Segundo tempo de treino! Vamos suar?
O corpo, a alma e a mente agradecem (insisto nisso).
🏃🏼 #running
Segundo tempo de treino! Vamos suar?
O corpo, a alma e a mente agradecem (insisto nisso).
🏃🏼 #running
Há algum tempo venho falando que sempre que o mercado de capitais se aproxima de algum setor é sinal de que a organização está se aproximando. Há uns 5 anos eram poucos na Faria Lima que estavam dispostos a sujar os sapatos com terra explorar o mundo agro. Desde então o que vimos foi evoluções importantes em termos de organização, transparência, capacitação por parte dos produtores, e capacidade de compreensão dos riscos e oportunidades do setor por parte de quem fica atrás das planilhas.
Desde a lei das SAFs – Sociedades Anônimas do Futebol – temos visto mudança relevante na visão que o mercado financeiro tem em relação ao futebol. Setor ainda de difícil compreensão – ainda que tenhamos 200 milhões de treinadores no país – mas em fase de ruptura com o modelo amador de controle e gestão.
Já estamos no 3º ano de SAFs, e vimos alguns clubes ganharem donos – tem até quem já trocou de dono ou está em fase de trocar – bons projetos, projetos ruins. Começamos a entender que o futebol, que só entre os clubes da Série A do Campeonato Brasileiro movimenta mais de R$ 8 bilhões em receitas e tem dívidas de mais de R$ 11 bilhões, pode apresentar ativos interessantes sob o ponto de vista de retorno e oportunidades de negócios.
Se é verdade que no caso do Vasco da Gama o primeiro controlador da SAF (777 Partners) fez água, no Cruzeiro o Ronaldo Fenômeno já lucrou após reestruturar um ativo que estava prestes a cair no ostracismo esportivo, mesmo com uma história rica em conquistas. A Treecorp apresenta bons resultados nas ações fora de campo, mas ainda sofre na gestão esportiva do Coritiba – fazer futebol fora de campo é mais fácil do que conseguir construir uma estrutura vencedora dentro dele – enquanto John Textor criou um modelo de negócios arriscado, mas que tem apresentado resultados esportivos positivos.
O futebol na era das SAFs tem de tudo um pouco. Até bilionários que se comportam como mecenas, e associações que se comportam como corporações, cuidadosas nos investimentos e controle da condição econômico-financeira. Tudo fruto de uma mudança de mindset, através da qual a sustentabilidade dos clubes no longo prazo é função de gestões eficientes, e não do abnegado perdulário.
Por isso o mercado de capitais passou a olhar o futebol de maneira mais atenta. Não só com as SAFs, mas através de operações antes inimagináveis. O FUDC do São Paulo FC capitaneado pela Galapagos e Outfield, as debêntures-fut do Atlético-MG, a investida de fundos sobre a Portuguesa, com um olhar esportivo, mas essencialmente de exploração dos ativos imobiliários.
Alternativas que só um mercado atento é capaz de encontrar, mesmo que o futebol siga sendo uma indústria que sofre de preconceitos. Não é fácil depender de casas de aposta para fechar as contas, nem ver o nome “futebol” envolvido em ações da Polícia Federal. Processos de amadurecimento costumam doer e demandam esforço para ultrapassar barreiras. O mercado de capitais precisa entender a dinâmica do futebol, e encontrar o trigo no meio do joio, mas cabe ao futebol romper com um passado pouco transparente e de comportamentos nada republicanos se quiser realmente deixar a várzea – no sentido amador do termo – e se transformar num negócio de mais bilhões de reais.
O caminho está sendo pavimentado. Há interesse de todos os lados. Basta que as partes se adaptem e, quem sabe, ao lado dos festivais sertanejos teremos na Faria Lima telões acompanhando os nossos times do coração.
Meu acréscimo: investir em Flamengo, Palmeiras e outros grandes clubes com potencial de mercado e torcida nacional, há retorno, se os gastos forem inteligentes. Investir em quem não tem potencial de retorno coerente com o que se vai investir, aí é incompreensível…
Meu acréscimo, parte 2: John Textor ganha títulos, investindo como um Mecenas. Mas quando ele terá retorno financeiro do que já gastou?
A briga pelo título e contra o rebaixamento do emocionante Campeonato Brasileiro!
Quem será campeão e quem irá para a segunda divisão?
Em: https://youtu.be/6vTAhBTTyr0?si=t-PdIVziMyFumKJu
Suar faz muito bem!
Pratique esportes! O corpo, a alma e a mente agradecem. Olhe aí a minha cara de feliz.

🏃♂️ #corrida
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Caindo da cama pois o tempo urge!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running
Uma mescla de novatos e veteranos: foi isso que Wilson Luís Seneme preparou para a última rodada do Brasileirão, “ressuscitando” alguns árbitros.
Por exemplo: para Grêmio x Corinthians, teremos Paulo César Zanovelli da Silva – FIFA / MG (aquele mesmo suspenso de Fluminense x SPFC, do erro de direito). Provavelmente, seu último jogo no quadro internacional. Para o “confronto dos Atléticos”, Rafael Rodrigo Klein. Mas me chamou a atenção o jogo do Palmeiras x Fluminense: Ramon Abatti Abel, o mesmo que deu dois pênaltis inexistentes contra o Fortaleza / a favor do Verdão (reveja aqui: https://wp.me/p55Mu0-3yg). No Botafogo x São Paulo, teremos Daronco no apito.
Nos jogos que não valem muita coisa ou quase nada, como Cuiabá x Vasco, teremos Thaillan Gomes, que vem de Macapá/AP para ter sua primeira grande chance no apito. No Flamengo x Vitória, teremos o paranaense Lucas Casagrande.
E para o confronto do Massa Bruta contra o Tigre, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:
Árbitro: Sávio Pereira Sampaio – DF
Árbitro Assistente 1: Eduardo Gonçalves da Cruz -MS
Árbitro Assistente 2: Lucas Costa Modesto – DF
Quarto Árbitro: Maguielson Lima Barbosa -DF
Quinto Árbitro: Leandro Matos Feitosa – SP
VAR: Pablo Ramon Goncalves Pinheiro – RN
AVAR: André da Silva Bitencourt – RS
AVAR2: Dyorgines Jose Padovani de Andrade – ES
Inspetor: Roberto Perassi – SP
Quality manager: Paulo Roberto da Rocha Camello – RJ
Sávio tem 39 anos, é natural de Guará/DF e trabalha como assistente administrativo. É irmão do árbitro Wilton Pereira Sampaio, que foi às últimas Copa do Mundo e Copa América. O problema é que Sávio chegou (na minha modesta opinião) sem merecimento até o quadro da FIFA. No ano passado, ele errou muito técnica e disciplinarmente (tanto é que perdeu o escudo internacional no último ano). Nesse ano, apitou Cruzeiro x Red Bull Bragantino.
Um dos seus grandes equívocos foi há dois anos em Internacional x Botafogo (vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-32H), onde ele mostrou seu principal defeito: como em um “jogo de queimada”, a bola relou na mão ou no braço… virou pênalti.
Para se ter ideia da falta de confiança da CA-CBF em Sávio, ele estava apitando a Série B e sendo escalado apenas como 4º árbitro na Série A. Nas últimas rodadas é que voltou a apitar a Primeira Divisão.
Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.
Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Criciúma pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 08/12, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
Vitória ENORME do Red Bull Bragantino. Depende dele próprio para permanecer na série A.
Na minha opinião, a chance do Criciúma vencer o Massa Bruta na Terra da Linguiça é a mesma do São Paulo vencer o Botafogo no RJ.
Se o Fluminense perder do Palmeiras, os Atléticos podem se salvar num jogo de “cumpadres”, empatando.
Como sul-americano, acho muito bacana a ideia desse verdadeiro Mundial de Clubes da FIFA. Mas se eu fosse europeu, odiaria!
Simples: será muito legal ver os confrontos entre clubes da UEFA contra os da Conmebol. Técnica versus vontade. Menosprezo pelo torneio versus Ambição pela conquista. Não tenha dúvida de que será curioso.
Óbvio, essa competição (racionalmente falando) arrebentará com o calendário mundial. Faz sentido o Real Madrid e outros times não estarem tão afim de jogar…
Enfim, esportivamente falando, a sensação é: para os brasileiros, o grupo talvez mais difícil seja o do Botafogo, e o menos difícil o do Palmeiras. Em tese (na prática, pode ser diferente), em todo grupo poderemos ter um time da Europa e um da América classificados.
E você, o que achou dessa nova Copa do Mundo de Clubes? Deixe seu comentário:
Como explicar a péssima temporada do Manchester City?
Tem o melhor técnico do mundo e os melhores jogadores. Estrutura impecável. E…
Como explicar a atual campanha?
Segundo tempo de treino! Vamos suar?
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Há algum tempo venho falando que sempre que o mercado de capitais se aproxima de algum setor é sinal de que a organização está se aproximando. Há uns 5 anos eram poucos na Faria Lima que estavam dispostos a sujar os sapatos com terra explorar o mundo agro. Desde então o que vimos foi evoluções importantes em termos de organização, transparência, capacitação por parte dos produtores, e capacidade de compreensão dos riscos e oportunidades do setor por parte de quem fica atrás das planilhas.
Desde a lei das SAFs – Sociedades Anônimas do Futebol – temos visto mudança relevante na visão que o mercado financeiro tem em relação ao futebol. Setor ainda de difícil compreensão – ainda que tenhamos 200 milhões de treinadores no país – mas em fase de ruptura com o modelo amador de controle e gestão.
Já estamos no 3º ano de SAFs, e vimos alguns clubes ganharem donos – tem até quem já trocou de dono ou está em fase de trocar – bons projetos, projetos ruins. Começamos a entender que o futebol, que só entre os clubes da Série A do Campeonato Brasileiro movimenta mais de R$ 8 bilhões em receitas e tem dívidas de mais de R$ 11 bilhões, pode apresentar ativos interessantes sob o ponto de vista de retorno e oportunidades de negócios.
Se é verdade que no caso do Vasco da Gama o primeiro controlador da SAF (777 Partners) fez água, no Cruzeiro o Ronaldo Fenômeno já lucrou após reestruturar um ativo que estava prestes a cair no ostracismo esportivo, mesmo com uma história rica em conquistas. A Treecorp apresenta bons resultados nas ações fora de campo, mas ainda sofre na gestão esportiva do Coritiba – fazer futebol fora de campo é mais fácil do que conseguir construir uma estrutura vencedora dentro dele – enquanto John Textor criou um modelo de negócios arriscado, mas que tem apresentado resultados esportivos positivos.
O futebol na era das SAFs tem de tudo um pouco. Até bilionários que se comportam como mecenas, e associações que se comportam como corporações, cuidadosas nos investimentos e controle da condição econômico-financeira. Tudo fruto de uma mudança de mindset, através da qual a sustentabilidade dos clubes no longo prazo é função de gestões eficientes, e não do abnegado perdulário.
Por isso o mercado de capitais passou a olhar o futebol de maneira mais atenta. Não só com as SAFs, mas através de operações antes inimagináveis. O FUDC do São Paulo FC capitaneado pela Galapagos e Outfield, as debêntures-fut do Atlético-MG, a investida de fundos sobre a Portuguesa, com um olhar esportivo, mas essencialmente de exploração dos ativos imobiliários.
Alternativas que só um mercado atento é capaz de encontrar, mesmo que o futebol siga sendo uma indústria que sofre de preconceitos. Não é fácil depender de casas de aposta para fechar as contas, nem ver o nome “futebol” envolvido em ações da Polícia Federal. Processos de amadurecimento costumam doer e demandam esforço para ultrapassar barreiras. O mercado de capitais precisa entender a dinâmica do futebol, e encontrar o trigo no meio do joio, mas cabe ao futebol romper com um passado pouco transparente e de comportamentos nada republicanos se quiser realmente deixar a várzea – no sentido amador do termo – e se transformar num negócio de mais bilhões de reais.
O caminho está sendo pavimentado. Há interesse de todos os lados. Basta que as partes se adaptem e, quem sabe, ao lado dos festivais sertanejos teremos na Faria Lima telões acompanhando os nossos times do coração.
Meu acréscimo: investir em Flamengo, Palmeiras e outros grandes clubes com potencial de mercado e torcida nacional, há retorno, se os gastos forem inteligentes. Investir em quem não tem potencial de retorno coerente com o que se vai investir, aí é incompreensível…
Meu acréscimo, parte 2: John Textor ganha títulos, investindo como um Mecenas. Mas quando ele terá retorno financeiro do que já gastou?
Hoje faz 13 anos que o “Doutor Sócrates” morreu. Foi triste seu final de vida, pelas questões de saúde, mas é inegável que sua carreira foi marcada por luta pelos direitos do cidadão e do esporte.
Abaixo, uma reportagem para os mais jovens que não o conheceram, saberem mais desse mítico atleta,
Extraído de: https://placar.abril.com.br/blog/tbt-placar/socrates-o-craque-mais-politizado-que-o-brasil-ja-teve/
SÓCRATES, O CRAQUE MAIS POLITIZADO QUE O BRASIL JÁ TEVE
Capitão da seleção na década de 80 manteve voz ativa contra a ditadura e a favor das causas sociais. O Doutor sempre tinha algo a dizer, inclusive a PLACAR

Sócrates (1954-2011) foi o craque mais politizado do nosso futebol. Era quem imprimia em campo, com seus surpreendentes passes de calcanhar, e fora, com sua personalidade, a fuga dos padrões. Intelectualizado, formado em Medicina pela USP, o meia-atacante batizado em homenagem ao filósofo grego foi um grande pensador seja nos consultórios, nos estádios ou nos palanques. Sócrates foi capa de PLACAR diversas vezes e sempre tinha algo a dizer.
Em 1982, época de eleição para governador do Estado de São Paulo, PLACAR pediu para Magrão escrever seu plano perfeito de governo (veja no print abaixo).

Naquela época, Sócrates já denunciava a apatia da maioria dos atletas. “Acontece que, preso em sua própria incapacidade, o jogador é um medroso para se expressar e se sente acuado. Não o deixam crescer e atendem todas as suas exigências”, disse a PLACAR, em 1986. Sem ‘dar bola’ a um corporativismo que poderia colocar freios nas palavras, continuou: “Ele (jogador de futebol) gosta de ser tratado como um filhão, que não tem de batalhar nada. O sistema é viciante, com uma relação de idolatria ou severa punição. O jogador é uma eterna criança e gosta de ser, pois adorou o vício.”.
Inegavelmente, sua descontração e língua afiada era pura política, apesar de os boleiros de hoje morrerem de medo do termo. Nascido em Belém (PA) e criado em Ribeirão Preto (SP), Sócrates surgiu como atleta durante a ditadura militar, período antidemocrático do Brasil que durou entre 1964 e 1985. Chegou ao Corinthians, foi contestado no início e acabou virando ídolo.

Em um contexto sociopolítico em que a liberdade individual era negada, direitos civis caçados e opositores mortos e torturados, Sócrates encabeçou a Democracia Corinthiana, movimento que deu voz aos atletas nas decisões técnicas e políticas do clube. Mas até ele cansou. E não de correr com suas longas pernas pelos campos, mas da situação que o Brasil se encontrava.
Tanto que, em 1984, quando sua ida para a Fiorentina era assunto nos jornais, o ex-jogador foi capa de PLACAR. Vestido de Dom Pedro I, fez referência ao grito de independência e bradou: “Se o Brasil mudar eu fico”. O país demorou mais um pouco para se democratizar, e Sócrates não ficou. Sem ele, o movimento corinthiano foi perdendo forças, mas seu legado é eterno. Na mesma época, Sócrates participou ativamente do movimento Diretas Já, engajando-se com protagonismo na luta pelo poder do povo e na edição 727, na qual foi capa como figura política, ao ser perguntando pelo editor Juca Kfouri sobre quando as eleições, disse “Diretas já, diretas ontem”. Um ato político praticamente inimaginável para os dias atuais.

Além do posicionamento claro sobre a situação do país, ele não escondia o gosto pela cerveja e pelo cigarro; vícios que acabaram abreviando sua vida. Em outra dessas aparições, entrevistado em 1986, Sócrates afirmou: “Bebo, fumo e penso. Este é o país em que mais cachaça se bebe no mundo e parece que eu bebo tudo sozinho”.
Sua passagem pela Fiorentina não foi de sucesso. Já com 30 anos, o peso de não levar vida de atleta pode ter tirado boas atuações do meio-campista. Por outro lado, em entrevista a PLACAR em 1986, o próprio Sócrates diz que a passagem decepcionante no berço do Renascimento teve motivações políticas. “O futebol italiano é dominado pela Democracia-Cristã e eu era do lado do Partido Comunista Italiano. Os democratas-cristãos me aniquilaram.”. A política, de fato, não saía de sua cabeça— talvez de forma até exagerada em alguns momentos.
O Doutor jogou duas Copas do Mundo. Em 1982, sua primeira, brilhou dentro dos campos, junto à seleção brasileira que enchia os olhos do torcedor. Na seguinte, fora do auge, apesar de ter perdido um pênalti na eliminação para a França, Sócrates usou faixas na testa, manifestando-se contra a violência estatal praticada no México, sede da competição.

Magrão viveu diversas vidas em 57 anos. Nunca recusou impulsos, jamais se acovardou e deixou um legado de craque, com e sem chuteira. Aposentado, tornou-se escritor e manteve atuação política fervorosa. Queria morrer com o Corinthians campeão, e assim foi. Por complicações causadas por um quadro de problemas com álcool, Sócrates morreu no dia 4 de dezembro de 2011. No mesmo dia, após empate com o arquirrival Palmeiras, o Corinthians se tornou Campeão Brasileiro daquele ano, e atletas e torcedores o homenagearam com seu tradicional gesto, o punho erguido para cima. Pedido atendido.

Segundo tempo de treino! Vamos suar?
O corpo, a alma e a mente agradecem (insisto nisso).

🏃🏼 #running
E para o difícil confronto do Massa Bruta contra o Furacão na Arena da Baixada, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:
Árbitro: Rodrigo José Pereira de Lima – PE
Árbitro Assistente 1: Fabrício Vilarinho da Silva – GO
Árbitro Assistente 2: Luanderson Lima dos Santos – BA
Quarto Árbitro: André Luiz Skettino Policarpo Bento – MG
Assessor: Regildênia de Holanda Moura – SP
VAR: Marco Aurelio Augusto Fazekas Ferreira – MG
AVAR: Helton Nunes – SC
Observador: Emerson Augusto de Carvalho – CBF
Quality manager: Mikael Silva de Araujo – RJ
Rodrigo entrou para o quadro da FIFA recentemente, com a necessidade de um árbitro da região NE pertencer à relação internacional, pois não tínhamos nenhum juiz dessa região. E tem tido altos e baixos na carreira. Vide, por exemplo, algumas anotações complicadas sobre a irregularidade dele: https://wp.me/p55Mu0-3kL.
Nesse ano, Rodrigo oscilou muito: apitou Red Bull Bragantino x Internacional, mas foi apenas quarto-árbitro em Red Bull Bragantino x Flamengo. Aliás, no último domingo, protagonizou um erro sério no Maracanã que valeu o segundo (e irregular) gol do Colorado contra o Mengão. Se você não viu, clique aqui: https://wp.me/p4RTuC-12T3
Torço para que o juizão acorde com o pé-direito na 5ª feira…
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YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quinta-feira, 05/12, 20h00. Mas desde às 19h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
Suar faz muito bem!
Pratique esportes! O corpo, a alma e a mente agradecem. Olhe aí a minha cara de feliz.

🏃♂️ #corrida
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Já de pé para o dia render!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
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Como explicar a péssima temporada do Manchester City?
Tem o melhor técnico do mundo e os melhores jogadores. Estrutura impecável. E…
Como explicar a atual campanha?
Torcedor de futebol se ilude e muitas vezes não quer ver o óbvio. Afinal, algumas coisas não são agradáveis…
Quer exemplos?
Por mexer com paixões, o futebol ilude muita gente. E, infelizmente, há quem viva nessa eterna ilusão. Pés no chão, torcedor.
Repararam o quanto estamos falando de “Saúde Mental” nessas últimas rodadas do Brasileirão?
O assunto é: o time A “pipocou”? O time B “sentiu o peso da necessidade da conquista?” O jogador C não estava preparado para o sucesso?”
A pressão entre os atores do mundo do futebol é enorme, mas há um silêncio muito grande sobre esse tema: o da saúde mental no esporte.
Em 2009, o goleiro alemão Robert Enke se matou atirando-se em uma linha de trem. Dois anos depois, o árbitro iraniano Babak Rafati, cansado da pressão do meio, tentou o suicídio cortando os pulsos. Mais recentemente, o ex-atacante Nilmar (Inter-RS e Corinthians) disse ter sofrido depressão e pensou em se matar.
Vários atletas de outras modalidades encerraram precocemente a carreira por conta da pressão por resultados, e isso decorre pelo fato de que o esporte de alto rendimento, no fundo, não é algo saudável. O exagero no desempenho do corpo, a carga enorme de treinamentos, a maratona de partidas e disputas, por fim, esgotam fisicamente a pessoa. E se o atleta não tiver um condicionamento emocional adequado, sucumbe. Vide Serginho (São Caetano) e Izquierdo (Nacional-URU), falecidos.
Muricy Ramalho, treinador, abandonou a carreira depois dos problemas de saúde, fruto da sua atividade. O AVC de Ricardo Gomes, ocorrido ao vivo num jogo do Brasileirão, credita-se ao stress. E aí somos obrigados a refletir: por mais que se possa dizer que grandes técnicos ganham muito dinheiro, e que isso é a sua compensação pelos percalços e cobrança que passam, a Saúde Mental fala muitas vezes mais alto. Às vezes, nem fala: grita!
Jürgen Klopp, ex-treinador do Liverpool, considerado um profissional atencioso e sempre divertido, demonstrou na Premiere League um comportamento diferente, perdendo a cabeça e se enervando desnecessariamente. Klopp parou com o ofício de treinador e será coordenador dos clubes da Red Bull (um trabalho bem menos exigente).
Pense: quantos outros treinadores não gostariam de fazer a mesma coisa? Abel Ferreira, treinador do Palmeiras, falou abertamente: “ganhei tanto dinheiro e não consigo gastá-lo, não consegui passear ainda na cidade de São Paulo”.
Imagine, agora, os seguintes problemas: um jogador sofre pressão da torcida nas arquibancadas, não recebe o seu salário em dia, não pode sair para passear em shopping ou restaurante quando o clube perde, além da sua cobrança interior. Se não tiver ajuda psicológica, adoece. De que adiantou todo o dinheiro conquistado, se a qualidade de vida (e até a liberdade cotidiana) se esvazia?
Voltemos aos atletas: Kevin De Bruyne, do Manchester City, declarou que “estava feliz em se lesionar, pois estava curtindo a família em casa, coisa que não podia fazer“. Por essas ausências na família, o ex-corintiano Rodrigo Varanda repensou a carreira. Mais ou menos o que quase aconteceu com o jogador atleticano Lyanco (esse, aparentemente, sofrendo de outra doença emocional: a Síndrome de Burnout). Ops: não nos esqueçamos de Yuri Alberto, que declarou ter melhorado o seu rendimento depois de ajuda psicológica!
Há um fator que potencializa ao extremo isso: as Redes Sociais. No Twitter (ou melhor, no atual “X”), torcedores entram nos perfis dos boleiros e ofendem com as maiores barbaridades possíveis. O assédio moral é violento e não há muito o que fazer: ou o profissional abandona a Internet ou ignora as críticas.
Um exemplo para comparação: Tom Holland, o jovem ator que interpretou “Homem Aranha” nos cinemas, anunciou que saiu das Redes Sociais para preservar a saúde mental. E considere: ele tem um staff enorme, acompanhamento terapêutico, é rico, e seu trabalho é elogiado. E ainda assim não aguentou. Imagine um atleta de futebol, que mexe paixões contrárias e a favor.
Fica o alerta para a FIFA, além das entidades locais, como a CBF: façamos campanhas de prevenção ao equilíbrio emocional e à saúde mental, antes que algo mais grave possa acontecer.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Bem dispostos para mais um dia de vida?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #asics
Amanhã, 04/12, fará 13 anos que o “Doutor Sócrates” morreu. Foi triste seu final de vida, pelas questões de saúde, mas é inegável que sua carreira foi marcada por luta pelos direitos do cidadão e do esporte.
Abaixo, uma reportagem para os mais jovens que não o conheceram, saberem mais desse mítico atleta,
Extraído de: https://placar.abril.com.br/blog/tbt-placar/socrates-o-craque-mais-politizado-que-o-brasil-ja-teve/
SÓCRATES, O CRAQUE MAIS POLITIZADO QUE O BRASIL JÁ TEVE
Capitão da seleção na década de 80 manteve voz ativa contra a ditadura e a favor das causas sociais. O Doutor sempre tinha algo a dizer, inclusive a PLACAR

Sócrates (1954-2011) foi o craque mais politizado do nosso futebol. Era quem imprimia em campo, com seus surpreendentes passes de calcanhar, e fora, com sua personalidade, a fuga dos padrões. Intelectualizado, formado em Medicina pela USP, o meia-atacante batizado em homenagem ao filósofo grego foi um grande pensador seja nos consultórios, nos estádios ou nos palanques. Sócrates foi capa de PLACAR diversas vezes e sempre tinha algo a dizer.
Em 1982, época de eleição para governador do Estado de São Paulo, PLACAR pediu para Magrão escrever seu plano perfeito de governo (veja no print abaixo).

Naquela época, Sócrates já denunciava a apatia da maioria dos atletas. “Acontece que, preso em sua própria incapacidade, o jogador é um medroso para se expressar e se sente acuado. Não o deixam crescer e atendem todas as suas exigências”, disse a PLACAR, em 1986. Sem ‘dar bola’ a um corporativismo que poderia colocar freios nas palavras, continuou: “Ele (jogador de futebol) gosta de ser tratado como um filhão, que não tem de batalhar nada. O sistema é viciante, com uma relação de idolatria ou severa punição. O jogador é uma eterna criança e gosta de ser, pois adorou o vício.”.
Inegavelmente, sua descontração e língua afiada era pura política, apesar de os boleiros de hoje morrerem de medo do termo. Nascido em Belém (PA) e criado em Ribeirão Preto (SP), Sócrates surgiu como atleta durante a ditadura militar, período antidemocrático do Brasil que durou entre 1964 e 1985. Chegou ao Corinthians, foi contestado no início e acabou virando ídolo.

Em um contexto sociopolítico em que a liberdade individual era negada, direitos civis caçados e opositores mortos e torturados, Sócrates encabeçou a Democracia Corinthiana, movimento que deu voz aos atletas nas decisões técnicas e políticas do clube. Mas até ele cansou. E não de correr com suas longas pernas pelos campos, mas da situação que o Brasil se encontrava.
Tanto que, em 1984, quando sua ida para a Fiorentina era assunto nos jornais, o ex-jogador foi capa de PLACAR. Vestido de Dom Pedro I, fez referência ao grito de independência e bradou: “Se o Brasil mudar eu fico”. O país demorou mais um pouco para se democratizar, e Sócrates não ficou. Sem ele, o movimento corinthiano foi perdendo forças, mas seu legado é eterno. Na mesma época, Sócrates participou ativamente do movimento Diretas Já, engajando-se com protagonismo na luta pelo poder do povo e na edição 727, na qual foi capa como figura política, ao ser perguntando pelo editor Juca Kfouri sobre quando as eleições, disse “Diretas já, diretas ontem”. Um ato político praticamente inimaginável para os dias atuais.

Além do posicionamento claro sobre a situação do país, ele não escondia o gosto pela cerveja e pelo cigarro; vícios que acabaram abreviando sua vida. Em outra dessas aparições, entrevistado em 1986, Sócrates afirmou: “Bebo, fumo e penso. Este é o país em que mais cachaça se bebe no mundo e parece que eu bebo tudo sozinho”.
Sua passagem pela Fiorentina não foi de sucesso. Já com 30 anos, o peso de não levar vida de atleta pode ter tirado boas atuações do meio-campista. Por outro lado, em entrevista a PLACAR em 1986, o próprio Sócrates diz que a passagem decepcionante no berço do Renascimento teve motivações políticas. “O futebol italiano é dominado pela Democracia-Cristã e eu era do lado do Partido Comunista Italiano. Os democratas-cristãos me aniquilaram.”. A política, de fato, não saía de sua cabeça— talvez de forma até exagerada em alguns momentos.
O Doutor jogou duas Copas do Mundo. Em 1982, sua primeira, brilhou dentro dos campos, junto à seleção brasileira que enchia os olhos do torcedor. Na seguinte, fora do auge, apesar de ter perdido um pênalti na eliminação para a França, Sócrates usou faixas na testa, manifestando-se contra a violência estatal praticada no México, sede da competição.

Magrão viveu diversas vidas em 57 anos. Nunca recusou impulsos, jamais se acovardou e deixou um legado de craque, com e sem chuteira. Aposentado, tornou-se escritor e manteve atuação política fervorosa. Queria morrer com o Corinthians campeão, e assim foi. Por complicações causadas por um quadro de problemas com álcool, Sócrates morreu no dia 4 de dezembro de 2011. No mesmo dia, após empate com o arquirrival Palmeiras, o Corinthians se tornou Campeão Brasileiro daquele ano, e atletas e torcedores o homenagearam com seu tradicional gesto, o punho erguido para cima. Pedido atendido.

O que acharam dos potes a serem sorteados para o Supermundial de Clubes 2025?
Pela lógica, podemos ter grupos com a maior parte de times bem difíceis… vide o Botafogo no pote 3.
Abaixo:

Todos nós vimos a barbárie cometida pela Mancha Verde contra torcedores da Máfia Azul (no município de Mairiporã), em represália a uma outra idiotice cometida pelos torcedores organizados do Cruzeiro contra os do Palmeiras.
Ali, as autoridades deveriam ter tomado medidas duras e pontuais aos CPFs dos envolvidos. Como não tomam providências, fica esse quebra-pau entre as torcidas.
Agora, de maneira nonsense, a CBF determinou portões fechados para Cruzeiro x Palmeiras. E fica a pergunta: ué, por qual motivo?
É como marido traído que encontra a mulher cometendo adultério no sofá: para resolver o problema da mulher infiel, ele tira o sofá…
Tal medida desagradou a todos, e agora surgem as teorias conspiratórias: é para ajudar o Palmeiras na luta pelo título prejudicando o Botafogo, é para prejudicar o Cruzeiro na luta por uma vaga na Pré-Libertadores contra o Corinthians, e por aí vai… e não tem nada disso. É simplesmente uma atitude CÔMODA da CBF.
Quando as autoridades paulistas decidiram torcida única em SP, eu defendi por entender que era uma medida emergencial, imaginando que soluções impactantes seriam tomadas a curto prazo. Elas não vieram, os responsáveis se acomodaram e essas mesmas autoridades fingem quem está tudo bem, tomando a medida provisória como permanente. Sendo assim: que se resolva o problema da violência das torcidas, parando de tomar medidas paliativas que não resolvem de fato o problema.

Imagem: Gustavo Aleixo / Cruzeiro.
No Flamengo x Internacional, o segundo gol Colorado saiu de um lance irregular: o árbitro pernambucano Rodrigo José Pereira de Lima, que é da FIFA, protagonizou um erro “por desconhecimento de regra” (erro de direito), mas usará o argumento de que “interpretou lance não relevante” (erro de fato). Explico:
O juizão, mal colocado, trombou com o flamenguista Gonzalo Plata, impedindo que ele disputasse uma jogada, derrubando-o. Na sequência do lance, saiu o gol do Internacional.
Antigamente, o árbitro era neutro (ou seja: qualquer coisa que acontecesse com ele – desde uma bola que batesse ou jogador que trombasse – seguia o jogo). Agora, o árbitro é como um corpo estranho (dessa forma, dever-se-á paralisar a partida se ele atrapalhar a jogada).
No lance visto no Maracanã, antigamente, poderia seguir o jogo (um acidente de trabalho). Hoje, pelo fato do árbitro não ser mais neutro e atrapalhar a jogada, paralisa-se o jogo e reinicia-se com bola ao chão com posse da equipe que estava com a bola no momento da trombada (afinal, a regra foi aprimorada para se evitar situações como essa e prejudicar um atleta de disputar a bola).
Em tempo: o jogo só deveria seguir se a trombada não trouxesse prejuízo a alguma equipe (uma trombada numa zona morta do campo, por exemplo).
Suar faz muito bem!
Pratique esportes! O corpo, a alma e a mente agradecem. Olhe aí a minha cara de feliz.

🏃♂️ #corrida
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora começar mais uma semana com bastante ânimo?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #puma #running
Repararam o quanto estamos falando de “Saúde Mental” nessas últimas rodadas do Brasileirão?
O assunto é: o time A “pipocou”? O time B “sentiu o peso da necessidade da conquista?” O jogador C não estava preparado para o sucesso?”
A pressão entre os atores do mundo do futebol é enorme, mas há um silêncio muito grande sobre esse tema: o da saúde mental no esporte.
Em 2009, o goleiro alemão Robert Enke se matou atirando-se em uma linha de trem. Dois anos depois, o árbitro iraniano Babak Rafati, cansado da pressão do meio, tentou o suicídio cortando os pulsos. Mais recentemente, o ex-atacante Nilmar (Inter-RS e Corinthians) disse ter sofrido depressão e pensou em se matar.
Vários atletas de outras modalidades encerraram precocemente a carreira por conta da pressão por resultados, e isso decorre pelo fato de que o esporte de alto rendimento, no fundo, não é algo saudável. O exagero no desempenho do corpo, a carga enorme de treinamentos, a maratona de partidas e disputas, por fim, esgotam fisicamente a pessoa. E se o atleta não tiver um condicionamento emocional adequado, sucumbe. Vide Serginho (São Caetano) e Izquierdo (Nacional-URU), falecidos.
Muricy Ramalho, treinador, abandonou a carreira depois dos problemas de saúde, fruto da sua atividade. O AVC de Ricardo Gomes, ocorrido ao vivo num jogo do Brasileirão, credita-se ao stress. E aí somos obrigados a refletir: por mais que se possa dizer que grandes técnicos ganham muito dinheiro, e que isso é a sua compensação pelos percalços e cobrança que passam, a Saúde Mental fala muitas vezes mais alto. Às vezes, nem fala: grita!
Jürgen Klopp, ex-treinador do Liverpool, considerado um profissional atencioso e sempre divertido, demonstrou na Premiere League um comportamento diferente, perdendo a cabeça e se enervando desnecessariamente. Klopp parou com o ofício de treinador e será coordenador dos clubes da Red Bull (um trabalho bem menos exigente).
Pense: quantos outros treinadores não gostariam de fazer a mesma coisa? Abel Ferreira, treinador do Palmeiras, falou abertamente: “ganhei tanto dinheiro e não consigo gastá-lo, não consegui passear ainda na cidade de São Paulo”.
Imagine, agora, os seguintes problemas: um jogador sofre pressão da torcida nas arquibancadas, não recebe o seu salário em dia, não pode sair para passear em shopping ou restaurante quando o clube perde, além da sua cobrança interior. Se não tiver ajuda psicológica, adoece. De que adiantou todo o dinheiro conquistado, se a qualidade de vida (e até a liberdade cotidiana) se esvazia?
Voltemos aos atletas: Kevin De Bruyne, do Manchester City, declarou que “estava feliz em se lesionar, pois estava curtindo a família em casa, coisa que não podia fazer”. Por essas ausências na família, o ex-corintiano Rodrigo Varanda repensou a carreira. Mais ou menos o que quase aconteceu com o jogador atleticano Lyanco (esse, aparentemente, sofrendo de outra doença emocional: a Síndrome de Burnout). Ops: não nos esqueçamos de Yuri Alberto, que declarou ter melhorado o seu rendimento depois de ajuda psicológica!
Há um fator que potencializa ao extremo isso: as Redes Sociais. No Twitter (ou melhor, no atual “X”), torcedores entram nos perfis dos boleiros e ofendem com as maiores barbaridades possíveis. O assédio moral é violento e não há muito o que fazer: ou o profissional abandona a Internet ou ignora as críticas.
Um exemplo para comparação: Tom Holland, o jovem ator que interpretou “Homem Aranha” nos cinemas, anunciou que saiu das Redes Sociais para preservar a saúde mental. E considere: ele tem um staff enorme, acompanhamento terapêutico, é rico, e seu trabalho é elogiado. E ainda assim não aguentou. Imagine um atleta de futebol, que mexe paixões contrárias e a favor.
Fica o alerta para a FIFA, além das entidades locais, como a CBF: façamos campanhas de prevenção ao equilíbrio emocional e à saúde mental, antes que algo mais grave possa acontecer.
E para o difícil confronto do Massa Bruta contra o Furacão na Arena da Baixada, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:
Árbitro: Rodrigo José Pereira de Lima – PE
Árbitro Assistente 1: Fabrício Vilarinho da Silva – GO
Árbitro Assistente 2: Luanderson Lima dos Santos – BA
Quarto Árbitro: André Luiz Skettino Policarpo Bento – MG
Assessor: Regildênia de Holanda Moura – SP
VAR: Marco Aurelio Augusto Fazekas Ferreira – MG
AVAR: Helton Nunes – SC
Observador: Emerson Augusto de Carvalho – CBF
Quality manager: Mikael Silva de Araujo – RJ
Rodrigo entrou para o quadro da FIFA recentemente, com a necessidade de um árbitro da região NE pertencer à relação internacional, pois não tínhamos nenhum juiz dessa região. E tem tido altos e baixos na carreira. Vide, por exemplo, algumas anotações complicadas sobre a irregularidade dele: https://wp.me/p55Mu0-3kL.
Nesse ano, Rodrigo oscilou muito: apitou Red Bull Bragantino x Internacional, mas foi apenas quarto-árbitro em Red Bull Bragantino x Flamengo. Aliás, no último domingo, protagonizou um erro sério no Maracanã que valeu o segundo (e irregular) gol do Colorado contra o Mengão. Se você não viu, clique aqui: https://wp.me/p4RTuC-12T3
Torço para que o juizão acorde com o pé-direito na 5ª feira…
Acompanhe conosco o jogo entre Athletico vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quinta-feira, 05/12, 20h00. Mas desde às 19h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
Rapaz… na 2ª feira, o Red Bull Bragantino goleou o Botafogo-RJ e foi Campeão Brasileiro de Aspirantes. Mas o time dessa categoria será desativado
Nesse domingo, o profissional se complicou contra o Cruzeiro e poderá ser rebaixado.
Tá tudo errado, não?
Sobre a conquista do Fogão, lances de arbitragem e outras considerações,
em: https://youtu.be/S1fLZAv_Hak?si=1kAvq3qcQQzD8aUo
Segundo tempo de treino! Vamos suar?
O corpo, a alma e a mente agradecem.

🏃🏼 #running
Um negócio possível, duvidoso ou certamente irreal?
Vejam só o que o ex-jogador de futebol Lewis Bryon (contexto e link abaixo) contou: que no contrato de Neymar com o PSG, ele possui uma cláusula para ser mais simpático com os torcedores, e a cada vez que se dirigia à torcida para bater palmas, recebia 200 mil euros de bonificação por jogo.
Sinceramente, eu não sei se acredito… mas também não duvido.
Extraído de: “O Globo“, em: https://oglobo.globo.com/esportes/noticia/2024/11/27/ex-jogador-revela-que-neymar-tinha-clausula-milionaria-no-psg-para-bater-palmas-para-os-torcedores-entenda.ghtml
EX-JOGADOR REVELA QUE NEYMAR GANHAVA PARA BATER PALMAS AOS TORCEDORES
Lewis Bryon, de 23 anos, compartilhou informação passada por membro da equipe durante curso de treinador
O ex-jogador de futebol Lewis Bryon, de 23 anos, revelou durante uma entrevista ao podcast Ball Talk uma cláusula para lá de curiosa do contrato de Neymar quando ainda era jogador do PSG. A informação foi passada para ele por um membro do clube, que não teve a identidade revelada, enquanto fazia um curso de treinador.
— Ele disse que o Neymar tem uma cláusula em seu contrato que toda vez que ele ia e batia palmas para os torcedores após uma partida, ele recebia um bônus de € 200.000. […] Ele disse que isso acontecia porque Neymar tinha uma fama de não se envolver com o clube — contou em entrevista há cerca de um mês.
A cada vez que saudava os torcedores com palmas, o brasileiro desembolsaria cerca de R$ 1.220 milhão. Ele desembarcou na França em 2017, em uma transação de 222 milhões de euros (aproximadamente R$ 821 milhões na época). Neymar deixou oficialmente o Paris Saint-Germain em agosto de 2023 após seis anos no clube francês, para assinar com o Al-Hilal, da Arábia Saudita.
Bryon atuou pelo Crystal Palace entre os 8 e 23 anos. Ele precisou encerrar sua carreira devido a lesões recorrentes, que o mantiveram afastado dos gramados por longos períodos, incluindo dois intervalos de mais de três anos cada. Atualmente, trabalha como treinador de academias de futebol.
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Foto: Getty Images