– Equilíbrio é algo importante.

E você se importa com críticas alheias?

Siga o seu caminho e leve em consideração o pensamento abaixo:

Cuide da sua saúde mental!

– Pra hoje: pelo fim do Entulho Emocional!

Uma perfeita consideração:

– Empatia.

Com sete letras se escreve a palavra empatia e são de facto precisas várias competências emocionais e educacionais para a conseguir pôr em prática. …

Continua em: Empatia

– Nosso círculo vicioso de compulsão e a busca sofrida por Dopamina.

Cada vez mais a nossa sociedade tem que lidar com novas dores e desafios. Porém, “lidar e lutar com o sofrimento” tem sido um problema, no qual uma carga ainda maior de drogas e tratamentos surgem.

Nas angústias sociais e profissionais, para buscar o prazer e o bem-estar, contraditoriamente, podemos estar encontrando mais dores!

Um artigo interessante, abaixo, extraído de: https://saude.abril.com.br/mente-saudavel/a-caca-de-dopamina-quando-a-busca-pelo-prazer-gera-sofrimento/

À CAÇA DE DOPAMINA: QUANDO A BUSCA PELO PRAZER GERA SOFRIMENTO

por Diogo Sponchiato.

Dopamina. Esse é o nome do principal neurotransmissor do prazer, um mensageiro químico que perambula nas conexões entre os neurônios, ativando a sensação de realização plena. Ocorre que os mesmos circuitos nervososresponsáveis pela sensação de deleite se ocupam do sofrimento.

No fundo, é como uma gangorra. Só que, se ficarmos a todo momento pesando para o lado prazeroso, o brinquedo pode quebrar e a gente cair no lado sofredor. É com comparações assim que a psiquiatra americana Anna Lembke nos explica como o cérebro humano, ávido por recompensas, não raro entra num círculo vicioso de compulsão.

É um drama individual mas também coletivo, como deixa claro o título de seu livro publicado pela Vestígio: Nação Dopamina (clique aqui para ver e comprar).

Aprendemos a caçar prazer e desaprendemos a lidar com as dores do corpo e da mente, em um contexto de fácil acesso a um extenso cardápio de drogas, incluindo as digitais. O reflexo disso é o astronômico número de pessoas dependentes de substâncias lícitas e ilícitas, pornografia e redes sociais.

Na obra, Anna, que é professora da Universidade Stanford (EUA), utiliza seu próprio vício por “romances baratos” e histórias de seus pacientes para esmiuçar o desajuste entre nossa “fome” por dopamina e o ambiente ao redor. E, com base nos aprendizados que vieram com anos tratando casos de dependência, esboça um roteiro para enfrentarmos nossas compulsões.

capa do livro
Capa: Vestígio/Divulgação

Nação Dopamina
Autora: Anna Lembke
Editora: Vestígio
Páginas: 256

+ LEIA TAMBÉM: A nova anatomia dos vícios: por que eles surgem e como domá-los? 

Entrevista com a autora

VEJA SAÚDE: Em que medida a pandemia mexeu com o conceito de “nação dopamina”? Ela reconfigurou nossa busca por felicidade e prazer?

Anna Lembke: A pandemia abriu tanto um caminho de melhora quanto de piora para nossa crise atual com a dopamina, dependendo de quem você é. Para muitos, aumentou o consumo de substâncias e comportamentos viciantes, especialmente as drogas digitais. A quantidade de tempo que as pessoas estão passando online jogando games, surfando nas redes sociais e assistindo pornografia decolou pelo mundo.

O consumo de álcool e maconha e as mortes por overdose de drogas também têm crescido em vários países. Ao mesmo tempo, a pandemia também tem sido um momento para se cuidar. Algumas pessoas começaram a reavaliar seu consumo e a pensar mais profundamente em como querem gastar seu tempo.

Nossa dependência pelo digital disparou. Tem solução para isso?

Está claro para mim que as mídias sociais e outros tipos de conteúdo digitalfuncionam como drogas. Quanto mais se consome, mais você quer. Nosso desejo por elas é infinito e a satisfação nunca é atingida. É um problema individual e coletivo, e assim requer soluções individuais e coletivas.

No livro, falo bastante sobre o que nós como indivíduos podemos fazer, assumindo que os governos, as corporações e as escolas se mobilizarão um pouco no curto prazo. Mas isso não deve eximir o papel das organizações.

Ao contrário, precisamos de leis, regulamentações e incentivos financeiros para ajudar a conter nosso consumo coletivo excessivo. Isso inclui inovações tecnológicas que ajudem a visualizar a natureza viciante dos produtos online, ferramentas para monitorar o consumo, desincentivo financeiro quando o consumo viola os limites saudáveis, proibição de anúncios de drogas digitais para menores e espaços livres de telas nas escolas.

A humanidade desaprendeu a lidar com o sofrimento? O aumento nas taxas de suicídio entre jovens seria um sintoma disso?

Nós redefinimos nossos níveis individuais e coletivos de dopamina nos isolando da dor e nos inundando de fontes de prazer. Eu acredito que estamos mais infelizes porque estamos mudando o ponto de ajuste hedônico do nosso cérebro.

Precisamos de pouca dor para experimentar o sofrimento e prazeres cada vez mais potentes para experimentar uma quantia módica de felicidade. Nossa antiga rede de fiação neurológica é lamentavelmente incompatível com o moderno ecossistema de superabundância.

Estamos nos medicando mais para tentar minimizar esse desajuste?

Estamos prescrevendo antidepressivos demais. Eles são ferramentas úteis em casos extremos, mas têm suas compensações e podem deixar de ser efetivos no longo prazo.

Há alguma compulsão que mais a preocupa atualmente?

Ando muito preocupada com o crescimento da compulsão por sexo e pornografia. Pessoas com essas condições se escondem por causa dos estigmas e mal-entendidos ligados a esses comportamentos. São compulsões que podem ser devastadoras e ameaçar a vida de indivíduos vulneráveis, sobretudo homens. A internet explodiu esse problema no mundo inteiro.

foto de representação de um arco-íris saindo da cabeça de uma mulher chorando

Pandemia resultou na piora ou no desenvolvimento de compulsões. Foto: Paula Daniëlse/Getty Images

Leia mais em: https://saude.abril.com.br/mente-saudavel/a-caca-de-dopamina-quando-a-busca-pelo-prazer-gera-sofrimento/

– TDAH de homens e de mulheres.

E aqui um gráfico bem interessante: o que tem em comum o TDAH entre homens e mulheres, e o que tem de diferente!

Abaixo:

– Bullying and Trauma.

Bullying and trauma go hand in hand. ‘Want to know how bullying causes trauma? Here is a list of trauma symptoms that bullying causes that you must …

Continua em: Bullying and Trauma

– Aceitar e amar a si mesmo(a). Autoestima Sólida.

Aqui está um exemplo de um diálogo interno positivo e construtivo:
“Eu sei que posso lidar com desafios e superá-los. Eu sou capaz e talentoso. Cada …

Continua em: Aceitar e amar a sí mesmo(a). Autoestima Sólida.

– Autoestima: o que é?

Muito bacana: valorize-se e não se preocupe com má vontade alheia.

Um bom conselho:

– Você tem o controle das emoções?

Inteligência Emocional?
É isso aqui:

– Faça uma faxina na alma, para o seu bem estar. Uma experiência com os Arautos do Evangelho.

Esse texto não precisa ser lido apenas por católicos, mas os ensinamentos dele podem ser para diversas crenças (ou até para ateus). Ecumenismo é a palavra, meus amigos.

Muitas vezes, precisamos sair da correria do mundo. Pois é: temos uma vida profissional agitada, compromissos sérios, sem tempo para nós mesmos. Somos reféns do relógio, dos tablets e celulares. Enfim… esquecemos-nos de cuidar da alma.

Se mal cuidamos do corpo e da mente, como ter tempo para o espírito? E abster-se da espiritualidade (repito: adapte esse post para sua religião, ou crença / descrença) é algo que não deveríamos deixar de lado.

O profissional que está em comunhão com Deus (ou com seus deuses, orixás, entidades e/ou símbolos de devoção) tende a estar em maior paz. Trabalha com mais serenidade. Está em casa com mais tempo para os cuidados familiares. Produz mais e melhor.

Insisto: devemos cuidar do corpo, da mente e da alma. E eu sou prova disso!

Sou católico praticante (e, dentro da sua fé, use esse texto da melhor forma), e após uma manhã atribulada, conturbada e difícil, fui à Basílica Nossa Senhora do Rosário, da irmandade religiosa dos Arautos do Evangelho, em Caieiras-SP (reconhecida pelo Vaticano, embora desconhecida por muitos). Uma paz contagiante, um “silêncio ensurdecedor” e uma vontade enorme de não mais ir embora dali.

Fiquei uma hora lá (a minha hora de almoço) conversando com o Alto. Rezando. Orando. Contemplando. Pedindo os dons do Espírito Santo e a serenidade para as decisões da vida.

De novo: não é um texto prosélito, mas um exemplo de que, seja qual for a sua profissão de fé (ou mesmo sem fé), devemos buscar o que nos faz bem – e que muitas vezes não buscamos.

Para quem não conhece:

1- A vista panorâmica do interior da igreja:

2- A nave com o altar:

3 – Um dos belos afrescos da Virgem Maria

4 – A Capela do Santíssimo Sacramento

5 – A Biblioteca eclesiástica

6- A Capela de Nossa Senhora de Guadalupe:

 

– Para dias difíceis:

Anime-se:

– Se ame um pouco mais, cuidando da sua saúde mental.

Se você não cuidar do seu bem-estar, as outras pessoas não cuidarão.

Se você não se esforçar em se amar, poucos te amarão.

Se você não procurar se entender, muitos não desejarão.

Enfim: se ame e cuide da sua saúde mental sem esperar algo de qualquer pessoa.

Uma imagem:

 

– Depressão e Tristeza, explicados:

Muitas vezes nós confundimos vários conceitos: tristeza, dificuldades profissionais, Burnout e depressão, além de outras relações.

Vale a pena entender tudo isso, pela nossa saúde mental, em: https://youtu.be/4TiAZI-RLVE?si=c5W-u759RRH0BqGv

– Onde você coloca a mente, o corpo seguirá.

Uma verdade incontestável:

Você realmente sabe o que é depressão?

“Um dia me disseram

Que as nuvens não eram de algodão.

Um dia me disseram

Que os ventos às vezes erram a direção.

E tudo ficou tão claro,

Um intervalo na…

Continua em: VOCÊ REALMENTE SABE O QUE É DEPRESSÃO?

– O mundo visto pelas Redes Sociais:

Uma imagem que faz uma perfeita analogia ao mundo virtual, abaixo:

Nossa diversidade de momentos e emoções sentidas e vividas, são vistas apenas por um clique postado nas Redes Sociais. E aquela situação específica passa a nortear para os outros o que você é ou aparenta ser. E o pior: assumimos aquela personagem criada!

Eu achei muito boa. Veja só:

– No CR de Sumaré:

Estive hoje no Centro de Ressocialização de Sumaré, em parceria Sebrae e Funap, falando de “Autoliderança e Controle Emocional” aos reeducandos de lá.

Somente com a boa educação e o trabalho honesto, faremos um país melhor.

🖊️ #Educação

– How To Manage Your Stressors?

Stress is part and parcel of any work. Whether a new employee or at a senior level, you have to deal with stress, such as strict deadlines, …

Continua em: How To Manage Your Stressors?

– Escrever faz bem!

Escreva sempre. Escreva sim. Escreva para dizer suas ideias. Escreva para se expressar. Escreva para desestressar. Mas principalmente: 

ESCREVA PARA EXTRAVASAR!

– Mentalidade Positiva.

E muitas vezes vemos a cabeça não ajudar e a nossa vida travar. Por isso, cuidemos da saúde mental!

Uma ilustração inocente e verdadeira:

– 9 hábitos de pessoas com inteligência emocional:

Você tem inteligência emocional?

Olhe que bacana esse quadro sobre decisões de quem controla suas emoções:

– Estresse, ansiedade e depressão se manifestam quando vivemos para agradar os outros.

Dedique-se a viver cada segundo da maneira mais apaixonada e busque sempre seus sonhos, em vez de buscar a aceitação dos outros. Definitivamente …

Continua em: Estresse, ansiedade e depressão se manifestam quando vivemos para agradar os outros

– Crianças, Adultos e Ansiedade:

Texto do Jornal de Jundiaí em 07/05/2025, escrito por Márcia Pires: estamos preparados para lidar com a geração de pais e filhos ansiosos?

Um ótimo artigo, abaixo:

– Entenda as siglas dos transtornos:

Eu sei que, infelizmente, há muita gente que considera “frescura”, mas os transtornos emocio-comportamentais existem e devem ser levados a sério.

Para quem não conhece, aqui os principais:

– A rejeição de sí próprio, a ausência de Autoestima.

A rejeição de si próprio é uma sombra que se projeta sobre a alma, obscurecendo a clareza de nossa verdadeira essência. Quando nos negamos a ver …

Continua em: A rejeição de sí próprio, a ausência de Autoestima.

– Névoa mental:

Isso aqui é muito sério: Névoa Mental!

Não escrevi sobre o tema, mas vale ter atenção: 

– Não se penitencie!

Se você é uma pessoa correta e se sente triste, não tenha medo. Acontece!

Se enquadre aqui, tenha paciência e saiba que vai passar:

– Cuide-se mesmo:

Você ajuda o seu próximo? Ótimo!

E tem se ajudado também?

Reflita na imagem:

– Burnout ou… Boreout?

Estamos nos acostumando a ver casos de esgotamento profissional (Burnout) no trabalho. Mas existe algo que surge em discussão: o tédio profissional (Boreout).

A respeito disso, extraído de Exame.com, em: https://www.linkedin.com/posts/exame-com_exame-activity-7323707868027715587-9UOh/?

SÍNDROME DE BOREOUT

por Layane Serrano

Enquanto muito se fala sobre o burnout – esgotamento causado pelo excesso de demandas -, um outro fenômeno começa a ganhar espaço nas conversas sobre saúde mental e o futuro do trabalho: o boreout, conhecido como a “síndrome do tédio extremo”. E, ao contrário do que muitos imaginam, ele não atinge profissionais sobrecarregados, mas sim os que vivem o oposto disso: falta de tarefas significativas, ausência de desafios e, com o tempo, um profundo desengajamento.

Segundo a consultoria global Gallup, 7 em cada 10 brasileiros estão desengajados no trabalho. Esse dado reforça um cenário preocupante, em que o ‘boreout’ pode se manifestar de forma silenciosa, afetando a saúde mental e emocional dos funcionários, o clima organizacional e, consequentemente, os resultados das empresas.

Para Dado Schneider, especialista nas Gerações Z e Alpha , o debate sobre o tema é urgente – especialmente quando se observa a chegada da Geração Z ao mercado de trabalho.

“O tédio profissional tende a impactar ainda mais os jovens dessa geração, que estão entrando com força nas organizações. Trata-se de uma geração que busca intenção, desafios constantes e resultados rápidos, diferente do que muitos pensam. Quando esses elementos não estão presentes, o risco de desmotivação crônica aumenta”.

📸 Deagreez/Getty Images

– 7 hobbies that have a relaxing effect, reducing anxiety and stress (The Japanese art of Origami, i.e. the art of paper folding, is an ideal art for …

In today’s time, speed and pace we live, most people are more or less exposed to stress (stress is the biggest enemy of health and is often the cause…

Continua em: 7 hobbies that have a relaxing effect, reducing anxiety and stress (The Japanese art of Origami, i.e. the art of paper folding, is an ideal art for …

– Você se auto-lidera?

Muito interessante: a auto-liderança. 

Falo em: https://youtu.be/93VTI7d0Twc?si=eqisMduOHGIETVG-

– Tite, nós e a Saúde Mental.

E o treinador Tite disse que encerrou as negociações com o Corinthians pois teve uma crise de ansiedade. Ele pausará a carreira para cuidar da saúde física e mental. Ótimo! Isso é necessário e não há de se ter vergonha ou esconder. Creia: muitas pessoas não admitem tal quadro e desdenham dessas questões, dizendo que “outrora ninguém tinha isso” ou simplesmente chamam de “frescura”.

O futebol atual é extremamente maléfico para a Saúde. Por mais que se diga que é “o preço de uma carreira de alta remuneração”, os desgastes físico e emocional têm sido desumanos.

Não condeno Tite, ao contrário, apoio tal inciativa e faço uma observação “cruel”: se ele (com todos os recursos financeiros e médicos à disposição) está passando por isso, imagine o cidadão comum, com contas a pagar e sem poder pausar a carreira profissional para se cuidar, pois os boletos chegam e as contas vencem…

Compartilho, abaixo, um texto de 2 anos, onde se fala de outros casos de Desequilíbrio e Outras Doenças Sociais no Futebol (extraído de: https://sampi.net.br/jundiai/noticias/2813166/opinioes/2024/01/saude-mental-no-futebol).

SAÚDE MENTAL NO FUTEBOL, de 31/01.2024.

A pressão entre os atores do mundo do futebol é enorme, mas há um silêncio muito grande sobre esse tema: o da saúde mental no esporte.

Em 2009, o goleiro alemão Robert Enke se matou atirando-se em uma linha de trem. Dois anos depois, o árbitro iraniano Babak Rafati, cansado da pressão do meio, tentou o suicídio cortando os pulsos. Mais recentemente, o ex-atacante Nilmar (Inter-RS e Corinthians) disse ter sofrido depressão e pensou em se matar.

Vários atletas de outras modalidades encerraram precocemente a carreira por conta da pressão por resultados, e isso decorre pelo fato de que o esporte de alto rendimento, no fundo, não é algo saudável. O exagero no desempenho do corpo, a carga enorme de treinamentos, a maratona de partidas e disputas, por fim, esgotam fisicamente a pessoa. E se o atleta não tiver um condicionamento emocional adequado, sucumbe.

Muricy Ramalho, treinador, abandonou a carreira depois dos problemas de saúde, fruto da sua atividade. O AVC de Ricardo Gomes, ocorrido ao vivo num jogo do Brasileirão, credita-se ao stress. E aí somos obrigados a refletir: por mais que se possa dizer que grandes técnicos ganham muito dinheiro, e que isso é a sua compensação pelos percalços e cobrança que passam, a Saúde Mental fala muitas vezes mais alto. Às vezes, nem fala: grita!

Jürgen Klopp, treinador do Liverpool, considerado um profissional atencioso e sempre divertido, demonstrou na Premiere League um comportamento diferente, perdendo a cabeça e se enervando desnecessariamente. E nessa última semana, Klopp anunciou que fará uma pausa na carreira. Será que voltará quando?

Pense: quantos outros treinadores não gostariam de fazer a mesma coisa? Abel Ferreira, treinador do Palmeiras, falou abertamente: “ganhei tanto dinheiro e não consigo gastá-lo, não consegui passear ainda na cidade de São Paulo”. Mano Menezes, do Corinthians, jogo a jogo vem demonstrando sinais de estafa com as derrotas do seu time e com as trapalhadas da sua diretoria.

Imagine, agora, os seguintes problemas: um jogador sofre pressão da torcida nas arquibancadas, não recebe o seu salário em dia, não pode sair para passear em shopping ou restaurante quando o clube perde, além da sua cobrança interior. Se não tiver ajuda psicológica, adoece. De que adiantou todo o dinheiro conquistado, se a qualidade de vida (e até a liberdade cotidiana) se esvazia?

Há um fator que potencializa ao extremo isso: as Redes Sociais. No Twitter (ou melhor, no atual “X”), torcedores entram nos perfis dos boleiros e ofendem com as maiores barbaridades possíveis. O assédio moral é violento e não há muito o que fazer: ou o profissional abandona a Internet ou ignora as críticas.

Um exemplo para comparação: Tom Holland, o jovem ator que interpretou “Homem Aranha” nos cinemas, anunciou que saiu das Redes Sociais para preservar a saúde mental. E considere: ele tem um staff enorme, acompanhamento terapêutico, é rico, e seu trabalho é elogiado. E ainda assim não aguentou. Imagine um atleta de futebol, que mexe paixões contrárias e a favor.

Fica o alerta para a FIFA, além das entidades locais, como a CBF: façamos campanhas de prevenção ao equilíbrio emocional e à saúde mental, antes que algo mais grave possa acontecer.

– Tite, nós e a Saúde Mental.

E o treinador Tite disse que encerrou as negociações com o Corinthians pois teve uma crise de ansiedade. Ele pausará a carreira para cuidar da saúde física e mental. Ótimo! Isso é necessário e não há de se ter vergonha ou esconder. Creia: muitas pessoas não admitem tal quadro e desdenham dessas questões, dizendo que “outrora ninguém tinha isso” ou simplesmente chamam de “frescura”.

O futebol atual é extremamente maléfico para a Saúde. Por mais que se diga que é “o preço de uma carreira de alta remuneração”, os desgastes físico e emocional têm sido desumanos.

Não condeno Tite, ao contrário, apoio tal inciativa e faço uma observação “cruel”: se ele (com todos os recursos financeiros e médicos à disposição) está passando por isso, imagine o cidadão comum, com contas a pagar e sem poder pausar a carreira profissional para se cuidar, pois os boletos chegam e as contas vencem…

Compartilho, abaixo, um texto de 2 anos, onde se fala de outros casos de Desequilíbrio e Outras Doenças Sociais no Futebol (extraído de: https://sampi.net.br/jundiai/noticias/2813166/opinioes/2024/01/saude-mental-no-futebol).

SAÚDE MENTAL NO FUTEBOL, de 31/01.2024.

A pressão entre os atores do mundo do futebol é enorme, mas há um silêncio muito grande sobre esse tema: o da saúde mental no esporte.

Em 2009, o goleiro alemão Robert Enke se matou atirando-se em uma linha de trem. Dois anos depois, o árbitro iraniano Babak Rafati, cansado da pressão do meio, tentou o suicídio cortando os pulsos. Mais recentemente, o ex-atacante Nilmar (Inter-RS e Corinthians) disse ter sofrido depressão e pensou em se matar.

Vários atletas de outras modalidades encerraram precocemente a carreira por conta da pressão por resultados, e isso decorre pelo fato de que o esporte de alto rendimento, no fundo, não é algo saudável. O exagero no desempenho do corpo, a carga enorme de treinamentos, a maratona de partidas e disputas, por fim, esgotam fisicamente a pessoa. E se o atleta não tiver um condicionamento emocional adequado, sucumbe.

Muricy Ramalho, treinador, abandonou a carreira depois dos problemas de saúde, fruto da sua atividade. O AVC de Ricardo Gomes, ocorrido ao vivo num jogo do Brasileirão, credita-se ao stress. E aí somos obrigados a refletir: por mais que se possa dizer que grandes técnicos ganham muito dinheiro, e que isso é a sua compensação pelos percalços e cobrança que passam, a Saúde Mental fala muitas vezes mais alto. Às vezes, nem fala: grita!

Jürgen Klopp, treinador do Liverpool, considerado um profissional atencioso e sempre divertido, demonstrou na Premiere League um comportamento diferente, perdendo a cabeça e se enervando desnecessariamente. E nessa última semana, Klopp anunciou que fará uma pausa na carreira. Será que voltará quando?

Pense: quantos outros treinadores não gostariam de fazer a mesma coisa? Abel Ferreira, treinador do Palmeiras, falou abertamente: “ganhei tanto dinheiro e não consigo gastá-lo, não consegui passear ainda na cidade de São Paulo”. Mano Menezes, do Corinthians, jogo a jogo vem demonstrando sinais de estafa com as derrotas do seu time e com as trapalhadas da sua diretoria.

Imagine, agora, os seguintes problemas: um jogador sofre pressão da torcida nas arquibancadas, não recebe o seu salário em dia, não pode sair para passear em shopping ou restaurante quando o clube perde, além da sua cobrança interior. Se não tiver ajuda psicológica, adoece. De que adiantou todo o dinheiro conquistado, se a qualidade de vida (e até a liberdade cotidiana) se esvazia?

Há um fator que potencializa ao extremo isso: as Redes Sociais. No Twitter (ou melhor, no atual “X”), torcedores entram nos perfis dos boleiros e ofendem com as maiores barbaridades possíveis. O assédio moral é violento e não há muito o que fazer: ou o profissional abandona a Internet ou ignora as críticas.

Um exemplo para comparação: Tom Holland, o jovem ator que interpretou “Homem Aranha” nos cinemas, anunciou que saiu das Redes Sociais para preservar a saúde mental. E considere: ele tem um staff enorme, acompanhamento terapêutico, é rico, e seu trabalho é elogiado. E ainda assim não aguentou. Imagine um atleta de futebol, que mexe paixões contrárias e a favor.

Fica o alerta para a FIFA, além das entidades locais, como a CBF: façamos campanhas de prevenção ao equilíbrio emocional e à saúde mental, antes que algo mais grave possa acontecer.

– Para o nosso bem:

Cuidemos do que podemos!

Mensagem na imagem:

– Libros sobre salud mental:

En la lista literaria de hoy voy a enumerar los libros sobre salud mental que me he leído, separándolos en función de sobre qué temas tratan: ❤️‍🩹 …

Continua em: Libros sobre salud mental