👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Caindo da cama pois o tempo urge!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Com jogadores jovens, sem estrelismo e desejosos de títulos; contando com um bom treinador e turbinado pelo dinheiro americano, o Botafogo jogou muita bolae goleou por 5 a 0 o Peñarol. Parabéns!
Os uruguaios até tentaram fazer uma graça, colocando o patch de 5 Libertadores conquistadas, mas o momento, cá entre nós, era inoportuno…
Eu aposto numa final entre Atlético Mineiro x Botafogo lá na Argentina, e título do Fogão.
Guillermo Varela, jogador do Flamengo, levou uma bronca da Polícia em meio a ação para conter as arruaças contidas pelos torcedores do Peñarol-URU. Ele, que é uruguaio, foi se encontrar com os amigos dele que vieram assistir o jogo contra o Botafogo-RJ.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Animados para mais uma jornada?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Veja esse lance didático, da 7ª Rodada do Campeonato Mexicano de 2021, onde o árbitro foi protagonista e duas regras que mudaram recentemente, foram aplicadas (é muito inusitado).
O ataque do Cruz Azul dispara em contra-ataque e vence a defesa do Toluca. Ao chutar para o gol, a bola bate na trave e sobra para o uruguaio Jhonatan Rodriguez, que vê a meta aberta e chuta para fazer seu tento. Eis que o árbitro Óscar Macias cruza a frente do atacante (um erro de posicionamento primário do juizão, nunca você deve ficar na frente da bola, mas à esquerda dela, lateralmente). A bola bate em seu calcanhar e sai…salvando o gol!
Mas o que o árbitro deve fazer nesse caso (além de pedir desculpas)?
Antes, o árbitro era neutro. Ou seja: se a bola batesse nele, o jogo continuaria(como se batesse numa trave). Temos como grande exemplo o gol que bateu eme José de Assis Aragão num Palmeiras x Santos (relembre aqui na brilhante narração de Osmar Santos, uma pérola: https://www.youtube.com/watch?v=Fk50gmXse0o).
Hoje, a regra mudou: o árbitro é um corpo estranho! Se a bola bater nele:
– o jogo será paralisado pelo árbitro se a jogada virou uma situação de ataque por esse contato(e que anteriormente não era), – idem se a bola entrar para o gol(portanto, não valeria o gol de Aragão hoje), – idem se a posse de bola for para o adversário.
Só não será paralisada a partida se a bola bater no árbitro e acabar continuando em posse da equipe, sem ter mudado para uma situação de ataque.
E aí vem a outra mudança, mais silenciosa, que pouca gente não percebeu: extinguiu-se disputa de bola num “bola ao chão”!
Veja que curioso: quando a bola batia num corpo estranho, a partida era paralisada imediatamente, você chamava atletas das duas equipes e soltava a bola ao chão. Isso mudou:
– se uma bola bater num corpo estranho e esse toque não tiver algum prejuízo, segue o jogo sem paralisação; – se o toque for relevante, paralisa-se a partida, reinicia-se com bola ao chão para quem tocou por último na bola (o que é mais justo). O adversário tem que ficar a 4 metros de distância (bem como os companheiros de quem vai reiniciar o jogo com o bola ao chão). – se a bola bater no árbitro na grande área (e é uma exceção da regra), o bola ao chão é sumariamente ao goleiro.
Também não é mais permitido que quem cobre o bola ao chão, faça um gol. O motivo é: muitas vezes, dois atletas estavam esperando a bola cair ao chão e alguém, por Fair Play, dizia que devolveria a bola ao goleiro. Na prática, ele enganava o adversário, dominava essa bola, partia para o ataque e fazia um gol (e o “pau comia”). Hoje, isso não ocorre mais, já que só se pode fazer um gol após dois jogadores tocarem na bola depois do reinício de bola ao chão.
Pergunto: não seria legal se a FIFA explicasse melhor esses detalhes “escondidos” da regra?
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Já de pé para o dia render!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
E para o confronto do Massa Bruta contra o Fogão, a CBF escalou:
Árbitro: Anderson Daronco-RS Árbitro Assistente 1:Luanderson Lima dos Santos-BA Árbitro Assistente 2:Victor Hugo Imazu dos Santos-PR Quarto Árbitro: André Luiz Skettino Policarpo Bento-MG Assessor: Ana Karina Marques Valentin-PE VAR: Wagner Reway-ES AVAR: Helton Nunes-SC AVAR2: Charly Wendy Straub Deretti-SC Observador de VAR: Renato Cardoso da Conceição-MG Quality manager: Mikael Silva de Araújo-CBF
Repararam quanta gente de toda parte do Brasil? Difícil entrosar uma equipe de arbitragem tão diversa…
Sobre Daronco: ele aparenta estar pesado nas suas últimas atuações, e os jogos não fluem pois, especialmente no 2º tempo, os reinícios de partida são mais demorados. Apesar disso, melhorou num quesito que pecava demais: em qualquer mão na bola (movimento natural ou não-intencional) marcava pênalti, e agora ele respeita o toque ocasional.
Mesmo com as polêmicas do último domingo na Neo Química Arena, Anderson Daronco está prestigiado. Afinal, todo jogo importante Seneme está escalando os FIFAs (até porque não temos tantos árbitros à disposição).
Para essa escala, especificamente, John Textor ficará feliz: afinal, não tem queixa de jogos do árbitro gaúcho. Curiosamente, pelo Brasileirão em 2024, em jogos do Fogão, ele apitou Corinthians x Botafogo, Botafogo x Palmeiras e Botafogo x Corinthians – todos com vitória do time carioca. Também em 2023 deu sorte ao time: apitou as vitórias do Botafogo contra o Corinthians e Red Bull Bragantino em casa, além da vitória contra o América fora. O resultado menos ruim foi no segundo turno, no empate em 2×2 contra o próprio Massa Bruta, fora de casa.
Uma observação: quanto mais jogos um árbitro trabalha, menos tempo para preparação física devido as escalas exigirem viagens e deslocamentos longos (será o 42º jogo dele em 2024, nas diversas competições). A corrida de um jogo não é treino, é serviço! E dar tempo ao descanso para a recuperação, é fundamental para o aprimoramento.
Enfim: em nenhuma partida a IA de Textor levantou algo contra Daronco. Desejo boa sorte ao árbitro e um ótimo jogo.
Guillermo Varela, jogador do Flamengo, levou uma bronca da Polícia em meio a ação para conter as arruaças contidas pelos torcedores do Peñarol-URU. Ele, que é uruguaio, foi se encontrar com os amigos dele que vieram assistir o jogo contra o Botafogo-RJ.
APENAS 24 ANOS! ⚽️⚽️⚽️ Vini Jr. deu show e marcou três gols na vitória do Real Madrid contra o Borussia Dortmund. Foi o terceiro hat-trick do brasileiro na carreira. Ele chegou a 24 gols em 59 partidas de Champions e 92 com a camisa do clube Merengue.
No último domingo, o Corinthians jogou contra o Flamengo e nas arquibancada havia uma faixa chamando ironicamente a CBF de corrupta (vide a foto abaixo).
A pergunta é: mesmo estando em sua própria casa, vale o Corinthians retirar o manifesto por ordem da PM (que exigiu isso) ou há um exagero das autoridades?
Que chique! Depois da camisa branca, vermelha e preta-carijó, o Red Bull Bragantino lança a Camisa 4 (azul), homenageando 20 anos da escuderia de F1, com… o piloto Max Verstappen usando o fardamento do time de Bragança Paulista.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Bem dispostos para mais um dia de vida?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Veja esse lance didático, da 7ª Rodada do Campeonato Mexicano de 2021, onde o árbitro foi protagonista e duas regras que mudaram recentemente, foram aplicadas (é muito inusitado).
O ataque do Cruz Azul dispara em contra-ataque e vence a defesa do Toluca. Ao chutar para o gol, a bola bate na trave e sobra para o uruguaio Jhonatan Rodriguez, que vê a meta aberta e chuta para fazer seu tento. Eis que o árbitro Óscar Macias cruza a frente do atacante (um erro de posicionamento primário do juizão, nunca você deve ficar na frente da bola, mas à esquerda dela, lateralmente). A bola bate em seu calcanhar e sai…salvando o gol!
Mas o que o árbitro deve fazer nesse caso (além de pedir desculpas)?
Antes, o árbitro era neutro. Ou seja: se a bola batesse nele, o jogo continuaria(como se batesse numa trave). Temos como grande exemplo o gol que bateu eme José de Assis Aragão num Palmeiras x Santos (relembre aqui na brilhante narração de Osmar Santos, uma pérola: https://www.youtube.com/watch?v=Fk50gmXse0o).
Hoje, a regra mudou: o árbitro é um corpo estranho! Se a bola bater nele:
– o jogo será paralisado pelo árbitro se a jogada virou uma situação de ataque por esse contato(e que anteriormente não era), – idem se a bola entrar para o gol(portanto, não valeria o gol de Aragão hoje), – idem se a posse de bola for para o adversário.
Só não será paralisada a partida se a bola bater no árbitro e acabar continuando em posse da equipe, sem ter mudado para uma situação de ataque.
E aí vem a outra mudança, mais silenciosa, que pouca gente não percebeu: extinguiu-se disputa de bola num “bola ao chão”!
Veja que curioso: quando a bola batia num corpo estranho, a partida era paralisada imediatamente, você chamava atletas das duas equipes e soltava a bola ao chão. Isso mudou:
– se uma bola bater num corpo estranho e esse toque não tiver algum prejuízo, segue o jogo sem paralisação; – se o toque for relevante, paralisa-se a partida, reinicia-se com bola ao chão para quem tocou por último na bola (o que é mais justo). O adversário tem que ficar a 4 metros de distância (bem como os companheiros de quem vai reiniciar o jogo com o bola ao chão). – se a bola bater no árbitro na grande área (e é uma exceção da regra), o bola ao chão é sumariamente ao goleiro.
Também não é mais permitido que quem cobre o bola ao chão, faça um gol. O motivo é: muitas vezes, dois atletas estavam esperando a bola cair ao chão e alguém, por Fair Play, dizia que devolveria a bola ao goleiro. Na prática, ele enganava o adversário, dominava essa bola, partia para o ataque e fazia um gol (e o “pau comia”). Hoje, isso não ocorre mais, já que só se pode fazer um gol após dois jogadores tocarem na bola depois do reinício de bola ao chão.
Pergunto: não seria legal se a FIFA explicasse melhor esses detalhes “escondidos” da regra?
No último sábado, Ramon Abatti Abel representou perfeitamente o espírito da arbitragem brasileira atual, desde a introdução do VAR: o de transferir a responsabilidade de lances para cabine.
Em Vasco x Atlético Mineiro, Otávio colocou a mão na bola intencionalmente. Não foi movimento nem natural, nem antinatural. Foi deliberado!
O árbitro deve marcar pênalti, e não há o que contestar. O VAR, como sugere o protocolo, fez a revisão. Mas ficamos vários minutos esperando o árbitro de vídeo decidir alguma coisa, e ainda assim Abatti foi ao monitor. Perdeu-se um tempão enorme, desnecessariamente. Lance claro, sem dúvida alguma, e o próprio árbitro foi ver a decisão dele para um possível momento de se “reapitar” o jogo.
É justamente isso que a FIFA não quer: se surgir uma dúvida (e esse lance não era duvidoso), mantenha-se a decisão de campo. Se o lance for claro (como foi), agilize-se a partida. Porém, nenhum juiz quer bater no peito e assumir o lance. Deixe para a equipe de VAR, com seus AVARs e demais membros no ar-condicionado…
Tanta demora causa apreensão, traz nervosismo e tensão maior à partida, além de que quebra o ritmo de jogo das equipese acaba com toda a dinâmica.
Fico pensando: nos Jogos Olímpicos, tivemos um outro Ramon Abatti Abel apitando. O que houve com ele, que lá em Paris não sucumbia ao VAR?
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora começar mais uma semana com bastante ânimo?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
No último domingo, o Corinthians jogou contra o Flamengo e nas arquibancada havia uma faixa chamando ironicamente a CBF de corrupta (vide a foto abaixo).
A pergunta é: mesmo estando em sua própria casa, vale o Corinthians retirar o manifesto por ordem da PM (que exigiu isso) ou há um exagero das autoridades?
Seatingir “em cheio”(voluntariamente ou não, pois reforce-se, mesmo sem querer é proibido erguer o pé daquela forma) é paracartão vermelho.
Recordo-me de um lance muito parecido: Adriano Imperador, num amistoso da Seleção Brasileira contra a Coreia do Sul, em atitude semelhante (também expulso).
IMPORTANTE:o lance de Gustavo Henrique, aos 21m, agarrando Arrascaeta.
O atacante está indo em direção ao gol.Não corta para o lado, nada que possa dizer que ele não irá ficar apenas com o goleiro para finalizar. Não há adversário que possa chegar a tempo para tentar interceptá-lo. Sendo assim:situação clara e manifesta de gol, lance para Cartão Vermelho (Daronco erra e dá Amarelo).
A pergunta é:com quase 70 minutos a serem jogados, como seria o jogo se o Corinthians ficasse com 10 atletas?
Me faltou tempo para escrever logo após o FlaFlu: que “bolão” o Paulo Henrique Ganso está jogando!
Não exija dele intensidade, ele não será o jogador pró-ativo que o futebol moderno pede. Mas ele tem categoria com a bola nos pés e a trata carinhosamente, lançando-a redondinha aos seus colegas…
É um Camisa 10 das antigas, não há dúvida. O problema é que hoje eles (esses jogadores mais técnicos) precisam ser adaptados a esse futebol tão físico.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Domingão também é dia de se exercitar!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
No último sábado, Ramon Abatti Abel representou perfeitamente o espírito da arbitragem brasileira atual, desde a introdução do VAR: o de transferir a responsabilidade de lances para cabine.
Em Vasco x Atlético Mineiro, Otávio colocou a mão na bola intencionalmente. Não foi movimento nem natural, nem antinatural. Foi deliberado!
O árbitro deve marcar pênalti, e não há o que contestar. O VAR, como sugere o protocolo, fez a revisão. Mas ficamos vários minutos esperando o árbitro de vídeo decidir alguma coisa, e ainda assim Abatti foi ao monitor. Perdeu-se um tempão enorme, desnecessariamente. Lance claro, sem dúvida alguma, e o próprio árbitro foi ver a decisão dele para um possível momento de se “reapitar” o jogo.
É justamente isso que a FIFA não quer: se surgir uma dúvida (e esse lance não era duvidoso), mantenha-se a decisão de campo. Se o lance for claro (como foi), agilize-se a partida. Porém, nenhum juiz quer bater no peito e assumir o lance. Deixe para a equipe de VAR, com seus AVARs e demais membros no ar-condicionado…
Tanta demora causa apreensão, traz nervosismo e tensão maior à partida, além de que quebra o ritmo de jogo das equipese acaba com toda a dinâmica.
Fico pensando: nos Jogos Olímpicos, tivemos um outro Ramon Abatti Abel apitando. O que houve com ele, que lá em Paris não sucumbia ao VAR?
E o presidente do Vitória, Fábio Mota, foi preciso quanto ao fair Play financeiro no futebol brasileiro, citando o Corinthians:
“[Clubes com] investimento muito maior, que continuam contratando sem pagar ninguém. Não têm fair play no Brasil. O Corinthians contratou jogador para pagar R$ 3 milhões por mês, brigando com a gente cabeça a cabeça. Enquanto isso, não consegue pagar o salário do mês e deve mais de R$ 2,5 bilhões. Isso é o futebol brasileiro, essa loucura tem que acabar. (…) Tem que ser responsabilizado. Tudo no Brasil tem lei, o futebol não é assim. Ou muda isso ou o futebol brasileiro vai ficar cada vez descredenciado para o mundo. Uma das razões para ter poucos investidores no futebol brasileiro é isso”.
De fato, não é mais possível que as gestões sejam tão amadoras: contrata-se, faz-se dívidas sem dinheiro, e não há responsabilização alguma!
O que você acha do Fair Play financeiro? Eu penso ser uma urgente necessidade.
E hoje tem Vitória x Red Bull Bragantino pelo Brasileirão! Acompanhe conosco, pela Rádio Futebol Total!
Que o Massa Bruta não seja afetado pela polêmica da esposa do atleta (se você não viu, assista a matéria no Canal do Loredo, em: https://www.youtube.com/watch?v=x3BWubb_G-8)
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Me faltou tempo para escrever logo após o FlaFlu: que “bolão” o Paulo Henrique Ganso está jogando!
Não exija dele intensidade, ele não será o jogador pró-ativo que o futebol moderno pede. Mas ele tem categoria com a bola nos pés e a trata carinhosamente, lançando-a redondinha aos seus colegas…
É um Camisa 10 das antigas, não há dúvida. O problema é que hoje eles (esses jogadores mais técnicos) precisam ser adaptados a esse futebol tão físico.