Depois de uma horrorosa arbitragem de Wagner Magalhães (FIFA-RJ), que deu motivos para reclamações do Santos FC, reforçou-se uma nova teoria da conspiração: a de que árbitros cariocas querem ajudar os times do Rio de Janeiro na parte de cima e na parte de baixo da tabela.
De novo o assunto “venda de praça esportiva” está em voga.
Para a Rodada 32 e 35 (América contra Atlético Mineiro e depois contra o Flamengo) o time de Minas Gerais mandará seus jogos no Estádio Parque dos Sabiás, em Uberlândia.
Aqui, temos dois pontos de vista:
O time precisa de dinheiro, já está praticamente rebaixado para a 2ª divisão, e o valor de R$ 1 milhão (livre de despesas) por jogo vem em boa hora. Além disso, está mandando a partida no seu próprio estado.
A integridade da competição: quem perdeu no Estádio Independência, pode reclamar que sua sorte seria outra se jogasse em Uberlândia. Vide abaixo esse texto de 2015, quando a Premier League proibiu o Tottenham de dividir seus jogos em dois estádios alternativos, já que sua praça esportiva estava em reformas.
Aqui no Brasil existe uma boa discussão: vender o mando de campo é válido ou não?
Esportivamente falando, penso que não. Masfinanceiramente pensando, pode valer a pena. Ainda assim, não gosto da idéia de clubes que mandam seus jogos em praças que o fazem ser um mero coadjuvante.
Nesse ano, o alagoano ASA virou paranaense na Copa do Brasil; a campineira Ponte Preta jogou como cuiabana macaca contra o Palmeiras pelo Brasileirão. No Paulistão, o Oeste de Itápolis trocou o Estádio dos Amaros (acanhado, difícil para se jogar, apitar ou transmitir um jogo) pelo paulistano Pacaembu para jogar contra o Santos.
Curiosamente, nestas partidas, todos os “mandantes” perderam e os adversários tiveram mais torcida do que eles. Na prática, é uma inversão na relação de mandante e visitante. Ou não?
Eis que na endinheirada Premier League, uma decisão que bate de frente com tal embate: o Tottenham fechará o seu estádio, o White Hart Lane, a fim de aumentar a capacidade para 61 mil lugares. O clube planeja mandar suas partidas em alguns estádios durante a temporada 2015/2016: o mítico Wembley (90.000 lugares) e o Milton Keynes Stadium (30.500 lugares) estão na pauta, além de outras praças que fizeram convite ao clube.
Entretanto… Richard Scudamore, o CEO da Premier League, declarou ao “The Guardian”:
“Eles terão que jogar todos jogos no mesmo estádio a temporada inteira. Pela integridade da competição. Você não pode ser mandante em 19 partidas sendo que 10 no Stadium MK e 9 em Wembley. Isto seria completamente injusto. Eles não serão autorizados na nossa competição”.
Preste atenção: o Tottenham têm dois estádios com acertos financeiros e pretende (ou pretendia) aceitar mais convites; mas a Liga, em nome da igualdade de disputa a todos os adversários, proibirá.
Parque do Sabiá; Uberlândia — Foto: Futel/Prefeitura Uberlândia
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Caindo da cama pois o tempo urge!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Infelizmente, escrevi nas últimas avaliações de arbitragem que os erros e o mau condicionamento físico do árbitro carioca Wagner Magalhães o faziam parecer um juiz de campeonato de veteranos.
Há pouco, com o braço colocado no corpo, a bola bate no jogador do Santos (Dodô) e ele marca pênalti.
Pior: tem VAR, e ele confirma!
Como justificar moviendo antinatural? Ou intenção? Ou qualquer coisa que o valha?
Não adianta ter uma ferramenta tão boa. O elemento humano, cada vez mais no Brasil, destrói o VAR.
Está virando rotina por parte de alguns clubes: atinge-se um objetivo, tira-se o pé?
O São Paulo ganhou a Copa do Brasile “largou o Brasileirão“. Outros clubes já fizeram isso: o Grêmio quando priorizava as Copas é outro exemplo. Ou ainda: a situação em que um clube faz 1×0 no começo do jogo e abdica de jogar para segurar o placar.
Fica a pergunta: tal relaxamento foi o culpado pelos 5×0 sofrido diante do Palmeiras, ou nada disso: foi um jogo de esforço mútuo onde o Verdão estava com sangue nos olhos e superou um adversário que queria jogar (mas não conseguiu)?
Em 26 de outubro de 1863, findava em Londres uma vitoriosa campanha encabeçada por universitários e pelo jornalista John Cartwright: a da padronização das diversas práticas de ‘football’.
Como o esporte era jogado sob a orientação dos diversos colégios e associações esportivas, não haviam regras únicas para o futebol. Há mais de um século e meio, na Freemason’s Tavern, dessa união de esforços nasceu a “The Football Association” (a FA é a ‘CBF inglesa’), que visava, como mote maior, divulgar um único conjunto de medidas para que o jogo de futebol fosse disputado uniformemente em toda a Grã-Bretanha.
Nascia assim o livro The Simplest Play, que nada mais eram as Regras do Jogo de Futebol, com 14 capítulos.
Vamos a algumas curiosidades? Selecionei 11 itens, já que em 1870 o futebol passou a ser jogado com esse número de atletas, definido pela regra 3 até hoje.
1) As traves (Regra 1) eram compostas apenas por postes; o travessão (ou seja, a parte de cima da meta) só surgiu 2 anos mais tarde, tamanha era a confusão para se determinar se os chutes muito altos tinham sido gol ou não;
2) Infrações (Regra 12) eram resumidas como: ‘são proibidas rasteiras, caneladas e cotoveladas, bem como golpear ou segurar a bola com a mão’; simples assim!
3) Não existia a figura do árbitro (Regra 5), que só surgiu em 1868, e ficava sentado numa cadeira, na sombra, servindo para tirar as dúvidas dos capitães das equipes (que eram as pessoas que decidiam se havia alguma falta ou não em comum acordo). Somente em 1878 é que surgiu o apito, mas ainda não servia para marcar faltas, mas para avisar sobre o começo e término dos jogos. Em 1881, enfim o árbitro entrou em campo e começou a decidir sobre infrações sem a consulta de capitães, fazendo parte da regra.
4) O tempo de jogo (Regra 7) é definido em 90 minutos (1893), com intervalo e acréscimos. Antes, se desse o tempo, encerrava a partida imediatamente, quer a bola estivesse no ataque ou não.
5) O pênalti (Regra 14) surge em 1891. Até então, nas faltas próximas ao gol, os jogadores se aglomeravam em cima da linha de meta e formavam um muro sobre ela.
6) Diversas infrações poderiam deixar de serem marcadas, caso a equipe que sofresse a falta achasse que não importava a marcação. Ou seja, nascia em 1903 a “lei da vantagem” (não era o árbitro quem determinava se seguia ou não o lance).
7)O goleiro podia segurar a bola com a mão por toda a sua metade do campo. Em 1907, radicalizou-se e o arqueiro só podia colocar as mãos dentro da grande área. Mas somente em 1921 alguém teve a idéia de que eles deveriam usar roupas diferentes dos jogadores de linha, para não confundir as pessoas.
8) Preocupada com a saúde dos atletas, decidiu-se em 1924 que, se o árbitro considerasse que um jogador estivesse contundido, deveria parar o jogo para que ele fosse atendido. Antes, o lesionado deveria se arranjar sozinho para deixar o campo e o jogo não deveria ser interrompido.
9) Uma revolução aconteceu em 1925: o impedimento (Regra 11) passou a exigir que ao menos 2 atletas (antes, eram 3) estivessem dando condição para que o jogo prosseguisse.
10) Em 1938, numa ‘reengenharia’ esportiva, definiu-se as 17 regras do futebol que persistem até hoje, com algumas alterações ao longo do século.
11) Somente em 1970 permitiu-se substituições de atletas universalmente (Regra 3). Antes (desde 1966), eram permitidas somente em partidas que envolvessem clubes. Também temos a adoção dos cartões amarelos e vermelhos (Regra 12).
É claro que ao longo do século XX outras tantas modificações surgiram, como o tempo de 6 segundos da posse do goleiro com a bola nas mãos, mesma linha deixar de ser impedimento, 3ª substituição, área técnica, entre outras. E no século XXI, o VAR.
E você, teria alguma sugestão para mudanças de Regra do Futebol, no dia do seu aniversário de 159 anos?
Ontem, estando de frente para o lance, não viu o pênalti cometido por Leio Ortiz e, se não fosse o VAR, teria errado feio (como errou na oportunidade citada) não marcando a favor do Massa Bruta.
Compensação? Não, não posso pensar nisso. Erro técnico, creio.
Porém, a bola foi tirada do gol pelo braço de Ortiz (ele cai e levanta o braço, movimento intencional), na clássica situação de lance claro de gol. Era para Cartão Vermelho(não para Amarelo – e aí que residem as reclamações do Atlético Mineiro).
AMARELO só é em lance de disputa de bola dentro das condições especificadas na Regra, não pelo uso da mão.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Animados para mais uma jornada?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
O humorista Antonio Tablet publicou em seu twitter esse trecho da inusitada entrevista de um jogador criticando seu técnico. Hilário! Mas… será que muitos atletas, árbitros e subordinados no futebol não desejavam desabar como ele fez?
Que pena não ter mais detalhes das equipes, só sei que o boleiro se chama Anderson, reclamando que seu time, o Liberdade de Marabá, estava vencendo o jogo por 2×0 contra o Juventus / PA e deixou empatar. Vale assistir, abaixo: https://twitter.com/antoniotabet/status/1453129415395840002
Aquela entrevista que mostra como o treinador domina o vestiário.
O artista Richard Swarbrick (apaixonado por futebol) resolveu homenagear Carlos Alberto Torres, falecido há 7 anos, com um vídeo. Mas sua arte não ficou boa… ficou ótima!
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Já de pé para o dia render!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Esse texto do jornalista Maurício Noriega parece ter sido escrito por algum membro da família Loredo (os jornalistas de Bragança Paulista que mais entendem de Red Bull Bragantino: Sérgio, Sílvio e Pietro), ou por nosso especialista de Massa Bruta da Rádio Futebol Total: Lucas Salema.
Digo isso pois retratou com perfeição quem é Pedro Caixinha, falando desde o seu comportamento humilde até os esquemas táticos, indo na contramão comportamental dos portugueses mais badalados que aqui estiveram ou estão: Jorge Jesus, Abel Ferreira, Bruno Lage ou até mesmo Luís Castro. E com um detalhe despercebido: o custo-benefício, pois dos treinadores compatriotas, disparado é o menor salário.
Vale ler a publicação, publicada pelo site Trivela:
CAIXINHA DE GRATAS SURPRESAS
por Maurício Noriega.
Muita gente no Brasil torce o nariz para o projeto de futebol da Red Bull. Principalmente depois da compra do Bragantino para acelerar o processo de chegada da marca à Série A do Brasileirão, realização que o time próprio não alcançava. Também há quem não aceite a ideia de que uma empresa tenha um time de futebol em um ambiente de clubes teoricamente sem fins econômicos.
Talvez seja por isso que a sensacional campanha do Red Bull Bragantino no Campeonato Brasileiro não ganhe holofotes da forma que deveria. Mais até do que o fato de que o clube adquirido pela empresa ser de pequeno porte, ainda que tradicional no interior paulista. Pode ser que essa falta de barulho também se deva ao perfil discreto do português Pedro Caixinha, treinador que comanda a comissão técnica do projeto.
Caixinha tem comportamento oposto ao de outros conterrâneos que cruzaram o Atlântico para trabalhar no futebol brasileiro. Educado, calmo, fala mansa, didático. Não tem arroubos de vaidade como Jorge Jesus, não conta histórias da Carochinha como Vítor Pereira e nem protagoniza os chiliques de Abel Ferreira. Claro que o trabalho num clube de perfil empresarial e sem 1% da pressão e cobrança de Flamengo, Corinthians e Palmeiras contribui para esse tipo de comportamento.
Mas é em campo que o trabalho de Caixinha fala mais alto. Sem craques ou jogadores de renome, o Red Bull Bragantino é o melhor time do returno do Brasileirão, somando 20 pontos, dois a mais que o Flamengo e oito à frente do Botafogo, a quem persegue como vice-líder, a sete pontos de distância. Em suas últimas nove partidas, o time de Bragança, antigamente conhecido como Massa Bruta, venceu seis, empatou duas e perdeu uma. Nos duelos contra times apontados como postulantes ao título, amassou o Flamengo e derrotou Palmeiras, Grêmio e Fluminense.
O time de Caixinha tem um perfil definido. Gosta de jogar com a bola e aplica uma marcação forte no adversário para recuperar a pelota o mais depressa possível. Chega junto, mas de forma leal. É o chamado time chato, que não deixa o adversário respirar. Caixinha utiliza o sistema 4-2-3-1 com mais frequência, embora também opte pelo 4-3-3. No Brasileiro, tem média de 79,4% de passes certos por jogo, sofre menos de um gol por partida (0.9), faz 17,8 desarmes por apresentação e recupera 66,4 bolas. É a equipe que mais chuta por partida, média de 16,5, e a que mais acerta chutes: 5,7. Faz tantas interceptações quanto o Botafogo, ficando atrás estatisticamente: 11,7 contra 11,2. Das 28 partidas realizadas, ficou 14 (metade) sem sofrer gols (marca igual à do Botafogo).
Em entrevista recente ao Flow Podcast, Caixinha tocou, com sua habitual elegância, em um ponto polêmico: a inteligência para jogar. Segundo ele, numa comparação entre jogadores brasileiros e portugueses, os brazucas seriam mais intuitivos e os lusitanos teriam uma inteligência emocional mais apurada para entender o jogo.
O desempenho do grupo de jogadores comandados por Caixinha comprova essa tese. O funcionamento coletivo é o destaque. Um atleta que exemplifica essa compreensão tática do jogo é Eduardo Sasha. Atua como o atacante mais avançado em algumas situações e também joga recuado numa linha de três meias atacantes. Sabe se deslocar, ocupa essa faixa de campo onde atuam três meias no 4-2-3-1 trafegando de lado a lado. Tem participação em 12 gols na temporada – marcou 10. Sasha tem 31 anos e 1m73, jamais foi apontado como grande revelação, promessa ou chamado de craque. Mas sabe entender sua importância para um sistema de jogo e adapta-se rapidamente às necessidades quando esse sistema precisa ser alterado, muitas vezes durante a partida.
É essa análise educada e discreta que Caixinha fez das diferenças entre o comportamento exuberante do boleiro verde-amarelo, que encanta, e uma dimensão mais tática dos verde-lusos que ele consegue implantar com excelente resultado em Bragança Paulista.
O projeto encomendado a Caixinha não previa a conquista do Brasileiro nesta temporada. Ainda que seja difícil, ela é possível. Sete pontos atrás do Botafogo, o Braga recebe o atual líder em 12 de novembro. Antes disso, tem pela frente Galo, em casa, Flamengo e Goiás fora, Corinthians em casa e São Paulo fora. Tabela dura. O Fogão terá pela frente Fortaleza (jogo adiado) fora, Cuiabá e Palmeiras em casa, Vasco como visitante e Grêmio em casa. Uma tabela mais confortável na teoria, sem sair do Rio por quatro rodadas antes de encarar Caixinha e suas gratas surpresas.
Para o confronto entre o Massa Bruta e o Galo, arbitrarão a partida:
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique – RJ Bandeira 1: Rodrigo Figueiredo Henrique Correia – RJ Bandeira 2: Márcia Bezerra Lopes Caetano – RO Quarto-árbitro: Douglas Marques das Flores – SP Assessor de Árbitros: Adriano de Carvalho – TO VAR: Rodolpho Toski Marques – PR AVAR 1: Helton Nunes – SC AVAR 2: José Mendonça da Silva Jr – PR Observador de VAR: Rodrigo Pereira Joia – RJ
Apesar dos seus 52 anos de idade (está há 21 anos na Série A do Brasileirão), o militar Marcelo de Lima Henrique (carioca, mas que está apitando pelo Ceará) continua bem fisicamente. Até pela necessidade de renovação no quadro, ele não tem apitado a mesma quantidade de jogos na Primeira Divisão do que outrora, mas nos jogos decisivos das outras divisões, ele se tornou uma atração. Mantém razoavelmente o bom nível técnico de antes. Porém, pisou feio na bola em América vs Red Bull Bragantino(vide aqui sobre o pênalti de queimada marcado, em: https://wp.me/p4RTuC-PSb).
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Bem dispostos para mais um dia de vida?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
O bobão dessa foto que corre o mundo, imitando um macaco para Vinícius Jr, foi expulso pelo Sevilla, entregue as autoridades e denunciado pela La Liga.
Exatamente o contrário que o Valencia fez anteriormente.
Embora possamos nos contentar com a possível justiça do caso, o triste é: há pessoas que se sentem confortáveis em fazer esse nojento gesto.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora começar mais uma semana com bastante ânimo?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
A fim de diminuir a distância dos adversários que estão à frente, seria interessante para o Flamengo que o Red Bull Bragantino perdesse para o Fluminense.
A torcida do Mengão, de tal forma,torceria para o co-irmão? Ou sem chance?
Arivalidade faria que o desejo maior fosse do Massa Bruta, mesmo abrindo distância, ganhar do Flu?
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Domingão também é dia de se exercitar!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Para o importante jogo entre o Massa Bruta e o Tricolor Carioca, a CBF escalou:
Árbitro:Wilton Pereira Sampaio (GO) Bandeira 1: Nailton Junior de Sousa Oliveira (CE) Bandeira 2: Leone Carvalho Rocha (GO) Quarto Árbitro: Fabiano Monteiro dos Santos (SP) Observador de Campo: Francisco de Assis Almeida Filho (CE) VAR:Daniel Nobre Bins (RS) AVAR: André da Silva Bitencourt (RS) AVAR 2: Jefferson Ferreira de Moraes (GO) Observador de Vídeo: Alicio Pena Jr (MG).
Depois de apitar Corinthians 4×4 Grêmio e não marcar um pênalti claríssimo ao Grêmio, Wilton Sampaio foi para a geladeira (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-PQr). Ele já tinha ido mal no Grêmio x Bahia…
Acompanhe nesse domingo São Paulo x Santos (Legends). Craques veteranos do Tricolor e do Peixe estarão jogando em comemoração aos 50 anos do Sindicato dos Rodoviários de Jundiaí!
O Time Forte do Esporte da Rádio Difusora AM 810 transmite direto da sede de campo do sindicato. Com o comando de Adilson Freddo, narração de Rafael Mainini e comentários de Rafael Porcari.
O jogo começa às 10h, mas desde às 09h30 estaremos levando tudo desse grande jogo.
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Caindo da cama pois o tempo urge!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Enfim assistimos uma “arbitragem à Europeia”, sem marcar faltinhas forçadas ou alastrar para jogadores. Claus estava ligadão, correu o tempo todo e mostrou-se respeitado. Apitou, felizmente, com vontade. Apesar do campo molhado, pouquíssimas faltas marcadas em um jogo onde os clubes procuraram o gol a todo momento. Agradabilíssima partida para quem gosta de futebol (ao menos, pelo primeiro tempo, pois no segundo o placar foi logo resolvido).
Nossas anotações abaixo:
O pênalti a favor do Red Bull Bragantino: corretamente marcado, não houve qualquer dúvida.
Pênalti reclamado aos 32m por mão na bola: nada a se marcar, estava bem posicionado o árbitro.
42m: Lucas Braga entra na área, tem a chance do drible e ao perceber o carrinho de Lucas Cândido, cai. Nada marcou Claus, corretamente.
43m: Jean Lucas está partindo para o ataque, sente a proximidade de Luan Patrick e se joga descaradamente. Acertou o árbitro ao marcar simulação e dar cartão amarelo ao santista.
48m: Luan Patrick impede o contra-ataque de Marcos Leonardo e recebe Amarelo. Correto.
65m: Dodi apela e agarra Lucas Evangelista na entrada da área. Cartão Amarelo bem aplicado.
A pergunta é: é tão difícil para os clubes buscarem o jogo de maneira limpa, esquecendo a arbitragem?Quando os árbitros não são pressionados, eles se comportam melhor e os lances duvidosos diminuem.
Outrora chamada de B1B, depois de B2 para mais tarde ser agrupada numa série só (com a B1, formou-se a B), agora a 5ª divisão passa a ter tradicionais equipes.
Dessa forma, a Bzinha de 2023 foi desmembrada em 4ª divisão (A4) e os piores colocados formando a 5ª divisão (que levará o mesmo nome: Série B).
Nela estarão Paulista FC e Mogi Mirim, que por anos se destacaram nas divisões maiores. E para alguém chegar à elite paulista, se subir todos os anos, chegará na A1 apenas em 2028!
Haja paciência…
No conselho técnico da FPF, hoje, foi aceita a proposta da Penapolense de 5 jogadores acima de 23 anos para a A4 (e a equipe do Interior, pasmem, já os contratou e começará a treinar na próxima semana com o técnico Campagnollo).
A Federação Paulista de Futebolconfirmou o desligamento de Ana Paula da Silva Oliveira, que era a presidente da Comissão de Arbitragem.
Em seu lugar, assumirá (ao menos interinamente) Silvia Regina de Oliveira.
Os grandes problemas foram: a dificuldade de relacionamentocom seus pares (como o episódio Edina Alves, no jogo Inter de Limeira e Red Bull Bragantino), a exposição (lembram das fotos no camarote do Morumbi, que precisou de pedido de desculpas?) e os riscos que aceitou correr no processo de renovação da arbitragem (insistência com nomes que não vingavam, árbitro de 23 anos em Derby)…
Dias atrás, jogaram Shaktar x Porto. Eis que a equipe portuguesa estava no ataque, e um defensor ucraniano se contundiu sozinho. O atacante do Porto, percebendo o fato, ao invés de se aproveitar da situação, colocou a bola para fora (abaixo, o lance citado em vídeo).
Tal gesto foi aplaudido por muitos. Por outros… duramente criticado.
Compartilho abaixo um artigo do ex-árbitro FIFA Duarte Gomes, onde ele aborda: no futebol, há ainda o Fair Play que deve ser incentivado, mesmo que isso possa parecer ruim para muitos.
QUANDO O FAIR PLAY DE UNS ESBARRA NA INSANIDADE DE OUTROS
Por Duarte Gomes
Por cada comportamento mais acalorado ou irresponsável, há sempre duas ou três dúzias de exemplos positivos, atitudes nobres e valentes, que sublinham o caráter dos seus autores e a essência do que realmente se espera num desportista de eleição.
Mas… há sempre um mas.
Sempre que somos presenteados com momentos desses, que devemos valorizar e aplaudir insistentemente, logo surge quem tente diminuí-los e ridicularizá-los, como se essa coisa de ter atitudes dignas fosse algo nosense, incompatível com as exigências desportivas e financeiras da alta competição.
A luz quando nasceu, nasceu para todos, mas infelizmente há quem insista em viver na sombra.
Esse padrão, essa forma cinzenta e magoada de estar na vida e no desporto, não tem culpa apenas própria. Provém também de uma determinada formatação cultural, de hábitos incutidos desde cedo, que impede pessoas boas de verem coisas bonitas e elogiáveis. Há quem realmente não tenha capacidade para reconhecer feitos nem elogiar ou aplaudir tudo o que de bom é produzido por outros.
Queria dar-vos apenas três exemplos recentes, entre tantos outros que poderia aqui citar:
1. No jogo da passada 3ª feira entre Shakthar Donetsk e FC Porto, Galeno, jogador da equipa azul e branca, teve um gesto que mereceu até rasgados elogios do clube derrotado (!): ao ver que um defesa contrário estava em evidentes dificuldades físicas, o avançado azul e branco abdicou da jogada de ataque que conduzia (e que era prometedora), colocando a bola fora das quatro linhas, de forma a que lhe fosse prestada assistência médica. Além de alguns jogadores do Shakthar, até o árbitro lhe agradeceu a atitude bonita.
Adivinhem a reação dos mais indefectíveis? ” Se estivesse a perder, não fazia… Eu queria era ver se fosse no início do jogo… Aquilo que ele faz cá é bem pior… São gestos da tanga, não valem nada…”Este é um grande artista”…
Vale a pena dizer mais alguma coisa? Este tipo de comentários não dizem quase nada sobre a atitude fantástica do extremo brasileiro, mas dizem quase tudo sobre quem pensa e fala dela assim. Certo?
2. No dia seguinte, António Silva, jovem central encarnado, reconheceu publicamente que tinha tido opção técnica infeliz no decorrer do jogo com o Salzburgo, penalizando a equipa com a sua expulsão, além do pontapé de penálti que resultou em golo para o adversário.
Querem mesmo ler algumas das reações imediatas a esse mea culpa espontâneo?
” Se fosse um jogo em Portugal, não te deixavam abrir a boca… Não percebo porque é que teve necessidade de falar, calado era um poeta… Estás é com medo de perder o lugar no onze… Se fosse contra X ou Y não abrias a boca, assim é fácil”…
É como é. Poucochinho mas elucidativo.
3. No jogo de abertura desta jornada (Famalicão/Arouca), o avançado arouquense Mujica viu cartão vermelho direto após pisar deliberadamente o corpo de um adversário que estava no solo. O momento foi feio, a sanção foi justa, mas foi a sua reação que ficou na retina: o jogador espanhol acatou a decisão, pediu desculpa, cumprimentou o árbitro e abandonou o terreno de jogo com a resignação de quem sabe ter errado.
Algumas das coisas que se escreveram sobre esse momento foram tão más que nem vale aqui pena citar. Digamos que ficaram na linha dos comentários anteriores.
A capacidade que algumas alminhas têm em transformar ouro em chumbo, só é possível quando há lacunas evidentes nas suas cabecinhas e corações.
A verdade é que cada um de nós, todos nós, devemos aproveitar todos estes bons exemplos para fazer pedagogia, para mostrar o lado melhor que o desporto tem, para contagiar outros atletas e agentes desportivos a fazerem exatamente o mesmo.
Boas práticas nunca são demais, sejam menores ou maiores, venham do norte ou do sul.
Fairplay não tem clube nem rivais. Não entra em campeonatos, não compete nem rivaliza com ninguém. É maior, muito maior do que tudo isso.
É a favor disso e contra pensamentos rasteirinhos que devemos continuar a lutar, não que isso vá mudar quem está demasiado velho para se livrar de raciocínios brejeiros, mas porque pode afetar positivamente a forma como os seus filhos e netos estarão no desporto e na vida.
Por mais e mais gestos como o dos Galenos, Antónios e Mujicas.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Animados para mais uma jornada?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Ninguém está contente com o atual momento da Seleção Brasileira, pois o futebol é mal jogado. Exceto, claro, os supersticiosos, que defendem que quando o Escrete Canarinho vai mal nas Eliminatórias, acaba indo bem na Copa, exemplificando 1994 e 2002 (mas tínhamos Bebeto e Romário; depois Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho).
Mas por que vivemos um mal momento? O(s) culpado(s) seria(m)…
A CBF– que contrata treinador sem entender a filosofia do mesmo? O “bola da vez” é o chamado? Sem contar Ancelotti, que ninguém sabe se vem ou não?
De Fernando Diniz – que tem um estilo ótimo para o clube (eu elogio o Dinizismo), de toques, tabelas e domínio de bola, mas sem tempo de treinar na Seleção, já que o entendimento da sua metodologia não acontece do dia para a noite?
Dos Jogadores Apáticos – que nos clubes rendem e na Seleção são meros atletas, não fazendo nada de diferente?
Da Estrutura do Futebol Brasileiro – temos um time como outro qualquer, nada acima da média como tínhamos em outras décadas, e não entendemos que o momento é outro (de evasão de jovens e de necessidade de intercâmbio)?
De parte dos Torcedores e parte da Imprensa – que ainda acreditam em “Dream Team”, e que na hora que quisermos, reverteremos toda essa má fase, pois “brotam talentos”?
Particularmente, penso que é tudo isso.Não temos um jogador para colocar a bola embaixo do braço, bater no peito e decidir. Dependemos demais de um bom dia de Neymar, que hoje não consegue render como antes e já parte para uma fase maior de Departamento Médico do que campo de jogo, infelizmente.
Ao ver Richarlison, respeitosamente, penso: tivemos Careca, Evair, Reinaldo, Ronaldo… e se voltarmos no tempo, Leônidas da Silva, Ademir de Menezes, Vavá… é muito desnivelamento.
Talvez já não era hora de renovação, de acabar com a dependência de Neymar (que deve estar de saco cheio das cobranças e quer viver a vida dele e se recuperar fisicamente)? O Uruguai se despediu de Cavani e Suárez, e se recompôs. O Chile ficou refém de jogadores do time campeão de Sampaoli, não se renovou e agora está mal. Corremos esse risco?
Aí temos duas linhas:
Dar tranquilidade ao Diniz para fazer o seu trabalho, aguardando a chegada de Ancelotti, pois o Brasil, mesmo assim, estará na Copa de 2026 (e o italiano montará seu time a partir das suas próprias ideias, sem se importar com o que está sendo feito agora).
Dar uma base ao Brasil visando 2026,independente de confirmar ou não Ancelotti, imaginando a chance de Diniz estar no Mundial da América do Norte.
A renovação deve ser paulatina, mas perceptível. E imagino a dificuldade em fazer isso, com poucos nomes de jogadores de qualidade disponíveis.
Pitaco final:
O príncipe MBS deve “estar feliz” com a Data-FIFA… Neymar (que ganha R$ 1,2 mi por dia) mal jogou a Liga Saudita, e já se contundiu de novo. Mas sejamos justos: ele apanhou demais na carreira(por culpa de adversários que “batiam e batem nele com gosto”, dos árbitros que “deixaram bater” e dele próprio “que simulou demais” no começo da carreira, atingindo o auge dos engodos em 2018).
Uma pena que não temos um substituto à altura dele hoje. Vinícius Jr, que é o nome forte depois dele (e eu gosto da luta desse menino contra o racismo e sua história humilde de superação) não rende a mesma coisa na Seleção (se comparar com o Real Madrid), nem é dotado da mesma qualidade técnica.
Aguardemos. Quem sabe surge um craque-referência, como sempre tivemos na história?
Em tempo, meu amigo Zé Boca de Bagre disse: “Tomara que venha o estrangeiro mesmo para ser o técnico. Ele se chama Carlo MICHELANGELO Ancelotti. Tem que ser artista mesmo pra fazer esse time render…”
Para o importante jogo entre o Peixe e o Massa Bruta, a CBF escalou:
Árbitro: Raphael Claus (SP) Bandeira 1: Alex Ang Ribeiro (SP) Bandeira 2: Daniel Paulo Ziolli (SP) Quarto Árbitro: Thiago Lourenço de Matthos (SP) Observador de Campo: Antonio Pereira da Silva (GO) VAR: Igor Junio Benevenuto de Oliveira (MG) AVAR: Frederico Soares Vilarinho (MG) AVAR 2: André Luís Skettino Policarpo Bento (MG) Observador de Vídeo: Hilton Rodrigues Moutinho (RJ).
Uma escala bem conservadora, afinal é jogo grande: Claus dispensa apresentações, é árbitro de Copa do Mundo, renomado e respeitado. Pelo status alcançado pelo Red Bull Bragantino e pela sua posição na tabela, nada a contestar na escala (enfim, fora de casa, um não-novato escalado, o que é bom). Idem aos seus experientes bandeiras.
Me chama a atenção o AVAR 2: apitou vários jogos da Série A para ganhar experiência, e André Luís Skettino Policarpo Bento vai para o monitor? Não entendo… aliás, nessa rodada temos Leandro Pedro Vuaden, Marcelo de Lima Henrique e Luiz Flávio de Oliveira escalados. Desse jeito, não vai ser fácil renovar o quadro (e talvez a CBF nem saiba fazer isso, pela forma como os jovens árbitros são lançados).
Por fim: não gostei do VAR. Igor Benevenuto, que respeito demais, não está lá na melhor de sua fase, mas quero crer que vá bem nesse jogo.
Desejo boa sorte à equipe de arbitragem e uma ótima partida de futebol!
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Já de pé para o dia render!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?