👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Domingão também é dia de se exercitar!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Eu acho uma verdadeira regra tupiniquim. A Regra 8, que fala sobre o início e o reinício do jogo, determina que um sorteio deva decidir quem começará a partida com a posse de bola e/ou escolherá o lado de campo. Dentro do espírito da regra, o árbitro sorteia para os capitães, que são os legítimos representantes de cada equipe.
Seneme, presidente da CA-CBF, já havia pedido em orientação que os árbitros fizessem um bom trabalho preventivo, e agora criou uma novidade: a “Regra 8B”, onde os técnicos devem estar juntos com os capitães para ouvir uma “preleção” do árbitro e acompanhar o sorteio. Não gosto dessa invenção, é dar “poder aos técnicos” e mais liberdade para reclamar posteriormente. Cada um na sua, o árbitro deve sortear conforme a regra e tocar o jogo.
Acontece que…
O protocolo, que deveria ter começado nessa Rodada 03,“não começou como devia”. Quem assistiu os momentos posteriores ao sorteio, reparou que os árbitros foram aos treinadores no banco conversarem com eles. E segundo a Rede Globo, durante Palmeiras x Flamengo, isso só ocorreu pois a CBF ESQUECEU DE AVISAR os treinadores do novo procedimento…
Razoável arbitragem de Gabriel Furlan. Nada de muito polêmico, mas o juizão poderia ter vibrado mais em campo.
No primeiro tempo, tivemos muitas faltas (13×7), sendo que algumas equivocadamente não foram marcadas para tentativas de dar vantagem. Em cartões amarelos, 2×0 (que foram justos).
No segundo tempo, 9×7 em faltas e 3×1 em cartões. É muita coisa… 36 faltas em 90 minutos é para se rediscutir o que houve.
O problema do árbitro é não fazer o bom uso da advertência verbal. Ele, que sabe se impor, nessa oportunidade não fez isso. Mas quando o jogo ficou mais “pegado”, melhorou bastante. Se ele fosse mais participativo, talvez teríamos menos faltas.
Aos 23 e 24 minutos, duas faltas não marcadas, cometidas por Dézim e Cadú. Errou em tentar dar vantagem, pois ela não se concretizou. Fora isso, nenhum lance mais pontual para discussão.
O que mais irritou: a demora para reiniciar a partida. Thomas Lamin, por exemplo, em toda bola parada, demorava demais. Aliás, Lamin sofreu muitas faltas, e suas reclamações foram válidas (embora, esteve no limite de receber um segundo amarelo (recebeu anteriormente de maneira justa).
Tecnicamente: é visível que o Paulista é melhor estruturado e foi superior no começo do jogo. Mas fraquejou no final da primeira etapa e início da segunda, depois equilibrou. Se essa for a toada das equipes (ou seja: o nível técnico), creio que o Galo terá sucesso no torneio.
O sempre bem informado jornalistaGabriel Sá lembrou oportunamente: o treinador recém-contratado Zubeldia, na primeira tentativa de vir ao São Paulo FC, conheceu a sinceridade de Muricy Ramalho.
Claro, em negócios, muitas vezes, se faz necessário “baixar a guarda”. E ao ler o que Muricy pensou do “quase primeiro contato”, imagino o quanto teve que respirar fundo…
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Para o jogo da Águia da Central contra o Galo Jundiaiense, a FPF escalou:
Árbitro: Gabriel Furlan Árbitro Assistente 1: Gabriel Alexandre Tostes Fleming Árbitro Assistente 2:Daniel Souza Silva Quarto Árbitro: Aparecido Pereira Bueno Analista de Vídeo: Cláudio Roberto Costa
Gabriel é de Santa Bárbara do Oeste e tem 11 anos de FPF. Primo do árbitro Vinícius Furlan (que já foi presente em escalas da A1 do Paulistão e do Brasileirão, mas que hoje está trabalhando em jogos das divisões inferiores), tem feito uma carreira bem independente do seu parente. Desde a categoria Sub 11, todo ano foi subindo uma divisão amadora até chegar ao profissional. E desde seu primeiro jogo na 4ª divisão, foi subindo de carreira até a A2 (como deveria ser com todo árbitro: após poucos, solidificando sua carreira). A tendência é que em 2025 tenha sua primeira chance de apitar a Série A1 do Paulistão.
Uma das suas características: ele procura se impor bastante em campo. Portanto, nada de reclamar com o juizão, a fim de evitar cartões amarelos.
Torço para um bom jogoe uma ótima arbitragem.
Acompanhe conosco o jogo do São Carlos x Paulista pela Rádio Difusora AM 810 ou pelos Apps. Narração de Rafael Mainini, reportagens de Luís Antonio “Cobrinha” de Oliveira, comentários de Robinson Berró Machado e análise da arbitragem com Rafael Porcari. Comando de Adilson Freddo! Sábado, 20/04, 16h. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
Quem gosta de futebol deve sentir falta dos dribles dele: Dener, craque que surgiu na Portuguesa e acabou no Vasco da Gama.
Como esse cara era bom de bola! Aquele gol inesquecível no Canindé contra o Atlético Paranaense, driblando um time inteiro do meio de campo às metas, está imortalizado.
Já faz 30 anos que ele faleceu, vítima de um acidente de trânsito enquanto dormia no banco do carona.
Armando Nogueira foi perfeito ao descrever sua morte:
“Só morreu pois estava dormindo; se estivesse acordado, teria driblado a morte.”
Genial, não?
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para divulgar o crédito.
Dos que vi desde que me entendo por gente, 4 narradores me impressionaram – e de estilos diferentes: Osmar Santos, Luciano do Valle, Galvão Bueno e Sílvio Luiz. E agora Luciano do Valle se foi!
Surpresa para mim foi a declaração do ex-jogador Neto sobre o seu real estado de saúde. Durante o programa “Brasil Urgente”, disse ao José Luís Datena:
“Ele não estava muito bem de saúde nos últimos tempos. As pessoas precisam passar a respeitar mais as pessoas como o Luciano, porque ninguém sabia que ele estava um pouco doente em determinados momentos. Eu precisava abrir o copo d’água para ele, colocava a cadeira para ele sentar…”
Que pena. Nos últimos jogos, era comum Luciano se atrapalhar na narração, algo inimaginável antes. O pior era ver ele ser chacoteado por torcedores por tais erros. É triste ver a falta de respeito com certos profissionais.
Aliás, ele pode ser chamado de locutor esportivo ao pé da letra. Quantos esportes esse gênio narrou? O Voleibol chegou à TV graças a ele; Fórmula Indy, Sinuca, Boxe, e tantas outras coisas também.
Maguila, Hortência, Magic Paula, Rui Chapéu e tantos outros nomes ficaram conhecidos graças a ele.
Descanse em paz, Luciano.
Luciano do Valle é um dos grandes nomes do esporte no Brasil
Para o confronto entre o Massa Bruta e o Timão, a CBF escalou:
Árbitro: Rafael Rodrigo Klein – RS Árbitro Assistente 1: Tiago Augusto Kappes Diel – RS Árbitro Assistente 2: Lúcio Beiersdorf Flor– RS Quarto Árbitro: Kléber Ariel Gonçalves da Silva– PR Assessor de Arbitragem: Simone Xavier de Paula e Silva – RJ VAR: Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro – RN AVAR1: Flávio Gomes Barroca– RN AVAR2: Douglas Schwengber da Silva – RS Observador de VAR: Giuliano Bozzano – MG
Klein foi uma aposta que deu certo. O gaúcho de Porto Alegre-RS, de 34 anos, entrou recentemente no quadro da FIFA. Em jogos do Massa Bruta, só apitou uma partida no ano passado: Red Bull Bragantino 2×2 América-MG pelo Brasileirão.
Quando surgiu, Rafael Rodrigo Klein parecia ter o “Estilo Vuaden”: deixava o jogo correr, marcava poucas faltas e era sempre bem sereno em campo. Porém, em seus últimos jogos, começou a parar um pouco mais o jogo (ainda assim, permite bastante tempo de bola rolando e um pouco mais de contato físico).
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Caindo da cama pois o tempo urge!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Que pecado o Paulista não ter sido Campeão Estadual há exatos 20 anos!
Naquele ano atípico (que o Corinthians quase caiu para a A2), a final foi entre Paulista (de Zetti como treinador) contra o São Caetano (do Muricy Ramalho). Quem não se lembra da confusão que fez o jogo ir para Araras, na semifinal contra o Palmeiras?
Aquele time, sem dúvida, foi o embrião da equipe que venceu a Copa do Brasil. O Galo deu azar porque o São Caetano era muito bom!
A foto da Gazeta Express, no jogo 1: (SP – FINAL DO CAMPEONATO PAULISTA – ESPORTES -Torcida Paulista durante jogo do Paulista x São Caetano – Estádio Pacaembu – São Paulo-SP- Brasil -Foto: Djalma Vassão/ Gazeta Press – 11/04/2004).
SP – FINAL DO CAMPEONATO PAULISTA – ESPORTES – Torcida Paulista durante jogo do Paulista x Sao Caetano – Estadio Pacaembu – Sao Paulo – SP – Brasil – Foto: Djalma Vassao / Gazeta Press 11/04/2004
O Supermundial de Clubes que a FIFA promete realizar, por enquanto, projeta cifras milionárias aos clubes. Mas no campo esportivo, olhe que legal a relação de times classificados, abaixo:
Obviamente, os europeus estarão em peso nas fases decisivas. Mas não é bacana ver, por exemplo, Palmeiras x Manchester City, Fluminense x PSG e, quem sabe dessa vez, o aguardado Flamengo x Real Madrid (lembram da cantoria de Marcos Braz no vestiario)?
Em tempo: nas “Vagas Conmebol” predominam, por enquanto, os brasileiros. Quantos argentinos preencherão as outras?
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Animados para mais uma jornada?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Está em vigor a regra de substituição adicional para atletas que sofrem concussão. E curiosamente, eu que não via uma concussão há algum tempo, vi 3 na Rodada 1 do Brasileirão. Vamos a elas:
Marlon Freitassofreu concussão e foi substituído com a regra da 6ª alteração em Cruzeiro x Botafogo. Repare, na súmula, que há 12 substituídos(6 por equipe, já que o adversário, por protocolo, ganha o direito de fazer mais uma alteração).
Vinha sofreu concussão em Atlético Goianiense x Flamengo, e verifico na súmula que existiram 10 substituições. Não quiseram utilizar mais uma, ou não sabiam?
Kannemann também sofreu uma concussão em Vasco x Grêmio. Ambas equipes trocaram 5 atletas. Fica a mesma pergunta: sabiam da 6ª alteração ou não?
O protocolo determina que o quarto-árbitro entregue um cartão vermelho para cada médico antes do jogo. Se o atleta sofrer uma concussão, o médico escreverá algumas respostas nele para as perguntas pré-determinadas a fim de atestar a concussão, e entregará ao árbitro. Depois do jogo, um relatório deve ser entregue, explicando como está a recuperação do jogador.
IMPORTANTE – Amigos, a CBF suspendeu os 3 árbitros envolvidos em polêmicas na Rodada 1.
PORÉM, o VAR Wagner Reway, que orientou o árbitro André Luís Skettino Policarpo Bento, a dar pênalti em Bruno Henrique (ACG x FLA), até agora (09h34 dessa 4a feira) está mantido como VAR em Palmeiras x Internacional (que terá um árbitro que nunca apitou Série A: Lucas Toresin).
O árbitro foi suspenso, mas o VAR que o induziu a errar, não foi?
Em tempo: Reway já está escalado TAMBÉM para o clássico Atlético Mineiro x Cruzeiro!
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Já de pé para o dia render!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Que pecado o Paulista não ter sido Campeão Estadual há exatos 20 anos!
Naquele ano atípico (que o Corinthians quase caiu para a A2), a final foi entre Paulista (de Zetti como treinador) contra o São Caetano (do Muricy Ramalho). Quem não se lembra da confusão que fez o jogo ir para Araras, na semifinal contra o Palmeiras?
Aquele time, sem dúvida, foi o embrião da equipe que venceu a Copa do Brasil. O Galo deu azar porque o São Caetano era muito bom!
A foto da Gazeta Express, no jogo 1: (SP – FINAL DO CAMPEONATO PAULISTA – ESPORTES -Torcida Paulista durante jogo do Paulista x São Caetano – Estádio Pacaembu – São Paulo-SP- Brasil -Foto: Djalma Vassão/ Gazeta Press – 11/04/2004).
SP – FINAL DO CAMPEONATO PAULISTA – ESPORTES – Torcida Paulista durante jogo do Paulista x Sao Caetano – Estadio Pacaembu – Sao Paulo – SP – Brasil – Foto: Djalma Vassao / Gazeta Press 11/04/2004
Para o confronto entre o Massa Bruta e o Gigante da Colina, a CBF escalou:
Árbitro: Paulo César Zanovelli da Silva – MG Árbitro Assistente 1: Guilherme Dias Camilo – MG Árbitro Assistente 2: Fernanda Kruger – MT Quarto Árbitro: Márcio dos Santos Oliveira – AL Assessor de Arbitragem: Claydy Mary dos santos Ribeiro – SC VAR: Charly Wendy Straub Deretti – SC AVAR1: Heltton Nunes – SC AVAR2: Caio Max Augusto Viana – RN Observador de VAR: Ricardo Marques Ribeiro – MG
Zanovelli, ainda jovem, recebeu o escudo FIFA na saída de Ricardo Marques Ribeiro do quando internacional de árbitros. Sua escolhe se deu por ser de MG, já que o estado ficaria sem um árbitro FIFA. Mas sentiu o peso do escudo.
Em suma: é um árbitro que exagera nas marcações e nos cartões, e que está sendo trabalhado para melhorar técnica e disciplinarmente suas atuações. Veremos se consegue.
O detalhe da escala: é gente de todo Brasil virá para trabalhar, não? O quarto-árbitro vem de Alagoas para Bragança Paulista-SP. Não tinha outro mais próximo, para reduzir despesas?
Em tempo: a VAR Charly Wendy era árbitra até o ano passado. Está pronta para atuar em nova função na série A?
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Bem dispostos para mais um dia de vida?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Está em vigor a regra de substituição adicional para atletas que sofrem concussão. E curiosamente, eu que não via uma concussão há algum tempo, vi 3 na Rodada 1 do Brasileirão. Vamos a elas:
Marlon Freitassofreu concussão e foi substituído com a regra da 6ª alteração em Cruzeiro x Botafogo. Repare, na súmula, que há 12 substituídos(6 por equipe, já que o adversário, por protocolo, ganha o direito de fazer mais uma alteração).
Vinha sofreu concussão em Atlético Goianiense x Flamengo, e verifico na súmula que existiram 10 substituições. Não quiseram utilizar mais uma, ou não sabiam?
Kannemann também sofreu uma concussão em Vasco x Grêmio. Ambas equipes trocaram 5 atletas. Fica a mesma pergunta: sabiam da 6ª alteração ou não?
O protocolo determina que o quarto-árbitro entregue um cartão vermelho para cada médico antes do jogo. Se o atleta sofrer uma concussão, o médico escreverá algumas respostas nele para as perguntas pré-determinadas a fim de atestar a concussão, e entregará ao árbitro. Depois do jogo, um relatório deve ser entregue, explicando como está a recuperação do jogador.
Parece discussão de botequim! No lance de Bruno Henrique e Maguinho (falamos sobre ele aqui: https://wp.me/p4RTuC-VYY), o árbitro explica ao VAR que entendeu ser lance natural, e grita: “segue, segue, segue“. O VAR, por sua vez, vai no “para, para, para”.
Perceba no áudio abaixo: há uma tentativa de convencimento ao árbitro para mudar de opinião (uma característica exclusiva do árbitro brasileiro: a de ser protagonista).
O VAR é para as situações pontuais do protocolo e erros crassos. Se existir um lance dúbio, que gere maior tempo de discussão, deve-se respeitar a decisão de campo. E é esse o princípio do VAR: não re-apitar o jogo, mas sugerir a correção de possíveis erros claros.
Em um determinado momento, quando o árbitro muda de opinião, ele fala de “jogo brusco grave”. Errou. Se entendeu que foi uma cotovelada deliberada, é “conduta violenta” (Jogo Brusco Grave é um carrinho violento, uma entrada mais dura, para Vermelho Direto em disputa de bola; já a “conduta violenta” é para agressões, como tapas e cotoveladas). E não foi nem uma coisa e nem outra… foi casualidade (acidente de trabalho).
Flamengo e Corinthians, os dois times de maior torcida e que têm maior pressão, jogaram com os novatos André Luíz Skettino Policarpo Bento e Yuri Elino Ferreira da Cruz apitando seus jogos. Foram mal. Mas para a segunda rodada, Fluminense e Palmeiras jogarão com João Gobbi e Lucas Paulo Torezin apitando.
Repararam o critério?Um paulista e um carioca por rodada com novatos da divisão. Mas assim como tivemos os veteranos Flávio Rodrigues de Souza e Bráulio da Silva Machado atuando também, vamos ver Marcelo de Lima Henrique (com 52 anos) e Anderson Daronco apitando na próxima rodada. Aliás, Daronco apitará pela enésima vez um Flamengo x São Paulo no Maracanã (é uma escala que se repete frequentemente).
Gostaria de chamar a atenção para Palmeiras x Internacional: o paranaense Torezin vai estrear na Série A. No ano passado, ele trabalhou como AVAR 2 nessa divisão, e justamente fará seu debute no Allianz Arena (é público e notório como é difícil apitar com Abel Ferreira e seus assistentes pressionando a todo instante), além do que o Internacional tem uma pressão enorme por conta dos últimos tropeços – e Coudet não é fácil de se lidar também. Portanto, quem trabalhar nessa partida, saiba que o pós-jogo será complicado…
Sinto que a Rodada 2 será tão “animada” como a Rodada 1, infelizmente.
Ao menos, a CBF foi criteriosa: colocou dois jovens inexperientes nos jogos dos dois times de mais torcida no Brasil…
Também teve veterano bobeando. Em Vasco x Grêmio, houve uma concussão, e a mudança na regra permite a substituição adicional para esses casos (uma 6ª substituição, falamos aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/04/11/as-novas-mudancas-das-regras-do-jogo-de-futebol-para-2024-2025/). Mas esqueceram disso lá… Flávio Rodrigues de Souza, eleito o melhor do Paulistão, bobeou. Já no Cruzeiro x Botafogo, igualmente houve uma concussão, e felizmente o árbitro lembrou.
Por fim, vimos a volta do Maguielson (aquele mesmo do Ceará x SPFC que deu uma baita confusão em 2022)… teve chance de novo (falamos aqui que era uma escala complicada: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/04/12/analise-pre-jogo-da-arbitragem-para-fluminense-x-red-bull-bragantino-3/) e acabou fazendo vistas grossas à infração cometida por Cano, aos 9m, em cima do goleiro Cleiton (talvez o árbitro não expulsou o jogador do Fluminense pois, atingido na nuca, colocou a mão na testa…)
A arbitragem é péssima. E os jogadores colaboram para o caos…
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora começar mais uma semana com bastante ânimo?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Para o confronto entre o Massa Bruta e o Gigante da Colina, a CBF escalou:
Árbitro: Paulo César Zanovelli da Silva – MG Árbitro Assistente 1: Guilherme Dias Camilo – MG Árbitro Assistente 2: Fernanda Kruger – MT Quarto Árbitro: Márcio dos Santos Oliveira – AL Assessor de Arbitragem: Claydy Mary dos santos Ribeiro – SC VAR: Charly Wendy Straub Deretti – SC AVAR1: Heltton Nunes – SC AVAR2: Caio Max Augusto Viana – RN Observador de VAR: Ricardo Marques Ribeiro – MG
Zanovelli, ainda jovem, recebeu o escudo FIFA na saída de Ricardo Marques Ribeiro do quando internacional de árbitros. Sua escolhe se deu por ser de MG, já que o estado ficaria sem um árbitro FIFA. Mas sentiu o peso do escudo.
Em suma: é um árbitro que exagera nas marcações e nos cartões, e que está sendo trabalhado para melhorar técnica e disciplinarmente suas atuações. Veremos se consegue.
O detalhe da escala: é gente de todo Brasil virá para trabalhar, não? O quarto-árbitro vem de Alagoas para Bragança Paulista-SP. Não tinha outro mais próximo, para reduzir despesas?
Em tempo: a VAR Charly Wendy era árbitra até o ano passado. Está pronta para atuar em nova função na série A?
Começando pelo final: falamos em 2023 que o jovem árbitro Yuri Elino Ferreira da Cruz. (RJ) era muito irregular, pois em alguns jogos, não dava cartão algum; em outros, dava demais. Pois hoje, no Corinthians x Atlético-MG, aplicou 14 cartões, mas a Fagner, que pela 3ª vez nesse ano merecia vermelho (agora pela entrada em Zaracho), não deu. Aliás, o treinador António Oliveira, percebendo que o lateral estava no lucro, o substituiu para não ser expulso em outra oportunidade.
Em Goiás, talvez o jogo mais polêmico:Atlético 1×2 Flamengo, apitado pelo também jovem André Luiz Skettino Policarpo Bento (que teve atuações igualmente irregulares em 2023, e que nesse ano, parece que teria um “investimento maior” para chegar à FIFA, com a CBF testando melhor o juiz mineiro em escalas mais difíceis). Vamos às situações:
13 minutos: Jair Ventura, técnico do ACG, é expulso por reclamação. Até saber o que fez o treinador, não dá para saber se foi justa ou não a expulsão. Aguardemos a súmula.
43 minutos: Pedro (CRF) está no ataque, indo em direção ao gol, e Alix Vinícius (ACG) o impede com falta. Se não fosse situação clara e iminente de gol, seria lance para Amarelo. Mas como Pedro só teria o goleiro à frente (e o outro zagueiro não teria tempo de alcançá-lo), foi correto o Cartão Vermelho. Acertou o árbitro.
67 minutos: O goleiro Rossi (CRF) tem a posse de bola. Quando vai repô-la, Luiz Felipe (ACG) “faz uma graça”. Na sequência, Léo Pereira (CRF) dá um “chega pra lá” no adversário. É a chamada “Atitude Inconveniente”, e dentro da área, é pênalti. Infantilidade do jogador… Porém, considere: A) Se Luiz Felipe cometeu falta ao impedir a reposição de bola, o árbitro deveria ter marcado a falta ao Flamengo (Tiro Livre Indireto, sem aplicação de cartão). O lance de Léo Pereira não seria pênalti, pois o jogo já estaria parado, e o árbitro deveria aplicar uma advertência verbal ao flamenguista. B) Se Luiz Felipe cometeu a falta, mas o árbitro entendeu que não deveria marcar (pois preferia dar uma vantagem, já que o goleiro estava em pé e continuava com a bola em sua posse, e a continuidade do jogo seria algo melhor do que a marcação da falta – visando a rapidez para armar um contra-ataque, por exemplo), ao ver a atitude de Léo Pereira, ele deveria fazer a marcação atrasada da falta no goleiro, pois não houve vantagem concreta, e advertir verbalmente o zagueiro flamenguista. C) Se Luiz Felipe não atrapalhou o suficiente o goleiro Rossi para que ele pudesse repor, acertou o árbitro. (Aqui, confesso: em um primeiro momento achei falta de Luiz Felipe; mas ao ver uma imagem mais ampla, não marcaria nada no lance com o goleiro e entendi como correto assinalar o bobo pênalti).
74 minutos: O gol anulado de Baralhas (ACG) estava irregular, pois seu companheiro Emiliano Rodríguez, que cabeceia a bola, o faz em impedimento. Acertou o bandeira.
99 minutos:Maguinho (ACG) toma impulso para cabecear uma bola em disputa com Bruno Henrique (CRF). O braço do jogador do Dragão bate involuntariamente (causalidade) no adversário. o VAR Wagner Reway (que não foi à última Copa, embora tenha sido indicado) se equivoca e entende como agressão. O árbitro Policarpo marca pênalti e expulsa Maguinho. Errou.
Pergunto: tivemos o aviso de que o árbitro, sempre que fosse ao VAR, deveria comunicar sua decisão ao público.Em Vasco x Grêmio foi assim. Por quê não aconteceu isso em Goiás?
Repost: serve o mesmo texto para falar da pressão no São Paulo FC, escrito após a eliminação frente ao Novorizontino, agora para a derrota em casa contra o Fortaleza:
Gosto do profissional Thiago Carpini, mas ele está sem ambiente no SPFC.Não adianta jogadores e diretoria dizer que estão com ele, pois sabidamente o futebol é resultadista e imediatista.
Faço um esforço de memória e não consigo me recordar de algum treinador que, em situação idêntica a do treinador são-paulino, permaneceu no cargo. O filme é antigo e previsível: dois ou três jogos com resultados questionados, e a demissão se torna inevitável. É o mundo do futebol, sendo justo ou não.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Domingão também é dia de se exercitar!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?