– Bom dia, 6ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Caindo da cama pois o tempo urge!

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #mizuno #adidas 

– Campeonatos Jabuticabas: os Estaduais brasileiros!

Texto escrito há 7 anos, mas válido para hoje. Lembrando: dos Regionais, sabidamente o Campeonato Paulista paga disparadamente as melhores cotas, por isso é lucrativo às equipes e não se contesta a existência dele por esse prisma. Mas quando se fala em calendário… Abaixo:

Começam os Campeonatos Regionais, que assim como os “Pés de Jabuticabas”, só existem nos Brasil (e em um ou outro país vizinho). Tirando os de São Paulo e Rio de Janeiro, os demais não dão chances aos pequenos. E esses mesmos pequenos paulistas e cariocas, todos sabemos, estão falidos, salvo algumas exceções.

Os pequenos precisam das verbas desses torneios para sobreviverem, e elas existem não por eles, mas pelos grandes.

É sabido que as potências não querem jogar os Campeonatos Estaduais (mas o fazem pelo dinheiro). Mas também não se movem para evitá-los (com exceção, o Atlético Paranaense que tem disputado em seu estado com o Sub 23).

Será que esses torneios não poderiam ser melhor espaçados no calendário? Ou que fossem divisões locais de acesso às nacionais?

Na Inglaterra, existe a Northern Premier League, que congrega times regionais das 7a e 8a divisões e que permitem aos clubes (se tiverem condições financeiras e técnicas) a chegarem à badaladíssima Premiere League (1a divisão). Por quê não podemos ter série E, F, G representando os Regionais? Cravo que um jogo entre Paulista de Jundiaí x XV de Jaú valendo acesso da 6a divisão para a 5a Nacional levaria mais público do que valendo a queda da 1a divisão para a 2a do Estadual.

Para mim, a resposta para que “não se discuta pra valer” o fim dos regionais (os quais, confesso, sou apaixonado mas entendo a dificuldade financeira do modelo) é clara: a perda de Poder das Federações Estaduais!

No ano retrasado, Rogério Ceni questionou:

O que vale ganhar o Campeonato Paulista?”

Vencer o Paulistão só vale o status (e o dinheiro, lógico). Mas se perder… o time grande sofre com a pressão!

Algo tem que ser feito. Não dá para abrir um Morumbi para o São Paulo jogar com público de 5.000 pagantes contra o Audax, enquanto o clube gostaria de estar excursionando pela Ásia ganhando dinheiro e treinando. Ao mesmo tempo, não dá também para XV de Jaú, São Caetano, América de Rio Preto e tantos outros times tradicionais montarem times para apenas 3 meses nas divisões que disputam e fecharem as portas.

Quem aceitará ceder? Os times grandes continuando com o assistencialismo, clubes pequenos fechando as portas de vez ou as federações estaduais abrindo mão do poder?

bola-murcha.jpg

Imagem: Internet, de autoria desconhecida.

– O que esperar do juizão de Red Bull Bragantino x Corinthians e o sistema Multiball!

Sobre a arbitragem para o jogo do Estádio Nabi Abi Cheddid e o sistema Multiball,
compartilho aqui: https://youtu.be/qFWf74KMdR0

– Nade!

Para terminar o dia (e antes da chuva), minutos de natação!

Tem esporte mais gostoso do que esse?

O corpo, a mente  e a alma agradecem.

– 2o tempo de Running.

Hora do segundo tempo de treino!

Vale a pena suar…

Exercite-se, pois faz bem!

🏃🏼 #running

– O pênalti reclamado pela Lusa em Palmeiras 2×0 Portuguesa. Foi ou não?

Daniel Jr (Lusa) reclamou que Murilo (Verdão) cometeu pênalti por mão na bola. Foi mesmo?

Não, não foi. O promissor árbitro João Vítor Gobbi marcou, e depois de ter conferido após chamado pelo VAR Thiago Duarte Peixoto (aparentemente, demorando para se convencer do erro), desmarcou.

Mas depois de tanto treino em pré-temporada, por que se erra assim?

Falo sobre esse lance e outras nuances em: https://youtu.be/H-_7DWlALF0?si=m4nHgRuwIGxlUnCf

– Bom dia, 5ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Animados para mais uma jornada?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

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– Análise Pré Jogo da Arbitragem para São Bernardo x Red Bull Bragantino, Rodada 2 do Paulistão.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Bernô lá no ABC,

Árbitro: Gabriel Henrique Meira Bispo
Árbitro Assistente 1: Evandro de Melo Lima
Árbitro Assistente 2: Luiz Alberto Andrini Nogueira
Quarto Árbitro: Thiago Lourenço de Mattos
VAR: Márcio Henrique de Góis
AVAR1: Herman Brumel Vani
AVAR2: Thiago Luis Scarascati
Observador VAR: Ednilson Corona
Analista de Vídeo: Márcio Luiz Augusto

Gabriel é um novato árbitro buscando espaço. Os seus bandeiras são muito mais experientes do que ele. A equipe de arbitragem de vídeo, ainda mais gabaritados! Mas estamos em processo de renovação.

Assim como Candançan, que apitou o Braga contra o Corinthians, Gabriel tem 26 anos de idade e vai para a sua sétima temporada na FPF. Apitou no meio de semana Primavera 1×0 São Bento pela série A2, em uma partida tranquilíssima, onde os cartões amarelos existentes foram por cera e simulação.

Tentando agarrar as chances na Primeira Divisão, só apitou duas partidas da A1 até hoje: ambas de placar 1×0 em 2024. Está ganhando experiência ainda…

O avaliei na partida União Barbarense 0x0 Paulista de Jundiaí, em 2023 (4ª divisão). Na oportunidade, quando não exigido, foi bem. Mas se perdeu na autoridade em campo, fazendo mau uso das advertências verbais e distribuindo vários cartões (vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3gx).

Tomara que tenha evoluído e que faça uma grande arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre São Bernardo x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 19/01, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Está acabando o ciclo de Neymar na Arábia Saudita?

O treinador Jorge Jesus disse que a Liga Saudita é muito competitiva e que prefere inscrever Neymar apenas na Liga dos Campeões Asiática. Seria sintoma de que o Al-Hilal não tem interesse por ele?

Calma... apesar do salário altíssimo e dos dias (muiiiiiitos dias) parado, ele é embaixador da Arábia na Copa do Mundo. Não foi contratado para “apenas” ser atleta.

Penso que Neymar, apesar dos pesares, só sai da Árabia se quiser.

Yasser Bakhsh/Getty Images

– O Futebol precisa de mais gols ou não? Um interessante debate:

Ao Podcast Ticaracaticast, o árbitro FIFA Raphael Claus deu uma descontraída e bacana entrevista aos apresentadores e humoristas Bola e Carioca.

Nela, ele falou de carreira, arbitragem, futebol e curiosidades. Mas me chamou a atenção um trecho que nos permite uma ampla discussão: a da IMPORTÂNCIA e/ou FACILIDADE em se fazer gols.

Veja no minuto 48’03” (link abaixo), onde Claus diz:

“Uma coisa que eu acho que é a magia do futebol: se começar a sair muitos gols – isso é um pensamento meu, do Claus – se começar a sair muitos gols vai perder a magia do futebol, porque vai passar a ser igual aos outros esportes, igual ao basquete, igual ao vôlei; por que o que acontece: o favorito dificilmente perde; e se [no futebol] tiver muitos gols, dificilmente o favorito vai perder também. Agora, quando você joga por uma bola, e o cara ganha aquele jogo por uma bola… (…) O futebol gera isso, pois nem sempre o favorito ganha. (…) Se começar a sair 10 gols por jogo, ah, não é assim (…).”

Eu entendi o que ele quis dizer: que o futebol é apaixonante pois nem sempre o melhor ganha, permitindo que quem não seja favorito ou que um time pequeno vença. Nessa fala, Claus se preocupa em não vulgarizar o gol e preservá-lo como algo precioso.

Porém… eu discordo respeitosamente desse pensamento. Justamente o gol, tão precioso, deve ser a busca constante no desafio. Quando o time pequeno joga por uma bola, e sai o gol, acabou o jogo. Ele se retranca, os atletas caem em campo, existe a cera e o espetáculo morreu. Os grandes jogos da história do futebol doméstico, foram de placares elásticos: quem não se lembra daquele Santos 4×5 Flamengo em 2011 na Vila Belmiro? Ou do ano retrasado, Botafogo 3×4 Palmeiras, pelo Brasileirão? Ou Santos 5×2 Fluminense, com Giovani Messias em 1995? Ou, mais atrás, Santos 7×6 Palmeiras, o “jogo do infarto”, de 1958? E aí pergunto: alguém se lembra de jogos com 0x0 de tanta emoção?

Aliás, todos os esforços da FIFA giram em torno de aumentar o tempo de jogo e um maior número de gols: vide as sugestões de maior duração do tempo de uma partida, cronômetro parado, impedimento somente por corpo total, e outras ideias para favorecer os atacantes? Isso, inclusive, é uma reclamação dos zagueiros e goleiros, pois os defensores nunca enxergam “regras a seu favor”.

Há algum tempo, li um artigo de um Diretor do Liverpool-ING (permita-me não lembrar o nome, tentei achar em meus recortes guardados para textos sugestivos). E ele dizia que o maior desafio para a Geração Z (e provavelmente, será também para a nascente Geração Beta) é conseguir fazer com que um adolescente permaneça 90 minutos prestando a atenção num jogo de futebol, em especial se ele não tiver gols! Com o advento da tecnologia, das multitelas e outros gadgets, fica difícil segurar o foco de um jovem exclusivamente numa partida, sem grandes atrativos técnicos ou gols.

Alguns dizem que a dificuldade da popularização do soccer nos Estados Unidos se deve ao fato dos placares elásticos de lá, como beisebol, futebol americano, basquetebol, entre outros. Logicamente e concordando com Claus, o favorito sempre ganhará neles. Mas no “nosso esporte-bretão”, a cultura é diferente. Incentivar a busca por gols, não incentivar a retranca, promover o Fair Play e “o jogo pra frente”, saindo ou não muitos gols, não tiraria a paixão do torcedor; ao contrário, o faria aflorar ainda mais o gosto pelo espetáculo.

Não é questão de vulgarizar o gol, mas sim de tratá-lo como objetivo maior do futebol.

A entrevista completa em: https://www.youtube.com/watch?si=FiXPMFRGOIHMVLGr&v=vUmK1HZYclI&feature=youtu.be\

– REPOST: Saúde Mental no Futebol.

A pressão entre os atores do mundo do futebol é enorme, mas há um silêncio muito grande sobre esse tema: o da saúde mental no esporte.

Em 2009, o goleiro alemão Robert Enke se matou atirando-se em uma linha de trem. Dois anos depois, o árbitro iraniano Babak Rafati, cansado da pressão do meio, tentou o suicídio cortando os pulsos. Mais recentemente, o ex-atacante Nilmar (Inter-RS e Corinthians) disse ter sofrido depressão e pensou em se matar.

Vários atletas de outras modalidades encerraram precocemente a carreira por conta da pressão por resultados, e isso decorre pelo fato de que o esporte de alto rendimento, no fundo, não é algo saudável. O exagero no desempenho do corpo, a carga enorme de treinamentos, a maratona de partidas e disputas, por fim, esgotam fisicamente a pessoa. E se o atleta não tiver um condicionamento emocional adequado, sucumbe.

Muricy Ramalho, treinador, abandonou a carreira depois dos problemas de saúde, fruto da sua atividade. O AVC de Ricardo Gomes, ocorrido ao vivo num jogo do Brasileirão, credita-se ao stress. E aí somos obrigados a refletir: por mais que se possa dizer que grandes técnicos ganham muito dinheiro, e que isso é a sua compensação pelos percalços e cobrança que passam, a Saúde Mental fala muitas vezes mais alto. Às vezes, nem fala: grita!

Jürgen Klopp, treinador do Liverpool, considerado um profissional atencioso e sempre divertido, demonstrou na Premiere League um comportamento diferente, perdendo a cabeça e se enervando desnecessariamente. E nessa última semana, Klopp anunciou que fará uma pausa na carreira. Será que voltará quando?

Pense: quantos outros treinadores não gostariam de fazer a mesma coisa? Abel Ferreira, treinador do Palmeiras, falou abertamente: “ganhei tanto dinheiro e não consigo gastá-lo, não consegui passear ainda na cidade de São Paulo”. Mano Menezes, do Corinthians, jogo a jogo vem demonstrando sinais de estafa com as derrotas do seu time e com as trapalhadas da sua diretoria.

Imagine, agora, os seguintes problemas: um jogador sofre pressão da torcida nas arquibancadas, não recebe o seu salário em dia, não pode sair para passear em shopping ou restaurante quando o clube perde, além da sua cobrança interior. Se não tiver ajuda psicológica, adoece. De que adiantou todo o dinheiro conquistado, se a qualidade de vida (e até a liberdade cotidiana) se esvazia?

Há um fator que potencializa ao extremo isso: as Redes Sociais. No Twitter (ou melhor, no atual “X”), torcedores entram nos perfis dos boleiros e ofendem com as maiores barbaridades possíveis. O assédio moral é violento e não há muito o que fazer: ou o profissional abandona a Internet ou ignora as críticas.

Um exemplo para comparação: Tom Holland, o jovem ator que interpretou “Homem Aranha” nos cinemas, anunciou que saiu das Redes Sociais para preservar a saúde mental. E considere: ele tem um staff enorme, acompanhamento terapêutico, é rico, e seu trabalho é elogiado. E ainda assim não aguentou. Imagine um atleta de futebol, que mexe paixões contrárias e a favor.

Fica o alerta para a FIFA, além das entidades locais, como a CBF: façamos campanhas de prevenção ao equilíbrio emocional e à saúde mental, antes que algo mais grave possa acontecer.

Copa do Mundo: como a saúde mental influencia o desempenho dos jogadores em campo - BBC News Brasil

Imagem extraída de Getty Images, em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-63512442

– A bola não pára!

Compartilho uma entrevista bem legal que dei ao amigo Fredy Júnior, ao seu Canal “A bola não pára”.

Falamos de futebol, arbitragem, bastidores, novidades e muitos “causos” da bola!

Em: https://www.youtube.com/watch?si=N8yPG1ES1Fmd31Pd&v=D4yaqv6WBBI&feature=youtu.be

 

– Treinadores estrangeiros no Paulistão 2025: minha coluna no JJ dessa semana.

Compartilho minha coluna dessa semana no Jornal de Jundiaí: sobre treinadores estrangeiros no Paulistão 2025!
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– Os árbitros escalados para a Rodada 1 do Paulistão 2025 e a Análise Pré Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Corinthians.

Eu imaginava que, com o Estado de São Paulo começando o ano com 4 árbitros no quadro da FIFA (Claus, Flávio Souza, Edina Aves e agora Candançan), dois deles estariam na rodada 1, em times grandes, e outros dois na rodada 2.

Ao ver a divulgação dos nomes, “bati na risca“: realmente temos dois FIFAs em time grande e outro em clássico regional…

Vamos lá: teremos 7 partidas na rodada inicial (SPFC x Inter de Limeira será em Fevereiro). E será um recorde de árbitras escaladas num Paulistão de Primeira Divisão: 3!

1- Para o clássico do ABCD (Água Santa x São Bernardo), atuará Edina Alves Batista (FIFA).

2- Para Velo Clube x Noroeste (que falta de criatividade de quem faz a tabela… os dois times que subiram da A2 estreiam na A1 jogando um contra o outro), apitará a jovem Marianna Nanni Batalha (no ano passado, apitou 1 jogo da A2, 2 jogos da A3, 2 da A4 e 1 da 5ª divisão).

3- Para Novorizontino x Ponte Preta, um susto (e vou explicar): arbitrará Daiane Muniz, que no ano passado tem apenas 1 jogo profissional arbitrado (e somente 4 nos últimos 3 anos). Daiane tem construído a carreira trabalhando como VAR (numa incrível e exaustiva sequência de jogos no Paulistão e no Brasileirão). O que pretende Patrício Loustau, o chefe dos árbitros? Mudar ela de função? Mas dando chances logo na A1?

4- Dos árbitros masculinos, uma justa escala: em Guarani x Botafogo, teremos Lucas Canetto Belotte, que sempre apita muito bem, mas acaba tendo algum problema físico e acaba perdendo a sequência de escalas. É um árbitro “moderno”, que já teve algumas chances e tem potencial.

5- Para Santos x Mirassol, teremos Flávio Rodrigues de Souza, experiente árbitro da FIFA.

6- Para Palmeiras x Portuguesa, teremos o jovem João Vitor Gobbi (que desde suas atuações na última divisão estadual, tivemos o prazer de trabalhar em ótimos jogos dele e o ver chegando a série A do Brasileirão). E aqui, uma curiosidade: ele deve ter mais jogos escalados por Seneme do que por Loustau (foi testado bastante pela CBF em 2024). Terá a oportunidade de mostrar serviço nesse ano no seu próprio estado. Detalhe: Luiz Flávio de Oliveira será o quarto-árbitro desse jogo.

7- E para o confronto do Red Bull Bragantino contra o Corinthians, os 14 nomes escalados são:

Árbitro: Matheus Delgado Candançan
Árbitro Assistente 1: Danilo Ricardo Simon Manis
Árbitro Assistente 2: Fabrini Bevilaqua Costa
Quarto árbitro: Douglas Marques das Flores
VAR: Adriano de Assis Miranda
AVAR1: Fábio Rogerio Baesteiro
AVAR2: Renan Pantoja de Quequi
Observador VAR: Ednilson Corona
Quality Manager: Eduardo César Coronado Coelho
Analista de Vídeo: Adriano Stange
Técnico de Garantia FPF: Germano Araújo
Operador de Replay: Raul Holanda
Técnico de Garantia Estádio: Robson Custódio
Assistente de Área de Revisão: Lucas Wilson Rodrigo de Menezes

Candançan entrou no quadro da FIFA nesse ano, com apenas 26 anos (falamos sobre isso aqui: https://wp.me/p55Mu0-3zE). Ele foi bastante escalado nos últimos anos, depois de precocemente ser jogado em um Derby e ter “sumido” do cenário. Agora, com o escudo internacional, terá que apitar os clássicos do Paulistão.

Boa condição física e técnica ele tem. O que precisa ainda (e conseguirá somente com o tempo), é “driblar” a malandragem dos atletas (como simulações e o excesso de reclamações).

Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Corinthians pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quinta-feira, 16/01, 19h30. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Vai começar o Paulistão. E os árbitros escalados?

Nosso boletim para as Rádios do Interior sobre a escala da arbitragem da Rodada Inicial do Campeonato Paulista 2025,

em: https://youtu.be/DHyseV2WTg4

– Sue que faz bem.

Suar faz muito bem!

Pratique esportes! O corpo, a alma e a mente agradecem. Olhe aí a minha cara de feliz.

🏃‍♂️ #corrida

– Bom dia, 4ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Já de pé para o dia render!

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #mizuno

– Dudu e Leila: pra quê?

Eu me assusto com situações tão “desequilibradas emocionalmente” como essa: Leila Pereira, presidente do Palmeiras, desabafando em entrevista sobre Dudu, criticando-o.

O atleta, chateado, fez uma postagem nas redes sociais como resposta, usando um deselegante acróstico que significa palavrão, dizendo que estava jogando no Cruzeiro.

Bomba hoje no X / Twitter outra publicação do atleta, alegando que a sua ex-chefe é mais falsa do que nota de 2.

São pessoas milionárias e ambas bem sucedidas em suas áreas profissionais. Se o desenlace da relação não foi ideal, paciência. Vida que segue para ambos. Mas ficarem com essa picuinha pela Internet, não é legal…

 

– O FVS deverá ser ainda mais usado nos testes!

A FIFA está mudando o VAR? Seria um novo árbitro de vídeo?

Não! É uma nova ferramenta, sem árbitro: o VS, ou se preferir, o suporte de vídeo – também sendo chamado de Football Video Support (FVS).

A idéia foi testada no Mundial de Seleções Sub 20 Feminino (na Colômbia, em Setembro), e basicamente é um sistema eletrônico de vídeo, como “o olho do falcão” do Tênis, sem árbitros dedicados. Disse em março do ano passado Pierlugi Collina, o ex-árbitro italiano que está à frente do projeto:

“O VS e o VAR basicamente podem ser usados para o mesmo tipo de incidente, mas não podem ser comparados, pois foram projetados para cenários completamente diferentes. O resultado do teste na Blue Stars/FIFA Youth Cup foi muito positivo. (…) O Football Video Support (VS) não é substituto ao VAR, mas uma alternativa para competições de menor orçamento”.

Ele se referiu aos primeiros testes realizados numa competição em maio (na cidade de Zurich), onde se testou o chamado “desafio”. O sistema conta com 3 a 5 câmeras, e tudo é automaticamente armazenado. Se os jogadores quiserem contestar o árbitro, comunicam ao técnico que pede revisão. Serão permitidos 3 momentos: gol, cartão vermelho e pênalti. Cada time terá direito a dois pedidos, e se o árbitro concordar com a reclamação, ao analisar o pedido do time e alterar a sua decisão, o time continua tendo direito a dois pedidos. Se a decisão não for alterada, o time perde uma chance do desafio e fica apenas com uma oportunidade.

Eu acho uma boa ideia, mas penso: surgiria a discussão se o FVS será melhor do que o VAR, e se escolherá o modelo. Como custo, sem dúvida, é bem mais barato (e menos gente para palpitar na cabine).

Não duvidarei se levarem a ideia do “desafio” do VS também para o atual VAR, caso ela agrade. A Internacional Board, em março de 2025, deverá permitir o aumento do número de ligas e competições a testarem a novidade, após os relatórios da FIFA (que são positivos).

– O ótimo questionamento de Nilson César a Reinaldo Carneiro e o discurso raso sobre SAF.

Ontem, na “Rádio De Pai Para Filho” (link abaixo), uma importante entrevista do presidente da FPF, Reinaldo Carneiro Bastos, a Nilson César, Fausto Favara e demais membros da equipe. Ele falou sobre a situação política da CBF (espera o desenrolar da liminar que mantém Ednaldo Rodrigues na Presidência da entidade para se posicionar se concorrerá a uma eleição futura e disse que Ronaldo Nazário precisa viabilizar um projeto, deixando no ar que será adversário político do grupo dele); defendeu os Estaduais (disse, em analogia, que não é porque algumas filiais dão prejuízo, que você fecha a matriz, que dá lucro – exemplificando que se alguns Regionais não vem bem, o da FPF dá lucro e paga valores consideráveis aos clubes); e, por fim, falou dos clubes pequenos do Interior.

A partir do tempo 2:01:00 (abaixo, o “A Resenha com Nilson César”), ele é questionado se a FPF empresta dinheiro aos times, como trabalha a fiscalização dos estádios e outras nuances. Reinaldo fala da importância da Copa Paulista, que a infraestrutura de todos os clubes está sempre em observação e que não é banco, apenas adianta cotas quando os clubes solicitam. Mas me chamou a atenção o seguinte:

  • Em 2:04:54, oportunamente o Nilson César falou das dificuldades dos clubes pequenos, questionando clubes históricos que estão em processo quase falimentar (ele não citou nomes), e exaltou outros que fazem um trabalho magnífico, sem ser SAF. E aplaudiu Mirassol e Novorizontino, pedindo que o presidente Reinaldo desse a sua visão. E ele diz que: “Há muitos times tradicionais com enormes dívidas e passivo trabalhista muito alto, e que precisam virar SAF. Para isso, essas agremiações precisam de paz política e apoio da comunidade“.

Aqui, confesso, entendi como um discurso simplório (ou demagogo). Reinaldo sabe que as SAFs não são necessariamente a “salvação da lavoura”, e que existem as boas e as ruins.

Há tempos venho discutindo o modelo (antes de qualquer crítica: sou defensor de clube-empresa, time-privado, holdings de futebol e SAF – mas desde que sejam geridas com competência, transaprência e honestidade). Uma Sociedade Anônima de Futebol é uma empresa qualquer (mas que o foco do empreendimento é o futebol). Sendo assim, há as boas e as ruins, há as capitalizadas e as descapitalizadas, e as honestas e as desonestas.

Como presidente da FPF, Reinaldo tem ciência de tudo isso. Vide o que acontece agora com o Botafogo (sem técnico, com atrasos nos pagamentos e elenco se desmanchando, 1 mês depois das conquistas) ou com o Vasco (a 777 quebrou e quem comprou o que sobrou do fundo, quer se desfazer da SAF vascaína e não consegue). O torcedor comum, passional, que não se importa com balanço, contas ou patrimônio do clube, imagina que SAF seja sinônimo de um endinheirado que monta um mecenato e despeja dinheiro nos cofres do clube. Lêdo engano, isso é a exceção! Mas os cartolas insistem em criar essa fantasia de que uma SAF resolve todos os problemas, paga contas, ganha títulos e o faz isso como se fosse por prazer. Pura demagogia…

Reafirmo: gosto do modelo de SAF, mas tenho a preocupação dos negócios de SAF: quem é o dono, qual o propósito dela, como foram feitos os acordos, etc (ou seja: SAF tem que ser bom para quem investe e para o clube investido).

O futebol está cada vez mais parecido com a política: um grande teatro de promessas… Fico pasmo ao ouvir que um clube não pode ter oposição e que a SAF tem que ter apoio irrestrito da comunidade (mesmo não se sabendo muitas vezes o que se oferecerá).

Imaginem quando um gigante (Flamengo, Corinthians, Palmeiras) tiver alguma discussão sobre venda de SAF. Nessa hipótese, o debate seria nacional para se entender a viabilidade da empreita, se seria um bom ou mal negócio, e a discussão por meses sobre cláusulas sugeridas. No Interior do Brasil, há quem queira mascarar uma negociação de clube pequeno e esconder os detalhes, muitas vezes por interesses escusos.

O link em: https://www.youtube.com/live/TEs5F4dvhaM?si=WHyOjRky_xfftJvU

 

– Bom dia, 3ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Bem dispostos para mais um dia de vida?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

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– Os árbitros escalados para a Rodada 1 do Paulistão 2025 e a Análise Pré Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Corinthians.

Eu imaginava que, com o Estado de São Paulo começando o ano com 4 árbitros no quadro da FIFA (Claus, Flávio Souza, Edina Aves e agora Candançan), dois deles estariam na rodada 1, em times grandes, e outros dois na rodada 2.

Ao ver a divulgação dos nomes, “bati na risca“: realmente temos dois FIFAs em time grande e outro em clássico regional…

Vamos lá: teremos 7 partidas na rodada inicial (SPFC x Inter de Limeira será em Fevereiro). E será um recorde de árbitras escaladas num Paulistão de Primeira Divisão: 3!

1- Para o clássico do ABCD (Água Santa x São Bernardo), atuará Edina Alves Batista (FIFA).

2- Para Velo Clube x Noroeste (que falta de criatividade de quem faz a tabela… os dois times que subiram da A2 estreiam na A1 jogando um contra o outro), apitará a jovem Marianna Nanni Batalha (no ano passado, apitou 1 jogo da A2, 2 jogos da A3, 2 da A4 e 1 da 5ª divisão).

3- Para Novorizontino x Ponte Preta, um susto (e vou explicar): arbitrará Daiane Muniz, que no ano passado tem apenas 1 jogo profissional arbitrado (e somente 4 nos últimos 3 anos). Daiane tem construído a carreira trabalhando como VAR (numa incrível e exaustiva sequência de jogos no Paulistão e no Brasileirão). O que pretende Patrício Loustau, o chefe dos árbitros? Mudar ela de função? Mas dando chances logo na A1?

4- Dos árbitros masculinos, uma justa escala: em Guarani x Botafogo, teremos Lucas Canetto Belotte, que sempre apita muito bem, mas acaba tendo algum problema físico e acaba perdendo a sequência de escalas. É um árbitro “moderno”, que já teve algumas chances e tem potencial.

5- Para Santos x Mirassol, teremos Flávio Rodrigues de Souza, experiente árbitro da FIFA.

6- Para Palmeiras x Portuguesa, teremos o jovem João Vitor Gobbi (que desde suas atuações na última divisão estadual, tivemos o prazer de trabalhar em ótimos jogos dele e o ver chegando a série A do Brasileirão). E aqui, uma curiosidade: ele deve ter mais jogos escalados por Seneme do que por Loustau (foi testado bastante pela CBF em 2024). Terá a oportunidade de mostrar serviço nesse ano no seu próprio estado. Detalhe: Luiz Flávio de Oliveira será o quarto-árbitro desse jogo.

7- E para o confronto do Red Bull Bragantino contra o Corinthians, os 14 nomes escalados são:

Árbitro: Matheus Delgado Candançan
Árbitro Assistente 1: Danilo Ricardo Simon Manis
Árbitro Assistente 2: Fabrini Bevilaqua Costa
Quarto árbitro: Douglas Marques das Flores
VAR: Adriano de Assis Miranda
AVAR1: Fábio Rogerio Baesteiro
AVAR2: Renan Pantoja de Quequi
Observador VAR: Ednilson Corona
Quality Manager: Eduardo César Coronado Coelho
Analista de Vídeo: Adriano Stange
Técnico de Garantia FPF: Germano Araújo
Operador de Replay: Raul Holanda
Técnico de Garantia Estádio: Robson Custódio
Assistente de Área de Revisão: Lucas Wilson Rodrigo de Menezes

Candançan entrou no quadro da FIFA nesse ano, com apenas 26 anos (falamos sobre isso aqui: https://wp.me/p55Mu0-3zE). Ele foi bastante escalado nos últimos anos, depois de precocemente ser jogado em um Derby e ter “sumido” do cenário. Agora, com o escudo internacional, terá que apitar os clássicos do Paulistão.

Boa condição física e técnica ele tem. O que precisa ainda (e conseguirá somente com o tempo), é “driblar” a malandragem dos atletas (como simulações e o excesso de reclamações).

Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Corinthians pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quinta-feira, 16/01, 19h30. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Vale a pena as Pré-Temporadas no Exterior?

Flamengo, Cruzeiro, São Paulo e outros clubes estão fazendo pré-temporada fora do país. E isso me instiga: vale a pena (técnica e financeiramente falando)?

Os valores pagos a essas agremiações para saírem do Brasil não são tão altos. A mensuração da internacionalização da imagem é questionável. Sendo assim, penso: quanto arrecadaria em Belém, ou em Manaus, um jogo preparatório entre Mengão x SPFC?

Claro, essa conta é muito simplista. Mas se colocarmos na ponta do lápis, o custo-benefício é viável?

– REPOST: Qual a melhor equipe de futebol de todos os tempos (segundo Tostão)?

Dias atrás me questionei sobre qual seria o melhor escrete de futebol já montado: o Santos de Pelé, a Seleção de 70, o Real Madrid de Di Stéfano, o Barcelona de Guardiola ou o de Luiz Henrique.

Tostão tirou minhas dúvidas. Apesar da resposta não ser objetiva, é uma AULA de quem viveu dentro das 4 linhas e entende muito do assunto. Abaixo, extraído de Folha.com, (de 2015):

ENCONTROS E REENCONTROS

Aconteceu o mais provável. O Barcelona ganhou, com facilidade, do River Plate. A diferença entre os maiores da Europa, ainda mais o Barcelona, e os melhores sul-americanos é enorme.

Um leitor me perguntou quem é melhor, a seleção brasileira de 1970 ou o Barcelona? Não sei. Tentei comparar e desisti. O futebol mudou muito, embora existam semelhanças entre os dois times. Jogam no mesmo sistema tático, com quatro defensores, três no meio-campo e três atacantes (4-3-3).

As duas equipes têm apenas um volante, além de um armador de cada lado, e não possuem o clássico meia de ligação, uma tendência mundial. A maioria dos atuais times joga com dois volantes, três meias, sendo um centralizado e próximo ao centroavante (4-2-3-1). O que é mais moderno já existia 45 anos atrás.

Na prancheta, o sistema tático é o mesmo, mas o Barcelona é mais bem dividido em campo. O armador mais marcador e mais recuado, Busquets, joga pelo centro, com Rakitic de um lado e Iniesta de outro.

Na seleção de 1970, quando o time perdia a bola, Gerson, o mais organizador, era o armador central. Clodoaldo, o mais marcador e mais recuado, atuava de um lado, e Rivellino, de outro. Gerson e Rivellino tinham as mesmas funções de Rakitic e de Iniesta, de marcar e de avançar.

Independentemente do desenho tático, o Barcelona, assim como o Real Madrid, o Corinthians e outras equipes, joga com apenas um volante, um centroavante e mais quatro jogadores entre eles, que atuam de uma intermediária à outra. Marcam e atacam com cinco, além do avanço dos laterais. Na seleção de 1970, um time revolucionário, não havia nem o centroavante fixo.

O Barcelona possui características marcantes. Uma é marcar por pressão e recuperar a bola onde a perdeu. Outra é trocar passes desde o goleiro, mesmo se o adversário avançar a marcação. Raramente, dá chutões ou cruza a bola na área, para contar com a sorte. Para isso, é preciso muito talento individual e também treinamentos.

Quando vejo o Barcelona trocar passes, lembro-me do Santos de Pelé, que fazia o mesmo, cadenciava a partida, parecia lento e, de repente, acelerava até fazer o gol.

Durante muito tempo, o Brasil dividiu o meio-campo entre os volantes que marcavam e um único meia, responsável por toda a armação das jogadas. Desapareceram os meio-campistas, como Gerson, Rivellino, Rakitic, Iniesta e outros. Sem armadores habilidosos para sair com a bola, passaram a predominar os chutões. Foi um longo atraso em nosso futebol.

O Santos de Pelé, a seleção inglesa de 1966, a brasileira de 1970, a holandesa de 1974 e o Barcelona, base da seleção da Espanha nas conquistas do Mundial de 2010 e das Eurocopas de 2008 e 2012, revolucionaram o futebol, porque atuaram de maneira diferente do habitual da época e porque influenciaram transformações no estilo de se jogar em todo o mundo. Houve outros excepcionais times, mas não com a mesma importância.

Resultado de imagem para seleção de 70

Imagem extraída de: https://tntsports.com.br/blogs/1061970—Brasil-3-x-2-Romenia-20200610-0017.html

– Segundo tempo de treino.

Segundo tempo de treino! Vamos suar?

O corpo, a alma e a mente agradecem (insisto nisso).

🏃🏼 #running

– 10 Dicas para os Jogadores às Vésperas da Retomada da Temporada 2025.

Todo ano vemos polêmicas envolvendo árbitros e jogadores. Próximo do início do Paulistão 2025, podemos fazer observações interessantes desta relação e algumas dicas – dentro da legalidade das regras do jogo – de como o jogador se dar bem sem praticar infrações.

  • Primeiro Há um preconceito de que o árbitro é inimigo do jogador. Alguns atletas já entram em campo condicionados de que terão que vencer o adversário e o juiz! Nada disso… o árbitro é um ser humano que tem os mesmos sentimentos do atleta: quer acertar tudo, tem ansiedade, gana e medo.
  • Segundo– Jogador tem que tomar cuidado com reclamações indevidas. Árbitros mais experientes costumam ser mais respeitados, até mesmo pela fama, e aplicam menos cartões. Árbitros mais jovens (e no Paulistão muitos surgirão, até pela urgente necessidade de se renovar o quadro) não tem a mesma habilidade em advertir verbalmente, e acabam aplicando um maior número de cartões amarelos.
  • Terceiro– Existe o VAR! Portanto, aquele agarra-agarra nos escanteios e em outros lances de bola parada próximo a Área Penal, devem inexistir. Cuidado, estamos na era do “Big Brother do apito”.
  • Quarto– Uma tendência mundial é deixar o jogo fluir mais. As chamadas “faltinhas bobas” (quedas em lances de divididas / trancos), onde fica claro que o jogador abriu mão de prosseguir a jogada para tentar a bola parada (comuns no Campeonato Paulista) devem diminuir. Há uma preocupação dos árbitros em não cair em ludibriações, e sendo assim, que os jogadores fiquem mais em pé.
  • Quinto– Conhecer a Regra é fundamental para os atletas, e muitas jogadas poderiam ser inventadas tendo ciência de algumas curiosidades delas. Por exemplo: se não existe impedimento em tiro de meta e arremesso lateral, por que não se treina jogadas com esses detalhes? Pegaria o adversário de surpresa, já que nem todos conhecem isso.
  • Sexto Por que o batedor de faltas espera tanto tempo para se cobrar uma falta? Aliás: quem disse que é o goleiro quem “pede a barreira”? Quando se sofre uma infração, o batedor pode cobrá-la imediatamente, sem necessidade do árbitro apitar autorizando. Claro que nesse momento poderá existir jogador adversário a menos de 9,15m de distância, que não poderá instantaneamente se reposicionar. Assim, pode-se bater a falta e abre-se mão da distância exigida. Se a bola bater no adversário, paciência! Afinal, trocou-se a distância regulamentar pela rapidez em pegar o outro time desprevenido. Mas se o jogador exigir que o adversário esteja a 9,15m (para poder ter melhor visão do lance ou pensar na jogada), só pode cobrar a falta com a autorização do árbitro (já que ele estará conferindo a distância – que é o momento que os jogadores se aglomeram formando a barreira). Portanto, barreira não é pedido de goleiro, mas direito de distância do batedor, que muitas vezes a usa como referência para um chute colocado no gol.
  • Sétimo Se o árbitro é a autoridade máxima da partida, por que é que o zagueiro tem a mania de parar no lance quando vê o bandeira levantando seu instrumento? Em alguns casos, o bandeira marca um impedimento erroneamente e o árbitro não confirma a marcação, mandando a jogada prosseguir. Se o centroavante estiver atento, fica sozinho com a bola dominada e o adversário batido. Vai a dica: espere o apito do árbitro, nunca confie numa bandeira levantada. Além disso, com o VAR, os bandeiras, em dúvida, deixam a jogada seguir.
  • Oitavo Jogadores Reservas: problema mais comuns nas séries A2 e A3, mas também vez ou outra presente na A1, o comportamento inadequado dos suplentes também é uma constante. Muitas vezes o jogador pensa que por estar no banco, pode gritar ou reclamar com o árbitro sem ser punido. Nada disso! Ano a ano, cresce o número de jogadores reservas que tomam cartões sem ao menos entrar em campo!
  • Nono Atendimento em Campo: antigamente, as únicas situações em que um jogador poderia ser atendido em campo são: em lesão gravíssima como primeiro socorro; ou o goleiro lesionado (já que ele não pode sair de maca). Em todas as outras situações, o jogador deveria ser retirado de campo e só poderia retomar ao jogo com a bola rolando e com autorização do árbitro. Mas isso mudou! Para que uma equipe não fique jogando com 10 atletas, o árbitro deve permitir atendimentos em campo e acrescentar no final da partida o tempo dessa situação. Porém, cuidado: se ele entender que o atendimento é para “esfriar” uma equipe adversária que está fazendo pressão, esse jogador poderá ser retirado.
  • Décimo Simulações: Evite! É unfair-play, irrita o adversário e principalmente o árbitro. Cair dentro da área, fingindo ter sofrido um pênalti, poderá fazer com que você leve um cartão amarelo pela tentativa de burla. Com tantas câmeras de TV e VAR, fica mais um alerta: outros árbitros e outros jogadores estarão vendo, e se você teve sucesso na simulação, saberá que na próxima partida estará sendo vigiado com mais cuidado, pelo histórico que o próprio atleta criou. É o antigo “Efeito Neymar”: no começo da carreira, simulou demais e ludibriou muitos árbitros. Hoje, em muitos lances em que o ex-santista sofre infração e quando há dúvida do árbitro, a falta não é marcada pelo fato de, pela fama criada, a chance de não ter sido falta é maior do que ter sido (vide na Copa da Rússia 2018, onde virou meme, ou até mesmo no Catar 2022). E como falamos no primeiro parágrafo… o árbitro é humano! Até ele conseguir tirar o rótulo de que um atleta não é mais cai-cai… leva tempo!

– Sue que faz bem.

Suar faz muito bem!

Pratique esportes! O corpo, a alma e a mente agradecem. Olhe aí a minha cara de feliz.

🏃‍♂️ #corrida

– Bom dia, 2ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora começar mais uma semana com bastante ânimo?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #Adidas #running 

– O FVS deverá ser ainda mais usado nos testes!

A FIFA está mudando o VAR? Seria um novo árbitro de vídeo?

Não! É uma nova ferramenta, sem árbitro: o VS, ou se preferir, o suporte de vídeo – também sendo chamado de Football Video Support (FVS).

A idéia foi testada no Mundial de Seleções Sub 20 Feminino (na Colômbia, em Setembro), e basicamente é um sistema eletrônico de vídeo, como “o olho do falcão” do Tênis, sem árbitros dedicados. Disse em março do ano passado Pierlugi Collina, o ex-árbitro italiano que está à frente do projeto:

“O VS e o VAR basicamente podem ser usados para o mesmo tipo de incidente, mas não podem ser comparados, pois foram projetados para cenários completamente diferentes. O resultado do teste na Blue Stars/FIFA Youth Cup foi muito positivo. (…) O Football Video Support (VS) não é substituto ao VAR, mas uma alternativa para competições de menor orçamento”.

Ele se referiu aos primeiros testes realizados numa competição em maio (na cidade de Zurich), onde se testou o chamado “desafio”. O sistema conta com 3 a 5 câmeras, e tudo é automaticamente armazenado. Se os jogadores quiserem contestar o árbitro, comunicam ao técnico que pede revisão. Serão permitidos 3 momentos: gol, cartão vermelho e pênalti. Cada time terá direito a dois pedidos, e se o árbitro concordar com a reclamação, ao analisar o pedido do time e alterar a sua decisão, o time continua tendo direito a dois pedidos. Se a decisão não for alterada, o time perde uma chance do desafio e fica apenas com uma oportunidade.

Eu acho uma boa ideia, mas penso: surgiria a discussão se o FVS será melhor do que o VAR, e se escolherá o modelo. Como custo, sem dúvida, é bem mais barato (e menos gente para palpitar na cabine).

Não duvidarei se levarem a ideia do “desafio” do VS também para o atual VAR, caso ela agrade. A Internacional Board, em março de 2025, deverá permitir o aumento do número de ligas e competições a testarem a novidade, após os relatórios da FIFA (que são positivos).

– Futebol Feminino Proibido no Brasil!

Calma, não é nenhuma lei atual. Foi no tempo do presidente Getúlio Vargas, onde o governante decretou que o futebol “não era condizente para senhoras que seriam futuras mães”. As que insistiam, eram rotuladas de “grosseiras e mal-cheirosas”. E como o futebol feminino está em alta nos últimos dias com a Copa do Mundo da modalidade, vale relembrar o fato!

Abaixo, material da Folha de São Paulo (25/05/2003 – 12h06)

FUTEBOL FEMININO PROBIDO NO BRASIL NA ÉPOCA VARGAS

por João Carlos Assunção

Futebol no Brasil não é como nos Estados Unidos, na China ou na Noruega. No país pentacampeão do mundo, o espaço reservado à mulher tem sido a beira do gramado, onde pode trabalhar como animadora de espetáculo.

No campo, com a bola nos pés, é difícil cavar um lugar. A modalidade, afinal, não pegou como em outros países. Os obstáculos para a prática do futebol feminino no Brasil continuam muito grandes.

Foi para detectar essas barreiras que o pesquisador Eriberto Lessa Moura, 37, mestrando em estudos do lazer pela Faculdade de Educação Física da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), resolveu debruçar-se sobre as origens do esporte no país.

“Desde o início, as dificuldades para a mulher [jogar futebol] foram grandes, mas elas se tornaram ainda maiores durante o Estado Novo [período do governo Vargas entre 1937 e 1945]“, disse Moura à Folha, por telefone.

Em 1937, Getúlio Vargas se antecipou à eleição que aconteceria no ano seguinte e desencadeou um golpe de Estado, implantando uma nova Constituição e uma ditadura, que duraria até 1945.

No período, aprofundou o vetor centralizador do Estado, criando o Departamento de Administração do Serviço Público, o Dops, espécie de polícia política, e o Departamento de Imprensa e Propaganda, dedicado à censura e à exaltação dos feitos do governo.

Na área esportiva, a história não foi diferente. Criou leis para o setor e passou a controlá-lo com mão-de-ferro. “Foi aí que a pressão para as mulheres se afastarem do futebol aumentou muito. Elas deveriam se limitar a praticar esportes que o governo considerasse condizentes com suas funções de mães ou futuras mães.”

Leonardo Pereira, autor de “Footballmania”, livro sobre as origens do futebol no Rio, concorda com o colega. “A visão que temos, que faz do futebol um jogo essencialmente masculino, foi construída historicamente, fruto de um amplo movimento que, desde o final dos anos 30, tratou de atacar a participação feminina e construiu a idéia de que o jogo não seria adequado às mulheres.”

O Estado Novo criou o decreto 3.199, que proibia às mulheres a prática de esportes considerados incompatíveis com as condições femininas. Segundo Moura, o futebol estava incluso entre eles, ao lado de halterofilismo, beisebol e de lutas de qualquer natureza.

Quando o decreto foi regulamentado pelo regime militar (1964-1985), em 1965, o futebol feminino foi proibido no Brasil. Só 16 anos depois foi revogado pelo Conselho Nacional do Desporto.

Mas, muito antes disso, o futebol no Brasil já era um esporte eminentemente masculino. A mulher que o praticasse era vista com preconceito, já que a trajetória da modalidade no país foi diferente da vivida pelos homens.

De acordo com a pesquisadora Heloísa Bruhns, autora de “Futebol, Carnaval e Capoeira – Entre as gingas do corpo brasileiro”, enquanto os homens da elite começaram a praticá-lo no final do século 19 em São Paulo e no Rio, o grupo feminino que aderiu à prática do futebol era pertencente às classes menos favorecidas.

Do preconceito social ao esportivo teria sido um passo. Segundo Bruhns, mulheres que jogavam eram consideradas “grosseiras, sem classe e malcheirosas”.

Às mulheres da elite cabia o papel de torcedoras. “As partidas de futebol [masculino] eram um evento da alta sociedade e as mulheres se arrumavam para ir assistir aos jogos”, afirmou Moura.

Mas, com o passar dos anos, o preconceito chegou às arquibancadas -e a violência também- e até lá a mulher perdeu espaço.

Como disse a professora Heloísa Reis, estudiosa do comportamento das torcidas em estádios de futebol, “quando as mulheres participam das organizadas, elas tendem a adotar o comportamento agressivo masculino, o que talvez seja uma tática para ser aceita mais facilmente pelo grupo”. E, no final, só serve para aumentar o estereótipo e o preconceito contra a mulher no futebol.

– Os estaduais serão “emocionantes”?

Nesse começo de Estaduais, nenhum time de Série A ganhou!

Partidas difíceis, ou… freio de mão “puxado”?

A propósito: em Campeonato Estadual, time grande cai?

– Bom dia, domingo (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Domingão também é dia de se exercitar!

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running 

– O tempo passa…

Não me lembro qual foi esse jogo que apitei, mas pelo escudo da FPF, foi no Paulistão do ano 2000.

Um dos bandeiras foi o Demétrius Candançan, de Osasco (pai do árbitro Matheus Delgado Candançan, que se tornou FIFA por SP).

O tempo passa..

– José Boto: tudo para dar certo (ou errado).

Quando ouvi, durante a semana, o novo responsável pelo departamento de futebol do Flamengo, José Boto, falando firme sobre as suas convicções, pensei: “que não se confunda o jeito contundente de se falar com arrogância”.

Em alguns pontos (como deixar o jogador treinar sem interferências no CT), pensei: “isso é profissionalismo”. Mas quando ressaltou radicalismo em algumas questões (não pode isso, não pode aquilo, etc), pensei novamente: “não explicaram a ele o que é Brasil”

Aguardemos como os atletas reagirão. Terá ele carta branca “de verdade’?

– Sue que faz bem.

Suar faz muito bem!

Pratique esportes! O corpo, a alma e a mente agradecem. Olhe aí a minha cara de feliz.

🏃‍♂️ #corrida