– Turno 2 de 2: Na Faculdade.

Estive nessa noite na Faditu, falando um pouco sobre Administração Estratégica.

É muito bom ver nossos alunos com olhos brilhando. É esse o caminho, o conhecimento!

🖊️ #Ensino

– Pequenos versus Grandes na Administração de Empresas

Há 6 anos… repost pela relevância do assunto:

Discutimos em aula recente a respeito do poder de aquisição de grandes redes varejistas. Vide a compra mais recente do Grupo Pão de Açúcar, o Ponto Frio. Enquanto nosso debate entrou na questão do poderio financeiro, outro grupo lembrava insistentemente de algo importante: a conveniência em ser pequeno.

Pois bem: a Revista Isto É Dinheiro abordou nosso tema da sala de aula. Abaixo, extraído de: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/611/o-mundo-e-mini-por-que-cada-vez-mais-as-142038-1.htm

O MUNDO É MINI

Por que cada vez mais as empresas apostam nas lojas de conveniência e nos pequenos pontos de venda para sua expansão – por JOSÉ SERGIO OSSE

HÁ MAIS DE 30 ANOS, UM economista inglês, E. F. Schumacher, lançou o livro “Small is Beautiful”. Na obra, um clássico da literatura econômica, o estudioso defendia que as grandes organizações, devido ao seu gigantismo, se tornavam “inadministráveis”. Pois o varejo parece ter descoberto as lições de Schumacher. Por muito tempo, o “quente” foram as mega-stores e pontos de venda cada vez maiores.

De supermercados a livrarias, o objetivo desse formato era oferecer em um único lugar tudo o que um consumidor precisava. Nos últimos tempos, porém, inverteu-se a direção: a onda agora são as minilojas. Empresas de todos os portes e atividades, da Livraria Cultura às redes de supermercados, como Pão de Açúcar e Carrefour, aderiram à moda. O trânsito caótico, a questão da segurança e a comodidade estimulam a proliferação das pequenas lojas – além do acirramento da concorrência exercida pelos pequenos armazéns.

“Nosso objetivo é estar junto ao consumidor em qualquer momento de seu consumo”, diz Laurent Bendavid, diretor do Carrefour Bairro, a bandeira de supermercados de vizinhança do grupo francês.

Para essas empresas, não se trata apenas de modismo. “A tendência de lojas menores não tem volta”, diz Sylvia Leão, diretora-executiva do Extra, a rede de hipermercados do Grupo Pão de Açúcar. É ela que mantém as bandeiras Extra Perto e Extra Fácil, sendo que essa última oferece cerca de 3,5 mil produtos diferentes, contra 10 mil a 17 mil das lojas convencionais. Para o grupo, trata-se de uma investida estratégica.

No final de 2008, apenas quatro lojas ostentavam a placa Extra Fácil. Atualmente, são 65. Até o final do ano, esse número baterá em 100.Segundo a Abras, entidade que reúne os supermercados, ao fim de 2008, das 5.470 lojas das 500 maiores redes do País, 3.459 eram nesse formato.

Do ponto de vista econômico, faz todo o sentido apostar nesse tipo de ponto de venda. Segundo Bendavid, os preços praticados nas lojas menores “cobram” a comodidade e a praticidade proporcionadas aos consumidores. “Não é um aumento de 2% a 3% que vai fazer uma pessoa preferir pegar seu carro para economizar 7% comprando em um hipermercado”, revela o executivo do Carrefour, indicando qual a diferença dos preços cobrados nos dois formatos. A francesa tem apenas oito unidades de conveniência, mas todas em postos de combustíveis.

Segundo Bendavid, esse número crescerá rapidamente. O modelo de lojas menores não interfere, de acordo com as próprias redes, no resultado das operações tradicionais. “Até agora não tivemos problemas com sobreposição”, diz Sylvia. Mais do que isso, no caso do Pão de Açúcar e do Carrefour, essas lojas menores se beneficiam do poder de compra e negociação dos grupos dos quais fazem parte.

Com acesso a mercadorias a preços mais baixos e um adicional no valor cobrado do consumidor, a margem de lucro nessas unidades tende a ser melhor. Por outro lado, há pouco espaço para estoque e elas precisam ser abastecidas mais vezes do que suas irmãs maiores. “Temos muitos ‘planos B’, inclusive usar uma loja maior para abastecer outra, se necessário”, diz Sylvia.

Outra grande rede que pretende, em breve, enveredar pelo caminho das lojas pequenas no Brasil é a livraria francesa Fnac. Segundo seu presidente, Pierre Courty, a falta de bons espaços pode forçar um “regime” nas lojas da Fnac.

Em cinco anos, ele considera possível reduzir pela metade o tamanho das unidades da empresa, que têm entre 4 mil e 5 mil metros quadrados, para lojas de até 2,5 mil metros quadrados. Um de seus principais rivais, a Livraria Cultura, também segue esse caminho. Sua meta é reforçar a presença da marca junto a públicos específicos.

A empresa tem apostado em pequenas lojas temporárias em eventos como a Casa Cor e o São Paulo Fashion Week. “Cada loja tem uma oferta direcionada para o perfil de visitantes desses eventos, o que se traduz num ganho enorme para a marca”, diz Sérgio Herz, diretor comercial da livraria. O McDonald’s aproveitou essa onda para conquistar um público que só ia às suas lanchonetes para levar os filhos: os consumidores com mais de 30 anos.

Para eles, a rede de fastfood criou o McCafé, com um visual mais sóbrio. Isso atraiu e fidelizou clientes mais endinheirados. Hoje, são 57 McCafés no Brasil. Os produtos de cafeteria já respondem por mais de 10% do total das vendas. Para a maior rede de fastfood do mundo, o título do livro de Schumacher faz cada vez mais sentido.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para os créditos.

– FFOA!

Baseada na tradicional análise de Força / Fraqueza e Oportunidades / Ameaças, a Inteligência Competitiva ajuda a antecipar tendências do mercado.

Compartilho, extraído de Folha de São Paulo, ed 20/08/2017, Caderno Sobretudo, Pg 5

PROFISSIONAIS USAM TÁTICAS EMPRESARIAIS PARA SE ANTECIPAR AO MERCADO

Por Anna Rangel

Gerir a própria carreira como se fosse uma empresa -e passar a monitorar o mercado e os concorrentes- pode ser uma boa estratégia para um profissional se destacar no mercado de trabalho.

A tática é baseada na “inteligência competitiva”, metodologia adotada pelas organizações na qual são coletadas informações públicas, como demonstrações financeiras e tendências de mercado, que ajudam na tomada de decisões, como por exemplo a de lançar um produto.

Para o profissional, o primeiro passo é simples: ele pode fazer uma lista das suas prioridades. “Basta colocar as oportunidades e os possíveis problemas, como uma nova tecnologia ou a automação de parte das suas funções, e os seus pontos fortes e suas fraquezas”, ensina Alfredo Passos, especialista em inteligência empresarial.

Assim, fica mais fácil a pessoa se comparar com seus pares e observar se e quando vale investir em algum outro idioma, em um curso livre ou em um mestrado profissional.

Essa análise é chamada de Matriz Fofa (veja abaixo), acrônimo para “forças, oportunidades, fraquezas e ameaças”, e é uma das mais usadas nas empresas.

A especialista em marketing Carolline Volpato, 21, criou um plano de guerra parecido com a Fofa ao largar a faculdade e começar a investir, mesmo sem qualificação formal, em sua nova área.

“Por pressão da família, fui estudar química. Mas, ao ver uma palestra sobre marketing, decidi que era hora de correr atrás da minha vocação. Procurei o palestrante, pedi para acompanhá-lo por uma semana e logo depois ele me deu uma oportunidade.

  Bruno Santos/ Folhapress  
SAO PAULO, SP, BRASIL, 17-08-2017: O Carreiras dessa semana vai mostrar como aplicar conceitos de inteligencia competitiva (observacao de concorrencia, mapeamento de mercado etc). Na foto a coordenadora de marketing da Easy Carros Carolline Volpato (21), que largou uma faculdade de quimica para correr atras do sonho de virar especialista em marketing. Ela monitora concorrencia, vai atras de conversar com outros profissionais que admira e procura cursos para se tornar competitiva. (Foto: Bruno Santos/ Folhapress) *** FSP-SUP-ESPECIAIS *** EXCLUSIVO FOLHA***
A especialista em marketing Carolline Volpato, 21, na Easy Carros, onde trabalha, na zona oeste de SP

Para aprender mais rápido as habilidades necessárias na nova função, Volpato faz planilhas nas quais lista contatos-chave do setor, cursos e eventos setoriais, com prazo para completar as atividades.

“Às vezes, procuro ‘coordenador de marketing’ no LinkedIn e confiro a trajetória de quem já está onde quero chegar. Abordo alguns para pedir conselhos”, diz.

Essa busca nas redes ajuda Volpato a descobrir como melhorar sua formação.

Para Dimitriu Bezerra, especialista em RH da Votorantim, o profissional não pode esperar que a empresa lhe ofereça subsídios para melhorar a qualificação.

“As organizações incentivam essa busca, mas cada um deve saber como melhorar. Essa iniciativa é levada em conta na hora de promover alguém, diz Bezerra.

Falta essa disposição para quem já tem alguma experiência, mas ainda não chegou a cargo de gestão, segundo Raphael Falcão, diretor da consultoria de RH Hays.

“Essas pessoas entraram no mercado em um período de pleno emprego, por isso não veem como a competição aumentou nos últimos anos.”

A advogada Daniella Corsi veio da área tributária. Antes de virar coordenadora, estudou direito previdenciário, cível, criminal e ambiental. Objetivo: ser diretora jurídica.

“De seis em seis meses planejo o que preciso fazer para me manter competitiva, e acompanho novidades do direito, como a ética empresarial, que está em alta”, diz.

  Gabriel Cabral/Folhapress  
São Paulo, SP, Brasil, 16-08-2017: Daniella Corsi, coordenadora jurídica da Votorantim. (foto Gabriel Cabral/Folhapress)
Daniella Corsi, coordenadora jurídica da Votorantim, na sede da empresa em SP

Mas vale ter cuidado ao abraçar novas tendências para não seguir a multidão sem critério, aponta Edmarson Mota, professor de desenvolvimento humano da FGV (Fundação Getulio Vargas).

Isso porque há áreas da moda que acabam saturadas com a alta oferta de profissionais. Um exemplo é a análise de grandes lotes de dados (big data), que anos atrás era a promessa do mercado.

“Não adianta só seguir os outros, mas tentar identificar o que vem por aí antes da maioria”, afirma Mota.

Para criar uma vantagem sobre a concorrência, avaliar a própria evolução pode ser mais vantajoso do que competir com os outros.

“A pessoa deve se comparar consigo mesma um ano atrás. Se não houve melhora, não significa que está estável, mas que piorou”, diz Eugênio Mussak, consultor de RH e professor da FIA (Fundação Instituto de Administração).

Editoria de Arte/Folhapress
Crie sua estratégia

– E se as empresas comprassem ambientes naturais para preservação?

Olhe só que iniciativa ecologicamente perfeita: para preservar a beleza de um entardecer, a Cervejaria Corona comprou um terreno para que o sol da tarde seja refletido na areia da praia.

Compartilho, extraído de: https://www.linkedin.com/posts/maiteschneider_a-corona-comprou-um-terreno-a-beira-mar-activity-7321048939497947136-V2kq/

CORONA NA PRAIA DA PIEDADE

por Maitê Schneider

A Corona comprou um terreno à beira-mar na Praia de Piedade, em Pernambuco, mas ao contrário do que muitos pensam, não é para construir nada. A ideia é justamente o oposto: impedir novas construções que bloqueiem a luz do sol e preservar a vista natural da praia.

A ação faz parte da comemoração do aniversário de 100 anos da marca, e com isso a Corona está lançando a primeira Reserva Solar da história. Além disso, a campanha global ganhou o nome de “Protect Paradise”, reforçando o compromisso da marca com a preservação ambiental.

– A história da Casio, de Tadao Kashio.

Uma história de Inovação e Inspiração, abaixo:

Extraído do LinkedIn de Carlos Alberto Tavares Ferreira, em: https://www.linkedin.com/posts/carlos-alberto-tavares-ferreira-%F0%9F%8C%B1%F0%9F%92%A7-18b24621_n%C3%A3o-queria-criar-um-luxo-queria-criar-um-activity-7324010608306057217-zPcW/

“Não queria criar um luxo. Queria criar um companheiro de jornada.” (Tadao Kashio)

Enquanto o mercado se encantava com relógios que mais pareciam joias de vitrine, Tadao pensava diferente:

Um relógio que resistisse ao tempo. Que acompanhasse o estudante, o operário, o cientista.

Que não quebrasse com uma queda, que não custasse uma fortuna, mas que oferecesse algo ainda mais raro: confiança.

Assim nasceu o espírito Casio: Funcional. Resiliente. Acessível.

Um relógio que te dava as horas, mas também te ensinava o valor do tempo.

Presente em provas, entrevistas, primeiras viagens, turnos noturnos.

Não era ostentação. Era propósito. Por isso, Casio se tornou eterno.

Porque quando algo é útil, honesto e bem feito, ele não se exibe… ele permanece.

Hoje, cada Casio no pulso diz algo simples e poderoso: “Estou pronto para o que vier.” Porque um bom relógio não marca só as horas.

Ele move quem tem planos.

Casio não nasceu para se gabar.

Nasceu para nunca te deixar na mão.

O tempo é precioso. E merece um relógio que o respeite.

– Funcionário Reborn:

E na moda dos bebês reborns, muita gente cria categorias de “reborn” propícias à sua área.

Cá entre nós: esse artigo sobre “colaboradores reborns” faz sentido! Abaixo:

– Anitta troca o Nubank pelo Mercado Pago.

E quem tem dinheiro, desdenha do concorrente (que pode ser tão afortunado quanto ele, embora, possa não ter a mesma audácia).

Tempos atrás, a cantora Anitta virou garota-propaganda do Nubank, e até virou parte integrante do Conselho da Empresa!

Agora, ela foi ao… Mercado Pago, seu concorrente.

A polêmica tem sido grande. Abaixo:

– Persistência tem limite.

Você sabe como identificar o momento de mudar de ramo?

Reduzir as chances de quebra é importante tanto quanto o limite da insistência.

Compartilho, extraído de:

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/04/1877554-empresario-precisa-saber-identificar-qual-e-a-hora-de-desistir-de-um-negocio.shtml

PERSISTÊNCIA TEM LIMITE

Por Jussara Soares

Para ser um empreendedor de sucesso, além de ter boas ideias e conhecimento de mercado, é preciso saber a hora de parar de insistir e mudar os planos.

“O empresário deve perceber quando está sendo persistente e quando está sendo teimoso. Há empreendedor que, por vaidade, só quer provar que tem razão”, afirma José Marques Pereira Junior, professor da Escola de Negócios do Sebrae-SP.

Para decidir se vale a pena resistir ou não, o profissional deve fazer uma autocrítica amparada em indicadores que apontem a viabilidade da empresa e o fôlego financeiro -e emocional- de quem deseja manter o negócio.

“Se o empreendedor percebe que não está indo a lugar nenhum, é hora de repensar o modelo do negócio”, complementa o consultor.

Em 2008, o procurador do Trabalho Renato Saraiva, 48, criou um curso preparatório para o exame da Ordem dos Advogados do Brasil presencial e transmitido via satélite para algumas universidades.

Um ano depois, a concorrência de escolas tradicionais e o alto custo da tecnologia quase o levaram à falência. Para salvar o empreendimento, Saraiva passou a veicular as aulas pela internet.

“Abandonamos o curso presencial e criamos o que depois viria a ser o primeiro curso on-line da CERS, uma holding de educação digital”, explica ele, presidente do grupo. A mudança fez com que o faturamento passasse de R$ 1 milhão em 2009 para R$ 73 milhões em 2016.

Hoje, a holding prepara profissionais para a carreira pública e para o mundo corporativo. Cerca de 700 mil pessoas já estudaram com a ajuda da empresa.

SOB NOVA DIREÇÃO

Em muitos casos, a melhor saída é encerrar um projeto e recomeçar. “É comum empreendedores tentarem várias vezes antes de obter sucesso. Essas tentativas podem significar aprendizado e experiência”, diz Luiz Manzano, diretor de apoio a empreendedores da Endeavor Brasil.

Os irmãos Rennan Sanchez, 30, e Ricardo Brandão, 38, comemoram a expansão da empresa Sky.One, especializada no serviço de “cloud” (armazenamento de dados na nuvem) para fabricantes de softwares, fundada por eles e outros dois sócios em 2014.

Eles têm 500 clientes no Brasil e mais de 20 nos Estados Unidos, além de uma base que está sendo montada em Viena, na Áustria, para atender o mercado europeu. O sucesso, no entanto, veio depois de tentativas frustradas em outros negócios na área.

PREVENIR É MELHOR – O que pode ser feito para reduzir as chances de quebra:        

1.O plano de negócio pode e deve mudar ao longo da vida da empresa. Vale fazer uma revisão a cada três meses no primeiro ano e uma vez por semestre no segundo. A partir do terceiro, uma análise anual pode bastar.

2.Permaneça atento: sempre pode haver um risco que não foi contabilizado, como sazonalidade, normas e regulamentações do setor ou necessidade de injeção de capital, que pode minar a viabilidade do produto.

3.Observe se outras empresas de seu ramo estão vendendo bem, como se relacionam com os clientes, que tipo de inovação criam e se há novas tendências no segmento.

4.Expandir a empresa no momento errado pode ser um tiro no pé. Avalie se é possível gerir um negócio de maior porte com a estrutura atual.

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Imagem extraída da Internet.

– Red Bull de Pomelo? Gostei.

Eu não havia gostado do Red Bull de melão e maracujá, aquele da latinha verde-claro. Nem o de figo e maçã (embora eu ame figo). Mas esse de Pomelo é muito bom!

Embora a embalagem seja lilás (não tem a ver com a fruta), Pomelo é Toranja (Grapefruit), aquela “laranjona” mais avermelhada por dentro

Eu gostei e recomendo. E melhor ainda: é livre de açúcar.

– O que é Estratégia Empresarial?

Melhor definição e exemplificação sobre “Estratégia Empresarial”, impossível!

Abaixo:

– Plano e Estratégia são iguais?

Muitas pessoas confundem plano e estratégia. E se falarmos de Planejamento Estratégico…

Gostei desse material extraído do LinkedIn de Gabriel Bechi, abaixo: https://www.linkedin.com/posts/gabrielbechi_plano-e-estrat%C3%A9gia-n%C3%A3o-s%C3%A3o-a-mesma-coisa-share-7441960618187821056-juis?utm_source=share&utm_medium=member_desktop&rcm=ACoAAAfYyaUB79SiZOXAYT3-JkVtGtrP1U_H7Ts

PLANO E ESTRATÉGIA NÃO SÃO A MESMA COISA

Estratégia é a direção. A sua teoria de como vencer o jogo. É onde você decide competir, o que te diferencia, como vai se sustentar e crescer, e qual é a vantagem que o concorrente vai ter dificuldade de copiar.

Plano é o roteiro. O caminho que você vai percorrer pra chegar a direção. É quem faz o quê, quando, como e como a gente mede se está funcionando.

Sem estratégia clara, o plano não tem direção. Sem plano, a estratégia não sai do papel (…)

Arte: extraída do link acima, do autor.

– Quando se acha uma oportunidade de negócio… o “energético gay”!

O mercado é sagaz: veja um energético temático ao nicho LGBT (vide a foto abaixo):

Aqui, observe: oportunidade de negócio, criatividade e boa demanda. Perfeito.

Só não entendi o seguinte: “Orgulho Pitaia”? Que raio de sabor é esse? Com tantas opções… achei “meia boca”.

– O ótimo novo lacre da água Crystal.

Parabéns à FEMSA / Coca-cola por criar um lacre que envelope garrafa e tampa (me refiro à água mineral Crystal).

Já vimos várias histórias de vendedores de água que aproveitam garrafas vazias e as reenvasam. Com essa inovação, resolve-se o problema.

– Desenhamos os “planos B” das nossas carreiras no auge?

Buscamos uma fonte de renda alternativa, independente de nossos empregos?
É isso que essa matéria discute: sobre novos recursos financeiros, independente da demissão do emprego ou se é desejo de incremento.

Muito bom! Compartilho, extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/carreiras/2017/07/1897575-profissional-deve-desenhar-seu-plano-b-no-auge-diz-administrador.shtml

PROFISSIONAL DEVE DESENHAR SEU PLANO B NO AUGE

Por Carolina Muniz

O que fazer logo depois de ser demitido: descansar ou agir rápido? Vale a pena investir o dinheiro da rescisão em um novo negócio? No recém-lançado “Emprego 2.0 – Como Conquistar, Manter e Crescer na Carreira”, o administrador e palestrante Marcelo Simonato, 39, dá um passo a passo de como conquistar uma nova vaga -desde a formulação do currículo até a chegada à empresa. Em entrevista, ele fala sobre como planejar a carreira em tempos de instabilidade.

RAIO-X

Idade 39 anos
Atuação Diretor financeiro da consultoria Everis, palestrante e mentor
Formação Administração de empresas e comércio exterior pela Universidade Paulista; MBA em finanças empresariais pele FGV; e MBA em gestão empresarial pela Lassale University, na Filadélfia (EUA)
Obra “Emprego 2.0 – Como Conquistar, Manter e Crescer na Carreira” (editora Preparando Recursos, 127 págs., R$ 30)*

Folha – Qual é o maior erro que os profissionais costumam cometer ao serem demitidos?
Marcelo Simonato – Um grande equívoco é aproveitar a demissão para tirar um tempo de descanso como recompensa por tantos anos de trabalho. Quando a pessoa sai da empresa, carrega por um curto espaço de tempo o sobrenome da organização, um cartão de visitas que pode abrir portas. Se tirar férias durante esse período, esse sobrenome pode acabar esfriando. Então, assim que a demissão acontece, o primeiro passo é comunicá-la a colegas, clientes e fornecedores. Não é preciso ter vergonha por estar desempregado. Em boa parte dos casos, é exatamente por uma indicação desses contatos que surgem novas oportunidades de trabalho.

Como deve ser a rotina do profissional que está em busca de de uma recolocação?
Ele deve encarar a procura por emprego como um novo projeto na carreira, que requer planejamento e disciplina como qualquer outro. Não estou dizendo que ele tem de ficar 12 horas em frente ao computador. Aliás, isso não é eficaz e gera ainda mais estresse. O mais interessante é ter uma rotina bem definida de trabalho, de cerca de três horas pela manhã e outras três à tarde. No tempo livre, é importante se exercitar e ficar com a família. Afinal, de nada adianta encontrar vagas, mas não estar bem emocionalmente na hora das entrevistas.

Quanto tempo vale procurar antes de aceitar uma posição abaixo das expectativas?
Primeiro, é preciso entender se a nomenclatura do cargo que o profissional ocupava anteriormente é compatível com a realidade atual do mercado. Em alguns casos, a pessoa descobre que era gerente na empresa em que trabalhava, mas hoje já se exige mais dessa posição. Aí, ela tem duas alternativas: ou procura emprego para um cargo inferior ou busca se qualificar para preencher essas lacunas. Se o indivíduo tem reservas financeiras, pode continuar batalhando. Se não, é preciso deixar o ego de lado.

Quando perguntado sobre pretensão salarial, o candidato está com receio de fazer exigências? Como negociar?
Sim, muitos estão aceitando qualquer coisa. O profissional não pode derrubar o valor do seu salário logo de cara. Precisa valorizar sua experiência dentro do que a empresa está buscando. Ele pode dizer que imagina receber um valor próximo ao que ganhava na ocupação anterior, mas está aberto a uma proposta da empresa. Provavelmente, o entrevistador vai dizer que o mercado não está pagando tudo isso. Aí, começa a negociação. Nesse momento, ele não pode focar apenas no salário, mas deve usar também os benefícios para chegar em um acordo mais vantajoso.

Como planejar a carreira para se sentir mais seguro diante das incertezas?
É comum a pessoa ficar desempregada e querer montar um negócio. Ela nunca foi empresária e tenta fazer isso com o último recurso que lhe resta. O que acontece, normalmente, é que a empresa quebra alguns anos depois. Por isso, o indicado é começar uma atividade paralela quando ainda se está na ativa, mesmo no auge da carreira. Escolha uma ocupação que tenha prazer em fazer nas horas livres sem se preocupar em transformar isso na sua fonte principal de renda. Numa situação de desemprego, você já terá um plano B desenvolvido.

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Por Marcelo Justo / Folhapress

– Prestar atenção na Concorrência ou no Cliente?

Vai discutir com Jeff Bezos?

O ótimo conselho, abaixo:

– Oxxo no Brasil: Lições de Mercado e Cultura.

Nesse mundo em constante evolução, a arte de criar conexões reais continua atemporal. Seja com colegas, clientes ou parcerias, estabelecer relações …

Continua em: Oxxo no Brasil: Lições de Mercado e Cultura

– O que você faz durante crises econômicas?

Sensacional uma declaração do mega-empreendedor Abílio Diniz:

Na crise, existem aqueles que se abatem, sentam no chão e choram; e existem aqueles que fabricam e vendem lenços. Nós somos fabricantes de lenços”.

Pois é. Um misto de vocação, conhecimento e anos de experiência para estar afiado entre os momentos ideais ou não.

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– A Inserção de Veteranos no Mercado de Trabalho: um dilema!

Cada vez mais escuto pessoas se lamentando que “a empresa me acha velho”, ou comentam que foram demitidos e substituídos por jovens “a custo mais barato”.

Um desafio hoje é: como inserir esses profissionais às organizações nos tempos atuais?

Compartilho, extraído da Revista Exame, em: https://exame.abril.com.br/negocios/veteranos-a-nova-fronteira-da-diversidade/

VETERANOS: A NOVA FRONTEIRA DA DIVERSIDADE

Como criar políticas para atrair e reter os melhores veteranos, tal qual as empresas têm feito nos últimos anos para conquistar os jovens profissionais superconectados?

Por Valeria Gladsztein

Com ou sem reforma da previdência, uma coisa é possível prever: vamos trabalhar mais anos. Graças ao aumento da longevidade, melhor qualidade de vida, e um setor de serviços mais pulsante na geração de empregos, um profissional com mais de 60 anos reúne não apenas uma experiência valiosa, mas também energia de sobra para exercer em plenitude suas atividades profissionais.

Esse novo momento impõe novos desafios para as empresas. Como seguir desenvolvendo e atualizando esses talentos por mais tempo? Como criar políticas para atrair e reter os melhores veteranos, tal qual as empresas têm feito nos últimos anos para conquistar os jovens profissionais superconectados – a chamada geração Y?

Não é difícil, atualmente, encontrar pufes, paredes coloridas, mesa de bilhar, e jovens gestores, em escritórios com poucos ou nenhum profissional mais velho. Quem perde com isso? Todos. Os mais jovens que não aprendem com os veteranos. Os veteranos rejeitados pelo mercado. E claro, as empresas que não entenderam ainda que diversidade é um conceito chave para o seu crescimento. Para ter melhores resultados é preciso ter visões abrangentes, competências múltiplas e contribuições de talentos de todas as idades, gêneros e nacionalidades.

As empresas têm de encarar rapidamente um fato: o mundo está envelhecendo. De acordo com projeções da Organização Mundial de Saúde (OMS), até o ano de 2025, o número de pessoas a partir dos 60 anos deverá aumentar em 15 vezes, enquanto a população total, em apenas cinco. Nesse cenário, terão sucesso as empresas que souberem aproveitar ao máximo o potencial e conhecimento que os veteranos trazem às empresas.

Abrir as portas para profissionais mais velhos e mantê-los no quadro de funcionários traz dois desafios para as empresas. O primeiro é desenvolver novas habilidades como a digitalização, nos “não nativos digitais”. O segundo é cultural: transformar conflitos geracionais em encontros.

Aqui na Henkel buscamos endereçar as duas questões com o programa “Mentoria Reversa”, no qual são formadas duplas em que um profissional mais jovem ensina digitalização para outro mais experiente. O projeto implementado em 17 países, incluindo o Brasil, mata dois coelhos numa cajadada só. Primeiro é desenvolvimento de competências e digitalização. Em segundo lugar, criamos pontes onde haviam muros culturais. Hierarquias são flexibilizadas e todos aprendem que sempre há o que aprender, não importa se você é o estagiário ou o CEO da companhia.

Uma empresa familiar com 140 anos sabe muito bem que conhecimento e valores são passados de geração para geração. Agora, estamos aprendendo que o saber é transversal e o importante é aprender sempre e com todos.

*Este artigo é de autoria de Valeria Gladsztein, Diretora de Recursos Humanos da Henkel para América do Sul, e não representa necessariamente a opinião da revista

Imagem extraída de: http://sindilurb.com.br/rh-que-aprende-jul-2018-multiplas-geracoes-no-ambiente-de-trabalho/

– Sobre clientes e pessoas…

Taí uma mensagem bem objetiva, que não há como discordar: o ser humano, seja cliente ou colaborador, sempre será fundamental para qualquer empresa / negócio / empreitada…

Abaixo:

– Black Friday pra Valer ou não?

Hoje temos mais um ano da versão brasileira do dia do “Black Friday” como dos EUA. A data é de liquidações gerais com descontos altíssimos.

Lá, o país para. Aqui ainda não (apesar das inúmeras e insistentes propagandas).

Algumas observações: existem realmente produtos com preço atrativos, mas há também os golpes de espertalhões, como, por exemplo, aumentar os preços e na sequência reduzi-los. Eu não comprei nada até agora, mas já vi alguns preços “engana-manés”… e você?

Tomara que não seja uma pejorativa “Black Fraude”…

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– E a nova logo da Jaguar com sua campanha publicitária?

E ao identificar uma “onça” em cima de um carro, você se lembrava dos veículos da Jaguar. Certo?

A Jaguar sempre teve comerciais mostrando a imponência do carro, mostrando os jaguares (os animais) em corrida, comparando com o veículo. E ao ver a nova logo, abaixo, (sem o próprio Jaguar), penso: eles vendem automóveis?

Veja a nova peça publicitária: https://youtu.be/rLtFIrqhfng?si=YSw9KATYkKxDeG-n

Parece-me aquele comercial woke da Budlight que não deu certo… ao invés de “lacrar”, as empresas precisam entender: para quem eu quero vender?

Jaguar sobre o rebranding controverso: “Esperávamos essa reação”

 

– Os 10 mandamentos das Redes Sociais.

O Sebrae publicou um ótimo material para empreendedores no ambiente virtual.

São 10 oportunas observações, na imagem abaixo (nela própria há as citações):

– A Hierarquia das Necessidades de Maslow trabalhada pelos chefes:

Muito bom: um quadro ilustrativo, abaixo, de como os líderes podem usar a Hierarquia das Necessidades de Maslow em prol da motivação dos funcionários.

Tal material deveria ser distribuído para todos os CEOs...

Veja só:

– As emoções das cores (para o Mercado).

Muito legal: muitas empresas estudam as cores de suas logomarcas, a fim de obter vários objetivos sensoriais.

Mas você sabe o que elas seignificam?

Veja que bacana:

– Obsolescência Programada e a Cultura dos Descartáveis.

Foi há 5 anos, mas é atual…

Já reparou que muitos equipamentos possuem vida útil sugerida pelos fabricantes e não duram mais do que isso?

Computadores, de fato, são exemplos reais. Celulares e TVs também. É a cultura do descartável, pois se o produto durar muito tempo, a indústria não vende outro. Claro que aqui se implica a questão da atualização, renovação, nova tecnologia, etc.

No entanto, na França, o Governo local está de olho em quem força o produto para que ele seja obsoleto antes de um tempo razoável.

Abaixo, extraído de: http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/41212/franca+vai+multar+em+ate+r$+1+mi+empresas+que+fizerem+produtos+programados+para+quebrar.shtml

FRANÇA VAI MULTAR EM ATÉ R$ 1 MI EMPRESAS QUE FIZEREM PRODUTOS ‘PROGRAMADOS PARA QUEBRAR’

Não é teoria da conspiração: a “obsolescência programada”, técnica que limita a vida útil de aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos, é um recurso real muito usado pelo setor industrial para forçar consumidores a comprar novos produtos. É o caso das máquinas de lavar de três anos que quebram, enquanto as de 30 anos continuam funcionando normalmente.

Para lutar contra esta prática, a França aprovou recentemente uma lei que pune a obsolescência programada com multas de até € 300 mil (cerca de R$ 1,1 milhão) para as empresas e penas de até dois anos de prisão para os responsáveis.

A medida faz parte do projeto de lei da transição energética, que tem como objetivo diminuir as taxas de poluição no país. Segundo o documento, estão comprometidas “todas as técnicas pelas quais uma empresa visa, através da concepção do produto, diminuir “propositalmente” a duração da vida útil ou da utilização potencial de tal produto para aumentar sua taxa de substituição. Estas técnicas podem incluir a introdução voluntária de um defeito, fragilidade, paralisação programada ou prematura, limitação técnica, impossibilidade de reparação ou não compatibilidade”.

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A iniciativa, até então inédita na Europa, foi uma vitória para ativistas franceses que lutavam pelo reconhecimento da lei desde 2013. Para a associação France Nature Environnement (FNE), é “um forte sinal político enviado aos fabricantes, aos distribuidores e aos cidadãos”, segundo disse à imprensa local Agnès Banaszuk, representante da FNE.

O problema agora é conseguir provar quando um produto foi intencionalmente modificado para quebrar depois de alguns meses ou anos de uso. A palavra “propositalmente” inscrita no texto gerou críticas por ser aberta a interpretações e também porque pressupõe que o consumidor forneça provas da intenção do fabricante.

Ainda não está claro como será feita a avaliação dos aparelhos, já que a lei foi recentemente aprovada e ainda não houve nenhum caso formalmente aberto.

Saiba como descartar corretamente TV de tubo - Organics News Brasil

Imagem extraída de: https://organicsnewsbrasil.com.br/meio-ambiente/educacao-reciclagem/saiba-como-descartar-corretamente-tv-de-tubo/ (foto: Nelson Coelho/ Diário SP)

– 5 passos para se observar com Compliance.

Falar sobre Compliance está na moda. E isso é muito bom!

A ética, a transparência e outras benesses sobre isso, de forma bem didática, no texto extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/compliance-sua-importância-e-causas-pétreas-fc3697363aec

COMPLIANCE: IMPORTÂNCIA, CAUSAS E SUAS CLÁUSULAS PÉTREAS

por José Renato Sátiro Santiago

Originário do inglês “to comply” a palavra compliance possui como um dos seus significados mais comuns, estar em conformidade. No mundo corporativo sua efetividade está relacionada com proporcionar maior segurança e minimizar riscos de instituições e empresas, ao garantir o pleno cumprimento dos atos, regimentos, normas, leis, internas ou externas, não apenas nas relações existentes entre seus colaboradores, mas, principalmente, junto aos quaisquer stakeholders externos. Cientes da extrema relevância do assunto, as empresas costumam colocar o compliance como um dos pilares de sustentação de seus negócios, sobretudo quando as pautas da ética, integridade e transparência são as suas bandeiras.

Não é por mero acaso que o compliance tem sido muito discutido e se tornado uma pauta muito presente nas atividades desenvolvidas em uma organização. Embora não haja uma receita pronta, uma vez que padrões de ética, integridade e transparência podem variar muito de uma empresa para outra, é de entendimento comum sobre o quanto alguns atos e/ou ações representam violações redundantes ao que costumamos chamar de “espírito” do compliance. Elas são carimbadas como se fossem agressões às suas causas pétreas. Para elas, não cabe discussão, sequer dúvida, a não ser, obviamente, para aqueles que têm a intenção de fazer análises muito particulares e, algumas vezes, pouco republicanas. Longe de ter a intenção de preparar uma lista definitiva, a seguir, são pontuadas algumas delas:

1. Qualquer atividade que componha o processo de contratação de produtos e/ou serviços deve ser devidamente registrada e realizada dentro do ambiente corporativo na presença de representantes oficiais das organizações envolvidas;

2. Caso haja qualquer relação de parentesco entre profissionais que atuem em empresas envolvidas em qualquer tipo de atividade desenvolvida em conjunto, a sua existência deve se explicitada e registrada de maneira formal para ambas as organizações;

3. É proibitiva a realização de qualquer encontro fora do ambiente corporativo com a participação de funcionários que atuam em empresas presentes em segmentos similares e/ou com as quais é possível existir qualquer tipo de relação comercial, a não ser que o mesmo seja informado previamente para os superiores imediatos e/ou para as áreas devidas das organizações envolvidas, e, ainda assim, devidamente aprovado e registrado explicitamente;

4. É impeditivo receber quaisquer benesses devida por conta da posição e/ou cargo ocupado pelo profissional na empresa, a não ser como exceção, devidamente explicitada previamente, quando o valor do “mimo” seja irrisório, o que é subjetivo de uma empresa para a outra, e que, ainda assim, seja ofertado de maneira pública para todos os profissionais envolvidos, sempre devidamente registrado de forma explícita;

5. A mera ocorrência de qualquer um desacordo com as questões acima pontuadas já torna impeditiva a participação dos envolvidos em ações futuras com as organizações envolvidas, sendo passível, inclusive, de imediato desligamento de acordo com as regras de compliance adotadas pelas empresas em questão.

A linha de conduta que costuma nortear as regras de compliance está relacionada com bom senso no que diz garantir o pleno hasteamento das três bandeiras, já citadas anteriormente, ética, integridade e transparência. No entanto, como bom senso, infelizmente, tende a ter uma maleabilidade assustadora para alguns, a dureza se faz necessária como forma de evidenciar quando a quebra ocorrer.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber, informar para crédito na postagem.

– Infinix lança smartwatches no Brasil e primeiro modelo tem recursos avançados, destaque para conectividade e preço acessível.

A Infinix, marca global do terceiro maior grupo de celulares do mundo (Transsion Holdings) e representada no Brasil pela Positivo Tecnologia, acaba …

Continua em: Infinix lança smartwatches no Brasil e primeiro modelo tem recursos avançados, destaque para conectividade e preço acessível

– O Supermercado com Caixa para Idosos conversarem bastante.

Eu já sabia dessa experiência na Holanda: idosos, desejosos de bate-papo, se deliciavam ao ir fazer compras em um supermercado local em que os caixas eram treinados para conversarem com os velhinhos sem a preocupação de pressa.

Baseada nessa experiência, em Campinas, a Rede Enxuto adaptou a ideia e acabou se tornando sinônimo de simpatia.

Abaixo, extraído de: https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2023/06/23/cafe-bolo-e-compras-mercado-de-campinas-cria-caixa-para-cliente-sem-pressa-e-que-quer-conversar.ghtml

CAFÉ, BOLO E COMPRAS

Inspirada em experiência holandesa, rede no interior de São Paulo concebeu espaço onde ato de fazer compras é desacelerado; g1foi conferir a novidade e quem testou, aprovou.

Caixas rápidos, autoatendimentos, vendas online, aplicativos. Nos últimos anos, o setor de varejo buscou inovações tecnológicas para melhorar a experiência dos consumidores sempre com o foco em facilitar ou agilizar processos. Mas eis que uma rede de Campinas (SP) resolveu ir na contramão e concebeu um espaço onde o ato de fazer compras é desacelerado.

Cercado por poltronas confortáveis, servidos de café, pedaços de bolo e outros quitutes, dois caixas esperam pelos clientes que não têm pressa em passar suas compras e queiram interagir com calma. Esse é o conceito do caixa bate-papo, inaugurado nesta quinta-feira (22), e que agradou quem testou.

“Estou aqui desfrutando. Você vem, faz sua compra sossegado, bate-papo, toma um café. Coisa mais gostosa. Hoje em dia as pessoas quase não conversam por causa do celular. Criaram um espaço que você para, senta, conversa, toma um café como se fosse uma casa de família”, elogiou Ana Maria Cavagioni.

Enquanto o marido desfrutava de um café quentinho, a aposentada Arlete das Chagas Chaves, de 78 anos, tratou de exercer – e testar – a função bate-papo. Para a funcionária escalada no caixa, compartilhou os mais variados assuntos e já disse que vai voltar.

“Agora que eu não tenho mais pressa, vai ser bom demais“, disse, aos risos.

A inauguração do espaço chamou atenção de quem passava pelos corredores. Um casal se aproximou ao ver a placa de caixa bate-papo. “Conversar é com a gente. Aposentados, gostamos de conversar e temos tempo”, brinca Estela Mitica, de 63 anos. O marido aprovou a novidade, mas já sugeriu melhorias.

Inspiração holandesa e acolhimento

Samuel Vanio Costa Júnior, presidente do Grupo Enxuto, conta que a inspiração veio da experiência de uma rede de supermercados holandesa, junto a observação dos dados de uma pesquisa de um instituto internacional que apontou que 50% dos brasileiros entrevistados se sentem sozinhos.

“É verdade que o mundo exige velocidade, rapidez, mas isso não é com todo mundo. Existe um número de pessoas a fim de conversar, que comprar e quer andar mais lento, fazer algo mais devagar. Criamos o espaço onde esse cliente vai tomar café, comer bolo, conhecer novas pessoas”, disse Júnior.

A novidade está na unidade do Jd. Aurélia, e muito dos consumidores que estrearam a estrutura destacaram o fato de verem o mercado nascer e crescer no bairro. “Tenho clientes que se casaram com pessoas que conheceram na fila do caixa. Conhecemos por nome. Muitos querem contar como foi o seu dia sem pressa”, diz o presidente.

“Não é feito para pessoas com mais idade, mas para qualquer pessoas que queira bater-papo lentamente, passando suas compras e conversando”, avisa Júnior.

A rede conta com 36 unidades, sendo seis hipermercados – serão essas unidades, maiores, que receberão os caixas bate-papo. A expectativa é que em dois meses as estuturas estejam em funcionamento.

Mercado em Campinas (SP) criou caixa para cliente que quer bater-papo, sem pressa de passar as compras — Foto: Fernando Evans/g1

Mercado em Campinas (SP) criou caixa para cliente que quer bater-papo, sem pressa de passar as compras — Foto: Fernando Evans/g1 (extraído do link acima).

– Produto que não se precisa mudar…

Um texto mais claro do que esse, impossível:

– 10 Hábitos de Pessoas com Inteligência Produtiva.

Recebi esse quadro com as características de pessoas que trabalham com inteligência produtiva, e gostei muito!

Compartilho abaixo:

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– Administração Democrática ou Participativa

Muita conversa e bons resultados: é assim que empresas como a Mercedes-Benz têm conseguido bons resultados, se reunindo e ouvindo seus funcionários. Com uma filosofia aberta à negociação constante, bons resultados têm aparecido.

Veja abaixo, extraído de: Revista Exame, Ed 25/06/2012, pg 56 (a edição é antiga, mas o tema muito atual).

É TUDO NA CONVERSA

Com reuniões semanais entre funcionários e diretores, a Mercedes-Benz se livra de parte das amarras da lei trabalhista – e o sindicato dos metalúrgicos aplaude a estratégia.

por Márcio Kroehn

Quarta-feira, 14 horas. O dia e o horário têm um significado especial na principal fábrica de caminhões e ônibus da Mercedes-Benz no Brasil, em São Bernardo do Campo, na região metropolitana de São Paulo. E a partir desse horário que um comitê com representantes eleitos pelos funcionários e executivos indicados pela direção da montadora se reúne para discutir – e tentar resolver – os problemas que afetam a empresa. A quarta-feira 13 de junho foi dedicada a uma questão espinhosa: conversar com 1.500 dos 12.700 funcionários da unidade que foram selecionados para tirar uma licença de cinco meses a partir de 18 de junho. O desligamento temporário foi decidido após a redução brusca na venda de veículos registrada desde janeiro. Para esse tipo de folga forçada, a lei prevê que o funcionário faça cursos de especialização e o governo garanta uma bolsa no valor de 1163 reais do Fundo de Amparo ao Trabalhador. No caso da Mercedes-Benz, o acordo foi além. A empresa aceitou manter o pagamento integral dos salários durante a licença, fato inédito numa montadora. Os funcionários, em contrapartida, abriram mão dos encargos trabalhistas no período. As duas partes comemoraram a decisão: os trabalhadores preservaram o emprego e a Mercedes-Benz não terá de arcar com os custos de treinar novos funcionários quando a demanda esquentar. “Além de economizarmos por não demitir, ainda preservamos a mão de obra especializada que garante nossa produtividade”, diz Fernando Garcia, vice-presidente de recursos humanos da empresa.

Quando a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) foi promulgada, em 1943. a percepção reinante era que os trabalhadores não tinham condições de negociar em pé de igualdade com seus empregadores. Por isso, a livre negociação era considerada um caso excepcional. O tempo passou, a CLT continuou a mesma, mas a realidade se impôs. Hoje, em Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul, região conhecida como ABC, o berço do sindicalismo no Brasil, a negociação direta entre empresas e trabalhadores está presente em cinco montadoras e 84 fabricantes de autopeças. “O comitê que reúne trabalhadores e empregadores é um instrumento moderno e respeitado”, diz Sérgio Nobre, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC.

De todos, o modelo da Mercedes-Benz é tido como o mais avançado. Primeiro porque não considera nenhum tema como tabu. Nas reuniões semanais, os funcionários é os diretores discutem desde se haverá cerveja no churrasco de fim de ano até a necessidade de demissões – um assunto normalmente tratado com os sindicatos, mas não com os comitês de trabalhadores. Além disso, o diálogo no chão de fábrica não costuma ficar no blá-blá-blá. Como os acordos na Mercedes-Benz têm alto nível de adesão, a empresa é pouco acionada na Justiça do Trabalho. O quê é decidido acaba, na maioria das vezes, sendo cumprido. Nos últimos cinco anos, apenas 10% dos trabalhadores entraram com ações para questionar uma decisão – a média do setor é de 40%. Essa peculiaridade chamou a atenção da Justiça trabalhista. Em fevereiro, o presidente do Tribunal Superior do Trabalho, João Oreste Dalazen, visitou a montadora para avaliar se o modelo pode ser replicado para aliviar a Justiça do Trabalho. Com 3 milhões de novos processos apenas em 2011, a manutenção da Justiça trabalhista consumiu 11 bilhões de reais e as pendências judiciais custaram 22,5 bilhões às empresas. “O comitê da Mercedes-Benz oferece a agilidade que as relações do trabalho precisam hoje”, diz Dalazen.

A livre negociação é corriqueira na Alemanha desde a década de 70. Em 1985, após as greves do ABC, a montadora decidiu importar a prática para o Brasil. Nos primeiros anos, não foram poucas as conversas que mais pareciam cabos de guerra, principalmente quando envolviam a definição de horas extras – opção que os trabalhadores não queriam. A medida que os resultados começaram a agradar a ambos os lados, o nível de atrito foi reduzido. A maior conquista dos funcionários foi nos anos 90. quando conseguiram o aumento do adicional de férias de um terço do salário para 50%. No caso da empresa, uma vitória importante foi ter evitado o ponto eletrônico, medida exigida pelo Ministério do Trabalho a partir deste ano. Com o apoio dos trabalhadores, a montadora ficou livre de comprar catracas e adotar todo um novo sistema de TI, o que acarretou a economia estimada de 600 000 reais.

Apesar do sucesso, a livre negociação ainda sofre com a insegurança jurídica. Muitos acordos, inclusive no caso da Mercedes-Benz. são questionados pelo Ministério do Trabalho. Para os fiscais do ministério, alguns temas – como redução de horas – não podem ser resolvidos entre empresa e funcionários. Na Casa Civil, há um projeto que pretende privilegiar o entendimento no chão de fábrica. O texto, infelizmente, não tem data para ir para o Congresso. O capitalismo brasileiro avançou muito nas últimas sete décadas. Mas, ao que parece, o governo e o Legislativo não têm pressa para sair do passado.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– O movimento anti-woke que começa a surgir nas empresas. Entenda o que é Cultura Woke e o que está ocorrendo:

Originalmente, a Cultura Woke era uma filosofia de inclusão às ditas (como eram chamadas antigamente) minorias. Muitas empresas passaram a adotar programas de contratação para negros, LGBTs, deficientes e outros públicos específicos, mostrando a correta preocupação com a equidade.

Porém, a Cultura Woke transitou por questões ideológicas e se perdeu! Passou a ser uma bandeira do radicalismo de Esquerda (aqui, um lembrete: qualquer ideologia, de Direita ou de Esquerda, se radical, torna-se indevida) e militou de maneira intransigente contra qualquer opinião contrária. Se a pessoa não era socialista, cancele-se! Se defende oportunidades idênticas para heteros ou homossexuais, torna-se homofóbico automaticamente, pois dentro desse radicalismo há a necessidade de reparação histórica. Se é católico, protestante, conservador? Rotula-se automaticamente como fanático religioso pois o que vale é o cosmos universal.

Todas essas formas intolerantes praticadas (por quem defende, em tese, a tolerância) potencializaram um “mercado do medo”. Empresas criaram departamentos exclusivos para lidarem com essas questões, com medo de cancelamentos dos grupos wokes radicais (que fazem muito barulho). A Disney(1), por exemplo, introduziu essa filosofia em seus desenhos e filmes, e, principalmente, com bandeiras libertárias e de ideologia sexual. Depois de amargar prejuízos, trocou o presidente da empresa que anunciou o fim da cultura woke na cia.

O termo woke significa, numa tradução livre, ter uma “agenda acordada, despertada”, no sentido de que o mundo tem um novo padrão comportalmental, relacional, dentro das culturas modernas ou sentimentos de filosofia “new age / nova era”.

Diante de tantos excessos, grandes empresas passaram a repensar suas agendas, onde perceberam um cego modismo e caíram no erro de, ao invés de praticarem a inclusão cidadã, respeitosa, acabavam fazendo uma equivocada apologia às bandeiras woke e desrespeitavam quem não tinha o mesmo pensamento (como se o público woke fosse dono da verdade e da sabedoria do mundo). A Nike(2), por exemplo, retirou sua publicidade woke e voltou a falar de igualdade e cidadania, sem buscar “lacração”.

Tudo isso se potencializou ainda mais nos últimos dias: as declarações de Elon Musk sobre o vírus mortal Woke (https://wp.me/p4RTuC-ZhE), a grita para que o mundo se tornasse “woke na marra” (https://wp.me/p4RTuC-Zsn) e o episódio do deboche da Santa Ceia nas Olimpíadas 2024 travestido de “não nos referimos à Santa Ceia” (aqui: https://wp.me/p4RTuC-Zr1) potencializaram a mudança de rumo. A Microsoft (3), inclusive, demitiu o “departamento woke” da empresa alegando que para cidadania e inclusão, já trabalha naturalmente com a causa, sem precisar levantar uma bandeira e ter tais custos, entre outras justificativas.

Abaixo, as matérias citadas:

(1) BOB IGER DIZ QUE A DISNEY WOKE ACABOU
(https://bcharts.com.br/t/e-agora-bob-iger-diz-que-a-disney-woke-acabou/180295)

O CEO da Disney, Bob Iger, enfatizou que a empresa se concentraria em entreter sobre o avanço de “qualquer tipo de agenda”, logo depois que a gigante da mídia sobreviveu a uma luta por procuração travada por acionistas ativistas.

Questionado durante a sessão anual de perguntas e respostas da reunião anual de acionistas da Disney em 3 de abril se a empresa apenas forneceria entretenimento e ficaria fora da política, Iger disse que o trabalho da Disney era “entreter, em primeiro lugar”.

“Sempre acreditei que temos a responsabilidade de fazer o bem no mundo, mas sabemos que nosso trabalho não é avançar nenhum tipo de agenda”, disse ele na reunião transmitida ao vivo. “Ento que eu estiver no trabalho, continuarei a ser guiado por um senso de decência e respeito, e sempre confiaremos em nossos instintos.”

É uma mensagem que Iger está interessado em enviar desde seu retorno como CEO em novembro de 2022.

Durante uma chamada de analista em abril de 2023, foi-lhe feita uma pergunta semelhante sobre “promover a agenda acordada”.

“Eu sou sensível a isso”, ele respondeu. “Nossa principal missão precisa ser entreter e, em seguida, através do nosso entretenimento, continuar a ter um impacto positivo no mundo. E eu estou falando muito sério sobre isso. Não deve ser orientado pela agenda.”

Então, em setembro, ele disse aos investidores que a empresa “acalmaria o barulho” quando se tratasse de guerras culturais, informou a Reuters.

Ele dobrou a mensagem na cúpula DealBook de novembro quando disse que os filmes de sua empresa estavam muito focados em mensagens e não priorizavam contar histórias de qualidade.

“Os criadores perderam de vista qual seu objetivo número um precisava ser” — para entreter — ele disse na cúpula.

“Eu usei ‘Pantera Negra’ como um ótimo exemplo disso apenas em termos de promover a aceitação, ou o filme ‘Coco’, que a Pixar fez sobre o Dia dos Mortos”, acrescentou. “Eu gosto de poder fazer isso, entreter e se você puder infundi-lo com mensagens positivas, ter um bom impacto no mundo, fantástico. Mas esse não deve ser o objetivo.”

Iger estava até disposto a colocar um alfinete na longa rivalidade entre o governador da Flórida. Ron DeSantis e Disney sobre a chamada lei “Don’t Say Gay” do estado. Em um movimento surpreendente, a Disney e a Flórida resolveram sua disputa legal em março.

Nos últimos anos, a Disney se tornou um alvo de políticos conservadores como DeSantis e vozes de mídia social — incluindo, mais recentemente, Elon Musk. Alguns criticam a empresa por incluir personagens e elementos LGBTQ+ em histórias — como um beijo do mesmo sexo em “Lightyear” e personagem não binário em “Elemental” — enquanto outros se desfenderam de uma Ariel Negra na recente “Pequena Sereia”.

O distanciamento de Iger do que alguns chamaram de “agenda acordada” veio quando ele lutou contra uma luta por procuração do investidor ativista Nelson Peltz.

Peltz fez da Disney uma prancha de sua campanha, questionando “Pantera Negra” e “As Maravilhas” da Marvel que lançaram protagonistas negras e femininas, respectivamente.

“Por que eu tenho que ter uma Marvel que é só mulher? Não que eu tenha algo contra as mulheres, mas por que eu tenho que fazer isso? Por que não posso ter Marvels que são as duas? Por que eu preciso de um elenco todo preto?” Ele disse em uma entrevista ao Financial Times no mês passado.

Não importa o quanto Iger insista que o foco da empresa seja o entretenimento, a Disney provavelmente ainda produzirá conteúdo que reflita o mundo ao seu redor e introduza novos personagens — Iger deixou claro que esses filmes ainda podem ser perfeitamente divertidos.

(2) NIKE ABANDONA CULTURA WOKE E RESGATA VALORES EM SUPERCOMERICAL
(https://www.updateordie.com/2024/08/07/nike-abandona-cultura-woke-e-resgata-meritocracia-em-super-comercial-narrado-por-willem-dafoe/)

A Nike abandona a cultura woke e adota a meritocracia em seu novo comercial, narrado por Willem Dafoe, destacando conquistas individuais e esforço pessoal.

O novo comercial da Nike, intitulado “Vencer não é para todos” e estrelado por grandes nomes do espeorte como Kobe Bryant, LeBron James, Giannis Antetokounmpo, Kylian Mbappé, Serena Williams, se afasta da cultura woke e abraça a meritocracia, gerando polêmica e debate sobre os valores éticos da competitividade no esporte.
Mensagem central: “You can’t win them all, but you should sure as hell try.”
Polêmica gerada entre a militância progressista e defensores da meritocracia.
Vídeo em: https://www.youtube.com/watch?time_continue=4&v=pwLergHG81c&embeds_referring_euri=https%3A%2F%2Fwww.updateordie.com%2F&source_ve_path=Mjg2NjQsMjg2NjQsMjg2NjY

(3) MICROSOFT DEMITE TIME DE DIVERSIDADE POR NÃO SER MAIS NECESSÁRIO
(extraído de https://www.poder360.com.br/poder-tech/microsoft-demite-time-de-diversidade-por-nao-ser-mais-necessario/)

A Microsoft demitiu uma equipe que atuava para garantir diversidade, equidade e inclusão dentro da companhia. Em comunicado interno, um líder de equipe justificou que a política “não é mais crítica para os negócios”.

“O verdadeiro trabalho de mudança de sistemas associado a programas DEI [diversidade, equidade e inclusão] em todos os lugares não é mais crítico para os negócios ou inteligente como era em 2020”, escreveu o funcionário da big tech em um e-mail enviado para milhares de funcionários, ao qual o site Business Insider teve acesso.

Conforme o texto, a equipe foi eliminada a partir de 1º de julho, acompanhando “mudanças nas necessidades de negócios”. Não foi informado o número de funcionários demitidos.

Procurado pelo site, o autor do e-mail não se pronunciou sobre o caso.

O porta-voz da companhia Jeff Jones afirmou, em comunicado, que os compromissos da Microsoft com diversidade “permanecem inalterados”. E completou: “Nosso foco na diversidade e inclusão é inabalável e seguimos firmes nas nossas expectativas, priorizando essa responsabilidade e nos destacando neste trabalho”.

– Encante os seus clientes!

Não é só vender! É sobre encantar clientes…

Veja só: 

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– Os 10 Mandamentos de Taiichi Ohno.

Taiichi Ohno, o responsável pelo sucesso da Toyota, deixou lições para gestores que precisam ser discutidas.

A seguir, no texto e arte extraídos do LinkedIn de Cláudio Galdino, em: https://www.linkedin.com/posts/cl%C3%A1udioclaudino_leanmanufacturing-melhoriacontaednua-taiichiohno-activity-7331978719600824320-2hiz

💡OS 10 MANDAMENTOS DE TAIICHI OHNO

Lições atemporais para líderes e equipes que querem ir além!

Taiichi Ohno, o gênio por trás do Sistema Toyota de Produção, não deixou apenas métodos: ele deixou um legado. Um código de conduta que atravessa décadas e ainda desafia profissionais no mundo todo a serem melhores, todos os dias.

✨ Aqui estão seus 10 Mandamentos — leia, reflita e pergunte-se: estou vivendo esses princípios?

🔥 1️⃣ Não procure culpados, procure causas
Erros acontecem, mas apontar dedos não resolve nada. Quer mudar de verdade? Vá atrás da causa raiz. É ali que moram as soluções duradouras.

🔥 2️⃣ Não diga “não é da minha conta”
Problema do setor vizinho? Também é seu. Quem joga junto, cresce junto. Assuma responsabilidade além das fronteiras.

🔥 3️⃣ Não diga “não tem tempo”
⏳ Tempo não aparece: você cria. Quer melhorar processos? Faça disso prioridade — e veja como tudo acelera.

🔥 4️⃣ Não diga “teoricamente está certo”
Papel aceita tudo. Quer a verdade? Vá para o Gemba, o chão de fábrica. É lá que as coisas reais acontecem.

🔥 5️⃣ Não diga “com certeza” (sem dados!)
Suposição sem fato é aposta cega. Quer ter razão? Traga números, traga evidências.

🔥 6️⃣ Não diga “acho que…”
Achismo é armadilha. Estude, observe, comprove. Base sólida evita falhas bobas.

🔥 7️⃣ Não diga “estamos fazendo o nosso melhor”
Sempre dá para melhorar. A verdadeira excelência nasce da humildade de saber que o topo nunca é o fim.

🔥 8️⃣ Não diga “isso é um problema de produção”
⚙️ Problemas não são de um setor, são da empresa. Quem tem visão sistêmica resolve o que os outros ignoram.

🔥 9️⃣ Não diga “não conseguimos”
Troque o bloqueio pela pergunta: como podemos? Quem quer, cria caminhos.

🔥 🔟 Não diga “acabou por hoje”
A melhoria nunca termina. Todo dia é uma nova chance de fazer melhor, de inovar, de crescer.

✨ Esses mandamentos não são só frases bonitas — são motores de transformação.
Equipes que os vivem se tornam mais fortes, mais ágeis, mais preparadas para vencer qualquer desafio.

👉 E você? Qual desses mandamentos mais precisa praticar hoje?
👉 Compartilhe este post e inspire seu time a crescer junto!

#LeanManufacturing #MelhoriaContínua #TaiichiOhno #GestãoDeProcessos #Liderança #AltaPerformance #Excelência

– Giovanni Ferrero: a história do italiano mais rico do mundo!

A italiana Ferrero, dona do Kinder Ovo, produziu o italiano mais rico do mundo: Giovanni, que herdou a empresa do seu pai, após o mesmo morrer em um acidente de bicicleta.

Conheça sua história, em: https://exame.com/negocios/bilionario-da-nutella-homem-mais-rico-da-italia-giovanni-ferrero-acumula-fortuna-de-us-43-bilhoes/

O HOMEM MAIS RICO DA ITÁLIA: O BILIONÁRIO DA NUTELLA.

por Marcos Bonfim.

Sem surpresas, Giovanni Ferrero manteve o título de homem mais rico da Itália, posição que conquistou em 2021. O executivo é o chairman da companhia que leva o sobrenome da família e responsável por marcas mundialmente conhecidas como Nutella, Ferrero Rocher, Kinder Bueno e Tic Tac. 

Desde 2018, Ferrero tem aumentado significativamente o valor do seu patrimônio. Os recursos saltaram de US$ 20,6 bilhões para US$ 43 bilhões atualmente, de acordo com levantamento da Forbes, o que equivale a 109% de alta.

Na cotação atual, a fortuna fica em torno de R$ 217 bilhões. Globalmente, os valores colocam o bilionário na 28ª posição entre as pessoas mais ricas.

O que explica a expansão da fortuna de Ferrero

Os números acompanham a evolução da própria Ferrero, companhia que reúne mais de 35 marcas atualmente e está presente em 170 países. O negócio vem colocando em prática um plano que visa tanto a expansão orgânica quanto a partir de aquisições. 

No ano fiscal de 2018, encerrado em agosto, a empresa movimentou uma receita de € 10,7 bilhões quando contabilizava 25 marcas. Em 2023, com dez marcas adicionais, fechou com € 17 bilhões.

No último ciclo de 12 meses, consolidou, por exemplo, as aquisições da americana Wells Enterprises, de sorvetes como Blue Bunny e Blue Ribbon Classics, como estratégia para avançar na América do Norte, e do grupo italiano Fresystem, de produtos de panificação congelados.

A companhia também reportou investimentos de € 811 milhões, principalmente em ativos fixos na Itália, nos Estados Unidos, na Alemanha e em Espanha, para aumentar a capacidade produtiva.

Qual é a história do bilionário

Giovanni faz parte da terceira geração da Ferrero, empresa fundada em 1946 na pequena Alba, uma comuna italiana com uma população estimada em 30 mil habitantes. Os criadores foram os irmãos Pietro e Giovanni Ferrero, responsáveis por transformar uma pequena confeitaria familiar em uma multinacional. 

Ele entrou na empresa ainda jovem e em 1997 assumiu como co-CEO ao lado do irmão Pietro. Sucederam ao pai, Michele Ferrero, que passou a ocupar a posição de diretor executivo. 

A parceria entre a dupla seria encerrada anos mais tarde com a morte precoce de Pietro em um acidente de bicicleta, em 2011. Giovanni seguiu sozinho no comando da empresa até 2017, quando decidiu nomear Lapo Civiletti, executivo na epoca com 13 de companhia, como CEO e passar para a cadeira de diretor executivo do grupo. 

Por dois anos, após a morte do seu pai em 2015, Ferrero ocupou as duas posições, de CEO e chairman. 

Além de comandar o conselho da companhia, o executivo tem o controle majoritário da holding da família, estabelecida em Luxemburgo.

Globalmente, o bilionário ocupa a 28ª posição entre as pessoas mais ricas (Ferrero/Divulgação)

Globalmente, o bilionário ocupa a 28ª posição entre as pessoas mais ricas (Ferrero/Divulgação)