– Bom dia, 2ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora começar mais uma semana com bastante ânimo?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos caminhar a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running 

– 5 dicas para treinar no frio com segurança e manter o ritmo!

Com a chegada do frio, manter a rotina de treinos pode ser desafiador, mas com os cuidados certos, é possível treinar com conforto e segurança. O …

Continua em: 5 dicas para treinar no frio com segurança e manter o ritmo!

– Samir Xaud quer que os clubes escolham membros da CA-CBF.

Neste domingo, durante a posse do novo presidente da CBF, ouviu-se a promessa de incentivo à criação de uma Liga Brasileira de Futebol, de regionais com apenas 11 datas e outras tantas coisas. Uma delas, despercebida por muitos, foi a de dar poder aos clubes na escolha de dois membros para administrar a CA-CBF.

Parece-me um ressurgimento do que a FPF tentou fazer após o escândalo de Edilson Pereira de Carvalho: na oportunidade, os clubes da série A indicaram um nome para compor a Comissão de Árbitros Estadual, mas não deu certo.

Penso: como os clubes, hoje, tão divididos, chegariam a um consenso a respeito de dois nomes? E como o presidente da CA-CBF, Rodrigo Martins Cintra, receberia a indicação?

Parece-me mais uma medida popularesca do que um acerto técnico.

– Os pênaltis polêmicos de Grêmio x Bahia e Palmeiras x Flamengo.

Não consegui assistir Grêmio x Bahia e Palmeiras x Flamengo, mas vi os 3 pênaltis polêmicos assinalados. Vamos lá:

1 – No Rio Grande do Sul: o goleiro Marcos Felipe sai do gol para tentar impedir o avanço de Braithwaite, que pula e pisa na mão do arqueiro. Na sequência, o atacante cai e o árbitro Bruno Arleu equivocadamente marca pênalti. Errou. E desse lance absurdo surge o gol da vitória gremista.

O Grêmio voltará à CBF e dirá que continuam as arbitragens ruins? E que agora foi favorecido e venceu o jogo com um erro crasso do árbitro?

Claro que não. Lembremo-nos: a diretoria gremista foi à CBF e pediu a suspensão dos árbitros do jogo contra o SPFC e CSA (de fato, os gaúchos foram prejudicados) e após serem recebidos por Fernando Sarney e Rodrigo Cintra, ela declarou que conseguiu a suspensão de Candançan (vide aqui: https://professorrafaelporcari.com/2025/05/25/que-bagunca-cbf-suspendeu-ou-nao-o-juizao-2/). Teve peso na decisão do árbitro (que mesmo indo ao VAR, manteve tal erro?).

2 – Os dois pênaltis no jogo em São Paulo:

A) Varela pula com o braço totalmente aberto, ampliado, e a bola bate nele. No futebol de hoje, tal salto escancarado para bloquear a bola, é risco assumido de cometer um pênalti. E isso aconteceu. A dúvida é: dentro ou fora da área?
Lembre-se: o ato infracional é a posição do braço onde a bola o atinge (se dentro ou fora da área). É irrelevante se os pés estão dentro ou fora da área penal. E vendo por um determinado ângulo, me pareceu fora; por outro, me pareceu em cima da linha. Lance ajustadíssimo. O que não pode é o árbitro Ramon Abel Abatti marcar convicto, o VAR Wagner Reway questionar e levar tantos minutos para decidir. Recordando que: em dúvida, deve prevalecer a decisão de campo. E com tanto tempo gasto… No fim, pelas últimas imagens que apareceram na Web, eu marcaria pênalti também.

B) Arrascaeta levou uma “braçada” de Murilo e sofreu a falta dentro da área. Não é um contato físico desprezível, existe uma intensidade para derrubá-lo / desequilibrá-lo. Mas talvez a dúvida seja por um pouco de teatralização da queda. Atinge e valoriza como se fosse uma agressão, esse foi o problema. Eu também marcaria pênalti.

Um detalhe: nessa rodada, Zubeldía e Abel Ferreira estavam suspensos pelo péssimo comportamento em outros jogos (costumeiramente isso acontece) e seus times perderam em casae se eles estivessem no banco, e não seus assistentes? Qual seria o resultado?

– Que bagunça, CBF! Suspendeu ou não o juizão?

Falamos sobre a notícia de que o Grêmio visitou a CBF e, reclamando à Comissão de Árbitros, conseguiu a suspensão de Matheus Candançan, juiz da partida polêmica contra o CSA.

Está aqui: https://professorrafaelporcari.com/2025/05/24/qual-o-criterio-para-suspender-arbitros-dona-cbf-2/

Acontece que… a CBF desmentiu o Grêmio, que divulgou a notícia, alegando que não suspendeu ninguém!

Aí fica a questão: Candançan não foi escalado, e isso significa que está descansando; ou, a CBF suspendeu, mas não quer divulgar, para não passar a imagem de que quem for reclamar, será atendido?

– Estou voltando…

Ufa! Quarenta dias depois, e enfim a minha primeira caminhada “mais forte”!

Demorou, mas ela voltou. Ainda não posso correr, mas já anima fazer exercícios físicos.

🏃🏼 #saúde

– Qual o critério para suspender árbitros, dona CBF?

Nas rodadas 1 e 2 do Brasileirão, qualquer  árbitro que errou (segundo a avaliação da CBF), pegou um gancho de “alguns jogos” (não é explicitado o prazo).

Isso não ocorreu entre as rodadas 3 e 8.

Na rodada 9 do Campeonato Brasileiro e nos jogos da 3ª fase da Copa do Brasil, isso mudou de novo!

Fernando Sarney (o presidente-tampão da CBF) juntamente com Rodrigo Martins Cintra (o presidente da Comissão de Arbitragem) receberam a diretoria do Grêmio para ouvir as queixas de arbitragem. E decidiram:

O árbitro Reinaldo José (FIFA-PE) não foi suspenso pois acertou (segundo a CBF) em marcar pênalti em Luciano (SPFC) no Morumbi, mas foi advertido por não marcar falta em Arboleda.

O árbitro Matheus Candançan (FIFA-SP) foi suspenso e passará por treinamento por não validar o gol gremista na Copa do Brasil (jogo contra o CSA).

Fica a dúvida: quando é para suspender ou não? E quando alguém da CBF determina que está certo um lance que está errado, faz o quê?

– O 4º título do Napoli.

A impressionante festa da cidade de Nápoles pelo 4º título nacional!

O Napoli foi Campeão Italiano de Futebol, e o Scudetto se tornou um evento que virou a noite.

Olhe a imagem:

– Que bagunça, CBF! Suspendeu ou não o juizão?

Falamos sobre a notícia de que o Grêmio visitou a CBF e, reclamando à Comissão de Árbitros, conseguiu a suspensão de Matheus Candançan, juiz da partida polêmica contra o CSA.

Está aqui: https://professorrafaelporcari.com/2025/05/24/qual-o-criterio-para-suspender-arbitros-dona-cbf-2/

Acontece que… a CBF desmentiu o Grêmio, que divulgou a notícia, alegando que não suspendeu ninguém!

Aí fica a questão: Candançan não foi escalado, e isso significa que está descansando; ou, a CBF suspendeu, mas não quer divulgar, para não passar a imagem de que quem for reclamar, será atendido?

– Errou em campo, mas foi premiado?

O árbitro Rodrigo José Pereira de Lima, de maneira quase unânime entre os comentaristas de arbitragem, errou ao marcar o pênalti em Luciano no São Paulo x Grêmio.

Porém… a CBF o bancou, disse que acertou no lance e o escalou para Fluminense x Vasco!

Eita, Brasil…

Relembre aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2025/05/18/os-gauchos-tem-razao-em-reclamar-do-arbitro-em-sao-paulo-2×1-gremio/

– Yuri Alberto já não faz por merecer uma convocação para a Seleção?

Qual ou quais atacantes são melhores do que Yuri Alberto no Brasil hoje?

Pedro, do Flamengo, está no mesmo nível. E fora do Brasil, Raphinha está jogando muitíssimo bem.

Fora esses 3, quem merece estar na Seleção Brasileira?

Se sou Ancelotti, começo bem: convoco os centroavantes dos dois times mais populares do país eo melhor atacante no estrangeiro.

E você, o que acha disso?

Imagem extraída de: https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/futebol/corinthians/yuri-alberto-deve-ser-desfalque-do-corinthians-contra-o-palmeiras-entenda/

 

– Do meu tempo de árbitro…

A gincana junina da minha filha Tetéia pediu, para um dos dias, que as crianças estejam com cabelo maluco. No outro, de pijama. E num último, de camisa de time de futebol.

Para esse dia, ganhará ponto-extra quem trouxer algo de futebol diferente de camisa ou calção. Adivinha o que a minha pequena vai levar?

Deu saudade do tempo dos gramados, quando separei esse kit… rsrs

– De quem é a culpa da má fase do Santos FC?

A última vitória do Santos FC foi em 16 de abril pela 4a Rodada do Brasileirão. Quase 40 dias depois, sem vencer no Campeonato Brasileiro e na Copa do Brasil (eliminado ironicamente no estádio que leva o nome do seu grande ídolo, Rei Pelé), o treinador Cléber Xavier ainda não conquistou uma vitória.

A enquete é “simples”:

(A) A culpa é dos jogadores (exceto Neymar, pois estava machucado)?

(B) A culpa é de todos os jogadores, incluindo Neymar, que “não se concentrou na recuperação ao se expor em eventos”?

(C) A culpa é do treinador?

(D) A culpa é do presidente Marcelo Teixeira (que demitiu Pedro Caixinha pouco depois de dizer que “era inadmissível não vencer o Vasco em São Januário com o time que o Peixe tinha”).

(E) Ou a culpa é de todos?

A culpa, sem dúvida, é de alguém. De quem?

– Escândalos, denúncias e grilagem marcam trajetória de Samir Xaud

⚠️ Candidato à CBF, Samir Xaud enfrenta acusações graves e ligações familiares polêmicas. Defesa rebate! 🧐⚖️ #CBF #Política #linkezine O post …

No texto original em escândalos, denúncias e grilagem marcam trajetória de Samir Xaud

– Qual o critério para suspender árbitros, dona CBF?

Nas rodadas 1 e 2 do Brasileirão, qualquer  árbitro que errou (segundo a avaliação da CBF), pegou um gancho de “alguns jogos” (não é explicitado o prazo).

Isso não ocorreu entre as rodadas 3 e 8.

Na rodada 9 do Campeonato Brasileiro e nos jogos da 3ª fase da Copa do Brasil, isso mudou de novo!

Fernando Sarney (o presidente-tampão da CBF) juntamente com Rodrigo Martins Cintra (o presidente da Comissão de Arbitragem) receberam a diretoria do Grêmio para ouvir as queixas de arbitragem. E decidiram:

O árbitro Reinaldo José (FIFA-PE) não foi suspenso pois acertou (segundo a CBF) em marcar pênalti em Luciano (SPFC) no Morumbi, mas foi advertido por não marcar falta em Arboleda.

O árbitro Matheus Candançan (FIFA-SP) foi suspenso e passará por treinamento por não validar o gol gremista na Copa do Brasil (jogo contra o CSA).

Fica a dúvida: quando é para suspender ou não? E quando alguém da CBF determina que está certo um lance que está errado, faz o quê?

– A informação de Lauro Jardim sobre Botafogo e CBF…

… é bem triste!

Em “O GLOBO”, o jornalista Lauro Jardim informa que o Botafogo apoiou Samir Xaud para presidente da CBF em troca de não receber uma pena de banimento do futebol de John Textor!

O acordo houvera sido costurado em… Brasília!

Dá nojo isso, não?

– A regra que não pegou: a dos Capitães, exclusivamente, reclamando aos Árbitros.

Dias atrás, escrevemos sobre as mudanças das Regras do Futebol para a temporada 2025/2026. Você pode acessar aqui: https://professorrafaelporcari.com/2025/03/30/as-mudancas-da-regra-do-jogo-para-2025-2026-e-o-que-ha-de-mais-relevante/

Entretanto, uma delas parece não ter funcionado: a que faculta somente ao capitão conversar com o árbitro. Relembre:

Regra 3, Os Jogadores: Estava em teste a orientação de que apenas o Capitão de cada equipe poderia conversar com o árbitro, de maneira respeitosa, e os demais jogadores que se manifestassem receberiam Cartão Amarelo. Na Europa isso foi visto em algumas ligas, e agora passa a ser facultativo por torneio: ou seja, se no Campeonato Brasileiro quiser se adotar tal regra, será permitido (há diretrizes para isso que serão redigidas em breve); porém, se não desejar, ficará como antes: ninguém pode contestar a autoridade do árbitro (embora observamos o quanto se tem de reclamação).
Para essa mudança, creio que as diretrizes a serem divulgadas terão mecanismos para que evite o “rodízio de capitães”, uma burla que se têm feito para que diversos atletas possam reclamar.

Pois bem: Seneme colocou em caráter de teste no Brasileirão 2024 a opção da exclusividade do capitão, e em algumas rodadas isso funcionou. A nova comissão, dirigida por Rodrigo Cintra, optou por ela também, definitivamente. Mas os árbitros não estão cumprindo…

Repare: todo mundo conversa com o árbitro e ninguém toma cartão. No trágico jogo do Grêmio contra o CSA (os gaúchos foram prejudicados pelo erro da arbitragem), jogadores de ambas equipes saíram em corrida junto com o árbitro Matheus Candançan (que está sentindo o peso do escudo da FIFA) desde a grande área até o monitor, reclamando e o cercando, e ninguém foi advertido. Pode? E é da FIFA…

A verdade é: há regras que a gente não consegue aplicar, seja por comodidade, falta de coragem ou respaldo, infelizmente.

– Pensamento de Gladstone.

Gostei de tal pensamento e compartilho:

“O esporte é fundamental para dar vigor ao corpo, fibra ao espírito e rapidez ao raciocínio.”

William Gladstone, 4 vezes primeiro ministro inglês.

Resultado de imagem para william gladstone

 

– Errou em campo, mas foi premiado?

O árbitro Rodrigo José Pereira de Lima, de maneira quase unânime entre os comentaristas de arbitragem, errou ao marcar o pênalti em Luciano no São Paulo x Grêmio.

Porém… a CBF o bancou, disse que acertou no lance e o escalou para Fluminense x Vasco!

Eita, Brasil…

Relembre aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2025/05/18/os-gauchos-tem-razao-em-reclamar-do-arbitro-em-sao-paulo-2×1-gremio/

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Juventude (Rodada 10 do Brasileirão 2025):

E para o confronto do Massa Bruta contra o Juventude, a CBF escalou:

Árbitro: Lucas Casagrande – PR
Árbitro Assistente 1: Rafael Trombeta – PR
Árbitro Assistente 2: Luís Carlos de Franca Costa – RN
Quarto Árbitro: Léo Simão Holanda – CE
Assessor: Ana Karina Marques Valentin – PE
VAR: Rafael Traci – SC
AVAR: Johnny Barros de Oliveira – SC
AVAR2: Antonio Magno Lima Cordeiro – CE
Observador de VAR: Regildênia de Holanda Moura – RJ
Quality manager: Paulo Ricardo Alves de Oliveira – SP

Lucas Casagrande tem se destacado positivamente, desde que começou a ter oportunidades no ano passado. Até agora, seu jogo mais importante foi Flamengo x Vitória, e foi bem. Sabe deixar o jogo correr, permite o contato físico na disputa de bola e está com moral com a Nova Comissão de Árbitros.

Que faça um bom jogo.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Juventude pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Pietro Loredo, reportagens e comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Segunda-feira, 26/05, 20h00. Mas desde às 19h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Yuri Alberto já não faz por merecer uma convocação para a Seleção?

Qual ou quais atacantes são melhores do que Yuri Alberto no Brasil hoje?

Pedro, do Flamengo, está no mesmo nível. E fora do Brasil, Raphinha está jogando muitíssimo bem.

Fora esses 3, quem merece estar na Seleção Brasileira?

Se sou Ancelotti, começo bem: convoco os centroavantes dos dois times mais populares do país eo melhor atacante no estrangeiro.

E você, o que acha disso?

Imagem extraída de: https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/futebol/corinthians/yuri-alberto-deve-ser-desfalque-do-corinthians-contra-o-palmeiras-entenda/

 

– Minha coluna no Jornal de Jundiaí de hoje:

Minha coluna no Jornal de Jundiaí de hoje!

Explicamos a guerra política que vive a CBF e quem é quem na dança das cadeiras.

Prestigie:

– A informação de Lauro Jardim sobre Botafogo e CBF…

… é bem triste!

Em “O GLOBO”, o jornalista Lauro Jardim informa que o Botafogo apoiou Samir Xaud para presidente da CBF em troca de não receber uma pena de banimento do futebol de John Textor!

O acordo houvera sido costurado em… Brasília!

Dá nojo isso, não?

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Criciúma (Jogo de Volta da 3ª fase da Copa do Brasil).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Tigre Carvoeiro, a CBF escalou:

Árbitro: Wilton Pereira Sampaio – GO
Árbitro Assistente 1: Bruno Raphael Pires – GO
Árbitro Assistente 2: Leone Carvalho Rocha – GO
Quarto Árbitro: Gabriel Meira Bispo – SP
Assessor: Clêiber Elias Leite – BA
VAR: Diego Pombo Lopes – BA
AVAR: Cleriston Clay Barretos Rios – SE
AVAR2: Dyorgines Andrade – ES
Observador de VAR: Newton dos Santos Barreira – SP
Quality manager: Walter de Lima Coelho Jr – SP

Wilton é velho conhecido de todos e, em particular, para ele o jogo é importante pois está se preparando para o Mundial de Clubes da FIFA. Nesse momento, observadores FIFAs buscam assistir os jogos dos árbitros pré-selecionados para saberem como eles chegarão aos treinos para o torneio. E Sampaio, que não foi bem no Fluminense x Bragantino pelo Brasileirão nesse ano (é o mesmo trio daquela jornada), poderá mostrar melhor serviço.

Relembre aquela atuação aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2025/04/06/analise-da-arbitragem-de-fluminense-2×1-red-bull-bragantino-2/

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Criciúma pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Pietro Loredo, comentários  e reportagens de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quinta-feira, 22/05, 21h30. Mas desde às 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– A prova de que não se sabe apitar sem VAR…

No Estádio dos Aflitos (Náutico 1×2 SPFC), o árbitro Jonathan Benkenstein Pinheiro (de boas e razoáveis atuações) tentou imitar o Estilo Vuaden, e em muitos momentos errou na dose, deixando de marcar faltas reais e mais viris. Não foi a melhor leitura que deveria fazer, pelo campo escorregadio. Sorte que os jogadores colaboraram. Em um Palmeiras x Corinthians, teria dado muita confusão.

Entretanto, uma observação: Ferraresi cometeu bem na frente do quarto árbitro, próximo ao próprio árbitro e ao bandeira 1, um clássico carrinho frontal certeiro. É lance de “Escola de Árbitro”, o “be-a-bá do Cartão Vermelho”. Mas… aplicou o Amarelo, e só fez a correção depois do VAR ter chamado a atenção.

Teria sido um erro de interpretação? Talvez não. Tem sido frequente tais situações a jovens árbitros: aplica-se a pena mais leve, e aguarda-se o VAR para “re-apitar” o lance (afinal, é “melhor” do que mudar de Amarelo para Vermelho, ao invés de “desexpulsar” alguém). E justamente é isso que a FIFA pede para que não se faça no Protocolo do VAR: o uso dele como uma “muleta de apoio”.

Isso mostra: os árbitros não sabem apitar sem o VAR, e parecem “ter medo de assumir uma responsabilidade sozinhos”.

Jonathan Benkenstein, das partidas que assisti, fez bons trabalhos, mas vacilar nos cartões aguardando a conversa com o VAR e soltar as faltas além da conta o jogo, tem sido um defeito.

– A regra que não pegou: a dos Capitães, exclusivamente, reclamando aos Árbitros.

Dias atrás, escrevemos sobre as mudanças das Regras do Futebol para a temporada 2025/2026. Você pode acessar aqui: https://professorrafaelporcari.com/2025/03/30/as-mudancas-da-regra-do-jogo-para-2025-2026-e-o-que-ha-de-mais-relevante/

Entretanto, uma delas parece não ter funcionado: a que faculta somente ao capitão conversar com o árbitro. Relembre:

Regra 3, Os Jogadores: Estava em teste a orientação de que apenas o Capitão de cada equipe poderia conversar com o árbitro, de maneira respeitosa, e os demais jogadores que se manifestassem receberiam Cartão Amarelo. Na Europa isso foi visto em algumas ligas, e agora passa a ser facultativo por torneio: ou seja, se no Campeonato Brasileiro quiser se adotar tal regra, será permitido (há diretrizes para isso que serão redigidas em breve); porém, se não desejar, ficará como antes: ninguém pode contestar a autoridade do árbitro (embora observamos o quanto se tem de reclamação).
Para essa mudança, creio que as diretrizes a serem divulgadas terão mecanismos para que evite o “rodízio de capitães”, uma burla que se têm feito para que diversos atletas possam reclamar.

Pois bem: Seneme colocou em caráter de teste no Brasileirão 2024 a opção da exclusividade do capitão, e em algumas rodadas isso funcionou. A nova comissão, dirigida por Rodrigo Cintra, optou por ela também, definitivamente. Mas os árbitros não estão cumprindo…

Repare: todo mundo conversa com o árbitro e ninguém toma cartão. No trágico jogo do Grêmio contra o CSA (os gaúchos foram prejudicados pelo erro da arbitragem), jogadores de ambas equipes saíram em corrida junto com o árbitro Matheus Candançan (que está sentindo o peso do escudo da FIFA) desde a grande área até o monitor, reclamando e o cercando, e ninguém foi advertido. Pode? E é da FIFA…

A verdade é: há regras que a gente não consegue aplicar, seja por comodidade, falta de coragem ou respaldo, infelizmente.

– Neymar e o seu “esforço”…

O empenho de Neymar em ajudar o Santos FC a se recuperar, impressiona!

Ironias à parte: não falta alguém do enorme staff que ele tem, para dizer que, estando lesionado, deveria preservar sua imagem?

– O que os clubes pedirão sobre o VAR e o que a CBF oferecerá:

Existe no Brasil uma entidade chamada Comissão Nacional de Clubes de Futebol, formada por alguns nomes importantes como Júlio Casares do São Paulo FC e BAP do CR Flamengo. Ela, segundo a matéria de Igor Siqueira no UOL, sugerirá 3 ideias para a Comissão de Árbitros da CBF.

Serão elas (extraídas de https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2025/05/19/comissao-de-clubes-leva-sugestoes-a-cbf-para-mudar-atuacao-do-var.htm):

“1 – Que quando o árbitro de campo chegar à área de revisão, à beira do campo, o áudio dele com a cabine do VAR seja desligado. A ideia é que o árbitro central interprete o lance sem as sugestões do VAR no ouvido.

Esse cenário incomoda os clubes porque o VAR, no intuito de auxiliar, por vezes argumenta para convencer o árbitro central a respeito da interpretação sugerida.

2 – Que após lance de gol, o VAR tenha dois minutos para buscar irregularidades. E depois, se for encontrada alguma questão, o árbitro de campo tenha mas dois minutos para revisar, se necessário.

A ideia é que se alguma irregularidade não for achada em dois minutos, significa que ela não é clara/escandalosa o suficiente para justificar a intervenção do VAR e eventual anulação.

3 – Que eventuais irregularidades na fase de ataque de um lance de gol (se houve uma falta antes, por exemplo) só sejam consideradas se acontecerem de 25 segundos antes da bola na rede em diante.

O diálogo na comissão de clubes é também para ver como o chefe dos árbitros enxerga esses temas e se é possível aplicar as sugestões diante do protocolo atual do VAR.”

As ideias podem ser levadas em conta, não tem problema de considerá-las como interessantes e discuti-las é salutar (a própria FIFA está estudando um sistema alternativo ao VAR, chamado de VSF – suporte de vídeo, onde já falamos anteriormente aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2025/01/13/o-fvs-devera-ser-ainda-mais-usado-nos-testes/).

O problema é: não se pode mudar a Regra do Jogo e nem o Protocolo do VAR, pois são universais. Por mais que se faça uma pressão, não pode o mundo “jogar com as regras X” e o nosso país com as “regras Y”. O que se deve fazer é que funcione bem o que já existe, e levar à International Board tais ideias, considerando-as boas.

Há uma observação: a CA-CBF vai receber todo mundo, pois com a queda de Ednaldo, ela se torna automaticamente frágil, já que Reinaldo Carneiro Bastos é quem catapulta Rodrigo Martins Cintra e Luiz Flávio de Oliveira à chefia dos árbitros. Fernando Sarney, Samir Xuad e toda gente que está assumindo, pertencem ao outro grupo político. E quando um clube pedir a troca do comando dos juízes, não será demorada a providência.

Imagem gerada por IA

– Cristiano Ronaldo jogando no Botafogo FR?

A camisa 7 de Mané Garrincha pode ter novo dono…

CR7 no Fogão? Ou não passa de mais uma especulação? Aguardemos!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Criciúma (Jogo de Volta da 3ª fase da Copa do Brasil).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Tigre Carvoeiro, a CBF escalou:

Árbitro: Wilton Pereira Sampaio – GO
Árbitro Assistente 1: Bruno Raphael Pires – GO
Árbitro Assistente 2: Leone Carvalho Rocha – GO
Quarto Árbitro: Gabriel Meira Bispo – SP
Assessor: Clêiber Elias Leite – BA
VAR: Diego Pombo Lopes – BA
AVAR: Cleriston Clay Barretos Rios – SE
AVAR2: Dyorgines Andrade – ES
Observador de VAR: Newton dos Santos Barreira – SP
Quality manager: Walter de Lima Coelho Jr – SP

Wilton é velho conhecido de todos e, em particular, para ele o jogo é importante pois está se preparando para o Mundial de Clubes da FIFA. Nesse momento, observadores FIFAs buscam assistir os jogos dos árbitros pré-selecionados para saberem como eles chegarão aos treinos para o torneio. E Sampaio, que não foi bem no Fluminense x Bragantino pelo Brasileirão nesse ano (é o mesmo trio daquela jornada), poderá mostrar melhor serviço.

Relembre aquela atuação aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2025/04/06/analise-da-arbitragem-de-fluminense-2×1-red-bull-bragantino-2/

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Criciúma pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Pietro Loredo, comentários  e reportagens de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quinta-feira, 22/05, 21h30. Mas desde às 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Ednaldo Rodrigues não volta mais.

E o presidente destituído da CBF, Ednaldo Rodrigues, protocolou um documento onde alega desistir da CBF.

Normal. É a certeza de que seu grupo político perdeu.

– Às claras e didaticamente, sobre os dois grupos da CBF e o futuro novo presidente:

O “torcedor de futebol comum” está acompanhando toda essa confusão sobre a presidência da CBF, e boa parte não está entendendo nada. Mas, afinal, quem são os candidatos? Ou melhor: quem está querendo assumir o poder?

Para entender, há dois grupos políticos rivais:

1 – O de Ricardo Teixeira e Marco Polo Del Nero, que antigamente eram rivais, mas se uniram nos anos 2000 e geraram dirigentes como Caboclo e Cel Nunes (que nunca foram autônomos na prática, mas sim peças ditas comandadas à boca pequena) ou ressuscitaram outros, como José Maria Marin.

2- O de Reinaldo Carneiro Bastos, que fomentou Ednaldo Rodrigues e que, segundo os bastidores, sabidamente mandava no futebol brasileiro até então, em um comportamento igual ao grupo anterior: um presidente eleito, como foi Ednaldo, sem autonomia, supostamente comandado por alguém superior.

Tudo começou tempos atrás, quando Eduardo José Farah se licenciou da FPF e houve um acordo para que Reinaldo Carneiro e Marco Polo assumissem a entidade (como presidente e vice, respectivamente). Na hora H, Marco Polo assumiu a presidência alegando ser o vice mais velho e quebrando o combinado, gerando uma guerra de poder. Entre idas e vindas judiciais, houve o caso “Madonna, onde Marco Polo Del Nero denunciou à CBF que a partida que poderia decidir o título do Brasileirão, Goiás x São Paulo, estaria moralmente comprometida pois Reinaldo Carneiro Bastos houvera pedido ingressos à diretoria Tricolor para assistir o show da cantora Madonna no Morumbi, e que o “Pinguim” (árbitro Wagner Tardelli, escalado para o jogo) seria um dos vips que receberam ingresso de Reinaldo.

Enfim: tudo isso alimentou as disputas de poder, levando Marco Polo a compor com Ricardo Teixeira. Mas… isso explodiu com o Fifagate (a ação da Interpool que prendeu e/ou suspendeu cartolas de futebol em escândalos envolvendo direitos de transmissão e Copa do Mundo, por corrupção).

Com dirigentes banidos e alguns presos, algumas lacunas surgiram e os diversos vice-presidentes da CBF tentaram ser protagonistas. Mas sem o apoio dos poderosos cartolas aqui elencados, nada seria possível. Até porque os clubes têm medo desses nomes e nada podem fazer.

Surgiu então Ednaldo Rodrigues. E como ele se manteve no poder até então?

Com o apoio de Reinaldo, o baiano teve decisões judiciais a seu favor e assinaturas de dirigentes que o garantiam no poder. Além disso, o jogo político foi forte: diz-se que distribui-se escudos da FIFA a árbitros e bandeiras por interesses nem sempre meritocráticos (vide, especialmente no quadro feminino, o número de oficiais desconhecidas de estados não tão representativos do futebol, com a insígnia internacional). Fora isso, o óbvio foi questionado: a barganha financeira.

Na última eleição da CBF, o presidente Ednaldo Rodrigues (do grupo de Reinaldo) foi aclamado por unanimidade pelos clubes e federações, sendo inviabilizada a chapa adversária, do grupo de Teixeira e Marco Polo, que tentou lançar Ronaldo Nazário.

Entenda: para concorrer, cada candidato precisa ter apoio declarado por 8 federações e 5 clubes. Ronaldo não conseguiu apoiadores. E nesse processo questionável, o colégio eleitoral é formado pelas 27 federações com peso 3 no voto, pelos 20 clubes da Série A com peso 2 e pelos 20 clubes da série B com peso 1. Ou seja: se as Federações fecharem com algum candidato, não adianta todos os outros clubes se unirem para votar em outro, pois a força deles é menor. Assim, perceba: Federações como a do Amapá ou da Rondônia tem mais força e “importância” do que clubes como Flamengo ou Corinthians.

No pleito ocorrido há pouco dias, estourou o escândalo de que os presidentes de Federações tiveram uma benesse de Ednaldo Rodrigues, onde eles recebiam aproximados 50 mil reais e obteram um reajuste para R$ 215 mil, com direito a “16º salário” (entre aspas, pois não é salário propriamente dito, mas são 16 parcelas anuais desse valor). Por unanimidade, o grupo de Reinaldo continuou no poder.

A questão é: com a decisão judicial que retirou Ednaldo do poder, pois a assinatura do Cel Nunes que o garantiu no poder (no primeiro processo do imbróglio) houvera sido falsificada, tudo mudou. Ato contínuo, Fernando Sarney (filho de José Sarney, um dos 8 vices da CBF e ligado ao grupo de Teixeira e Marco Polo) assumiu o poder para convocar eleições.

As chapas tiveram 4 dias para registro de candidatura, e a oposição atual a Ednaldo (entenda-se: grupo de Teixeira e Marco Polo) lançou Samir Xaud. A situação, sem nome, lançou o próprio nome de Reinaldo Carneiro Bastos.

Entretanto… Reinaldo não conseguiu ter o apoio de 8 federações (somente a sua própria federação, a Paulista, além da do Mato Grosso, o apoiaram). Assim, troca-se de grupo político no poder no dia 25, dia das Eleições na CBF e que terá candidato único (véspera da apresentação de Carlo Ancelotti como treinador da Seleção Brasileira e convocação para as Eliminatórias).

E por que Reinaldo “não vingou”?

Ora, pelo motivo óbvio: os presidentes de federações querem vantagens e não são fiéis a nomes. O grupo representado por Ednaldo instituiu o mensalinho, aumentou o salário deles e criou o 16º. Mas não tinha mais nada a oferecer. Já o outro grupo, sedento ao poder, pode oferecer outros tantos benefícios.

Alguém pode questionar: “mas eles não elegeram Ednaldo recentemente por unanimidade?” E a resposta é: “sim, mas as federações enxergam outras oportunidades com o cenário atual – das políticas às financeiras”.

Exemplos?

Mais verbas para desenvolvimento local do futebol, mais escudos FIFA a bandeiras de federações menores, mais amistosos da Seleção Brasileira em seus territórios regionais e mais chefes de delegação viajando para a Europa…

Fidelidade, cá entre nós, não é o forte dessa gente.

E quem é Samir Xaud?

Ele é médico, tem 41 anos, e é filho de Zeca Xaud. Seu pai é presidente da Federação de Futebol da Roraima (com 10 times filiados), que está no cargo desde 1980 e terminará o mandato em 2026. A curiosidade é: em 2024, Samir foi eleito novo presidente da Federação de RR, e assumirá o cargo para suceder o seu progenitor somente em 2027 (ou melhor: assumiria, pois deve estar na CBF).

Lógico, Samir não estará no cargo pelo que já fez ao futebol ou pela meritocracia, mas por ter sido o nome do grupo político que entra.

Esse, simplesmente, é o futebol brasileiro. Tem como dar certo?

– Camilo vs Luciano: valeu, Pilhado!

Obrigado pelo carinho da citação, Pilhado!

Sobre o lance polêmico de SPFC 2×1 GFPA, em: https://wp.me/p4RTuC-17ck

– O VAR acabou com a malandragem no futebol? Com a palavra, o Malandro!

Os torcedores mais antigos se lembram do folclórico Dé Aranha, que jogou futebol nos anos 70 e passou por Botafogo, Bangu e Vasco da Gama.

Reconhecido como “malandro” (ele jogou gelo na perna de adversário, areia nos olhos de goleiro e ‘comeu’ cartão vermelho de juiz), quando questionado sobre tais atitudes com o VAR existindo hoje, disse à Revista Veja que:

“No futebol, não há mais espaço para a irreverência e a malandragem dos meus tempos de jogador (…) Cada jogo era uma guerra, e na guerra vale tudo: tiro nas costas, emboscada (…). Os jogadores de hoje são mais atletas do que craques. Por isso jogam um futebol horroroso. Eu fui marrento, mas também craque e atleta. Hoje não se pode nem mais comemorar um gol provocando a torcida adversária (…) Eu joguei no tempo do Castor de Andrade, ele fazia de tudo: comprava juiz, tirava jogador de time adversário. Mas estamos no tempo do profissionalismo. Hoje, é preciso pensar como uma empresa. A malandragem ficou para trás.”

O link está em: https://veja.abril.com.br/esporte/de-aranha-a-malandragem-ja-era/

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Imagem extraída da Revista Veja (link acima), mas não encontrei a autoria da foto. Por gentileza, quem souber, informar para o crédito na postagem.

– Os gaúchos têm razão em reclamar do árbitro em São Paulo 2×1 Grêmio?

O árbitro Rodrigo José Pereira de Lima está sendo questionado pelo Grêmio pela derrota contra o São Paulo.

Embora o São Paulo tenha tido muito mais volume de jogo (até o gol do Tricolor Gaúcho, havia 10 ataques do SPFC contra 1 do GFPA), o lance capital veio de um pênalti polêmico de dupla reclamação:

No ataque, Arboleda teria cometido uma carga faltosa em Jemerson (e seria falta para a defesa do Grêmio). Não foi! Acertou ao nada marcar o árbitro, lance normal de disputa de bola (o contato físico, desde que não seja com força excessiva, é inerente no futebol). Porém, na sequência, Luciano (que reclama sempre da arbitragem e costuma forçar faltas cavadas) vai dominar uma bola em disputa com Camilo, que o marca por trás. Há uma “pernada” do marcador, que não atinge o atacante de maneira infracional (por baixo, não foi pênalti). Por cima, há a mão nas costas de Luciano, mas que não tem força para empurrar o jogador. Ao sentir o contato físico, o são-paulino se joga e o árbitro “cai”.

Repare: pelo fato do árbitro estar numa posição frontal, ele perde a noção da força do toque. Se estivesse corretamente na diagonal, à esquerda da jogada, teria uma visão de lateralidade melhor e não marcaria.

O problema é: tendo VAR, cinco minutos analisando, e marcar infração…

Enfim: jogador sabe quando o árbitro está com dificuldade técnica e/ou em uma má jornada e aproveita-se disso.

Eu não marcaria a falta de Arboleda, tampouco o pênalti de Camilo. Deveria seguir o jogo.