Entretenimento
– Brasília Amarela!
Não assistimos esse filme, mas foi muiiiito engraçado dirigir a Brasília Amarela com o Pedro…
Crianças são sempre um encanto!

– BBB 24?
É sério que começou mais um Big Brother Brasil?
Eu não curto, respeito quem goste, mas me impressiona o quanto as pessoas se fanatizam por isso…
Há gosto pra tudo. O que seria do mundo se todos fossem iguais?
– O Domínio Público do Mickey.
Mickey Mouse, desde 01 de janeiro, caiu no domínio público. Qualquer estúdio de cinema pode fazer um filme do ratinho clássico da Disney.
Já há um filme de terror anunciado sobre ele, e outras empresas preparam produções do camundongo.
O detalhe é: pela lei dos EUA, isso aconteceria em 1958. A Disney conseguiu mudar a legislação para 1984, depois para 2003 e agora 2023.
Pense no seguinte: é como o Batman ter um filme na Marvel, ou o Hulk pela DC Comics.
E o que as empresas, como a Disney, fazem para “sofrer menos” com isso?
Extraído de: https://bit.ly/3NPzGaG
A ESTRATÉGIA DA DISNEY PARA O MICKEY APÓS DOMÍNIO PÚBLICO
Por Daniel Giussani
A Disney batalhou por anos para não perder a exclusividade sobre o ratinho mais valioso do mundo. Quando Steamboat Willie veio ao mundo, a legislação em vigor nos Estados Unidos estipulava 28 anos de direitos sobre a obra, com opção de renovação do registro por mais 28, totalizando 56 anos. Ou seja, a animação do Mickey deveria ter entrado em domínio público no fim de 1984.
Antes disso, na década de 1970, a empresa, já um gigante no setor, se mobilizou politicamente para proteger o domínio. Resultado: uma nova diretriz foi aprovada em 1978 no congresso americano, ampliando a garantia de direitos autorais de 56 para 75 anos. Com essa mudança, o clássico filme expiraria somente em 2003, o que não chegou a acontecer.
No final dos anos 1990, o gigante de entretenimento fez um novo e forte lobby no Congresso americano e ganhou mais 20 anos de proteção, que acabaram em 2023. Ou seja, historicamente, a companhia trabalhou fortemente, pelo menos nos últimos 50 anos, para proteger os direitos de Steamboat Willie e, principalmente, do Mickey e da Minnie.
Apesar da entrada no domínio público agora, não há sinais de que a companhia tenha desistido dessa luta. Além de ter o direito sobre todas as outras imagens de Mickey, como a mais moderna, em que ele aparece de luvas brancas, a empresa trabalhou para registrar marcas associadas ao famoso ratinho. As orelhas do Mickey, por exemplo, são uma marca registrada da companhia, e não podem — nem nunca poderão — ser usadas com fins comerciais por outros negócios.
Além disso, a companhia usa um trecho da cena em que Mickey dirige o barco como parte do seu logo, o que também pode protegê-la em alguma disputa judicial. É o mesmo que outras companhias fazem, como o famoso logo da Nike ou a cor azul que a Tiffany usa.
“A Disney realmente reforçou sua associação com Steamboat Willie ao colocar clipes dele no início de cada filme da Disney”, diz Lee. “Com isso, é como se ela falasse, ‘Ei, toda vez que você vê Steamboat Willie, somos nós’”.
Foto de Walt Disney Company/Divulgação
– Os 101 anos de Stan Lee!
Se vivo fosse, o gênio dos quadrinhos Stan Lee completaria 101 anos!
Eu não sabia: seu nome verdadeiro era Stanley Martin Lieber, e era filho de imigrantes romenos. “Pai” do Homem de Ferro, Thor, Demolidor, Viúva Negra, Spider Man e outros tantos heróis da Marvel e fora dela, sem dúvida se tronou um ícone e todos os tempos.
Curiosidades sobre ele, quando se lembrou 100 anos, em: https://observatoriodegames.uol.com.br/famosos/marvel-celebra-o-aniversario-de-100-anos-de-stan-lee

Imagem extraída do link acima, onde há o crédito.
– Assisti “Mussum, o Filmis”.
Assisti o filme do Mussum. Que filmaço!
Da infância aos Trapalhões, passando pela Aeronáutica e pelos Originais do Samba.
Vale a pena assistir. São duas horas de ótimo entretenimento.
– VHS: A Rádio do Chico Bento.

Em 1989 foi lançado um filme live-action chamado “A Rádio do Chico Bento”, usando atores reais fantasiados como os personagens de história em …
Continua em: VHS – A Rádio do Chico Bento
– Aquaman e o reino perdido (Aquaman and the Lost Kingdon 2023).
The Story so far: Some years after the failed Atlatean invasion, Aquaman is balancing his life as a father and king. But an old enemy imbued with a …
Continua em: Aquaman e o reino perdido (Aquaman and the Lost Kingdon 2023)

– Perdeu, Kang. Jonathan Majors demitido da Marvel.
Que fria para a Marvel… com projetos grandiosos para o personagem Kang na nova fase do estúdio, não foi nenhum dos heróis dos Vingadores que derrotou o vilão, mas a Justiça, que condenou o ator que interpreta o personagem, Jonathan Majors, por agressão contra a namorada.
A empresa, obviamente, demitiu o artista.
Retomam as especulações: Doutor Destino será o grande vilão dessa nova fase?

Imagem extraída do link acima
– Feliz Aniversário, Silvio Santos!
Hoje é aniversário de um ícone da TV Brasileira: 93 anos de Senor Abravanel, o Sílvio Santos, que continua firme e forte na TV.
Mas… e se ele tivesse concorrido à Presidência da República em 1990 e vencido? Lembram-se do episódio? E o Brasil escolheu Collor… (inclusive eu, enganado pelo discurso de país moderno e honesto pelo Caçador de Marajás!).
A questão é: já repararam que quem se torna presidente envelhece rapidamente? Repare no FHC e no Lula, na posse e no encerramento dos mandatos: abatidos, cansados, envelhecidos não só logicamente pela idade.
Será que Sílvio Santos teria pique para seus programas?

Foto: Reprodução Internet.
– A polêmica do filme Branca de Neve e o Oscar que Walt Disney ganhou pelo original.
Há muita polêmica sobre o aguardado filme da Branca de Neve live-action que está sendo produzido pela Disney. É sabido que o filme tentará levantar bandeiras e que não haverá anões, mas “7 seres mágicos”.
Em tempos de politicamente correto, há alguns exageros – e esse é um deles. Mudar uma história consagrada, como se fosse pejorativo ter pessoas com nanismo? Elas não existem?
Aí vejo esse print sobre o filme em animação original, de 1937: Walt Disney foi premiado com uma estatueta com o Oscar de animação, além de “1 estatueta por anão“…
– CCXPaulistão: os Heróis da CCXP foram bem escolhidos para representar os clubes de futebol paulistas.
Eu não sei se ficou legal, mas é interessante: a arte da FPF para promover os 5 clubes paulistas no Brasileirão com base na CCXP, a “feira dos nerds / geeks”, onde você encontra pessoas fazendo cosplay de heróis.
Nela, jogadores estão representando suas equipes: Santos como “Aquaman”, Corinthians como “O Coisa”, Red Bull Bragantino como “Hellboy”, São Paulo como “Capitão América” e Palmeiras como “Lanterna Verde” (vide abaixo os atletas).
Algumas observações: o Peixe, por lógica, um herói do fundo do mar; o Timão, ironicamente, o goleiro que tem sido uma “muralha de pedra”; o jovem elenco do Massa Bruta, o “garoto infernal”; o Tricolor como o vingador que faz uma alusão à “Libertadores da América”; e o Verdão… pela “cor”?
Quando o Palmeiras foi rebaixado, havia essa brincadeira jocosa de Lanterna Verde por ser o último do campeonato. Talvez não deveriam escolher o “Incrível Hulk”, pela mesma cor e pela fase do clube?
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– Os poderes mais estranhos do Superman!
Se você curte histórias de Super-heróis como eu, não tem como não achar curiosa essa matéria: os poderes mais esquisitos do Superman que talvez você saiba ou tenha esquecido, e outros que nem imaginou!
Extraído de: https://meiobit.com/417422/os-13-poderes-mais-bizarros-do-superman/amp/
OS 13 PODERES MAIS BIZARROS DO SUPERMAN
Superman tem um monte de poderes, alguns obscuros, outros conhecidos, mas alguns extremamente ridículos. Leia e veja quantos você já conhecia.
por Carlos Cardoso
Superman é um dos mais antigos e amados super-heróis, representando ideais mais que americanos, mas humanos. Ao mesmo tempo ele é um sujeito que usa a cueca por cima da calça, começou como vilão e tem seu visual baseado nos fortões que se apresentavam em circos de subúrbio.
Hoje vemos brigas no Fandom com gente que leva a sério demais seus personagens de estimação, então vamos relembrar algumas histórias da Era de Ouro, como alerta para não tratar gibis como escrituras sagradas. Sim, há lições morais, textos magníficos, histórias reais de como Superman influenciou positivamente outros, mas também há a parte boba, e é essa que vamos explorar hoje.
1- Superforça
Tá, eu sei, superforça é o principal poder do Superman, mas houve uma época em que os roteiristas perderam a mão, e Kal-El se tornou basicamente onipotente. Ele chegou a arrastar um sistema solar inteiro para o outro lado do Universo. Se eu tivesse uma semana não conseguiria listar todos os motivos pelos quais isso não daria certo. Felizmente ele foi aos poucos nerfado, pois nada mais tedioso que um personagem onipotente.
2 Superveterinária
Em um painel de uma história aleatória o Sup aparece dizendo que vai usar a visão de calor para castrar um pobre cachorro. Isso é crueldade com animais, exercício ilegal da profissão e uma forma complicada de fazer cachorro-quente.
3 – Super-fricção
Talvez inspirado pelo Batman de Adam West, que usava o prefixo “bat” pra tudo, Superman usa fricção para soldar as barras de uma cela, mas como ele tem que ser o diferentão, vira “Super-fricção”. A curiosidade: Você não precisa ser um kryptoniano com poderes esquisitos para usar solda por fricção. É uma técnica industrial comum:
4 – Supermatemática
Não sei a quantas anda o sistema educacional de Krypton, eu culpo o Paulo Freire, mas não há absolutamente nada de super no cálculo básico, mas como Bruce cansa de dizer, Clark é muito músculo e pouco cérebro.
5 – SuperTelepatia
Superman já foi telepata. Sério. Ele era capaz de ler pensamentos, se comunicar mentalmente com os superbichos e até influenciar outros personagens com seus poderes mentais. Ele era tão poderoso que conseguia ler até a mente do aparelho telefônico.
6 – Super… beijo?
É canônico. Ao contrário de Steve Rogers, Superman não era BV. Ele usava seu superpoder para dar uma canseira na Lois, deixando a moça tonta e sem ar, conseguindo a admiração e inveja dos outros homens. Era uma fase bem mais benigna do que aquele beijo boa-noite cinderela que o Clark aplicou na Lois em Superman II.
7 – Super-Mini-Supermen
Certa vez Superman materializou o poder de… emitir pequenos Supermen através de suas mãos. Não, não me peça para explicar, não ganho o bastante para ser forçado a ler essa história completa.
8 – Supermetamorfose
Releia a explicação do ítem 7 e troque o nome dos poderes.
9 Super-Tradução
Por algum motivo Superman, que se impressiona com contas de ensino fundamental, tem um super-intelecto e por causa disso entende imediatamente todo idioma que encontra. Isso não faz sentido nem no Universo dos quadrinhos.
10 – Super-Tecelagem
Você é rápido, Clark, só isso. Você é rápido, não precisa chamar tudo que faz em super-velocidade de super-alguma coisa. Você é rápido.
11 – Super-Ventriloquismo
Não me peça para explicar, mas em várias histórias Superman se livra de situações complicadas usando… super-ventriloquismo. E mais ainda, não só ele tem o poder, Krypto, o super-cão também.
12 – Super-Diversidade e Super-Alabama
Em uma história que varia entre o questionável e o lamentável, Peter David fez com que Superman se apaixonasse e se casasse com Supergirl, que na versão pré-Crise era Linda Danvers, e não sua prima Kara Zor-El, embora fossem idênticas e Clark achasse que eram a mesma pessoa.
Para piorar é a única aparição da Kryptonita Rosa, uma substância que deu ao Superman o poder de… achar o Jimmy Olsen gatinho.
13 – Super-Emblema
Superman II é um filme… complicado. Por um lado tem o General Zod de Terence Stamp, um delicioso vilão da velha guarda, por outro lado… temos a inexplicável cena em que Superman descola uma versão em celofane de seu emblema e a atira contra Non, um dos kryptonianos que invadiram a Fortaleza da Solidão. lembro até hoje do “hamm?” coletivo que o cinema soltou. Até hoje não entendi. Nem sei se quero.
– A Origem do Jogo da Velha?
Jogo da Velha? Por quê esse nome?
Saiba: esse tradicional jogo só leva esse nome no Brasil, e ele surgiu dos… bordados!
Abaixo, extraído de: https://super.abril.com.br/blog/oraculo/por-que-o-jogo-da-velha-tem-esse-nome/
POR QUÊ O JOGO DA VELHA TEM ESSE NOME?
Essa é mais velha que suas avós Lourdes e Maria José.
Os primórdios do jogo remontam à Antiguidade, embora esse não fosse o nome usado naquela época. A expressão brasileira deriva de um costume de idosas britânicas.
No século 19, era comum as senhoras se reunirem para jogar noughts and crosses (zeros e cruzes) enquanto bordavam e conversavam. Foi assim que o passatempo virou “jogo das velhas” e depois simplificado para “jogo da velha”. Mas também pode chamar de cerquilha, jogo do galo ou tic-tac-toe.

Imagem extraída de: http://jornalheiros.blogspot.com/2016/08/jogo-da-velha.html
– The Marvels.
Enfim assisti The Marvels com a minha filha Marina!
Filme de Sessão da Tarde. Legalzinho, não tão longo, no ponto. Adolescentes amaram, sem sombra de dúvidas.
Vale a pena ir ao cinema.
Ops: só achei a Capitã Marvel “caricata demais”. Brie Larson “exagerou” na interpretação.

– As novas personagens de Divertidamente 2!
Todo pai de menina deve ter assistido Divertidamente, da Disney (especialmente os de pré-adolescentes).
E não é que teremos o filme 2, com algumas novidades?
DIVERTIDAMENTE 2 DEVE INTRODUZIR 4 NOVAS EMOÇÕES NA CABEÇA DE RILEY
Por Ana Gambale
De acordo com novas informações, quatro novas emoções serão apresentadas em Divertida Mente 2. A sequência foi anunciada em setembro do ano passadoe está atualmente em fase de produção junto com outras continuações de grandes franquias como Frozen e Toy Story, prometendo recuperar os lucros da Disney e Pixar com bilheterias garantidas. Assim, aos poucos, novos detalhes começam a surgir sobre os aguardados enredos.
O insider CanWeGetToast liberou informações exclusivas sobre a história da sequência de Divertida Mente, revelando as nova emoções que vão acompanhar Riley na adolescência. Elas são: Ansiedade, Constrangimento, Tédio e Inveja. Os novos sentimentos estariam se juntando à Alegria, Tristeza e Raiva.
O informante explicou que não incluiu Medo e Nojinho já que “Bill Hader e Mindy Kaling, que deram voz aos respectivos personagens, não retornarão devido a questões contratuais”. No entanto, não se sabe se os atores serão substituídos e, portanto, a participação dessas emoções na sequência ainda é incerta.
A sequência continuará de onde seu antecessor parou, acompanhando Riley enquanto ela navega por sua adolescência terrível em seu caminho para a vida adulta. No anúncio do filme, que aconteceu no evento D23 da Disney em 2022, o elenco e a equipe da sequência confirmaram que ele mais uma vez “se passará dentro da cabeça de Riley, só que desta vez ela é uma adolescente”.
Em entrevista ao The Wrap no começo deste ano, o diretor do primeiro filme, Peter Docter (que atualmente é diretor de criação da Pixar), falou sobre como, em sua pesquisa inicial, ele e sua equipe de criação aprenderam que os seres humanos sentem entre “5 e 27 emoções”. Por isso, pensando em ampliar o escopo e ser um pouco mais próximo da realidade, os novos sentimentos serão introduzidos em uma fase crucial da vida da protagonista.
“Foi realmente comovente e muito sincero”, o diretor falou sobre a ideia que Kelsey Mann trouxe a ele para a sequência inicialmente. “Era muito pessoal para ele, mas também universal da mesma maneira que estávamos conversando antes, estando relacionado com… bem, não quero revelar a ideia dele, mas tem muito coração nela, uma base muito boa que é central para algumas dessas novas emoções aparecerem. Está tudo conectado”.
Divertida Mente 2 tem estreia prevista para o dia 14 de junho de 2024.

Imagem: Divulgação.
– O Príncipe Ouro Negro.
Eu já tinha ouvido falar dele, por parte das minhas filhas: um angolano chamado “Rei do Kuduro”, que faz algumas graças na pronúncia das palavras. Destaque para o viral “Asmei”, para Amei.
No começo, até que ele se mostra engraçado. Mas se torna cansativo o vocabulário com o sotaque forçado…
São “febres da Internet”. Em: https://youtu.be/4kNSlZE9Vqk?si=JIxEkrrYTJAVQtRo
– Dia Nacional do Combate ao Preconceito às Pessoas com Nanismo. E sobre Bernardo Hoffmann:
Repost: há 1 ano…
Vida longa a Maurício de Sousa, que continua merecendo aplausos pelos seus personagens divertidos e inclusivos.
Agora, é a vez de estrear um personagem com nanismo. Politicamente incorreto, o termo “anão” felizmente é deixado de lado e o assunto, muitas vezes usado como deboche, passa a ser tratado com carinho.
Abaixo, extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2022/10/turma-da-monica-lanca-personagem-com-nanismo-inspirado-em-menino-de-8-anos.shtml?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_campaign=twfolha
TURMA DA MÔNICA LANÇA PERSONAGEM COM NANISMO
Novo livro busca conscientizar crianças contra o preconceito e na defesa de uma sociedade mais inclusiva
Por Havolene Valinhos
A “Turma da Mônica” lança em 25 de outubro o livro “Nosso Amigo com Nanismo”. A data foi escolhida por marcar o Dia Nacional do Combate ao Preconceito às Pessoas com Nanismo.
O novo personagem é inspirado em um menino real, Bernardo, 8, de Caxias do Sul (RS), que tem acondroplasia, a forma mais comum de nanismo. Estima-se que, a cada 25 mil nascimentos, uma criança nasça com a síndrome genética, que afeta o crescimento normal dos ossos, resultando em um indivíduo cuja altura é muito menor que a média de toda a população.
O livro conta a história do garoto no seu primeiro dia de aula na Escola Limoeiro, onde estudam Mônica, Cebolinha, Magali, Cascão e outros personagens da turminha. Assim que chegam à sala de aula e encontram Bernardo, todos começam a questionar sua baixa estatura. A partir daí, ele conta sua história, fala sobre as dificuldades das pessoas com nanismo e mostra que somente o conhecimento e a informação podem tornar a sociedade mais inclusiva.
A mãe de Bernardo, Flávia Berti Hoffmann, acredita que a inserção do personagem no universo da “Turma da Mônica” fará uma grande diferença para todas as pessoas que têm nanismo.
“Temos que nos esforçar para mostrar para a sociedade que as pessoas com nanismo têm o direito de viver uma vida normal, e que o papel de todos é contribuir para que isso ocorra de uma maneira natural, sem preconceito. Então, a ‘Turma da Mônica’ levar conhecimento às crianças é um sonho realizado”, afirma.
Ela diz que o livro não foi motivado por nenhum episódio de bullying sofrido por Bernardo, mas pensado como uma maneira de conscientizar outras pessoas sobre o nanismo, começando pelas crianças. “O Bernardo é bem-resolvido. Escolhemos para ele uma escola inclusiva, com outras crianças com deficiência, sempre foi bem acolhido.”
Preconceito
Nanismo é como popularmente é conhecida a deficiência de crescimento, uma comorbidade decorrente de osteocondrodisplasias (displasias esqueléticas) ou alterações na produção do hormônio de crescimento, que resulta em uma pessoa com baixa estatura. Um indivíduo com nanismo alcança uma estatura de 70 cm a 1,40 m, dependendo da condição que o afeta.
Hoffmann conta que apenas na trigésima semana de gestação foram observados alguns atrasos no crescimento dos ossos de Bernardo, mas os médicos ainda não podiam fechar um diagnóstico. Não havia nenhum caso em ambas famílias. “Na hora, ficamos muito abalados, começamos a pesquisar sobre o assunto na internet e tudo parecia muito negativo.”
Com dois meses de vida, por meio de um exame genético, foi confirmado o nanismo. Mas Bernardo teve um bom desenvolvimento. “A fisioterapia foi essencial.”
Para Juliana Yamin, presidente do INN (Instituto Nacional de Nanismo), a iniciativa da “Turma da Mônica” é fundamental e colabora com um forte desejo da comunidade, o de tentar construir uma nova geração de pessoas com nanismo mudando a mentalidade dos pais.
“Antigamente, quem tinha uma criança com deficiência não saía de casa. Assim, o preconceito que está dentro de casa vai para a sociedade. Buscamos o empoderamento dos pais sobre a capacidade de seus filhos de lidarem com as situações e o preconceito ao longo da vida.”
Nesse sentido, ela afirma que poder contar com um personagem que trabalha o lúdico e também fala de conscientização é um grande ganho. “A informação é a maior arma contra o preconceito, que é aceito e arraigado há muitas gerações.”
A ativista tem um filho com nanismo, Gabriel Yamin, 15, que lidera o Movimento Somos Todos Gigantes. “Sempre o ensinamos a lidar com os olhares. De modo geral, a sociedade tem muita empatia com a criança e o adolescente com nanismo, mas os adultos reclamam demais do que precisam enfrentar diariamente.”
Ela diz que recebe relatos frequentes de adultos com nanismo que foram filmados ou fotografados sem autorização e tiveram suas imagens atreladas a memes na internet. “Manter-se mentalmente saudável é muito difícil. Por isso, várias pessoas se escondem, o que dificulta a obtenção de dados para um censo, por exemplo.”
5º Encontro Nacional de Nanismo
O Instituto Nacional de Nanismo realiza entre os dias 21 e 23 de outubro, no parque Beto Carrero World (Penha, Santa Catarina), um encontro que deve reunir mais de 300 pessoas com nanismo de todas as regiões.
Para Juliana Yamin, é a chance de conectar as famílias, mostrar para as crianças que elas não são as únicas com as características, conversar com adultos, discutir o que é necessário fazer pela comunidade. “Encontrar é para nós uma palavra tão valiosa, porque é tão raro encontrar pessoas com as mesmas características ou famílias que vivam as mesmas realidades.”

Imagem extraída de: https://www.psicologiasdobrasil.com.br/turma-da-monica-ganha-personagem-com-nanismo-inspirado-em-menino-do-rs/ (Turma da Mônica ganha personagem com nanismo baseado em menino de Caxias do Sul — Foto: Culturama/Divulgação)

Bernardo Hoffmann virou personagem da Turma da Mônica — Foto: Arquivo Pessoal
– O novo trailer do Aquaman.
Eu gosto do Aquaman clássico, sem barba e com cara de bonzinho. Mas acho o filme da DC (repaginado) muito bom.
Assisti a pouco o trailer do filme 2, e, sinceramente, achei decepcionante. Me pareceu cansativo!
Aqui: https://www.youtube.com/watch?v=OA1RmQwOFog
– Enfim… Barbie!
Barbie quase é um filme para crianças. Não tem problema levar seu filho (a), como eu fiz (desde que você saiba contornar algumas partes que os menores não entenderiam, como certas piadas e outras situações).
Se é um filme “militante”? Sim. Em certos momentos, faz uma louvação ao feminismo (e extremismo), mas depois retoma ao bom senso. O começo é bem divertido, infantil, mas depois… o final vai ficando arrastado, e se torna uma filme “cabeça” (não que seja ruim, mas muda o tom e o público alvo).
É um bom filme. Mas não queira assistir com olhos de crítica, mas sim como entretenimento.

– Estivemos no Podcast Altos Papos, com Robson Marcelo.
Que tarde agradável! Eu e o grande Adilson Freddo estivemos no Podcast Altos Papos, do Robson Marcelo.
Se não tivéssemos compromisso com o relógio, estaríamos lá até agora!
Vale a pena prestigiar e se inscrever no canal: https://www.youtube.com/watch?v=yDcCQllER-U
– Educar é Contar Histórias!
Cláudio de Moura e Castro, na sua coluna semanal em “Veja” – (pg 30, ed 10 de junho de 2009), trouxe um texto que talvez seja a essência da educação de hoje: Educar é contar histórias. Um artigo inteligente, que nos faz pensar: como professores, cativamos nossos alunos com nossa performance? Como alunos, sentimo-nos atraídos pelas narrativas e contos dos nossos mestres, a fim de aprendermos algo?
“Bons professores eletrizam seus alunos com narrativas interessantes ou curiosas, carregando nas costas as lições que querem ensinar”
Abaixo, o ótimo trabalho de Cláudio de Moura Castro:
EDUCAR É CONTAR HISTÓRIAS
De que servem todos os conhecimentos do mundo, se não somos capazes de transmiti-los aos nossos alunos? A ciência e a arte de ensinar são ingredientes críticos no ensino, constituindo-se em processos chamados de pedagogia ou didática. Mas esses nomes ficaram poluídos por ideologias e ruídos semânticos. Perguntemos quem foram os grandes educadores da história. A maioria dos nomes decantados pelos nossos gurus faz apenas “pedagogia de astronauta”. Do espaço sideral, apontam seus telescópios para a sala de aula. Pouco enxergam, pouco ensinam que sirva aqui na terra.
Tenho meus candidatos. Chamam-se Jesus Cristo e Walt Disney. Eles pareciam saber que educar é contar histórias. Esse é o verdadeiro ensino contextualizado, que galvaniza o imaginário dos discípulos fazendo-os viver o enredo e prestar atenção às palavras da narrativa. Dentro da história, suavemente, enleiam-se as mensagens. Jesus e seus discípulos mudaram as crenças de meio mundo. Narraram parábolas que culminavam com uma mensagem moral ou de fé. Walt Disney foi o maior contador de histórias do século XX. Inovou em todos os azimutes. Inventou o desenho animado, deu vida às histórias em quadrinhos, fez filmes de aventura e criou os parques temáticos, com seus autômatos e simulações digitais. Em tudo enfiava uma mensagem. Não precisamos concordar com elas (e, aliás, tendemos a não concordar). Mas precisamos aprender as suas técnicas de narrativa.
Há alguns anos, professores americanos de inglês se reuniram para carpir as suas mágoas: apesar dos esplêndidos livros disponíveis, os alunos se recusavam a ler. Poucas semanas depois, foi lançado um dos volumes de Harry Potter, vendendo 9 milhões de exemplares, 24 horas após o lançamento! Se os alunos leem J.K. Rowling e não gostam de outros, é porque estes são chatos. Em um gesto de realismo, muitos professores passaram a usar Harry Potter para ensinar até física. De fato, educar é contar histórias. Bons professores estão sempre eletrizando seus alunos com narrativas interessantes ou curiosas, carregando nas costas as lições que querem ensinar. É preciso ignorar as teorias intergalácticas dos “pedagogos astronautas” e aprender com Jesus, Esopo, Disney, Monteiro Lobato e J.K. Row-ling. Eles é que sabem.
Poucos estudantes absorvem as abstrações, quando apresentadas a sangue-frio: “Seja X a largura de um retângulo…”. De fato, não se aprende matemática sem contextualização em exemplos concretos. Mas o professor pode entrar na sala de aula e propor a seus alunos: “Vamos construir um novo quadro-negro. De quantos metros quadrados de compensado precisaremos? E de quantos metros lineares de moldura?”. Aí está a narrativa para ensinar áreas e perímetros. Abundante pesquisa mostra que a maioria dos alunos só aprende quando o assunto é contextualizado. Quando falamos em analogias e metáforas, estamos explorando o mesmo filão. Histórias e casos reais ou imaginários podem ser usados na aula. Para quem vê uma equação pela primeira vez, compará-la a uma gangorra pode ser a melhor porta de entrada. Encontrando pela primeira vez a eletricidade, podemos falar de um cano com água. A pressão da coluna de água é a voltagem. O diâmetro do cano ilustra a amperagem, pois em um cano “grosso” flui mais água. Aprendidos esses conceitos básicos, tais analogias podem ser abandonadas.
É preciso garimpar as boas narrativas que permitam empacotar habilmente a mensagem. Um dos maiores absurdos da doutrina pedagógica vigente é mandar o professor “construir sua própria aula”, em vez de selecionar as ideias que deram certo alhures. É irrealista e injusto querer que o professor seja um autor como Monteiro Lobato ou J.K. Rowling. É preciso oferecer a ele as melhores ferramentas – até que apareçam outras mais eficazes. Melhor ainda é fornecer isso tudo já articulado e sequenciado. Plágio? Lembremo-nos do que disse Picasso: “O bom artista copia, o grande artista rouba ideias”. Se um dos maiores pintores do século XX achava isso, por que os professores não podem copiar? Preparar aulas é buscar as boas narrativas, exemplos e exercícios interessantes, reinterpretando e ajustando (é aí que entra a criatividade). Se “colando” dos melhores materiais disponíveis ele conseguir fazer brilhar os olhinhos de seus alunos, já merecerá todos os aplausos.
Claudio de Moura Castro é economista claudio&moura&castro@cmcastro.com.br
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para os créditos.
– Diferenças do Zorro com o Cavaleiro Solitário.
Quando eu era criança, me lembro que o Zorro era chamado de Cavaleiro Solitário. E só agora descobri que não eram o mesmo herói!
Um usa espada; outro revólver. Um tem o cavalo Silver, outro o Tornado. Um tem amigo índio, o outro não.
Zorro é Don Diego de La Vega, o Cavaleiro Solitário é John Reid.
E sabe de onde veio a confusão? Por erro de tradução aqui no Brasil e para se aproveitar do sucesso do herói mais antigo – e já conhecido.
Detalhes abaixo, extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/livrariadafolha/2013/07/1310207- cavaleiro-solitario-era-chamado-de-zorro-no-brasil.shtml
CAVALEIRO SOLITÁRIO ERA CHAMADO DE ZORRO NO BRASIL
O Cavaleiro Solitário (Lone Ranger, em inglês), de George W. Trendle, ficou conhecido entre os brasileiros, durante algumas décadas, como Zorro.
A confusão entre os heróis aconteceu devido aos problemas de tradução da palavra “ranger” para o português. A popularidade que Don Diego, criado por Johnston McCulley em 1919, desfrutava no Brasil também ajudou nessa escolha.
Famoso em novelas de rádio, no cinema e em séries de TV, John Reid, identidade secreta do Cavaleiro Solitário, tem poucas semelhanças com o aristocrata californiano de capa e espada do século 19.
Na produção da década de 1940, “As Aventuras do Zorro – O Cavaleiro Solitário” pode se ver o mascarado ao lado do cavalo e do índio em uma versão mais comportada do que a nova adaptação com John Depp.
Zorro usa espada, algumas vezes um chicote, e é solitário. Reid prefere o revólver e sempre está acompanhado de seu fiel escudeiro Tonto –que, curiosamente, não teve o nome alterado mesmo com a conotação negativa da palavra. Sua montaria, Silver, tem pelo branco. O cavalo de Zorro é representado com pelagem escura, normalmente negra.
Também criado por Trendle, o Besouro Verde (Green Hornet) guarda mais similaridades com o Cavaleiro Solitário. Além da máscara e do chapéu, ambos têm um parceiro não europeu –o asiático Kato é o escudeiro do Bezouro– e são da mesma família: Britt Reid é a identidade secreta do herói.

Imagem: autor desconhecido / Internet
– Revivendo os anos 80: Karatê Kid e sua trilha sonora!
Minha flha mais velha é uma “Otaku” – uma adolescente apaixonada por animes e mangás japoneses. E brincando com ela sobre séries e filmes da cultura japonesa, achamos a trilha de Karatê Kid.
Quem viveu os anos 80 e não sabe o que é isso…
De arrepiar o clip com Daniel Sam e Senhor Miagui, em: https://www.youtube.com/watch?v=3bFTlAj706A
– Heróis brasileiros da Marvel e da DC.
Já havíamos falado do Mancha Solar, o herói brasileiro da Marvel (que é botafoguense). Vide aqui: https://professorrafaelporcari.com/2021/12/08/e-o-mancha-solar-super-heroi-brasileiro-da-marvel-e-torcedor-do-botafogo/
Agora, é a vez da DC lançar alguém do Brasil com super-poderes: Fogo, cuja identidade secreta é Bia (Beatriz da Costa). E sobre ela, em: https://ovicio.com.br/conheca-fogo-a-super-heroina-brasileira-da-dc-comics/amp/
Imagem: Reprodução DC Comics
– Magali e Mônica no The Noite.
Que bacana: Mônica e Magali, as personagens “em pessoa” do Maurício de Sousa, foram ao Danilo Gentili e falaram sobre a vida pessoal e profissional delas, bem como as novidades que a MSP tem.
Quem gosta da Turminha, vai vibrar: https://youtu.be/P37-LqIGmrk
– Moacir Franco no The Noite.
Os mais novos não conhecem o genial Moacir Franco, um dos artistas mais completos do Brasil.
Para minha surpresa, ele reapareceu no Danilo Gentili, com 87 anos, interpretando um dos seus últimos personagens criados. Assista o link abaixo, mas depois dê um Google e veja tudo o que ele já fez:
Em: https://youtu.be/5oOUGqgGJ_Q
– Ted Lasso e a real mensagem: o otimismo e a gentileza.
Já falamos inúmeras vezes de Ted Lasso (clique aqui: https://professorrafaelporcari.com/2023/01/19/vem-ai-a-3a-temporada-de-ted-lasso/).
Uma série divertida, que parecia contar uma história de vingança e… tornou-se, nas palavras do protagonista Jason Sudeikis, uma série positivista e otimista.
Com inúmeros exemplos de gentileza, em todo episódio somos convidados a acreditar na vida, no dia-a-dia, na superação. E como ficou insistindo o emblemático cartaz do veestiário: ACREDITE!
E você, tem repentes de positivismo? Deixe seu comentário:

Imagem de Apple TV+
– E Ted Lasso chega ao fim…
Hoje vai ao ar o último episódio de Ted Lasso (sobre a série, aqui: https://wp.me/p4RTuC-JH0).
E o bate-papo dele com o Guardiola? Sensacional!
Aqui: https://twitter.com/rafaelporcari/status/1663602724414291971
Ou em:
Ted Lasso no Manchester City??? https://t.co/ThKMUforst
— Rafael Porcari (@rafaelporcari) May 30, 2023
– A Pequena Sereia é muito bom.
Fomos assistir “A Pequena Sereia”, versão Live Action. Que filme lindo, familiar, romântico, divertido…
Li muitas críticas sobre a personagem principal ser morena, e não ruiva, como no desenho original. Tudo bobagem. A Disney escolheu “a dedo” a espetacular atriz – que é belíssima, carismática e talentosa.
Vale a pena assistir.

🧜♀️ 🎥❤️ #Sereia #APequenaSereia #Disney #Cinema
– Televisão e Internet como fonte de Conhecimento: qual é a melhor?
Para os mais ingênuos, é a televisão a principal fonte de conhecimento, pois ela separa o que uma pessoa menos intelectualizada quer saber e dá a informação pronta, sem a necessidade do telespectador decifrá-la ou investigá-la. Já os mais inteligentes buscam na Internet, mas as filtram.
Calma, essa opinião é de Umberto Eco, grande pensador italiano, falecido recentemente. Ele disse que:
“A Internet ainda é um mundo selvagem e perigoso. A imensa quantidade de coisas que circula é pior que a falta de informação (…) [Se você] é rico em conhecimento, pode aproveitar melhor a Internet do que aquele pobre senhor que está comprando salame aí na feira. Nesse sentido, a televisão é útil para o ignorante, porque seleciona a informação de que ele poderia precisar, ainda que ele seja um idiota. A Internet é perigosa para os ignorantes (…)”
Você concorda com o ponto de vista dele?
(entrevista concedida a Luís Antonio Giron, Revista Época, 02/01/2012, pg 46-47).

Imagem extraída de: https://www.tecmundo.com.br/televisao/4354-televisao-versus-internet.htm











