– Cuidemos:

Tenha atenção aos sinais:

Imagem

– 10 facts to know about Vitamin D linking to mental health🧠

Vitamin D deficiency is critical for both physical and mental health. Here are some facts to understand the impact of vitamin D on mental health. 1.…

Original em: 10 facts to know about Vitamin D linking to mental health🧠

– O valor da Paciência.

Bem-vindos a mais uma caminhada nos Passos da Alma. No ritmo frenético do mundo moderno, somos constantemente pressionados a procurar resultados …

Continua no link em: O valor da Paciência

– Dopamina: como a busca desenfreada por estímulos pode afetar a satisfação na vida.

Dopamina: como a busca desenfreada por estímulos pode afetar a satisfação na vida Você já se pegou conferindo o celular apenas alguns segundos após …

Continua em: Dopamina: como a busca desenfreada por estímulos pode afetar a satisfação na vida

– Despressurize-se.

E quando nós nos pressionamos demasiadamente na vida?

Seja em casa, no trabalho ou em qualquer área. É necessário despressurizar

Uma alerta:

– Não reaja a tudo!

Procuremos paz e tenhamos boa saúde metal!

Uma mensagem:

– A depressão do padre Fábio de Melo e a pressão entre líderes religiosos.

Um grande alerta: o aumento dos casos de depressão entre religiosos e o que isso significa!

Vale a boa leitura abaixo, no texto extraído de: https://oglobo.globo.com/ela/gente/noticia/2025/01/23/padre-fabio-de-melo-revela-depressao-especialista-alerta-quando-buscar-ajuda.ghtml#

DEPRESSÃO ENTRE LÍEDERS RELIGIOSOS

O Padre Fábio de Melo revelou, durante evento no último domingo (19), que voltou a enfrentar a depressão. O relato ocorreu na Arena Pernambuco, durante as celebrações dos 35 anos da Comunidade Católica Obra de Maria. O sacerdote descreveu um período recente de intensa fragilidade emocional.

“Ao longo dessas duas últimas semanas, a depressão tomou conta de mim de novo. Ao longo dessas duas últimas semanas eu só tenho um pensamento nessa vida: a vontade de deixar de viver”, afirmou. Padre Fábio também declarou que mantém esperança em dias melhores: “Eu proclamo hoje que estou nascendo de novo e que esse é o primeiro minuto da minha nova vida.”

A experiência do sacerdote chama atenção para a presença de transtornos mentais entre líderes espirituais, um tema muitas vezes cercado por mitos. Segundo o psicanalista Luís Pierott, existe uma ideia equivocada de que líderes religiosos seriam imunes à depressão por conta de sua prática de fé e do papel que desempenham na sociedade. “Essa visão é completamente equivocada, uma vez que líderes espirituais também são seres humanos, sujeitos às mesmas angústias, vulnerabilidades e conflitos internos que qualquer outra pessoa”, explica.

A pressão para atender expectativas de perfeição e força, segundo Pierott, pode aumentar o risco de sofrimento psíquico. Ele destaca a importância de reconhecer que figuras públicas e líderes espirituais também podem enfrentar questões emocionais e buscar ajuda sem medo de estigmas.

Quando buscar ajuda para depressão?

A depressão apresenta sinais de alerta que podem indicar a necessidade de ajuda profissional. Pierott destaca alguns desses sinais: tristeza constante sem causa aparente, sensação de vazio existencial, perda de interesse por atividades antes prazerosas e isolamento social. Outros sintomas incluem alterações no sono e apetite, fadiga excessiva, dificuldade de concentração, sentimentos intensos de culpa ou inutilidade e pensamentos recorrentes sobre a morte ou autodestruição.

“Esses sinais representam um pedido de socorro do inconsciente, demandando escuta, acolhimento e elaboração”, afirma o especialista. Pierott alerta que, ao perceber que os sintomas interferem significativamente na qualidade de vida, nas relações interpessoais e nas atividades cotidianas, é essencial procurar apoio.

Pensamentos de morte ou ideação suicida, segundo o psicanalista, exigem atenção imediata e acompanhamento profissional. O ato de buscar ajuda é um movimento significativo do sujeito em direção ao autoconhecimento e ao cuidado consigo mesmo, indicando que ainda há pulsão de vida e autoconservação.”

Tratamento e recuperação

O tratamento da depressão exige uma abordagem abrangente, considerando aspectos subjetivos e externos. Na psicanálise, o foco está em compreender os conflitos inconscientes que sustentam os sintomas. O trabalho terapêutico envolve a ressignificação de experiências traumáticas, desejos reprimidos e sentimentos de culpa.

Em casos moderados ou graves, o acompanhamento psiquiátrico pode ser necessário, com o uso de medicamentos como antidepressivos para estabilizar os sintomas. Além disso, mudanças no estilo de vida, como prática regular de exercícios físicos, cuidados com a alimentação e a construção de uma rede de apoio, também contribuem para a recuperação.

O tempo de tratamento varia conforme a singularidade de cada caso. O objetivo é promover autoconhecimento e ajudar o sujeito a integrar aspectos conscientes e inconscientes de sua vida psíquica”, conclui Pierott.

Foto: Reprodução do Instagram, extraída do link acima.

– A importância da Saúde Mental no Trabalho.

Todos nós precisamos ter atenção aos males causados pelo desequilíbrio emocional no trabalho. E sobre a saúde mental no ambiente laboral, o Hospital Israelita Albert Einstein trouxe um alerta de 4 transtornos principais, causados por isso.

Abaixo:

 

– 2 de 3: Sue que faz bem!

Hoje eu exagerei no meu treino. Mas foi tão bom…

Corra, sue, caminhe… pois faz muito bem!

– Controle somente o que é possível!

Leve a vida com mais leveza!

Não queira controlar tudo.

A boa dica, na imagem:

 

– REPOST: Saúde Mental no Futebol.

A pressão entre os atores do mundo do futebol é enorme, mas há um silêncio muito grande sobre esse tema: o da saúde mental no esporte.

Em 2009, o goleiro alemão Robert Enke se matou atirando-se em uma linha de trem. Dois anos depois, o árbitro iraniano Babak Rafati, cansado da pressão do meio, tentou o suicídio cortando os pulsos. Mais recentemente, o ex-atacante Nilmar (Inter-RS e Corinthians) disse ter sofrido depressão e pensou em se matar.

Vários atletas de outras modalidades encerraram precocemente a carreira por conta da pressão por resultados, e isso decorre pelo fato de que o esporte de alto rendimento, no fundo, não é algo saudável. O exagero no desempenho do corpo, a carga enorme de treinamentos, a maratona de partidas e disputas, por fim, esgotam fisicamente a pessoa. E se o atleta não tiver um condicionamento emocional adequado, sucumbe.

Muricy Ramalho, treinador, abandonou a carreira depois dos problemas de saúde, fruto da sua atividade. O AVC de Ricardo Gomes, ocorrido ao vivo num jogo do Brasileirão, credita-se ao stress. E aí somos obrigados a refletir: por mais que se possa dizer que grandes técnicos ganham muito dinheiro, e que isso é a sua compensação pelos percalços e cobrança que passam, a Saúde Mental fala muitas vezes mais alto. Às vezes, nem fala: grita!

Jürgen Klopp, treinador do Liverpool, considerado um profissional atencioso e sempre divertido, demonstrou na Premiere League um comportamento diferente, perdendo a cabeça e se enervando desnecessariamente. E nessa última semana, Klopp anunciou que fará uma pausa na carreira. Será que voltará quando?

Pense: quantos outros treinadores não gostariam de fazer a mesma coisa? Abel Ferreira, treinador do Palmeiras, falou abertamente: “ganhei tanto dinheiro e não consigo gastá-lo, não consegui passear ainda na cidade de São Paulo”. Mano Menezes, do Corinthians, jogo a jogo vem demonstrando sinais de estafa com as derrotas do seu time e com as trapalhadas da sua diretoria.

Imagine, agora, os seguintes problemas: um jogador sofre pressão da torcida nas arquibancadas, não recebe o seu salário em dia, não pode sair para passear em shopping ou restaurante quando o clube perde, além da sua cobrança interior. Se não tiver ajuda psicológica, adoece. De que adiantou todo o dinheiro conquistado, se a qualidade de vida (e até a liberdade cotidiana) se esvazia?

Há um fator que potencializa ao extremo isso: as Redes Sociais. No Twitter (ou melhor, no atual “X”), torcedores entram nos perfis dos boleiros e ofendem com as maiores barbaridades possíveis. O assédio moral é violento e não há muito o que fazer: ou o profissional abandona a Internet ou ignora as críticas.

Um exemplo para comparação: Tom Holland, o jovem ator que interpretou “Homem Aranha” nos cinemas, anunciou que saiu das Redes Sociais para preservar a saúde mental. E considere: ele tem um staff enorme, acompanhamento terapêutico, é rico, e seu trabalho é elogiado. E ainda assim não aguentou. Imagine um atleta de futebol, que mexe paixões contrárias e a favor.

Fica o alerta para a FIFA, além das entidades locais, como a CBF: façamos campanhas de prevenção ao equilíbrio emocional e à saúde mental, antes que algo mais grave possa acontecer.

Copa do Mundo: como a saúde mental influencia o desempenho dos jogadores em campo - BBC News Brasil

Imagem extraída de Getty Images, em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-63512442

– Seja resiliente. Você aguenta?

Uma ótima reflexão!

Como está a sua resiliência?

– Guido Palomba e a polêmica opinião sobre TEA e TDHA:

Assisto uma entrevista bem polêmica sobre Saúde Mental.

Todos têm depressão? Todos são autistas? A tudo, se dá remédio?

Achei curiosa a fala do renomado psiquiatra Guido Palomba. E me assustei um pouco com os seus conceitos

Assista em: https://www.youtube.com/watch?v=LxV6d9e9RyQ

– Para buscar a paz…

Para a Paz que devemos buscar, precisamos buscar Equilíbrio Emocional e Espiritual.

Com elas, é mais fácil buscar o restante.

– Dica da Noite 2:

Tenha boa estima!

– Building a Remote Work Routine for Better Mental Health.

Working from home can be the best thing for managing your work/life balance but it comes with its own challenges. Without the structure of an office …

Continua em: Building a Remote Work Routine for Better Mental Health

– Como Manter a Memória Saudável: Dicas Essenciais para o Cuidado do Cérebro.

A memória é uma função crucial do cérebro e, para mantê-la saudável, é essencial cuidar bem desse órgão tão importante. Desde o uso de técnicas …

Continua em: Como Manter a Memória Saudável: Dicas Essenciais para o Cuidado do Cérebro

– Comportamento de quem “tem” e “não tem” inteligência emocional:

Bem didático, para aprendermos:

– Dissonância Cognitiva: aspectos patológicos.

O ser humano busca consistência interna daquilo que crê real e o mundo exterior.

Continua no link em: Dissonância Cognitiva: aspectos patológicos

– Afaste-se de lixo emocional.

Pra quê permanecer trabalhando com quem te assedia ou prejudica o seu rendimento?

Um ótimo conselho:

– Dica da Noite 1:

Tenha mente aberta!

– Benefícios da Atividade Física:

Excelentes apontamentos, abaixo:

Exercite-se.

– A pressão emocional contra os atores do esporte.

Repararam o quanto estamos falando de “Saúde Mental” nessas últimas rodadas do Brasileirão?

O assunto é: o time A “pipocou”? O time B “sentiu o peso da necessidade da conquista?” O jogador C não estava preparado para o sucesso?”

A pressão entre os atores do mundo do futebol é enorme, mas há um silêncio muito grande sobre esse tema: o da saúde mental no esporte.

Em 2009, o goleiro alemão Robert Enke se matou atirando-se em uma linha de trem. Dois anos depois, o árbitro iraniano Babak Rafati, cansado da pressão do meio, tentou o suicídio cortando os pulsos. Mais recentemente, o ex-atacante Nilmar (Inter-RS e Corinthians) disse ter sofrido depressão e pensou em se matar.

Vários atletas de outras modalidades encerraram precocemente a carreira por conta da pressão por resultados, e isso decorre pelo fato de que o esporte de alto rendimento, no fundo, não é algo saudável. O exagero no desempenho do corpo, a carga enorme de treinamentos, a maratona de partidas e disputas, por fim, esgotam fisicamente a pessoa. E se o atleta não tiver um condicionamento emocional adequado, sucumbe. Vide Serginho (São Caetano) e Izquierdo (Nacional-URU), falecidos.

Muricy Ramalho, treinador, abandonou a carreira depois dos problemas de saúde, fruto da sua atividade. O AVC de Ricardo Gomes, ocorrido ao vivo num jogo do Brasileirão, credita-se ao stress. E aí somos obrigados a refletir: por mais que se possa dizer que grandes técnicos ganham muito dinheiro, e que isso é a sua compensação pelos percalços e cobrança que passam, a Saúde Mental fala muitas vezes mais alto. Às vezes, nem fala: grita!

Jürgen Klopp, ex-treinador do Liverpool, considerado um profissional atencioso e sempre divertido, demonstrou na Premiere League um comportamento diferente, perdendo a cabeça e se enervando desnecessariamente. Klopp parou com o ofício de treinador e será coordenador dos clubes da Red Bull (um trabalho bem menos exigente).

Pense: quantos outros treinadores não gostariam de fazer a mesma coisa? Abel Ferreira, treinador do Palmeiras, falou abertamente: “ganhei tanto dinheiro e não consigo gastá-lo, não consegui passear ainda na cidade de São Paulo”. 

Imagine, agora, os seguintes problemas: um jogador sofre pressão da torcida nas arquibancadas, não recebe o seu salário em dia, não pode sair para passear em shopping ou restaurante quando o clube perde, além da sua cobrança interior. Se não tiver ajuda psicológica, adoece. De que adiantou todo o dinheiro conquistado, se a qualidade de vida (e até a liberdade cotidiana) se esvazia?

Voltemos aos atletas: Kevin De Bruyne, do Manchester City, declarou que “estava feliz em se lesionar, pois estava curtindo a família em casa, coisa que não podia fazer. Por essas ausências na família, o ex-corintiano Rodrigo Varanda repensou a carreira. Mais ou menos o que quase aconteceu com o jogador atleticano Lyanco (esse, aparentemente, sofrendo de outra doença emocional: a Síndrome de Burnout). Ops: não nos esqueçamos de Yuri Alberto, que declarou ter melhorado o seu rendimento depois de ajuda psicológica!

Há um fator que potencializa ao extremo isso: as Redes Sociais. No Twitter (ou melhor, no atual “X”), torcedores entram nos perfis dos boleiros e ofendem com as maiores barbaridades possíveis. O assédio moral é violento e não há muito o que fazer: ou o profissional abandona a Internet ou ignora as críticas.

Um exemplo para comparação: Tom Holland, o jovem ator que interpretou “Homem Aranha” nos cinemas, anunciou que saiu das Redes Sociais para preservar a saúde mental. E considere: ele tem um staff enorme, acompanhamento terapêutico, é rico, e seu trabalho é elogiado. E ainda assim não aguentou. Imagine um atleta de futebol, que mexe paixões contrárias e a favor.

Fica o alerta para a FIFA, além das entidades locais, como a CBF: façamos campanhas de prevenção ao equilíbrio emocional e à saúde mental, antes que algo mais grave possa acontecer.

– A pressão emocional contra os atores do esporte.

Repararam o quanto estamos falando de “Saúde Mental” nessas últimas rodadas do Brasileirão?

O assunto é: o time A “pipocou”? O time B “sentiu o peso da necessidade da conquista?” O jogador C não estava preparado para o sucesso?”

A pressão entre os atores do mundo do futebol é enorme, mas há um silêncio muito grande sobre esse tema: o da saúde mental no esporte.

Em 2009, o goleiro alemão Robert Enke se matou atirando-se em uma linha de trem. Dois anos depois, o árbitro iraniano Babak Rafati, cansado da pressão do meio, tentou o suicídio cortando os pulsos. Mais recentemente, o ex-atacante Nilmar (Inter-RS e Corinthians) disse ter sofrido depressão e pensou em se matar.

Vários atletas de outras modalidades encerraram precocemente a carreira por conta da pressão por resultados, e isso decorre pelo fato de que o esporte de alto rendimento, no fundo, não é algo saudável. O exagero no desempenho do corpo, a carga enorme de treinamentos, a maratona de partidas e disputas, por fim, esgotam fisicamente a pessoa. E se o atleta não tiver um condicionamento emocional adequado, sucumbe. Vide Serginho (São Caetano) e Izquierdo (Nacional-URU), falecidos.

Muricy Ramalho, treinador, abandonou a carreira depois dos problemas de saúde, fruto da sua atividade. O AVC de Ricardo Gomes, ocorrido ao vivo num jogo do Brasileirão, credita-se ao stress. E aí somos obrigados a refletir: por mais que se possa dizer que grandes técnicos ganham muito dinheiro, e que isso é a sua compensação pelos percalços e cobrança que passam, a Saúde Mental fala muitas vezes mais alto. Às vezes, nem fala: grita!

Jürgen Klopp, ex-treinador do Liverpool, considerado um profissional atencioso e sempre divertido, demonstrou na Premiere League um comportamento diferente, perdendo a cabeça e se enervando desnecessariamente. Klopp parou com o ofício de treinador e será coordenador dos clubes da Red Bull (um trabalho bem menos exigente).

Pense: quantos outros treinadores não gostariam de fazer a mesma coisa? Abel Ferreira, treinador do Palmeiras, falou abertamente: “ganhei tanto dinheiro e não consigo gastá-lo, não consegui passear ainda na cidade de São Paulo”. 

Imagine, agora, os seguintes problemas: um jogador sofre pressão da torcida nas arquibancadas, não recebe o seu salário em dia, não pode sair para passear em shopping ou restaurante quando o clube perde, além da sua cobrança interior. Se não tiver ajuda psicológica, adoece. De que adiantou todo o dinheiro conquistado, se a qualidade de vida (e até a liberdade cotidiana) se esvazia?

Voltemos aos atletas: Kevin De Bruyne, do Manchester City, declarou que “estava feliz em se lesionar, pois estava curtindo a família em casa, coisa que não podia fazer”. Por essas ausências na família, o ex-corintiano Rodrigo Varanda repensou a carreira. Mais ou menos o que quase aconteceu com o jogador atleticano Lyanco (esse, aparentemente, sofrendo de outra doença emocional: a Síndrome de Burnout). Ops: não nos esqueçamos de Yuri Alberto, que declarou ter melhorado o seu rendimento depois de ajuda psicológica!

Há um fator que potencializa ao extremo isso: as Redes Sociais. No Twitter (ou melhor, no atual “X”), torcedores entram nos perfis dos boleiros e ofendem com as maiores barbaridades possíveis. O assédio moral é violento e não há muito o que fazer: ou o profissional abandona a Internet ou ignora as críticas.

Um exemplo para comparação: Tom Holland, o jovem ator que interpretou “Homem Aranha” nos cinemas, anunciou que saiu das Redes Sociais para preservar a saúde mental. E considere: ele tem um staff enorme, acompanhamento terapêutico, é rico, e seu trabalho é elogiado. E ainda assim não aguentou. Imagine um atleta de futebol, que mexe paixões contrárias e a favor.

Fica o alerta para a FIFA, além das entidades locais, como a CBF: façamos campanhas de prevenção ao equilíbrio emocional e à saúde mental, antes que algo mais grave possa acontecer.

– Dica da noite 1:

Ame-se:

– Como você lida com a pressão?

Para refletir:

– In moments of panic, dogs need the owner’s attention the most.

In moments of panic, dogs need the owner’s attention the most

Continua em: In moments of panic, dogs need the owner’s attention the most

– Clareza versus ansiedade.

Se você ainda não assistiu o filme Divertidamente 2, por favor, assista. O primeiro também é ótimo e foi indicação da terapeuta que me acompanhava …

Continua em: Clareza versus ansiedade

– Controle mental e emocional:

Muito bom conselho! Para nós nos conscientizarmos:

– Autistas não são antissociais, mas associais. Entenda:

Que não se tenha nenhum preconceito contra os portadores de autismo, e se entenda essa verdade, abaixo:

Screenshot

– “O equilíbrio entre racionalidade e emoção: a arte de tomar decisões conscientes”.

Todos nós enfrentamos momentos de tomada de decisões, grandes ou pequenas, que têm o poder de mudar o curso de nossas vidas. Mas qual é a melhor …

Continua no link em: “O equilíbrio entre racionalidade e emoção: a arte de tomar decisões conscientes”

– Dica da Noite 1:

– Por uma nova política de renovação de medicamentos de uso controlado para Saúde Mental. (COMPARTILHE).

Vejam que interessante e importante: foi encaminhado ao Senado Federal uma proposta legislativa para uma nova política de renovação de medicamento de uso controlado de pacientes de saúde mental do CAPS – transtornos depressivos, TDAH, autismo, bipolares dentre outros.

Muitos são usuários desse tipo de medicamento – Inibidor de Recaptação de Serotonina IRS – e várias pessoas reclamam que tem sido uma tarefa hercúlea manter a continuidade do tratamento medicamentoso por causa da exigência de renovação mensal da receita – Portaria 344/98 do Ministério da Saúde; Lei 13.732/2018; e RDC 873 ANVISA – que, somadas ao mal atendimento do serviço psiquiátrico de baixo custo no país, colocam os pacientes sob efeitos colaterais da abstinência.

A proposta pode ser acessada em: https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaoideia?id=194971, na internet, onde é possível fazer o compartilhamento em redes sociais para atingir maior número de pessoas. A ideia precisa de 20 mil apoios para ser formalizada na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, onde receberá parecer, favorável ou não.

Ela ficará disponível para receber apoios de outras pessoas durante quatro meses. Se, após quatro meses depois de publicada, a Ideia Legislativa não alcançar a quantidade de apoios necessários, ela será automaticamente encerrada para apoiamento, ficando disponível apenas para consulta no portal.

O prazo para sua Ideia Legislativa receber apoios será encerrado no dia: 06/02/2025.

Amigos, vamos compartilhar?

– Be Happy Be Yourself: 3 Benefits You Reap When You Stop Caring What Others Think.

Be happy, be yourself! It’s an important phrase to know because being yourself equals being happy. When you find the courage to be authentic, there …

Continua em: Be Happy Be Yourself: 3 Benefits You Reap When You Stop Caring What Others Think

– Uma regra de Saúde Mental:

Basicamente, é isso aqui: