– Aulas do dia… Prontas!

Gosto de preparar caprichosamente as aulas que leciono. Os alunos merecem toda a atenção, e o esforço vale a pena.

Bons livros, conhecimento e dedicação: isso faz a diferença.

– Fim de expediente.

E nessa noite estivemos na FADITU, falando aos nossos alunos sobre Jogos de Empresas, possibilitando grande conhecimento à carreira estudantil e profissional deles.

É somente com a Educação que faremos uma sociedade melhor.

🖊️ #Educação.

– Chega por essa jornada.

Terminamos mais um expediente aqui na Faditu. Hoje falamos de Plano de Negócios aos alunos do Curso de Administração de Empresas.

Somente com a Educação é que teremos bons resultados.

– Fim de expediente.

E nessa noite estivemos na FADITU, falando aos nossos alunos sobre Jogos de Empresas, possibilitando grande conhecimento à carreira estudantil e profissional deles.

É somente com a Educação que faremos uma sociedade melhor.

🖊️ #Educação.

– 2o tempo de labuta.

Ufa, aulas de uma disciplina da minha turma de Adm, enfim, prontas para as próximas 3 semanas.

Sempre vou reiterar: os alunos precisam de bom conteúdo e respeito do docente. Quem busca Educação, deve recebê-la plenamente, e não de qualquer jeito.

– Sebrae Educação em Caieiras.

Estive hoje no Centro de Capitação de Caieiras, pelo Sebrae, falando de Gestão de MEIs a um grupo de senhoras empreendedoras.

É muito bom ver as pessoas buscando conhecimento!

 

– Os lifelongs leaners: precisamos fazer parte deste número de pessoas com tal estilo de vida!

O aprendizado contínuo é uma necessidade a todos os profissionais. Cada vez mais, a ideia de que somos eternos aprendizes na vida se faz uma constante, tirando as pessoas da zona de conforto e encarando a importância de se atualizar como prioridade na carreira.

São os “lifelongs leaners”! Você é um deles?

Extraído de: https://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2020/02/27/como-nao-ficar-obsoleto-na-carreira-veja-dicas-de-especialistas.htm

COMO NÃO FICAR OBSOLETO NA CARREIRA? A RECEITA É NÃO PARAR DE APRENDER

Por Cláudia Varella

Você sabe o que são os “lifelong learners’? São os profissionais que nunca param de estudar, mesmo após terem se formado e garantido um bom emprego. Educação contínua, ou seja, estudar para sempre e adquirir novas competências é a solução para você não ficar obsoleto na carreira. É isso o que dizem especialistas consultados pelo UOL.

“Entramos na era do chamado ‘lifelong learning’, conceito que introduz a tese de que, diferentemente do passado, nossa jornada de aprendizado será contínua e longa. Ela tende a nunca acabar”, afirmou Sandro Magaldi, especialista em gestão de negócios.

Segundo ele, o conhecimento está muito mais acessível e disponível do que anteriormente, quando a única forma de estudar era por meio do modelo formal de ensino. “Atualmente, a internet permite o acesso a inúmeros conteúdos de alta relevância em diversos formatos, como videoaulas, podcasts, cursos online etc. O aprendizado contínuo é o caminho para se preparar para esses novos tempos”, declarou Magaldi.

Empresas buscam pessoas atualizadas

Tábitha Laurino, gerente sênior da Catho, afirma que as empresas buscam ativamente um colaborador que seja atualizado, ou seja, que domine bem os conhecimentos da sua área de atuação.

“Para que não fique obsoleto na carreira, o ideal é que ele acumule aprendizados contínuos alinhados às mudanças constantes que o mercado de trabalho tem vivido. Dentre elas, destacamos a capacitação remota, também chamada de treinamento online ou educação corporativa online, uma forte tendência para os próximos anos”, declarou.

Uranio Bonoldi, professor em curso de MBA na Fundação Dom Cabral, diz que o profissional deve buscar renovação do conhecimento, por meio de cursos rápidos, MBA, mestrados ou até PhD (doutorado no exterior).

“Cada profissional, dentro de sua área de atuação, deve procurar cursos de especialização que estejam de acordo com o estágio de sua carreira e que façam sentido para si e para a empresa em que trabalha. Mas a solução não está em emendar um curso no outro. Isso não é producente”, afirmou.

Sempre aberto para evoluir

Para Luciana Caletti, vice-presidente do Glassdoor na América Latina, aprendizado contínuo significa adotar uma postura de estar sempre aberto a evoluir e a descobrir coisas novas.

“Se você sente que já pode fazer seu trabalho de olhos fechados, deve se perguntar: ‘Será que existem novas ferramentas para apoiar minhas tarefas? Que tendências estão em alta entre os profissionais da minha área?’. Nunca faltarão novidades”, declarou.

Networking para troca de experiências

Joel Dutra, coordenador do Programa de Gestão de Pessoas da FIA (Fundação Instituto de Administração), diz que, além de fazer cursos, os profissionais devem usar sua rede de relacionamentos não só para alavancar oportunidades na carreira, mas também para aprender.

“É preciso aproveitar esse networking para a troca de conhecimentos e de experiências com pessoas da mesma área que a sua. O profissional deve sempre se manter antenado e buscar cursos fora do ambiente da empresa, até para manter certo distanciamento crítico em relação à companhia onde trabalha”, afirmou.

Como decidir quais cursos fazer?

Dutra diz que é importante procurar especialização em sua área de atuação. “O conhecimento só se transforma em competência se for aplicado na prática, de acordo com a sua vivência na empresa. Portanto, deve haver conexão entre o conteúdo do curso com a sua prática diária. O próprio mercado não valoriza esse tipo de conhecimento que não esteja alinhado à sua vivência profissional.”

Segundo Bonoldi, o profissional deve conhecer o que as empresas estão exigindo em termos de competências técnicas. “É muito importante você planejar sua carreira de forma estratégica, identificando em que estágio você está e onde deseja estar em cinco ou dez anos. A partir daí, você identifica as lacunas que deve preencher com cursos e especializações para atingir a situação desejada.”

Para Luciana, é muito importante refletir bem antes de tomar uma decisão, já que investir em estudos requer tempo e dinheiro.

“Você não precisa necessariamente ter um planejamento de carreira detalhado —até porque ele pode mudar à medida que for enveredando por novos caminhos em seus estudos. Mas é fundamental ter uma ideia de onde quer chegar para ter clareza sobre quais são as habilidades a desenvolver. Só assim conseguirá saber se determinado curso vale ou não o investimento.”

Buscar cursos que combinem com seu estilo

O profissional deve identificar quais tipos de ensino se adaptam seu estilo de estudo. “Há diversas formas de se qualificar, podem ser cursos presenciais ou online, de curta ou longa duração. Isso não significa necessariamente que o profissional precise ter uma graduação; significa que ele tem que estar preparado para a sua área de atuação”, diz Tábitha.

Ter disciplina é um atributo fundamental para a educação contínua, segundo Magaldi. “Cada indivíduo tem a possibilidade de criar sua própria trilha de aprendizado estudando quando, onde e quanto tempo desejar.”

Luciana dá outras dicas: participe de grupos, eventos e conferências relevantes relacionadas ao seu trabalho, para se manter atualizado, estimular novas ideias e aumentar sua rede de contatos; e invista em inteligência emocional.

“Ter empatia, conseguir lidar com os sentimentos e saber trabalhar em grupo são habilidades extremamente importantes para qualquer profissional ter sucesso na carreira e na vida pessoal.”

“Síndrome de FoMo” pode afetar carreira

Um dos males que rondam essa era tecnológica é a síndrome de FoMo (“Fear of Missing Out”, ou medo de perder algo).

Segundo Camilla Celi, psicóloga e assessora de carreira da Catho, a “síndrome de FoMo” pode ocasionar consideráveis mudanças sociais que decorrem de vários processos patológicos, sendo comum o aumento excessivo do uso de redes sociais, as mudanças no humor e os elevados níveis de estresse.

“Esse quadro pode afetar a vida pessoal e estender-se para a profissional”, afirmou.

Camilla diz que isso poderá acarretar um “efeito dominó”, repercutindo em atrasos frequentes no trabalho, diminuição na produtividade, bloqueios criativos, falta de motivação, dificuldade em ouvir opiniões externas e de criação de vínculos, com medo do julgamento alheio, e alto índice de frustração.

A psicóloga alerta: caso o profissional não receba o diagnóstico precoce e o tratamento adequado, a síndrome pode apresentar sintomas como descontentamento com o próprio corpo e vida, má qualidade de sono e, em casos mais graves, depressão e transtorno de ansiedade. “Busque sempre orientação especializada”, disse.

Extraído de: http://lifelonglearningdesign.net/benefits-of-training/

– Chega por hoje:

Terminamos mais um expediente aqui na Faditu. Hoje falamos de Plano de Negócios aos alunos do Curso de Administração de Empresas.

Somente com a Educação é que teremos bons resultados.

– Sejamos profissionais.

Ufa! Aulas da semana na Faculdade, preparadas com carinho.

Meus alunos da FADITU merecem o que há de melhor. Isso se chama profissionalismo e dedicação.

– Como definir o que é Educação?

Curto e grosso, na imagem que segue abaixo, o conceito de EDUCAÇÃO, presenteado pela ótica do saudoso Içami Tiba:

Imagem extraída da Web.

– Fim de expediente!

Estivemos hoje na FADITU, falando sobre “Fordismo” para os alunos do Curso de Administração de Empresas.

É somente com a Educação que o Brasil irá para frente. 

– Ajudando a capacitar!

Estive nessa manhã em Louveira-SP, falando pelo Sebrae sobre Gestão a um grupo de mulheres empreendedoras que abrirão um negócio de Personal Organizer.

Vale a pena ajudar quem quer se desenvolver!

#Educação.

– A importância da Inteligência Emocional no Trabalho.

Ter equilíbrio emocional é fundamental para todos os setores da sociedade. E, é sabido, melhora a produtividade das pessoas que a tem.

Especialistas agora prevêem: a inteligência das emoções será o grande diferencial do futuro.

Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/carreiras/2019/10/peso-da-inteligencia-emocional-so-aumenta-no-ambiente-de-trabalho.shtml

PESO DA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL SÓ AUMENTA NO AMBIENTE DE TRABALHO

Funcionários autoconfiantes, calmos e empáticos turbinam resultados de empresas, mostram estudos

Inteligência emocional é mais que modismo. Estudos e especialistas sugerem que sua aplicação no ambiente de trabalho melhora mesmo o desempenho.

Muito repetida no mundo corporativo, a expressão “inteligência emocional” se refere a um grupo de competências ligadas a autoconsciência, empatia, calma, autocontrole. É uma espécie de contraponto às capacidades cognitivas.

Já que tarefas dependentes de capacidades cognitivas logo serão feitas por computador —e bem-feitas—, é bom treinar para manter a calma no ambiente profissional.

“Essas habilidades serão o centro dos negócios no futuro”, diz David Baker, um dos fundadores da The School Of Life Brasil, instituição de ensino voltada ao desenvolvimento de inteligência emocional.

Para Baker, essa habilidade é uma grande aliada da inovação. Mais relaxados, funcionários conseguem ser mais criativos e pensar em novas ideias, defende ele.

A rotatividade nas empresas também diminui, já que os colaboradores se sentem mais felizes e alinhados com o propósito da companhia.

Uma empresa que aposta em práticas do tipo é a rede de hotéis Four Seasons. A cada 15 dias, seus funcionários participam de treinamento cujo objetivo é reduzir a ansiedade e elevar a autoconfiança.

Betina Weber, 35, gerente de spa da rede de hotéis e uma das facilitadoras do programa, diz que a autoconsciência trabalhada no programa garante melhor conexão entre funcionários e hóspedes.

“Prestar atenção nas pessoas, olhar nos olhos e escutá-las de verdade passou a ser o maior presente que oferecemos”, afirma Weber.

A empresa patrocinou uma pesquisa feita pela Harvard Business Review que mapeou a aplicação da inteligência emocional no ambiente corporativo. Segundo o estudo, que entrevistou 599 pessoas, só 18% dos empregados reconhecem que o conceito está incorporado à cultura do lugar onde trabalham.

Os resultados também mostraram uma percepção de consumidores mais satisfeitos e de clientes mais fieis entre funcionários de companhias que estimulam a inteligência emocional. Isso reafirma a avaliação de especialistas segundo a qual a empresa que trabalha esse conceito tem melhor desempenho.

Adriana Fellipelli, presidente da Fellipelli, consultoria de desenvolvimento humano e organizacional, lembra que um dos pontos positivos é que, diferentemente da inteligência cognitiva, habilidades relativas à maneira como nos relacionamos no trabalho podem ser aprimoradas.

Segundo a consultora, estudos que ela acompanha mostram que competências emocionais respondem por até 45% do sucesso do trabalho de um funcionário.

Há três anos, a companhia de pagamentos Visa adota no Brasil práticas para desenvolver essas habilidades. Segundo o setor de RH, uma das primeiras técnicas usadas pela empresa foi a de mindfulness, meditação que treina a atenção no momento presente.

O impacto dessa ação apareceu na última pesquisa de clima organizacional (que mede percepção de funcionários), feita em 2018: foi o resultado mais positivo dos últimos cinco anos, com destaque para o orgulho dos empregados em relação ao lugar em que trabalham e para um maior equilíbrio entre vida pessoal e carreira.

Guilherme Malfi, sócio-fundador da consultoria de recrutamento Assetz Expert, afirma que as empresas com programas de inteligência emocional registram aumento de produtividade, e que há uma procura maior por essas competências já no recrutamento.

Malfi diz ainda que a falta dessas habilidades causa doenças e leva muito profissional a desistir da carreira. “Isso não tem acontecido pouco.”

Saúde mental é o eixo do programa que incorpora aprendizado de inteligência emocional na SAP, empresa de tecnologia com 2.200 funcionários no Brasil. Aberto a todos os profissionais, inclui mindfulness, técnicas de respiração e de introspecção.

“A ideia é que você tenha sua mente livre e equilibrada para desempenhar seu trabalho melhor”, afirma Eliane De Mitry, gerente de RH da SAP Brasil. “O impacto dessas práticas aparece no trabalho, nos resultados e na saúde”, diz.

ESPM cria laboratório de autoconhecimento para todos os cursos

A partir de 2020, a ESPM desenvolverá os temas de autoconhecimento e dimensão socioemocional da aprendizagem para todos os cursos de graduação.

Segundo Alexandre Gracioso, vice-presidente acadêmico e mentor do projeto, a disciplina introdutória será o laboratório de aprendizagem, composto por quatro módulos e focado em autoconhecimento e aprendizagem.

Os alunos deverão propor um plano de rotina para a organização de seu tempo, que pode incluir meditação.

“Empresas estão demandando pessoas mais bem desenvolvidas do ponto de vista de relacionamento e comportamento”, afirma.

O que é inteligência emocional? [Guia Completo]

Imagem extraída de: https://ead.univali.br/blog/o-que-e-inteligencia-emocional

– Viva a Educação (3 de 3):

Turno 3 de 3: Estivemos nessa noite na FADITU, em Itu, falando um pouco sobre Responsabilidade Empresarial a nossos queridos alunos.

Somente com a Educação é que faremos um país melhor!

🖊️ #Aprendizado

– Viva a Educação (2 de 3):

Turno 2 de 3: Estivemos nessa tarde no Fundo Social de Solidariedade de Itupeva, pelo Sebrae, falando um pouco sobre as Gestão Empreendedora a um grupo muito bacana de alunas interessadas.

Somente com a Educação é que faremos um país melhor!

🖊️ #Aprendizado

– Saibamos ouvir e aprender!

Nunca podemos achar que sabemos tudo! Aprender, se atualizar e ouvir: atitudes necessárias ao desenvolvimento humano.

Uma imagem bem clara:

– Viva a Educação (1 de 3):

Turno 1 de 3: Estivemos nessa manhã no Fundo Social de Solidariedade de Cabreúva, no Distrito do Jacaré, falando um pouco sobre as habilidades do Empreendedor a um grupo muito bacana de alunas interessadas.

Somente com a Educação é que faremos um país melhor!

🖊️ #Aprendizado

– Fim de expediente.

E nessa noite estivemos na FADITU, falando aos nossos alunos sobre Jogos de Empresas, possibilitando grande conhecimento à carreira estudantil e profissional deles.

É somente com a Educação que faremos uma sociedade melhor.

🖊️ #Educação.

– Aproveite as chances que Deus te dá!

Se Deus te deu uma oportunidade, a faça vale a pena! Por exemplo: estudar.

Quantas pessoas queriam estar num banco escolar e não puderam (e nem podem). E as que podem, que devolvam em gratidão e serviço ao próximo, mostrando solidariedade.

Uma importante mensagem do Papa, abaixo:


Imagem: Arquivo Pessoal.

– Fim de expediente!

Estivemos hoje na FADITU, falando sobre “Liderança ou Chefia?” para os alunos do Curso de Administração de Empresas.

É somente com a Educação que o Brasil irá para frente. 

– Educar é preciso!

Ufa, terminei a preparação das aulas de hoje. Quinta-feira corrida, ainda com alguns efeitos colaterais das medicações para os exames de ontem.

A vida é labutar. Sem preguiça, seguindo.

– Feliz Dia dos Professores!

A Educação, que é tão importante para a sociedade, é pouco valorizada nesse país. Pior: um dos principais instrumentos para levá-la às pessoas – o professor – é o mais esquecido dessa cadeia educacional…

Mas não é dia de lamentação. É dia de alegria e reflexão. Feliz ‘nosso dia’ assim mesmo!

Ser Professor não é só educar: é levar a cidadania; trazer a esperança; incentivar; fazer pensar; ajudar e ter fé.

Em suma, ser professor não é ofício; é vocação! Exige disposição, prazer, amor e dedicação.

Retorno?

O retorno é garantido: mentes brilhantes que você ajudou a formar. Sim, apenas ajudou, pois o esforço verdadeiro é do aluno.

Imagem relacionada

Imagem extraída de: https://www.colegiopentagono.com

IN ENGLISH –

Education, which is so important for society, is little valued in this country. Worse: one of the main instruments for bringing it to people—the teacher—is the most forgotten link in that educational chain…

But today is not a day for lament. It is a day for joy and reflection. Happy ‘our day’ nonetheless!

Being a Teacher isn’t just about educating: it’s about promoting citizenship; bringing hope; providing incentive; making people think; offering help, and having faith.

In short, being a teacher is not an occupation; it’s a vocation! It demands willingness, pleasure, love, and dedication.

The reward?

The reward is guaranteed: the brilliant minds you helped to shape. Yes, only helped, because the true effort belongs to the student.

– Fim de turno!

Fim de expediente. Trabalhamos, ensinamos e debatemos.

A vida de um professor é puxada, e hoje senti isso… não na aula, mas nas coresµops de prova. Ufa!

Vida que segue.

– Ufa! Chega de provas…

Vida de professor é assim: não há sábado ou domingo (tampouco feriado).

Enfim, provas corrigidas para que os alunos possam ver seus erros e seus acertos. As vistas são importantíssimas, para recorrigir o que há de equivocado.

Faz parte do Profissionalismo.

#Educação #Profissionalismo #Faditu #Ensino

– Correções de Provas.

E hoje foi dia de Correções de Prova na Faditu!

Torci para os meus alunos. São esforçados e merecedores de sucesso. Mas as notas não dependem do professor…

 

– Alfabetização ou digitalização?

Eu não ouso discordar dessa verdade: muita gente por dentro “do mundo virtual”, mas sem entender o que se escreve “no mundo real”!

Abaixo:

– Falando sobre Gestão das Emoções:

Falei hoje sobre “Gestão das Emoções nos Negócios“, pelo Sebrae, a um grupo de alunas muito motivado!

É muito bom, através da Educação, colher bons frutos.

– Dia de Prova.

E hoje foi dia de Prova na Faditu!

Torci para os meus alunos. São esforçados e merecedores de sucesso. Mas as notas não dependem do professor…

– Capacitando pelo Sebrae:

Amo trabalhar com capacitação aos pequenos empreendedores.

Vamos, pelo Sebrae, aonde quer que um MEI esteja, de qualquer área de atuação.

Hoje estivemos em Morungaba, com o Prepara Técnico. É muito bom ajudar!

#Educação

– Turno 2, encerrado.

Ufa! Na compriiiiida segunda-feira (hoje labutei bastante – e rodei mais ainda), terminamos a turno de trabalho com nossos alunos de Processos Gerenciais e RH na Faditu.

É muito bom ver o quanto são dedicados. E isso vale a pena!

– Educação Emocional e os Jovens Esponjas.

Li uma entrevista muito bacana do psicoterapeuta, filósofo e educador australiano Richard Robbins na Revista Época. Ele fala bastante coisa sobre Equilíbrio Emocional, como, por exemplo, da relação dos jovens e seus problemas cotidianos.

Para o professor, os jovens, quando incomodados por dificuldades no cotidiano, precisam de estabilidade emocional para produzirem. E defende que se crie nas universidades uma disciplina voltada para o “Ensino de Emoções” a fim de maiores ganhos econômicos e produtividade na sociedade.

É dele a frase:

Jovens são esponjas que assimilam rapidamente atitudes que se mostram eficazes para eles.”

Interessante. Mas… será que isso vale somente aos jovens?

Certamente, aos jovens de espírito também!

Imagem extraída de: https://blog.psiqueasy.com.br/2018/10/18/como-aproveitar-as-oportunidade-de-aprendizado/

– Turno 1, encerrado.

Estive hoje, pelo Sebrae, falando a um grupo de mulheres empreendedoras sobre Gestão e Negócios, no Fundo Social de Solidariedade de Francisco Morato.

É muito bom ver a Educação sendo levada a sério.

✏️ #Ensino #Empreendedorismo #Aprendizado

– Aulas prontas. Yeh.

Aulas da semana finalizadas. Ufa!

Provas e matérias para a faculdade que leciono, ok.

Consultorias que faço para o Sebrae, idem.

Agora, relaxar no domingo…

(Meio tarde, eu sei).

– O silêncio para aprender.

Ouvir é melhor do que falar?

Para o aprendizado, muitas vezes, isso é uma grande verdade. E compartilho um ótimo texto abaixo:

Extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/o-uso-do-silêncio-como-forma-de-aprender-b831cfd95103

O USO DO SILÊNCIO COMO FORMA DE APRENDER

Por Prof José Renato Sátiro Santiago

A capacidade de aprender talvez seja a maior qualidade que uma pessoa pode desenvolver ao longo de sua vida. Seja qual for a idade e/ou tema em questão, compreender que, seja qual for a oportunidade ou experiência vivida, sempre será possível aprender é algo único e, o que é mais importante, nos faz manter vivos. Tinha um saudoso amigo, professor José Teixeira, um renomado preparador físico com um invejável currículo internacional, que costumava dizer: “Zé Renato, o dia em que eu não tiver mais condições de aprender, eu morro”. Confesso que tê-lo como espectador de algumas das palestras que ministrei, sempre foi o motivo de muito orgulho. Ainda assim, entendo que, para mim, seu maior legado está relacionado a esta humildade de aprender… sempre.

O processo convencionalmente adotado para o aprendizado é devidamente estruturado através de eficientes metodologias científicas, bem fundamentadas, nas diversas instituições de ensino que frequentamos ao longo de nossa vida. Quer seja a partir da socialização, da alfabetização, dos programas curriculares desde os tempos das aulas de primeiro e segunda grau, graduação, especialização e tantos outros passos, toda etapa contribui ao aprendizado, ainda que o requisito essencial não esteja relacionado a isso. Explico. O querer aprender é o fator decisivo, sem ele, nada é possível. Cabe ressaltar que isso não tem relação alguma com a obtenção de diplomas, uma vez que eles nada mais são que meros registros explícitos daquilo que realmente importa, compreender, considerar e aplicar tudo aquilo que nos foi oferecido durante o processo de aprendizado.

Engana-se, no entanto, que as maiores oportunidades de aprendizado aconteçam durante os programas formais de capacitação sobre os quais somos submetidos desde os primeiros anos do jardim de infância. O mais incrível é, justamente, gozar intensamente de todos os momentos vividos e extrair deles, algum aprendizado. O querer está, novamente, firmemente ligado a isso. E o que é mais interessante, acontece de forma mais natural, justamente, por não termos a “obrigação” de fazê-lo. Mas, cá entre nós, que bom seria, que tivéssemos isso impregnado em nosso DNA. Professor Teixeira tinha isso. Poucos têm, infelizmente. Li, recentemente, que a forma mais eficiente de aprender acontece quando não temos este intuito. Oferecer isso às pessoas é algo tão prazeroso, mas, igualmente, se permitir a isso é tão único.

Cometendo erros ou não, acertando ou não, o que basta é viver intensamente tudo aquilo que a vida nos tem a oferecer e, aproveitar, se possível, toda situação para aprender. Crescer, tornamos, cada vez mais, pessoas melhores que possam refletir a todos aqueles com os quais temos a oportunidade de compartilhar momentos, felicidade. Afinal, não há nada mais prazeroso que ser recepcionado com um sorriso, sempre que nossa lembrança passa na memória de qualquer pessoa. Isto também é aprender.

Justamente por isso, tantas outras vezes, se calar é uma prova ainda mais firme de aprendizagem. Não ter o que dizer, em tantas situações, comprova o quanto as experiências vividas nos deixou mais sábios. Pode ser, tantas vezes, bem difícil se manter em silêncio, ainda assim, saber que ele é necessário diz muito não apenas sobre nós, mas, principalmente, à respeito de tantas possibilidades e caminhos que ainda possam ser feitos, o que, talvez, fossem impossibilitados por conta de palavras colocadas em momentos menos propícios. Não me furto a afirmar que o silêncio pode ser uma luz para conquistas inimagináveis, aprendi isso e ainda que eu seja tão falível, não me furto a continuar este processo em prol de compreender, considerar e aplicar tudo aquilo que a vida me tem presenteado, momentos e pessoas.

Imagem extraída do link acima.

– Ufa, terminei as provas.

Na minha “pasta rosa”, as provas que hoje preparei aos meus alunos.

Sem pegadinha, sem questões cabulosas, apenas com conteúdo necessário para que se formem bons profissionais.