Cinco benefícios pouco conhecidos da caminhada mostram que o simples ato de se mover pode transformar o corpo. #Linkezine 🚶♀️ O post 🚶♀️ Descubra…
Continua em: 🚶♀️ Descubra 5 benefícios surpreendentes da caminhada diária 🌿

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👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Animados para mais uma jornada?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running
Ôpa! “tbt de 4ª feira”!
Já faz um ano?
No Bate Pronto da Jovem Pan!

Eu me compadeço com o Oscar, do São Paulo FC: lesões seguidas, críticas, e, agora, problema cardíaco. Provavelmente se aposentará, mesmo jovem.
Muita gente questiona: “Mas com o dinheiro que já ganhou, não vai precisar jogar mesmo. Afinal, nem jogava mais…”
Ora, uma coisa não tem nada a ver com a outra. Dinheiro te leva a um bom médico e a um ótimo hospital, mas não compra a saúde e o equilíbrio emocional…
Boa sorte ao atleta.
Nesta pausa do Brasileirão para as datas-FIFA, os assuntos são:
Perceberam que, o que movimenta o Campeonato Brasileiro, o futebol dentro de campo, o jogo-jogado, real, com esquemas táticos e dribles, não se tem falado?
Eu me canso de tudo isso, confesso…
Em outra oportunidade comento com mais calma sobre o Paulistão 2026, mas sucintamente: imaginem o prejuízo e a desvalorização do torneio, com 11 datas e em meio ao Brasileirão…
Os bastidores sabem: isso é fruto da briga política entre Ricardo Teixeira e Reinaldo Carneiro…
(Ops: não estou criticando a extensão menor, mais tarde falamos sobre isso).

Suar faz muito bem!
Pratique esportes! O corpo, a alma e a mente agradecem. Olhe aí a minha cara de feliz.

🏃♂️ #corrida
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Bem dispostos para mais um dia de vida?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
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🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running
Nos últimos dias, vimos algumas situações inusitadas e, até certo ponto, bizarras no futebol brasileiro.
Foram 5 momentos ”nonsense”:
1) A discussão sem sentido de Emerson Leão e Oswaldo de Oliveira, no encontro da Federação dos Treinadores Brasileiros, demonstrando xenofobia ao atual técnico da Seleção Brasileira, o italiano Carlo Ancelotti, falando na cara dele que não gostam de estrangeiros em nosso país.
Ora, os próprios treinadores que defenderam “reserva de mercado” aos brasileiros, trabalharam diversas vezes no Exterior. E cá entre nós: Ancelotti, campeão por onde passou, não está agregando ao país?
Lembremo-nos: Béla Guttmann, o húngaro que fugiu da opressão russa, treinou o São Paulo FC e influenciou o futebol do nosso país. Se a pessoa é competente, por que o preconceito?
2) A CBF anunciou o impedimento semiautomático para o Campeonato Brasileiro 2026. Ótimo, a tecnologia precisa nos ajudar, já que o VAR, AVARs e demais membros da cabine de vídeo não ajudam. Mas ao mesmo tempo, Cintra, o chefe dos Árbitros, disse que a tão necessária Uniformização de Critérios da Arbitragem é utopia.
Ora bolas, nos anos 2000, a FPF fez uma cartilha de uniformização e deu certo. Na Inglaterra, na Alemanha ou na Itália, idem. Por que não daria aqui?
Falta treinamento e boa vontade da Comissão de Arbitragem para resolver esse problema.
3) Apresentou-se um primeiro modelo de Fair Play Financeiro ao nosso futebol. Excelente iniciativa!
Entretanto, há pessoas desinformadas, alegando que isso vai impedir Palmeiras e Flamengo de “espanholizarem” o Brasil (se referindo a Espanha, onde Real Madrid e Barcelona, mais ricos, reinam).
É exatamente o contrário: Fair Play Financeiro não é teto de gastos aos clubes, mas limite de despesas para quem não pode pagar as contas. Tanto o Verdão com o Mengão arrecadam muito e poderão gastar muito. Corinthians ou Santos, que têm elencos milionários mas suas receitas não são suficientes para pagar as contas (e atrasam salários), estariam em sérios problemas com isso. Na França, o Lyon quase foi rebaixado para a Segunda Divisão por suas dívidas. O clube precisou vender o seu Departamento de Futebol Feminino a uma empresa interessada e repassar o Masculino a outro grupo econômico, saindo das mãos de… John Textor! Só assim, com dinheiro em caixa, pode permanecer na Primeira Divisão.
4) E o Neymar?
Após brigar com o árbitro, brigar com seu companheiro de time, brigar com o técnico por não querer ser substituído no Maracanã, teve seu nome ligado a uma manchete que dizia: “Neymar liga para Vojvoda e pede desculpas a todos”.
Quando li, pensei: “Muito bom, voltou à razão”. Só que não…
Neymar publicou na Rede Social que isso era mentira de um “jornalista de m…”
Não é uma maluquice? O correto era o pedido de desculpas, e ele não só deixou de fazê-lo, como ainda ofendeu o jornalista. Que oportunidade ele perdeu!
5) Por fim: a discussão dos julgamentos de Alan, Bruno Henrique e Vitor Roque, todos por motivos diferentes, mas turbinados pelas discussões promovidas pelos cartolas de Palmeiras e Flamengo.
A propósito: no futebol profissional, jogador e seus parentes são proibidos de apostar em sites de apostas. Ninguém deu um toque ao Bruno Henrique? E o mesmo puxão de orelha deve ser dado a Vitor Roque, que publicou uma ilustração com sentido homofóbico velado, em tempos que isso não cabe mais (e que nunca deveria ter ocorrido), especialmente partindo de um jogador cujo empresário alega valer US$ 50 milhões…
De fato, o futebol brasileiro não é para amadores.
De fato, é diferente o formato do Campeonato Paulista 2026.
Baseado no modelo da Champions League, foram criados adversários diferentes para cada clube, com algumas particularidades interessantes (positivas ou negativas):
Por exemplo: por serem poucas datas, haverá menos tempo para os regionais e mais para o Brasileirão. Os grandes clubes estarão dispostos a usar seus times principais contra os pequenos no estadual, dividido em grau de importância com o nacional? Penso que não. E aí vem uma consideração: a FPF deve perder dinheiro com menos jogos, menos importância e ficar intercalada entre outras competições mais relevantes.
Óbvio que um dia o Paulistão foi tão importante que o Brasileirão, mas os tempos, sem dúvida, mudaram. Era inevitável que isso acontecesse, e talvez tenha sido acelerado pela briga política entre Ricardo Teixeira e seu grupo versus Reinaldo Carneiro Bastos e aliados.
Duas coisas apenas me preocupam:
1- A atração para um time pequeno quando sobe, é jogar contra um grande. Veja o Primavera de Indaiatuba: só jogará contra o São Paulo. Ou ainda o Noroeste: se o Santos cair no Brasileirão para a Segundona, o único time de 1ª divisão que o time de Bauru enfrentará no Campeonato Paulista será o Red Bull Bragantino! Já Corinthians, São Paulo, Palmeiras e Santos, que já se enfrentam rotineiramente no Brasileiro, se enfrentarão todos contra todos também no Paulistão.
2- Um ponto positivo é: não teremos mais a bizarrice de grupos desnivelados, onde quem tem pouca pontuação pode classificar e alguém com mais pontos, ficar de fora das fases finais. Mas surge outro problema: a possibilidade de inúmeros jogos “sem valer nada” na última rodada. Isso é possível.
Aguardemos. Com esse novo calendário do futebol brasileiro, a tendência é o enfraquecimento ainda maior (natural e esperado) dos regionais.
Há coisas para as quais você respira fundo e pensa: a pessoa fez mau uso das palavras, ou não sabe o que significa?
Entenda: na apresentação do Impedimento Semiautomático do Brasileirão 2026 nessa segunda-feira, Rodrigo Martins Cintra, o chefe dos árbitros da CBF, disse que é utopia ter uniformização de critérios no Brasil.
Utopia é algo muito, muito, mas muito difícil de acontecer, que crê-se que seja impossível. Mas por que ela acontece na Alemanha, na França, na Inglaterra (menos na Espanha e muito menos ainda em Portugal), e aqui não pode ocorrer?
Cintra foi meu contemporâneo na Federação Paulista, mas formado em turma posterior. Talvez ele tenha se esquecido de um dos melhores anos da arbitragem paulista que vivemos (talvez, o melhor), quando Gustavo Caetano Rogério (o melhor instrutor que tivemos) criou uma cartilha do que podia, do que não podia, o que tinha que marcar ou não, e como proceder – em relação aos critérios). Era o be-a-bá da arbitragem, um guia para que não se destoa-se as diferenças de critérios, aceitando ainda assim as individualidades dos árbitros. E deu certo!
Pediu cartão, Amarelo. Simulou, idem. A forma como alguém disputava com o goleiro, era alvo de avaliação criteriosa. Carrinho (já com as orientações rigorosas da FIFA) vermelho indiscutível – e o que era ou não o carrinho em si). E tantos outros regulamentos específicos para que ninguém tivesse dúvida de como interpretar e o que fazer.
De tal forma: uniformizar a arbitragem é difícil, mas não algo utópico. Foi possível sem tanta tecnologia há 25 anos, não seria hoje?
Outro ponto me chamou a atenção: sobre o Árbitro Empático que a CBF oferece. Disse Cintra a respeito dos juízes:
“Eles hoje são instruídos a fazer trabalho empático de saber o que clube, o que o campeonato e CBF esperam deles. São referência lá fora e precisam mostrar serviço todos os dias. Porque nosso futebol é um dos maiores”.
A empatia é se colocar no lugar do outro e tentar “sofrer” o que seu próximo sente. Os árbitros fazem isso? Prefiro árbitros antipáticos, cumpridores das Regras do Jogo e tecnicamente melhores. Aliás, um dia já fomos referência, hoje não… Vide que nenhum VAR esteve em Mundial até hoje.
Pela conta, segundo números da matéria (na foto), o Atlético de Madrid vale R$ 15 bilhões!
Quanto não valeria o Real Madrid? Ou, mais próximos a nós, o Flamengo, o Corinthians, ou o Palmeiras?
Difícil quantificar… é muita grana.

Há 4 anos, mas atual…
Tudo é cíclico no futebol, e com a evolução e mudanças sócio-econômicas (como a globalização e os novos costumes), também vemos algumas sensíveis modificações.
Por exemplo: antes, tínhamos jogadores chamados Pelé, Garrincha, Telefone, Índio, Vavá, Didi, Tostão, Biro-Biro e por aí vai. O “apelido” era marcante.
Devido ao marketing, os jogadores ganharam nomes compostos: Marcos Assumpção, Flávio Conceição, João Luís, Célio Silva, etc. Mas algo que chama a atenção: tivemos há pouco tempo uma geração de “Felipes”: Felipe Isso, Felipe Aquilo, Felipe Ciclano, Felipe Beltrano. Depois os Brunos; aí vieram os Lucas (Leiva, Moura, Silva, Santos, Fernandes). Daí os Thiagos e Tiagos. Agora: os Mateus A, Mateus B e Mateus C e os Matheus com “th”. Ou nomes mais simples”: Luan (quantos “vários Luans” você conhece nos times profissionais?).
Se tudo isso fosse na Década de 70, ou teriam apelidos ou seriam Mateus Segundo ou Mateus Terceiro, conforme o costume da época. Mas repare: hoje, os nomes estrangeiros dominam as convocações. Vejam as seleções de base: não temos Zico do Flamengo, Pita do Santos ou Escurinho do Inter na Seleção Olímpica; mas Reiner do Borussia, Wendel do Zenit e Maycon do Shakthar.
Diferente? Sim. Não que seja errado, apenas, um novo momento. Aliás, faz parte de todo esse processo: os clubes estrangeiros, mais ricos, levam nossos jovens no “criadouro” para formá-los lá fora.

(Foto: autoria desconhecida. Quem souber sobre o autor, informar para crédito).
Suar faz muito bem!
Pratique esportes! O corpo, a alma e a mente agradecem. Olhe aí a minha cara de feliz.

🏃♂️ #corrida
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Tenhamos uma boa semana para exercitar!
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Nesta pausa do Brasileirão para as datas-FIFA, os assuntos são:
Perceberam que, o que movimenta o Campeonato Brasileiro, o futebol dentro de campo, o jogo-jogado, real, com esquemas táticos e dribles, não se tem falado?
Eu me canso de tudo isso, confesso…
Há coisas para as quais você respira fundo e pensa: a pessoa fez mau uso das palavras, ou não sabe o que significa?
Entenda: na apresentação do Impedimento Semiautomático do Brasileirão 2026 nessa segunda-feira, Rodrigo Martins Cintra, o chefe dos árbitros da CBF, disse que é utopia ter uniformização de critérios no Brasil.
Utopia é algo muito, muito, mas muito difícil de acontecer, que crê-se que seja impossível. Mas por que ela acontece na Alemanha, na França, na Inglaterra (menos na Espanha e muito menos ainda em Portugal), e aqui não pode ocorrer?
Cintra foi meu contemporâneo na Federação Paulista, mas formado em turma posterior. Talvez ele tenha se esquecido de um dos melhores anos da arbitragem paulista que vivemos (talvez, o melhor), quando Gustavo Caetano Rogério (o melhor instrutor que tivemos) criou uma cartilha do que podia, do que não podia, o que tinha que marcar ou não, e como proceder – em relação aos critérios). Era o be-a-bá da arbitragem, um guia para que não se destoa-se as diferenças de critérios, aceitando ainda assim as individualidades dos árbitros. E deu certo!
Pediu cartão, Amarelo. Simulou, idem. A forma como alguém disputava com o goleiro, era alvo de avaliação criteriosa. Carrinho (já com as orientações rigorosas da FIFA) vermelho indiscutível – e o que era ou não o carrinho em si). E tantos outros regulamentos específicos para que ninguém tivesse dúvida de como interpretar e o que fazer.
De tal forma: uniformizar a arbitragem é difícil, mas não algo utópico. Foi possível sem tanta tecnologia há 25 anos, não seria hoje?
Outro ponto me chamou a atenção: sobre o Árbitro Empático que a CBF oferece. Disse Cintra a respeito dos juízes:
“Eles hoje são instruídos a fazer trabalho empático de saber o que clube, o que o campeonato e CBF esperam deles. São referência lá fora e precisam mostrar serviço todos os dias. Porque nosso futebol é um dos maiores”.
A empatia é se colocar no lugar do outro e tentar “sofrer” o que seu próximo sente. Os árbitros fazem isso? Prefiro árbitros antipáticos, cumpridores das Regras do Jogo e tecnicamente melhores. Aliás, um dia já fomos referência, hoje não… Vide que nenhum VAR esteve em Mundial até hoje.
Por enquanto, nenhuma. Mas as discussões acontecem agora, se prolongarão em Janeiro e, mais tarde, no próximo Congresso da International Board, discutidas com maturidade para aprovação ou não.
O que se sabe é que a “opção menos invasiva ao VAR”, o VS, está agradando nas experiências e continuará sendo usado como teste (vide aqui: https://professorrafaelporcari.com/2025/09/16/sai-o-var-entra-o-fvs-como-o-suporte-de-video-funcionara-na-fpf/).
Mas a novidade é: a preocupação para que não se perca o dinamismo das partidas. A regra de 8 segundos como tempo limite para o goleiro repor uma bola em jogo, quando a defende, está agradando tanto que está se pensando em outras situações: a FIFA sugeriu para que se utilize a contagem de 8 segundos nos arremessos laterais e tiros de meta! Boa ideia, na minha modesta opinião.
O outro ponto é: toda expulsão ser revisada pelo VAR, incluindo por segundo cartão amarelo. Hoje, sabemos, somente se pode fazer uma revisão se for por Vermelho Direto.
Eu gosto dessas sugestões. E fica a pergunta: qual outra você idealizaria?
Deixe seu comentário:
(em tempo: quando aprovadas, serão válidas para a temporada 2026/2027 – podendo valer para a próxima Copa do Mundo)
Ao assistir os lances envolvendo Arrascatea vs Pablo Maia e Lucas Barbosa vs Enzo Díaz, ambos se notabilizam por uma mesma “malícia”: os jogadores que estavam atacando esperaram o contato físico dos defensores, retardando suas ações de ataque e “se deixaram atropelar”.
Repare: tanto na quarta-feira quanto no sábado (na Vila Belmiro), o São Paulo sofreu dois tiros penais que não seriam marcados na Europa (ou em arbitragens mais atentas). A Regra cobra que se marque uma infração por empurrão, agarrão ou de qualquer outro contato físico, se o atleta que sofre esse contato é impedido de continuar o lance. Não é “sentiu o toque, parou ou caiu”.
Arrascaeta estava no ataque e “desacelerou” para ser tocado por Pablo Maia. Não dava para o são-paulino frear e não tocá-lo (foi inteligência do atacante, não imprudência do defensor). Igualmente Lucas Barbosa: sentiu Enzo Dias tocá-lo e dobrou as pernas.
Árbitros da FIFA (como Reinaldo José Pereira e Bruno Arleu) não deveriam cair nesse êngodo. Faltou experiência, condição técnica e leitura de jogo para ambos. Aliás, está aí um grande problema: a formação do juiz de futebol! Antes, você apitava (e isso é real) nos campeonatos de presídios em São Paulo, depois na Várzea, aí na FPF, anos na CBF e, ufa, enfim na FIFA. Aprendia todas as malandragens dos jogadores e ganhava malícia. Hoje, se começa nos campeonatos Sub 11, com garotinhos; em dois ou três anos já está no profissional e pula para a CBF e FIFA, sem rodagem alguma! Isso explica demais a péssima fase da arbitragem brasileira.
Ah, e por que o VAR não chamou? Porque entendeu ser lance interpretativo e respeitou a decisão de campo (mesmo equivocada).
Futebol não é Regra de Trânsito, onde um carro desacelera e quem bate atrás é automaticamente culpado. Futebol é Regra de Jogo com contato físico e cheio de nuances.
E para o confronto do Massa Bruta contra o Tricolor Paulista, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:
Árbitro: Bruno Arleu de Araújo – RJ
Árbitro Assistente 1: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa – RJ
Árbitro Assistente 2: Thiago Henrique Neto Correa Farinha – RJ
Quarto Árbitro: Gabriel Henrique Meira Bispo – SP
Assessor: Marcelo Rogério – SP
Inspetora: Regildênia de Moura – SP
VAR: Márcio Henrique de Góis – SP
AVAR: Amanda Matias Masseira -SP
AVAR2: Adriano de Assis Miranda – SP
Observador de VAR: Carlos Augusto Nogueira Junior – SP
Quality Manager: Bernardo Campos Martins – RJ
A CBF muda tudo de novo: desiste de árbitros locais nos confrontos de mesmo estado (não dá para escalar Claus toda rodada entre paulistas), e volta a escalar árbitros de outros estados. E acrescenta um novo membro na equipe de arbitragem: o inspetor (como se pode ver na escala acima).
Bruno Arleu tem altos e baixos nas suas atuações, já foi e voltou de uma geladeira, e continua bem irregular nas decisões técnicas (em especial, mãos na bola / bola nas mãos e pênaltis). Luta para permanecer no quadro da FIFA em 2026, tendo como aspirante ao seu escudo Alex Stefano Gomes.
Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.
Acompanhe conosco o jogo entre São Paulo x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 08/11, 21h00. Mas desde às 20h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
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🏃♂️ #corrida
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Prontos para o sabadão?
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🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #speedo #fila
Eu sei que o futebol está inflacionado, mas… não tem certos valores que assustam?
Veja só quanto os craques estão valendo:
Só hoje ouvi a entrevista de Hernán Crespo, treinador do São Paulo FC, falando sobre a realidade financeira do clube.
Perfeito! Mas quem deveria falar isso, era o presidente Júlio Casares.
Abaixo:
“Não é fácil fazer o que eles (Abel Ferreira e Filipe Luis) estão fazendo. Mas acho que são situações diferentes (com a do São Paulo). Se você for olhar, você pensa que vamos estar lutando lá em cima com Palmeiras e Flamengo? Não… Eles têm anos e anos de investimento. Então é impossível cortar o caminho. Tem que ter calma, brigar por aquilo que a gente pode brigar. Isso está longe da história do São Paulo? Sim, sim.
“Quando falei, quatro anos atrás, ganhar só o Paulistão é algo muito pequeno para o São Paulo. Sabem quantas vezes o São Paulo ganhou o Paulistão nos últimos vinte anos? Sabem quantas? Uma. É a realidade. Pés no chão, entender a situação. É assim. Vamos lutar? Sim, mas estamos falando, neste momento, de Palmeiras e Flamengo em outra dimensão na América do Sul. Não podemos, neste momento, nos comparar todo dia. Na história? Sim, ufa! Mas a realidade, hoje, é outra. É ter calma, humildade e trabalhar para diminuir esse ‘gap’ o mais rápido possível”.
Suar faz muito bem!
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Por enquanto, nenhuma. Mas as discussões acontecem agora, se prolongarão em Janeiro e, mais tarde, no próximo Congresso da International Board, discutidas com maturidade para aprovação ou não.
O que se sabe é que a “opção menos invasiva ao VAR”, o VS, está agradando nas experiências e continuará sendo usado como teste (vide aqui: https://professorrafaelporcari.com/2025/09/16/sai-o-var-entra-o-fvs-como-o-suporte-de-video-funcionara-na-fpf/).
Mas a novidade é: a preocupação para que não se perca o dinamismo das partidas. A regra de 8 segundos como tempo limite para o goleiro repor uma bola em jogo, quando a defende, está agradando tanto que está se pensando em outras situações: a FIFA sugeriu para que se utilize a contagem de 8 segundos nos arremessos laterais e tiros de meta! Boa ideia, na minha modesta opinião.
O outro ponto é: toda expulsão ser revisada pelo VAR, incluindo por segundo cartão amarelo. Hoje, sabemos, somente se pode fazer uma revisão se for por Vermelho Direto.
Eu gosto dessas sugestões. E fica a pergunta: qual outra você idealizaria?
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(em tempo: quando aprovadas, serão válidas para a temporada 2026/2027 – podendo valer para a próxima Copa do Mundo)
Nessa discussão envolvendo treinadores estrangeiros no Brasil, observada pelo deselegante episódio de Leão e Oswaldo de Oliveira, muita gente lembrou: há os gringos bons e os ruins. Ancelotti, por exemplo é alguém que agrega e ajuda a elevar o nível (e ninguém vai contestar isso – a não ser Oswaldo e Leão).
Amplie-se o debate para os jogadores: Arrascaeta, Garro ou Gómez (entre alguns) são acima da média. Outros, não.
Se temos, portanto, jogadores e treinadores estrangeiros melhores do que os nossos, por que não árbitros de outros países?
Nos obrigaria a melhorar o nível, como os demais atores do futebol devem fazer. Mas… será que os cartolas quererem?
Já refletiram que ter uma arbitragem ruim é desejo da cartolagem? Se ela for boa, quem será o bode expiatório dos dirigentes?
É desejável para muitos que o nível seja baixo. Algum diretor de clube vai dizer que contratou mal, quando o time perde? Ou o técnico assumir que errou na escalação? Mais fácil é jogar a culpa no juiz… (e os homens de preto têm, rodada a rodada, feito esse “papel de errar” com maestria).
E para o confronto do Massa Bruta contra o Tricolor Paulista, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:
Árbitro: Bruno Arleu de Araújo – RJ
Árbitro Assistente 1: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa – RJ
Árbitro Assistente 2: Thiago Henrique Neto Correa Farinha – RJ
Quarto Árbitro: Gabriel Henrique Meira Bispo – SP
Assessor: Marcelo Rogério – SP
Inspetora: Regildênia de Moura – SP
VAR: Márcio Henrique de Góis – SP
AVAR: Amanda Matias Masseira -SP
AVAR2: Adriano de Assis Miranda – SP
Observador de VAR: Carlos Augusto Nogueira Junior – SP
Quality Manager: Bernardo Campos Martins – RJ
A CBF muda tudo de novo: desiste de árbitros locais nos confrontos de mesmo estado (não dá para escalar Claus toda rodada entre paulistas), e volta a escalar árbitros de outros estados. E acrescenta um novo membro na equipe de arbitragem: o inspetor (como se pode ver na escala acima).
Bruno Arleu tem altos e baixos nas suas atuações, já foi e voltou de uma geladeira, e continua bem irregular nas decisões técnicas (em especial, mãos na bola / bola nas mãos e pênaltis). Luta para permanecer no quadro da FIFA em 2026, tendo como aspirante ao seu escudo Alex Stefano Gomes.
Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.
Acompanhe conosco o jogo entre São Paulo x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 08/11, 21h00. Mas desde às 20h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
Na imagem, 3 expulsões de Plata (mas ocorreram outras nesse ano).
Será que não há ninguém para conversar e orientar melhor o atleta?
Eu sei, as das Libertadores foram controversas (a do Estudiantes, inclusive, revogada). Mas contra o São Paulo, totalmente evitável (aliás, foi claro ver ele se desculpando com Arboleda; mas se desculpou com sua própria equipe também, por prejuducá-la deixando numericamente inferior em campo?)
Fico pensando: é justamente esse o trabalho que um profissional que conheça as regras do jogo deve fazer (como Wagner Tardelli um dia fez no Atlético Mineiro e Leonardo Gaciba está fazendo com o Cruzeiro): evitar cartões, otimizar jogadas com base nos detalhes da Regra e orientar os atletas em geral.
Será que com tanto dinheiro, o Mengão não teria condições de bancar um ex-árbitro?