– Ser honesto é o mínimo que se deve exigir dos sócios (e de todos) para estar no Paulista FC.

Hoje é dia de jogo do Paulista! O Galo pega o VOCEM no Tonicão, em Assis. Falamos da arbitragem desse jogo em: https://wp.me/p4RTuC-15Fk.

Nessa semana, houve a tentativa de Torcedores se associar ao clube. Ótima e democrática iniciativa! Falamos também aqui: https://wp.me/p4RTuC-15Ez.

Porém, quando chegaram ao Estádio Jayme Cintra, se surpreenderam com uma recente mudança do programa de sócio-contribuinte: subiu de R$ 120,00 para R$ 420,00, além da necessidade de indicação da Diretoria atual e uma série de documentos exigidos para provar a idoneidade.

Lembrei-me dos meus tempos de árbitro de futebol: tanto CBF quanto FPF exigiam “nada consta civil e criminal”, SPC e Serasa, além de outras provas de honestidade para estar no quadro de árbitros.

O meu amigo Zé Boca de Bagre, que não tem papas na língua, não se conformava e dizia à época: “Como pode o Marco Polo Del Nero, com FIFAGate nas costas, proibido de entrar nos EUA, exigir honestidade de alguém? É a banana comendo o macaco!”.

Eu concordo com todas as exigências de idoneidade. Há de se mostrar lisura em todos os lugares, e ressalto: do patrão ao subordinado, do presidente ao sócio-comum, todos deveriam ter essa comprovação.

Aliás, por pura curiosidade: para assumir cargos de direção em qualquer atividade esportiva, exige-se tudo isso hoje?

Ser honesto não deve ser vantagem, mas obrigação.

– Coisas que não devemos ter arrependimento:

Se agirmos corretamente, há coisas pelas quais não devemos nos preocupar. Das questões motivacionais às sociais, em 4 ítens:

(Abaixo, na figura):

– E o abraço de Memphis na Edina?

Me faltou tempo para discutir: e a relação embaraçosa ocorrida em Corinthians x Santos?

Edina, repare nesse link curto, dá uma “abraçada” no Memphis na cintura. Ele se aproveita e devolve abraçando-a pelo pescoço.  A árbitra reage e tira seu braço.

Todos erraram: Edina não tem que abraçar. Memphis abusou da intimidade. Cada um em seu lugar e que sirva de exemplo o constrangimento.

Depois, ele brincou com a situação em seu Instagram, fazendo alusão à situação ao Valentine’s Day… inapropriado.

A pergunta é: ele faria o mesmo com Daronco?

Veja:

https://esportes.r7.com/futebol/campeonato-paulista/video/memphis-abraca-edina-e-irrita-a-arbitra-de-corinthians-x-santos-13022025/

– E o abraço de Memphis na Edina?

Me faltou tempo para discutir: e a relação embaraçosa ocorrida em Corinthians x Santos?

Edina, repare nesse link curto, dá uma “abraçada” no Memphis na cintura. Ele se aproveita e devolve abraçando-a pelo pescoço.  A árbitra reage e tira seu braço.

Todos erraram: Edina não tem que abraçar. Memphis abusou da intimidade. Cada um em seu lugar e que sirva de exemplo o constrangimento.

Depois, ele brincou com a situação em seu Instagram, fazendo alusão à situação ao Valentine’s Day… inapropriado.

A pergunta é: ele faria o mesmo com Daronco?

Veja:

https://esportes.r7.com/futebol/campeonato-paulista/video/memphis-abraca-edina-e-irrita-a-arbitra-de-corinthians-x-santos-13022025/

– E o abraço de Memphis na Edina?

Me faltou tempo para discutir: e a relação embaraçosa ocorrida em Corinthians x Santos?

Edina, repare nesse link curto, dá uma “abraçada” no Memphis na cintura. Ele se aproveita e devolve abraçando-a pelo pescoço.  A árbitra reage e tira seu braço.

Todos erraram: Edina não tem que abraçar. Memphis abusou da intimidade. Cada um em seu lugar e que sirva de exemplo o constrangimento.

Depois, ele brincou com a situação em seu Instagram, fazendo alusão à situação ao Valentine’s Day… inapropriado.

A pergunta é: ele faria o mesmo com Daronco?

Veja:

https://esportes.r7.com/futebol/campeonato-paulista/video/memphis-abraca-edina-e-irrita-a-arbitra-de-corinthians-x-santos-13022025/

– Paquetá e Luiz Henrique:

Vale a pena entender o caso: Paquetá jogou a carreira fora… e provavelmente se verá Luiz Henrique enrolado também.

Na manchete:

– O desnecessário comentário de Abel Ferreira.

Abel Ferreira, de novo, foi mal educado com os jornalistas em coletiva e respingou até em Klopp.

Questionado se estava com as “baterias recarregadas e com fome de títulos”, o técnico parece ter se ofendido com a natural pergunta e respondeu:

“Ninguém vai dizer como a gente tem que fazer [para seguir vencendo]. Nunca menti que sou um treinador de projeto. Hoje teve um senhor chamado Klopp, que ganhou menos títulos em oito anos do que eu. Então não fala de fome de títulos aqui. Ele teve 8 anos no Liverpool e teve menos títulos em quatro ou cinco anos de nós. Eu sou de projeto, não vai alterar (…) Estou aqui porque quero ganhar e quero vencer. O Palmeiras para mim é o melhor clube de longe, porque me dá reconhecimento, paga todo mundo em dia, me dá chance de títulos”.

Klopp ganhou com o Liverpool Mundial de Clubes, UEFA Champions League e Premiere League.
Abel ganhou torneios como Libertadores, Brasileirão e Regional.

Ambos treinadores têm ótimos elencos e recebiam / recebem excelentes salários. Mas os adversários que enfrentam, o nível técnico de disputa e a importância das competições que ganharam, não tem o mesmo peso, certo?

Lembrando: em casa, o Palmeiras perdeu do Novorizontino e empatou com o Red Bull Bragantino. Não precisa respingar sua insatisfação citando Klopp, caro Abel.

– Dudu e Leila: pra quê?

Eu me assusto com situações tão “desequilibradas emocionalmente” como essa: Leila Pereira, presidente do Palmeiras, desabafando em entrevista sobre Dudu, criticando-o.

O atleta, chateado, fez uma postagem nas redes sociais como resposta, usando um deselegante acróstico que significa palavrão, dizendo que estava jogando no Cruzeiro.

Bomba hoje no X / Twitter outra publicação do atleta, alegando que a sua ex-chefe é mais falsa do que nota de 2.

São pessoas milionárias e ambas bem sucedidas em suas áreas profissionais. Se o desenlace da relação não foi ideal, paciência. Vida que segue para ambos. Mas ficarem com essa picuinha pela Internet, não é legal…

 

– A Manipulação de Resultados na Série D traz conhecidos como indiciados…

Lamento muito!

Meses atrás, escrevemos sobre a manipulação de resultados na série D, e uma das partidas monitoradas pela Polícia Federal era Internacional de Limeira x Patrocinense. O time visitante era acusado de “vender” o resultado para apostadores (levou 3×0 ainda no primeiro tempo).

Depois de muitas investigações, indiciou-se 6 pessoas, incluindo… Estevam Soares!

O experiente treinador sempre foi uma figura simpática e respeitosa. Nunca tive problemas quando apitei jogos dele, e torcerei para que seja um equívoco. E se não for, que a Justiça seja feita.

Que chaga é essa questão de manipulação, não?

Informações de GloboEsporte, em: https://ge.globo.com/google/amp/mg/triangulo-mineiro/futebol/noticia/2025/01/02/manipulacao-na-serie-d-relatorio-do-stjd-responsabiliza-ex-tecnico-do-palmeiras-e-mais-cinco-pessoas.ghtml

Aqui, insisto: já tivemos muitos jogadores, treinadores e cartolas envolvidos em situações como essas. Mas não apareceu um elo muito frágil até agora: os árbitros! Tenho medo disso…

– Cuca no Galo Mineiro. E…

… e de novo a história do lamentável episódio na Suíça.

Ele não é condenado, nem (como dizem alguns) inocentado. O que fazer?

De novo, se discutirá isso… Há de se resolver!

– Cuca no Galo Mineiro. E…

… e de novo a história do lamentável episódio na Suíça.

Ele não é condenado, nem (como dizem alguns) inocentado. O que fazer?

De novo, se discutirá isso… Há de se resolver!

– A Polícia e o Crime Organizado.

Foram presos delegado e policiais a serviço do crime organizado, hoje.
Lamentavelmente, na surdina, o Brasil vai se assemelhando ao Equador como Narcoestado. Que não chegue a “nível Colômbia”.

PF e do Ministério Público fazem operação para prender policiais  — Foto: Foto: Divulgação

Foto extraída de G1, crédito com a matéria em: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2024/12/17/delegado-preso-em-operacao-da-pf-e-mp-contra-corrupcao-policial-foi-delatado-por-gritzbach-antes-de-empresario-ser-assassinado.ghtml

– Quando a Corrupção vale a Pena!

Para a tristeza do cidadão de bem e alegria dos picaretas, uma pesquisa divulgada na Inglaterra comprovou: ser corrupto vale a pena!

Extraído de Revista Superinteressante, Ed 1298, pg 18, por Anna Carolina Rodrigues.

CORRUPÇÃO COMPENSA E DÁ LUCRO DE 1000%…

Estudo que analisou 166 casos de suborno em 52 países comprova: empresas que dão propina a políticos recebem de volta 10 vezes o dinheiro em vantagens ilegais.

Pagar propina vale a pena. Essa é a triste constatação de um novo estudo da Universidade de Cambridge, que analisou 166 casos de corrupção ocorridos em 52 países nas últimas 3 década. O esquema era sempre o mesmo: uma empresa subornou políticos ou funcionários públicos para obter vantagens ilegais, como burlar uma licitação ou fechar um contrato irregular. E em todos os casos deu certo – a empresa pagou a propina e obteve o retorno financeiro equivalente a 1000% do capital “investido” em corrupção.

Entre os casos estudados pelos pesquisadores, a ocorrência de suborno foi maior nos países mais pobres, onde a justiças e instituições são mais fracas. Segundo o estudo, o valor pago muda de acordo com o cargo da pessoa cuja mão foi “molhada”. Quanto mais importante a pessoa é, mais cara também – funcionários de baixo escalão recebem em média 1,2% do valor do contrato em propina, contra 4,7% pagos para chefes de Estado. As empresas de construção são as que mais corrompem os políticos: são responsáveis por 27,7% dos casos de suborno. Todos os casos estudados pelos pesquisadores são escândalos que chegaram ao conhecimento da população e, em vários deles, as empresas corruptoras foram processadas. Mas isso não foi suficiente para conter a prática. “O risco de ser apanhado e condenado não são grandes o suficiente para impedir a prática”, segundo o Prof. Raghavendra Rau, autor do estudo.

Corrupção passiva, corrupção ativa e concussão (análise e comentários a respeito de cada crime)

Imagem extraída de: https://viniciiiiuss.jusbrasil.com.br/artigos/847758179/corrupcao-passiva-corrupcao-ativa-e-concussao-analise-e-comentarios-a-respeito-de-cada-crime

– Apple é Acusada de Espionar Dispositivos Pessoais e Silenciar Funcionários.

A Apple enfrenta novas acusações de vigilância e restrição de liberdade de expressão em uma ação judicial movida no domingo, na Califórnia. O …

Continua em: Apple é Acusada de Espionar Dispositivos Pessoais e Silenciar Funcionários

– O São Paulo não deveria jogar contra o Botafogo com o seu time ideal?

O São Paulo, segundo a imprensa, anuncia que deve ir com um time alternativo para o Rio de Janeiro enfrentar o Botafogo (jogo que vale o título do Fogão).

De tal forma, o Campeonato Brasileiro será decidido com uma provável vitória do time carioca e o Palmeiras com o óbvio vice-campeonato. Mas, penso: no mundo ideal, ético, de condições idênticas a todos, o SPFC não deveria enfrentar o seu rival com o time completo, jogando com vontade, como se fosse valer a sua vaga para Libertadores?

Eu entendo que o Botafogo vence o São Paulo “principal” e o São Paulo “alternativo”. Mas os campeonatos deveriam ter mesmo nível de dificuldade para todos. Por exemplo: o Juventude jogou no Morumbi contra um time desmotivado, que só cumpria tabela, e fugiu da Zona do Rebaixamento. Sendo assim, esforce-se igualmente (mesmo eu entendendo: os clubes procuram ver o que é melhor para eles, e não para o torneio).

– Black Friday pra Valer ou não?

Hoje temos mais um ano da versão brasileira do dia do “Black Friday” como dos EUA. A data é de liquidações gerais com descontos altíssimos.

Lá, o país para. Aqui ainda não (apesar das inúmeras e insistentes propagandas).

Algumas observações: existem realmente produtos com preço atrativos, mas há também os golpes de espertalhões, como, por exemplo, aumentar os preços e na sequência reduzi-los. Eu não comprei nada até agora, mas já vi alguns preços “engana-manés”… e você?

Tomara que não seja uma pejorativa “Black Fraude”…

Imagem relacionada

– Dorival Jr ou Guardiola.

Especulou-se que Guardiola poderia ser treinador da Seleção Brasileira, depois que o mesmo disse (após a 3ª derrota consecutiva), de que “não seria mais um nome tão atrativo à Seleção Brasileira”.

Fiquei encucado: e se Dorival Jr der uma guinada na Seleção Brasileira, ajeitando o time e superando as dificuldades que andou enfrentando? Demitiria-se ele para trazer Pep Guardiola?

No mundo ideal, imagino que o treinador catalão só conversaria com a CBF, caso o cargo estivesse vago. E no mundo real, a CBF demitiria Dorival, mesmo classificando a Seleção para a Copa, sem qualquer preocupação ética.

Será que Dorival estará na Copa da América do Norte em 2026, independente dos resultados e do trabalho?

– Dorival Jr ou Guardiola.

Especulou-se que Guardiola poderia ser treinador da Seleção Brasileira, depois que o mesmo disse (após a 3ª derrota consecutiva), de que “não seria mais um nome tão atrativo à Seleção Brasileira”.

Fiquei encucado: e se Dorival Jr der uma guinada na Seleção Brasileira, ajeitando o time e superando as dificuldades que andou enfrentando? Demitiria-se ele para trazer Pep Guardiola?

No mundo ideal, imagino que o treinador catalão só conversaria com a CBF, caso o cargo estivesse vago. E no mundo real, a CBF demitiria Dorival, mesmo classificando a Seleção para a Copa, sem qualquer preocupação ética.

Será que Dorival estará na Copa da América do Norte em 2026, independente dos resultados e do trabalho?

– O lance de Bruno Henrique, na visão de um árbitro:

Jogador forçar tomar um cartão, de fato, é algo bem natural no futebol brasileiro. Já presenciei diversas situações:

  • O atleta vai jogar em cidade longe na rodada seguinte, está pendurado, e “inventa” um faniquito. Toma a advertência e se comporta bem o restante do jogo.
  • O atleta vem “na maciota” e pede: “Professor, preciso tomar um Amarelo para ficar limpo para daqui dois jogos, tô com dois amarelos. Me ajuda”? E normalmente o árbitro responde: “Olhe lá o que você vai fazer! Se me querer f. ou der um pontapé em alguém, te meto o Vermelho“. Aí o jogador cava o Amarelo na demora de um escanteio, num bate-boca com um gandula ou algo bem simples.

Mas há cartão que você fica em dúvida se é “cavado” ou se é “burrice”. Por exemplo: cometer uma falta mais forte na lateral, desnecessariamente. Arranjar confusão com um simples drible sofrido, idem. Ou, o que é frequente, o cara toma cartão por reclamação e sai aplaudindo o árbitro (e logicamente recebe o segundo amarelo e “vai para o chuveiro”).

No caso de Bruno Henrique: após um lance normal de Soteldo sobre ele, o flamenguista ficou “dodói”. Estranho, ele não é um garoto, já é veterano e não costuma ter esse comportamento. Aos 50 minutos do segundo tempo, levou o amarelo e depois disso ofendeu o árbitro.

Se jovem fosse, eu imaginaria que foi o calor da partida de um inexperiente jogador, o causador de tamanho deslize. Mas não é o caso dele…

Assim como Paquetá, pesa a Bruno Henrique o fato de apostas supostamente de parentes / amigos e vizinhos acontecerem (tudo no condicional). E também na suposição de que, pessoas próximas pedem ajuda financeira a jogador, que não quer dar dinheiro em espécie para não “acostumar mal” com a ajuda dada, mas topa forçar um cartão para colaborar com a pessoa que tenta dinheiro pelo meio de apostas

Que tudo seja apurado para que não se cometa injustiça.

– O lance de Bruno Henrique, na visão de um árbitro:

Jogador forçar tomar um cartão, de fato, é algo bem natural no futebol brasileiro. Já presenciei diversas situações:

  • O atleta vai jogar em cidade longe na rodada seguinte, está pendurado, e “inventa” um faniquito. Toma a advertência e se comporta bem o restante do jogo.
  • O atleta vem “na maciota” e pede: “Professor, preciso tomar um Amarelo para ficar limpo para daqui dois jogos, tô com dois amarelos. Me ajuda”? E normalmente o árbitro responde: “Olhe lá o que você vai fazer! Se me querer f. ou der um pontapé em alguém, te meto o Vermelho“. Aí o jogador cava o Amarelo na demora de um escanteio, num bate-boca com um gandula ou algo bem simples.

Mas há cartão que você fica em dúvida se é “cavado” ou se é “burrice”. Por exemplo: cometer uma falta mais forte na lateral, desnecessariamente. Arranjar confusão com um simples drible sofrido, idem. Ou, o que é frequente, o cara toma cartão por reclamação e sai aplaudindo o árbitro (e logicamente recebe o segundo amarelo e “vai para o chuveiro”).

No caso de Bruno Henrique: após um lance normal de Soteldo sobre ele, o flamenguista ficou “dodói”. Estranho, ele não é um garoto, já é veterano e não costuma ter esse comportamento. Aos 50 minutos do segundo tempo, levou o amarelo e depois disso ofendeu o árbitro.

Se jovem fosse, eu imaginaria que foi o calor da partida de um inexperiente jogador, o causador de tamanho deslize. Mas não é o caso dele…

Assim como Paquetá, pesa a Bruno Henrique o fato de apostas supostamente de parentes / amigos e vizinhos acontecerem (tudo no condicional). E também na suposição de que, pessoas próximas pedem ajuda financeira a jogador, que não quer dar dinheiro em espécie para não “acostumar mal” com a ajuda dada, mas topa forçar um cartão para colaborar com a pessoa que tenta dinheiro pelo meio de apostas

Que tudo seja apurado para que não se cometa injustiça.

– Árbitro pode receber camisa de time de futebol?

Sobre a polêmica de Anderson Daronco ter recebido ou não uma camisa do Flamengo, saiba como os clubes agem e o que a CBF pede, em: https://youtu.be/pGSrw5zSw7g?si=qw_7PDPetsQgUHf6

– 5 passos para se observar com Compliance.

Falar sobre Compliance está na moda. E isso é muito bom!

A ética, a transparência e outras benesses sobre isso, de forma bem didática, no texto extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/compliance-sua-importância-e-causas-pétreas-fc3697363aec

COMPLIANCE: IMPORTÂNCIA, CAUSAS E SUAS CLÁUSULAS PÉTREAS

por José Renato Sátiro Santiago

Originário do inglês “to comply” a palavra compliance possui como um dos seus significados mais comuns, estar em conformidade. No mundo corporativo sua efetividade está relacionada com proporcionar maior segurança e minimizar riscos de instituições e empresas, ao garantir o pleno cumprimento dos atos, regimentos, normas, leis, internas ou externas, não apenas nas relações existentes entre seus colaboradores, mas, principalmente, junto aos quaisquer stakeholders externos. Cientes da extrema relevância do assunto, as empresas costumam colocar o compliance como um dos pilares de sustentação de seus negócios, sobretudo quando as pautas da ética, integridade e transparência são as suas bandeiras.

Não é por mero acaso que o compliance tem sido muito discutido e se tornado uma pauta muito presente nas atividades desenvolvidas em uma organização. Embora não haja uma receita pronta, uma vez que padrões de ética, integridade e transparência podem variar muito de uma empresa para outra, é de entendimento comum sobre o quanto alguns atos e/ou ações representam violações redundantes ao que costumamos chamar de “espírito” do compliance. Elas são carimbadas como se fossem agressões às suas causas pétreas. Para elas, não cabe discussão, sequer dúvida, a não ser, obviamente, para aqueles que têm a intenção de fazer análises muito particulares e, algumas vezes, pouco republicanas. Longe de ter a intenção de preparar uma lista definitiva, a seguir, são pontuadas algumas delas:

1. Qualquer atividade que componha o processo de contratação de produtos e/ou serviços deve ser devidamente registrada e realizada dentro do ambiente corporativo na presença de representantes oficiais das organizações envolvidas;

2. Caso haja qualquer relação de parentesco entre profissionais que atuem em empresas envolvidas em qualquer tipo de atividade desenvolvida em conjunto, a sua existência deve se explicitada e registrada de maneira formal para ambas as organizações;

3. É proibitiva a realização de qualquer encontro fora do ambiente corporativo com a participação de funcionários que atuam em empresas presentes em segmentos similares e/ou com as quais é possível existir qualquer tipo de relação comercial, a não ser que o mesmo seja informado previamente para os superiores imediatos e/ou para as áreas devidas das organizações envolvidas, e, ainda assim, devidamente aprovado e registrado explicitamente;

4. É impeditivo receber quaisquer benesses devida por conta da posição e/ou cargo ocupado pelo profissional na empresa, a não ser como exceção, devidamente explicitada previamente, quando o valor do “mimo” seja irrisório, o que é subjetivo de uma empresa para a outra, e que, ainda assim, seja ofertado de maneira pública para todos os profissionais envolvidos, sempre devidamente registrado de forma explícita;

5. A mera ocorrência de qualquer um desacordo com as questões acima pontuadas já torna impeditiva a participação dos envolvidos em ações futuras com as organizações envolvidas, sendo passível, inclusive, de imediato desligamento de acordo com as regras de compliance adotadas pelas empresas em questão.

A linha de conduta que costuma nortear as regras de compliance está relacionada com bom senso no que diz garantir o pleno hasteamento das três bandeiras, já citadas anteriormente, ética, integridade e transparência. No entanto, como bom senso, infelizmente, tende a ter uma maleabilidade assustadora para alguns, a dureza se faz necessária como forma de evidenciar quando a quebra ocorrer.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber, informar para crédito na postagem.

– Por quê só o Paquetá?

Leio que a carreira de Lucas Paquetá pode estar se encerrando. Motivo: ter participado do esquema de apostas na Inglaterra (fato acontecido e noticiado dioturnamente, e que agora ganha uma atualização importante: o pedido para que ele seja banido do futebol).

Porém… Luiz Henrique, que estava no Bétis, da Espanha, e que agora joga no Botafogo, também pertence ao mesmo imbróglio. O UOL inclusive associou transferência de dinheiro entre os dois (vide aqui: https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/futebol/botafogo/luiz-henrique-botafogo-parentes-lucas-paqueta/).

A questão é: a Premiere League foi atrás, e a La Liga fez que não viu. E nós, no Brasil, acharemos “tudo bem”?

Imagem

Imagem: Eduardo Carmim/Photo Premium/Folhapress e Heuler Andrey/DiaEsportivo/Folhapress, extraída de https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2024/09/24/luiz-henrique-recebeu-pix-de-parentes-de-paqueta-investigados-por-apostas.htm? (Matéria do UOL investigativa).

– Por quê só o Paquetá?

Leio que a carreira de Lucas Paquetá pode estar se encerrando. Motivo: ter participado do esquema de apostas na Inglaterra (fato acontecido e noticiado dioturnamente, e que agora ganha uma atualização importante: o pedido para que ele seja banido do futebol).

Porém… Luiz Henrique, que estava no Bétis, da Espanha, e que agora joga no Botafogo, também pertence ao mesmo imbróglio. O UOL inclusive associou transferência de dinheiro entre os dois (vide aqui: https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/futebol/botafogo/luiz-henrique-botafogo-parentes-lucas-paqueta/).

A questão é: a Premiere League foi atrás, e a La Liga fez que não viu. E nós, no Brasil, acharemos “tudo bem”?

Imagem

Imagem: Eduardo Carmim/Photo Premium/Folhapress e Heuler Andrey/DiaEsportivo/Folhapress, extraída de https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2024/09/24/luiz-henrique-recebeu-pix-de-parentes-de-paqueta-investigados-por-apostas.htm? (Matéria do UOL investigativa).

– Compliance não é algo que traz burocracia!

A prática de compliance, que numa definição bem simplória pode ser a de “busca de parceiros éticos e responsáveis nos negócios”, para muitos pode ser um processo extremamente burocrático.

Ledo engano! Compartilho um esclarecimento bem interessante, em: http://estudio.folha.uol.com.br/petrobras/2017/12/1943617-governanca-e-compliance-nao-significam-engessamento.shtml

GOVERNANÇA E COMPLIANCE NÃO SIGNIFICAM ENGESSAMENTO

Nunca se falou tanto da importância da ética nos negócios, da reputação das companhias e também sobre a necessidade de as empresas terem controles internos e gerenciamento de riscos.

Um temor é que esses processos se transformem apenas em mais burocracia e em engessamento da empresa. Mas, segundo especialistas, cuidados simples mantêm a agilidade na tomada de decisões. Governança e compliance, bem aplicados, significam segurança, não burocracia, afirmam.

“É fundamental ter controles internos e gerenciar os riscos. Ao mesmo tempo, é preciso manter velocidade na tomada de decisão. Para que isso aconteça, o programa de governança e compliance precisa ser desenvolvido por pessoas que conheçam muito bem a empresa, o setor em que ela atua e também as normas”, afirma André Camargo, coordenador dos cursos de direito do Insper.

Para evitar excesso de regras e normas, a principal dica é ter um bom diagnóstico sobre o funcionamento diário da empresa, no detalhe, para poder identificar as áreas mais suscetíveis a riscos e desenvolver planos mais rigorosos para esses setores. Para não tornar a tomada de decisão muito morosa, a recomendação é que sejam identificadas, de forma clara, as pessoas que terão mais autonomia.

Outra orientação é que as regras sejam compatíveis com o tamanho e a complexidade de cada negócio. “É fundamental criar modelos próprios, não de prateleira, e evitar cópias e improvisações”, diz Walfrido Jorge Warde Júnior, especialista em direito societário e mercado de capitais.

Os controles, segundo especialistas, precisam fazer parte da cultura das companhias. “Há 20 anos, quando o cinto de segurança passou a ser obrigatório no país, alguns resistiram. Hoje, ninguém discute. É bom para todos e já entrou na cultura do brasileiro. O mesmo vai ocorrer com os programas de governança e de compliance nas companhias, mas isso leva tempo, pois é comportamental”, afirma o professor de Faculdade de Economia e Administração da USP Cláudio Afonso Pinheiro Machado.

A maturidade da empresa com o tema é outro item muito importante. A orientação é que a mudança seja gradual e não crie muitas regras de uma só vez. “Não dá para uma empresa passar de zero para cem medidas de controle de uma única vez”, afirma a presidente do Reputation Institute Brasil, Ana Luisa Almeida.

Empresa coloca novo modelo de governança entre as prioridades

Os temas governança e compliance são estratégicos para a Petrobras. Tanto que a implantação do novo modelo de governança e gestão consta nas prioridades do Plano Estratégico e de Negócios e Gestão 2017-2021. O novo modelo começou a ser implementado em 2016, e o processo deve durar dois anos. Estão sendo mapeadas as competências e os processos das principais atividades da companhia de acordo com as boas práticas internacionais de governança.

Foi adotado também o modelo de autorizações compartilhadas. Decisões significativas, como contratações, compras e desembolsos, devem ser compartilhadas por no mínimo dois gestores que não tenham relação de subordinação direta entre si. Essas medidas garantem controle e integridade dos processos, aumentando a transparência e a segurança dos atos praticados pelos gestores da companhia.

Para não perder agilidade, a empresa investe na melhoria e na simplificação dos processos internos, sempre respeitando preceitos de controle e conformidade.

– O Paulista FC e o caso da Lojinha: e se fosse o… Corinthians?

No mundo da Governança Corporativa, onde as práticas de Compliance e ESG valorizam as empresas pela intenção da transparência nos atos e na busca da Responsabilidade Social, tal caso não estaria sendo tratado como “problema interno“. Nos referimos ao imbróglio envolvendo desde o último domingo o Paulista FC.

Já imaginaram se fosse no Coringão? A diretoria do Corinthians se reunindo com a Gaviões da Fiel para discutir a “retirada indevida” de peças esportivas da Loja da Nike dentro da Neoquímica Arena, feita pelos próprios jogadores?

É essa a analogia que aconteceu no Jayme Cintra. Entenda: https://youtu.be/hlZTIMh5_0U?si=L5yg2CH2ykw4Qff5

– Ética e Negócios para todos.

Não é tão fácil falar de negócios honestos e convencer a quem transgrediu, praticar a ética. Mas as “sementes são plantadas”!

Aqui: aulas de Estruturação de MEI aos reeducandos da Penitenciária José Aparecido Ribeiro.

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✏️ #Cidadania

– Persuasão Financeira e o Burro de Ouro do Rei Felipe.

Avalie: Você se dobra ao Poder do Dinheiro?

E de um “burro carregado de ouro”?

Uma belíssima reflexão de Heródoto Barbeiro, sobre ‘Felipe, Rei da Macedônia’, compartilhada pelo Prof José Renato Santiago (extraído de: http://www.jrsantiago.com.br/barbeiro.html)

O texto remete: até onde a persuasão financeira modifica nosso comportamento?

O BURRO DE FELIPE

O rei da Macedônia, Felipe, aproveitou-se do enfraquecimento das cidades estado da Grécia, arruinadas por guerras imperialistas de dominação e iniciou um processo de conquista de toda a região. Com um bom exército, se considerava um grego, ainda que para estes, não passava de um bárbaro sem cultura. O fato é que uma a uma as cidades começaram a cair. Umas diante de um exército bem montado, outras simplesmente abriam as portas de suas muralhas para que Felipe entrasse com as suas tropas. Perguntado como conseguia essa façanha de conquistar uma cidade sem nenhum combate, Felipe respondeu que não havia cidade que resistisse a um burro carregado de ouro. O macedônio, se vivesse nos dias atuais provavelmente seria louvado com um exímio praticante da “real politik”. Ou seja acima das ideologias está a corrupção, capaz de fazer homens e mulheres traírem as suas convicções, e no caso em tela, até mesmo trair sua cidade entregando-a ao inimigo. Felipe sabia que com os bolsos cheios de ouro é possível mudar discursos, transformar inimigos em amigos e financiar falcatruas e até mesmo o assassinado dos resistentes.

Dobrar-se ao poder do dinheiro é uma fraqueza de todos os seres humanos e não de apenas alguns que estão no governo, dizem uns . Isto sempre acontece e sempre vai acontecer dirão outros. Quer no passado, quer no presente essa corrupção é paga pela população, uma vez que, parodiando Peter Drucker, não há corrupção grátis. Encher os bolsos faz com que velhos lutadores contra a plutocracia aristocrática se dobrem aos argumentos dos que querem se apropriar das terras, das riquezas ambientais do país e serem indultados pelos danos que já provocaram na natureza. É a aliança dos ex-capitães donatários, os velhos latifundiários travestidos de globalismo, com as transnacionais detentoras das tecnologias de sementes, agro tóxicos e dos preços nos mercados. As duas pontas do sistema se uniram em busca de negócios fantásticos, capazes de gerar recursos para alugar mentes e línguas e contratar as mais refinadas assessorias de burocratas incrustados no governo.

Pessoas, organizações, partidos, associações de toda ordem mudam de programa, de opinião, de convicção. Isto é próprio da evolução da sociedade humana. Alguém já disse só os imbecis não mudam. Porém há alguns princípios éticos e morais que sobrevivem às mudanças da conjuntura. Ser contra a privatização dos serviços públicos, como a telefonia, mudar de idéia, e depois privatizar os principais aeroportos do país, é aceitável, ainda que discutível. Aceitar propina para defender “special interests” é crime até mesmo nos países do centro do sistema. Na periferia é aceito como algo normal, e que não merece nenhum reparo. Tráfico de influência dá cadeia nos países de tradição democrática, no Brasil dá ministério, acesso aos restaurantes de luxo, as convenções nos resorts caríssimos, enfim, abre as portas para fazer parte do stablishment. Há portas e portas para a ascensão social sem que seja necessário sujar as mãos com negociatas ou adesão à interesses anti nacionais. O burro do Felipe está à solta, não há porta de gabinete que ele não tente entrar. Em alguns consegue.

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Que pênalti é esse?

A suspeita de manipulação de resultados na série C do Brasileirão assusta. Dessa vez, envolve Jhonata Varela, do Sampaio Corrêa, que saltou o máximo que pode para agarrar uma bola na grande área (não, ele não é goleiro, mas… volante).

Desconfiado do forçoso e bizarro pênalti cometido, seu próprio clube o denunciou. Veja o lance e a reportagem em: https://ge.globo.com/ma/futebol/times/sampaio-correa/noticia/2024/08/31/procurador-ve-indicios-de-infracao-disciplinar-em-penalti-na-serie-c-e-pede-abertura-de-inquerito-no-stjd.ghtml?_gl=1*vmr8ym*_ga*Rm0tVTY3a0UtdkM4U1JMWUF5ak40aF9Lc1ZBc0NRcGRtVDd6dFlTQjhLN2w3VnBnRlFGLU1PaEtlc01tT01kTA..*_ga_K8B6Y0T4CS*MTcyNTE5OTY3NC4xLjEuMTcyNTE5OTY3NC4wLjAuMA

Jhonata Varela, Sampaio Corrêa x ABC, pênalti bizarro — Foto: Reprodução/Nosso Futebol

– Que pênalti é esse?

A suspeita de manipulação de resultados na série C do Brasileirão assusta. Dessa vez, envolve Jhonata Varela, do Sampaio Corrêa, que saltou o máximo que pode para agarrar uma bola na grande área (não, ele não é goleiro, mas… volante).

Desconfiado do forçoso e bizarro pênalti cometido, seu próprio clube o denunciou. Veja o lance e a reportagem em: https://ge.globo.com/ma/futebol/times/sampaio-correa/noticia/2024/08/31/procurador-ve-indicios-de-infracao-disciplinar-em-penalti-na-serie-c-e-pede-abertura-de-inquerito-no-stjd.ghtml?_gl=1*vmr8ym*_ga*Rm0tVTY3a0UtdkM4U1JMWUF5ak40aF9Lc1ZBc0NRcGRtVDd6dFlTQjhLN2w3VnBnRlFGLU1PaEtlc01tT01kTA..*_ga_K8B6Y0T4CS*MTcyNTE5OTY3NC4xLjEuMTcyNTE5OTY3NC4wLjAuMA

Jhonata Varela, Sampaio Corrêa x ABC, pênalti bizarro — Foto: Reprodução/Nosso Futebol

– O pronunciamento de Alinne Fanelli:

Ainda, ufa, sobre o caso da grosseria do treinador Abel para a jornalista Alinne Fanelli (falamos aqui: https://wp.me/p4RTuC-ZZY), o pronunciamento dela, abaixo;

Força, Aline: 

– O árbitro afastado:

Compare com o futebol: isso acontece aos montes…

Abaixo:

– Textor é processado por VAR devido as acusações de manipulação:

E o VAR Rafael Traci, de Botafogo 3×4 Palmeiras, pede na Justiça indenização e demais providências contra John Textor, por acusação de manipulação de resultados.

Extraído de: https://ge.globo.com/futebol/times/botafogo/noticia/2024/07/25/arbitro-de-video-de-botafogo-x-palmeiras-de-2023-processa-john-textor-por-danos-morais.ghtml

ÁRBITRO DE VÍDEO DE BOTAFOGO X PALMEIRAS PROCESSA JOHN TEXTOR

por Andrés Ribas.

Rafael Traci pede R$ 100 mil e retirada de postagens de dirigente, sob pena de multa

O árbitro Rafael Traci entrou com uma ação contra o dono da SAF do Botafogo, John Textor. Ele cobra R$ 100 mil por danos morais, pelo dirigente ter acusado o VAR de Botafogo e Palmeiras, no Brasileirão de 2023, de manipulação. Traci era o árbitro de vídeo da partida.

Textor acusa VAR de manipulação em expulsão de Adryelson em análise

Traci entrou com a ação no dia 25 de julho, na 4ª Vara Cível de Curitiba, no estado do Paraná. No documento, a defesa do árbitro alega que Textor o acusou de manipulação, via Instagram (vídeo acima).

” Na data de 05 de junho de 2024, o réu o qual é o sócio proprietário da SAF – Sociedade Anônima de Futebol do time profissional Botafogo de Futebol de Regatas, publicou em suas redes sociais (Instagram) dois vídeo no qual acusa o autor que atuava junto ao VAR do jogo entre o Botafogo e Palmeiras pelo Campeonato Brasileiro de 2023, que este teria induzido o arbitro principal à expulsão do jogador Adryelson, situação que teria colaborado para a derrota do Botafogo pelo placar de 4 x 3″.

Segundo a defesa, as postagens do dirigente atacam a honra de Traci, bem como classe de árbitros do futebol brasileiro.

No processo, eles destacam que o Tribunal Superior de Justiça Desportiva – STJD – julgou as denúncias feitas por Textor e trataram como “imprestáveis” e concluiu que as ações configuram ilícitos desportivos contra a honra de sete entidades desportivas, nove atletas e nove árbitros.

No documento, a defesa também pede, em tutela de urgência, que Textor retire as postagens feitas, contra o árbitro, das redes sociais sob pena de multa, além de abster de mencionar o nome de Traci.

O norte-americano publicou uma análise sobre a intervenção do VAR na expulsão de Adryelson na partida entre Botafogo 3 x 4 Palmeiras, no Brasileirão 2023.

Em vídeo publicado no Instagram, ele questiona Rafael Traci, árbitro de vídeo daquele jogo, pela maneira como interferiu e nas câmeras que mostrou ao árbitro Bráulio da Silva Machado para justificar a expulsão do camisa 34. Na ocasião, o Botafogo vencia por 3 a 1. Com um a menos, não segurou a pressão e viu o rival paulista conseguir uma virada histórica.

A análise divulgada por Textor indica que Traci não mostrou as melhores imagens do lance para Bráulio. Na visão do dono da SAF Botafogo, Adryelson não merecia ter sido expulso porque Breno Lopes, atacante do Palmeiras que sofre a falta, não estava na direção do gol.

“Traci instrui o operador de replay a parar o vídeo em uma “imagem congelada”… para dar a FALSA impressão de que a bola está perfeitamente dominada no pé do jogador do Palmeiras. TRACI manipula o replay do vídeo para que MACHADO veja uma imagem da perfeita posse e controle de bola que, na verdade, NUNCA existiu.

MACHADO confirma sua chegada ao monitor do VAR para ver uma imagem parada que está enganosamente pausada para mostrar posse e controle de bola… mas as condições exigidas pelo DOGSO de posse e controle de bola NUNCA foram configuradas.

Nenhuma das quatro condições de um DOGSO foram atendidas, e o DOGSO exige que TODAS as condições sejam atendidas. Como resultado da manipulação da visualização do vídeo por TRACI para estabelecer de forma enganosa duas condições de DOGSO que NÃO foram cumpridas (posse e controle de bola), MACHADO decidiu confirmar um DOGSO e expulsar o nº 34 Adryelson

Então, além da aparente manipulação de uma “imagem congelada” para mostrar uma posse de bola que não existia, o que o Oficial do VAR TRACI escolheu NÃO mostrar ao árbitro da partida?

Havia um ângulo de câmera melhor para mostrar?

…porque este é o ângulo da câmera [veja no vídeo acima] que o árbitro de VAR TRACI não permitiu que o árbitro de campo visse.

Isso prova (1) que havia possibilidade de chance domínio da bola por parte do Adryelson, (2), que Adryelson realmente tocou na bola primeira, (3) que não houve posse ou controle da bola pelo jogador do Palmeiras, e (4) que o engano da “imagem congelada” mostrando posse de bola não passou de um breve desvio

O Tribunal de Justiça Desportiva decidiu duas vezes que a decisão do VAR de expulsar o jogador foi um erro, um erro que levou o Palmeiras a superar uma desvantagem de 1 a 3, e vencer o jogo decisivo do campeonato… e transformar uma provável desvantagem de 9 pontos na tabela do Campeonato Brasileiro em uma desvantagem de 3 pontos.

Resta uma pergunta ao Sr. Traci: Por que a apresentação do vídeo foi manipulada para dar a falsa impressão de posse e controle; e porque a o melhor ângulo não foi compartilhado com o árbitro de campo?

A manipulação da apresentação do vídeo pelo árbitro do VAR Traci claramente destruiu o campeonato de 2023, mas não houve qualquer pedido para que ele esclarecesse as suas ações.”

John Textor - Botafogo x Atlético-GO — Foto: Vítor Silva/Botafogo

Foto: Vitor Silva / Botafogo, extraído do link acima:

– Textor é processado por VAR devido as acusações de manipulação:

E o VAR Rafael Traci, de Botafogo 3×4 Palmeiras, pede na Justiça indenização e demais providências contra John Textor, por acusação de manipulação de resultados.

Extraído de: https://ge.globo.com/futebol/times/botafogo/noticia/2024/07/25/arbitro-de-video-de-botafogo-x-palmeiras-de-2023-processa-john-textor-por-danos-morais.ghtml

ÁRBITRO DE VÍDEO DE BOTAFOGO X PALMEIRAS PROCESSA JOHN TEXTOR

por Andrés Ribas.

Rafael Traci pede R$ 100 mil e retirada de postagens de dirigente, sob pena de multa

O árbitro Rafael Traci entrou com uma ação contra o dono da SAF do Botafogo, John Textor. Ele cobra R$ 100 mil por danos morais, pelo dirigente ter acusado o VAR de Botafogo e Palmeiras, no Brasileirão de 2023, de manipulação. Traci era o árbitro de vídeo da partida.

Textor acusa VAR de manipulação em expulsão de Adryelson em análise

Traci entrou com a ação no dia 25 de julho, na 4ª Vara Cível de Curitiba, no estado do Paraná. No documento, a defesa do árbitro alega que Textor o acusou de manipulação, via Instagram (vídeo acima).

” Na data de 05 de junho de 2024, o réu o qual é o sócio proprietário da SAF – Sociedade Anônima de Futebol do time profissional Botafogo de Futebol de Regatas, publicou em suas redes sociais (Instagram) dois vídeo no qual acusa o autor que atuava junto ao VAR do jogo entre o Botafogo e Palmeiras pelo Campeonato Brasileiro de 2023, que este teria induzido o arbitro principal à expulsão do jogador Adryelson, situação que teria colaborado para a derrota do Botafogo pelo placar de 4 x 3″.

Segundo a defesa, as postagens do dirigente atacam a honra de Traci, bem como classe de árbitros do futebol brasileiro.

No processo, eles destacam que o Tribunal Superior de Justiça Desportiva – STJD – julgou as denúncias feitas por Textor e trataram como “imprestáveis” e concluiu que as ações configuram ilícitos desportivos contra a honra de sete entidades desportivas, nove atletas e nove árbitros.

No documento, a defesa também pede, em tutela de urgência, que Textor retire as postagens feitas, contra o árbitro, das redes sociais sob pena de multa, além de abster de mencionar o nome de Traci.

O norte-americano publicou uma análise sobre a intervenção do VAR na expulsão de Adryelson na partida entre Botafogo 3 x 4 Palmeiras, no Brasileirão 2023.

Em vídeo publicado no Instagram, ele questiona Rafael Traci, árbitro de vídeo daquele jogo, pela maneira como interferiu e nas câmeras que mostrou ao árbitro Bráulio da Silva Machado para justificar a expulsão do camisa 34. Na ocasião, o Botafogo vencia por 3 a 1. Com um a menos, não segurou a pressão e viu o rival paulista conseguir uma virada histórica.

A análise divulgada por Textor indica que Traci não mostrou as melhores imagens do lance para Bráulio. Na visão do dono da SAF Botafogo, Adryelson não merecia ter sido expulso porque Breno Lopes, atacante do Palmeiras que sofre a falta, não estava na direção do gol.

“Traci instrui o operador de replay a parar o vídeo em uma “imagem congelada”… para dar a FALSA impressão de que a bola está perfeitamente dominada no pé do jogador do Palmeiras. TRACI manipula o replay do vídeo para que MACHADO veja uma imagem da perfeita posse e controle de bola que, na verdade, NUNCA existiu.

MACHADO confirma sua chegada ao monitor do VAR para ver uma imagem parada que está enganosamente pausada para mostrar posse e controle de bola… mas as condições exigidas pelo DOGSO de posse e controle de bola NUNCA foram configuradas.

Nenhuma das quatro condições de um DOGSO foram atendidas, e o DOGSO exige que TODAS as condições sejam atendidas. Como resultado da manipulação da visualização do vídeo por TRACI para estabelecer de forma enganosa duas condições de DOGSO que NÃO foram cumpridas (posse e controle de bola), MACHADO decidiu confirmar um DOGSO e expulsar o nº 34 Adryelson

Então, além da aparente manipulação de uma “imagem congelada” para mostrar uma posse de bola que não existia, o que o Oficial do VAR TRACI escolheu NÃO mostrar ao árbitro da partida?

Havia um ângulo de câmera melhor para mostrar?

…porque este é o ângulo da câmera [veja no vídeo acima] que o árbitro de VAR TRACI não permitiu que o árbitro de campo visse.

Isso prova (1) que havia possibilidade de chance domínio da bola por parte do Adryelson, (2), que Adryelson realmente tocou na bola primeira, (3) que não houve posse ou controle da bola pelo jogador do Palmeiras, e (4) que o engano da “imagem congelada” mostrando posse de bola não passou de um breve desvio

O Tribunal de Justiça Desportiva decidiu duas vezes que a decisão do VAR de expulsar o jogador foi um erro, um erro que levou o Palmeiras a superar uma desvantagem de 1 a 3, e vencer o jogo decisivo do campeonato… e transformar uma provável desvantagem de 9 pontos na tabela do Campeonato Brasileiro em uma desvantagem de 3 pontos.

Resta uma pergunta ao Sr. Traci: Por que a apresentação do vídeo foi manipulada para dar a falsa impressão de posse e controle; e porque a o melhor ângulo não foi compartilhado com o árbitro de campo?

A manipulação da apresentação do vídeo pelo árbitro do VAR Traci claramente destruiu o campeonato de 2023, mas não houve qualquer pedido para que ele esclarecesse as suas ações.”

John Textor - Botafogo x Atlético-GO — Foto: Vítor Silva/Botafogo

Foto: Vitor Silva / Botafogo, extraído do link acima:

– Cansa receber e-mails de golpe de “fatura em atraso da Claro”.

Quase que diariamente, tenho recebido essas mensagens abaixoque são golpes.

Como tenho tudo bem controlado, sei que não tem nada em atraso. Mas o email é bem feito, parece mesmo uma conta da operadora Claro. Atenção: não abra, pois é isso que os estelionatários querem.

Meu sogro, meu pai e outras pessoas conhecidas receberam a mesma mensagem na caixa de entrada deles, inclusive com o mesmo valor. Não é possível que as autoridades não consigam pegar quem dispara essas falsidades com vírus e outros golpes.

Reforço: se você receber tal mensagem, não abra!