiva as crianças a apreciarem essas refeições com mamãe e papai.
Se você está acostumado a sair regularmente e reduz suas refeições no restaurante, pode colocar uma data no calendário para sua próxima refeição em família para todos esperarem por ela
Muitas crianças prosperam quando sabem o que se espera delas. Se você explicar aos seus filhos que vai sair e quiser que todos tragam um tópico para a mesa, isso fará com que suas mentes pensem e lhes dêem algo para contribuir com a família. O bônus é que isso pode ajudar a construir confiança e manter a mente longe do celular. Pode ser algo relacionado a notícias, algo acontecendo na escola, planos futuros ou até mesmo aborrecimentos familiares — se seus filhos conseguirem manter a calma!
A importância deste exercício é fortalecer seu vínculo familiar em um mundo que pode ser tão isolador.
Não importa a idade de seus filhos, eles precisam respeitar os pais. Você tem que deixar claro antes de sair para um restaurante, ou até mesmo sentar para uma refeição em casa, que a mesa de jantar é uma área sem celular.
O problema é que especialmente os adolescentes podem ficar ansiosos com o que poderiam estar perdendo. Em casos de ansiedade mais exacerbada, incentive seus filhos a informarem aos amigos quando farão uma pausa mais prolongada no uso do celular.
Quando se trata de telas, os pais precisam se afastar do ditado popular: “Faça o que eu digo, não o que faço”. As crianças imitam o comportamento o tempo todo, então dê a elas algo positivo para copiar.
Imagem extraída de: Top 10s | Facebook | Fair Use (link acima)
Relembrando…
Tem “brinquedo” melhor para uma criança, do que um animalzinho de estimação?
A Maria Estela cantando para a Pepita dormir é o “cúmulo da fofurice”…

🐶 #pet #dog #kids #criança #cachorro #animal #fofura
Um clique recente: minha ladybug nos ombros do papai!
Brincar o Carnaval de maneira inocente é o que há de melhor!

🎉📸👨👩👧👧 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#PaiDeMeninas #família #sorriso #smile
Me derreto por essa carinha sapeca 💝.

Meu dia sempre é mais colorido quando estou com ela!
Ah, como eu te amo, Tetéia!

👨👧👧 #PaiDeMeninas #Kids #Criança #Family #Família
Há 1 ano…
Eu não tenho samba no pé e sempre fui meio “travadão” nos carnavais de clube na juventude. Não é “a minha praia”, mas tudo bem para quem curte. É a maior festa popular do planeta, e muitos se divertem nessa época.
Na Praça da Poesia, aqui em Bragança Paulista, a Prefeitura organizou o “CarnaPraça”, com marchinhas e muita segurança, extremamente familiar. Fomos lá brincar, e a cara da Tetéia jogando confete na minha cabeça diz tudo…

❤️🎉#Carnaval
A este momento damos o nome de… FELICIDADE!
Poderíamos a todo instante estarmos sorrindo e com tempo para brincar, não?
Não podendo, valorizemos cada segundo.

Felicidades para nós!
Te amo, Vivi. Happy Valentines’Day.

Nossos instantes no feriado prolongado foram poucos. Mas foram tão intensos…
Minha princesinha!

🎉 #PaiDeMeninas
Artes do meu sobrinho Miguel. Bagunça é com ele mesmo!
Como não rir com esse molequinho?

#family
Alguém, dias atrás, roubou meus óculos…
Mas ela pode!

👨👧👧 #PaiDeMeninas #Carinho #Amor #Love #Kids
Nossos rebentos são para amarmos do jeito que Deus nos deu!
Eu amo minhas princesas 💝💜.

No mundo da Administração de Empresas, muitas vezes os profissionais se vêm obrigados a tomar decisões que afetam a vida pessoal num grau muito significativo. Àqueles que já passaram pela experiência de um difícil conflito entre carreira X família X anseios, sabem como é martirizante e sacrificante tal momento.
Sendo assim, compartilho um artigo interessante sobre as mulheres na hora de decidir o futuro no trabalho! A Revista Época (Ed 09/03 pg 56-59), traz uma pertinente reportagem de Suzana Villaverde sobre esse complicado instante da vida profissional delas.
Abaixo:
PRESIDENTE? NÃO, OBRIGADA
As mulheres preferem abrir mão dos cargos de dedicação integral para cuidar melhor da vida pessoal e da família
É tarde de terça-feira, e Christina Munte, de 43 anos, aproveita para passear com as filhas Juliana, de 9 anos, e Lara, de 5, em um clube da Zona Sul de São Paulo. Almoçam juntas e em seguida lá vai ela, para o alto da arquibancada, assistir ao jogo de tênis da mais velha. Depois, é hora de acompanhar as acrobacias da caçula na aula de ginástica olímpica. O programa é repetido todas as terças-feiras. Embora pareça fazer parte da rotina típica de uma dona de casa, essas cenas têm como protagonista uma profissional muito bem-sucedida, diretora da Atlantica International, uma rede internacional de hotéis. Exceto pelo dia tranquilo que passa com as meninas, no resto da semana Christina se desdobra em reuniões, feiras e viagens internacionais. A vida é corrida, mas ela garante que o ritmo já foi muito pior.
O mercado hoteleiro estava em ebulição nove anos atrás, quando Christina teve seu primeiro bebê. Nessa ocasião, ela trabalhava nos fins de semana, chegava em casa tarde e ficava muito frustrada. “Por cansaço e pela vontade de curtir minha filha”, diz ela. Em 2005, Christina engravidou novamente e sentiu que estava diante de um dilema. “Tinha pavor de abrir mão de uma carreira que me dava imenso prazer, mas precisava aproveitar minha família”, afirma. A solução veio durante uma conversa franca com seu supervisor, ao final da qual ele fez uma proposta tentadora: reduzir em 20% a carga horária semanal, assim como o salário de Christina. “Foi a solução perfeita, pois não precisei abrir mão de nada”, diz.
Profissionais como Christina constituem um grupo em expansão. Elas querem chegar ao topo da pirâmide corporativa, mas, ao contrário das pioneiras, que começaram a percorrer esse caminho na década de 1970 – e tiveram de deixar de lado marido, filhos e até a vaidade para concorrer em pé de igualdade com os homens –, não admitem abdicar de sonhos pessoais ou perder as alegrias oferecidas pela vida privada. Na prática, abrem mão dos postos de dedicação integral para exercer também o papel de mulher, mãe e esposa. A constatação desse fenômeno tem levado à conclusão polêmica de que a desigualdade no topo do mercado de trabalho é incorrigível – e nem sequer deveria ser vista como um problema. Uma pesquisa realizada no ano passado pelo Sophia Mind, um instituto de pesquisa voltado para as mulheres, perguntou a 340 mulheres brasileiras entre 25 e 50 anos, com nível superior completo, se elas desejavam ser presidentes de empresa. Apenas 37% disseram que sim.
“Apesar das queixas das feministas, a verdade é que homens e mulheres têm diferentes aspirações de carreira”, afirma a conceituada socióloga britânica Catherine Hakim, pesquisadora da London School of Economics. “Homens e mulheres têm diferentes objetivos na vida, e as autoridades não deveriam esperar que eles tivessem resultados idênticos na carreira profissional.” No Brasil, segundo uma pesquisa coordenada pelo Instituto Ethos, as mulheres representam 43,6% s da população economicamente ativa, mas estão em apenas 13,7% dos cargos de liderança.
Desacelerar ou recusar cargos invejáveis pode ser o desejo de centenas de trabalhadoras, mas existe espaço para expressar essa demanda? No Brasil, é comum encontrar mães que voltam ao trabalho antes do término da licença-maternidade ou passam anos sem conseguir conciliar suas férias com as das crianças. “Muitas acham um absurdo usufruir esses direitos básicos quando conquistam uma carreira de sucesso”, diz a consultora de Recursos Humanos Carmelina Nicke. Para ela, gerentes e diretoras ainda temem se mostrar mais vulneráveis que os homens no escritório e preferem se submeter a um cotidiano extenuante. Mas essa seria, segunda a consultora, uma realidade com os dias contados. “A tendência é que nas próximas décadas as companhias ofereçam de antemão uma jornada flexível para segurar a profissional competente”, diz Carmelina. Uma pesquisa divulgada na semana passada pela consultoria Accenture mostrou que 41% das mulheres gostariam de ter “formatos flexíveis de trabalho”. Uma possível explicação: um levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) publicado em 2010 revelou que as mulheres gastam 24 horas semanais em atividades domésticas, enquanto os homens fazem somente 9,7 horas de trabalho doméstico.
Para contornar essas dificuldades, a paranaense Ana Carolina Haracemiv, de 35 anos, montou uma “miniempresa” em casa. “Tenho duas empregadas que moram comigo, motorista e até jardineiro”, afirma. Somente assim ela consegue acompanhar a lição das crianças e curtir o marido, sem perder o foco da empresa em que trabalha, a Dow Brasil. “Se você tem de fazer tudo, não consegue pensar em nada direito”, diz. Orgulhosa do esquema que criou, a engenheira não se arrependeu ao recusar uma proposta de ouro: um cargo de liderança na sede da empresa, nos Estados Unidos. “Meu marido é médico, seria complicado para ele. Seria fantástico para minha carreira, mas não era interessante para todos.” É claro que recusar a promoção deixou Ana Carolina apreensiva, mas ela acabou se surpreendendo. Seis meses depois, foi promovida. Disse adeus ao cargo de gerente de marketing para se tornar diretora comercial da América Latina. “A responsabilidade aumentou, mas o impacto na minha família foi mínimo”, diz ela. “Só deixei de lado a ginástica, mas, sinceramente, nunca gostei muito de malhar.”

Imagem extraída de: https://sescap-pr.org.br/index.php/noticias/post/e-possivel-ter-sucesso-no-trabalho-e-na-familia
Há 2 anos…
“Posso” com esses dois?
Miguel e Maria Estela são primos-irmãos, mas parecem que são mais do que isso! A ligação de carinho entre eles é ímpar, mais do que irmãos. Um se preocupa com o outro, e sentem falta quando não estão juntos…
Que amor…

💙💖 #amor #pureza #família
Há 1 ano…
Minha pequena cowgirl!
Como não ter esse sorriso no coração…?
❤️ #amor #carinho #paternidade #família
Minha princesa Tetéia e o seu sorriso inconfundível!
Como eu amo essa menininha…

❤️ #PaiDeMeninas
Minha doce Teteinha…

A daughter is a divine gift. Smiling, loving, having fun with them … there’s no price to pay. Have two then? / Uma filha é um presente divino. Sorrir, amar, se divertir com elas… não há preço que pague. Ter duas então? VIVA!
Veja só que legal: o saudoso Dr Içami Tiba (pude conhecê-lo na adolescência numa gravação do “Programa Livre”, do SBT), autor de um best seller na área da Educação (Pais e Educadores de Alta Performance), está em alta. As recomendações do seu livro sobre reflexões das atitudes dos pais ganham cada vez mais discussão e são atuais ao extremo!
Compartilho as 31 dicas,
PAIS QUE NÃO DISCIPLINAM OS FILHOS TERÃO QUE SUSTENTÁ-LOS A VIDA TODA
por Içami Tiba
Içami Tiba foi um médico psiquiatra, colunista, escritor de livros sobre Educação, familiar e escolar, e palestrante brasileiro. Professor em diversos cursos no Brasil e no exterior, criou a Teoria da Integração Relacional, que facilita o entendimento e a aplicação da psicologia por pais e educadores.
Em trecho do seu livro Pais e Educadores de Alta Performance, Içami Tiba fala de como pais que não impõem regras e disciplinas aos filhos, geram adultos que serão sustentados pelo resto da vida.
Içami Tiba elaborou 31 frases que todos Pais devem questionar se estão agindo de tal forma:
1. Fazer pelo filho o que ele próprio pode fazer sozinho;
2.Deixar de cobrar obrigações que ele tem de cumprir;
3. Engolir contrariedades, respostas mal-educadas, desrespeito aos outros;
4. Permitir que o filho imponha suas vontades inadequadas a todos;
5. Concordar com tudo o que o filho faz e diz só para não contrariá-lo;
6. Acreditar que “o filho não mente” ou “ele nem sabe o que faz”;
7. Permitir que o filho gaste o dinheiro do lanche em outras coisas;
8. Assumir para si as responsabilidades sobre o que o filho faz;
9. Silenciar quando percebe que o filho falsificou a assinatura dos pais;
10. Repetir muitas vezes a mesma ordem;
11. Dar tapas ou “surras pedagógicas”;
12. Ser conivente com suas delinquências;
13. Aceitar notas baixas, tarefas feitas de qualquer jeito;
14. Terceirizar a educação dos filhos;
15. Ignorar o lixo que o filho jogou no chão;
16. Permitir que os filhos dentro de casa façam o que não devem fazer no ambiente social;
17. Incentivar a tirar proveitos pessoais de qualquer vantagem que tiver;
18. Justificar as falhas dos filhos como erros dos outros;
19. Tolerar mentiras, traições, pequenos furtos etc;
20. Minimizar o cumprimento de regras, ordens e combinações estabelecidas;
21. Inventar desculpas por falhas próprias;
22. Mudar as regras existentes para favorecer os filhos;
23. Permitir que experimentem drogas;
24. Fingir que não percebeu a ingratidão e o abuso que os filhos cometeram;
25. Instigar superioridade religiosa, financeira, familiar, sexual etc;
26. Dividir o mundo em pessoas espertas e burras.
27. Ser cúmplice ou conivente nas transgressões e contravenções dos filhos;
28.Colocar o filho acima de tudo e de todos;
29. Ajudar o filho a “colar” nas provas;
30. Fazer a lição de casa do filho;
31. Ameaçar ou agredir professores ou pais dos amigos do filho por erros que são dele

Imagem extraída da Internet.