– Respeite, mesmo discordando.

A Internet permitiu coisas muito boas a serem divididas, mas também a livre expressão de intolerantes de todos os assuntos.

Se eu não gosto de A, não quer dizer que eu seja admirador de B. Posso ser de C ou de D, desgostando de todos os outros. Se penso “isso de algo”, respeito se você pensa “aquilo desse mesmo algo”. Mas atenção: respeitar não é impor a sua opinião sobre a minha, é simplesmente compartilhar o ponto de vista alternativo (com educação).

Discordar de uma ideia não quer dizer que se deve sobrepujar a ela; caso contrário, o conceito se confunde!

Li e compartilho essa postagem (não me recordo do autor) que transmite exatamente o que penso (abaixo):

– As mentiras campeãs contadas pelos candidatos a empregos!

Sabe quais são as mentiras “TOP10” contadas aos selecionadores, na oportunidade de uma entrevista de emprego?

Eis abaixo, extraído de: Jornal de Jundiaí, Caderno Modulinho Empregos, página 1, ed 05/03/17

AS 10 MENTIRAS MAIS CONTADAS EM ENTREVISTAS DE EMPREGO

Em época de escassez de vagas de emprego, vale tudo numa entrevista? Definitivamente não! A headhunter e recrutadora Luciana Tegon, sócia-diretora da Consulents Group by Tegon, recomenda o candidato ser verdadeiro em qualquer entrevista de emprego, pois a autenticidade é cativante. “É importante que você saiba narrar sua trajetória de carreira de uma forma que seus conhecimentos e pontos fortes sejam valorizados, afinal, na disputa pela vaga vencerá quem reunir a maior quantidade de atributos que a empresa busca”, explica.

Em tempos de hiperconectividade as empresas e recrutadores podem acessar rapidamente pessoas e informações, por meio das redes sociais, por exemplo, então mentiras podem ser descobertas facilmente.

Veja a seguir as top 10 mentiras contadas nas entrevistas de emprego:

1 – Mentir sobre sua fluência no idioma. Algumas pessoas optam por mentir sobre sua fluência no inglês ou espanhol.  Atenção porque as empresas checarão a fluência em fases avançadas do processo e se entenderem que você tentou enganá-los você fechará as portas da empresa para futuras oportunidades.

2 – Mentir sobre os motivos de demissão de empregos anteriores. É bastante compreensível que um candidato não queira abrir que foi demitido por má performance, por ter resistido a mudanças ou por falta de habilidade como líder, então, justificativas como cortes e reestruturações são utilizadas com muita frequência.

3 – Mentir sobre prazo de permanência nos empregos anteriores. Com medo de serem eliminados pelo “pouco tempo de casa” alguns candidatos mentem sobre o tempo que trabalharam em determinada empresa. Entretanto, algumas empresas checam a carteira profissional em fases preliminares do processo de admissão e se houver divergência a contratação poderá ser cancelada e sua imagem denegrida.

4 – Mentir sobre o local de sua residência. Alguns candidatos que moram mais longe cadastram-se colocando endereços mais próximos com receio de nem serem convidados ao processo já que é sabido que muitas empresas não contratam quem toma mais de 2 conduções por trecho.

5 – Mentir sobre suas competências declarando que são proativos, possuem excelente relacionamento interpessoal, gostam de trabalhar em equipe e que alcançaram determinados resultados que efetivamente não espelham a verdade.

6 – Mentir sobre o cargo e as atividades que fazia. Na tentativa de assumir posições maiores, não é incomum encontrarmos candidatos que declararam que eram líderes de áreas quando na verdade nunca tiveram uma equipe.

7- Declarar terem trabalhado em grandes empresas (e falsificar registro em carteira). Esta mentira que pode inclusive ser tipificada como crime não é tão rara quanto se pensa. Convencidas de que só terão chance se supostamente tiverem experiência em grandes empresas, algumas pessoas acabam mentindo neste sentido.

8 – Mentir sobre cursos e certificações que nunca fizeram.

9 – Mentir sobre seus hobbies e sobre o que faz em horas de lazer. Dificilmente um candidato vai dizer que bebe e vai para balada nos finais de semana. Da mesma forma há uma tendência a ocultar hobbies como motociclismo, esportes radicais e artes marciais que são atividades que geram um risco maior de afastamento por acidentes ou lesões.

10 – Mentir sobre suas reais condições de saúde. Com medo de não serem contratados alguns candidatos omitem doenças crônicas como diabetes, hipertensão ou cardiopatias.

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Crédito: GQ Images, extraído de: https://www.gqindia.com/content/how-not-behave-meetings-gq-india

– Não é vexatório “plantar” um jogador no Ponto Penal?

Depois do ocorrido com Andreas Pereira e a reclamação de Memphis Depay no Corinthians 0x1 Palmeiras (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-1dIy), todos estão mais atentos para que se evite tal situação.

A questão é: nada disso deveria ser necessário no futebol moderno. Vivemos em outra época, com outra geração. Tal conduta antidesportiva cometida por jogadores profissionais deveria ser banida.

No Morumbi, em São Paulo 2×0 Grêmio, o atleta Enzo Dias ficou plantado diante do Ponto Penal. Ora, há árbitro para punir com Cartão Amarelo quem queira fazer marcas no local. Além disso, o bandeira 2 deve ajudar nessa fiscalização (embora, já falamos sobre isso, na Arena Neo Química ele não fez).

O esporte deveria servir de exemplo para a Sociedade. Mas o futebol brasileiro tem remado na maré contrária: simulações, reclamações, torcida única, e, agora, medo de conduta antidesportiva.

Não está tudo errado?

– Coisas que não devemos ter arrependimento:

Se agirmos corretamente, há coisas pelas quais não devemos nos preocupar. Das questões motivacionais às sociais, em 4 ítens:

(Abaixo, na figura):

– Não é vexatório “plantar” um jogador no Ponto Penal?

Depois do ocorrido com Andreas Pereira e a reclamação de Memphis Depay no Corinthians 0x1 Palmeiras (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-1dIy), todos estão mais atentos para que se evite tal situação.

A questão é: nada disso deveria ser necessário no futebol moderno. Vivemos em outra época, com outra geração. Tal conduta antidesportiva cometida por jogadores profissionais deveria ser banida.

No Morumbi, em São Paulo 2×0 Grêmio, o atleta Enzo Dias ficou plantado diante do Ponto Penal. Ora, há árbitro para punir com Cartão Amarelo quem queira fazer marcas no local. Além disso, o bandeira 2 deve ajudar nessa fiscalização (embora, já falamos sobre isso, na Arena Neo Química ele não fez).

O esporte deveria servir de exemplo para a Sociedade. Mas o futebol brasileiro tem remado na maré contrária: simulações, reclamações, torcida única, e, agora, medo de conduta antidesportiva.

Não está tudo errado?

– O ESG do SPFC:

Depois de vários escândalos no São Paulo FC, a nova diretoria tomou várias medidas para que o clube seja mais transparente e aberto. O “PIT” visa ser “um programa estruturado para prevenir, identificar e tratar desvios éticos e de conduta”.

No papel, são ideias maravilhosas! Mas acontecerão?

Se todos os clubes fizessem isso de verdade…

Abaixo, do site do São Paulo FC, por Giovanna Bastos (em: https://www.saopaulofc.net/sao-paulo-futebol-clube-realiza-encontro-para-fortalecer-o-programa-integridade-tricolor/).

PROGRAMA DE INTEGRIDADE

O São Paulo Futebol Clube realizou na manhã desta terça-feira (10) um encontro para fortalecer o Programa Identidade Tricolor, uma iniciativa do Clube voltada à consolidação de uma cultura ética, transparente e responsável, estruturando mecanismos de prevenção, detecção e resposta a desvios de conduta, fortalecendo a governança e promovendo eficiência institucional.

No encontro, o presidente Harry Massis reafirmou seu apoio e engajamento direto no avanço do programa e destacou o quão importante é para o clube recuperar a confiança e a credibilidade.

“Conto com a participação ativa e colaborativa de cada um para que o PIT atinja seu estado pleno de vigência e eficiência, condição importante para contribuir para que o São Paulo Futebol Clube reconquiste do público, do mercado e do torcedor a confiança e credibilidade que sempre teve”, explicou o presidente.

Durante o encontro, o diretor executivo de ESG, Riscos e Compliance, Roberto Armelin, apresentou a estrutura do PIT e as frentes em andamento, incluindo o projeto +Conhecimento, voltado à capacitação contínua e direcionada de colaboradores. “O PIT é uma ferramenta de transformação cultural e de proteção institucional. Ele fortalece a governança, aumenta a segurança dos processos e consolida um padrão de integridade que precisa ser vivido por toda a liderança”, explicou Roberto Armelin.

O evento marcou a inauguração de um novo espaço no MorumBIS voltado para treinamento e contou com as presenças do presidente do Conselho Consultivo, José Eduardo Mesquita Pimenta, do presidente do Conselho Deliberativo, Olten Ayres de Abreu Júnior, do presidente do Conselho Fiscal, Pedro Sansão Leite, além de diretores executivos e gerentes.

Estrutura e pilares

O PIT é um programa estruturado para prevenir, identificar e tratar desvios éticos e de conduta, sustentado por pilares essenciais: comprometimento da alta direção, gestão de riscos, normas e políticas, treinamento, canal de relatos, investigações, due diligence, controles internos, auditoria, governança e indicadores de melhoria contínua.

Frentes ativas e próximos passos

Entre as iniciativas já em andamento destacadas durante o encontro estão: Canal de Relatos, trilhas de capacitação do projeto de Educação Continuada +Conhecimento, revisão de normas e políticas, além do Portal +Tricolor, que centraliza informações e amplia a comunicação transparente dentro do Clube. Nos próximos meses, o São Paulo seguirá avançando em ações estratégicas que incluem mapeamento e mitigação de riscos, digitalização e monitoramento de processos, capacitação de equipes e fortalecimento da atuação coordenada entre áreas, com indicadores para medir evolução e efetividade.

– O ESG do SPFC:

Depois de vários escândalos no São Paulo FC, a nova diretoria tomou várias medidas para que o clube seja mais transparente e aberto. O “PIT” visa ser “um programa estruturado para prevenir, identificar e tratar desvios éticos e de conduta”.

No papel, são ideias maravilhosas! Mas acontecerão?

Se todos os clubes fizessem isso de verdade…

Abaixo, do site do São Paulo FC, por Giovanna Bastos (em: https://www.saopaulofc.net/sao-paulo-futebol-clube-realiza-encontro-para-fortalecer-o-programa-integridade-tricolor/).

PROGRAMA DE INTEGRIDADE

O São Paulo Futebol Clube realizou na manhã desta terça-feira (10) um encontro para fortalecer o Programa Identidade Tricolor, uma iniciativa do Clube voltada à consolidação de uma cultura ética, transparente e responsável, estruturando mecanismos de prevenção, detecção e resposta a desvios de conduta, fortalecendo a governança e promovendo eficiência institucional.

No encontro, o presidente Harry Massis reafirmou seu apoio e engajamento direto no avanço do programa e destacou o quão importante é para o clube recuperar a confiança e a credibilidade.

“Conto com a participação ativa e colaborativa de cada um para que o PIT atinja seu estado pleno de vigência e eficiência, condição importante para contribuir para que o São Paulo Futebol Clube reconquiste do público, do mercado e do torcedor a confiança e credibilidade que sempre teve”, explicou o presidente.

Durante o encontro, o diretor executivo de ESG, Riscos e Compliance, Roberto Armelin, apresentou a estrutura do PIT e as frentes em andamento, incluindo o projeto +Conhecimento, voltado à capacitação contínua e direcionada de colaboradores. “O PIT é uma ferramenta de transformação cultural e de proteção institucional. Ele fortalece a governança, aumenta a segurança dos processos e consolida um padrão de integridade que precisa ser vivido por toda a liderança”, explicou Roberto Armelin.

O evento marcou a inauguração de um novo espaço no MorumBIS voltado para treinamento e contou com as presenças do presidente do Conselho Consultivo, José Eduardo Mesquita Pimenta, do presidente do Conselho Deliberativo, Olten Ayres de Abreu Júnior, do presidente do Conselho Fiscal, Pedro Sansão Leite, além de diretores executivos e gerentes.

Estrutura e pilares

O PIT é um programa estruturado para prevenir, identificar e tratar desvios éticos e de conduta, sustentado por pilares essenciais: comprometimento da alta direção, gestão de riscos, normas e políticas, treinamento, canal de relatos, investigações, due diligence, controles internos, auditoria, governança e indicadores de melhoria contínua.

Frentes ativas e próximos passos

Entre as iniciativas já em andamento destacadas durante o encontro estão: Canal de Relatos, trilhas de capacitação do projeto de Educação Continuada +Conhecimento, revisão de normas e políticas, além do Portal +Tricolor, que centraliza informações e amplia a comunicação transparente dentro do Clube. Nos próximos meses, o São Paulo seguirá avançando em ações estratégicas que incluem mapeamento e mitigação de riscos, digitalização e monitoramento de processos, capacitação de equipes e fortalecimento da atuação coordenada entre áreas, com indicadores para medir evolução e efetividade.

– A ética deveria ter padrão?

Olhe só que texto bacana sobre “Padronização ou não da Ética”! É possível? É devido? Ou é necessário?

Extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/a-padroniza%C3%A7%C3%A3o-da-%C3%A9tica-seria-o-melhor-caminho-6867de221b66

A PADRONIZAÇÃO DA ÉTICA SERIA O MELHOR CAMINHO?

por José Renato Sátiro Santiago

Um conjunto de padrões e valores morais sobre os quais um grupo ou indivíduo está, de certa forma, submetido, é um conceito costumeiramente utilizado para ética. Pode ser possível notar não haver qualquer relação qualitativa, isto é, quer sejam bons ou nem tanto assim, estes padrões e valores não estão sujeitos a avaliação. Talvez por isso, seja possível notarmos a sua presença, ou não, tanto em ambientes que prezam pela, digamos, a verdade e bons costumes, como em outros onde o mal caratismo está a predominar.

Ardoroso fã da trilogia de “O Poderoso Chefão”, filme que mostra em detalhes todo os modus operandi da máfia italiana nos Estados Unidos, passei a ter um entendimento maior quanto a abrangência da ética ao aferir o andamento dos acontecimentos de muitos de seus personagens. Inseridos em um ambiente nefasto de violência sem limites, tudo parecia ser permitido e, até certo ponto, suportado nas relações, com exceção da falta de ética, um crime considerado imperdoável e sobre o qual a pena convencionalmente atribuída era a da morte sumária, muitas vezes com crueldade.

Ao se quebrar a confiança sobre os padrões e valores a serem assumidos no ambiente do qual fazemos parte, as relações se quebram, muitas vezes, perpetuamente. Talvez isso explique, um pouco que seja, a importância de mantermos a ética com uma guia importante e garantidora das expectativas sobre as quais tantos temos uns sobre os outros. Ainda que possamos fazer parte de distintos grupos que assumam padrões éticos bem diferentes entre si, nos cabe segui-los pontualmente conforme papel que estejamos protagonizando no momento. Isto torna tudo ainda mais complexo, uma vez que podemos com um mesmo ato, estarmos sendo ético dentro de um determinado grupo, e totalmente não ético em outro.

Certa vez, atuando em uma grande organização brasileira, recebi uma mensagem, assim como todos os mais de mil colaboradores, no e-mail, com um colega oferecendo serviços remunerados de digitalização, atividade profissional que fazia parte de uma de suas atribuições naquela empresa. Em um primeiro momento, entendi ter sido mero equívoco por parte dele, o envio daquela mensagem. Posteriormente que talvez fosse apenas um ato intempestivo, sem noção. Não foi, no entanto, o que a área de Recursos Humanos entendeu. A demissão imediata do emissor foi a decisão tomada sem muita demora, sob o argumento de que o código de ética da empresa houvera sido quebrado com aquele ato. “Pois, então temos um código de ética…” foi meu pensamento e de tantos outros. Também pensei no quanto aquela atitude seria vista como empreendedora em outro ambiente, uma vez que poderia permitir para alguns a percepção sobre a “grande sacada de oferecer serviços extras para outros colegas” ainda que estivesse utilizando como meio para disseminação dessa informação ferramentas corporativas de uma organização. Sem dúvida alguma a ética demanda clareza de entendimento.

Pois é, nos últimos tempos, é grande a preocupação organizacional no que diz respeito a garantir que seus colaboradores mantenham, ou ao menos assumam, padrões e valores comuns. Isto justifica, de alguma maneira, o fato de tantas empresas investirem tempo precioso na elaboração de seus códigos de ética tendo como base, como o próprio conceito, citado no começo do texto, pontua ser um conjunto de padrões e valores morais sobre os quais seus colaboradores estão submetidos. Muitas a fazem por real necessidade, outras por exigências de alguns stakeholders, há ainda aquelas que avançam neste sentido por acreditarem realmente em sua importância. Que bom seria que todas elas assim a assumissem de forma efetiva, não apenas para exibição, mas principalmente de maneira a impactar efetivamente seus processos, internos e externos, e sempre pautada das melhores das intenções.

Imagem extraída do link acima

– O que é Ética?

Ética é tudo isso exposto na imagem abaixo e muito mais! O importante é: praticá-la.

Veja só:

Imagem extraída da Internet (autoria desconhecida, quem conhecer, favor indicar para os créditos).

– Diferenciando Política e Politicagem.

Conversando com um amigo, falávamos da necessidade de se fazer Política no Brasil.

Sim, Política com P maiúsculo, aquilo que faz bem ao próximo, desinteressadamente. É a chamada “arte de se relacionar”.

Infelizmente, hoje se pratica a “politicagem”, prática corrupta e que acaba com o país!

Portanto, diferenciei a Política da Politicagem, os bons (raros, é verdade) Políticos dos Politiqueiros.

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– A 1a Fake News do mundo foi contada num Livro da Bíblia!

A serpente que enganou Adão e Eva com o fruto proibido, numa linguagem romântica da entrada do pecado no mundo, foi a primeira propagadora das notícias falsas e que prejudicam as pessoas, as chamadas “Fake News”, tão comuns e preocupantes em nossos dias (para entender melhor sobre essas “Falsas Notícias”, clique aqui: https://wp.me/p4RTuC-lyJ).

Quando questionado sobre esse péssimo fenômeno na sociedade, disse o atual Pontífice, o Papa Francisco, algo bem interessante:

“A estratégia usada pela engenhosa serpente no Livro do Gênesis, quem no alvorecer da humanidade criou a primeira Fake News, que se tornou a trágica história do pecado humano”.

Perfeito! Quanta bobagem, mentira, calúnia e outras coisas ruins propagadas por fofocas e manchetes tendenciosas que o mundo virtual tem nos proporcionado, infelizmente, graças às Fake News. Cizânias e brigas a todo instante exclusivamente por falsidades.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Já não era hora de alguém fiscalizar melhor as SAFs?

As primeiras sociedades anônimas de futebol do Brasil foram polêmicas: a do Botafogo, de Textor, sofreu recentemente Transfer ban. A do Vasco, a 777, nem existe mais. A do Cruzeiro foi vendida por Ronaldo a Pedrinho BH. E outras, por aí, mostram-se questionáveis.

Ser SAF não significa ser bem administrada ou honesta. É uma empresa como outra qualquer, mas voltada ao negócio futebol. E, recentemente, surgiu a indagação: algumas SAFs ou Mecenas estariam lavando dinheiro no esporte?

Vide o noticiário policial… a SAF do Atlético Mineiro está sendo investigada pelos aportes de Daniel Vorcaro, do Banco Master, ligando-o até mesmo com uma relação junto ao PCC (o CAM afastou Vorcaro do clube).

De onde vem o dinheiro investido, em muitos clubes (incluindo os que não são SAF)?

A transparência no futebol se faz necessária, principalmente nesses dias conturbados.

– Já não era hora de alguém fiscalizar melhor as SAFs?

As primeiras sociedades anônimas de futebol do Brasil foram polêmicas: a do Botafogo, de Textor, sofreu recentemente Transfer ban. A do Vasco, a 777, nem existe mais. A do Cruzeiro foi vendida por Ronaldo a Pedrinho BH. E outras, por aí, mostram-se questionáveis.

Ser SAF não significa ser bem administrada ou honesta. É uma empresa como outra qualquer, mas voltada ao negócio futebol. E, recentemente, surgiu a indagação: algumas SAFs ou Mecenas estariam lavando dinheiro no esporte?

Vide o noticiário policial… a SAF do Atlético Mineiro está sendo investigada pelos aportes de Daniel Vorcaro, do Banco Master, ligando-o até mesmo com uma relação junto ao PCC (o CAM afastou Vorcaro do clube).

De onde vem o dinheiro investido, em muitos clubes (incluindo os que não são SAF)?

A transparência no futebol se faz necessária, principalmente nesses dias conturbados.

– Situação e oposição são “farinha do mesmo saco” no SP?

Ao serem reveladas conversas escusas entre a dona Rita de Cássia Adriana Prado e os diretores Douglas Schwartzmann e Mara Casares, envolvendo os camarotes do Morumbi, o presidente Júlio Casares ficou em maus lençóis. 

Pois bem: na véspera da votação do impeachment, eis que surge uma carta (um recibo) de que os oposicionistas Vinícius Pinotti, Fabio Mariz e Denis Ormrod compraram da própria Rita Adriana o “áudio vazado”, além de uma gravação sobre como justificar o vazamento (sugerindo que mentisse que o celular houvera sido roubado).

Vejo muita gente “diminuindo o ímpeto” ou escrevendo “reviravolta”. Ora, a pendenga continua igualmente ruim para a situação. O fato novo é: a oposição, aparentemente, age igualmente sem ética e de maneira desonesta.

Aqui, nada de aliviar para Casares (se tudo realmente for comprovado). E nada de “passar pano” para os opositores igualmente enrolados.

Pobre SPFC… não sobrará ninguém com moral, credibilidade incontestada e competência para assumir o clube?

– Situação e oposição são “farinha do mesmo saco” no SP?

Ao serem reveladas conversas escusas entre a dona Rita de Cássia Adriana Prado e os diretores Douglas Schwartzmann e Mara Casares, envolvendo os camarotes do Morumbi, o presidente Júlio Casares ficou em maus lençóis. 

Pois bem: na véspera da votação do impeachment, eis que surge uma carta (um recibo) de que os oposicionistas Vinícius Pinotti, Fabio Mariz e Denis Ormrod compraram da própria Rita Adriana o “áudio vazado”, além de uma gravação sobre como justificar o vazamento (sugerindo que mentisse que o celular houvera sido roubado).

Vejo muita gente “diminuindo o ímpeto” ou escrevendo “reviravolta”. Ora, a pendenga continua igualmente ruim para a situação. O fato novo é: a oposição, aparentemente, age igualmente sem ética e de maneira desonesta.

Aqui, nada de aliviar para Casares (se tudo realmente for comprovado). E nada de “passar pano” para os opositores igualmente enrolados.

Pobre SPFC… não sobrará ninguém com moral, credibilidade incontestada e competência para assumir o clube?

– Why You Keep Sabotaging Your Career Change.

Do you find yourself procrastinating, submitting work late, or causing problems to make someone’s day or your own worse? These behaviors are common …

Continua em: Why You Keep Sabotaging Your Career Change

– Por que não vivemos sem a Mentira?

Sou da seguinte opinião: uma mentirinha ou uma mentirona é mentira em qualquer lugar!

Uma pesquisa americana revela: a cada 10 minutos contamos 3 mentiras.

Será?

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2080/artigo152159-1.htm

MENTIRA: POR QUE NÃO VIVEMOS SEM ELA

por Maíra Magro

“Detesto mentira!” Qual foi a última vez que você disse essa frase ou ouviu alguém dizer? Seja como for, quem disse… mentiu. Podemos até falar que odiamos a mentira, mas lançamos mão desse recurso quase sem perceber.

O professor de psicologia Robert Feldman, da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, filmou a interação entre mais de 50 pares de pessoas que acabavam de se conhecer e constatou que elas mentiam em média três vezes numa conversa de dez minutos.

Feldman, uma autoridade mundial sobre o tema e autor do livro recém-lançado no Brasil “Quem É O Mentiroso da Sua Vida? Por Que As Pessoas Mentem e Como Isso Reflete no Nosso Dia a Dia”, constata que recorrer a desvios da verdade, além de ser quase uma questão cultural, é um recurso de sobrevivência social inescapável. “Em geral, mentimos para tornar as interações sociais mais fáceis e agradáveis, dizendo o que os outros querem ouvir, ou para parecermos melhores do que realmente somos”, disse à ISTOÉ.

O problema, ressalta, é que meros desvios dos fatos podem crescer e virar uma bola de neve, gerando relacionamentos baseados no engano. “Devemos ser mais verdadeiros e demandar a honestidade”, conclama Feldman. Na maioria das vezes, a realidade é deturpada sem malícia. São as mentiras brancas, que funcionam, nas palavras do especialista, como “lubrificantes sociais”. Isso não acontece apenas nas conversas entre estranhos, permeia também os relacionamentos mais íntimos.

A dermatologista carioca Jocilene Oliveira, 55 anos, admite praticar um clássico feminino: “Se comprei um vestido e meu marido me pergunta quanto custou, digo que foi uma bagatela, mesmo que não tenha sido”, conta ela, para quem essa mentirinha de vez em quando serve para “evitar stress” no casamento. Há poucas chances de o marido de Jocilene descobrir a verdade. Segundo a psicóloga carioca Mônica Portella, é como se jogássemos uma moeda para cima cada vez que tentássemos descobrir se alguém está falando a verdade.

Ela estudou sinais não verbais da comunicação, como movimentos dos olhos e gestos das mãos, para ver se é possível detectar os momentos em que uma pessoa diz inverdades. “A taxa de acerto de um leigo é de 50%”, revela. Outro artifício muito usado é mascarar os fatos para fazer o interlocutor sentir-se bem, como dizer que um corte de cabelo duvidoso ficou “diferente” e não horrível. A lista de situações em que exageramos ou modificamos a realidade não tem fim.

Quem nunca inventou uma desculpa esfarrapada para justificar um atraso? Segundo especialistas, as técnicas de dissimulação são aprendidas pelas crianças desde cedo – e não por meio de colegas malandros, mas com os próprios pais. “O processo educacional inibe a franqueza”, aponta Teresa Creusa Negreiros, professora de psicologia social da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro.

Uma menina que ganha uma roupa será vista como mal-educada se disser, de cara, que achou o modelo feio. O paradoxo é que, embora a sociedade condene a mentira, quem falar a verdade nua e crua o tempo todo será considerado grosseiro e desagradável. “Mentir por educação é diferente de ter um mau caráter”, pondera Teresa. Mas, para Feldman, mesmo as mentiras inofensivas devem ser evitadas, com jeitinho. “Nossos filhos não precisam ser rudes e dizer que detestaram um presente”, afirma. “Mas podemos ensiná-los a ressaltar algum aspecto positivo dele, em vez de dizer que gostaram.”

As inverdades repetidas no cotidiano mascaram os parâmetros que temos para avaliar nossas atitudes e a dos companheiros, gerando todo tipo de desentendimento. Quando estamos diante de alguém que fala muita lorota, não sabemos com quem estamos lidando.

“É muito difícil categorizar mentiras e dizer que umas são aceitáveis e outras não”, afirma Feldman. Em alguns casos, os efeitos são irreversíveis. Preocupado em saber se a ex-namorada gostava realmente dele, o estudante paulistano Rogério Yamada, 22 anos, decidiu testar o ciúme dela inventando que a havia traído.

“Ela acabou terminando comigo”, lembra. “Hoje me arrependo.” Quem é enganado também sofre, com mágoa e desconfiança – segundo especialistas, a dor é mais forte quando afeta os sentimentos ou o bolso.

A psicanalista Ruth Helena Cohen, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), oferece um consolo a quem se sentiu ludibriado: a mentira tem muito mais a ver com a psicologia de quem a conta do que com seu alvo – como no caso de Rogério, que no fundo queria saber se era amado. “É uma forma de defesa, que revela uma verdade sobre quem a diz”, afirma Ruth.

É claro que, além das mentirinhas brancas, há aquelas contadas com dolo: são trapaças e traições para beneficiar quem conta ou prejudicar o outro, como ganhar uma confiança não merecida ou cometer uma fraude financeira. Em casos mais raros, a mania de inventar e alterar os acontecimentos pode revelar uma patologia.

É a chamada “mitomania”, ou compulsão por mentir, que demanda tratamento psicológico. Uma das razões pelas quais contamos tanta mentira é que raramente nos damos mal por isso. O mentiroso tem duas vantagens: a maioria das conversas está baseada na presunção da verdade e é praticamente impossível identificar uma inverdade no ato.

Resultado de imagem para Pinóquio

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– O Conselheiro do seu clube realmente luta por ele?

Essa opinião é do grande jornalista Wanderley Nogueira: o que faz um conselheiro, e como estão atuando em alguns clubes de futebol:

Vale conferir, no link abaixo:

– As pedras de Carlos Miguel Aidar estão caindo na cabeça de muita gente no SPFC…

Existe um ditado popular que diz:

“Não jogue pedra para cima, pois ela pode cair na sua própria cabeça”.

Quando Carlos Miguel Aidar era presidente do São Paulo, de maneira arrogante, desdenhou do Palmeiras dizendo que “estava se apequenando” (enquanto comia uma banana), falando da estrutura e das dívidas.

Hoje, o faturamento do Palmeiras é quase bilionário, possui ótima estrutura e as contas estão em dia. Já o SPFC… está na mesma situação do Palmeiras naquele período (senão, pior), com escândalos de seus dirigentes da área social, do futebol profissional e da base.

Em um lugar com a preocupação máxima com o compliace, o presidente do clube Julio Casares já teria renunciado, não?

Mas a grande pergunta que fica é: qual nome são-paulino, que seja competente, que transmita honestidade e que traga credibilidade, poderá estar à frente do Tricolor Paulista hoje?

Os áudios vazados do escândalo do camarote da Shakira, cá entre nós, são vexatórios…

 Foto: Felipe Rau/Agência Estado

– As pedras de Carlos Miguel Aidar estão caindo na cabeça de muita gente no SPFC…

Existe um ditado popular que diz:

“Não jogue pedra para cima, pois ela pode cair na sua própria cabeça”.

Quando Carlos Miguel Aidar era presidente do São Paulo, de maneira arrogante, desdenhou do Palmeiras dizendo que “estava se apequenando” (enquanto comia uma banana), falando da estrutura e das dívidas.

Hoje, o faturamento do Palmeiras é quase bilionário, possui ótima estrutura e as contas estão em dia. Já o SPFC… está na mesma situação do Palmeiras naquele período (senão, pior), com escândalos de seus dirigentes da área social, do futebol profissional e da base.

Em um lugar com a preocupação máxima com o compliace, o presidente do clube Julio Casares já teria renunciado, não?

Mas a grande pergunta que fica é: qual nome são-paulino, que seja competente, que transmita honestidade e que traga credibilidade, poderá estar à frente do Tricolor Paulista hoje?

Os áudios vazados do escândalo do camarote da Shakira, cá entre nós, são vexatórios…

 Foto: Felipe Rau/Agência Estado

– Black Friday pra Valer ou não?

Hoje temos mais um ano da versão brasileira do dia do “Black Friday” como dos EUA. A data é de liquidações gerais com descontos altíssimos.

Lá, o país para. Aqui ainda não (apesar das inúmeras e insistentes propagandas).

Algumas observações: existem realmente produtos com preço atrativos, mas há também os golpes de espertalhões, como, por exemplo, aumentar os preços e na sequência reduzi-los. Eu não comprei nada até agora, mas já vi alguns preços “engana-manés”… e você?

Tomara que não seja uma pejorativa “Black Fraude”…

Imagem relacionada

– Eu me preocupo com essas relações…

As SAFs são uma realidade em nosso país. Algumas sérias, outras suspeitas, outras de mecenas.

Tudo deve ser fiscalizado, e ninguém condenado ou rotulado antes da hora. Mas o futebol sempre permite associações complicadas.

Li essa matéria do InfoMoney, e penso: a SAF do Atlético Mineiro, caso isso se comprove, é vítima dessa turma de aproveitadores?

Mas… poderia ser evitado?

Não sei. A resposta para as autoridades (de novo: caso se confirme).

– Eu me preocupo com essas relações…

As SAFs são uma realidade em nosso país. Algumas sérias, outras suspeitas, outras de mecenas.

Tudo deve ser fiscalizado, e ninguém condenado ou rotulado antes da hora. Mas o futebol sempre permite associações complicadas.

Li essa matéria do InfoMoney, e penso: a SAF do Atlético Mineiro, caso isso se comprove, é vítima dessa turma de aproveitadores?

Mas… poderia ser evitado?

Não sei. A resposta para as autoridades (de novo: caso se confirme).

– Bruno Henrique, Vitor Roque e… FERREIRINHA!

Eu achei um absurdo Bruno Henrique não sofrer uma punição significativa. Falei aqui: https://professorrafaelporcari.com/2025/11/13/que-vergonha-a-absolvicao-de-bruno-henrique/

Também acho que não se pode passar pano e deva-se punir Vitor Roque. Está aqui: https://professorrafaelporcari.com/2025/11/13/sobre-o-julgamento-de-vitor-roque-no-stjd-sobre-o-caso-de-homofobia/

Agora, relembrei um fato que passou batido por todos nós: o Ferreirinha (que estava no Grêmio) publicou sua aposta esportiva em uma Rede Social! E não deu nada…

Lembrando: o artigo 26 do Código de Ética da FIFA, fala sobre a proibição de apostas de jogadores e demais membros. E no 26.2, cita “apostas por vias indiretas”, onde se refere a parentes ou agentes.

Relembre sobre Ferreirinha, aqui: https://leiemcampo.com.br/caso-ferreirinha-reforca-importancia-de-clubes-tratarem-com-atletas-a-relacao-com-as-apostas-esportivas/

– Como anda a sua Reputação Digital?

Ter prudência é fundamental antes de você publicar qualquer coisa nas redes sociais. Li esse aconselhamento e gostei:

“Em caso de dúvida, reflita e espere um pouco antes de publicar, comentar, compartilhar. Investir em sua reputação digital é uma forma de autoconhecimento e só trará coisas positivas à sua vida profissional.”

É isso mesmo: cuidado com sua reputação digital! Compartilho o artigo original, publicado por Denise Maia Soares, especialista em Social Business, via Linkedin:

O QUE VOCÊ FAZ NAS REDES SOCIAIS DIZ MUITO SOBRE VOCÊ

Sabe aquele sujeito que sai esbravejando no Facebook, mas no mundo concreto é amável, educado? Tenho certeza que agora mesmo você conseguiu pensar em alguém assim, e isso é mais comum do que se pensa.

Acontece que não é possível separar a ‘persona digital’ de quem nós somos na verdade, e as redes sociais repercutem cada vez mais nossas ideias e conceitos. A grande questão é que o mundo digital não diferencia passado de presente, nas redes tudo acontece sem distinção de tempo. Por isso, é preciso prestar atenção à forma como você interage para tratar a todos com respeito – ainda que você tenha opiniões divergentes – e manter a coerência.

Todos nós temos uma marca pessoal, um conjunto de comportamentos que forma nossa identidade e cria uma percepção – um olhar – do outro sobre nós mesmos. Essas características podem ser positivas ou negativas, depende do nosso posicionamento em relação ao outro.

Num mundo altamente competitivo, conquistar espaço no ambiente digital contribui para ser relevante também fora dele. O principal para construir autoridade é estratégia: identificar as habilidades que o diferenciam dos demais e explorar aspectos para transformá-los sempre de forma positiva.

Para isso, transparência, construção de repertório e – acredite! – bom senso formam o tripé essencial para ser relevante nas redes sociais e construir uma reputação positiva. O resultado dessa visibilidade favorável vai aparecer em propostas de trabalho e network qualificado, tenha certeza.

Portanto, antes de interagir nas redes sociais, pense em como isso está colaborando para a sua reputação digital.

Reputação digital - Fidelização do público

Imagem extraída de: https://www.otimifica.com.br/reputacao-digital-o-que-e/

– Que pisada na bola, Leão e Oswaldo de Oliveira…

Que falta de educação, com timing errado e deselegância!

Ancelotti não é qualquer técnico, e me pareceu que Leão e Oswaldo de Oliveira quiseram ser oportunistas.

Ou… dor de cotovelo?

Faltou ética de ambos nesse episódio polêmico.

– 5 passos para se observar com Compliance.

Falar sobre Compliance está na moda. E isso é muito bom!

A ética, a transparência e outras benesses sobre isso, de forma bem didática, no texto extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/compliance-sua-importância-e-causas-pétreas-fc3697363aec

COMPLIANCE: IMPORTÂNCIA, CAUSAS E SUAS CLÁUSULAS PÉTREAS

por José Renato Sátiro Santiago

Originário do inglês “to comply” a palavra compliance possui como um dos seus significados mais comuns, estar em conformidade. No mundo corporativo sua efetividade está relacionada com proporcionar maior segurança e minimizar riscos de instituições e empresas, ao garantir o pleno cumprimento dos atos, regimentos, normas, leis, internas ou externas, não apenas nas relações existentes entre seus colaboradores, mas, principalmente, junto aos quaisquer stakeholders externos. Cientes da extrema relevância do assunto, as empresas costumam colocar o compliance como um dos pilares de sustentação de seus negócios, sobretudo quando as pautas da ética, integridade e transparência são as suas bandeiras.

Não é por mero acaso que o compliance tem sido muito discutido e se tornado uma pauta muito presente nas atividades desenvolvidas em uma organização. Embora não haja uma receita pronta, uma vez que padrões de ética, integridade e transparência podem variar muito de uma empresa para outra, é de entendimento comum sobre o quanto alguns atos e/ou ações representam violações redundantes ao que costumamos chamar de “espírito” do compliance. Elas são carimbadas como se fossem agressões às suas causas pétreas. Para elas, não cabe discussão, sequer dúvida, a não ser, obviamente, para aqueles que têm a intenção de fazer análises muito particulares e, algumas vezes, pouco republicanas. Longe de ter a intenção de preparar uma lista definitiva, a seguir, são pontuadas algumas delas:

1. Qualquer atividade que componha o processo de contratação de produtos e/ou serviços deve ser devidamente registrada e realizada dentro do ambiente corporativo na presença de representantes oficiais das organizações envolvidas;

2. Caso haja qualquer relação de parentesco entre profissionais que atuem em empresas envolvidas em qualquer tipo de atividade desenvolvida em conjunto, a sua existência deve se explicitada e registrada de maneira formal para ambas as organizações;

3. É proibitiva a realização de qualquer encontro fora do ambiente corporativo com a participação de funcionários que atuam em empresas presentes em segmentos similares e/ou com as quais é possível existir qualquer tipo de relação comercial, a não ser que o mesmo seja informado previamente para os superiores imediatos e/ou para as áreas devidas das organizações envolvidas, e, ainda assim, devidamente aprovado e registrado explicitamente;

4. É impeditivo receber quaisquer benesses devida por conta da posição e/ou cargo ocupado pelo profissional na empresa, a não ser como exceção, devidamente explicitada previamente, quando o valor do “mimo” seja irrisório, o que é subjetivo de uma empresa para a outra, e que, ainda assim, seja ofertado de maneira pública para todos os profissionais envolvidos, sempre devidamente registrado de forma explícita;

5. A mera ocorrência de qualquer um desacordo com as questões acima pontuadas já torna impeditiva a participação dos envolvidos em ações futuras com as organizações envolvidas, sendo passível, inclusive, de imediato desligamento de acordo com as regras de compliance adotadas pelas empresas em questão.

A linha de conduta que costuma nortear as regras de compliance está relacionada com bom senso no que diz garantir o pleno hasteamento das três bandeiras, já citadas anteriormente, ética, integridade e transparência. No entanto, como bom senso, infelizmente, tende a ter uma maleabilidade assustadora para alguns, a dureza se faz necessária como forma de evidenciar quando a quebra ocorrer.

– Lamentável a pressão Pré-Jogo em Botafogo x Flamengo. O Fogão se apequenou?

Nessa semana, em minha aula de “Responsabilidade Empresarial” para os Cursos de Administração, falei sobre “Indignação Ética” – um sentimento que surge a partir de observações indevidas e que escandalizam.

Basicamente, você não se importa mais com uma coisa errada se:
Normalizou com aquilo,
Pensa como o evento, ou
O Senso Comum te contagia.

Digo isso pois é para se indignar com a pressão desmedida, deselegante e inapropriada do Botafogo FR contra a arbitragem, antes do jogo contra o Flamengo. Tipicamente de alguém que se inferioriza e que previamente quer tumultuar. Lamentável ao extremo.

O Glorioso divulgou a seguinte nota em suas redes sociais:

O Botafogo esteve na CBF, representado pelo Diretor de Futebol Leonardo Coelho, onde manifestou o seguinte posicionamento a dirigentes da entidade:

– O Botafogo espera uma arbitragem segura, correta e profissional no clássico de amanhã, contra o Flamengo, no Nilton Santos. O Clube não vai admitir tentativas de pressão e intimidação de dirigentes de outras agremiações, confiando na condução da CBF sobre o tema e na boa atuação de Alex Stefano, que ainda realiza seus primeiros jogos em competições nacionais.

– O Clube vai realizar monitoramento em tempo real do trabalho da arbitragem na partida (Ref_Eval + Match_Fix), por meio da empresa especializada Good Game, para acompanhar o comportamento de todos os participantes e ter a segurança de que as regras do jogo serão respeitadas.

– O Botafogo cobrou explicações sobre os temas tratados nos últimos ofícios enviados, especialmente relacionados aos jogos contra Grêmio e Internacional, em que falhas escandalosas da arbitragem comprometeram os resultados.

– O Botafogo reconhece os esforços de Samir Xaud, Presidente da CBF, para melhorar os processos e buscar soluções para grandes temas do futebol brasileiro.

Ao ler essa publicação, penso: os árbitros são “bandidos” para serem monitorados por tais instrumentos? Cadê a credibilidade e confiança de que tudo ocorre com honestidade no campeonato? As associações de defesa dos árbitros se manifestarão? A CBF não repudiará? O que estão pensando os árbitros que apitarão os próximos jogos?

Eu sou crítico da atual gestão da arbitragem, pelos caminhos que estão sendo conduzidos. Acho que as escalas dos jovens aspirantes à FIFA Davi Lacerda e Alex Stefano para Grêmio x SPFC e Botafogo x Flamengo não são as apropriadas (pois são os dois jogos mais difíceis da rodada e pelo histórico da última, precisavam de experientes e cascudos juízes). Se forem mal, podem ser “queimados” (eu já escrevi sobre isso: traria árbitros europeus de primeira linha, com assistentes e VARs), mas pressionar dessa forma com tal nota, aí não.

Tal publicação do Botafogo, enfim, faz exatamente o que ela propõe a evitar: PRESSIONAR. Em Ligas Européias de ponta, isso seria severamente questionado. Não se pode normalizar isso.

Já imaginaram se toda rodada tivermos tal nota dos 20 clubes da série A?

– O que fazer com os haters e “bobões” mal educados na Internet?

A Web é um ambiente democrático. Cabe tudo, lê-se tudo e encontra-se de tudo (de bom ou de ruim). Em 2015, vendo pessoas que usavam esse espaço com falta de educação e destilavam ódio, fazendo mal uso da Internet, o sociólogo e filósofo italiano Umberto Eco disse queas Redes Sociais deram voz a uma legião de imbecis”.

Não dá para discordar que muitos idiotas causam males aos outros através delas. Cyberbullying, Fake News e Manifestações Contrárias aos Valores Éticos habitam no cotidiano de haters e afins.

O que fazer? Censurar? Calar? Expulsar da Web?

Não. Talvez a melhor solução seja, pela própria educação que recebemos, deixar falar, responder respeitosamente ou ignorá-los. Ter paciência e nunca retribuir com ofensas à eles.

Talvez essa imagem, abaixo, seja pertinente:

– Compliance não é algo que traz burocracia!

A prática de compliance, que numa definição bem simplória pode ser a de “busca de parceiros éticos e responsáveis nos negócios”, para muitos pode ser um processo extremamente burocrático.

Ledo engano! Compartilho um esclarecimento bem interessante, em: http://estudio.folha.uol.com.br/petrobras/2017/12/1943617-governanca-e-compliance-nao-significam-engessamento.shtml

GOVERNANÇA E COMPLIANCE NÃO SIGNIFICAM ENGESSAMENTO

Nunca se falou tanto da importância da ética nos negócios, da reputação das companhias e também sobre a necessidade de as empresas terem controles internos e gerenciamento de riscos.

Um temor é que esses processos se transformem apenas em mais burocracia e em engessamento da empresa. Mas, segundo especialistas, cuidados simples mantêm a agilidade na tomada de decisões. Governança e compliance, bem aplicados, significam segurança, não burocracia, afirmam.

“É fundamental ter controles internos e gerenciar os riscos. Ao mesmo tempo, é preciso manter velocidade na tomada de decisão. Para que isso aconteça, o programa de governança e compliance precisa ser desenvolvido por pessoas que conheçam muito bem a empresa, o setor em que ela atua e também as normas”, afirma André Camargo, coordenador dos cursos de direito do Insper.

Para evitar excesso de regras e normas, a principal dica é ter um bom diagnóstico sobre o funcionamento diário da empresa, no detalhe, para poder identificar as áreas mais suscetíveis a riscos e desenvolver planos mais rigorosos para esses setores. Para não tornar a tomada de decisão muito morosa, a recomendação é que sejam identificadas, de forma clara, as pessoas que terão mais autonomia.

Outra orientação é que as regras sejam compatíveis com o tamanho e a complexidade de cada negócio. “É fundamental criar modelos próprios, não de prateleira, e evitar cópias e improvisações”, diz Walfrido Jorge Warde Júnior, especialista em direito societário e mercado de capitais.

Os controles, segundo especialistas, precisam fazer parte da cultura das companhias. “Há 20 anos, quando o cinto de segurança passou a ser obrigatório no país, alguns resistiram. Hoje, ninguém discute. É bom para todos e já entrou na cultura do brasileiro. O mesmo vai ocorrer com os programas de governança e de compliance nas companhias, mas isso leva tempo, pois é comportamental”, afirma o professor de Faculdade de Economia e Administração da USP Cláudio Afonso Pinheiro Machado.

A maturidade da empresa com o tema é outro item muito importante. A orientação é que a mudança seja gradual e não crie muitas regras de uma só vez. “Não dá para uma empresa passar de zero para cem medidas de controle de uma única vez”, afirma a presidente do Reputation Institute Brasil, Ana Luisa Almeida.

Empresa coloca novo modelo de governança entre as prioridades

Os temas governança e compliance são estratégicos para a Petrobras. Tanto que a implantação do novo modelo de governança e gestão consta nas prioridades do Plano Estratégico e de Negócios e Gestão 2017-2021. O novo modelo começou a ser implementado em 2016, e o processo deve durar dois anos. Estão sendo mapeadas as competências e os processos das principais atividades da companhia de acordo com as boas práticas internacionais de governança.

Foi adotado também o modelo de autorizações compartilhadas. Decisões significativas, como contratações, compras e desembolsos, devem ser compartilhadas por no mínimo dois gestores que não tenham relação de subordinação direta entre si. Essas medidas garantem controle e integridade dos processos, aumentando a transparência e a segurança dos atos praticados pelos gestores da companhia.

Para não perder agilidade, a empresa investe na melhoria e na simplificação dos processos internos, sempre respeitando preceitos de controle e conformidade.

– Ética e Responsabilidade Social Empresarial.

Estou preparando uma aula sobre Moral e Ética dentro da Responsabilidade Empresarial, e fui presenteado com os ótimos conceitos do livro de Osmar Ponchirolli (vide capa na foto).

Todo professor que quiser uma leitura bem didática para os seus alunos, deveria indicá-lo. Muito bom!

– Desconto de mentirinha…

O remédio custa R$ 220,00, e a farmácia, generosa, dá R$ 190,00 de desconto?

Conta outra…

Essa estratégia de majorar o preço e iludir o cliente com desconto que impressiona, cansa e nos faz parecer idiotas.

– Uma verdade sobre Ética!

Olhe só: a transparência nas relações profissionais é fundamental para o desenvolvimento correto do trabalho.

Veja essa lição de gestão:

– No UOL:

Agradeço o carinho do jornalista Mauro Cezar Pereira, que me convidou para escrever em seu espaço no UOL a respeito da Arbitragem Brasileira frente ao que ocorre na Premier League

Compartilho o link em: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/mauro-cezar-pereira/2025/08/16/arbitragem-brasileira-culto-a-malandragem-e-o-que-ensina-a-premier-league.htm

– Minha coluna no Jornal de Jundiaí:

Minha coluna de hoje no Jornal de Jundiaí: a FIFA, os árbitros e as casas de apostas!

Prestigie: