– A Manipulação de Resultados na Série D traz conhecidos como indiciados…

Lamento muito!

Meses atrás, escrevemos sobre a manipulação de resultados na série D, e uma das partidas monitoradas pela Polícia Federal era Internacional de Limeira x Patrocinense. O time visitante era acusado de “vender” o resultado para apostadores (levou 3×0 ainda no primeiro tempo).

Depois de muitas investigações, indiciou-se 6 pessoas, incluindo… Estevam Soares!

O experiente treinador sempre foi uma figura simpática e respeitosa. Nunca tive problemas quando apitei jogos dele, e torcerei para que seja um equívoco. E se não for, que a Justiça seja feita.

Que chaga é essa questão de manipulação, não?

Informações de GloboEsporte, em: https://ge.globo.com/google/amp/mg/triangulo-mineiro/futebol/noticia/2025/01/02/manipulacao-na-serie-d-relatorio-do-stjd-responsabiliza-ex-tecnico-do-palmeiras-e-mais-cinco-pessoas.ghtml

Aqui, insisto: já tivemos muitos jogadores, treinadores e cartolas envolvidos em situações como essas. Mas não apareceu um elo muito frágil até agora: os árbitros! Tenho medo disso…

– Bom dia, 6ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Caindo da cama pois o tempo urge!

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

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– André Jardine faria um bom ou um mau negócio se aceitasse voltar ao Brasil?

Arthur Jorge não é mais técnico do Botafogo, e se especula André Jardine em seu lugar.

Jardine era especialista em categorias de base. No São Paulo, não teve paz quando lhe foi dada a chance no time profissional. No América-MEX (um time rico e popular, e propriedade da Televisa), virou ídolo, ganhando tudo o que disputa.

Se o técnico trocar o México (onde ganha muitíssimo bem) por um salário igualmente alto no Botafogo, terá feito um bom negócio, ou não?

Deixe a sua opinião:

– A Copinha serve para…

Com o início da Copa SP de Futebol Jr 2025, observa-se que:

  • Para os clubes grandes, ela não revela mais jogador. Quem vai “estourar”, já aparece na equipe profissional (Vide Ronaldo, Kaká, Neymar ou Estevão). 
  • Para os clubes médios e pequenos, é a hora de ganhar dinheiro! São “pé-de-obra” que estão expostos na ótima vitrine.

Trabalhamos esse conceito em: https://youtu.be/VMoh_LqP5XU?si=UFe_Orn4pV76etzT

– A Copa São Paulo é para revelar ou não?

O texto é de 7 anos, mas se faz atual para 2025: o CRAQUE precisa da Copinha para ser revelado? E o árbitro? 

Abaixo, deste mesmo blog:

Começará a Copa São Paulo de Futebol Júnior 2018. A competição é apaixonante para quem gosta de esportes, e abre o calendário futebolístico do Brasil.

Porém, a “Copinha”, como é conhecida carinhosamente a competição, há tempos deixou de ter o propósito inicial: apresentar os craques do futuro e revelar atletas.

No começo, craques surgiam em grandes jogos de equipes de ponta. Clubes de expressão conseguiam mostrar o trabalho realizado nas categorias de base, enfrentando co-irmãos da mesma grandeza.

Hoje, equipes de todo o país, até mesmo as que não se sustentam durante o ano, disputam a Copa SP. Esquadrões formados às pressas, seleções regionais e combinados de atletas de empresários influentes acabam se envolvendo com clubes grandes. E como no futebol nem sempre o melhor vence, pode ocorrer de um grupo qualquer, por ser jogo único, eliminar um time sério que trabalha o ano inteiro. E isso não é bom para o futebol… Já tivemos o Roma de Barueri (de onde veio e para onde foi?) vencendo o torneio em cima do São Paulo FC.

Quem continua fazendo trabalho sério no esporte: o Roma ou o SPFC? O primeiro vende (ou vendia) atletas como mercadoria bruta, o outro forma jogadores (incluindo trabalho escolar e social). E, com frequência, esses mesmos combinados que por acaso vencem a competição, passam vexame: ou alguém não se lembra de times do Tocantins e Roraima levando goleadas com placares de mais de 10 X 0?

Em suma: perdeu-se o espírito esportivo e privilegiou-se o mérito financeiro. A Copinha deveria ser um torneio com os 12 grandes do Brasil (os 4 paulistas, os 4 cariocas, os 2 gaúchos e os 2 mineiros), somando os convites a um ou outro do Centro-Oeste e Nordeste (simplesmente privilegiando o mérito técnico), além dos tradicionais times paulistas que são reconhecidamente fortes nas categorias de base (incluo aqui os campineiros Guarani e Ponte Preta, a Lusa do Canindé, o Nacional da Capital, e, claro, o sempre forte Paulista de Jundiaí, de ótimas campanhas no Sub 19/Sub20). 

Além disso, não poderia deixar de tocar no assunto: e para a arbitragem, a Copinha vale o quê?

Vale muito! Para o árbitro iniciante, é a oportunidade de grandes jogos (para a sua carreira até aquele momento) e com casa cheia. É um debute em competição de importância. Serve para ele aspirar às séries mais altas no Estadual, como A3 e A2, além de ganhar ritmo de jogo para a temporada.

Há um problema nesse ponto: antes, a Copa SP era arbitrada por jovens árbitros durante todo o torneio, e quem se destacasse mais, chegaria à final. Hoje mudou: árbitros conhecidos nacionalmente apitam alguns jogos a fim de se prepararem ao Paulistão, tirando a oportunidade de revelar jovens talentos do apito. Na década de 90, quem apitava a final da Copinha conseguia chegar a série A1! Nos últimos anos, até FIFA atuou na Copa SP.

Fica a preocupação: qual o mote principal da Copinha aos árbitros, pela visão da Comissão de Árbitros da FPF: revelar gente nova ou treinar juiz da primeira divisão?

Quanto ao mote dos clubes, aqui a Federação Paulista não deixa dúvidas: é o de fazer negócios! Claro, quais talentos das últimas edições da Copa SP disputaram o Campeonato Brasileiro?

O craque, hoje, não precisa de Copinha para se revelar. Lembre que Neymar era reserva na edição em que disputou…

Tabela da Copinha 2024 - Copa São Paulo de Juniores

Foto: Divulgação FPF.

– Sue que faz bem.

Suar faz muito bem!

Pratique esportes! O corpo, a alma e a mente agradecem. Olhe aí a minha cara de feliz.

🏃‍♂️ #corrida

– Bom dia, 5ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Animados para mais uma jornada?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

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– Os 10 árbitros masculinos da FIFA do Brasil para 2025.

Uma relativa surpresa: saiu a relação dos árbitros indicados pela CBF para o quadro internacional. O Brasil tem a cota máxima da FIFA (10 árbitros masculinos).30

Deixa o famoso “escudo branco” Bráulio da Silva Machado-SC (supostamente pela idade: 45 anos). Mas aí, a justificativa não cola, já que Raphael Claus-SP também tem 45 anos e é apenas 4 meses mais novo do que ele.

Entra: Matheus Delgado Candançan-SP, com apenas 26 anos. Não foi surpresa alguma, já que ele estava fazendo os cursos para jovens árbitros visando a FIFA. É o perfil desejado pela entidade: novato, com potencial para 3 Copas do Mundo. E aqui, vale a análise fria:

Reinaldo Carneiro Bastos, sabidamente, tem enorme força na CBF. Alguns dizem que Edinaldo Pereira apenas “pede a benção” ao grupo político de Reinaldo. Tanto que o grupo político de Ricardo Teixeira (adversário dele) tenta tirá-lo do cargo, emplacando… Ronaldo Fenômeno. Por isso o paulista Wilson Luís Seneme permaneceu firme em seu cargo durante as turbulências da arbitragem nesse ano.

A FPF contará, portanto, com 3 árbitros internacionais masculinos devido a entrada do jovem Candançan (lembrando que no quadro feminino, temos Edina Batista Alves, a única mulher que tem regularidade na série A do Brasileirão). Isso demonstra a força política de SP. E não é que Candançan não tenha méritos, ele ainda é bem jovem e precisa amadurecer. Lembremo-nos que ele foi jogado “na cova dos leões” para apitar um Derby Paulista e o jogo terminou com muita confusão. Depois disso, recomeçou a carreira (quase o queimaram). Assim sendo, já que será FIFA, estará pronto para um novo Corinthians x Palmeiras? Um Grenal ou um FlaFlu? Afinal, o FIFA é o árbitro, em tese, pronto para apitar qualquer partida.

A supresa, sem dúvida, é a saída de Bráulio. Depois da morte do Delfim Peixoto no acidente da Chapecoense (vice-presidente da CBF, presidente da FCF e membro do grupo de Teixeira), Santa Catarina perdeu força. E a permanência de Paulo Zanovelli-MG (aquele do erro de direito no Fluminense x São Paulo, de várias ruins atuações) acaba por ter explicação: no “jogo político”, não se pode deixar a FMF sem um árbitro FIFA! Há de se recordar que tivemos Márcio Rezende de Freitas, depois Ricardo Marques Ribeiro e agora, intocável, Zanovelli. Se aparecer um mineiro bom de apito em 2025, aí poderia ter a saída de PC Zanovelli.

Fica a pergunta: a meritocracia entra em campo, quando o assunto é arbitragem, ou simplesmente o interesse de apoio entre a cartolagem?

A relação completa, abaixo:

  • Anderson Daronco (RS)
  • Bruno Arleu (RJ)
  • Flávio Rodrigues de Souza (SP)
  • Matheus Delgado Candançan (SP)
  • Paulo César Zanovelli (MG)
  • Rafael Rodrigo Klein (RS)
  • Ramon Abel Abatti (SC)
  • Raphael Claus (SP)
  • Rodrigo José Pereira de Lima (PE)
  • Wilton Pereira Sampaio (GO)

– O maluco “tiro livre indireto no Japão”.

Do ano passado… mas curioso:

No popular, é um lance de “falta em dois toques” dentro de área: repare que os defensores estão em cima da linha da meta (isso é permitido), e que os cobradores não são identificados (somente em pênalti devem ser).

Os japoneses são fantásticos, não?

Assista em: https://colombia.as.com/videos/locura-en-japon-con-esta-jugada-que-parece-de-supercampeones-v/?omnil=vtop-home&pbsvideo=top?id_externo_rsoc=CM_CO_TW

– Cuca no Galo Mineiro. E…

… e de novo a história do lamentável episódio na Suíça.

Ele não é condenado, nem (como dizem alguns) inocentado. O que fazer?

De novo, se discutirá isso… Há de se resolver!

– Bom dia, 3ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Bem dispostos para mais um dia de vida?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

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– 24 anos da Tragédia de São Januário…

Em 30 de dezembro de 2000 jogaram Vasco da Gama x São Caetano, decidindo a Copa João Havelange que foi o Brasileirão adaptado com “virada de mesa” daquele ano.

Depois de tanto tempo, o que mudou?

Veja o elenco do Vasco, que era forte em 2000 e que hoje tenta se firmar:

Helton; Clebson, Odvan, Júnior Baiano e Jorginho Paulista; Juninho Paulista, Nasa, Jorginho e Juninho Pernambucano; Euller e Romário. DT: Joel Santana.

Que timaço, hein? Para deixar o torcedor cruz-maltino com os olhos marejados.

E o elenco do São Caetano, sensação que hoje amarga estar fora até da série D?

Silvio Luiz; Japinha, Daniel, Serginho e César; Adãozinho, Claudecir, Esquerdinha e Aílton; Wágner e Adhemar. DT: Jair Picerni.

Era, ao pé da letra, o bom e barato. A torcida folclórica do “Bengala Azul” também deve estar chorando por aquele time.

Vejam que interessante: na época, o São Caetano pulou da 2a para a 1a divisão, o Fluminense foi promovido da 3a para a 1a, os dirigentes esportivos não falavam a mesma língua e eram desunidos, quem mandava no Vasco era Eurico Miranda e o presidente da CBF era Ricardo Teixeira. Ah – o São Januário “comportava 40.000 lugares”. Comportava entre aspas, pois o alambrado desabou e feriu 150 pessoas.

Alguém foi punido de verdade?

Imagem extraída de: https://www.ocuriosodofutebol.com.br/2016/12/vasco-x-sao-caetano-em-2000-o-jogo-que.html

– Bom dia, 2ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora começar mais uma semana com bastante ânimo?

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Pratique esportes. Sempre!

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– Bom dia, domingo (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Domingão também é dia de se exercitar!

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

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– Cuca no Galo Mineiro. E…

… e de novo a história do lamentável episódio na Suíça.

Ele não é condenado, nem (como dizem alguns) inocentado. O que fazer?

De novo, se discutirá isso… Há de se resolver!

– Cigarro Continental, a Preferência Nacional… dos Boleiros?

Coisas raras e hoje equivocadas: vejo uma antiga edição da Revista Placar, de 1982, falando sobre a Seleção de Zico, Falcão, Sócrates… e , ao lado, a propaganda do “Cigarro Continental, a Preferência Nacional”, um dos patrocinadores do escrete canarinho.

Hoje, nem pensar em cigarro patrocinar futebol. Aliás, o Continental era o famoso “Arrebenta Pulmão”. Chega a ser bizarro pensar na associação esporte X fumo.

Porém, leio no blog do jornalista Lelé Arantes (citação abaixo) um texto pertinente sobre o assunto: condenamos o cigarro + esporte, mas aceitamos cerveja + futebol?

Extraído de: http://bdnovo.lecom.com.br/blog/detalhe/966/Sobre+cigarros+e+cervejas

SOBRE CIGARROS E CERVEJAS

Na Copa de 1970 eu estava completando dez anos. Duas horas antes do primeiro jogo do Brasil, contra a Tchecoslováquia, do temível goleiro Viktor, eu queimei o pé direito numa montanha de casca de arroz que havia pegado fogo nos fundos da máquina do Hermínio Féboli. Mas na hora do jogo, com o pé empastado de pomada, lá estava eu sentado no chão da loja do Edgard Matiel com os olhos grudados no aparelho de tevê.

Naquela copa aprendi que fumar Continental king size filtro era uma preferência nacional para quem quisesse torcer pela vitória do Brasil, animado pela musiquinha de Miguel Gustavo dos “90 milhões em ação/Pra frente Brasil/Do meu coração”.

Vinha a música e com ela o maço azul de cigarros. O tempo correu, o Brasil foi tri, tetra, penta e hoje aprendemos que bom mesmo é ser brameiro porque todos os nossos heróis do futebol são tomadores de cerveja Brahma. E mais, tomar cerveja é sinônimo de vencedor, de batalhador, de sucesso conquistado a duras penas.

Não sou moralista, longe de mim. Eu gosto de uma cervejinha estupidamente gelada e de um bom chope, seja ele Brahma, Antárctica, Sol, Heineken, Germânia ou da Riopretana, que é tão bom quanto o Batuta, de Manaus. Agora, vincular os jogadores da seleção brasileira ao consumo de cerveja é nocivo para as nossas crianças e nossos jovens. E depois não adianta a imprensa criticar os jogadores baladeiros!

Além do mais, é uma tremenda mentira que beber cerveja significa sucesso e todos nós sabemos disso.

Eu fumei por longos 17 anos e confesso que sofri influência da propaganda que vinculava o cigarro Continental à conquista do tricampeonato. Tanto que meu primeiro maço foi um Continental. Mais tarde eu mudei para Albany, Shelton, Chanceller, Galaxy até jogar fora meu último Free quando passei a fumar 40 cigarros por dia.

Os mais liberais dirão que a propaganda não influencia. A verdade é: se não influenciasse as empresas não gastariam milhões de reais para patrocinar o futebol, as festas de rodeio e todos os eventos que arrastam multidões. Passou da hora de o Congresso Nacional banir a propaganda de bebidas alcoólicas. Por mais que a indústria cervejeira se esforce para dizer o contrário, a cerveja é bebida alcoólica e vicia. Ponto final. Portanto, ela é tão nociva à sociedade quando o crack, a maconha, a cocaína, o cigarro e outras drogas.

A propaganda de cigarro foi banida e hoje é proibido fumar em lugares públicos. O tabaco virou o vilão social. Mas eu pergunto: você já viu alguém provocar acidente ou matar alguém porque fumou demais? Há algo de muito errado em tudo isso. Cigarro não embriaga nem faz a pessoa perder a noção das coisas.

Do outro lado, a bebida alcoólica está ligada direta e indiretamente à maioria dos crimes contra vida dentro e fora dos lares. Mas a bebida não está banida, ao contrário, ela é apresentada como sinônimo de sucesso, de gente que se dá bem. Beba isso e ganhe essa morenaça ou saia com essa loiraça…! Beber cerveja é chique, é delicioso, é a senha para ser aceito no grupo.

Estou com saudade do velho cigarro Continental. Com certeza era menos maléfico e não tão vergonhoso quanto os “brameiros” da nossa seleção. Convenhamos, é bastante sugestivo aquele gesto do goleiro Julio Cesar e o grito de guerra dos jogadores no vestiário; só faltou cada um beber uma lata de Brahma antes de entrar em campo.

Gerson ficou estigmatizado por causa do cigarro Vila Rica. Dunga e seus jogadores ficarão estigmatizados como bêbados? Ave, acho que estou ficando velho!

Lelé Arantes, jornalista e escritor,   escreve aos domingos / e-mail lele@prp.org.br

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Bom dia, sábado (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Prontos para o sabadão?

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Pratique esportes. Sempre!

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– O Comentarista de Arbitragem e a sua função.

Um repost desse artigo, que já tem algum tempo, mas é atual: comentarista de arbitragem não pode ser protagonista em uma transmissão de futebol; entretanto, não é alguém irrelevante – especialmente quando ocorrem situações inusitadas.

A receita certa é: definir os momentos-chaves da sua participação, não comentar o que é óbvio e respeitar a opinião alheia, mesmo divergente.

Abaixo, desse mesmo blog, em: professorrafaelporcari.com/2021/07/12/a-des-importancia-de-um-comentarista-de-arbitragem-durante-a-partida/

A (DES) IMPORTÂNCIA DE UM COMENTARISTA DE ARBITRAGEM

Se dentro de campo a cultura apaixonada do torcedor é xingar o juizão, e quando ele sai dos gramados e vai para a TV?

Não muda muito, dependendo do comentário. O mais fanático dirá: “O ‘Arnaldo’ [César Coelho] falou na Globo que foi pênalti mesmo, vai lá na televisão brigar com o cara. Ele apitou final de Copa do Mundo e você quer discutir com ele?” (se for a favor do seu clube). Ou: “O ‘Paulo César’ [Oliveira] não apitava nada dentro de campo e na televisão continua ruim” (se o comentário for desfavorável ao seu interesse).

A verdade é: o torcedor lúcido, que gosta do esporte em si, ou o jornalista estudioso de futebol, sabe quando o cara é bom ou não é. Ex-árbitro “de nome” tem mais credibilidade quando vai para a telinha pois é mais conhecido; se ele trabalhar bem a imagem, ganha carisma e a simpatia do público o torna mais “humanizado”.

Porém, quando o cara troca o apito pelo microfone e quer manter o tom autoritário da análise, com a fala firme em voz professoral-ditatorial, aí a antipatia só aumentará. Pior: e quando faz uma análise de lance duvidoso e não permite ao torcedor ter a dúvida, cravando sua opinião e desmerecendo a do outro?

“Nem ao Céu e nem ao Inferno”, diria o sensato. Se você comenta futebol na TV ou no rádio, mesmo que você saiba muito da teoria (não precisa ter sido um árbitro da FIFA), se faz imprescindível usar um vocabulário mais didático, humilde, acessível às pessoas. E dentro da sua análise, permitir o respeito à opinião de outras pessoas (que não apitaram futebol, mas podem entender de outras nuances mais do que você).

O grande problema dos comentaristas de arbitragem (não estou me isentando, faço sempre o mea culpa e procuro entender o ponto de vista contrário, sem ferir o direito do outro pensar diferente): achar que é a autoridade máxima FORA de campo…

Resumindo com um exemplo: “brigar com a imagem”, onde você sustenta um erro mesmo o torcedor vendo que não era bem aquilo. Pô, voltar atrás é demonstrar inteligência e humildade, não há problema. É ser honesto! Diferente de, a cada ângulo, você não ter competência e dizer: “foi pênalti, pegou a perna do Fulano” e, depois do árbitro em campo mudar a decisão, você se “solidarizar com ele” pois o VAR nada mostrou e criar longas histórias para dizer que não estava errado inicialmente…

A verdade é: precisa-se de comentarista de arbitragem numa transmissão?

SIM, se for para enriquecer a transmissão. Para participar a todo instante, sem ser em momentos de irreverência para cativar o telespectador num jogo meia-boca ou nos lances capitais, não precisa. Para falar que “foi lateral” ou “acertou no impedimento claríssimo”, não acrescenta em nada.

Boa parte das minhas atividades em comentários, quando estou na Rádio Difusora AM 810, por exemplo, é na cabine e sem VT. Aqui, uma confidência: se você ficar nas Redes Sociais durante a transmissão, “dançou”. O jogo é rápido, você poderá errar e ludibriar o torcedoro que não é correto. Me policio demais para tentar não ser “o dono da verdade”, opinar com correção e entender a interpretação diferente da minha, que pode me fazer enxergar o jogo diferente.

Enfim, pensemos: o comentarista de arbitragem não pode ser o PROTAGONISTA do jogo; ele tem certa relevância na transmissão, mas não deve ser “o cara”, respeitando as opiniões em contrário (mesmo que não concorde com elas). Talvez mais importante seja destinado ao ex-árbitro à função de “orientador de equipes”, tendo cargo nas Comissões Técnicas dos clubes, dando aulas de Regras do Jogo às categorias de base e orientando os atletas profissionais a não serem punidos e tirarem proveito dos detalhes da Regra.

E você: o que pensa sobre os comentaristas de arbitragem na televisão ou no rádio?

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Paulistão terá todos os seus times grandes com treinadores estrangeiros. Sobre isso e a arbitragem “de fora”.

O ano de 2025 começará com 100% dos clubes “ditos grandes” com técnicos de outros países. O Palmeiras e o Santos irão de portugueses (Abel Ferreira e Pedro Caixinha), e o São Paulo e o Corinthians de argentinos (Luis Zubeldía e Ramon Díaz).

Todos foram ex-jogadores (Abel, lateral direito e meio campista; Caixinha era goleiro, Zubeldía era meio campista e Ramon Díaz atacante). Ambos relativamente jovens (Abel 46, Caixinha 54, Zubeldía 43 e Días 65 – embora, muitos digam que seu filho, Emiliano, 42, é quem dirige de verdade o Timão).

No Brasil, existe muito modismo! Ora temos treinadores experientes / veteranos sendo contratados, depois temos muito jovens. Aí vivemos a fase dos auxiliares técnicos que viram efetivos. Hoje, a moda é trazer estrangeiros. Fica então a pergunta:

– Em certos momentos do Brasileirão 2024, tivemos mais da metade dos treinadores vindo de outros países. Isso aconteceu…

    1. A) Porque se deu certo com alguns (Jorge Jesus no Flamengo e Abel Ferreira no Palmeiras), os demais co-irmãos “vão na onda” e trazem na esperança de “vingarem também’?
    2. B) Porque não temos nomes nacionais tão competentes quanto eles?

Talvez um pouco das duas situações. Da primeira leva que aqui chegou, é justo dizer que Sampaoli (no Santos FC) incomodou muita gente, ao jogar mais incisivamente no ataque, buscando “ganhar com bastante gols” (mas correndo o risco de “perder de bastante”). Aí, com as Libertadores conquistadas pelos portugueses Jorge Jesus, Abel Ferreira e agora Arthur Jorge, o debate voltou à tona.

Temos muitos treinadores brasileiros iguais ou melhores que os estrangeiros vindo aqui. Talvez, o custo-benefício seja a resposta: Gustavo Quinteros, por exemplo, saiu do Velez Sarsfield, onde disputaria Libertadores, e foi para o Grêmio (logicamente, por um salário bem maior – que tem sido um dos grandes atrativos aos sul-americanos).

A verdade é: não temos Guardiola, Klopp, Ancelotti ou alguém diferenciado mundialmente. Os que aqui estão, buscam mercado internacional, igualmente a muitos jogadores.

Ao longo dos anos, tivemos alguns estrangeiros nos ensinando. O húngaro Béla Guttmann, considerado um dos grandes treinadores da história, foi importantíssimo para o São Paulo FC (Zizinho, o craque da época, já veterano com 34 anos, declarou que “só a partir de conhecer Béla Gutmann aprendeu a jogar futebol de verdade”).

Sendo assim, pensemos novamente: os estrangeiros são numerosos aqui por motivo de uma nova revolução e aprendizado, ou por falta de opção?

A mesma situação precisa ser discutida para a arbitragem. Na história, conta-se que o argentino Roberto Goicochea foi importantíssimo para o desenvolvimento da arbitragem nos anos 60, sendo marcado pela honestidade (algo problemático naquela época). Por motivo de atração, nos anos 90, Eduardo José Farah importou árbitros para o Paulistão: Julio Matto, Oscar Ruiz, Epifanio Gonzales, Sándor Puhl (e um inglês que não consigo recordar o nome). Hoje, precisamos desse intercâmbio para melhorarmos nosso nível! Como exemplo: deixar o jogo correr não marcando as faltinhas forçadas e otimizando o uso do VAR. Mas aqui vem o “porém”: precisamos trazer os juízes “de ponta”, não os mais comuns ou de nações não tão relevantes na arbitragem. Ou seja: aprender e aprimorar com os bons, não com os idênticos a nós.

Enfim: no caso do apito, a vaidade dos dirigentes fala mais alto. É preferível para os cartolas dos times os árbitros nacionais (pois aí podem pressioná-los pré-jogo) do que os estrangeiros (que chegam ao nosso país, apitam, pegam o avião e não se preocupam com veto futuro).

Fica a reflexão: o excesso de treinadores estrangeiros e a falta de árbitros de fora estão fazendo bem ou mal ao futebol brasileiro?

– Sue que faz bem.

Suar faz muito bem!

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🏃‍♂️ #corrida

– Bom dia, 6ª feira (1 de 4).

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– Boxing Day é um dia de festa!

Muita gente falando sobre o inglês “Boxing Day“. Afinal, é dia de compras ou de futebol?

Das duas coisas! A tradição dos países do Reino Unido reza que no dia 26 (sempre no dia seguinte ao Natal, exceto quando cai aos finais de semana, quando é postergado para a segunda-feira), o comércio coloca suas sobras de mercadorias em liquidações atrativas, provocando filas nas lojas. Além disso, no mesmo dia (que é feriado), se tem jogos de futebol de TODAS as divisões do campeonato. Assim, é mais do que Black Friday e mais do que evento esportivo, pois, afinal, é um dia de descanso com vida própria!

E aí, funcionaria um “Boxing Day” no Brasil, com lojas cheias e futebol da 4a até a 1a divisão?

Reading Practice – Boxing Day – Practice Languages Online

Imagem extraída de: https://practicelanguagesonline.com/2016/12/11/reading-practice-boxing-day/

– Os Rankings da IFFHS são absurdos! Sobre os melhores árbitros, jogadores e treinadores.

Muitas vezes ouvimos listas sobre “Maior Clube”, “Melhor Treinador”, ou “Craque do ano”. A Federação Internacional de História e Estatística do Futebol, conhecida como IFFHS, é uma dessas entidades que frequentemente divulga diversos (e sempre polêmicos) rankings.

Essa instituição é uma pequena entidade particular, localizada em Bonn, na Alemanha, tendo como seu presidente o próprio fundador: Alfredo Poge.

Muitos criticam ela pelos critérios utilizados em seus rankings. Outros, “nem bola dão para ela”, justamente por ser mais uma entidade qualquer. Por exemplo, eu poderia criar o IMEF, o “Instituto Mundial de Estatística do Futebol”, fazer minhas pesquisas e divulgar meus rankings.

Nesse ano, por exemplo, o The Best Vinícius Jr e o Bola de Ouro Rodri não estão nem entre os 10 melhores do mundo. Veja abaixo a sua relação:

Essa mesma entidade mostrou: entre os 10 melhores árbitros do mundo, estão Raphael Claus e Wilton Pereira Sampaio. Vide:

E dos treinadores? Ali, nem Anceloti, nem Guardiola estão entre os 10! Luis De La Fuente, da Espanha, é o Top! Confira:

A questão é: que credibilidade a IFFHS tem? Os melhores do mundo nem são elencados!

– Segundo tempo de treino.

Segundo tempo de treino! Vamos suar?

O corpo, a alma e a mente agradecem (insisto nisso).

🏃🏼 #running

– Bom dia, 5ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Bem dispostos para mais um dia de vida?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

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– Teremos um Oscar competitivo no SPFC?

O Campeonato Chinês já teve um momento “árabe” de “Super League Pró”. Queriam dominar o cenário do futebol mundial, contratar estrelas e sediar o Mundial de 2026. Claro, sonhavam em conquistar uma Copa do Mundo.

Nosso querido Dr José Renato Nalini, “jundiaiense da gema”, em outra época enquanto Secretário de Educação, contou os planos da China para o futebol em sua coluna no Jornal de Jundiaí, há alguns anos, após conversar com as autoridades. Vide aqui: https://professorrafaelporcari.com/2016/08/07/china-e-seus-projetos-no-futebol/

Pois bem: o “Eldorado do Futebol chinês” foi se desfazendo, e muitos craques foram embora. Os planos mudaram, equipes quebraram e hoje o campeonato é diferente.

Do projeto inicial da China, um time continua forte: o Shangai SPIG (Shanghai International Port Group Co), que é de propriedade da empresa estatal que administra o gigantesco complexo do Porto de Shangai (hoje, o que mais movimenta dinheiro no mundo).

No começo do projeto, o treinador do Shangai era o português Vitor Pereira, que contava com os brasileiros Oscar e Hulk, além de outros craques. Com a mudança de cenário, das estrelas internacionais sobraram Oscar e Wu Lei, considerado por muitos o maior jogador local de futebol da história chinesa.

Ele, Oscar, é muito bem remunerado (recebe 24 milhões de euros anuais, ou se preferir, R$ 11 milhões de reais por mês, que segundo o jornal Lance, é o mesmo salário de Kevin de Bruyne e Erling Haaland no Manchester City – vide aqui: https://www.lance.com.br/lancebiz/financas/qual-e-o-salario-de-oscar-no-shanghai-port-da-china.html) e se cuida bastante fisicamente. No SPFC, deve receber aproximadamente 2 milhões de reais mensais.

Aqui, as duas observações:

  1. O São Paulo anunciou reestruturação das finanças e criou um fundo para ajudar a equacionar as dívidas. Tal salário (altíssimo para os nossos padrões), se viabilizado por patrocinadores, menos mal. Mas lembremo-nos: Daniel Alves veio de maneira parecida e o Tricolor Paulista está pagando salários para ele até hoje…
  2. Dentro de campo, como ele estaria? Por melhor que seja um atleta, quando você joga numa liga tecnicamente inferior, se perde competitividade pois, afinal, a exigência é outra. O Oscar do Chelsea estava na Premiere League, se comprometendo e doando ao máximo em altíssimo nível de disputa. No Shangai, os adversários são bem menos qualificados e a “auto-cobrança” pessoal muda de nível, afinal, o “sarrafo é outro”. Como chegará ao Brasil?

Entre todas as competições no seu país e na Ásia, o Shangai disputou 42 partidas (31 V, 5 E, 6 D), sendo que Oscar jogou 40, com 16 gols e 27 assistências. No Brasil, com muito mais jogos (em 2022, o Tricolor Paulista jogou 77 partidas; em 2023, 71; em 2024, 68), conseguirá repetir o bom desempenho e estar em ritmo competitivo?

Ninguém discute a sua qualidade técnica. Mas, sem a mesma exigência que se faz por lá, Oscar demoraria muito para “desenferrujar” e atuar em ritmo competitivo como absurdamente se exige, por exemplo, no Brasileirão? Sem contar que os números do aproveitamento do São Paulo no ano (55,34%) contra os do Shangai (77,77%), mostram que ele sai de uma equipe protagonista e está indo para uma que não consegue o mesmo destaque dos adversários na tabela.

Boa sorte ao Oscar.

– Suemos?

Hora de correr! Hoje não suei de manhã, e o farei agora à tarde.

Quem corre, seus males espanta! Alguém vem junto?

O corpo, a alma e a mente agradecem.

🏃‍♂️ #corrida #esporte #saúde

– O Papai Noel trará o quê para seu time?

Se você pudesse escrever uma carta ao Papai Noel pedindo a ele alguns presentes ao seu time de futebol, quais seriam?

  1. Jogadores consagrados ou jovens promessas?
  2. Títulos mesmo jogando mal ou boas apresentações?
  3. Vitórias a qualquer custo ou fair play em campo?
  4. Cartolas velhacos ou dirigentes éticos?
  5. Treinador caro e experiente ou técnico barato e emergente?
  6. Estádio lotado com ingresso acessível ou arena confortável e custosa?
  7. Torcida organizada cantarolando ou sócio-torcedor mais acomodado?
  8. Galáticos com as finanças sacrificadas ou time barato e contas em dia?

Enfim… o futebol ultimamente ficou chato. Falamos de STJD, manipulação de resultados, boataria, escândalos, briga entre torcidas, VAR e outras tantas coisas!

Se fôssemos pedir alguns presentes para o futebol, sem dúvida minha lista teria como prioridades:

1) Espírito Esportivo – como as pessoas se esqueceram que acima de tudo o futebol é esporte, vale lembrar que perder também faz parte do jogo.

2) Honestidade – e aqui vale a ética, os bons modos e o desejo de disputar sem manipulações ou trambiques.

3) Conforto – Como um pai pode levar sua filha pequena a um banheiro de estádio? Os chamados banheiros-famílias são ilusão no Brasil, só existem em shoppings e o coitado do pai se vê em maus lençóis.

E você, o que pediria ao Papai Noel para o futebol?

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Imagem extraída de: https://pt.dreamstime.com/bola-de-futebol-santa-claus-image134072944

– Segundo tempo de treino.

Segundo tempo de treino! Vamos suar?

O corpo, a alma e a mente agradecem (insisto nisso).

🏃🏼 #running

– Sue que faz bem.

Suar faz muito bem!

Pratique esportes! O corpo, a alma e a mente agradecem. Olhe aí a minha cara de feliz.

🏃‍♂️ #corrida

– Bom dia, 2ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora começar mais uma semana com bastante ânimo?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running 

– Teremos um Oscar competitivo no SPFC?

O Campeonato Chinês já teve um momento “árabe” de “Super League Pró”. Queriam dominar o cenário do futebol mundial, contratar estrelas e sediar o Mundial de 2026. Claro, sonhavam em conquistar uma Copa do Mundo.

Nosso querido Dr José Renato Nalini, “jundiaiense da gema”, em outra época enquanto Secretário de Educação, contou os planos da China para o futebol em sua coluna no Jornal de Jundiaí, há alguns anos, após conversar com as autoridades. Vide aqui: https://professorrafaelporcari.com/2016/08/07/china-e-seus-projetos-no-futebol/

Pois bem: o “Eldorado do Futebol chinês” foi se desfazendo, e muitos craques foram embora. Os planos mudaram, equipes quebraram e hoje o campeonato é diferente.

Do projeto inicial da China, um time continua forte: o Shangai SPIG (Shanghai International Port Group Co), que é de propriedade da empresa estatal que administra o gigantesco complexo do Porto de Shangai (hoje, o que mais movimenta dinheiro no mundo).

No começo do projeto, o treinador do Shangai era o português Vitor Pereira, que contava com os brasileiros Oscar e Hulk, além de outros craques. Com a mudança de cenário, das estrelas internacionais sobraram Oscar e Wu Lei, considerado por muitos o maior jogador local de futebol da história chinesa.

Ele, Oscar, é muito bem remunerado (recebe 24 milhões de euros anuais, ou se preferir, R$ 11 milhões de reais por mês, que segundo o jornal Lance, é o mesmo salário de Kevin de Bruyne e Erling Haaland no Manchester City – vide aqui: https://www.lance.com.br/lancebiz/financas/qual-e-o-salario-de-oscar-no-shanghai-port-da-china.html) e se cuida bastante fisicamente. No SPFC, deve receber aproximadamente 2 milhões de reais mensais.

Aqui, as duas observações:

  1. O São Paulo anunciou reestruturação das finanças e criou um fundo para ajudar a equacionar as dívidas. Tal salário (altíssimo para os nossos padrões), se viabilizado por patrocinadores, menos mal. Mas lembremo-nos: Daniel Alves veio de maneira parecida e o Tricolor Paulista está pagando salários para ele até hoje…
  2. Dentro de campo, como ele estaria? Por melhor que seja um atleta, quando você joga numa liga tecnicamente inferior, se perde competitividade pois, afinal, a exigência é outra. O Oscar do Chelsea estava na Premiere League, se comprometendo e doando ao máximo em altíssimo nível de disputa. No Shangai, os adversários são bem menos qualificados e a “auto-cobrança” pessoal muda de nível, afinal, o “sarrafo é outro”. Como chegará ao Brasil?

Entre todas as competições no seu país e na Ásia, o Shangai disputou 42 partidas (31 V, 5 E, 6 D), sendo que Oscar jogou 40, com 16 gols e 27 assistências. No Brasil, com muito mais jogos (em 2022, o Tricolor Paulista jogou 77 partidas; em 2023, 71; em 2024, 68), conseguirá repetir o bom desempenho e estar em ritmo competitivo?

Ninguém discute a sua qualidade técnica. Mas, sem a mesma exigência que se faz por lá, Oscar demoraria muito para “desenferrujar” e atuar em ritmo competitivo como absurdamente se exige, por exemplo, no Brasileirão? Sem contar que os números do aproveitamento do São Paulo no ano (55,34%) contra os do Shangai (77,77%), mostram que ele sai de uma equipe protagonista e está indo para uma que não consegue o mesmo destaque dos adversários na tabela.

Boa sorte ao Oscar.

– REPOST: Os Clubes de Futebol e a relação com as Casas de Apostas.

Do ano passado, mas atual:

Sabemos que os jogos de azar são proibidos de exploração pela iniciativa privada em nosso país. Toda e qualquer jogatina é exclusiva de comercialização pelo Governo, a partir da divisão de Loterias da Caixa Econômica Federal. Obviamente, existe o submundo dos apostadores, com o “Jogo do Bicho” e os Bingos Clandestinos.

E o que isso tudo tem a ver com o futebol profissional?

Tudo!

No último Campeonato Brasileiro, as Casas de Apostas (que não podem atuar com sede no Brasil, conforme explicado acima, e por isso estão sediadas no Exterior) estiveram presentes nas camisas dos clubes da Série A e em alguns da Série B, C e D. Até mesmo na camisa do Paulista de Jundiaí, na 5ª divisão estadual, há um patrocinador dessa natureza.

O que surgiu como uma avalanche em nosso país, visto o número de empresas, passou a ser objeto de desejo dos clubes. Todo mundo quer uma “beting”, como é chamada, para encher os cofres. O São Paulo FC, por exemplo, já trocou pela 3ª vez o seu sponsor.

Como boa parte das equipes está sem dinheiro, essas verbas são consideradas fundamentais para a sobrevivência no ano. Só que há um problema: a discussão sobre o conflito de interesses. Vide a máfia dos apostadores que surgiu nesse ano, onde jogadores importantes estiveram envolvidos (Santos, Red Bull Bragantino, Goiás e outras equipes tiveram atletas envolvidos – e foram vítimas deles). E nesse episódio, algo que me assustou: nenhum cartola, árbitro ou treinador esteve envolvido. Todos são imaculados e somente os atletas foram “tentados”?

Na Inglaterra, há algum tempo essa relação de Casas de Apostas e Clubes estava sendo discutida. E a Premiere League decidiu: paulatinamente, proibirá as diversas formas de patrocínios desses empreendimentos nos clubes ingleses, com a justificativa de que “é necessário independência das equipes e demonstração de que não se envolve com manipulação de resultados para agradar um apostador”.

Se essa medida fosse aplicada no Brasil… muitos clubes estariam em desespero!

Mas existe um outro problema local: muitos bingos clandestinos se tornam informalmente parceiros de clubes de futebol, aproveitando uma brecha da lei que fala sobre “incentivo ao esporte amador”. Entretanto, acabam ajudando os profissionais, dividindo a receita (o que é crime).

Bingo, hoje, só se pode por causa filantrópica (quermesses de igrejas, ONGs, clubes amadores), sendo que as contas devem ser prestadas e a entidade carente deve ficar com os recursos.

O “golpe” é: alguém monta um bingo clandestino e se transveste em “promotor solidário”, procura um clube de futebol profissional (para atrair torcedores e ter clientes), e alega que ajudará as categorias de base (e na verdade, é um engodo). De tal forma, “legitima” o esquema. O clube fica com algum dinheiro, e o bingo com boa parte.

Brasil afora se vê isso: o promotor ganha um dinheirão, doa uma cadeira de roda ou algum dinheiro, e ainda sai com a impressão de bom moço

Fico me questionando: se um clube de futebol aceita tal esquema com parceiro ilegal para conseguir recursos, o que não aceitaria por dinheiro?

Cada vez mais em um mundo que pede Complaince (práticas transparentes, honestas, sem envolvimento com parceiros polêmicos e duvidosos), a relação de clubes de futebol profissionais com Apostadores, Bingos ou qualquer tipo de aposta (legal ou ilegal) deve ser banida. Foi assim com cigarros e bebidas alcoólicas em diversos esportes, será assim com o futebol com qualquer entidade que traga questionamentos.

– Bom dia, domingo (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Domingão também é dia de se exercitar!

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #adidas #running 

– Nem pelo Real Madrid, Zubeldía?

Luis Zubeldía, treinador do São Paulo FC, disse ao GloboEsporte.com sobre uma possível saída do Tricolor Paulista:

“Veio a Seleção do Equador e uma outra equipe importante, mas meu dever, meu compromisso é com o São Paulo. Eu disse a Belmonte, ao Rui [Costa] e a todos: ‘Pode vir o Real Madrid que não vou’. Por minha decisão, não posso causar um dano ao São Paulo. Sou comprometido, me jogo no projeto”.

Luís Castro, do Botafogo, não resistiu aos petrodólares do Al Nassr. Abel Ferreira assinou com um time catari, mas voltou ao Palmeiras quando viu o que encararia. Dorival Jr estava no Ceará e foi ao Flamengo. Zubeldía, se fosse chamado pelo Real Madrid (coisa que a curto prazo provavelmente não acontecerá) diria não?

Como diriam os antigos: “Duvideodó”.