– Que vergonha, Santos!

Vazou um documento na Web onde Neymar Jr, que tem 90 milhões para receber de salários atrasados do Santos, teria como garantia a cessão do CT da base do Peixe!

Quem faz um negócio desse? Não pago os salários e te dou um imóvel?

Pior: há uma cláusula que, caso mude o presidente, quem entrar no cargo tem que pagar o jogador à vista!

Seria uma fórmula para que o atual presidente não saia do cargo?

Lamentável…

– Que vergonha, Santos!

Vazou um documento na Web onde Neymar Jr, que tem 90 milhões para receber de salários atrasados do Santos, teria como garantia a cessão do CT da base do Peixe!

Quem faz um negócio desse? Não pago os salários e te dou um imóvel?

Pior: há uma cláusula que, caso mude o presidente, quem entrar no cargo tem que pagar o jogador à vista!

Seria uma fórmula para que o atual presidente não saia do cargo?

Lamentável…

– 3 Fatores para sua Empresa Ganhar Credibilidade no Mercado.

Compartilho material bacana da Revista Exame sobre o tripé de virtudes que dão crédito às empresas: Bom Atendimento, Qualidade do Produto e Transparência. Abaixo:

Extraído de: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/como-sua-empresa-pode-ganhar-credibilidade-no-mercado

COMO SUA EMPRESA PODE GANHAR CREDIBILIDADE NO MERCADO

Transparência e disposição são atitudes essenciais para que os consumidores acreditem e confiem no seu negócio

por Priscila Zuini

A confiança dos clientes é um dos mais valiosos bens que as pequenas empresas podem ter. Com credibilidade no mercado, a imagem do negócio se espalha e fica mais fácil para o empreendedor crescer. Conquistar esta confiança, no entanto, não é fácil. “A gente acredita muito que a força de vendas no primeiro contato com o cliente é primordial para isso”, diz Tonini Junior, sócio diretor de vendas e varejo da Praxis Business.

Manter vendedores treinados e motivados é essencial para que os clientes sejam tratados de forma adequada. Além disso, a atuação do dono com os consumidores e com a equipe precisa ser próxima para evitar problemas. “O atendimento é a porta de entrada da empresa para todos os clientes”, explica Diego Maia, presidente do Grupo CDPV (Centro do Desenvolvimento do Profissional de Vendas).

1. Atendimento impecável

Dedique algum tempo para treinar os seus funcionários pessoalmente. Isso ajuda a garantir que eles estejam alinhados com os valores e a cultura da empresa. “Vivemos a era do relacionamento e a figura do vendedor ganha cada vez mais corpo”, diz Tonini.

Para Maia, não há dúvidas de que uma imagem de credibilidade está alinhada a um excelente atendimento. “Busque, entenda e atenda as reais necessidades dos clientes. Esteja sempre disponível para melhor atendê-lo e não permita que ela saia de sua empresa insatisfeito ou apenas satisfeito. Ele precisa sair encantado”, ensina Maia.

2. Tenha um bom produto

Não adianta ter um time super treinado, se o seu produto não satisfaz o cliente. “Para que uma empresa mereça credibilidade de seus clientes e, consequentemente do mercado, seu produto ou serviço não pode deixar a desejar. Precisa superar as expectativas dos clientes ou, pelo menos, atender às suas necessidades”, diz Maia.

O primeiro passo é dominar as especificidades dos itens comercializados. “Entender bem o produto é importante”, afirma Tonini. Sem um produto de qualidade, os clientes não voltam nem fazem propaganda do seu negócio.

3. Seja transparente

Com um bom produto e um bom atendimento, falta garantir a ideia de transparência e honestidade. “O cliente quer sentir essa relação de autenticidade e transparência”, conta Tonini.

Isso vale para negociações, vendas ou mesmo na comunicação da empresa. Os negócios criados com conceitos obscuros não se sustentam e ainda prejudicam a carreira do empreendedor. “Seja transparente e autêntico na hora de passar informação”, diz.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.

– Criando as filhas para serem grandes mulheres!

Para quem é pai de meninas e quer ver suas princesas terem sucesso quando adultas, vale a pena ler esse texto do Linkedin, originalmente escrito no “Leiturinha”.

Extraído de: https://www.linkedin.com/pulse/meninas-felizes-mulheres-seguras-10-coisas-que-você-pode-oliveira/

MENINAS FELIZES, MULHERES SEGURAS: 10 COISAS QUE VOCÊ PODE FAZER POR SUA FILHA

Por Ana Clara Oliveira

Aqui entre nós, ter um filho é uma responsabilidade e tanto! Ser inteiramente responsável por um pequeno ser humano, criando-o e educando-o, faz com que muitas pessoas reflitam sobre si mesmas e sobre seus próprios valores. Isso porque nós, adultos, temos um papel fundamental na criação de pequenos mais confiantes, empáticos, solidários, tolerantes, amorosos, justos e felizes! E, verdade seja dita, o mundo tem precisado cada vez mais disso, não é?

CRIANDO MENINAS MAIS CONFIANTES E FELIZES

Reforçar a autoestima das crianças e valorizar, acima de tudo, o amor e o respeito, colabora para que elas se tornem adultos melhores e, isso é imprescindível na criação tanto de meninos, quanto de meninas. No entanto, levando em consideração o mundo em que vivemos, com as imposições e pressões que existem sobre as mulheres, é interessante pensar como os pais podem colaborar para que nossas meninas cresçam mais fortes, seguras, independentes e realizadas!

A preocupação com o corpo, a relação com a vaidade e com a carreira profissional, a divisão das tarefas domésticas e os estereótipos que cercam a feminilidade, são questões que precisam ser trabalhadas, desde cedo, com as pequenas, com muita conversa, respeito e exemplo. Para Sarah Helena, psicóloga, curadora na Leiturinha e mãe da pequena Cecília de 1 ano, “quando nasce uma criança (ou melhor, antes mesmo disso), a família, seja ela quem e como for, precisa repensar e ter em mente quais valores, princípios e comportamentos que gostariam que fossem passados adiante e quais aqueles que não. Para criar meninas independentes e seguras, estes têm que ser valores estimados na família, principalmente entre as mulheres, já que elas são um exemplo para as pequenas. Além disso, há que se romper com muitos estereótipos que reproduzimos na sociedade, como padrão de beleza ou a divisão das tarefas domésticas, por exemplo, e seguir construindo as próprias referências do que é bom e ruim. Isso requer paciência, coragem e ousadia. Ser nós mesmas, de forma autêntica, é uma das lutas mais árduas a se enfrentar na vida.”.

10 COISAS QUE VOCÊ PODE FAZER POR SUA FILHA

Pensando nisso, elencamos algumas atitudes simples que podem contribuir para que sua pequena tenha uma relação melhor com ela mesma e com os outros, tornando-se uma mulher mais segura e feliz!

  1. Evite criticar o próprio corpo na frente da sua pequena

Muito gordo, muito magro, alto demais ou muito baixinho… A insatisfação com o corpo é algo comum entre homens e mulheres. Isso porque há um padrão de beleza que, vez ou outra, todos tentamos nos enquadrar. No entanto, se você se sente assim em relação ao seu corpo, é importante se atentar para não demonstrar essa insatisfação na frente da sua pequena. Se alimentar bem e praticar exercício físico é algo maravilhoso para a saúde e bem-estar de todos nós, mas evite dizer a sua pequena que ela deve fazer isso para ficar magra ou bonita. Cedo ou tarde ela já vai se deparar com esse padrão imposto às mulheres, mas com a sua ajuda ela pode entender que é bonita como é e que a aparência não é o que ela tem de mais importante!

  1. Elogie suas qualidades, para além da aparência

É muito comum elogiar as meninas e, mais tarde, as mulheres, dizendo o quanto são bonitas. Isso não é errado, mas elas são tão mais do que isso! São inteligentes, curiosas, carinhosas, engraçadas, dedicadas, corajosas… Que tal se atentar para variar um pouco nos elogios, mostrando para sua pequena que a aparência dela é apenas um detalhe entre as infinitas qualidades que a tornam uma pessoa incrível!

  1. Incentive a independência e a autonomia

É importante que, desde cedo, você incentive e mostre para sua pequena que ela pode fazer suas coisas e se realizar sozinha. Não que ela não precise de outras pessoas, mas entender que ela é autônoma, independente e forte o suficiente para alcançar sua própria felicidade e sucesso, será muito importante para que ela cresça mais confiante e segura!

  1. Respeite suas escolhas

Se ela prefere o judô ao balé, a bicicleta ao patinete, as bonecas aos carrinhos, os super-heróis às princesas, o basquete ao futebol, a matemática ao português… Ou qual seja seus gostos e preferências, é fundamental que ela possa contar com você para apoiá-la e incentivá-la a dar o seu melhor em qualquer que seja sua escolha! Optar por isso ou aquilo não a tornará melhor ou pior, nem mais ou menos feminina.

  1. Mãe, seja uma pessoa completa

A maternidade é algo maravilhoso, mas ao se tornar mãe, a mulher não se limita a esse papel. Ela continua tendo seus gostos, suas escolhas, seus hobbies, suas vontades e seus sonhos. É importante que você, mãe, mostre para sua filha que você é uma pessoa completa, com todos os erros, acertos e ambições que isso possa significar. Isso fará com que ela cresça sabendo que ser mãe não elimina sua personalidade ou seus desejos enquanto pessoa.

  1. Evite super expor sua pequena a mídias que reforcem os padrões de beleza

Situações que reforçam padrões de beleza estão presentes nos mais variados contextos e parece quase impossível esquivar-se deles. Quando isso acontecer, converse com sua filha para que ela reflita sobre os padrões apresentados e a realidade de mulheres com quem ela convive ou vê na rua. Também cuide para que sua pequena esteja cercada de boas referências e representatividade, assim, ela não vai sofrer tentando se enquadrar em algo que ela não é, mantendo uma relação melhor e mais saudável com o próprio corpo.

  1. Priorize o conforto quando for escolher suas roupas

Na ala de roupas infantis femininas é comum vermos mini roupas de adultos, com muito brilho e muito cor-de-rosa, mas nem sempre tanto conforto. É importante que sua pequena sinta-se bem no que está vestindo, para poder correr e brincar livremente, como qualquer criança. Tome cuidado para não priorizar a roupa “mais bonita” que, talvez não permita que sua filha se movimente de maneira confortável e livre.

As crianças precisam aprender a brincar sem brinquedo também!

  1. Ensine-a a dizer não

Conhecer e respeitar seus limites é fundamental para uma vida mais equilibrada e feliz. Muitas mulheres se sobrecarregam na missão de cuidar de tudo e de todos sozinhas, aceitando mais do que seu corpo e sua mente suportam, ou ainda se submetendo a situações que não condizem com seus valores e vontades por medo de dizer não. Ensine sua pequena sobre responsabilidade e compromisso, mas deixe claro que ela não é obrigada a fazer o que não quer, que ela pode verbalizar suas vontades e limites e que eles precisam ser respeitados.

Mãe, você não precisa dar conta de tudo sozinha

  1. Divida as tarefas de casa de maneira justa

As crianças podem e devem ajudar nas tarefas domésticas, pois isso colabora para que desenvolvam o senso de independência, responsabilidade e respeito. Isso serve para os meninos e para as meninas. Portanto, é importante que os pais dividam as tarefas igualmente, levando em consideração a idade, claro, mas não o sexo dos filhos. Todos podem colaborar para que o lar fique mais organizado e agradável, afinal, todos vivem nele!

  1. Deixe-a perceber o quanto é especial

Enfim, o importante é que sua pequena entenda, desde cedo, o seu valor e o quanto ela é uma pessoa especial, com todas as suas qualidades e defeitos. A autoestima é algo construído dia a dia e você pode colaborar – e muito – para que ela cresça e se torne uma mulher mais confiante, segura e realizada. Isso, com certeza, irá contribuir para que ela se relacione melhor consigo mesma, tendo uma postura mais sensível, empática e gentil com as pessoas que a cercam.

(Publicado originalmente no Blog Leiturinha.)

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Imagem: Arquivo pessoal.

– Denúncia no STF coloca Silvio Almeida no centro de crise política e institucional.

PGR denuncia Silvio Almeida ao STF em caso envolvendo Anielle Franco. Processo segue sob sigilo e gera repercussão política. #Linkezine ⚖️ O post …

Continua em: Denúncia no STF coloca Silvio Almeida no centro de crise política e institucional

– Compliance ganha protagonismo e passa a proteger empresas no Brasil.

Com fiscalização digital e milhões de processos no país, compliance deixa de ser custo e vira proteção estratégica para empresas. #Linkezine 📊 O …

Continua em: Compliance ganha protagonismo e passa a proteger empresas no Brasil

– A Cultura Ética nas Organizações.

As “regras” de uma empresa quanto ao comportamento ético e sua cultura devem ser didaticamente explicitadas, ou, ao contrário, entendidas no convívio diário?

Mais do que isso: ter atitudes que estejam acima de qualquer discussão comportamental devem ser sempre cuidadosamente praticadas, antes do que correr o risco de ser chamado a atenção?

Um excelente texto a respeito disso, extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/sim-dá-para-impor-cultura-ética-nas-organizações-96299e98de45

SIM, DÁ PARA IMPOR CULTURA ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES

por José Renato Sátiro Santiago

Eram idos de 1997, quando fui chamado para uma entrevista de emprego em uma grande empresa. Pelo fato daquela organização ser muito tradicional, tratei de me vestir de acordo com algumas boas práticas profissionais compartilhadas por meu pai. Também considerei a imagem como esta empresa costumeiramente se apresentava ao mercado. Algo padrão e discreto. Notei que a grande maioria dos colaboradores se vestia de forma tradicional. Os homens com terno e gravata. Já as mulheres usavam roupas discretas com cores sóbrias. Foi um processo seletivo moroso, mas ao final tive a felicidade de ser contratado. Não demorou muito para que passasse a observar uma outra série de pequenas nuancias no ambiente. Uma delas a forma silenciosa como as pessoas trabalhavam, sem muita alteração no tom de voz. As discussões se resumiam as salas fechadas, sobretudo durante reuniões. Também notei a plena ausência de barba entre os homens. Enquanto que as mulheres costumavam evitar perfumes fortes, bem como a maquiagem exagerada. Durante os anos em que lá estive, jamais houve qualquer citação explicita ou tácita sobre a necessidade de atender a estas, ou outras, regras silenciosas. Ainda assim, o ambiente de trabalho sempre me pareceu acolhedor ao mesmo tempo que tínhamos a intensa busca por nossas metas de performance.

Certa vez, um técnico mais desavisado encaminhou para todos os funcionários, um e-mail com uma dessas correntes que vendem ‘facilidades mil’. Um erro considerado como grave. Chamado por seu gestor, acabou sendo demitido.Teve a possibilidade de ir falar com um dos diretores da empresa. Chegando a sua sala, se desculpou pelo ato inconsequente e como defesa afirmou não ter conhecimento sobre a proibição do envio deste tipo de mensagem. O diretor o desculpou e afirmou: “…sou solidário a você, mas há práticas e regras de condutas que não precisam estar explicitadas para que os funcionários saibam que devem adota-las, isto faz parte da nossa cultura”.

Em tempos marcados intensamente pela necessidade de adoção de práticas de compliance, resumidamente, um grupo de regras éticas a serem seguidas pelos colaboradores de uma organização, tendo em vista cumprir normas legais e regulamentares inerentes ao negócio e a instituição, chega a ser estranha a existência de qualquer relação próxima sobre o fato do funcionário ter que saber, tacitamente, que não deve agir sem lisura no dia a dia corporativo, ou se ele deve ser treinado formalmente para atuar de forma ética. Muitas das organizações que acabam por seguir em caminhos, digamos, menos republicanos, assim as fazem por conta da cultura vigente. Difícil acreditar que uma empresa se submeta a cultura do mercado em que atua, se houver uma total incompatibilidade entre os os valores presentes em cada uma delas. Além disso, ainda que não haja qualquer sinalização explicita sobre a cultura, ela costuma ‘entrar na corrente sanguínea dos colaboradores’, o que faz com que eles ajam de forma alinhada com a mesma. Às vezes até os valores são abraçados. Eles estão lá presentes e cabem as funcionários escolherem quais rumos tomar, muita vezes não por foro intimo, mas por total compatibilidade. Os códigos de ética associados as missão e visão apresentadas por boa parte das empresas costumam pregar os melhores valores morais e éticos. Ainda assim não é difícil notar o quanto eles são meio que deixados de lado no dia a dia. O motivo? A cultura está acima de toda e qualquer missão, e ainda que nem sempre esteja formalmente escrita e seja insípida, indolor, inodora, ela está bem presente e no comando, o que dá a missão, um papel, no máximo, de coadjuvante.

Ganha contornos de “faz me rir” acreditar que as organizações passarão a agir de forma ética simplesmente por conta da adoção de práticas de compliance, tão pouco porque estão treinando seus colaboradores a agiram segundo tais regras. Não são procedimentos que fazem com que as coisas aconteçam como deveriam, e quando se fala de ética, tão pouco os treinamentos trarão qualquer efeito, o que os tornam muito mais próximos do “para inglês ver” do que efetivamente como uma intenção verdadeira de mudança. Por um acaso, alguém pode imaginar que após uma série de capacitações as pessoas passarão a agir de maneira ética? Seria pueril se assim o fosse. São os exemplos, as ações do dia a dia, os meios de controle, o olhar enviesado diante alguma prática ‘estranha’, o cheiro do ‘ilícito’, a impressão do estar sendo vigiado que costumam ter muito mais eficácia em todo este processo. A se pensar…

* Em tempo, quanto a barba na empresa em que atuei, após alguns anos, foi contratado um novo presidente para o conselho. Ele tinha uma vistosa barba, era a cultura em movimento…

Imagem extraída de: https://jrsantiagojr.medium.com/sim-dá-para-impor-cultura-ética-nas-organizações-96299e98de45

– A falta de exemplos positivos no futebol brasileiro (de novo).

Dias atrás, falamos o quanto o futebol deveria servir de exemplo, mas infelizmente não é. E em mais uma rodada, fatos lamentáveis:

  • Racismo na 4ª divisão paulista: Yan Gabriel, do Colorado Caieiras, sofreu ofensas preconceituosas da torcida do Lemense.
  • Samuel Lino, do Flamengo, num unfair-play condenável, se jogou descaradamente no chão simulando agressão (relatamos aqui: https://wp.me/p55Mu0-3OI).
  • Cruzeiro e Atlético Mineiro promoveram confusão generalizada. Atletas de ambas equipes “quebraram o pau”, com 23 expulsos.
  • No Grenal... infelizmente, o “normal de sempre”: brigas, provocações e acusações.

O esporte deveria ser exemplo de disciplina, ética e formação de caráter. Infelizmente, não é isso que se vê no Brasil…

 

– A falta de exemplos positivos no futebol brasileiro (de novo).

Dias atrás, falamos o quanto o futebol deveria servir de exemplo, mas infelizmente não é. E em mais uma rodada, fatos lamentáveis:

  • Racismo na 4ª divisão paulista: Yan Gabriel, do Colorado Caieiras, sofreu ofensas preconceituosas da torcida do Lemense.
  • Samuel Lino, do Flamengo, num unfair-play condenável, se jogou descaradamente no chão simulando agressão (relatamos aqui: https://wp.me/p55Mu0-3OI).
  • Cruzeiro e Atlético Mineiro promoveram confusão generalizada. Atletas de ambas equipes “quebraram o pau”, com 23 expulsos.
  • No Grenal... infelizmente, o “normal de sempre”: brigas, provocações e acusações.

O esporte deveria ser exemplo de disciplina, ética e formação de caráter. Infelizmente, não é isso que se vê no Brasil…

 

– Crescem ações por assédio no trabalho e empresas ampliam alerta.

Processos por assédio moral e sexual cresceram em 2025 e reforçam a necessidade de políticas preventivas nas empresas. #Linkezine ⚖️ O post Crescem …

Continua em: Crescem ações por assédio no trabalho e empresas ampliam alerta

– As fake news dos últimos lances do futebol.

Lamentável…

Infelizmente, se espalham pela Web áudios falsos de VAR, e até mesmo perfis fakes de árbitros com estádios de times ao fundo.

Pior: agora há manipulação de vídeo! Jogador tira o braço, e na IA, ele é recriado colocando o braço.

Barbaridade! Onde vamos chegar?

– Respeite, mesmo discordando.

A Internet permitiu coisas muito boas a serem divididas, mas também a livre expressão de intolerantes de todos os assuntos.

Se eu não gosto de A, não quer dizer que eu seja admirador de B. Posso ser de C ou de D, desgostando de todos os outros. Se penso “isso de algo”, respeito se você pensa “aquilo desse mesmo algo”. Mas atenção: respeitar não é impor a sua opinião sobre a minha, é simplesmente compartilhar o ponto de vista alternativo (com educação).

Discordar de uma ideia não quer dizer que se deve sobrepujar a ela; caso contrário, o conceito se confunde!

Li e compartilho essa postagem (não me recordo do autor) que transmite exatamente o que penso (abaixo):

– As mentiras campeãs contadas pelos candidatos a empregos!

Sabe quais são as mentiras “TOP10” contadas aos selecionadores, na oportunidade de uma entrevista de emprego?

Eis abaixo, extraído de: Jornal de Jundiaí, Caderno Modulinho Empregos, página 1, ed 05/03/17

AS 10 MENTIRAS MAIS CONTADAS EM ENTREVISTAS DE EMPREGO

Em época de escassez de vagas de emprego, vale tudo numa entrevista? Definitivamente não! A headhunter e recrutadora Luciana Tegon, sócia-diretora da Consulents Group by Tegon, recomenda o candidato ser verdadeiro em qualquer entrevista de emprego, pois a autenticidade é cativante. “É importante que você saiba narrar sua trajetória de carreira de uma forma que seus conhecimentos e pontos fortes sejam valorizados, afinal, na disputa pela vaga vencerá quem reunir a maior quantidade de atributos que a empresa busca”, explica.

Em tempos de hiperconectividade as empresas e recrutadores podem acessar rapidamente pessoas e informações, por meio das redes sociais, por exemplo, então mentiras podem ser descobertas facilmente.

Veja a seguir as top 10 mentiras contadas nas entrevistas de emprego:

1 – Mentir sobre sua fluência no idioma. Algumas pessoas optam por mentir sobre sua fluência no inglês ou espanhol.  Atenção porque as empresas checarão a fluência em fases avançadas do processo e se entenderem que você tentou enganá-los você fechará as portas da empresa para futuras oportunidades.

2 – Mentir sobre os motivos de demissão de empregos anteriores. É bastante compreensível que um candidato não queira abrir que foi demitido por má performance, por ter resistido a mudanças ou por falta de habilidade como líder, então, justificativas como cortes e reestruturações são utilizadas com muita frequência.

3 – Mentir sobre prazo de permanência nos empregos anteriores. Com medo de serem eliminados pelo “pouco tempo de casa” alguns candidatos mentem sobre o tempo que trabalharam em determinada empresa. Entretanto, algumas empresas checam a carteira profissional em fases preliminares do processo de admissão e se houver divergência a contratação poderá ser cancelada e sua imagem denegrida.

4 – Mentir sobre o local de sua residência. Alguns candidatos que moram mais longe cadastram-se colocando endereços mais próximos com receio de nem serem convidados ao processo já que é sabido que muitas empresas não contratam quem toma mais de 2 conduções por trecho.

5 – Mentir sobre suas competências declarando que são proativos, possuem excelente relacionamento interpessoal, gostam de trabalhar em equipe e que alcançaram determinados resultados que efetivamente não espelham a verdade.

6 – Mentir sobre o cargo e as atividades que fazia. Na tentativa de assumir posições maiores, não é incomum encontrarmos candidatos que declararam que eram líderes de áreas quando na verdade nunca tiveram uma equipe.

7- Declarar terem trabalhado em grandes empresas (e falsificar registro em carteira). Esta mentira que pode inclusive ser tipificada como crime não é tão rara quanto se pensa. Convencidas de que só terão chance se supostamente tiverem experiência em grandes empresas, algumas pessoas acabam mentindo neste sentido.

8 – Mentir sobre cursos e certificações que nunca fizeram.

9 – Mentir sobre seus hobbies e sobre o que faz em horas de lazer. Dificilmente um candidato vai dizer que bebe e vai para balada nos finais de semana. Da mesma forma há uma tendência a ocultar hobbies como motociclismo, esportes radicais e artes marciais que são atividades que geram um risco maior de afastamento por acidentes ou lesões.

10 – Mentir sobre suas reais condições de saúde. Com medo de não serem contratados alguns candidatos omitem doenças crônicas como diabetes, hipertensão ou cardiopatias.

bomba.jpg

Crédito: GQ Images, extraído de: https://www.gqindia.com/content/how-not-behave-meetings-gq-india

– Não é vexatório “plantar” um jogador no Ponto Penal?

Depois do ocorrido com Andreas Pereira e a reclamação de Memphis Depay no Corinthians 0x1 Palmeiras (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-1dIy), todos estão mais atentos para que se evite tal situação.

A questão é: nada disso deveria ser necessário no futebol moderno. Vivemos em outra época, com outra geração. Tal conduta antidesportiva cometida por jogadores profissionais deveria ser banida.

No Morumbi, em São Paulo 2×0 Grêmio, o atleta Enzo Dias ficou plantado diante do Ponto Penal. Ora, há árbitro para punir com Cartão Amarelo quem queira fazer marcas no local. Além disso, o bandeira 2 deve ajudar nessa fiscalização (embora, já falamos sobre isso, na Arena Neo Química ele não fez).

O esporte deveria servir de exemplo para a Sociedade. Mas o futebol brasileiro tem remado na maré contrária: simulações, reclamações, torcida única, e, agora, medo de conduta antidesportiva.

Não está tudo errado?

– Coisas que não devemos ter arrependimento:

Se agirmos corretamente, há coisas pelas quais não devemos nos preocupar. Das questões motivacionais às sociais, em 4 ítens:

(Abaixo, na figura):

– Não é vexatório “plantar” um jogador no Ponto Penal?

Depois do ocorrido com Andreas Pereira e a reclamação de Memphis Depay no Corinthians 0x1 Palmeiras (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-1dIy), todos estão mais atentos para que se evite tal situação.

A questão é: nada disso deveria ser necessário no futebol moderno. Vivemos em outra época, com outra geração. Tal conduta antidesportiva cometida por jogadores profissionais deveria ser banida.

No Morumbi, em São Paulo 2×0 Grêmio, o atleta Enzo Dias ficou plantado diante do Ponto Penal. Ora, há árbitro para punir com Cartão Amarelo quem queira fazer marcas no local. Além disso, o bandeira 2 deve ajudar nessa fiscalização (embora, já falamos sobre isso, na Arena Neo Química ele não fez).

O esporte deveria servir de exemplo para a Sociedade. Mas o futebol brasileiro tem remado na maré contrária: simulações, reclamações, torcida única, e, agora, medo de conduta antidesportiva.

Não está tudo errado?

– O ESG do SPFC:

Depois de vários escândalos no São Paulo FC, a nova diretoria tomou várias medidas para que o clube seja mais transparente e aberto. O “PIT” visa ser “um programa estruturado para prevenir, identificar e tratar desvios éticos e de conduta”.

No papel, são ideias maravilhosas! Mas acontecerão?

Se todos os clubes fizessem isso de verdade…

Abaixo, do site do São Paulo FC, por Giovanna Bastos (em: https://www.saopaulofc.net/sao-paulo-futebol-clube-realiza-encontro-para-fortalecer-o-programa-integridade-tricolor/).

PROGRAMA DE INTEGRIDADE

O São Paulo Futebol Clube realizou na manhã desta terça-feira (10) um encontro para fortalecer o Programa Identidade Tricolor, uma iniciativa do Clube voltada à consolidação de uma cultura ética, transparente e responsável, estruturando mecanismos de prevenção, detecção e resposta a desvios de conduta, fortalecendo a governança e promovendo eficiência institucional.

No encontro, o presidente Harry Massis reafirmou seu apoio e engajamento direto no avanço do programa e destacou o quão importante é para o clube recuperar a confiança e a credibilidade.

“Conto com a participação ativa e colaborativa de cada um para que o PIT atinja seu estado pleno de vigência e eficiência, condição importante para contribuir para que o São Paulo Futebol Clube reconquiste do público, do mercado e do torcedor a confiança e credibilidade que sempre teve”, explicou o presidente.

Durante o encontro, o diretor executivo de ESG, Riscos e Compliance, Roberto Armelin, apresentou a estrutura do PIT e as frentes em andamento, incluindo o projeto +Conhecimento, voltado à capacitação contínua e direcionada de colaboradores. “O PIT é uma ferramenta de transformação cultural e de proteção institucional. Ele fortalece a governança, aumenta a segurança dos processos e consolida um padrão de integridade que precisa ser vivido por toda a liderança”, explicou Roberto Armelin.

O evento marcou a inauguração de um novo espaço no MorumBIS voltado para treinamento e contou com as presenças do presidente do Conselho Consultivo, José Eduardo Mesquita Pimenta, do presidente do Conselho Deliberativo, Olten Ayres de Abreu Júnior, do presidente do Conselho Fiscal, Pedro Sansão Leite, além de diretores executivos e gerentes.

Estrutura e pilares

O PIT é um programa estruturado para prevenir, identificar e tratar desvios éticos e de conduta, sustentado por pilares essenciais: comprometimento da alta direção, gestão de riscos, normas e políticas, treinamento, canal de relatos, investigações, due diligence, controles internos, auditoria, governança e indicadores de melhoria contínua.

Frentes ativas e próximos passos

Entre as iniciativas já em andamento destacadas durante o encontro estão: Canal de Relatos, trilhas de capacitação do projeto de Educação Continuada +Conhecimento, revisão de normas e políticas, além do Portal +Tricolor, que centraliza informações e amplia a comunicação transparente dentro do Clube. Nos próximos meses, o São Paulo seguirá avançando em ações estratégicas que incluem mapeamento e mitigação de riscos, digitalização e monitoramento de processos, capacitação de equipes e fortalecimento da atuação coordenada entre áreas, com indicadores para medir evolução e efetividade.

– O ESG do SPFC:

Depois de vários escândalos no São Paulo FC, a nova diretoria tomou várias medidas para que o clube seja mais transparente e aberto. O “PIT” visa ser “um programa estruturado para prevenir, identificar e tratar desvios éticos e de conduta”.

No papel, são ideias maravilhosas! Mas acontecerão?

Se todos os clubes fizessem isso de verdade…

Abaixo, do site do São Paulo FC, por Giovanna Bastos (em: https://www.saopaulofc.net/sao-paulo-futebol-clube-realiza-encontro-para-fortalecer-o-programa-integridade-tricolor/).

PROGRAMA DE INTEGRIDADE

O São Paulo Futebol Clube realizou na manhã desta terça-feira (10) um encontro para fortalecer o Programa Identidade Tricolor, uma iniciativa do Clube voltada à consolidação de uma cultura ética, transparente e responsável, estruturando mecanismos de prevenção, detecção e resposta a desvios de conduta, fortalecendo a governança e promovendo eficiência institucional.

No encontro, o presidente Harry Massis reafirmou seu apoio e engajamento direto no avanço do programa e destacou o quão importante é para o clube recuperar a confiança e a credibilidade.

“Conto com a participação ativa e colaborativa de cada um para que o PIT atinja seu estado pleno de vigência e eficiência, condição importante para contribuir para que o São Paulo Futebol Clube reconquiste do público, do mercado e do torcedor a confiança e credibilidade que sempre teve”, explicou o presidente.

Durante o encontro, o diretor executivo de ESG, Riscos e Compliance, Roberto Armelin, apresentou a estrutura do PIT e as frentes em andamento, incluindo o projeto +Conhecimento, voltado à capacitação contínua e direcionada de colaboradores. “O PIT é uma ferramenta de transformação cultural e de proteção institucional. Ele fortalece a governança, aumenta a segurança dos processos e consolida um padrão de integridade que precisa ser vivido por toda a liderança”, explicou Roberto Armelin.

O evento marcou a inauguração de um novo espaço no MorumBIS voltado para treinamento e contou com as presenças do presidente do Conselho Consultivo, José Eduardo Mesquita Pimenta, do presidente do Conselho Deliberativo, Olten Ayres de Abreu Júnior, do presidente do Conselho Fiscal, Pedro Sansão Leite, além de diretores executivos e gerentes.

Estrutura e pilares

O PIT é um programa estruturado para prevenir, identificar e tratar desvios éticos e de conduta, sustentado por pilares essenciais: comprometimento da alta direção, gestão de riscos, normas e políticas, treinamento, canal de relatos, investigações, due diligence, controles internos, auditoria, governança e indicadores de melhoria contínua.

Frentes ativas e próximos passos

Entre as iniciativas já em andamento destacadas durante o encontro estão: Canal de Relatos, trilhas de capacitação do projeto de Educação Continuada +Conhecimento, revisão de normas e políticas, além do Portal +Tricolor, que centraliza informações e amplia a comunicação transparente dentro do Clube. Nos próximos meses, o São Paulo seguirá avançando em ações estratégicas que incluem mapeamento e mitigação de riscos, digitalização e monitoramento de processos, capacitação de equipes e fortalecimento da atuação coordenada entre áreas, com indicadores para medir evolução e efetividade.

– A ética deveria ter padrão?

Olhe só que texto bacana sobre “Padronização ou não da Ética”! É possível? É devido? Ou é necessário?

Extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/a-padroniza%C3%A7%C3%A3o-da-%C3%A9tica-seria-o-melhor-caminho-6867de221b66

A PADRONIZAÇÃO DA ÉTICA SERIA O MELHOR CAMINHO?

por José Renato Sátiro Santiago

Um conjunto de padrões e valores morais sobre os quais um grupo ou indivíduo está, de certa forma, submetido, é um conceito costumeiramente utilizado para ética. Pode ser possível notar não haver qualquer relação qualitativa, isto é, quer sejam bons ou nem tanto assim, estes padrões e valores não estão sujeitos a avaliação. Talvez por isso, seja possível notarmos a sua presença, ou não, tanto em ambientes que prezam pela, digamos, a verdade e bons costumes, como em outros onde o mal caratismo está a predominar.

Ardoroso fã da trilogia de “O Poderoso Chefão”, filme que mostra em detalhes todo os modus operandi da máfia italiana nos Estados Unidos, passei a ter um entendimento maior quanto a abrangência da ética ao aferir o andamento dos acontecimentos de muitos de seus personagens. Inseridos em um ambiente nefasto de violência sem limites, tudo parecia ser permitido e, até certo ponto, suportado nas relações, com exceção da falta de ética, um crime considerado imperdoável e sobre o qual a pena convencionalmente atribuída era a da morte sumária, muitas vezes com crueldade.

Ao se quebrar a confiança sobre os padrões e valores a serem assumidos no ambiente do qual fazemos parte, as relações se quebram, muitas vezes, perpetuamente. Talvez isso explique, um pouco que seja, a importância de mantermos a ética com uma guia importante e garantidora das expectativas sobre as quais tantos temos uns sobre os outros. Ainda que possamos fazer parte de distintos grupos que assumam padrões éticos bem diferentes entre si, nos cabe segui-los pontualmente conforme papel que estejamos protagonizando no momento. Isto torna tudo ainda mais complexo, uma vez que podemos com um mesmo ato, estarmos sendo ético dentro de um determinado grupo, e totalmente não ético em outro.

Certa vez, atuando em uma grande organização brasileira, recebi uma mensagem, assim como todos os mais de mil colaboradores, no e-mail, com um colega oferecendo serviços remunerados de digitalização, atividade profissional que fazia parte de uma de suas atribuições naquela empresa. Em um primeiro momento, entendi ter sido mero equívoco por parte dele, o envio daquela mensagem. Posteriormente que talvez fosse apenas um ato intempestivo, sem noção. Não foi, no entanto, o que a área de Recursos Humanos entendeu. A demissão imediata do emissor foi a decisão tomada sem muita demora, sob o argumento de que o código de ética da empresa houvera sido quebrado com aquele ato. “Pois, então temos um código de ética…” foi meu pensamento e de tantos outros. Também pensei no quanto aquela atitude seria vista como empreendedora em outro ambiente, uma vez que poderia permitir para alguns a percepção sobre a “grande sacada de oferecer serviços extras para outros colegas” ainda que estivesse utilizando como meio para disseminação dessa informação ferramentas corporativas de uma organização. Sem dúvida alguma a ética demanda clareza de entendimento.

Pois é, nos últimos tempos, é grande a preocupação organizacional no que diz respeito a garantir que seus colaboradores mantenham, ou ao menos assumam, padrões e valores comuns. Isto justifica, de alguma maneira, o fato de tantas empresas investirem tempo precioso na elaboração de seus códigos de ética tendo como base, como o próprio conceito, citado no começo do texto, pontua ser um conjunto de padrões e valores morais sobre os quais seus colaboradores estão submetidos. Muitas a fazem por real necessidade, outras por exigências de alguns stakeholders, há ainda aquelas que avançam neste sentido por acreditarem realmente em sua importância. Que bom seria que todas elas assim a assumissem de forma efetiva, não apenas para exibição, mas principalmente de maneira a impactar efetivamente seus processos, internos e externos, e sempre pautada das melhores das intenções.

Imagem extraída do link acima

– O que é Ética?

Ética é tudo isso exposto na imagem abaixo e muito mais! O importante é: praticá-la.

Veja só:

Imagem extraída da Internet (autoria desconhecida, quem conhecer, favor indicar para os créditos).

– Diferenciando Política e Politicagem.

Conversando com um amigo, falávamos da necessidade de se fazer Política no Brasil.

Sim, Política com P maiúsculo, aquilo que faz bem ao próximo, desinteressadamente. É a chamada “arte de se relacionar”.

Infelizmente, hoje se pratica a “politicagem”, prática corrupta e que acaba com o país!

Portanto, diferenciei a Política da Politicagem, os bons (raros, é verdade) Políticos dos Politiqueiros.

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– A 1a Fake News do mundo foi contada num Livro da Bíblia!

A serpente que enganou Adão e Eva com o fruto proibido, numa linguagem romântica da entrada do pecado no mundo, foi a primeira propagadora das notícias falsas e que prejudicam as pessoas, as chamadas “Fake News”, tão comuns e preocupantes em nossos dias (para entender melhor sobre essas “Falsas Notícias”, clique aqui: https://wp.me/p4RTuC-lyJ).

Quando questionado sobre esse péssimo fenômeno na sociedade, disse o atual Pontífice, o Papa Francisco, algo bem interessante:

“A estratégia usada pela engenhosa serpente no Livro do Gênesis, quem no alvorecer da humanidade criou a primeira Fake News, que se tornou a trágica história do pecado humano”.

Perfeito! Quanta bobagem, mentira, calúnia e outras coisas ruins propagadas por fofocas e manchetes tendenciosas que o mundo virtual tem nos proporcionado, infelizmente, graças às Fake News. Cizânias e brigas a todo instante exclusivamente por falsidades.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Já não era hora de alguém fiscalizar melhor as SAFs?

As primeiras sociedades anônimas de futebol do Brasil foram polêmicas: a do Botafogo, de Textor, sofreu recentemente Transfer ban. A do Vasco, a 777, nem existe mais. A do Cruzeiro foi vendida por Ronaldo a Pedrinho BH. E outras, por aí, mostram-se questionáveis.

Ser SAF não significa ser bem administrada ou honesta. É uma empresa como outra qualquer, mas voltada ao negócio futebol. E, recentemente, surgiu a indagação: algumas SAFs ou Mecenas estariam lavando dinheiro no esporte?

Vide o noticiário policial… a SAF do Atlético Mineiro está sendo investigada pelos aportes de Daniel Vorcaro, do Banco Master, ligando-o até mesmo com uma relação junto ao PCC (o CAM afastou Vorcaro do clube).

De onde vem o dinheiro investido, em muitos clubes (incluindo os que não são SAF)?

A transparência no futebol se faz necessária, principalmente nesses dias conturbados.

– Já não era hora de alguém fiscalizar melhor as SAFs?

As primeiras sociedades anônimas de futebol do Brasil foram polêmicas: a do Botafogo, de Textor, sofreu recentemente Transfer ban. A do Vasco, a 777, nem existe mais. A do Cruzeiro foi vendida por Ronaldo a Pedrinho BH. E outras, por aí, mostram-se questionáveis.

Ser SAF não significa ser bem administrada ou honesta. É uma empresa como outra qualquer, mas voltada ao negócio futebol. E, recentemente, surgiu a indagação: algumas SAFs ou Mecenas estariam lavando dinheiro no esporte?

Vide o noticiário policial… a SAF do Atlético Mineiro está sendo investigada pelos aportes de Daniel Vorcaro, do Banco Master, ligando-o até mesmo com uma relação junto ao PCC (o CAM afastou Vorcaro do clube).

De onde vem o dinheiro investido, em muitos clubes (incluindo os que não são SAF)?

A transparência no futebol se faz necessária, principalmente nesses dias conturbados.

– Situação e oposição são “farinha do mesmo saco” no SP?

Ao serem reveladas conversas escusas entre a dona Rita de Cássia Adriana Prado e os diretores Douglas Schwartzmann e Mara Casares, envolvendo os camarotes do Morumbi, o presidente Júlio Casares ficou em maus lençóis. 

Pois bem: na véspera da votação do impeachment, eis que surge uma carta (um recibo) de que os oposicionistas Vinícius Pinotti, Fabio Mariz e Denis Ormrod compraram da própria Rita Adriana o “áudio vazado”, além de uma gravação sobre como justificar o vazamento (sugerindo que mentisse que o celular houvera sido roubado).

Vejo muita gente “diminuindo o ímpeto” ou escrevendo “reviravolta”. Ora, a pendenga continua igualmente ruim para a situação. O fato novo é: a oposição, aparentemente, age igualmente sem ética e de maneira desonesta.

Aqui, nada de aliviar para Casares (se tudo realmente for comprovado). E nada de “passar pano” para os opositores igualmente enrolados.

Pobre SPFC… não sobrará ninguém com moral, credibilidade incontestada e competência para assumir o clube?

– Situação e oposição são “farinha do mesmo saco” no SP?

Ao serem reveladas conversas escusas entre a dona Rita de Cássia Adriana Prado e os diretores Douglas Schwartzmann e Mara Casares, envolvendo os camarotes do Morumbi, o presidente Júlio Casares ficou em maus lençóis. 

Pois bem: na véspera da votação do impeachment, eis que surge uma carta (um recibo) de que os oposicionistas Vinícius Pinotti, Fabio Mariz e Denis Ormrod compraram da própria Rita Adriana o “áudio vazado”, além de uma gravação sobre como justificar o vazamento (sugerindo que mentisse que o celular houvera sido roubado).

Vejo muita gente “diminuindo o ímpeto” ou escrevendo “reviravolta”. Ora, a pendenga continua igualmente ruim para a situação. O fato novo é: a oposição, aparentemente, age igualmente sem ética e de maneira desonesta.

Aqui, nada de aliviar para Casares (se tudo realmente for comprovado). E nada de “passar pano” para os opositores igualmente enrolados.

Pobre SPFC… não sobrará ninguém com moral, credibilidade incontestada e competência para assumir o clube?

– Why You Keep Sabotaging Your Career Change.

Do you find yourself procrastinating, submitting work late, or causing problems to make someone’s day or your own worse? These behaviors are common …

Continua em: Why You Keep Sabotaging Your Career Change

– Por que não vivemos sem a Mentira?

Sou da seguinte opinião: uma mentirinha ou uma mentirona é mentira em qualquer lugar!

Uma pesquisa americana revela: a cada 10 minutos contamos 3 mentiras.

Será?

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2080/artigo152159-1.htm

MENTIRA: POR QUE NÃO VIVEMOS SEM ELA

por Maíra Magro

“Detesto mentira!” Qual foi a última vez que você disse essa frase ou ouviu alguém dizer? Seja como for, quem disse… mentiu. Podemos até falar que odiamos a mentira, mas lançamos mão desse recurso quase sem perceber.

O professor de psicologia Robert Feldman, da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, filmou a interação entre mais de 50 pares de pessoas que acabavam de se conhecer e constatou que elas mentiam em média três vezes numa conversa de dez minutos.

Feldman, uma autoridade mundial sobre o tema e autor do livro recém-lançado no Brasil “Quem É O Mentiroso da Sua Vida? Por Que As Pessoas Mentem e Como Isso Reflete no Nosso Dia a Dia”, constata que recorrer a desvios da verdade, além de ser quase uma questão cultural, é um recurso de sobrevivência social inescapável. “Em geral, mentimos para tornar as interações sociais mais fáceis e agradáveis, dizendo o que os outros querem ouvir, ou para parecermos melhores do que realmente somos”, disse à ISTOÉ.

O problema, ressalta, é que meros desvios dos fatos podem crescer e virar uma bola de neve, gerando relacionamentos baseados no engano. “Devemos ser mais verdadeiros e demandar a honestidade”, conclama Feldman. Na maioria das vezes, a realidade é deturpada sem malícia. São as mentiras brancas, que funcionam, nas palavras do especialista, como “lubrificantes sociais”. Isso não acontece apenas nas conversas entre estranhos, permeia também os relacionamentos mais íntimos.

A dermatologista carioca Jocilene Oliveira, 55 anos, admite praticar um clássico feminino: “Se comprei um vestido e meu marido me pergunta quanto custou, digo que foi uma bagatela, mesmo que não tenha sido”, conta ela, para quem essa mentirinha de vez em quando serve para “evitar stress” no casamento. Há poucas chances de o marido de Jocilene descobrir a verdade. Segundo a psicóloga carioca Mônica Portella, é como se jogássemos uma moeda para cima cada vez que tentássemos descobrir se alguém está falando a verdade.

Ela estudou sinais não verbais da comunicação, como movimentos dos olhos e gestos das mãos, para ver se é possível detectar os momentos em que uma pessoa diz inverdades. “A taxa de acerto de um leigo é de 50%”, revela. Outro artifício muito usado é mascarar os fatos para fazer o interlocutor sentir-se bem, como dizer que um corte de cabelo duvidoso ficou “diferente” e não horrível. A lista de situações em que exageramos ou modificamos a realidade não tem fim.

Quem nunca inventou uma desculpa esfarrapada para justificar um atraso? Segundo especialistas, as técnicas de dissimulação são aprendidas pelas crianças desde cedo – e não por meio de colegas malandros, mas com os próprios pais. “O processo educacional inibe a franqueza”, aponta Teresa Creusa Negreiros, professora de psicologia social da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro.

Uma menina que ganha uma roupa será vista como mal-educada se disser, de cara, que achou o modelo feio. O paradoxo é que, embora a sociedade condene a mentira, quem falar a verdade nua e crua o tempo todo será considerado grosseiro e desagradável. “Mentir por educação é diferente de ter um mau caráter”, pondera Teresa. Mas, para Feldman, mesmo as mentiras inofensivas devem ser evitadas, com jeitinho. “Nossos filhos não precisam ser rudes e dizer que detestaram um presente”, afirma. “Mas podemos ensiná-los a ressaltar algum aspecto positivo dele, em vez de dizer que gostaram.”

As inverdades repetidas no cotidiano mascaram os parâmetros que temos para avaliar nossas atitudes e a dos companheiros, gerando todo tipo de desentendimento. Quando estamos diante de alguém que fala muita lorota, não sabemos com quem estamos lidando.

“É muito difícil categorizar mentiras e dizer que umas são aceitáveis e outras não”, afirma Feldman. Em alguns casos, os efeitos são irreversíveis. Preocupado em saber se a ex-namorada gostava realmente dele, o estudante paulistano Rogério Yamada, 22 anos, decidiu testar o ciúme dela inventando que a havia traído.

“Ela acabou terminando comigo”, lembra. “Hoje me arrependo.” Quem é enganado também sofre, com mágoa e desconfiança – segundo especialistas, a dor é mais forte quando afeta os sentimentos ou o bolso.

A psicanalista Ruth Helena Cohen, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), oferece um consolo a quem se sentiu ludibriado: a mentira tem muito mais a ver com a psicologia de quem a conta do que com seu alvo – como no caso de Rogério, que no fundo queria saber se era amado. “É uma forma de defesa, que revela uma verdade sobre quem a diz”, afirma Ruth.

É claro que, além das mentirinhas brancas, há aquelas contadas com dolo: são trapaças e traições para beneficiar quem conta ou prejudicar o outro, como ganhar uma confiança não merecida ou cometer uma fraude financeira. Em casos mais raros, a mania de inventar e alterar os acontecimentos pode revelar uma patologia.

É a chamada “mitomania”, ou compulsão por mentir, que demanda tratamento psicológico. Uma das razões pelas quais contamos tanta mentira é que raramente nos damos mal por isso. O mentiroso tem duas vantagens: a maioria das conversas está baseada na presunção da verdade e é praticamente impossível identificar uma inverdade no ato.

Resultado de imagem para Pinóquio

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– O Conselheiro do seu clube realmente luta por ele?

Essa opinião é do grande jornalista Wanderley Nogueira: o que faz um conselheiro, e como estão atuando em alguns clubes de futebol:

Vale conferir, no link abaixo:

– As pedras de Carlos Miguel Aidar estão caindo na cabeça de muita gente no SPFC…

Existe um ditado popular que diz:

“Não jogue pedra para cima, pois ela pode cair na sua própria cabeça”.

Quando Carlos Miguel Aidar era presidente do São Paulo, de maneira arrogante, desdenhou do Palmeiras dizendo que “estava se apequenando” (enquanto comia uma banana), falando da estrutura e das dívidas.

Hoje, o faturamento do Palmeiras é quase bilionário, possui ótima estrutura e as contas estão em dia. Já o SPFC… está na mesma situação do Palmeiras naquele período (senão, pior), com escândalos de seus dirigentes da área social, do futebol profissional e da base.

Em um lugar com a preocupação máxima com o compliace, o presidente do clube Julio Casares já teria renunciado, não?

Mas a grande pergunta que fica é: qual nome são-paulino, que seja competente, que transmita honestidade e que traga credibilidade, poderá estar à frente do Tricolor Paulista hoje?

Os áudios vazados do escândalo do camarote da Shakira, cá entre nós, são vexatórios…

 Foto: Felipe Rau/Agência Estado

– As pedras de Carlos Miguel Aidar estão caindo na cabeça de muita gente no SPFC…

Existe um ditado popular que diz:

“Não jogue pedra para cima, pois ela pode cair na sua própria cabeça”.

Quando Carlos Miguel Aidar era presidente do São Paulo, de maneira arrogante, desdenhou do Palmeiras dizendo que “estava se apequenando” (enquanto comia uma banana), falando da estrutura e das dívidas.

Hoje, o faturamento do Palmeiras é quase bilionário, possui ótima estrutura e as contas estão em dia. Já o SPFC… está na mesma situação do Palmeiras naquele período (senão, pior), com escândalos de seus dirigentes da área social, do futebol profissional e da base.

Em um lugar com a preocupação máxima com o compliace, o presidente do clube Julio Casares já teria renunciado, não?

Mas a grande pergunta que fica é: qual nome são-paulino, que seja competente, que transmita honestidade e que traga credibilidade, poderá estar à frente do Tricolor Paulista hoje?

Os áudios vazados do escândalo do camarote da Shakira, cá entre nós, são vexatórios…

 Foto: Felipe Rau/Agência Estado

– Black Friday pra Valer ou não?

Hoje temos mais um ano da versão brasileira do dia do “Black Friday” como dos EUA. A data é de liquidações gerais com descontos altíssimos.

Lá, o país para. Aqui ainda não (apesar das inúmeras e insistentes propagandas).

Algumas observações: existem realmente produtos com preço atrativos, mas há também os golpes de espertalhões, como, por exemplo, aumentar os preços e na sequência reduzi-los. Eu não comprei nada até agora, mas já vi alguns preços “engana-manés”… e você?

Tomara que não seja uma pejorativa “Black Fraude”…

Imagem relacionada

– Eu me preocupo com essas relações…

As SAFs são uma realidade em nosso país. Algumas sérias, outras suspeitas, outras de mecenas.

Tudo deve ser fiscalizado, e ninguém condenado ou rotulado antes da hora. Mas o futebol sempre permite associações complicadas.

Li essa matéria do InfoMoney, e penso: a SAF do Atlético Mineiro, caso isso se comprove, é vítima dessa turma de aproveitadores?

Mas… poderia ser evitado?

Não sei. A resposta para as autoridades (de novo: caso se confirme).

– Eu me preocupo com essas relações…

As SAFs são uma realidade em nosso país. Algumas sérias, outras suspeitas, outras de mecenas.

Tudo deve ser fiscalizado, e ninguém condenado ou rotulado antes da hora. Mas o futebol sempre permite associações complicadas.

Li essa matéria do InfoMoney, e penso: a SAF do Atlético Mineiro, caso isso se comprove, é vítima dessa turma de aproveitadores?

Mas… poderia ser evitado?

Não sei. A resposta para as autoridades (de novo: caso se confirme).

– Bruno Henrique, Vitor Roque e… FERREIRINHA!

Eu achei um absurdo Bruno Henrique não sofrer uma punição significativa. Falei aqui: https://professorrafaelporcari.com/2025/11/13/que-vergonha-a-absolvicao-de-bruno-henrique/

Também acho que não se pode passar pano e deva-se punir Vitor Roque. Está aqui: https://professorrafaelporcari.com/2025/11/13/sobre-o-julgamento-de-vitor-roque-no-stjd-sobre-o-caso-de-homofobia/

Agora, relembrei um fato que passou batido por todos nós: o Ferreirinha (que estava no Grêmio) publicou sua aposta esportiva em uma Rede Social! E não deu nada…

Lembrando: o artigo 26 do Código de Ética da FIFA, fala sobre a proibição de apostas de jogadores e demais membros. E no 26.2, cita “apostas por vias indiretas”, onde se refere a parentes ou agentes.

Relembre sobre Ferreirinha, aqui: https://leiemcampo.com.br/caso-ferreirinha-reforca-importancia-de-clubes-tratarem-com-atletas-a-relacao-com-as-apostas-esportivas/