– Sobre os pênaltis de mão na bola na Premiere League: nenhuma novidade! E sobre os times do coração…

Segundo o jornalista Henry Winter, que cobre a Premiere League, os pênaltis acidentais de mão na bola não deverão ser marcados pênalti na próxima temporada.

Aqui, uma obviedade. Mas leia o texto no original, publicado na Rede Social X:

“There were too many hand-balls last season. Players now advised by PL that not every touch of a player’s hand/arm with the ball is an offence and they are not expected to move with their arms behind back or by their side like pogoing penguins (not an official description in the Laws). Handball Law is simplified. No hand-ball if: justifiable position or action; a clear change of trajectory when touched by, or deflected from, the same player; played by a team-mate; hits supporting arm when a player falls; or proximity. Handball still fairly complicated but this should prove an improvement.”.

Traduzindo de uma forma didática: só deverão ser marcados os pênaltis de mão intencional ou de movimento antinatural, como a regra manda. Mas, infelizmente, começaram a surgir pênaltis de “queimada” por lá, como no Brasil (que são equivocados) – e esse é o motivo de alerta.

Sobre isso, lá em 2014, Massimo Bussaca, antes da Copa do Mundo do Brasil, assustado com os pênaltis marcados aqui, bradava:

“Um jogador precisa de sua mão e de seu braço para correr, se equilibrar e saltar. Não se pode jogar sem a mão. O árbitro precisa fazer a leitura correta do lance. Não se pode dar falta a qualquer toque na mão. Isso é um absurdo.” (O Estado de São Paulo, 10/06/2014).

Com pesar, aqui quase tudo virou pênalti, pelo erro da orientação de Larrionda aos árbitros brasileiros (onde tudo era pênalti) e que já falamos à exaustão… 

Portanto, nenhuma novidade quanto a isso na Inglaterra, é só o cumprimento da regra.

Aliás, outra novidade: a PL deseja que os árbitros revelem seu time do coração, a fim de evitar conflitos de interesses nas escalas! Mas isso funcionará?

É muita ingenuidade achar que um árbitro apitará contra ou a favor do seu time de infância. O árbitro, quando trabalha no futebol profissional, pensa acima de tudo na sua carreira! Ele não quer que desconfiem que ele estaria favorecendo o time que torcia quando criança. Aliás, é uma preocupação muito grande do juiz de futebol evitar até mesmo ser rigoroso demasiadamente com seu “ex-time”, como uma prova de que não é “torcedor enrustido” (ou seja: prejudicá-lo na preocupação de não favorecimento).

Na FPF ou na CBF, na sua ficha cadastral, você coloca o nome do seu time de coração. Mas fica só lá, pois você realmente não consegue torcer dentro de campo. Depois da carreira profissional, alguns árbitros, até mesmo para “encerrar o ciclo”, voltam a ser torcedores. Outros, acabam torcendo para os amigos que fizeram no futebol, independente do time. O mais comum é: torcer contra aqueles que dão trabalho para a arbitragem.

Não sei se surtiria efeito no Brasil tal medida, se anunciada, pois ela já existe. Revelar ao torcedor? Isso seria um absurdo, claro. Afinal, aqui, mesmo o árbitro internacional (que é da FIFA, e em tese poderia apitar qualquer partida no mundo), é barrado pela origem da sua federação (por exemplo: Raphael Claus, de Santa Bárbara do Oeste/SP, não poderia apitar Palmeiras x Flamengo, por estar alocado na FPF).

O futebol é complicado, não?

Logotipo da Premier League - Design, História e Evolução | Turbologo

– De onde estão vindo os acréscimos exagerados no futebol?

De onde surgem os minutos de acréscimo dos árbitros?

Em suma: da cabeça dos próprios juízes, apesar de existir um regramento.

Um dos grandes problemas que estamos vendo ultimamente no futebol brasileiro, é a subjetividade do tempo extra. Mas afinal… existe critério?

É óbvio que temos isso textualmente na regra, mas até para tal objetividade, há uma subjetividade. Explico essa incongruência:

Antigamente, passavam os 45 minutos e todo mundo ficava olhando para o árbitro, pois não se precisava anunciar a minutagem que seria acrescida. Isso mudou, com o juiz tendo que informar previamente até quando a partida duraria e uma placa passou a ser levantada para conhecimento de todos. Chegou a ser praxe nos anos 90 (e que virou motivo de crítica): 1 minuto no primeiro tempo (no máximo 2) e 3 minutos no segundo (vez ou outra, 4 ou 5; mais do que isso, jamais).

A regra prevê que se acrescente tempo gasto em:

substituições;
• avaliação ou retirada de um jogador lesionado;
• desperdício deliberado de tempo;
• sanções disciplinares;
• paradas médicas autorizadas pelo regulamento da competição, como as paradas para hidratação, que não deveriam exceder um minuto, e as paradas para resfriamento (noventa segundos a três minutos);
• atrasos relacionados com as checagens e as revisões do VAR;
• a comemoração de um gol;
• qualquer outra causa, incluindo o atraso significativo para o reinício do jogo — por exemplo, devido à interferência de um agente externo.

As situações são objetivas, mas quem fica anotando o tempo perdido, para o árbitro acrescentar exatamente o relatado acima e quem o avisa? Não dá para quem está no calor da partida, entre tantas atribuições, se preocupar com essa tarefa. Só se conseguiria isso se alguém lá na cabine do VAR (quem sabe um dos vários AVARes que compõe a equipe), ficasse travando um cronômetro cada uma das situações relatadas. Como isso não existe, fica o disparate de tempos diversos. Incluindo, obviamente, os incomuns 8, 9, 10 minutos solicitados…

Isso surgiu na Copa do Mundo do Catar. A FIFA queria aumentar o tempo de bola rolando, e propôs 2 tempos de 50 minutos. Não conseguiu a mudar a Regra (As “Leis do Jogo” têm dono: a International Football Association Board – IFAB, que não gostou da ideia). Então, surgiu a cobrança para que os árbitros dessem mais acréscimos.

Para aumentar o tempo de bola rolando, existem várias propostas na gaveta atualmente: 2 tempos efetivos de 30 minutos com paralisações de relógio, por exemplo. Mas ninguém resolve a questão ainda da subjetividade, que é o problema atual.

Aqui no Brasil, reside ainda outra discussão (que não deveria existir): se deve acrescentar o tempo perdido com cera ou não? Afinal, muito jogador adora matar alguns minutos quando está ganhando, prejudicando o adversário.

Óbvio que não se deve acrescentar pela cera! Retardou o jogo, pune-se com cartão amarelo e se agiliza o reinício. E vejo muito árbitro sinalizando que vai dar acréscimo de tempo por cera… Isso não pode, e nem deve, pois a cera quebra a dinâmica do jogo e esfria uma equipe que pode estar num melhor momento. É unfair-play puro.

Eu imagino que com a introdução da tecnologia de inteligência artificial no futebol for inevitável, a cronometragem de tempo, num tempo razoável, também será.


IN ENGLISH – Where do referees’ added time minutes come from?

In short: from the referees’ own heads, despite the existence of rules.

One of the biggest problems we’re seeing lately in Brazilian football is the subjectivity of extra time. But after all… is there a criterion?

It’s obvious that we have this written in the rules, but even for such objectivity, there is a subjectivity. I’ll explain this inconsistency:

In the past, when 45 minutes passed, everyone looked at the referee because there was no need to announce the amount of time to be added. That changed, with the referee having to inform beforehand how long the match would last, and a board was raised for everyone to know. It became a practice in the 90s (and a reason for criticism): 1 minute in the first half (at most 2) and 3 minutes in the second(occasionally 4 or 5; never more than that).

The rule provides for time to be added for:

  • substitutions;
  • assessment or removal of an injured player;
  • deliberate time-wasting;
  • disciplinary sanctions;
  • medical stoppages authorized by the competition’s regulations, such as hydration breaks, which should not exceed one minute, and cooling breaks (ninety seconds to three minutes);
  • delays related to VAR checks and reviews;
  • the celebration of a goal;
  • any other cause, including significant delay in restarting the game—for example, due to interference from an external agent.

The situations are objective, but who keeps track of the lost time for the referee to add exactly what is reported above, and who informs him? It’s not possible for someone in the heat of the match, with so many duties, to worry about this task. This would only be possible if someone in the VAR booth(perhaps one of the several AVARs that make up the team) were to pause a stopwatch for each of the reported situations. Since this doesn’t exist, we get a disparity of different times. Including, obviously, the unusual 8, 9, 10 minutes requested…

This emerged at the Qatar World Cup. FIFA wanted to increase the time the ball was in play, and proposed two 50-minute halves. It was unable to change the Rule (The “Laws of the Game” have an owner: the International Football Association Board – IFAB, which did not like the idea). So, the demand for referees to give more added time arose.

To increase the time the ball is in play, there are several proposals currently in the drawer: two effective 30-minute halves with clock stoppages, for example. But no one has yet resolved the issue of subjectivity, which is the current problem.

Here in Brazil, another discussion still exists (which shouldn’t): should time lost to time-wasting be added or not? After all, many players love to kill a few minutes when they are winning, harming the opponent.

It’s obvious that you shouldn’t add time for time-wasting! Delaying the game should be punished with a yellow card, and the restart should be sped up. And I see many referees signaling that they will add time for time-wasting… This cannot and should not happen, because time-wasting breaks the dynamism of the game and cools down a team that may be in a better moment. It is pure unfair-play.

I imagine that with the introduction of artificial intelligence technology in football being inevitable, timekeeping will also be, within a reasonable timeframe.

– Sobre o árbitro de Botafogo x Palmeiras pela Libertadores:

O uruguaio Esteban Ostojich Daniel Vegah (42 anos de idade, há 8 temporadas no quadro da FIFA) será o árbitro de Botafogo x Palmeiras. O problema dele foi: nas Eliminatórias da Copa de 2022, no Argentina x Brasil, Otamendi deu uma cotovelada em Raphinha e Ostojich, trabalhando como VAR, ao analisar o lance de cotovelada, sugeriu ao árbitro Andrés Cunha apenas Cartão Amarelo para a agressão. Acabou sendo suspenso.

O curioso é que Ostojich ficou migrando de árbitro para VAR e novamente como árbitro central.

Na função de VAR, ele foi mal no jogo citado e também em um Flamengo x River Plate. Como árbitro, apitou a final da Copa América 2021, além de ter apitado (bem) a semifinal da Libertadores entre Palmeiras x River Plate e conseguido ir à final do Mundial de Clubes FIFA entre Bayern x Tigres.

Esteban tem ótimo condicionamento, deixa o jogo rolar, mas tecnicamente é um árbitro comum. Experiência, ele tem de sobra (inclusive para “segurar o jogo”, caso ele entenda que esteja muito pegado).

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Imagem de Marcos Brindicci, do lance em que o árbitro, na função de VAR, errou.

 

 

– Ser “Time Grande” ainda tem peso, na hora do rebaixamento?

Dos times grandes do Campeonato Brasileiro, apenas Flamengo e São Paulo não foram rebaixados para a Segunda Divisão Nacional.

Antigamente, existia a frase que dizia: “time grande não cai”. E a maioria deles caiu…

Ao ver a classificação da Série A 2024, na Zona do Rebaixamento ou próxima dela, há vários times grandes “desejando” a Série B em 2025.

Dos clubes abaixo, quais dos grandes terão mais dificuldade para se manter na Primeira Divisão?

Algum grande ou alguns cairão nesse ano, devido ao péssimo rendimento, na minha modesta opinião:

– Bom dia, 3ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Bem dispostos para mais um dia de vida?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running 

– Atenção: o novo VS não substituirá o VAR no futebol.

A FIFA está mudando o VAR? Seria um novo árbitro de vídeo?

Não! É uma nova ferramenta, sem árbitro: o VS, ou se preferir, o suporte de vídeo.

A idéia será testada no Mundial de Seleções Sub 20 Feminino (na Colômbia, em Setembro), e basicamente é um sistema eletrônico de vídeo, como “o olho do falcão” do Tênis, sem árbitros dedicados. Disse Pierlugi Collina, o ex-árbitro italiano que está à frente do projeto:

“O VS e o VAR basicamente podem ser usados para o mesmo tipo de incidente, mas não podem ser comparados, pois foram projetados para cenários completamente diferentes. O resultado do teste na Blue Stars/FIFA Youth Cup foi muito positivo. (…) O Football Video Support (VS) não é substituto ao VAR, mas uma alternativa para competições de menor orçamento”.

Ele se referiu aos primeiros testes realizados numa competição em maio (na cidade de Zurich), onde se testou o chamado “desafio”. O sistema conta com 3 a 5 câmeras, e tudo é automaticamente armazenado. Se os jogadores quiserem contestar o árbitro, comunicam ao técnico que pede revisão. Serão permitidos 3 momentos: gol, cartão vermelho e pênalti. Cada time terá direito a dois pedidos, e se o árbitro concordar com a reclamação, ao analisar o pedido do time e alterar a sua decisão, o time continua tendo direito a dois pedidos. Se a decisão não for alterada,  o time perdeu uma chance do desafio e fica apenas com uma oportunidade.

Eu acho uma boa ideia, mas penso: surgiria a discussão se o VS será melhor do que o VAR, e se escolherá o modelo. Como custo, sem dúvida, é bem mais barato.

Não duvidarei se levarem a ideia do “desafio” do VS também para o VAR, caso ela agrade.

Pierluigi Colina é chefe do Comitê de Arbitragem da Fifa — Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

– A importância de uma boa categoria de base: Vini Jr e Flamengo!

Ter uma categoria de base valorosa e investir nos jovens garotos, rende não só dinheiro imediato da venda de “pé-de-obra” ao clube, mas também é uma receita de rendimentos futuros.

Pelo mecanismo de compensação financeira da FIFA aos clubes formadores, caso o Real Madrid venda Vinícius Jr ao Al-Alhi (vide aqui a proposta: https://wp.me/p4RTuC-ZzT), o Flamengo receberá 150 milhões de reais (mais de 28 milhões de dólares)!

É muito dinheiro… e quanto tempo Vini esteve defendendo o time profissional da Gávea?

Screenshot

– A indecente proposta da Arábia para Vini Jr:

O Al-Ahli, da Arábia Saudita, quer tirar Vinicius Jr do Real Madrid, e ofereceu R$ 6 bilhões por um contrato de 5 anos ao jogador.

O time espanhol aceita negociar, desde que se pague e multa contratual (1 bilhão de dólares).

E se você fosse Vini Jr?

(Arte: Ge.com)

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Corinthians (Copa Sulamericana).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Coringão, a Conmebol escalou:

Árbitro: Felipe Gonzáles – CHI
Bandeira 1: Claudio Urrutia – CHI
Bandeira 2: Carlos Poblete – CHI
Quarto-Árbitro: Manuel Vergara – CHI
VAR: José Cabero – CHI
AVAR: Benjamin Saraiva – CHI
Assessor de Arbitragem: Juan Lagones – BOL

Uma grande curiosidade: estava escalado para essa partida Piero Maza, árbitro chileno que apitou a Finalíssima entre Argentina 3×0 Itália em Wembley e que andou tendo “crise de estrelismo”. Pela Libertadores, fez um horroroso trabalho em Red Bull Bragantino x Aguilas Doradas, onde andou em campo e menosprezou o jogo. Aliás, naquela oportunidade, uma história maluca: eu “dei carona” para a equipe de arbitragem, que passeava em Bragança e se perdeu na cidade… veja aqui: https://wp.me/p55Mu0-3pw).

Piero Maza sofreu uma contusão e foi substituído: em seu lugar, apitará seu compatriota Felipe Gonzáles Alveal, de 44 anos, natural de Cerrillo, e que há 5 anos pertence ao quadro da FIFA. 

Felipe tem pouca experiência internacional, com apenas duas partidas de Libertadores da América em seu curriculum (um dos jogos: Palmeiras x San Lorenzo, neste ano). É um árbitro que deixa o jogo correr e apita poucas faltas. Também aplica poucos cartões amarelos.

Torço para um grande jogo e boa arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Corinthians pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Terça, 13/08, 21h30. Mas desde às 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Bom dia, 2ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora começar mais uma semana com bastante ânimo?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running 

– Ser “Time Grande” ainda tem peso, na hora do rebaixamento?

Dos times grandes do Campeonato Brasileiro, apenas Flamengo e São Paulo não foram rebaixados para a Segunda Divisão Nacional.

Antigamente, existia a frase que dizia: “time grande não cai”. E a maioria deles caiu…

Ao ver a classificação da Série A 2024, na Zona do Rebaixamento ou próxima dela, há vários times grandes “desejando” a Série B em 2025.

Dos clubes abaixo, quais dos grandes terão mais dificuldade para se manter na Primeira Divisão?

Algum grande ou alguns cairão nesse ano, devido ao péssimo rendimento, na minha modesta opinião:

– Eric Pulgar vs Richard Rios no Flamengo x Palmeiras: e o VAR?

No Maracanã, Eric Pulgar tenta disputar a bola com Richard Rios. Ele usa os braços para tentar ganhar vantagem e atinge o adversário.

Soco? Agressão? Acidente?

Desde 2020, a FIFA tem cobrado rigor máximo dos árbitros em lances de braços e mãos que possam atingir a cabeça do adversário. Ela tem pedido Cartão Vermelho nessa situação.

Portanto, o VAR Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira – MG deveria ter chamado o árbitro Wilton Sampaio para expulsão.

FLAMENGO X PALMEIRAS. ARTE: ENM

Arte: Esporte News Mundo

– Vasco 2×0 Fluminense: a Regra de Bola na Mão / Mão na Bola.

A Regra da Mão na Bola / Bola na Mão é a que mais mudou no futebol. Para entender se acertou ou errou o árbitro Anderson Daronco no gol de Vegetti, primeiro saiba:

  1. Historicamente, se definia a infração da “mão ou braço na bola / bola na mão ou no braço” apenas com a pergunta: foi intencional? Imprudência não deve ser avaliada até hoje (e aí você tinha algumas condições para avaliação: distância do chute, velocidade da bola, etc).
  2. Nos anos 2010, isso ampliou-se: a intenção veio acompanhada da preocupação em acompanhar o movimento antinatural dos braços e das mãos. Ou seja, uma intenção disfarçada de tocar a bola. Por exemplo: pular com os braços elevados numa barreira, não recolher a mão numa bola que visivelmente vai bater nela, entre outras.
  3. Em 2019, todo lance de ataque (intencional ou não) passou a ser infração
  4. Em 2020, devido a radicalidade da modificação anterior, voltou-se atrás e passou a ser infração apenas a situação em que a bola bata na mão e imediatamente o jogador ou seu companheiro marquem um gol (o gol do Bayern de Munique contra o Tigres, no Mundial de Clubes da FIFA, foi irregular – e é o grande exemplo).
  5. Em 2021, mudou de novo (definitiva): será considerado infração apenas se esse toque na mão que resulte imediatamente no gol for exclusivamente do próprio jogador. Se for gol do companheiro, o lance é legal (isso validaria o gol do Bayern citado acima).

Sobre o lance de Vasco x Fluminense, onde é reclamado o lance de Léo e de Vegetti:

1- Para mim, ambas as situações (se bateram na mão, de fato), não foram por intenção e nem por movimento antinatural. Foram casualidades.

2- Léo não foi o marcador do gol, portanto, o lance (após bater na mão dele) deveria seguir. Vegetti, que fez o gol, por ser o marcador, deveria ser sancionado por tiro livre indireto e o gol anulado, pela determinação da Regra.

Se considerarmos o ano de 2009, onde nada disso existia, seria gol legal e essas dicsussões não existiriam.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Sue que faz bem!

Suar faz muito bem!

Pratique esportes! O corpo, a alma e a mente agradecem.

🏃‍♂️ #corrida

– Bom dia, domingo (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Domingão também é dia de se exercitar!

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running 

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Corinthians (Copa Sulamericana).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Coringão, a Conmebol escalou:

Árbitro: Felipe Gonzáles – CHI
Bandeira 1: Claudio Urrutia – CHI
Bandeira 2: Carlos Poblete – CHI
Quarto-Árbitro: Manuel Vergara – CHI
VAR: José Cabero – CHI
AVAR: Benjamin Saraiva – CHI
Assessor de Arbitragem: Juan Lagones – BOL

Uma grande curiosidade: estava escalado para essa partida Piero Maza, árbitro chileno que apitou a Finalíssima entre Argentina 3×0 Itália em Wembley e que andou tendo “crise de estrelismo”. Pela Libertadores, fez um horroroso trabalho em Red Bull Bragantino x Aguilas Doradas, onde andou em campo e menosprezou o jogo. Aliás, naquela oportunidade, uma história maluca: eu “dei carona” para a equipe de arbitragem, que passeava em Bragança e se perdeu na cidade… veja aqui: https://wp.me/p55Mu0-3pw).

Piero Maza sofreu uma contusão e foi substituído: em seu lugar, apitará seu compatriota Felipe Gonzáles Alveal, de 44 anos, natural de Cerrillo, e que há 5 anos pertence ao quadro da FIFA. 

Felipe tem pouca experiência internacional, com apenas duas partidas de Libertadores da América em seu curriculum (um dos jogos: Palmeiras x San Lorenzo, neste ano). É um árbitro que deixa o jogo correr e apita poucas faltas. Também aplica poucos cartões amarelos.

Torço para um grande jogo e boa arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Corinthians pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Terça, 13/08, 21h30. Mas desde às 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– E as medalhas olímpicas para o Brasil?

A pergunta é: o desempenho brasileiro nos Jogos Olímpicos Paris-2024 é satisfatório, ou não?

Considere que não temos grandes investimentos no esporte brasileiro, se comparado a outros países

Crédito da Imagem: Ricardo Bufolin / CBG

– Bom dia, sábado (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Prontos para o sabadão?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #fila 

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista FC x AA Flamengo.

Para o jogo entre o Galo e o Corvo, a FPF escalou:

Árbitro: Guilherme Nunes de Santana.
Árbitro Assistente 1: Alex Alexandrino.
Árbitro Assistente 2: Giovanni Crescêncio.
Quarto Árbitro: Ricardo Bittencourt da Silva.
Analista de Campo: Marcelo Rogério.

Guilherme teve uma ascensão muito grande na carreira. Ele pulou da Bzinha apitando jogos do Paulista contra o Amparo e o próprio Flamengo, indo para a A1 e se firmando.

Com 32 anos, seu defeito nas partidas que assisti era o de titubear em cartões amarelos, preferindo advertências verbais (corrigiu isso ao longo da temporada). Com bom porte físico e muito bom tecnicamente, é uma das promessas da FPF para os próximos anos.

Detalhe: o bandeira será Alex Alexandrino, com 49 anos – um dos mais experientes do quadro (se não for o mais experiente hoje). Todos avaliados pelo ótimo instrutor FIFA Marcelo Rogério (filho do saudoso e querido Professor Gustavo Caetano Rogério).

Torço para uma boa arbitragem e um grande jogo!

Acompanhe Paulista x Flamengo de Guarulhos pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira, análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começa as 19h00 (10/08), mas desde as 18h00 o Tome Forte do Esporte já estará no ar.

 

– Não tivemos bola rolando…

Com todo respeito, havíamos adiantado: com Daronco, não iria ter bola rolando pelas pausas que ele provoca para se recuperar fisicamente e, quanto menos bola rolando, menos possibilidade de confusão. Dos mais de 100 minutos de jogo, tivemos apenas 45 com a bola rolando.

Não é má intenção. É estilo de arbitragem.

– Análise Pré-Jogo para Corinthians x Red Bull Bragantino (Brasileirão 2024).

E para o confronto entre o Coringão e o Massa Bruta, a CBF escalou:

Árbitro: Felipe Fernandes de Lima-MG
Árbitro Assistente 1: Felipe Alan Costa De Oliveira-MG
Árbitro Assistente 2: Schumacher Marques Gomes-PB
Quarto Árbitro: Daniel da Cunha Oliveira Filho-MG
Assessor: Vayran da Silva Rosa-SC
VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral-SP
AVAR: Herman Brumel Vani-SP
AVAR2: Douglas Marques das Flores-SP
Observador de VAR: Raimundo Nonato Lopo de Abreu-DF
Quality manager: Tatiana Pacheco Lima Guedes-CBF

Felipe é um árbitro que jogou fora a oportunidade de entrar no quadro da FIFA. Tem boas virtudes técnicas e disciplinares, além de um bom condicionamento físico. Mas, na minha modesta opinião, foi traído pela vaidade.

Ele poderia ter sido substituto de Ricardo Marques Ribeiro como árbitro internacional no quadro de MG. Porém, por ser mais discreto, entrou Paulo César Zanovelli (que tecnicamente é inferior a Felipe). E isso se deu por alguns motivos:

Me recordo de um Red Bull Bragantino x São Paulo em um domingo à noite. Não tivemos polêmica, mas o árbitro conversou demais com os atletas, com Comissão Técnica e, em alguns momentos, parecia querer ser ele a atração.Dias depois, em um jogo do Vasco na Série B, contra o Vila Nova, foi flagrado pelas câmeras com falas arrogantes sobre os clubes estarem na segunda divisão. Foi suspenso por Leonardo Gaciba, que estava à época na Comissão de Arbitragem.

Reveja aqui a pisada na bola: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2021/08/11/o-arrogante-arbitro-de-vasco-x-vila-nova/

Por fim, o seu auge: em Paysandu x Náutico, no ano passado, Felipe expulsou um atleta e IMITOU Gabigol. Depois fez um teatro enorme com caras e bocas inusitadas. E encerrou o jogo de maneira espalhafatosa. Foi para a geladeira de novo. As engraçadas cenas estão em: https://www.oliberal.com/esportes/paysandu/arbitro-de-paysandu-x-nautico-viraliza-com-momentos-inusitados-video-1.715875

Nesse ano, voltou a ser escalado em diversos jogos (trabalhou em Cuiabá x Red Bull Bragantino, bem como o Massa bruta contra o Internacional – indo bem em ambos jogos). Também trabalhou em jogos do Corinthians, bem discretamente.

Que ele dê a volta por cima na carreira! Torço para um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo do Corinthians x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 10/08, 21h30. Mas desde às 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Marta deve ser escalada para a Final Olímpica?

A Rainha Marta é a mais talentosa jogadora de futebol que nosso país viu. Hoje, veterana, não consegue mais produzir o que fazia no auge da carreira.

Nos dois jogos em que ela desfalcou a Seleção Brasileira, as meninas conseguiram ótimos resultados. E estando na final, a fim de disputar a Medalha de Ouro contra os Estados Unidos, fica a pergunta: vale a pena escalar Marta como titular ou não?

Se eu sou o treinador Arthur Elias, a poupo para o segundo tempo… seria o melhor para todos!

Marta anuncia aposentadoria da seleção feminina; qual é a fortuna da rainha do futebol brasileiro?

Foto: Sam Robles/CBF

– Assim não, Zubeldía!

Amigos, depois de assistir Goiás x São Paulo e ver o comportamento de atletas e Zubeldía, esse texto faz mais sentido.

Repost em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/08/04/as-pessimas-praticas-comportamentais-no-futebol-brasileiro/

PÉSSIMAS PRÁTICAS COMPORTAMENTAIS NO FUTEBOL BRASILEIRO.

Quem assiste o Campeonato Brasileiro e o compara com os da Europa, vê alguns hábitos condenáveis (especialmente os de unfair-play). É muita reclamação por parte de jogador, treinador, preparador físico e até de atleta reserva!

Cansa, a cada partida, ver gritos e gestos de protestos até para marcação de um simples arremesso lateral. Não condiz com o verdadeiro espírito esportivo, pois parece que as equipes querem ganhar a qualquer custo, legalmente ou não, sem se importar com a lisura e os bons exemplos.

Foi pênalti “roubado”? Ops: no jargão esportivo, “roubado” significa “mal marcado, errado, equivocado”… Mas a seu favor, pode.

Quer exemplos?

Quando é que os recordistas em cartões amarelos Zubeldía e Abel Ferreira reclamaram que foram beneficiados pela arbitragem? Quando os erros são contrários (e até quando não há erros), fazem um enorme escândalo e acabam mascarando erros de suas escalações, esquemas táticos que não deram certo ou substituições fracassadas, arranjando a temática “arbitragem” como motivo de discussão.

A propósito deles, impressiona como não evitam tomar cartões e promovem rodízio de reclamações. Repare: os assistentes técnicos e seus preparadores físicos são igualmente mal comportados, e recebem advertência tanto quanto os técnicos. É uma estratégia de pressão, igualmente condenável.

Obviamente, nossa qualidade técnica da arbitragem está aquém do desejado se comparado com a das principais ligas europeias. Mas lá, mesmo quando ocorrem os erros, não se vê toda essa bagunça com árbitro e quarto-árbitro.

Estenda-se a percepção de mau comportamento para alguns atletas. Assisti São Paulo x Flamengo e me assustei: Raphinha tumultou o jogo, foi desagradável, deselegante e inconveniente. Quando ele fez isso lá na Alemanha, no período em que jogou a Bundesliga?

Quando o VAR é acionado… aí vira bagunça. Compare na Premiere League: não há rodas em torno do árbitro, ele vai tranquilamente ao monitor e toma a decisão. Já no nosso capenga VAR tupiniquim, há quase uma conferência entre atletas “favoráveis” a uma marcação e a outros “não favoráveis”. E nada disso pode! Ficou conversando com o árbitro durante o diálogo com a cabine ou foi junto ao monitor, obrigatoriamente é lance para cartão amarelo. Aliás, para se coibir isso, algumas ligas estão adotando a regra proposta para discussão em 2025 (e que usam na condição de teste): somente o capitão tem permissão para conversar com o árbitro. Se implantada universalmente, esqueça do seu sucesso aqui. Todo mundo ficará em cima do juizão, como já é.

Outro comportamento indesejável: as simulações! Qualquer contato físico, o atingido se joga, berra, geme, pede ambulância e socorro. E em boa parte das vezes… nada foi. Um empurrão leve vira um atropelamento. Um esbarrão vira agressão. E o pior: os jogadores insistem em cavar faltas e muitas pessoas aplaudem a malandragem. Não pode! Sem contar as tentativas de pênalti… Na Europa, atacante que se joga na área e finge ter sofrido infração, é vaiado pela atitude antidesportiva. Aqui é exaltado…

Só que repare: atletas como Luciano (SPFC), Hulk (CAM), Deyverson e tantos outros, se jogassem na Europa e tivessem os mesmos comportamentos incorretos, seriam sacados do jogo. Só que os torcedores gostam disso! É como a situação desnecessária de uma bola que vai sair pela linha lateral e não tem chance de ser salva: o atleta corre, dá carrinho, faz um teatro e é ovacionado! Ele sabia que não salvaria a bola, mas sabia também que o coração apaixonado de um torcedor não fala com a razão, mas somente com a emoção.

Em resumo, tudo isso só acontece pois temos a cultura do vitimismo: todo mundo diz que seu time é o mais prejudicado do campeonato. Ué, e quem são os mais ajudados, se todos são prejudicados?

Por um futebol mais correto e limpo, amigos…

– Bom dia, 6ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Caindo da cama pois o tempo urge!

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running 

– E as medalhas olímpicas para o Brasil?

A pergunta é: o desempenho brasileiro nos Jogos Olímpicos Paris-2024 é satisfatório, ou não?

Considere que não temos grandes investimentos no esporte brasileiro, se comparado a outros países

Crédito da Imagem: Ricardo Bufolin / CBG

– A prisão dos manifestantes pró-cristãos na França.

É sabido há algum tempo que as manifestações religiosas de qualquer natureza na França são mal vistas. Há uma enorme confusão em se declarar Estado Laico e se agir como Estado Ateu.

De tal forma, durante os Jogos Olímpicos de Paris-2024, ocorrem manifestações de desagravo ao incidente na abertura em alusão à Santa Ceia (explicamos esse episódio aqui: https://wp.me/p4RTuC-Z8z).

Pois bem: de acordo com o jornalista Nicolás de Cárdenas da ACI Digital (importante veículo de comunicação católico), 7 pessoas foram presas por circularem em um ônibus customizado que pede o fim dos ataques contra os cristãos (vide foto abaixo):

O protesto pacífico visava circular com o ônibus em praças esportivas, colhendo assinaturas em defesa dos direitos das pessoas que têm fé, divulgando inclusive um site.

A empresa proprietária do ônibus, a plataforma de mobilidade CitizenGo, informou que o motorista e seis outras pessoas foram transferidas de uma delegacia para outra, e que irá processar as autoridades locais. 

O espanhol Ignácio Arsuaga, dono da plataforma, declarou que:

“Os governos Wokes estão se tornando cada vez mais totalitários e sua ideologia parece desejar acabar com os símbolos cristãos. Esses Jogos Olímpicos serão lembrados por sua constante ofensa ao Cristianismo e a Fé”.

Aqui, um comentário particular: parece que o movimento woke, de fato, tem sido intolerante: torna-se inimigo quem não comunga dos seus ideais plenos. Lamentável…

Imagem extraída de ACI Digital.

– Quanto ganha um árbitro para apitar a Copa do Brasil?

Sabemos que as taxas de arbitragem para o Campeonato Brasileiro são diferentes na Copa do Brasil, pois elas variam.

Da Rodada 1 até a Rodada 38 do Campeonato Brasileiro, um árbitro recebe R$ 5.000,00 (se for da FIFA, quase R$ 7.000,00 – exatamente R$ 6.930,00 + estadias e alimentação). O bandeira CBF R$ 3.000,00 (FIFA: R$ 4.160,00). Idem ao VAR. E vejam só quanta gente está nas escalas hoje…

Para a Copa do Brasil, isso muda: no ano passado (em números redondos), cada árbitro recebeu aproximadamente R$ 3.000,00 nas primeiras fases. As taxas vão aumentando rodada a rodada, atingindo R$ 7.500,00 nas quartas-de-final, R$ 11.000,00 nas semi-finais e… em 2023, Bráulio da Silva Machado e Anderson Daronco (os árbitros de ida e volta de Flamengo x São Paulo – coincidentemente, os mesmos de Flamengo x Palmeiras em 2024), receberam cada R$ 20.000,00 (Bandeiras 12.000,00, VAR R$ 12.000,00, 4º árbitro R$ 5.000,00).

Por tanto dinheiro, tem que ser impecável a arbitragem, não?

– Os 7 lances polêmicos da arbitragem de Palmeiras x Flamengo.

Já havíamos explicado a escala de Anderson Daronco para esse importante jogo de volta da Copa do Brasil (aqui: https://wp.me/p4RTuC-Zop), e até mesmo falamos das taxas de arbitragem (nesse link: https://wp.me/p4RTuC-Zr4).

Como esperado, muita polêmica pós-jogo (e seria assim qualquer que fosse o placar). Vamos aos lances polêmicos?

1- Aos 8m, a bola é cruzada para Vítor Reis que faz o gol. A bandeira 2 Maria Mastella Moreira marcou impedimento. Errou. Após revisão do VAR, as linhas foram traçadas e o gol confirmado, pois Varella dava condição. Acertou o VAR ao corrigir o erro da assistente.

2- Ainda no primeiro tempo, o lance entre Vitor Reis e Gerson: o flamenguista está tentando o domínio da bola e vai pisar nela, mas o palmeirense chega e acaba (na minha impressão) dando um leve encostão. No meio do campo, não tenha dúvida, se marcaria falta por imprudência (sem intenção, sem cartão, tiro livre direto). Na área, é pênalti.
Aqui, as imagens não são tão claras. Daronco teria entendido que esse encostão entre as pernas não teve força para desequilibrar o adversário? Pode ser. E é isso que justifica o VAR não ter chamado: a proximidade de Anderson Daronco, o gestual dele de que foi jogo limpo (ele não entendeu como simulação, mas casualidade) e a imagem não ser tão clara (assim, na cabeça do VAR, não era um lance de erro crasso e sim interpretativo, deve respeitar a decisão de campo). Eu marcaria o pênalti, pela leitura que fiz, mas entendo os motivos de omissão do VAR.

3- Aos 45’+ 6’do 1º tempo, o lance de Caio Paulista: repare que o zagueiro flamenguista perdeu o tempo da bola e toca no adversário, que já tinha adiantado a própria bola e perdido o domínio. No meio-de-campo, no estilo Daronco, marcaria a falta. Dentro da área… pênalti, sem cartão.
O que acontece: frequentemente, quando um jogador adianta a bola e perde seu domínio, ele procura o pé do zagueiro e tenta cavar. É essa a leitura de Daronco no jogo! Mas não foi o que aconteceu: apesar de ter adiantado a bola, o defensor perdeu o tempo de disputa e toca o palmeirense (e isso é infração – infantil, bobinha, mas real). É a chamada “falta imprudente”.
Aqui, o VAR também não chamou o árbitro pelo mesmo motivo do lance de Gerson: interpretação. Também eu daria o pênalti, pelo motivo justificado.

4 – Aos 7 minutos do segundo tempo, a encarada de Tite e João Martins: profissionais da magnitude deles, deveriam se portar muito melhor. É jogo de futebol profissional, não uma guerra. É esporte-business. Tal comportamento mereceu corretamente Cartão Amarelo para o treinador flamenguista e o assistente palmeirense.

5 – Aos 20′ do 2º tempo, lance de mão de Murilo: óbvio que ele não teve intenção, não se pode marcar falta por esse motivo, pois o jogador não quer tocar deliberadamente a bola. Mas… e por movimento antinatural? Aí vale uma boa discussão:
Pedro e Murilo estão com os braços abertos, levantados, tentando ocupar espaço e olhando para a bola que vem pelo alto (um tentando ganhá-la antes do outro). Ao estarem nessa ação (braços esticados, querendo ganhar espaço propositalmente), ampliam infracionalmente o espaço de contato! É natural disputar uma bola com os braços estendidos? É legal evitar a aproximação do adversário fazendo uso das mãos e braços?
A resposta é: Não. Se a bola bate no braço de qualquer um desses jogadores, o árbitro pode interpretar movimento antinatural (já que você não pode estar com o braço aberto, levantado, tentando empurrar ou distanciar o adversário na disputa de bola). É interpretativo, e o VAR pode ou não ser acionado nesse caso. Eu marcaria pênalti, justamente pelo movimento antinatural.
Ops: aqui não vale questionar se “a bola passaria, seria dominada, bloqueada, etc”, pois a questão é: intenção ou não, movimento natural ou antinatural de braço estendido. Repare que Murilo tenta retirar o braço, depois que a bola já está caindo. Aí é tarde…
Lembrando: se a bola bate na mão de um atacante e na sequência sai o gol, ele deve ser anulado, pela mudança recente na regra em relação a mão de atacante.

6 – 26m do 2º tempo, o gol anulado de Flaco López: dificílimo, pois as imagens daqui não são nítidas. Estamos na era analógica em nossos torneios… O assistente técnico João Martins reclamou em coletiva do frame, o que é algo a considerar, mas só com a tecnologia de IA da FIFA para impedimentos poderemos afirmar. Aparentemente, houve o impedimento milimétrico (e aqui não existe “mulher meio grávida”: ou está a frente ou não). Acertou a arbitragem, em lance difícil.

7- Aos 37’do 2º tempo, a expulsão de Abel Ferreira. Há 3 tipos de agressão no futebol (lembrando que qualquer agressão é para Cartão Vermelho): a física (dar um soco), a verbal (xingar com um palavrão) e a gestual (um gesto obsceno). O que o treinador fez foi juvenil, “de 5ª série”). E dentro do protocolo do VAR, Wagner Reway, o árbitro de vídeo, achou esse lance e cumpriu o seu papel. Repare que Daronco foi “com gosto” na corridinha ao monitor…
Com tantas câmeras, Abel achava que não seria flagrado? Aliás, Abel e Zubeldía (bem como seus assistentes) continuam dando péssimos exemplos comportamentais (falamos sobre isso aqui: https://wp.me/p55Mu0-3vz).

Considerações finais:

A – No segundo tempo, Daronco não quis jogo. A cada paralisação, respirava, tomava fôlego e não agilizava a partida. A falta de dinamismo em jogos que ele apita é irritante. Mas consideremos: o jogo foi muito chato e com lances dúbios.

B – Ninguém ainda questionou João Martins e Abel Ferreira sobre o lance de Veiga no jogo de ida? Insisto, e vale para Flamengo, São Paulo, Atlético e demais clubes: só se reclama erros contrários, nos a favor, escondem-se e “curtem” a falha intramuros. É muita hipocrisia o mundo do futebol.

C – A ironia do destino: o Palmeiras vetava Paulo César de Oliveira em seus jogos e a torcida o ofendia dos piores palavrões quando ele era escalado. Hoje, recebo prints e vídeos de torcedores palmeirenses com o PC dizendo no Sportv: “Não foi pênalti em Gerson e não foi pênalti de Murilo”! Ué, agora o Paulo César é bom? O que é a paixão do mais aficcionado…

– Bom dia, 5ª feira (1 de 4).

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– Marta deve ser escalada para a Final Olímpica?

A Rainha Marta é a mais talentosa jogadora de futebol que nosso país viu. Hoje, veterana, não consegue mais produzir o que fazia no auge da carreira.

Nos dois jogos em que ela desfalcou a Seleção Brasileira, as meninas conseguiram ótimos resultados. E estando na final, a fim de disputar a Medalha de Ouro contra os Estados Unidos, fica a pergunta: vale a pena escalar Marta como titular ou não?

Se eu sou o treinador Arthur Elias, a poupo para o segundo tempo… seria o melhor para todos!

Marta anuncia aposentadoria da seleção feminina; qual é a fortuna da rainha do futebol brasileiro?

Foto: Sam Robles/CBF

– Por quê Daronco em Palmeiras x Flamengo?

Para qualquer árbitro do futebol brasileiro que apite jogos da elite, você achará erros contrários e a favor para qualquer clube. É fato!

Costumo usar o termo: não tem árbitro imaculado em nosso país. Todos já prejudicaram e favoreceram (sem intenção, obviamente) os times grandes que apitaram. E a solução da CBF é: escalar o menos rejeitado!

Ao divulgar Anderson Daronco para o jogo de volta da Copa do Brasil entre Palmeiras x Flamengo, não fiquei surpreso, pois era “bola cantada” que o gaúcho seria escalado. E por falta de opção. Veja só:

O Brasil tem 10 árbitros FIFA masculinos (número máximo permitido). São eles:

Anderson Daronco (RS)
Bráulio da Silva Machado (SC)
Bruno Arleu (RJ)
Flávio Rodrigues (SP)
Paulo César Zanovelli (MG)
Rafael Klein (RS)
Ramon Abatti (SC)
Raphael Claus (SP)
Rodrigo Pereira Sampaio (PE)
Wilton Pereira Sampaio (GO)

Lembre-se: temos Edina Alves Batista no quadro feminino, que apita jogos masculinos da elite. Portanto, seriam 11 nomes disponíveis. Mas ela é paulista, e assim sendo, não pode. Retire paulistas e cariocas da escala, e sobraram 7 opções.

Dos 7, retire Bráulio, pois apitou o jogo de ida (e não expulsou Raphael Veiga). Restaram 6. Mas Ramon Abatti Abel está na final dos Jogos Olímpicos, não pode apitar. Sobraram 5. Descarte Wilton Pereira Sampaio, que apesar de experiente, é vetado pelo Palmeiras (lembrem das reclamações fortes contra Wilton e Sávio, os irmãos Sampaio). Wilton, além disso, está em péssima fase, e apitará mesmo assim Red Bull Bragantino x Athletico Paranaense. Sobraram 4.

Paulo Zanovelli e Rodrigo Pereira Sampaio, apesar de serem da FIFA, não tem condições de tocar um jogo desse. Com deficiência técnica, qualquer erro seria motivo para seminários de discussões e subterfúgio para as eliminações. Aí temos os gaúchos Rafael Rodrigo Klein e Anderson Daronco. 

O meu Xará é novato na FIFA, e precisa ser preservado. Aí, por sorte, sobrou um nome experiente: Daronco.

A favor dele (pelo lado da CBF), na hora em que o jogo ficar pegado, o juizão não terá vergonha em marcar um monte de faltas e “cadenciar” o apito. Quanto menos tempo de bola rolando, menor chance de erros. Assim, prefira-se reclamações de uma partida onde o árbitro não deixou jogar, do que um jogo decidido com erro e polêmica (é a lógica da Comissão de Arbitragem).

Que quebra-cabeça, hein?

Boa sorte aos times, e torçamos para o árbitro deixar o jogo rolar.

– Grandes e Pequenos Enormes Esportistas…

Tamanho não é documento!

A prova entre os consagrados atletas:

– Como se escolheu o árbitro para o jogaço entre Verdão vs Mengão.

Sobre a escala de Anderson Daronco para Palmeiras x Flamengo, escrevemos aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/08/06/por-que-daronco-em-palmeiras-x-flamengo/

Se preferir, explicado no vídeo em: https://youtu.be/6kudsli66BY?si=ZProT8tZDSmegOJk

– Bom dia, 4ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Já de pé para o dia render!

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

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– Quanto ganha um árbitro para apitar a Copa do Brasil?

Sabemos que as taxas de arbitragem para o Campeonato Brasileiro são diferentes na Copa do Brasil, pois elas variam.

Da Rodada 1 até a Rodada 38 do Campeonato Brasileiro, um árbitro recebe R$ 5.000,00 (se for da FIFA, quase R$ 7.000,00 – exatamente R$ 6.930,00 + estadias e alimentação). O bandeira CBF R$ 3.000,00 (FIFA: R$ 4.160,00). Idem ao VAR. E vejam só quanta gente está nas escalas hoje…

Para a Copa do Brasil, isso muda: no ano passado (em números redondos), cada árbitro recebeu aproximadamente R$ 3.000,00 nas primeiras fases. As taxas vão aumentando rodada a rodada, atingindo R$ 7.500,00 nas quartas-de-final, R$ 11.000,00 nas semi-finais e… em 2023, Bráulio da Silva Machado e Anderson Daronco (os árbitros de ida e volta de Flamengo x São Paulo – coincidentemente, os mesmos de Flamengo x Palmeiras em 2024), receberam cada R$ 20.000,00 (Bandeiras 12.000,00, VAR R$ 12.000,00, 4º árbitro R$ 5.000,00).

Por tanto dinheiro, tem que ser impecável a arbitragem, não?