– Ideias de Negócios.

Terminamos o último turno do dia. Estive em Jarinu, pelo Sebrae, falando de “Ideias de Negócios” para os jovens empreendedores ali presentes.

É com a Educação que o Brasil sairá da crise!

– A Educação abre portas!

Estive pelo Sebrae / IBS Américas no Centro Comunitário Mara Siaulys, um espaço mantido pelo Unique Garden Hotel & Spa, falando sobre Marketing.

Que espaço sensacional, transbordando cultura, conhecimento e… muita paz!

É com a Educação que ajudaremos o Brasil.

#education

– Vale a pena ensinar!

Estivemos nesta noite no Polo Virtual da Universidade Cruzeiro do Sul, em Cabreuva / SP, levando através do Sebrae nossa fala sobre Controle Financeiro das MEIs aos empreendedores locais.

Muito bom! É com a Educação que o Brasil sairá da crise.

📝 #empreendedorismo #education

– Descomplique!

Encerrando as atividades profissionais deste sábado, levando e dividindo conhecimento!

A missão foi: ajudar jovens empreendedores sedentos de aprendizado a clarearem seus desejos de trabalho. E tudo deu certo! Não é trabalho, é prazer.

Somente com a Educação o país sairá da crise.

– Capacite-se! Ótima iniciativa com o Sebrae / IBS Américas.

Adoro lecionar, e hoje estou preparando algo prazeroso: aulas do curso de Gestão Empreendedora para a parceria Sebrae / IBS Américas / Governo de SP (nesta semana, estarei com mais uma turma, dessa feita em Jundiaí).

Um curso para pequenos empreendedores que querem se capacitar, entrar para formalidade e conseguir linhas de crédito baratas (que podem ser obtidas a partir da formalização e participação do curso)! Chama-se: Descomplique: Primeiros Passos (em 5 módulos).

Ações assim devem ser aplaudidas. Muito orgulho de fazer parte desse projeto!

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– Empreenda!

Terminamos mais um curso pelo Sebrae / IBS Americas / Governo de SP, falando sobre Empreendedorismo aos moradores de Piracaia. Muito bom!

É com a Educação que o Brasil sairá da crise!

– Ensinando com a paisagem bonita.

Amo o que faço.

Olhe o por-do-sol na sala em que estou… espetacular (falando sobre Empreendedorismo numa centenária escola municipal de Piracaia)!

Afinal, é com Educação que o Brasil sairá da crise.

📝 📸 🏫 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#AprendizadoContínuo #Ensino #Paisagem #Fotografia

– Os percalços invisíveis até o sucesso.

Acho que acontece com todos nós, não?

No popular, essa imagem representa o dito: “as pessoas vêem as pingas que eu tomo mas não os tombos que eu levo”

– O Rei da Soja Olacyr de Moraes se foi há 7 anos! E o que nos deixou?

Há 7 anos, falecia Olacyr de Moraes. Relembrando:

Sempre que eu ouvia o nome de Olacyr de Moraes, lembrava-me de poder, trabalho e riqueza. Nos anos 80, virou o maior produtor mundial de soja do mundo. Filho de humildes trabalhadores, se tornou bilionário, investindo em tecnologia no campo e plantando no Centro-Oeste (coisa que ninguém fazia nos anos 70). No começo do século XXI, perdeu dinheiro e para não deixar de pagar as contas, se desfez de parte do patrimônio: Banco Itamaraty, Construtora Constran, e tantas outras empresas (das 40 grandes que possuía). Atualmente, investia em mineração.

O detalhe é: Olacyr sempre gostou de namorar belíssimas garotas, sendo elas bem mais novas – que nunca as chamava de namoradas, mas de “amigas”.

Trabalhou muito, ganhou dinheiro, viveu amores e o câncer o levou. Tal doença não vê carteira…

Abaixo, frases interessantíssimas desse magnífico empreendedor e espirituoso personagem:

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Imagens extraídas da Internet, autoria desconhecida.

– Primeiros Passos e com sucesso!

Amo tudo isso!

Terminei de lecionar mais um curso “Primeiros Passos”, voltado ao Empreendedorismo, no Senai de Bragança Paulista.

Curso presencial, gratuito e com ótimos alunos! Uma iniciativa Sebrae, IBS Americas e Governo do Estado de SP.

📝 #Educação

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– Use máscaras, afinal, elas ainda são necessárias (inclusive para ensinar e aprender).

Eita, dona COVID… voltamos às aulas “mascarados” por obrigação; afinal, a pandemia não acabou e os casos estão aumentando.

Muito legal lecionar nesta parceria Sebrae + Senai: vejam quantos cursos oferecidos (e eu não sei nada sobre esses assuntos), acrescidos de Emprendedorismo e Marketing (é aí que eu entro).

Somente com a Educação de boa qualidade que o Brasil sairá da crise!

– Sílvio Santos e a entrevista para os jurados e telespectadores.

Sílvio Santos quase não fala em entrevistas. Mas o fez uma vez no final dos anos 80, numa surpreendente pausa em seu programa de TV e resolveu escancarar tudo sobre sua doença nas cordas vocais, que o faria aposentar. Assista o link abaixo e perceba: depois da participação da Hebe (ele estava com 57 anos ) falou sobre Política, Família e Saúde. Muito diferente do que estamos acostumados.

Tratou-se muito da sua saída dos quadros televisivos, prevista para 1989/ 1990, Gugu Liberato e, principalmente, seu estado naquela época.

O mais curioso: muitos jovens não viram o Sílvio no auge! Ele simplesmente deixa de lado o “Show de Calouros” e resolve ser entrevistado pelos jurados e espectadores. Inusitado.

Ainda, abordou os antecendentes dele (que foram tesoureiros de reis portugueses, e se emocionou quando falou da origem do seu nome: Senor Abravanel. Até “dinheiro para Cristóvão Colombo” um deles deu para financiar a viagem à América.

Em: https://youtu.be/3MDe7VBece0

– Que ótima parceria: Senai e Sebrae

Estive pelo Sebrae / IBS Américas lecionando no Senai de Bragança Paulista, neste sábado, falando sobre Empreendedorismo.

Alunos dedicados, estrutura espetacular do prédio e todas as condições adequadas para uma boa aula. Vale a pena trabalhar numa instituição de ensino que preza pelo ensino de qualidade.

É com a Educação que o Brasil sairá da crise!

– Empreenda! E estude.

Estive há pouco no Fundo Social de Solidariedade de Cabreúva, falando de marketing a jovens empreendedores locais, representando o Sebrae / IBS Américas.

Dê oportunidade ao pequeno empresário, e ele responde positivamente!

– Empreendendo para crescer.

Hoje levamos conhecimento aos alunos do Sindicato Rural de Valinhos, em parceria com o Sebrae / IBS Americas. Falamos de Empreendedorismo a uma turma sedenta de saberes.

É com conhecimento e educação que o Brasil sairá da crise.

– Eike Batista ironizando Bill Gates e Buffett? Que moral…

Há 11 anos… veja que curioso (extraído do próprio blog):

Empreendedores e Apaixonados Administradores devem estar se deliciando por essa entrevista de Eike Batista (abaixo), o brasileiro mais rico do mundo e um dos bilionários de destaque do planeta.

Aqui ele fala de tudo: mulheres, negócios, filantropia, golpes…

Excepcional, extraído da Revista Época Negócios, Ed Abril 2011, pg 82-84

BILL GATES E BUFFETT? COITADOS

Eike Batista explica por que não aderiu à filantropia, compara-se a Steve Jobs e acusa Roger Agnelli, da Vale, de crime de lesa-pátria

De terno azul-escuro sobre camiseta da mesma cor, ao lado de Thor, seu filho mais velho, Eike Batista recebeu Época NEGÓCIOS para uma longa e relaxada conversa, regada a café e pipocas. Na cabeceira de uma longa mesa de reuniões, auxiliado por um projetor com duas dezenas de imagens e números de seus negócios, falou sobre tudo. De suas razões para mostrar a cara como bilionário (enquanto seus pares se escondem) ao que pensa de rivais como Carlos Slim e desafetos, como Roger Agnelli. Confira os principais trechos da entrevista.

>>>  O que distingue a nova elite empresarial das gerações anteriores?_A profunda vontade de mudar o mundo para melhor e de fazer o certo usando a engenharia. Um exemplo é a garotada do Vale do Silício, que usa engenharia aplicada à informática. Olha o que o Steve Jobs, o pessoal do Google e o garotão do Facebook [Mark Zuckerberg] fizeram! Eles são parte dessa nova economia que quer melhorar o mundo.

>>>  Quando o senhor olha para a arena global, quem identifica como pares, em oposição à velha guarda dos negócios?_Steve Jobs [da Apple] e Larry Page [do Google].

>>> E Carlos Slim, controlador da Telmex e homem mais rico do mundo?_Esse é concorrente (risos). Numa boa. É uma concorrência saudável. Mas, desculpa, ele é um dinossauro. Os projetos das minhas empresas foram concebidos do zero. É muito diferente. Aqui não tem nada baseado em licença ou monopólio. A licença telefônica dele no México, eu não sei, mas um dia vão tirar, né? Assim [com um monopólio], é fácil.

>>>  O senhor não faz lobby pelos seus negócios?_Não. Zero. Às vezes, a gente vai a Brasília. Em energia, por exemplo, quero saber quais são os planos e a visão do governo. Agora, o que é macro não cabe a mim. Não vou legislar, não. Bota as regras para mim, que sejam claras, que vou jogar o jogo. Nunca vi lobby funcionar. Todo mundo critica a gente por causa do BNDES. Somos um grupo de oitenta e tantos bilhões de reais, e só temos R$ 4 bilhões do BNDES. No pool total de nossos financiamentos, o BNDES representa uns 10%. É mais um, para baixar um pouco o custo. E eles só investem no que é do interesse do Brasil.

>>>  E do Jorge Paulo Lemann, sócio da AB InBev, o que acha?_Espetacular. O que o Brasil deve ao Jorge Paulo Lemann é a capacidade de gestão única, com meritocracia. Tiro o meu chapéu para a turma dele. Tanto que somos sócios. Entrei com eles na compra do Burger King. Tenho 10% do negócio.

“OS ESTADOS UNIDOS PERDERAM O BURGER KING POR PREGUIÇA.
OS CARAS FICARAM FROUXOS”

>>>  Que outras características são comuns aos empresários dessa nova elite global?_Buscamos o estado da arte e não temos compromisso com o mais ou menos. Como diz a turma do Google e do Facebook, “The winner takes it all” [O vencedor leva tudo]. Há uma migração para o melhor que é dramática e acontece em uma velocidade assustadora.

>>>  Essa preocupação em premiar os bons resultados é vista como uma das marcas da nova elite._Sim, mas percebo que muitos empresários ainda não sabem dividir. Você cria muito mais riqueza quando todos participam do processo. É preciso abrir mão de parte dos lucros para a equipe, o meio ambiente e as áreas sociais afetadas pelo negócio.

>>>  Quem mais no Brasil tem a ver com seu estilo?_Outro dia estive rapidamente com o [Marcos] Molina, da Marfrig, que é empreendedor pra caramba. Tem o Júnior [João Alves de Queiroz Filho], da Hypermarcas. Eu não o conheço pessoalmente, mas sei que ele usa conceitos brilhantes nas suas marcas. O Grupo Gerdau também é bacana, porque investe em treinamento e tem uma cultura corporativa altamente voltada à tecnologia.

>>>  O senhor costuma ir ao Fórum Econômico de Davos?_Eles sempre me convidam, mas não vou por falta de tempo. E tem muita coisa lá que é blá-blá-blá. Davos passou a ser lugar de quem quer se mostrar. Vou a Aspen. Lá tem menos blá-blá-blá e é mais produtivo.

>>>  O senhor não é um entusiasta da filantropia, é?_Caramba, não fala isso. Todos os meus recursos estão investidos aqui, construindo portos, operações gigantes que empregam 20 mil pessoas.

>>>  Isso não é filantropia._Ainda estou na fase de investimento nos meus projetos. Para fazer o que faço no social, estou cortando na carne. Gasto antes de o projeto gerar caixa. Isso é mais que filantropia. O Bill Gates e o Warren Buffett, coitados, já fizeram tudo o que tinham de fazer como empreendedores. Minha filantropia funciona dando vara de pescar e ensinando. Meu dinheiro está todo orientado para isso.

>>>  As décadas de instabilidade que vivemos tornaram nossos empreendedores mais ousados?_Isso se aplica em relação aos americanos e europeus, que ficaram preguiçosos. Por que o Burger King, uma empresa que era para valer US$ 30 bilhões, foi comprado por US$ 4 bilhões [na verdade, US$ 3,2 bilhões]? Por preguiça. Os caras ficaram frouxos. Mas isso não é válido para países emergentes como a China e a Coreia do Sul. Tira o cavalinho da chuva, porque ali é diferente.

>>>  Quem são os mais fortes?_Os chineses e os coreanos. Há menos de um ano, numa reunião que tive com o board da Hyundai, havia 12 Ph.Ds. à mesa. Todos eram formados no MIT [Massachusetts Institute of Technology], inclusive o dono. Eles até brincam dizendo que MIT é a sigla para Made in Taiwan. Os asiáticos têm ido aos Estados Unidos, que é a meca de conhecimento, e estão absorvendo aquilo. É fantástico.

>>>  O senhor tem se aproximado da China. Como é a relação?_Na área de mineração, o que consegui com os chineses? Para cada três toneladas de minério bruto a caminho da China, eles terão de processar uma tonelada de aço conosco. Essa era a força que o Roger [Agnelli, presidente da Vale] tinha nas mãos. Como é que ele joga isso na lata do lixo? Isso é [um crime de] lesa-pátria. O Brasil deveria estar produzindo mais que o dobro do aço que produz hoje. Como é que pode?

“O ROGER AGNELLI VENDEU AS MINAS DE BAUXITA DA VALE.
ISSO É LESA-PÁTRIA. VISÃO NENHUMA”

>>>  A Vale está jogando errado?_Sim. Já jogou dez anos na lata do lixo. As pessoas esquecem, mas o ex-presidente Lula, no seu primeiro mandato, teve uma conversa com o presidente chinês, Hu Jintao. Ficou combinado que o primeiro grande investimento da China no Brasil seria a construção de uma siderúrgica no Maranhão em parceria com a Vale. A conversa era exatamente essa. Por que a gente tem de exportar matéria-prima em grão? Não somos mais país colonizado.

>>>  O senhor teria feito algo diferente na Vale?_Ah, lógico. Tem muito ativo que não teria vendido. O Roger vendeu ativos extraordinários. Sabe a última burrice [dele] de que ninguém se deu conta? Ele vendeu as minas de bauxita para a Norsk Hydro. Isso é lesa-pátria. Visão nenhuma.

>>>  Quando olha para o futuro, o senhor consegue ver qual seria seu calcanhar de Aquiles?_Quase morri na minha primeira mina de ouro, mas isso me ensinou. Uma mina com um grama de ouro por tonelada, embora pareça pouco, é muito rica. Muito rica, nesse caso, é sinônimo de “à prova de idiota”. Ela aguentou todas as minhas burradas. Pagou conta da logística, das doenças e dos problemas mecânicos. Quase morri e quase quebrei. A partir daí, nunca botei a mão em ativos que não fossem excepcionalmente ricos. Para me atrair, tem de ter um certo porte, tem de estar entre os 25% de mais baixo custo do mundo. Antes que eu feche, 75% vão fechar. E tem de estar numa região com uma jurisdição bacana e impostos adequados.

>>>  Qual modelo de país o Brasil deveria olhar com atenção?_Coreia. Coreia. Coreia. Eles têm engenharia no padrão dos alemães e velocidade de decisão do Vale do Silício. Tiro o meu chapéu todo dia. E ainda são simpáticos.

>>>  Por que o senhor se expõe tanto, contrariando a cultura brasileira de que empresário tem de posar de modesto?_ Primeiro, porque passei 20 anos conhecido como filho do Eliezer Batista [presidente da Vale por duas décadas]. Sou filho mesmo, com muito orgulho. Depois, passei dez anos sendo o marido da Luma de Oliveira. Com todo respeito à mamãe [diz, em tom de deboche, a Thor]. Chega uma hora em que você tem de bater o carimbo dizendo que foi você que fez. Por essas razões, decidi avançar com transparência total. O Brasil só é popular por causa de jogador de futebol e cantor sertanejo. Por que não pode ter o melhor empreendedor do mundo? Não tenho vergonha de mostrar. Complexo de vira-lata? Aqui não.

Eike Batista era o 7º do ranking de bilionários da Forbes em 2012; veja o  que mudou em 10 anos | Empresas | Valor Econômico

Imagem extraída de: https://valor.globo.com/empresas/noticia/2022/04/14/eike-batista-era-o-7o-do-ranking-de-bilionarios-da-forbes-em-2012-veja-o-que-mudou-em-10-anos.ghtml — Foto: Jorge William / Agência O Globo

– Levando o conhecimento a quem precisa!

Hoje estive pelo Sebrae / IBS Americas no Posto do Sebrae Aqui de Pinhalzinho, levando conhecimento a uma turma sedenta de saber! Como é bom ensinar, ajudar, trocar experiências e participar desse processo de transformação na vida das pessoas. 

Somente com a Educação o Brasil vencerá a crise.

– Um país com vontade de aprender.

Hoje estive pelo Sebrae / IBS Americas no Fundo Social de Solidariedade de Cabreúva. Quantos cursos oferecidos e quanta gente disposta a aprender!

Somente com a Educação o Brasil vencerá a crise.

– A história dos M&M’s

Se você é chocólatra, achará curioso: os simpáticos M&M’s, tão coloridos e saborosos, surgiu durante a Guerra Civil Espanhola!

Mas veja outras interessantes particularidades ao longo dos anos desse chocolate de sucesso, abaixo:

Extraído de: http://chocolatedocechocolate.blogspot.com/2013/10/m-e-sua-historia.html

M&M’S E A SUA HISTÓRIA

Quem poderia imaginar que a idéia para os M&M’s nasceu no cenário da Guerra Civil Espanhola?

A lenda conta que, durante uma viagem à Espanha, o comerciante Forrest Edward Mars encontrou soldados que estavam a comer pequenos pedaços de chocolate envoltos em cascas açucaradas rígidas, evitando assim que eles derretessem. Inspirado nesta ideia, Mars voltou à sua cozinha e inventou a receita exclusiva dos famosos M&M’s, recebendo a patente dos confeitos no dia 3 de Março de 1941. 

Vendido ao público pela primeira vez ainda nesse ano, os confeitos de chocolate com leite M&M’s tornaram-se os favoritos dos soldados americanos que serviam na Segunda Guerra Mundial.
Embalados em tubos de cartolina, foram vendidos aos militares como um lanche conveniente, porque suportava bem as viagens sob qualquer clima.

O nome da marca deriva de “Mars & Murrie” (Bruce Murrie, filho do então presidente da tradicional Hershey’s era o parceiro de negócios de Forrest Mars). Os confeitos foram lançados originalmente em cinco cores: castanho, amarelo, vermelho, verde e violeta.

Imediatamente se tornou um sucesso porque, na época, o ar condicionado ainda era muito pouco comum e o derretimento das barras de chocolate tornou-se um grande problema na época do verão, o que não acontecia com os M&M’s por causa de seu revestimento, e permitindo que pudessem ser comercializados o ano inteiro.

No final da década, os M&M’s começaram a ser comercializados para o público em geral e, mais uma vez, foi um sucesso.

Em 1948, a embalagem mudou do tubo para o característico saquinho castanho de celofane conhecido hoje, e no ano seguinte a cor violeta seria substituída pelo bronze. E foi somente em 1950 que a letra “M” passou a ser impressa nos confeitos em cor preta, divulgada pelo slogan “Look for the M on every piece”(“Procure o M em cada confeito”), e só em 1954 mudou para  acor branca como é conhecida nos dias de hoje. 

Atualmente, o “M” gravado em todos os confeitos é colocado por uma máquina com calibragem sensível, evitando assim que os confeitos se quebrem.

Com a publicidade da televisão nessa década, os M&M’s tornaram-se parte do vocabulário americano e uma guloseima constante nos lares de milhões de pessoas.

Com a estreia oficial de seus coloridos personagens na televisão e a primeira expansão na linha de produto, com a introdução da versão feita com amendoim, a marca popularizou-se pelo país inteiro muito rapidamente.

Em 1976, os M&M’s vermelhos foram retirados da tradicional mistura de cores, devido à controvérsia pública a respeito dos corantes de alimentos que levavam essa cor serem cancerígenos. Esse corante vermelho (“red dye #9”) não era utilizado nos tradicionais M&M’s. Porém, para evitar confusão na mente dos consumidores e causar dúvidas, o confeito vermelho foi retirado da mistura. Nesse mesmo ano, a cor laranja foi adicionada à mistura dos M&M’s Amendoim, juntando-se ao verde e ao amarelo, que foram adicionados em 1960 à cor castanha já existente.

Em 1980, os famosos saquinhos de M&M’s ganharam 10% a mais de peso sem que o preço fosse aumentado, numa promoção chamada “You Get More For Your Money From M&M’s”. Foi a partir deste momento que a marca deu início a uma forte expansão internacional, e nos próximos dois anos, M&M’s seria lançado em 16 países incluindo Austrália, Canadá, Hong Kong, Malásia, Dinamarca, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Japão e Reino Unido.

1981, o produto foi escolhido pelos astronautas da primeira nave espacial da NASA para ser incluído na lista de suprimentos. Era a publicidade que a marca precisava.

Pouco depois, em 1984, a empresa investiu em mais uma ação eficaz de marketing, quando os M&M’s foram nomeados como doce oficial dos jogos olímpicos de Los Angeles, Califórnia. Uma linha especial de produtos para os dias festivos foi desenvolvida no início desta década. Essas novas misturas de cores sazonais incluíam verde e vermelha nos M&M’s especial para o Natal e cores pastéis para a edição de Páscoa.

Posteriormente, outras edições especiais foram introduzidas com cores laranja e preto para o Dia das Bruxas (Halloween); além do vermelho, rosa e branco para o Dia dos Namorados (Valentine’s Day).
O ano de 1987 foi muito importante na história da marca. Foi nesta época que o confeito vermelho voltou à tradicional mistura de cores, atendendo a intensos e calorosos pedidos dos consumidores. Com isto, a mistura original dos M&M’s passou a contar com seis cores.

Em 1993, novos M&M’s foram disponibilizados em lojas especializadas, que ofereciam 24 cores diferentes do delicioso confeito. No ano seguinte, a cor azul (em substituição ao bege) passou a fazer parte da mistura do M&M’s original.

Em 1996, a marca continuou literalmente na boca do povo com ações inusitadas e pioneiras, como o M&M’s STUDIO, um hotsite lançado em 1996, nos primórdios da Internet. Nesse portal a marca parodiava o universo de Hollywood utilizando suas coloridas e cativantes mascotes, onde os internautas poderiam acompanhar detalhes sobre as vidas de celebridades.

Outro momento histórico para marca ocorreu durante o verão de 2000. Foi decidido, depois de tantos anos, que os M&M’s Chocolate com Leite eram bons demais para serem chamados de “Simples” (expressão americana para designar o item) e toda a linha de embalagem passou por uma mudança de denominação: de Confeitos de Chocolate Simples para Chocolate com Leite. O anúncio foi feito pelo tagarela personagem vermelho, afirmando que era ele quem vinha a fazer toda a campanha por essa mudança já há um bom tempo. Além disso, neste ano ocorreu o relançamento do M&M’s MINI com novas embalagens (quatro opções de cores) que se encaixavam formando esculturas.

A cor lilás foi introduzida no ano de 2002 através de uma enorme votação que envolveu consumidores de 200 países. 

Em Junho de 2004, a marca ganhou ainda mais popularidade quando o piloto da SpaceShipOne, Mike Melvill, abriu um pacote dos famosos confeitos ao atingir a fronteira do espaço, mostrando a leveza do ar enquanto os pedaços coloridos de chocolate flutuavam na cabine.

Recentemente a famosa revista americana BusinessWeek compilou uma lista com os doces mais populares do mundo, e em primeiro lugar aparecem os confeitos de chocolates M&M’s. Uma prova da eficicácia do marketing da marca, que transformou M&M’s em uma vasta gama de produtos muito além dos confeitos.  

Os produtos da M&M’s são comercializados em mais de 100 países ao redor do mundo, transformando-se nos confeitos de chocolates mais populares e vendidos do planeta.

Cada saquinho tradicional de M&M’s, na versão chocolate ao leite, possui uma proporção de: 30% de confeitos marrons, 20% de vermelho, 20% de amarelo, 10% de azul, 10% de laranja e 10% de verde.

Agradecimentos a http://mundodasmarcas.blogspot.pt   

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– A fé em prateleiras?

Cada vez mais a fé tem se tornado um produto. Na cidade de São Paulo, a cada 2 dias, surge uma nova igreja em algum ponto estratégico. As opções são várias, e, claro, dentro de um Estado democrático em que vivemos, não há problema algum, já que a liberdade religiosa é garantida a qualquer cidadão.

Qualquer um pode crer (ou não crer) no que quiser. Entretanto, na mesma proporção se torna assustadora a quantidade de casos de charlatanismo, ou seja, pessoas que exploram a inocência e a boa-fé das outras e se aproveitando do nome de Deus ou do deus que queira anunciar em proveito próprio.

Compartilho material interessante da TV UOL (reproduzido, pasmem, há 10 anos), que abordou esse assunto com números muito parecidos como o de hoje. Dessa forma, sobre esse tipo de proliferação e o mercado da crença, clique em: A Fé Sob Medida em SP

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Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.

– Ensinar é sempre um prazer!

Nesta manhã, estive no Centro Profissionalizante Julio Zanoni, em Jarinu, falando sobre MEI e a importância da capacitação e da formalização.

É ótimo ver a iniciativa pública ajudando os cidadãos esforçados, e empresas sérias, como o Sebrae e a IBS Américas, protagonizando esse ensino de qualidade tão necessário!

Viva a Educação!

– Ensinar é muito bom.

O dia começou às 03h30. Agora, 23h00 e estou retornando pra casa cansadão (ainda faltam alguns quilômetros pela estrada), mas imensamente feliz por compartilhar conhecimento com tanta gente…

Hoje à noite lecionei em Itupeva, amanhã cedinho estaremos em Jarinu, e por aí vai.

Só com a Educação o país sairá da crise!

– Capacitar é o caminho!

Hoje estivemos na cidade de Mairiporã, levando noções de Empreendedorismo às jovens e esforçadas moças que direcionam seus esforços em montar salões de beleza próprios.

Não é bom ver as pessoas batalhando, para com seu esforço, vencerem na vida?

É com a Educação que o Brasil sairá da crise.

– Aprender vale a pena. Ensinar idem!

Hoje estamos lecionando para um grupo de jovens empreendedoras pelo Sebrae Guarulhos, em parceria com a Univesp.

Fomentar a capacitação é sempre algo muito bom…

– Vale a pena contribuir com o conhecimento!

Há certos trabalhos que engrandecem a alma; e ensinar, trocar conhecimento, interagir para que as pessoas cresçam, é uma dessas atividades.

Estou nesta semana trabalhando com o Sebrae, através da IBS Américas, em parceira com a Prefeitura Municipal de Jundiaí, lecionando diversas disciplinas na área de Administração de Empresas e Empreendedorismo na “Semana do Empreendedor”.

O que me faz vibrar é: os olhos dos nossos alunos brilhando! Não há preço para isso…

Parabéns aos organizadores, neste evento que ocorre até 6ª feira no espaço localizado no piso G3 Oeste do Maxi Shopping Jundiaí. Que estrutura fantástica há por lá, e que funciona para todo o cidadão jundiaiense que deseja crescer.

Só assim o Brasil volta a se desenvolver: com capacitação, esforço e educação.

– Jundiaí Empreendedora e Sebrae Aqui: ótima parceira!

E neste espaço maravilhoso dentro do Maxi Shopping Jundiaí, dando sequência à “Semana do Empreendedorismo, falaremos sobre Adm de MEIs aos nossos alunos.

Ensinar é muito bom. Amo compartilhar conhecimento!

– Formalização de MEIs.

Hoje tivemos o prazer de lecionar pelo Sebrae / IBS Américas no “Jundiaí Empreendedora”, um espaço maravilhoso para Microempreendedores da cidade, que se localiza no Maxi Shopping. Que estrutura fantástica fornecida pela Prefeitura Municipal!

Vejam só a sala de aula, onde falamos sobre “Formalização”. Com bom conteúdo e condições favoráveis, o aprendizado é quem ganha e o aluno aproveita mais.

 

– 1ª Semana do Empreendedorismo em Jundiaí.

Parabéns à Prefeitura de Jundiaí pela excelente iniciativa aos MEIs. Estarei neste evento abaixo reportado, de 2a à 4a, falando sobre Formalização, Finanças e Marketing aos Empreendedores, incrementando os temas conforme a necessidade e a realidade dos alunos participantes.

Abaixo, extraído de: https://g1.globo.com/sp/sorocaba-jundiai/noticia/2022/03/14/jundiai-organiza-a-1a-semana-do-empreendedorismo.ghtml

JUNDIAÍ ORGANIZA A 1ª SEMANA DO EMPREENDEDORISMO

Eventos ocorrem a partir desta segunda-feira (14) e vão até sábado (19).

Jundiaí(SP) organiza entre esta segunda-feira (14) e sábado (19) a 1ª Semana do Empreendedorismo com entidades que compõem o Comitê Força Tarefa.

A programação contará com palestras, oficinas, lives, cursos de qualificação, rodada de negócios, feirão zera dívida, certificação digital, roda de diálogo, mesa redonda, MEU MEI: regularização, abertura e fechamento do MEI, entre outras ações.

A programação será no Espaço Jundiaí Empreendedora, que vai servir como sede de diversos eventos durante a programação.

O Sebrae participa com ações no Espaço Jundiaí Empreendedora nos cinco dias com cinco cursos diferentes. São eles: marketing, sua ideia de negócios, empreendedorismo, finanças, formalização. Este último terá participação da chefe do Procon Jundiaí, Gabriela Ribas Glinternik.

O Espaço Jundiaí Empreendedora sedia uma Rodada de Negócios, na quarta-feira (16) e o evento MEU MEI, promovida pela CONT – Associação Contábil, de abertura, regularização e fechamento de MEI.

O MEU MEI acontece na quinta-feira (17) e sexta-feira (18), das 8h às 12h e das 13h às 16h no Espaço Jundiaí Empreendedora sem inscrição prévia.

Jundiaí Empreendedora – Prefeitura de Jundiaí

– Preparar aulas é muito bom!

Fazer o que se gosta é muito bom!

Nesta manhã, dedicação total à preparação de aulas para o Sebrae / IBS Américas, a diversas turmas nesta semana. Assunto: Empreendedorismo.

É a Educação que ajudará o Brasil a sair da crise…

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– Sucos S/A: um exemplo de não desistência pelo empreendimento fracassado.

Quantos empreendedores desistem da sua empreitada na primeira queda? E quantos outros não procuram saber qual foi o motivo do insucesso?

Leio esse case da Sucos S/A, que retrata o espírito empreendedor. Vale compartilhar!

Extraído de: https://exame.com/pme/eles-faliram-duas-vezes-e-hoje-faturam-r-5-milhoes/

ELES FALIRAM DUAS VEZES E HOJE FATURAM R$ 5 MILHÕES

Gustavo e Suzana Dinamarco começaram a Sucos S/A em um quiosque como um plano B

Quem vê o casal Gustavo e Suzana Dinamarco não imagina que antes de criarem a Sucos S/A, franquia de alimentação natural, que faturou R$ 5 milhões em 2021, eles faliram o mesmo negócio duas vezes.

Em 2009, quando o casal abriu o embrião da Sucos S/A, um quiosque de sucos naturais em um centro comercial de Araçatuba (SP), a ideia era complementar a renda. O foco do casal, na época, estava em manter de pé outro empreendimento, uma distribuidora de alimentos.

“A distribuidora era um negócio complicado, lidamos com muitos calotes, operávamos sem capital de giro, não tínhamos processos. Era tudo na base da insistência”. E foi a insistência que fez o casal persistir com o empreendimento mesmo após falirem pela primeira vez um ano antes.

Nesse período, tiveram que recorrer a empréstimos com familiares e Suzana chegou a vender trufas para complementar a renda. Mesmo assim, a empresa não resistiu.

Por sorte, o pequeno quiosque, que começou como plano B, ia no caminho oposto. A experiência malsucedida com a distribuidora também serviu de lição.

Gustavo e Suzana descobriram que receita para não falir novamente tinha a ver com uma dor comum de muitos empreendedores: criar processos para o negócio — e ter a disciplina necessária para segui-los dia após dia.

“Criamos indicadores para gerenciar melhor nosso estoque e otimizar os processos. Padronizamos o nosso mix de produtos. Fora isso, a região em que estamos é muito quente, percebemos que a alimentação saudável era um caminho a ser explorado”.

A partir daí, resolveram focar na marca Sucos S/A. De Araçatuba foram para Birigui, expandindo para o interior de São Paulo. Em 2017, estavam com oito lojas próprias, mesclando pontos na rua, em shoppings e supermercados.

Crescimento via franquia

Porém, foi na mesma época que perceberam que a gestão estava se tornando um problema novamente. “Nós tentávamos nos revezar entre as lojas, mas estava ficando impossível acompanhar tão de perto. Então sabíamos que tínhamos dois caminhos: ou dobrávamos de tamanho ou daríamos um passo atrás com lojas próprias”.

Decididos a fazer o negócio dar certo, Gustavo e Suzana passaram um ano pesquisando o mercado de franquias e conversando com escritórios. “Percebemos que a franquia é um modo de crescer rápido e que não necessita de muito investimento próprio. Fora isso, também observamos que aquelas que tinham a figura do sócio-operador, que estava no dia a dia do negócio, também se saíam melhor”.

Como o foco eram os shoppings e grandes centros de compras, em que os espaços para os estoques são limitados, tiveram de montar um centro de distribuição. Depois de um ano formatando o negócio, em 2018, abriram a primeira loja no modelo de franquia, em Contagem (MG).

Junto com a nova loja, também lançaram um projeto piloto de um novo produto, o “monte sua salada”, no qual o cliente poderia customizar os ingredientes do prato. A aposta deu certo. “Depois de nove anos apenas com bebidas e açaí, passamos a nos posicionar como um restaurante de alimentação saudável”.

O pós-pandemia

Atualmente, a Sucos S/A conta com 11 lojas em operação e outras três em implantação. Em 2021, mesmo com a pandemia, a empresa cresceu 50%.

A aposta no delivery, que até então não era uma preocupação, foi uma das razões para o bom desempenho. “Hoje o delivery representa 20% do faturamento, cerca de 32 mil por semana”, afirma.

O plano é abrir outras 10 lojas franqueadas dentro de um ano e expandir para outras regiões como Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. “Acreditamos ter muitas oportunidades de entrada em praças de alimentação, principalmente após a pandemia, que trouxe às pessoas uma preocupação maior com saúde e bem-estar”, comenta.

Neste primeiro semestre, a Sucos S/A ainda planeja lançar o modelo de negócio Drive Thru. “A ideia é conceder a maior variedade de opções possíveis, não só nos nossos produtos, mas no formato de vendas, nos adequando com a demanda de cada cliente”, finaliza Gustavo.

– A Inovação Tecnológica deve vir das Universidades ou das Indústrias?

Olha que discussão interessante: Nicolsky, renomado cientista, diz que estamos à beira de um “apagão tecnológico”, e afirma: a inovação não deve vir das universidades, mas das pesquisas industriais!

De muita valia aos pesquisadores e acadêmicos, abaixo, extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI78102-15259,00-SEGUIMOS+PARA+UM+APAGAO+TECNOLOGICO.htm:

SEGUIMOS PARA UM APAGÃO TECNOLÓGICO

O físico Roberto Nicolsky diz já ter acreditado que tecnologia se desenvolvia na universidade. Deixou a carreira de executivo em empresas para voltar à academia, como professor, e ajudar no desenvolvimento tecnológico do país. Convenceu-se de que o lugar da inovação é na indústria, que conheceria as necessidades do mercado. Hoje, dirige a Sociedade Brasileira Pró-Inovação Tecnológica (Protec), que conta entre seus associados com os principais representantes do empresariado, como a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo. Nicolsky diz que a política brasileira privilegia apenas as universidades e que a falta de tecnologia na indústria mina nossa competitividade e bloqueará o crescimento do Brasil. “Teremos um apagão tecnológico”, afirma.

QUEM É
É físico. Nasceu na Rússia e mudou-se para o Brasil com 8 anos. Tem 71 anos
O QUE FAZ
É diretor-geral da Sociedade Brasileira Pró-Inovação Tecnológica (Protec), associação de empresários para promover a competitividade da indústria

O QUE FEZ
Trabalhou em indústrias paulistas até tornar-se professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Coordenou a criação do protótipo de um trem que se move pelos trilhos usando levitação magnética   

ÉPOCA – Por que o senhor diz que haverá um apagão tecnológico?
Roberto Nicolsky –
Podemos ter bloqueio do crescimento econômico do país em questão de anos, por falta de tecnologia. O deficit entre o que exportamos e o que importamos está crescendo ano a ano. Como a indústria brasileira está atrasada tecnologicamente – passou décadas sem investir em inovações que diferenciassem seus produtos e processos industriais –, perdeu em competitividade. Temos de importar matérias-primas e máquinas para nosso setor industrial e só contamos com as exportações do agronegócio e da mineração para cobrir essas despesas. Para ter uma ideia, para pagar um único notebook você precisa vender 4 toneladas de carne ou 5 toneladas de soja.

ÉPOCA – Em que ponto estamos nesse caminho para o apagão tecnológico?
Nicolsky –
Não posso dizer que ele vai acontecer com certeza porque a economia tem um alto grau de imprevisibilidade. Mas é o risco que corremos se continuarmos com a política atual. Entre 2007 e 2008, a diferença entre o que importamos e o que exportamos passou de US$ 33 bilhões para US$ 57 bilhões, considerando apenas três setores da indústria: eletroeletrônica, química e bens de capital (máquinas usadas na indústria). O aumento do deficit aconteceu porque o Brasil teve uma taxa de crescimento de 5%, um pouco maior que nos anos anteriores. Agora, se quisermos continuar a crescer, vamos importar mais matérias-primas, mais máquinas. Vai chegar um ponto em que o agronegócio, a mineração e os investimentos estrangeiros não conseguirão pagar essa conta. O país deixará de crescer, a renda dos trabalhadores diminuirá e aumentará o desemprego.

ÉPOCA – Por que o Brasil não consegue tornar sua indústria competitiva?
Nicolsky –
Porque falta tecnologia. Primeiro, em razão do modelo de industrialização adotado no passado. Nas décadas de 1960 e 1970, o Brasil resolveu montar suas indústrias apenas importando tecnologia dos países desenvolvidos, sem se preocupar em aprimorá-la ou em desenvolver a sua própria. E o país nunca contou com uma política que corrigisse essa situação. Nem temos uma política tecnológica, o que temos é uma política conjunta para ciência e tecnologia. O problema é que ciência e tecnologia são completamente diferentes. Ciência se faz na universidade, para produzir conhecimento e capacitar recursos humanos altamente qualificados. Tecnologia se faz na indústria para atender à demanda dos clientes e tornar um produto mais competitivo. Só que no Brasil temos um único ministério para essas duas áreas, o da Ciência e Tecnologia.

ÉPOCA – Por quê?
Nicolsky –
É uma junção curiosa, que era comum na Espanha e em Portugal, e acabou se propagando pela América Latina. Depois da entrada dos países ibéricos na comunidade europeia, houve uma separação. Em Portugal, a tecnologia, sob o nome de inovação, foi para o Ministério da Economia, que no Brasil corresponde ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. A ciência ficou junto com o Ensino Superior. Esse também é o modelo da Alemanha. Lá eles têm o Ministério da Educação e Ciência. A tecnologia fica no Ministério da Produção e Tecnologia.

ÉPOCA – Qual é o problema de tentar integrar o desenvolvimento científico ao tecnológico?
Nicolsky –
Acabamos adotando políticas de incentivo e modelos de financiamento nos mesmos moldes para duas áreas que são completamente distintas. No caso da ciência, as políticas em vigor dão certo. Elas são tão eficientes que a publicação de artigos científicos brasileiros em revistas internacionais quase triplicou em seis anos. Hoje, somos o 13º país no ranking dos que mais publicam artigos, resultado do aumento das verbas destinadas a bolsas para cientistas e abertura de novos laboratórios. O mesmo não ocorre com a área tecnológica. Se olharmos o Produto Interno Bruto brasileiro, a participação da indústria de manufatura tem diminuído. Não adianta investir só nas universidades: elas, no máximo, podem dar uma ideia para a indústria desenvolver uma tecnologia com base em um novo conhecimento. Mas, no geral, as ideias vindas da universidade estão fora da realidade porque a verdadeira demanda vem dos clientes, dos usuários dos produtos da indústria.

ÉPOCA – O melhor caminho não é tentar aproximar a universidade das necessidades da indústria? Não é esse o objetivo da lei de inovação, que libera cientistas ligados a universidades para trabalhar em empresas?
Nicolsky –
Isso só funciona em determinados setores industriais de países desenvolvidos. Para que haja transferência de tecnologia diretamente da universidade para a indústria, é preciso que elas estejam no mesmo nível. Só que a universidade brasileira está próxima do conhecimento de ponta, e a indústria brasileira está 30 anos atrasada. Uma indústria não dá saltos. Anda passo a passo. Ela só pode criar um novo produto depois de ter total domínio do anterior. Em geral, isso acontece a partir de demandas dos consumidores. A Embraer percebeu que havia um mercado para aeronaves de 50 lugares porque entendeu a necessidade de seus clientes. Fez um projeto desse tipo, melhor que o da concorrente, a canadense Bombardier. Mas só conseguiu isso porque já tinha feito outros aviões, como o Tucano, o Xingu, o Bandeirantes, o Brasília.

ÉPOCA – Leis como a de Inovação e a do Bem, que permitem a dedução do investimento em pesquisa, não ajudaram a desenvolver a indústria?
Nicolsky –
A Lei de Inovação e a do Bem são longas e complicadas. Além delas, existem várias outras que foram aprovadas recentemente. A política científica e tecnológica está imersa em uma sopa de leis que ninguém sabe interpretar. É ótimo para que pessoas ligadas à universidade, que dominam o Ministério da Ciência e Tecnologia, as interpretem do jeito que quiserem. A verba do ministério é de R$ 6,6 bilhões. Para as políticas de incentivo à inovação industrial são direcionados só R$ 660 milhões, o equivalente a apenas 10% da verba.

ÉPOCA – O senhor sugere tirar dinheiro das universidades?
Nicolsky –
Não é isso. A universidade toca lá seus projetos com o dinheiro que existe. Se o ministério devolvesse para a indústria tudo o que toma dela, já seria um ganho. Os fundos setoriais recolhem das empresas que foram privatizadas uma porcentagem a ser revertida em pesquisa na indústria. São R$ 3 bilhões. Mas transfere para as empresas R$ 600 milhões. E o resto? Vira apenas uma carga tributária a mais. É uma farsa dizer que isso é um fomento.

ÉPOCA – Ainda há tempo para reverter o apagão tecnológico que o senhor prevê?
Nicolsky –
Sim. A Índia é um exemplo de que isso é possível. Em 1995, ela promulgou sua lei de incentivo à inovação, que não é restritiva como a brasileira. Em 1998, três anos depois, ela superou o número de patentes do Brasil. Em 2008, fez 634 patentes, seis vezes o número de patentes brasileiras. O Brasil fez 101.

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Imagem extraída da Internet. Crédito da charge nela própria.

– Formalize sua empresa!

Com todos os protocolos sanitários cumpridos, estivemos lecionando pelo Sebrae / IBS Américas / Governo de SP no Distrito do Jacaré, em Cabreúva.

Falamos sobre Formalização de Microempresas e Criação de MEIs para uma turma bem interessada de empreendedores.

Incentivar o ensino no Brasil – é isso que precisamos!

– Ensinar sempre faz bem.

Não me canso disso: preparar aulas!

Dá uma alegria poder compartilhar conhecimento…

Ensinar é tão bom quanto estudar.

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– Erick Jacquin no Roda Viva.

Para que gosta dos programas “Masterchef” e “Pesadelo na Cozinha”, vale a pena assistir essa entrevista do Erick Jacquin, o francês que faz sucesso no Brasil com seus programas culinários.

O mais legal do programa? Quando ele fala sobre os seus fracassos, que lhe ensinaram a empreender melhor!

Em: https://www.youtube.com/watch?v=fg_bH1VR-mQ

– 15 anos da criação do iPhone!

Há 15 anos, um invento mudava o mundo. Era apresentado o Iphone!

Na oportunidade, Steve Jobs, CEO da Apple, disse:

Hoje a Apple está reinventando o telefone.” (09/01/2007)

Para mim, reinventou mesmo. Os aparelhinhos inspiraram os concorrentes e transformaram até mesmo o comportamento das pessoas. Desde então, o conceito de aparelho telefônico mudou bem!

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Imagem extraída de: https://www.siliconrepublic.com/business/france-to-auction-4g-networks-this-summer