– Sobre Palmeiras 4×0 LDU na Libertadores da América:

E o Palmeiras reverteu o placar contra a LDU e fará a final contra o Flamengo.

Um pitaco em: https://youtu.be/xLAcul3gP8k?si=7FzPSGVX9iDcb642

– E se fosse no Brasil? Os times dos árbitros:

Repercutiu bastante na Espanha a fala do ex-árbitro da FIFA Iturralde González, colocando a arbitragem espanhola em discussão.

Em entrevista à rádio Cadena SER, disse sobre os árbitros:

90% [dos juízes de futebol] torcem pelo Real, 10% pelo Barcelona. Quer os torcedores do Barça gostem ou não, 70% da população espanhola, excluindo a Catalunha, torce pelo Real Madrid. Agora, há mais torcedores do Barça porque os jovens viram os títulos sob o comando de Guardiola. Mas antes da “Era Messi”, quantas pessoas na Espanha torciam pelo Real Madrid? Cerca de 70% Quanto a mim, não me interessam nem o Real, nem o Barcelona, sou Athletic Bilbao e todo mundo sabe disso. Mas, na ânsia de ser justo, acabei os prejudicando algumas vezes“.

Acho isso preocupante e desnecessário. Mas é só um ponto de vista (o meu, óbvio). Respeito quem queira revelar seu time do coração, mas depois tem que arcar com as consequências (pessoais e para a categoria).

Primeiro, falemos de jornalistas e seus clubes, depois dos árbitros:

1- Quando um jornalista revela o seu clube, ele pode fazer por diversas razões: para acabar com especulações, para ser transparente na sua relação com o seu seguidor, ou, ainda, para direcionar um trabalho profissional (se especializar numa equipe, por exemplo). É muito importante ressaltar que revelar seu time, não faz o profissional mais competente ou menos correto, isso independe. O grande incômodo pode ser o fanatismo do torcedor do time rival, que não aceita comentário por achar supostamente que determinado jornalista use o coração (afinal, esse tipo de irracional costuma ser um tremendo hater).

2- Quando um árbitro revela seu time, aí é mais complicado. Na ativa, impossível manter a carreira em paz (se é que ela terá prosseguimento, caso o faça). Se aposentado, aí vão querer puxar pela lembrança algum jogo polêmico para dizer que “apitou com o coração. Ou, ainda, se vira comentarista de arbitragem… sai de baixo!

Conto “a minha experiência”:

Todo mundo que gosta de futebol, tem o seu time do coração. E qual criança apaixonada por futebol não terá? E qualquer jovem do Interior Paulista tem sempre dois times: o da sua cidade (o meu, o querido Paulista FC, o Galo da Japi, Tricolor da Terra da Uva, orgulho de Jundiaí) e um time grande (que me reservo a permanecer guardado). Exceto, evidentemente, os interioranos de Campinas, por motivos lógicos.

Quando você entra para o futebol profissional, a Federação local tem no seu cadastro o seu time (quem coloca que não tem, não apita – e era assim nos 90). Não quer dizer que você não será escalado em jogos dele, é apenas para uma observação / estatística / resguardo. E a minha preocupação sempre foi: quando eu apitar um jogo do meu time, como procederei? O problema nunca foi “favorecer”; ao contrário, era de evitar “prejudicá-lo inconscientemente”, no ímpeto de me mostrar honesto. E isso normalmente vai acontecer na categoria de base, quando você terá contato pela primeira vez com algum dos 4 grandes paulistas.

E no dia que aconteceu… foi maravilhoso! ZERO preocupação se um dia torci para aquele time, era o time X contra o Y, e assim foi. E fica a consideração, que ganhei com a experiência: árbitro não tem time, árbitro torce para ele próprio, pela sua carreira, para ter mais escalas! Não existe, no futebol profissional, árbitro que num clássico dê um pênalti ao seu time de infância, de maneira injusta e por vontade que ele vença. Até porque, sabemos e vemos, todos os times grandes pressionam, reclamam, pedem veto de vários nomes e não dão sossego ao juiz. Como torcer?

Isso ficou bem claro a mim, quando pela primeira vez apitei um jogo no estádio do clube mandante que eu torcia (Pacaembu, Palestra Itália, Morumbi ou Vila Belmiro). O presidente do clube chutava a porta do vestiário e xingava (essa irá para meu livro de causos): “Deus é grande, seu f***o da p**a, se Deus quiser você capota na Anhanguera e não chega vivo em Jundiaí, seu morf****o”. Os demais membros da minha equipe de arbitragem, quando me encontram, recordam dessa história… e ficou a questão: como um dia, eu pude torcer para esse time?

Enfim: não há perigo de árbitro favorecer o time de infância. O risco maior, confesso, foi quando eu estive escalado no Estádio Jayme Cintra, em Jundiaí. Quem é do Interior, não pode trabalhar em time da sua cidade, por questão ética da FPF (os árbitros da Capital não são submetidos a isso). Por 3 vezes (Paulista x Santo André, Paulista x Mogi Mirim e Portuguesa x Paulista) fui escalado como 4º árbitro, e comuniquei à FPF que eu não poderia. Mesmo assim, a escala foi mantida (e o complicado foi: os torcedores xingavam o árbitro e gritavam o meu nome, pedindo para eu trocar de lugar com ele – e tal “intimidade” incomodava o adversário). No Canindé, contra a Lusa um fato hilário: quando entrei em campo, amigos da torcida do Paulista gritaram meu nome. Wilson Luís Seneme, o árbitro, ficou constrangido…

No pós-carreira, muitos árbitros voltam a torcer, pois gostam de futebol. Outros (como eu), acabam se interessando mais pelo futebol e suas nuances diversas e acabam torcendo não mais para clube, mas para amigos (separando o trabalho profissional das amizades, ainda assim).

Eu sempre fui ao Jayme Cintra assistir jogos com meu pai na geral e depois nas cativas (meu jogo inesquecível foi Paulista 1×0 Palmeiras de São João da Boa Vista, pela divisão intermediária, com gol do Ricardo Diabo Loiro); apitei jogos-treinos e amistosos (incluindo alguns internacionais: Paulista x Rubin Kazan da Rússia e Paulista x Seleção de Trinidad Tobago, de Sebastião Lazaroni). E hoje comento a arbitragem pela Rádio Difusora AM 810, com o “Time Forte do Esporte” do consagrado Adilson Freddo. E isso não me impede de falar que o árbitro acertou a favor ou contra o Galo, meu trabalho é profissional

Idem na Rádio Futebol Total, em Bragança Paulista, com a equipe do grande Sérgio Loredo, onde tenho carinho especial por terem me acolhido nos anos que lá morei, comentando os jogos do Red Bull Bragantino. A honestidade e a seriedade é a mesma, e independem da simpatia que tenho com os queridos amigos de lá.

O grande problema será: o torcedor “do adversário”. Por não revelar o time grande da infância, se comento um lance polêmico que o Palmeiras possa ter sido favorecido, por exemplo, sou corintiano. Se comento em jogo do Corinthians, sou são-paulino. Se é com o SPFC, viro palmeirense. E semanalmente “haters” mudam o meu clube…

Claro, respeito árbitro que revele seu clube, mas diferente de jornalista, a importunação talvez seja ainda maior, por tudo o que a arbitragem brasileira vive atualmente.

Na minha modesta opinião, Eduardo Iturralde González criou uma confusão ainda maior do que já acontece na Espanha…

  • E se fosse no Brasil?

Seria a lógica, pois tudo é proporcional: a maior parte dos árbitros será flamenguista, depois corintiana, na sequência são-paulina ou palmeirense (dependendo da pesquisa). Idem ao número de jornalistas torcedores, ao de homens torcedores, mulheres torcedoras, LGBTs torcedores… e por aí vai.

Iturralde Gonzales (Getty Images). Ele colocou “fogo no palheiro na Espanha…”

– A expulsão de Plata no Racing 0x0 Flamengo:

Não faz sentido a nova expulsão de Plata!

A primeira, equivocada contra o Estudiantes, por Andrés Rojas, falamos em: https://professorrafaelporcari.com/2025/09/19/andre-rojas-no-flamngo-2×1-estudiantes/

A segunda, agora contra o Racing, por Piero Maza, foi forçada. Não era lance para Cartão Vermelho, foi uma reação de Amarelo. Criou-se uma situação para prejudicar o time, “a là Amarilla”.

Falamos dias atrás sobre as teorias conspiratórias a respeito da Conmebol. Relembre aqui: https://professorrafaelporcari.com/2025/09/21/voce-acredita-em-teorias-conspiratorias-da-conmebol-2/

Enfim, se percebe: a final dos sonhos da entidade, seria uma final Brasil x Argentina, o que o Flamengo conseguiu evitar. Alertamos ontem: https://professorrafaelporcari.com/2025/10/29/palmeiras-e-flamengo-passarao-a-final-da-libertadores-da-america-um-pitaco-sobre-a-arbitragem-2/

Parabéns, Flamengo. Eliminou o rival e venceu o árbitro.

– Sue que faz bem!

Suar faz muito bem!

Pratique esportes! O corpo, a alma e a mente agradecem. Olhe aí a minha cara de feliz.

🏃‍♂️ #corrida

– Bom dia, 5ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Bem dispostos para mais um dia de vida?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running 

– Se os árbitros fossem profissionais, árbitro não se submeteria a 15 horas de barco…

Coisas da Arbitragem Brasileira: Anderson Daronco apitou a semifinal da Sulamericana no Chile numa quinta-feira, e no sábado estava na Copa Floresta em São Sebastião de Uatamã, no meio da Floresta Amazônica (um torneio de várzea), viajando 15 horas de barco.

Nada contra ele, mas contra o sistema. Se a CBF tivesse árbitros profissionais (nos direitos e nos deveres), Daronco teria cumprido seu compromisso com a Conmebol, voltado ao Brasil e seguido um treino recuperativo, preparando-se para o Brasileirão, sem precisar ganhar renda extra de tal forma.

Árbitros renomados da FIFA, pela exposição, cobram taxas, invariavelmente, mais altas do que nos campeonatos oficiais, pois estão expostos a riscos nos torneios amadores, além de aproveitar seu momento de celebridade num evento como esse.

Vale a leitura, em: https://ge.globo.com/google/amp/rs/futebol/noticia/2025/10/28/daronco-sai-do-chile-e-encara-15h-de-barco-para-ser-recebido-como-popstar-no-coracao-da-amazonia.ghtml

– Os 4 D’s para se avaliar uma jogada clara de gol e dar cartão vermelho.

Veio por email a pergunta: o que é “analisar os 4D’s para se caracterizar uma DOGSO?

Nesses tempos modernos, criam-se alguns “modismo”. E DOGSO é o acróstico formado pelas iniciais em inglês da expressão “situação clara e iminente de gol” (o típico lance em que o jogador iria fazer um tento, tinha chance aberta para isso e alguém lhe comete uma falta para Vermelho).

Vamos lá: os 4 D’s significam uma abreviação de 4 fatores para se avaliar uma expulsão nessa circunstância. São:

Direção: o atleta estava indo para o gol, ou cortava a jogada para a lateral?

Domínio: ele tinha a bola em seu domínio, ou ainda ele não tinha total controle sobre ela?

Defensores: algum outro atleta, exceto aquele que cometeu a falta, tinha chance de disputar a bola alcançando-o na corrida?

Distância da meta: realmente estava próximo o suficiente para chegar ao gol, ou a distância era demasiada e não era tão óbvio que pudesse fazê-lo?

Se alguma das respostas mostrar que não era tão claro o gol, se dá Cartão Amarelo. Caso contrário, Vermelho.

– Palmeiras e Flamengo passarão à final da Libertadores da América? Um pitaco sobre a arbitragem:

Eu não confio na Conmebol, por tudo o que já aconteceu historicamente (e num passado recente) envolvendo prisões, golpes, FIFAGate, arbitragem e outras tantas coisas.

Para esses jogos decisivos de volta da Libertadores, escalou-se os supostamente mais experientes árbitros do continente (não necessariamente os dois melhores): Wilmar Roldán em Palmeiras x LDU e Piero Maza no Racing x Flamengo (o mesmo de Estudiantes x Flamengo).

Sobre Roldán, aqui, de outros jogos: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/08/09/wilmar-roldan-no-olimpia-x-flamengo-o-que-esperar/

Sobre Maza, idem: https://youtu.be/bIQc8Dexcm8 (está no final desse vídeo da outra fase).

Ambos sabem apitar. Ambos gostam de uma confusão. Ambos são “espertos”

Teremos mais uma final com dois brasileiros decidindo? Eu acho que não.

Teremos uma final sem brasileiros? Duvido-e-o-dó.

Aguardemos. Imagino que a final dos sonhos da entidade, seria uma final com times de dois países... (e de preferência, para ela, brasileiro x argentino).

– A boa vitória do Atlético!

Cá entre nós: que jogão fez o Atlético Mineiro contra o Del Valle, garantindo sua passagem para a final da Copa Sul-americana.

A pergunta é: o Galo não poderia jogar com esse mesmo ímpeto no Brasileirão?

– E se fosse no Brasil? Os times dos árbitros:

Repercutiu bastante na Espanha a fala do ex-árbitro da FIFA Iturralde González, colocando a arbitragem espanhola em discussão.

Em entrevista à rádio Cadena SER, disse sobre os árbitros:

90% [dos juízes de futebol] torcem pelo Real, 10% pelo Barcelona. Quer os torcedores do Barça gostem ou não, 70% da população espanhola, excluindo a Catalunha, torce pelo Real Madrid. Agora, há mais torcedores do Barça porque os jovens viram os títulos sob o comando de Guardiola. Mas antes da “Era Messi”, quantas pessoas na Espanha torciam pelo Real Madrid? Cerca de 70% Quanto a mim, não me interessam nem o Real, nem o Barcelona, sou Athletic Bilbao e todo mundo sabe disso. Mas, na ânsia de ser justo, acabei os prejudicando algumas vezes“.

Acho isso preocupante e desnecessário. Mas é só um ponto de vista (o meu, óbvio). Respeito quem queira revelar seu time do coração, mas depois tem que arcar com as consequências (pessoais e para a categoria).

Primeiro, falemos de jornalistas e seus clubes, depois dos árbitros:

1- Quando um jornalista revela o seu clube, ele pode fazer por diversas razões: para acabar com especulações, para ser transparente na sua relação com o seu seguidor, ou, ainda, para direcionar um trabalho profissional (se especializar numa equipe, por exemplo). É muito importante ressaltar que revelar seu time, não faz o profissional mais competente ou menos correto, isso independe. O grande incômodo pode ser o fanatismo do torcedor do time rival, que não aceita comentário por achar supostamente que determinado jornalista use o coração (afinal, esse tipo de irracional costuma ser um tremendo hater).

2- Quando um árbitro revela seu time, aí é mais complicado. Na ativa, impossível manter a carreira em paz (se é que ela terá prosseguimento, caso o faça). Se aposentado, aí vão querer puxar pela lembrança algum jogo polêmico para dizer que “apitou com o coração. Ou, ainda, se vira comentarista de arbitragem… sai de baixo!

Conto “a minha experiência”:

Todo mundo que gosta de futebol, tem o seu time do coração. E qual criança apaixonada por futebol não terá? E qualquer jovem do Interior Paulista tem sempre dois times: o da sua cidade (o meu, o querido Paulista FC, o Galo da Japi, Tricolor da Terra da Uva, orgulho de Jundiaí) e um time grande (que me reservo a permanecer guardado). Exceto, evidentemente, os interioranos de Campinas, por motivos lógicos.

Quando você entra para o futebol profissional, a Federação local tem no seu cadastro o seu time (quem coloca que não tem, não apita – e era assim nos 90). Não quer dizer que você não será escalado em jogos dele, é apenas para uma observação / estatística / resguardo. E a minha preocupação sempre foi: quando eu apitar um jogo do meu time, como procederei? O problema nunca foi “favorecer”; ao contrário, era de evitar “prejudicá-lo inconscientemente”, no ímpeto de me mostrar honesto. E isso normalmente vai acontecer na categoria de base, quando você terá contato pela primeira vez com algum dos 4 grandes paulistas.

E no dia que aconteceu… foi maravilhoso! ZERO preocupação se um dia torci para aquele time, era o time X contra o Y, e assim foi. E fica a consideração, que ganhei com a experiência: árbitro não tem time, árbitro torce para ele próprio, pela sua carreira, para ter mais escalas! Não existe, no futebol profissional, árbitro que num clássico dê um pênalti ao seu time de infância, de maneira injusta e por vontade que ele vença. Até porque, sabemos e vemos, todos os times grandes pressionam, reclamam, pedem veto de vários nomes e não dão sossego ao juiz. Como torcer?

Isso ficou bem claro a mim, quando pela primeira vez apitei um jogo no estádio do clube mandante que eu torcia (Pacaembu, Palestra Itália, Morumbi ou Vila Belmiro). O presidente do clube chutava a porta do vestiário e xingava (essa irá para meu livro de causos): “Deus é grande, seu f***o da p**a, se Deus quiser você capota na Anhanguera e não chega vivo em Jundiaí, seu morf****o”. Os demais membros da minha equipe de arbitragem, quando me encontram, recordam dessa história… e ficou a questão: como um dia, eu pude torcer para esse time?

Enfim: não há perigo de árbitro favorecer o time de infância. O risco maior, confesso, foi quando eu estive escalado no Estádio Jayme Cintra, em Jundiaí. Quem é do Interior, não pode trabalhar em time da sua cidade, por questão ética da FPF (os árbitros da Capital não são submetidos a isso). Por 3 vezes (Paulista x Santo André, Paulista x Mogi Mirim e Portuguesa x Paulista) fui escalado como 4º árbitro, e comuniquei à FPF que eu não poderia. Mesmo assim, a escala foi mantida (e o complicado foi: os torcedores xingavam o árbitro e gritavam o meu nome, pedindo para eu trocar de lugar com ele – e tal “intimidade” incomodava o adversário). No Canindé, contra a Lusa um fato hilário: quando entrei em campo, amigos da torcida do Paulista gritaram meu nome. Wilson Luís Seneme, o árbitro, ficou constrangido…

No pós-carreira, muitos árbitros voltam a torcer, pois gostam de futebol. Outros (como eu), acabam se interessando mais pelo futebol e suas nuances diversas e acabam torcendo não mais para clube, mas para amigos (separando o trabalho profissional das amizades, ainda assim).

Eu sempre fui ao Jayme Cintra assistir jogos com meu pai na geral e depois nas cativas (meu jogo inesquecível foi Paulista 1×0 Palmeiras de São João da Boa Vista, pela divisão intermediária, com gol do Ricardo Diabo Loiro); apitei jogos-treinos e amistosos (incluindo alguns internacionais: Paulista x Rubin Kazan da Rússia e Paulista x Seleção de Trinidad Tobago, de Sebastião Lazaroni). E hoje comento a arbitragem pela Rádio Difusora AM 810, com o “Time Forte do Esporte” do consagrado Adilson Freddo. E isso não me impede de falar que o árbitro acertou a favor ou contra o Galo, meu trabalho é profissional

Idem na Rádio Futebol Total, em Bragança Paulista, com a equipe do grande Sérgio Loredo, onde tenho carinho especial por terem me acolhido nos anos que lá morei, comentando os jogos do Red Bull Bragantino. A honestidade e a seriedade é a mesma, e independem da simpatia que tenho com os queridos amigos de lá.

O grande problema será: o torcedor “do adversário”. Por não revelar o time grande da infância, se comento um lance polêmico que o Palmeiras possa ter sido favorecido, por exemplo, sou corintiano. Se comento em jogo do Corinthians, sou são-paulino. Se é com o SPFC, viro palmeirense. E semanalmente “haters” mudam o meu clube…

Claro, respeito árbitro que revele seu clube, mas diferente de jornalista, a importunação talvez seja ainda maior, por tudo o que a arbitragem brasileira vive atualmente.

Na minha modesta opinião, Eduardo Iturralde González criou uma confusão ainda maior do que já acontece na Espanha…

  • E se fosse no Brasil?

Seria a lógica, pois tudo é proporcional: a maior parte dos árbitros será flamenguista, depois corintiana, na sequência são-paulina ou palmeirense (dependendo da pesquisa). Idem ao número de jornalistas torcedores, ao de homens torcedores, mulheres torcedoras, LGBTs torcedores… e por aí vai.

Iturralde Gonzales (Getty Images). Ele colocou “fogo no palheiro na Espanha…”

– O escândalo da arbitragem e apostas na Turquia. E a força-tarefa da CBF…

Repercutiu muito pouco, mas a notícia é assustadora: a Federação Turca de Futebol tem 571 árbitros em seu quadro (a CBF tem 736), e descobriu que somente 200 não tinham contas em sites de apostas.

Dos 371 que possuíam cadastro nessas bettings, 152 estavam com contas ativas! Apostavam regulamente, mesmo sendo isso proibido pela FIFA.

Dez deles realizaram mais de 10.000 apostas, e um deles foi recordista: apostou 18.227 vezes.

Será que só acontecesse lá na Turquia

Enquanto isso, aqui no Brasil, a CBF está preocupada em “levantar a moral” dos árbitros, criticados pela deficiência técnica. Para isso, criou uma força-tarefa liderada por Netto Góes, presidente da Federação do Amapá, visando melhorar a situação. E a primeira medida foi enviar Rodrigo Martins Cintra, da Comissão de Arbitragem, para a Inglaterra. Lá, observou in loco como funciona o modelo profissional da Premier League, visitando a Professional Game Match Officials Limited (PGMOL) 

– Insisto sobre o melhor treinador do Brasileirão:

Já escrevi outras vezes: pelo elenco, pelas dificuldades e pelo noviciado, Rafael Guanaes é o melhor treinador do Brasileirão 2025.

Sem o salário milionário de Abel Ferreira, tampouco o elenco estrelado de Filipe Luís, ou sem contar com o respaldo do City Croup de Rogério Ceni, o jovem técnico do modesto time do Interior Paulista deveria ser mais aplaudido. Os elogios a ele, sem dúvida, ainda são poucos.

E pra você: quem é o melhor treinador do Brasileirão 2025?

– O Brasileirão da unanimidade.

O Campeonato Brasileiro 2025 é o torneio das lógicas, das situações que não se discutem, por conta da unanimidade.

São 4 situações:

  • Ninguém pode discordar que Flamengo e Palmeiras (depois o Cruzeiro) são as 3 forças do torneio.
  • É indiscutível que já se esperava que Santos, Corinthians e São Paulo fariam um campeonato ruim, pelo conjunto da obra que apresentaram desde o começo.
  • Todos concordam que a surpresa positiva é o Mirassol, e que ninguém imaginava, na Rodada 1, que o simpático clube paulista estaria na Zona da Libertadores.
  • O Brasil inteiro é unânime: a arbitragem é ruim.

Enfim: o quê, das discussões do Brasileirão 2025, é ponto de discórdia? Hoje, nada.

– Didaticamente, os mitos da Regra do Jogo nos lances de Palmeiras 0x0 Cruzeiro.

É preciso desmistificar alguns detalhes da Regra:

Sobre “Carrinho e Cartão Vermelho”, além de “quando posso disputar uma bola” (corrigindo alguns erros falados no lance de Gustavo Gómez e de Cássio), no link em: https://youtu.be/5LZ97Fx2zGY?si=vFOxFKR9ez63xWc9

 

– Sue que faz bem!

Suar faz muito bem!

Pratique esportes! O corpo, a alma e a mente agradecem. Olhe aí a minha cara de feliz.

🏃‍♂️ #corrida

– Bom dia, 2ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora começar mais uma semana com bastante ânimo?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running 

– Cadê o Vermelho? Sobre o lance de Gustavo Gómez em Palmeiras x Cruzeiro:

Quando você está na Escola de Árbitros, logo na primeira lição sobre Cartões, você ouve: CARRINHO (seja frontal, por áreas ou lateral), se não pegar na bola e atingir o adversário, é VERMELHO.

O árbitro faltou nessa aula (idem ao VAR), e por isso Gustavo Gómez não foi expulso?

Por coerência: se o zagueiro reclamou de Wilton Pereira Sampaio no último jogo (alegou até que o árbitro desligou o microfone, mas por ética não diria as ofensas que sofreu), agora tem que ir à TV e reclamar que a regra não foi cumprida…

Ou só se reclama quando é contra, e a favor se faz vista grossa?

Aguardemos a coletiva de Abel Ferreira. Tomara que não diga que não viu… ou que foi acidental.

IMPORTANTE: pegar BOLA + JOGADOR em carrinho, é Cartão Vermelho.

SOBRE O GOL ANULADO DO PALMEIRAS: Se o Cássio conseguiu colocar a mão na bola, ela não pode ser tocada e deve ser marcada falta se o adversário chutar – não precisa nem o palmeirense tocar no goleiro, somente tocando na bola, deve-se anular (me parece que ele coloca a mão).
Se na câmera mais aproximada mostrar que o Cássio não chegou a tocar na bola, aí foi “fazer média com o Cruzeiro”…

– Colisão grave paralisa corrida da Moto3 na Malásia.

Colisão em Sepang paralisa a Moto3 e preocupa fãs 🏍️💥 #linkezine O post 🏁 Colisão grave paralisa corrida da Moto3 na Malásia 🇲🇾💥 apareceu …

Continua em: 🏁 Colisão grave paralisa corrida da Moto3 na Malásia 🇲🇾💥

– Insisto sobre o melhor treinador do Brasileirão:

Já escrevi outras vezes: pelo elenco, pelas dificuldades e pelo noviciado, Rafael Guanaes é o melhor treinador do Brasileirão 2025.

Sem o salário milionário de Abel Ferreira, tampouco o elenco estrelado de Filipe Luís, ou sem contar com o respaldo do City Croup de Rogério Ceni, o jovem técnico do modesto time do Interior Paulista deveria ser mais aplaudido. Os elogios a ele, sem dúvida, ainda são poucos.

E pra você: quem é o melhor treinador do Brasileirão 2025?

– O que será mais difícil para Palmeiras e Flamengo?

Minha coluna no Jornal de Jundiaí dessa semana: o que é mais difícil: vencer a Libertadores da América ou o Campeonato Brasileiro?

Qual o maior nível técnico, entre as duas competições?

Palmeiras e Flamengo que o digam…

Link para o site no jornal, com o texto em: https://sampi.net.br/jundiai/noticias/2937395/opinioes/2025/10/libertadores-ou-brasileirao

– 162 anos de Futebol e 11 curiosidades.

Em 26 de outubro de 1863, findava em Londres uma vitoriosa campanha encabeçada por universitários e pelo jornalista John Cartwright: a da padronização das diversas práticas de ‘football’.

Como o esporte era jogado sob a orientação dos diversos colégios e associações esportivas, não haviam regras únicas para o futebol. Há mais de um século e meio, na Freemason’s Tavern, dessa união de esforços nasceu a “The Football Association” (a FA é a ‘CBF inglesa’), que visava, como mote maior, divulgar um único conjunto de medidas para que o jogo de futebol fosse disputado uniformemente em toda a Grã-Bretanha.

Nascia assim o livro The Simplest Play, que nada mais eram as Regras do Jogo de Futebol, com 14 capítulos.

Vamos a algumas curiosidades? Selecionei 11 itens, já que em 1870 o futebol passou a ser jogado com esse número de atletas, definido pela regra 3 até hoje.

1) As traves (Regra 1) eram compostas apenas por postes; o travessão (ou seja, a parte de cima da meta) só surgiu 2 anos mais tarde, tamanha era a confusão para se determinar se os chutes muito altos tinham sido gol ou não;

2) Infrações (Regra 12) eram resumidas como: são proibidas rasteiras, caneladas e cotoveladas, bem como golpear ou segurar a bola com a mão; simples assim!

3) Não existia a figura do árbitro (Regra 5), que só surgiu em 1868, e ficava sentado numa cadeira, na sombra, servindo para tirar as dúvidas dos capitães das equipes (que eram as pessoas que decidiam se havia alguma falta ou não em comum acordo). Somente em 1878 é que surgiu o apito, mas ainda não servia para marcar faltas, mas para avisar sobre o começo e término dos jogos. Em 1881, enfim o árbitro entrou em campo e começou a decidir sobre infrações sem a consulta de capitães, fazendo parte da regra.

4) O tempo de jogo (Regra 7) é definido em 90 minutos (1893), com intervalo e acréscimos. Antes, se desse o tempo, encerrava a partida imediatamente, quer a bola esteja no ataque ou não.

5) O pênalti (Regra 14) surge em 1891. Até então, nas faltas próximas ao gol, os jogadores se aglomeravam em cima da linha de meta e formavam um muro sobre ela.

6) Diversas infrações poderiam deixar de serem marcadas, caso a equipe que sofresse a falta achasse que não importava a marcação. Ou seja, nascia em 1903 a “lei da vantagem” (não era o árbitro quem determinava se seguia ou não o lance).

7) O goleiro podia segurar a bola com a mão por toda a sua metade do campo. Em 1907, radicalizou-se e o arqueiro só podia colocar as mãos dentro da grande área. Mas somente em 1921 alguém teve a idéia de que eles deveriam usar roupas diferentes dos jogadores de linha, para não confundir as pessoas.

8) Preocupada com a saúde dos atletas, decidiu-se em 1924 que, se o árbitro considerasse que um jogador estivesse contundido, deveria parar o jogo para que ele fosse atendido. Antes, o lesionado deveria se arranjar sozinho para deixar o campo e o jogo não deveria ser interrompido.

9) Uma revolução aconteceu em 1925: o impedimento (Regra 11) passou a exigir que ao menos 2 atletas (antes, eram 3) estivessem dando condição para que o jogo prosseguisse.

10) Em 1938, numa ‘reengenharia’ esportiva, definiu-se as 17 regras do futebol que persistem até hoje, com algumas alterações ao longo do século.

11) Somente em 1970 permitiu-se substituições de atletas universalmente (Regra 3). Antes (desde 1966), eram permitidas somente em partidas que envolvessem clubes. Também temos a adoção dos cartões amarelos e vermelhos (Regra 12).

É claro que ao longo do século XX outras tantas modificações surgiram, como o tempo de 6 segundos da posse do goleiro com a bola nas mãos, mesma linha deixar de ser impedimento, 3ª substituição, área técnica, entre outras. E no século XXI, o VAR.

E você, teria alguma sugestão para mudanças de Regra do Futebol, no dia do seu aniversário?

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– Palmeiras e Flamengo passarão à final da Libertadores da América? Um pitaco sobre a arbitragem:

Eu não confio na Conmebol, por tudo o que já aconteceu historicamente (e num passado recente) envolvendo prisões, golpes, FIFAGate, arbitragem e outras tantas coisas.

Para esses jogos decisivos de volta da Libertadores, escalou-se os supostamente mais experientes árbitros do continente (não necessariamente os dois melhores): Wilmar Roldán em Palmeiras x LDU e Piero Maza no Racing x Flamengo (o mesmo de Estudiantes x Flamengo).

Sobre Roldán, aqui, de outros jogos: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/08/09/wilmar-roldan-no-olimpia-x-flamengo-o-que-esperar/

Sobre Maza, idem: https://youtu.be/bIQc8Dexcm8 (está no final desse vídeo da outra fase).

Ambos sabem apitar. Ambos gostam de uma confusão. Ambos são “espertos”

Teremos mais uma final com dois brasileiros decidindo? Eu acho que não.

Teremos uma final sem brasileiros? Duvido-e-o-dó.

Aguardemos. Imagino que a final dos sonhos da entidade, seria uma final com times de dois países... (e de preferência, para ela, brasileiro x argentino).

– O Brasileirão da unanimidade.

O Campeonato Brasileiro 2025 é o torneio das lógicas, das situações que não se discutem, por conta da unanimidade.

São 4 situações:

  • Ninguém pode discordar que Flamengo e Palmeiras (depois o Cruzeiro) são as 3 forças do torneio.
  • É indiscutível que já se esperava que Santos, Corinthians e São Paulo fariam um campeonato ruim, pelo conjunto da obra que apresentaram desde o começo.
  • Todos concordam que a surpresa positiva é o Mirassol, e que ninguém imaginava, na Rodada 1, que o simpático clube paulista estaria na Zona da Libertadores.
  • O Brasil inteiro é unânimes: a arbitragem é ruim.

Enfim: o quê, das discussões do Brasileirão 2025, é ponto de discórdia? Hoje, nada.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Vasco (Rodada 30 do Brasileirão Série A):

E para o confronto do Massa Bruta contra o Vascão, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Sávio Pereira Sampaio – DF
Árbitro Assistente 1: Bruno Raphael Pires – GO
Árbitro Assistente 2: Daniel Henrique da Silva Andrade – DF
Quarto Árbitro: Deborah Cecilia Cruz Correia – PE
Assessor: Anderson Carlos Gonalves – PR
VAR: Diego Pombo Lopez – BA
AVAR: André da Silva Bitencourt – RS
AVAR2: Anderson da Silveira Farias – RS
Observador de VAR: Regildênia de Holanda Moura – SP
Quality manager: Paulo Ricardo Alves de Oliveira – SP

Sávio é irmão de Wilton Pereira Sampaio. Já esteve em importantes jogos da Série A e foi aspirante à FIFA. 

Irregular, foi “rebaixado” de divisão por más atuações. Por exemplo: uma enorme lambança em Internacional x Botafogo (vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2022/06/19/o-penalti-inexistente-de-internacional-x-botafogo/), e depois em Palmeiras x Red Bull Bragantino (pênalti inexistente de Cleiton em Endrick, vide aqui: https://professorrafaelporcari.com/2023/05/13/penalti-de-cleiton-em-endrick-no-palmeiras-1×1-red-bull-bragantino-ou-nao/).

Como falta árbitro no Brasil, dias atrás Sávio voltou à série A. Tomara que dê conta do jogo.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Vasco da Gama pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 26/10, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– A Nota Oficial dos Árbitros contra quem atacar a categoria.

Já falamos em outra oportunidade sobre “o imbróglio que envolveu as Associações de Árbitros do Brasil” nos últimos anos. Está aqui: https://wp.me/p55Mu0-3Jd.

Agora, ANAF e ABRAFUT estão juntas no STJD, visando punir criminalmente quem ofender os árbitros.

Abaixo, a nota divulgada:

ANAF E ABRAFUT DECLARAM TOLERÂNCIA ZERO CONTRA ATAQUES À ARBITRAGEM

O futebol brasileiro vive há anos um festival de transferência de responsabilidade, em que erros de gestão, falhas técnicas e falta de planejamento são mascarados por ataques covardes a quem carrega o apito.

Nos últimos dias, no Rio de Janeiro, a Associação Nacional dos Árbitros de Futebol (ANAF) e a Associação Brasileira dos Árbitros de Futebol (ABRAFUT) apresentaram ao procurador-geral do STJD, Paulo Emílio Dantas Nazaré, uma carta de intenções que institui uma força tarefa nacional em defesa da arbitragem e, consequentemente, em prol do futebol brasileiro.

A iniciativa atuará dentro e fora dos tribunais, com o objetivo de proteger a categoria e responsabilizar civil e criminalmente quem ultrapassar os limites da crítica, da esportividade e da civilidade.

“A ANAF vai à Justiça contra quem atacar veladamente ou publicamente a arbitragem. O tempo da covardia cessou. O respeito não se pede, se impõe.” — Salmo Valentim, presidente da ANAF.

A nova CBF, sob a presidência de Samir Xaud e a direção de arbitragem de Rodrigo Cintra, tem investido e transformado a forma de planejar, projetar e renovar o setor, que herdou uma categoria desestruturada, desmotivada e desacreditada.

O trabalho agora é de reconstrução total, perceptível pelos seminários em todo o país e concentrações mensais no Rio de Janeiro. A cobrança imediata que tem ocorrido é semelhante à de um clube que sai da Série D e luta para chegar diretamente à Série A sob nova direção.

É claro que já sentimos a mudança nestes poucos meses, na organização, no investimento, em projetos e em uma governança de primeira divisão. Como em qualquer processo sério de reconstrução, os resultados mais visíveis não são imediatos, mas é evidente que há rumo, comando, apoio e coragem para mudar.

A ANAF e a ABRAFUT defendem o profissionalismo, a valorização e o respeito aos árbitros brasileiros, mas não aceitarão mais a cultura da intimidação e do linchamento moral que corrói o futebol nacional.

Crítica é parte do jogo. Difamação, não.

Quem ultrapassar esse limite vai responder nos tribunais.

ANAF — Associação Nacional dos Árbitros de Futebol ABRAFUT — Associação Brasileira dos Árbitros de Futebol

Em defesa da arbitragem. Em defesa do futebol brasileiro.

– Sobre Del Valle x Atlético e LDU x Palmeiras: brasileiros se dão mal no apito contra os equatorianos:

Dois pênaltis inexistentes contra brasileiros, a favor de equatorianos nessa semana.

Pela Sulamericana, Independiente del Valle x Atlético Mineiro: Ruan não comete falta em mercado, ao contrário! Foi falta de ataque. É exatamente aquela situação em que chamamos na várzea de “inverteu a falta”. E dentro da área, o erro virou pênalti.

Pela Libertadores da América, LDU x Palmeiras: apesar do “baile / vareio de bola” que o time brasileiro sofreu, não foi pênalti de Andreas Pereira. Ele não tem intenção alguma de tocar a mão / braço na bola, e seu movimento é natural. Não vale justificar que o “braço estava aberto”, isso não é problema; o problema é estar aberto antinaturalmente, ao invés de naturalmente (e não foi o caso).

Enfim: nos jogos de ida, ambos brasileiros (dessa vez) podem reclamar.

– Bom dia, 6ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Caindo da cama pois o tempo urge!

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running 

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Vasco (Rodada 30 do Brasileirão Série A):

E para o confronto do Massa Bruta contra o Vascão, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Sávio Pereira Sampaio – DF
Árbitro Assistente 1: Bruno Raphael Pires – GO
Árbitro Assistente 2: Daniel Henrique da Silva Andrade – DF
Quarto Árbitro: Deborah Cecilia Cruz Correia – PE
Assessor: Anderson Carlos Gonalves – PR
VAR: Diego Pombo Lopez – BA
AVAR: André da Silva Bitencourt – RS
AVAR2: Anderson da Silveira Farias – RS
Observador de VAR: Regildênia de Holanda Moura – SP
Quality manager: Paulo Ricardo Alves de Oliveira – SP

Sávio é irmão de Wilton Pereira Sampaio. Já esteve em importantes jogos da Série A e foi aspirante à FIFA. 

Irregular, foi “rebaixado” de divisão por más atuações. Por exemplo: uma enorme lambança em Internacional x Botafogo (vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2022/06/19/o-penalti-inexistente-de-internacional-x-botafogo/), e depois em Palmeiras x Red Bull Bragantino (pênalti inexistente de Cleiton em Endrick, vide aqui: https://professorrafaelporcari.com/2023/05/13/penalti-de-cleiton-em-endrick-no-palmeiras-1×1-red-bull-bragantino-ou-nao/).

Como falta árbitro no Brasil, dias atrás Sávio voltou à série A. Tomara que dê conta do jogo.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Vasco da Gama pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 26/10, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Sobre Facundo Tello, árbitro de LDU x Palmeiras:

Excelente escala para essa semifinal.

Falamos em: https://youtu.be/zCLgJVisy1Y?si=ArHRBnPwyKfMK69R

– Endrick ou Estevão?

Há dois anos, Endrick era uma unanimidademaior que Estevão!

Ir para o Real Madrid ou para o Chelsea?

Muitos falaram que Estevão estava cometendo um erro indo para os Blues

Um breve comentário sobre isso, em: https://youtu.be/yYDds9JM1Lw?si=Fx8GB8yTZ-SdOzFc

– Sue que faz bem!

Suar faz muito bem!

Pratique esportes! O corpo, a alma e a mente agradecem. Olhe aí a minha cara de feliz.

🏃‍♂️ #corrida

– Bom dia, 5ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Animados para mais uma jornada?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running 

IN ENGLISH –

👊🏻 Hello friends! How are you? Excited for another journey?

We’re all ready to sweat it out once again in search of health. Let’s go running to produce and enjoy those much-needed endorphins (controlling cortisol)?

Exercise. Always!

 

– Os “Gringos da Vila” impedem novos “Meninos da Vila”?

O “Santos de Pelé” sempre se caracterizou por ser um time mágico, goleador e de fineza no trato na bola. Quem gosta de futebol, certamente sabe o que significa o “ataque dos sonhos com Pelé, Coutinho, Dorval, Mengálvio e Pepe”.

O Peixe se notabilizou por revelar craques novatos, desde o primeiro “Meninos da Vila” com Juary, passando por Robinho, Diego, Neymar, Rodrygo, Ângelo e Marcos LeonardoGaroto bom de bola, brota na Vila Belmiro. Mas hoje… temos Álvaro Barreal, Lautaro Díaz e Benjamín Rollheiser.

Cá entre nós: os gringos (que não são acima da média ou incontestáveis) não acabam tirando a chance de novos garotos surgirem?

O mesmo se diga ao São Paulo com seus estrangeiros e tantos outros times. E não se trata de xenofobia ou reserva de mercado, mas de inteligência na revelação / oportunidade a jovens talentos e cuidado com as finanças do time.

– Sue que faz bem!

Suar faz muito bem!

Pratique esportes! O corpo, a alma e a mente agradecem. Olhe aí a minha cara de feliz.

🏃‍♂️ #corrida

– Bom dia, 4ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Bem dispostos para mais um dia de vida?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running