Nova NR-1 transforma saúde mental em obrigação legal nas empresas. #Linkezine 🧠 O post Saúde mental no trabalho deixa discurso e entra no campo da …
Continua em: Saúde mental no trabalho deixa discurso e entra no campo da lei

Nova NR-1 transforma saúde mental em obrigação legal nas empresas. #Linkezine 🧠 O post Saúde mental no trabalho deixa discurso e entra no campo da …
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Cuidar-se faz bem. Um lembrete:

Gostei demais desse material:
Conheça os sinais que podem indicar que você ou alguém próximo esteja passando por abuso psicológico O abuso psicológico é uma forma de violência …
Continua em: Abuso psicológico: saiba como reconhecer e sair dessa situação

Estive em Francisco Morato ministrando o Curso “Seja a Melhor Versão de Si Mesma”, a um grupo de mulheres empreendedoras, pelo Sebrae.
Como é bom ver gente esforçada e desejosa de fazer a diferença!
Você tem maturidade emocional, ou “tudo te ofende”?
Perca esse hábito de se sentir ofendido por tudo e por todos.
Na mensagem:
Diminuir o estresse é fundamental para preservar tanto a saúde mental quanto a física.
Continua em: Como diminuir o estresse: 10 dicas práticas e eficientes

Tenha atenção aos sinais:
A importância do equilíbrio emocional numa sociedade tão pilhada.
Em: https://youtu.be/NAuTPKI_J2g?si=W3RVW57w05FZJHp0
#Sociedade #EquilíbrioEmocional #Vida #Comportamento

Here is a very Beautiful Reminder for all of my followers ☺️ Hope you’re having a good day 😊❤️ Stay Happy Stay Healthy Spread Happiness and take …
Continua em: Reminder:-😍
Vale prestar atenção:
Essa imagem diz muito: as pessoas fingem que estão bem, quando não estão.
Já aconteceu com você?
Uma leitura para quem busca equilíbrio:
Para mudar o pensamento…
Abaixo:
A carência emocional cega as pessoas e desvirtua as relações.
Faz com que as pessoas se enganem sobre as outras e, por estarem necessitadas de carinho / atenção / afeto e outros sentimentos, acabam aceitando qualquer coisa (até o que pode ser prejudicial).
Não achei a autoria da pertinente imagem, recebida por WhatsApp. Veja abaixo:
(quem souber o autor, informar para crédito).
Quantas vezes nos culpamos por coisas que não deveríamos?
A auto-crítica deve existir, idem ao meu culpa quando erramos. Mas condenação eterna de erros, não. Aliás, muito menos se remoer pelas coisas que não dependem de nós!
Uma boa mensagem, abaixo, que nos mostra que precisamos ser mais benevolentes com nós mesmos.
Vale refletir sobre essa mensagem: o que você faz para não adoecer mentalmente?
Em: https://youtu.be/q0SHLzlo-tI?si=ieGY_V2tjiYwzCgk
Achei perfeito esse gráfico sobre as causas fisiológicas da depressão.
Faça a leitura atenta:
Vamos combinar algo?
Busquemos resiliência!
Aqui, na mensagem:
Procuremos paz e tenhamos boa saúde metal!
Uma mensagem:
Estamos no mês do “Janeiro Branco”, de cuidados com a Saúde Mental.
Algumas boas e simples dicas da Unimed Jundiaí, enviadas aos pacientes, a fim de que “nos ajudemos”.
Vale conferir:
JANEIRO BRANCO: CUIDE SA SUA SAÚDE MENTAL.
Controlar seus impulsos, comportamentos, pensamentos e emoções é essencial para a sua Saúde Mental. Confira algumas dicas:
✔️Atividade física: promove a sensação de bem-estar e prazer, relaxamento, autoconfiança, autoestima, diminui o estresse.
✔️ Alimentação e hidratação: comer de forma saudável e beber muita água faz bem para o corpo e para a mente.
✔️Sono Reparador: dormir bem diminui o estresse, melhora a capacidade de lidar com problemas e preserva nossa memória e capacidade cognitiva.
✔️Autocuidado: busque conviver com pessoas que fazem bem para o seu emocional.
✔️Planejamento: programe suas prioridades e construa um 2024 com realizações pessoais e profissionais.
Leve a vida com mais leveza!
Não queira controlar tudo.
A boa dica, na imagem:
A pressão entre os atores do mundo do futebol é enorme, mas há um silêncio muito grande sobre esse tema: o da saúde mental no esporte.
Em 2009, o goleiro alemão Robert Enke se matou atirando-se em uma linha de trem. Dois anos depois, o árbitro iraniano Babak Rafati, cansado da pressão do meio, tentou o suicídio cortando os pulsos. Mais recentemente, o ex-atacante Nilmar (Inter-RS e Corinthians) disse ter sofrido depressão e pensou em se matar.
Vários atletas de outras modalidades encerraram precocemente a carreira por conta da pressão por resultados, e isso decorre pelo fato de que o esporte de alto rendimento, no fundo, não é algo saudável. O exagero no desempenho do corpo, a carga enorme de treinamentos, a maratona de partidas e disputas, por fim, esgotam fisicamente a pessoa. E se o atleta não tiver um condicionamento emocional adequado, sucumbe.
Muricy Ramalho, treinador, abandonou a carreira depois dos problemas de saúde, fruto da sua atividade. O AVC de Ricardo Gomes, ocorrido ao vivo num jogo do Brasileirão, credita-se ao stress. E aí somos obrigados a refletir: por mais que se possa dizer que grandes técnicos ganham muito dinheiro, e que isso é a sua compensação pelos percalços e cobrança que passam, a Saúde Mental fala muitas vezes mais alto. Às vezes, nem fala: grita!
Jürgen Klopp, treinador do Liverpool, considerado um profissional atencioso e sempre divertido, demonstrou na Premiere League um comportamento diferente, perdendo a cabeça e se enervando desnecessariamente. E nessa última semana, Klopp anunciou que fará uma pausa na carreira. Será que voltará quando?
Pense: quantos outros treinadores não gostariam de fazer a mesma coisa? Abel Ferreira, treinador do Palmeiras, falou abertamente: “ganhei tanto dinheiro e não consigo gastá-lo, não consegui passear ainda na cidade de São Paulo”. Mano Menezes, do Corinthians, jogo a jogo vem demonstrando sinais de estafa com as derrotas do seu time e com as trapalhadas da sua diretoria.
Imagine, agora, os seguintes problemas: um jogador sofre pressão da torcida nas arquibancadas, não recebe o seu salário em dia, não pode sair para passear em shopping ou restaurante quando o clube perde, além da sua cobrança interior. Se não tiver ajuda psicológica, adoece. De que adiantou todo o dinheiro conquistado, se a qualidade de vida (e até a liberdade cotidiana) se esvazia?
Há um fator que potencializa ao extremo isso: as Redes Sociais. No Twitter (ou melhor, no atual “X”), torcedores entram nos perfis dos boleiros e ofendem com as maiores barbaridades possíveis. O assédio moral é violento e não há muito o que fazer: ou o profissional abandona a Internet ou ignora as críticas.
Um exemplo para comparação: Tom Holland, o jovem ator que interpretou “Homem Aranha” nos cinemas, anunciou que saiu das Redes Sociais para preservar a saúde mental. E considere: ele tem um staff enorme, acompanhamento terapêutico, é rico, e seu trabalho é elogiado. E ainda assim não aguentou. Imagine um atleta de futebol, que mexe paixões contrárias e a favor.
Fica o alerta para a FIFA, além das entidades locais, como a CBF: façamos campanhas de prevenção ao equilíbrio emocional e à saúde mental, antes que algo mais grave possa acontecer.

Imagem extraída de Getty Images, em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-63512442
Alguém disse que:
“Depressão é o excesso de passado, stress é o excesso de presente, e ansiedade o excesso de futuro.“
Será que não é por aí mesmo? O problema é: e como viver equilibradamente o presente, relembrando coisas boas perdidas no passado e temendo as nuances do futuro?
Imagem extraída de: https://maistreinamento.com.br/blog/procure-o-equilibrio/
Cada vez mais precisamos nos preservar. Saber dos nosso limites, tomar cuidado com nossas ações e com o nosso redor.
De tal forma, a inteligência emocional nos leva ao equilíbrio. E esse recado vem de encontro a isso:

A saúde emocional virou obrigação legal e estratégica nas empresas brasileiras. #Linkezine 🧠 O post 🎯📢 Saúde emocional no centro da gestão: …
Continua em: 🎯📢 Saúde emocional no centro da gestão: empresas entram na era dos riscos psicossociais 🔥

Reclamar vicia as pessoas? Óbvio que sim…
Grandes santos católicos já falaram da necessidade de ter ânimo e evitar queixas ou lamúrias. Por exemplo: o Papa Francisco reza diariamente a “Oração do Bom Humor“, de São Thomás More (a conheça aqui: https://wp.me/p4RTuC-Bq8). Já São Bento tinha a Regra 34, onde ele lembrava a necessidade de uma vida sem murmuração para alcançar a Graça Divina (aqui: https://wp.me/p4RTuC-kJD).
Leio, agora, que a Ciência fala um pouco mais sobre os males do ato de reclamar e busca soluções para evitar que ele aconteça. Veja só que interessante, em: https://g1.globo.com/saude/saude-mental/noticia/2024/11/25/psicologia-da-reclamacao-o-custo-mental-emocional-e-ate-fisico-de-reclamar-de-tudo-sempre.ghtml
PSICOLOGIA DA RECLAMAÇÃO: O CUSTO MENSAL, EMOCIONAL E ATÉ FÍSICO DE SE RECLAMAR SEMPRE.
Por Maria Garcia Rúbio
Vamos imaginar uma situação muito comum: duas pessoas andando rapidamente se cruzam na rua. Podem ser amigos, colegas de trabalho ou conhecidos. Um deles cumprimenta com um “ei, tudo bem?” ou “como você está?” Automaticamente, o outro responde: “tudo indo” ou “vamos andando”. Pouco depois, cada um segue seu caminho. O breve encontro é marcado desde o início pelo ato da reclamação sistemática.
No entanto, foi demonstrado que o queixume crônico tem um impacto significativo na saúde emocional, mental e até física tanto daqueles que reclamam como dos que recebem as lamentações.
Aqui, abordaremos a expressão repetida de insatisfação, frustração ou desconforto com situações percebidas como negativas. É um fenômeno quase universal que pode ser extrapolado para contextos familiares, profissionais e sociais. Longe de ser uma visão catastrófica, as reclamações ocasionais são uma parte normal da experiência humana. A exaustão emocional e fisiológica ocorre quando esse humor negativo invade nossas rotinas diárias.
Mas por que lamentamos tanto? Alguns especialistas consideram que funciona como um mecanismo de enfrentamento através do qual liberamos a tensão ou buscamos validação. Especificamente, observou-se que ao reclamar buscamos a aprovação da nossa opinião ou percepção, como se fosse um ciclo.
Até o momento, ela funciona como estratégia de apresentação perante nosso grupo social. É uma função adaptativa do ser humano.
O problema é quando se torna crônico e se estende a vários contextos. É uma situação que se agrava com o uso e abuso das redes sociais, em que é comum que pessoas influentes das populações mais jovens dediquem grande parte do seu conteúdo a desabafar sobre isto e aquilo como estratégia para atrair seguidores ou para criar debates e troca de comentários.
Embora seja um campo de pesquisa pioneiro e necessite de mais estudos, a neurociência já se aprofundou na etiologia e nas consequências do ato de queixar.
Várias pesquisas confirmaram que o cérebro humano foi projetado para identificar ameaças e problemas, o que explica porque é tão fácil focar no negativo e porque algumas pessoas tendem a reclamar mais do que outras. Este é um mecanismo evolutivo de origem protetora: o cérebro tende a se fixar no que é ruim porque isso lhe permitiu enfrentar um perigo real há milhares de anos e aumentou suas chances de sobrevivência.
Tal efeito, denominado viés de negatividade, pode tornar-se contraproducente no ambiente moderno, uma vez que focar continuamente no que não está bom pode alterar a maneira como as pessoas veem o mundo e, assim, promover novas interações como aquelas baseadas em reclamações.
Observou-se, também, que as queixas diárias estão correlacionadas com sintomas de ansiedade e depressão. Especificamente, com pensamentos intrusivos, ruminação, baixa autoestima, cansaço e fadiga mental. Portanto, indivíduos que não param de reclamar de tudo tendem a ser mais pessimistas e menos resilientes diante das adversidades.
A seguir, explicamos algumas das formas de interação e enfrentamento mais recomendadas na consulta psicológica:
Sem dúvida, ter consciência do hábito pouco saudável de reclamar incessantemente e tentar mudá-lo é fundamental para melhorar a qualidade de vida. É um objetivo que faz parte do crescimento pessoal de cada indivíduo e que pode ser reforçado com o apoio da terapia psicológica.
Antes de reclamar novamente, considere os efeitos cerebrais, emocionais e sociais que isso acarreta. E lembre-se: a queixa não é negativa se não se tornar crônica. Não somos perfeitos, somos humanos.
María García Rubio é professora da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidad Internacional de Valencia, codiretora da Cátedra VIU-NED de Neurociência Global e Mudança Social e membro do Grupo de Pesquisa em Psicologia e Qualidade de Vida (PsiCal).
Este texto foi publicado originalmente no site do The Conversation Brasil.
Gostei dessa ilustração. Invariavelmente, todos têm dias bons ou dias ruins.
Abaixo, para acalmar os ânimos:
Maravilha. Agora, 19h. Passei o domingo (desde às 9h) sem usar o celular, relógio ou qualquer equipamento eletrônico. Curti a família, fui à Missa, namorei, assisti um filme e descansei a mente.
Precisamos – é importante para todos nós – livrarmos do celular ao menos um dia (se pudermos). Faz bem para a Saúde Emocional e Mental.
Muito bom conselho! Para nós nos conscientizarmos:
