– “What if…?” usou a mesma fórmula da Saga do Infinito?

Confesso: não gostei de What if…?, da Marvel (embora ame heróis e derivados). E o penúltimo capítulo, pensei eu, mostraria que o experimento de Tony Stark, Ultron, seria bem sucedido e o Jarvis seria aperfeiçoado. Ao contrário: pelo que li, Ultron vence Jarvis e se apropria do Visão!

Não me alongarei, se não conto o resto. Se quiser o spoiler, no link do Omolete, em: https://www.omelete.com.br/marvel-cinema/what-if-episodio-8-recap

– Expedição Acali: o “Reality Show” da vida real!

Se você gosta de “reality shows”, veja só que experiência inusitada: um “barco do amor” dos anos 70, que virou filme!

Muito interessante, compartilho extraído de: https://vivimetaliun.wordpress.com/2019/10/10/o-bizarro-experimento-socio-sexual-que-reuniu-pessoas-casadas-num-barco-nos-anos-1970-vai-virar-filme/

O BIZARRO EXPERIMENTO SÓCIO-SEXUAL QUE REUNIU PESSOAS CASADAS NUM BARCO NOS ANOS 70 E VIROU FILME

Muito antes de programas de reality show se popularizarem na televisão, o Big Brother já tinha um antecessor de peso: um experimento social realizado em um barco em alto mar. O objetivo da embarcação era responder o que fazia com que as pessoas odiassem umas às outras.

Para chegar a uma conclusão, o antropólogo mexicano Santiago Genovés reuniu 11 pessoas em um barco para velejar o Atlântico durante um período de 101 dias, em 1973. O experimento ficou conhecido como Expedição Acali e acaba de ganhar um documentário que registra sua história.

Na época, Santiago teria dito à Associated Press que não poderia fazer um experimento como esse em terra, “porque as pessoas iriam querer escapar”. O perfil dos participantes foi planejado justamente para gerar discórdia e incitar o sexo.

Foram escolhidas pessoas casadas que estivesses dispostas a deixar seus parceiros durante a experiência. O pesquisador deu preferência a participantes considerados por ele como “atrativos” e que tivessem entre 25 e 40 anos.

Outra característica importante era a formação de um grupo diverso étnica e culturalmente – havia inclusive um padre católico entre eles. Um ingrediente feminista foi usado para despertar a ira dos homens: a capitã do barco era uma mulher, a sueca Maria Björnstam, considerada a primeira mulher a ter uma licença marítima.

Embora tenha ganhado a atenção da mídia como uma “experiência sexual”, o barco foi muito mais do que isso. Santiago pretendia provocar brigas entre os participantes para entender quais são os elementos essenciais para a criação da paz. Porém, há indícios de que ele teria ido longe demais nessa empreitada…

Pensando em incitar a revolta do grupo, ele chegou a ler para todos respostas que lhe haviam sido dadas em segredo, inlcuindo coisas como “quem você gostaria de tirar do barco” ou “com quem gostaria de transar”. O pesquisador também criou um ambiente em que a privacidade fosse minimizada ao extremo: livros eram proibidos e até mesmo o ato de “ir ao banheiro” era público.

Em dado momento, os participantes chegaram a planejar em conjunto o assassinato de seu mentor – felizmente, a ideia foi deixada de lado antes de que o sangue fosse derramado.

Apesar de tudo, o diretor do documentário que narra a história da embarcação contou ao Independent que a maior parte do tempo foi vivida em paz pelos participantes. Marcus Lindeen conseguiu reunir todas as sete pessoas do grupo que ainda estavam vivas – uma tarefa exemplar, visto que a pesquisa usava pseudônimos para proteger suas identidades.
Em um cenário que recria o ambiente da embarcação, suas memórias se tornam vivas nas telas, criando um retrato fiel de como foram os dias a bordo da Expedição Acali.

Lançado em 2018, o filme ganhou o nome de The Raft e mescla memórias destas pessoas com os documentos deixados por Santiago, que faleceu durante a fase de pesquisa para o roteiro.
Espia o trailer abaixo (em inglês):

Fotos: Reprodução/The Raft/

– #Emmys2021: torcendo por Ted Lasso!

Repost por conta do Emmy’s Award, que acontece hoje: Ted Lasso está de volta na sua 2ª temporada! É muito boa essa série… E quando chega as 4as feiras, fico atento para um novo episódio – e nesse ano, o treinador inglês de foot-ball que se aventura no soccer, está com uma psicóloga no time!

Não conhece? Republico (e vale a pena assistir…):

TED LASSO

Você já assistiu a série Ted Lasso, no streaming AppleTV+?

É SENSACIONAL!

A história é de um treinador de futebol americano que é contratado, pasmem, para um clube inglês da Premier League! Ele é trazido pela proprietária do clube como uma vingança dela contra o ex-marido, a fim de derrubar o time para a segunda divisão.

Sem conhecer nada do Soccer, Ted Lasso comete inúmeras gafes – mas seu jeito simpático e bondoso acaba conquistando a todos, até mesmo a vilã da série, que se rende a ele.

Eu a maratonei, e o final dela é surpreendente. Gostei demais.

Aliás, duas coisa: não precisa gostar de futebol para assistir e se divertir, e Jason Sudeikis, o protagonista, levou o Globo de Ouro 2021 de “Melhor Ator em Série de Comédia” na semana passada.

CURIOSIDADE: Ted Lasso, antes de ser série, era um personagem da emissora de TV NBC, que criou uma propaganda engraçada com ele a fim de promover os jogos de futebol da Inglaterra transmitidos para os EUA, já que os norte-americanos não era experts no nosso tradicional futebol.

– “Um Maluco no Pedaço”, que terá reboot, já tem elenco (Bel-Air).

A série que alavancou o grande Will Smith (Um Maluco no Pedaço) será filmada novamente com novo elenco.

Icônica, ela promete ser bem legal. Abaixo os intérpretes dos personagens:

Em tempo: alguém sabe onde posso assistir a original?

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– #tbt 2: Poços de Caldas: uma boa sugestão de passeio!

Repost de 2 anos:

Neste último final de semana, fiz algo diferente para minha rotina: fiquei num resort em Poços de Caldas e me surpreendi.

Primeiro: eu tinha a ideia (errada) de que a cidade mineira, famosa por flores, beleza natural e thermas (as águas sulfurosas são destaques por lá), era repleta por idosos. Não é bem assim: muitos casais jovens como eu, com crianças e a sogra / mãe juntos. Os veículos SUV, tipicamente familiares, predominam… Há paz e tranquidade!

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Cachoeira das Noivas

A cidade possui cachoeiras, monumentos, igrejas e muitas atrações. Porém, os hotéis por lá fazem com que você possa ficar tranquilo com a infraestrutura, sem precisar ir até a cidade. E não são tão caros!

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Basílica Nossa Senhora da Saúde

Aliás, resorts, pousadas e hotéis são bem equipados e possuem os preços mais variados. Para o turismo interno, estão de ótima tamanho.

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Monreale Hotels

Para as crianças, o lugar é ótimo, com muita natureza e parques abertos. Eu me diverti com minha caçula!

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Eu e Maria Estela!

Enfim, ficamos felizes com a distração e recomendamos a região: quem não conhece, passe o dia ou um final de semana em Águas da Prata, Poços de Caldas e cidades vizinhas. Vale a pena!

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Rostos felizes pela bagunça e ótima gastronomia da região mineira!

– Lois & Clark.

Êba! Finalmente!!!

A HBO Max estreou “Lois & Clark – As novas aventuras do Superman!”

‘Bora maratonar?

anos procurava algum lugar que passava a série…

– E finalmente saiu o trailer do Homem-Aranha 3 / Spider Man.

Finalmente a Marvel divulgou o trailer de “Homem Aranha, Sem Volta Pra Casa”!

Cinéfilos e apaixonados por heróis como eu: confirmados Duende Verde, Dr Octopus e Multiverso. Assistam: https://youtu.be/w81ppUfU1sc

– O Segredo Revelado da Hello Kitty

Foi há 8 anos: para as crianças (e para os adultos também), uma surpresa: a gatinha Hello Kitty não é uma gata, e sim uma menininha!

Quem é pai de menina como eu, sabe que isso é uma revolução na vida delas… rsrsr

Relembrando de: http://www.redebomdia.com.br/noticia/detalhe/71762/sanrio-diz-que-hello-kitty-no-um-gato

SANRIO DIZ QUE HELLO KITTY NÃO É UM GATO

A “ex-gatinha” mais conhecida no mundo acaba de perder o posto após a revelação de ser uma menina.

Apesar de ter traços muitíssimos semelhantes com um gato, Hello Kitty não é. A personagem, cujo nome completo é Kitty White, é uma menina, apenas amiga dos animais.

Isso explica o fato da personagem sempre ser retratada em pé e também ter um gato de estimação, o Charmmy Kitty.

A relevação se deu quando a antropóloga Christine R. Yano, também curadora de uma exposição sobre “gatinha” no museu nipo-americano de Los Angeles (USA), entrou em contato com a empresa Sanrio, criadora da personagem.

“Ela [Hello Kitty] é um personagem de desenho, e é uma garotinha. Ela é amiga, mas não um gato. Uma razão é porque ela nunca está de quatro. Ela anda e senta como uma criatura bípede. E ela até tem um gato de estimação, o Charmmy Kitty”, disse a antropóloga ao jornal Los Angeles Times.

Criada em 1974 pelo designer japonês Yuko Shimizu, a personagem se garante como principal destaque da Sanrio e como inspiração para diversos produtos que, na maior parte das vezes, são direcionados ao público feminino.

Ficou com um nó na cabeça agora?

– A história do Playcenter.

Olha que bacana essa entrevista de tempos atrás: Maurício Nunes, jornalista, escreveu a “biografia oficial” do Playcenter!

Tudo sobre os maiores eventos do parque icônico que povoou as mentes das crianças nos anos 80 (ME INCLUO AQUI). A visita do Michael Jackson, o show do Bozo (em seu auge) e os brinquedos marcantes como o Looping e o Colossus (que eu não sabia: eram os mesmos, só que desmontados em partes!).

Compartilho nessa entrevista com Danilo Gentille. Em: https://www.youtube.com/watch?v=9I2LxWtWfaw

– Boas Histórias são atemporais: 82 anos de “O Mágico de Oz”.

Dias atrás assisti com minha filha “O Mágico de Oz”, aquele primeiro filme produzido do livro, colorido e com imagem meio “chuviscada”.

Quando a história é boa, torna-se atemporal! E hoje eu soube: não é que esse filme faz 82 anos?

Olha que legal, um achado de quando fez 75 “primaveras”, extraído de: http://operamundi.uol.com.br/conteudo/historia/37413/hoje+na+historia+1939+-+o+magico+de+oz+estreia+nos+cinemas+do+mundo.shtml

75 ANOS DE VIDA

“O Mágico de Oz”, filme estrelado por Judy Garland, tem sua estreia mundial em Wisconsin, Estados Unidos, no dia 12 de agosto de 1939. No longa, os queridos personagens e a história do famoso livro infantil em que se baseou estavam quase todos transportados para a tela.

Dorothy, uma menina camponesa de Kansas que vivia em uma fazenda com seus tios, é levada junto a seu cachorro por um tornado que ataca a região e aterrissa na Terra de Oz. No impacto, Dorothy cai em cima da Bruxa Má do Leste e acaba matando-a. 
[Poster do filme, de 1939]

Após o acidente, Dorothy é vista como uma heroína, mas o que ela quer é voltar para Kansas. Para isso, precisará da ajuda do Poderoso Mágico de Oz que mora na Cidade das Esmeraldas. No caminho, ela é ameaçada pela Bruxa Má do Oeste, que culpa Dorothy pela morte de sua irmã, e encontrará três companheiros: um Espantalho que quer ter um cérebro, um Homem de Lata que anseia por um coração e um Leão covarde que precisa de coragem.

Publicado originalmente em 1900, “O Maravilhoso Mágico de Oz”, do escritor Frank Baum, foi adaptado inúmeras vezes para o palco e a tela, servindo como tema musical antes ainda de 1939. Contudo, foi a adaptação feita na película rodada naquele ano que guindou a obra de Baum a um lugar permanente não somente na história do cinema como também na história da música.

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– Hoje é dia de Ted Lasso!

Ted Lasso está de volta na sua 2ª temporada! É muito boa essa série… E quando chega as 4as feiras, fico atento para um novo episódio – e nesse ano, o treinador inglês de foot-ball que se aventura no soccer, está com uma psicóloga no time!

Não conhece? Republico (e vale a pena assistir…):

TED LASSO

Você já assistiu a série Ted Lasso, no streaming AppleTV+?

É SENSACIONAL!

A história é de um treinador de futebol americano que é contratado, pasmem, para um clube inglês da Premier League! Ele é trazido pela proprietária do clube como uma vingança dela contra o ex-marido, a fim de derrubar o time para a segunda divisão.

Sem conhecer nada do Soccer, Ted Lasso comete inúmeras gafes – mas seu jeito simpático e bondoso acaba conquistando a todos, até mesmo a vilã da série, que se rende a ele.

Eu a maratonei, e o final dela é surpreendente. Gostei demais.

Aliás, duas coisa: não precisa gostar de futebol para assistir e se divertir, e Jason Sudeikis, o protagonista, levou o Globo de Ouro 2021 de “Melhor Ator em Série de Comédia” na semana passada.

CURIOSIDADE: Ted Lasso, antes de ser série, era um personagem da emissora de TV NBC, que criou uma propaganda engraçada com ele a fim de promover os jogos de futebol da Inglaterra transmitidos para os EUA, já que os norte-americanos não era experts no nosso tradicional futebol.

– Começou a 2a temporada de Ted Lasso!

Ted Lasso está de volta na sua 2ª temporada! É muito boa essa série…

Não conhece? Republico (e vale a pena assistir…):

TED LASSO

Você já assistiu a série Ted Lasso, no streaming AppleTV+?

É SENSACIONAL!

A história é de um treinador de futebol americano que é contratado, pasmem, para um clube inglês da Premier League! Ele é trazido pela proprietária do clube como uma vingança dela contra o ex-marido, a fim de derrubar o time para a segunda divisão.

Sem conhecer nada do Soccer, Ted Lasso comete inúmeras gafes – mas seu jeito simpático e bondoso acaba conquistando a todos, até mesmo a vilã da série, que se rende a ele.

Eu a maratonei, e o final dela é surpreendente. Gostei demais.

Aliás, duas coisa: não precisa gostar de futebol para assistir e se divertir, e Jason Sudeikis, o protagonista, levou o Globo de Ouro 2021 de “Melhor Ator em Série de Comédia” na semana passada.

CURIOSIDADE: Ted Lasso, antes de ser série, era um personagem da emissora de TV NBC, que criou uma propaganda engraçada com ele a fim de promover os jogos de futebol da Inglaterra transmitidos para os EUA, já que os norte-americanos não era experts no nosso tradicional futebol.

– Qual o tipo de criação da Garotinha?

Quem, na infância, não gostava de Gibi?

Eu sonhava em ver meu nome publicado nas “cartinhas ao personagem” nas revistinhas em quadrinhos. Especialmente nas do Zé Carioca e do Cascão.

Eis que vejo uma carta de uma menina de João Pessoa, sugerindo que a Mônica cometa um bárbaro assassinato contra o Cebolinha!

É coisa antiga, lógico, mas pense: onde estão os pais dessa criança? O que se esperará dela quando adulta?

No final do recadinho, leia o que a Redação respondeu. “Deu ruim”, hein?

– E a luz ao fundo anuncia um jogão (Massa Bruta x Peixe).

Ao fundo, as luzes acesas do Nabizão para Red Bull Bragantino x Santos pelo Campeonato Brasileiro!

Já imaginaram como estaria a expectativa dentro do estádio para o jogo, se tivéssemos torcida?

Por enquanto, só pela TV ou por rádio. Mas eu, particularmente, assistirei um filme com minhas garotas. Elas merecem!

S’imbora fazer pipoca (ou não)?

Boa noite 🍿.

– Loki e o último episódio: essa Marvel é danada…

Se você não quer saber como acabou o final da série do Disney+ “Loki”, cuidado com esse spoiler:

A Marvel é incrível. Amarrou todos os seus filmes do MCU e faz o mesmo com as séries. Para você assistir com conforto e entender direitinho as produções, há de assistir tudo o que ela produz (caso contrário, você literalmente “viajará” e não conseguirá pegar os ricos detalhes).

No último episódio, apareceu Kang, o Conquistador, que foi o criador da AVT. Nos quadrinhos, ele foi casado com Ravonna (a juíza da agência). Como a Lady Loki o mata, desencadeia vários multiversos – onde teremos a variante do Kang, que será o grande vilão do filme 3 do Homem-Formiga (Quantumania).

Kang, lembremos, é um viajante intertemporal. No “Homem-Formiga e a Vespa” houve a mostra da existência do Reino Quântico. Nos “Vingadores”, a possibilidade das citadas viagens do tempo. Mas para entender Loki, precisa-se assistir “Thor”.

Que criatividade e coerência, não?

Sobre o capítulo final de Loki e os outros detalhes? Tem que assistir, ué. Aqui, foi só um spoiler.

Do Omelete, mais sobre o episódio: https://www.omelete.com.br/marvel-cinema/loki-episodio-6-easter-eggs

– WandaVision recebe 23 indicações ao Emmy.

imagem: Divulgação Marvel

WandaVision”, a primeira série original do Marvel Studios para o Disney+, garante lugar de destaque na 73ª edição do Emmy Awards, maior premiação da… (continua no link a seguir, em negrito):

WandaVision recebe 23 indicações ao Emmy

– Luca.

Que maravilha: estou assistindo com as minhas crianças Luca, da Disney, no streaming Disney +. Um filmaço!

Sem malícias, estorinha tipicamente “água com açúcar”, perfeito para a família. E por se passar na Itália, melhor ainda.

Assistam, vale a pena.

Pixar Revela Primeiro Pôster de 'Luca' - Trailer Oficial Estreia Amanhã

– “Turma da Mônica – Lições” com Zecão e Pipa? Valeu, Maurício de Sousa!

Esse Maurício de Sousa é realmente muito bom! Depois do sucesso do filme Laços, virá o “Turma da Mônica 2”, que se chamará Lições.

Não é que em pleno Dia dos Namorados ele divulgou a primeira foto do filme, com o Zecão e a Pipa?

Ôpa! Já estou imaginando o Rolo, a Gina… e por que não outros universos como o do Piteco e a Tuga?

Olha aí:

– 25/05: Dia do Orgulho Nerd teve um presente: Peter Jordan na TV Aberta!

Foi no ano passado, mas vale para comemorar a data! Abaixo:

Se você gosta de quadrinhos, filmes, séries (ok, é um nerd), deve conhecer o canal “ei nerd!” no Youtube!

Pois bem: Peter Jordan, o apresentador, participou do Programa “The Noite” do Danilo Gentille. Muito legal!

O motivo? O “Dia do Orgulho Nerd”.

Aqui: https://www.youtube.com/watch?v=a2eWe9HkxgQ

– AT&T e a mega fusão com a Warner Bross.

Que gigante!

Contra o conglomerado composto por Disney / ABC / ESPN / Fox / Marvel, a AT&T / Discovery fundiu-se com a Warner / HBO / DC / CNN.

Olhem só que negócio bilionário e poderoso na briga pelo Entretenimento, abaixo:

Extraído de: https://www.cnnbrasil.com.br/business/2021/05/17/att-confirma-fusao-da-warnermedia-com-o-discovery-e-cria-gigante-do-streaming

AT&T CONFIRMA FUSÃO

Na manhã desta segunda-feira (17), a AT&T (T) e o Discovery, Inc. (DISCA) anunciaram um acordo que prevê que a WarnerMedia da AT&T será desmembrada e combinada com o Discovery em uma nova empresa de mídia independente.

O negócio, sujeito à aprovação regulatória, combinará dois tesouros de conteúdo, incluindo o HBO Max e os serviços do Discovery +. A CNN será incluída na transação.

O CEO do Discovery, David Zaslav, comandará os negócios combinados, de acordo com o anúncio desta segunda. “Executivos de ambas as empresas” desempenharão “funções de liderança chave”, disse um comunicado à imprensa.

Por um lado, a junção é uma maneira lógica de competir com a Netflix e a Disney, os dois principais players de streaming.

Por outro, também é uma maneira complexa para a AT&T desfazer sua oferta de 2016 pela Time Warner, que entrou em vigor em 2018, com os ativos chamados WarnerMedia. As empresas disseram que esperam que o acordo entre em vigor em meados de 2022.

Os acionistas da AT&T ficariam com a maioria das ações da empresa combinada, com 71%, enquanto os acionistas do Discovery ficariam com 29%.

Um spin-off ajudará a AT&T a priorizar seus negócios sem fio e pagar sua enorme dívida. O comunicado observou: “A AT&T receberia US$ 43 bilhões (sujeito a ajuste) em uma combinação de dinheiro, títulos de dívida e retenção de certas dívidas pela WarnerMedia.”

As ações da AT&T subiram mais de 3% antes do mercado, enquanto as ações do Discovery subiram 16%.

Analistas proeminentes de Wall Street previam, e em alguns casos encorajavam, esse tipo de movimento. No início deste ano, a AT&T fechou um acordo para dividir seu negócio de satélite DirecTV com uma perda significativa em relação ao preço de compra de 2015.

E outra gigante das telecomunicações, a Verizon, jogou a toalha em seus esforços de conteúdo também, concordando em vender o Yahoo e a AOL por US$ 5 bilhões.

Claro, o mundo da mídia parece muito diferente hoje do que há alguns anos. Os investidores estão mais focados no streaming a cada ano que passa.

A Bloomberg News deu a notícia do acordo iminente no domingo e disse que a Warner e o Discovery “seriam um competidor formidável da Netflix e da Disney”.

O serviço de streaming não focado em ficção do Discovery foi lançado em janeiro, utilizando uma biblioteca de programas de canais como TLC e Animal Planet. Na época, Zaslav disse à CNN que Discovery + era um “ótimo complemento para quem tem Disney ou Netflix, ou HBO, Disney e Netflix.”

Quando a principal correspondente de negócios da CNN, Christine Romans, perguntou quantos serviços de streaming os americanos acabariam tendo, Zaslav disse: “Acho que as pessoas terão três ou quatro”.

Zaslav também enfatizou o alcance global do Discovery. HBO Max, atualmente disponível nos Estados Unidos, está prestes a fazer um impulso internacional.

“Este acordo une dois líderes de entretenimento com forças de conteúdo complementar e posiciona a nova empresa como uma das principais plataformas globais de streaming direto ao consumidor”, disse o CEO da AT&T, John Stankey, em um comunicado. “Ele apoiará o crescimento fantástico e o lançamento internacional do HBO Max com a pegada global do Discovery e criará eficiências que podem ser reinvestidas na produção de mais conteúdo excelente para dar aos consumidores o que desejam.

(Texto traduzido, clique aqui para ler o original em inglês).

HBO MAX | Anatel finalmente aprova fusão entre AT&T e Warner e HBO Max  poderá ser lançado no Brasil! - ProtocoloXP

– Loki.

A Disney+ está “com tudo”. Agora, anunciou com pompa um novo cartaz para a produção da Marvel, Loki, tão aguardada!

Para os fãs de heróis como eu (que estão indo do cinema para a tv), aqui vai, extraído de: https://www.omelete.com.br/marvel-cinema/loki-novo-cartaz-contagem

O NOVO CARTAZ DE LOKI

A Disney divulgou um novo cartaz da série Loki, que foca na contagem regressiva para a estreia da série. Confira abaixo:

Loki revelará o que aconteceu com o personagem após os eventos de Vingadores: Ultimato. Além de Tom Hiddleston, Owen Wilson, Gugu Mbatha-Raw, Sophia Di Martino e Richard E. Grant também estão no elenco da série.

A estreia está marcada para o dia 9 de junho no Disney+ e a produção terá episódios inéditos às quartas-feiras.

Loki: Tom Hiddleston e Owen Wilson apresentam novo cartaz da série | Minha  Série
Imagem: divulgação Web.

– Pelo direito de não gostar do BBB!

Que febre (e para alguns, um vício) é o Big Brother Brasil, não?

Não assisti e nem sei o rosto das pessoas que participaram, mas pelas Redes Sociais conheci todos os nomes delas, e sei que a moça de Campina Grande foi a vencedora.

A questão é: antes, as pessoas debochavam de quem gostasse do programa, falando até que era de “baixa intelectualidade de público”. Discordo, respeito quem assiste, pois Entretenimento é “gosto”.

Eu não gosto e não assisto. Mas hoje vejo pessoas no sentido inverso: dizendo que é arrogância desprezar esse “jogo da realidade da vida humana”!

Ué? Desde quando é prepotência não gostar de um programa de TV?

Repito: respeito quem gosta de BBB, mas eu não curto. Será que em breve isso será proibido também?

Que mundo pilhado…

Juliette é campeã do 'BBB 21': memes, fenômeno na web e mais momentos  marcantes - Purepeople

– Que febre é essa do #StarWarsDay?

Esse dia 04 de maio está sendo uma data especial para os fãs de Star Wars. É um dia de celebração desse universo de ficção científica. Minha filha Marina é apaixonada por Star Wars, e como boa geek, comemora hoje as festividades!

Até mesmo a Turma da Mônica resolveu fazer uma homenagem ao #StarWarsDay!

Veja abaixo:

– Descubra a Música do Roberto Carlos

Olhe só que brincadeira legal, extraída do site do próprio cantor Roberto Carlos, que fez 80 anos ontem:

A Amazon Music, no seu perfil do instagram (@amazonmusicbr), propôs essa brincadeira.
Quais hits de Roberto Carlos você vê nesta imagem?

Será que consegue descobrir todos? https://www.instagram.com/p/CN2YdntrgMU/?utm_source=ig_web_copy_link

– 80 anos de Roberto Carlos!

Hoje o Rei Roberto Carlos faz 80 anos de idade.

Das suas inúmeras maravilhosas músicas, é difícil escolher uma só. “Além do Horizonte” ou “Detalhes”

Preferi “Eu te amo, te amo, te amo”. Aqui: https://www.youtube.com/watch?v=7ATkpAnB3JQ

– SBT, Champions League e Libertadores da América.

Aproveitemos: Sílvio Santos parece estar disposto a gastar com o Futebol mesmo, afinal, acertou a compra dos direitos de transmissão da Liga dos Campeões da Europa. Agora, somando-se à Libertadores da América, a emissora paulista tem os dois mais atraentes torneios continentais de clubes do mundo.

É sabido que o seu Sílvio tem algumas excentricidades, como mudar a programação de uma hora para outra, ou ainda investir pesado num segmento (como novelas, esportes ou jornalismo) e depois tirar o pé. Mas enquanto durar, desfrutemos da TV aberta.

Cada emissora tem suas particularidades: a transmissão do SBT costuma ser mais alegre, com linguajar mais boleiro e descontraído. O entusiasmo e a competência do Téo José, juntamente com a irreverência e conhecimento do Mauro Beting, tornam tudo mais agradável, popular e “entendível”.

Importante: não é desmerecimento à Globo, pois ela também tem seu estilo próprio. É simplesmente característica diferente!

Aguardemos como será a UCL. Tenho boas expectativas. E você, amigo leitor?

– Liga da Justiça de Zack Snyder!

Caramba! Acabo de assistir o filme da DC que foi “refeito”, ou melhor, “relançado”. Ou ainda: trazido às origens pelo diretor Zack Snyder.

VALE A PENA!

Muda muita coisa, das cenas principais, passando pelo visual à própria importância dos atores. Há várias coisas do filme original que foram suprimidas nesse, e outras acrescentadas. Ciborgue e Flash têm muito mais participação (muito mesmo), sem contar a importância do Dr Silas Stone.

O começo é meio cansativo, mas o restante compensa. Assistam! Várias situações mal-explicadas ou difíceis de se entender, tornam-se compreensíveis.

Snyder Cut': nova versão de 'Liga da Justiça' estreia após esforço de fãs  para salvar a saga - Jornal O Globo

– E a briga pelas taxas de conveniência?

Foi há um ano. Mas… nada ficou resolvido:

Uma ação contra a cobrança da taxa de conveniência de ingressos de espetáculos levou o assunto para uma grande batalha jurídica, chegando ao ponto de se desejar até mesmo a devolução de 5 anos de cobrança.

Loucura ou Possibilidade?

Como devolver valor retroativo? Seria um excesso da interferência do Estado?

Concordo que a taxa é costumeiramente cara, mas você paga justamente pela conveniênciasem ser obrigado. Caso não quero pagar por ela, vou mais cedo no cinema ou teatro e pego a fila. 

Extraído de: https://economia.ig.com.br/financas/meubolso/2019-03-18/taxa-de-conveniencia-ingressos-internet.html

FIM DA TAXA DE CONVENIÊNCIA?

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) publicou na sexta-feira (15) – Dia Internacional do Consumidor – o acórdão da decisão proferida no início da semana contra a cobrança da taxa de conveniência pela compra de ingressos na internet. Mas, ainda assim, isso não significa que o consumidor sentirá os efeitos da determinação judicial de imediato.

A decisão em questão foi proferida, por unanimidade, pela Terceira Turma do STJ, em cima de ação coletiva da Associação de Defesa dos Consumidores do Rio Grande do Sul (Adecon-RS) contra a empresa Ingresso Rápido. Os advogados que representam a associação alegaram ser ilegal a cobrança da taxa de conveniência pelo simples fato de o serviço ser realizado pela internet – sem nenhuma contrapartida ao comprador.

A ação foi movida em 2013, em Porto Alegre, onde teve a procedência reconhecida. No tribunal de segunda instância, no entanto, os magistrados consideraram que a cobrança da taxa não era abusiva e, assim, a decisão foi reformada e passou a ser favorável à Ingresso Rápido . Foi então que o caso subiu ao STJ, instância máxima para julgar casos relacionados ao Código de Defesa do Consumidor.

A Adecon-RS foi representada no processo pelo escritório Silva & Berthold, de Porto Alegre. O advogado Ricardo de Oliveira Silva Filho, sócio do escritório, explica que um dos argumentos que convenceram os ministros do STJ a decidirem pelo fim da cobrança da taxa de conveniência foi o de que isso representa venda casada – o que é vedado pelo Código de Defesa do Consumidor.

“Você hoje paga até 20% de taxa pelo simples fato de comprar o ingresso. Você paga taxa de entrega, taxa de impressão… Se quiser retirar o ingresso no dia do evento, alguns cobram taxa de retirada. Essa combinação de taxas é uma venda casada. Eu não consigo simplesmente comprar apenas o ingresso. O conceito de taxa implica uma contrapartida. Eu tenho que receber alguma coisa em troca”, explica Silva Filho.

Os argumentos foram aceitos pelos cinco integrantes da Terceira Turma do STJ. Na ementa publicada na sexta, a relatora do caso, ministra Nancy Andrighi, destaca que a cobrança da taxa “transfere aos consumidores parcela considerável do risco” assumido pelos produtores do evento, uma vez que a operacionalização das vendas pela internet é custeada não pelos contratantes do serviço, mas sim pelos seus clientes.

“A potencial vantagem do consumidor em adquirir ingressos sem se deslocar de sua residência fica totalmente aplacada pelo fato de ser obrigado a se submeter, sem liberdade, às condições impostas pela recorrida e pelos incumbentes no momento da contratação, o que evidencia que a principal vantagem desse modelo de negócio – disponibilização de ingressos na internet – foi instituída em favor dos incumbentes e da recorrida”, destaca o acórdão.

– Recordando o 6o ano de sua partida: Inezita Barroso e os Acidentes Domésticos

Há 6 anos, falecia Inezita Barroso! Relembrando:

Inezita Barroso, ícone da música caipira e precursora das mulheres no meio artístico, faleceu neste domingo (curiosamente, no Dia Internacional das Mulheres).

Mesmo sendo paulistana, representou muito bem a cultura caipira. Ela tinha 90 anos e foi internada após um acidente doméstico.

Isso chama muito a atenção: quantos idosos são vítimas de bobos acidentes dentro de casa e acabam sofrendo complicações maiores!

Enfim: que descanse em paz, sabendo que sucessos da moda de viola como “Lampião de Gás” e “Marvada Pinga” se eternizarão na história da música brasileira.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para créditos na postagem.

– Ted Lasso é sensacional! Assistam.

Você já assistiu a série Ted Lasso, no streaming AppleTV+?

É SENSACIONAL!

A história é de um treinador de futebol americano que é contratado, pasmem, para um clube inglês da Premier League! Ele é trazido pela proprietária do clube como uma vingança dela contra o ex-marido, a fim de derrubar o time para a segunda divisão.

Sem conhecer nada do Soccer, Ted Lasso comete inúmeras gafes – mas seu jeito simpático e bondoso acaba conquistando a todos, até mesmo a vilã da série, que se rende a ele.

Eu a maratonei, e o final dela é surpreendente. Gostei demais.

Aliás, duas coisa: não precisa gostar de futebol para assistir e se divertir, e Jason Sudeikis, o protagonista, levou o Globo de Ouro 2021 de “Melhor Ator em Série de Comédia” na semana passada.

CURIOSIDADE: Ted Lasso, antes de ser série, era um personagem da emissora de TV NBC, que criou uma propaganda engraçada com ele a fim de promover os jogos de futebol da Inglaterra transmitidos para os EUA, já que os norte-americanos não era experts no nosso tradicional futebol.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– As séries da Marvel para a TV: que qualidade!

Se você gosta de heróis, assim como eu, deve estar se deliciando com “Wandavision”.

Que maluquice! A série da Marvel (exibida pela Disney+) usa de sitcoms, teorias confusas e outras tantas coisas para deixar a gente com vontade de assistir cada vez mais (e amarrar as histórias com seus filmes, pois sem eles, fica difícil entender).

Depois que ela acabar, começará “Falcão e o Soldado Invernal”, abordando o “pós-Capitão América”. Viram o trailer?

De tirar o fôlego! Em: https://www.youtube.com/watch?v=QJh49Yunotg

– Os novos BBBs: respeite-se quem gosta, mas… eu não curto!

O Big Brother Brasil está de volta nesta semana, na sua 21ª edição. E haja fôlego para tantas edições brasileiras, já que em muitos países, a fórmula cansou.

Vejo muita gente comentando sobre o programa nas Redes Sociais, e às vezes me sinto um “alienígena” lendo nas timelines (ou melhor, rolando as telas) sobre o assunto.

Ouvi no “Morning Show” da Rádio Jovem Pan que, às vésperas da estreia, a Globo divulgou os “feitos dos participantes”, uma espécie de “marco relevante” do participante. E aí me assustei!

A apresentação começou com um mórmom, que abandonou em um primeiro momento a religião pois se descobriu gay, mas que voltou a ser missionário. Hoje, se considera um religioso homossexual que gosta de mulher (!!!)

A segunda revelação foi de uma moça que “ficou” com uma princesa negra lésbica africana (esse foi o grande feito).

Um terceiro: concilia a criação de uma calopsita e duas chinchilas. É sério mesmo?

Enfim, depois da sequência de anônimos com algo diferente / surpreendente / extravagante, vieram os famosos. Uma youtuber que confundiu Picasso com Romero Brito, outra que cuspiu na boca de um gato e foi “cancelada”(eca!) e outros artistas, destacando-se o galã cantor Fiuk, um cara em fase “Zen”, que perdeu os talentos de seu pai, Fábio Jr.

Ufa, para quem não assiste, sei muito, não? kk

A verdade é: a indústria do entretenimento promove eventos para todos os gostos. Se você curte BBB, delicie-se!

BBB21: saiba quem são os participantes | BBB21 | Gshow

Imagem: Divulgação TV Globo.

– As meninas e a Mulher Maravilha!

Que fascínio é esse das meninas pela Wonder Woman?

No fundo, todas as crianças querem ser super-heróis ou super-heroínas. E a Mulher Maravilha traz isso às garotas: força, empoderamento, liberdade… e sem perder a feminidade, o romance e a ternura.

Por mais heroínas como a Marina e a Maria Estela (separadas 4 anos pelos 2 filmes da DC).

 

– O que esperar de Mulher Maravilha 2 (MM1984)?

Uau! Para quem gosta de filme de heróis, saiba: a DC caprichou neste novo e aguardado filme de 3h30 da Mulher Maravilha.

Se não quiser saber a história, NÃO LEIA ESTE POST (contém spoilers). Mas se quiser, continue abaixo.

Extraído de: https://vingadoresbrasil.com/2020/12/16/critica-mulher-maravilha-1984/

CRÍTICA DE MULHER MARAVILHA 1984

Por Ygor Santos, de Paula Ramos

A convite da Warner Bros. e Espaço Z tivemos a oportunidade de assistir ao novo filme “Mulher Maravilha 1894”.

Demorou, demorou muito. Foram meses de adiamento desde a data original de Mulher-Maravilha 1984, em junho deste ano. A produção entrou na enorme lista de adiamentos devido a pandemia do Coronavírus, mas felizmente, não teve o mesmo destino de outro filme de heroína que chegará apenas em 2021. MM84 chega em dezembro e certamente fez toda a espera valer a pena. O enorme sucesso do primeiro capítulo da franquia protagonizada por Gal Gadot abriu portas para todo um investimento no segundo capítulo e é visível o quanto o filme evoluiu.

Mesmo com todos os trailers, cenas e imagens divulgados previamente, os 210 minutos de filme não tem a experiência estragada ou antecipada. Ao longo das cenas, até esquecemos o fato de já termos visto muitas e mergulhamos de cabeça na aventura de Diana. E não pense que todo esse tempo é muito, pois os minutos correm diante dos olhos e antes que possamos perceber, já estão subindo os créditos e ficamos incrédulos, esperando por uma possível continuação. MM84 é, acima de tudo, um filme do gênero dos super-heróis e isso implica em alguns clichês obrigatórios. O diferencial aqui está nas referências, antes escondidas e agora implícitas para os fãs dos quadrinhos da heroína.

Reprodução / Warner

A história traz a volta de Steve Trevor, personagem de Chris Pine que morreu ao final do primeiro filme. Patty Jenkins cumpriu o que prometeu quando veio ao Brasil na CCXP 2019 e o retorno do personagem realmente fez sentido. Não pense que estamos diante de algo espírita ou religioso, mas sim algo que os fãs dos quadrinhos conhecem bem. Um antigo artefato produzido pelos deuses volta a rodar pela população após um assalto a uma joalheria dentro de um shopping (aquele dos trailers). Estamos falando da Pedra dos Desejos, um objeto capaz de conceder o desejo mais profundo de cada pessoa. Como fãs de Once Upon a Time que somos, sabemos que toda magia vem com um preço e o preço da Pedra dos Desejos é alto: ela lhe tira aquilo que você tem de mais precioso.

Após o assalto, o artefato cai nas mãos de Barbara Minerva (Kristen Wiig), gemologa do Museu Smithsonian, o mesmo lugar que Diana está trabalhando em 1984, tentando seguir sua vida de heroína secreta, enquanto ainda lida com o luto de perder o namorado. Barbara é atrapalhada e desajeitada, ignorada por toda sua equipe de trabalho, com exceção de Diana. As duas formam uma parceria inusitada, que florece ainda mais quando a gemologa é escolhida para identificar a Pedra. Diana sabe que algo estranho está ali dentro, mas certamente não imaginava a proporção do problema.

O grande vilão do filme, por incrível que pareça, não é a Mulher-Leopardo de Wiig, mas sim o  Maxwell Lord de Pedro Pascal. Ele é um empresário fracassado do ramo de petróleo, que almeja o sucesso e fortuna acima de qualquer coisa. Ele quer dar orgulho ao pequeno Allistair, que só quer um pouco da atenção do pai. Lord precisa encontrar uma forma de botar seus negócios de volta a ativa ou será obrigado a admitir falência.

Reprodução / Warner

Em suas pesquisas, Lord descobre a Pedra dos Desejos e sua localização no Smithsonian, bem como tudo o que ela é capaz de fazer. Ele usa o charme a lábia para conquistar Barbara, que está desesperada por atenção e assim toma posse da Pedra. Quando desejos começam a ser feitos, as consequencias começam a aparecer e atingem uma escala em proporção mundial. Diana está perdida com a volta de Steve, principalmente após perceber qual o bem mais precioso que lhe foi tirado.

MM84 é simplesmente incrível. Ao longo de duas horas e meia, o filme consegue criar um início, meio e fim para sua história, ainda deixando possíveis pontas abertas para uma continuação. Maxwell e Barbara são personagens fundamentais para a nova história e são o ponto chave para que o filme não se torne repetitivo. Ele é o vilão perfeito para o filme, original e criativo, ao mesmo tempo que louco e ganancioso. Pascal está em uma de suas melhores atuações, senão a melhor. O arco de cenas de seu personagem encaixa na história de Diana e foge do clichê dos vilões com super-poderes.

Enquanto Pascal surpreendeu e entregou o vilão do filme, a Mulher-Leopardo de Kristen Wiig foi um verdadeiro desastre e deixou muito a desejar. Ela é o que podemos considerar como o ponto negativo de Mulher-Maravilha 1984. Barbara Minerva é uma das maiores vilãs dos quadrinhos da Mulher-Maravilha e foi introduzida na história sem o menor propósito. Ela protagoniza uma luta mal desenvolvida e quando finalmente tem a chance de mostrar a que veio, a caracterização da versão felina da personagem é ainda pior. Wiig e Gadot esbanjam química em tela, mas foi só vestirem seus uniformes para tudo ir por água abaixo.

Ainda não chegou o momento em que Kristen irá brilhar como a vilã de Mulher-Maravilha, Quem sabe em um possível terceiro filme tudo se resolva.

  • Reprodução / Warner
  • Reprodução / Warner

O filme segue o mesmo molde do primeiro, trazendo cenas de Gal Gadot, que está deslumbrante como sempre. Ao vestir a armadura dourada de Águia, tradicional da personagem nos quadrinhos, transforma a personagem em uma verdadeira deusa. Ela é o que o cinema e o mundo precisava no quesito heroína, se mostrando a melhor Mulher-Maravilha que vemos desde Lynda Carter. A atriz aparece voando, usando o laço ou simplesmente sorrindo…e em todas as cenas consegue arrancar um sorriso do público.

Patty Jenkins repetiu a fórmula de sucesso do primeiro filme e atingiu um andar mais alto em seu segundo filme. MM84 é simplesmente incrível e a trilha sonora de Hans Zimmer apenas coroa uma produção de altíssima qualidade.

– A Carta de despedida de Flávio Gomes!

Só hoje eu li a carta escrita pelo jornalista Flávio Gomes, despedindo-se da FOX Sports, que deixará de existir em breve. E que carta!

Eu gostava do Flavinho no programa esportivo de automobilismo das tardes de sábado na Jovem Pan. Embora discordasse do seu forte posicionamento político e da falta de paciência dele no trato com haters (eu sei que isso é complicado), era um cara brincalhão demais no ar. Uma pena.

Como o mercado está difícil para o Jornalismo (a falta de espaço e o excesso de profissionais), o tom que ele escreve é de aposentadoria!

Abaixo, extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/ultimas-noticias/2020/12/09/flavio-gomes-deixa-fox-e-escreve-carta-talvez-minha-carreira-se-encerrou.htm

FLÁVIO GOMES DEIXA FOX E ESCREVE CARTA EMOCIONADA

por Gabriel Vaquer

O texto foi escrito por Flavio Gomes para ser entregue internamente para alguns profissionais do Fox Sports na última segunda (7) e obtido pelo UOL Esporte. Entre as histórias relatadas, o jornalista conta que teve um convite do então executivo que introduziu o canal no Brasil, Edu Zebini, para sair da ESPN logo no início da Fox, em 2012. Gustavo Villani, hoje na Globo e que já tinha trabalhado com Flavio Gomes na ESPN, deu uma força para ele aceitar a proposta.

“Bom dia, pessoal.
Bem, foram muitas mensagens individuais enviadas nos últimos dias, agora chegou a hora de falar com todo mundo em grupo.
Semana passada agendaram minha reunião-para-falar-do-futuro para hoje às 9h40 e na sexta-feira fiz meus últimos dois programas na Fox intuindo que seriam os últimos. Do meu jeito, em silêncio, me despedi no ar. Ontem à noite, quando saiu a escala de hoje, já soube qual seria a informação que receberia na reunião – sutileza não tem sido a marca desta fusão, eu não estava no Rádio.
Minha reunião durou exatos seis minutos, das 9h43 às 9h49, com duas pessoas queridas, o João Simões e o Maluf, com quem trabalhei por oito anos na ESPN Brasil, e o advogado que não conhecia. Não os culpo de nada, obviamente, como mensageiros que são. Meu sentimento ao desligar o Zoom – que é uma boa ferramenta para ser demitido, quase indolor – foi quase de indiferença. Coloquei a água no fogo para fazer meu café, tomei duas xícaras e vim aqui me despedir.
Vou contar uma historinha para vocês, se é que alguém terá paciência para ler este enorme relato. Escrever é minha forma de ordenar o mundo, ao menos o meu mundo.
Em 2012, quando a Fox começava a dar seus primeiros passos, eu já estava na ESPN havia sete anos e tinha um escritorinho na avenida Paulista, no mesmo prédio da Jovem Pan, o histórico Sir Winston Churchill. Quem é de São Paulo talvez conheça: Paulista, 807. Nessa pequena sala no oitavo andar eu montei minha empresa em 1996, dois anos depois de sair da “Folha” e logo que fui contratado pela Pan para fazer Fórmula 1 e apresentar um jornal de fim de tarde como âncora, chamado “Hora da Verdade”. Ali eu dava expediente, por assim dizer. Cuidava dos jornais para quem escrevia e, mais tarde, ali passou a funcionar meu site, o Grande Prêmio. Um dos primeiros funcionários a trabalhar naquilo que virou uma minúscula redação foi o Everaldo Marques. Optei por montar minha empresa lá por causa da rádio. Como tinha de entrar no ar todos os dias às 17h30, achei que seria apropriado ter como “trânsito” para chegar ao trabalho apenas o elevador.
E assim foi por 20 anos naquela salinha, a 802, repleta de quinquilharias de automobilismo, miniaturas, fotos de carros nas paredes, livros, uma bagunça fenomenal. Tinha alma, aquilo que eu chamava de “escritório”.
Mas voltemos a 2012. No térreo do edifício Sir Winston Churchill há uma galeria, que liga a Paulista à alameda Santos. Fica no coração da avenida e eu gostava de estar lá. Praticamente em frente à Gazeta, à Fundação Cásper Líbero, às escadarias onde em 2002 Lula falou ao Brasil pela primeira vez depois de eleito e vi aquilo tudo de perto trepado numa banca de jornal ao lado do meu grande amigo Fábio Seixas, vestindo a camiseta vermelha do PT (sejam curiosos, coloquem “Flavio Gomes PT” no Google e vai surgir uma foto minha nesse dia, que não sei quem tirou, mas que vira e mexe aparece no Twitter quando bolsominions de vários matizes resolvem me importunar, como se aquela imagem me ofendesse…).
Gostava de lá, do prédio, da Paulista, daquele pedacinho específico da cidade, porque gostava da sensação de que tudo que fosse importante no Brasil passaria por ali primeiro e eu poderia ver da minha janela. Pois bem. Em 2012 eu estava saindo de um pequeno restaurante na galeria, do lado da alameda Santos, quando um homem muito alto me abordou na calçada, disse meu nome, me cumprimentou e perguntou se podíamos tomar um café. Café era o que não faltava naquela galeria.
Num primeiro momento sua fisionomia não me pareceu estranha, e só por isso aceitei o café, porque aquela pessoa claramente me conhecia e seria uma deselegância de minha parte não aceitar o convite tão gentil. Demorei alguns minutos – que vergonha – para perceber que era o mesmo que conhecera mais de 20 anos antes, na TV Manchete, quando fui convidado algumas vezes como editor de Esportes da “Folha” para participar de um programa de fim de noite aos domingos, apresentado pelo dr. Osmar de Oliveira. O cara alto era o Edu Zebini. Edu provavelmente não vai ler isso, mas se ler, já peço desculpas por não ter reconhecido na hora. Desculpa, Edu!
Tomamos nosso café num pequeno… café, uai! Deve estar lá até hoje, a mesinha encostada à parede, o balcão envidraçado cheio de doces, o espresso servido com um pequeno copo com água com gás que confere a esse tipo de café alguma solenidade. Naquele dia, Edu me perguntou se eu toparia me juntar ao projeto de implantação da Fox, e se ele me autorizava a conversar com a direção da ESPN para me fazer uma proposta. Respondi que estava muito feliz na ESPN, gostava do que fazia, ganhava bem, agradeci a lembrança, mas tentei dizer com alguma delicadeza que não tinha interesse.
Não havia nenhuma razão muito especial. Naquele café com água com gás, que o Edu pagou – sempre pagou os cafés –, não fiz nenhum julgamento sobre a Fox, sobre o projeto, nada. Apenas estava sossegado no meu canto, fazendo o “Pontapé Inicial” na ESPN, ancorando as jornadas da rádio que tínhamos criado em parceria com o “Estadão”, eu gostava muito de rádio, cuidando das minhas coisas no escritorinho da Paulista… Enfim, minha vida era OK, não queria mudar muita coisa.
Pouco tempo depois fui demitido pela ESPN, em rumoroso caso que dever ser do conhecimento da maioria aqui – resumidamente, troquei ofensas com torcedores do Grêmio num sábado à noite pelo Twitter porque a Lusa foi escandalosamente roubada em Porto Alegre, alguns desses torcedores me ameaçaram de morte, disseram que iam matar meus filhos, me exaltei e mandei todos tomarem no cu; uma treta de uns três, quatro minutos, meia dúzia de mensagens, nada muito importante, mas no dia seguinte torcedores gaúchos pediram minha cabeça ao presidente do Grêmio, que repassou a solicitação à ESPN, que a atendeu com presteza. Isso foi em setembro de 2013.
Naqueles dias, o Guga Villani, com quem tinha trabalhado na ESPN, já estava na Fox e entrou em contato comigo. O Edu estava montando o elenco do Rádio e meu nome foi falado, e em uma semana, mais ou menos, estávamos tomando outro café, desta vez numa padaria na rua Turiassu. Ali acertamos meu novo contrato e eu estava empregado de novo. A estrutura de São Paulo estava sendo instalada no Bixiga, mais algumas semanas e o elenco estava fechado, nos encontramos numa loja do Shopping Paulista para montar o figurino sob a supervisão da Paula Young, alguma coisa estava nascendo ali. Em dezembro de 2013 fizemos alguns pilotos nos estúdios recém-inaugurados, fomos chamados para uma coletiva para a imprensa (da turma do Rádio, eu só tinha trabalhado antes com o Sormani, basicamente na “Folha”), e no fim daquele ano viemos para o Rio para uma sessão de fotos da qual guardo três recordações: uma, que o motorista da van que nos apanhou no aeroporto errou o caminho e levamos horas para chegar ao estúdio onde as fotos seriam tiradas, na Barra; a segunda, que fazia um calor absurdo; a terceira, que me enfiaram num blazer que batia no meu joelho e as fotos ficaram horríveis.
Em janeiro estreamos o Rádio, ainda no Fox 2, que também estava entrando no ar naquele começo de ano. Antes, conheci o casarão do Cosme Velho, onde entrei no ar pela primeira vez no Fox 1 num programa sobre o rali Dakar. De volta a São Paulo, logo o Rádio foi se firmando e passamos por bons momentos naquele cenário meio inóspito numa mesa triangular que parecia uma nave espacial. Poucos meses depois nos mudaríamos para o Rio para fazer a Copa, nossa primeira Copa, e dela tenho lembranças muito carinhosas de cada minuto vivido no IBC, os novos programas, dividir a apresentação do “Bom Dia, Copa” com a Lívia, os cafés (sempre eles!) que tomávamos às 6 da manhã na cantina do Riocentro, o primeiro contato com a turma “carioca” da Fox, onde me sentia um estranho no ninho em meio àquele jeito diferente de ser, falar, agir… Um paulista envergonhado, mas recebido com enorme gentileza por todos.
Fizemos uma grande Copa, não foi? Acho que ali atingimos, em menos de três anos no ar, uma maioridade difícil de alcançar em TV. De volta a São Paulo, o Rádio se estabeleceu como líder de audiência no horário, o canal como um todo era um sucesso, fiz coisas inimagináveis como me fantasiar de Pokemon e Penélope Charmosa, sabíamos rir de nós mesmos – uma virtude, creio –, e o que chamamos de “Família Fox” virou isso mesmo, uma divertida família comprometida com o trabalho, o ofício, a profissão.
Bem, já estou me alongando. Desculpem. Vou tentar ser menos prolixo.
Vivemos bons anos naquela pequena sede paulista, vizinha de um hotel de alta rotatividade, em frente à pequena mercearia de uma japonesa que vendia picolés e paçocas, próxima de um pé-sujo onde às vezes dava para comer um PF razoável. Até que no final de 2016 as vidas de todos nós sofreram uma reviravolta que nos fez adultos, a perda de nossas seis estrelinhas na Colômbia.
Acho que é aí que queria chegar, com este gigantesco relato.
Para quem perdeu Vitu, PJ, Jumelo, Rodrigo, Deva e Mário Sérgio da forma como tudo aconteceu, o que estamos passando agora não é nada, sendo bem racional. Conseguimos nos aprumar nos meses seguintes, e do alto de meu ateísmo militante, da minha descrença quase absoluta nas coisas que não posso ver, sinto que eles estão com a gente até hoje. Quando fui informado que teria de me mudar para o Rio, em meados de 2017, minha primeira reação foi de negar a mudança, mas fui convencido pelos meus filhos de que não era o fim do mundo. Lembro de comunicar a eles numa pizzaria que o papai ia mudar de cidade e o Yuri, o mais novo, dizer: pai, se você for com esse espírito, vai dar tudo errado. Então decidi que viria com o coração aberto. Também para fazer companhia às nossas seis estrelinhas e honrar o que eles fizeram em suas vidas.
Já tinha conhecido a sede da Barra em 2016, durante a Olimpíada. Vim em definitivo em junho de 2017 e cheguei aqui com a mesma sensação de ser um paulista estranho em meio a cariocas descolados que, desta vez, me olhariam com certa desconfiança. Um cara esquisito, cheio de carros velhos na garagem, mais velho, vindo da ESPN, meio recluso em alguns momentos – era a impressão que eu tinha a impressão de passar… Nada mais falso. Nunca ninguém me tratou como um velho esquisito recluso cheio de carros velhos, imagem que talvez eu tenha de mim mesmo.
O Rio me fez bem, nos fez bem. Decidi, aconselhado pelos meus meninos, encarar esta cidade sem preconceitos ou má vontade. Nem precisava. O Rio me ofereceu um abraço, abracei. Menos de um ano depois estava desfilando na São Clemente do nosso Eugênio numa ala cheia de amigas e amigos, um momento mágico que jamais, jamais vou esquecer.
Acho que foi na Copa de 2018 que chegamos ao auge de nossa jornada na Fox. Para alguns, foram meses de Rússia; para outros, como nós, que metemos a cara na câmera, 45, 50 dias. Nessas horas, longe de casa, mostramos o melhor de nós mesmos. A camaradagem, a cumplicidade, a solidariedade. Rosinka, Rosinka… Me joguem em Moscou com o Yandex no celular. Aliás, joguem qualquer um de nós na Rússia inteira com o Yandex no celular. Chegamos a qualquer canto, resolvemos qualquer problema, viajamos naquele metrô para onde for.

Acho que na Copa nossos laços foram definitivamente apertados, e talvez tenha sido nosso canto do cisne, porque as negociações de venda para a Disney já estavam em andamento e o destino do canal – e de cada um de nós – escapava de nossas mãos.
Bom, acabou. Há alguns dias, estive nos estúdios da Barra. Arrumei um pretexto qualquer – devolver um celular. Fiz o caminho de todos os dias, parei meu carro na garagem vazia do segundo subsolo, passei meu crachá pela última vez na catraca e fiquei lá por duas horas passeando por cada cantinho do prédio. Fui me despedir. Sou assim, com lugares. Me despeço deles e lhes presto reverência pelo que representaram na minha vida. No estúdio do Rádio, escuro e silencioso, notei que sobre a bancada ainda estavam alguns daqueles microfones cenográficos meio ridículos que fizeram parte do cenário desde sempre. Uns sobreviventes. Peguei um deles, que estava preso com fita dupla face na mesa, e resolvi levar embora. Coloquei no bolso, meio desajeitado, com medo de ser flagrado por câmeras se segurança. Bom, se alguém pedir, devolvo. Assumo o crime. Está comigo, aqui na minha frente, agora.
Obrigado a todos vocês por estes anos. Não estou triste, nem decepcionado, nem com raiva de nada. Esse processo todo chamado de fusão tem sido doloroso para todos, é mais uma extinção do que fusão, e no balanço de tudo apenas espero que aqueles que ficarem sigam firmes na carreira. A ESPN é uma boa casa, uma marca importante, vocês todos têm muita coisa pela frente. Se eu permanecesse, não tinha grandes ilusões, porém, de reencontrar a ESPN onde trabalhei por oito anos. Aquela, do Trajano, acabou. Assim como a nossa Fox. Não faz sentido querer reconstruir o passado no presente. O passado a gente olha para trás e lembra dele. Só.
Aos que saíram, e acho que nenhum deles lerá essas linhas, desejo o melhor. O melhor, sempre. Vivam, sejam felizes, mudem de rumo se for preciso. Vivam.
É muito provável que hoje, dia 7 de dezembro de 2020, às 9h49, minha carreira como jornalista esportivo tenha se encerrado. Em abril eu faria 38 anos de profissão, que começou no já bem distante ano de 1982, quando a maioria de vocês nem tinha nascido. Não tenho a intenção de arrastar correntes como um fantasma cansado em busca de uma sequência em algum outro canal, ou portal, ou YouTube, o que for. Acho que já fiz o que tinha de fazer, e me orgulho bastante dessa trajetória que termina hoje. Não tenho do que reclamar. Cobri mais de 200 GPs de Fórmula 1, Copas, Olimpíadas, eleições presidenciais, guerras, estive no jornalismo durante três décadas em que o jornalismo foi relevante, e isso me faz olhar para trás com alguma satisfação. E, mais importante de tudo, nesses anos todos conheci muitas pessoas a quem passei a amar e admirar profundamente, ainda que na maioria das vezes seja incapaz de demonstrar isso. Cada um de vocês faz parte dessa pequena multidão.
Há um escritor americano chamado Paul Auster que escreveu, num de seus livros, uma frase que costumo citar – menos por presunção, mais porque é curta e fácil de decorar. “Foi. Não será de novo. Lembre.”

Lembrarei de cada um de vocês com carinho e respeito. Lembrarei de cada momento que vivi aqui com ternura e gratidão. Obrigado por terem feito parte da minha vida. Mas obrigado, principalmente, por permitirem que eu tenha feito parte da vida de vocês.
Um beijo, sigam em frente.

FG”