– Cai-cai, Malandragem e Libertinagem em Campo

Olá amigos. Hoje escreverei sobre um tema que sou apaixonado, até pelo fato de ter vivido muito tempo nele: Arbitragem de Futebol. Mas o assunto será especificamente: Árbitros versus Neymar!

O garoto santista é um artista. Da bola e do cinema. Além de jogar muita bola, ele “se joga demais”. Encena como um Tony Ramos dos gramados. É o típico cai-cai. Se ficasse mais tempo em pé, seria ainda mais craque e produtivo para seu time.

Tive a oportunidade de ver Neymar em campo. Dá um trabalhão para a arbitragem, pois você nunca sabe quando ele sofreu a falta ou quando simula ter sofrido infração. E se sofreu falta mesmo, tentar descobrir se as caretas de dor são verdadeiras ou se está exagerando.

Sabe com quem Neymar se parece no jeito de cavar as faltas? Com o atacante Nenê, que nasceu para o futebol no Paulista FC e foi para Santos e Palmeiras, depois Espanha e hoje no Mônaco. Apitei alguns jogos do Nenê no começo da carreira. Era especialista em simulação, além de ser bom jogador. Lá na Europa ele parou de simular e está fazendo sucesso.

Mas algumas coisas importantes devem ser ditas: o espírito da regra de jogo manda proteger o craque. Assim, muita atenção nas faltas cometidas contra o santista. Mas esse tipo de proteção deve ser o cumprimento fiel da regra, ou seja, marcar falta quando realmente for falta. E esse mesmo espírito da regra manda coibir o unfair-play, que é a atitude antidesportiva. E é justamente aí que a arbitragem do Paulistão pecou: não aplicar nenhum cartão amarelo por simulação para o Neymar! Passamos um campeonato inteiro falando do vício negativo do Neymar, mas ele não foi punido nenhuma vez. Claro, nada de caso pensado ou planejado, mas sim pelo furacão que se tornou a tal de Neymarmania. O árbitro vacila em dar cartão para não ser taxado de vilão ou estraga-prazer (o que é um pensamento errado).

Se Neymar não se cuidar, algum adversário vai perder a cabeça e se irritar pra valer com simulações. Aí não terá árbitro que o proteja…

Em tempo: Neymar foi afastado do time ontem, por indisciplina… lamentável. O jovem garoto precisa de orientação!

– A Polêmica do Alpino da Nestlé

A Nestlé se viu numa grande polêmica nesta última semana, devido a sua bebida Alpino Fast. Apesar do nome Alpino, a bebida não contém o chocolate Alpino, sucesso de vendas em tablete.

A empresa afirma que apesar do nome Alpino, há a frase dizendo que não tem o produto na composição na embalagem. O problema é que o escrito é pequeno, não tão relevante quanto o nome.

Veja o que a empresa diz:

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/marketing/noticias/nestle-explica-alpino-fast-559542.html

PARA NESTLÉ, CONSUMIDOR NÃO ENTENDEU O ALPINO FAST

por Chris Simon

A Nestlé mostrou hoje o seu lado na polêmica sobre a embalagem e a fórmula da bebida láctea Alpino Fast. Segundo a advogada da empresa, Marisa D’Alessandri, houve um equívoco por parte do público na interpretação da frase “Não contém Chocolate Alpino”, impressa na embalagem do produto.

Para a Nestlé, a frase significa que o Alpino Fast é uma bebida produzida tendo como referência o aroma e o sabor do bombom Alpino, e não que o líquido contido na garrafa é o chocolate meramente derretido. Eudo Rodrigues, integrante da equipe que desenvolveu o produto, completa que a bebida foi resultado de anos de pesquisas para que as características sensoriais e a essência aromática do bombom Alpino fossem observadas e mantidas na extensão da marca Alpino para o estado líquido. Segundo ele, a bebida foi amplamente testada antes de seu lançamento, que só aconteceu quando o produto atingiu um nível de satisfação de acima de 92% entre os consumidores.

A retirada da embalagem da frase afirmando que o Alpino Fast não contém chocolate Alpino faz parte da estratégia para que o equívoco seja resolvido, de acordo com Marisa D’Alessandri. Para a advogada, não há dúvida de que houve excesso de zelo por parte da Nestlé, já que o aviso não era um item obrigatório para nenhum órgão de regulamentação de direitos do consumidor. O objetivo da mensagem  foi o de garantir a transparência da comunicação com o consumidor, segundo Marisa, mas acabou gerando controvérsia por ser mal interpretada.

– Demagogia em Discurso e Palanques Desinibidos

A corrida eleitoral começou mesmo. Quer prova disso? Veja as festas do dia primeiro de maio. O presidente Lula participou com a candidata Dilma Roussef em algumas festas no ABC e pediu às pessoas que se desejarem seu continuismo na administração do país que “sabem o que deve fazer“.

Isso não é propaganda, discurso de campanha? Não está proibido neste período? Essas pessoas não estão em seus plenos exercícios dos cargos?

Paulinho da Força Sindical foi além: em seu discurso disse: “o governador Serra não está aqui porque ele não gosta de trabalhador.”

Ué, ele gosta de vagabundo? Pode acusar alguém assim?

Outra coisa importante: segundo a Rádio CBN neste domingo, as festas foram bancadas por empresas públicas, destacando-se Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Petrobras.

Eles brigam, se xingam, cometem crimes eleitorais como os citados acima, e nós pagamos o preço disso. E não estou defendendo x ou y, apenas mostrando a infeliz realidade política do Brasil.

Falando nisso… e o projeto Ficha Limpa dos políticos? Isso eles não se preocupam em defendê-lo?

– Craque Maluquinho

E o tal do Balotelli? Atacante da Inter de Milão, com dupla nacionalidade (ele é ítalo-ganês) e até cotado para a Copa do Mundo (por qual seleção eu não sei…). Mostrou que sua cabecinha é fraquinha…

Imagine só: o centroavante do Corinthians aparecendo no Faustão fazendo juras de amor ao… Palmeiras! E assume ser palestrino desde criança, e até veste a camisa ao vivo no programa! Que clima ficaria para ele no Parque São Jorge? Pior: depois da torcida reclamar, do ambiente ficar ruim, ao disputar uma boa partida ele joga a camisa ao chão contra seus próprios torcedores?

Que falta de bom senso do garoto… Olha só o que esse “xarope” fez após a partida de ontem entre Inter de Milão 3 X 1 Barcelona pela Champions League.

Extraido de: http://esportes.terra.com.br/futebol/noticias/0,,OI4392554-EI1832,00.html

O ”menino problema” da Inter de Milão, o atacante Mario Balotelli, voltou a causar problemas nesta terça-feira, quando entrou em conflito com torcedores interistas e colegas de time ao final do jogo contra o Barcelona, pela Liga dos Campeões, vencido pelo time italiano por 3 a 1.

No encerramento daquela que foi considerada uma ”noite mágica” para a Inter, o jogador de origem ganesa voltou a ser protagonista ao responder a críticas e vaias de torcedores tirando a camisa do time e a jogando com raiva no gramado.

O gesto, obviamente, foi mal recebido pela torcida, que há alguns meses vive uma relação tensa com o jogador, torcedor confesso do Milan.

Para a imprensa italiana, o episódio pode ter sido a gota d”água de uma relação que já estava perto do fim, entre o clube e o jogador, que ainda teria discutido com companheiros no vestiário.

É uma pena que estrague uma festa como esta com um gesto assim“, disse o capitão da Inter, o zagueiro Javier Zanetti, que acrescentou que “Mario tem que aprender ficar quieto e fazer o que sabe, jogar ao futebol”.

Por outro lado, o sérvio Dejan Stankovic tentou minimizar a importância do episódio, dizendo que “Mario ainda é uma criança“.

No último mês de março, o atacante já teve problemas com o treinador José Mourinho, que o deixou fora de cinco partidas do time. Dias depois, Balotelli apareceu em um programa de televisão segurando a camisa do Milan.

Após o jogo desta quarta, o próprio Mourinho reprovou o comportamento do jogador, mas assegurou que conta com ele para o jogo contra a Atalanta, pelo Campeonato Italiano, no próximo fim de semana.

– Desnecessidades do Sutiã Infantil

Por falta de tempo, não comentei: e o sutiã para crianças de até 7 anos com enchimento, criticado pelo forte apelo erótico? A rede Primark, uma cadeia de lojas de departamentos que inventou o produto, foi extremametne criticada pelo artigo e o retirou das prateleiras.

As vendas foram um fracasso, a moral contestada, mas a divulgação do nome e a publicidade gratuita da empresa foram espetaculares!

Estratégia bem planejada ou acaso?

– Fé e Dinheiro, Polícia e Bandido, Crença e Respeito X Desrespeito

Fernando de Barros e Silva, da Folha de São Paulo, relatou ontem (citações abaixo) o depoimento de um bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, onde ele orienta seus colegas sobre táticas de aumentar a arrecadação nas coletas, além de propôr acordos entre criminosos. Algumas falas foram assustadoras: “nosso problema não é bandido, nosso problema é a polícia”.

Reproduzo a impressionante matéria, extraída de: http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2010/4/14/fe-sem-lei

FÉ SEM LEI

É claro que impressiona a maneira ao mesmo tempo vulgar e estudada com que o bispo Romualdo Panceiro orienta seus pastores a arrecadar o dízimo em época de crise. Mas suas dicas “bíblicas” de como arrancar dinheiro dos fiéis não chegam a surpreender quem já conhece os métodos da Igreja Universal. Muita gente de boa-fé pode ter razões para se escandalizar, mas até aqui estamos no terreno das transações lícitas.
As coisas mudam de figura e têm outra gravidade quando assistimos, na Folha Online, ao segundo vídeo que acompanha a reportagem de Rubens Valente, na Folha de ontem. Nessa fita, o mesmo bispo Panceiro dá uma palestra a um grupo de pastores reunidos numa sala. A certa altura, desliga o gravador e diz: “O nosso problema não é bandido. O nosso problema é a polícia“.
Panceiro explica então por que razões acreditava que o assalto na véspera a um carro-forte que carregava R$ 52 mil arrecadados num culto havia sido realizado por policiais. E vai além: orienta os pastores para que procurem os “chefes” dos bandidos das comunidades onde atuam a fim de criar com eles uma relação de ajuda mútua:
A gente é companheiro ou não é? Fala assim!”. “Já falei para vocês fazerem (isso). O bispo quer que isso seja feito em todo o Brasil, como nós fizemos aqui”. O “bispo”, como é fácil presumir, é Edir Macedo, o líder da Universal, o dono da Rede Record, hoje um dos homens mais ricos e poderosos do país. E Romualdo, que fala em seu nome, é apontado pelo próprio Macedo como seu sucessor dentro da igreja.
O que choca, portanto, não é mais o proselitismo agressivo e tosco com fins mercantis. É a sugestão de uma teia de cumplicidades entre a cúpula da Igreja Universal e o crime organizado. Além, é claro, da “denúncia” involuntária de que a polícia jogou como bandido.
Pragmatismo sem peias, mistura entre business e fé, aliaa entre igreja e criminosos, agentes do Estado agindo fora da lei. Parece que estamos mesmo no novo Brasil.

Abaixo, vário vídeos reproduzidos no ideocast da Folha sobre as falas e orientações. Para assisti-los, CLIQUE AQUI

– Ética e Comprometimento Versus Passionalidade

O episódio ocorrido dias atrás entre um executivo da empresa Locaweb e sua paixão futebolística serve de exemplo para muitos outros setores. Vamos lá:

A Locaweb, no último clássico Corinthians X São Paulo, patrocinou as mangas do time do Morumbi. O jogo marcou a vitória por 4×3 para a equipe do Parque São Jorge. Alex Glikas, diretor da empresa Locaweb e corinthiano, gozou os sãopaulinos atavés do Twitter. A empresa, descontente com a ação do seu funcionário, demitiu-o alegando “incompatibilidade com a filosofia corporativa da empresa”.

De certo modo, a empresa mostrou coerência: patrocino uma agremiação para divulgar minha marca e na derrota meu próprio diretor ironiza o perdedor ao qual me associei? É claro que um executivo precisa ter cuidado para não cometer uma gafe como essa. Até onde o “amor clubístico” extrapola o profissionalismo?

Inocente brincadeira mal interpretada, vacilo corporativo ou fanatismo à flor da pele?

É comum nos meios corporativos essas saias justas. Funcionários da Ambev tomando guaraná Kuat? Publicamente, esqueça. Executivos da Volkswagem andando com carros da Fiat? Nem pensar.

Lembrei-me de um filme recente, baseado numa história real, cujo nome era (salvo engano) “É permitido fumar”, onde um executivo da indústria do fumo se via num dilema em desincentivar o uso do cigarro devido ao seu filho (o qual não queria que fosse fumante) e manter seu emprego.

Quantos e quantos casos não acontecem por aí e a grande mídia nem fica sabendo. Sobre esse epísódio Locaweb, você pode acessa a matéria e o ‘twitter da discórdia’ em: LOCAWEB E SCCP x SPFC

– Google, Negócios, Censura & China

Anos atrás, todos aguardavam ansiosos a chegada do Google na China. Como país ditador, algumas restrições foram impostas: a busca de termos como “democracia” ou “direitos humanos” era censurada. E, para fazer negócios, o Google aceitou (esqueça responsabilidade social: negócios, para muitas empresas, são simplesmente negócios).

Agora o Google muda sua base de busca da China para Hong Kong, a fim de evitar censura. Mas é por não concordar com o controle da liberdade de expressão e da ditadura chinesa, ou pelo fato dos hackers oficiais do governo estarem censurando novos termos?

Na China, o Google continuará com serviços que não implicam em busca de termos que possam fazer apologia à liberdade, como o Google Maps, por exemplo.

Extraído de: http://pt.euronews.net/2010/03/23/google-muda-motor-de-busca-da-china-para-hong-kong/

GOOGLE MUDA MOTOR DE BUSCA DA CHINA PARA HONG KONG

A partir de agora as buscas feitas no site da Google China, “google.cn”, passam a ser redireccionadas para o motor de busca de Hong Kong, “google.hk”.

O motor de busca mais popular do mundo provocou a ira dos chineses, aproveitando-se do facto de Hong Kong beneficiar do estatuto de Região Administrativa Especial, não estando sujeito às restrições aplicadas no resto da República Popular.

A medida legal vai permitir aos internautas chineses aceder a páginas até agora “seladas”, como o Facebook, Twitter, YouTube, entre outras.

Um blogger explica como poderia ter sido resolvido este conflito:

“Você pode pedir a qualquer companhia, chinesa ou estrangeira para cumprir a leis nacionais.
Mas as companhias não adivinham o conteúdo dessas leis, que devem ser clarificadas e mais específicas. Se o governo chinês especificar o que é censurado na internet, então penso que é mais fácil para as companhias cumprirem a lei. Por exemplo, porque não podemos falar sobre Hu Jintao na internet, devemos saber que o seu nome juntamente com outros conteúdos é proibido”.

O conflito entre a Google e Pequim intensificou-se em Janeiro, quando a empresa anunciou que deixaria de censurar os resultados das buscas na versão em mandarim.

A decisão foi tomada após vários ciberataques da China a contas do Gmail, pertencentes a vários activistas chineses dos direitos humanos.

– Mais Árbitros Banidos por Corrupção na UEFA

Mais uma vez, notícias sobre corrupção no futebol. Infelizmente, os casos têm aparecido semanalmente na grande mídia e revelam muita sujeira. Semana passada, houve o episódio da criação de “campos de concentração” para árbitros e treinadores, devido a manipulação de resultados na China (clique aqui para ler o assunto). Agora, a UEFA resolveu banir um árbitro ucraniano, pelo seu envolvimento em fabricação de placares. Dias atrás, a UEFA já houvera punido 3 outros árbitros, devido a relatórios da polícia alemã.

Abaixo, extraído do próprio site da UEFA (clique acima para citação)

AFASTAMENTO DE ÁRBITRO DECIDIDO EM 18 DE MARÇO

A UEFA anunciou que o árbitro ucraniano Oleh Orekhov foi banido de todas as actividades futebolísticas de forma vitalícia, depois de ter sido acusado de violar os Regulamentos Disciplinares da UEFA.

O Comité de Controlo e Disciplina da UEFA baniu o árbitro ucraniano Oleh Orekhov de todas as actividades futebolísticas de forma vitalícia.

Baseado em informações das investigações decorrentes da polícia alemã, sobre viciação de resultados e corrupção, o Comité de Controlo e Disciplina tomou a decisão esta quinta-feira, quando examinou o caso de Orekhov, que esteve suspenso provisoriamente o mês passado, durante 30 dias.

O árbitro ucraniano foi acusado de ter violado os princípios de lealdade e integridade, sob o Artigo 5 dos Regulamentos Disciplinares da UEFA. O parecer da UEFA está sujeito a recurso, no prazo de três dias após o conhecimento dos motivos da decisão.

As decisões tomadas pelo Comité de Controlo e Disciplina são desportivas, instigadas pela UEFA, permitidas pelos Estatutos da UEFA e geridas pelos Regulamentos Disciplinares do organismo, edição de 2008. Por isso, são decisões desportivas separadas, sem relação com as investigações policiais e procedimentos criminais em curso, conduzidos pelas autoridades policiais de Bochum.

DECISÕES SOBRE ÁRBITROS INVESTIGADOS EM 18 DE FEVEREIRO

O Comité de Controlo e Disciplina da UEFA tomou decisões sobre três árbitros europeus, com base na investigação em curso da polícia alemã sobre viciação de resultados de jogos e corrupção.

O Comité de Controlo e Disciplina da UEFA tomou decisões na quinta-feira, dia 18 de Fevereiro, respeitantes a três árbitros europeus, com base na investigação em curso da polícia alemã sobre viciação de resultados de jogos e corrupção. Os três árbitros foram acusados de quebrarem os princípios da lealdade e integridade descritos no Artigo 5º dos Regulamentos de Disciplina da UEFA.

Novo Panic, árbitro da Bósnia-Herzegovina, foi banido para sempre de qualquer actividade relacionada com o futebol. Panic apresentou um recurso junto da UEFA contestando o veredicto, sendo que a respectiva data da audiência será comunicada em devido tempo. Tomislav Setka, árbitro assistente da Croácia, foi suspenso até 30 de Junho de 2011. Oleg Oriekhov, árbitro da Ucrânia, foi suspenso provisoriamente durante 30 dias [e banido, conforme relato atual acima].

Noutro caso, o Comité de Controlo e Disciplina da UEFA decidiu que nenhuma acção será intentada contra o árbitro búlgaro Anton Genov, na sequência de investigações ligadas a padrões de apostas ilegais.

A propósito, um árbitro suspenso por corrupção por 1 ano e 3 meses, como o croata citado, tem direito a voltar a apitar?

– 1 Litro por 900 ML: um Golpe Nefasto nos Postos de Combustíveis

Consumidores, atenção: um novo golpe tem crescido no setor de combustíveis. Se não bastasse o cuidado com a adulteração da qualidade do etanol e da gasolina, agora há a crescente adulteração de bombas. Abaixo, apenas um relato de muitos que estão aparecendo!

Extraído do Estadão.com (clique acima para citação)

POLÍCIA LACRA BOMBAS DE DOIS POSTOS IRREGULARES EM SP

A Polícia Civil e o Instituto de Pesos e Medidas (Ipem) lacrou nesta segunda-feira, 15, as bombas de dois postos de combustíveis com irregularidades na capital paulista.

Um dos locais vistoriados fica na Avenida Santa Catarina, no Jabaquara, zona sul da cidade. O estabelecimento vendia produtos vencidos – como óleo de motor. O responsável pelo posto foi ouvido e liberado em seguida.

O segundo posto lacrado está localizado na Rua Conselheiro Moreira de Barros, em Santana, na zona norte. As bombas de combustíveis estavam adulteradas e, segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a cada 20 litros de combustível liberados, a bomba segurava 140 mililitros. O gerente do estabelecimento foi preso em flagrante.

Oito equipes da Polícia Civil e oito do Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo (Ipem) realizaram na manhã desta segunda uma operação para medir o volume de combustível que sai das bombas no momento do abastecimento.

A operação foi realizada em 20 postos de diversas regiões da capital paulista e contou com apoio da Divisão de Investigações sobre Infrações contra o Consumidor do Departamento de polícia de Proteção à cidadania.

– Escola Anti-Corrupção para Árbitros e Treinadores

Na última semana, um escândalo no futebol da China resultou na denúncia envolvendo 4 árbitros de futebol. Ao longo da mesma semana, foram presos dois vice-presidentes da Federação Chinesa de Futebol, o presidente da Comissão de Árbitros da China e 3 árbitros de futebol (incluindo o árbitro que apitou a Copa de 2002).

Como medida corretiva, as autoridades locais criaram dois campos para reeducação. Um que servirá para árbitros (200 oficiais) e outro para os treinadores. Neles, segundo o presidente da Federação Chinesa de Futebol, Wei Dei, os “alunos” em regime de concentração poderão ter a “oportunidade de redenção dos seus problemas”. Em outras palavras, a chance de confessar crimes, desistir da carreira ou provar sua lisura.

Extraído de: http://www.lusa.pt/lusaweb/user/showitem?service=310&listid=NewsList310&listpage=1&docid=10797888

ÁRBITROS E TREINADORES EM REEDUCAÇÃO PARA CONFESSAREM DELITOS DE CORRUPÇÃO

Pequim, 13 mar (Agência Lusa) – As autoridades chinesas decidiram concentrar centenas de árbitros e treinadores para reeducação e para que confessem os seus delitos, na sequência de um escândalo de corrupção a todos os níveis na liga de futebol.

O diário South China Morning Post revela hoje que foram criados dois “campos de retificação de educação anti-corrupção”, um nos arredores da capital chinesa, para onde foram enviados 200 árbitros de futebol, e outro no sul da província de Cantão, onde se encontram treinadores da maioria das equipas da liga de futebol chinesa.

Segundo o jornal, estas concentrações são “a última oportunidade para confessarem os seus delitos em troca de sanções menos duras”.

O novo presidente da federação chinesa da modalidade, Wei Di, afirmou que o campo de retificação é “uma oportunidade de redenção para os que têm problemas” e advertiu que aqueles que confessem os delitos depois de passado o “período de graça” serão duramente punidos.

O mundo do futebol transformou-se numa área de experimentação na luta contra a corrupção na China, depois de o presidente Hu Jintao expressar no ano passado a sua preocupação com o mau estado institucional daquela modalidade e com os péssimos resultados internacionais da seleção chinesa de futebol.

Desde então, rara tem sido a semana em que não há notícias sobre treinadores, jogadores, dirigentes ou árbitros envolvidos em redes de manipulação de resultados desportivos e em apostas ilegais.

A campanha anti-corrupção já levou às prisões do país dois ex vice-presidentes da federação de futebol chinesa (Nan Yong e Yang Yimin), de Zhang Jianqiang, diretor do comité de árbitros e três conhecidos árbitros de futebol, um dos quais apitou no campeonato mundial de futebol de 2002.

FVZ.

– CONAR e Paris Hilton

Inquietante.

O Conar suspendeu a propaganda da Cerveja Devassa, atendendo a Secretaria de Defesa da Mulher, pois esta achou que a socialite Paris Hilton demonstrou uma imagem vulgarizada da mulher, ou seja, tornou-a uma “mulher-objeto”.

E Juliana Paes com a Antárctica, não é a mesma coisa? E outras tantas belas loiras anônimas de outras marcas? E de outros produtos?

Nossa, quanta hipocrisia… No Dia Internacional da Mulher, há dois pesos e duas medidas. Ou a lei serve para todos ou não!

– Adulterações de Etanol com Metanol

Estão cada vez mais frequentes as adulterações diversas em postos de combustíveis. A moda agora é nova: estão colocando Metanol nos tanques e vendendo-o como Álcool Combustível (Etanol).

O Metanol era o combustível utilizado na Fórmula Indy nos anos 90. É um subproduto do petróleo, um álcool alternativo, extremamente tóxico e explosivo, cujo preço está mais barato do que o etanol.

É fácil perceber os golpes: como alguns postos podem vender o Etanol a R$ 1,699, se ele custa entre R$ 1,62 a R$ 1,68 na distribuidora?

Compartilho uma matéria explicativa sobre o Metanol, está no seguinte link: METANOL POR ETANOL

– Coca-Colla com 2 “elles” lançada por Evo Morales

Evo Moralles, presidente boliviano, provoca! Vai comprar briga com a Coca-Cola, lançando a Coca-Colla (com 2 letras l), legítimo refrigerante boliviano, sabor… folha de coca!

Incrível, não?

Extraído de: IG –Último Segundo

BOLÍVIA ANUNCIA LANÇAMENTO DE NOVO REFRIGERANTE

Evo Morales, o primeiro presidente indígena boliviano a mascar folhas de coca em reuniões da ONU, resolveu encontrar uma nova função para a planta. Na semana passada, seu governo anunciou o lançamento de um novo refrigerante: a Coca-Colla.

Com a ideia, Evo acerta dois alvos com um tiro só. Primeiro, dá uma rasteira na americana Coca-Cola, considerada um dos símbolos do capitalismo. Por fim, a decisão dá uma mãozinha para os cocaleiros de Chapare, berço político do presidente boliviano, onde ele se tornou conhecido como líder sindical dos plantadores de folha de coca da região.O nome do novo refrigerante foi proposto pelos próprios cocaleiros e faz bastante sentido. “Colla” é uma alusão aos habitantes que vivem na parte andina do país, em contraste com os “cambas”, moradores das terras baixas.

Segundo a Secretaria de Coca e Desenvolvimento Integral, o projeto já está em andamento e o refrigerante pode chegar ao mercado em quatro meses. O governo, contudo, ainda não definiu se o empreendimento será totalmente estatal ou se tentará atrair capital privado especula-se que possa haver uma joint venture do Estado com uma cooperativa de cocaleiros.

De acordo com funcionários do governo, o que já se sabe é que a Coca-Colla também será uma bebida preta vendida com um rótulo vermelho, uma provocação nada discreta à insígnia da original americana.

A Bolívia tem a terceira maior produção de folha de coca do mundo apenas Colômbia e Peru produzem mais. O país é constantemente pressionado a reduzir o cultivo, o que põe Evo em uma posição difícil: conciliar a pressão internacional, que tenta desestimular a produção da matéria-prima da cocaína, e a pressão interna dos cocaleiros, que não querem deixar de cultivar uma planta que há 3 mil anos faz parte da identidade boliviana.

Desde que foi eleito pela primeira vez, em 2005, Evo tem prometido aumentar a área para cultivo legal da coca. Para isso, seu governo se esforça para encontrar utilidades para a planta. A Bolívia já produz chá, farinha, pasta de dentes e bebidas alcoólicas à base da folha de coca.

A iniciativa de Evo, porém, será outro ponto de atrito com os EUA. A relação entre os dois países anda estremecida desde que o governo boliviano expulsou do país a DEA, agência antidrogas dos EUA, e declarou o embaixador americano persona non grata, em 2008.

– A Indústria das Apostas no Mundo do Futebol: legalidade e moralidade dos envolvidos no esporte.

O assunto é difícil, contestado, mas vale o debate sadio e produtivo: apostas futebolísticas.

É cada vez mais frequente em nosso país a oferta de apostas em esportes. A priore, quando se fala em “apostas”, poderia-se lembrar de rinhas de galo, bingos, cassinos. Mas as apostas em futebol não tem nada de ilegalidade, dependendo de quem se envolve no jogo (apostador e ofertante da aposta).

Seria hipocrisia defender a proibição de jogos de azar; afinal, o Brasil é um grande cassino e a Caixa Econômica Federal é o exemplo maior. Vide os números da Mega-Sena, Loto e outras loterias. Elas não são legalizadas e incentivadas pelo governo?

A novidade é a presença mais constante e notória de grandes empresas: Sporting Bet, Bwin, entre outras. A propósito, estas “casas de apostas virtuais” têm se tornado cada vez mais conhecidas. Salvo engano, estão estampadas em algumas placas publicitárias em estádios e camisas de times de grande expressão, como A.C. Milan e C.F.Real Madrid.

Para quem milita no futebol, talvez tenha um repentino frio na espinha ao ouvir falar sobre apostas. Afinal, há pouco tempo tivemos o escândalo envolvendo apostadores, que ficou conhecido como “Máfia do Apito”. Na Europa, um mega-escândalo envolvendo manipulação de resultados em jogos naquele continente acontece nesse momento. Claro, para nós, árbitros de futebol, a distância desse tema ou dessas casas é desejada e moralmente obrigatória. E isso é correto; é uma demonstração de lisura e incompatibilidade de funções. Se levado ao extremo – e extremo mesmo – se  descarte a permissão de árbitros, jogadores e dirigentes jogarem na Loteria Esportiva, Timemania ou aquela outra loteria onde se determina ganhador e perdedor dos jogos, com placares pré-determinados (perdoem-me o esquecimento do nome do jogo). Mas isso não quer dizer que o cidadão que jogar seja corrupto! Se contestará a ética e a moralidade, isso é lógico. Mas ao mesmo tempo, não vejo contestação da empresa Bwin ser a patrocinadora do Milan! Se fosse assim, interesses aflorariam cada vez mais em favor de derrotas ou vitórias mercê a quantidade de apostas.

Para quem “consome” os serviços de apostas, os apostadores propriamente ditos, as empresas que chegam ofertando seu negócio são idôneas, respeitadas mundialmente e transbordando lisura. Mas uma constatação preocupante: segundo Felipe Carneiro, em matéria da Revista Exame (link e citação abaixo), o dinheiro das apostas leva ao dono da banca a ter um lucro maior do que o dos traficantes de drogas. A recíproca é verdadeira aos apostadores, que podem ter um retorno médio de 20 a 30 vezes maior. E isso se revela simultaneamente idêntico no mundo inteiro. Por exemplo, estamos em dezembro, e na Suécia, um site de apostas paga 7 por 1 a cada euro apostado no Corinthians como campeão da Libertadores da América, mesmo com os adversários finais em definição (extraído de Gazeta Esportiva, citação abaixo)! É a globalização do futebol e das apostas.

A regulamentação das apostas ainda parece obscura em nosso país e o tema sombrio. Há de se separar as empresas sérias e os vigaristas, de se criar mecanismos de controle e fiscalização. Entretanto, a cada escândalo que estourar envolvendo máfia de apostadores, invariavelmente se levantarão suspeitas em primeiro lugar aos árbitros, em segundo aos dirigentes e em terceiro aos jogadores.

Alguém duvida desse panorama?

A seguir, as duas matérias acima citadas:

JOGO SUJO (clique aqui para link)

A máfia do mercado de apostas provoca o maior escândalo de manipulação de resultados da história do futebol europeu. O número de partidas sob suspeita já chega a 200

Em 2005, os resultados de 11 partidas do campeonato brasileiro da primeira divisão foram anulados devido a indícios de que o juiz Edilson Pereira de Carvalho manipulara os resultados para beneficiar uma máfia de apostas. Foi o maior escândalo da história da arbitragem do futebol brasileiro, mas está longe do mar de lama que atinge no momento os campos da Europa, onde 200 jogos estão sob suspeita, em 11 diferentes países. Até o momento, o grosso do escândalo se concentra em ligas nacionais de menor importância, como as da Hungria, da Bósnia e da Eslovênia. As autoridades que investigam o caso, no entanto, já encontraram indícios de crimes cometidos em três jogos das fases preliminares da Liga dos Campeões e 12 da Liga da Europa, as duas competições mais importantes entre os clubes do continente. Até o fechamento desta edição, o saldo das investigações era de 17 pessoas presas. Outras 200 continuam sendo investigadas, entre mafiosos, árbitros, jogadores e técnicos. “A fraude tira a razão de ser do esporte, acaba com a mágica da competição e, finalmente, mata o futebol. É o maior problema que enfrentamos hoje”, diz o ex-jogador francês Michel Platini, que ocupa atualmente o cargo de presidente da União das Associações Europeias de Futebol (Uefa).

Como a própria polícia alemã admite, as suspeitas que pairam hoje sobre o futebol europeu podem representar apenas a ponta de algo muito maior. O mercado de apostas, tanto o legal quanto o ilegal, cresce a uma velocidade assustadora no mundo inteiro. Um estudo feito pela Comissão de Mercado Comum de Serviços da União Europeia estima que somente o setor de apostas em esportes tenha crescido 129% na última década. A estimativa é que, em 2010, ele movimentará 19,5 bilhões de dólares na Europa. Como esse tipo de jogatina representa um fenômeno global, o tamanho do mercado é ainda maior. Segunda a revista americana Foreign Policy, o faturamento anual dos jogos de azar no mundo é 400 bilhões de dólares, incluindo-se aí também atividades como cassinos, bingos e loterias. As apostas ligadas a esportes representam cerca de 20% desse total, o equivalente a 80 bilhões de dólares. São números conservadores. Em boa parte da Ásia, tida como o maior mercado de apostas no mundo, o jogo não é permitido, por isso os números são apenas estimados.

O maior problema que o futebol enfrenta hoje é a inoperância das autoridades do esporte para combater a manipulação de resultados. A Fifa, autoridade máxima do esporte, não tem nenhuma política oficial para inibir a prática, bem como a maior parte das confederações nacionais, inclusive a brasileira. A exceção cabe justamente à Uefa, que criou em 2008 uma Unidade de Integridade para investigar as manipulações. Os próximos passos em estudo são tornar obrigatório por lei que jogadores e árbitros denunciem imediatamente qualquer abordagem feita pelos criminosos (como fez a Associação dos Tenistas Profissionais) e estabelecer uma espécie de disque-denúncia anônimo para que aqueles que forem cooptados saibam como agir, sem medo de represálias. Essas medidas representam um avanço, sem dúvida, mas ainda são tímidas diante da proporção que o problema atingiu. Boa parte dos mafiosos atua nas bolsas de apostas ilegais na Ásia, justamente porque lá o controle é pouco rigoroso — e muitas vezes os bookmakers estão envolvidos na fraude. “Os corruptores são profissionais e os sistemas de controle criados até agora no futebol são amadores”, afirma Hill.

CASA DE APOSTAS APONTA CORINTHIANS COMO FAVORITO À LIBERTADORES (clique aqui para link)

A manutenção de Ronaldo e a contratação de diversos reforços, especialmente o lateral-esquerdo Roberto Carlos, aumentaram a cotação do Corinthians diante dos apostadores. Segundo números apresentados pelo site sueco Betsson.com, o time é o principal favorito para conquistar a Copa Libertadores da América no ano de 2010, justamente o maior desejo de todos os torcedores, jogadores e diretores do alvinegro do Parque São Jorge.

Embora ainda restem duas vagas mexicanas para definir os 40 participantes, o site sueco decidiu divulgar a primeira parcial com a liderança corintiana. De acordo com os números apresentados, o Corinthians aumentará cada euro apostado, cerca de R$ 2,53, em sete vezes. Logo atrás do alvinegro aparecem dois rivais brasileiros: Flamengo e São Paulo, com a cotação de 8 para 1.As ausências dos principais gigantes argentinos (Boca Juniors e River Plate) credenciaram ainda mais os representantes brasileiros ao título mais importante da América do Sul. Na sequência de Corinthians, Flamengo e São Paulo, o Internacional e o Cruzeiro, atual vice-campeão do torneio continental, surgem como favoritos, aumentando em dez vezes a quantia apostada.
Atual campeão da Libertadores e vice mundial, o Estudiantes de La Plata aparece logo em seguida dos times brasileiros, ao lado do também argentino Velez Sarsfield e do mexicano Chivas. O trio paga 12 vezes o valor despendido por cada internauta. Lanús e Newell’s Old Boys fecham a lista dos dez primeiros favoritos, com a cotação de 20 para 1, a mesma de Nacional, do Uruguai, e San Luis, do México.
Na avaliação divulgada neste domingo, os dois adversários do Corinthians conhecidos até o momento estão na zona intermediária de favoritismo. O Independiente Medellín, da Colômbia, recebeu a quantidade de 30 para 1, enquanto o Cerro Porteño, do Paraguai, gerará um lucro de 50 vezes do valor para os apostadores, em caso de título.
A última vaga no grupo do Corinthians será disputada entre o Junior Barranquilla, da Colômbia, e o Cerro, do Uruguai. Caso Mano Menezes siga os números apresentados, o melhor adversário para o atual campeão da Copa do Brasil seria o time uruguaio, que obteve a pior cotação entre os 38 times (250/1). Os colombianos, por sua vez, aumentam em 50 vezes cada aposta.

Veja a lista com as cotações dos 38 times conhecidos da Libertadores:

1: Corinthians (BRA) – 7.00
2: São Paulo (BRA) – 8.00
Flamengo (BRA) – 8.00
4: Cruzeiro (BRA) – 10.00
Internacional (BRA) – 10.00
6. Estudiantes La Plata (ARG) – 12.00
Vélez Sarsfield (ARG) – 12.00
Chivas Guadalajara (MEX) – 12.00
9. Lanús (ARG) – 20.00
Newell’s Old Boys (ARG) – 20.00
Nacional (URU) – 20.00
San Luis (MEX) – 20.00
13. Banfield (ARG) – 25.00
Colón de Santa Fe (ARG) – 25.00
Colo Colo (CHI) – 25.00
Monarcas Morelia (MEX) – 25.00
17. Once Caldas (COL) – 30.00
Independiente Medellín (COL) – 30.00
Libertad (PAR) – 30.00
20. Universidad de Chile (CHI) – 40.00
Universidad Católica (CHI) – 40.00
22. Cerro Porteño (PAR) – 50.00
Junior Barranquilla (COL)- 50.00
24. Bolívar (BOL) – 75.00
Deportivo Quito (EQU) – 75.00
Universitário (PER) – 75.00
27. Alianza Lima (PER) – 100.00
Caracas (VEN) – 100.00
Deportivo Táchira (VEN) – 100.00
30. Real Potosí (BOL) – 150.00
Deportivo Cuenca (EQU) – 150.00
Emelec (EQU) – 150.00
Nacional (PAR) – 150.00
Juan Aurich (PER) – 150.00
Racing Club (URU) – 150.00
Deportivo Itália (VEN) – 150.00
37. Blooming (BOL) – 250.00
Cerro (URU) – 250.00

– Congresso Brasileiro é… bom???

Há pesquisas que assustam pelos seus números. De repente, a interpretação pode ser diversa.

No último sábado, a Folha de São Paulo divulgou uma pesquisa sobre o que o brasileiro pensa sobre o Congresso Nacional: 40% desaprovam o Congresso.

Ora, se é esse o número de desaprovadores, quer dizer que 60% aprovam?

É claro que esse número pode ser mal interpretado, se levado em conta àqueles que dão conceitos “regular, bom e ótimo”. Mas o fato de apenas 40 % reprovarem os nobres deputados é realmente impressionante. E 15% dos entrevistados, surpreendentemente, avaliam o Congresso como ótimo. O senso comum aponta para muito mais reprovação e indignação! Vide os escândalos…

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u671382.shtml

Em ano de crise, 40% desaprovam Congresso, informa pesquisa Datafolha

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha entre os dias 14 e 18 de dezembro revela que o Congresso Nacional chega ao final do ano de 2009 com 40% de avaliação negativa, informa Cátia Seabra para a Folha deste sábado (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

O percentual indica que, a menos de um ano das eleições, o índice de reprovação é quatro pontos mais baixo que em agosto, auge da crise do Senado. Outros 39% consideram regular o desempenho de deputados e senadores da atual legislatura; trabalho do Congresso é ótimo ou bom para apenas 15%.

Segundo a pesquisa, 39% dos brasileiros consideram regular o desempenho de deputados e senadores da atual legislatura. O trabalho do Congresso é ótimo ou bom para apenas 15% dos entrevistados.

Palco de sucessivas crises, o Congresso tem o maior índice de reprovação entre a população de maior renda e maior escolaridade.

– Fair Play exemplar de final de ano!

Olha que bacana: ontem, no Campeonato Francês, durante a partida Olympique de Marselhe X Auxerre, uma atleta foi expulso por desferir uma cotovelada contra o seu adversário. O jogador atingido se dirige ao árbitro, pede para não expulsá-lo pois o golpe foi involuntário. A atitude de grande espírito desportivo do jogador valeu a “desexpulsão” do jogador!

Extraído de: IG Esportes

JOGADOR FAZ ÁRBITRO VOLTAR ATRÁS SOBRE EXPULSÃO DE ADVERSÁRIO 

por Gian Oddi

Um raro exemplo de fair play ocorreu no jogo entre Olympique de Marselha e Auxerre, nesta quarta-feira, pela 19ª rodada do Campeonato Francês: um jogador do Auxerre fez o árbitro voltar atrás na decisão de expulsar um atleta do time adversário.

O lance aconteceu aos 34 minutos do segundo tempo, quando o árbitro Philippe Malige resolver mostrar cartão vermelho ao marfinense Bakary Kone, do Olympique, por uma suposta cotovelada desferida sobre o esloveno Valter Birsa.

Birsa, contudo, alertou o árbitro que a cotovelada desferida por Kone não havia sido intencional. Philippe Malige, então, voltou atrás em sua decisão e retirou o cartão vermelho aplicado para o jogador do time da casa.

Apesar disso, os visitantes levaram a melhor e venceram a partida por 2 x 0, com dois gols de Oliech. Com a vitória, o Auxerre chega aos 32 pontos e alcança justamente o Olympique de Marselha, que ocupa hoje a quarta colocação na tabela do Campeonato Francês.

O líder do torneio é o Bordeaux, que venceu o Tolouse por 2 x 1, de virada, fora de casa, e soma agora 43 pontos.

– Fair Play que levou a uma Punição

Há pouco mais de 3 anos, numa partida em que jogavam Ajax X SMVC, na Holanda, um fato inusitado marcou o futebol: um atleta vai devolver uma bola para o adversário, em atitude de fair play, e acaba marcando um gol sem querer. O Ajax, com tremendo espírito desportivo, permite que seu adversário marque um gol como pedido de desculpas pelo erro. A imagem correu o mundo, e se você não se lembra, pode clicar AQUI para recordá-la.

Pois bem: nesse final de semana, na partida que envolveu Reggina X Ascoli (equipe que o Casagrande jogou), um fato inusitado: um jogador da Reggina se contunde, a equipe pede para colocar a bola para fora, o adversário continua na jogada e sai o gol. Os jogadores batem-boca, e quem soluciona o problema é o treinador do Ascoli: ele manda seus atletas permitirem que a Reggina marque um gol, como pedido de desculpas pelo unfair-play.

Entretanto, seus torcedores detestaram o fato. A diretoria, mais ainda! Resultado: o treinador do Ascoli foi demitido pelo “excesso de espírito desportivo”, segundo a cartolagem italiana.

Veja o lance, clicando aqui: ASCOLI X REGGINA

Abaixo, extraído do Blog “Tempo Extra”

Em: http://colunas.cbn.globoradio.globo.com/tempoextra/

AULA DE FAIR PLAY?

por Paulo Passos

Aconteceu na série B do campeonato Italiano, no último domingo. Um jogador do Reggina se machucou no primeiro tempo e tentou colocar a bola para fora. Ela não saiu e um atacante do Ascoli pegou a bola e foi em direção o gol, sob protesto dos adversários, parados. Ele tocou para um companheiro, que marcou o gol.

Indignados, os atletas do Reggina, entre eles o brasileiro Gleison Santos, foram para cima dos adversários. Em meio à indiferença dos rivais, resolveram reclamar com o técnico do Ascoli, o italiano Bepi Pillon, que não teve dúvida: mandou seus comandados deixarem o adversário empatar a partida.

O jogo terminou 3 a 1 para o Reginna e o técnico “fair play” teve que ouvir as reclamações do torcedores do Ascoli, que jogava em casa.

– Projeto “ficha limpa” vai adiante!

Felizmente, está caminhando o projeto “ficha limpa”, por pressão da CNBB.

Você ainda não o conhece?

Abaixo, matéria do jornalista Reinaldo Oliveira:

Sob pressão da CNBB e MCCE o Projeto Ficha Limpa irá a votação

 

Na semana em que a Transparência Internacional divulgou relatório em que aponta o Brasil em 75º lugar no ranking da corrupção, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, o Movimento Contra a Corrupção Eleitoral – MCCE e a Cáritas Arquidiocesana, através de seus representantes, fizeram pressão na Câmara Federal e conseguiram importante avanço quanto à tramitação do PL 518/09, que deu entrada naquela Casa de Leis, no dia 29 de setembro passado. O Projeto de Lei, denominado de Campanha Ficha Limpa, foi originado através de abaixo assinado com 1,3 milhão de assinaturas coletadas pela três entidades e, em sendo aprovado barrará o registro de candidatos às próximas eleições que tenham a “Ficha Suja”. Após a entrada na Câmara no dia 29 de setembro e, dada as dificuldades encontradas para a tramitação do PL, em reunião realizada no dia 19 de novembro passado, com o presidente daquela Casa de Leis, deputado Michel Temer – PMDB/SP, as entidades o informaram de que a coleta de assinaturas continua e já foram coletadas mais de 50 mil novas assinaturas favoráveis para que o PL seja colocado em votação. Também informaram ao presidente que o PL enfrenta resistência, tanto na Câmara quanto no Senado, pois os parlamentares defendem a manutenção da Lei em vigor, que lhes favorecem. É importante lembrar que dos 513 deputados, mais de 200 têm problemas com a Justiça e, dos 81 senadores, mais de 20 também têm problemas judiciais, fato que os classificam como “Fichas Sujas”. Neste aspecto o presidente Temer disse que não pode distorcer o sentido do PL, visto que o mesmo….”não é contra o deputado ou senador, mas sim, a favor da sociedade”. A próxima manifestação das três entidades, com o apoio de Temer, será no dia 9 de dezembro – Dia Mundial de Combate à Corrupção. Haverá uma grande mobilização em Brasília/DF, sobre o projeto Ficha Limpa, quando em ato solene serão entregues ao presidente da Câmara, deputado Michel Temer, as mais de 50 mil assinaturas que continuam sendo coletadas, favoráveis ao PL da Ficha Limpa. Também as representações estaduais e municipais das três entidades, farão manifestações sobre o PL neste dia. 

– Por que Não Vivemos sem a Mentira?

Sou da seguinte opinião: uma mentirinha ou uma mentirona é mentira em qualquer lugar!

Uma pesquisa americana revela: a cada 10 minutos contamos 3 mentiras.

Será?

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2080/artigo152159-1.htm

MENTIRA: POR QUE NÃO VIVEMOS SEM ELA

por Maíra Magro

“Detesto mentira!” Qual foi a última vez que você disse essa frase ou ouviu alguém dizer? Seja como for, quem disse… mentiu. Podemos até falar que odiamos a mentira, mas lançamos mão desse recurso quase sem perceber.

O professor de psicologia Robert Feldman, da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, filmou a interação entre mais de 50 pares de pessoas que acabavam de se conhecer e constatou que elas mentiam em média três vezes numa conversa de dez minutos.

Feldman, uma autoridade mundial sobre o tema e autor do livro recém-lançado no Brasil “Quem É O Mentiroso da Sua Vida? Por Que As Pessoas Mentem e Como Isso Reflete no Nosso Dia a Dia”, constata que recorrer a desvios da verdade, além de ser quase uma questão cultural, é um recurso de sobrevivência social inescapável. “Em geral, mentimos para tornar as interações sociais mais fáceis e agradáveis, dizendo o que os outros querem ouvir, ou para parecermos melhores do que realmente somos”, disse à ISTOÉ.

O problema, ressalta, é que meros desvios dos fatos podem crescer e virar uma bola de neve, gerando relacionamentos baseados no engano. “Devemos ser mais verdadeiros e demandar a honestidade”, conclama Feldman. Na maioria das vezes, a realidade é deturpada sem malícia. São as mentiras brancas, que funcionam, nas palavras do especialista, como “lubrificantes sociais”. Isso não acontece apenas nas conversas entre estranhos, permeia também os relacionamentos mais íntimos.

A dermatologista carioca Jocilene Oliveira, 55 anos, admite praticar um clássico feminino: “Se comprei um vestido e meu marido me pergunta quanto custou, digo que foi uma bagatela, mesmo que não tenha sido”, conta ela, para quem essa mentirinha de vez em quando serve para “evitar stress” no casamento. Há poucas chances de o marido de Jocilene descobrir a verdade. Segundo a psicóloga carioca Mônica Portella, é como se jogássemos uma moeda para cima cada vez que tentássemos descobrir se alguém está falando a verdade.

Ela estudou sinais não verbais da comunicação, como movimentos dos olhos e gestos das mãos, para ver se é possível detectar os momentos em que uma pessoa diz inverdades. “A taxa de acerto de um leigo é de 50%”, revela. Outro artifício muito usado é mascarar os fatos para fazer o interlocutor sentir-se bem, como dizer que um corte de cabelo duvidoso ficou “diferente” e não horrível. A lista de situações em que exageramos ou modificamos a realidade não tem fim.

Quem nunca inventou uma desculpa esfarrapada para justificar um atraso? Segundo especialistas, as técnicas de dissimulação são aprendidas pelas crianças desde cedo – e não por meio de colegas malandros, mas com os próprios pais. “O processo educacional inibe a franqueza”, aponta Teresa Creusa Negreiros, professora de psicologia social da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro.

Uma menina que ganha uma roupa será vista como mal-educada se disser, de cara, que achou o modelo feio. O paradoxo é que, embora a sociedade condene a mentira, quem falar a verdade nua e crua o tempo todo será considerado grosseiro e desagradável. “Mentir por educação é diferente de ter um mau caráter”, pondera Teresa. Mas, para Feldman, mesmo as mentiras inofensivas devem ser evitadas, com jeitinho. “Nossos filhos não precisam ser rudes e dizer que detestaram um presente”, afirma. “Mas podemos ensiná-los a ressaltar algum aspecto positivo dele, em vez de dizer que gostaram.”

As inverdades repetidas no cotidiano mascaram os parâmetros que temos para avaliar nossas atitudes e a dos companheiros, gerando todo tipo de desentendimento. Quando estamos diante de alguém que fala muita lorota, não sabemos com quem estamos lidando.

“É muito difícil categorizar mentiras e dizer que umas são aceitáveis e outras não”, afirma Feldman. Em alguns casos, os efeitos são irreversíveis. Preocupado em saber se a ex-namorada gostava realmente dele, o estudante paulistano Rogério Yamada, 22 anos, decidiu testar o ciúme dela inventando que a havia traído.

“Ela acabou terminando comigo”, lembra. “Hoje me arrependo.” Quem é enganado também sofre, com mágoa e desconfiança – segundo especialistas, a dor é mais forte quando afeta os sentimentos ou o bolso.

A psicanalista Ruth Helena Cohen, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), oferece um consolo a quem se sentiu ludibriado: a mentira tem muito mais a ver com a psicologia de quem a conta do que com seu alvo – como no caso de Rogério, que no fundo queria saber se era amado. “É uma forma de defesa, que revela uma verdade sobre quem a diz”, afirma Ruth.

É claro que, além das mentirinhas brancas, há aquelas contadas com dolo: são trapaças e traições para beneficiar quem conta ou prejudicar o outro, como ganhar uma confiança não merecida ou cometer uma fraude financeira. Em casos mais raros, a mania de inventar e alterar os acontecimentos pode revelar uma patologia.

É a chamada “mitomania”, ou compulsão por mentir, que demanda tratamento psicológico. Uma das razões pelas quais contamos tanta mentira é que raramente nos damos mal por isso. O mentiroso tem duas vantagens: a maioria das conversas está baseada na presunção da verdade e é praticamente impossível identificar uma inverdade no ato.

– A Irresponsabilidade dos Pseudos-Dirigentes

Há muito dirigente esportivo que se intitula profissional, mas que no fundo age como o mais fanático torcedor. Sem razão e pleno em emoção, distribui acusações e levanta suspeitas para todos os lados.

Um coerente e fiel retrato da atual situação dos clubes e seus cartolas na reta final do Campeonato Brasileiro deste ano, foi elaborado pelo jornalista Fernando Sampaio, o qual reproduzo (extraído do seu blog, em: http://blogs.jovempan.uol.com.br/fernandosampaio/geral/cartola-torcedor-e-prejudicial/comment-page-1/#comment-4606)

CARTOLA TORCEDOR É PREJUDICIAL AO FUTEBOL

As declarações de cartolas torcedores só prejudicam o futebol. Acusam árbitros de ladrões, mas não apresentam provas. Fazem declarações passionais e levianas. Ninguém apresenta uma denúncia concreta. Insinuam, mas não dão os nomes. A única intenção é pressionar a arbitragem. Esta tática infantil tira a credibilidade do próprio futebol. Não é profissional. Prejudica o próprio negócio.

O torcedor fanático acredita e fica revoltado.

Outro dia, um dirigente disse que todos os cinco primeiros colocados pagam mala branca. E quando seu time está disputando o título será que paga também? Ah, não o meu clube não paga. Cara de pau. Palhaçada.

Nos últimos jogos do Verdão, existiram erros grosseiros da arbitragem. Ok, é preciso discutir isso, mas e o futebol? E a superação de Ronaldo no clássico, debaixo de 40 graus? E a recuperação do Fluminense, não só no Brasileirão? Sport x Palmeiras foi espetacular. A audiência bombou. Ora, se é tudo armado, porque assistir na TV? Vai ver novela e pára de chororô.

Se o campeonato é armado, porque o cartola não pede para o torcedor ficar em casa?

Quando o cartola vai vender o patrocínio do clube, ele não avisa o cliente que seu time será roubado e que existe um esquema para o rival ser campeão. Ele vai lá vender o sonho de títulos. Depois, quando o sonho não se realiza, vira um bebê chorão. Denegrir a imagem do produto futebol é uma burrice monumental. Isso cabe à todos os clubes.

É preciso ter espírito esportivo e saber reconhecer os méritos dos vencedores.

No Palestra, torcedores queriam bater nos jogadores e na imprensa. O sujeito sai do estádio revoltado, querendo achar um culpado. Ridículo. Futebol tem que ser diversão. O cara tem que sair do estádio e ir namorar, jantar, ler, dormir, fazer qualquer coisa, menos brigar. O resultado de uma partida não pode ser tão importante na vida. Senão, é melhor gastar o dinheiro no psicólogo. O futebol não pode fazer tão mal á saúde.

Futebol tem que gerar alegria ou tristeza, não raiva e ódio.

– O Cartel de Brinquedos do Brasil

Você acha que os brinquedos brasileiros custam caro? Acha também que existe uma invasão de produtos chineses?

Seu achismo está correto! A Secretaria de Defesa Econômica do governo aponta a existência de um grande cartel no setor de brinquedos, que controla desde a importação até a política de preços do setor.

Extraido da Folha de São Paulo, 12/11/2010, caderno Economia, pg e3, por Julianna Sofia

SECRETARIA QUER CONDENAÇÃO PARA CARTEL DE BRINQUEDOS

Depois de três anos de investigação, a SDE (Secretaria de Direito Econômico) -ligada ao Ministério da Justiça- recomendará a condenação da Abrinq (Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos) e de seu presidente, Synésio Batista da Costa, sob a suspeita de induzir o mercado nacional de brinquedos a formar um cartel na importação de produtos da China.
O parecer com o pedido de punição, ao qual a Folha teve acesso, será encaminhado hoje ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), que julgará o caso.
No caso de condenação, a multa a ser aplicada pode variar de 1% a 30% da receita da entidade, além de outras punições a serem arbitradas pelo tribunal administrativo.
A prática de cartel traz prejuízos diretos ao consumidor, pois elimina a concorrência, provocando aumento de preços no mercado.
A denúncia contra a Abrinq e Costa foi apresentada à SDE, em 2006, pela Mattel do Brasil- subsidiária da multinacional americana que comercializa brinquedos fabricados principalmente na China.
De acordo com as acusações, a associação e seu dirigente incentivaram a adoção de uma conduta uniforme por parte de fabricantes, importadores e lojistas do setor.
Gravações
As principais provas apresentadas no caso são a pauta de uma reunião convocada pela Abrinq e a gravação desse encontro, que foi realizado em setembro de 2006.
Na reunião, a associação teria proposto: fixação e gerenciamento de cotas fixas individuais por importador; estabelecimento de preços mínimos para as importações; e criação de barreiras à entrada no mercado de novos concorrentes.
As informações levantadas no processo mostram que a entidade pretendia diminuir a exposição do mercado nacional à concorrência dos produtos chineses, limitando as compras com cotas individuais por CNPJ do importador e fixando preços mínimos.
A Abrinq, destaca a secretaria, tem como associados empresas que respondem por 30% do mercado nacional, e a produção local equivale a 55% dos brinquedos vendidos no país. O setor reúne 300 fabricantes locais e 50 importadores.

Acordo
O parecer relata que, em agosto de 2006, empresários brasileiros e a Abrinq foram à China negociar um acordo com a indústria de brinquedos daquele país. Na volta da viagem, Costa convocou uma reunião com todos os 42 associados para discutir o tema.
No encontro, afirma a SDE, a Abrinq passou aos empresários a impressão de que o acordo com a China autorizava a associação a fixar e distribuir as cotas individuais e a estabelecer preços mínimos.
Na prática, a associação teria usado o acordo para induzir a formação de cartel. A investigação ainda aponta que Costa dava a entender que o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio do Brasil chancelava as medidas.
“A reunião na sede da Abrinq e as afirmações de seu presidente a respeito do acordo travado com entidades chinesas foram voltadas a influenciar a adoção de comportamento uniforme no mercado”, diz o relatório. “Jamais foi ou poderia ter sido competência da Abrinq estabelecer ou distribuir cotas de importação ou atuar na fixação de preços mínimos de importação”, continua o texto.
Em ofício à secretaria, o ministério informou que o acordo entre Brasil e China -homologado pelo governo em dezembro de 2006- envolve cotas globais de importação de produtos e trazia “disposições gerais a serem adotadas pelas empresas para garantir o equilíbrio do comércio”.
A SDE, em sua análise, pondera que, em nome da defesa comercial da indústria brasileira, a associação não poderia ter desrespeitado as regras de defesa da concorrência.
“O objetivo de impedir um excesso de entrada de produtos chineses no Brasil não legitima a conduta adotada pela Abrinq”, afirma. 

– Ronaldo, Bozzano e o Suposto Plágio

Nâo entendi como plágio comercial, mas a Bayern, laboratório fabricante da Aspirina, entrou na justiça contra a propaganda do Creme de Barbear Bozzano, onde Ronaldo Fenômeno é o garoto-propaganda, e conseguiu retirá-la do ar. Nela, o jogador diz que “se é Bozzano então é bom“. Acontece que a Bayern usa a frase “se é Bayern, é bom” desde 1922 !

Veja o vídeo, as fotos e a matéria em: http://blogs.abril.com.br/croquidamoda/2009/09/ronaldo-novo-garoto-propaganda-bozzano.html

– Mutretagem dos Radares Fotográficos em Rodovias

Vejam só: em denúncia da Rádio Bandeirantes AM 840, descobriu-se que os radares que se encontram nas rodovias não são aferidos por fiscais do Inmetro, e que a regulagem dos mesmos é duvidosa. Mauro Arce, secretário dos transportes, prometeu a devolução do dinheiro de multas emitidas em algumas rodovias e a suspensão de outras. A empresa responsável era a Fiscaltech.

Detalhes e como funcionou a investigação em: http://radiobandeirantes.com.br/notas.asp?ID=201133

– Confiar Desconfiando…

O Datafolha realizou uma pesquisa interessante, divulgada neste domingo na Folha de São Paulo, relacionando Ética e Corrupção. Nela, surgiu um número assustador: 17 milhões de brasileiros já venderam o voto nas eleições!

Mas outro dado importante: questionados sobre quais instituições os brasileiros NÃO CONFIAM e que ACREDITAM SER CORRUPTAS, apareceu:

– 92% no Congresso Nacional,

– 92% nos Partidos Políticos,

– 88% na Presidência e Ministérios!

As instituições em que os brasileiros confiam, pela ordem:

– 29% na Igreja Católica.

– 24% nas Forças Armadas,

– 21% na Imprensa.

Que falta de moral para os políticos. Se é tão descrente na classe política, por que a sociedade brasileira não faz nada?

– Nestlé X Danone. Boa briga!

Vocês viram o comercial da água Bonafont?

Pois é, essa água é da Danone, e promete ajudar a… emagrecer!

A Nestlé entrou na justiça contra a Danone, alegando que sua concorrente fazia propaganda enganosa.

A sabedoria popular diz que para eliminar líquidos, beber água é bom! Será?

O certo é que a Danone teve que retirar sua porpaganda da TV. É só o começo da “Guerra das Águas”

– Comportamentos Distraídos e Diversos

Por que tanto os comentaristas de arbitragem Arnaldo César Coelho, José Roberto Wright e Oscar Roberto de Godoy estão, atualmente, brigando com a imagem?

Foram grandes árbitros, são excelentes comentaristas, mas não dá para iludir a todos.

Domingo, no jogo Santo André X São Paulo, o zagueiro sãopaulino Miranda dá um carrinho legal (na bola) e posteriormente o adversário Fernando tropeça na mesma. Segue o jogo. Mas o Arnaldo diz: pênalty claríssimo, tesoura irresponsável, cartão vermelho ! ! !  Pô, assustei! Será que estava distraído? Revendo o lance, Arnaldo manteve sua opinião e mantive a minha, igual a do árbitro, que foi certeira.

Ontem, no jogo do Cruzeiro X Palmeiras, o atacante Kléber escorrega no campo e Wright de pronto: pênalty, o zagueiro puxa o braço. Por todas as câmeras, não era nada disso! Na Band, Godoy queria invadir o campo para dar o pênalty! A IMAGEM ERA REPETIDA E ELES INSISTIAM…

O problema é que os árbitros que estão assistindo sabem que o comentário foi errado, mas o povão acaba crendo piamente neles. E isso é um perigo!!!

Agora, já que o assunto é arbitragem, e o cartão vermelho redondo que o árbitro inglês Petter Walton inventou? Quem teve a honra de recebê-lo pela primeira vez foi o brasileiro Fábio, do Manchester United (quase nunca joga, e quando joga, é expulso no primeiro tempo…):

Frescura, não?

Outra loucura do mundo da bola: na Suécia, um goleiro diminuia o tamanho das traves para tomar menos gols! E a malandragem funcionava!

Veja só, extraído de: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/0,,MUL1316028-9842,00-NA+SUECIA+GOLEIRO+DIMINUI+LARGURA+DO+GOL+AO+EMPURRAR+TRAVES+PARA+DENTRO.html

Na Suécia, goleiro diminui largura do gol ao empurrar traves para dentro

Kim Christensen, do IFK Gotemburgo, admite ter usado o expediente em diversos jogos do campeonato local até ser descoberto por um árbitro

Líder do Campeonato Sueco e finalista da Copa da Suécia, o IFK Gotemburgo saiu de campo sem levar gols em metade das 28 partidas que disputou na temporada. A explicação pode estar com o goleiro dinamarquês Kim Christensen. Não por defesas milagrosas, mas por um truque que foi descoberto no empate em 0 a 0 fora de casa com o Örebro, na noite desta quarta-feira. Antes de a bola rolar, Christensen diminuiu a largura do gol chutando e empurrando com os pés a base das traves para o lado de dentro. Ele fez diminuir a largura em 10 cm de cada lado na base do gol.

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Alertado sobre a malandragem do goleiro, o árbitro Stefan Johannesson interrompeu a partida aos 20 minutos do primeiro tempo e ele mesmo chutou a base das traves de volta para o lugar. O goleiro, no entanto, não foi punido. No intervalo do jogo, em entrevista a uma TV sueca, Christensen admitiu não ter sido a primeira vez em que ele diminuiu o tamanho da baliza.

 – Eu já fiz antes e até agora nunca tinha sido descoberto.

Perguntado se esse seria o motivo de tantos jogos sem levar gols, o dinamarquês sorriu e disse: 

– Talvez, sim.

Para não atrapalhar os atacantes do IFK no segundo tempo, o goleiro botava as traves no lugar certo ao fim da etapa inicial. Companheiro de equipe de Christensen, o atacante da seleção sueca Tobias Hysén afirmou que já sabia do truque.

– Nós não só sabemos disso como também tentamos aproveitar alguns momentos de descuido para fazer o oposto e alargar o gol adversário. Isso pode fazer a diferença entre uma bola que bate na trave e sai e outra que bate na trave e entra.

A seis rodadas do fim do Campeonato Sueco, o IFK lidera com os mesmos 47 pontos do AIK mas leva vantagem exatamente no saldo de gols. 

– O Silêncio dos Apitadores

Amigos, abordarei um tema de difícil trato, principalmente para minha área de atuação, mas proporcional à polêmica criada: a chamada “lei do silêncio” aos árbitros de futebol.

 

Por estar envolvido nessa seara, e sem querer desrespeitar a orientação dada a nós pelas Comissões de Arbitragem, sei que terei algumas limitações por impedimentos éticos; mas amparado pelo espírito democrático de livre expressão, ousarei aqui opinar.

 

Tenho ouvido muitas discussões entre imprensa e aficcionados pelo futebol sobre o tema. Mas… e a opinião dos atingidos por tal medida (nós, os árbitros), como fica? Fica silenciada, é claro, por uma espécie de censura determinada por níveis de comando superior.

 

É nesse limiar (dificultoso, é verdade) que quero tratar: até onde somos proibidos de falar e até onde deveríamos falar. Não quero infringir a norma, mas me sinto omisso como cidadão em não expressar minha opinião.

 

O fato relevante é que a CBF, amparada oficialmente pela Conmebol, determinou que os árbitros de futebol estão proibidos de dar entrevistas sobre partidas das competições de jurisdição das respectivas entidades.

 

Sinceramente e sem deboche, pergunto: qual a novidade?

– Sempre foi assim…

 

Talvez o fato novo seja a amplitude da medida: proibição pré e pós-jogos; partidas de categorias diferentes e até mesmo uma indevida instauração de espírito de animosidade entre árbitros e jornalistas.

 

Explicito minha opinião pessoal, respeitosa, e que procura fomentar o debate sadio e democrático: tal medida é desnecessária e até mesmo violenta o senso comum e a inteligência das pessoas; claro, desde que exista a ética na categoria.

 

Alguém precisa avisar um árbitro que é indelicado criticar um colega seu que apita jogos do mesmo torneio que você tem atuado? É claro que não!

 

Tal medida cerceia a possibilidade de crescimento e didática dos próprios árbitros de futebol. Qual a implicação indevida de um árbitro que apita série D do Campeonato Brasileiro em explicar um lance ocorrido em jogo das Eliminatórias da Copa? A respeitosa discussão com fins de aprendizado deve ser incentivada, não extirpada! Tais embates são verdadeiras alfabetizações contínuas aos profissionais do futebol.

 

As recomendações e determinações sobre censura sempre existiram e infelizmente sempre existirão, mas por determinados e diversos motivos. A clareza fica em segundo plano, já que os argumentos que justificam o silêncio são impostos; nunca discutidos nem bem elaborados. E tudo isso incomoda o árbitro de futebol sério e comprometido.

 

Me lembro que no início da carreira, meados dos anos 90, não se podia dar entrevista porque árbitro “não sabia falar”. A instrução do quadro de árbitros era outra, a desenvoltura ainda tímida frente as câmeras. Àqueles que se expressavam bem, silêncio! Afinal, a ordem era para todos.

 

Passado algum tempo, virada de milênio, nova comissão, nova determinação: quem falar em microfone, qualquer que seja o assunto, não apita! A quem possa interessar, era ordem da CBF ou da FPF (das respectivas comissões). O motivo era não polemizar o meio da arbitragem.

 

Meados de nossa década, novas mudanças: pode falar, mas desde que não seja de futebol. Aos poucos, os árbitros foram se soltando, e algumas novidades surgindo: o programa do jornalista Milton Neves, por exemplo, então na Rede Record, começou a remunerar os árbitros que fossem à TV e falassem. Podia ir, desde que comunicando às entidades e comissões, mas com o máximo de cuidado.

 

Agosto de 2009: apenas um reforço ao que sempre ocorrera: árbitro não pode falar. E isso estendeu-se a uma prática dentro de campo: a discrição das sinalizações em campo. Cada vez mais o árbitro deve marcar o lance e não procurar justificá-lo com gestuais. Àqueles que estão atentos ao lance e entendem de regra, tudo bem. Mas aos que não compreendem as 17 regras, isso provoca a criação de inúmeras dúvidas a quem assiste, taxando muitas situações como “perigo de gol”.

 

Cá entre nós: a clareza não é algo importante e necessário em todas as atividades da sociedade? Mostrar explicitamente sua marcação em campo ou explicar taxativamente sua decisão numa entrevista pós-jogo poderia tornar a imagem atual tão sisuda do árbitro em outra mais transparente. Ainda: mostra que o mesmo entende do que faz e não quer ludibriar ninguém.

A orientação atual contradiz esse pensamento: acredita-se que quanto mais se fala, mais se polemiza.

 

Novamente reforço minha observação sobre tal medida: como cidadão discordo, mas como árbitro devo respeitar e cumpri-la.

Veja a diferença abissal entre a Conmebol e UEFA: na Europa, os árbitros dão entrevistas pós-jogo, tiram dúvidas e tem a imagem de respeito em alta perante a sociedade futebolística. É claro que é outra cultura, mas o modo tratado também é outro. O respeito à figura do árbitro é trabalhada, não censurada.

 

Particularmente, prefiro o modo europeu. Mas ordem superior não se discute, cumpre-se…

– A Lavagem Financeira da Universal e a Briga contra a Folha de São Paulo

Que confusão e que mal estar a relação entre a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), de Edir Macedo, e a Folha de São Paulo!

Meses atrás, quando a Folha fez algumas matérias investigativas que não eram interessantes para o conglomerado da IURD, os fiéis começaram a entrar na justiça contra o jornal, alegando “perseguição religiosa”. Ninguém ganhou, mas o volume de ações foi grande…

Claro, houve um contra-ataque “oficial” da IURD: através da Rede Record, matérias contra a própria Folha.

Nessa terça-feira, o jornal traz em manchete de capa um esquema de lavagem de dinheiro da Igreja Universal, que funcionaria assim: O dinheiro sairia dos fiéis para a Igreja, que divide o montante em 2 empresas: Unimetro e Cremo. Delas, o dinheiro sai para as Ilhas Cayman e Ilhas do Canal, dois conhecidos paraísos fiscais, em nome de Investholding e Cableinvest. De lá, voltam ao Brasil através de empréstimos dessas mesmas empresas a pessoas de confiança e “laranjas”, que compram empresas, imóveis e aeronaves, além de investimentos na Rede Record.

Conclusão: Edir macedo e mais 9 pessoas da IURD denunciados!

Abaixo, matéria extraída do site Terra: http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI3916257-EI306,00-Edir+Macedo+e+mais+sao+denunciados+por+formacao+de+quadrilha.html

EDIR MACEDO E MAIS 9 INDICIADOS POR FORMAÇÃO DE QUADRILHA

O bispo Edir Macedo e mais nove integrantes da Igreja Universal do Reino de Deus são alvo de uma denúncia do Ministério Público do Estado de São Paulo entregue à Justiça, segundo informou a edição desta terça-feira do jornal Folha de S.Paulo.

Os membros da Igreja são acusados pelos crimes de formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. A Universal disse à Folha que é alvo de perseguição.

Os promotores suspeitam de R$ 4 bilhões movimentados entre 2003 e 2008. Segundo a Folha, o dinheiro teria saído do País por meio de empresas e contas de fachada. Os valores teriam voltado ao País também por meio de empresas para contas de pessoas ligadas à igreja.

Os recursos teriam financiado a compra de emissoras de TV, rádio, financeiras, agências de turismo e aviões particulares.

A denúncia foi recebida pela 9ª Vara Criminal de São Paulo. O MP iniciou em 2007 uma investigação, na qual quebrou os sigilos bancário e fiscal da igreja, além de ter investigado o patrimônio de seus membros.

A igreja arrecada R$ 1,4 bilhão por ano com dízimos. O volume movimentado pela Universal entre 2001 e 2008 foi de aproximadamente R$ 8 bilhões. Apesar de não pagarem impostos, as igrejas devem declarar as doações.

– Nas Barbas dos Federais

SÓ NO BRASIL ! – A 10 km da Esplanada dos Ministérios, em Brasília, funciona a “Feira do Paraguai”, um tradicional ponto de venda de produtos pirateados e contrabandeados.

Precisa dizer algo?

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0948/economia/so-brasil-486158.html

NAS BARBAS DOS FEDERAIS

De terça a domingo, funciona em Brasília, a 10 quilômetros da Esplanada dos Ministérios, a “Feira do Paraguai”, um dos maiores centros de venda de produtos ilegais do país. O incrível é que a pirataria não só rola solta nas barbas do QG da Receita e da Polícia Federal mas também em terreno cedido pela União. Sim, são 70 000 metros quadrados doados pelo governo. Na época da doação, em 1997, a ideia foi concentrar ali ambulantes — que trabalhassem legalmente, é claro. Hoje, a feira é dominada por máfias e oferece todo tipo de muamba. Há desde cópias de produtos de grifes, como Louis Vuitton e Gucci, até remédios, armas e munição de procedência duvidosa — boa parte seria fruto de roubo de cargas. Como a contravenção permanece escancarada tão perto das autoridades? Parte da resposta é que há apenas seis auditores para fiscalizar toda a Região Centro-Oeste. Nos últimos três anos e meio, a PF e a Receita apreenderam 12,6 milhões de reais em mercadorias em batidas na feira. O valor é uma fração dos estimados 70 milhões por ano comercializados ilegalmente. Lá, como em tantas outras “feiras do Paraguai” espalhadas pelo país, a vizinhança com os federais não incomoda.

– Caridade na Verdade

O Papa Bento XVI, na semana passada, resolveu falar sobre fé, economia e globalização. Foi muito bem! Na sua carta aos católicos, intitulada “Caridade na Verdade” disse algumas coisas interessantes. Por exemplo:

“A economia necessita de ética para funcionar corretamente. Não qualquer ética, mas a que tenha o ser humano como figura central. (…) A globalização não é, a priori, nem boa nem má. Será o que fizermos dela (…). O lucro é útil se serve como meio para um fim, mas quando o lucro se torna meta exclusiva (…) surge o risco de destruição e pobreza.”

Sábias palavras. Alguma mentira aqui?

– Schincariol Vence Guerra Contra a Ambev na Justiça

O mercado de cervejas no Brasil é realmente competitivo e ardiloso. A Schincariol venceu nos tribunais uma ação de depreciação de preço, a chamada “concorrência desleal“, contra a Ambev. Compartilho o auto-explicativo texto abaixo:

Extraído de: http://br.invertia.com/noticias/noticia.aspx?idNoticia=200907221736_RED_78246230

Cade multa Ambev em R$ 352 mi por prejudicar concorrência

Laryssa Borges, Direto de Brasília

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) decidiu nesta quarta-feira aplicar multa de R$ 352 milhões à Ambev por considerar que a empresa, dona das marcas de cerveja Skol, Brahma e Antarctica, realizava práticas anticoncorrenciais para enfraquecer as demais empresas produtoras da bebida alcoólica. Esta é a maior multa já aplicada por uma agência reguladora a uma única empresa.

A sanção imposta representa 2% do faturamento da empresa calculado em 2003, um ano antes de a Schincariol ingressar com processo administrativo junto ao órgão.

De acordo com os conselheiros, a Ambev tinha a intenção de obter vantagem ao realizar programas de fidelização de postos de venda e agiu deliberadamente para enfraquecer a concorrência. Criou o programa “Festeja”, que orientava pontos de venda a diminuir os preços das bebidas da Ambev em no mínimo R$ 0,11 durante a semana e em pelo menos R$ 0,21 nos finais de semana em plena campanha de lançamento da Nova Schin, e o projeto “Tô Contigo”, que indicava a exigência de exclusividade ou impunha limites de compra de cerveja concorrente, sendo que 90% deveriam ser da Ambev.

Segundo a Schin, que apresentou o processo, a Ambev “tem pautado seu processo de expansão por meio de aquisições de outras empresas do setor, no Brasil e no exterior, o que vem resultando em processo crescente de dominação de mercado, (…) fundado na concentração horizontal e vertical e na prática de ilícitos anticoncorrenciais”.

Para a Secretaria de Direito Econômico (SDE), vinculada ao Ministério da Justiça, a Ambev utilizou um “agressivo programa de fidelização, acompanhado de bonificações diversas, descontos casuísticos e em muitos casos de acordos de exclusividade”, o que garantia “políticas de (…) prejuízos à livre concorrência”.

“(A Ambev) tornou possível uma estratégia de elevação artificial de custos de empresas rivais, (…) com potencial prejuízo à livre concorrência”, argumentou a SDE no parecer enviado ao Cade. Condenada, a Ambev pode recorrer no Poder Judiciário da decisão do conselho de defesa da concorrência. A empresa ainda não comentou a decisão.

– Combustíveis Genéricos

Consumidores, cuidado! Cada vez mais se espalham no mercado os combustíveis “genéricos”, mas de baixa qualidade. Há muita gasolina formulada sendo vendida na praça (“formulada”, no comércio de combustíveis, quer dizer de laboratório, aprovada pela ANP, mas sem a mesma boa qualidade da que vem da refinaria) e Diesel venezuelano (também aprovado pela Agência Nacional de Petróleo, mas de qualidade inferior).

Como distingui-los? Pelo preço mais baixo, já que na bomba não existe diferenciação. Você os perceberá no rendimento do seu veículo.

Defendo que a ANP separe os produtos, obrigando aos postos a divulgarem se a Gasolina é Formulada ou não. Afinal, ela custa ao posto R$ 0,20 em média a menos!

É covardia contra o cliente não divulgar a especificação…

Veja como funciona esse criminoso esquema, que outrora já era investigado: (extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/1810/brasil/1810_conversas_inflamaveis.htm)

CONVERSAS INFLAMÁVEIS, por Sônia Filgueiras e Mário Simas Filho

O delegado Cláudio Nogueira, da Polícia Federal em Brasília, se tornou conhecido nacionalmente quando participou, em São Paulo, da chamada Operação Anaconda, que revelou um esquema de venda de sentenças judiciais e colocou na cadeia três juízes federais, delegados e agentes da PF. (…) Ele afirmou alto e bom som que há no Brasil uma máfia dos combustíveis atuando com a participação de autoridades dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. “Há infiltrações dos mafiosos em todas as esferas do poder. Isso posso afirmar com convicção”, disparou Nogueira diante dos parlamentares da CPI dos Combustíveis. O delegado se negou a dar nome aos bois e se justificou dizen do que as investigações ainda estavam em curso. Um ano depois, o inquérito não está concluído e atualmente repousa na mesa do procurador-geral da República, Cláudio Fontelles. A convicção do delegado, no entanto, tinha, já na época, bases bastante sólidas. Ele era o presidente do inquérito batizado de Operação Ouro Negro e tinha em seu poder vasta documentação sobre as fraudes praticadas pela máfia, inclusive gravações de conversas telefônicas. Muitas gravações. Aliás, também na Operação Anaconda, o delegado exagerou no número de grampos e tem sofrido críticas por causa disso.

As conversas gravadas na Operação Ouro Negro são inflamáveis. Elas envolvem o alto escalão da Agência Nacional do Petróleo (ANP), parlamentares, governadores e até desembargadores. A investigação revela a influência dos mafiosos na obtenção de certificados para a formulação de gasolina e de liminares que garantem a continuidade das fraudes. Também foram reveladas as relações entre os que fraudam e os que deveriam fiscalizar a qualidade dos combustíveis. De acordo com o delegado, as falcatruas provocam um prejuízo ao País estimado em R$ 10 bilhões por ano.

Mamata milionária – No Brasil, duas empresas foram autorizadas a trabalhar com gasolina formulada: a Golfo Petróleo Ltda. e a Aster Produtora e Formuladora de Combustível. A primeira é a principal protagonista das falcatruas descobertas pela Polícia Federal. Obter da ANP a autorização para trabalhar com gasolina formulada significa, na prática, tornar-se independente das refinarias e das petroquímicas para a aquisição da gasolina tipo A, usada para ser misturada ao álcool e depois distribuída para os postos. Essa independência permite colocar gasolina mais barata no mercado nacional.

Os documentos e gravações telefônicas que fazem parte das investigações de Nogueira mostram que a máfia dos combustíveis já agiu na própria concessão da autorização pela ANP, entre o final do governo FHC e o início da administração de Luiz Inácio Lula da Silva. Em dezembro de 2001 foi publicada a portaria 316 da ANP, que regulamentou a formulação da gasolina. Várias distribuidoras correram para obter a autorização, mas só a Aster conseguiu, em 3 de junho de 2003. No mesmo dia, através da portaria número 175, a ANP suspendeu a portaria número 316, mas manteve a autorização dada horas antes para a Aster. Com isso, a empresa conseguia, no final do ano passado, vender em seus postos a gasolina comum por R$ 1,68 o litro, enquanto os concorrentes trabalhavam com cerca de R$ 1,90 por litro. Um lucro extraordinário, pois no Brasil circulam cerca de 26 milhões de veículos. A Golfo só conseguiu a autorização para formular a gasolina em abril, por força de uma liminar obtida na 21ª Vara Federal do Rio de Janeiro.

Na última semana, ISTOÉ teve acesso a algumas das gravações que fazem parte da Operação Ouro Negro e a outras em poder do Ministério Público Federal no Rio. Nesses diálogos, o dono oficial da Golfo, Dirceu Antônio de Oliveira Júnior, conhecido como Major, se mostra um expert no tráfico de influência na ANP. Seu interlocutor é Paulo Bandeira, especialista em mercado financeiro, diretor de operações de uma famosa corretora de títulos no Rio. Segundo a Polícia Federal, ele é o responsável pela intermediação entre a Golfo e a ANP. Nos vários diálogos gravados, Bandeira mantém Dirceu informado a respeito de seus interesses junto à Agência, diz ter informações sobre documentos internos da ANP, o aconselha a esconder notas fiscais e aparentemente leva e traz informações de seus contatos na ANP para Dirceu e vice-versa.

– Imoral, mas Legal

Oscar Maroni, o dono da boate Bahamas, acusado de incitar a prostituição e sempre polêmico em suas atitudes, conseguiu, após muito custo, um habeas-corpus para sair da cadeia. E fez um protesto inusitado: Está com meio rosto barbado, meio rosto limpo. Alegou ainda que mesmo sendo um empreendimento indecente, seu negócio está dentro da lei.

Para administradores de “negócios inusitados” como Oscar Maroni, eis a matéria:

Extraído de: http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1222279-5605,00-MINHA+CONSCIENCIA+ESTA+TRANQUILA+DIZ+MARONI+AO+DEIXAR+DELEGACIA.html

‘Minha consciência está tranquila’, diz Maroni ao deixar delegacia

Com metade da barba e do cabelo raspados do lado direito do rosto e da cabeça, como forma de protesto, o empresário Oscar Maroni deixou o 40º DP, no bairro do Limão, na Zona Norte de São Paulo, por volta das 20h30 desta terça-feira (7). O dono da boate Bahamas foi preso no início da noite de terça-feira (30) após uma audiência realizada no Fórum Criminal da Barra Funda, na Zona Oeste de São Paulo.

A prisão preventiva do empresário foi decretada porque o Ministério Público apresentou gravações à Justiça que comprometeriam Maroni. Nas ligações telefônicas e conversas gravadas por uma ex-namorada, ele supostamente fala com uma garota de programa sobre um esquema de prostituição.

“Usarei meia barba até abrirem o meu hotel e minha boate. Eu me sinto injustiçado em relação à minha boate e ao meu hotel, que estão fechados há 24 meses. O meu hotel está com todas as exigências legais. A minha barba é uma forma de fazer um protesto com coisas que aconteceram comigo”, afirmou, na saída.
Apesar do protesto, Maroni garante que respeita as decisões da Justiça.
“Porque hoje novamente a Justiça prevaleceu, porque a minha consciência está tranquila. Eu posso ser imoral, posso até ser até indecente, mas todas as afirmativas feitas em relação à minha pessoa não têm fundamento. São gravações absurdas”, declarou.

O empresário afirmou que foi tratado com muito respeito e dignidade pelos carcereiros. “Mas cadeia é sempre cadeia. É um inferno. É um desespero. Que prazer dizer ‘eu posso ir tomar um café na esquina’”, ressaltou. Sobre os planos mais imediatos, completou: “Vou sair daqui, vou lá na churrascaria comer um carneirinho”.
Sobre as mais recentes acusações da qual foi alvo, ele disse que “foi vítima de extorsão”. “Não devo, tanto que dou esta entrevista. Quando saem do cárcere, dizem: ‘Não tenho nada a declarar’. Eu não fujo da imprensa. Meu trabalho é honesto, é digno”, declarou.
Antes de finalizar, ele voltou a comentar sobre o protesto que promete levar adiante. “Qual dos dois vocês querem? O Oscar Maroni barbudo? O Oscar Maroni sem barba? Façam o personagem que vocês quiserem, mas respeitem o cidadão, respeitem a minha dignidade, respeite a verdade”, disse.

Por último, ele lamentou ter perdido a decisão da Copa do Brasil, na quarta-feira (1º), em Porto Alegre, na qual o Corinthians se sagrou campeão mesmo com um empate em 2 x 2 com o Internacional. “Eu já estava com o ingresso na mão para assistir ao jogo lá”, lamentou.

Liminar

O desembargador Euvaldo Chaib, da 4ª Câmara Criminal de São Paulo, foi quem determinou nesta terça-feira a expedição de alvará de soltura do empresário Oscar Maroni. O desembargador concedeu a liminar durante análise do habeas corpus impetrado na sexta-feira (4) pela defesa dele. “O paciente, solto, em princípio, não oferece risco à sociedade, tampouco conduta motivadora de que aconselhe a segregação decretada”, escreveu o desembargador em seu despacho.
Maroni  estava detido na carceragem do 40º Distrito Policial, na Vila Santa Maria, onde ficam presos com formação universitária. O advogado de Maroni afirmou que o pedido de liberdade foi baseado na falta de provas sobre a autenticidade das gravações. “Eu estou dizendo que o decreto de prisão é desnecessário, que é fundamentado em um CD do qual não se tem prova da autenticidade. Não se sabe em que data foi feito”, disse Mello.

Gravação

O promotor José Carlos Blat diz que as gravações ainda vão ser periciadas, mas que o próprio Maroni reconheceu sua voz nas conversas. “A gravação foi apresentada em audiência e o próprio Maroni reconhece a voz dele”, disse Blat ao G1.
O promotor argumenta que as conversas são recentes e mostram que Maroni negociava novos esquemas de prostituição, mesmo depois de ser posto em liberdade provisória. “Ele estava enfiando as meninas pra trabalhar em hotéis, porque a boate Bahamas está fechada”, disse o promotor.
O mandado de prisão preventiva foi expedido no processo em que Maroni é acusado de formação de quadrilha, manter casa de prostituição, tráfico de pessoas e favorecimento da prostituição. As supostas provas obtidas pela promotoria vão ser usadas também em outro inquérito que investiga corrupção policial e falsa perícia, segundo o promotor Blat.

– Por que Existe tanta Diferença no preço do Álcool Combustível?

O comércio irregular de álcool no Brasil é mais sério do que se pensa. De produtos roubados à sonegação fiscal, passando pela adulteração, cada vez mais tais práticas devem ser fiscalizadas e seus responsáveis presos.

Compartilho tal material que explica como funciona essa nefasta indústria, e uma pequena resposta ao questionamento: Por que tanta diferença no preço do álcool?

(enviado pelo amigo Ernesto Aguiar, via e-mail, extraído da Folha de Londrina)

COMO FUNCIONA A SONEGAÇÃO DO ÁLCOOL

Há pelo menos três formas de sonegar impostos no setor de combustível, especialmente na compra e venda de álcool, relataram à reportagem dois sócios de uma distribuidora em Londrina, cujos nomes não serão revelados a pedido deles. “Só vendemos gasolina e óleo diesel, porque o comércio de álcool é impraticável em Londrina”, disse um dos empresários. 

Uma das formas de sonegação é a adição de água ao álcool anidro – produto não tributado, pois é destinado exclusivamente para ser adicionado à gasolina – e sua posterior venda como álcool hidratado, aquele para ser usado nos carros a álcool. Neste caso, há sonegação e adulteração. Também há distribuidores que conseguem colocar o álcool da usina diretamente nos postos, deixando de recolher pelo menos 6% do ICMS. A terceira forma é quando as usinas entram no conluio e vendem o álcool sem nota fiscal

A sonegação é responsável pelo mercado “extremamente complicado” em Londrina, segundo admite o próprio presidente do Sindicato dos Revendedores do Paraná (Sindicombustíveis), Roberto Fregonese. Há quase uma década, órgãos de defesa do consumidor se debatem para tentar regularizar o setor; empresários respondem ações criminais por crimes contra a ordem econômica, como a prática de cartel; alguns já foram presos. 

Na semana passada, revendedores disseram à reportagem que existe dumping no mercado, uma forma criminosa de nivelar os preços abaixo do custo e aniquilar a concorrência. Os próprios empresários admitiram ter baixado o álcool para R$ 0,99 porque foram subsidiados por distribuidoras. O preço voltou a subir na última quarta-feira, em média, 40%. A gasolina subiu cerca de 10%. 

Os empresários disseram que o problema dos preços do combustível começa nas próprias distribuidoras. Algumas não têm base, ou seja, operam a partir de pequenos escritórios “apenas vendendo nota fiscal”, como é o caso da segunda modalidade de sonegação.

“A ANP (Agência Nacional do Petróleo) exige que toda distribuidora tenha um local onde o combustível que vem da usina, no caso do álcool, seja depositado, contabilizado e vistoriado. Essas distribuidoras sem base não têm nada disso”, afirmou um distribuidor. 

De acordo com o empresário, a “distribuidora” vai à usina, carrega o caminhão e faz a distribuição diretamente nos postos. “Às vezes, uma nota fiscal é usada para várias vendas: pagam o imposto apenas uma vez.”

Problemas operacionais

Recentemente, a Receita Estadual deixou de exigir o lacre nas bombas de combustível, o que permitiria que o dono do posto adultere a quantidade vendida, pagando menos impostos. O mesmo órgão também acabou com os postos fiscais, que deveriam abordar caminhões carregados de álcool para verificar se o imposto foi pago na usina. “Isso permite que as usinas vendam o combustível sonegando os impostos”.

Este, aliás, é outro problema apontado pelos empresários: a forma de cobrança do imposto. No caso da gasolina e do óleo diesel, a Petrobras recolhe todos os tributos incidentes. Na venda de álcool é diferente e o recolhimento passa por duas fases. A usina deve recolher 12% e a distribuidora, 6%, além da substituição tributária. ”Mas as distribuidoras ‘clandestinas’ conseguem sonegar os 6% e vender o combustível mais barato para o posto; óbvio que o dono do posto sabe disso, porque quando consegue preço mais baixo é porque comprou o produto sem nota”, relatou um dos empresários.

Para eles, o ideal seria que a usina fosse responsável por recolher todos os impostos. “Então, quando as distribuidoras fossem comprar, o preço seria o mesmo para todos. E seria muito mais fácil fiscalizar as pouco mais de 20 usinas do Paraná do que todas as distribuidoras e postos”, explicou o empresário. “O que queremos é competir em igualdade de condições e poder vender álcool; não queremos virar bandidos sonegadores de impostos”, acrescentou o outro.