– Encare a Dificuldade!

Um  bom lembrete:

Se você está atravessando o inferno, não pare!

Winston Churchill

Pin em Glossário

– A Resiliência é realmente a palavra da moda?

Resistir com serenidade ou ser pressionado e não se afetar psicologicamente.

Ter resiliência é a virtude dos dias atuais?

RESILIÊNCIA, A PALAVRA DA MODA

Por Walcyr Carrasco

De tempos em tempos uma palavra ou expressão entra em moda. Todo mundo fala sem saber exatamente o que é. Quando eu tinha meus 20 anos e estudava História na Universidade de São Paulo, a expressão de ordem era “má consciência”. Significava genericamente a consciência pesada do burguês diante de seus lucros, por explorar o proletariado. Estendia-se a todos que, de alguma maneira, não se alinhassem com a crítica esquerdista a qualquer coisa neste mundo. Demorei um pouco para perceber que os ricos não tinham má consciência, a não ser alguns herdeiros desajustados. A maior parte prefere desfrutar os lucros em iates, casas de praia luxuosas, restaurantes, roupas, carros a refletir sobre a exploração do proletariado. A expressão deixou de ser usada. Nas últimas décadas, termos psicológicos entraram para o cotidiano. As pessoas usam a psicologia sem a menor noção do que estão falando. Você certamente já ouviu alguém dizer:

– Ele fez isso por ser traumatizado com o pai.

Pobre Freud, deve se retorcer na cova! Peça para explicar o que é traumatizado. Gagueira total. Mas a palavra trauma entrou para o vocabulário como quem fala de alface, abóbora, cenoura. Há menos tempo, a palavra foi psicótico. Leigos não sabem bem o que é psicopatia. Mas ouviram falar que, em cada dez, um ser humano é psicopata. Seu vizinho, talvez. Mais: ouviram também que nem todos os psicopatas são assassinos, mas têm uma lacuna na emoção. São capazes de usar sua generosidade para se aproveitar de você. Tornou-se comum dizer:

– Acho que ele é meio psicopata.

Meio?

A palavra da moda é resiliência. Primeiro pensei que era xingamento. Depois, que talvez fosse algo bom. Enfim, fui ao Google. Na Wikipédia, resiliência é a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas, sem entrar em surtos psicológicos (no sentido primário, é a capacidade de um material se deformar sob pressão e depois voltar à forma original, em vez de ficar deformado, quebrar-se ou romper-se). Ou seja, é algo bom. Descobri que sou o próprio exemplo da resiliência. Em situações de estresse, desligo a reação emocional. Fico calmo, calmíssimo. Certa vez, um amigo desmaiou no corredor de um hotel na Turquia, tarde da noite. Tranquilo, fui pegar a chave do meu quarto, aberto, para poder voltar. Depois achei a chave dele em seu bolso. Abri a porta de seu quarto. Consegui, não sei ainda como (resiliência muscular?), levá-lo até a cama. Havia se cortado no supercílio. Lavei seu rosto. Ao acordá-lo, conversei. Faltava um dia para voltar. Seria melhor um hospital turco ou esperar a volta ao Brasil? Ele explicou: era uma doença não diagnosticada. Ele desmaia, de repente. Esperamos a volta. A doença não foi diagnosticada até hoje, mas ele está bem. Em nenhum momento senti a menor tensão. Isso é resiliência! Ainda bem, porque antes me achava psicopata. Uma palavra pode aliviar a vida de alguém!

A origem da palavra é latina. Vem do verbo resilire, que significa ricochetear, pular de volta. Em inglês, acrescenta-se o significado de “capacidade de recuperação após um golpe”. Tornou-se o diamante das novas técnicas motivacionais e psicológicas (o diamante é duro, e não resiliente, porque não se deforma, ou seja, não “aprende” com o golpe). Tornar alguém mais resiliente é fazê-lo mais apto às dificuldades da vida. Os conceitos já faziam parte do cotidiano da terapia. A palavra resiliência foi traduzida apressadamente. Antes bombou nos países de língua inglesa. Lá, era um termo comum. Aqui, tornou-se novidade.

E a última é agregar algo. Um amigo psicólogo disse:

Não quero trabalhar só a resiliência. Ao superar a situação, a pessoa avança. Aquilo que poderia ser uma experiência desagradável torna-se um fator positivo de crescimento.

Seria uma espécie de resiliência plus?

Escrevi este texto porque queria saber o que é resiliência.  Descobri que é uma espécie de guarda-chuva para vários conceitos. Resiliência pessoal, empresarial… tornou-se uma panaceia no campo da superação (outra palavra na moda).

Talvez a palavra “resiliência” ainda não tenha chegado ao seu cotidiano. Chegará. Moda é moda. Mas não faça questão de tornar-se um expert. As pessoas gostam de usar palavras inteligentes, mesmo sem saber bem o que é. Tranquilo. Palavras e expressões supostamente sábias são como cor de esmalte. Saem de moda. Depois vem outra.

– Tudo a seu devido tempo…

Independente da religião, católicos e protestantes conhecem essa passagem bíblica. Concordo com ela! Tudo tem seu tempo… Abaixo:

Tudo tem seu tempo determinado, e

há tempo para todo o propósito debaixo do céu:

há tempo de nascer e tempo de morrer,

tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou,

tempo de matar e tempo de curar,

tempo de derribar e tempo de edificar,

tempo de chorar e tempo de rir,

tempo de prantear e tempo de saltar de alegria,

tempo de espalhar pedras e tempo de juntar pedras,

tempo de abraçar e tempo de afastar-

se de abraçar, tempo de buscar e tempo de perder,

tempo de guardar e tempo de deitar fora,

tempo de rasgar e tempo de coser,

tempo de estar calado e tempo de falar,

tempo de amar e tempo de aborrecer,

tempo de guerra e tempo de paz .

(Ecle 3, 1-5.)

Não é verdade?

Resultado de imagem para Ecle 3, 1-5

– Avalie suas Decisões!

Como ignorar tal verdade existencial?

“Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das suas consequências”

Pablo Neruda

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Nick Vujicic, o exemplo maior de superação!

Tetra-amelia é uma doença rara em que a pessoa nasce sem braços e pernas (os quatro membros). E Nick Vujicic, 34 anos, atleta australiano paraolímpico, é uma das vítimas dessa enfermidade.

Entretanto, ele trabalha como palestrante motivacional, exerce uma missão evangelizadora cristã e adora abordar o tema “esperança”.

Sempre alegre, Nick só lamenta uma coisa: não poder abraçar Dejan e Kiyoshi, seus dois filhos!

Um tapa na cara de muita gente (como eu) que às vezes reclama da vida…

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Imagens extraídas da Web, divulgação

– Do que é feita nossa casa espiritual?

Ouvi essa palavra de um padre durante um aconselhamento. E realmente vale pensar sobre as dificuldades da vida que enfrentamos:

Se não passarmos por provações, não saberemos se nosso templo-corpo-alma (casa espiritual) é de palha, madeira ou ferro. Mas seja do que for, tem que ser alicerçado na Pedra Angular que é Jesus“.

Vale o conselho: nunca desanimar e esperar em Deus. Lembremo-nos: se ele cuida até dos passarinhos, por que abandonaria seus filhos amados?

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Acredite sempre!

Eu concordo e assino embaixo:

– Onde crianças com Síndrome de Down são abortadas com naturalidade!

Eu sou defensor do Direito à Vida! E, por preceito religioso, convicção moral e luta social, sou contra o aborto.

Imaginem só um lugar onde o aborto de crianças portadoras da Síndrome de Down é considerado um ato de “amor” para se evitar o sofrimento?

Infelizmente, ele existe!

Extraído de: http://www.semprefamilia.com.br/horror-islandia-aborta-100-de-todos-os-bebes-diagnosticados-com-sindrome-down/?utm_source=twitter&utm_medium=midia-social&utm_campaign=gazeta-do-povo

HORROR: ISLÂNDIA ABORTA 100% DOS BEBÊS DIAGNOSTICADOS COM SÍNDROME DOWN

Estranhamente, pais se despedem do corpo do bebê abortado com orações e cerimônia de despedida.

Um por ano. Talvez dois. Essa é a taxa de nascimento de pessoas com síndrome de Down na Islândia. Mas o que o país está fazendo não é a erradicação da síndrome de Down, e sim a erradicação das pessoas com síndrome de Down: 100% dos bebês diagnosticados com a condição ainda no útero são abortados no país. Os poucos sortudos que continuam nascendo não tiveram a condição detectada no exame pré-natal.

O país escandinavo, de apenas 330 mil habitantes, é o primeiro a levar ao limite uma tendência que já se verifica em outros países. Na Dinamarca, o aborto vitima 98% dos bebês diagnosticados com síndrome de Down. No Reino Unido, a porcentagem chega a 90%. Na França são 77% e nos Estados Unidos 67%.

Na Islândia, a lei permite que o bebê seja abortado mesmo depois de 16 semanas de gestação, em casos de deformidade do feto, o que, segundo a compreensão da lei islandesa, inclui a síndrome de Down, mesmo diante do fato de que a condição permite que seus portadores vivam normalmente, com uma expectativa de vida média de 60 anos, na grande maioria das vezes.

Os exames pré-natais que detectam más-formações e outras características do feto não são obrigatórios na Islândia, mas por volta de 80% a 85% das gestantes optam por realizá-los.

No Hospital Universitário de Landspitali, onde nascem cerca de 70% dos bebês islandeses, Helga Sol Olafsdottir é a funcionária responsável por aconselhar as gestantes que detectaram alguma anomalia cromossômica em seus bebês. “Esta é a sua vida – você tem o direito de escolher como quer que ela seja”, é o que ela diz às mulheres, segundo contou à CBS.

“NÃO VEMOS O ABORTO COMO ASSASSINATO”

As mães que optam pelo aborto tratam o fato com uma estranha normalidade. Chamam o bebê de “meu filho” e, depois do procedimento, fazem uma visita ao corpo do bebê, lhe dizem adeus e chamam pastores para uma pequena cerimônia religiosa. É comum fazer cartõezinhos com o nome do bebê, uma oração e a impressão dos seus pezinhos.

“Não vemos o aborto como assassinato”, explicou Olafsdottir. “Nós damos fim a uma possível vida que poderia ter tido uma complicação enorme… Prevenimos o sofrimento para essa criança e para a família”.

Agnes Sigurðardóttir, bispa da Islândia e líder da Igreja Evangélica Luterana da Islândia, diz que a sua igreja não é nem a favor nem contra o aborto. “Na Islândia existe apenas um pequeno grupo de pessoas que são contra o aborto. Bem pequeno, bem invisível”.

A fotógrafa Sigga Ella tem uma tia com a condição. Para combater o preconceito e a eugenia de que os portadores da síndrome têm sido alvos, Ella clicou 21 portadores de síndrome de Down com idades entre 9 meses e 60 anos e produziu uma série de retratos chamada First and foremost I am – “Antes de tudo e mais do que tudo, eu sou”.

Já Thordis Ingadottir é ativista pelo direito das pessoas com síndrome de Down desde 2009, quando a sua filha Agusta nasceu com a condição. Na época, os exames mostraram que o seu bebê tinha 1 em 1,6 mil chances de ter a síndrome.

Espero que, quando crescer, Agusta esteja plenamente integrada a esta sociedade com as suas próprias condições. Este é o meu sonho”, disse Ingadottir à rede CBS. “Em que tipo de sociedade você quer viver?”

Com informações da CBS.

Imagem ilustrativa: Bigstock| Foto extraída de: https://www.semprefamilia.com.br/defesa-da-vida/horror-islandia-aborta-100-de-todos-os-bebes-diagnosticados-com-sindrome-down/
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– Ânimo! Por que lamúrias?

Está desanimado?

Tente rezar (mas faça sua oração com fé). Leio um tuite do Papa Francisco que muito consola.

A Esperança é um dom. É um presente do Espírito Santo.

Se ficamos com a alma retraída, desanimada, moribunda, como sarar? Pedir o Espírito Santo para nos animar (ânimo = alma viva; desânimo = sem alma), é pedir vida nova.

Portanto… Reze, ore, clame pelo dom da Esperança ao Paráclito de Deus! E o mais importante: não deixe a depressão tomar conta de você.

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– Entregue seu trabalho a Deus.

Antes de qualquer trabalho, deposite sua confiança em Deus. Creia, ame e espere nEle!

Especialmente, que sua labuta gere frutos positivos para todos que estão envolvidos.

🙏🏻 #Fé

– #tbt1: Dois meses e vitoriosa!

De 20 de julho de 2017:

Com a Graça de Deus, minha caçulinha Maria Estela completa hoje 2 meses de vida (49 cm e 3,305 kg).

Filhinha guerreira, terá história para contar!

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– Uma vitória pessoal!

Há 6 anos, tive um problema de saúde que me atrapalhou muito (cessado em 30/05/2020).

Tanto no campo profissional quanto o pessoal, ocorreram prejuizos em decorrência dele. Não prejudiquei direta ou indiretamente ninguém por causa disso, mas sacrifiquei por algum tempo meus familiares – que sempre estiveram ao meu lado e me ajudaram em tudo.

No 3o ano, já no desmame das medicações, tudo parecia melhor. Porém, um baque que sofri quando estava muito próximo da liberação (uma situação de trabalho onde existou uma questão deselegante) me ocasionou um revés, afinal, a cura não era terminada! Voltei às doses maiores e, enfim, depois de um período contínuo de diminuição delas (com espaçamento atingindo até mesmo uma semana entre os remédios), ufa, fim de tratamento! Corpo, alma e mente em harmonia, enfim.

Nada de alardear: não tem envolvimento de dependência química / psíquica ou qualquer outra moléstia contagiosa ou comprometedora à honra. “Apenas” um problema que passou (“apenas”, entre aspas, pois quando você está no olho do furacão, tem a noção exata da coisa).

Obrigado, Deus, pela vida. Obrigado, família. Obrigado, médicos!

E vida que segue!

– Quando, enfim, nossa Tetéia veio para casa…

Há exatos 5 anos!

Chega de Hospital! Ufa…

Hoje era para ela estar ainda na barriga da mamãe, mas o destino quis que a Maria Estela nascesse bem antes. Depois de tantas semanas na UTI e alguns dias no quarto, enfim a nossa Estelinha conheceu o seu verdadeiro lar-doce-lar. Estamos todos em casa!

– Obrigado Nossa Senhora pela sua intercessão, nós que a veneramos por invocações tão magníficas, como a Mãe do Bom Parto, Virgem de Fátima e Mulher do Monte Carmelo. Mãezinha do Céu, genitora de Jesus, serva de Deus e esposa do Paráclito Divino. Firmes na fé, rogamos a ti pois sabemos que seu pedido é sempre atendido pelo seu Filho, nosso único e verdadeiro Senhor, que adoramos na Trindade Santa com o Pai e o Espírito Santo. Ó Maria, chamada Estrela da Manhã e do Amanhã, como belamente rezamos na sua ladainha, fizeste para nós como nas Bodas de Caná da Galiléia. Entretanto, ao invés de água em vinho, o Cristo transformou fragilidade de um parto em um natalício evento de amor e confiança!

Faltou-nos tempo, descanso, calma e tantas outras coisas. Mas não faltou constância na crença, amparo da família e preces dos amigos. 

Obrigado a todos pela torcida e pelas orações; aos médicos e enfermeiras; e, em especial, àqueles que nos sustentaram no coração por todo esse longuíssimo tempo e nos ajudaram a não vacilar.

Agora, nossa estrelinha permanecerá em quarentena e ainda sem poder receber visitas devido a imunidade. Mas e daí? O que importa é que está em casa e que após conquistar os anticorpos que necessita, em breve estará rodeada pelos nossos amigos!

Eis nossa caçulinha (agora bem mais fortinha e fofinha). Aqui:

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– Stop? Never!

Um  bom lembrete:

Se você está atravessando o inferno, não pare!

Winston Churchill

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– Cansou de si mesmo?

Já “cansou de si mesmo”?

Eu sim. E já externei várias vezes a necessidade que cada um de nós tem para mudar, de fazer algo diferente, de buscar novos desafios (mesmo tendo muitos compromissos diários ou sendo workaholic).

A questão é: mudar como?

Em trabalho? Em hábitos? Em qualidade de vida? Em padrão social?

Talvez em disposição, na forma de encara o dia-a-dia.

Particularmente, sou muito pilhado em tudo estar certinho. Metódico, sistemático mesmo. O correto, o justo, o ético e o moral estão sempre associados comigo, e não consigo desvencilhar-me dessas coisas, gerando excesso de preocupação, irritação, inconformismo!

Calma, não sou “certinho”, sou apenas um cara que gosta das coisas em ordemmas isso não me dá o direito de pegar no pé de quem pensa diferente ou de censurar o meu próximo.

Na verdade, a crise econômica / social / educacional que o país vive nos obriga a imaginar diversas situações. Tenho amigos que deixaram o Brasil, mas isso é uma solução?

Isso é mudar, concordo, mas não precisa ser algo tão radical (no meu caso).

O melhor mesmo é não desanimar, tentar ver o mundo de uma maneira menos ruim e saber que você não pode mudar o mundo sozinho (embora, não se pode acomodar com as injustiças sociais).

O maior medo é: por acompanhar alguns amigos que enfartaram tão jovens, ser vítima de um enfarto! É por isso que tenho que manter em alta o ânimo e praticar atividades físicas. Eu não quero viver com depressão, nem enlouquecer lentamente.

Ops: ao escrever essa última colocação, me lembrei que ela faz parte de uma música do polêmico Lobão (poeta, mas louco!), que fala sobre consciente e a “menor expressão de angústia”…

Taí, gostei. Compartilho para reflexão: e acrescento – valorize a vida, pois na canção abaixo se pede “para que você não tente se matar pelo menos nessa noite”. Não se mate nunca! Viva a vida, reinvente-se.

Escute clicando em: https://www.youtube.com/watch?v=U6hIdLm5qTU

– #tbt 3: Gargalhando!

Relembrando, de anos atrás…

Que demais!

Nossa #bebê Estelinha adora tomar #banho, e com um simples “oi amigo” dá uma contagiante #risada que faz todos rirem.

Aumente o volume, com certeza você também vai sorrir com esse vídeo engraçadinho dela.

👶🏼 😀 #Paternidade #Sorriso #Alegria #Baby #Amor #Criança

Link em: https://m.youtube.com/watch?v=tNGMh1Y8YgA

– Peace.

Não sei quem disse, mas gostei:

A resposta para um mundo melhor: tolerância, misericórdia e honestidade”.

Pronto! Aí sim a maioria (se não, todos) os imbróglios da humanidade se resolveriam.

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– #tbt 2: Orgulho de ser Pai, quando a vida vale a pena!

Insisto em uma máxima: Paternidade é um dom divino, e que gosto de exercer essa graça.

Compartilho esse vídeo engraçadíssimo da Marininha, “escrevendo literalmente na minha testa“. Vale a pena ser bobo só para ver o sorriso dela…

Aqui: http://www.youtube.com/watch?v=36gjQbWBtQM

Mais do que despertar a bagunça dela, é ensinar as coisas de Deus, como, por exemplo, durante a Missa, quando com muita alegria foi ao altar rezar o Pai Nosso junto ao padre, acompanhado do Vovô Dito (que estava como Ministro da Eucaristia).

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Nessas horas que vemos: a vida vale a pena!

– Uma carta para nós.

Passeando pelo Lago do Taboão, em Bragança Paulista, me deparei com uma… carta amarrada em uma árvore.

Pois é: ainda se utiliza tal meio de comunicação tão simpático. Na verdade, uma inteligente forma de se deixar um recado! Olhe aí na foto, abaixo:

Quando abri o envelope, uma mensagem de encorajamento e confiança em Deus. Veja que legal:

Não importa a religião, valeu a intenção de quem quis deixar o dia do seu próximo um pouco mais esperançoso.

– Todo dia é dia de Reconstrução! Mesmo que não pareça…

Há momentos na vida em que tudo parece difícil. Ficamos pessimistas, ranzinzas e… precisamos de um puxão de orelha ou um tapa na cara para entrarmos no eixo.

Quem nunca teve semanas de ânimo e outras de desânimo? Ou simplesmente variou de humor mais de uma vez por dia? Da euforia à desmotivação, todos somos vítimas. Ao mesmo tempo que o otimismo se divide com o pessimismo. São… fases! Momentos. Instantes!

Calma.

Tudo passa.

Precisamos povoar nossa mente de coisas boas e tomarmos cuidado com a ilusão. Nunca devemos nos precipitar ou nos acomodar. Devemos viver. Lutar, repensar, refazer-se! Ou melhor: acordar cientes de que a RECONSTRUÇÃO / REINVENÇÃO deve ser diária. 

Se um dia está difícil, parece que será sempre triste daquele momento em diante. E não é isso, pois aos poucos vai melhorar. E se está tudo muito bem, tenha a consciência de que não é algo sempre perene.

Insisto neste lembrete derradeiro: entenda que a vida é muito comprida e que instantes não são eternos – especialmente os ruins.

Vivamos. E que Deus nos ajuda nessa luta constante.

Como reconstruir minha vida sendo que eu mesmo a arruinei ...

Imagem extraída de: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/reconstrucao-de-vida-larissa-vidal-silva

– Pensamento de Santo Ambrósio em seu Dia!

Vivemos numa era onde o equilíbrio emocional, espiritual, físico e financeiro precisam estar cada vez mais em sinergia. E sinceramente, penso que isto não é bom. Este equilíbrio, honestamente, é necessário, pois verdadeiramente bom seria que simplesmente vivêssemos em paz. Mas como hoje é dia de Santo Ambrósio, um santo alemão do século 3, compartilho uma reflexão maravilhosa do mesmo e que se faz necessária neste mundo tão ferido dos dias de hoje, onde o conforto das pessoas, às vezes, se baseia na vingança; onde alardeia-se o sucesso às custas do insucesso profissional de outros; ou, ainda, que neste mundo capitalista tão competitivo, nem todos têm espaço. Tudo isso pode ser verdade, mas não deveria.

Assim, lembremo-nos do pensamento ambrosiano:

Ninguém cura a si mesmo ferindo os outros”.

O amor, a oportunidade e a presteza podem ter lugar num mundo cada vez mais vazio e contraditoriamente repleto de anseios.

Hoje é celebrado Santo Ambrósio, Bispo de Milão e mentor de Santo Agostinho

Imagem extraída de: https://www.acidigital.com/noticias/hoje-e-celebrado-santo-ambrosio-bispo-de-milao-e-mentor-de-santo-agostinho-43245

– Encare a Dificuldade!

Um  bom lembrete:

Se você está atravessando o inferno, não pare!

Winston Churchill

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– Acordando para um novo dia.

02h30 da madrugada. Insônia (mesmo com sono)…

Um novo dia começa. Que seja melhor do que ontem e pior do que amanhã (apesar dos “pesares”).

Reze, peça, agradeça, ame… e viva em abundância!

É disso que precisamos.

'Tenha esperança, tenha fé e tenha força para conquistar tudo o que quiser.' -Minha esperança

Foto-Arte extraída de: https://www.mensagenscomamor.com/minha-esperanca

– Transitoriedade da Vida.

Estava aqui num tempo de descanso e reli o folheto da Missa de Domingo (de semanas atrás). Que Evangelho bonito, mensagem sábia e esperançosa!

Jesus fala sobre as coisas que valem a pena! Viver na amizade, de bem com o próximo e consigo mesmo. Pra quê materialismo, se o que vale é a certeza da Vida Eterna? Estamos apenas num período de transitoriedade, de coisas passageiras.

Precisamos nos espiritualizar mais, dedicarmos às coisas que valem e que motivam. Nas dificuldades, respirar fundo e seguir em frente.

Alguém disse que não se pede para nascer e nem para morrer; portanto, deve-se viver bem esse grande intervalo“.

É isso aí.

– As Novas Vidas das crianças que moravam na Cracolândia

Anna Bonizzi, Bernardo Ricupero, Marcelo Neubauer de Paula, Annie Bacarat, Thaís Heer, Ricardo Kiste, Ricardo Hilgenberg, Luciana Hilgenberg, Ana Davini, Daniel Ramires, Sheila Rodriguez, Alessandro Lata. Todos esses (e outros não citados) merecem aplausos e louvores!

São elas as pessoas de destaque na Vejinha (ed 09 Out) por terem adotado crianças da Cracolândia. Menores vítimas do abandono de mães irresponsáveis, largadas ou trocadas pelas drogas, perdidas e desandadas no mundo.

Corajosamente, essas pessoas tomaram como seus filhos as criancinhas que agora terão um futuro muito melhor.

Sem comentários, só reconhecimentos.

– Tudo a seu devido tempo…

Independente da religião, católicos e protestantes conhecem essa passagem bíblica. Concordo com ela! Tudo tem seu tempo… Abaixo:

Tudo tem seu tempo determinado, e

há tempo para todo o propósito debaixo do céu:

há tempo de nascer e tempo de morrer,

tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou,

tempo de matar e tempo de curar,

tempo de derribar e tempo de edificar,

tempo de chorar e tempo de rir,

tempo de prantear e tempo de saltar de alegria,

tempo de espalhar pedras e tempo de juntar pedras,

tempo de abraçar e tempo de afastar-

se de abraçar, tempo de buscar e tempo de perder,

tempo de guardar e tempo de deitar fora,

tempo de rasgar e tempo de coser,

tempo de estar calado e tempo de falar,

tempo de amar e tempo de aborrecer,

tempo de guerra e tempo de paz .

(Ecle 3, 1-5.)

Não é verdade?

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– Tenhamos paciência com os ciclos (e problemas) em nossa vida.

Tudo é passageiro na nossa vida. Os ciclos ocorrerem, de bons ou maus momentos. E aqui não tem nada relacionado com religião, superstição ou equivalentes. Me refiro à percepção do tempo em meio às dores.

Quando temos demandas tristes, que nos trazem à discussão o sentido da vida e o “por quê” das coisas, parece que as angústias que sentimos são eternas – especialmente quando elas nos afligem nas coisas / pessoas / situações que amamos.

Calma. Enfrentemos as pendengas, façamos nossa parte, tenhamos paciência e a certeza que tudo passa.

Essa bobinha imagem do fruto da pitangueira, abaixo, é representativa: não se refere a pessoas que nascem e morrem, mas a frutos (da nossa imaginação, dos nossos compromissos ou, mais claramente, a personificação dos nossos problemas) que nascem tão discretamente, crescem, se avolumam e depois morrem.

Evidentemente, ler essas palavras pode ser confortante. Na prática, a dificuldade é bem maior. Mas ainda assim: calma, temperança e esperança.

– Pare de Reclamar!

Eu escrevi, eu tenho que seguir o que defendo. Pararei de reclamar! Abaixo:

São Bento de Núrsia, abade de admirável vida monástica, inspirou várias regras dentro dos mosteiros. E uma delas é genial, que parece ter sido elaborada para nossos dias: a de se evitar reclamações!

A Regra 34 diz, na “essência de seu texto”, diz:

Antes de tudo, que não surja o mal da murmuração em qualquer palavra ou atitude, seja qual for a causa”.

Quantas vezes reclamamos da vida, com ou sem razão?

Nossos lamentos são, muitas vezes, vícios de conduta?

Por quê reclamamos?

Evitamos ficar nas reclamações?

Veja que texto interessante, abaixo, extraído de : http://www.cliquef5.com.br/conteudo.php?cid=18101

APLIQUE AGORA A REGRA 34

Resmungar está mais para quem deseja aumentar do que solucionar problemas. Somente quem não está disposto a encontrar saídas fica resmungando.

Por Janine de Oliveira

Nada mais desagradável que uma pessoa que vive reclamando da vida. Reclamando de tudo. Mas como é bom poder encontrar pessoas que te dão uma lição de vida contando sobre como é a sua vida. Sobre o que acredita. Sabemos que vivemos em um mundo onde o passo do relógio é quem dita nosso cotidiano. Temos menos tempo, e cada dia mais coisas para fazer. A verdade é que o tempo é o mesmo de décadas atrás, mas nós é que acumulamos funções, e reclamar talvez tenha sido uma dessas heranças modernas que acabamos adquirindo. O que seria de nós se não tivéssemos as regras para regulamentar a modernidade. É comum o regramento nas associações, clubes, organizações. Não há agrupamento humano que não elenque prescrições que devem ser seguidas por todos os seus membros. O movimento monástico e outros do mesmo segmento sempre tiveram apontamentos bem claros. Para abraçar este estilo de vida era necessário, antes de tudo, ter conhecimento e boa iniciação na observância da regra. São Bento, por exemplo, no número 34 da regra, institui uma atitude bem pertinente para os nossos tempos: Não resmungar.
Ao propor que os seguidores não resmungassem, o idealizador tinha amplo conhecimento das posturas humanas, bem como suas consequências. A preservação do ambiente fraterno era muito significativa. Não convinham murmúrios e objeções negativas. Em nada ajudaria para a realização pessoal e comunitária. Além disso, abria espaço para lamentações e, quem sabe, até dissabores verbais.
A referida regra 34 poderia estar estampada em muitos espaços coletivos. Faria um bem enorme. Para algumas pessoas insatisfeitas, a inscrição beneditina poderia ficar ao alcance dos olhos. Toda vez que sentisse desejo de emocionalizar algum fato ou postura poderia se dar conta de que o ato de resmungar nada acrescenta. Pelo contrário, cria distância, torna o clima pesado e atrapalha os objetivos a serem alcançados.
Não é proibido discordar, debater, contrapor. Agora, resmungar está mais para quem deseja aumentar do que solucionar problemas. Somente quem não está disposto a encontrar saídas fica resmungando. Ninguém consegue ficar por perto daquelas pessoas que se acostumaram a reclamar de tudo e de todos. Míopes para as coisas positivas, descrentes diante do amanhã. Quando conseguem sonhar, tudo se resume em pesadelos.
Talvez, de imediato, veio à mente a imagem de alguém que se aperfeiçoou na arte de resmungar. Descarte essa lembrança. Uma releitura minuciosa das suas atitudes poderá detectar que, em alguns momentos, deslizamos para o campo da insatisfação e gastamos minutos preciosos resmungando. Se isso for frequente, escreva a regra 34 em algum espaço bem visível. Poderá inspirar.
No entanto, há pessoas que são grandes lições de como aplicar a regra 34. Basta olharmos a nossa volta, aquelas que ao conhecer um pouco percebemos que mesmo com problemas grandes estampam um sorriso e não pronunciam uma só frase de lamúrias.
Aplique a regra 34.

– #tbt 1: Nossa Guerreirinha!

Há 4 anos… e hoje minha caçula está forte e sapeca. Uma mocinha!

Alegria do Papai!

Depois de tanto sofrimento com sua saúde, seu sorriso é o merecimento meu e da Mamãe!!!

Maria Estela está saudável e gordinha, Graças a Deus e às orações dos amigos!

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– Há esperança para as meninas afegãs!

Uma imagem de esperança para esse sábado: uma criança afegã feliz! Que todas possam ter a mesma oportunidade – igualmente aos seus pais.

Pobre povo do Afeganistão, sofrendo com os terroristas que por lá co-habitam.

Leia / veja abaixo:

– O que é rezar?

Dias atrás, o Papa Francisco tuitou uma mensagem importante, alertando para as ciladas do demônio. Escreveu o Pontífice:

“Rezar é deixar-se olhar dentro de si mesmo sem ficções, sem desculpas ou sem justificações; porque do Diabo vem a opacidade e a falsidade; de Deus, vem a verdade.”

Traga para a sua realidade: quantas vezes pensamos em algo e nossas ideias são influenciadas pelo pessimismo, pelo cansaço ou pela tristeza, impedindo uma visão mais clara das coisas?. São só os fatores emocionais que podem nos trazer a desesperança ou a influência espiritual maligna?

Ao contrário, conforme escreveu o Papa, quando conversamos com Deus (que conhece nossa intimidade, sem maquiagens ou disfarces), temos clareza e uma visão mais esperançosa deste mesmo algo que pensamos outrora negativamente.

Assim, lembremo-nos: REZAR, conversar com Deus, procurar estar em comunhão com o Alto é garantia de otimismo, força e esperança, livrando-nos da mentira (cujo príncipe dela é o Inimigo de Deus).

– Mudanças na vida. Como a vemos, do ponto de vista cristão?

Na vida, temos ciclos (ou fases, se preferir) onde precisamos…
MUDAR / PERMANECER
CONTESTAR / ACEITAR
ENCARAR / ADMITIR

Introspecto nesta madrugada, numa das minhas “corujonices” habituais, me veio em meio às reflexões e orações:

ECLESIASTES 3, 1-13
“Tudo tem seu tempo. Há um momento oportuno para cada coisa debaixo do céu: 2.tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou; 3.tempo de matar e tempo de curar; tempo de destruir e tempo de construir; 4.tempo de chorar e tempo de rir; tempo de lamentar e tempo de dançar; 5.tempo de espalhar pedras e tempo de as ajuntar; tempo de abraçar e tempo de se afastar dos abraços; 6.tempo de procurar e tempo de perder; tempo de guardar e tempo de jogar fora; 7.tempo de rasgar e tempo de costurar; tempo de calar e tempo de falar; 8.tempo do amor e tempo do ódio; tempo da guerra e tempo da paz. 9.Que proveito tira o trabalhador do seu esforço? 10.Observei a tarefa que Deus impôs aos humanos, para que nela se ocupassem. 11.As coisas que ele fez são todas boas a seu tempo. Além disso, entregou o mundo ao coração deles. No entanto, o ser humano jamais chega a conhecer o princípio e o fim da ação que Deus realiza. 12.Compreendi, então, que nada de bom existe senão alegrar-se e fazer o bem durante a vida. 13.Pois todo aquele que come e bebe, e vê o fruto do seu trabalho, isso é dom de Deus.”

Sendo assim, agradeçamos todos os dias a Deus por nossas alegrias e angústias – as vividas e as que viveremos. Agradeçamos os obstáculos e os atalhos do caminho. Agradeçamos a oportunidade de crer que existe um propósito de Deus: a nossa santidade, para nosso bem, em todos os quesitos – pessoais, profissionais e coletivos.

S’imbora para novas aventuras… com as coisas do Alto, com a família e com os amigos – e sem qualquer tipo de mágoa ou tristeza, pois elas não devem ter lugar (e nem motivo). E já sabendo que esse e qualquer novo momento tem o seu tempo também!

– O perdão salva o mundo.

O Perdão Salvará a Humanidade

Papa Emérito Bento XVI

Poucas palavras, profunda reflexão. Um mundo tolerante seria um mundo de paz, mais justo e fraterno, não?

Pena que às vezes esse mundo se torna uma grande utopia… mas não podemos desanimar!

Se a gente não fizer nossa parte, quem fará?

– Renove-se!

Li e vale a pena refletir sobre renascer / reinventar-se. Ou, se preferir, despedir-se do homem velho e buscar o “ser novo”, tão pregado por Jesus Cristo conforme retratado nos Evangelhos:

– Bom dia, domingão (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, aproveito e medito:

Ó Virgem Maria, rogai por nós que recorremos a vós. Amém.”

Nunca deixe de rezar!

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