… e de novo a história do lamentável episódio na Suíça.
Ele não é condenado, nem (como dizem alguns) inocentado. O que fazer?
De novo, se discutirá isso… Há de se resolver!
Foram presos delegado e policiais a serviço do crime organizado, hoje.
Lamentavelmente, na surdina, o Brasil vai se assemelhando ao Equador como Narcoestado. Que não chegue a “nível Colômbia”.
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Foto extraída de G1, crédito com a matéria em: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2024/12/17/delegado-preso-em-operacao-da-pf-e-mp-contra-corrupcao-policial-foi-delatado-por-gritzbach-antes-de-empresario-ser-assassinado.ghtml
Para a tristeza do cidadão de bem e alegria dos picaretas, uma pesquisa divulgada na Inglaterra comprovou: ser corrupto vale a pena!
Extraído de Revista Superinteressante, Ed 1298, pg 18, por Anna Carolina Rodrigues.
CORRUPÇÃO COMPENSA E DÁ LUCRO DE 1000%…
Estudo que analisou 166 casos de suborno em 52 países comprova: empresas que dão propina a políticos recebem de volta 10 vezes o dinheiro em vantagens ilegais.
Pagar propina vale a pena. Essa é a triste constatação de um novo estudo da Universidade de Cambridge, que analisou 166 casos de corrupção ocorridos em 52 países nas últimas 3 década. O esquema era sempre o mesmo: uma empresa subornou políticos ou funcionários públicos para obter vantagens ilegais, como burlar uma licitação ou fechar um contrato irregular. E em todos os casos deu certo – a empresa pagou a propina e obteve o retorno financeiro equivalente a 1000% do capital “investido” em corrupção.
Entre os casos estudados pelos pesquisadores, a ocorrência de suborno foi maior nos países mais pobres, onde a justiças e instituições são mais fracas. Segundo o estudo, o valor pago muda de acordo com o cargo da pessoa cuja mão foi “molhada”. Quanto mais importante a pessoa é, mais cara também – funcionários de baixo escalão recebem em média 1,2% do valor do contrato em propina, contra 4,7% pagos para chefes de Estado. As empresas de construção são as que mais corrompem os políticos: são responsáveis por 27,7% dos casos de suborno. Todos os casos estudados pelos pesquisadores são escândalos que chegaram ao conhecimento da população e, em vários deles, as empresas corruptoras foram processadas. Mas isso não foi suficiente para conter a prática. “O risco de ser apanhado e condenado não são grandes o suficiente para impedir a prática”, segundo o Prof. Raghavendra Rau, autor do estudo.
Imagem extraída de: https://viniciiiiuss.jusbrasil.com.br/artigos/847758179/corrupcao-passiva-corrupcao-ativa-e-concussao-analise-e-comentarios-a-respeito-de-cada-crime
A Apple enfrenta novas acusações de vigilância e restrição de liberdade de expressão em uma ação judicial movida no domingo, na Califórnia. O …
Continua em: Apple é Acusada de Espionar Dispositivos Pessoais e Silenciar Funcionários

O São Paulo, segundo a imprensa, anuncia que deve ir com um time alternativo para o Rio de Janeiro enfrentar o Botafogo (jogo que vale o título do Fogão).
De tal forma, o Campeonato Brasileiro será decidido com uma provável vitória do time carioca e o Palmeiras com o óbvio vice-campeonato. Mas, penso: no mundo ideal, ético, de condições idênticas a todos, o SPFC não deveria enfrentar o seu rival com o time completo, jogando com vontade, como se fosse valer a sua vaga para Libertadores?
Eu entendo que o Botafogo vence o São Paulo “principal” e o São Paulo “alternativo”. Mas os campeonatos deveriam ter mesmo nível de dificuldade para todos. Por exemplo: o Juventude jogou no Morumbi contra um time desmotivado, que só cumpria tabela, e fugiu da Zona do Rebaixamento. Sendo assim, esforce-se igualmente (mesmo eu entendendo: os clubes procuram ver o que é melhor para eles, e não para o torneio).
Hoje temos mais um ano da versão brasileira do dia do “Black Friday” como dos EUA. A data é de liquidações gerais com descontos altíssimos.
Lá, o país para. Aqui ainda não (apesar das inúmeras e insistentes propagandas).
Algumas observações: existem realmente produtos com preço atrativos, mas há também os golpes de espertalhões, como, por exemplo, aumentar os preços e na sequência reduzi-los. Eu não comprei nada até agora, mas já vi alguns preços “engana-manés”… e você?
Tomara que não seja uma pejorativa “Black Fraude”…

Especulou-se que Guardiola poderia ser treinador da Seleção Brasileira, depois que o mesmo disse (após a 3ª derrota consecutiva), de que “não seria mais um nome tão atrativo à Seleção Brasileira”.
Fiquei encucado: e se Dorival Jr der uma guinada na Seleção Brasileira, ajeitando o time e superando as dificuldades que andou enfrentando? Demitiria-se ele para trazer Pep Guardiola?
No mundo ideal, imagino que o treinador catalão só conversaria com a CBF, caso o cargo estivesse vago. E no mundo real, a CBF demitiria Dorival, mesmo classificando a Seleção para a Copa, sem qualquer preocupação ética.
Será que Dorival estará na Copa da América do Norte em 2026, independente dos resultados e do trabalho?
Especulou-se que Guardiola poderia ser treinador da Seleção Brasileira, depois que o mesmo disse (após a 3ª derrota consecutiva), de que “não seria mais um nome tão atrativo à Seleção Brasileira”.
Fiquei encucado: e se Dorival Jr der uma guinada na Seleção Brasileira, ajeitando o time e superando as dificuldades que andou enfrentando? Demitiria-se ele para trazer Pep Guardiola?
No mundo ideal, imagino que o treinador catalão só conversaria com a CBF, caso o cargo estivesse vago. E no mundo real, a CBF demitiria Dorival, mesmo classificando a Seleção para a Copa, sem qualquer preocupação ética.
Será que Dorival estará na Copa da América do Norte em 2026, independente dos resultados e do trabalho?
Jogador forçar tomar um cartão, de fato, é algo bem natural no futebol brasileiro. Já presenciei diversas situações:
Mas há cartão que você fica em dúvida se é “cavado” ou se é “burrice”. Por exemplo: cometer uma falta mais forte na lateral, desnecessariamente. Arranjar confusão com um simples drible sofrido, idem. Ou, o que é frequente, o cara toma cartão por reclamação e sai aplaudindo o árbitro (e logicamente recebe o segundo amarelo e “vai para o chuveiro”).
No caso de Bruno Henrique: após um lance normal de Soteldo sobre ele, o flamenguista ficou “dodói”. Estranho, ele não é um garoto, já é veterano e não costuma ter esse comportamento. Aos 50 minutos do segundo tempo, levou o amarelo e depois disso ofendeu o árbitro.
Se jovem fosse, eu imaginaria que foi o calor da partida de um inexperiente jogador, o causador de tamanho deslize. Mas não é o caso dele…
Assim como Paquetá, pesa a Bruno Henrique o fato de apostas supostamente de parentes / amigos e vizinhos acontecerem (tudo no condicional). E também na suposição de que, pessoas próximas pedem ajuda financeira a jogador, que não quer dar dinheiro em espécie para não “acostumar mal” com a ajuda dada, mas topa forçar um cartão para colaborar com a pessoa que tenta dinheiro pelo meio de apostas…
Que tudo seja apurado para que não se cometa injustiça.
Jogador forçar tomar um cartão, de fato, é algo bem natural no futebol brasileiro. Já presenciei diversas situações:
Mas há cartão que você fica em dúvida se é “cavado” ou se é “burrice”. Por exemplo: cometer uma falta mais forte na lateral, desnecessariamente. Arranjar confusão com um simples drible sofrido, idem. Ou, o que é frequente, o cara toma cartão por reclamação e sai aplaudindo o árbitro (e logicamente recebe o segundo amarelo e “vai para o chuveiro”).
No caso de Bruno Henrique: após um lance normal de Soteldo sobre ele, o flamenguista ficou “dodói”. Estranho, ele não é um garoto, já é veterano e não costuma ter esse comportamento. Aos 50 minutos do segundo tempo, levou o amarelo e depois disso ofendeu o árbitro.
Se jovem fosse, eu imaginaria que foi o calor da partida de um inexperiente jogador, o causador de tamanho deslize. Mas não é o caso dele…
Assim como Paquetá, pesa a Bruno Henrique o fato de apostas supostamente de parentes / amigos e vizinhos acontecerem (tudo no condicional). E também na suposição de que, pessoas próximas pedem ajuda financeira a jogador, que não quer dar dinheiro em espécie para não “acostumar mal” com a ajuda dada, mas topa forçar um cartão para colaborar com a pessoa que tenta dinheiro pelo meio de apostas…
Que tudo seja apurado para que não se cometa injustiça.
Sobre a polêmica de Anderson Daronco ter recebido ou não uma camisa do Flamengo, saiba como os clubes agem e o que a CBF pede, em: https://youtu.be/pGSrw5zSw7g?si=qw_7PDPetsQgUHf6
Falar sobre Compliance está na moda. E isso é muito bom!
A ética, a transparência e outras benesses sobre isso, de forma bem didática, no texto extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/compliance-sua-importância-e-causas-pétreas-fc3697363aec
COMPLIANCE: IMPORTÂNCIA, CAUSAS E SUAS CLÁUSULAS PÉTREAS
por José Renato Sátiro Santiago
Originário do inglês “to comply” a palavra compliance possui como um dos seus significados mais comuns, estar em conformidade. No mundo corporativo sua efetividade está relacionada com proporcionar maior segurança e minimizar riscos de instituições e empresas, ao garantir o pleno cumprimento dos atos, regimentos, normas, leis, internas ou externas, não apenas nas relações existentes entre seus colaboradores, mas, principalmente, junto aos quaisquer stakeholders externos. Cientes da extrema relevância do assunto, as empresas costumam colocar o compliance como um dos pilares de sustentação de seus negócios, sobretudo quando as pautas da ética, integridade e transparência são as suas bandeiras.
Não é por mero acaso que o compliance tem sido muito discutido e se tornado uma pauta muito presente nas atividades desenvolvidas em uma organização. Embora não haja uma receita pronta, uma vez que padrões de ética, integridade e transparência podem variar muito de uma empresa para outra, é de entendimento comum sobre o quanto alguns atos e/ou ações representam violações redundantes ao que costumamos chamar de “espírito” do compliance. Elas são carimbadas como se fossem agressões às suas causas pétreas. Para elas, não cabe discussão, sequer dúvida, a não ser, obviamente, para aqueles que têm a intenção de fazer análises muito particulares e, algumas vezes, pouco republicanas. Longe de ter a intenção de preparar uma lista definitiva, a seguir, são pontuadas algumas delas:
1. Qualquer atividade que componha o processo de contratação de produtos e/ou serviços deve ser devidamente registrada e realizada dentro do ambiente corporativo na presença de representantes oficiais das organizações envolvidas;
2. Caso haja qualquer relação de parentesco entre profissionais que atuem em empresas envolvidas em qualquer tipo de atividade desenvolvida em conjunto, a sua existência deve se explicitada e registrada de maneira formal para ambas as organizações;
3. É proibitiva a realização de qualquer encontro fora do ambiente corporativo com a participação de funcionários que atuam em empresas presentes em segmentos similares e/ou com as quais é possível existir qualquer tipo de relação comercial, a não ser que o mesmo seja informado previamente para os superiores imediatos e/ou para as áreas devidas das organizações envolvidas, e, ainda assim, devidamente aprovado e registrado explicitamente;
4. É impeditivo receber quaisquer benesses devida por conta da posição e/ou cargo ocupado pelo profissional na empresa, a não ser como exceção, devidamente explicitada previamente, quando o valor do “mimo” seja irrisório, o que é subjetivo de uma empresa para a outra, e que, ainda assim, seja ofertado de maneira pública para todos os profissionais envolvidos, sempre devidamente registrado de forma explícita;
5. A mera ocorrência de qualquer um desacordo com as questões acima pontuadas já torna impeditiva a participação dos envolvidos em ações futuras com as organizações envolvidas, sendo passível, inclusive, de imediato desligamento de acordo com as regras de compliance adotadas pelas empresas em questão.
A linha de conduta que costuma nortear as regras de compliance está relacionada com bom senso no que diz garantir o pleno hasteamento das três bandeiras, já citadas anteriormente, ética, integridade e transparência. No entanto, como bom senso, infelizmente, tende a ter uma maleabilidade assustadora para alguns, a dureza se faz necessária como forma de evidenciar quando a quebra ocorrer.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber, informar para crédito na postagem.
Leio que a carreira de Lucas Paquetá pode estar se encerrando. Motivo: ter participado do esquema de apostas na Inglaterra (fato acontecido e noticiado dioturnamente, e que agora ganha uma atualização importante: o pedido para que ele seja banido do futebol).
Porém… Luiz Henrique, que estava no Bétis, da Espanha, e que agora joga no Botafogo, também pertence ao mesmo imbróglio. O UOL inclusive associou transferência de dinheiro entre os dois (vide aqui: https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/futebol/botafogo/luiz-henrique-botafogo-parentes-lucas-paqueta/).
A questão é: a Premiere League foi atrás, e a La Liga fez que não viu. E nós, no Brasil, acharemos “tudo bem”?

Imagem: Eduardo Carmim/Photo Premium/Folhapress e Heuler Andrey/DiaEsportivo/Folhapress, extraída de https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2024/09/24/luiz-henrique-recebeu-pix-de-parentes-de-paqueta-investigados-por-apostas.htm? (Matéria do UOL investigativa).
Leio que a carreira de Lucas Paquetá pode estar se encerrando. Motivo: ter participado do esquema de apostas na Inglaterra (fato acontecido e noticiado dioturnamente, e que agora ganha uma atualização importante: o pedido para que ele seja banido do futebol).
Porém… Luiz Henrique, que estava no Bétis, da Espanha, e que agora joga no Botafogo, também pertence ao mesmo imbróglio. O UOL inclusive associou transferência de dinheiro entre os dois (vide aqui: https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/futebol/botafogo/luiz-henrique-botafogo-parentes-lucas-paqueta/).
A questão é: a Premiere League foi atrás, e a La Liga fez que não viu. E nós, no Brasil, acharemos “tudo bem”?

Imagem: Eduardo Carmim/Photo Premium/Folhapress e Heuler Andrey/DiaEsportivo/Folhapress, extraída de https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2024/09/24/luiz-henrique-recebeu-pix-de-parentes-de-paqueta-investigados-por-apostas.htm? (Matéria do UOL investigativa).
A prática de compliance, que numa definição bem simplória pode ser a de “busca de parceiros éticos e responsáveis nos negócios”, para muitos pode ser um processo extremamente burocrático.
Ledo engano! Compartilho um esclarecimento bem interessante, em: http://estudio.folha.uol.com.br/petrobras/2017/12/1943617-governanca-e-compliance-nao-significam-engessamento.shtml
GOVERNANÇA E COMPLIANCE NÃO SIGNIFICAM ENGESSAMENTO
Nunca se falou tanto da importância da ética nos negócios, da reputação das companhias e também sobre a necessidade de as empresas terem controles internos e gerenciamento de riscos.
Um temor é que esses processos se transformem apenas em mais burocracia e em engessamento da empresa. Mas, segundo especialistas, cuidados simples mantêm a agilidade na tomada de decisões. Governança e compliance, bem aplicados, significam segurança, não burocracia, afirmam.
“É fundamental ter controles internos e gerenciar os riscos. Ao mesmo tempo, é preciso manter velocidade na tomada de decisão. Para que isso aconteça, o programa de governança e compliance precisa ser desenvolvido por pessoas que conheçam muito bem a empresa, o setor em que ela atua e também as normas”, afirma André Camargo, coordenador dos cursos de direito do Insper.
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Para evitar excesso de regras e normas, a principal dica é ter um bom diagnóstico sobre o funcionamento diário da empresa, no detalhe, para poder identificar as áreas mais suscetíveis a riscos e desenvolver planos mais rigorosos para esses setores. Para não tornar a tomada de decisão muito morosa, a recomendação é que sejam identificadas, de forma clara, as pessoas que terão mais autonomia.
Outra orientação é que as regras sejam compatíveis com o tamanho e a complexidade de cada negócio. “É fundamental criar modelos próprios, não de prateleira, e evitar cópias e improvisações”, diz Walfrido Jorge Warde Júnior, especialista em direito societário e mercado de capitais.
Os controles, segundo especialistas, precisam fazer parte da cultura das companhias. “Há 20 anos, quando o cinto de segurança passou a ser obrigatório no país, alguns resistiram. Hoje, ninguém discute. É bom para todos e já entrou na cultura do brasileiro. O mesmo vai ocorrer com os programas de governança e de compliance nas companhias, mas isso leva tempo, pois é comportamental”, afirma o professor de Faculdade de Economia e Administração da USP Cláudio Afonso Pinheiro Machado.
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A maturidade da empresa com o tema é outro item muito importante. A orientação é que a mudança seja gradual e não crie muitas regras de uma só vez. “Não dá para uma empresa passar de zero para cem medidas de controle de uma única vez”, afirma a presidente do Reputation Institute Brasil, Ana Luisa Almeida.
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Empresa coloca novo modelo de governança entre as prioridades
Os temas governança e compliance são estratégicos para a Petrobras. Tanto que a implantação do novo modelo de governança e gestão consta nas prioridades do Plano Estratégico e de Negócios e Gestão 2017-2021. O novo modelo começou a ser implementado em 2016, e o processo deve durar dois anos. Estão sendo mapeadas as competências e os processos das principais atividades da companhia de acordo com as boas práticas internacionais de governança.
Foi adotado também o modelo de autorizações compartilhadas. Decisões significativas, como contratações, compras e desembolsos, devem ser compartilhadas por no mínimo dois gestores que não tenham relação de subordinação direta entre si. Essas medidas garantem controle e integridade dos processos, aumentando a transparência e a segurança dos atos praticados pelos gestores da companhia.
Para não perder agilidade, a empresa investe na melhoria e na simplificação dos processos internos, sempre respeitando preceitos de controle e conformidade.
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No mundo da Governança Corporativa, onde as práticas de Compliance e ESG valorizam as empresas pela intenção da transparência nos atos e na busca da Responsabilidade Social, tal caso não estaria sendo tratado como “problema interno“. Nos referimos ao imbróglio envolvendo desde o último domingo o Paulista FC.
Já imaginaram se fosse no Coringão? A diretoria do Corinthians se reunindo com a Gaviões da Fiel para discutir a “retirada indevida” de peças esportivas da Loja da Nike dentro da Neoquímica Arena, feita pelos próprios jogadores?
É essa a analogia que aconteceu no Jayme Cintra. Entenda: https://youtu.be/hlZTIMh5_0U?si=L5yg2CH2ykw4Qff5
Não é tão fácil falar de negócios honestos e convencer a quem transgrediu, praticar a ética. Mas as “sementes são plantadas”!
Aqui: aulas de Estruturação de MEI aos reeducandos da Penitenciária José Aparecido Ribeiro.
✏️ #Cidadania
Avalie: Você se dobra ao Poder do Dinheiro?
E de um “burro carregado de ouro”?
Uma belíssima reflexão de Heródoto Barbeiro, sobre ‘Felipe, Rei da Macedônia’, compartilhada pelo Prof José Renato Santiago (extraído de: http://www.jrsantiago.com.br/barbeiro.html)
O texto remete: até onde a persuasão financeira modifica nosso comportamento?
O BURRO DE FELIPE
O rei da Macedônia, Felipe, aproveitou-se do enfraquecimento das cidades estado da Grécia, arruinadas por guerras imperialistas de dominação e iniciou um processo de conquista de toda a região. Com um bom exército, se considerava um grego, ainda que para estes, não passava de um bárbaro sem cultura. O fato é que uma a uma as cidades começaram a cair. Umas diante de um exército bem montado, outras simplesmente abriam as portas de suas muralhas para que Felipe entrasse com as suas tropas. Perguntado como conseguia essa façanha de conquistar uma cidade sem nenhum combate, Felipe respondeu que não havia cidade que resistisse a um burro carregado de ouro. O macedônio, se vivesse nos dias atuais provavelmente seria louvado com um exímio praticante da “real politik”. Ou seja acima das ideologias está a corrupção, capaz de fazer homens e mulheres traírem as suas convicções, e no caso em tela, até mesmo trair sua cidade entregando-a ao inimigo. Felipe sabia que com os bolsos cheios de ouro é possível mudar discursos, transformar inimigos em amigos e financiar falcatruas e até mesmo o assassinado dos resistentes.
Dobrar-se ao poder do dinheiro é uma fraqueza de todos os seres humanos e não de apenas alguns que estão no governo, dizem uns . Isto sempre acontece e sempre vai acontecer dirão outros. Quer no passado, quer no presente essa corrupção é paga pela população, uma vez que, parodiando Peter Drucker, não há corrupção grátis. Encher os bolsos faz com que velhos lutadores contra a plutocracia aristocrática se dobrem aos argumentos dos que querem se apropriar das terras, das riquezas ambientais do país e serem indultados pelos danos que já provocaram na natureza. É a aliança dos ex-capitães donatários, os velhos latifundiários travestidos de globalismo, com as transnacionais detentoras das tecnologias de sementes, agro tóxicos e dos preços nos mercados. As duas pontas do sistema se uniram em busca de negócios fantásticos, capazes de gerar recursos para alugar mentes e línguas e contratar as mais refinadas assessorias de burocratas incrustados no governo.
Pessoas, organizações, partidos, associações de toda ordem mudam de programa, de opinião, de convicção. Isto é próprio da evolução da sociedade humana. Alguém já disse só os imbecis não mudam. Porém há alguns princípios éticos e morais que sobrevivem às mudanças da conjuntura. Ser contra a privatização dos serviços públicos, como a telefonia, mudar de idéia, e depois privatizar os principais aeroportos do país, é aceitável, ainda que discutível. Aceitar propina para defender “special interests” é crime até mesmo nos países do centro do sistema. Na periferia é aceito como algo normal, e que não merece nenhum reparo. Tráfico de influência dá cadeia nos países de tradição democrática, no Brasil dá ministério, acesso aos restaurantes de luxo, as convenções nos resorts caríssimos, enfim, abre as portas para fazer parte do stablishment. Há portas e portas para a ascensão social sem que seja necessário sujar as mãos com negociatas ou adesão à interesses anti nacionais. O burro do Felipe está à solta, não há porta de gabinete que ele não tente entrar. Em alguns consegue.
Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
A suspeita de manipulação de resultados na série C do Brasileirão assusta. Dessa vez, envolve Jhonata Varela, do Sampaio Corrêa, que saltou o máximo que pode para agarrar uma bola na grande área (não, ele não é goleiro, mas… volante).
Desconfiado do forçoso e bizarro pênalti cometido, seu próprio clube o denunciou. Veja o lance e a reportagem em: https://ge.globo.com/ma/futebol/times/sampaio-correa/noticia/2024/08/31/procurador-ve-indicios-de-infracao-disciplinar-em-penalti-na-serie-c-e-pede-abertura-de-inquerito-no-stjd.ghtml?_gl=1*vmr8ym*_ga*Rm0tVTY3a0UtdkM4U1JMWUF5ak40aF9Lc1ZBc0NRcGRtVDd6dFlTQjhLN2w3VnBnRlFGLU1PaEtlc01tT01kTA..*_ga_K8B6Y0T4CS*MTcyNTE5OTY3NC4xLjEuMTcyNTE5OTY3NC4wLjAuMA
Jhonata Varela, Sampaio Corrêa x ABC, pênalti bizarro — Foto: Reprodução/Nosso Futebol
A suspeita de manipulação de resultados na série C do Brasileirão assusta. Dessa vez, envolve Jhonata Varela, do Sampaio Corrêa, que saltou o máximo que pode para agarrar uma bola na grande área (não, ele não é goleiro, mas… volante).
Desconfiado do forçoso e bizarro pênalti cometido, seu próprio clube o denunciou. Veja o lance e a reportagem em: https://ge.globo.com/ma/futebol/times/sampaio-correa/noticia/2024/08/31/procurador-ve-indicios-de-infracao-disciplinar-em-penalti-na-serie-c-e-pede-abertura-de-inquerito-no-stjd.ghtml?_gl=1*vmr8ym*_ga*Rm0tVTY3a0UtdkM4U1JMWUF5ak40aF9Lc1ZBc0NRcGRtVDd6dFlTQjhLN2w3VnBnRlFGLU1PaEtlc01tT01kTA..*_ga_K8B6Y0T4CS*MTcyNTE5OTY3NC4xLjEuMTcyNTE5OTY3NC4wLjAuMA
Jhonata Varela, Sampaio Corrêa x ABC, pênalti bizarro — Foto: Reprodução/Nosso Futebol
Ainda, ufa, sobre o caso da grosseria do treinador Abel para a jornalista Alinne Fanelli (falamos aqui: https://wp.me/p4RTuC-ZZY), o pronunciamento dela, abaixo;
Força, Aline:

Para quem é pai de meninas e quer ver suas princesas terem sucesso quando adultas, vale a pena ler esse texto do Linkedin, originalmente escrito no “Leiturinha”.
Extraído de: https://www.linkedin.com/pulse/meninas-felizes-mulheres-seguras-10-coisas-que-você-pode-oliveira/
MENINAS FELIZES, MULHERES SEGURAS: 10 COISAS QUE VOCÊ PODE FAZER POR SUA FILHA
Por Ana Clara Oliveira
Aqui entre nós, ter um filho é uma responsabilidade e tanto! Ser inteiramente responsável por um pequeno ser humano, criando-o e educando-o, faz com que muitas pessoas reflitam sobre si mesmas e sobre seus próprios valores. Isso porque nós, adultos, temos um papel fundamental na criação de pequenos mais confiantes, empáticos, solidários, tolerantes, amorosos, justos e felizes! E, verdade seja dita, o mundo tem precisado cada vez mais disso, não é?
CRIANDO MENINAS MAIS CONFIANTES E FELIZES
Reforçar a autoestima das crianças e valorizar, acima de tudo, o amor e o respeito, colabora para que elas se tornem adultos melhores e, isso é imprescindível na criação tanto de meninos, quanto de meninas. No entanto, levando em consideração o mundo em que vivemos, com as imposições e pressões que existem sobre as mulheres, é interessante pensar como os pais podem colaborar para que nossas meninas cresçam mais fortes, seguras, independentes e realizadas!
A preocupação com o corpo, a relação com a vaidade e com a carreira profissional, a divisão das tarefas domésticas e os estereótipos que cercam a feminilidade, são questões que precisam ser trabalhadas, desde cedo, com as pequenas, com muita conversa, respeito e exemplo. Para Sarah Helena, psicóloga, curadora na Leiturinha e mãe da pequena Cecília de 1 ano, “quando nasce uma criança (ou melhor, antes mesmo disso), a família, seja ela quem e como for, precisa repensar e ter em mente quais valores, princípios e comportamentos que gostariam que fossem passados adiante e quais aqueles que não. Para criar meninas independentes e seguras, estes têm que ser valores estimados na família, principalmente entre as mulheres, já que elas são um exemplo para as pequenas. Além disso, há que se romper com muitos estereótipos que reproduzimos na sociedade, como padrão de beleza ou a divisão das tarefas domésticas, por exemplo, e seguir construindo as próprias referências do que é bom e ruim. Isso requer paciência, coragem e ousadia. Ser nós mesmas, de forma autêntica, é uma das lutas mais árduas a se enfrentar na vida.”.
10 COISAS QUE VOCÊ PODE FAZER POR SUA FILHA
Pensando nisso, elencamos algumas atitudes simples que podem contribuir para que sua pequena tenha uma relação melhor com ela mesma e com os outros, tornando-se uma mulher mais segura e feliz!
Muito gordo, muito magro, alto demais ou muito baixinho… A insatisfação com o corpo é algo comum entre homens e mulheres. Isso porque há um padrão de beleza que, vez ou outra, todos tentamos nos enquadrar. No entanto, se você se sente assim em relação ao seu corpo, é importante se atentar para não demonstrar essa insatisfação na frente da sua pequena. Se alimentar bem e praticar exercício físico é algo maravilhoso para a saúde e bem-estar de todos nós, mas evite dizer a sua pequena que ela deve fazer isso para ficar magra ou bonita. Cedo ou tarde ela já vai se deparar com esse padrão imposto às mulheres, mas com a sua ajuda ela pode entender que é bonita como é e que a aparência não é o que ela tem de mais importante!
É muito comum elogiar as meninas e, mais tarde, as mulheres, dizendo o quanto são bonitas. Isso não é errado, mas elas são tão mais do que isso! São inteligentes, curiosas, carinhosas, engraçadas, dedicadas, corajosas… Que tal se atentar para variar um pouco nos elogios, mostrando para sua pequena que a aparência dela é apenas um detalhe entre as infinitas qualidades que a tornam uma pessoa incrível!
É importante que, desde cedo, você incentive e mostre para sua pequena que ela pode fazer suas coisas e se realizar sozinha. Não que ela não precise de outras pessoas, mas entender que ela é autônoma, independente e forte o suficiente para alcançar sua própria felicidade e sucesso, será muito importante para que ela cresça mais confiante e segura!
Se ela prefere o judô ao balé, a bicicleta ao patinete, as bonecas aos carrinhos, os super-heróis às princesas, o basquete ao futebol, a matemática ao português… Ou qual seja seus gostos e preferências, é fundamental que ela possa contar com você para apoiá-la e incentivá-la a dar o seu melhor em qualquer que seja sua escolha! Optar por isso ou aquilo não a tornará melhor ou pior, nem mais ou menos feminina.
A maternidade é algo maravilhoso, mas ao se tornar mãe, a mulher não se limita a esse papel. Ela continua tendo seus gostos, suas escolhas, seus hobbies, suas vontades e seus sonhos. É importante que você, mãe, mostre para sua filha que você é uma pessoa completa, com todos os erros, acertos e ambições que isso possa significar. Isso fará com que ela cresça sabendo que ser mãe não elimina sua personalidade ou seus desejos enquanto pessoa.
Situações que reforçam padrões de beleza estão presentes nos mais variados contextos e parece quase impossível esquivar-se deles. Quando isso acontecer, converse com sua filha para que ela reflita sobre os padrões apresentados e a realidade de mulheres com quem ela convive ou vê na rua. Também cuide para que sua pequena esteja cercada de boas referências e representatividade, assim, ela não vai sofrer tentando se enquadrar em algo que ela não é, mantendo uma relação melhor e mais saudável com o próprio corpo.
Na ala de roupas infantis femininas é comum vermos mini roupas de adultos, com muito brilho e muito cor-de-rosa, mas nem sempre tanto conforto. É importante que sua pequena sinta-se bem no que está vestindo, para poder correr e brincar livremente, como qualquer criança. Tome cuidado para não priorizar a roupa “mais bonita” que, talvez não permita que sua filha se movimente de maneira confortável e livre.
As crianças precisam aprender a brincar sem brinquedo também!
Conhecer e respeitar seus limites é fundamental para uma vida mais equilibrada e feliz. Muitas mulheres se sobrecarregam na missão de cuidar de tudo e de todos sozinhas, aceitando mais do que seu corpo e sua mente suportam, ou ainda se submetendo a situações que não condizem com seus valores e vontades por medo de dizer não. Ensine sua pequena sobre responsabilidade e compromisso, mas deixe claro que ela não é obrigada a fazer o que não quer, que ela pode verbalizar suas vontades e limites e que eles precisam ser respeitados.
Mãe, você não precisa dar conta de tudo sozinha
As crianças podem e devem ajudar nas tarefas domésticas, pois isso colabora para que desenvolvam o senso de independência, responsabilidade e respeito. Isso serve para os meninos e para as meninas. Portanto, é importante que os pais dividam as tarefas igualmente, levando em consideração a idade, claro, mas não o sexo dos filhos. Todos podem colaborar para que o lar fique mais organizado e agradável, afinal, todos vivem nele!
Enfim, o importante é que sua pequena entenda, desde cedo, o seu valor e o quanto ela é uma pessoa especial, com todas as suas qualidades e defeitos. A autoestima é algo construído dia a dia e você pode colaborar – e muito – para que ela cresça e se torne uma mulher mais confiante, segura e realizada. Isso, com certeza, irá contribuir para que ela se relacione melhor consigo mesma, tendo uma postura mais sensível, empática e gentil com as pessoas que a cercam.
(Publicado originalmente no Blog Leiturinha.)

Imagem: Arquivo pessoal.
Compare com o futebol: isso acontece aos montes…
Abaixo:

E o VAR Rafael Traci, de Botafogo 3×4 Palmeiras, pede na Justiça indenização e demais providências contra John Textor, por acusação de manipulação de resultados.
ÁRBITRO DE VÍDEO DE BOTAFOGO X PALMEIRAS PROCESSA JOHN TEXTOR
por Andrés Ribas.
Rafael Traci pede R$ 100 mil e retirada de postagens de dirigente, sob pena de multa
O árbitro Rafael Traci entrou com uma ação contra o dono da SAF do Botafogo, John Textor. Ele cobra R$ 100 mil por danos morais, pelo dirigente ter acusado o VAR de Botafogo e Palmeiras, no Brasileirão de 2023, de manipulação. Traci era o árbitro de vídeo da partida.
Textor acusa VAR de manipulação em expulsão de Adryelson em análise
Traci entrou com a ação no dia 25 de julho, na 4ª Vara Cível de Curitiba, no estado do Paraná. No documento, a defesa do árbitro alega que Textor o acusou de manipulação, via Instagram (vídeo acima).
” Na data de 05 de junho de 2024, o réu o qual é o sócio proprietário da SAF – Sociedade Anônima de Futebol do time profissional Botafogo de Futebol de Regatas, publicou em suas redes sociais (Instagram) dois vídeo no qual acusa o autor que atuava junto ao VAR do jogo entre o Botafogo e Palmeiras pelo Campeonato Brasileiro de 2023, que este teria induzido o arbitro principal à expulsão do jogador Adryelson, situação que teria colaborado para a derrota do Botafogo pelo placar de 4 x 3″.
Segundo a defesa, as postagens do dirigente atacam a honra de Traci, bem como classe de árbitros do futebol brasileiro.
No processo, eles destacam que o Tribunal Superior de Justiça Desportiva – STJD – julgou as denúncias feitas por Textor e trataram como “imprestáveis” e concluiu que as ações configuram ilícitos desportivos contra a honra de sete entidades desportivas, nove atletas e nove árbitros.
No documento, a defesa também pede, em tutela de urgência, que Textor retire as postagens feitas, contra o árbitro, das redes sociais sob pena de multa, além de abster de mencionar o nome de Traci.
O norte-americano publicou uma análise sobre a intervenção do VAR na expulsão de Adryelson na partida entre Botafogo 3 x 4 Palmeiras, no Brasileirão 2023.
Em vídeo publicado no Instagram, ele questiona Rafael Traci, árbitro de vídeo daquele jogo, pela maneira como interferiu e nas câmeras que mostrou ao árbitro Bráulio da Silva Machado para justificar a expulsão do camisa 34. Na ocasião, o Botafogo vencia por 3 a 1. Com um a menos, não segurou a pressão e viu o rival paulista conseguir uma virada histórica.
A análise divulgada por Textor indica que Traci não mostrou as melhores imagens do lance para Bráulio. Na visão do dono da SAF Botafogo, Adryelson não merecia ter sido expulso porque Breno Lopes, atacante do Palmeiras que sofre a falta, não estava na direção do gol.
“Traci instrui o operador de replay a parar o vídeo em uma “imagem congelada”… para dar a FALSA impressão de que a bola está perfeitamente dominada no pé do jogador do Palmeiras. TRACI manipula o replay do vídeo para que MACHADO veja uma imagem da perfeita posse e controle de bola que, na verdade, NUNCA existiu.
MACHADO confirma sua chegada ao monitor do VAR para ver uma imagem parada que está enganosamente pausada para mostrar posse e controle de bola… mas as condições exigidas pelo DOGSO de posse e controle de bola NUNCA foram configuradas.
Nenhuma das quatro condições de um DOGSO foram atendidas, e o DOGSO exige que TODAS as condições sejam atendidas. Como resultado da manipulação da visualização do vídeo por TRACI para estabelecer de forma enganosa duas condições de DOGSO que NÃO foram cumpridas (posse e controle de bola), MACHADO decidiu confirmar um DOGSO e expulsar o nº 34 Adryelson
Então, além da aparente manipulação de uma “imagem congelada” para mostrar uma posse de bola que não existia, o que o Oficial do VAR TRACI escolheu NÃO mostrar ao árbitro da partida?
Havia um ângulo de câmera melhor para mostrar?
…porque este é o ângulo da câmera [veja no vídeo acima] que o árbitro de VAR TRACI não permitiu que o árbitro de campo visse.
Isso prova (1) que havia possibilidade de chance domínio da bola por parte do Adryelson, (2), que Adryelson realmente tocou na bola primeira, (3) que não houve posse ou controle da bola pelo jogador do Palmeiras, e (4) que o engano da “imagem congelada” mostrando posse de bola não passou de um breve desvio
O Tribunal de Justiça Desportiva decidiu duas vezes que a decisão do VAR de expulsar o jogador foi um erro, um erro que levou o Palmeiras a superar uma desvantagem de 1 a 3, e vencer o jogo decisivo do campeonato… e transformar uma provável desvantagem de 9 pontos na tabela do Campeonato Brasileiro em uma desvantagem de 3 pontos.
Resta uma pergunta ao Sr. Traci: Por que a apresentação do vídeo foi manipulada para dar a falsa impressão de posse e controle; e porque a o melhor ângulo não foi compartilhado com o árbitro de campo?
A manipulação da apresentação do vídeo pelo árbitro do VAR Traci claramente destruiu o campeonato de 2023, mas não houve qualquer pedido para que ele esclarecesse as suas ações.”
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Foto: Vitor Silva / Botafogo, extraído do link acima:
E o VAR Rafael Traci, de Botafogo 3×4 Palmeiras, pede na Justiça indenização e demais providências contra John Textor, por acusação de manipulação de resultados.
ÁRBITRO DE VÍDEO DE BOTAFOGO X PALMEIRAS PROCESSA JOHN TEXTOR
por Andrés Ribas.
Rafael Traci pede R$ 100 mil e retirada de postagens de dirigente, sob pena de multa
O árbitro Rafael Traci entrou com uma ação contra o dono da SAF do Botafogo, John Textor. Ele cobra R$ 100 mil por danos morais, pelo dirigente ter acusado o VAR de Botafogo e Palmeiras, no Brasileirão de 2023, de manipulação. Traci era o árbitro de vídeo da partida.
Textor acusa VAR de manipulação em expulsão de Adryelson em análise
Traci entrou com a ação no dia 25 de julho, na 4ª Vara Cível de Curitiba, no estado do Paraná. No documento, a defesa do árbitro alega que Textor o acusou de manipulação, via Instagram (vídeo acima).
” Na data de 05 de junho de 2024, o réu o qual é o sócio proprietário da SAF – Sociedade Anônima de Futebol do time profissional Botafogo de Futebol de Regatas, publicou em suas redes sociais (Instagram) dois vídeo no qual acusa o autor que atuava junto ao VAR do jogo entre o Botafogo e Palmeiras pelo Campeonato Brasileiro de 2023, que este teria induzido o arbitro principal à expulsão do jogador Adryelson, situação que teria colaborado para a derrota do Botafogo pelo placar de 4 x 3″.
Segundo a defesa, as postagens do dirigente atacam a honra de Traci, bem como classe de árbitros do futebol brasileiro.
No processo, eles destacam que o Tribunal Superior de Justiça Desportiva – STJD – julgou as denúncias feitas por Textor e trataram como “imprestáveis” e concluiu que as ações configuram ilícitos desportivos contra a honra de sete entidades desportivas, nove atletas e nove árbitros.
No documento, a defesa também pede, em tutela de urgência, que Textor retire as postagens feitas, contra o árbitro, das redes sociais sob pena de multa, além de abster de mencionar o nome de Traci.
O norte-americano publicou uma análise sobre a intervenção do VAR na expulsão de Adryelson na partida entre Botafogo 3 x 4 Palmeiras, no Brasileirão 2023.
Em vídeo publicado no Instagram, ele questiona Rafael Traci, árbitro de vídeo daquele jogo, pela maneira como interferiu e nas câmeras que mostrou ao árbitro Bráulio da Silva Machado para justificar a expulsão do camisa 34. Na ocasião, o Botafogo vencia por 3 a 1. Com um a menos, não segurou a pressão e viu o rival paulista conseguir uma virada histórica.
A análise divulgada por Textor indica que Traci não mostrou as melhores imagens do lance para Bráulio. Na visão do dono da SAF Botafogo, Adryelson não merecia ter sido expulso porque Breno Lopes, atacante do Palmeiras que sofre a falta, não estava na direção do gol.
“Traci instrui o operador de replay a parar o vídeo em uma “imagem congelada”… para dar a FALSA impressão de que a bola está perfeitamente dominada no pé do jogador do Palmeiras. TRACI manipula o replay do vídeo para que MACHADO veja uma imagem da perfeita posse e controle de bola que, na verdade, NUNCA existiu.
MACHADO confirma sua chegada ao monitor do VAR para ver uma imagem parada que está enganosamente pausada para mostrar posse e controle de bola… mas as condições exigidas pelo DOGSO de posse e controle de bola NUNCA foram configuradas.
Nenhuma das quatro condições de um DOGSO foram atendidas, e o DOGSO exige que TODAS as condições sejam atendidas. Como resultado da manipulação da visualização do vídeo por TRACI para estabelecer de forma enganosa duas condições de DOGSO que NÃO foram cumpridas (posse e controle de bola), MACHADO decidiu confirmar um DOGSO e expulsar o nº 34 Adryelson
Então, além da aparente manipulação de uma “imagem congelada” para mostrar uma posse de bola que não existia, o que o Oficial do VAR TRACI escolheu NÃO mostrar ao árbitro da partida?
Havia um ângulo de câmera melhor para mostrar?
…porque este é o ângulo da câmera [veja no vídeo acima] que o árbitro de VAR TRACI não permitiu que o árbitro de campo visse.
Isso prova (1) que havia possibilidade de chance domínio da bola por parte do Adryelson, (2), que Adryelson realmente tocou na bola primeira, (3) que não houve posse ou controle da bola pelo jogador do Palmeiras, e (4) que o engano da “imagem congelada” mostrando posse de bola não passou de um breve desvio
O Tribunal de Justiça Desportiva decidiu duas vezes que a decisão do VAR de expulsar o jogador foi um erro, um erro que levou o Palmeiras a superar uma desvantagem de 1 a 3, e vencer o jogo decisivo do campeonato… e transformar uma provável desvantagem de 9 pontos na tabela do Campeonato Brasileiro em uma desvantagem de 3 pontos.
Resta uma pergunta ao Sr. Traci: Por que a apresentação do vídeo foi manipulada para dar a falsa impressão de posse e controle; e porque a o melhor ângulo não foi compartilhado com o árbitro de campo?
A manipulação da apresentação do vídeo pelo árbitro do VAR Traci claramente destruiu o campeonato de 2023, mas não houve qualquer pedido para que ele esclarecesse as suas ações.”
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Foto: Vitor Silva / Botafogo, extraído do link acima:
Quase que diariamente, tenho recebido essas mensagens abaixo – que são golpes.
Como tenho tudo bem controlado, sei que não tem nada em atraso. Mas o email é bem feito, parece mesmo uma conta da operadora Claro. Atenção: não abra, pois é isso que os estelionatários querem.
Meu sogro, meu pai e outras pessoas conhecidas receberam a mesma mensagem na caixa de entrada deles, inclusive com o mesmo valor. Não é possível que as autoridades não consigam pegar quem dispara essas falsidades com vírus e outros golpes.
Reforço: se você receber tal mensagem, não abra!
A Web é um ambiente democrático. Cabe tudo, lê-se tudo e encontra-se de tudo (de bom ou de ruim). Em 2015, vendo pessoas que usavam esse espaço com falta de educação e destilavam ódio, fazendo mal uso da Internet, o sociólogo e filósofo italiano Umberto Eco disse que “as Redes Sociais deram voz a uma legião de imbecis”.
Não dá para discordar que muitos idiotas causam males aos outros através delas. Cyberbullying, Fake News e Manifestações Contrárias aos Valores Éticos habitam no cotidiano de haters e afins.
O que fazer? Censurar? Calar? Expulsar da Web?
Não. Talvez a melhor solução seja, pela própria educação que recebemos, deixar falar, responder respeitosamente ou ignorá-los. Ter paciência e nunca retribuir com ofensas à eles.
Talvez essa imagem, abaixo, seja pertinente:
Texto de 7 anos, mas um golpe atual:
Embora para muitos (como mostra a matéria abaixo do UOL) o golpe em alguns postos de combustíveis seja novo, não é. É o mesmo engodo de 1 litro contendo “900ml”, chamado de “bomba baixa”; só que ao invés do golpe ser por regulagem manual, é por via eletrônica.
Fique atento! Abasteça somente em postos de sua confiança!
Extraído de:
NOVA FRAUDE EM BOMBA DE GASOLINA É DIFÍCIL DE NOTAR; FRENTISTAS DÃO DICAS CONTRA GOLPES
O caso recente de um cliente que foi vítima de fraude é lembrado por dois frentistas que trabalham na marginal Tietê, em São Paulo, como exemplo da facilidade para enganar o consumidor. Wallace Alan e Jefferson Silva são funcionários de um posto atualmente sem bandeira, próximo à ponte da Casa Verde (zona norte da capital), e contam o que viram há cerca de uma semana.
“O motorista chegou aqui e pediu para pôr R$ 50 em etanol. Só que ele tinha acabado de colocar R$ 70 em outro posto, que fica bem pertinho”, diz Alan, 23. “Ele quase encheu o tanque lá, mas desconfiou que abasteceram com menos combustível do que pagou, e aí pediu para eu completar.”
Como o tanque do carro era pequeno, em torno de 45 litros –ou R$ 90– seria o máximo da capacidade.
“Eu disse para ele: não vai caber mais R$ 50, o tanque deve estar quase cheio“, afirma Alan.
Mas o cliente estava certo. O posto anterior havia cobrado por uma quantidade e entregado bem menos.
“Se quiser, o funcionário consegue ser desonesto [sem que percebam]“, diz Silva, 23. “Por isso, a gente sempre pede para o motorista descer do carro e acompanhar o que está acontecendo na bomba, do nosso lado. Assim a gente evita problema também.”
A reportagem do UOL conversou com frentistas em seis postos de combustíveis no centro, na zona norte e na zona oeste de São Paulo sobre um tipo de engodo difícil de perceber e que está cada vez mais comum: a fraude tecnológica.
O golpe funciona assim: com um chip instalado dentro da bomba, é possível interferir no funcionamento da placa eletrônica e alterar a contagem que aparece no visor. O comando é feito à distância, por controle remoto ou aplicativo de celular. Ao comprar 20 litros, por exemplo, o cliente recebe apenas 18 litros, sem notar que foi ludibriado.
De acordo com informações do Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas), entre agosto de 2016 e maio de 2017, 55 postos no Estado foram flagrados nesse tipo de infração –45 na capital e 10 no interior. A fiscalização não identificou um padrão comum aos estabelecimentos com bombas adulteradas, então é preciso desconfiar de qualquer um.
O superintendente do órgão fiscalizador, Guaracy Fontes Monteiro Filho, explica que, na média, o motorista é lesado facilmente porque é quase impossível reparar na diferença de volume.
“Nós estamos constatando de 10% a 12% de fraude em cima do consumidor. De 20 litros abastecidos, ele perde 2 litros. De 40 litros, ele perde 4 ou 5 litros, mais ou menos”
Monteiro diz que, para mexer na bomba, além de violar o lacre de segurança colocado pelos fiscais, é preciso entender de tecnologia e de como o equipamento funciona. Por isso a suspeita é que uma quadrilha especializada esteja oferecendo o serviço aos donos de postos. Não somente em São Paulo, como também em outros Estados pelo país.
De acordo com Monteiro Filho, um posto de porte médio em São Paulo vende, por mês, em torno de 300 mil litros de combustíveis. Se deixar de entregar de 10% a 12% disso, abocanha R$ 100 mil por mês.
Geralmente, ele conclui, funcionários de confiança estão envolvidos no esquema, pois alguém no local fica encarregado de acionar ou desligar o mecanismo que regula a quantidade de combustível. A seguir, veja algumas dicas para tentar evitar o golpe.
* Duvide de preços muito abaixo da média
Esta é a dica do Ipem-SP para evitar cair no golpe. Promoções muito atraentes podem funcionar de isca. Nos postos visitados pela reportagem, o preço do litro do etanol variava entre R$ 1,95 e R$ 2,07; o da gasolina comum, entre R$, 2,95 e R$ 3,17.
* Fique atento ao visor da bomba
Para o frentista Jefferson Silva, pode parecer bobagem, mas é importante acompanhar a quantidade e o valor que a bomba está indicando. “Se o marcador de combustível, no painel do carro, estiver funcionando direito, você consegue ter uma ideia de quantos litros foram colocados e de quanto ainda falta.”
* Saiba qual é a autonomia do seu veículo
Outra dica para evitar cair em golpe é conhecer a autonomia do carro, ou seja, a média de quilômetros rodados por litro de combustível. Desta forma, observando a distância já percorrida, dá para fazer a conta de quantos litros foram consumidos e, portanto, quantos faltam para encher o tanque.
É importante saber o volume total do tanque, já que o número muda conforme o modelo do carro e o fabricante.
* Verifique se a bomba funciona direito
Todo posto de combustível deve ter à disposição do cliente um balde aferidor: trata-se de um galão de metal graduado e inspecionado pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) que pode ser usado para medir se está correta a quantidade que sai da bomba.
O motorista pode pedir para fazer o teste: o frentista coloca 20 litros de combustível neste galão e a marca deve bater com o número de litros.
* Abasteça sempre no mesmo posto
“Passe em frente e veja como está o movimento”, diz o frentista Oseias Lopes, 37, que trabalha há dois anos em um posto no bairro do Limão (zona norte).
* Abasteça em um posto bem movimentado
“Se estiver sempre cheio, pode ser sinal de que tem confiança, ética com o cliente”, opina o frentista Oseias Lopes.
Assim como os outros frentistas ouvidos pela reportagem, Lopes afirma que já soube de fraudes com chip na bomba, mas que nunca viu de perto nem participou de adulterações no equipamento.
“Se você achar um posto em que confia, continue com ele”, sugere.
* Em caso de suspeita, denuncie
Para denunciar irregularidades como lacre da bomba adulterado ou quebrado, fraude na quantidade entregue ao cliente e mau funcionamento da bomba, o consumidor deve ligar para 0800 013 0522 (ligação gratuita).
A ANP (Agência Nacional de Petróleo) recebe ligações gratuitas no número 0800 970 0267 para denúncias sobre adulteração de combustível.
Sofisticação quase invisível
O Estado de São Paulo tem cerca de 9.000 postos de combustíveis. Em muitos casos, é por meio de denúncias que a fiscalização chega aos criminosos.
Por conta da sofisticação na fraude tecnológica, a adulteração da bomba só é notada quando ela é aberta e vasculhada minuciosamente, um trabalho que pode levar até uma hora por equipamento.
“Na fiscalização de rotina, o Ipem não pega esse tipo de fraude. Tem que abrir a bomba, deslacrar, olhar para ver se encontra o chip. Porque, geralmente, quando o fiscal chega ao posto, a fraude já está desligada”, afirma o superintendente Monteiro.
Até um ano atrás, de todas as denúncias feitas ao Ipem-SP que levavam à fiscalização da bomba, entre 7% e 8% resultavam em constatação de crime.
A partir do segundo semestre de 2016, com o aumento do rigor nas operações para esse tipo de desvio de combustível, o acerto fica entre 15% e 20% das denúncias.
O Estado de São Paulo é o que mais registra esse tipo de fraude no país, mas é também o que possui mais capacidade de identificar a instalação de chips nas bombas. Um laboratório de treinamento foi criado no Ipem paulista para preparar fiscais de outros lugares.
Uma lei estadual de maio deste ano determina a cassação da inscrição no ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) do posto que for flagrado adulterando o volume do produto. Os donos do estabelecimento, pessoas físicas ou jurídicas, ficam impedidos de trabalhar no mesmo ramo de atividade, mesmo que em outro endereço, pelo prazo de cinco anos.
“SEPARAR O JOIO DO TRIGO”
A Fecombustíveis (Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes), que representa 34 sindicatos ligados a 41 mil postos de combustíveis no país, diz que os “maus empresários” envolvidos em fraudes são minoria e representam, na realidade, uma concorrência desleal neste mercado.
O presidente da entidade, Paulo Miranda Soares, afirma que punições mais rigorosas para os casos de adulteração de quantidade, como prevê a recente lei paulista, podem ajudar a inibir crimes desse tipo.
“Nós achamos que a nova lei será muito eficiente para isso, mas ela vai depender da disposição das autoridades. Se não fiscaliza, não adianta nada. Tem que ter uma fiscalização mais assídua dos órgãos responsáveis, para aí separar o joio do trigo”, diz.
De acordo com Soares, as bombas fraudadas atingem 1% do mercado nacional –com 160 mil equipamentos em operação–, enquanto as irregularidades em geral representam 3% desse total, o que ele considera um índice “tolerável”.
Equipamentos menos suscetíveis a manipulações são uma aposta para reduzir problemas como sonegação fiscal e adulteração do produto e da quantidade vendida.
O setor mantém conversas com duas das principais fabricantes de bombas de combustíveis: a norte-americana Wayne, que tem uma unidade no Rio de Janeiro, e a Gilbarco Veeder-Root, com fábrica em São Paulo. A ideia, segundo Soares, é desenvolver bombas com “caixa-preta”, registrando tudo o que acontece no equipamento, sempre com auxílio do Inmetro, para 2018.
“Nesta crise que o país está vivendo, nós percebemos um aumento desse tipo de fraude. É um tipo de fraude mais difícil de pegar, mas, na hora em que você pega, você tem mais provas, ilícitos comprovados”, avalia.
ALTA NA REPROVAÇÃO DAS BOMBAS
No Estado de São Paulo, as fraudes ocorrem com mais frequência na capital e em sua região metropolitana, segundo informações do Ipem-SP.
Nos últimos dois anos, o número de postos fiscalizados na cidade teve uma leve redução, passando de 2.360 por ano, em média, entre 2011 e 2014, para 2.144 postos em 2015 e 2.009 postos em 2016.
A quantidade de bombas verificadas, no entanto, aumentou, chegando a quase 28 mil unidades no ano passado. Eram 25 mil em 2011.
Já a proporção de equipamentos reprovados entre todas as bombas verificadas, que vinha caindo ano a ano –de 5,86% em 2011 para 3,09% em 2015–, voltou a subir em 2016, quando 4,5% das bombas avaliadas foram reprovadas.
Em 2017, entre janeiro e maio, foram fiscalizados 1.224 postos, com reprovação de 5,6% das 17.450 bombas verificadas.

E, de novo, vemos histórias de manipulação de resultados no futebol brasileiro. Uma praga que nano acaba!
Agora, o jogo é Internacional 3×0 Patrocinense.
PF INVESTIGA POSSÍVEL MANIPULAÇÃO NA SÉRIE D
por Elijonas Maia
Agentes cumprem 11 mandados de busca nesta quarta-feira em SP, MG e RJ
A partida de futebol entre os clubes C.A. Patrocinense (MG) e a Inter de Limeira (SP) pela 6ª rodada do campeonato brasileiro na Série D virou alvo da Polícia Federal (PF) por suposta manipulação de resultados.
O time visitante, Patrocinense, perdeu de 3 a 0 contra o Inter, no jogo realizado no interior de São Paulo, no Estádio Major Levy Sobrinho, em 1º de junho, e é investigado pela PF por suposta ligação com casas de apostas esportivas, ponto inicial da investigação.
A apuração começou quando a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) enviou um ofício à PF, via relatório da Sportradar, que reportou que a movimentação das casas de apostas indicou que os apostadores detinham conhecimento prévio de que determinada equipe viria a perder o primeiro tempo da partida por ao menos dois gols. De acordo com a empresa, 99% da tentativa da rotatividade no mercado de “totais de gols do primeiro tempo” nesta partida foi para tal resultado.
A Sportradar é uma companhia privada no ramo de criação e emprego de soluções tecnológicas para serviços de integridade e detecção de fraudes relacionadas a apostas e identificação de manipulação de resultados esportivos, com sede na Suíça, atuando desde 2005.
De fato, a partida em questão teve o resultado esperado pelas apostas. O time mineiro levou 3 gols ainda no primeiro tempo, sendo um deles gol contra.
A PF apurou que uma determinada empresa de apostas teria firmado parceria com o Patrocinense e vários jogadores por ela agenciados foram contratados.
Na manhã desta quarta-feira (26), policiais federais foram às ruas em três estados para cumprir 11 mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça de São Paulo para apreender documentos. As medidas foram cumpridas nas cidades de Patrocínio (MG), São José do Rio Preto (SP), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Tanguá (RJ) e Nova Friburgo (RJ).
São alvos da operação integrantes e ex-integrantes do Patrocinense. Segundo a PF, a investigação quer saber se houve influência de tais pessoas da empresa de apostas no resultado da partida.
Trata-se, em tese, dos crimes contra a incerteza do resultado esportivo, que encontram as condutas tipificadas na Lei Geral do Esporte, com penas de dois a seis anos de reclusão.
A CNN procurou o clube para comentar a operação e aguarda retorno.

Atletas do CA Patrocinense no vestiário do clube – Reprodução/Instagram
Que vergonha do Paulo Carneiro, ex-presidente do Vitória-BA… contou vários podres do mundo do futebol, achando que não estava ao vivo.
Quantos senhores como esse há por aí?
Quando teremos homens dignos no esporte brasileiro?

E, de novo, vemos histórias de manipulação de resultados no futebol brasileiro. Uma praga que nano acaba!
Agora, o jogo é Internacional 3×0 Patrocinense.
PF INVESTIGA POSSÍVEL MANIPULAÇÃO NA SÉRIE D
por Elijonas Maia
Agentes cumprem 11 mandados de busca nesta quarta-feira em SP, MG e RJ
A partida de futebol entre os clubes C.A. Patrocinense (MG) e a Inter de Limeira (SP) pela 6ª rodada do campeonato brasileiro na Série D virou alvo da Polícia Federal (PF) por suposta manipulação de resultados.
O time visitante, Patrocinense, perdeu de 3 a 0 contra o Inter, no jogo realizado no interior de São Paulo, no Estádio Major Levy Sobrinho, em 1º de junho, e é investigado pela PF por suposta ligação com casas de apostas esportivas, ponto inicial da investigação.
A apuração começou quando a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) enviou um ofício à PF, via relatório da Sportradar, que reportou que a movimentação das casas de apostas indicou que os apostadores detinham conhecimento prévio de que determinada equipe viria a perder o primeiro tempo da partida por ao menos dois gols. De acordo com a empresa, 99% da tentativa da rotatividade no mercado de “totais de gols do primeiro tempo” nesta partida foi para tal resultado.
A Sportradar é uma companhia privada no ramo de criação e emprego de soluções tecnológicas para serviços de integridade e detecção de fraudes relacionadas a apostas e identificação de manipulação de resultados esportivos, com sede na Suíça, atuando desde 2005.
De fato, a partida em questão teve o resultado esperado pelas apostas. O time mineiro levou 3 gols ainda no primeiro tempo, sendo um deles gol contra.
A PF apurou que uma determinada empresa de apostas teria firmado parceria com o Patrocinense e vários jogadores por ela agenciados foram contratados.
Na manhã desta quarta-feira (26), policiais federais foram às ruas em três estados para cumprir 11 mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça de São Paulo para apreender documentos. As medidas foram cumpridas nas cidades de Patrocínio (MG), São José do Rio Preto (SP), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Tanguá (RJ) e Nova Friburgo (RJ).
São alvos da operação integrantes e ex-integrantes do Patrocinense. Segundo a PF, a investigação quer saber se houve influência de tais pessoas da empresa de apostas no resultado da partida.
Trata-se, em tese, dos crimes contra a incerteza do resultado esportivo, que encontram as condutas tipificadas na Lei Geral do Esporte, com penas de dois a seis anos de reclusão.
A CNN procurou o clube para comentar a operação e aguarda retorno.

Atletas do CA Patrocinense no vestiário do clube – Reprodução/Instagram
Falamos sobre as acusações graves contra o jogador Lucas Paquetá e as apostas esportivas (em: https://wp.me/p4RTuC-Xa8). Não precisava (se comprovado) ter feito nada disso….
Hoje, li esse post (abaixo) do jornalista Mauro Cézar Pereira. Perfeito!
Disse tudo e concordo (caso o atleta seja condenado). Confira:
Cada vez mais as empresas se preocupam com práticas de sustentabilidade ambiental, social e de governança corporativa (O ESG, que significa, em ingês: Environmental, Social and Governance). A sociedade, a reboque, também.
No futebol, um universo dito muitas vezes “paralelo” à realidade do mundo, o ESG é esquecido. E se não fosse? Como alguns dirigentes de clubes brasileiros se comportariam?
Compartilho esse ótimo artigo, extraído de: https://istoedinheiro.com.br/e-se-o-futebol-tivesse-mais-esg/
E SE O FUTEBOL TIVESSE MAIS ESG?
Fim do recesso do Brasileirão 2024 por causa da tragédia climática no Rio Grande do Sul, tempo de boas e profundas reflexões sobre ESG.
Haveria algo em comum entre os episódios recorrentes de racismo nos jogos da Copa Libertadores de América, o descaso pelo fair play financeiro entre clubes brasileiros e as investigações de manipulação de resultados em todo o mundo?
Sim, há. Se tivessem ocorrido numa empresa com ESG, os três casos seriam tratados hoje como impactos sociais (S) e de governança (G.)Exigiriam atenção especial, planos de ação e investimentos para controlar potenciais riscos operacionais, financeiros e reputacionais.
Anima-me pensar nos benefícios de uma lógica ESG aplicada a segmentos como o futebol. Não tenho dúvidas de que faria a diferença para melhor. Cuidados socioambientais, ativismo de causas públicas e políticas de proteção da ética e da transparência costumam gerar valor para todas as partes interessadas de um negócio. Investidores de SAFs, patrocinadores de camisas e transmissões, reguladores, jogadores, torcedores, trabalhadores do setor e sociedade só teriam a ganhar com uma gestão mais responsável, compliance financeiro, redução de emissões de carbono, regras anticorrupção e respeito à diversidade.
O futebol seria melhor se os clubes fossem melhores “para” o mundo. E embora esta seja uma bandeira de valor claro no século 21, ela ainda contrasta com uma velha cultura regida pela máxima de ser “o melhor do mundo” e que aceita, em nome da glória das taças, a “ética do resultado a qualquer custo” – isso significa, na prática, triunfar até mesmo contra a justiça desportiva, beneficiando-se de circunstâncias que desvirtuam as normas do jogo, desequilibram a competição e prejudicam o adversário.
A noção implícita no “ganhar a qualquer custo” – contrária ao que propõe o ESG – explica a maioria dos desvios éticos no futebol. Em sua defesa, torcedores e dirigentes aceitam, sem crítica, o juiz que erra a favor do seu clube ou ocraque que burla a regra e ainda ironiza o adversário. Normalizam atitudes que desabonam o fair play financeiro, algo que não fariam em suas próprias casas. E aceitam contratar jogadores caros, sem receitas previstas para o salário.
“Anima-me pensar nos benefícios de uma lógica ESG aplicada a segmentos como o futebol. Não tenho dúvidas que faria a diferença para melhor”
Sob a justificativa complacente de que a “cultura do futebol” tem uma moral própria, divertem-se com os refrões homofóbicos de torcidas e engrossam as vistas aos gritos racistas, mesmo sabendo que eles ferem leis e regulamentos. Passam pano para o estupro praticado por ex-craques perversos. Naturalizam a corrupção das empresas de apostas e o ato criminoso de jogadores venais que manipulam resultados de jogos –neste momento, o meia Lucas Paquetá, do West Ham, está sob investigação da Premier League inglesa por “forçar” cartões amarelos.
A bola que entra no gol não pode tudo, ensina o ESG. Existe um contexto de responsabilidades que não está separado do que acontece antes, durante e depois do jogo.
Para quem quer melhorar a gestão do futebol, recomendo começar com quatro medidas básicas de ESG.
(1) Compense o carbono emitido em jogos e treinamentos, recicle resíduos nos estádios, utilize energia renovável, implante um sistema de reuso de água;
(2) Estabeleça um programa de compliance, com auditoria, canal de denúncias e códigos de conduta para evitar desde os assédios aos deslizes financeiros;
(3) Apoie com ações socioeducacionais a base de formação dos profissionais, o elo mais frágil de sua cadeia de valor; e
(4) Utilize o vínculo com torcedores e a exposição na mídia para “educar” stakeholders para causas como a solidariedade, diversidade, economia circular e mudanças climáticas.
Ricardo Voltolini é CEO da Ideia Sustentável, fundador da Plataforma Liderança com Valores, mentor e conselheiro de sustentabilidade

Ricardo Voltolini: “A bola que entra no gol não pode tudo, ensina o ESG” (Crédito:Divulgação)