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O crédito do fotógrafo está ali no canto. O profissional foi perfeito, registrando o surfista como se estivesse flutuando!
Como tem cara bom por aí!

🏄 📸 🥇 #Paris2024
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E o VAR Rafael Traci, de Botafogo 3×4 Palmeiras, pede na Justiça indenização e demais providências contra John Textor, por acusação de manipulação de resultados.
ÁRBITRO DE VÍDEO DE BOTAFOGO X PALMEIRAS PROCESSA JOHN TEXTOR
por Andrés Ribas.
Rafael Traci pede R$ 100 mil e retirada de postagens de dirigente, sob pena de multa
O árbitro Rafael Traci entrou com uma ação contra o dono da SAF do Botafogo, John Textor. Ele cobra R$ 100 mil por danos morais, pelo dirigente ter acusado o VAR de Botafogo e Palmeiras, no Brasileirão de 2023, de manipulação. Traci era o árbitro de vídeo da partida.
Textor acusa VAR de manipulação em expulsão de Adryelson em análise
Traci entrou com a ação no dia 25 de julho, na 4ª Vara Cível de Curitiba, no estado do Paraná. No documento, a defesa do árbitro alega que Textor o acusou de manipulação, via Instagram (vídeo acima).
” Na data de 05 de junho de 2024, o réu o qual é o sócio proprietário da SAF – Sociedade Anônima de Futebol do time profissional Botafogo de Futebol de Regatas, publicou em suas redes sociais (Instagram) dois vídeo no qual acusa o autor que atuava junto ao VAR do jogo entre o Botafogo e Palmeiras pelo Campeonato Brasileiro de 2023, que este teria induzido o arbitro principal à expulsão do jogador Adryelson, situação que teria colaborado para a derrota do Botafogo pelo placar de 4 x 3″.
Segundo a defesa, as postagens do dirigente atacam a honra de Traci, bem como classe de árbitros do futebol brasileiro.
No processo, eles destacam que o Tribunal Superior de Justiça Desportiva – STJD – julgou as denúncias feitas por Textor e trataram como “imprestáveis” e concluiu que as ações configuram ilícitos desportivos contra a honra de sete entidades desportivas, nove atletas e nove árbitros.
No documento, a defesa também pede, em tutela de urgência, que Textor retire as postagens feitas, contra o árbitro, das redes sociais sob pena de multa, além de abster de mencionar o nome de Traci.
O norte-americano publicou uma análise sobre a intervenção do VAR na expulsão de Adryelson na partida entre Botafogo 3 x 4 Palmeiras, no Brasileirão 2023.
Em vídeo publicado no Instagram, ele questiona Rafael Traci, árbitro de vídeo daquele jogo, pela maneira como interferiu e nas câmeras que mostrou ao árbitro Bráulio da Silva Machado para justificar a expulsão do camisa 34. Na ocasião, o Botafogo vencia por 3 a 1. Com um a menos, não segurou a pressão e viu o rival paulista conseguir uma virada histórica.
A análise divulgada por Textor indica que Traci não mostrou as melhores imagens do lance para Bráulio. Na visão do dono da SAF Botafogo, Adryelson não merecia ter sido expulso porque Breno Lopes, atacante do Palmeiras que sofre a falta, não estava na direção do gol.
“Traci instrui o operador de replay a parar o vídeo em uma “imagem congelada”… para dar a FALSA impressão de que a bola está perfeitamente dominada no pé do jogador do Palmeiras. TRACI manipula o replay do vídeo para que MACHADO veja uma imagem da perfeita posse e controle de bola que, na verdade, NUNCA existiu.
MACHADO confirma sua chegada ao monitor do VAR para ver uma imagem parada que está enganosamente pausada para mostrar posse e controle de bola… mas as condições exigidas pelo DOGSO de posse e controle de bola NUNCA foram configuradas.
Nenhuma das quatro condições de um DOGSO foram atendidas, e o DOGSO exige que TODAS as condições sejam atendidas. Como resultado da manipulação da visualização do vídeo por TRACI para estabelecer de forma enganosa duas condições de DOGSO que NÃO foram cumpridas (posse e controle de bola), MACHADO decidiu confirmar um DOGSO e expulsar o nº 34 Adryelson
Então, além da aparente manipulação de uma “imagem congelada” para mostrar uma posse de bola que não existia, o que o Oficial do VAR TRACI escolheu NÃO mostrar ao árbitro da partida?
Havia um ângulo de câmera melhor para mostrar?
…porque este é o ângulo da câmera [veja no vídeo acima] que o árbitro de VAR TRACI não permitiu que o árbitro de campo visse.
Isso prova (1) que havia possibilidade de chance domínio da bola por parte do Adryelson, (2), que Adryelson realmente tocou na bola primeira, (3) que não houve posse ou controle da bola pelo jogador do Palmeiras, e (4) que o engano da “imagem congelada” mostrando posse de bola não passou de um breve desvio
O Tribunal de Justiça Desportiva decidiu duas vezes que a decisão do VAR de expulsar o jogador foi um erro, um erro que levou o Palmeiras a superar uma desvantagem de 1 a 3, e vencer o jogo decisivo do campeonato… e transformar uma provável desvantagem de 9 pontos na tabela do Campeonato Brasileiro em uma desvantagem de 3 pontos.
Resta uma pergunta ao Sr. Traci: Por que a apresentação do vídeo foi manipulada para dar a falsa impressão de posse e controle; e porque a o melhor ângulo não foi compartilhado com o árbitro de campo?
A manipulação da apresentação do vídeo pelo árbitro do VAR Traci claramente destruiu o campeonato de 2023, mas não houve qualquer pedido para que ele esclarecesse as suas ações.”
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Foto: Vitor Silva / Botafogo, extraído do link acima:
Hulk cobrou uma falta chutando com toda a sua potência, e a bola bateu na mão de Garro na barreira.
Pênalti ou não?
No geral, depende. Naquela situação, é pênalti.
Explico: você pode usar as mãos para proteger o rosto e as partes baixas de uma forte bolada no futebol masculino (e inclua-se os seios no futebol feminino). Entretanto, repare: a bola não vai ao rosto do corintiano, ele ergue o braço e a toca após passar a altura da cabeça.
Se ela fosse bater nele, não seria pênalti. Mas se ele não fizesse uso das mãos, ela iria ao gol. Ou seja: movimento antinatural (pois não protegeu o rosto e tirou proveito).
Acertou o árbitro.
Suar faz muito bem!
Pratique esportes! O corpo, a alma e a mente agradecem.

🏃♂️ #corrida
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora começar mais uma semana com bastante ânimo?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running
E para o confronto entre o Furacão x Massa Bruta, a CBF escalou:
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães – RJ
Árbitro Assistente 1: Fabrício Vilarinho da Silva – GO
Árbitro Assistente 2: Thiago Henrique Neto Correa Farinha – RJ
Quarto Árbitro: João Marcos Gonçalves Fernandes – RJ
Assessor de Arbitragem: José Antonio Chaves Franco Junior – RS
VAR: Gilberto Rodrigues Castro Júnior – PE
AVAR1: Diogo Carvalho Silva – RJ
AVAR2: Vinícius Gomes do Amaral – MG
Observador de VAR: Alício Pena Jr – MG
Me preocupa essa escala. Wagner Magalhães está em péssima fase! Cometeu dias atrás seu 3º erro seguido em jogo do Palmeiras, no lance de Aníbal Moreno e Baralhas. Terceiro jogo com equívocos e ainda é prestigiado! Vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/07/12/o-polemico-penalti-nao-marcado-em-palmeiras-x-atletico-go-e-o-3o-erro-a-favor-do-mesmo-arbitro/
O juizão foi quem apitou o jogo contra o Sousa-PB também pela Copa do Brasil, e responsável pela ruim atuação na eliminação do mesmo torneio no ano passado contra o Ypiranga. Relembre aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/03/15/analise-da-arbitragem-de-ypiranga-3×1-red-bull-bragantino/
Uma das piores atuações dele, sem dúvida, foi num Coritiba x Santos, onde pareceu um ex-árbitro em campo. Aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/10/26/e-pra-ir-dormir-o-penalti-para-o-coritiba-contra-o-santos/
Enfim: que esteja bem condicionado fisicamente nessa partida.
Acompanhe conosco o jogo do Athletico Paranaense x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quarta, 31/07, às 19h. Mas desde às 18h estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
Os clubes de futebol brasileiros, sabidamente, são grandes devedores. Estão com problemas de inadimplência com impostos, salários, fornecedores e outros tantos credores.
Um documento divulgado pelas consultorias Galápagos Capital e Outfield, chamado de “Relatório Convocados”, traz os números compilados do último exercício fiscal dos clubes. E eles são assustadores!
Veja que loucura: a soma das dívidas dos 20 clubes da Série A do Brasileirão se aproxima de 12 bilhões de reais! Repare: não está sendo contabilizado o Santos FC, que tem problemas financeiros e está na Série B.
Se considerarmos em ordem de valores devidos (e aí se inclui o Peixe), os maiores devedores são:
Temos que tomar cuidado para interpretrar os números: você “ter dívida” não significa que você é um caloteiro. Simplesmente, as contas existem e serão pagas no dia do vencimento (em tese). Por exemplo: o Flamengo deve aproximadamente 400 milhões de reais (a vencer), e as receitas ultrapassam R$ 1 bi (portanto, não tem problemas). O Bahia (pertencente ao City Group) e o Bragantino (Red Bull) têm contas a pagar, mas conseguem quitar as suas pendências em dia pois são superavitários.
Os problemas residem nos clubes que são deficitários: São Paulo e Corinthians têm saldos devedores assustadores, e não conseguem há tempos fechar suas contas no azul. E por que isso acontece?
Por causa de vários fatores, que se resumem a: má gestão e gasto ruim do dinheiro.
Já repararam os valores absurdos pagos a determinados atletas, que não entregam em campo aquilo que recebem? Alguns nem titulares são. Outros, contratados a peso de ouro por empréstimos de agentes. E isso traz um outro problema: os juros cobrados pelos empresários “agiotas”. É só dar uma olhada no balanço dos clubes, e se verificará até empréstimos feitos pelos empresários de atletas.
Será que os gestores dos clubes de futebol administram suas empresas da mesma forma que o fazem na gestão das agremiações esportivas? Penso que não… E isso tem uma resposta fácil: os presidentes de clubes gastam horrores pensando em conquistar títulos, imaginando que as premiações valerão o esforço, e se esquecem: somente um time é campeão! Aí as contas ficam eternizadas, as conquistas não aparecem e o déficit aumenta.
Não é diferente aos pequenos clubes, com contas impagáveis. A dívida do Paulista FC se especula entre 50 a 67 milhões de reais (para um time na 5ª divisão estadual, de onde virá a receita?). Os valores são incertos pois sempre se fala em auditoria e o torcedor nunca sabe o valor real. Mas o certo é: dinheiro para se pagar, evidentemente não se tem.
Fico pensando: como administrar tais contas com responsabilidade? Para um time grande, não há como fazer, se não aceitar o que Palmeiras e Flamengo fizeram no período de vacas magras: cortar despesas, contratar barato, abdicar da disputa de títulos e se esforçar em não cair para a segunda divisão. E com uma gestão financeira responsável, hoje estão entre os clubes mais saneados financeiramente do continente.
O trabalho é árduo para os gestores esportivos, mas é necessário para a saúde do futebol brasileiro.
Nesse momento de clubes-empresa, SAFs e outras modalidades de gestão no futebol, o Sfera FC (cujo apelido é Raio Amado), que joga na vizinha Salto e treina em Jarinu, tem se destacado bastante.
A ideia é: ser um time que forma jogadores sem perder a preocupaçã0 com a formação da pessoa. E o retorno tem acontecido, financeiramente falando.
Em tempo: o Alexandre Costa Curta, que trabalhou no Paulista FC, faz parte desse sucesso colaborando com seus serviços profissionais por lá.
Olhe que história bacana, extraída de: InvestNews.com
FUTEBOL, NEGÓCIOS E FAMÍLIA: A APOSTA TOTAL DE UM FARIALIMER NO SFERA FC
Futebol, negócios e família: a aposta total de um faria limer no Sfera FC
Gustavo Aranha investe em (e busca investidores para) empresa que ganha com atletas bons de jogo e de cabeça
Foi na última sessão de terapia que ele percebeu como as férias escolares passadas junto ao avô alimentaram as decisões profissionais tomadas décadas depois – e que levaram à grande aposta empresarial da sua vida. Cria do mercado financeiro, Gustavo Aranha é hoje um dos três sócios-fundadores de um time diferente dos tradicionais clubes brasileiros: o Sfera Futebol Clube, “uma empresa que é um clube de futebol”.
“Meu avô era diretor do São Paulo e eu passava as férias no centro de treinamento, conhecia os jogadores. Vivi muito o São Paulo com ele, é parecido com o que eu vivo aqui no Sfera”, elabora Aranha enquanto relembra ao InvestNews sua relação com Herman Koester, diretor do SPFC nos anos 1990.
As quase duas décadas e meia de Faria Lima deram a Gustavo Aranha os recursos, a experiência e a lista de contatos necessários para botar de pé o projeto de um time de futebol em que o modelo de negócio não é enfileirar títulos, mas formar atletas e vendê-los para outros clubes, especialmente no exterior. E, assim, dar retorno para os investidores.

Uma explicação rápida: quando se diz que determinado clube “comprou o jogador tal”, na verdade o time comprou os direitos econômicos do atleta, o “passe”. Geralmente, o time que revela um jogador é dono de uma parte dos direitos econômicos e é remunerado a cada transação feita para adquirir o vínculo.
Este é o modelo de negócios do Sfera: formar jogadores e ganhar uma parte do valor sempre que um atleta ali revelado for vendido para um clube. O Sfera costuma ficar com 20% a 40% do valor da transação.
Por ora, os “clientes” do Sfera são clubes gringos menores, que não tem bolsos fundos o suficiente para concorrer com os tradicionais por jogadores brasileiros que se destacam nas principais ligas daqui. Na última janela de transferências, um dos atletas Sfera foi para um clube de Portugal, outro para a República Tcheca.
Essas primeiras transações, portanto, não costumam envolver aqueles valores que rendem manchetes, na casa das dezenas de milhões de euros. Por outro lado, dão ao atleta formado pelo Sfera FC uma vitrine com potencial para valorizar o “passe” do jogador, o que eventualmente pode se reverter numa bolada – sem trocadilho – para o time fundado por Aranha.
“No modelo tradicional dos clubes brasileiros o que importa é fazer a primeira transação e ganhar o máximo com ela. O nosso modelo é maximizar a segunda, a terceira, a quarta venda. Formamos atletas e cidadãos para que eles tenham carreiras longevas, focamos no longo prazo e vamos dar mais lucro assim”, explica Aranha, misturando o faria limer e o dono de clube de futebol.
Segundo Aranha, embora clubes tradicionais tenham em média 20% das receitas advindas da venda de jogadores, o investimento nas categorias de base não costuma ir além dos 5%. No Sfera, o foco é total na base. Depois dos quatro grandes de São Paulo e do Red Bull Bragantino, o maior orçamento do Estado para atletas iniciantes é o do Sfera FC. Para este ano, são R$ 12 milhões previstos.
ATLETAS BONS DE JOGO E DE CABEÇA
Essa aposta na longevidade das carreiras dos atletas marca outra diferença do Sfera em relação à estrutura de formação típica dos clubes brasileiros. Primeiro porque a ideia não é depender financeiramente da revelação de um Endrick por ano. Segundo porque, embora não seja um projeto social, a preocupação aqui é que a formação seja a melhor e mais completa possível, “do pescoço para baixo e do pescoço para cima”, como Gustavo costuma destacar.
O projeto atrai jogadores jovens, paga a eles uma ajuda de custos, plano de saúde e os aloja na estrutura do Sfera que fica em Jarinu (SP), a cerca de uma hora e meia da capital paulista. São jovens atletas entre 11 e 18 anos, com possibilidade de alojamento a partir dos 14. Recentemente, o Sfera também começou a investir no futebol feminino, mas as garotas ainda não ficam alojadas.

Lá, os 82 atletas mirins atualmente residentes fazem a preparação física, os treinamentos e as refeições. São avaliados individualmente, acompanhados por psicólogos, conversam com atletas em atividade e com aposentados. Além de estudarem em uma escola da região, passam por reforço escolar, têm aulas de inglês, educação financeira e assistem a palestras com temas que vão do racismo estrutural ao machismo.
“Se você visitar uma base tradicional, vai ver que os meninos são pouco incentivados a serem seres pensantes”, critica Aranha. A proposta do Sfera, explica, é formar atletas capazes de ler e agir sobre as complexidades do jogo e da vida. “Não tem como isso atrapalhar. Quanto melhor for a cabeça do jogador, melhor ele joga”, arremata.
Isso tudo custa, claro. Até aqui, o dinheiro tem vindo principalmente dos bolsos de Gustavo e seus dois sócios. O projeto nasceu oficialmente em 2021 e o equilíbrio entre gastos e receita deve acontecer em 2028.
Até lá, o Sfera aposta em novos sócio-investidores para continuar investindo na formação dos atletas. Os sócios decidiram oferecer 40% do clube, organizado como uma Sociedade Anônima de Futebol (SAF), para novos investidores. Cada percentil custa R$ 1,25 milhão.
Acostumado a fazer a ponte entre investidores abastados e as gestoras por onde passou – Hedging-Griffo, Bratus e GEO Capital – Gustavo agora roda São Paulo na sua scooter 150 cilindradas para conversar com jornalistas e interessados no projeto do Sfera FC. Ossos do ofício, ele projeta a rentabilidade do investimento, mas não faz promessas.
“Sou zero bullshiteiro. Eu botei meu dinheiro e tenho certeza que serei muito bem remunerado, mas não sei dizer quando vem o retorno porque não sei como será o processo inteiro”, admite. “É uma conversa muito de dono para dono, não é todo mundo que tem esse perfil”.
Vender o Sfera aos possíveis novos investidores fica mais fácil quando os sócios potenciais conhecem o projeto, destaca Aranha. Ele explica que o carrego – período entre a alocação e o retorno, no jargão do mercado – do investimento no Sfera FC é “extremamente prazeroso” porque os investidores “percebem a transformação que estamos fazendo”.
“Meu filho diz que o dia mais feliz da vida dele foi quando a gente ganhou no Galo [Atlético-MG] na Copinha. Ele estava no estádio com uns 15 amigos e foi um transe coletivo”, diz, orgulhoso.
Família, negócios e futebol continuam uma mistura essencial na vida de Gustavo. Apostando boa parte da herança dos dois filhos – o mais velho, de 17 anos, e a caçula, de 15 – no Sfera, ele diz que a decisão só foi tomada depois de uma conversa séria com eles e com a esposa. O resultado? Apoio total.
“Eu acho que, no fim, é um assunto de família, é uma decisão de família”. Freud explica.

É muita diferença…
Compare o total de medalhas do Brasil com o dos EUA:

Caramba, nenhum time paulista venceu pelo Brasileirão da série A nessa rodada.
O Palmeiras perdeu em casa para o Vitória, idem ao Red Bull Bragantino contra o Fluminense. Acrescente, como visitantes, o São Paulo derrotado pelo Fortaleza e o Corinthians pelo Atlético Mineiro.
Que fase, hein?
Já havíamos falado dos erros recentes do árbitro / VAR Caio Max, que apitou o jogo Palmeiras x Vitória (aqui: https://wp.me/p4RTuC-YVM). Numa rodada ele é VAR, em outra é árbitro… A CBF está confusa!
No jogo de sábado, dois lances polêmicos com ele (em situações envolvendo Flaco López). Vamos à eles:
1- O erro que virou acerto: José Breno vai com a sola da chuteira na perna do Flaco López. Uma entrada perigosa, e, por que não, criminosa. Afinal, isso machuca bastante e pode lesionar um companheiro de profissão. Somente após o chamado do VAR, é que o árbitro expulsou (ele havia dado Cartão Amarelo). O juizão precisa receber um puxão de orelha: como precisa da interferência do árbitro de vídeo para entender tal lance como o típico “jogo brusco grave?”. É vermelho direto.
2- O acerto: Ainda envolvendo Flaco López, a falta reclamada por uma cotovelada recebida que antecedeu o 2º gol do Vitória-BA: não foi absolutamente nada! O atleta abre os braços em movimento NATURAL para ganhar impulso e não altera o seu movimento em busca de atingir o adversário. Aqui, parece-me mais o péssimo hábito de reclamar da arbitragem por qualquer momento e de cavar faltas (ambos comportamento notoriamente comuns em nosso país, lamentavelmente).
Foto: Marcello Zambrana/AGIF, extraída de: https://br.bolavip.com/amp/palmeiras/abel-reclama-de-falta-em-flaco-lopez-em-gol-do-vitoria-contra-palmeiras-cotovelada-clara
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E o VAR Rafael Traci, de Botafogo 3×4 Palmeiras, pede na Justiça indenização e demais providências contra John Textor, por acusação de manipulação de resultados.
ÁRBITRO DE VÍDEO DE BOTAFOGO X PALMEIRAS PROCESSA JOHN TEXTOR
por Andrés Ribas.
Rafael Traci pede R$ 100 mil e retirada de postagens de dirigente, sob pena de multa
O árbitro Rafael Traci entrou com uma ação contra o dono da SAF do Botafogo, John Textor. Ele cobra R$ 100 mil por danos morais, pelo dirigente ter acusado o VAR de Botafogo e Palmeiras, no Brasileirão de 2023, de manipulação. Traci era o árbitro de vídeo da partida.
Textor acusa VAR de manipulação em expulsão de Adryelson em análise
Traci entrou com a ação no dia 25 de julho, na 4ª Vara Cível de Curitiba, no estado do Paraná. No documento, a defesa do árbitro alega que Textor o acusou de manipulação, via Instagram (vídeo acima).
” Na data de 05 de junho de 2024, o réu o qual é o sócio proprietário da SAF – Sociedade Anônima de Futebol do time profissional Botafogo de Futebol de Regatas, publicou em suas redes sociais (Instagram) dois vídeo no qual acusa o autor que atuava junto ao VAR do jogo entre o Botafogo e Palmeiras pelo Campeonato Brasileiro de 2023, que este teria induzido o arbitro principal à expulsão do jogador Adryelson, situação que teria colaborado para a derrota do Botafogo pelo placar de 4 x 3″.
Segundo a defesa, as postagens do dirigente atacam a honra de Traci, bem como classe de árbitros do futebol brasileiro.
No processo, eles destacam que o Tribunal Superior de Justiça Desportiva – STJD – julgou as denúncias feitas por Textor e trataram como “imprestáveis” e concluiu que as ações configuram ilícitos desportivos contra a honra de sete entidades desportivas, nove atletas e nove árbitros.
No documento, a defesa também pede, em tutela de urgência, que Textor retire as postagens feitas, contra o árbitro, das redes sociais sob pena de multa, além de abster de mencionar o nome de Traci.
O norte-americano publicou uma análise sobre a intervenção do VAR na expulsão de Adryelson na partida entre Botafogo 3 x 4 Palmeiras, no Brasileirão 2023.
Em vídeo publicado no Instagram, ele questiona Rafael Traci, árbitro de vídeo daquele jogo, pela maneira como interferiu e nas câmeras que mostrou ao árbitro Bráulio da Silva Machado para justificar a expulsão do camisa 34. Na ocasião, o Botafogo vencia por 3 a 1. Com um a menos, não segurou a pressão e viu o rival paulista conseguir uma virada histórica.
A análise divulgada por Textor indica que Traci não mostrou as melhores imagens do lance para Bráulio. Na visão do dono da SAF Botafogo, Adryelson não merecia ter sido expulso porque Breno Lopes, atacante do Palmeiras que sofre a falta, não estava na direção do gol.
“Traci instrui o operador de replay a parar o vídeo em uma “imagem congelada”… para dar a FALSA impressão de que a bola está perfeitamente dominada no pé do jogador do Palmeiras. TRACI manipula o replay do vídeo para que MACHADO veja uma imagem da perfeita posse e controle de bola que, na verdade, NUNCA existiu.
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Nenhuma das quatro condições de um DOGSO foram atendidas, e o DOGSO exige que TODAS as condições sejam atendidas. Como resultado da manipulação da visualização do vídeo por TRACI para estabelecer de forma enganosa duas condições de DOGSO que NÃO foram cumpridas (posse e controle de bola), MACHADO decidiu confirmar um DOGSO e expulsar o nº 34 Adryelson
Então, além da aparente manipulação de uma “imagem congelada” para mostrar uma posse de bola que não existia, o que o Oficial do VAR TRACI escolheu NÃO mostrar ao árbitro da partida?
Havia um ângulo de câmera melhor para mostrar?
…porque este é o ângulo da câmera [veja no vídeo acima] que o árbitro de VAR TRACI não permitiu que o árbitro de campo visse.
Isso prova (1) que havia possibilidade de chance domínio da bola por parte do Adryelson, (2), que Adryelson realmente tocou na bola primeira, (3) que não houve posse ou controle da bola pelo jogador do Palmeiras, e (4) que o engano da “imagem congelada” mostrando posse de bola não passou de um breve desvio
O Tribunal de Justiça Desportiva decidiu duas vezes que a decisão do VAR de expulsar o jogador foi um erro, um erro que levou o Palmeiras a superar uma desvantagem de 1 a 3, e vencer o jogo decisivo do campeonato… e transformar uma provável desvantagem de 9 pontos na tabela do Campeonato Brasileiro em uma desvantagem de 3 pontos.
Resta uma pergunta ao Sr. Traci: Por que a apresentação do vídeo foi manipulada para dar a falsa impressão de posse e controle; e porque a o melhor ângulo não foi compartilhado com o árbitro de campo?
A manipulação da apresentação do vídeo pelo árbitro do VAR Traci claramente destruiu o campeonato de 2023, mas não houve qualquer pedido para que ele esclarecesse as suas ações.”
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Foto: Vitor Silva / Botafogo, extraído do link acima:
Faz tempo que eu não comentava uma partida tão tranquila: pouquíssimas faltas, sem lances polêmicos, bastante fair play… Manthiqueira e Paulista não deram trabalho para o árbitro Rafael Gomes Félix da Silva. Para o juizão, existem duas observações: não houve exigência (é ruim para quem avalia o árbitro, pois não há muito o que dizer) e bom para o espetáculo, pois nem se lembrou de que havia alguém apitado.
Destaque para o jogo “encaixado” do Galo. Em que pese a fragilidade do adversário, o Paulista fez tudo certinho: Caveira foi bem, o esquema tático funcionou e o time ganhou moral. Para o campeonato, imagino que os outros adversários aumentaram a preocupação em enfrentar o Tricolor Jundiaiense.
Agenda positiva?
Roberto Firmino no Corinthians é “forçação de barra”… onde vai arranjar dinheiro para pagá-lo?
E tem gente que “compra a ideia…”.

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E para o confronto entre o Massa Bruta e o Tricolor Carioca, a CBF escalou:
Árbitro: Lucas Paulo Torezin – PR
Árbitro Assistente 1: Fernanda Nandréa Gomes Antunes – MG
Árbitro Assistente 2: Rafael Trombeta – PR
Quarto Árbitro: Fábio Augusto Santos Sá Junior – SE
Assessor de Arbitragem: Vidal Cordeiro Lopes – BA
VAR: Daniel Nobre Bins – RS
AVAR1: André da Silva Bitencourt – RS
AVAR2: Adriano Barros Carneiro – RS
Observador de VAR: Rodrigo Pereira Joia – RJ
Paranaense de Campo Largo e com 41 anos, embora desconhecido no Brasileirão para muitos, Lucas tem muita experiência no Campeonato Paranaense. Estreou na Série A do Brasileirão somente nesse ano, e pelas diversas competições da CBF, já apitou os 4 grandes paulistas.
Eu gosto do estilo de jogo dele: não vulgariza cartões, nem marca qualquer faltinha. Lembra, muitas vezes, o estilo de arbitragem europeia.
Torço para um bom jogo e uma ótima arbitragem.
Acompanhe conosco o jogo do Red Bull Bragantino x Fluminense pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 28/07, às 11h. Mas desde às 10h estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
Caio Max Ribeiro foi o VAR intrometido que cometeu um erro grave na partida Red Bull Bragantino x Athletico Paranaense, sugerindo a expulsão equivocada do goleiro Cleiton. Veja só: https://professorrafaelporcari.com/2024/07/22/o-erro-na-expulsao-do-goleiro-cleiton-explicado-e-ilustrado-com-imagens-do-jogo/
Ele também era o VAR do pênalti inexistente de Pedro no Flamengo x Fortaleza (aquele que o flamenguista chutou o chão). Relembre: https://professorrafaelporcari.com/2024/07/11/o-penalti-em-pedro-no-flamengo-x-fortaleza/
Pois bem: a CBF o premia na próxima rodada o escalando para Palmeiras x Vitória!
Aliás, o novato Davi de Oliveira Lacerda, o árbitro capixaba da polêmica em Palmeiras x Cruzeiro, vai apitar Fortaleza x São Paulo!
Depois a CBF não quer receber críticas…
A FPF escalou para o confronto entre Academia Desportiva Manthiqueira x Paulista Futebol Clube a seguinte equipe de arbitragem:
Árbitro: Rafael Gomes Félix da Silva
Árbitro Assistente 1: Osvaldo Apipe de Medeiros Filho
Árbitro Assistente 2: Ítalo Magno de Paula Andrade
Quarto Árbitro: Marcelo de Jesus Santos
Analista de Video: Cláudio Roberto da Costa
Uma escala curiosa: em 2018 e 2019, Rafael apitou bem a série A1. E aí, em 4 anos, caiu para a série A4. Nesse ano, foi quarto-árbitro na semana passada em ECUS x Paulista. Aliás, ele também foi quarto-árbitro na final do amador jundiaiense no ano passado (Ponte Preta x Sampdória).
É um árbitro regular, que apita como outro qualquer e com experiência na A1. Não sei se houve algum problema extra-campo para o rebaixamento de divisão do meu xará.
Torço para um bom jogo e uma ótima arbitragem.
Acompanhe Manthiqueira x Paulista pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo, no sábado, começa às 15h, mas desde às 14h o Time Forte do Esporte já estará no ar.
Kanneman puxou Romero dentro da área e o inexperiente árbitro carioca Alex Stéfano marcou pênalti. Correto?
Desde 2020, existe a orientação expressa: nem todo puxão ou agarrão é infração, pois você deve avaliar se esse contato impactou e impediu o atleta de continuar a jogada (item 10 dessa publicação: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2020/07/15/fique-atento-as-mudancas-das-regras-do-futebol-e-as-orientacoes-aos-arbitros-para-o-campeonato-brasileiro-2020/).
Motivo: muitos atletas sentem um contato e se jogam, tentando cavar infrações.
Em Itaquera, visivelmente Romero sente a mão de Kanneman e se joga. No video-game, pode até ser pênalti. Na Europa, não. Na Regra da IFAB, no futebol real, também não. Errou o árbitro Alex Stéfano, ao atender a sugestão do VAR Pablo Ramon (repare: juiz novato sendo chamado pela cabine que tem VAR, Avar 1, Avar 2, Assessor de VAR, e outros aspones, sucumbe mesmo).
Aliás, havíamos alertado: qual o critério da CBF? Para Vitória x Flamengo um veteraníssimo da FIFA (Raphael Claus) e para um clássico brasileiro Corinthians x Grêmio um jovem (Alex Stéfano): https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/07/25/qual-o-criterio-da-cbf-para-a-escala-da-proxima-rodada/
Enfim: na próxima rodada poderemos ter confusão de novo. Tem VAR virando árbitro, juiz que errou voltando em time grande… vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/07/25/pobres-palmeiras-x-vitoria-e-fortaleza-x-sao-paulo/
Em tempo: sobre as reclamações do goleiro gremista, ele se refere ao jogo do ano passado, 4×4, em: https://professorrafaelporcari.com/2023/09/19/o-penalti-nao-marcado-em-corinthians-4×4-gremio-foi-compensacao-involuntaria-ao-jogo-do-bahia/
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Caindo da cama pois o tempo urge!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running
Independente das atuações dos árbitros, mas qual o critério de dificuldade e importância do jogo para as escalas?
Vide: para Vitória x Flamengo foi escalado o veterano Raphael Claus para apitar. E para Corinthians x Grêmio, o novato Alex Stefano.
Qual o jogo mais importante? Como escolher o árbitro, de acordo com a tabela?
#PROFISSIONALISMO E #TALENTO – Um amigo que não gosta de narração feminina no futebol me mandou esse vídeo.
Bobagem, essa moça é uma humorista (ela erra o nome dos jogadores e diz “chute de cabeça” e “tiro de cantinho”).
Há boas e más narradoras, igualmente aos bons e maus narradores. Simples.
Ops: sou fã da Luciana Mariano, a melhor delas (e, talvez, a pioneira).
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Animados para mais uma jornada?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running
E para o confronto entre o Massa Bruta e o Tricolor Carioca, a CBF escalou:
Árbitro: Lucas Paulo Torezin – PR
Árbitro Assistente 1: Fernanda Nandréa Gomes Antunes – MG
Árbitro Assistente 2: Rafael Trombeta – PR
Quarto Árbitro: Fábio Augusto Santos Sá Junior – SE
Assessor de Arbitragem: Vidal Cordeiro Lopes – BA
VAR: Daniel Nobre Bins – RS
AVAR1: André da Silva Bitencourt – RS
AVAR2: Adriano Barros Carneiro – RS
Observador de VAR: Rodrigo Pereira Joia – RJ
Paranaense de Campo Largo e com 41 anos, embora desconhecido no Brasileirão para muitos, Lucas tem muita experiência no Campeonato Paranaense. Estreou na Série A do Brasileirão somente nesse ano, e pelas diversas competições da CBF, já apitou os 4 grandes paulistas.
Eu gosto do estilo de jogo dele: não vulgariza cartões, nem marca qualquer faltinha. Lembra, muitas vezes, o estilo de arbitragem europeia.
Torço para um bom jogo e uma ótima arbitragem.
Acompanhe conosco o jogo do Red Bull Bragantino x Fluminense pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Facebook: https://www.facebook.com/futeboltotalbraganca, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 28/07, 11h. Mas desde às 10h estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
A FPF escalou para o confronto entre Academia Desportiva Manthiqueira x Paulista Futebol Clube a seguinte equipe de arbitragem:
Árbitro: Rafael Gomes Félix da Silva
Árbitro Assistente 1: Osvaldo Apipe de Medeiros Filho
Árbitro Assistente 2: Ítalo Magno de Paula Andrade
Quarto Árbitro: Marcelo de Jesus Santos
Analista de Video: Cláudio Roberto da Costa
Uma escala curiosa: em 2018 e 2019, Rafael apitou bem a série A1. E aí, em 4 anos, caiu para a série A4. Nesse ano, foi quarto-árbitro na semana passada em ECUS x Paulista. Aliás, ele também foi quarto-árbitro na final do amador jundiaiense no ano passado (Ponte Preta x Sampdória).
É um árbitro regular, que apita como outro qualquer e com experiência na A1. Não sei se houve algum problema extra-campo para o rebaixamento de divisão do meu xará.
Torço para um bom jogo e uma ótima arbitragem.
Acompanhe Manthiqueira x Paulista pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo, no sábado, começa às 15h, mas desde às 14h o Time Forte do Esporte já estará no ar.
Caio Max Ribeiro foi o VAR intrometido que cometeu um erro grave na partida Red Bull Bragantino x Athletico Paranaense, sugerindo a expulsão equivocada do goleiro Cleiton. Veja só: https://professorrafaelporcari.com/2024/07/22/o-erro-na-expulsao-do-goleiro-cleiton-explicado-e-ilustrado-com-imagens-do-jogo/
Ele também era o VAR do pênalti inexistente de Pedro no Flamengo x Fortaleza (aquele que o flamenguista chutou o chão). Relembre: https://professorrafaelporcari.com/2024/07/11/o-penalti-em-pedro-no-flamengo-x-fortaleza/
Pois bem: a CBF o premia na próxima rodada o escalando para Palmeiras x Vitória!
Aliás, o novato Davi de Oliveira Lacerda, o árbitro capixaba da polêmica em Palmeiras x Cruzeiro, vai apitar Fortaleza x São Paulo!
Depois a CBF não quer receber críticas…
Eu sou um entusiasta da Mizuno. Tenho vários tênis da marca, além de outros produtos. E, para as minhas corridas diárias (desde o meu tempo de árbitro de futebol até hoje), faço revezamento de calçados.
Veja só quantos produtos da linha Wave eu tenho (Creation, Prophecy, Ultima):
Entretanto, um deles (Prophecy 7), que está novinho e com pouco uso (como eu alterno os tênis, ele estava impecável), abriu a sola:
Eu tentei colar, mas não deu certo. E o custo dele é altíssimo para ter usado poucas vezes…
Ops: eu costumo divulgar bastante a marca. veja só, nos links em:
1- https://professorrafaelporcari.com/2024/07/23/bom-dia-3a-feira-1-de-4-131/
2- https://professorrafaelporcari.com/2024/06/26/bom-dia-4a-feira-1-de-4-125/
3- https://professorrafaelporcari.com/2024/01/05/bom-dia-6a-feira-1-de-4-100/
Que loucura a estreia da Argentina do treinador Mascherano no futebol masculino nos Jogos Olímpicos 2024!
Quando o árbitro sueco Glenn Nyberg deu 15 minutos de acréscimos (não entendi o porquê de tanto tempo), lembrei-me do meu amigo Zé Boca de Bagre, que um dia me disse: “Porcari, nunca vi juiz de futebol ‘se consagrar’ em acréscimos, só vi lambança”.
Eis que o jogo estava ARG 1×2 MAR, e aos 15’27’ de tempo extra (quando você sinaliza 15, significa que você pode acabar o jogo entre 15’00” e 15’59”), saiu o gol de empate dos hermanos. Aí tivemos bomba, invasão de campo, pernada e tudo mais. Parecia que o jogo tinha se encerrado. Mas… duas horas depois (sem público), o juizão voltou a campo com as equipes e se terminou a partida, ANULANDO o tento por conta de um impedimento.
Não se conseguiria ter anulado imediatamente, sem esperar a revisão? Ou o VAR enfureceu o torcedores? Ou foi o tempo extra? Obviamente as duas horas não foram por conta do VAR, mas… se fosse mais ágil, melhor.
O sabido é: o árbitro é da Suécia, primeiro país que prometeu abandonar o VAR na próxima temporada (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-WDe).
Com praticamente o mesmo elenco, Ramon Diaz, o treinador do Corinthians, conseguiu duas vitórias em dois jogos. Melhor do que a trajetória do antecessor, António Oliveira… E por que isso ocorreu?
Futebol é complicado… e se o salário fosse pago no tempo de António Oliveira?
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Já de pé para o dia render!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #Adidas
Independente das atuações dos árbitros, mas qual o critério de dificuldade e importância do jogo para as escalas?
Vide: para Vitória x Flamengo foi escalado o veterano Raphael Claus para apitar. E para Corinthians x Grêmio, o novato Alex Stefano.
Qual o jogo mais importante? Como escolher o árbitro, de acordo com a tabela?
E não é que para o GE.com, o dono do Botafogo SAF, John Textor, declarou que houve jogo em que a IA mostrou que seus próprios atletas manipularam resultados?
Justo agora que o Fogão está em paz no Brasileirão, imagine o ambiente dos jogadores ao sentirem pressionados / acusados por tal fato? Lógico, parte desse time é o mesmo do ano passado. Então tem jogador “de esquema” no atual elenco? Ou foram os que saíram?
Aliás: até agora, não tem nenhum árbitro no esquema, nem treinador. Curioso! A IA não interpreta comportamento deles?
Ou Textor é um gênio, ou um louco. Estaria ele criando um ambiente para alguma ação?